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Paulo Silveira Comenta: “Os Próximos Dois Anos da Engenharia de Software” – Hipsters Ponto Tech #501

34m 4s

Paulo Silveira Comenta: “Os Próximos Dois Anos da Engenharia de Software” – Hipsters Ponto Tech #501

O artigo "Os Próximos Dois Anos da Engenharia de Software", de Ad Osmani, discute um ponto de inflexão na indústria, impulsionado pela IA e por mudanças econômicas que priorizam eficiência. Um dos principais debates é o futuro dos desenvolvedores juniores: a IA pode automatizar tarefas de entrada, reduzindo contratações, ou pode atuar como um multiplicador, criando novas vagas em setores que passam a incorporar software. Paralelamente, as habilidades necessárias estão se transformando. Em vez de escrever código manualmente, os desenvolvedores precisarão focar em supervisão, arquitetura de sistemas, pensamento crítico para validar o output da IA e conhecimento profundo dos fundamentos da computação. O papel do engenheiro de software deve evoluir de programador para um orquestrador ou arquiteto, que combina responsabilidades técnicas, estratégicas e éticas, projetando sistemas e delegando tarefas rotineiras a agentes de IA. A carreira tende a valorizar generalistas adaptáveis, devido à rápida obsolescência de tecnologias específicas, enfatizando a necessidade de aprendizado contínuo, habilidades interpessoais e visão sistêmica. O futuro dependerá de como as organizações integrarem a IA: como substituta de mão de obra ou como ferramenta para ampliar capacidades e permitir projetos mais ambiciosos.

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5089 Words, 31705 Characters

