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PodPensar 91 - Série Revivendo Pietro Ubaldi _ EP 06# Da vinda para o Brasil ao seu Desencarne - Com Rônner Ribeiro

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PodPensar 91 - Série Revivendo Pietro Ubaldi _ EP 06# Da vinda para o Brasil ao seu Desencarne - Com Rônner Ribeiro

Pietro Baute, pensador e apóstolo espiritual, desenvolveu uma missão profunda de divulgação de suas ideias após receber mensagens espirituais em 1931, 1962 e 1932. Sua trajetória se intensifica com a chegada ao Brasil em 1951, onde inicia uma fase prática e social de sua obra, voltada para a vida cotidiana. A obra brasileira, mais prática do que a italiana, aborda questões atuais como encarnação, saúde e economia, com livros como "Problemas Atuais e Profecias" e "A Lei de Deus". A vida de Baute é descrita como uma jornada planejada, com ciclos de 20 anos e fechamentos nos principais eventos religiosos, como Natal e Páscoa. Ele se apresenta como um grande apóstolo do Cristo, com uma vida baseada em bondade, perdão e desapego, e suas obras revelam um pensamento profundamente cristão, com forte ligação à Lei de Deus. Apesar de enfrentar perseguições e dificuldades materiais, sua missão se realiza com disciplina e fé, e ele previu com precisão o fim de sua vida, ocorrendo em 29 de fevereiro de 1972. A obra de Baute é vista como um complemento ao Espiritismo, que traz novos conceitos, como a evolução do sistema de criação e a necessidade de uma transição espiritual. Sua vida e ensinamentos inspiram os seguidores a viverem com os princípios do Evangelho, promovendo uma transformação interior e uma conexão direta com o Criador. A obra é considerada fundamental para o entendimento do pensamento cristão evolucionário, e sua divulgação continua a ser um ato de serviço espiritual, com grande valor para quem busca a verdade e o amor.

