Pedofé: A Fé de Bebês e Crianças da Aliança - Salmo 22.9-10
47m 22s
O pregador inicia uma série sobre a fé das crianças, baseando-se no Salmo 22:9-10. Ele destaca que, desde a queda, o pacto da graça sempre envolveu crianças, como em Gênesis 3:15 e Gênesis 17, onde Deus promete abençoar os filhos dos crentes. Satanás, frustrado em destruir o plano redentor, ataca os filhos da aliança, tentando negar sua membresia na igreja. No entanto, o Salmo 22 mostra que Davi confiava em Deus desde o nascimento e o seio materno, desafiando a visão de que crianças não podem ter fé. O salmo, conhecido por descrever os sofrimentos de Cristo (versículo 1) e sua exaltação (versículo 31), é dividido em duas partes: lamentos e respostas de fé. Nos versículos 9-10, Davi declara que Deus o tirou do ventre e o preservou, indicando que sua fé não começou na idade adulta, mas desde a mais tenra infância. O pregador argumenta que a fé infantil não requer conhecimento proposicional, mas é uma postura relacional de confiança total em Deus, como ilustrado por Jesus ao chamar as crianças de "pequeninos que creem" (Mateus 18:6). Assim, a fé das crianças é um modelo da graça, pois dependem completamente de Deus.
Eu, irmãos, eu quero convidá-los nesta manhã a abrir a palavra do Senhor no Salmo de número 22. Com este salmo, irmãos, eu desejo iniciar uma breve série, a respeito de um assunto que eu diria até a negligenciada, mesmo em igrejas nossas, igrejas presbiterianas, que é a questão da fé das crianças. Então, nesta manhã eu quero iniciar com vocês a consideração de algumas passagens, sendo a primeira, a do salmo 22, os versículos 9 e 10. Salmo 22, verso 9 e verso 10. Eu quero convidar os irmãos para fazermos uma leitura em conjunto, tudo usa uma só voz. Já de anteimão, eu peço o perdão aos professores, pode ser que eu avance a assim algo em torno de cinco minutos ou quarenta minutos do tempo de vocês, brincadeira, mas é possível que eu avance um pouco no tempo de vocês. Salmo 22, verso 9, verso 10, vamos dizer todos juntos, todos somos só voos. Com tudo, tu é esquem me fez nascer e me preservaste, estando eu ainda, ao seio de minha mãe. A time entreguei, desde o meu nascimento, desde o entre de minha mãe, tu é, meu Deus, amém. Vamos orar. Nosso Deus e pai nós suplicamos ao Senhor, que por teu Espírito, o Senhor abra os olhos do nosso entendimento para enxergarmos as maravilhas da tua lei. Nós te pedimos isto a Deus, no nome de nosso Senhor Jesus Cristo, amém. Meus irmãos, crianças sempre desempenharam um papel de fundamental importância na história da redenção. Nós vemos isso desde a queda, quando o pacto da graça foi estabelecido pelo Senhor. A primeira promessa é a evonjélica, envolvia o nascimento de uma criança. Em gênesis capítulo 3, verso 15, o Senhor disse, "Aça é pente, porém, inimizar de entreitia a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça e tu liferirás o calcanhar." Então, logo no início, a primeira promessa de salvação envolvia o nascimento de uma criança. Só que mesmo antes da queda, e antes de o Senhor fazer essa primeira promessa, o Senhor criou o homem e a mulher a sua imagem conforme a sua semelhança, e Deus ordenou a homem e a mulher que se multiplicassem. Meus irmãos eram o desejo do Senhor que toda a terra ficasse cheia com portadores da sua imagem. Esse plano, obviamente, só poderia ser realizado através da geração de filhos, através da geração de crianças, e isso não mudou após o pecado. Noé e seus filhos deveriam repouvor a terra através da geração de filhos, e na realidade, irmãos, por causa do pecado, o que nós vamos observar é que Deus, a esse mandamento de multiplicar-se, Deus adicionou a sua bensam. Na confirmação do pacto com Abraham, quando o Senhor instituiu a circuncisão, como sinal do pacto, o Senhor disse, "Farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extra-ordinariamente, fartiei fecundo extra-ordinariamente". Meus irmãos abençam, o pacto al do Senhor está diretamente relacionada à geração de descendência. E é importante lembrar que é aqui, em Gênesis, capítulo 17, que o Senhor Deus afirma explicitamente que a sua aliança é feita também com os nossos filhos. Essa aliança é feita não apenas conosco, não apenas com os adultos, mas também com as crianças filhas de pais crites. Nosso filhos são filhos da aliança. E eu creio, meus irmãos, que é por essa razão que Satanás sempre se voltou com furia contra as crianças e principalmente contra os filhos da aliança contra os filhos dos crites. Satanás sempre rugiu contra os filhos da aliança e por diversas vezes tentou desimalas. Foi assim através de faraona época de Moisés, foi assim com erodes quando Jesus Cristo, o descendente da mulher, a criança prometida em Gênesis III, verso 