Petróleo na Foz repete promessa do pré-sal de Lula
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A transcrição aborda o início oficial das campanhas eleitorais no Brasil, destacando a descoberta de petróleo pela Petrobras na Foz do Amazonas, que Lula apresenta como um "passaporte para o futuro", ecoando seu discurso de 2002. No entanto, o passado da estatal é marcado por corrupção, endividamento e interferência política, especialmente durante os escândalos da Lava Jato. Lula e Flávio Bolsonaro lançaram seus planos de governo, que diferem em temas como gestão de estatais, previdência, segurança pública e política externa, mas especialistas como Murilo Iaragão criticam a superficialidade dessas propostas, argumentando que a eleição será dominada por polarização e ataques pessoais, não por debates substantivos. A exploração de recursos naturais, como petróleo e minérios críticos, é vista como estratégica, mas ambos os candidatos carecem de um projeto claro de desenvolvimento, especialmente em relação ao licenciamento ambiental e às terras indígenas. Além disso, vazamentos de dados sigilosos, como os casos envolvendo Lulinha e Flávio Bolsonaro, são apontados como fatores que podem mudar o rumo da disputa, já que historicamente influenciaram as intenções de voto. O cenário é de uma eleição de rejeição, onde a destruição do adversário parece prevalecer sobre a construção de um futuro para o país.
[Música] Bom, no HSTACN, em Brasil, este é o WW. A descoberta de petróleo pela Petrobras, na FOS do Amazonas, foi hoje uma das minis pais-pestas da campanha de Lula pela reeleição. Isso é bastante previsível que fosse assim. A descoberta, aspas, pode ser o passar porte para o futuro, aspas, de si Lula. É praticamente a mesma frase de 20 anos atrás, quando a Petrobras anunciou a primeira grande descoberta do pressão. Lula ganhou aquela eleição, elegeu um poste como sucessora, juntos, fizeram da Petrobras a mais endividada empresa de petróleo do mundo. Isso não foi a ZAR. Foi o resultado de Petrobras, transformada no principal palco do escândalo de corrupção da Lavajato, aparelhada politicamente, usada como canal de desvios, obrigada a congelar preços, investir em guerros, além de abastecer o caixar em partidos e enriquecer a gente se individuais em conluio com empreiteiras. Mais do que esse escândalo monumental que consegue vivo na memória coletiva, a descoberta daquele petróleo trouxe uma lição que faz falta Lula hoje. A de que petróleo vale pouco sem se saber o que fazer com ele. O que está aí? De antes do Brasil, na chamada nova gel política da Ascomória, de dizer, a gel política dos combustíveis fósseis e biologia, a gel política dos minerais raários, a gel política da produção de grãos e proteínas. Ao falar, pela segunda vez, depois de uma segunda descoberta de petróleo, de passar porte para o futuro, Lula revela o que faltou naquele passado recente onde sobrou corrupção. Falta o inteligência estratégica, visão, um verdadeiro projeto de país. Tudo isso, trocado pela ambição de usar o petróleo para se eternizar no poder. Essa edição, vamos tratar também de Donald Trump fustigando mais dois aliados dos Estados Unidos. Antes, aos participantes da nossa roda nesse momento, estamos com Murilo Iaragão, advogado, cientista, político, COO, da consultoria Arco Adivais. Temos orgulho de dizer nossa parceira de conteúdo do site do WW, Murilo. Muito obrigado. Boa noite. Boa noite, manoite a todos. Daniel Hilton, tá aí, seré de a Caio Junqueira, meus colegas, Boa noite a eles. Os candidatos à presidência lançaram suas campanhas oficialmente neste domingo. Os dois líderes das pesquisas escolheram locais que, na visão dos mar do marketing político de ambos, têm uma forte ligação com as trajetórias, com as respectivas trajetórias políticas deles. Prave Bolsonaro do PL fez um ato em Copacabana no Rio de Janeiro, o berço da sua atividade política. Lula do PT, a evinção Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, berço também da sua atividade política. Nós vamos olhar o que possivelmente, o que possivelmente será explorado por eles, nos discursos daqui pra frente, na parte oficial do calendário do TSE das eleições, particularmente planos de governo, até o que ponto eles já estão ali formulados. O INSI que a Seninha ele tem empregado pra fazer essas escolhas é o fato deles representarem hoje, pelo que a gente vê nas pesquisas, não é arbítrio no aço, 70% das intenções de voto, até aqui estamos falando do momento, com a firma. Lula trata as estatais como centrais ao desenvolvimento nacional e da destaque a Petrobras, menciona no plano de governo a retomada de investimentos e pretende retornar ao segmento de distribuição. Flávio Bolsonaro fala em blindar as empresas de indicações políticas e de reativar o programa nacional de desestatização avaliando caso a caso. Sobre a providência social, Lula faz críticas a reforma realizada na gestão Bolsonaro e defende a inclusão de motoristas de aplicativos. Flávio Bolsonaro fala da proteção de aposentados contra fraldes e do investimento em tecnologia para zerar filas. Sobre a reforma administrativa. Lula comemora o que chamou de a maior restruturação da gestão de pessoas em uma data das últimas décadas. Seu plano de governo também fala do fortalecimento da mesa nacional de negociação com categorias do funcionalismo. Flávio Bolsonaro defende o tesouraço de gastos na máquina pública e a redução de dez ministérios além da iliminação de comissionados. Sobre terras rairas, o plano de governo petista quer a criação de uma política exclusiva e também a inserição do país nas cadeias globais de valor. Flávio Bolsonaro defende a criação de um marco regulatorio e a atração de capital estrangeiro para a transformação dos minérios dentro do Brasil. Sobre segurança pública, o plano de governo de Lula quer a criação do SUSP, o sistema único de segurança, o enfrentamento