Transcription

8007 Words, 44852 Characters

Portuguese
Olá, pensadores e pensadoras de todo mundo, sejam todos bem-vindos ao portal pensar. Hoje, estudaremos a vida e a obra de Pietro Baute. Venham todos, vamos juntos, nesta jornada histórica. [Música] Pensadores e pensadoras do portal pensar, muita paz a todos. Hoje estamos vivendo a vida e a obra de Pietro Baute. Aqui em Busfala, eles são de Belo Horizonte e sejam todos bem-vindos ao nosso sexte episódio da série "Revivendo Pietro Baute", o pensador dos novos tempos. O título do nosso episódio de hoje é da vinda para o Brasil, ao seu desencarre, ao termo da missão. [Música] Estamos aí para conversar mais uma vez. Obrigado. [Música] Queridos pensadores e pensadoras, estamos nos imedios e recados e hoje nós temos um recado especial para vocês e quem vai dá-lo é o nosso amigo Ronan, que é o participante do nosso episódio de hoje. Saldações a todos e venho convidá-los para participarem do "Trigésimo sexto seminário, Mineiro, Pietro Baute", nascerá ao vivo em online pelo YouTube. No dia 27 de fevereiro deste ano de 2021, a partir das 14 horas. Neste livro, a Sésimaística, que vamos estudar, Pietro Baute nos alerta para a necessidade de estabelecermos uma comunhão com o nosso criador. Sejam todos bem-vindos. Muito obrigado. Muito bom, rone. E gostaríamos de fechar os dos imedios e recados. Lembrá-los da nossa página na internet www.portalpensar.org.br. Contamos com a sesta de vocês lá. Estamos nas redes sociais, YouTube, Facebook, Instagram. Contamos também com a visualização de vocês lá e amigos. E esse aí. Vamos por nosso episódio de hoje. [Música] Os caros ouvintes, antes de a gente entrar no episódio de hoje, próprio anuncio dito, vamos recapitular de porra bem sintética. Então nós vamos lá para 1931, o início da missão do nosso professor, Pietro Baute, recebe pela primeira vez a mensagem de Natal, de 2005, de dezembro de 1991. Tenho um marco inicial de todo esse trabalho que nós estamos aqui revivendo. Depois ele recebe a segunda mensagem, mensagem da ressoissão, de 2007, março de 1962, depois a mensagem perdão. Dois de agosto de 1932, o perdão da porsiúcula de francês de gases recebidas as três mensagens. Ele começa o processo de vulgação das mesmas, porque a mensagem não foi para ele, foi para o mundo. Ele começa o processo de vulgação. E, em 1932, mais precisamente no verão, na Itália ele começa a escrever a Liva Grandes Cintes, primeiro livro de uma série de 24. Lívoro esse que marcou a história, ganhou uma proporção muito grande. A questão espiritual é um livro simples que nos arrebata de forma grandiosa, trazendo grandes ensinamento, mas ele também não para por aí. Ele recebe duas mensagens no dia 14 de abril de 1953, mensagem aos cristãos. Depois, ele adentra o estudo do seu processo mediúnico, e escreve os livros as naúrias e as as mistras. Quando ele termina as 6 mistras, a gente vai ter em o termo da primeira trilonia, e ele até dá um mom e dessa trilonia, chama de explosão. Depois, ele começa um processo interratado de si mesmo, de estudo interior, e escreve-me no restaurador de um homem. Depois, ele volta com seus lampejos de paixão e de pensamento, e escreve o livro "Fragmento de Pensamento de Paixão". Nesse processo, a gente vai ter a coleinação da igreja, e próximo dessa data, e ele vai receber a mensagem da paz, de sua voz. No auge da Segunda Guerra Mundial, ele vai escrever a nova utilização de terceiro milênio, e com esse livro, a gente tem fechamento da segunda trilogia, ele dá um mom e dá essa segunda trilogia de assimilação, continuando o processo. Ele vai escrever dois livros, um sendo complemento do or, que é o problema do futuro e as sensões humanas, e, em um momento de doença, de estado febril, ele consegue uma alma prima, chamada deus universo, em vinte noites, pouco antes de vinte e cinco de março de 1951. Um livro extremamente importante dentro dos tutores séries, que ele escreve, e que vai trazer uns conceitos bem revolucionais, e essa é a terceira trilogia, só que faltava ainda um livro para fechar a terceira trilogia. No livro dos universes, ele coloca isso, só que ele ainda não estava preparado para chegar a construção dessa obra, essa terceira trilogia, ele dá um mom de sublimação, e ela fica, vamos colocar assim em stand by, ela fica paralisada, e porque precisa passar para um outro processo de maturação, para conseguir alcançar o ponto de escritura dessa obra, que vai completar a terceira trilogia. E aí, nesse processo todo deu balde, e fica conhecido, internacionalmente, um grande apóstolo, e presente no mês de nós nessa época, e ele aqui no Brasil, foi extremamente conhecido divulgado, ele então é convidado, a vinha aqui no Brasil, fazer inúmeras conferências, se viajar pelo todo o país divulgando as suas obras, seus conhecimentos, somção, e aí, por volta de julho de 1951, ele vem ao Brasil, fica aqui até final do ano de 1951, percebendo a promesse por parte das pessoas que o trouxeram para cá, nessa conferência, o convite era de ele voltar pro Brasil, fazer morado aqui no Brasil, com sua família, porque essa conferência foi tão maravilhosa, tão arrebatadora, que trazer para cá vai ser muito gratificante. Então, esses eram esses convite para ele, ele volta pro pra Itália, foi esse convite, e diante desse processo todo o balde numa Itália, receia em saída de uma guerra, da segunda guerra mundial, individada, sua família também tinha perdido todos os pertens por conta guerra, por conta do primo, que fazia mal os negócios, que usou a riqueza que eles tinham de forma errada, enfim, vinha aqui pro Brasil, se tornou uma opção extremamente importante. E a própria pessoa, a voz também, já tinha colocado que era parte da missão de petrobol de boom para o Brasil, porque a gente sabe que o Brasil é o celeiro, da grande consolação espiritual do Or, e nada melhor do que um apóstolo, que vem com a missão de trazer, nos pensamentos das festas superiores, aqui no Brasil, trabalhar no celeiro, no ponto Apsi, que é o nosso país. Então, dia 8 de dezembro, de 1992, o balde, e sua família, desce no Porto de Santos, e fazem morada aqui no Brasil, e aí começa o processo da sua segunda missão aqui, né? E aí, se eu ir, vale lembrar o OLSS. Eu escuro. as alterências que o Baldy realizou aqui no Brasil em 1951, elas tiveram uma retenção enorme, não só pelos ações que foram abordadas nessas alterências, mas também porque divulgaram que, entre o Baldy, seria a reencarnação de Pedro, o Simão Pedro. Então, isso chamava muito atenção. O grupo de São Paulo, que fez esse convite para ir vim morar no Brasil, estavam muito cruzados mais. Ele aceitou o convite porque era das opções que ele tinha lá na Itália mais viável, tendo em vista as dificuldades financeiras que começou a passar por lá, o clima espiritual que era também lá muito materialista, né? O Baldy não encontrava apoio na expansão das suas ideias, então ele aceitou e também porque ele ouvia sua voz. É preciso lembrar isso o Baldy, ele possuía uma conexão muito extensa por sua voz, sua voz que alguns afirmam ser o próprio São Francisco de Assins, mas ele, a verdade é essa, que ele ouvia essa voz e, de certa forma, ela orientava a sua vida. Ele fez por merecer, pela sua evolução espiritual, poder ouvir as nas suas faculdades, né, espirituals, ouvir essa voz e assim ele se deixava conduzir. Assim como também, o Shift+Ve era um ouvinte constante do experimento espiritual em Mano, né, que, de certa forma, deou a sua vida. Então o Baldy veio para o Brasil em 1952, desembarta a família no Porto de Santos, e vale lembrar que esse grupo que ofereceu, que