15 nasceu. Em todas essas ocasiões, a investida de Satanás era uma tentativa de impedir a vinda da criança de Gênesis III, versículo 15. E pela graça do nosso bondeus todas tentativas frustradas. Mas meus irmãos, não podendo destruir o plano de redenção de Deus, Satanás tenta outra ação contra os filhos da aliança. Apocalipse capítulo 12 vai nos dizer que não conseguindo matar a criança que nasceu da mulher, o dragão agora volta a sua furia contra o restante da descendência da mulher. E isso certamente inclui os nossos filhos. Essa furia se manifesta através de certas mentis que tentam eliminar do sério da igreja, que tentam eliminar da comunhão da igreja, da membrezia da igreja os nossos filhos. Ah, quem defenda que as crianças não são membros da igreja. Já ouve youtuber que se apresenta como pastor afirmando que as crianças não podem ser membros da igreja porque elas não têm fé e incrédulos não podem fazer parte da membrezia da igreja na nova aliança. Infelizmente, meus irmãos, a igreja de Cristo ao longo da história se dividiu quanto a isso. Um pastor chamado Rich Lusk disse que a questão se filhos de pais crintes podem ou não ter fé, tem sido uma questão incomoda ao longo da história da igreja. Vários teólogos destacaram que as crianças devem ser vistas como modelo do Evangelho da Graça em razão de seu desampar o sertão evidente. E o que eles quiserem dizer com isso? Bem, eles quiserem dizer algo bem simples. Esguiram meus irmãos que não apenas é afirmado que crianças podem ter fé, mas a realidade é que as crianças não podem ter nada a não ser fé. E é isso que nós cremos. Você pode perguntar, mas como assim? Porque eu ouvi durante a minha vida inteiro que crianças não podem crer. Considerem comigo irmãos da sugestão de um teólogo presbiteriano chamado Benjamin Orfield. Ele disse que crianças são modelos da mebrezia do reino de Deus, não por causa da sua suposta inocência ou da sua humildade, nem mesmo por causa da sua disposição para confiar, mas por causa da sua completa e óbvia dependência de outras pessoas. A ideia dele é que assim como as crianças dependem completamente de outras pessoas, assim também os crentes são aqueles que dependem completamente de Jesus Cristo. Orfield vai dizer que as crianças são a melhor ilustração da graça, porque os filhos do reino entram no reino da mesma forma como as crianças entram no mundo despogradas e mais nuas crianças em favor de quem tudo precisa ser feito, crianças que não são capazes de fazer nada. Meus irmãos, as crianças são muito interessantes. Mais uma vez, Rich Lansk vai dizer que cada criança é cheia de mistério e também cheia de possibilidades. A através das crianças nós podemos ter um excelente entendimento
da condição do ser humano. Mas infelizmente, por outro lado, alguns teólogos são categoricos em dizer que é impossível que crianças tenham fé. Um deles chamado Paul Dewith chega a dizer que a mera sugestão de que uma criança pode ter fé em Deus a ridícula e incompatível com a escritura e com o senso comum, a presuposição de teólogos que defenden essa impossibilidade sempre vai se basear na incapacidade das crianças em relação aos seus processos mentais. Outro deles chamado Verne Visner diz que as crianças ainda não desenvolveram os poderes da mente e da vontade de maneira que são incapazes de exercer essa eitar criança. Ele vai dizer que a fé das crianças é uma construção impossível, tanto do ponto de vista psicológico quanto do ponto de vista psicológico. E vejam irmãos, é verdade. É verdade que os processos mentais de um bebê não são os mesmos de uma criança de seis anos e é verdade que os processos mentais de uma criança de seis anos não são os mesmos de um adulto no pleno goso das suas faculdades. Mas há uma pergunta que nós precisamos fazer. A pergunta que nós precisamos fazer será que a fé é definida apenas em termos de processos mentais e exercícios da vontade. Será que a fé é apenas isso? Se a fé é definida como um composto de conhecimento, acentimento e confiança, então sim, é verdade que as crianças não têm fé, porque elas não podem ter conhecimento proposicional e não possuem auto-consciência para um acentimento ativo. Vejam meus irmãos, a fé madura é definida dessa maneira. A fé de um adulto maduro é assim, conhecimento, acentimento e confiança. Mas por outro lado, se na sua essência ou se na sua semente a fé for definida como uma postura relacional de confiança em outra pessoa, então é óbvio que isso existe nas crianças desde a mais tendra idade. Se na semente da fé, o que nós temos é uma postura de confiar totalmente no outro, então você tem isso nas crianças. E nas sagradas escrituras e irmãos existem sobejas evidências dessa verdade. Um teólogo chamado Godfidd Hoffman analisando