PF protesta contra interferências em investigações
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A edição do programa aborda a crise institucional envolvendo a Polícia Federal e o STF. Os 27 superintendentes da PF assinaram uma carta pública em apoio ao diretor-geral André Rodrigues, reafirmando o compromisso com a lei e a independência investigativa. Essa manifestação ocorre em meio a tensões com o ministro André Mendonça, relator de casos sensíveis como Banco Master, fraude no INSS e suposto tráfico de influência envolvendo Lulinha, filho do presidente Lula. Mendonça, que desconfia de interferências, reuniu-se com o ministro da Justiça e adotou medidas para proteger os inquéritos, como limitar acesso a dados e exigir comunicação sobre mudanças nas equipes. Especialistas destacam que a PF é uma instituição difícil de controlar politicamente, mas reconhecem que há mecanismos para atrasar investigações, como trocas de delegados. A situação é agravada pelo contexto eleitoral, pois as investigações podem influenciar o resultado das eleições de outubro, com impactos nas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro. Além disso, o programa discute a denúncia contra Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio, que nega acusações de estupro e busca acelerar sua defesa, oferecendo material genético para exame. A justiça ainda não autorizou a investigação formal, e a campanha tenta minimizar o impacto político do caso.
[Música] Boa noite, SACN, Brasil. Este é o Daviudávio. Os delegados que origem as 27 superintendências da Polícia Federal no país inteiro assinaram uma carta em apoio à direção geral da corporação. A carta reitara necessidade de independência para que a Polícia Federal possa trabalhar. A coisa é justa, legítima que não oferece dificuldade alguma para se assinar embaixo. Mas se a necessidade de pedir autonomia e independência em carta dirigida ao público só se pode supor que isto a independência está de alguma forma ameaçada. Por quem? Aqui a carta vai ficando interessante, muito mais pelo que ela não diz. Quem ameaça a independência e a autonomia? E nome do quê? Em certo sentido, a carta será lida por alguns dentro do espírito daquela velha frase do futebol aquela que diz que o treinador está prestigiado quando se sabe que não é bem assim. O diretor geral da Polícia Federal, André Rodrigues, é o amém de confiança do presidente Lula assim como seus antecessores foram de confiança de outros governantes. Mas o fato é que a Polícia Federal passou por verdadeira montanha russa desde o estouro do escândalo máster quando pelo STF tentou-se que ela não investigasse e agora pelo STF está podendo investigar. Mas até onde? Dado o fato de que integrantes do STF têm os nomes ligados ao escândalo. O mesmo acontece com escândalo do NSS e sua recente ramificação que chega ao filho do presidente Lula com a mesma pergunta. Até onde? Pode se investigar ou consegue investigar. No fundo, a carta está dizendo "deixa a gente trabalhar em paz" é a coisa mais difícil de se imaginar que vem acontecer. Na edição de hoje falaremos também das denúncias que atingem o candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro e do impasse de Trump, aquele impasse de Trump, no ira. Antes é aos participantes aqui do programa no momento. Muito obrigado, Alandro Gabyat, cientista político e diretora da domínia com sultoria pela presença aqui. Boa noite, Leandro. Boa noite, o ira. Daí, sereja querida. Caio Junqueira, Boa noite. O ministro Estef, André Mendonça, se reuniu hoje com o ministro da Justiça, o Elendon César, para tratar da crise da polícia federal. A Mendonça desconfira em interferências para barrar investigações nas quais ele é o relator. Delegados se manifestaram a favor a direção da polícia federal em carta já citada. Reportagem de Danilo Molieterni. Superintendências da polícia federal nos 26 estados e distrito federal assinaram nessa quinta-feira uma nota pública, defendendo o diretor geral da corporação André Rodrigues. No texto dizem que ao longo de seus 82 anos de história, a polícia federal consolidou-se como uma instituição de estado comprometida com a constituição da república, que a atividade e investigativa não se submete aos interesses políticos ideológicos ou pessoais, mas estrito o comprimento da lei, e termina a reafirmando a confiança na direção da polícia federal. Também, nesta quinta-o ministro do STF, André Mendonça, se reuniu com o ministro da Justiça, o Elendon César, no encontro articulado pelo advogado geral da União, Jorge Messias. Mendonça pediu a atuação técnica independente da PF nos inquérito sobre sua relatoria, que são Banco Master, Fraude no NSS, e suposto tráfico de influência e corrupção de Lulinha, filho mais velho do presidente da República. Para amenizar a crise institucional, ouvi também durante o encontro uma sugestão para André Mendonça se reunir diretamente com o André Rodrigues. O ministro desconfia de interferência nas investigações e já adotou uma série de medidas para blindar os inquéritos da Cúpula da Polícia Federal. Entre elas, a determinação de que só os policiais federais envolvidos diretamente na investigação tem um acesso a dados sigilosos, e que trocas de delegados e outros integrantes das equipes apenas ocorrecem com comunicação ao seu gabinete. As decisões levaram a polícia federal recentemente a acionar a advocacia geral da União contra Mendonça, alegando que o ministro interferia na autonomia da corruporação. O próprio André Rodrigues se manifestou dizendo que nunca ouvi direcionamento nas investigações. Leandro, como é eu, enfim, pergunta pode parecer ingeno, mas acho que as perguntas parecem ingeno que são malditas. Como é que se pode esperar que a Polícia