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Plantcast #154 Fósforo e Potássio em lavouras de alta produtividade: estamos acertando na recomendação?

38m 7s

Plantcast #154 Fósforo e Potássio em lavouras de alta produtividade: estamos acertando na recomendação?

A conversa aborda a necessidade de atualizar as recomendações de adubação para fósforo e potássio em lavouras de alta produtividade. O professor Thales destaca que a adubação de correção, baseada na capacidade tamponante do solo (relacionada ao teor de argila), é bem estabelecida e ainda válida. No entanto, a adubação de manutenção deve ser ajustada conforme a exportação de nutrientes pelos grãos, que aumentou com produtividades mais altas (ex.: 100-200 sacas de soja). Cultivares modernas apresentam mudanças na concentração de nutrientes, como redução de nitrogênio e aumento de potássio e cálcio, exigindo recalibração. Embora os manuais existentes (desde os anos 70) tenham funcionado, eles precisam ser complementados para novas regiões agrícolas, como Matopiba, onde solos diferentes carecem de estudos de calibração. O uso de dados de lavouras de alta produtividade (ex.: Ceasa) para revisar manuais é limitado, pois esses dados mostram correlações, mas não causalidade; é necessário realizar experimentos controlados com doses crescentes e testemunhas. Além disso, nutrientes como boro e enxofre exigem abordagens específicas devido à sua dinâmica no solo, como a mobilidade do sulfato em profundidade. A recomendação prática inclui que produtores e consultores realizem experimentos simples de campo ou contratem serviços para estimar o poder tampão do solo, ajustando as doses de forma precisa para cada talhão.