Portuguese
Hipster Spont-o-Tech O podcast de tecnologia e outras modigas O lá cá nesse movimento seja muito bem-vinda mais um episódio do seu podcast favorito. Meu nome é Paulo Silvira, esse é o Hipster Spont-o-Tech, edição especial de leitura e crítica de artigo. É isso mesmo. Agora, de tempos em tempos, eu vou trazer aqui, enquanto o André traz as conversas, eu vou ler alguns artigos postes e até mesmo notícias e comentá-las para que você tem ideia do que tem passado na minha cabeça, o que passa aqui na lura, no grupo álbum, na fiap, na p3, agora na start-sy e que faz a cabeça dos executivos, dos analistas. E no início desse 2026 aparece por aí muito artigo sobre o que vai acontecer com o mercado de trabalho, para onde estão indo as carreiras, o que muda quais são as tendências, inclusive como episódios que a gente costuma fazer. Para esse aqui em específico, eu vou trazer um post que se chama os próximos dois anos da engenharia de software. É um artigo escrito em inglês de um desenvolvedor que se chama Ad Osmani. Ele é um diretor do Google Cloud e onde ele trabalhou bastante com agentes, mas ele trabalhou antes no Chrome e hoje em dia ele está mais como produto, unindo DeepMind com diversos produtos do Google. E o post que ele escreveu em janeiro ainda no começo do ano, ele faz bastante reflexões e eu vou fazer a leitura e os parênteses que vão ficar meio óbvios pelo meu tom de voz são meus. A tradução é da minha cabeça também. Os próximos dois anos de engenharia de software. A indústria de software está em um ponto de inflexão. A codificação de AI mudou de autocomplete e avançado para agentes que podem executar tarefas de desenvolvimento. O bom econômico que ajudou a criação de muita contratação mudou para algo sobre eficiência. As empresas agora favorecem profitability, eles querem lucro em vez do que crescimento. E preferem contratações de pessoas experientes do que pessoas que acabaram de terminar graduação. E tímis menores que tenham melhores ferramentas. A mesma tempo a nova geração de desenvolvedores está entrando no aforças de trabalho com um cálculo diferente. Eles estão pragmáticos sobre a estabilidade carreira e séticos sobre essa cultura de trabalho adoidado. E eles foram criados com a assistência de AI desde o dia 1 nas suas graduações. Um parentes aqui é meu exagiro de 1, mas os últimos 3 anos quem estava aí na graduação provavelmente pegou muito disso. O que acontece agora é em certeza. A baixa tem 5 questões principais que podem transformar totalmente em engenharia de software durante o 2016. Um dois cenários contrastantes para cada um. Não são realmente predições, mas é uma preparação para algo que a gente pode dizer. O objetivo é ter um roadmap para a gente poder se preparar para o que vem por aí, pensando no que a gente já tem de dados hoje em dia. E também tendo um pouquinho de setecismo saudável pelo que essa comunidade é conhecida. O problema do desenvolvedor Junior, o resumo é o seguinte, a contratação de Devs Juniors pode ter um problema grande à medida que a inteligência artificial automatiza tarefas de nível básico. Ou ela pode também se recuperar à medida que o software entra em todos os setores. Um parentes é a se aposta do grupo, não é? A gente tem visto o software entrar em outras carreiras. Acho que especialmente finanças, vendas, marketing, economia, tudo que envolve bastante dados, fluxos e automações, ela está entrando. Bem, ambas as possibilidades exigem estratégias de sobrevivência diferente. O caminho de apreender a programar consigo o emprego junior e crescer a TCN, ou está complicado. Tem um estudo de Harvard com 62 milhões de trabalhadores que descobriu que quando as empresas adotam IA, o emprego de Junior Sky de cerca 9 a 10% em 6 trimestres em 1,5. Enquanto, emprego de senior não se altera. As grandes empresas tecnologias contratam 50% menos resinformados nos últimos 3 anos. Vale lembrar que grandes empresas tecnologias é uma minoria. Como o engenheiro disse sinicamente porque contrataram um junior de 90 mil dólares por ano, quando um agente de IA para a programação custa menos. Abra um parentes aqui. Complexa essa afirmação porque não é simples assim. O que faz com o junior não é necessariamente o que a gente faz com a gente. São papéis diferentes, não é um papel só técnicos, só da testes e de código. Isso não se resume apenas entre a gente artificial, fatores macroeconômicos como aumento da taxa de juros e as correções posso pandemia impactar um mercado por volta de 2022, mesmo antes da disseminação de ferramentas de IA. Mas IA acelerou isso. Um único engenheiro senior com o auxílio de IA, agora consegue produzir bem mais. As empresas escritamente estão contratando menos profissionales de unidas do que demitindo. Um parentes é verdade. Essa tendência de dévedo, mercado inicial, ter ficado mais complicado, vem com a pandemia a queda, né. Da taxa de juros depois sobe tudo de novo. As empresas estavam infladas. Os fundos de meximento começaram a falar "Opa, agora eu quero eficiência". Então essa tendência vem de antes do GPT lá, do chat GPT que estourou em novembro de 22 e começou a trazer se bom dia para dentro do mercado de engenheiro e de sopa. O cenário inverso, né, a inteligência artificial desbloqueia em faricetores, não só no de tecnologia. Saúde agricultura, mano, fatura e finanças começam a incorporar a sofre de retomação. Em vez de substituir os devs, a ia ator na multiplicador de forças que disseminam o trabalho