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Petróleo na Amazônia Azul desafia país a pensar grande

53m 12s

Petróleo na Amazônia Azul desafia país a pensar grande

A descoberta de indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, anunciada pela Petrobras, representa uma grande oportunidade para o Brasil, que já é o nono maior produtor mundial e pode se tornar um dos quatro maiores, segundo especialistas. No entanto, a exploração na margem equatorial, em uma área ambientalmente sensível, traz desafios significativos, incluindo riscos de desastres e a necessidade de governança para evitar os erros do pré-sal, onde o fundo social criado não cumpriu seu papel de promover desenvolvimento e reduzir desigualdades. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, expressou otimismo, mas ainda são necessárias etapas para avaliar a viabilidade comercial, como novas perfurações e declaração de comercialidade, com produção potencial apenas em 2032-2033. Especialistas alertam para a necessidade de usar os recursos de forma sustentável, investindo em transição energética e preparando municípios para o fim do ciclo do petróleo. Há também preocupações com a instabilidade regulatória, como o imposto de exportação de 12% e possíveis mudanças no regime de exploração, que podem afastar investidores internacionais. Paralelamente, a reaproximação entre Lula e Davi Alcolumbre destravou pautas importantes no Senado, como a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública, mostrando um cenário político em movimento.

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7417 Words, 43220 Characters