Transcription

5822 Words, 32920 Characters

Portuguese
Olá, bom dia, boa tarde, boa noite. Sejam todos bem-vindos a mais um plante-cache. Primeiro, pode cacha sobre fisiologia e nutrição de plantas do Brasil. Plante-cache, o primeiro pot-cache sobre fisiologia e nutrição de plantas. [música] E hoje, pessoal, estou aqui com a Leneir, tudo bem, Leneir? Olá, a gente vai marcar os holás, que eles ouviram. Vamos trazer uma satisfação estar aqui com vocês hoje. Igualmente, Leneir. É um prazer nosso. E hoje nós estamos com o professor especialista, o professor Thales, tudo bem, professor? Tudo certo, José Marcos. Um abraço a todos os ouvintes. Muito obrigada, professor. Vou botar com a gente. Nós vamos falar um pouco hoje sobre fósso e potá-se em lavouras de alta produtividade. Nós estamos acertando na recomendação. E para a gente começar, eu vou pedir o professor Thales para ele se apresentar, falar um pouco sobre a sua formação, sobre a sua experiência profissional, sobre sua área de pesquisa. Por favor, professor, fica à vontade. Também, José Marcos, então, meu nome é Thales Checker. Sou atualmente, estou como professor do Departamento de Solos da Faculdade de Aeronomia. A gente faz aqui pesquisa, em que que é a quantidade de sol. Eu sou em Gênero Agrônio, imestre do Tône Estência de Sol. Desenvolvendo o trabalho de pesquisa muito relacionado atualmente com calibração, recalibração, tentando melhorar os diagnósticos de fertilidade de sol, com foco aí em acidez, com fósso, por potá-se em choco e macronutrientes. Legal, professor. Muito bom. Vasta a experiência, né? Tenho certeza que vai contribuir muito com a gente aqui. Professor, hoje quando a gente vê o aumento da protividade nas lavoras, a gente vê o Césbio, e o Caon Sano, esse ano em Santa Catarina, 155 Sacre Prectare, a gente vê a genética, maneja de tecnologia. Será que as nossas práticas de recomendação de adubação está acompanhando essa evolução, professor? Qual que é a sua visão? Ou ainda a gente está baseando os dados antigos, ainda de protividade, quando era a pensava em 50 e 60 Sacre de sol. Qual que é a sua visão, professor? Então José Marcos, eu acho que tudo que foi feito ainda tem muito que pode ser utilizado, dos experimentos de calibração com 12 respostos de plantas. A gente tem que lembrar que ele sempre é em fundão do rendimento relativo, né? Então o rendimento relativo acaba sendo. Não acompanha as questões de mercado, digamos assim, de preço, de custos. Então é um parâmetro bem robusto que serve por uma série histórica muito grande. Especialmente, a adubação de correção, pouca coisa a gente vai ajustar ainda. Então tem manuais que fizeram recomendação de correção, já há muito tempo, que tem a ver com o solo e o nutriente, para a fósforo de potássio, por exemplo. O solo tem uma capacidade tamponante de fósforo, uma capacidade tamponante de potássio. Então a gente tem conhecê-te a capacidade tamponante, quais são os fatores que interferem nessa capacidade para poder adicionar doses proporcionais para você chegar num nível adequado, né? Para a fósforo, qual que é o tipo de informação que nos ajuda a saber e conhecer melhor o poder tamponante? Teor da aerogila. Na verdade, o teor de óxido seria melhor, só que teor da aerogila é uma espácida de mítico, isso que a gente usa a aerogila, né? Quanto mais a agilha, agora a capacidade tamponante logo, maior a quantidade de fósforo que a gente precisa adicionar no solo mais agiloso, para chegar num terminado valor adequado. Aí vem a parte depois de correção, que é a adubação de manutenção. E a adubação de manutenção é a função de produtividade. Então, com certeza, a adubação que era feita, visando produtividade 50 reais, ela é muito diferente, duma adubação, visando produtividade 100 reais. Porque você está exportando o dobro. Então, a adubação de manutenção, a precisa levar em consideração quando o de nutriente está saindo no grão, né? Quando o de nutriente está saindo no produto. E para vários manuais, nós temos a adubação de manutenção bem estabelecido no sentido de se olhar. A quantidade no 30 que sai no grão da soja, domínio, do trigo é x. Então, se você fizer a adubação, a dose consegue aumentando. Para menos aqui, numa nova organização de taca-tarina, se quiser fazer uma adubação para 200 sacos de soja, você vai aumentar muito mais a adubação. É proporcional quando está exportando. O que a gente pode ajustar, José Marcos, aí é a questão de detalhes no sentido que a gente tem estudado, que tem mudado, por exemplo, um pouco os teores nos grãos. Então, a exportação é um pouco diferente. Várias vezes mais antigas, pelo uma meta-nares de que a gente fez, porque a análise da base de referência do pessoal, mostram que as cultivares mais modernas delas diminuíram, um pouco de ordem entrojeio no grão e aumentou a concentração de macro. Posso para o potássio em Chouf, em Calso Magnés. A gente não chegou a fazer para micro, para micro depois é um outro assunto aí, mas. E também, aí é uma coisa que não pode perder a horizonte, que com o aumento da produção, essa exportação não está sendo bem fixa, fino a sentido que é exatamente X de potássio ou de posto está saindo. Existe uma certa diluição pequena, mas existe diluição na teode e no trem de cungrão. Então, são duas coisas que podemos melhorar nesse ajuste fino, é identificar o quanto que essas variedades modernas estão exportando grão e segundo esse fator de diluição que acontece para alguns do trem. Entendeu? Então, eu acho que essa é o acerto fino que a gente pode fazer para a dubação de manutenção, para a corjeção. Eu não vejo assim, uma necessidade gigante, mas a gente pode também