de desenvolvimento software para domínios que nunca empregaram programadores e programadores. Veríamos mais vagas de nível inicial, apenas diferentes. Desenvolvedores nativos de AI que criam rapidamente pequenas automações, integrações para nisso específicos. A prepara antes é o que Paulo Silveira acredita fortemente, fecha a parência. O departamento estatístico de trabalho americano ainda projetam o crescimento de 15% nos empregos de software de 24 a 34. Se as empresas usarem ia para expandir a produção, em vez de simplesmente reduzir o número de funcionários, precisarão de pessoas para aproveitar essas oportunidades criadas por ia. O riscolo longo prazo do cenário pessimista é frequentemente negligenciados. Profissionais de unios de hoje serão os engenheiros de senior e líderes de amanhã. Interromper o fluxo de contratação de talento, crimo o vácuo de liderança daqui a 5-10 anos. Veteranos da indústria chamou nisso de decadência lenta, um ecossistema que para de formar seu substituto. A gente já viu isso antes, né? O que fazer a respeito de um envolvedores juniores torna esse profeciem em AI e versátils? Demonstre que um juniore aliado em AI pode igualar a produtividade de uma pequena equipe, entre parentes eu acho difícil, mas enfim. Utilizem agentes, um curso durante a Gravity Cloud Code, Gemini, CLI, enfim. Para desenvolver funcionar os dados maiores, mas compreendam e expliquem cada linha de código, senão a maioria. Parem-se do Paulo, não adianta nada, a gente quer ser devido de unior mágico, que geram um monte de coisa e não sabe, não tem domínio do código, né? É que nem aquele front end que sabia muita coisa de react e gerava um setzinho parecido com Spotify, mas não tinha bolufas do HTTP da Web do JavaScript que estava por debaixo dos pães. Pais parentes. Concentre sem inabilidades que a AI não pode substituir, comunicação de composição de problemas e conhecimento domínio, considerem forções adjacentes, dev real, análise de dados, como pontos de entrada, construem um portfólio. Não seja apenas mais um receio informato que precisa de treinamento, seja um engenheiros, úteis com capacidade de aprendizado. Dev Seniors, menos juniore, significa mais trabalho braçal para você. Recorra a automação de tarefas, rutineiras, mas não faça tudo sozinho. Configure CICD, lintres e testes com o auxílio de AI para detectar problemas básicos. Sejam mentor, informar o por meio de projetos code góberto. Seja franco com a gerência sobre riscos de equipes compostas apenas por seniors. Se a demanda de juniore aumentar, esteja preparado para integrá-los de forma eficaz e delegar tarefas. Você andrei AI. Seu valor está em multiplicar a produção de todo equipe, não apenas seu próprio código. Ponto 2 do 5 - A questão das habilidades. Em resumo, as habilidades essenciais de programação podem se atrofiar a medida que AI escreve boa parte do código ou se tornar mais críticas do que nunca se os desenvolvedores humanos se concentrerem na supervisão. Os próximos anos, se determinarão, se a gente vai trocar a compreensão por velocidade e o quanto. Oitenta e quatro por cento dos devs, hoje usam a assistência de ar regularmente. Para muitos, o primeiro instito acede para lá em Cumbang, não é escrever código zero mas se encrear um pouco. prontes juntar as partes, que aí a Forcuspin. Programadores iniciantes estão pulando o caminho difícil. Eles podem nunca construir uma árvore de busca binária do zero ou depurar um vazamento de memória por conta própria. Abreparentes do Paulo aqui, acho que isso já tinha caído muito e a gente não se deparava mais com esses problemas, a gente era cobrado em provas, em testes, especialmente Big Text. Mas isso já tinha se tornado oferramentas mais para a gente ter um espírito crítico, apurado, sobre ordem de grandeza, agorítimos e coisas debaixo do pano. A gente usava mais esses conhecimentos de computação, mais profundos, mais em horas complexas, rares e mais de uma forma de aplicar esse conhecimento em outro lugar, não necessariamente os algoritmos tradicionais. A habilidade necessária está mudando da implementação de algoritmos para saber como fazer as perguntas certas aí há e verificar seus resultados. O primeiro passo agora exige orientar e validar o que a IATA fazendo, em vez de demonstrar sua pura capacidade de programação. Alguns dinheiro experentes tem que isso esteja criando uma geração incapaz de programar bem de forma independente, uma espécie de descualificação, o código gerado por IAA, gera bugs sutis e vão neirabilidades. Pessoas menos experientes podem não perceber. O cenário opusto, enquanto a IAA lida com 80% das tarefas rotineiras, os humanos se concentram nas 20 mais complexas. Arquitetura, integração, design criativo e casos extremos. Os problemas que máquina sozinhas não conseguem resolver. Em vez de tornar o conhecimento profundo obsoleto, a ONU presidencia da IAA torna a expertise humana mais importante do que nunca. Esse é o engenheiro de alto impacto que usa IAA com um multiplicador, mas precisa compreender profundamente o sistema para utilizar, eficicientemente, né. Se todo mundo tiver acesso a agente de codificação, o que vai fazer diferente e os grandes deves, será saber quando a IAA está errado ou não? Como disse, o Deves Senior, os melhores engenheres de software, não serão mais rápidos na programação, mas aqueles que sobrerem quando desconfiarem de IAA. A mesma coisa com as pessoas que usam GPT para gerar textos, se você não tem