Paulinho da Costa: o groove brasileiro que conquistou o mundo
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A transcrição apresenta uma entrevista com o lendário percussionista brasileiro Paulinho da Costa, destacando sua trajetória e filosofia. Nascido no Rio de Janeiro em 1948, ele iniciou sua jornada musical batucando em casa e no pandeiro, integrando posteriormente a escola de samba Portela. Sua carreira decolou internacionalmente após se mudar para Los Angeles em 1972, levando-o a colaborar com uma lista impressionante de artistas globais, como Michael Jackson, Madonna e Stevie Wonder, e a participar de mais de 350 trilhas sonoras de filmes, acumulando prêmios, incluindo Grammys. Paulinho enfatiza constantemente a humildade e a aprendizagem contínua como pilares de sua vida, valores que atribui às suas raízes na Portela e em experiências em terreiros de candomblé. Ele também comenta a evolução técnica dos instrumentos de percussão. A conversa celebra seu reconhecimento iminente como o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e menciona o documentário "The Groove", disponível na Netflix, que detalha sua vida e legado.
Você lembra aquela música que canta ele o Mark McDonald? É que ela vira. -Uas carras! -Pô, não está a humedade. -Cê está nesse som? -Ah! -Melo amor de Deus! -Ele está no "Switch Love"! -Ele está em todos os sons! -Ele se definiu como o melhor percussionista do mundo. -Como o senhor definiu, é o Michael? -Eu defino o mal comum do melhor do mundo. A mesma, eu dou de graça de volta a prego, porque ele merece. E eu acho que fez muita falta a partir da dele. Qual é a importância de se manter a aprendida esponhinho? É muito importante porque eu acho que do momento que você acha que você já sabe tudo que eu acho que realmente você não sabe tudo. Aí você para ali, aí não tem mais nada que você. Mas eu acho que a gente sempre tem que. "Oi, você entendeu, estou aprendendo aqui com vocês, né?" Apenas para a palavra dele, as coisas que ele me diz aqui, e tal. Pelo com o rádio e. -Ele é legal ter uns carajobos ainda aí, ó. Aí, ó. Ó. aí. É legal ter uns carajobos do lado também para. dar dimensão exata da nossa significado também, né? Bom, tem pessoas com ele do seu lado, porque eu te lembro também, ó, pô, né? Você entendeu? Porque esse senso de alto preservação tem que ter, sabe? Eu sinto que aqui no Brasil a gente é desincorajado. É um comportamento também, nosso, né? Uma certa humildade, um cristianismo, um catolicismo, uma humildade, que eu vejo que você tem, você está me dando uma aula de humildade. Eu não sou. Eu não tenho essa grandeza, acho que eu nunca terei, entendeu? Não me menti. -Forte Real de Primo dia, o abraço esse é o seu humano, a mano. -Forte Real, com você, maia, olhevera. Eu considero o Scout inalcançável que a gente tem que falar sobre para apresentar esse artista brasileiro. Vamos começar, vamos tentar. Vem para si pra esses Scout gente. Bom, nome dele completo é Paulo Roberto da Costa e o seu nom artístico Paulo-Linbo da Costa. Ele nasceu em 1948, nas cidades do Rio de Janeiro, no barrio de Irajá, zona norte. Começo a batucar na mesa da casa dele, batucando inclusive com as costas das mãos. Seu primeiro instrumento foi o pandeiro. Chegou a integrar a alas jovens da bateria da escola de Samba Portela. - Olha aí. - É. - Pra começar. Na adolescência ele tinha mais ou menos uns 15 anos, começou a viajar pelo Brasil e pelo exterior. Foi pra Rússia pela primeira vez acompanhando os brasileiros e artistas, Jorge Golar e Nora Nei. Em 1972, a convite do pianista e produtor Sergio Mendes foi pra Los Angeles nos Estados Unidos e não voltou mais. E não voltou mais. - A partir de um caminho desse realmente nunca mais a partir da isso é maior. - Que que foi? Foi um arregas. Conta mais, a BB. Alguém. Eu quero o vídeo dele, mas eu posso estar extragar em televisos inclusive, já abisei. Eu estou sob forte emoção aqui. Alguns artistas que Paulo e andam da costa trabalham. Vai por grande público. Michael Jackson, coincidiones, Madonna. Madonna e terceiro, essa é maior. Não está em ordem de. Não tem nem como ordem. A Reda Franklin, Richard, pelo Lamu de Deus. É o Tom John, Phil Collins, do Genes, Steven, do polícia, Diana Ross, Ertwin Lefeierman, Gloria Gainer, The Jackson, Prince, Whitney Houston, Luther Van Dross. Por pra quem é da música, eu perguntei, semaméia do rap, era a Escalirra, Mary J. Blade, Destiny, Schoflar, Enbih, Hip Hop, Taliperto. Mas tem também Chacacan, e tem os brasileiros, também, os monstros consagrados, monstros sagrados, e consagrados de Javan, Carly, Brow, Yvette, Sangados, Zé, Capagode, Maria Betânia, Oceone, Roberto Carlos. Antes da gente seguir, eu acho importante trazer os números. Mas brincar essa nossa confusão. E ligravo com mais de 932 artistas. 