Mateus, capítulo 18 vs. 6, quando Jesus diz, "O que eu estou falando ou qualquer porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, ele chama atenção para o fato de que Jesus dizia, Jesus afirmava que existiam pequeninos, existiam crianças que criam nele, e você vai tem mar com Cristo?" Godfidd Hoffman vai dizer, "A fé aqui quer dizer uma relação pessoal e confiante do coração em Jesus, a fé aqui pode existir sem uma compreensão detalhada e articulada do que é e do que deve ser revelado na proclamação do Evangelho." Então meus irmãos, isso pode ser encontrado nos nossos filhos. Isso pode ser encontrado nas crianças e isso é abundantemente testificado nas sagradas escrituras, começando pelo Salmo 22, verso 9 e verso 10. Meu objetivo com vocês neste amanhã, meus irmãos e olhamos para este texto, que nos ensina muitas verdades preciosas a respeito da pedofê, a fé dos pequeninos, a fé das crianças. meus irmãos não há livro melhor para começarmos a nossa exposição do que o livro do Salmos. O livro do Salmos é o grande manual da experiência cristã. Os salmos cobram toda a gama de sentimentos e de devoções cristãs, desde a infância até a velize. Se você deseja entender as suas próprias experiências com a graça de Deus, bem como as experiências dos Teus Filhos, então não há melhor lugar para começar. E aqui meus irmãos, nós voltamos nos nossos olhos para o Salmo 22, olhem este salmo. Nós podemos dizer que somos muito familiarizados com o Salmo 22. Nós já lemos este salmo e, númeras vezes, nós o conhecemos como um dos principais salmos mexionicos, porque aqui nós nos deparamos ao sofrimento de Jesus na cruz do calvário. Falando sobre o Salmo 22, o pastor Batista Charles Espérgio, não vai dizer, acima de todos os outros salmos, este é o salmo da cruz. É a fotografia das horas mais tristes de nosso Senhor, o registro das suas palavras ao morrer, o lacrimatório das suas últimas lágrimas, o comemorativo das suas alegrias espirantes. Temos diante de nós uma descrição tanto da escuridão quanto da glória da cruz, tanto dos sofrimentos de Jesus quanto da glória que se seguirá. Leamos este salmo com reverência, descalçando os pés, como Moisés descalçou junto a a sassardente, pois se na Bíblia a terra santa é neste salmo. Meus irmãos, nós relacionamos o Salmo 22 ao sofrimento de Jesus, principalmente por causa das palavras iniciais no verso primeiro, observem. O Salmo começa dizendo, "deus meu, deus meu, por que me desamparaste?" Jesus repetiu essas palavras na cruz. Mas existem outros trechos do salmo que vão se cumprir perfeitamente na cruz de Jesus. Esse salmo aponta para o sofrimento de Jesus na cruz, também quando você observa maneira como ele termina, vejo o verso 31. Vai para o último versículo do salmo 22, que diz assim "Leia comigo, leiamos todos juntos, não devira anunciar a justiça dele ao povo que há de nascer". Olha agora, "contarão que foi ele, quem eu, vejo o final, ele, quem eu fez". Estudeosos vão dizer que essas palavras echoam, João Capítulo 19, verso 30, quando Jesus grita "Está feito ou está consumado". Richard Paterson vai dizer que essas palavras também podem ser traduzidas como seguramente ele consumou. Aqui nós temos uma declaração que aponta para uma obra completada, uma obra consumada. Aqui você tem uma prefiguração de quando o teu redentorbrador está consumado. Esse salmo, meus irmãos possui uma estrutura bem simples. Normalmente, quando nós estudamos o salmo 22, nós dividimos em duas partes perfeitamente e distinguíveis. A primeira parte, você pode ver, ela vai abranger os versículos de 1 a 21. E nessa primeira parte, você vai ter uma descrição dos sofrimentos do salmista da vi e do Senhor Jesus Cristo. Já a segunda parte vai do verso 22 até o verso 31 e vai apresentar a exultação e a exaltação do salmista da vi e consequentemente do Senhor Jesus Cristo. Então, você pode dividir o salmo 22 dessa forma nessas duas partes e eu quero me deter com vocês, meus irmãos, em dois versículos da primeira parte do salmo. E essa primeira parte do salmo também vai possuir uma estrutura bem interessante. Se você ler com atenção do verso 1 até o verso 21, você vai ver que aqui o salmista da vi faz uma alternância em que ele apresenta o seu lamento, ele apresenta o seu sofrimento. Em seguida, ele apresenta a sua resposta de fé ao seu sofrimento, volta a falar do seu sofrimento. Novamente, apresenta uma resposta de fé até o verso 21. Por exemplo, olha para os versos 1 e 2. Os versos 1 e 2, você tem o primeiro lamento, você tem o primeiro assalto de sofrimento do salmista, onde ele fala do desamparo de Deus, como ele clama a Deus de dia e de noite e Deus, não responde. Do verso 3 até o verso 5, da vi, vai apresentar a sua primeira resposta de fé.