Federal consiga agir dentro da normalidade? William, eu inicia a resposta à talista apontando mais a centralidade que o Supremo tem dentro do nosso sistema político, do que é o papel da Polícia Federal. O Supremo Tribunal Federal hoje é ponto de convergência de todos os conflitos e problemas da República. Para bem e para mal, mas o Supremo hoje é um ator central. E, logicamente, quando o ministro Mendonça alega que há uma suposta interferência política até ele não falou tal vez necessiternos, mas quando se alega que há uma suposta interferência política dentro da Polícia Federal, nós sabemos que a Polícia Federal independente de divisões e de grupos dentro da própria Polícia é normal, em qualquer organização a gente tem divisões internas e forma de pensar diferentes, mas quando o ministro alega a interferência acho que era previsível ter uma reação da manha como a que a gente viu com essa carta dos 27 superintendentes reagindo firmemente de forma corporativa para defender a reputação da Polícia Federal. Trabalharem pais e meio de uma eleição com um Supremo que é central e ainda investigando a familiares do presidente da República, certamente não será fácil. Vocês espera que ela trabalha em normalidade? O ilha é muito difícil, até pelo que você tratou agora na abertura, até o final do ano passado, a gente tinha um ministro do STF, o Dia Stoffle, que era o relator do caso Mast, que estava impedindo a Polícia Federal de trabalhar e estava fazendo uma interferência que não vimos o André Mendonça fazer, descolher perito, de mandar a pergunta para delegado, de mandar as provas ficarem fechadas embaixo da mesa dele no STF, e já naquele momento, o Dia Stoffle sabia exatamente qual era o comprometimento dele com STF, que dizer, precisou haver um arranjo aparecer um documento da própria Polícia Federal apontando o relacionamento dele com o Mast, seria com Daniel Vorkar em função do resort de Taya. Aí, muda a relatoria, vai para o André Mendonça, muda o caso, que o caso Mast, continua lá, quando aparece o INSS de volta, parece haver uma força contrária de outra natureza. Então, assim, nunca, já não é um ambiente de normalidade, há uma volatilidade muito grande, e eu achei interessante o Leandro falar da centralidade do STF, porque se ele realmente tem esse papel, e está óbvio que ele está fazendo esse papel pelo bem, pelo mal, é a partir da centralidade que saia a confusão. Agora, também, isso a gente nota no noticiário, nós digamos, nos fatos cruzados, nos anos de expressão, é uma centralidade palácido para o alto, nessa questão da Polícia Federal, caiu? Sim, ela bem é sempre ficada na reunião que a gente tratou um item aqui, que aconteceu em Toaleixã de Morais, da Velcolumbre, e o presidente Lula. Sim, o diretor gerado da Polícia Federal é muito próximo a presidente Lula, o acompanha muitas viagens internacionais, e a gente está em uma situação, ele, que é a Polícia Federal, que tem o potencial de definir essa eleição, porque tem duas investigações, uma contra o Flávio, outra contululinha, barra, macola, o chefe de gabinete do presidente, que é a depender do que avança, ou na avança do que segura, no que segura, do que vasa, o que não vasa, tem o potencial de definir essa eleição. O simples avanço das investigações contululinhas de 10 dias para cá, já foi suficiente para os trackings das campanhas, apontarem uma retomada, uma subida, sensível do Flávio, e uma sensível queda do Lula. Então, é um tema que tem potencial de definir as eleições, e aí essa centralidade do palácio do Planalta é diretamente colocada na mesa, porque a gente está falando o filho do presidente, e do ex-chefe de gabinete do presidente, era chefe de gabinete até ontem, até dia 21 de julho. Lendo, deixe-me voltar ao ponto que você estava desenvolvendo na sua primeira resposta, que é o. você falou do papel central do STF, mas também, da maneira como que uma corporação, são quase sério, me ganham, são 15 mil, são 15 mil integros, tá polícia? - Imagina-lhe, esse contato. - É a coisa que eu sei contado, sendo que operativos, nós são parte de 13 mil, eu implico que o corporal é seu enorme.
Esparala pelo Brasil, 27 superintendentes. Essas superintendências elas têm autonomia local. Faço por, faço por, que do ponto de vista funcional, a Polícia Federal é bastante descentralizada, mas ela tem uma direção que ocolha cariantriáspas central, política, em Brasil. É uma ilusão ou um ministro de justiça consegue sim mandar na Polícia Federal. Eu uma pergunta aqui, e a gente sempre se faz principalmente momentos como esse aqui. Eu te diria o seguinte, acho que eu abordei esse ponto, talvez de forma inicial. É muito difícil controlar a Polícia Federal politicamente, porque porque não sabemos que, dentro da força, há diferentes grupos, com diversas orientações políticas. Alguns mais próximos do governo, alguns independentes e alguns mais salinhados ao posição. Imaginar que o governo tem um controle para orientar investigações de forma determinante. Insisto aqui sem querer ser ingeno, também evidentemente, que a presidência da República e o diretor geral da Polícia Federal tem, evidentemente, um poder. Mas daí, a que essa influência se transforma em um resultado de controle do poder de investigação da Polícia Federal, acho que há uma distância muito grande. E, logicamente, o problema é que o André Mendon saiu ensinou, ir ao ensinuar, evidentemente, também surge a suspeita de que a Polícia, talvez, estaria trabalhando a favor do governo. Insisto, num processo eleitoral que deve se iniciar, se iniciar já aliás, a campanha começa a não ir de 16 de agosto. É um problema, porque o supremo, mais uma vez, pode ser um ator, como o Caio bem apontou, que influenciará o resultado eleitoral, o