espírito crítico, não sabe dizer o que é um texto bom, que é um pite de venda bom, que é um "manius lerr boa", você vai ficar refém daquele lerr, lerr, gerado e não vai perceber quando algo ficar muito ruim. Mudanças na programação, menos digitação de código repetitivo, mais revisão de sair da IAA. Em busca por erros, falha de segurança, habilidades essenciais, com uma arquitetura de software, design de sistemas, organização de desempenho, análise de segurança. Aí a pode gerar um aplicativo Web Rapid, mas o engenheiro de espelhante, garantir que aí a usou melhor as práticas, e não introduziu problemas de concorrência, por exemplo. Em 2025, o discurso de devs estava dividido, alguns admitiam que raramente escreviam código humanoamente, acreditavam que as entrevistas de programação deveriam folhir. Outros argumentavam que ignoraram as fundamentos, levavam mais problemas quando a IAA apresentava falhas. O mercado começa a esperar que devs tragam ambos a velocidade de IAA e o conhecimento fundamental para garantir qualidade. O que fazer a respeito devs juniors, usem IAA como ferramentas de aprendizado, não como o molet. Quando a usagem de sugerir em revisão de código, explique por que funcionem e identificam fracases. O cozinomente desatível auxílio de IAA escreva o gorytmos essenciais do zero, prioriza os fundamentos da computação em estrutura de dados, algoritmos, complexidade e gerenciamento de memória. Ente parentes, foi longe aqui. Implementa e algoritmos em projetos duas vezes, uma com IAA e outra sem, com para o resultado, aprenda a usar IAA de forma ágil, domine ferramenta, mas também o que gerado. Treino em testes rigorosos, escrevam testes unitários, relem um stack traces sem consultar inmediatamente IAA. A profundidade das habilidades complementares que não conseguem replicar. Design de sistemas entueis são sobre experiência do usuário e raciocínio de programação concorrente, demonstre que você consegue criar soluções de IAA contra lidar com problemas complexos. O senior posicione esse, como guardiando a qualidade da complexidade, aprimore suas principais competências de arquitetura, escalabilidade, conhecimento do domínio, para tique a modelagem de sistemas, consideras possíveis falhas, mantém o seu atualizado sobre vulnerabilidade em código gerado por IAA. Abraça seu papel com mentor e revisor. Dedique-se a trabalhos criativos estratégicos, deixem que a dupla junior mais inteligência artificial cuide das integrações rotineras de APIs, enquanto você decide quais APIs construís. Investem habilidades interpessoais e conhecimento transversal a diferentes áreas. Albert Parendes é o devente que a gente bate na tecla, multidisciplinar, o aprendizado do conhecimento profundo e também em amplo. É o que a gente fala bastante aqui no grupo alo, na lura, na fiapinoa. Mandem a ser atualizado sobre novas ferramentas melhores práticas, reforce o que torna um desenvolvedor humano-intispensável, bom senso, pensamento sistêmico e mentoria. O Sispandir de uma posição fundamental de orquestrador projetando e governando os sistemas de qualquer forma, agregar a valor significa mais do que apenas programar. Os extremos aqui são gritantes em uma visão deves, venhos suas responsabilidades criativas diminuídas. Em vez de criar software, só audita e supervisional ia. A ia, cuida da produção, devs, humanos, revisão código. A alegria da criação de código é substituída pela ansiedade da gestão de risco. A relatos de devs que passam mais tempo, avaliando solicitações de pull requests gerados por ia e pipeline-es automatizados e menos tempo criando código de zero. Programar parece menos uma resolução criativa de problemas e mais uma questão de conformidade como lamentar um dev. Não quero acabar como uma pessoa que só fica limpar do código do que aí jogou por cima do muro. O futuro alternativo é mais interessante. Paulo Subeira concorda, os devs evoluem para os extradores de alto nível, combinando responsabilidades técnicas, estratégicas e éticas. Trabalhadores de "A" significam que devs, humanos assumem papel de arquitetos ou empreiteiros de tais, projetando o sistema como um todo decidindo qual estarefas serão atribuídas, a qual o componente de "A" ou o software integrando soluções a partir diversas partes móveis. Parentemente, o Sergio Lopes aqui fala que o tal do analista de requisitos que esse título sumiu aos 15 anos atrás, talvez volte. É uma pessoa que trabalha perto, o BusinessDev, no início de requisitos, analista de negócios e de sistemas. O seu oude uma plataforma de louco ou de disse essa visão. Em um ambiente de dev de agentes, em dinheiro se torna um compositor, orquestrando coisas de AI e serviços de software. Mas não escreverão cada nota sózinhos, mas definirão a música, arquitetura, interface, como os agentes interagentes. Papel em interdisciplinar e criativo. Par de engenheiro de software, parte arquiteto de sistema, parte de produto, abre parence, a p-metriz também põe bastante isso. Produto tem gerado mais sistemas do zero usando essas ferramentinhas mágicas, nem que seja a proprutótica. A visão otimista, a medida que a lida com tarefas repetitivas, as funções de devs se voltam por necessidade de maior valor. Trabalhos podem se torrar mais interessantes, alguém precisa decidir o que vai fazer e verificar o produto. O romo que isso se tornará dependerá de como as organizações optarem por integrar a AI. Empresas que enxergam AI como substituta da mão de obra podem reduzir