O episódio do Petit Invest discute o impacto económico da guerra prolongada no Oriente Médio. Inicialmente, havia expectativas de um conflito rápido, mas a persistência da guerra está a gerar incerteza e problemas económicos duradouros. O mercado de ações, especialmente nos EUA, tem registado um declínio contínuo, pois os investidores precificam uma economia mais lenta: o aumento do preço do petróleo eleva os custos de produção e reduz o consumo, pressionando os lucros das empresas. As declarações intermitentes e otimistas do Presidente Donald Trump sobre um fim iminente da guerra causam flutuações temporárias, mas o mercado começa a descontar a sua credibilidade, especialmente quando confrontado com a realidade e com as afirmações do Irão, que ganhou relevância geopolítica. A crise do petróleo desorganiza cadeias de abastecimento, encarece a vida e reduz o poder de compra, criando um ciclo pessimista. O declínio gradual das ações é visto como um termómetro que reflete a projeção de um futuro económico difícil, impactando diretamente a vida das pessoas, mesmo à distância, através do emprego, investimentos e custo de vida.
Petit Jornal, Inteligência e Reverência em Dozes de Árgias Olá gente, bem-vindo aos Petit Jornal, esse é o Petit Invest número 19. Estamos caravando, excepcionalmente, no sábado 28 de maço, de 2,26, são exatamente 8 horas e 40 minutos da manhã, e temos aqui tangi vírgula ou bagudadia animado, contente, preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado, tarifado, 15% e preocupado, ou muito preocupado com os seus investimentos, é também que ele tenha reoclado para auxiliá-lo nessa trajetória extremamente difícil nesse momento específico. O tempo está bem danelsoza, que é isso que vos fala ao longo dos próximos minutos, vamos falar um pouco sobre esse ambiente internacional e o impacto sobre a dinâmica de investimentos, o ambiente econômico, esse é o Petit Invest, espaço semanal aqui do Petit Jornal. Tudo bem, professor Paketad, vamos a isso? Tudo bem danelsoza com esse, vamos lá para esse Petit Invest número 19. Um prazer daqui mais uma vez nesse sábado de manhã, pra falar sobre as coisas que nos aflige, né, danelsoza, o mundo está olhando para essa guerra aí, com a propação, havia uma certa expectativa, e real, a minha ouvir que a guerra poderia ser rápida, e a guerra não será rápida, não está rápida, aparentemente vai demorar, e, naturalmente, a pessoa está começando a colocar na conta, está começando a botar lá na sua calculadora científica, que a guerra demorando mais, o problema, ele se mantém, a gente passa a ter problemas um pouco mais prolongados, a minha ouvir, danel, você falou aí que por aí o claro pode ajudar, e tudo, e pode de verdade, né, aí o claro, é nossa parceira que é uma gestora completa, e o que você precisa nesse momento para você rejuguardar, as suas finanças, suas economias, garantir que você faça boas escolhas, é uma gestora como a Rio Claro, a Rio Claro, ela olha pra tudo isso que está acontecendo, encontre as melhores soluções, encontre os melhores caminhos, pra garantir que lá na frente, essa guerra, essa turbulência e as outras pelas quais a gente vai passar ao longo da nossa vida, não se torne um problema para aposentadoria, para você ter um futuro tranquilo, esse é o ponto fundamental, esse é o compromisso da Rio Claro, quando você ainda é contato com eles, o link está na descrição desse episódio. Danel Soza havia expectativa de que a guerra poderia ser rápida, faltou, vi Petit Jornal, que a gente falou desde o início, que olha do jeito que a coisa está se desenhando, sei lá, mas o mercado de ações está perdendo nois de sono, Danel, e aí, cara, me conta o que está acontecendo, como é que você está vendo esse cenário? Pois é, Tanguí, na medida em que você tem uma guerra no Oriente Médio e o preço do Petróleo acaba sendo impactado, o efeito óbvio é que as empresas passam a ter um custo maior para produzir. E pior, os consumidores também perten ali para o ter de compra, então empresas com custo maior produzem menos, consumidores com um custo de vida mais alto, consomem menos. Gente disso, o mercado começa a precificar uma economia mais lenta, empresas produzindo menos, consumidores consumindo menos, lucros menores e consequentemente, o valor das empresas não pode ser o mesmo que era antes de surgir a saguerra no Oriente Médio. Então, desde que a saguerra começou, nós