Portuguese
[Música] Olá, boa noite! Esta é a CNN Brasil e este é o W. A descoberta de indícios de petróleo na Bacia da Fósda Amazonas consolido o Brasil como uma potência petrolífera em ascensão. País hoje é o Nônio no produtor mundial, e se de fato houver um novo pressal no extremo norte do país, como se acredita que tem, podemos chegar a segundo especialistas a sermos até mesmo quatro maiores produtor mundial de petróleo. É sem dúvida uma grande oportunidade, e como toda a grande oportunidade em coisafios. Principal é, o que vamos fazer com os bilhões de dólares que entrarão no país com essa exploração. O exemplo do pressal está aí para nos dizer o que não deve ser feito. O fundo criado nunca cumpri o promessa de apoiar uma estratégia de desenvolvimento e superação de desigualdades. No caso da imagem equatorial, oportunidade chega a se uma necessidade já que ela é rodeada por estados que tem alto índice de pobreza, como a Mapa e Maranhão. Sem falar, claro, do desafio ambiental para que tudo ocorra com risco próximo azero de algum desastre em uma das áreas ainda, em tocadas do Brasil. E do desafio político, sem dúvida alguma, para contê-los corruptos que já se assanham ali com esses bilhões. A descoberta é quase com um passaporte no qual o passageiro escolhe se quer visitar o futuro ou passado. É uma oportunidade para não perder uma oportunidade. No WW hoje a gente vai falar também do início da campanha eleitoral, neste domingo, e do avanço da PEC que muda a escala a 6 para 1. Antes de aproveitar os nossos convidados, nesse primeiro bloco Roberto Arden, que é presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo Gas e Bio Combustíveis, bem vindo o Roberto. Daniel Hittin, o nosso diretor de Brasília, bem vindo, é a Thaizeré de Acunido aqui na avenida Paulista. Vamos chamar lá, em Brasília, esse breaking news aqui no começo da noite dessa sexta-feira Petróleo Brasília. A anunciou a descoberta de índice de petróleo na bacia da Fos do Amazonas ali na Costa do Estado do Amapá. Esse é o novo capítulo de uma longa novela, começo de uma exploração do combustível na região. Os detalhes com a nossa repórter Luciana Amaral, Boa noite Luciana. Tudo bem, Caio? Muito boa noite a você e a todos que nos acompanham aqui no WW. É uma nova frontera exploratória em termos de petróleo e gas. Por isso, uma notícia tão comemorada pelo governo federal e também pela própria bancada do Amapá no Congresso, por exemplo, entre eles o presidente do Senado, Daviol Colombre. Bem, o que foi então exatamente descoberto hoje, o que foi anunciado? Que a Petrobras descobriu, então, sinais de petróleo ou gas natural também podem ser os dois na formação geológica no local. Esse pôso é ele tá em águas ultra profundas na bacia da foia dos Amazonas, a cerca de 175 km da costa do Amapá e a quase 3 km de profundidade. Por isso, então, já é considerada uma água ultra profunda. Esses sinais vieram de duas fontes, os perfis elétricos feitos no pôso e os chamados indicativos em roxa, ou seja, por meio é claro de equipamento super específico, especializado e também da análise das amostras da formação roxosa nesse pôso no fundo do mar. Agora, vale a gente ressaltar aqui que ainda há muitas dúvidas, ainda não se sabe, por exemplo, quanto de petróleo ou de gas natural existe ali. Por isso, as escavações, as perfurações vão continuar pra justamente avaliar melhor. O tamanho da reserva é possível quantidade que existe ali, a qualidade do material também, que é fundamental pra determinar uma viabilidade econômica ou não. Essa, então, foi uma das primeiras, das várias etapas que ainda são necessárias pra eventualmente se fazer ali uma exploração comercial na região. Em nota, a presidente da Petrobras Magda Chambriá disse que o otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Ela elogou o trabalho realizado, disse que a Petrobras está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do Brasil. Em nota, a Petrobras também afirmou que as operações continuam de forma segura e com respeito ao meio ambiente e as pessoas. Lembrando que houve muita resistência, muita crítica de ambientalistas em relação a essa perfuração a possíveis danos que poderia causar ao meio ambiente, já que fica ali na fós duas Amazonas embora, seja a 175 quilômetros, por exemplo, da costa do Amapá. E claro, ao mesmo tempo, defensores da operação entre eles, o próprio ministro de minas e energia, Alexandre Silvera, ele citam a necessidade de segurança energética. E é claro, todo o dinheiro recursos que podem ser extraídos a partir de ali. Portanto, então, uma nova frontera exploratória que dá o primeiro passo mais concreto a partir de agora. Caio, volto contigo. Obrigado Luciana. Bom trabalho por aí. Roberto Ardeng, qual que é o tamanho e a relevância dessa descoberta? É muito importante, Caio, boa noite. A confirmação de uma teoria geológica. Até ontem nós não sabidos realmente se havia ocorrência dos ídios carbonetos, o petróleo e o gás natural naquela região. A perfuração, ela confirma os modelos geológicos desenvolvidos pelos geólogos da petrograsa. E agora é o momento de você conseguir continuar a perfuração para atingir até o limite do reservatório, de modo que você tem ideia de quanto petróleo, qual é a coluna de produção de petróleo que você terá. E fazer outras perfurações ali em volta para entender a dimensão à largura do reservatório. Além disso, uma Luciana falou, esse trabalho que vai continuar vai definir, por exemplo, qual é a característica do reservatório, qual é a porosidade, se é um reservatório que está sob alta pressão, média pressão, se é mais gás, se é mais petróleo, que tipo de outros componentes, a gente pode encontrar lá, podemos encontrar em show free, CO2, nitrogênio e outros produtos. Então, tudo isso vai ser feito neste trabalho adicional, que vai ser feito pela petrobrada como operadora do bloco. Bom, Daniel, o Roberto já descreve ali os próximos passos, na verdade, até para esclarecer nossa audiência, descobriu-se em dícias de petróleo e drogar bonetos, pode ser gás, que é óleo, nos próximos dias, a petrobrada deve confirmar e há um otimismo grande ali pelo que eu senti nas conversas que eu tive com a empresa, depois desse amuncio, como você está vendo aí, Brasil, esse preparado, o que tem de próximo passo, desse desenvolvimento tudo? Bom, vamos lá, falei a pouco aqui com o Jean Paul Pratt, ser presidente da petrobrada, na primeira metade do governo Lula, o que ele apontou como próximos passos, nos próximos dois anos, mais ou menos, furar mais possos para ter toda essa descrição aqui que o Roberto Aldeng nos contou e fazer a declaração de comercialidade tornando essas reservas um campo de petroleo. Declaração de comercialidade significa dizer que económicamente é viável produzir em bases regulares. A partir da declaração de comercialidade, você tem 180 dias como prazo para apresentar um plano de desenvolvimento do campo a petrobrás. E uma vez aprovado esse plano, Jean Paul Pratt se estima em quatro a cinco anos, o início da produção. Por quê? Porque tem que encomendar a plataforma zofshor, colocar tudo em prática para iniciar efetivamente a exploração. Estamos falando ali, se tudo é certo, 2022, 2333. Parece distante, mas é um calendário que coincide exatamente com o início do declínio da produção atual do Brasil, conforme as projeções oficiais. O pressal brasileiro já