tempo, o tempo, para influenciar o resultado eleitoral. Vamos examinar esse aspecto, em que medida que até aqui surgiu das várias investigações, a gente atribuiria a uma intencionalidade por parte dos investigadores, ou o próprio material em si, e até aqui, fora os toros dos Cândaro-Máster, onde a gente teve furos de reportagem significativos, fontes que forneceram materiais, absolutamente desconhecidos, até aqui salvo vocês me corrigen. Salvo meu enganho, tudo que causou grande repercussão, vem dentro de investigações regulares, atravessos relatórios, sigilos que foram quebrados dentro do jogo, que caem no parlamento, saem numa CPI, quantos que a gente pode falar, que a Polícia Federal está influenciando a eleição? O ele é, acho que não é, exatamente, quanto a Polícia Federal está influenciando, mas o que ela está investigando e o processo que ela vai conseguir levar. A Polícia Federal já aprovou em outras situações que a força independente ganha da tentativa da política de controlá-lo. Acho que o Leandro ultratou bem disso, sem muito difícil controlar politicamente, uma hora ou outra a coisa acaba andando. E há muitas questões ainda sobre o Banco Master, que a gente já sabe que é um escândalo clético, ecumenico e atinge todos os lados. Agora ele está meio em pausa, o escândalo do NSS que ninguém nem lembrava mais que existia, agora volta a tono com o personagem de Lula, e mesmo que o palácio do Planal, tem o próprio STF com as suas diferentes alas, alguém esteja de alguma forma tentando controlar a situação, acho que a definição da eleição pode ver inclusive daquilo que ninguém está esperando, alguma investigação, algum relatório preparado pela Polícia Federal, que surge no curso dos processos e que determina uma mudança política importante. Pode ser num improviso, não necessariamente, por alguma gestão. Sim, eu acho que tem dois pontos, que é, sim, impossível controlar a Polícia Federal, a gente tem vários exemplos disso nesse século, mensalão, lava ja, tudo que aconteceu de uma Rousseff não conseguiu me chelter no caso. A própria proposta? A minha chelterma, no caso, já tá B.S, enfim, teve, assim, você tem números casos de que não se controla, por isso federal é muito grande, com muitas nuances internas, pontos de vista com testações e por aí vai. Logo, presente Lula, ministro da Justiça e nem o próprio diretor geral do Polícia Federal, eu andrei controla tudo que acontece dentro da Polícia Federal. Esse é um ponto. Agora, outro ponto, tem, sim, algumas maneiras de você tentar gerenciar algumas investigações. O que que. O que que tiver na cabeça, assim? Me ver na cabeça as mudanças que tiveram no inquérito da investigação do NSS, pelos relatos que eu tenho, troca de delegados, troca de peritos, troca da investigação da coordenação, impactou-se em investigação. Segundo, me relataram até essas trocas, que são trocas determinadas pela Polícia Federal, houve 8 operações das fraudes dos centros contra o NSS. E depois das trocas ouvi 1. É mais 1. Então, assim, você consegue, você tem meios, não quer dizer que você vai conseguir ter um efeito prático sem por cento, mas tem meios de que você consiga retargar. Ah, o colocado de um ar. Em reforço, se você está no seu argumento, nosso colega ao Felipe Recôndo, me manda uma relação desses tipos de alterações, as quais você acabou de referir, que são ordens retorno à corporação daqueles que estão intribunais, inclusive o STF, saída de agentes da investigação e tentativas de aqui ali, de blindar a apurações, de um ou blindar a apurações de outro. Essa é a saída do gabinete do próprio ministro André Mendoza, do delegada da Polícia Federal ou do investigador da Polícia Federal, que já estava ao lado de André Mendoza acompanhando as investigações, e o André Mendoza tentou evitar que essa troca acontecesse. Leandro, eu tenho mais um minutinho nesse segmento, antes de a gente trocar um pouquinho de assunto depois do intervalo comercial, queria pedir a você nesse sentido, observando, assim, como a gente diz, às vezes, na gira de televisão, observando da grua, esse jogo, aquela câmera que se afasta bastante, a gente viu conjunto da coisa. Nós estamos a caminho de que tipo de relação institucional entre essas chamadas instituições de estado, que é por aí que começa a carta dos 27 delegados hoje. A carta deles começa tratando de defender uma instituição de estado. Neste ponto, onde chegamos? Temos um conflito, evidentemente institucional, e tudo passa justamente por uma disputa entre autonomia técnica da Polícia Federal, nesse caso, quanto a poder de investigação, e controle do processo do relator ministro do Supremo. Insisto, aqui, reforça a minha visão em relação à centralidade do Supremo, ou seja, estamos nessa situação porque o Supremo fez um chamado de atenção. E a partir desse chamado de atenção, um conflito, mais um conflito entre poderes. Logicamente estamos falando de uma Polícia Federal, uma Polícia de Estado, Polícia Judicial, de Estado. Mas, assim, considerando esse conflito constante, lembro que uma vez aqui eu falei sobre uma dispuncionalidade institucional dentro da República. Eu entendo que mais uma vez neste caso aqui com esse atrito institucional entre a Polícia Federal e o ministro André Mendons, a gente reforça essa linha. Aonde que isso vai parar, até quando isso vai durar, eu entendo que isso aí parece ser uma marca desses novos momentos políticos, assim, na nova configuração da República Insisto, tendo o Supremo Tribunal Federal com um ator central. Fica interessante a situação que é o André Rodrigues, que nomeou esses 27 superintendentes que assinaram a carta hoje. Vamos lá, a gente está encerrando esse segmento depois do intervalo, a procurada uríacia geral da República pede nova deligência sobre a acusação contra o Fredo Gaspar, disse na chapa de Flávio Bolsonaro. Até já. [Música] Tá, tá voltando no intervalo. Governistas reduziram, baixaram bastante o tom em relação à denúncia que vinham fazendo contra a ofredo Gaspar, o denúncia de um suposto estupro de vulneráveis. O vice na chapa de Flávio Bolsonaro sempre negou as acusações, busca uma resolução rápida na justiça, a reportagem é diluciona moral. O deputado federal e vice na chapa de Flávio Bolsonaro, ao Fredo Gaspar, quer agilizar o procedimento preliminar de investigação que apura a acusação de estupro de vulnerável. A intenção é esclarecer a situação mais rápido possível e evitar que contamínia candidatura. A senadora Soraia Trunique