Ele vai dizer, a despeito de "O Senhor não me responder, tu é santo e tu estáis entronizado entre os louvoros de Israel". Então, você tem sofrimento? Resporte a difé. Se você olhar do verso 6 até o verso 8, você vê da vi novamente, se lamentando. Novamente, da vi apresenta o seu lamento, o segundo assalto da sua dor. Para do verso 9 até o verso 11, ele volta a fazer uma declaração de fé e de confiança no Senhor o seu salvador. Do verso 12 até o verso 18, você tem o terceiro lamento do salmista, enquanto do verso 19 até o verso 21, você vai encontrar a terceira resposta de fé de da vi no Senhor Deus. Nós vamos olhar, irmãos, para os versos 9 e 10. Os dois versículos fazem parte da segunda resposta de fé de da vi. E, nesses dois versículos, nós vamos encontrar declarações extraordinárias de confiança no Senhor. Mas, acima de tudo, nós vemos como o salmista é um homem de fé, um homem crente, um homem que confia no Senhor, que se apega ao Senhor, mas isso desde a sua infância. Desde a sua mais temra infância, na realidade, desde o ventre da sua mãe. O pastor Cristo oferece, chega afirmar, que aqui nós temos a resposta de fé mais como ouvente do salmista. Olha o pro verso 9, quando ele diz o seguinte, "Contudo, tu é a esquem me fez nascer, e me preservaste estando eu ainda, o seio de minha mãe". Aqui no verso 9, você vê da vi destacando o cuidado do Senhor Deus para com ele. Em outros salmos, você vai encontrar da vi, falando do cuidado de Deus para com ele nas mais diversas situações, incluindo em grandes perigos. Mas, aqui, meus irmãos, da vi deixa, claro, que esse cuidado de Deus para com ele pode ser rastreado até as ocasiões nas quais Davi estava o seio de Sua mãe, mamando. Na verdade, irmãos, esse cuidado de Deus com ele era tão profundo que pode ser rastreado de volta até mesmo quando Davi ainda se encontrava no ventre de Sua mãe. Esse cuidado não começou somente quando Davi chegou a suposta e idade da razão, quando Davi se tornou adulto, esse cuidado começou bem antes. Ainda no ventre. João Calvino, comentando esse verso, meus irmãos diz algo muito interessante. Calvino diz que Davi enumera de forma suscinta os benefícios que Deus levia concedido pelos quais desde muito havia aprendido que ele era seu pai. Sim, ele declara que ainda antes de nascer, Deus lhe revelara uma eficácia, uma evidência tal de seu amor paternal. Veja ao no verso 9 quando Davi diz, tu é esquem me fez nascer, tu me preservaste. Essa primeira afirmação, irmãos, tu é esquem me fez nascer, ela pode ser traduzida literalmente como tu me tiraste do ventre. E aqui você não tem apenas uma referência, não se trata apenas de nascimento físico. O que Davi está dizendo aqui não é que Deus apenas fez com que Ele nasce, o significado é mais profundo. A ideia de Davi é que desde o ventre Davi for atomado pela mão divina. Ele está dizendo aqui algo como, desde o momento em que eu nasci a mão de Deus estar sob a minha vida. Um detalhe interessante, irmãos, é que com base no texto é braico. Os comentaristas vão especular que muito provavelmente o parto de Davi foi complicado. Então especula-se que o nascimento de Davi foi difícil, sua mãe teve alguma complicação e essa é uma possibilidade real. Houve uma complicação, mas Deus colocou a sua mão sobre Davi e o tirou do ventre de sua mãe. No texto é braico, há uma palavra é braica que significa literalmente puxar, que significa literalmente trazer para fora e descreve o trabalho da parteira. Ele está dizendo, "Senhor foi a minha parteira, Ele me puxou do ventre de minha mãe." E quando você olha para a estrutura do salmo, você vê que essa especulação é não só possível, mas também provável. Veja os versos de 6 a 8, da vilamenta em razão do despreso dos seus inimigos. Ele diz assim, "Observe, mas eu sou o verme e não homem, ou próprio dos homens e desprezado do povo, todos os que me vêem, sombam de mim, afrochan os lábios e meneiam a cabeça, confiou no Senhor, livre-o Ele, salve-o, pois nele tem prazer." Aí você vê que é logo depois disso que Davi menciona que Deus tem estado com Ele desde o seu nascimento. Essa estrutura, meus irmãos, inimigos, Deus, estando com Ele desde o nascimento, lembra Gêneres e capítulo 3. Gêneres estrais, verso 15, Deus menciona a animizar-de entre a serpente e o descendente da mulher. No verso 16 de Gêneres estrais, Deus diz o seguinte a Eva. E a mulher disse, "Multiplicarei sobre modo e sofrimentos da tua gravidez, em meio de dores, darás alus filhos." É com base nessa estrutura, meus irmãos, que Davi fala da sua dependência do Senhor por toda vida, começando pela experiência