972 artistas. Partitão da gravação de mais de 6.717 canções. 6.000 cartas. É de projetos que resultaram em 111 educações ao Grammy. E dessas educações. 59 venceram acumula mais de 180 álbums em singles de Ori Platina. Mais coisas, gente. Algumas músicas que a gente separou também, precisam entender. Triller. Triller. Não para. Laiis Labanita. Madonna, tá. Auna Ilão do Lionel Rich. Auna Ilão, tá. Aio Surv, da Glareganer. Só para começar, são só algumas. Além disso, ele ainda tem cinco álbums próprios. Tem o agora de 77. Tudo bem, 78. O IMPARCERIA com o Zé O PES. Rap People de 79. São Raisos de 84. Break Down de 91. E o último single é o Real Love de 2023 com a marcha à Squidward. E a Mb tem mais coisa, o Paulinho da Costa também é um nome fundamental para o cinema. Ele contribuiu com mais de 350 filmes, assinando ou participando de Cônica Estrilha Sonoras do Cinema como a corpúrpura, os embalos de sábado à noite, Dirty Dancing, Purple Rain, Jurassic Park, Hairspray e Indiana Jones. Só super sucesso com a caída. E 12 dessas canções ganharam os. Ou você separou os sols que é. A gente pegou os 6 sólums. Não dá 350 filmes. E esse ano, ele vai ser o primeira pessoa nascida no Brasil, um dia 13 de maio, a receber a estrelha na calçada da fama de Hollywood. - Sim. - Ele inclusive já recebeu vários prêmios, um prêmio que se chama Most Valuable Player, que é da Academia Nacional de Artes e Cinema. - O que é isso para os Estados Unidos? - Então, hoje vai ter, inclusive, pro Brasil, a importância disso. Além disso, para quem quiser conhecer mais da história do Paulinho, para além do que a gente vai apresentar aqui hoje, tem um documentário disponível na Netflix que foi lançada agora em março, que se chama The Groove, Under The Groove, o som de Paulinho da Costa, que é dirigido por Oscar Rodrigues Alves. - Que já está? - Já está disponível. - Está disponível. - O episódio pode assistir o documentário, que vai mergulhar em mais coisas ainda. - Sim. E hoje, para acompanhar o Paulinho da Costa na mesa com a gente, a gente tem a presença do João Marcelo Poscoli, que é produtor musical e amigo do Paulinho. - Com a gente toda a vida dele, tem certeza que ele vai trazer detalhes. - Bem-vindo. Muito obrigado pela presença, João Marcelo. - Obrigado. - Já conheço João Marcelo. - Obrigado. - Então, vocês vão bem-vindos, Paulinho da Costa e João Marcelo Poscoli. - Muito obrigada. - Muito feliz. Esse convite para meu trabalho, eu recebei essa homenagem que estão fazendo aqui fora de série. Eu nunca poderia imaginar que. E as palavras das pessoas, quando eu falo. Ah, você vai lá no manual, tá de. Por que, Paulinho, você não sabe o poder desses dessas pessoas, tá? Não, eu só sei, mas você recebe esse convite emocionante. E eu espero que a minha história, deixe vocês contente, que vocês possam. Já estão, né? Que vocês. As palavras de vocês já vi que nós estamos nos abraçando, quando eu entrei aqui esse aquele abraço, eu consumo dizer que o abraço do uso, que a gente não quer largar. Pera aí, quando tem esse abraço, aí já a vibração, né? Tem aquele que te dá uma metade da amor, você sabe, quer te dar uma metade de amor. - E aí, sim. - Ali é uma amor. - Ali não dá. - Não, pelo amor de Deus, vamos. E o visto, nós chegamos aqui, a vibração de todos os mundos, essa. Isso é maravilhoso. Muito obrigado de me receber aqui. Paulinho, fala um pouco da infância, do comecei, não embaixo. Olha, como você falou, eu vim lá, dirajar, e. Comecei a tocar dentro do que vocês narraram aí. E nessa época, eu. Não ia tocar na mesa, não ia na minha casa, mais vezes, minha mãe dizia, "Pô, você. Fica tão maluco, você fica. Mas ela realmente. Ela gostava, porque ela começava a cantar, né? Cantava lá, e tal, e eu. Eu ia sempre, mas eu já tinha, às vezes, inclusive, que se foi na canta do armário, aquele que tem um sonor e tem um nome. É um suberado, é um suberado. Eu já lutei a gente, não tentei. Você sabe. É, punda-me aqui. Então, é um bravo legal. E aí, quando eu faz esse momento, tem detalhes que eu não, no momento, é