equipes de devs. Já as empresas que vêm AI como a forma de ampliar a AI pode manter o número de funcionários e encombrer devs a projetos mais ambiciosos se torrando uma pessoa mais importante. O que fazer a respeito? Juniors busquem oportunidades além de simplesmente escrever código. Oferência à produtos que ver testes, configurar a pipeline, se acedir, monitorar aplicações. Ablidades alinhadas com papel de auditoro responsável. Mantenha sua credividade na programação por meio de projetos pessoais para não perder a alegria de construir. Desenvolva uma entalidade sistêmica, aprenda como os componentes se comunicam e como as APIs foram projetadas. Lém de blocos estudos de caso tem a familiaridade com ferramentas de AI e automação além da geração de código. Framework de orquestração de APIs. A primora e sua estabilidade de comunicação escrita e verbal. A preparação é aquela coisa do dev, informado dentro do massález só excrema o código realmente diminui. Claro, a locais de que a necessidade muito específica de código muito profundo é claro que vai se manter. Pregunte o colega mais preante, não apenas o meu código funciona, mas também considerei os aspectos corretos. Preparem-se para serem também verificadores, designers e comunicadores, não apenas devs. Seniors assumam responsabilidade de liderança e arquitetura. Modepadroins e frameworks que aí há e seus membros juniors, seguiram, definem a checklist de qualidade política de uso. Mantenha-se atualizado sobre topcos de conformidade de segurança. Concentre-se em expertise e design de sistemas de integração, ofereça para o mapear fluxos. Reforça seu papel com um mentor técnico mais revisões, discussões de design e de atrizes aprimores sua capacidade de avaliar rapidamente código de outra pessoa. Desenvolva senso de produto e negócios, entenda porque os recursos são criados e o que importa para o cliente. Acompõe um gerente de produto ou participe de sessões de feedback. Proteja sua paixão criativa para o meio de protótipos, racatons ou pesquisas. de quem a gente faz aqui na Fiápina. Evolua de programador pra Maestro. Agora é um dos pontos que eu bato bastante, né? Só te achando. A questão do especialista versus generalista. Em resumo, especialistas com foco restrito correm o risco de ver se é um niche automatizado do obsoleto. O cenário, em rap da transformação em Pozionário por Iá, recompensa em devs com perfil inte, engenheiros com perfil inte, ampla adaptabilidade com uma ou duas habilidades específicas. Considerando a rapidez com que modelos, ferramentas e frameworks sugem e desaparecem, apostar sua carreira em uma única "stack-it" tecnologia é arriscada. Um especialista em um frame aclegado pode de repente se ver menos requisitado. Devs que se especializam extremamente em um mânico Stack-of-Framer, pode se deparar com uma área em declino. Pense em devs com o bol, desenvolvedores flash ou especialista em motores de jogos para dispositivos móveis que não se adaptaram as mudanças. O que mudou agora é o ritmo das transformações. Aí a pode tornar certas tarefas de programação triviais reduzindo a necessidade de funções que antes giravam em torno disso. Um especialista que só sabe fazer uma coisa só perfeiçoar com o suco que é ele, só converter design de Photoshop HTML pode ter 90% desse trabalho realizado por ia. A preparência do Paulo é óbvio que isso já tá acontecendo, mas mesmo que só faz isso, não é isso que você faz 100% do tempo, não é? Muita parte do tempo tá em você entender que se precisa fazer do design, que está correto, será isso mesmo que deveria ser feito e validar e etc. Fecha parênteses. Recrutadores estão de olho nas novidades. Alguns anos todos queriam especialistas em infra de nuvem. Agora tem uma demanda por engenheiro de AI Machine Learning. Aqueles que se especializaram em tecnologias do passado, se sente estagnados. O resultado oposto é a especialização em uma nova forma, especialista versátil ou devem formato de T. Pro fundo conhecimento em uma ou duas áreas, o traço vertical, ampla familiaridade com muitas outras, o traço horizontal. Esses engenheiros se tornam a cola n equipes multidisplinares, eles comunicam com especialistas de outras áreas e preenche em lacunas quando o necessário. As empresas não querem mais devs que sejam superficiais ou com foco muito restrito, busca uma fonte de competência central aliada a capacidade de trabalhar em todo esteque. Partida a razão eficiência, um engenheiro em T, geralmente consegue resolver problemas de ponta a ponta, sem precisar esperar por transferência de responsabilidade, outra parte a inovação, a troca de conhecimento leva a soluções melhores. Na verdade ferramenta de AI, a Primora o trabalho de gineralistas, facilitando para uma única pessoa lidar com múltiplos componentes. Um engenheiro de Becky End pode contar com ajuda da AI para criar uma interface de usuário adequada, um especialista front-end pode tere AI, gira no código padrão do servidor, um ambiente rico em AI, permite que as pessoas atuem de forma mais amoragente. Enquanto isso, especialistas em áreas específicas podem se deparar com o ninchil, passemmente automatizado, sem uma maneira fácil se especializar em outra área. Quase 45% das vagas de engenharia agora exige em proficiência em múltiplos dominios, programação conhecimento e infraestrutura ou front-end mais alguma coisa. O que fazer junios estabelei se é uma base sólida desde cedo, mesmo que seja um contratado promônica função. Se