representa 75% da produção nacional de petróleo, ainda vai crescer por mais alguns poucos anos, mas nessa fase, 2022, 2333, começa a entrar na curva descendente. Ou seja, nós só continuaremos produzindo mais de 4 milhões e 5 milhões de barris de petróleo por dia e estaremos entre os quatro, cinco maiores esportadores globais de óleo, se repusermos os estoques do pressal. E pra isso, a margem equatorial é absolutamente decisiva. É isso. Acho que é fundamental colocar o que fazer. Vamos supor, vamos ser otimista, que de fato descobrimos, é um novo pressal, quando a gente conversa com os especialistas. Um pedifício não dá certo. Em número de barris, é o. é o equivalente ao que foi a descoberta do pressal. E o pressal tem a experiência de como foi utilizado, ou não foram utilizados os recursos. O que a gente tem que olhar como a gente trabalhou no pressal para não fazer na magia equatorial? A gente tem que. A primeira decisão que a gente tem que tomar é não passar os próximos. as próximas duas décadas, que certamente ao período que o petróleo ainda vai ser extremamente necessário no mundo inteiro. Recebendo o caminhão de dinheiro que nós vão receber, como recebemos do pressal, e esse dinheiro saí pelo ralo de alguma forma. O dinheiro que a Petróbrais recebeu foi reinvestido na sua tecnologia. A Petróbrais hoje tem a tecnologia de ponta, de exploração de águas profundas. Tem uma capacidade de produção. Não é a toa que ela está do tamanho que ela está hoje. Então, não é que todo foi jogado fora. É o que foi ter todo mais pertís e uma abertura para o mercado internacional, de um jeito de outro, depois de tantos atropelos com a escolha pelo regime de partilha, conteúdo nacional e tudo mais. A pior contaminação que a gente pode ter na gestão dessa exploração é com aquela premissa de "Ah, o petróleo é nosso". E não arrumar as contas públicas. Está aqui um bom exemplo do que uma política fiscal, uma gestão fiscal, equivocada, pode provocar para ganhos de setores estratégicos como o petróleo. Cadê o dinheiro que o pressal trouxe para o Brasil? Nós estamos falando de centenas de bilhões de reais. Então, tirando ali os municípios do Rio de Janeiro que enriqueceram de alguma forma, a própria Petróbrais que desenvolveu a sua tecnologia, eu não sei onde está o dinheiro. Minguem sabe. É dingue. O que é a experiência internacional nos aconcilha? Eu acho que nos aconselha a gente ter uma boa governança. Acho que a Tais mencionou um aspecto importante porque esses recursos que vem do petróleo são recursos muito voltoosos. Elis evidentemente que podem ser aplicados para a tecnologia, para desenvolver melhor, melhorar ainda mais a segurança, a preocupação ambiental. Mas também a gente tem que ter ideia da transição energética. Então, se a gente está pensando nisso, nós temos que usar esses recursos para nos prepararmos. E aí, quando eu falo prepararmos, são os municípios que hoje dependem muito desses recursos por próprios estados produtores, para quando isso é recurso acabar. Nós somos falando de um recurso mineral. E, por definição, ele tem um prazo para permetrar necer. É como se fosse um veio de ouro que você vai lá, esplórares, flora. E, da livid, 7, 25 anos, ele acaba. E aí, quando acabar, o que vai acontecer? Onde foi aplicado o recurso naquele município para o município se reinventar? É como, por exemplo, dotar outras orientações econômicas, outros setores, incentivar, eventualmente alguma coisa que tenha também a vocação naquele município, que quando acabar o petróleo, aquele dinheiro, vamos chamar assim fácil. Você tem também o município preparado para superar esse momento. Então, a gente precisa realmente de uma preocupação grande com a boa governança, com o uso correto desse recurso. A lei caiu. Ela já é desse sentido. Ela tem definições e determinação nesse sentido. Mas, muitas vezes, o diabo mora nos detalhes. É no dia a dia do uso do recurso que está muitas vezes nos problemas. O genial. Brasília tem um plano? Caio, o plano é absolutamente duvidoso porque justamente o diabo mora nos detalhes. É um plano de gosto duvidoso. É porque, veja, o petróleo pressal e agora a magia equatorial pode ser como dizia corretamente nesse ponto a ex-presentar um russé, e podem ser um passaporte para o futuro. Mas também podem ser para o passado como você disse. E vamos pegar a lei 2351, foi aprovada e sancionada em 2010 quando o Brasil descobriu as reservas do pressal. Criucia ali um fundo social. Esse fundo social iria recebendo. E foi recebendo, de fato, ao longo dos anos, o dinheiro dos royalties, participações especiais do petróleo, bonos de assinatura dos leilões. A ideia, a premisso espírito do fundo, era que você não ia mexendo no principal e agastando os rendimentos. Isso morreu. Havia seis usos previstos, os usos muito nobs, educação, saúde, ciência e tecnologia. O número de possibilidades de uso desse dinheiro dobrou ao longo do tempo, a sur de 6 para 12, mecanismos de transparência como demonstrações contábles, relatórios trimestrais enviados ao Congresso, participação do Banco Central em um comitê que definiria o uso, a aplicação dos rendimentos. Nunca foi instalado esses relatórios deixaram de ser uma cobrança. E o dinheiro passou a ir, quase que integralmente, em 2096, 98% do saldo acumulado em 2025, já foi usado, e foi usado para objetivos como, por exemplo, o programa Move Brasil, que é financiar veículos, pratarxistas e motoristas de aplicativos. É para isso que o dinheiro tem sido usado, no Rio de Janeiro tem sido usado para pagar previdência social. E municípios flumenenses têm um ideagá abaixo, inclusive de seus vizinhos, inquisitos e índices de educação, de saúde, de meio ambiente, de desenvolvimento industrial. Para isso, servir o preço. Agora estáis, para a gente prever ali os apuntamentos todos das contradições, do Brasil, do governo, a gente esteve na cópia, e eu pessoalmente fiquei lá 17 dias, e o Brasil liderou um movimento, pelo fim, o Roberto também encontrei o Roberto lá em Beleih. O Roberto. E o movimento do Brasil lá foi uma definição de um mapa pelo fim do Petróleo. Estamos sobre uma presidência brasileira, enfim, em transição. É uma contradição, de alguma maneira, o mesmo Brasil que defendeu, no principal encontro climático do mundo, o mapa para o fim do Petróleo, festeja, vamos dizer assim, a descoberta de indícios de Petróleo. Eu acho que a forma de tratar que é a contradição, não necessariamente a realidade, porque por mais que a gente precisa investir na transição energética, nós estamos muito longe dela ainda. E esse capital tem que ser usado, além de outras tantas coisas como o Roberto disse a pouco, também para preparar o Brasil para essa transição. Preparar o Brasil, inclusive, para momentos em que o Petróleo o preço caí de mais. Olha o que aconteceu nos próprios municipios do Rio de Janeiro e o próprio Rio de Janeiro, o Estado e a cidade, que praticamente quebraram quando o preço do Petróleo dispenco. Então, o que está faltando, a contradição, ela pode ser superada, com a governança, com dose de realismo, para entender qual é o time, qual é o ritmo, e a quantidade de dinheiro necessária para fazer uma transição energética, sem primeiro, sem negar a realidade, que a necessidade de se manter consumindo, como o Chivalfoxo, e por mais que a gente tenha uma matriz energética, tão limpa como do Brasil, então, primeiro