angustiante do seu nascimento, talvez acrescentando a maneira como o conflito entre Davi e seus inimigos, brota da animizar-de de Gêneres estrais 15, Davi fala aqui da sua própria experiência da dificuldade no Parto que foi introduzida em Gêneres e capítulo 3, verso 16. Davi usa uma imagem vívida para descrever o Senhor como aquele que me tirou do ventre. O ponto é que Deus preservou Davi através da luta de vida e morte no Parto. E essa declaração, meus irmãos, ela é extraordinária, principalmente quando você olha a declaração seguinte no final do verso 9. Veja quando Davi diz assim, "E me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe." Você diz assim, pastor, essa parece ser mais uma declaração a respeito de como o Senhor agiu em benefício de Davi, no caso, como Deus teria preservado Davi de todos os perigos, incluindo nos momentos em que como um bebê em defeso Davi estava o seio de Sua mãe sendo amamentado. É possível. Mas é interessante, irmãos, que o texto é bráico, pode ser traduzido de outra forma, cuja o sentido é completamente diferente. Existe uma tradução perfectamente possível, uma tradução alternativa? Se algum de vocês tiver ou em casa a versão corrigida fiel verá que o verso 9 está traduzido assim, mas tuéso, que me tiraste do ventre, fizeste, me confiar, estando ao seio de minha mãe. Alguém pode perguntar, qual é a tradução correta? E a resposta é que ambas as traduções são perfectamente possíveis. As duas podem, inclusive, ser sustentadas ao mesmo tempo, pois como um comentarista observa, a ligação entre elas é o fato de que a confiança bem fundamentada e a segurança andam de mãos dadas. Então vejam, Davi diz, fizeste, me confiar, estando eu ao seio de minha mãe. Os irmãos vejam que é interessante. Não há nenhum motivo de dúvidas quanto ao significado da expressão, estando eu ao seio de minha mãe. Essa expressão é um modo de se referir ao tempo quando Davi era um bebê enquanto estava sendo amamentado. Então vejam Davi dizendo que confia no Senhor desde aquele tempo. Não foi algo que se deu apenas quando Davi se tornou adulto ou quando Davi chegou a idade da razão, seja a laquidade, seja essa, a confiança, o sentimento de conforto e segurança no Senhor já existia quando Ele era amamentado por Sua mãe ainda pequenino. Deus o preservava e a medida que Deus o preservava, Ele confiava no Senhor. Isso fica ainda mais claro quando você olha para o. Um dia em 1910, leia comigo o 10 do Salmo 22, quando David diz, "Todo juntos, ati, me entregei, dejo meu nascimento, dejo ventre de minha mãe, tuéis, meu Deus". Eu vejo um que declaração maravilhosa, ati, me entregei, dejo momento em que fiz profissão de fé, não. Ati, me entregei, dejo meu nascimento. Nós temos irmãs aqui que estão esperando, filho. E na realidade, não só as gestantes, mas aos seus esposos também. Se você está esperando um filho, a propria se desta declaração, a propria se destes reciclos desde já. Leia esse vesículo para o teu filho, estando ele ainda no teu ventre, marido, leia, esse vesículo para o teu filho, estando ele ainda no ventre de tua esposa. Hória, respeito desse texto, playtéi e junto ao trono da graça, essa verdade, pactual em relação ao seu filinho ainda no ventre da sua esposa. O salmista diz, ati, me entregei, dejo meu nascimento. O verbo traduzido aqui como me entregei, meus irmãos descreve alguém que silança, alguém que se joga sobre outra pessoa. Não se trata de dar vi, ter sido lançado por outra pessoa, ele se lançou. Você pergunta como é isso, nós não sabemos. Nós não entendemos como isso pode ter sido possível, mas é o que diz a palavra de Deus e quando a palavra de Deus fala o mundo se cala. Outro detalhe, meus irmãos, é que a palavra traduzida como nascimento, também é usada para descrever o ventre da mãe. E a ideia aqui é de um movimento, um movimento do ventre da mãe para os braços da parteira no nascimento, literalmente, da vi está dizendo sobre ti, eu me lancei do ventre de minha mãe. Gerald Wilson, comentarista, vai dizer que aqui nós temos a figura de um bebê que sai do ventre da mãe e silança nos braços da parteira. E a ver é retratado como a parteira, sobre quem a criança é lançada para fora do ventre da mãe. O bebê em defeso deve confiar na parteira aqui o aguarda para segurá-lo enquanto ele se afasta dos cuidados protetores do útero da mãe para as duras realidades da vida. Davi não está falando de algo que ele se lembra. Não é essa ideia, Davi está falando de algo que ainda que ele não lembre ainda que Davi não tenha nenhuma lembrança de como isso se deu, ele sabe que isso é verdade. A ti me entreguei