financeiro às organizações criminosas e o controle de armas. Flávio Bolsonaro pretende classificar as facções como grupos terroristas, defende o endorescimento penal e fala em redirecionar o auxílio reclusão para as famílias das vítimas. Sobre política externa Lula fala do protagonismo internacional da aproximação com briques e suglobal e da integração da América do Sul. Já Flávio Bolsonaro olha para a diplomacia como uma área pragmática pretende se aproximar de parecer os históricos como Estados Unidos, Argentina e Israel e defende a inserição do país na OCDE. Morilo, começando por aí, evidentemente que nós estamos falando desbossos de planos de governo, o que importa no momento, isso é óbvio, para todos nós que lidamos com isso, é o impacto do marketing das táticas eleitorais, mais mediatas e tudo mais. Nós estamos fazendo aqui um esforço, talvez seja ilusório da nossa parte, quero ouvir você a respeito disso, em que medida está claro o que cada um pretende fazer. Você nos ouve, Morilo? Oi, ouço, sim. Você quer que o repita para a volta, ou você conseguiu ouvir? O momento é de. O momento é de início de campanha, né? Ninguém ainda assimilou essas propostas e tampou com a lição atraentes para o debate posto hoje, que é um debate polarizado de radicalização ideológica e de dois líderes na campanha que se remete ao passado para tentar construir o futuro. Os programas são intenções, sempre foram, são trelas em branco que se joga ali tintas com algumas pistas, mas evidente tem coisas requentadas, por exemplo, essa questão da segurança pública, a proposta de aprovação do SUSP, ela já está andando no Congresso, ela já passa de já buti sem grande interesse do próprio governo até, porque demorou muitos anos para se desengar vetada e chegar ao Congresso. Então hoje, o impacto da apresentação dessas iniciativas ainda é muito pequeno, porque nós estamos noblados pela polarização mal educada que a sola política brasileira. A polarização insuportável, eu diria, que na verdade interdita qualquer debate sério, que é exatamente quem está tentando fazer aqui no programa. Daniel, eu queria falar um pouco do petróleo, essa questão do que você abriu o programa falando petróleo é muito interessante, porque depois de 12 anos, a petróleo para se conseguir explorar um poço exploratório, um poço, precisava ter explorado uns 40 para ter certeza de que ter uma produção absolutamente importante, mas as autoridades ambientais sempre embarreram as licenças de petróleo. Então o Brasil corre o risco, da que a pouco de virar importador de petróleo bruto. Nós já somos e portadores de petróleo refinado para combustíveis e seremos se não houver um aceleração nos investimentos no centro e o importador também de petróleo bruto. Então que faltou ali no programa dos dois, ou pelo menos o nosso resumo do programa dos dois, como cada um tem mais 70 páginas, provavelmente tem alguma referência a licenciamento ambiental. Daniel assinou com a cabeça dizendo se entenhe, qual é Daniel? Porque essa parte eu gosto, ele então fiz ali a tarefa de olhar com bastante atenção. E aí a proposta mais inovadora em relação que você tem hoje é a de Flávio Bolsonaro para licenciamento ambiental e exploração de atividades econômicas em terras indígenas. Veja, Flávio Bolsonaro, que é um licenciamento ambiental, mais ágil, seguro e moderno, são umas palavras dele na campanha. O que de certa forma já existe se você levar em conta a lei nova de licenciamento ambiental que foi aprovada pelo Congresso vetada por Lula e teve seus vetos derrubados. E o que Flávio também está propondo é uma regulamentação do que já preve a constituição que é a exploração de atividades econômicas, mineração, atividades agrícolas, usinas
hidrelétricas em terras indígenas. A constituição prevê isso, mas nunca foi regulamentada. Agora, isso emula também um projeto de seu pai. Aliás, como quase tudo é a marca do seu plano de governo e do lançamento de sua campanha, é emular o país-jaíro. Isso foi tentado no governo-jaíro Bolsonaro e não avançou no Congresso. Curioso é que, em na quinta-feira passada, o Supremo deu um prazo de dois anos, 48 meses, para que o governo mande uma proposta ou o Congresso regulamente essa parte de exploração de atividades em terras indígenas. A gente consegue perceber se você quiser abordar por esse lado também, e vai ficar vontade. A gente consegue perceber qual o tecla que ele vai martelar. Principalmente quando a gente fez esse resumo da apresentação, nós procuramos ser esquemáticos, evidentemente, não temos espaço de que ninguém tem espaço na televisão para resumir 70 páginas e transformar isso em algo palatável, para um audiência que está querendo saber as linhas gerais, o que eles estão colocando. Se a gente pega a linha gerais, a gente tem diversos contrastos. Vamos pegar esse então. Com quem a gente começou o programa? Claro, é noticiário da maior importância por país, descoberta de petróleo é sempre boa notícia. Como eles vão martelar isso aí? William, do lado do Lula, o que a gente tem visto é transformar a petrobrás cada vez mais em uma empresa que investe em transição energética, e eles têm falado bastante de usar petrobrás também em outras áreas como minérios críticos. Isso já está no plano de governo. Eu tive uma conversa recente com um dos que estão formulando o programa de governo do PT nessa área. Algum interação com o BNDS, os utilizando a petrobrás e a vale para criar um fundo para minerar as críticos. Vai ser e continuar a ser meio que mais do mesmo ali. O governo tendo a estatar como a grande empresa brasileira, justamente para tocar investimentos em outras áreas também. E eu cuidei de ver na semana passada, inclusive o Adriano Pires, estava aqui em alguns momentos com a gente, e ele organiza o plano de governo do Flávio nessa área e segundo ele a ideia é flexibilizar a licenciamento ambiental para ter uma exploração mais ágil