isso, sem negar a realidade, mas tendo governança, porque a governança que a gente teve até aqui, o fundo soberano, o dinheiro, o fundo soberano, o Daniel deu exemplos aqui, mas ele foi também para bater dívida, para bater dívida pública, nós não resolvemos nenhum problema em outro, nós não resolvemos o problema da transição energética, não resolvemos problema da dívida pública, e agora estamos com uma outra oportunidade, Brasil, nesse aspecto, tem até sorte, uma outra oportunidade para não errar, mas a isso a ideologia continua na liderança das decisões políticas, eu não sei. Tá isso, em falar da questão geopolítica, porque a gente tem uma guerra lá no Oriente do Médio, o estreto de oirmos, no causa de Petróleo, e a gente, no maior produtor, poder ser quinto, o quarto maior produtor do mundo, William, também, a gente fala bastante sobre isso, geopolítica das comódiques, o Petróleo, diretamente inserido como oportunidade para o Brasil, se desenvolver. Daniel, o que é fazer a última pergunta lá para o Roberto? Eu aporei a pouco com os setores do PT do Governo, que já tá em curso, uma ideia de mudar o regime de exploração para novos leidões da margem quadrôrial, o modelo de concessão para o regime de partírio, foi adotado para o pressão a partir de 2010. Além disso, a gente tem dificuldades em licenciamento ambiental e um imposto recém-creado de exportação para o Petróleo Bruto de 12%. Somando tudo isso, Ardenge, as petroleiras, principalmente internacionais, vem com tudo na margem quadrôrial, o óleo e o ambiente falam para lá, então tá tão bom. É, você tocou numa coisa muito importante, Daniel, que é exatamente o regime regulatório e o regime tributário que a gente tem no Brasil. Porque claro que a gente hoje tá vivendo um momento de um preço de petróleo bem favorável, o preço do barril tá alto, mas isso não ficou firmado ao longo dos anos. Há momentos que durante a pandemia, por exemplo, o preço do barril, foi a 25 dólares, chegou um dia que ele foi menos 6 dólares. Então é um pouco pesadelo do mercado de commodities, é um momento que está bom, é um momento que está ruim. Então quando você vê impostos colocados, assim, como foi impostos de exportação de forma inopinada para o setor, sem dúvida, isso reduz a atractividade do Brasil. É claro, essa descoberta é importante, mas não só o Brasil está produzindo o petróleo e tem escubetes relevantes. Nós temos aqui a Guiânia, perto do Brasil, o Suriname, a Argentina, a própria Venezuela, que está voltando ao mercado, então nós estamos disputando em um mercado global. Então uma estabilidade regulatória é muito importante e esse sempre é o motivo de preocupação nas empresas que investem nesse setor. Bom gente, eu queria aproveitar esse rake news do dia justamente para chamar vocês, essa dirigira ao site da CNN, lá dentro tem a série que nós fizemos, eu e o reporter cinematográfico de Jama cena em outubro de 2023, passamos 10 dias na mapa, rodamos lá tudo de carro, saímos de macapá, fuma até o o oque e andamos aí pela área em que será potencialmente será explorada. A gente está aí com o QR Code que tem o link da série com cinco episódios sobre petróleo na Amazônia, esse é o título dessa série que nós fizemos apontando ali os impactos políticos, econômicos, e ambientais dessa potencial exploração. Bom eu queria agradecer muito ao Roberto Arden, que é o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Roberto, muito obrigado, viu meu caro, esse é a lente final de semana para você e sua família. Muito obrigado, boa noite a todos. Valeu Roberto, a Daninha está aí se com comigo daqui a pouco a gente continua falando de Brasil, né? Davi ao colombro se encontra de novo com Lula e distrava o maior projeto elitoral do PT no Senado, a peca da escala 6 por 1 até já. WWV, participa agora o Cristiano Noronha, cientista político e vice-presidente da Consultoria, Arquad Vice, bem vindo Cristiano. Obrigado, Carlos, boa noite, boa noite, tais, boa noite, Daniel. A noite meu cara. Bom, as pazes entre o Senador da Vial Colombre e o presidente Lula geraram frutos rapidamente para os dois lados. Neste terceiro encontro as lideranças do executivo e do legislativo, destravar um andamento de portas importantes ao governo enquanto ao colombro e garantir o apoio de Lula, há um aliado em uma eleição difícil para o colombro e lá na mapar, reportar a gente caral rosito. O encontro desta sexta no Palácio da Alvorada durou cerca de uma hora e meia. Não estava na agenda nem do presidente Lula, nem do líder do Senado da Vial Colombre. Os dois tinham rompido a relação desde a rejeição de Jorge Messias ao STF no Senado. Ao colombro, defendia o nome de Rodrigo Pacheco. A reaproximação se deu no começo do mês, não jantar na casa do ministro do STF, Alexandre de Morais, com a presença de Cristiano Zanim. Na quarta, Lula e a Alcolombro voltaram a se encontrar desta vez com o ministro das relações institucionais José Guimarães e a líder do PT no Senado Teres Aleitão. Após a terceira reunião, nesta sexta, o presidente do Senado, destravo três pautas que tratou como prioritárias. A PEC do fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública, que amplia os poderes do governo na área e tenta reforçar o combate ao crime organizado e o pele dos minerais críticos. O projeto criou uma política nacional para as terras rairas e incentiva pesquisas, extração e beneficiamento desses materiais no Brasil. As três propostas são de forte interesse do governo. Elas agora vão para comissões do Senado, onde passarão pela análise dos parlamentares, antigirem ao plenário. A PEC do fim da escala 6x1 é o grande foco do palácio do planalto. Lula e aliados vem o tema como popular, como espaço para garantir mais apoio do eleitorado, sendo uma bandeira durante as eleições. No entanto, o Congresso só deve finalizar as votações depois do pleito. Ao columbre, também buscou ganhos eleiturais com a retomada de conversas. Lula se juntou ao Senador para apoiar o aliado e candidato ao governo do Amapado e o Néu Brasil. Clésio Luís, que está atrás nas pesquisas. Lula deve viajar para a Macapá, capital do Estado, para reforçar a candidatura de Clésio. Cristiano, qual é a aposta? Essa PEC passa antes da eleição? Muito difícil, caiu. Porque o presidente do Senado fez um gesto, disse que ia distravar, mas se as pessoas olharem aí, entrarem no sistema lá, vai verificar que a PEC ainda não foi oficialmente enviada a comissão de Constituição justiça. Então, isso deve acontecer só talvez se onar a próxima semana. Se uma vez chegando nessa comissão, que é o primeiro estágio dela lá no Senado, ela vai ter que ser designado um relator. O relator vai precisar analisar um tempo para analisar essa PEC e emitir um parecer. É muito natural também que setores contrários a ela peçam para que tenha pelo menos uma audiência pública para discutir essa proposta. E mesmo depois que o relator apresenta esse texto, quem é membro da comissão pode pedir vista dessa matéria para analisar melhor, significa mais pra analisar. E esse pedido de vista pode levar aí uma semana, lembrando que até antes da eleição, a pré-vista apenas mais uma semana disposto com centrado, que vai do dia 31 de agosto até o dia 3 de setembro. O que o Senado da Vial Columbre faz é um gesto de boa vontade, afinal de contas essa PEC está desde o dia 28 de maio aguardando esse despacho, ele ainda não