Pinos de fibra de vidro x núcleo metálico fundido: qual escolher?
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A escolha do pino intra-radicular é fundamental na reabilitação de dentes endodóticamente tratados, com o objetivo de restaurar a estrutura perdida e garantir suporte e retenção. O pino não reforça a raiz, mas deve ser avaliado com base em sua capacidade de absorver cargas e resistir ao estresse. Os núcleos metálicos fundidos, embora resistentes, estão em desuso por exigirem múltiplas sessões clínicas, apresentarem cor prata desagradável e aumentarem o risco de fratura radicular devido ao alto módulo de elasticidade. Por outro lado, os pinos de fibra de vidro são mais vantajosos por oferecer estética, menor desgaste da estrutura dental, similaridade de módulo elástico ao dente e menor risco de fratura, exigindo apenas uma sessão clínica. A indicação do pino depende da presença de pelo menos 2 mm de remanhecente coronário, formando a área de férula, que pode ser alcançada por cicatrização clínica ou ortodontia. Antes da confecção, é essencial avaliar condições radiográficas e biológicas, como comprimento, forma e qualidade do canal, seguindo princípios mecânicos: comprimento adequado, conicidade moderada e diâmetro ideal (um terço do diâmetro total da raiz). A técnica adequada é decisiva para a longevidade e sucesso do tratamento, evitando falhas e necessidade de implante.
Olá, o Vintes do Prótesio Audonto-Queste, doutora Salina Vanderlei do blog descomplicaprótesi.com
e eu os eu trago para vocês quais os critérios na escolha do pínio de fimbra de vidro em relação
ao núcleo netálico fundido.
A reabilitação de dentes tratados endodóticamente possui como principal finalidade a reposição
da estrutura dental perdida, que facilite o suporte e retenção da coroa.
O pínio entra adicular, não reforça raiz e não deve ser indicado para fortalecer o dente.
Quando da sua indicação, o pínio deve ser avaliado quanto a capacidade de absorver cargas
machigatórias, suportar estresse e devido a facilidade da técnica de confecção.
Existem diversos tipos de pínios intra-radiculares, como pínios metálicos prefabricados, núclos
metálicos fundidos, pínios de quartos, pínios de fibra de carbono, pínios de fibra de vidro
entre outros.
Os pínios mais discutidos e universalmente utilizados na audiologia são o núcleo metálico
fundido, que está considerávelmente caindo em desuso e os pínios de fibra de vidro.
Os núcleos metálicos fundidos podem ser confeccionados em diferentes ligas metálicas,
como prata paládeo, prata alumínio, nem que é o cromo.
Estes núcleos possuem como vantagens.
A presença boa resistência possui essa lente adaptação aos canais radiculares, proporcionam
retenção para dentes com extensa destruição coronária e apresentam uma mínima linha de
sementação.
Porém, as desvantagens são fatores cruciais para justificarem o fato desses pínios
estarem em desuso, como maior tempo para confeição quando comparado aos pínios de fibra.
O núcleo metálico fundido necessita de um maior número de sessões clínicas que
vai desde o preparo a modelagem desse pínio, o envio para o laboratório e uma sessão
seguinte para ajuste e sementação desses pínios, o que torna o maior número de sessões
clínicas, levando o paciente ao maior número de visitas ao consultório odontológico
consequentemente gerando o maior tempo e o maior custo para o profissional devido ao
aumento do número de sessões clínicas.
Além disso, a cor prata é estaticamente desagradável e um fator mais importante de desvantagem
do núcleo metálico fundido, seu módulo de alachicidade, é mais elevado que o módulo
de alachicidade do dente, sendo observado um elevado índice de fratura radicular quando
esse pínio é utilizado, essa fratura radicular passa a ser um fator irreversiva levando
então a necessidade de um implante dental.