temos observado um declínio no valor das ações, no valor dos ativos, incluindo aí empresas dos Estados Unidos, tanto a bolsa de Nova York, quanto a NASA, que acaba comercializando empresas da área de tecnologia, tem passado ao longo das últimas semanas por um processo contínuo de queda. Tivevelho uma pequena interrupção no início dessa semana. Quando o Doron Trump disse, "Estamos conversando, a guerra vai acabar, gente!" Aí teve ali uma pequena inflexão, mas poucas horas depois voltamos à programação normal. Aliás, a gente está vendo que parece me arquitetado, parece meio ensaiado, porque toda vez que você começa a ter um pessimismo muito grande, o Trump aparece com alguma explicação também, de que a guerra vai acabar. Não é nenhuma explicação, uma esperança de que a guerra vai acabar. Aí ele fala, "Mas quatro semanas, aí a bolsa fosse opa, quatro semanas, acho que dá. Quer dizer, vamos chegar a quatro semanas de guerra. Pouco há quatro semanas, beleza, falta de duas, né? A gente consegue lidar com isso." Aí o Irã fala, "Se o ano vai ser quatro semanas, não, hein. Vai ser mais." Aí a bolsa convolta, sofre. Aí o Trump fala assim, "Estamos tendo negociações excelentes, aí a bolsa fosse ufa, não, põe, tão beleza." Então, isso vem sendo feit de forma recorrente pelos Estados Unidos e nada não. E me parece que é uma tentativa de falar se gente, pelo amor de Deus, calma, não vamos ter um pessimismo tão grande assim, a bolsa não para de cair no momento em que todo mundo precifica que a guerra vai continuar. Não tem como parar de cair mesmo, na medida em que você projeta que a guerra vai continuar, as empresas e os consumidores vão ter uma vida mais difícil, eles serão necessariamente mais pobres do que seria um cessa guerra, ela não tivesse aparecido no horizonte. E quando a gente observa, tem que num recorte um pouco mais longo, a gente consegue enxergar que ao longo do ano de 2025 nós tivemos muita valorização, de ativos, de ações, etc. Muito em cima da inteligência artificial, a inteligência artificial acabou trazendo ali uma série de expectativas positivas do que diz respeito a quente produtividade, de aceleração de crescimento e também de surgimentos novos negócios. Fara isso, a gente está falando de um contexto internacional onde a taxa de desemprego está muito baixa e somenta ali o consumo das famílias e consequentemente, também acaba tendo impactos positivos sobre o crescimento econômico, portanto, havia ali um ambiente de otimismo claramente estabelecido. Aliás, quando você olha o gráfico, chama muito a atenção. Você estava numa tendência de alto, uma tendência de alto, uma tendência de alta, e aí essa tendência de alta é quebrada, e aí você começa a ter claramente um declínio e a quebra coincide justamente com início da guerra no Oriente Médio. Aliás, eu queria que você explicar isso um pouquinho, Daniel, porque a gente deu ouvido falar muito assim. No momento atual, o mercado de ações está no seu pior momento nos últimos sete meses. Mas sete meses atrás não era exatamente um momento ruim, né? O que quer dizer quando a gente fala que nos últimos sete meses nunca esteve tão ruim? O que significa isso? A sete meses não estava no momento nada ruim, a sete meses na prática, nós estávamos observando mais catinha, mas o seguinte, imagina que no início do ano, aqui eu vou estar valoros absolutamente frustrativos, você estava no terceiro degral. Aí, com a sete meses, você estava no sete no degral, ou seja, a sete meses, você já estava na situação melhor do que no início do ano passado. Você subiu mais ainda, você chegou ao décimo degral, aí começou a guerra no Oriente Médio, você voltou do décimo degral pro sétimo, ou seja, há sete meses, e você estava ali com uma tendência de alta, essa tendência de alta vinha de meses, anteriores, e continuou em meses posteriores. Mas claro, quando você pega ali o recorde de comparação, você chega à conclusão que o mercado está no pior momento que dos últimos sete meses. É óbvio que se nós continuarmos tendo querda ao longo das próximas semanas, esse recorde vai se ampliar, ou seja, vai ter gente dizendo, olha, está no pior momento há oito meses, há dez meses, porque você começa a fazer comparações justamente com degraus mais baixos que está sendo apresentados no ano passado. E a gente vai ter um fenômeno curioso, porque o mercado, naturalmente, ele ouve muito o presidente dos Estados