começar a fazer mais trabalhos para poder conhecer melhor o poder de amplão de força de potássio, de solos que antes não eram cultivados com esses temas da grupo-equalios. Tem muito solo diferente que entram nos temas produtivos, isso é o que dá um exemplo do joguendo sul tradicionalmente do posteritário, a maior área cultivada hoje é Dom Pedrigg. Dom Pedrigg são solos completamente diferentes do panau, todo joguendo sul. E os estudos de calibração aí de correção não tiveram o mesmo número, mesmo com a chave de esforço, poder conhecer bem esse poder de amplão. São coisas que a gente pode ir melhorando, conhecer melhor o poder de amplão, de força de potássio, de solos, em áreas de expansão agrícola. E aí você pode pegar a matopiba todo, a região norte do Brasil, tem muita área entrando nos temas produtivos e que carecem dessa calibração. Também, quando é o manual, os manuals, enfim, existe tempo para ter uma preocupação no campo que eu vejo com técnicos, avrói, nos agricultores, sobre os níveis críticos que estão acompanhando, não estão atualizados. Mas aí tem um outro detalhe, José, eu sempre me faço para a pergunta, será que é o nível crítico que não está ok, será que a gente que não está conseguindo colocar distribuíse no treente, no volume de solo adequado? É um ponto a ser pensado, porque quando a gente faz uma neja do bação com o convencional com a incorporação, você tem um volume lá todo homogenizado. Quando o convencional, quando muitos desses experimentos falam feitos, você tinha 20 centímetros de solo ou mais homogenizado. Então o teor era distribuí-lo em todos os cantinhos, os 20 centímetros de solo, que é o volume de 2 milhões de centímetros público de solo. Comprante o direto, isso mudou um pouco. Perfeito, muito bom professor Tálif. Você comentou sobre a abertura de novas áreas, os estudos de calibração que muitos locais ainda não têm esses dados. Como que a gente poderia auxiliar esses produtores, consultores nessas áreas de abertura, nessa nova fronteira? Porque a gente sabe que a dinâmica dos nutrientes, ela vai variar a insmoção do solo, o solo vai ser diferente. Como que a gente poderia auxiliar, tem como utilizar dados já existentes para essas novas áreas? Não só de forças, de potar, mas nutrientes no geral. Eu acho que, bom, era uma pergunta. Se for perguntar para mim como um professor eu gostaria de fazer uma série de experimentos e calibração em cada região. A gente sabe que tem toda uma questão de logística e investimento para fazer isso. De pessoal, para poder fazer. Onde é que eu vou botar esse experimento da universidade para a yoga do Sun, instalado no norte do Brasil? Mas nesse escenario, a gente pode se encerbar de algo no que já temos. Porque não é um tiro no escuro. A gente tem muita experimentação a brilheta com a desa da X70. E vocês têm que concordar que funcionou, Porque se não, a gente não ia estar nesse patamar de produção que a gente tem hoje. Correta. Então, daqui a sério essas recomendações, bom, isso aí foi. Quer dizer, nós estamos usando recomendações que foram começados lá em 70, mas tiveram-se por várias décadas e ainda nós estamos colendo fruto disso. Então, são se sessão, se tenta anos quase, né, de resultados vendendo que sim tem funcionados, não a gente não estaria onde está a intermozir produção. Agora, pro agricultura, para quem quer fazer um estudo mais refinado, numa área que está um pouco desprovida de informação, bom, esse tipo de experimentação, você pode fazer a campo. Não são experimentos difíceis de fazer. Aplica a fósforo uma vez em doses bem grandes, no canto da fazenda, no canto da propriedade. E você pode acompanhando com a Nard Solo, no produção, um trabalho difícil de fazer, que você está no local, uma balança, você monta o experimento para você pesar o fertilizante e para pesar depois do produtividade. Depois que a conhecia mais etária, o poder tamponante do solo, isso aí pode ser contratado a buscar serviços que faça esse tipo de análise, um laboratório, algum sendo de pesquisa que consegua estimar o poder tampão, por exemplo. Eu quero saber, eu sei que o meu nível crítico, que eu tenho máxima produção na propriedade, é 10 miligramas. Como é que eu chego em 10 miligramas, eu estou com 6, entre subig quatro miligramas. Quantos quilogramas, dp2 ou 5, a gente precisa adicionar para aumentar 1 miligramas. Essa informação que é o tal do poder tampão, para forço, para potarço, isso vale para outros nutrientes também. Você vai fazer para micro, você vai fazer para qualquer outro 30, e vai funcionar também essa lógica. Para calagem também, quanto estonelados eu preciso ficar de calcar, eu passo bi, uma unidade de valor de pegar ou 10% da tuação por base. Esses de tudo a gente pode conduzir de uma maneira relativamente simples, ou até mesmo na propriedade. Cudendo-o com uma balança e alguns materiais que pode fazer isso. Pesa solo, tem um volume de solo lá, se ela é 5 litros, adiciona dose pro personais da defósso do potarço, do micro no tinto, que já estudaria de calcar, e encuba isso aí com um milhada, em que a gente sabe que é por 90 dias, depois manda nares e por laboratório. Ponto, você já tem, já tem um dado uma pesquisa aplicada no solo próprio propriedade. Essa informação é mais riqueíssima, e ela não vai mudar, ela é nele de terzo. Mas eu não vou parar, tudo isso aí eu vou ter que fazer agora nessa páfede, e eu não que venho novo, não. Você fez a atacar a perisa, estamos sólando uma vez, é esse comportamento que o teu solo vai ter. Faz uma portaleu, uma por gleb, que caracteriza, para sempre o teu solo. É interessante, pessoal. Às vezes a fazenda, quando a gente visita, algumas