tanta coisa que eu não pude colocar tudo no documentário, porque eu vou recordando coisas assim que eu vou chegar reclamando. Mas você não falou isso, mas aqui vai indo, né? Eu tocando e ela começava a cantar, né? Ela cantava. Não, não, não. Não, não. A Delina, com isso da costa, ela não tinha, assim, não era um profissional, mas tinha uma finação boa, cantava bem. E ela dizia, ela cantava, "Portei, ela é minha escolha, isso, né? A Fandeira do Brasil e do céu também, pois saís na Jair Jair, aí eu. E aí, a gente ir abraçar, eu tinha aquela emoção, né, de "mas tem um musicalidade 9" e ficava aí, meu pai, ele costava muito tocar a cor de on, não era profissional, mas naquela época, a cor de on dominava, que, em vez dos bales, nas acafeira, aquele bales, a cor de on, ela. Que era o piano, né? As harmonias eram feitas toda, né, e tinha aquela bolão, se dá. E tinha a sanfona também, que era outro instrumento, né? São Foni, é o que fazia aquele. Que não é mesmo coisa, né? Não é demais, né? Que não é o mesmo. Aí, eu vim nesse clima e sempre. Sempre sentindo essa vibração, essa alegria e tal, não tinha a questão financeira, não era do que era necessário mais, dentro do que a gente tinha, tentava levar a vida no melhor possível. E. Um dia, eu. Um dia, uma apareção pandeiro, me deram pandeiro, não sei, então, onde se parecia os pandeiro? Sei que, na minha casa, depois o pandeiro, ouvei de Deus, ou alguém em porto, o pandeiro legaleiro, né? Mas que é isso, eu não sei, tal. Comecei a praticar, não pandeiro, tocando e tal, que eu sempre tive muito respeito por qualquer estrometo. Sempre ouvindo muito, sempre ouvindo detalhes, assim, indiscos, rádios, ouvindo, ouvindo os cantores, né? Que tá aqui ao meu lado, ele é jadinho, não é? Não tem ele. Ovia muito, trabalhos dela, né? Que amanhã, o Jair Rodrigues, né? Que aquele. Que aquele swing deles dois dividindo o palco, que eu tô ouvindo. Estou. Estou com o orelhão, né? Que aquele orelhão, né? Porque eu sempre, até hoje, toda a minha carreira, eu sempre ouvindo, né? E aprendendo. E inclusive, até hoje eu acho que eu ainda tenho muito que aprender. É muito que aprender, porque eu acho que. Você nunca sabe tudo se você. Você tem um bate da nova? Tem sempre um bate da nova. Sempre tem um bate da nova. Acho que a palavra que você falou ali na entrada, estou pesquisendo muita coisa ali, naquele momento, que é sempre, né? E por sorte, eu tenho uma esposa aqui, sempre me dá muita. Muitas indicações assim, a respeito da abertura, de futuro, de como funcionar as coisas, e eu estou. Por ele, ela está sempre ali. Então, isso aí eu comecei a estudar, né? O pandeiro, o estudar, com respeito, com respeito de estudar, assim, não querer ser melhor do que os outros pandeiristas, mas. Eu acho que não, eu tenho que aperfeiçoar, ver que o pandeiro é uma bateria, né? É. É uma bateria, né? Então, você tem. Então, eu achei que eu já tinha. Não que eu estava assim. Pronto pra. Mas eu achei que eu estou bem, eu posso chegar aí e chegar em encontrar essas pessoas que estejam. Praticava muito. Praticava, treinava muito. Muito. Porque se elas costas das mãos. É, as costas das mãos e tal. E. Aupa, na sua menina, pufo, não. Nunca vi ninguém começar a tocar com as costas das mãos. Que tal, eu queria. Paulinho. Como foi isso, Paulinho? É porque, você sabe, você estou dando nas frontes, então você tem a facilidade nesse movimento aqui. Acho que eu achava que é interessante, de repente você. A água. É só que é como um suudo. É o suudo, né? Então, uma faz a base, a juta faz a osso. A baçação e a atenção. A água já não tem aquela velocidade de jovem, mas. Então aí ia nessa e tal. E. Isso é legal, mas aí o pandeiro meu Deus, olha, eu vou. Eu falei, agora é tudo legal. Acho que eu vou chegar lá, porque eu vou se saber ter a festa da pênia, naquela festa. Todos os anos tem a festa que é muito religiosa. Ali é um. Todos os rapaziadas do rio do momento que está em. As pessoas faziam uma chorrofinha, galinha, e tem celebrar aquele momento, né? E te subiasis, escadas. Eu realmente não subiasi, escadas, que o meu não. O teresse era ali na roda do sol balinho, que era uma paziada. -Pessoal comida. -Vamos ver você na roda comida. -Vamos ver comida. -Talina. É, eu sempre. Eu sempre fui muito interessado em fim, o movimento das pessoas ali naquele momento. Então eu fui lá, ver meu panderinho aqui, muito meio de mente, cheguei lá. E eu achei que eu