fez esse convite, ele também prometeu uma ajuda para o Baldy, porque a posentoria de o Baldy era um valor mínimo, sabe? Um valor insignificante. Então esse grupo prometeu uma ajuda para o peço Baldy, ou seja, é uma responsabilidade muito grande que esse grupo sumiu, né? Porque você possui só o peço Baldy, mas não, veio ele e mais a família, né? A esposa, uma filha e duas netas se não me endando, mas mesmo? Isso mesmo veio a Agnes com as suas duas filhas, a esposa e o peço Baldy. É isso aí. E dois anos depois, ou seja, em 1954, esse mesmo grupo traz um apartamento de volta, né, e suspendeu a ajuda financeira, imagina só que o papelão que for que esse grupo fez, né? Isso não é uma postura de espirita, não é uma postura cristã, não é? E não tem uma coisa de esposa, traz um companheiro que está em dificuldade, não é isso? E depois, se retira dele tudo aqui, como que essa família vai se sustentar, né? Aonde eles vão morar com verdadeiro papelão, né? Anticristão, que fizeram com o peço Baldy. Mas é verdade que o peço Baldy é um gigante espirita. E é um ser que agiria e reviria no coração da lei. E assim, ele fazia jus a toda a assistência que eles excitavam e essas assistências não se fez esperar. Exatamente, quando estava para chegar à carta de despejo, né? E depois lá em terceiro de 1905, né? A ação de queijo foi movida contra o Baldy, né? Para ele ser despejado do seu apartamento, que não era dele, né? Aí, o senhor venedito Zancanier ou vira falar, né? A interior de São Paulo, na cidade de Catanduva, assim, o Mendão, numa reunião mediúnica, ele ficou sabendo que o Baldy estava inserindo dificuldades, aí ele resolveira ação Vicente, onde o Baldy morava, e lá está chegando, ele constata dificuldades, né, constava para ser despejado. E então ele orientado mediúnicamente, por favor, ele mesmo afirma, né? Ele volta para a sua cidade e envia o dinheiro necessário para a compra de um bom apartamento. Isso é muito importante, né? A espiritualidade jamais deixa, né, o seu batalhador, o seu trabalhador, que é o, sem os recursos necessários, aquele que segue além de Deus, ele tem um amparo da lei, por detrás do justo, como diz o próprio Peter Vald, existe uma força poderosíssima que eu protege, que eu abençou aqui mais que isso. Então, a passagem onde, dele conversando com a sua voz, que ele coloca assim, né? Antes de limpar nas conferências, sua voz coloca, que é preciso um trabalho mais próximo, um trabalho mais apostólico mesmo, de ir e pegar a mão na massa. Até aquele momento, até 1950, era um trabalho mais inspirativo, dele mesmo com as questões noúricas, né? De trazer aquilo ali e estessar seus livros. Agora, o trabalho de conferências, de conversas, de se expor, se tomar frente, ainda não tinha sido feito, e precisava dessa parte, essa parte mais prática, né? E antes do público prazer, o seu avós coloca, né? Vai, tua hora é chegada, tua missão se realiza, ou agora, ou nunca, ou seja, é o momento único, a opção é sua, vai ou não? E ele vem, em julho de 51, faz o processo, ele se veste, da sua missão, toma referência e faz a divulgação na sua própria obra, com o seu próprio exemplo. Depois, quando ele volta pra Itália, né? Depois de acabar essa conferência, sua voz vira pra ele e fala assim, pelo Natal, estarás no Brasil. O fato é como se já estivesse acontecido. Ou seja, a sua voz afirga pra ele que ele vai estar no Brasil, no Natal, e como se pra ela já estivesse acontecido, ou seja, não tem como, né? O caminho tudo tava conspirando pra que ele veesse, pra cá, e fiz essa trabalho prática que ele fez aqui no Brasil. Esse mesmo, esses grandes haraltos, né? Eles não ficam apenas, principalmente, no ideal cristão, a vida deles não pode se resumir, ao evitar as conceituações igual estava a vida de o balde na Itália. Era necessário, sim, praticar, né? Estadeante dos necessitados, partilhar o sofrimento dos outros ídios. Então, essa missão de o balde aqui no Brasil, que é a segunda parte da sua obra, a obra brasileira, né? Ela foi uma obra mais do que a intelectual, pra uma obra de prática de realização, tanto que essas palestras de 1901, o balde ficou super esgotado, viajava e cansava realmente pra trazer os conceitos que eu obtinha através da sua intenção. Então, foi um período muito cansativo, né? Ele viajou de norte a sul, esse Brasil, eu falo estrando, trazendo esse namento, conversando, se reunindo. Aí, isso tem até um encontro muito interessante, entendeu o povo, né? Próximo aqui. E ele sentiu uma vibração muito interessante, peculiar e favorável aqui no Brasil. Comprindo até uma espécie de preveção, que ele já havia feito há muito tempo antes, de ver ele mesmo iniciar a sua obra, quando ele fez, escreveu um texto relativo ao próprio Brasil, é como se ele já estivesse se preparando pra ver pra cá. Então, a despeito de todas as dificuldades que o balde passou no início, quando ele estava aqui, quando ele mudou-se pra cá com a sua família, é toda dificuldade que ele teve aqui, porque o balde ele era apesar de ter muitos adepitos, muitos corações que o amavam, que estavam seu lado, que o ajudavam também, mas também ele era muito perseguido, ele sofria muitas unidasções, não só dos parentes, né, mas também de desconhecidos. Isso principalmente lá na Itália, né? Mas, esse período aqui no Brasil, apesar de todas as dificuldades, não havia muitos que o amavam, não havia um grupo de obreiros aqui no Brasil, que continuaram a sua ideia, e nós hoje somos deveredores desses morações, né, isso são muitos irmãos nossos, estão na vanguarda aí do conhecimento, o baldeano, é isso, e nós somos deveredores deles, né? Estude os famosos aqui de Belorificos, ou antes do Rio de São Paulo, e continuaram a essa missão de divulgação da obra do baldeano, porque, porque é uma obra que interpreta por assim dizer o pensamento das elevadas esferas, né, como diz o irmão, de onde o próprio balde riaira precisa ressaltar isso. O início aqui foi bem conturbado, né, mas isso não atrapalhou o processo, e aí ele começa a escrever o livro "Problemos Atuais e Profesias", começando aí o processo era sua obra brasileira, a problema dos atuais e aí vai tratar de conhecimentos bem atuais, sem o sentido do nosso dia a dia, sobre encarnação, sobre câncer, estabilidade econônica, é a problema que a gente está ilidando no dia a dia, né? É claro que o petrobalde vai olhar com isso com uma missão, mas ampla, né? o leão com o tudro para chegar. nas questões específicas. Eu sei, o trabalho de divulgação da obra de Baldur aqui no Brasil, no começo, era dar lá aqui, né, a Liberaria Lancardé e o Ditora. E depois, passou para editoramonismo, né? Essa editoramonismo foi fundada pela Sofia Arnesi e o marido dela. Alguns anos depois da desencarnação de Baldur, a obra passou a ser divulgada pela fundação entre Baldur e a Fundação, quem sugeriu, criada ao fôio José Amaral. É um coração também, que era um confidante, era um companheiro de Baldur. José Amaral. E, no 1990, essa divulgação da obra de Baldur passou o vacê da fraternidade, Francisco de Assis, né, concede lá em campo. Se eu já está com o IPU, o Instituto de Petro Baldur, e hoje eu vou falar a fraternidade, mas aí é ruim, voltando um pouquinho aos livros lá, então ele começa, né, do livro "Professias e Problemas atuais", que são dois livros bem práticos, né? Um fala sobre a questão apocalítica, né, como do mundo, como do próprio Brasil. É, ele traz conhecimento sobre "Nossa Damos" e um outro fala sobre a questão ondo de adi. É a questão de inscrição relevantes, assim, com o nosso adi, voltados para a vida do sério, assim. Se teve depois, em 1953, teve a mensagem