deu. Então, quando ele diz que vai destravar, ele está dizendo, então, olha, a partir de agora, ela vai avançar. Só que ainda tem alguns trâmitis aí para percorrer que dificilmente a gente vai ver isso acontecendo até o dia 4 de outubro. Daniel, a descrição do que o Cristiano faz é de um gesto, não vai ser aprovado, logo eleitor em outubro não vai à unha já com uma nova escala, a jornada de trabalho, mas é um gesto claro do Vial Columbre depois de meses segurando essa agenda. O que ele ganha em troca? Nossa, ganha muita coisa que vamos começar a elencar o cardápio. Primeiro, ganha o apoio, talvez o engajamento até de Lula, numa eleição que não lhe é favorável no mapa. O senador da Vial Columbre tem mais 4 anos de mandato, mas seu grupo político na uma pata em risco, o governador da uma pa, Clésio Luís, que tenta a reeleição, está simplesmente 40 pontos percentuais atrás de doutor furlã, prefeito de uma capa e enorme adversário político de da Vial Columbre no estado. Esse é um ponto, ali o apoio de Lula pode ajudá-lo. Em segundo lugar há uma percepção de boa parte do mundo político e porque não de da Vial Columbre, de que as investigações da Polícia Federal, principalmente relacionadas ao caso Master, podem ser aceleradas ou freadas em alguma medida por desejo ou manipulação, ou instrumentalização do governo, do palácio do planal, tudo o ministério da justiça. Teiro presidente da República, a seu favor, é bom nessa equação. E principalmente isso é inegável, existem inúmeros cargos no governo e nas agências reguladoras, no governo são de livre nomeação. Mas as agências reguladoras ou Cád, por exemplo, são cargos que estão vagos com interinos e onde não basta o governo indicar os nomes que quer. É preciso aprovar os no Senado, sem isso nada feito e aprovar os no Senado, depois da rejeição amecias, rejeitar um nome pro Cád, ou para a GIN, para a Nacional de Águas, passou a cifixinha para a Vial Columbre. Hoje a gente já viu uma reação ali do Cetro produtivo da FESP, Paulo Succaf, CNI e eles fizeram uma movimentação depois que foi aprovada na câmara bem sucedida, conseguiu travar até hoje. O que está sendo planejado da quinhante? - Não, não. - Então contando muito com o adiamento, porque ninguém acredita que não vai passar em algum momento. Essa é uma realidade que vai acontecer. A tentativa é de primeiro evitar que isso aconteça agora, porque do jeito que o projeto está sem previsão de transição e sem a possibilidade de redução de salário, a previsão de choque de custos é uma coisa enorme, então a taxa de juros mais custo, de mudança de regime de trabalho, isso focaria as empresas. Então, por uma questão de conjuntura, por uma questão de qualidade do projeto, mas está todo mundo já sabendo que essa parada vai acontecer, não tem mais como escapar disso. E há uma atenção exatamente para entender, assim, qual é a força dessa reaproximação para entender, assim, o receio, hoje eu vi uma coisa muito interessante, né? Falei, olha, a gente está assistindo a um fortalecimento do Alcolombro, né? Ele está, ele está de alguma forma, ele segue indo nessa reaproximação. Agora, o que que ele se comprometeu a entregar para o Lula? Porque esse, por exemplo, não foi aprovado esse ano, mas ano que veio, ele tivesse chance de ser relato, mas ele vai que entregar a aprovação do jeito que for, sem fazer uma revisão do projeto, a turma olive fala, ele vai entregar isso, não importa toda a pressão que a gente tem a feito e toda a comprovação que a gente tem a feito do choque de custo. Então há uma desconfiança do quanto ele está disposto a entregar para receber o que ele precisa politicamente. É um gesto, né? A ver se vai se concretizar de fato na aprovação. Tem um outro fato importante do dia, né? O Itamarati comunicou os Estados Unidos oficialmente sobre a abertura do processo de reciprocidade contra o tarifasso. Procesto de reciprocidade deve ocorrer pela CAMEX, né? Que a câmara de como é exterior do Brasil, como apiamento dos impactos das tarifas e realização de consultas públicas. Nos Estados Unidos, as tarifas de 25% e 12,5% foram definidas a possibleca de um ano de processos. E no caso brasileiro não é esperado que uma decisão de reciprocidade seja tomada ainda em 2026, Cristiano. Esse processo, você tem um trabalho com alguma poça vocês da Álcool, onde vai desembocar essa retaliação, reciprocidade, essa negociação, qual que é o rumo que vai tomar? Olha, caiu primeiro que ele tem um efeito agora no curto prazo, né? E se você pegar, por exemplo, o plano de governo do presidente Lula que foi divulgado agora, ele fala dessa questão da soberania, né? Então isso tem a vi também, essa esse debate eleitoral, isso acaba obviamente fazendo com que o governo adota uma postura aparentemente mais dura de resposta aos Estados Unidos, né? Mas o fato é que dificilmente o governo brasileiro vai adotar alguma medida concreta. Essa abertura desse processo está sendo visto como uma forma do governo brasileiro de pressionar e tentar forçar uma negociação com o governo americano. E assim também espera e torce muito o setor empresarial, que sabe que se eventualmente o governo brasileiro seguir e eventualmente decidir pela retaliação, o setor produtivo está bem preocupado pela reação que o governo do Donald Trump pode ter e eventualmente impondo ao Brasil também uma penalidade ou uma sação ainda maior do que foi anunciado até aqui, então é um movimento que tem esse lado eleitoral de reforçar essa questão da soberania, mas ao mesmo tempo vai ser conduzido de uma forma cautelosa pelo governo e tentando ver se a partir disso consegue obter alguns resultados mais satisfatório desse processo de negociação aí com o governo americano. O que é esse espectativa, Daniel? É de não aplicação da medida, é de tentar forçar uma negociação com os Estados Unidos, o que também pode ser lido como improvável, mas é como se os Estados Unidos tivessem vindo com fuziz e metralhadoras para cima do Brasil, esse é um impacto do tarifasso, para os setores que não foram excluídos, estão sendo atingidos. E o Brasil estava sem sequer uma arma branca, sem sequer uma faca para reagir. A reciprocidade da o Brasil uma faca para lutar contra alguém que está com uma metralhadora, é muito pouca coisa, mas dependendo do ataque, se for absolutamente cirúrgico e bem feito, pode assustar algum grande fornecedor, por exemplo, de sementes para a sóge e milho para o Brasil, que é o maior mercado agrícola mundial. Isso pode ser interessante para um exportador americano e a ameaça de uma retaliação, não a retaliação em si própria, pode fazer esse exportador se mobilizar em um lobe em Austin para pressionar as abrancas a pegar mais da época com o Brasil. De qualquer forma, como eu digo, é uma pessoa confusiu lutando contra a outra com uma faca. Bom, queria agradecer. Eu estou em Iserede, obrigado. Daniel Hitcher, nosso diretor em Brasília, vamos continuar falando de Brasil. Cristiano fica comigo, depois vamos falar sobre a campanha eleitoral. Veleições presidenciais começam neste domingo. E vamos debater aqui que os candidatos têm a apresentar, quais pontos negativos, quais pontos negativos de cada um. É o que você confere na volta do intervalo até já. WWV, e agora a gente recebe também o estratégista político Emmanuel Tom Borges, que é se ou da Alpha Inteligência, bem-vinda Emmanuel Tom. Boa noite, Caio, boa noite