fazendas grandes, já tem trabalhado isso, tem trabalhado algumas. algumas áreas pesquisas, para superar os limite proitividade. A gente vê quem está atingindo aí os três gis, que a turma fala, pelo menos sem saco proectário, já tem trabalhado dessa forma, estudando ali cada talhão e entendendo o que está limitando, quais são os nutrientes que está limitando. E o concordo que você, pessoal, às vezes, a gente. Os macros estão, para só a gente ver muito em chufre, potaço, forço, o que nós estamos, o tema nosso, e também muitas áreas a gente vê, boro também, limitando, tem alguns dados mostrando aí, que, pelo menos, 90% das áreas, tem boro mais baixo, os dados do cedo e mostra isso. E falando um pouco de cedo, pessoal. Vou fazer uma pergunta para o vocativa, aqui, todo bem? Claro. Será que já não está na hora, a gente revisitar esses manuals, pensando assim, hoje nós temos dados do cedo mostrando a altas ginhas da planta. E a gente pê os manuals ainda para a 60-50. Será que nós precisamos pegar essas publicações que vocês têm e atualizar esses manuals? E aí, eu estou falando não só dos sumas, estou falando sudeste também, do serrado? Sim. Bom, então, José Marcos sobre o CES, eu acho que existe aí essa. se faz uma motivação essa, aí, por pessoal, e atrás de altas produções, para poder entender o que está acontecendo no nível de lavoura, agora, para transportar esses dados do cedo para a manual, a gente não teria como pelo fato de que você não tenha isolado o efeito dos nutrientes. E também não teria que ter pelo menos uma testemunha, sem. para você comparar, porque se não, a gente vai ficar baseando em correlação e não casualidade. Então, para quem não está acostumado, o que que correlação casualidade? É correlação. Você pode fazer correlação com qualquer coisa. Então, se você fizer uma correlação aí de ataque de tubarão com o consumo de sorvete, você vai ver que no literal, isso vai dar uma linear um para um. Mas aí, que irá se caba. Não sei se vai funcionar esta correlação. Por um motivo óbvio, não existe caso a lidar aqui. Então, todo esforço do que foi feito em termos de calibração é sempre, buscando a relação causar, você tem que isolar os fatores e poder enxergar o que está acontecendo. Eu vejo assim, às vezes, por exemplo, dado. Já, o acompanho, eventualmente, tem os dados do Césbara e conteúdo de algum nutriente extremamente elevado. Bom, mas não precisava de tudo isso. Naquela lavoura, aquele local, você tinha aquela situação e produzia o bem. Então, necessariamente, você precisa de tudo. Similar o que esses dias eu estava brincando com o pessoal, que você sabe como é que se torna um bilionário, se for um bilionário, você precisa de 14 filhos. Ah, eu quero me perguntar uma como assim, porque o Elon Musk tem 14 filhos. Nem por isso, eu não tenho a receber bilionário, certo? Estão só uma comparação para ver como caso a lidar de correlação às vezes ela é aquela confundes. Então, transportar essa informação, ela não. não funcionaria. Mas, com certeza, é uma provocação boa, no sentido de que a gente precisa tentar fazer mais experimentos de calibração, daqui a pouco a gente poderia ter junto com o Césb, ou com quem está interessado em fazer essas comparações, algo alado com doses de nutriente crescente, para poder tentar isolar o fator, e entender o que acontece. Mas pegar um ponto só isolado, ele acaba explorando a correlação. Não há casualidade. Tem vários exemplos de casualidade que são bem engraçados, as vezes a gente olha um instiência do solo, isso tá cheio, né? Porque só pegando, por exemplo, a calaix, te faz calaix. Se alguém olhar para o podado depois da calaix, alguém vai dizer assim, "Ah, eu estou à produção, fiscal cario aqui, eu estou à produção." É, mas porque eu mento o calço. Aí, o outro exenalmente, eu mento o magneste, o outro não, eu mento o pH. Outra pessoa vai me redisiderem aqui, diminuiu o aluminium, e a outra é porque a saturação por calço, ou a saturação por magneste, por familiar, tudo mudou. - A dor. - A dor. Qual que é o fator ali que está de fato levando a resposta da planta? Qual que era o fator limitante? E a gente acaba, às vezes, olhando por um lado da figura, e a interpretação não está errada, mas não está totalmente certo, porque a gente precisa ver todos. Saber qual que é, de fato, o dado que está dando caso a lidar. - Sim. - O fesso. E também tem um cinergismo, por exemplo, se eu menter calço, mentem magnés, reduzir o aluminium, melhorer o pH, melhorer o ambiente, tem um cinergismo, pesfator, certo, fessoão. E vamos voltar lá ainda a pergunta. Quando eu te trabalho, é doses, e testemunha, eu vou fazer um experimento de calibração com doses. Mas aí eu preciso coigir todos os níveis, de todos os elementos, tudo coigido, porque se eu tiver tudo baixo à aumentação, também eu não vou ter o ex-feito esperado, porque eu tenho a limitação de outro. - Com certeza. - O correto seria coigir o nível e trabalhar uma dose, certo, pessoal? Agora a pergunta que eu faço assim, e que é o nível crítico, bom para a alta prodividade. Vamos pegar como exemplo boro. O boro, até me abstenho um pouco do nível crítico do boro, porque é o caso da forma que a gente mede, tem a metodologia, por si já tem certas limitações. Eu acho que para nível crítico assim, a gente pode usar com mais segurança para elementos como fósforo, como potácio, como calço, magnésio, cobras, incocentção nutrientes, que você tenha uma boa. Até porque a dinâmica dele permite que você avaliia. Só fazer um contra-ponto assim, não tem nada a ver com um boro, não a ver com o sfei, mas imagina para nitrogênio, um dos nutrientes mais dados, porque a gente não faz