já comecei a tocar com a turma lá e o pessoal está me olhando assim. E tinha um senhor que se amava, a Jóis de Sapecão faleceu. E, felizmente, ele não teve oportunidade de ver a minha carreira. E ele foi uma pessoa que me ajudou muito, porque ele chegou pra mim, se se ela me falou, olha, eu falei, "Sorrendo pra ilha, vai estar." Ele falou, olha, você tem um futuro, mas tem uma longa caminhada. Ele é mais como? "Não, não, não, não. Vai estudar, fica lá, mais um exaninho lá, estudando." E depois você me fala, "Vem aqui, o ano que veio, aí eu falei, pô, fiquei decepcionado." Será que, pra ele também ouviu o conselho dele, foi estudar aí, meus amançais são a sangue. "Sendo então, eu vi, estudar sério, porque a categoria deles não tinha naquela época, não existia jogar pandeiro, pra cima." Nada disso, eu vi o ritmo, visual, o saber, ritmo, base, entendeu? E depois de um ano, eu tive coragem de futeira, e ele já cheguei mais animado. Então, eu mostrei o que, onde estava o nível musical de ritmo, ele falou, "Eu estou perigoso, agora já também perigoso." Agora você já está sério. E foi uma das últimas palavras que eu vi dele, aí eu peguei confiança, e continuo aí. E continuo aí, daí foi só fui a frente, e a coisa que eu sei interessante é como eu achei que a base dentro do ritmo está a boda pandeiro. Eu acho que é interessante eu começar, já comecei a me envolver com outros grupos, outros ritmos, as entendem. Gente, assim que tornários de grande amigo meu naquela época, mais você sabe, cada um, o um toca a gol, o oito a cotão burinho, e a de formava quarteta, triu, era maravilhoso. Um apoiando o outro, fiz vários shows, aí fui para a portela, a gente desfilei na portela como. "Passista e hitmista", que eu não sava, "Passista e hitmista", saía dançando tocando e tal. A gente queria muito inclusive saber a importância desse espaço, a escola de samba e a portela, por senhor, naquele momento, mas para a molecada não geral, né? É certo, muito importante, porque a escola de samba é uma orchestra, que as pessoas nunca têm essa visão, mas o mestre de bateria é um contorte, é um. Não, não é extra, não é extra. Então, você se pensa atenção, porque é a mesma coisa, uma extra, uma extra conduz, da entrada, da saída, com uma baixa dinâmica, é o diretor da bateria. Só que na portela, nessa época, coisa que eu acho que você vai gostar de saber, nessa época não existia muito perdão, você tinha o oito aca ou fica fora. Isso inclusive tinha umas pessoas que as pessoas estavam tocando e mal tinha uma variana, mas. -Vamos bater, está. -Sai fora, sei lá, porque é legal isso, não é? -É certo. -Oque eu nunca nem me ensinei isso. Então isso seria importante, então a pessoa vem sério. E então, quando eu cheguei lá, parece que é a mesma história, porque a mesma recepção que eu tive na escola de samba tocando, foi que eu tive no exterior, a pessoa me recebe, e para saber, "Ah, portela, falou, não, você é o cara, pelo amor de Deus." E como era muito magrinho, muito elétrica, dançava bem, aí surge, viria apreciado, que eles queriam destaque, não, então você vem como destaque dentro da escola. não me. e veio da lê na frente, eles têm as posições, então eu vinha tocando, que tocava com base, e você sabe que nós temos um grande problema daquela época, a bateria vinha lá atrás e nós vimos tocando lá na frente. Então, um atraso bandido, né? - Nossa. - O atraso, porque o sul do um lá atrás, mas chegava atrasado. - Estava atrasado. - E você tem que dançar tocando, mas compensando aquele atraso. Mas isso me ajudou a aprender, aprender que você tem que ouvir. - Uma sensibilidade diferenciada. - Mas isso ajuda, então é uma escola aqui. E aprender que, olha, a gente não é vendo, tem que ter que ir lá na frente. O último vinha lá atrás é uma padeada, segura, segura. - Tem uma atrasada do paz encontrar o que está via. - É contra uma marcação. Outra coisa importante, os instrumentos, a maioria dos instrumentos, era de couro, né? E alguns pele de papelão. Então, alguns instrumentos, a agudo, a descantava ele aí, quando começa a umidade, vai eles desafinando, tu não tem a afinação? - Sim. - Não tinha a afinação daquela época. Alguns sudo já tinha um pouquinho mais que tinham negócios que puxavam, mas. Aí, aí, pára, dá a descanta aqui. - Esquentar o couro. - Esquentar o com o checar, mas disso. - Sim. - O couro, ele cai na afinação, vai caindo. - Deixa eu ver falar. - Mas ele quer apertar. - Aí