desde o meu nascimento. Eu não sei como foi isso, eu não tenho nenhuma lembrança, mas eu sei senho que essa é a verdade. E vejam como ele termina o verso 10. O verso 10 termina desde o ventre de minha mãe, tu é meu Deus. Tu é o meu Deus, desde o ventre de minha mãe. Se verso também pode ser traduzido como, desde o ventre de minha mãe tu tem sido o meu Deus. Charles Espângio, meus irmãos, diz algo muito bonito. Ele diz, "Ese é um doce e pensamento". Deus começa a cuidar de nós, desde os primeiros instantes de vida. Somos balançados sobre o joelho da misericórdia e afagados no colo da bondade. No verso somos cobertos pelo amor de vino e os nossos primeiros passos são guiados pelo seu cuidado. E meus irmãos de fato é assim. Vejam, desde quando o Senhor era o Deus de Davi, desde o primeiro instante de vida de Davi, desde quando Davi ainda se encontrava no ventre de sua mãe queridos irmãos, este é um pensamento deveras precioso, diferente de mim, que não tive esse privilégio. Os meus filhos nasceram em um lar da aliança. O Senhor se tornou o meu Deus quando eu fui convertido e quando eu professei a fé em Jesus Cristo. Mas meus irmãos, o Senhor tem sido Deus do Esdras, o Senhor tem sido Deus da Ana Laura, o Senhor tem sido Deus da Alana, o Senhor tem sido Deus da Ana Julia, o Senhor é o Deus do nosso filho que está com ele hoje, desde o primeiro instante em que ove luz no ventre de Joanne. O grande desejo do meu coração, obviamente, é pelo momento em que eles professarão a Sua fé em Jesus Cristo. Mas saber que Deus já é, o Deus deles, o Deus que ostruou-se para dentro da aliança da graça e que bom dosamente tem cuidado deles, desde o primeiro instante, meus irmãos isso animam o meu coração. E para todos nós, irmãos, esses dois versículos enserram ensinamentos, extremamente preciosos e eu quero concluir. Eu quero dizer a vocês em primeiro lugar que com esse texto nós aprendemos que a fé jamais pode ser sugerida como uma obra humana. A fé jamais pode ser imaginada ou se quer sugerida como uma obra humana e infelizmente é aqui que eu enxergo a falha fatal da teologia batista. Quando se fala que uma pessoa só pode ser batizada quando é capaz de crer o que se tem em mente é a capacidade de articular uma profissão de fé. Trata-se a fé como algo que a pessoa tem de ser capaz de articular e um bebê, uma criança pequena, não vai ser capaz de articular essa profissão de fé. Consequentemente os nossos irmãos batistas acabam chegando a triste conclusão de que as crianças não devem ser batizada e pior. Chegam a fazer afirmações graves no sentido de que as crianças não podem ser membros da igreja. Mas nós somos cristãos calvinistas. E como diz o pastor Richie Luz que apenas calvinistas coerentes que afirman a fé como um don da graça soberana de Deus não como uma obra humana, mas como um don da graça soberana. Apenas eles podem contemplar a possibilidade de pé do fé. Entendam irmãos o que é a fé. A fé não é uma obra humana, a fé não é um construto humano, a fé é um don de Deus. A fé é uma obra do Espírito Santo no coração, no meu, no céu e no coração de um adulto e também no de uma criança mesmo no coração de um bebê de poucos dias de vida. Mesmo no coração de um feto ainda no útero de sua mãe. Não duvida, importante, que uma criança é capaz de crere em Jesus Cristo. Lembre-me de João Batista. João Batista, um feto ainda no Vintre de Isabel. Mas um feto cheio de fé, um feto cheio do Espírito Santo, regosijeando-se, alegrando-se na presença de Jesus Cristo. Ele não articulou nenhuma profissão de fé, ele simplesmente saltó no Vintre de Isabel. É verdade que João Batista for anunciado como uma criança fora do comum, mas o princípio é suficientemente claro. Não há impedimentos para que uma criança, sendo o alvo da obra soberana de Deus, creia desde o Vintre Materno. Em segundo lugar, quando David reconta as suas experiências formativas, David nunca aponta. Se você for achar atenção, David nunca vai falar de quando ele teve uma experiência dramática de conversão. Ele sempre vai traçar a origem da sua vida espiritual de volta ao verdadeiro princípio da sua vida física. O que isso quer dizer? Isso quer dizer algo bem simples. Isso quer dizer que um relacionamento com Deus não necessariamente começa quando alguém exce fé de maneira proposicional e articulada. Na medida em que David lembra, o relacionamento dele com o Senhor já existia bem antes. O relacionamento dele com o Senhor existia já desde o Vintre de Sua mãe. Mais uma vez, aqui nós temos irmãs carregando bebês em seus ventres. Pois bem, minhas irmãs, Deus já é o Deus do Senhor.