nesse setor e capitalizar a petrobrás. Essa foi a expressão que ele usou. Ele falou privatizar na largada, não, mas capitalizar a petrobrás. O ponto que nós está ficamos ali foi a atração do capital extranjeiro para a expressão entenda crítica, favor. O capitalizar foi um movimento que o governo já fez no começo dos anos 2000 em que diluiu a participação do governo federal. Ele mantive uma posição forte, tem o controle das ações de voto, mas capitalizou bastante. Quando faz essa capitalização via ser depravado, diluia a posição do governo federal. Essa diluição é quase como uma privatização, mas ainda daria, por exemplo, fonte de receita importante pro governo. O capitalizou, não foi em 2010, não teve uma capitalização para o pressão. Tive uma capitalização, a primeira capitalização foi no início dos anos 2000 e depois veio a segunda. O governo saiu como emolou com maior capitalidade da história do capitalismo, lembra? É, é, é, enfim. E aí, a mesma turma que comproação da petrobrás no começo dos anos 2000 e segurou como uma propança para a vida em 2010, foi aqui mais perdeu por causa do histórico todo que você trouxe aqui de ingerencia, individamento, corrupção e por aí vai, né? A petrobrás conseguiu se revelar ali uma empresa que tinha força para sair disso. Essa força só aconteceu por uma coisa que vai na contramando o que o que o cario acabou de trazer. Quando Pedro Parade assume a petrobrás, ele pergunta lá dentro e diz o que a petrobrás faz de melhor, explorar petróleo. Então é isso que nós vamos fazer. Então sai da distribuição e se planeja para sair do refino, porque é do ponto de vista da rentabilidade para onde vai o melhor dinheiro que traz, o melhor retorno, com uma visão de que a papel social da petrobrás é entregar a melhor empresa para o país, recolhendo impostos, gerando emprego, investimentos e por aí vai. Então o que assusta hoje é, não é, é, achar que a petrobrás vai demorar e realmente está demorado. Mas é assistir ao governo Lula e enxergar a mesma fórmula que tirou dinheiro de quem investiu na petrobrás, que fez a petrobrás praticamente quebrar numa nova era de exploração do petrobre. O Rio, voltando à sua expressão, numa das suas primeiras intervenções aqui no programa, quando você se referiu a dificuldade que todos os agentes políticos têm nesse instante, as novos países também assim, de serem concretos em relação a que querem fazer em função da polarização. Você é na sua posição de observador, você identificou algo que eventualmente boteu óculos de cor cor de rosa aqui, tá? Só para você saber a razão da pergunta, nos tire disso, ou é isso que a gente vai encarar daqui até qual é a doutura? É, tá muito cedo para acontecer alguma coisa significativa que qualifique o debate político, não, não. Nossa debate política vai continuar rasteiro, os programas são programas, eu me lembro, é uma passagem bastante interessante que quando o PMDB que via em tancredo neves, um PP, né, porque o tancredo era do partido popular, uma acisão do PMDB e se fundiram ali para disputar as eleições direitas para governador em 82. Então quando o tancredo é escolhido, o candidato e os partidos se fundem, o PMDB rapidamente preparou um programa justamente com as suas tezes, mais a esquerda, fizeram um documento enorme e foi apresentado o tancredo no antigo auditório Neriu Hams. E aí eu estava sentado atrás do La Fonsca Margo, que era secretário-geral do PMDB, e aí o tancredo recebeu o livro, deu uma folhada e aí a Fonsca Margo disse, o tancredo já lê o programa inteiro, é isso aí. Ou seja, é programa para inglês ver no Brasil. Há uma outra coisa assim, principalmente que tiver maior a pelo popular, vai ganhar tração, mas essa eleição tende a ser a eleição de destruição do adversário, não de construção do futuro. E esse é o grande problema no Brasil, a gente tem uma eleição que o debate deve ser pobre, aliás vão até fugir dos debates, né, por exemplo, já anunciaram Flávio Lula, não vão participar do debate da bandeirante, ou seja, então isso tudo mostra a pobreza do momento político brasileiro. E eu não vejo grandes alterações se tá escrito isso aquilo, até porque, por exemplo, o próprio Lula discredenciou, descualificou as afirmações do Gabriel e que cuida do programa com relação à economia, porque eram contrárias à orientação que o ministro do Rio Grande está dando, principalmente em relação a essa convivência com a faria Lima. Então, eu não vejo o debate se qualificando, não há interesse real dos candidatos, teria cegar as eleições, pagar as eleições, tem que destruir o outro porque essa é uma eleição de rejeição. Eu vou ver quem. O William, posso fazer uma correção aqui? Porque o Cario falou da capitalização de 2010, ela foi diferente do começo dos anos 2000, porque nessa capitalização do pressão, o governo aumentou a sua participação na empresa. E a ideia de capitalização hoje é de iluição do capital do governo, só queria fazer essa ponto aqui. Vamos voltar. William, eu vou fazer uma correção aqui com relação ao tema fertilizantes, por exemplo, o Brasil aumentou 2,5% a produção de fertilizantes no ano passado. Continuamos a importar mais de 80% do fertilizante que nós necessitamos. A Petrobras tem um projeto fertilizante que tá parado, que tiveram investidores interessados em avançar com esse projeto, mas são aparados e o Brasil importando fertilizantes no ambiente de arco político muito delicado. Já são impotações, são da rússia, por exemplo. Você está chamando nossa atenção para um lado adicional a questão estratégica, como é que o Brasil se mexe na gel política das comuns? Eu vou voltar para a questão estratégica de quem é que está melhor posicionado para destruir o adversário, usando a expressão que se acabou de empregar. Não foi a toa que isso que hoje aconteceu na uma parte, em um significado político, Daniel, além da descoberta do petróleo e como explorala do ponto de vista estratégico, pontos que o Murilo estava trazendo também. Que é o seguinte, nós temos o presidente, o Congresso, dando uma volta e dando apoio ao atual presidente, isto muda o cenário das eleições em que medida. Não acho que o emôdio cenário das eleições muda muito o cenário para o Davi ao columbo, o que eu quero dizer? Na cabeça do ao columbo, apoiar o Lula pode, pelo menos buscar uma neutralidade, se reflete em várias, vários desfechos. Primeiro, o candidato apoiado por a columbo no Amapá está quase 40 pontos atrás do seu adversário político nas pesquisas de agora. Segundo Davi ao columbo e vários setores da política, vem