o que é que acontece? - Papelão, eu não sabia. - Papelão, tem. Inclusive, tem uma companhia do ritmo que eles começaram a construir uns instrumentos que eu tenho, usei muitos discos, que ele é de papelão, um papelão especial que não desafina. Ele criou baseado nos problemas que tem vencer, normalmente. Que ele chama de "reamon", que no Brasil, a gente conhece como "remo", aquela pele de bateria "remo". Ele é amigo do "remo". Ele faz "remo" e fabrica um monte de instrumento. O cara é que criou uma pele plástica, né? - Ele é. - Péreo ou outra companhia de tomar. - E o hidráulico é o inventor, é amigo dele. - Ele colocou algum instrumento com aquela. Mas ele é papel, mas ele não desafina. Aí ele criou a pele que é plástica, mas tem uma afinação, né? Então, a afinação que você coloca não muda. Pode tá chovendo, pode cair a temperatura. Paulo, aquela transparente com uma bola preta é dele? - É dele. - Ele que inventou isso? - É ele que inventou tudo. - Bateria transparente com uma bola preta. - E porque as escolas, você vê as escolas, todo. E na escola, ele ajudou todo mundo, então deu-a ele uma pessoa maravilhosa. Ele é italiano, ajuda a ver falecido. Mas isso eu vim saber depois. Depois que começou a aparecer, o pandeiro já vinha com as peles, né? Os meus pandeiros, pandeiros, já vinha com a pele plástica, era mais fácil, a afinação e tudo. Ficou muito mais fácil para no mercado. Então, a gente. Tudo isso está me dando uma educação de entroestruimento. Então, eu adorei, sempre adorei muito, a ouvir os ata-bacs. Então, por que? Eu falei, eu gostava dos ata-bacs, terreiros, os terreiros, né? Eu usava aquele ata-bac que não tinha a afinação fora, mas tinha a armadeira como eu era africa, né? Os negros, né? E. E a que bate isso? E bate ele, véi. Aí ele vinha afinando, né? Essa é a escorra das coadas, que é o. E os terreiros era base. Não, eu adorava que eu ia os terreiros para tocar. E me encantava eu ia falar e tal. E de tocar, né? Mas os anos eu tinha mais ou menos uma cidade. Nessa época eu devia aditar com meus. 14, 15, exercis por aí. Eu ia para lá e o pessoal. E o santo, né? Você sabe, o santo veio no tambor. Você traz o santo no tambor, né? Porque o carlinho fala isso e é a verdade. E eu ia lá. Os espíritos quando vinham, eu respeitava tudo, mas não me afetava. Eu estava ali para tocar. A minha ideia era tocar, então a gente chamava "Certe batida", né? O candombré, tal. Pum, pã, pã, pã, pã, pã, pã. Que veio, veio o funk, que era tudo que feita essa raiz, né? Então. O senhor chegou a receber um cargo de ogano, né? Porque é essa função. Eles nunca me deram essa responsabilidade, porque é uma responsabilidade. Quando você é o ogano, você tem realmente saber a regras, mas ele me dava a liberdade de tocar com eles ali. Então, como eu já tinha um ento som bem musical, então eu já pegava de vez de quando eu misturava um pouquinho da. Do sentimentos africano e tal. Dentro do candombré, dentro. Que cada batida, né, chamam o santo e tal. Mas isso aí eu aprendi muito dentro desse terreiro, aprender que você. Talí eu como não tinha a puxada do ogan, mas eu respeitava o ogan e respeitava os santes. E ele. "Ah, você sabe, dá, vem um espírito e me abraçar, e eu tô com eles ali." É emocionante, né? Eu tô com eles ali, mas não posso dizer, "Eu não sinto nada que vocês estão sentindo, mas sinto muito mais que eu tô aí parte desse clima, desse ambiente, que é a vibração nossa, né?" É o somado. É, você sente aquela porquê negócio, intenso, né? E daí, se eu me acarreira, eu sempre aprendendo, sempre aprendendo e comecei a me interessar. Eu tinha um amigo que falecido, que tocava. Agoou muito bem em beterlar um de melhores do Rio na época. O nome? Beterlar. Beterlar. Eu tava tão. Aí tinha a ruseca da cuica, que era um grande da cuica. Eu tinha um neném que tocava a cuica também. Muito bom. Eu ficava observando. O neném só que trabalhar com o Jorge Bender, depois. Pois é, nem esse, gente. Pô, posso fazer uma pergunta. O neném que toca a cuica com o Jorge Bender, isso nem nem. Ficou o neném, essa gente era. E nós trabalhamos muito juntos, mas eu sempre falei para ele, Zora. Eu acho que. E adoro, tal, mas eu acho que eu vou começar a pesquisar os outros instrumentos, porque você não sabe, um dia você tá no ente, precisa dar um poxa. Eu já posso estuduir vocês, não com correza, mas assim de ser a facilidade, né? De um problema aqui, a gente pode cobrir