Unidos, isso históricamente assim, o que o presidente fala, está falando sobre uma superpotência conônica, uma superpotência no mercado de capitais, uma superpotência militar, e está no momento em que o Trump ele fala, "Não, mas vai ser uma guerra de mais apenas algumas semanas, o mercado ouve, o mercado escuta e precipica aquilo". A gente está tendo o fenômeno agora, Daniel, no qual o mercado ele está tendo que ouvir o Irão também, porque se o Trump diz que a guerra vai acabar, que estamos vencendo e que o Irão a qualquer momento vai ser obrigado a admitir que foi derrotado. E o Irão fala, "Não, inclusive estou cobrando para os navios passarem, para passar ele por orumo, sou eu que decido o que é que vai passar, e para passar vai ter que negociar comigo e me pagar". O mercado olha para isso e fala, "Pô, não está me parecendo, que a guerra vai ser tão rápida assim". E isso reflete no mercado de ações, é curioso, né, como é que a realidade ela acaba colocando o Irão, que não é um país que tem uma grande credibilidade, junto ao mercado financeiro, mas que tem que ser escutar também porque ele tem o poder também de determinar quanto que essa guerra vai demorar e quanto que as ações ainda vão sofrer. E nesse sentido o Irão se colocou numa posição de muito poder, né, na medida em que ele passou até uma projeção internacional, que ele não tinha antes do conflito. E é interessante porque você falou um pouco sobre o presidente dos Estados Unidos e o que ele fala é sempre ouvido com atenção, mas é óbvio, ele é um presidente dos Estados Unidos, quer dizer, as pessoas ainda têm um certo calculate, então aqui veja você, te levar sério o que o presidente dos Estados Unidos fala, mesmo que o que ele diz não se escreva ou não se confirme, ou casoras depois, historicamente, os presidentes dos Estados Unidos tinham muito cuidado ao falar. Falavam com muita parcemônia, tinham ali realmente um excesso de zero, nas palavras que usaram, etc. Claro que nem todo o presidente era tão zelojo assim, mas nenhum presidente nem de perto o Donald Trump, no que de respeito é uma certa irresponsabilidade mesmo que ele fala. Ah não, porque estamos conversando, quer quer acabar nas próximas horas?
E em vários momentos fica exidente que ele está mentindo. Ele sabe que não vai acabar nas próximas horas, mas que de alguma maneira ele está ali tentando segurar esses expectativas. E, de novo, claro que não é o primeiro presente americano a mentir, não é o primeiro presente do planeta a mentir, mas existem um certo discaramento do Donald Trump. Existe ali uma certa característica de tentativa de recorrente manipulação do mercado que parece um pouco diferente dos seus antecessores, até porque ele chega em alguns momentos a ser até um pouco caricato, exigindo do irá que o acente foi derrotado, etc. Aqui estamos ganhando a guerra. Enfim, existe ainda mais dentro de um contexto de redes sociais, a informação circulando de maneira tão mâmpala, um certo discrédito em algumas declarações do presente americano. Ele tenta inclusive fazer comer caro, Daniel, mais ou menos o que ele faz com o público dele dominamente. É brincadeira que a gente já fez aqui, é brincadeira, mas ou menos também, Daniel, que ele se tornou presidente para poder ganhar dinheiro de outras maneiras. Então ele dá uma declaração determinada a tipo só, e ele ganha dinheiro com a sua operação. Ele vem de produtos dele, Bíblia do Trump, Tênis do Trump, Caneta do Trump. Ele vem de bitcoin, né, quer dizer, a criptomueda do próprio Trump e da mulher dele. Então ele manipula isso agora quando ele faz isso em outros momentos, ele está basicamente dando com a base dele. É o cara que vai comprar qualquer coisa que o Trump vendeu, o cara que vai seguir o Trump falar. Agora ele está tentando fazer isso com o mercado mais amplo, que naturalmente olha para isso num primeiro momento, até tenta acreditar, beleza, por exemplo, o presente está falando, deve ser verdade, deve ter alguma base aí no que ele está falando, mas com passando tempo essa credibilidade ela vai desaparecendo também. Me parece que o próprio mercado começa a acreditar um pouco menos nas promessas que Donald Trump faz daqui para frente. Isso é ineritável, tango e pura, que na prática se você leva a sério, as sucessivas declarações do presidente e essas declarações não se confirmam, na prática você perde dinheiro, né, puxa, o aquele esteiro presidente. E