do PSB e o Deputado Federal, o Lindbergh, Farias do PT, fizeram a denúncia em março. No momento, o caso de Trameyat em sigilo no Supremo Tribunal Federal sobre a relatoria de Gilmarmêndes. O STF notificou tanto Soraya quanto Lindbergh aprestarem informações complementares. Ambos terão quinze dias corriados para entregar o material a corte. Em nota, a assessoria da senadora afirmou tratar-se de um procedimento regular previsto no curso da investigação e que ao tomar conhecimento das graves denúncias, entendeu ser seu dever em caminhá-las às autoridades competentes. Para que os fatos fossem devidamente apurados, sempre em respeito ao devido processo legal. Gaspar afirma ser inocente e diz que a acusação carece de provas. Segundo ele, a denúncia surgiu somente para tumultuar a reta final da CPMI do INSS, da qual foi relator. O Deputado acionou o Supremo por Calúnia e em Júria. Nesta quinta-feira, Gaspar também apresentou pedidos a PGR e ao STF, nos quais oferece responsaniamente seu material genético para exame de DNA. Ao Supremo, ele solicita ainda que a perícia seja realizada em até 72 horas. Neste ano, Gaspar já havia coletado e disponibilizado seu DNA para análise e comparações. No documento, a defesa afirma que a única coisa que existência indefinida de um procedimento sem prova produz em ano eleitoral é dano. A acusação já era conhecida pelos cacíquios do Péélio ao escolher em Gaspar como vice e a vista como perseguição de governistas. Aliados do Deputado aposta na cobrança de um desfecho rápido da justiça a tempo do pleito de outubro, tentando virar a página da denúncia, a campanha de Flavio quer se concentrar no trabalho de Gaspar na relatoria da CPMI do INSS. No relatório final, ele recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas, Luulinha, filho do presidente Lula. A maioria dos parlamentares do colégio adonufim rejeitou o documento, mas o plano explorar o candidato a vice, como quem ajudou a trazer a tona as relações próximas ao planalto. Como temos um erro ontem, gostaríamos de corrigilo em uma reportagem no programa de ontem, na edição de ontem no www, nos afirmamos que a ofre do Gaspar respondia um inquérito no Supremo Tribunal Federal. Na verdade, o STF apenas recebeu um pedido de investigação por parte da Polícia Federal, mas ainda não há autorizou. Caio, o que peta, como a gente mencionou, a tentativa de se resolver logo isso na justiça. A gente sabe que a justiça atarda. Sim, bom, há uma busca por parte do Alfredo Gaspar e da campanha do Flavio Bolsonaro para que tanto o Supremo Tribunal Federal e o relator do caso de uma amém descanta pro corradoreja Geral da República, Dr. Paul Goneir acelerem o quanto antes a resolução disso. Como o Alfredo Gaspar ele já coletou o material genético lá atrás, essa denúncia do Lindeberg da Sorétronica de 27 de março, na ocasião, deu um chabudo anado, e aí ele entrou com as ações todas contra os dois, denúnciação coloniose, tal, mas ele pediu uma ação anticipatória para coleta do material genético para provar para cotegar, porque é um suposto crime, vamos dizer assim, que a vítima não aparece. Você tem um vídeo do que seria a filha da vítima dizendo que não procede a história. Tem várias camadas, mas hoje a busca da campanha da oposição é que, PGR e Supremo acelerem essa coleta de provas, que pega o material genético da filha da suposta vítima e compare com o material genético do Alfredo Gaspar. Esse é um flanco, e tem um outro flanco político que a gente trouxe hoje essa informação, em primeira mão, que é uma movimentação do Lindeberg com o PL, deputado Sossin, que são amigos de muitos anos, os dois. O Lindeberg, ontem depois que Alfredo Gaspar foi anunciado, vici, ligou para Sossin, e fala "puxa". Eu voto fazendo uma nota pública que para o Sossin, sou uma retratação, barra um acordo, para o Gaspar tirar as ações, e o Lindeberg não ter essas ações contra ele. Mas ainda, o que a gente tem de informação é que hoje PT, cheio muito desse movimento do Lindeberg, e aí isso ficou suspensivo. Então tem um movimento jurídico da campanha do Flávio e tem um movimento político, dos diretamente acusados, porque se a história for mentirosa, tem um risco grande de dido a no moral, de indemnização e por aí vai. Bom, do ponto de vista da atática política, eleitó, político, eleitoral, Leandro, o que o PT consegue é que o adversário fique falando sempre disso. Eu entendo que o P.L., na hora da escolha do Gaspar, eles já tinham dentro do cálculo, esse possível desgaste inicial durante a campanha. Agora, ainda fazendo esse cálculo de nível de desgaste, da chapa, justamente a nomeação se destaca por essa acusação feita por parlamentares governistas, e não pelo lado, talvez, positivo ou dos atributos positivos do deputado e ex-relator da CPM do NCS. Agora, você mencionou muito bem, William, a questão dos praços do judiciário, o Girmard 15 dias para que o deputado Lindbergh e a Senadora Soraya se expliquem, infundamente, em as denúncias feitas no início do ano, a abril, no