um proco. De não faltar. Não faltar, né? E aí foi estudado. Porém, eu tô com o neném, né? Eu tô quer. Dá a prendir um pouquinho desse, um pouquinho daqui, um pouquinho desse daqui. Então, quando eu tive o convite de apostério, e tal, e tivemos o convite do Sergio Mendes, pra ir pro Estados Unidos, depois, além, depois de passar para várias coisas, eu. Então, foi uma oportunidade que eu estava preparado, pra fazer o trabalho com você. Eu nunca pensei que eu estaria preparado pra ter acesso a esses tantos artistas, esse mundo que estava caminhando, da minha direção, que eu nem tinha ideia. Eu fui lá fazer um trabalho com Sergio Mendes, né? Então, fui pra lá, com a minha esposa, com um apoio, filho pequenininho de um mês, né? Mesmo. Então, tudo bem, vamos pra lá, e tudo. E ela tem um apoio de. Não falava nada de inglês, né? A minha esposa falava bem-lheu nada, mas tudo bem, vamos lá, fui lá pro Sergio, e comecei a ele, cheguei lá, tudo bem. Então, por um dos primeiros shows que eu. hoje eu cheguei hoje, dois mil e uns uns uns há em amanhã, conserto. - Wow. - Entendeu? - Então, perfeito. - Palmínio, antes da gente seguir nessa toa, - a desculpa de um compadinho, interforo. - Não for boa. Os senhores usar algumas palavras em relação ao pander e ao tambor, que é de respeito, né? Essa relação de respeito. E no seu documentário que a gente assistiu, é visível o seu respeito, até na forma de tocar no tambor, de tocar nos instrumentos. O senhor acabou de dizer que se se enxia preparado, mas tinha essa relação de respeito com os instrumentos. - Exato. - Se eu senhor conseguir descrever pra gente de "Dão de Vem", esse toque soa, vindo tambor, pra fazer maravilhas. Aí volta a escola de somba, o que eu aprendi do diretor de bateria, que acho que ele. Eu estava aprendendo ali que você tem que tocar, mas você não tem que realmente destruir o instrumento. - Agradir o instrumento. - Você agrediu, você agressivo, inclusive, eu estava a atenção, que as pessoas começam a enrolar os dedos lá no furioô. Se não é necessário, por exemplo, porque você, você tocar com a dinâmica perfeita, atingindo a parte certa, a parte de um instrumento, que o instrumento fala pra você. - Particerta da mente, também. - O que você necessita, né? - Pois se eu bater aqui, essa frequência aqui, eu não preciso quebrar a mesa. Então, eu comecei a usar mais a técnica, respeito, e deixar o instrumento me ajudar. Vamos, o tom, por exemplo, você pode estar com a taba que entra as pernas. Então, quando você bate, se ele está no chão, ele tem uma sonoridade apafada. Então, se ele levanta com a perna um pouquinho, ele o som espade. E outra história que eu sempre ouvi a muitos ouviam no som, é assim você vê o som do. do couro, do instrumento, você se bate ele caminha. Inclusive li as histórias que os. Os Áficos, eles conversam, um toque de rome, né? Eles fazem um par, outro da. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. Estou começando. Isso aí é musicalmente, é maravilhoso, porque é a maneira, porque eu. Então eu usei muito isso, inclusive, no meu disco, eu tive que gravar todos os instrumentos, porque não tinha ninguém lá que pudesse mais. Eu gostaria de ter outros instrumentos que me ajudasse a fazer aquele disco. O agora, por exemplo, tem uma parte ali, e. Então eu estou fazendo várias sessões, porque os cubanos não vão tocar com o sentimento brasileiro. Eu sempre tive. Eu vou tocar música pop, mesmo a música, o cubano vai ter sempre um. Eu vou sempre fazer a questão de botar aquela pimentinha nossa. O Brasil. Eu nunca esqueci do Brasil. Até hoje, e é isso que dá esse prazer, eu tá aqui, saber que as pessoas você receberam isso no documentário, ver como eu toco. E todos os rismes, inclusive, brasileiros, eles sempre falam isso. Você não perdeu. Eu não é uma messia, sabe? O tombado, o cubano. Então você dorme. Então você inventou. Mas não é isso aqui, não é Brasil. Não, Brasil é. Então eu tenho que eu vou tocar com eles, mas eu não vou deixar nossa até. Então eu vou dar. Eu estou aqui no Brasil, mas estou com eles, que estou também sentindo. Eu estou aqui. Até a nossa. Será que essa divisão foi criada no Brasil ou na África já tinha essa divisão diferente? Porque em algum momento, nós nos cubanos, os brasileiros estavam juntos. O que é o momento da batida. O desenho da batida mudou, isso é louco. É louco, né? É louco. Porque o que acontece é o seguinte. O ritmo. Eu acho que o