estiver em trabalhando com mobile, aprenda o básico backend. Se estiver em confrontende, aprenda escrevendo o servidor simples. Aprenda o processo de implantação docary que te reabections. Indetifique uma ou duas áreas que realmente empolgue a profundidade delas. Estará seu vertical, posicione-se como profissional híbrido. Só fui steck com foco em segurança nuvem, ou sofrontende com experiência em UX. Usem ferramentas de A para aprender novos dominios rapidamente. Quando forem iniciando-se em backend, peçam a GPT para gerar num código de API inicial e estúdem. Cultive um hábito de ser recualificado em continuamente. Participem de hackathons ou projetos multifuncionais para se forçarem a atuar como generar listas. Diga ao seu genente e desejar intercontato com diferentes partes do projeto. Adaptabilidade é uma super potência no início da carreira. Seniors, uma penseu gráfico de habilidades. Seu T, em que você são especialistas e quais domínios relacionados, vocês exploram apenas superficialmente. Escolham um ou dois domínios adiacentes e comprometam-se a se familiarizar com eles. Se você especialista em bancos idados, backend, vá atrás de um front-end moderno ou aprendam básico de pipeline. De envolve um projeto na sua área de experiência com o IA, integre sua expertise a novos contextos. Specialista em performance em aplicação web, Explore onde essa habilidade aplica a otimização de Machine Learning. Defenda o protege a seu papel para ser mais multifuncional. O oferece para ser o campeão da integração de projetos que mexe com muita área. Seja mentor de outros para disseminar a habilidade, ao mesmo tempo, aprenda com eles. Atualize seu currículo para isso. Use sua experiência para identificar padrões. Torne-se modelo em formato T, profundo em sua especialidade, esperando autoridade confiança, mas também expandindo-se. Cinco a questão de educação em resumo o diploma de computação continuar sendo padrão ouro. Ou o caminhos de aprendizado rápidos como plataformas online, bootcamp, treinamento ou superanão. Auxos universitados podem ter dificuldades para acompanhar o citor ou não. Por muito tempo, um diploma de quatro anos em sexta computação, o Algo Similare, foi o principal caminho para ingressar em cargos da área de software. Mas essa tradução está sendo questionada, abre parênteses. E eu posso suver o confesso que sempre foi questionado. Já faz dez anos que teve aquela moda de grandes empresas falarem "aqui não precisa de diploma", mas você chega numa grande empresa, você vai vê lá "tudo mundo tem diploma", muita gente tem mestrado, MBA e faculdade de os relevantes, fãs e pães. Então isso não é de hoje. Um futuro possível, as universidades continuam importantes, mas lutam para ter relevância. Os diplomas têm credencial padrão, mas os programas ficam para atrasar as necessidades de rápido evolução. Alunos empregadores sentem que a academia estaria desconectada, em ser anterias e práticas ultrapassadas. Recent formatos relatam nunca teria aprendido sobre a computação inúvenha o devolpes moderno. Se a universidade exigem auto-investimento de tempo de dinheiro, oferecendo em sino assim, corre o risco de ser vista com um obstáculo. No entanto, muitos empresas ainda exigem de diploma. A dívida de estudante urnus está usando o design enorme e as empresas gastam bilhões treinando recent formatos. Porque não estão hábitos para usar a ferramenta que ela precisa. As universidades podem até adicionar uma disciplina de "aqui" e outra lide, "núven", mas quando finalmente implementam algo, as ferramentas já evoluíram. Aparentes, a gente sempre teve "a", muitos anos e computação inúvenha. Mas enfim, eu também acho que o papel da universidade não é estar totalmente ensinar tudo que sair o ontem, porque fica inclusive uma loucura. Fechementes. O cenário desculpitivo fica novos sistemas, bootcamp, certificações online, portfólios, academias de treinamento criadas pelas próprias empresas. Muitos empresas de renome, eliminaram a exigência de diploma. Aqui eu abro meu parentes de novo, sim, mas você vai nessas empresas e as pessoas têm de diploma. Os bootcampes é uma dorescena. Eles formam profissionais, que são contratados, programação mais curtos, de 12 meses, foca de habilidades práticas. O critério de contratação está mudando para portfólios reais, etc. Um portfólio robusto no GitHub, ou uma certificação reconhecida podem ajudar a dispensar de uma exigência de diploma. A educação orientada para um empregador está emergindo empresas criando seus programas de treinamento. Algumas grandes empresas, tecnologia, criaram contratar universidades para candidatos não tradicionais. A própria AI pode ajudar tutores e ambientes de programação. Um ecossistema modulado aprendizado pode ser mais acessível com um curso superior de 4 anos. Um jovem sem universidades fortes pode aprender de outras formas, não é? Devs de unios, se você está cursando a ciência da computação, não se limite a ele, complementa seu conteúdo com aulas de projetos práticos, queriam aplicativo Web, se seu correículo não aborta, tópicos relevantes, primeiro caso de trabalho, aprenda em plataformas online, obtém as certificações reconhecidas pela indústria, Google, Amazon, Microsoft, Oracle, etc, para demonstrar conhecimento prático. Se estivar estudando por conta própria o bootcamp, concentre-se em um portfólio convencente. Sejativo na comunidade de devs, contribua para projetos, crever artigos, faça networking, participe de