uma polícia federal instrumentalizada e cujo diretor geral tem muita proximidade com o presidente da república. Então, desconfiam dos rumos pra onde investigações do Master, do NSS e de outras questões comementas parlamentares pode ir por um lado ou para o outro. O primeiro amigo do presidente da república poderia significar uma expectativa de, digamos, a polícia federal não vai mexer comigo. E, em terceiro, acho que tem um ponto que da violculumbre ali em determinado momento, quando a rejeição de Jorge Messias pro STF tentou pescar pra direita. Uma direita que deve ser uma maioria a partir do ano que vem no Senado. E ele viu o seguinte, que tem duas candidaturas colocadas ali, que são de Roger Marinho principalmente. Mas também de teresa Cristina Kissonha com esse posto de presidente do Senado, e que ele não vai receber os votos da direita. Então, significa ali apostar as suas próprias fichas em um pôr de certa forma com um governo lula, que ele acredita que pode ser releto, que tem algum mais chance de ganhar do que de perdendo a cabeça de da violculumbre, que, portanto, seria uma forma de continuar relevante a partir de 2017. Eu vou chamar o intervalo, a gente continua na conversa sobre eleições, e agora o começo delas. Daqui é pouquinho, pessoal, até já estamos esperando vocês. [Música] Estamos de volta do intervalo falando desse começo de campanha. Vamos lá, vamos refazer o sino que é o seguinte. Com todo mundo que a gente conversou com a marketing, os especialistas e campanhos, próprios candidatos. Todos eles diziam o seguinte, "Ah, quando começar o tempo de ter, agora, começou". A campanha pega outro jeito, que ele tem uma importância muito grande. Vai ser as primeiras horas confirmar isso? Eu vejo essa campanha com uma campanha de vazamento, de dados sigilosos, dos dois principais grupos. Não é a campanha. Ela vem numa continuidade, né? Veio que hoje já saiu informações sobre o Lulinha, essa história da Suíça. Eu acho que o lado de lá também, a qualquer momento, até o final do segundo turno, pode ter vazamento, quanto Flávio Bolsonaro, alguma coisa envolvendo o filme Dark Rossi e eu tenho a impressão olhando a linha do tempo e as pesquisas deste ano, foram esses vazamentos que mudaram os candidatos de posição. Flávio Bolsonaro estava em primeiro. Até o dia 7 de maio veio a operação condicionou-guera na semana seguinte, Dark Rossi, o Lula passa, o Flávio sai. E agora, no final de agosto, Lulinha, a abertura de investigação pelo supremo, uma semana depois do caso marcou-la, Flávio volta a subir e o Lula cai. Então, na minha percepção, é isso que vai definir a eleição, porque se tiver um vazamento na última semana do segundo turno, cinco dias antes, dez dias antes, ele tem potencial de virar o jogo a favor de um lado ou de outro. Meu corrupto favorito, né? O que? Não, não, não. Eu. O que foi o mundo aqui? -E não é um camereiro aqui, não é? -Tava a câmera aberta. -Não, não. -O que eu fiz que estou me esquecendo. -Não, não fali isso, não se casca. -A gente já fecharas no meio. A câmera estava aberta, meu corrupto favorito. -Não, não. -Fou o meu lojo. -É o ocajunqueiro, não? -A gente vai discutir. -É o ocajunqueiro, é nosso, ninguém casca. -Tamo em acho. Mas vamos lá. É a eleição do meu corrupto favorito, não é? Porque se vai ser uma briga entre os vazamentos, quem é que está mais envolvido com o quão escândalo. E o eleitor não consegue sair dessa polarização. Eu acho que os pesquisas estão mostrando e o Marcelo Torkaski, que é o CEO da Nexos, que essa pesquisa foi divulgada hoje, é dessa uma rodada da Nexos BTG hoje. Ele falou exatamente isso. Ele falou o eleitor, ele quer lula e flarva Bolsonaro. Ele não tem confiança de qualquer outro, que qualquer outro vai conseguir mudar ou tirar aquele que ele não quer. Então, eu vou escolher o meu corrupto favorito, aquele que eu consigo aceitar mais, e vou evitar que o outro, que o detesto, não seja eleito, independente de qual. A polarização, ela me parece que já está. Você mesmo institui 70%, mais de 70% de eleitor. -E o nosso critério para poder. -Já tão com a decisão. Tomando aí, não vão mudar. Murilo, como é que você está vendo a importância disto que começou a poucas horas a exposição das pessoas ao bombardeio da propaganda eleitoral? Gra-tuita. William, é ainda cedo para saber das repercussões. Concordo com a Thaís e com o Cairo. Essa é uma eleição de escândalos. Não é a eleição de propostas. É uma eleição de vazamentos. É uma eleição onde os escândalos, vilado a lado, vão determinar a postura de um universo de eleitores que, provavelmente em torno de 5,6 milhões de eleitores que não são nenhum lado, nenhum outro. Vamos decidir para quem votar. O menos pior. Ou que eles odeiam mais, eles vão votar ao outro lado. Então, o tom dessa escolha vai ser influenciado sobretudo por esses escândalos. Principalmente pelo fato de que nenhuma das duas narrativas realmente empolga. O Lula não buscou o centro político do país que ele poderia ter feito e estaria uma outra qualidade para ele nesta campanha, mas ele não fez, ele ficou capturado. Um discurso nós contra eles. Agora com o discurso da soberania nacional. O lado do Favio Bolsonaro traz uma revolta quanto que aconteceu com o pai, uma perseguição, um julgamento