ritmo é internacional. Porque realmente isso. Nós estamos juntos, de qualquer maneira. Mas você tem que tomar os cubanos a razão que. Eles quando eu cheguei lá, vários que estou ficando já com nomes ou outra. Mas por minha sorte, eles não conseguem tocar o nosso negócio. Mas nós estamos juntos. É difícil pular um cara que não é brasileiro e tem a batida do Brasil. É difícil. Até hoje os baixos colam com o tempo forte num. Exato. Vai tentar achar o bom sudo. Tem que tocar no tempo forte num dos cara. Exato. Exato. Exato. Exato. Exato. Exato. Exato. Mas o tempo forte, o que tem é o Brasil, isso aqui. Os carros que têm aqui, os roncártiros, que são gênios. Mas eu imagino que no imaginário tem um batida ali num ali. Mas é o contra o surdo. É um tempo forte num dos. James Brown é no mundo Brasil. É mais quadrado. Não, acho que é um de começa a história. Você vê ele no que ele fala. No James Brown o lance todo o dele é o D1. O 1. Bíscera da 1. O que você vai fazer nos dois, três e prometeu. Uma volta num. Um. Um. Um. Um. Um. Um. Dois. Um. Dois. Um. Dois. Um. Dois. Porque. Porque. Porque. É forte num dos. Mais. Mais hoje eu estava conversando com o nosso dedo tosca. Aqui é um percussionista também. Como é o seguinte. Você tem que. Se você toque em três. Não tem problema. Você pode tocar em três cinco. Desde que você sabe, vamos de estar. Como é que eu treize? Agora, o que quiser. - O que é essas? - Por exemplo, eu vou tocar um samba em três pra vocês. - Seria. - (tocando) - Onde é isso? Isso é muito louco. - Entendeu? Então, mas se você. - O João faz um negócio aqui, se você não se preocupar, à onde tal um, do um, do três, você toque em quatro, fica tudo certo. Então, você toca. Around, em volta. - Involta daquela divisão, Rich, mega. Então, no tempo, ou se você tocar na nossa quer, um, dois, um, dois, fica tudo certo. Porque se você. Um, dois, um, dois, um, dois, toque em um, dois. Aí eu vou aqui. Conte. Conte. Conte. Conte. Não tem problema. Agora, se eu vou a quatro, quatro, quatro, quatro, tá tudo certo. Aí ainda, mas. Conte. Conte. Conte. Conte. Conte. Conte. Afrika, seis por oito, ou. ou. - Dose. - Conte. - Tem problema. Você tem que estar confiante, que você está seguro e sabe onde está um. - Exerão? - Tudo certo. - Você consegue diferenciar os países pela batida lógica? - Ah, como logo? - Você consegue fazer um esboça aí, do. Cada. - É, por exemplo. - É, por exemplo. - O que você viu para os cara tocar. - Por exemplo, por exemplo, um lugar que. foi o ibimalho o scare já já tá tudo certo
melon. é aí se você sair misturar o rega com o sambas você tem que não dar pra misturar aí então você tem que tocar a volta do do do então se você tá o o você tem que fazer é é onde? querido? querido? você não pode não pode fazer você já canta não dar pra quebrar é diferente então isso daqui não tem a melhor condição você toca em volta então você cerca você não deixa a célula principalmente já tá voltando a musicalidade ggisco gravadisco eu aprendi que não tocar é muito importante certas musicas se você não toca ajuda a música porque ela não necessita nada agora tem música aqui que você tem que ajudar você tem que fazer algo pra que ela é que desde tem música que tá pronta mas não tem a mais já tem esse caso de você chegar o cara falou o popolo em toca aqui e pai você vê "O mano, só música já tá pronta" e aí? qual que é ação do cara? a ação do cara é muito obrigado mas então não dá pra você não tem condição de fazer nada porque em vez de ajudar eu vou atrapalhar hoje o cara me dizia assim "pô, eu nunca vi isso, o esse cara quer nem tocar pra ganho dinheiro ele vem aqui que é tocar ele não tá preocupado não, não, não, não, pensa na música eu vou trabalhar com qualquer todos os artigos que eu trabalhava eu ia lá pra botar o Brasil, botar meu coração e com eles sem fazer isso e o botaco, uma música fácil que você vai entender que é o que acontece é o funk, né? o funk americano o funk americano é né? é o quarto o quinto de jô é baseado no funk é o tempo que eu tive que ter um é um, é um é um é o como falamos do James Brown James Brown você viu? "Já com o DJ" "Já com o DJ" "Já com o DJ" "não tem não nesse som?" "tem, claro!" "não tem coisa de uma. "tem, tá, fica aí, tá basei" "tum, tá aqui, ó" "ai vem oito, né, é um fire" "que é baseado, também" "não tem que ser preciso" "se você vai se embaçar" "não é verdade" "se você não é preciso, não vai funcionar" "porque