Cristiano prazer tomar aqui na cena, para a gente poder falar, vai começar a infimilição, né? Vamos falar um pouco aí nessa temperatura, como é que tá? Às vezes a textização já começou, tem uns dois anos, a verdade, vai começar oficialmente, né, Emmanuel Tom? Vamos lá. É só apresentar o tema aqui para nossa audiência, a campanha eleitoral começa oficialmente, Emmanuel Tom, já falou aqui também neste domingo. E é quando estará liberada, de fato, apropagando eleitoral na internet, nas ruas, e com natos dos presidenciáveis. A repórter Luís Ferramaral presenta o panorama das propostas e dos desafios dos candidatos daqui para frente. Vamos ver. O candidato à reeleição, Luila tenta transformar a experiência de governo no principal ativo. A vantagem é poder apresentar medidas que já estão em execução, ou o que fazem parte da agenda petista, como a regulamentação das redes, a defesa da soberania, e o fim da escala trabalhista seis por um. A campanha também vai ser atravessada por desgaste, como as investigações envolvendo Luilinha, a crise do INSS e a percepção de insegurança. Temamas já explorados pela oposição. Flávio Bolsonaro, herto, espolho político do pai, mas também tem o desafio de imprimir uma identidade própria. O programa de governo ajuda nessa construção, com uma agenda de endorecimento na segurança, redução da maioridade penal, em certos casos, corte de despesas, e uma nova relação com um STF e os Estados Unidos. Por outro lado, peso desgaste de episódios, como o caso do Orkhorse e das conversas com Daniel Vorcairo do Banco Master, e a direita, a outros candidatos tentando mostrar que existe vida além da polarização, Ronaldo Caiada, um deles. A principal aposta do ex-governador de goiais é a segurança pública, a área em que tenta transformar o resultado do estado em cartão de visitas. O cairado vem até antecipando nomes configurões para compor seu aviante ao governo. O goiano, porém, tem um problema diferente. Convencer o eleitor de direita de que existe uma alternativa, Flávio Bolsonaro. Nesta sexta-feira, uma nova troca de farpas. coordenador da campanha de Flávio, Rogerio Marinho rebateu a fala de Gilberto Cassab, visse na chapa de cairado, de que Flávio não tem chances de vencer. Marinho disse que o PSD tem três pastas no governo Lula e que o partido do ágil como linha auxiliar para releger o petista. É onde lembra já viviu do porromozema, inclusive por pressões internos do próprio partido novo. Zema propõe uma privatização de estatais generalizada e tirar o Brasil do Brics em prol da OCDE, por exemplo. Nas redes sociais, porém, cedesta a colpelas críticas aos ministros do Supremo. Menançantes, por sua vez, se apresenta como uma opção ainda mais distante da política tradicional. Se eleito, após tem ações de desfavelização, na redução do número de municípios e do fim do ato modelo do Bolsa Família. Nesta semana, viu, partida um missão envolvido na filhação fraudeulenta de Flávio a sigla. Lula e Flávio Bolsonaro chegam ao início oficial da campanha, como os dois principais polos da disputa e também como os candidatos com as maiores rejeições. Para cairados, Zema e Renan, o desafio é encontrar um espaço próprio. Para Lula e Flávio é ampliar a vantagem sem transformar a rejeição ao adversário, no único combustível da campanha, porque a partir de domingo não basta mais convencer o eleitor de quem ele não quer. É preciso dar motivos para ser escolhido. Vamos lá, Emmanuel Tom. E você? 60 dias da eleição. Tá mais pra Dilma 14, conseguindo atravessar de antes de ser reeleita, ou tá mais pro Bolsonaro 22, perdendo a eleição. O Lolo hoje vive uma, uma fenômeno de tá, está mais desaprovado do que aprovado. 46% dos brasileiros afirmam que o Brasil está no caminho errado. Todos os indicadores são mais espéciemistas, mas mesmo assim ele termina liderando a corrida. Então, quando ele to olhe pra usar oponentes, quem está disposto a disputar, eles não enxergam até então por conta do espérito do Bolsonaroismo, a seteceravia não consegue ultrapassar uma casa além dos dois gígitos pra poder passar sem opção pra esse eleitorado. E o fato interessante também, Caio, 75% do eletrobras do brasileiro afirma que já está decidido no voto pra presidentar a República. Isso impacta diretamente porque só vai sobrar 25% do eleitor, que ainda pode estar exputro, que é quem fala que pode mudar o voto, ou quem ainda não decidiu. Como existem dois polos muito fortes, com o ser feio de um terço pra cada lado, esses 33%, que não tem ideologia, quem de fato vai decidir a eleição. E o Brasil tá caminhando, é, para candidaturas que estão com menos propostas e mais ataques, isso termina favorecendo o próprio incumbente, porque uma coisa que as campanhas de oposição têm esquecido é de falar de futuro. O eleitor ele vota no amanhã, né? No ontem no hoje ele vira a provação, mas o voto ele vem em cima das propostas e não estamos vendo propostas nos dois principais candidatos. O Renan Santos, como trouxe a reportagem, fala em desfabrição, fala em outros temas, o Caio tem a segurança pública, o Zé, uma outra vez um pouco do modelo de gestão, mas os dois principais candidatos até então não tem a apresentada de forma consistente, argumentos que possam fazer o eleitor escolher olhando um pouco para o dia e amanhã. O Cristiano, é que que você recomendaria pro nosso público observar nesses próximos 60 dias, como variáveis e fatores decisivos para a seleição presidencial? Em primeiro lugar, Caio, acho que o que a gente tem que olhar são variáveis e imponderáveis, né? É a questão da do imprevisível. Vale lembrar que a gente tem investigações aí em curso envolvendo a questão do INSS, com o filho do presidente Lula, tem essa questão do Banco Master, a caminho, né? Um propósito, uma terceira propósito de denilvorcar em relação ao Banco Master, lembrando que esse episódio ele pegou tanto aliados do governo, pessoas próximas do governo enquanto a oposição, então vocês sabem que direção que isso vai caminhar, né? Eu acredito que essa é uma variável, do imponderável, que vai poder mexer bastante na campanha, porque esses dois Lula já é muito conhecido. Lula é um candidato onde já há um conhecimento das suas propostas muito grande, então Lula pode apresentar pouca novidade em relação a campanha, em relação a propostas, né? Muita. Lula é como ele é candidato desde 89, as pessoas já sabem que o Lula pensa, o que o Lula pretende fazer, o Flávio, também na estere ali do Bolsonaroismo, também tem uma posição muito consolidada nos votos, né? Então o que a gente viu que mexeu nesse último semana, nesse últimos meses com a campanha foi justamente quando vieram a tona e essas revelações, algo foi alguma coisa absolutamente inusitada, né? Imprevisível, imponderável, que mexeu, aí com esses íntices de interção de voto, briga na família do próprio Flávio, as desavienças ali que tinha com a Michel, e tudo mais, foi isso que foi feito a campanha. Não foi necessariamente proposta, não foi necessariamente a. nenhuma um grande movimento que uma candidatura ou outra pudesse fazer, mas pois simplesmente foram simplesmente eventos absolutamente imponderáveis. Então o que a gente tem que olhar é daqui a teleição, será que vai surgir algum fato novo essas investigações que estão acontecendo, pode antigir alguma ou outra candidatura, isso na avaliação é o que efetivamente pode fazer com que a eleição muda