Os pínios de fibra de vidro surgiram então com o objetivo de substituir os núcleos
metálicos fundidos por apresentar em diversas vantagens, como a estética, proporciona
um preparo mais conservador com o menor quantidade de desgaste de estrutura dental, o seu módulo
de alachicidade é semelhante e adentina, isso faz com que uma falha observada nos pínios
de fibra de vidro leve a uma soltura deste pino e não há uma fratura radicular, tornando
então essa falha irreversiva levando a uma moda alidade de tratamento mais conservador
que seria a confecção de um novo pino ou uma ressimentação desse pino existente, não
partindo então para uma necessidade de um implante dental, devido à presença de uma fratura
e necessidade, uma indicação de uma extração, uma outra vantagem apresentada pelo pino de
fibra de vidro é que ele requer uma sessão única para a confecção e cimentação desse
pino e já vimos que a redução de uma sessão plínica leva um maior conforto por uma maior
quantidade de visitas do paciente ao consultório adultológico e uma redução de custo desse
tratamento para o profissional esses pinos porém eles apresentam algumas das vantagens,
uma delas é a sensibilidade da técnica, trata-se de um pino que é realizado uma cimentação
resinosa, então exige um protocolo rigoroso que deve ser estabelecido e seguido para
que se tenha sucesso nessa cimentação, nessa modalidade de tratamento, além disso,
os pinos de fibra de vidro necessitam de no mínimo 2 milímetros de remanhecente coronário,
o que corresponde a área de férula, essa área é fundamental para que se tenha uma maior
estabilidade e retenção dos pinos de fibra de vidro, sendo assim podemos dizer que existem
uma principal indicação para cada um desse tipo de pino, para o núcleo metálico fundido,
a principal indicação em caso de extensa destruição coronária, e para o pino de fibra de vidro,
ele é indicado quando se tem no mínimo 2 milímetros de remanhecente coronário com
a correspondente a área de férula, porém, se na primeira avaliação clínica não for observada
essa presença de dois milímetros de área de férula, existem duas condições que possam
se criar, se tornar possível de ser obtido esses dois milímetros correspondentes a essa
área de férula, após uma avaliação clínica e radiográfica, pode haver indicação de uma
cilégia de aumento de coroa clínica para expor dois milímetros de remanhecente coronário,
e uma outra possibilidade observada é que o tracionamento ortodótico também para proporcionar
essa quantidade mínima de remanhecente coronário, e aí sim possibilitar a indicação do pino de
fibra de vidro, uma vez que ele possui mais vantagens e indicações que o núcleo metálico
fundido, previamente a confeição da. Nos seja por meio de uma técnica ou de outra, é necessária avaliar as condições biológicas
do alimento dental radiográficamente, como a qualidade do tratamento do núcleo, um
lirna de insação óssea, comprimento, forma e inclinação das raízes, limite e apicá-la
adecuado, lamina dura, integra, ausência de lesão pera e apicá-la, ou um comparativo de
uma radiografia anterior para comparar a regração da salezão, pois a presença de uma
salezão pera e apicá-la, não indica obrigatoriamente que este alimento necessita de um retratamento
idodótico e não possui indicativo para receber o pino seja de fibra de vidro ou no calmetálico
fundido, porém, um comparativo de uma radiografia anterior é um método seguro para
se dar continuidade ao tratamento, tanto para a pino de fibra de vidro quanto para
no calmetálico fundido, precisamos seguir os princípios mecânicos, que regem os preparos
dos pinos, pois existem três fatores que podem influenciar na retenção deles, são
o comprimento, a conecidade e o diâmetro, por uma adequada o comprimento segue-se a regra
de desobituração parcial do conduto, onde se aplica dois textos do remanhecente dental,
a partir do comprimento total de remanhecente coronário, ao ápice radicular, é realizado
dois textos deste comprimento total, uma outra regra corresponde a desobituração parcial
de metade de suporte ouço da raiz, e corresponde a metade da distância da cristal óscia
a lápice radicular, isso é conferido radiográficamente, e uma outra regra para que se
tenha um adequado comprimento para a desobituração parcial do conduto, é a manutenção de
no mínimo três milímetros de material abturador, na região correspondente ao texto apical.
No caso dos dentes posteriores que possuem mais de um conduto radicular, a regra do comprimento
é válida para o conduto de maior de âmbito, sendo hoje demais, realizada a desobituração
apenas na imbocadura do canal radicular.