da nova era, ou teve uma conhecidência muito interessante em tio ou apartamento que ele comprou, se chamava também de difícil nova era, né, isso, uma conhecidência muito grande. Ele recebe uma mensagem, logo em cima, né? Essagem da nova era. É muito interessante, a vida de Bald e assinalada por essas parecem conhecidências, mas a gente sabe que não é. A insapção existe por desse, na casa, o injustiça, a sorte, a zarar, isso são terminologias de superfície que os homens usam, né? Mas, na verdade, existe uma lei profunda que conhece, ele termina toda a penomenologia a vida, da trião do universo. Sem dúvida. Você comentando um ponto interessante, que acho que vale a pena a gente estar lembrando, que os nossos capítulos, nossos episódios estão seguindo exatamente esse ritmo, né? O ritmo que o próprio Bald coloca no livro Proficias, que de 20 em 20 anos tem um processo cíclico, da vida dele, né? Do cinco anos, quando ele vai para a escola, ele perde a mão para ir para a escola em si, esse ciclo de 20 anos. E aí, aos 25, ele ocorre um fechamento, o casamento marca essa transição dos 25, aos 45, começam o outro processo também, onde é um processo de formação mais conturbada, assim é um momento mais sofrio na vida dele, né? Os primeiros 20 anos do cinto até os 25, então a formação técnica intelectual, né? Uma formação de personalidade do professor, dos 25 aos 45, a gente tem uma outra formação, mas a formação é mais coletiva, né? A formação de ele, ele sofre muitas duas, sofre uma lafudação das suas questões espirituales aí e dos 45 aos 65, a gente tem a missão italiana, né? A construção da obra italiana dos 65 aos 85, que é o que é esse episódio que está tratando a aula brasileira, né? A obra italiana é um aspecto mais intelectual, mais inspirativo e a obra brasileira, um aspecto mais prático, mais técnico, né? Você vê aí um fenômeno muito interessante, que é a vida de um espírito, nessa envergadora que é Pedro Valdi, ela se enquadra exatamente nos princípios que Pedro Valdi ensina, um planejamento, um programa perfeito, então você vê que tudo na vida de Pedro Valdi obedecia a um critério sírtico, a nossa vida precisa ser aos trapos, aos detalhes, não, um Pietro Valdi é outro nível de espírito, é uma vida toda programada, então os ensinamentos dos princípios, devimos que ele nos revela na sua obra, a vida dele se enquadrava nesses mecanismos, entendeu? É muito importante misionar aí, né? É, o ritmo, né? É interessante, né, que quando a gente vê a construção das obras, sempre está terminando uma obra no Natal, na Páscoa, e isso no verão, a gente percebe que tem uma cadência aí do processo criativo das obras dele, de recepção e transformação de típicos, ele mostrando pra nós, olha, aquilo que eu estou ensinando pra vocês, eu vivo à minha vida baseada nesses princípios, ou seja, eu estou mostrando com a minha vida como que funciona a lei de Deus, exatamente como o Cristo fez, uma vida toda planejada, toda perfeita, até os passos, aonde ele estaria, tudo, tudo cumprido, confidelidade, e se eu puder mostrar que a lei de Vina, ela possui princípios que são perfeitos, que são princípios de ordem, por aí? Baca, né? E aí, esse comento da mensagem nova era, né? Essa mensagem, ele recebe de 25 de dezembro, 53, que o curioso dela que ela vai comentar sobre as outras, né? E vai falar como foi o processo de recepção da de todas, da sete, como todo, que tem um símbolo por trás aí, vale a pena, a gente depois, com o tempo, né? De vida, a gente dá um estudado em torno da sete mensagens. Nós, nós lembramos aí de um trecho muito interessante, que nós ouvimos dos José Maral, nós falamos que José Maral era um confinente de Bald, era um amigo de Peter Bald, um companheiro de viagem, né? O José Maral ficou conhecendo o Bald 1953, exatamente essa época, não uma das palestras, que ele foi assistir de Bald. Interessante que os dois criaram o laço de afetividade muito grande, e depois, o Bald conversava com José Maral, com muita intimidade, eles eram espíritos que já tiveram juntos, então, o próprio Bald chegou a comentar com o Maral, que ele havia sido o Nazários, que era um jovem companheiro de Simone Pedro, interessante que quando o Maral conheceu o Bald 1953, o Bald já estava idoso, e ele muito jovem, vocês, foi um reencontro, e outra coisa, o Bald conversou com José Maral, e afirmou pra ele que de fato ele era a internação de cima, de antes do José Maral, ele falava mais do que o Maral, e de antes das outras pessoas, o Bald não era assim, ele era mais ir respecto, ele era mais dado ao vir e ao observar as pessoas. Então, ao longo aí do nosso estudo de hoje, vamos conversando também um pouco sobre o temperamento de o Bald, como ele se comportar, ok? Sendo, aí o Ronald continuou um pouquinho aqui, aí depois o Bald vai escrever, vai reunir os inscritos, fatos e mensagens, formar o livro comentários, ele coloca o livro comentários e vai ser a introdução a segunda obra brasileira, e aí ele, em 1956, mais precisamente a 25 de dezembro de 1956, ele escreve o livro sistema, e aí a gente vai ter uma grande trilogia, focado na questão teológica, grandes cintas e deus universo e o sistema. O Bald e fecham uma limite, fazendo uma base de um conhecimento grande e inovador, que para nós, né? Sim, essas obras são de fundamental importância, né? O livro sistema, por exemplo, ele nos traz uma conceituação, uma visão mais detalhada, né? do que ele trouxe em deus universo. Falando do sistema, ele aborda o sistema com outras nuances, que não pode trazer na oliva deus universo. Então, o livro sistema é também tratado, teológico, assim, com deus universo, um tratado de teologia, com a importância dessa obra de fundamental, tem de ver a oportunidade de estudar e outro Bald, quem nunca teve do contato, né? Comece pelos livros mais simples, né? Eu tinha o livro áudio deus, está logo aí mais a frente, agora é mais quando tiver um estômago preparado, é preciso foliar e extender visão profunda nos parágrafos do sistema. Com o sistema, aí a gente tem a primeira trilogia da brasileira, né? Feita? Cometários? Vai ser em tradição? Proficias? E programas atuais, junto com o sistema, forma a primeira trilogia. E aí, o Bald continuou o processo de sumição, ele vai escrever agora a grande batalha, que vai em 1957, que vai falar dos anos de 50 e 50 e 55, esses anos, aí, atribuou o lado e indeniciou que ele se encontrou exatamente nessa grande batalha. E ele coloca as posições que estavam com junto com o bobeiro, né? A posição da vida dele, e a apresentação entre ele é as consequências. E isso, muito bem, eu me lembrava que agora também, como nós falamos, a respeito de como o Pietro Bald vivia, né? Como que ele era uma pessoa finclis, Não é isso? Segundo José Maral. Ele pode ver em o Baldy o Evangelho integralmente viver 24 horas. É como se o Evangelho tivesse um sangue de o Baldy, esse contato que o Baldy tinha com a lei de Deus, com o mundo espiritual, o Baldy também era, além das suas faculdades de insã, ele possuía também várias outras aptidores ou donas ou caculdades mediônicas, não é isso? Mas então o Baldy era dado ao observar muito, ele tinha um olhar profundo, ele conhecia as pessoas, principalmente quando não falavam, olha o que foi interessante, porque geralmente quando as pessoas falam, muitas vezes elas ocultam um pouco daquilo que vai no seu campo em terra, né? Mas então o Baldy era muito metódico, muito disciplinado, ele gostava de caminhar e ele caminhava sem pressa, comia de vagar, uma vez só por dia ele só nos estava, ele se vestia de forma simples, tinha pouca variedade de roupas, gostava de música