a favor de um ou de outro candidato. Mas o que a gente viu até agora, essas duas principais candidaturas enfrentando algum desgaste, isso também não permitiu que nenhum outro nome alternativa, esses dois, a Flávio Alula, emergisse como um antiguo viável, o que reforça essa teste de consumidação desses dois candidatos, e o que reduz também a chance de eventualmente uma terceira via um outro nome, furar essa polarização. E Manoel, você faz bastante pesquisa e principalmente as qualis, as quantas também, mas eu queria que você analisasse a eleição do ponto de vista das qualitativas, o que você tem encontrado nas suas pesquisas, e se a partir das qualitativas que você faz, você vê o eleitorado indo depositar as suas angústias e as suas questões para uma das duas principais candidaturas. Perfeito. Hoje o maior sentimento do Brasil, se você resumir o sentimento do brasileiro, é um sentimento de frustração. O brasileiro já frustrado, porque não encontra alternativas, trazendo um pouco de pesquisa com antitativa para chegar na qualitativa, caro. Serca, tem uma pergunta numa pesquisa que nós publicamos recentemente, é o que seria o melhor para o Brasil, religi-lula, 38%. Elege alguém apoiado por Bolsonaro, o Flavio Bolsonaro 35. Elege nenhum dos dois polos, 25%. Nós temos dois aprendizados com esse indicador. O primeiro que é mais ser muito difícil, um até ser a via ultrapassar esses 25%. Que será por sua vez menor que o 35 do Flavio ou alguém apoiado pelo Bolsonaro. E o outro ponto é que as bautas sociais, as três principais corrupção, custo de vida e segurança pública, e principalmente a corrupção que vai ao encontro de escândalo do NSS, escândalo do banco Masha, isso tem deixado eleitor cada vez mais triste, mais decepcionado. E no ambiente de decepção, como é que eu vou conseguir vender a esperança e vender o futuro? Então note que as campanhas, elas não têm entrasido, esse polo de vender o amanhã. E dentro das qualitativas, nós encontramos que é um atésio que nós validamos nas nossas qualitativas, nós dividimos o Brasil e cinco perfins. Hoje existe cinco tipos de eleitores. Nós temos o eleitor lulista, né, que é o bom dia, sempre sinto esquerda, que ele não quer perder a questão das conquistas sociais, nós temos o conservador que eleitou Bolsonaro, que ele fataleu antilula, enfim, aquele eleitou a favor do porte de arma, aquele eleitou mais radical, mas nós temos três perfis que é quem vai de fato decidir eleição. O principal deles eu chamo pra gamemático sobre vivente, eleitou que a ideologia dele ele não tá preocupado com polarização política, ele quer saber de fato o que é que vai fazer para melhorar a vida dele. O terceiro, o quarto perfil, desculpa, é o crítico ético, é onde o renaçante sofa mais, esse crítico ético, qualquer qualidade que tem problemas de envolvimento com corrupção, ele é rejeitado automaticamente, é a primeira linha de corte, é a caixão da corrupção. E, por fim, é o eleitou do voto híbrido, esse eleitou, ele está em um presidente, mas voto em um governador de outro partido, voto no senador de outra corrente ideológica, mas esse eleitou que está preocupado com o boleto que tem que pagar ele, ele olha pra esses candidatos que ele vai fazer dois movimentos, ou no primeiro turno, ele vai no lado voto, ele vai votar em uma das opções de terceira, de terceira via. E note que esse movimento do eleitou pode decidir, ele tá ir plurrando o falado contra a lula por segundo turno. E ele vai ficar as candidaturas de oposição das terceiras via, e elas precisam estar muito atentas, porque se quer ir atrapassar a barreira dos dois dígitos pra poder trazer uma ameaça pra o Flávio, ele tem que comunicar com esse eleitou e não quer saber de ideologia, ele quer saber daquilo que vai fazer chegar a feira no outro dia que valentar o poder de compra. Esse é um ponto principal que as qualitativas têm trazido aí na eleição deste ano. Bora Cristiano, hoje o Cassado, o presidente do PSD, descais zero a chance do Flávio Bolsonaro. Eu tenho sentido acompanhando as duas campanhas. O que foi a irmão, o metrô, hoje, nessa sexta-feira, era de muita animação, vamos dizer assim, no queigido Flávio Bolsonaro, e um estado, vamos dizer, de atenção, né, maior do que antes na campanha do PD e do Lula. Se acho que a sábis agerou? Olha, Caio isso faz parte, obviamente, de uma narrativa, né, que o Cassab, também quer criar. Vale dizer o seguinte, o Cassab, ele é candidato a vice-presidente da Chapa do PSD. Então o que ele diz? Ele diz que o Lula, o Centrão, não está nê, o Centrão, está com o Lula. Vale dizer que o Centrão, ele tem essa imagem negativa, de fisiológico e tudo mais. E quando o Cassab tenta associar, faz essa associação com o Lula, ele está tentando dar um tom, pejorativo daqueles que estão no Centrão apoiando o Lula, e tentando, portanto, com isso, criar um desgaste, criar um colar no Lula, essa imagem, também, que o Lula está dando espaço para partir dos fisiológicos. Quando ele diz que o Flávio não tem chance, obviamente, que ele está dizendo, olha, a gente tem um candidato aqui sim, que tem chance de vencer o Lula, esse foi para o segundo turno. Então ele tenta, com isso, na verdade, esvaziar a candidatura do Flávio para ver se ele estou acabando migrando para ele, para o candidato Ronaldo Caio, e, eventualmente, ao invés do Flávio, vai o Caio do segundo turno. Agora, é provável, acho até mais razoável imaginar que o CaSab, eventualmente o Caio, tem, em um eventual segundo turno, anunciem mais apoio ao Flávio do que é o Lula, seria o caminho, mas natural. que o que ele tá se posicionando, como candidato. Está tentando criar argumentos, né, pro ele e to saindo o Flávio e para candidatura dele. Então o citrata de exagero é mais uma estratégia que a gente vai ver aí ao longo da campanha. Cristiano Norou é cientista pra gente, é uma estratégia que a gente vai ver. É isso, tudo isso. Você está tentando chegar pra mim. Cristiano Norou é cientista político, vice-presidente da Constituoria Acordivais. Obrigado, meu carbo, final de semana. -Agradeço muito. -Banô de prazer tá aqui, cara. -Gardeço muito também, Manuel Tom voltou aqui com a gente, Manuel Tom Boshio, da Alpha Inteligência. Bom fim de semana, Manuel Tom. Obrigado. Obrigado, Kai, pelo convite. Bom, ensinado de semana a todos. A todos vocês ficaram com a gente até agora. É excelente final de semana a todos. Da segunda.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A Petrobras anunciou a descoberta de indícios de petróleo e gás natural na Bacia da Foz do Amazonas, a 175 km da costa do Amapá, em águas ultra profundas.
  2. A descoberta é considerada uma nova fronteira exploratória, mas ainda há incertezas sobre o tamanho, a qualidade e a viabilidade econômica da reserva.
  3. Especialistas destacam que o Brasil pode se tornar um dos quatro maiores produtores mundiais de petróleo, mas alertam para os desafios ambientais, políticos e de governança.
  4. O exemplo do pré-sal é citado como um alerta
  5. Há contradições no discurso do governo, que lidera movimentos pelo fim do petróleo em fóruns climáticos, mas celebra a descoberta, além de preocupações com instabilidade regulatória e impostos que podem afastar investidores internacionais.
  6. A reunião entre Lula e Davi Alcolumbre destravou pautas prioritárias, como a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública.