seus filhos. Seus bebês já são filhos da aliança. Seus bebês já pertencem ao Senhor, eu não estou dizendo que eles não são pecadores, porque é o mesmo Davi que disse que desde o ventre da sua mãe já confiava no Senhor e que o Senhor era o seu Deus, também disse eu nasci na equidade e em pecado me concebeu minha mãe. O que é verdade para adultos também é verdade para crianças. Fé e pecado não são mutuamente exclusivos. Um adulto crente é também um pecador de modo semelhante da viva e nos ensinar que feie e pecado co-existem no coração de um filhinho da aliança. Mais uma vez o pastor Richie Lusk vai dizer, humanos são pecadores desde o momento da concepção, com tudo, que são as crianças que também são participantes das promessas da aliança, a graça de Deus já está operando. Então seus filhos já são filhos da aliança. Deus já é o Deus dos seus filhos. Em terceiro lugar, meus irmãos, como nós observamos no início? O Salmo 22 é um salmo meseânico, o mais claro e o mais contundente salmo meseânico. Eu menchia o noíso, irmãos, porque pode haver quem entende diminuir as implicações desse salmo para a fé dos bebês e das crianças dizendo que se trata de um salmo sobre Cristo. E é verdade que o salmo 22 é sobre Jesus Cristo, mas não apenas sobre Jesus Cristo. Tratar esse salmo apenas como cristológico é emveredar por uma interpretação falha, porque esse salmo é tanto cristológico quanto histórico. É sobre Jesus Cristo, mas também é sobre Davi. Mas mais importante, mesmo que você seja levado a olhar para esse salmo apenas em seu aspecto cristológico, você precisa lembrar que nosso Senhor Jesus Cristo é também plenamente homem. Mas precisamos ter cuidado com uma espécie de doce-etismo. Doce-etismo é uma heresia antiga que olha para Jesus negligenciando a Sua natureza humana e nós não podemos fazer isso. Jesus possui a mesma natureza humana que Davi. O pastor Cristo oferece vai dizer que na cruz Cristo é coa uma confiança que remonta aos primeiros momentos da sua vida encarnada aqui na Terra. Então como homem, Jesus confia em Deus seu pai como em uma parteira, uma parteira que tirou Jesus do ventre materno nascer, que também o fez confiar nele desde aqueles primeiros momentos no seio de Maria. E meus irmãos, a natureza humana de Jesus é também como a nossa. A natureza humana de Jesus é também como a natureza humana dos nossos pequeninos à exceção do pecado. Por isso eu lembro vocês mais uma vez de Mateus, capítulo 18 vs. 6. Em Mateus 18 vs. 6 Jesus fala de crianças que criam nele. Jesus sabia que aquelas crianças criam nele e ele diz isso porque ele conhecia isso. Ele cria em seu pai desde os primeiros instantes de sua vida ali no ventre de Maria. Jesus um dia foi uma criança que creu no pai, que se lançou em fé e dependência no seio de seu pai. Então, na realidade, o exemplo de Cristo apenas fortalece essa defesa e por fim meus irmãos. Lembremos que o Sámo 22 olha a obverdade. O Sámo 22 é um salvo. É um inno, é um inno que Deus legou. Ah, sua igreja. É para ser crido, é para ser cantado. Este salmo fazia parte da vida actual de Israel. Então, cada Israelita que cantava esse salmo se identificava com as palavras de David. Cada Israelita que cantava o Sámo 22 tomava para si as palavras de todo o salmo e principalmente dos versos 9-10. É verdade que nem todos que nascem na aliança creem verdadeiramente em Cristo. Mas meus irmãos é aí que entra a fé dos pais. Porque os pais precisam creer que os seus filhos pertencem a Deus, que Deus é o Deus de seus filhos desde o ventre que os seus filhos desde o ventre confiam no Senhor. Então, é para você cantar, é para você se apropriar das palavras de Sámo, é para você creer neste salmo em relação a você e em relação aos seus filhos. E se você deseja que Deus seja o Deus dos seus filhos ao longo de toda a vida, você também não pode desprezar os meios de graça. É um grande privilégio na ser