é o que aconteceu. Comprei, apostei dinheiro, coloquei recursos realmente determinados ativos, passaram-se dois dias a declaração do presente furopo e aquelas ativas que eu comprei, começaram a caí de valor, quer dizer, eu perdi dinheiro, que é o aquele esteiro presidente. Com isso é natural que as pessoas de gradualmente começem a acreditar menos, a levar menos a sério o que ele está fazendo e aí você tem problema grave, porque uma das funções do governo é coordenar expectativas. Me parece que é interessante tentar diminuir as relações, tentar contê. Eu foria excessiva, tentar contê, pessimismo excessivo, mas o que a gente está olhando nesse caso em particular é um problema concreto, é um problema grave, o petrore subiu muito ao longo das últimas semanas, isso desorganiza a economia do planeta, isso desorganiza a circulação de marcadorias, isso desorganiza a atiplição de comida, comida vai ficar mais cara, porque a comida chega no caminhão, que movida de gíseo. Então isso não é brincadeira e a comida fica no mais cara, a família passa a ter menos dinheiro, de repente, para comprar um produto de uma outra empresa. E aí essa outra empresa vai perder, e aí essa outra empresa vai ter uma lucratividade menor, e o vetor vai te pedir funcionar porque a produção caiu, porque as vendas caíram porque a comida ficou mais cara, porque o petrore ficou mais cara, porque os estados de anunicentes estão no margar no Orinte Médio, o pessimismo me parece bastante natural. A gente acaba tendo a oportunidade de circular bastante, conversar com muitas empresas, a gente não consegue ver ninguém muito otimista nesse momento enquanto a guerra não acaba. Porque isso é um problema, o petrore já subiu bastante, porque será que ele pode subir ainda mais? Será que isso pode desorganizar ainda mais a economia e consequentemente as minhas previsões elas preção ser revistas, as minhas previsões de venda, as minhas previsões de produção, se tudo sério. Então quando a gente pega esse indicador da bolsa, na prática bolsa é um termômetro do que as pessoas estão projetando para o futuro. E se as ações elas caem sistematicamente ao longo das semanas, e é isso que tem acontecido nas últimas semanas, elas estão projetando que o futuro será difícil. E eu acho muito interessante porque não é um craque, não é um processo onde desaba de forma muito violenta uma única vez. Não, não. Vai caindo gradualmente dia a dia. Cada dia é uma erusão conforme a guerra vai continuando, a situação vai piorando gradualmente nesse sentido e parece uma análise bastante aderente, uma expectativa bastante aderente em relação ao que está acontecendo nesse momento. Você vai cantando da clínio, um da clínio, um da clínio, porque cada dia a mais de guerra é um dia onde você tem uma perda relevante impacto sobre economia real, impacto sobre a vida das pessoas. Isso sem entrar nas vidas humanas que são perdidas, isso sem entrar numa dimensão humana que é super importante também, que não pode ser jamais esquecida, mas se a gente pensa no resto do mundo que não está necessariamente envolvido diretamente de conflito, o resto do mundo acaba sendo impactado também. E uns americanos que vivem, uns sasonais, as pessoas que vivem nos sasonios também, estão tendo a sua vida impactada e isso ajuda também a erodia popularidade do track. Ou seja, na minha hora, a maneira de a gente ver que o que acontece lá no Oriente Médio é impactar nossa vida de forma direta, de forma muito direta. Eu sei que até hoje a gente fala assim, é uma mercado de ações, eu não quero nem saber, não faz, não tem impacto na minha vida. Tem, claro que tem, é óbvio que tem, isso pode mexer bastante com expectativas de tudo, inclusive, você vai ter investimento, você vai ter mais emprego, você não vai. E tudo isso, portanto, acaba dando muita força para essa necessidade que a gente tem de olhar o que está acontecendo no mundo afório, o que está acontecendo no Oriente Médio. Aliás, na segunda-feira, Daniel, a gente volta com mais um episódio do BAT-PAP, a gente grava às 9 da manhã, que ele agradeceu todo mundo que está com a gente. Nessa manhã de sabe, você que está ouvindo a gente ao longo do fim de semana, ao longo da semana que vem, você que está no futuro, um abraço para você que está no futuro aqui na gente, Daniel, sou a segunda-feira, a gente está de volta, um abraço e até a próxima. Valeu, tchau tchau. Jornal.com.br.