clássica, não é isso? Não se preocupava com que os outros estavam pensando dele ou falando dele, eu pudesse vir a falar dele, um espírito que inspirava, né, que inspira bastante respeito à admiração, e também de grande humildade, tanto exterior quanto interior, ele tinha plena consciência da sua missão, além de Deus, né? A sua missão aqui nesse mundo é como se for uma estrela caída do céu nesse pântano que nós chamamos de mundo, então quando você vai lendo a igual você falou a grande batalha, essas dificuldades que ele passou, elas tinham certamente raízes cármitas no seu passado espiritual, mas não desfiguravam as suas grandesas, no conteúdo das obras que a gente vai acompanhando, nós vamos ver que ele de fato revela alguma coisa do Cristo para nós, então nessa grande batalha aí quando nós vamos lendo a grande batalha, entrando nas minúcias dos conceitos, das provas que ele estava passando, a gente vai observar que ele não estava sozim, a mão do Cristo estava sob seu som, protegendo e o amparando, apesar de todas essas dificuldades, todas as lutas de todas essas marcaras. Depois ele vai escrever o livro "Evolution Evangelho" colocando a questão mesmo da prática do Evangelho na vida, como se citou a forma como ele viria, uma forma ordenada, disciplinada, um demonstro que leva na vida sério, não era aleatória, tinha um propósito de um direcionamento, você comentou também a questão do livro "Deus Universo"? É o próximo livro que ele vai escrever depois de "Evolution Evangelho", esse livro é interessante porque são palestras e rádios. Ele faz 24 palestras, ele começa a primeiro um pouco antes do seu aniversário em 1958, vai terminar a vijesima quarta em 8 de fevereiro de 1989. Tem uma palestra que foi agregada no livro, a gente vai encontrar 25 palestras no livro que foi agregada posteriormente. Então é um livro como você colocou e de fácil leitura, é mais próximo de nós, porque tem esse aspecto de fala, de conversa, de alguém ouvindo e ele falando bem próximo, e a gente consegue inclusive achar os audios na internet dele fazendo as palestras. É isso, esse livro "A Lei de Deus", os conceitos que o Balde nos traz a respeito da lei, o conhecimento que ele nos proporciona da mecânica da lei, o funcionamento dessa lei, precisam ser estudados. Quando nós percebemos estudando a lei de Deus, nós mudamos a nossa, eu posso te falar com a experiência que esse livro e os conceitos contidos nele mudaram nele. Quando nós nemmos o Balde com o coração, mais do que com o intelecto, nós sentimos a vibração superior dos conceitos. Então esse livro é "A Lei de Deus", é magnífico e simples, fácil, o Balde deixa muito claro na mesa a conceituação do como que nós vamos conduzir a nossa vida diante desse código divino, né, que está em toda parte, está em nós mesmo. E é tudo a barca, que é tudo penetro, que tudo envolve a lei de Deus. Fantástico, né, lembramos a vinte e sei que a gente foi o primeiro livro aqui no portal que a gente estudou, e está disponível em nosso site e é só pesquisar lá, até o estudo nosso aí, sobre o livro. O Ronny depois ele vai escrever ali que é a dessalvação, né, um livro decolhiar e que traz um leaco bonito, né, de dois triângulos aí, estudando o processo, evolutiva e evolutiva do ser. Sim, que é a dessalvação, outra obra magnífica, que o estudo desses dois triângulos invertidos, né, que é nos traz, logo de cara, a dualidade, né, sistema, anti-systema, onde nós podemos perceber que a síntese e cinco adra numa figura, toda movimentação cósmica, numa figura, o processo evolutivo e evolutivo numa figura, o porquê da criação, numa figura, é magnífico livro que é do salvação. Uma vez não se ser um estudo daquela figura, lá no Inédio, parece que ela foi gravada também, vale a pena estudar os, o caminho de ascensão, afastamento, os paralelos, nas estúterimpulares, é maravilhoso o estudo. Muito bom, eu sou só lembrando de ouvintes aí, que o Inédio é uma casa espírita que tem Belo Horizonte aqui, e o Ronny participa lá e dá estúrbos, né, nas obras de Pietro Bald, né, que a gente vai disposta e é só entrar em contato, né, Ronny? Isso, outra coisa que nós lembrando também é a Elison, do tipo de vida que o Bald vivia, é um aspecto muito interessante que nos veio na memória aqui agora, era o quarto dele, ele gostava de arrumar o quarto dele, aonde ele recebeu esses livros, aonde ele obteve essa acesso, essas noures, da onde adveram esses conceitos, o quarto dele possuía, os os móveis eram simples, mas ele gostava de arrumar do jeito dele, muito metódico e disciplinado, então o quarto dele era arrumado e ele não gostava que ir atrás ninguém lá, porque as vibrações que ele impregnou naquele ambiente, não só dele, mas também das expériores, facilitavam a sua inerção nas correntes noúricas, entendeu, aonde ele recebe esses conceitos, então o próprio ambiente, que ele estava, era um ambiente que ele construiu, que ele preparou vibratoriamente, a fesada de toda a modécia, de cidadis, mas era um espérito assim de câmbios virtudes, não entrei, de carregado, de energias belíssimas, ele comenta muito sobre essas questões noúricas e acéssis místicos, a errone continuando aqui, ele vai escrever o licipe de uma nova ética, ele vai escrever em 62, 63, ele entra em um pouco sobre a questão da ideia de Deus, mas voltado para o ser nesse vivo, e com ele a gente tem a segunda trilogia, sendo feita e sendo completada, o curioso que nesse processo aqui ocorre o desencarre da sua esposa, ela vai desencar na quim, em 30 de abril de 1963, de 19 de abril ela começa a sentir muito mal, na verdade ela já vem há uns 6 anos atrás, desde 57, em 1987, já com o processo de deterioração mesmo do corpo, começa o processo catarata, enfim, e aí 6 anos que o Tobol devia vir um ferneiro praticamente da sua esposa, cuidando dela, apanando ela nesse processo aí, com muito carinho, ele era muito aficioso, os seus deveres, então ele e sim, ele cuidou dela durante muito tempo, o próprio Tobol de afirma que quando ocorre o desencarre dela, ele é cometido para uma tristeza muito grande, após não conseguir ser nessa tristeza, só aos poucos mesmo que vai superando essa dificuldade psíquica, então esse livro, o princípio de uma nova ética, na época ele estava escrevendo, na época em que houve o desencarre da sua esposa, nesse livro ele também traz algumas situações magníficas em torno da lei, ele traz a ética, como a ética da lei, qual é a ética que a lei de espera que nós viscigamos, vivamos, que parece que ele comenta também nesse livro, o princípio, a espécie da redenção, em processo de refazido da redenção, é magnífico esse conceito que conta nessa livro, depois a gente tem fechamento da simontriologia com esse livro, depois ele continua o processo de recepção, nas obras aí vem a decidir os ideais, ele vai estudar esse processo, como ocorre a decidir os ideais do nosso mundo, é se ela sofre alguma mudança, qual é o processo adaptativo dela, como a gente recebe, se a gente adapte direito não, as etapas. Sim, a decida dos ideais também é um livro magnífico, porque o idealista, ele nunca é bem recebido na Terra, seu Cristo não foi, o Provaude não foi bem recebido, as suas obras foram condenadas, né? O idealista, ele é um antecipador, porque vindo como o intermediário da Lei de Minas, embora ele seja repudiado, mas como ele traz uma verdade, mais sendo ou mais tarde, a humanidade tem que se corvar para o vilo, o meu todo idealista, porque ele traz uma verdade, ele é um representante do ideal, o ideal, é uma verdade receia da Lei de Minas, essa verdade um dia vai ter que ser assim lá. Então, embora eu no começo, o