ámbito da CPM. No campanha que dura 60 dias, 15 dias, é muita coisa. E até que esse processo avance, de fato, a chapa, né, o P.L., o Flávio, terá que administrar uma agenda negativa, acho pertinente, o Caia Ponto bem, esse pedido de aceleração, né, 72 ações para tentar encerrar rapidamente o caso, mas, surfato, está posto e a gente está falando aqui justamente de uma agenda negativa vinculada ao deputado da Lugaspar. Vamos tentar ver o que o Flávio hoje quis colocar a mesa de agenda positiva. Ele fez algumas declarações que lembram muito que o pai dele falava lá atrás. Isso lá na eleição de 2018, quando era claro, óbvio, óbvio, todo mundo que entrevista um candidato, por exemplo, em um momento ou outro, vai perguntar o que ele vai fazer com a economia. Ele disse, "Não, vai falar lá com Paulo Guedes, posto e pedi a agenda na época, acho que ninguém mais lembra dessa propaganda na época, era uma tremenda, do um hit". O Flávio fez algo parecido hoje. Ele disse, eu não entendo tanto de economia. Qual lá? Não, isso não é uma surpresa, né? Todo mundo sabe que ele não entende de economia. Ele não tem nenhuma experiência à ingestão pública, tem passagem pelo Parlamento apenas. E é por isso que ele tem promovido tanto a Daniela Marques, que era o braço direito Paulo Guedes no Ministério de Jair Bolsonaro e tá assumindo, inclusive, como porta a voz, "Vé aqui na Senea, eu entrevista, tem dado entrevistas, tenha apresentado, eliminamente, o que seria, por exemplo, um plano para as contas públicas". Mas não adianta, esse é um tema, essa investigação é um tema muito delicado, né? No momento em que a gente tem tratado tanto aqui de feminicídios em alta, baixa participação das mulheres na política. Hoje, por exemplo, tivemos a novidade o iniditismo do ministro do Estejoto Acondenado, a perdeu o cargo, ainda é uma condenação por acédio sexual. É a primeira vez que isso acontece numa corte dessa manhã, dessa envergadura, né? Então, esse é o tipo de acusação e, claro que os fatos vão precisar ser esclarecidos, o deputado tá fazendo a sua defesa, tem todos esses elementos que o Caio levantou aqui. O que tem bastante cuidado, inclusive pela suposta vítima, que era uma mulher, que era uma menor dada na época em que se diz que o crime foi cometido. Então, com todo cuidado, cuidado, jornalístico, inclusive, de como tratar o assunto, isso não deixa de ser um tema delicado, no contexto que a gente já vive no Brasil e mais ainda no contexto político agora. É o William. Foi uma escolha muito arriscada, escolha do Alfredo Gaspar, mas ela é clara em uma linha estratégica de forção de debate de segurança pública, que é a maior preocupação da população. E segundo, um debate, o Gaspar, ele tem um acivo muito grande da memória das investigações todos, né? Houve muito compartilhamento de informações das investigações das fraudes do NSS. Então teve essa aposta. Essa aposta, ela embutiu um risco. O risco é o que nós estamos vendo dessas denúncias, até hoje não foram comprovadas, judiciaram-me andou com isso, lá atrás, e agora ele virou um personagem.
é um personagem muito relevante porque é candidato a vicepresidente. A aposta da campanha do Flávio é nesse sentido. Então, o interesse da campanha é tentar convencer o quanto antes a justiça, no caso de um marmêndio e o Goneiro, a dar em uma conclusão quanto a isso. Porque o assunto vai ficando. Ele fica no ar, ele fica com a dúvida e isso há 60 dias da eleição. Um elitorado majoritariamente feminino, é uma conclusão grave, não? Isso nem se fala e quanto é vulnerável ainda. Então, essa é o cenário. Leandro, usando a expressão que o Caio acabou de empregar aqui do aposta de risco, qual tamanho desse risco? Obviamente, dependerá-la aqui a capacidade de gestão dos assessores jurídicos, dos advogados do Gás Parido, o próprio P.L. Agora, um desgaste que está aposto, como a gente mencionava aqui, numa campanha curta, em vez de estar falando de pautas positivas, Flávio e Gás Parido tem que estar se explicando. E aqui, William & P.Permittem, serrara a conclusão, fazendo até uma referência musical com o Tom Jobim e o Samba de uma nota só. A gente está vendo que o sistema judicial será, nessa campanha, a principal arena de disputa política. Então, lamentablemente, aqui, reforço, mais uma vez, encerrando o raciocinho que o Supremo Tribunal Federal terá um protagonismo impar nessa disputa leitoral pela sucessão presidencial. Não, acho que no motivo algum para você se desculpar em relação a isso. A gente, jornalistas da minha geração, usou uma frase muito famosa, eu não briga com notícia. Posso não gostar do que eu estou vendo, mas eu não briga com fato. É que o STF hoje tem a centralidade, cada vez quase em vovudir, não absoluta, não dá para dizer. Mas tem uma centralidade extraordinária na política brasileira, tanto pelo que ele significa, os olhos da população, pela também capacidade que os integrantes do Supremo Tribunal Federal têm de tentar dirigir acontecimentos, que é isso que a gente tratou no bloco anterior, em relação à investigações em a polícia federal. E aqui tem um risco, William, a gente se perguntou pro Leandro do risco para a campanha do Flávio. Tem um risco para o próprio STF, que é esse excesso de protagonismo, no momento em que a credibilidade do Supremo está sendo questionada pelos eleitores e se aumenta a percepção de injustiça ou de interferência em devida nos processos ou de excesso de interferência e de influência nas decisões políticas, nas investigações dos escândalos. Isso aumenta a percepção do eleitor de que alguma coisa precisa mudar no STF. E como já falamos aqui tantas vezes, os candidatos ao Senado Federal, aqueles que não se comprometerem com alguma resposta ao Supremo, ganham menos voto. A