injusto, enfim. Todos trabalham num campo de mago muito grande. Então o que vai efetivamente desse dia escolha? Salvo um acontecimento extraordinário. É o volume de escândalos e quanto esses escândalos poderão danificar a candidatura de um ou de outro. Essa expressão que o Murilo usou, Daniel, não empolga. Um começo de campanha que não empolga. Como é que você se viu nesse começo de campanha, Daniel, se dada. Você se empolgado por alguma coisa. Ou absolutamente com o antares que se estroço todo. Aí é que está, eu concordo que é uma eleição dos escândalos, mas é também uma eleição mais da rejeição do que foi a eleição de 2022, em que você tinha a militância muito energizada e muito ativa dos dois lados. Agora é uma eleição da rejeição de que ninguém está empolgado. O Luda precisou importar a militância petista de outras cidades e de outros estados para encher está adio no primeiro discurso de campanha. Ninguém estava ali em massa, o clave não conseguiu reunir muita gente em Copacabana para a inauguração do seu movimento também. Então, me parece que desta vez a gente está falando muito mais de uma eleição que vai pela rejeição. E aí os dois lados estão definindo muito bem na cabeça das pessoas quem que é o seu inimigo. Para mim está claro, porque o inimigo de Flávio Bolsonaro é o STF, a mafia do STF, que dizia isso, esse foi o adversário escolhido ali, além obviamente do Lula. E para a campanha do Lula o adversário para além da família Bolsonaro é Trump. É a invasão extranjeira, a interferência de outros países, a defesa da soberania, o que você tem que valorizar. Chama atenção para o fato de que nesta mesma época, 17 de agosto de 2022, a diferença nas pesquisas da Tafolha, por exemplo, mostraram a diferença de mais de 10 pontos a favor do Lula contra o Bolsonaro. Essa diferença hoje é muito menor. E agora, como essa campanha não significa horário na TV, é o momento em que o debate eleitoral que parece distante, porque a gente estava com o Copa do Mundo, mil distrações, entra na casa das pessoas e faz parte da sala de jantar, faz parte da festinha de aniversário das crianças. Isso começa, isso começa agora. E aquela diferença que foi de mais de 10 pontos em 17 de agosto de 2002, acabou em quase nada agora é de três. No fundo, às vezes, eu penso, meterando que eu sou de várias campanhas, e sobretudo, a grande atenção que a gente deu a esses profissionais de marketing. Alguns fizeram carreiras meteoricas, se transformaram em expressões, em personalidades nesse ramo da indústria da publicidade no Brasil, que altamente desenvolvida na comparação internacional, inclusive. Aos marketing, o Cairo tradicionalmente, sempre se atribuiu um ponto central. Tanto que Vila Manchete, né? Fulano se livrou do marketing, Fulano brigou com o marketing, Fulano botou o marketing, ele chegou a ser técnico dos times, chegou a ser técnico das campanhas. Me parece, sobretudo, em função do argumento que vocês estão trazendo. Do peso das revelações trazidas pelas investigações, no mar de lama, que esse papel hoje já não é mesmo? Não, William, acho que mesmo com muitas denúncias, o papel do marketing, ele existe a essencial na forma como você vai elaborar o discurso, como você vai comunicar.
a denúncia que você foi atingido. Lula, claramente, desde o começo do ano, quando começou a aparecer muito lulinha, defendendo todas as investigações, não falo pelo meu filho, no meu governo, a polícia tem liberdade para investigar quem quer que seja, inclusive o meu filho, diferente do governo, do Bolsonaro, que a ouvir, enfim, e por aí vai. Eu flavio também, claramente. Agora, o flavio, o escândalo da Ecke Ross, obrigou ele a mudar de marqueteiro, porque a forma como comunicou foi muito ruim. E depois ficou um mês um novo marqueteiro, não conseguiu sair. Aí o Voldemort vai, pega o do Dalima, que é o marqueteiro preferido, antigo, conhecido do Voldemort, e tenta encaixar um discurso. Muito embora, ele não pegou uma crise ainda, o do Dalima assume um bom momento de campanha. Nas outras duas campanhas, cairado, isema, que não tem, que tem no flavio Bolsonaro como principal adversário, ali eu sinto uma batéção de cabeça e conta de estratégia. Bateiro não bateiro no flavio Bolsonaro, eles vivem constantemente esse dilema e vão trocando de marqueteiro mudando a estratégia a depender da pontuação nas pesquisas. -Emais um. -Evou passar a voz. -Marqueteiro dele. -Trucoa. -Eu queria passar para você o seguinte. Um fator aqui, todos colocaram a nossa roa, é o seguinte, fator externo. Investigação escando é o fator externo, isso não é criado por marqueteiro. Há um fator externo de alta relevância hoje na economia, recuperação de estiladas casas baí. Fala-se, isso não é coisa de operação de mercado de captais. Fala-se num número recorde de nada em preências, fala-se no peso da dívida em que medida que isso vai bater nas campanhas. Está aí, é um fator externo. -O presente do Banco Central, hoje em um evento aqui em São Paulo, foi importante esse marco da fala dele, porque ele disse, o problema que nós estamos enfrentando agora é daqui, é local. Tem turbulência lá fora, tem, tem provão de crédito lá fora, de individamento lá fora, que ele leva a taxa de juros lá fora, que prejudica nós, sim, mas prejudica o mundo inteiro. Então, o problema nosso é grande e tá aqui. Então, hoje, será as 9 milhões de empresas individadas. A própria casas baía, que é super emblemática, que é a simbólica do Varejo Popular no Brasil e outras que quebraram na mesma estere por repressão judicial, por insurficência financeira, por ser dependente de mais do crédito da bacharenda, que é exatamente esse que tá mais individado. Então, já faz alguns meses que os economistas mais ortodóxos, aqueles mais estudiosos da história econômica do Brasil, estão chamando atenção para um roteiro, o armínio Fraga fez isso, não foi letrinho Paulo, esse fim de semana. O roteiro para