idealista, o representante do ideal, ele não seja aceito, mas é uma questão de tempo, no futuro, aqueles que eu condenaram são forçados, por sim mesmos, né, para poderem encontrar felicidade, a alegria ou encontrar o caminho, precisam aceitar o idealista e o seu ideal, ainda que seja depois da sua passagem desse mundo, você aconteceu muito, aconteceu com Joanna Darte, não é isso? Condenada, depois a igreja reconheceu, que é de fato, ela não merecia aquela condenação, as ideias dela eram ideias que precisavam ser respeitadas e acabadas. A gente tem índios, né? É francês de arcismo mesmo, o próprio Kardec, Chico também, trazendo sua missão, são grandes compreendidos, que é ter sido com grandes coisas que com o passar do tempo, a gente vê que eles estavam no caminho, que a gente vai de uma forma de outro passar. Você leva descendo os reais esse lente, muito bom. E aí, depois o nosso professor faz um aspecto semelhante, ao que ele fez no história de um homem, ele vai escrever o livro "Um Destino Signo Cristo", só que agora é uma visão diferente, no história de um homem, ele olha para a frente, o futuro faz uma perspectiva sur, e agora, um destino signo no Cristo ele olha para trás, faz um análise da sua vida, é que ele vai escrever isso em 26 de março de 1967, a 26 de marça é a paz, foi em 1967, e ele relembra todos os seus aspectos marcantes que ele teve na sua vida, então ele vai trazer um momento de seu bote pobreza, com o encontro dele com franceses de acis e Cristo na estrada de Colho Umberto, vários aspectos que marcaram a vida dele nessa história que ele viveu. Muito bem, esse é uma obra magnífica também, "Um Destino Signo Cristo", onde ele conta um pouco de cinismo. Aqui no livro também é um detalhe, a gente vai ter nesse processo aqui descrito do livro, a gente vai ter o caso da sepa do Congresso Panamericano aqui, onde Petro Baude é convidado a fazer uma desce sobre a questão espírito, o balte falso, a desce faz a avaliação no respeito, seus conselhos pro movimento, e ocorreu o desagrado, a crítica em ser, a gente tem uma dificuldade a aceitar as críticas, a respeito, e aqui praticamente ocorre uma scissão entre o movimento espírito e Petro Baude, nessa ocasião. Foi um bom entendido o que aconteceu, o balte traz uma verdade, e os espiritas da época se sentiram ofendidos, mas não havia razão para isso. É tanto que teve um argentino, um escritura argentino, chamado Umberto Mariote, em 1993, fez uma crítica muito dura ao balte, que publicou essa crítica. Mas o balte não, ele ignorou essa crítica, sabe? Não deu atenção para isso não. Quando passaram-se dois anos, o Mariote resolveu vir aqui no Brasil, visitar ao balte, e quando ele se aproxima de o balte, ele queria saber porquê que o balte não respondeu a sua crítica, mas ele sentiu a vibração de o balte, se ajoele oito de o perdão. O balte falou para ele que aquilo não era necessário, que ele não havia opened o balte no mundo, aí depois de uma longa conversa, o Umberto Mariote volta para a gente, na convida, o balte para ir lá, visitá-lo. E a partir daí, ele passa a chamar o balte de profeta do espírito. Mas então isso, esse mal é tendido aí, e foi um desagrado mesmo, mas foi apenas um mal entendido. O balte jamais que o fender, a douteria, tem não fez isso, mas ele falou uma verdade na época, a doutrina espirita não havia realizado a sua conceituação, na abrangência total, e a obra de balte poderia suprir essa carência, ser um complemento que faltava. Como nós acreditamos que assim, como Carlos torres pastorino, que era espírita, também acreditava que era assim, e muitos outros esdeosos espíritos, acreditam que é assim tanto que, de fato, a obra Cadequiana não traz referência a um momento da preação, ao processo involutivo, traz de forma muito velada, mas é uma questão de deficiência nossa mesmo, ou que esse mal entendido na época, mas em um momento ou com o balte, que isso, o fender, mas ele que isso oferece a sua obra, a obra, da sua vida, ou seja, um missionado do Cristo, o ser dessa magnitude, oferece o resultado de uma vida de esforço, de intunção, de inspiração do mundo superior, aí, os espíritas recusam, se sentem ofendidos, porque, ah, não, porque a obra de Cadequiana, que já está contleta, não precisa acrescentar nada, o próprio Cadequ não disse isso, ele falou que posou um tijolo no aoabra do conhecimento, ele falou que a doutor de espírita é uma obra progressiva, lá no livro Agenie, porque então que não poderia, pelo menos, pensar em estudar a obra de o balte para ver se poderia aceitá-la. Não, não é sentido, não é uma questão de ego, que a gente releva, deixa para lá, como o balte relevou e ignorou. É interessante, né, a gente percebe que ele está dando a vida, aqui, para construir essa missão, esses trabalhos, seus olhos, ele oferece, é como se fosse um pai oferecer um próprio filho, sabe onde o filho, ele vai proporcionar um bem para o outro, ele oferece o próprio filho para ele, e a gente, como espírita, acho que é um nome da vida. É um dólo de verdade, não precisa de acrescentar, mas não tem mais nada para aprender, Kardec já disse tudo. Já está tudo resolvido. Esse é um dos aspectos que ele comenta nesse tijolo, que é que a verdade, nesse universo, a gente vive ela em relativa, ela sempre está em processo de revisão e de reformação. Ele mesmo coloca isso nas próprias obras dele, ele coloca que sempre está em processo de construção, então que ele trouxe em determinado livro, a gente vai encontrar isso em determinado livro já contesta, porque naquele momento ele não via e agora ele via, um exemplo, por exemplo, a ideia da criação, no livro de Deus do universo, ele coloca lá que existe um princípio, existe um princípio, existe uma escolha do ser. No livro técnico, eu estou funcionando ali de Deus e já promove a ideia de uma não criação para o sistema. O sistema já existe para um pecabô, não tem esse tempo nesse início. Nas outras obras ele traz essa ideia de tempo, e na outra ele já promove um não-tempo. Ele mesmo segue esse processo evolutivo de reformulação, de a referição do conhecimento que está trazendo, das ideias que está trazendo. Exatamente, o outro que fez isso é o próprio Kardec, que também aprendeu, evoluímos a sua ideia com as obras. Então, foi um simples maior entendido mesmo que o tempo vai sanar, vai saber. Ah, tem dúvida, tem dúvida. A ideia da gente relevar aqui, é porque na história da missão de Pedro Bald, a gente vai ter três ofertas da obra dele. A primeira oferta é a Greja Católica, ele como Católica, a Formação Católica, a Familiar, começa a construção sua, seus livros e a Greja Negra. Negra de síntese e negra a Raez Nística. Está a primeira negativa da obra dele. Isso. É que a segunda pelo Mormento Espírito em si. E a gente vai ter a terceira oferta, que é no período da esquerda do livro, um destino, que ele vai em Brasília, no Distrito Federal, no Congresso, que ele faz a oferta. É fazer uma conferência pública, foi a última conferência dele pública, que ele oferta a sua alma ao Brasil, um especial e ao povo da América Latina. É isso aí. E aí, continuando, né? A gente vai ter o livro, a técnica, que está funcionando ali de Deus. Ele vai escrever o livro em, vai terminar o livro em, seja abriu de mil nove cinças e treinove, esse livro que fecha a terceira trilogia da obra dele da obra brasileira. É um livro que está muito relacionado com a lei de Deus. A lei de Deus tem a questão da lei, foca na lei, mostra a lei, como você colocou aí. E aqui, no livro, o técnica funcional, ele vai mostrar como funciona a lei. A técnica é a lei de livre. É exatamente. É meio muito