análise de nitrogênio sol, para poder medir o nitrogênio de cipunijo? Não tem um estratou que consegue, este mais nitrogênio, 95% desse N orgânico, 5% em mineral, e essa transformação, é muito mediada por micro-organizou de sol. Exato, e a própria dinâmica do nitrogênio não permite que você acumule. A gente parka o dia. do basal nitrogenado, tanto que não tem como acumular você aplicou lá, se chorou demais, vai embora, né, por ter relitivação. Então tem esses detalhes. E a nitrogênio é um exemplo bem clássico, né, que causa muito confundimento, a desde seu olhar aqui, o pessoal na era gentil, não usa análise de nitrato, mas a moja, não mesmo qualquer, não só o pessoal lá, no Corn Belt, dos Estados Unidos também usa, mas tem um motivo, porque pra que ele só não tem uma precipitação tão grande, e eu me avava pela transpiração que permite que o não tente fique ali, uns 30 centímetros de solo e eu não vai embora. Mas você segue, você consegue, eu estou de entender a dinâmica do ano 30, pra poder fazer uma recomendação e entender a dinâmica do ambiente, no nosso ambiente, Brasil, isso não vai funcionar, né, porque nós estamos precipitação muito maior do que vai para a transpiração, então a rota do nitrogênio e por aí já pregunso o solo, ele vai ser perdido por lixiviação. Então por esse mesmo motivo, a gente não tem como basear um critério, né, a vou fazer uma análise de N para comendar nitrogênio. Eu estou falando toda esta volta porque aí tem pra alguns nutrientes, a gente tem essa dinâmica, parece não, é como o nitrogênio, mas em alguns solos, em algumas situações, ele comporta como tal, que é um exemplo, é o unixofre, na forma de sulfate, aí a gente aplica um chofre, na forma de sulfate, que acontece com sulfate, depois de uma chuva pesada, ele vai migrar em profundidade, né, porque ele não é tão móvel quanto nitrato, nem de perto, né, ele tem um comportamento, ele faz a absorção específica, ele fica arritido pelo solo, mas nos nossos solos, onde a gente aduba com fósforo, não sobra esse passo por um unixofre na forma de sulfate ficar de sorvido, então o caminho dele é descer um pouco embaixo, ele acumula lá, se tiver óxido, né, embaixo, vai fazer uma barriga lá embaixo. Então imagina, nossa gente, eu estou em trabalho, eu trabalhei muito com o inchofre, já, de calembreção, o inchofre, e você usar a camada 0,20 como diagnóstico, ela vai ser bastante limitada, não é a toa, os manuais aí, do serrado, do paraná, que eu lembro de cabeça, eles usam a camada de 20,40 também para a divina ser a inchofre, porque sabem que lá tem uma porção importante no 30, então acho que antes de mais nada, né, tratar cada nutriente e cada ambiente como tal, porque senão a gente acaba, acaba cometendo alguns, alguns equívos. Não, com certeza, são vários fatores que precisam ser levados em consideração, né, um ponto que os emarcos comentou foi a desatualização dos manuais, né, isso parece um pouco contraditório, porque se a gente for ver, tem manuais boletícias que foram publicados restentemente, né, então o que seria essa desatualização dos boletins na prática, você poderia abordar um pouco mais sobre isso, tá, dos? O que a gente tem contra-desutado e que os manuais, na verdade, não estão desatualizados, que precisamos da atualizar a nossa interpretação dos manuais, gente diferente, então vou dar um exemplo sobre isso, se a gente vai comparar e a gente tem feito umas revisões se tem mais que comparado todos os manuais e quanto a recomendação de fósseis de portácio como exemplo, e eles conversem, tá, na medida que o seumento teora diminui a necessidade a dose, e se é um pouquinho mais pouco menos em determinado manual ao longo do tempo, se você pega uma tutuogia, você sempre vai ajustando, porque essa ideia, você tá, não é, preparar o solo depois, esquecida a coisas, você tá andando de carro e tá trocando o pneu, entendeu? Essa ideia do manejo da fertilidade, você fez o arromô o pneu ali andou mais um pouco mais na frente e trocar o pneu de novo, então toda a vez que você aduba mudou o solo, colheu mudou o solo, né, então tem que fazer uma nova nag, fazer novo ajuste, adubou, colheu mudou o nocta, cada vez a gente tá ajustando, se a gente segue essa metodologia, todos os manuais vão convergir para um teor, para um solo, com uma fertilidade coigida, agora onde é que eu digo que falta nós ajustar a nossa interpretação, se não atregar ao nível crítico, né, de nutrientes, vão ver que eles estão para os elementos imóveis como fósseis, portácias estão baseados lá numa camada de agnóstico, 0,10, 0,20, maior parte usa 0,20, um sur aqui usa 0,10 e o que aconteceu com o longo do tempo no quanto direto? A lógica dos nutrientes imóveis é ficar onde a gente aplica e a planta ainda joga contra esse fator, então a gente aplicou no sol, se a gente aplicou na superfície, ele vai ficar lá, se a gente colocou, se a, mas a planta tá puxando o debaixo, em uma puxa debaixo, mas depois que morreu, a planta da parte era ficar lá em cima, então a lógica é que vai sempre ser formado um grade ainda no nutrientes, em cima no primeiro sentindo, tem mais 1 segundo, tem mais 1/3, tem mais 1/4, e aí eu desafio qualquer, ouvinte, eu ia fazer esse análise aí para forso, por exemplo, para um micro no sentimento, vão ver se é um plano direto consolidado, é isso que acontece, o primeiro sentimento é muito mais ícual, lado que o 10 no sentimento do vj, e a gente fazia uma coleta de 0 a 20, ou mesmo mais, e não consegue perceber isso porque a gente tá no ambiente já totalmente stratificado, e aí a gente fez a interpretação, ter certo, a dose a gente definiu como correto, fizemos tudo certinho, chegou na hora