Podcast Summary
Key Points:
A guerra no Oriente Médio está a prolongar-se, contrariando expectativas iniciais de um conflito rápido, o que está a gerar incerteza económica prolongada.
O mercado de ações está em declínio contínuo, refletindo a precificação de uma economia mais lenta devido ao aumento dos custos (como o petróleo) e à redução do consumo.
As declarações otimistas e por vezes enganosas do Presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um fim iminente da guerra, têm um efeito temporário e manipulador no mercado, que está a perder credibilidade.
O Irão ganhou influência no conflito, e as suas declarações sobre a duração da guerra também passaram a ser consideradas pelo mercado financeiro, aumentando a volatilidade.
O aumento do preço do petróleo desorganiza a economia global, encarece bens essenciais como alimentos e reduz o poder de compra, criando um ciclo negativo para empresas e consumidores.
Summary:
O episódio do Petit Invest discute o impacto económico da guerra prolongada no Oriente Médio. Inicialmente, havia expectativas de um conflito rápido, mas a persistência da guerra está a gerar incerteza e problemas económicos duradouros. O mercado de ações, especialmente nos EUA, tem registado um declínio contínuo, pois os investidores precificam uma economia mais lenta: o aumento do preço do petróleo eleva os custos de produção e reduz o consumo, pressionando os lucros das empresas.
As declarações intermitentes e otimistas do Presidente Donald Trump sobre um fim iminente da guerra causam flutuações temporárias, mas o mercado começa a descontar a sua credibilidade, especialmente quando confrontado com a realidade e com as afirmações do Irão, que ganhou relevância geopolítica. A crise do petróleo desorganiza cadeias de abastecimento, encarece a vida e reduz o poder de compra, criando um ciclo pessimista. O declínio gradual das ações é visto como um termómetro que reflete a projeção de um futuro económico difícil, impactando diretamente a vida das pessoas, mesmo à distância, através do emprego, investimentos e custo de vida.
FAQs
A guerra impacta o preço do petróleo, aumentando custos de produção e reduzindo o poder de compra. Isso leva a uma economia mais lenta, lucros menores e, consequentemente, à desvalorização das ações.
O aumento do preço do petróleo desorganiza a economia mundial, encarecendo o transporte de mercadorias e alimentos. Isso reduz o consumo e a produção, afetando negativamente empresas e famílias.
Declarações otimistas sobre o fim rápido da guerra podem causar breves recuperações no mercado. No entanto, como muitas não se confirmam, o mercado gradualmente perde credibilidade nessas promessas, voltando a refletir a realidade prolongada do conflito.
O Irã ganhou poder ao controlar rotas marítimas críticas e ao sinalizar que o conflito pode se prolongar. O mercado é forçado a considerar suas ações, pois elas afetam diretamente a duração da guerra e a volatilidade econômica.
Significa que, após uma tendência de alta ao longo de meses, o mercado retrocedeu para um patamar similar ao de sete meses atrás. A comparação é feita com um período anterior já positivo, mas agora em declínio devido à guerra.
O aumento dos preços do petróleo e dos alimentos reduz o poder de compra, impactando o consumo e podendo levar a menos investimentos e empregos. Portanto, a guerra tem efeitos econômicos diretos e indiretos na população global.
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