gente já falou aqui que é uma nedota, óbvio, não temos nenhuma evidência disso, mas tem muito candidato dizendo especialmente da direita, dizendo, olha, se eu não disse que eu vou tomar uma atitude contra o Supremo para limitar a ação do Supremo, eu não ganho voto. O seu ponto é de muita relevância que na noite do quarto de outubro a gente já sabe como vai ser o Senado. Suponés que será uma suponência, vamos supor, que seja uma eleição em dois turnos, ou seja, o segundo turno inteiro, já vai ser feito, sabendo qual é a composição de forças políticas dentro do Senado em relação ao próprio STF. Isso, de certa forma, sendo o STF, to importante como é, também como vidraça, isso terá o grande significado. Caio. Isso já sabendo o tamanho, principalmente, da bancada do Senado, que tem uma expectativa grande de ter uma maioria, vou dizer, antes do Supremo, mas uma maioria que defenda, a impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal, e isso entra primeiro o segundo turno, que é quando eu apósca a eleição de fato, será decidida, óbvio, vai ter que ser decidida entre primeiro e segundo turno. Mas eu digo imponderável, entre primeiro e segundo turno, o que pode acontecer de informação, e já com o exército, talvez ali, de senadores elitos, como a bandeirante Supremo, isso também tem de corroborar essa ideia força de que o Supremo está em debate, e o destino dessa eleição é crucial produtino do Supremo, em de alguns dos personagens, como se disse hoje no Estado, a marcha dos encrencados. Vida o título da Barbarata, a marcha da Incense Aterça. Eu estou encerrando essa edição, não é esse segmento. Queria agradecer a você, Leandro Gabyat, cientista político, diretora da Ominha e um consultoria pela exposição de participado programa, boa noite, Leandro. Boa noite para todos. E caiu, boa noite, obrigado, a gente vai pro intervalo. Depois, vamos tratar de donar o de Trump encurralado dentro do conflito que ele começou contra o Iran. Até já. Eu me vos voltando do intervalo, o da Anoco, conosco agora no programa, o coronel reserva Paulo Filho, ele é mestre em ciências militares, amarecia de gel política e política internacional. Paulo, muito obrigado por estar com o Nozco Boa noite. Boa noite, ele é um bonito do Lourival, o bonito de todos que nos assistem. O nosso Lourival, dando prazer da presença dele aqui no estúdio Boa noite. Donald Trump demonstrou nas redes sociais uma enorme irritação. Ele fala muito o redissocial, mas dessa vez ele estava mesmo irritado, ele estava irritado com a imprensa, dizendo que, num procede, o que estão dizendo na imprensa, segundo Donald Trump, que os americanos, forçar mais americanas, teriam diminuindo em muito estoques de munições preciosas e que essas munições importantes, mas o nível dela estaria enormemente reduzido, claro, devido ao seu emprego na guerra contra o Ira. Mas o presidente americano não negou totalmente o que vem sendo publicado, acompanhe na reportagem. A primeira publicação de Donald Trump tratou diretamente do estoque de munições dos Estados Unidos. O presidente americano disse que o país possui quantidades enormes de munições e que quem estaria vazando declarações traições para a imprensa pode receber longas penas de prisão. Hora depois, Trump afirmou que está extremamente satisfeito com o trabalho de Pete Hexf na defesa, negando informações publicadas pelo Washington Post, que davam conta de um conflito com o secretário. Segundo o jornal americano, Trump cobrou Hexf, e uma reunião na semana passada sobre a excacesse de munições devido a guerra contra o Ira. O presidente teria se sentido enganado por acreditar que não foi completamente informado sobre o problema por auxiliares. A CNN apurou junto a autoridades do governo que o presidente americano tem reclamado, em conversas privadas, de reportagens na imprensa sobre o Estado do estoque de munições dos Estados Unidos. Trump disse que essas reportagens fazem os Estados Unidos parecerem fracos de antido irã, em um momento em que Washington busca demonstrar força e pressionar terã a aceitar um acordo para acabar com a guerra. Ainda segundo essas fontes, Trump ordenou que o departamento de justiça identifique os traidores dentro do governo. Porém, ao ser questionado pela imprensa na Casa Branca, o presidente americano reconheceu que certos tipos de munição não estão no nível considerado ideal. Nesta semana, a CNN reportou que os militares americanos já teriam consumido o equivalente a quase 80% dos meis 6 interceptadores tédios disponíveis antes da guerra e cerca de metade dos interceptadores Patriot. "Como você vê isso? Talvez o maior problema não seja dizer o Trump se gastou um monte de bala aí nesse tiroteio. Talvez seja o tempo que leva para repor as balas que ele gastou." "Sem dúvida, William. O problema foi agravado na guerra do controirã, mas o problema não começou com a guerra no irã. Desde de 2022, os Estados Unidos têm fornecido sistemas de armas para o crânia, primeiro com Biden diretamente, depois com Trump, por intermédio dos europeus. Então, Missa e Petro, Atmissa e Estáadi, que são os únicos sistemas de armas capazes de interceptar misses balísticos, lançados pela Rússia contra a Ucrania ou lançados pelo irã contra diversos alvos americanos nos indivíços países no Gofo. Eles são muito restritos e levam muito tempo para ser fabricado. O Missa e o Petro atilevem entre 18 e 24 meses desde a encomenda até o dia que ele entregue. Quase dois anos, há um custo altíssimo na casa de 4,5 milhões de dólares. E você, o presidente se referiu na reportagem nos vimos, que novas fábricas estão sendo criadas, mas isso não é simples. Essas fábricas precisam de trabalhadores especializados, precisam de toda uma cadeia de suprimidade.