O comprimento inada é quadro do pino, é causa comum de insucesso, podendo levar a fratura
ralicular ou soltura do pino.
Na conicidade é inversamente propósionar a retenção, de modo que, quando aumenta a
conicidade do preparo, a retenção é reduzida.
O aumento exagerado da conicidade leva a maior concentração de esforços, podendo ser
prejudicial a porção ralicular.
O diâmetro do pino é outro fator que deve ser observado quando da confecção dos
pilos intra-radiculares, pois o aumento do diâmetro deste não é uma maneira segura
de melhorar a retenção, em fraquecendo a estrutura dental.
O ideal é que o pino apresente um diâmetro correspondente a um terço do diâmetro total
da raiz, evitando falhas.
A escolha da técnica dentro dos critérios estabelecidos é fator decisivo e fundamental
para proporcionar longevidade na ascimentação dos pinos, levando a um sucesso do tratamento
realizado.
É isso aí, obrigada por ter ficado comigo até o fim, e se você quer saber mais sobre
esse outro assunto, visita o nosso blog DescomplicaProtes.com e até o nosso próximo podcast.
Podcast Summary
Key Points:
O pino intra-radicular não reforça a raiz nem deve ser usado para fortalecer o dente, sendo indicado apenas para reposição da estrutura dental perdida.
Os núcleos metálicos fundidos, embora resistentes e com boa adaptação ao canal radicular, estão em desuso devido ao tempo de confeição longo, necessidade de múltiplas sessões clínicas, cor prata desagradável e alto risco de fratura radicular.
Os pinos de fibra de vidro são preferidos por sua estética, menor desgaste da estrutura dental, módulo de elasticidade semelhante ao dente, menor risco de fratura radicular e necessidade de apenas uma sessão clínica, promovendo maior conforto e reduzindo custos e visitas ao consultório.
Summary:
A escolha do pino intra-radicular é fundamental na reabilitação de dentes endodóticamente tratados, com o objetivo de restaurar a estrutura perdida e garantir suporte e retenção. O pino não reforça a raiz, mas deve ser avaliado com base em sua capacidade de absorver cargas e resistir ao estresse. Os núcleos metálicos fundidos, embora resistentes, estão em desuso por exigirem múltiplas sessões clínicas, apresentarem cor prata desagradável e aumentarem o risco de fratura radicular devido ao alto módulo de elasticidade.
Por outro lado, os pinos de fibra de vidro são mais vantajosos por oferecer estética, menor desgaste da estrutura dental, similaridade de módulo elástico ao dente e menor risco de fratura, exigindo apenas uma sessão clínica. A indicação do pino depende da presença de pelo menos 2 mm de remanhecente coronário, formando a área de férula, que pode ser alcançada por cicatrização clínica ou ortodontia. Antes da confecção, é essencial avaliar condições radiográficas e biológicas, como comprimento, forma e qualidade do canal, seguindo princípios mecânicos: comprimento adequado, conicidade moderada e diâmetro ideal (um terço do diâmetro total da raiz).
A técnica adequada é decisiva para a longevidade e sucesso do tratamento, evitando falhas e necessidade de implante.
FAQs
Os critérios incluem a capacidade de absorver cargas, o módulo de elasticidade, a estética, a quantidade de estrutura dental preservada e a presença de pelo menos 2 mm de remanhecente coronário.
Sim, o pino de fibra de vidro é preferido por sua estética, menor impacto na estrutura dental, menor risco de fratura radicular e necessidade de menos sessões clínicas.
Por causa do alto tempo de confeção, necessidade de várias sessões clínicas, cor prata desagradável e maior risco de fratura radicular devido ao módulo de elasticidade elevado.
É estético, preserva mais estrutura dental, possui módulo de elasticidade semelhante ao dente, evita fraturas radiculares e permite tratamento conservador com retenção e soltura sem necessidade de implante.
Sim, é necessário pelo menos 2 mm de remanhecente coronário, correspondente à área de férula, para garantir estabilidade e retenção do pino.
É feita uma avaliação clínica e radiográfica da qualidade do tratamento endodóntico, comprimento e forma das raízes, presença de lesões periapicais e comparação com radiografias anteriores.
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