encontros e inventos de desenvolvimento. Pessa um dev experiente, recomente seu trabalho, continue aprendendo. Usei a ir também para te ajudar como tutor, demonstra suas habilidades de forma concreta. Devs e líder senior seu diploma, por si só não será suficiente para sempre, investendo em educação continuada, cursam online, workshops, conferências, certificações, vali de suas habilidades de novas maneiras, preparas para entrevistas que avaliam como competência atual, meio de problemas reais, mantenha outros projetos seus, revali o requisito das vagas. Você precisa que o novo contratado tenha diploma, ou precisa de certas habilidades, priorize e contratação por habilidades para ampliar seu banco talento, apoie programas de treinamento interno e funções no estilo de aprendizado. Incentive grupos de metoria dentro da empresa para devs e unhas, envolvam-se com a academia e outras áreas, conselhas consultivas, palestras, reflete-se no seu próprio crescimento profissional com o que está em um mundo real aprendizado. Bem, a conclusão linha trans- escenários não são mutuamente exclusivos, a realidade incorporará alimentos todos eles, algumas empresas reduzirão contratação de junios e enquanto a outras vão aumentar junios em outras áreas que envolvem software. A ia Automatizar a codicuação rotineira, mas um tempo que vai levar padrão de código desenvolvimento por humanos. Os devs poderão passar as manhas revisando o resultado da ia e as tades elaborando arquiteturas de alto nível. O fio principal aqui, a mudança é a única certeza. Ao acompanhar as tendências tecnológicas, você evita ser pegado de surpresa pelo hype ou pelo pessimismo, ao atualizar a habilidades, de verificar capacidades e focar em aspectos exclusivamente humanos. Creatividade, pensamento crítico, lobouração, você ficar atualizado. Seja que o futuro traga uma renascimento da programação ou um mundo onde o código se escreve quase que sozinho, sempre a ver a demanda por pessoas de engenharia de software, que pense de forma holística a ampla, aprendam continuamente em pulsar a tecnologia para solução de problemas reais. A melhor forma de prever o futuro é planejá-lo ativamente. Chegou ao fim do artigo e realmente tem muitos pensamentos da forma que eu vejo que a empresa aqui trabalha, que a gente trabalha com educação. Deve ter software em outras áreas, a importância tanto do princípio do fundo, de uma graduação, também ao mesmo tempo, atualizado, contendências e frameworks específicos do mercado. É algo que aqui no hipster você sempre ouviu como minha opinião vocal. E são dois lados, o que torna o mercado complexo. Gostei desse artigo e gostei de ler aqui para você. Acho que fiz de uma forma um pouco acelerada, pois pegar o hábito de ler um texto, relelo, envozalta, me exige aqui, mas eu queria que você me recomenda-se um artigo que está te impactando. Seja de visão de software geral como esse, ou algo específico, ou algo do Martin Fowler, ou algo do Deep Mind, ou muitas coisas do que está acontecendo no cloud ou de assistente. E eu vou trazer aqui de forma ampla para que você possa ouvir no carro, no metrô, na academia. E também vai se base para as minhas newsletters de missão, que também vou deixar o link para você se cadastrar que eu estou voltando com força. Ela vai estar sempre baseada em artigos que eu estou lendo, nos podcasts que eu estou gravando, também no Hipster Spontox, que eu converso com grandes profissionais de tecnologia. Vamos deixar o comentário aqui no Spotify, com seu artigo, ou pode mesmo me mandar um e-mail. E a gente tem um compromisso na próxima semana com o André aqui conduzindo e em breve comigo lendo, participando de um artigo. Hipsters, abraços. Tchau. Olha só, se você não se inscreveu ainda para estar no Builderscamp 2016, você está perdendo a chance de participar do principal evento de automação IA para resultados reais que organizado pela Alura e pela PM3. Ele rola no dia 5 de fevereiro para você ver queis reais de empresas brasileiras aplicando IA no dia a dia com a apresentação de práticas de como é que foi feito e não só com slides. São osciens que devem gravigrar tuitamente para participar da edição online, do link na descrição aqui do episódio e a gente espera por você. Este podcast foi produzido pela Alura, mergulhe em tecnologia e faculdade fiab. Let's rock the future. Adição, redigiga hertz de podcasts.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A indústria de software está em um ponto de inflexão, com a IA transformando tarefas de desenvolvimento e as empresas priorizando eficiência e lucratividade sobre crescimento.
  2. O mercado para desenvolvedores juniores está em risco devido à automação de tarefas básicas pela IA, mas também pode se expandir se a IA for usada como um multiplicador de força que dissemina o software para novos setores.
  3. As habilidades essenciais estão mudando da codificação manual para a supervisão, arquitetura e pensamento crítico, com os desenvolvedores precisando equilibrar o uso de ferramentas de IA com um conhecimento fundamental profundo.
  4. Os desenvolvedores podem evoluir para papéis de orquestradores e arquitetos de sistemas, focando em tarefas de alto valor, criativas e estratégicas, em vez de codificação rotineira.
  5. A carreira em engenharia de software pode tender para um perfil generalista e adaptável, em vez de especialização estreita em uma única tecnologia, devido ao ritmo acelerado de mudanças impulsionado pela IA.