uma cadeia logística com fornecedores também especializados, isso não acontece de uma hora para a outra. Então, a velocidade de reposição desse sistema de arma, Missa-Speytrot, Missa-Estádio, Missa-Estérra-Terra-Tacans, ou aquele Mício de ataque de precisão, eles são finitos. E os Estados Unidos não estavam preparados para a reação que o Irã impôs. Essa reação de atacar vários alvos diferentes dezenas de alvos no Globo exigiu um desdobramento desse sistema de defesa anti-aérea, também desdobrados por vários países do Globo, um consumo malta taxa de consumo de munição. E, como nós estamos dizendo, essa munição é muito dificilmente reposta. O presidente Trump tem razão ao reclamar de vazamento dessa natureza. A imprensa não tem nada com isso, a imprensa fica sabendo e divulga. Mas, realmente, uma informação muito sensível, a quantidade de toques de munição de um exército, é uma informação sigilosa, que deveria ser guardada a 7 chaves, e, evidentemente, não está sendo. É bastante plausível que, realmente, esteja a venda dessa falta de munição e isso é um problema gravíssimo para os Estados Unidos, porque demonstra uma fragilidade e diminui consideravelmente a capacidade de soazão do exército americano. Nós vemos, incrivelmente, o contrário acontecer. O irão estar dissuadindo os Estados Unidos, por intermedio da pressão que ele está exercendo nos países do Globo de realizar os ataques contra o irão. Essa guerra tem muitos ensinamentos que nós devemos prestar atenção, nós que somos militares, nós dedicamos a esse tipo de estudo. Agora, se há algumas das eleições que a gente aprende, é claro, a gente não pode imaginar interceptadores de místis balísticos que não seja nessa categoria qual o Paulo Acabou de se referir. São uma incessaltamente sofisticada para interceptar místis de muita velocidade, também para a unciutada interceptada. Agora, a grande surpresa de americanos é necessidade de preparar uma defesa anti-aérea para o acimétrico, que é o que parece ter causado, como já vem da Ucrania, o morte e por dificuldade. Olha como as duas linhas se cruzam aí, o rival queriam ver o sobre isso. A gente tem o rec-set, pedindo maior orçamento militar da história. Tem o Pentágono exigindo um tipo de comprometimento em cima de uma situação fiscal americana muito complicada. Para o que então? Pois é, eu acrescentaria que no ano passado, também os estados nos tiveram de reposos toques de místis antimícias e o Itupar Israel, que gastou muito desses místis para se defender dos místis balísticos e dos místis de cruzeiro -Lancado. -Ober dos 12 dias. -Velirã. -Ouvido-as dois salvos longos de místis, lançados pelo Irã, um abril depois de Junho e de novo agora este ano. Além de, como Paulo lembra, a defesa dos países árabes, tanto do golfe pésco, a Jordânia. Se você pensar bem, são campanhas, estenças da Ucrania, a Israel, a envolvendo os países do golfe. É uma quantidade muito grande, falando dos místis interceptadores, os Patriots e tal. Além disso, tem esses místis de ataque, que o Paulo também mencionou, os atacamos e os seus sucessores, que são os PRSM, os místis de ataque de precisão, e que, segundo as informações de várias fontes, estão praticamente acabaram. 80% foram gastos mais ou menos. Então, é uma situação muito grave. Esses místis, eles seriam destinados a um confronto com a China. E agora, os Estados Unidos estão sem dentes neste momento. Porque é mais fácil falar do que fazer, fabricar esses místis numa velocidade para reposos stocks. E aí entra também essa questão da lei de Ferguson, que é veio no século XVIII do Adam Ferguson. Nada a ver com o naio Ferguson. É, ele foi atualizado pelo imediatriz assim. Não tem nada a ver com o mundo, não tem passado o meu também. O meu deixou para eles, mas eles foram atraios. Mas ele atualizou, ele diz, "Oi, é um império em decadência, aquele que gasta mais com o serviço da dívida, essa atualização do naio Ferguson, do que com o defesa". Isso aconteceu com o Estados Unidos ano passado. Estados Unidos gasta mais com o serviço da dívida, de um trilhão de dólares, as duas contas. Mas é menor o gasto com a defesa, 958 bilhões de dólares, do que com o serviço da dívida no ano passado. Agora, como você diz, o Pete's Brexit pede um orçamento a partir do ano fiscal começa em setembro, de um trilhão em meio de dólares a algo. 50% acima. Exato, algo sem precedentes. Só que para custear um orçamento desse, que dificilmente será aprovado no senado, mas para custear isso ao profundaria, o problema fiscal da dívida. Então, isso é assim que uma potência realmente entra em decadência, quando a conta para financiar uma coisa acaba agravando o problema fiscal do outro lado. A gente vai pegar um outro ponto que você estava levantando, quando se usou a expressão, nós militares temos que ficar muito preocupados com estoques. Estou a que os membros de hardware, no caso, não estão falando de munição. Se a gente olhar para aquilo que na linguagem técnica se chamou equilíbrio convencional, um equilíbrio não estratégico nucleário, equilíbrio convencional mesmo, se ponto ao qual você se referir. Em que medida isso alterou o equilíbrio convencional entre China e Estados Unidos? Uma pergunta bem interessante, William, o problema é que há de sua ação, há de sua ação que os Estados Unidos sempre tiveram, sempre impuseram, elas se baseem em capacidades militares e mais a credibilidade de que vai usar essas capacidades. Ora, essa credibilidade de que vai usar as suas capacidades militares, foi colocada em cheque pelo presidente Trump, quando ele se mostrou muito a veço a assumir riscos. Esse consumo excessivo dos míceis superfície, os atacas e os míceis de precisão, de ataque de precisão, se devem a isso, como o presidente Trump não quer correr riscos, não quer que haja baixas na campanha, ele não manda, por exemplo, caças bombardearem a alvos lirã, porque esses caças têm que entrar nos passos aeroniãs e correm riscos de ser abatidos. Então, ele utiliza o máximo esses míceis, porque isso diminui bastante os riscos que ele assume. Então, os iranianos já perceberam isso. Eles perceberam essa versão horrisco e isso diminuiu a credibilidade de que os Estados Unidos impregariam as suas capacidades militares de forma plena. Por exemplo, os iranianos sabem que os Estados Unidos não farão um ataque a um desembarque afíbio, um ataque com buts on the ground, com soldados nas ilhas que controlam o estrei de ormuso ou em algum ponto do litoral iraniano. É muito pouco provável que isso aconteça. E com isso, a de soazão americana diminui. Ora, isso não serve só para o iran, e aí eu me aproximo da resposta a pergunta que você me fez. Os chinês estão prestando atenção nisso. Se os Estados Unidos não querem assumir riscos, numa guerra contra um adversário, é muito inferior, que é o iran, em capacidades militares, que dirá um desembarque afíbio em Taiwan, por exemplo, em um conflito no mar de sul da China, está todo mundo prestando atenção a o que está acontecendo. E aí os aliados americanos entrem alerta. A dois dias atrás, no último dia 4, o Japão divulgou sua nova documentação de defesa, sua nova política na sua nova defesa, estratégia na sua nova defesa, e é uma política muito mais acertiva. O Japão dizendo que vai construir capacidades militares, que ao longo desse tempo todo, a sua construção pacifista em posta pelos americanos no Poes Guerra, inclusive não permitir. Estão dando cambolhotas lá na lixulação para poder atualizar as suas capacidades militares, o que está desagradando bastante a China. Então, essa diminuição da capacidade de soazão dos Estados Unidos não tem reflexo somente nessa campanha norente médio. Tem reflexos também para essa postura dos Estados Unidos como fiel da balança no tia de operações nindupacífico, no tia de operações europeus, eles já disseram que os europeus que eles têm que se virar por conta própria, então aí os alemãs e ingleses, franceses, correndo atrás da máquina polonezes, para refazer isso à indústria de defesa. Então tem reflexos, isso tudo que nós estamos assistindo agora norente médio e já tínhamos começado a assistir na Guerra da Ocrânia e tem reflexos graves para todo o sistema internacional. Ele citou Japão, onde citaria nesse mesmo contexto alemã e amudando completamente o que ela foi depois da segunda guerra mundial. O ponto de vista do Trump, a sensação que a gente tem é que as opções dele estão se reduzindo rapidamente. É, ainda mais comuns.