caminhada, para uma crise, ele tá sendo dado todo dia, e a situação do Varejo, do crédito privado no Brasil, que não é mais só uma questão das pessoas, das pequenas, das micro e das grandes empresas, ele vai precisar ser endereçado. E não adianta imaginar que vai fazer desenrola. Tem que mexer na causa, e a causa é fiscal. A sua querida está nos deixou um minuto, um murilo. Para você nos dizer, que impacto você é MTV, desses fatos da economia na campanha. Eles incomodam, porque a sensação térmica da economia é um fator muito importante para a escolha do voto. Eu, eu tragundado, que é interessante, aqui, Brasilha tem um roteiro de shows significativo. Um show cuja a previsão seria ter 20 mil, 25 mil ingressos vendidos. Quando foi oferecido ao mercado, vendeu apenas 4 mil. Isso prova que há um problema de dinheiro na população. E em especial, a cidade com o Brasilha, que tem uma renda média muito alta. Então, é o sinal de alerta. Isso pode, efetivamente, atrapalhar a campanha. Principalmente, é quem está no poder, que todo mundo olha pro governo, o presidente da república e a ponto dedo, se a economia não tiver bem. Então, isso é um fator que pode sim, também influenciar, como os escândulos, como o caio de isso, e a rejeição, que são um povos fatores marcantes no processo, vão encaminhando a eleição. É só um ponto sobre a propaganda na televisão. O importante dela não é apenas apropagando em cima, mas os cortes que vão ser feitos, a partir da propaganda, e distribuído macissamente pela gente sociais. Murilo, começando por você, Murilo Derragão, advogado, cientista político, CODA consulturiar com a device, que é a nossa parceira de conteúdo no site. Obrigado pela presença no programa Boa Noetmunil. Boa Noetm, Tata, Boa Noet, Caio, Daniel e William, abraço para vocês. Daniel, Taís, Caio, igualmente Boa Noetm, vai para o intervalo na volta. Vamos falar de Trump, ameaçando aliados dos Estados Unidos, essa vez, o mãe e coreia do Sul, a Terra. Estamos de volta do intervalo, a água era participação no programa do coronel da reserva Paulo Filho, ele é mestre em ciências militares, analisa do gel político, política internacional, obrigado, Boa Noetmunil. Boa Noetmunil, Boa Noetmunil, Boa Noetmunil, Boa Noetmunil, Boa Noetmunil, e claro, nosso Lourival Santana Boa Noetmunil. Boa Noetmunil, Boa Noetmunil, Donald Trump conseguiu, ele tem estes forçados, mas hoje foi particularmente crítico que ele fez. Ele piorou as relações com dois aliados, de longa data dos Estados Unidos em áreas nevralgicas. É quase inacreditável, mas é o que ele fez. O presidente americano ameaçou o bom bar de ar ou o mãe, até não sobranada nas palavras de ele, ou mantali do outro lado estreito de hormônios, para quem se elema numa pinha. E ele fez outra coisa ainda, ele reduziu exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul, com já situações Estados Unidos em desde o final da Segunda Guerra Mundial. Como é que ele fez isso? Ele alegou relações boas com o ditador da Coreia do Norte, que em Jungung. Não é feio que não. É isso mesmo que aconteceu com o fila. Ao longo da presidência de Donald Trump, nem os aliados históricos dos Estados Unidos passam longe de ameaças do republicano. Segundo o levantamento da CNN, ele já atacou ou ameaçou atacar um em cada 13 países do mundo. Dessa vez o alvo foi o man, a nação do Oriente Médio tem facilitado conversas entre os americanos e irã, a respeito do estreito de hormônios. Trump disse que caso o man atrapalha as tratativas e tem de dividir o controle da passagem com os iranianos, vai bombar diálogo até não sobrar nada. Essa não é a primeira vez que Trump tenta intimidar o paisarbe. Já recorreu a estratégia em maio quando os homães negociavam um pedagem no estreito de hormônios com os iranianos para liberar a passagem de embarcações pelo local. A nova declaração chega junto do fim oficial do memorando de entendimento entre Washington e Teran. O prazo para ambas as partes negociarem um acordo permanente terminou nesta segunda-feira, oficializando fim de um já frágil ser sarfogo. A Casa Branca promete novas anções contra os civais e disse que a capaz de manter o bloqueio na Valio Ramos por meses. Trump disse que o governo tem contato direto com a guarda revolucionária eslâmica. "O conflito contra o irã fez Trump aumentar críticas contra outro aliado histórico dos Estados Unidos, o repoblicano anunciou que vai reduzir a presença americana em exercícios militares na Coreia do Sul, que começaram nesta segunda. Os Estados Unidos têm sido os maiores aliados de seu desde o fim da Segunda Guerra Mundial e também depois da Guerra da Coreia. São cerca de 28 mil tropas americanas do território suco-oreano, o maior número em toda a Ásia. Trump também citou o bom relacionamento com o líder da Coreia do Norte, que em Júnior, para justificar a mudança. Esses exercícios não são apenas caros, com grande parte desses custos pagos pelos Estados Unidos na América, mas também transmitem um sinal totalmente inapropriado e hostil ao país que, enquanto Donald Trump tem sido presidente, tem se mostrado não ameaçador e respeitoso. Dice em uma publicação nas redes sociais. Mas tarde afirmou que Pion Yang respondeu as elogios. Kim Jong Un always treated me com um grande respeito. E nós nos encontramos em um número de casos, porque, apesar das cortesias, os dois líderes tiveram uma relação conturbada ao longo do primeiro mandato de Trump. O republicano chegou a chamar Kim de Baixinho e Gordo depois de ter sido chingado de velho por ele. Os dois se encontraram pessoalmente três vezes. Em uma delas, Trump chegou a entrar na Coreia do Norte. O primeiro presidente americano na história acruzar a fronteira do país asiático. Na época, ele tentava ativamente um acordo nuclear com Kim, mas não obteve sucesso. Paulo, para quem é estudioso de querrafria, por exemplo, é a única comparação possível, seria de um problema.