de aplicar a gente que ficou na superfície, criou mais o gradiente, então a gente enriqueceu uma camada aqui, que não precisava mais, e lá embaixo ainda tá faltando, qual é o problema do conhecimento, o problema é quando nós temos em tempérios, e fecou, se teve um período desse teagem, a água que vai evaporar os peros sentintos, se não tem água, não tem absorção por ela, por as plantas, a planta abe no trinense, e outra se choveu demais, se o veau demais, a água corre, a água corre, não sozinho, por ela, ela vai levar, ela vai levar os nutrientes também, e aí a gente perde a eficiência dos nutrientes, entendeu? Então esse diagnóstico de estratificado, eu acho que com os delas das 20 a gente a gente consegue enxergar muita coisa, já consegue enxergar muita coisa, e o posicionamento, acho que do Fertilis antes, é o que tá nos matando e nos deixando em dúvida, né? Que tu imagina alguém que fez aqui uma coleta, 0 deas aqui, o 0 20 viu que o teor de potásseo estava alto, pelo nível crítico do manual, se acontece muito, e aí eu vou do baio, do beijo, eu sei que desconfei do manual, coloquei ainda mais potásseo, aí colocou tudo ao alanço, e vem uma chuva logo depois da aplicação, não é que vai parar esse potásseo, e que vai acontecer com a planta, a planta não vai nem xergar aquele potásseo, entendeu? E mesmo às vezes que fica, que não tem uma chuva, ficou lá em cima, e deu uma sequinha, e a planta não conseguiu absorver, só, mas eu coloquei tanto, coloquei mais que o maior opomendo, aí, assim, a planta não tá distravando, era a gente tá errando no modo, eu acho que essa, esse ponto, a interpretação que tá precisando a gente melhorar, e depois é o exemplo aí dos Jazemáricos, a gente quer produzir, sem sacos, sem citação de sacos, sem citação de 20 sacos, mas adubando para 70, para 70, aí a conta não fecha, não tem um monstro de graça, e isso também é interpretação dos manuals, tá faltando, porque tá lá, se você seguir manual do cerrado do Rio Grande Sul, para produzir sem sacos, ele vai ter uma dose correspondente, essa dose, vai ser proporcional, ali, ao que o sol do pede, se precisar de correnção, e ao que a planta pede, que é a adubação de manual tensão, eu acho que esse ponto assim, deixar com o mensagem até os ouvintes de dinheiro, antes de a gente falar qualquer suspeito sobre manuals atualizados, acho que a gente tem que atualizar a forma, a nossa interpretação, a nossa interpretação dos manuals e nossa interpretação, o sol do que nós estamos cultivando, que a gente pode atar nessas situações, aí de fatificação muito forte, e aí o modo de aplicação, dos dos nutrientes, por retivos, faça toda diferente. Legal, pessoal, você ainda a frase aí, né, "fico recápicos ouvintes, não tem almoço de graça, né, se vai produzir mais, vai exportar mais, vai demandar mais nutrientes, esse é um dos recados". Fui sur, vamos voltar para o tema, de fóssolo e potácio, e a gente tem visto, essas novas cultivárias, você pega uma olímpua, uma zeus, da vida, os bravas, aí são muitas gente, em potácio, com o PMG, o P1000 grãos altíssimo, a gente sai aí de PMG de 170, nós vamos para 100 para 210, 120, algumas áreas de 50, o ganho é do do CED, o que chegou a quase 70, então nós aumentamos muito desse PMG, e a gente tem até o trabalho do Felipe de 2021 também, queria que você comentasse, essas novas variadades já estão evidentes, elas estão exigindo mais potácio, certo, queria que você comentasse um pouco mais disso, e fóssolo também, qual que é a sua visão? É de Danmar que isso vai naquela linha que eu comentava no início do podcast, essa meta nas gente fez com o Felipe, foi de 74, 2019, a gente se borrou por material genético, então as cultivárias, as não R&E elas tinham menos mais de entrogênio e menos fósforo portácio que aos magnésios em chufre comparado com as cultivares modernes. Caso do portácio, isso aí dava ao invés de 20 kg, mas 20 pontos e cada 2 horas, vai para 22, 22 e meio. E às vezes, parece que não é muita coisa, mas 2,5 kg, se você vai produzir para ser estonelada, passa conta em questão de 2, 3 anos, dá um "dash", tem que ajustar conforme essas demandas. O que fica ainda pendente, que estamos tentando investigar, é o efeito da produção, que como eu falava, elas são na média exportando mais do que as antigas, mas que temos visto que é um pequeiro de diluição também, então, esses dois atores nós temos que compensar, material genético e o efeito de diluição, que para maconutrientes, se ela é mais leve, mas para micro-nutrientes, a gente tem feito aqui para milho, dá para ver que é bem mais forte. Tanto que é uma linha de pesquisa que tem sido estudada há muito tempo, como fortificar as cereais, porque existe uma dificuldade da planta produzir muito milho, muito tribo, e ao mesmo tempo manter a concentração de alguns micro-nutrientes, são importantes para alimentação bana. Então, essa é uma linha toda que depesa isso, que tem vários professores, pessoas que trabalham, que é bio-fortificada. Então, acho que esse é o caminho, a gente tem que conhecer melhor a exportação, aí das variedades mais novas, e também tentar relacionar isso com a produtividade das culturas. Como é que a gente pode ajustar isso? Teremos aí pela pergunta da Lenir, eu estou aqui, mas, como é que funciona bom? Não é difícil, coleto o teu grão, tenha produção, manda para o aburator, e você vai montar no banco de dado. Ah, mas eu fiz só duas anares de grão, três anares de grão esse ano, mas se vai questionando, você vai gerando um histórico, interno, e formação é tudo. Como é que a gente vai ajustar uma coisa que a gente não mede, né, a gente vai nos. Tem, acho que é essa a mensagem. Outro