na aliança. É um grande privilégio ter Deus como nosso Deus, desde nosso nascimento. Mas meus irmãos, pais e irmãs que estão grávidas não desprezem os meios de graça. O filho de vocês pode contar com o bessário desde cedo. Na nossa tradição protestante reformada, oculta a conhecido como o bessário do Espírito Santo. Então, alianem os seus filhos desse bessário. Não alianem os seus filhos do culto ao Senhor. Deus é o Deus de seus filhos e essa verdade encontra a sua celebração no momento do Ajuntamento Solene como este aqui. Que o Senhor, meus irmãos, nos abençoe a minha sincera oração, que entre nós não age nenhum escrupulo, é que entre nós não age nenhuma dúvida quanto ao lugar dos nossos filhos na aliança da graça ou quanto a ser correto que os nossos filhos recebam o sinal da aliança, o sacramento do Santo Batismo. Deus é o Deus deles e Deus faz questão de assinalá-los com o sinal da aliança. Que ele pôs nos abençoe e aos nossos filhos hoje sempre a mim. Vamos nos colocar de pé.
Podcast Summary
Key Points:
O Salmo 22
Desde Gênesis, a redenção e o pacto de Deus envolvem crianças, incluindo a promessa do descendente (Gênesis 3:15) e a aliança com Abraão (Gênesis 17).
Satanás ataca os filhos da aliança, tentando excluí-los da membresia da igreja, mas a Escritura mostra que crianças podem ter fé relacional e confiante em Deus.
O Salmo 22 é messiânico, dividido em sofrimento (1-21) e exaltação (22-31), com Davi alternando lamentos e respostas de fé.
Nos versículos 9-10, Davi afirma que confiava em Deus desde o ventre e o seio materno, indicando que a fé infantil é uma dependência total do Senhor.
Summary:
O pregador inicia uma série sobre a fé das crianças, baseando-se no Salmo 22:9-10. Ele destaca que, desde a queda, o pacto da graça sempre envolveu crianças, como em Gênesis 3:15 e Gênesis 17, onde Deus promete abençoar os filhos dos crentes. Satanás, frustrado em destruir o plano redentor, ataca os filhos da aliança, tentando negar sua membresia na igreja.
No entanto, o Salmo 22 mostra que Davi confiava em Deus desde o nascimento e o seio materno, desafiando a visão de que crianças não podem ter fé. O salmo, conhecido por descrever os sofrimentos de Cristo (versículo 1) e sua exaltação (versículo 31), é dividido em duas partes: lamentos e respostas de fé. Nos versículos 9-10, Davi declara que Deus o tirou do ventre e o preservou, indicando que sua fé não começou na idade adulta, mas desde a mais tenra infância.
O pregador argumenta que a fé infantil não requer conhecimento proposicional, mas é uma postura relacional de confiança total em Deus, como ilustrado por Jesus ao chamar as crianças de "pequeninos que creem" (Mateus 18:6). Assim, a fé das crianças é um modelo da graça, pois dependem completamente de Deus.
FAQs
O salmo mostra que Davi confiava no Senhor desde o ventre de sua mãe, indicando que a fé pode existir desde a mais tenra infância, como uma postura de dependência e confiança em Deus.
As crianças ilustram a graça porque dependem completamente de outros, assim como os crentes dependem totalmente de Jesus Cristo, entrando no reino desprovidos de qualquer mérito próprio.
Sim, a fé em sua essência é uma postura relacional de confiança, não apenas processos mentais. Jesus chamou 'pequeninos que creem' (Mateus 18:6), mostrando que crianças podem confiar nele sem compreensão detalhada.
Indica que Davi confiava em Deus desde o período de amamentação, mostrando que a confiança no Senhor pode começar na infância, antes da idade da razão.
Sim, na aliança de Deus com Abraão (Gênesis 17), os filhos estão incluídos. Jesus também afirma que crianças creem nele, portanto, devem ser consideradas membros da igreja.
Satanás tenta destruir os filhos da aliança para frustrar o plano de redenção, como fez com Faraó e Herodes, e hoje busca excluí-los da comunhão da igreja.
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