presente americana no sear retirada liberlinha durante a guerra fria. Então a importância de berlinha ocidental no esquema no final da segunda-hermonde a hora para toda a arquitetura de segurança. Não só a Europa, mas do conjunto. No enfrentamento entre as duas superpotências da época, é o que ele fez hoje que é Coreia do Sul. A gente registra no caso da Coreia do Sul, a linha do do Arnistis, até hoje, no capaz entre os dois, é perdura há 70 tantos anos. E quanto ao humano que tem uma posição geográfica decisiva, ele é me assar ou bliterar. Eu acho que talvez alguém ainda leva a Trump a sério. Trump, eu confesso que quando eu vi essa notícia do presidente Trump, eu não acreditei. Eu achei que isso é fake news e fui procurar pessoalmente na rede social dele a declaração. Vamos começar pela Coreia do Sul. Isso é muito ruim de várias formas, várias formas diferentes. Os Estados Unidos tem um acordo de defesa mutua com a Coreia do Sul desde 1954. Os Estados Unidos tem 28.500 militares estacionados na Coreia do Sul. Então, uma Coreia do Sul, que é um acordo de defesa mutua, ele pressupõe uma série de interações entre as forças armadas dos dois países. E, a mais importante delas, são esses exercícios militares conjuntos que vão começar a ir dentro de poucos dias. E não é isso, não é uma novidade. Estás sempre participando desse tipo de exercício. Só que esses exercícios ganham a relevância na medida em que a Coreia do Sul tem um tratado recente de tratar de militar uma aliança com a Rússia. A Coreia do Sul tem mandado tezenas de milhares de soldados para Rússia. Esse soldado estão evidentemente aprendendo técnicas táticas e procedimentos de parte. Paulo, Paulo, Paulo, Paulo, Paulo, você pula um lapso de escorredo sul e eu sei que você queria dizer corredo norte, confere. Desculpa, corredo norte evidentemente. Claro, para não foria do norte, tem um acordo militar com a Rússia e mandou tezenas de milhares de soldados para frente de combate na Ocrania. Esse soldado vem aprendendo técnicas táticas e procedimentos de combate modernos lá no campo de batalha da Ocrania. E é muito importante que os Estados Unidos e sul-coreanos trenam juntos se aperfeiçam em porque, como você disse, a Coreia do Sul ainda está formalmente em guerra com a Coreia do norte. Então, isso é um acordo militar. Outro aspecto é que, a Coreia do norte, uma potência nuclear, ameaça muito outro aliado dos Estados Unidos na região que é o Japão, com quem os Estados Unidos também tem um acordo militar, uma aliança militar, e onde também estão estacionados cerca de 50 mil mil militares norte-americanos. E a sede da frota americana no indo pacífico fica na era ideal. A ameaça que a Coreia do norte representa para o Japão é muito grave, é muito importante, como que os japoneses interpretam esse afastamento dos Estados Unidos do seu alheado Coreia do Sul. Será que os japoneses não pensam que eles podem ficar também na mão em caso de necessidade? Será que eles confiam que os Estados Unidos ou Harão essa aliança militar com o Japão? Aparentemente, os japoneses começam a desconfiar porque recentemente saiu a nova estratégia nacional de segurança e o Japão está fazendo uma mudança radical nos seus investimentos em defesa, comprando novas armas que a Constituição de certa forma impede, essa compra, mas eles estão dando um jeitinho para comprar essas armas, então também tem a questão japoneses. Tem a questão dos Ucranianos. Os Ucranianos estão recebendo no seu território o impacto de míssis fabricados pela Coreia do Noorte, ou seja, a segurança europeia está sendo ameaçada efetivamente pela Coreia do Noorte. Então os alheados europeus dos Estados Unidos no OTAN também têm uma palavra a dizer nessa confusão toda porque afinal de contas a Coreia do Noorte também está a ameaçando a defesa europeia, ou seja, a defesa do OTAN de onde os Estados Unidos são parte, o principal parte da aliança, ou seja, os Estados Unidos é deixam na mão os seus principais parceiros e isso tem graves reperções e nós já estamos vendo essas reperções. O primeiro ministro líder Coreia do Sul já disse que é tão importante a defesa conjunta com os Estados Unidos quanto a defesa pelos próprios meios. Então nós já estamos vendo uma corrida armamentista no Japão, vamos assistir uma corrida armamentista na Coreia do Sul, uma corrida armamentista na Europa também já estamos assistindo porque todas as parceiros passam a confiar menos nos Estados Unidos. Ambucado de coisa, eu queria colocar o lovão na conversa agora com a frase sua. Como interpretar Trump? Eu acho que hoje foi um dia rico em evidências do vos altos termos no Subscata, não sou o psicanalista de Trump, mas de um estado mental de dificuldade de lidar com a situação do presidente Trump. Para as evidências são externas, não há nada aqui de uma informação privilegiada. A gente viu na televisão. Primeiro, ele mandando a reporter da CNN Calarabuca reiteradamente. "Science, silence". "Ah, só podia ser CNN". Quando ela perguntou como ficaria até quanto seriam reduzidos os exercícios militares com a Coreia do Sul, era uma pergunta objetiva. Queria saber o que tinha sido decidido? Não era um comentário, não era uma opinião da repórter, era uma pergunta numa entrevista coletiva. E ao mesmo tempo, essa ameaça de destruir o Mã. Eu tive um Mãe em 2022 exatamente olhando para o papel que esse país tem de mediação histórico pela sua posição geográfica de fronteira com a Araba Saudita, de fronteira com o IEM, de estar ali dividindo o sredo e o irmuz com o Irã. E sempre foi um papel muito estratégico que ele está exercendo neste momento, buscando uma solução. Ele é um mediador. Exato, uma solução para o trânsito no estreito de o irmuz com o Irã negociando, com o Irã buscando uma saída para o mundo, para o Trump, para um problema que o Trump criou. Bom, isso do lado de Oma. E do lado da Coreia do Sul, o melhor do lado da Coreia do Norte, o Trump demonstrou uma nostalgia por aquele romance que ele teve com Kim Jong-un, que não levou a nada. Deslá para cá o Kim Jong-un só aumentou, hoje tem 60 calculas que tem 60 ojivas nucleares. Eu também estava lá em 2018, quando teve a culpa deles na Singapore, estava na Coreia do Norte, tive na Coreia do Sul naquele período, no ano seguinte voltei acompanhando também o encontro deles na fronteira entre Coreia do Norte e Coreia do Sul. E foi todo uma cena que o Trump criou ali e o Kim Jong-un só se aproveitou daqui, ele ganhou o tempo e agora mesmo ele tem dito o Trump precisa abandonar essa ilusão de que a Coreia do Norte vai renunciar ao seu poderio nuclear. Ou seja, não há objetivamente nenhuma possibilidade. É pura criação de uma percepção para tentar distrair a opinião pública americana há poucas semanas das eleições do fracasso, monumental do problema que ele criou para o mundo e para si mesmo lá no Golf Persko. Vamos ver o que isso significa para nós. Me ocorre agora de mediato. Abandonar um pouquinho o que a gente veio falando, Coreia do Sul, o Man, Aliensas Militários, Presenciatética da Super Potência, de que maneira ela preservam não as suas Aliensas e que me diga que é capaz de agir, em função do que você levantou a respeito estadumental do presidente americano. Paulo, se há algo que está preocupando, não só os candidatos, claro, eles têm que se preocupar com isso, caramba a Aliensas, são aqui no Brasil, a ideia do que o Trump vai fazer do ponto de vista de segurança nessa parte do mundo. O Lente Veli se comportando como ele se comportou. Qual a gente deve levar a sério Trump e o secretário de guerra como ele gosta de dizer que ele diz que vão agir no chão contra a narcotrafocante da América do Sul? Eu acho que nós temos que levar muito a sério, William. O que está sendo feito em relação à América Latina está escrito na Néstia do Securito Estrata, não tem nenhuma novidade. A ênfase nas para a segurança do Homeland, né? Da segurança da Patria, no combate ao narcotráfico e a emigração legal, está listada na China no Securito Estrata, a atuação contra os grupos denominados terroristas na América Latina também. E nós vimos a atuação dos Estados Unidos contra as lanchas de narcotrafocantes no caribe, no pacífico, a atuação contra o presidente Maduro na Venezuela, a atuação no canal do Panamá, com a expulsão da empresa chinesa que controlava portos dos dois lados, a saída do Panamá da iniciativa Belt and Road. Essas reuniões frequentes que têm sido feitas é dessa iniciativa de escudo das Américas.