essa degradação de munição, ele cita que há uma abundância de munições, mas são munições irrelevantes para essa discussão, são munições menores que não têm essas capacidades, essa sofisticação dos Toma-Rox, dos Tardos, dos atacamos, dos Patriots, e dos RSM, assim por diante. Ele está, para medida que se aproximam as eleições de meio de mandado de 3 de novembro, cada vez com menos margem de decisão, de escolhas, os iranianos estão acompanhando isso com enorme interesse, e sabem utilizar muito bem essa redução de espaço político que o Trump está sofrendo, e vão buscar o milhalo com um acordo, o mais penoso, o mais maximalista possível, no que diz respeito ao estreito de hormus, a gente nem está discutindo arsenal, não cliar as outras questões, estamos discutindo só o estreito de hormus que o Trump não consegue resolver nem isso, e que estão os iranianos realmente conseguiram aquele objetivo, que era cobrar um preço muito alto por essa aventura que os Estados Unidos centraram arrastados por Israel. Eu estou encerrando esse segmento, queria agradecer a, em primeiro lugar, ao coronel da caserva Paulo Fírio, que é mestre em ciências militares, analisa de gel político e política internacional, pela participação aqui na nossa roda, muito obrigado, Paulo Bonoite. É sempre o nome prazer, o ilha Bonoite. E a você especialmente também, é, Loli Val, obrigado, Bonoite. O programa está terminando aqui, mais conteúdos como sempre, vocês encontram na nossa página do WW, do site da CNN, Brasil, hora de ciência, edição, fica por aqui, obrigado, Bonoite.
Podcast Summary
Key Points:
Os 27 superintendentes da Polícia Federal assinaram uma carta em apoio à direção geral, defendendo independência e autonomia investigativa.
O ministro do STF, André Mendonça, reuniu-se com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para tratar de supostas interferências nas investigações sob sua relatoria, incluindo os casos Banco Master, INSS e Lulinha.
Mendonça adotou medidas para blindar os inquéritos, como restringir acesso a dados sigilosos e exigir comunicação sobre trocas de delegados, gerando tensão com a PF.
A carta é vista como resposta à desconfiança de interferência política, mas especialistas apontam que a PF é difícil de controlar devido à sua estrutura descentralizada e grupos internos diversos.
As investigações podem influenciar as eleições de outubro, com impacto nos índices de aprovação de Lula e Flávio Bolsonaro.
O vice na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, busca acelerar a resolução de uma acusação de estupro, oferecendo DNA para exame e pedindo perícia em 72 horas.
Governistas reduziram o tom sobre a denúncia contra Gaspar, que nega as acusações e as vê como perseguição política.
Summary:
A edição do programa aborda a crise institucional envolvendo a Polícia Federal e o STF. Os 27 superintendentes da PF assinaram uma carta pública em apoio ao diretor-geral André Rodrigues, reafirmando o compromisso com a lei e a independência investigativa. Essa manifestação ocorre em meio a tensões com o ministro André Mendonça, relator de casos sensíveis como Banco Master, fraude no INSS e suposto tráfico de influência envolvendo Lulinha, filho do presidente Lula.
Mendonça, que desconfia de interferências, reuniu-se com o ministro da Justiça e adotou medidas para proteger os inquéritos, como limitar acesso a dados e exigir comunicação sobre mudanças nas equipes. Especialistas destacam que a PF é uma instituição difícil de controlar politicamente, mas reconhecem que há mecanismos para atrasar investigações, como trocas de delegados. A situação é agravada pelo contexto eleitoral, pois as investigações podem influenciar o resultado das eleições de outubro, com impactos nas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.
Além disso, o programa discute a denúncia contra Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio, que nega acusações de estupro e busca acelerar sua defesa, oferecendo material genético para exame. A justiça ainda não autorizou a investigação formal, e a campanha tenta minimizar o impacto político do caso.
FAQs
A carta reafirma o apoio à direção geral da corporação e defende que a atividade investigativa não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei.
A reunião tratou da crise institucional envolvendo a Polícia Federal, com Mendonça pedindo atuação técnica e independente da PF nos inquéritos sob sua relatoria, como os casos Banco Master, Fraude no INSS e o suposto tráfico de influência envolvendo Lulinha.
Ele determinou que apenas policiais diretamente envolvidos nas investigações tenham acesso a dados sigilosos e que trocas de delegados ou integrantes das equipes só ocorram com comunicação ao seu gabinete.
A PF acionou a AGU alegando que o ministro interferia na autonomia da corporação, em resposta às medidas que ele tomou para blindar os inquéritos.
André Rodrigues afirmou que nunca recebeu direcionamento nas investigações, reforçando a independência técnica da corporação.
Gaspar, vice na chapa de Flávio Bolsonaro, é acusado de estupro de vulnerável por Soraya Thronicke e Lindbergh Farias. Ele nega as acusações, alega falta de provas e ofereceu material genético para exame de DNA para acelerar o esclarecimento.
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