barulho. O livro é sensacional, merece também. Toda atenção, toda leitura, a obra é toda de o Baldy. E a gente tem hora de que a gente se desculhe com o que vai se dedicar, não é uma obra maravilhosa. Não dá pra descartar nada, não sabe qual a gente prioriza, quando olha para um lado, aí esse, quando olha para outro lado, é aqui, ele é meu Deus, não é fácil. Todos são mais dignificos, não é? E aí começa o rechamento do seu trabalho, a sua missão. Então o Baldy vai começar, escreveu o último livro, que é o que o livro Cristo, lembrando que a terceira trilogia da italiana ficou incompleta. Ele precisava passar para um processo de maturação, de refim, aonde ele conseguisse se planizar com a essência do Cristo. Para ele fazer isso, ele precisava se brilhar, precisava se aprimorar. Então ele veio pro Brasil e fez esse processo todo prático para ocorrer isso, para ocorrer a sua maturação. E junto a isso ocorreu o seu processo de desgaste material. O seu corpo vai definir consequentemente o aspecto espiritual vai se elevando, porque a questão material, a barreira material vai diminuir. Então juntando isso tudo, proporcionou que ele conseguisse fazer a escrito do livro Cristo. Ele vai iniciar em março de 1979, terminar de 25 de dezembro de 1971. Interessante que o livro Cristo foi previsto pelo próprio Baldi, que seria a sua última obra. Ele previu quando que ele terminar, antes de terminar o ano de 1971, e ele previu também que ele desencarnaria pouco tempo depois. E como de fato aconteceu, tudo que ele previu aconteceu. Ele previu qual seria o último livro quando que ele iria terminá-lo e o que iria acontecer depois, as encanasão, tudo conforme o previsto aconteceu. Perfeitos da croninha ordem na vida dele, né? - Com a vida conectada, né? - É isso. Nesse processo de escrito do livro Cristo, ele dá uma pausa aí, ele faz o livro "Pensamentos". Ele vai escrever em 1969, a primeira parte, que é a análise de casos. Sim, ele traz alguns casos, ele explica o funcionamento da lei, como que a lei funciona em vários casos, um livro sensacional, o meu livro "Pensamento" com conceitos magníficos, né? - Sim. A primeira parte chama como orientar a sua vida, e a segunda parte é essa análise de casos veríticos. Ele fala que esse livro é um livro votado para os jovens. Interessante que o jovem geralmente precisa dessa orientação, e ele faz esse livro que pensam nele. E aí ocorre o fechamento do trabalho da solução em 5 de 10, 71, e com você já adiantou o cronôs, né? Oco depois do termo da solução, ele já saberia, né, que chegaria o processo de seus imás, e a gente vai ter em 29 de fevereiro de 1972, a precisamente vinha noite em dia 29, ocorre o desencar do professor Pietro Baudi. - Exatamente, ele desencarna, desenpia o xxvx, um pouco tempo depois, peda uma comunicação, né? Ele ficou sabendo pela escritoridade, que o Baudi havia desencarnado, ele se concentra e diz que o Baudi já se encontra trabalhando, mas isso era o suco, olha o que coisa. O xxvx, oubo dos espiritos, fica não pelo noticiário, mas pelos espiritos da desencarnação do Baudi, se concentra e informa que o Baudi, ou seja, é um espirito no cidor. É um espirito que, daqueles que refetua a sua própria desencarnação, daqueles espiritos que apenas muda de prequência vibratória em completa lucidez, em completo despertar de consciência. Não é igual a gente que vai desencar na, e tem que passar de túnel, fica dormir nos três ou quatro dias depois, acordar ele, passa lucido, sem temora, algum, sem preocupação, sem medo, mas como um retorno à alegria celestial, aos paramos de onde ele profunda e magnífico, uma vida de uma verdadeiro anjo que na Terra, nós precisamos se endebrançar sobre as obras de Baudi, e tentar entender o seu pensamento, os conceitos, porque não é um espirito qualquer que está falando. O espirito glorioso, é de cândedas e dosis de fudes, que nós podemos seguir sem receio algum, como se estivessem seguindo o próprio Cristo. É um grande apóstolo, que vê que nossas terras, carregar a própria cruz, a própria cruz, que demonstrão como faz esse processo. Porra, para a gente encerrar, vou te fazer uma pergunta, para que você tentasse responder ela, que é assinente. O que nós aprendemos ou o que nós podemos aprender, com a vida de Pedro Baudi. O que nós, quando nos interessamos por estudar, não só as obras de Baudi, mas também a sua vida, coisa que não é separada, porque quando nós estudamos as obras de Baudi, ali tem o seu traço, ali tem o seu temperamento, ali tem as suas características, seus valores, nos identificamos com ele, quando fazemos essa leitura de coração. Quando nós queremos compreender o pensamento de Baudi, com o coração, nós aprendemos como vive um discípulo do Cristo. Com as propostas de ser orientado pelos parâmetros do Evangelho, que é uma vida de bondade, de desapego, de perdão e de amor ao próximo. Esses pilares cristãos foram reverseados pelo Cristo e estão estampados na sua obra. Qualquer desses livros que você foi estudar, você linda com o coração aberto, com a alma desarmada. Não é isso? Porque existem aqueles nossos irmãos que gostam de procurar erros, que gostam de procurar falhas, disparidades, dissonâncias, aquele que ele com a mente aberta, procurando a verdade e o espírito, ele se identificou com a voz de Pedro Baudi, que não é diferente de sua voz. E, portanto, ele aprende a reviver os filares do conhecimento que eles estão, as normas de vida de um legítimo, de um genuíno, o cristão. E são as telas que nós acabamos de falar, bondade, amor, perdão, de desapego. Muito bom, né? Então, a gente cera a sua participação que no revivendo Pedro Baudi, e a gente gostaria de suas considerações finais da respeito. Compra-se, o Elisão. Nós estamos aqui à disposição, abraçamos essa obra e a sua divulgação, também com toda a nossa força espiritual, e somos pequenos, conhecemos poucos, mas a boa vontade é muito grande, a boa vontade de aprender e aprender para melhor esclarecia. E reconhecemos também nossas, desses nossos limitações, mas estamos aí de coração aberto, caso queiram fazer novas gravações, pode nos convidar, né? Nós abraçamos com muita bondade, com muita alegria no coração. Desejamos a todos em muita paz que aproveitem esse curso, porque interessa o nosso espírito, interessa nos para a vida eterno e essa concituação, colocada em prática, pode nos levar com certeza a felicidade. Obrigado, Ronald, e felizmente o tempo é pequeno, e tem muita coisa sedita. A gente praticamente faz a síntese da síntese, tem muitas coisas sendo faladas e divulgadas, e o nosso objetivo é divulgar a obra, a vida do nosso que professor. Mas ainda não acabou, a gente fecha a questão histórica e de petrobalde, mas ainda vai ter mais um episódio ainda. Vamos tentar trazer os conceitos da vida da obra de petrobalde para a atualidade. É isso aí, pensadores, mensaduras, até o próximo episódio. Eu já abraço a todos. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Pietro Baute, após receber mensagens espirituais em 1931, 1962 e 1932, iniciou uma missão de divulgação de sua obra, culminando com sua chegada ao Brasil em 1951, onde começou uma segunda fase de atividade espiritual.
  2. Sua obra brasileira é marcada por um forte caráter prático e social, contrastando com a forma mais intelectual e inspiracional da fase italiana, e aborda temas contemporâneos como encarnação, câncer e economia.
  3. A vida e obra de Pietro Baute seguem um ritmo cíclico e planejado, com obras fechadas em datas simbólicas como Natal e Páscoa, e com uma estrutura evolutiva que demonstra uma programação espiritual alinhada à Lei de Deus.