ponto, talis, que eu queria que você comentasse um pouco, é sobre a recomendação da dobação seguindo receita de bolo, principalmente em lavouras de alta produtividade, que a gente vê que isso vai ter muitos efeitos não só agronômicos, mas econômicos também, muitas vezes você aplica menos do que a planta está exportando, porque você comentou que essas novas cultivares, elas têm alteradas, demanda, denutriência e tudo, mas você poderia nos falar um pouco mais sobre isso? Bom, Gones Nier, acho que a receita de bolo, para até a receita de bolo, tem os ajustes, se eu pegar a receita de bolo aqui da minha irmã, isso te fata aconteceu, já tentei fazer por três vezes um volde nato e falei, "Niserávelmente, porque não dava ser que era o jeito de mexer?" "Era sempre era alguma coisa, e por aturo do forne, etc." Então, para a solo, a receita de bolo, tem que ser personalizada, se a gente só copiar e colar, em algum momento vai estar falhando. Eu acho que isso exige muito conhecimento agronômico, isso exige muito conhecimento do produtor da área, tem que casar essas informações, e se não, todo mundo estaria cultivando o sóje, tendo teto de produção, mas não acontece. Então, isso indica que a receita de bolo, ela não é bem assim que vai funcionar. Nossa, transportar a sua mente tecnologia de uma lavoura para outra, às vezes, no mesmo calhou, a gente vai dar com o burro na água. É, não é tão simples assim, só jogar um número no tabela de excel, tem vários fatores que interferem essa dinâmica dos nutrientes. [Música] Legal, pessoal, muito bom caminhando aqui para os finalmente, o professor, gostaria que você passasse um recado para quem. Nos nossos ouvintes, pessoas são muito os. são consultores, o podcast, nosso ouvido de norte a sul do Brasil, na América de Sultouda, a gente tem muitos ouvintes, e o perfil são gerentes de fazenda, são profissionais do agro, são consultores, também, que tatuores diretamente na prática, pessoal. Gostaria que você passasse um recado para esses ouvintes, aí como pesquisador, como referência, a ideia da linha de pesquisa, aí na área de fertilidade de solo, passasse um recado para os nossos ouvintes, pessoal. O que é que eles devem se atentar para atingir autosprotividade, sem errar no manejo, sem errar na recomendação, para ser o mais assertivo possível? Então, José Marc, acho que o que a gente pode fazer para melhorar, é tentar medir mais, né? tentar sair daqui a carlas, a gente. Eu sei que a correria sempre grande, né? O talhão, o operacional, eles não permitem, mas, de alguma forma, a gente tem que ter mais. mas pessoas medindo, e acho que cada um dentro de uma propriedade rural, cada constutor dentro do seu área de abrangência, é um potencial pesquisador, desde que você consiga fazer algo bem bem dimensionado, né? Então, começar, acho que investir, investir em monitoramento, aí, de teor, no grão, de teor, nos grãos, para saber exportação, que está acontecendo, então, em cada local, ficar atento para a estatificação de nutrientes dessas, que isso aí define muito do nosso manejo, de aplicação, o modo de aplicação, de pertinentes, de corretivos, e, eu acho que acompanhar, né? O que está sendo publicado, que está sendo discutido, acompanhar em eventos, nos procurar, também, aí, a gente está sempre portas da merda, a universidade federal do ensú, eu falando no nome da universidade, de o que a gente está aqui no Rio Grande do Sul, mas sempre com, sempre que o estado a gente está atendendo, ainda mais estado da federação, e ficamos em porta-berta, né, para eventuais aí contribuições, e se surgir alguma dúvida, podemos contatar, que serão prazer ajudados. Talies, muito obrigada por estar aqui com a gente hoje, por compartilhar tantas informações valiosas, que irão contribuir, e muito, para os nossos ouvintes. Para bem, pelo trabalho que você, que o grupo, vem desenvolvendo, e espero que a gente possa ter outras conversas, como essa em breve. Nós agradecemos, aí, pela sua participação, o professor Talies, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e, eu acho que a mensagem final é, não se gerencia o que não se mede, então, para ter excelentes resultados, a frase aí famosa do Peter Druck, para ter bons resultados, você precisa medir com dados, com fates, não argumentos, então, precisamos de informações, precisamos de medir para ter gerencia. E, com certeza, a pesquisa tem disponibilidade, muitas informações, basta aí, vocês, os consultores a acessar, e a gente agradece, você, pela sua disponibilidade, para estar compartilhando muito conhecimento econômico. Bom, professor, muito obrigado, obrigado, Lenia, e a gente se encontra até no próximo Plant Cast. Primeiro, o podcast sobre fisiologia e impressão de plantas do Brasil. Até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A recomendação de adubação para fósforo e potássio precisa ser ajustada para lavouras de alta produtividade, considerando a capacidade tamponante do solo.
  2. A adubação de correção (baseada no teor de argila) é robusta, mas a adubação de manutenção deve ser proporcional à exportação de nutrientes pelos grãos, que varia com a produtividade.
  3. Cultivares modernas apresentam alterações na concentração de nutrientes nos grãos, exigindo recalibração dos teores exportados.
  4. Dados de calibração existentes (desde os anos 70) ainda são úteis, mas precisam ser complementados com experimentos locais, especialmente em novas fronteiras agrícolas como Matopiba.
  5. O uso de dados de lavouras de alta produtividade (ex.
  6. Nutrientes como boro e enxofre exigem cuidados especiais devido à dinâmica no solo (ex.: mobilidade do sulfato em profundidade).