Eu acho que tudo isso deve ser levado bastante a sério. Tudo o que está sendo feito está escrito na estratégia nacional de segurança. O que me preocupa é que os Estados Unidos estão atuando de uma forma bastante grave contra os próprios aliados. Nós vimos isso no Canadá, nós vimos isso na Dinamarca, vemos isso agora com a Coreia do Sul, os países árabes já viram que não podem confiar e essa nova aliança dos países unitas, Pakistan, Turkey e Arabia, Saudita. Também é uma demonstração de que esses países não confiam mais que podem contar com os Estados Unidos na sua segurança. Tudo isso vai dilapidando o soft power americano, vai dilapidando a confiança que os parceiros têm nos Estados Unidos. Isso é muito grave, isso vai demorar anos para ser recuperado, se for recuperado algum dia. Isso criou uma grave instabilidade em todo o sistema internacional e uma instabilidade aqui também na nossa região. E ele é bastante preocupante. O rival, estamos no menúrbito ainda. É preocupante também porque entra dentro do debate político, eleitoral brasileiro, com um alto grau de irracionalidade, com quando a política identitária, cultural, é colocada a cima de pensamentos estratégicos sobre o interesse nacional, sobre a soberania, sobre a independência do Brasil, e também em um momento de extrema fragilidade das capacidades de defesa do Brasil. É uma fragilidade econômica, fragilidade militar, fragilidade tecnológico. O Brasil está muito exposto, existem muitos interesses em jogo, minerais críticos, amazônia, enfim, o agro-negoço, o comerço, a energia, uma série de coisas que o Brasil tem de sobre que o mundo precisa. Então é uma pena que o Brasil não esteja preparado, não esteja o debatso, no Brasil, não esteja altura desse desafio. Paulo Filho, coronel da reserva, metem em ciências militares, analisa de geopolítica e política internacional. Obrigado pela participação aqui no programa Boa Noet Paulo. Boa Noetville, é bonente a todos. O rival é igualmente, grande prazer ter laboro. Obrigado, Boa Noet. A gente está terminando a acelição mais conteúdos procuram na nossa página, após noetubro, na nave de um site da CNN Brasil. Essa é a edição fica por aqui. Obrigado, Boa Noet.
Podcast Summary
Key Points:
A descoberta de petróleo pela Petrobras na Foz do Amazonas foi usada por Lula como símbolo de sua campanha, repetindo o discurso de 20 anos atrás, mas o histórico da empresa incluiu corrupção, endividamento e aparelhamento político.
Lula e Flávio Bolsonaro lançaram oficialmente suas campanhas, com planos de governo contrastantes em áreas como estatais, previdência, reforma administrativa, terras raras, segurança pública e política externa.
Especialistas apontam que os programas de governo são superficiais e que a eleição será marcada por polarização e ataques, não por propostas concretas.
A exploração de petróleo e minérios críticos, incluindo licenciamento ambiental e terras indígenas, é um tema estratégico, mas ambos os candidatos carecem de visão de longo prazo.
Vazamentos de dados sigilosos, como os casos envolvendo Lulinha e Flávio Bolsonaro, podem ser decisivos para mudar o cenário eleitoral.
Summary:
A transcrição aborda o início oficial das campanhas eleitorais no Brasil, destacando a descoberta de petróleo pela Petrobras na Foz do Amazonas, que Lula apresenta como um "passaporte para o futuro", ecoando seu discurso de 2002. No entanto, o passado da estatal é marcado por corrupção, endividamento e interferência política, especialmente durante os escândalos da Lava Jato. Lula e Flávio Bolsonaro lançaram seus planos de governo, que diferem em temas como gestão de estatais, previdência, segurança pública e política externa, mas especialistas como Murilo Iaragão criticam a superficialidade dessas propostas, argumentando que a eleição será dominada por polarização e ataques pessoais, não por debates substantivos.
A exploração de recursos naturais, como petróleo e minérios críticos, é vista como estratégica, mas ambos os candidatos carecem de um projeto claro de desenvolvimento, especialmente em relação ao licenciamento ambiental e às terras indígenas. Além disso, vazamentos de dados sigilosos, como os casos envolvendo Lulinha e Flávio Bolsonaro, são apontados como fatores que podem mudar o rumo da disputa, já que historicamente influenciaram as intenções de voto. O cenário é de uma eleição de rejeição, onde a destruição do adversário parece prevalecer sobre a construção de um futuro para o país.
FAQs
A descoberta de petróleo pela Petrobras na Foz do Amazonas, que foi destacada como uma notícia importante durante a campanha de Lula.
Lula chamou a descoberta de 'passaporte para o futuro', repetindo uma frase usada há 20 anos, mas críticos apontam falta de um projeto estratégico.
Lula foca em estatais como a Petrobras, retomada de investimentos e criação do SUSP, enquanto Flávio defende privatização, redução de ministérios e classificação de facções como terroristas.
Ele afirmou que o debate é pobre e polarizado, com foco na destruição do adversário, e que os programas de governo são apenas intenções.
Há o risco de o Brasil se tornar importador de petróleo bruto devido a atrasos em licenças ambientais e falta de investimentos acelerados.
Ele defende a regulamentação da exploração de atividades econômicas, como mineração e agricultura, em terras indígenas, algo previsto na Constituição.
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