Summary:

O artigo "Os Próximos Dois Anos da Engenharia de Software", de Ad Osmani, discute um ponto de inflexão na indústria, impulsionado pela IA e por mudanças econômicas que priorizam eficiência. Um dos principais debates é o futuro dos desenvolvedores juniores: a IA pode automatizar tarefas de entrada, reduzindo contratações, ou pode atuar como um multiplicador, criando novas vagas em setores que passam a incorporar software. Paralelamente, as habilidades necessárias estão se transformando.

Em vez de escrever código manualmente, os desenvolvedores precisarão focar em supervisão, arquitetura de sistemas, pensamento crítico para validar o output da IA e conhecimento profundo dos fundamentos da computação. O papel do engenheiro de software deve evoluir de programador para um orquestrador ou arquiteto, que combina responsabilidades técnicas, estratégicas e éticas, projetando sistemas e delegando tarefas rotineiras a agentes de IA. A carreira tende a valorizar generalistas adaptáveis, devido à rápida obsolescência de tecnologias específicas, enfatizando a necessidade de aprendizado contínuo, habilidades interpessoais e visão sistêmica.

O futuro dependerá de como as organizações integrarem a IA: como substituta de mão de obra ou como ferramenta para ampliar capacidades e permitir projetos mais ambiciosos.

FAQs

A IA pode automatizar tarefas básicas, reduzindo a demanda por juniores, mas também pode expandir o mercado de software para novos setores, criando vagas diferentes, como desenvolvedores nativos de IA.

Habilidades como supervisão, arquitetura de software, design de sistemas, comunicação e conhecimento de domínio se tornam mais importantes, já que a IA lida com tarefas rotineiras, exigindo humanos para problemas complexos e criativos.

Devem atuar como mentores, arquitetos e revisores de qualidade, automatizando tarefas rotineiras com IA e focando em design de sistemas, integração e liderança técnica para multiplicar a produtividade da equipe.

O perfil generalista com adaptabilidade é mais vantajoso, pois a IA pode automatizar nichos específicos rapidamente. É arriscado apostar a carreira em uma única tecnologia ou stack que pode se tornar obsoleta.

Devem usar a IA como ferramenta de aprendizado, focar em fundamentos de computação, construir portfólio com projetos práticos e desenvolver habilidades complementares como comunicação, análise de dados e conhecimento de domínio.

Não necessariamente. A IA pode atuar como multiplicadora de força, liberando os desenvolvedores para tarefas de maior valor, como arquitetura, design criativo e integração estratégica, desde que as empresas a vejam como ampliação, não substituição.

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