Summary:

A conversa aborda a necessidade de atualizar as recomendações de adubação para fósforo e potássio em lavouras de alta produtividade. O professor Thales destaca que a adubação de correção, baseada na capacidade tamponante do solo (relacionada ao teor de argila), é bem estabelecida e ainda válida. : 100-200 sacas de soja).

Cultivares modernas apresentam mudanças na concentração de nutrientes, como redução de nitrogênio e aumento de potássio e cálcio, exigindo recalibração. Embora os manuais existentes (desde os anos 70) tenham funcionado, eles precisam ser complementados para novas regiões agrícolas, como Matopiba, onde solos diferentes carecem de estudos de calibração. : Ceasa) para revisar manuais é limitado, pois esses dados mostram correlações, mas não causalidade; é necessário realizar experimentos controlados com doses crescentes e testemunhas.

Além disso, nutrientes como boro e enxofre exigem abordagens específicas devido à sua dinâmica no solo, como a mobilidade do sulfato em profundidade. A recomendação prática inclui que produtores e consultores realizem experimentos simples de campo ou contratem serviços para estimar o poder tampão do solo, ajustando as doses de forma precisa para cada talhão.

FAQs

A adubação de correção usa parâmetros robustos como rendimento relativo e capacidade tamponante do solo, já a adubação de manutenção deve ser proporcional à exportação de nutrientes pelos grãos, que aumenta com a produtividade.

É a capacidade do solo de resistir a mudanças nos teores de nutrientes. Solos mais argilosos têm maior poder tampão, exigindo doses maiores de fósforo ou potássio para atingir níveis adequados.

Pode-se usar dados existentes de experimentos de calibração, que já funcionam há décadas, ou realizar experimentos simples a campo com doses crescentes de nutrientes para estimar o poder tampão do solo local.

Os níveis críticos podem ser válidos, mas o desafio é distribuir o fertilizante no volume de solo adequado no plantio direto, diferentemente do convencional. Ajustes finos incluem novas taxas de exportação de nutrientes pelos grãos.

Não diretamente, pois esses dados mostram correlação, não causalidade. Para atualizar manuais, são necessários experimentos com doses crescentes de nutrientes e testemunhas, isolando fatores limitantes.

No Brasil, a alta precipitação causa lixiviação do nitrogênio, diferentemente do Corn Belt dos EUA. A dinâmica do N no solo não permite acúmulo estável, inviabilizando um diagnóstico baseado em análise de solo.

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