Summary:

Pietro Baute, pensador e apóstolo espiritual, desenvolveu uma missão profunda de divulgação de suas ideias após receber mensagens espirituais em 1931, 1962 e 1932. Sua trajetória se intensifica com a chegada ao Brasil em 1951, onde inicia uma fase prática e social de sua obra, voltada para a vida cotidiana. A obra brasileira, mais prática do que a italiana, aborda questões atuais como encarnação, saúde e economia, com livros como "Problemas Atuais e Profecias" e "A Lei de Deus".

A vida de Baute é descrita como uma jornada planejada, com ciclos de 20 anos e fechamentos nos principais eventos religiosos, como Natal e Páscoa. Ele se apresenta como um grande apóstolo do Cristo, com uma vida baseada em bondade, perdão e desapego, e suas obras revelam um pensamento profundamente cristão, com forte ligação à Lei de Deus. Apesar de enfrentar perseguições e dificuldades materiais, sua missão se realiza com disciplina e fé, e ele previu com precisão o fim de sua vida, ocorrendo em 29 de fevereiro de 1972.

A obra de Baute é vista como um complemento ao Espiritismo, que traz novos conceitos, como a evolução do sistema de criação e a necessidade de uma transição espiritual. Sua vida e ensinamentos inspiram os seguidores a viverem com os princípios do Evangelho, promovendo uma transformação interior e uma conexão direta com o Criador. A obra é considerada fundamental para o entendimento do pensamento cristão evolucionário, e sua divulgação continua a ser um ato de serviço espiritual, com grande valor para quem busca a verdade e o amor.

FAQs

Pietro Baute chegou ao Brasil em julho de 1951, motivado pela missão espiritual de trazer ensinamentos superiores ao Brasil, que era considerado o "celeiro" da consolação espiritual do Or.

A voz de Pietro Baute era uma presença espiritual constante, que orientava sua vida e sua missão, e que ele ouvia como se fosse a voz de São Francisco de Assis, ajudando-o a tomar decisões e a seguir seu caminho espiritual.

As principais obras criadas no Brasil incluem 'Problemas Atuais e Profecias', 'Comentários', 'Sistema', 'A Grande Batalha', 'Evolution Evangelho' e 'A Lei de Deus', que refletem uma abordagem prática e voltada para a vida cotidiana.

Pietro Baute vivia de acordo com um ciclo de 20 anos, onde cada fase representava um período de formação e evolução: dos 25 aos 45, período de formação coletiva e missão, e dos 45 aos 65, período de construção da obra italiana e missão brasileira.

A terceira trilogia representa a fase final da obra de Pietro Baute, fechando o ciclo espiritual com obras como 'Os Universos' e 'A Técnica Funcional', que aprofundam a compreensão da lei de Deus e do processo evolutivo do ser.

Mesmo diante de perseguições, dificuldades financeiras e resistência social, Pietro Baute mantinha a fé, buscando a proteção espiritual e a ajuda de sua voz, e continuou sua missão com disciplina, humildade e amor ao próximo.

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