Summary:

A descoberta de indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, anunciada pela Petrobras, representa uma grande oportunidade para o Brasil, que já é o nono maior produtor mundial e pode se tornar um dos quatro maiores, segundo especialistas. No entanto, a exploração na margem equatorial, em uma área ambientalmente sensível, traz desafios significativos, incluindo riscos de desastres e a necessidade de governança para evitar os erros do pré-sal, onde o fundo social criado não cumpriu seu papel de promover desenvolvimento e reduzir desigualdades. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, expressou otimismo, mas ainda são necessárias etapas para avaliar a viabilidade comercial, como novas perfurações e declaração de comercialidade, com produção potencial apenas em 2032-2033.

Especialistas alertam para a necessidade de usar os recursos de forma sustentável, investindo em transição energética e preparando municípios para o fim do ciclo do petróleo. Há também preocupações com a instabilidade regulatória, como o imposto de exportação de 12% e possíveis mudanças no regime de exploração, que podem afastar investidores internacionais. Paralelamente, a reaproximação entre Lula e Davi Alcolumbre destravou pautas importantes no Senado, como a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública, mostrando um cenário político em movimento.

FAQs

A Petrobras anunciou a descoberta de indícios de petróleo e gás natural na Bacia da Foz do Amazonas, a cerca de 175 km da costa do Amapá, em águas ultra profundas.

A descoberta consolida o Brasil como potência petrolífera em ascensão, podendo torná-lo o quarto maior produtor mundial de petróleo, segundo especialistas.

A Petrobras continuará perfurações para avaliar o tamanho, a qualidade e a viabilidade econômica da reserva, podendo levar à declaração de comercialidade e início da produção em 4 a 5 anos após a aprovação do plano de desenvolvimento.

Os desafios incluem o risco de desastres ambientais em áreas intocadas e a necessidade de conter a corrupção na gestão dos bilhões de dólares que entrarão no país.

O fundo social nunca cumpriu sua promessa de apoiar desenvolvimento e superação de desigualdades; o dinheiro foi usado para outros fins, como financiar veículos e pagar previdência social.

Os recursos podem ser usados para preparar o Brasil para a transição energética, mas é necessária boa governança para evitar repetir erros do passado, como a má gestão dos fundos do pré-sal.

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