eles vão um tempo não é exacta" "a gente vai. " "muito 16 noito, né?" "a gente vai. " mas isso aí não apelta. "É isso a mais entre 15 e 16 noo". - 19? - 19, 11, 16. - Mas ele tem que dizer 16. - Mas não é que ele 16 quadrado. Tem 16, mas entra muitas farofinhas aqui no meio que é padar um molho. Aí veio o brasileiro que me chamam para tocar que eu estou ouvindo o trabalho deles, e então ele chega para mim e diz assim, "Palo, eu não vou com a seguinte. Você vira aqui, uma maravilha, falou que a minha esposa arrumou a exceção. Vamo lá. Só que ele não me está me dizendo, ele não está me dando nada para ver." Aí diz assim, "Pou tocar esse aqui para você, vê o que você pode fazer para a gente?" Quer ser te dar uma responsabilidade grande. Está todo o grupo ali, todo mundo toca, marizu arte, baterista, todo mundo, irmão. Aí, aí você tem a responsabilidade como brasileiro, como música, que foi convidado para fazer um trabalho, primeira vez que eu encontro os caras, eles estão sentados assim. - Ele não tem "fire". - Eu estou, não é "fire". - É um grupo. - É um grupo. Tem um programa só de falar disso. - É verdade. Com o "conto", com o "peito", não é "fire". - Eles. Eu entro lá que esse sabe das histórias, está até esse. "Se copede, de onde você sabe, sabe o mar de que, olha." - Dele. - Até porque quando chegou, seu filho não tinha um mês, 2 meses, certo? Deleidad. Já vereu, já estou pensando.
De eles sabe, a risa. Aí eu chego, para continuar isso aqui, para você. Eles. Exato. Toca, mas está todo mundo colhe desse tamanho, né, Paulinho, né? E aí eu tenho responsabilidade que o Brasil. Entendeu? Que eles estão falando isso. Para ser brasileiro, vai dizer, "Gote, mas a toda a gente já tem um conhecimento." Eles diz assim, "Paulinho, é isso aqui, ouve e toca." Aí, "Pô, vai sério, né?" Entendeu? Aí tem que tal respeito ao grupo. Sim. Então aí eu não posso fazer nada aqui, normal, porque isso normal é isso que eu me fazia. Isso é a. Então, para o que eu tenho? Então, aí. O que eu fiz pensei aí, né? Muito. Um. Um, quinze minutos, rápido. Eu falei para o Mauricio, olha. Eu sei o que eu vou fazer nessa música. Como os que eu preciso, mano? Para fazer a rhyme. Mas a gente não é rhyme. Então a percepção dela, o tempo todo ou só de. Essa é a primeira. E tem ele. Mas foi a primeira música que ele trabalhou com o meu. Eu nem sabia, eu fui preto isso, eu não falou. E aí, o que você lembra dela aqui, ó? Não, é. É ele. E aí, depois a colher. É. Que eu achei a vida inteira que era uma castanhola, não era uma cara. Não, não. Você participa na mesma missão. Uma pergunta, você participa nas invisões, ritmo, das guitarras, também sem ensinos, caro. O ser incomprado. Claro, você falou, né? Claro. Não, outra coisa, outra coisa, quando eu fui tocar o que acontece a seguinte, quer dizer, até aí nós estamos começando uma amizade que eu não estou nem sabendo, eu fui lá fazer um trabalho acabou, e vão pagar aí. Tem o meu nó aí, né? E 72, tá, gente, para voltar lá. Exatamente. Eu vou fazer a 76. Essa. Pimentivai volta, no tempo a melhora. Não, 72 é quando ele chegou. Sim. A primeira gravação dele. Demiricol. Demiricol. É perdido, Smoke Robbins. Tem mil. Cautos. Smoke Robbins. Então, mas calmas, smoke Robbins, eu saio. O Robando, é tipo os Jackson, o seu Michael. Então, é saio do Santos. Aí, mas aí, estamos fritos. E agora. Isso é uma quente. Tem uma música. Foram ver ele tocar. Por ser gostar. Quer dizer, é pra assim, nunca fez um cartão, bro. Ele nunca fez um cartão. Não, mas ele nem fala isso, porque não é o Paulinho, não é isso. Não, é só. Não, a pessoa vai ver e convida, né? E aí, 72, ele foi pro estúdio, gravou, explodiu número um. "I'm just a love machine." Ele foi pro estúdio. É, número um, salvou a banda. É o menos disso que o que. Salvo a banda. Salvo a banda. Que eu tinha exclusividade, não podia fazer aquele trabalho. Que não tinha exclusividade com o Cécio, mas a Aris conseguiu, lá, convencer o Cécio. Que era o meio de seumento do meu trabalho, que não queria que eu tocaço com ninguém. Aris convencer lá com ele, fizeram no acorde. Que nem eu nunca soube o Cécio. Eu nunca me preocupei com a parte negociável do trabalho, porque, por sorte, minha esposa sempre cobriu esse lado. Então, eu tinha a liberdade de pensar na mesma música. Então, isso me deu um ajudou muito, né? Porque você tem uma pessoa que confia, são 56 anos de vida. Mas, disse, também deu sorte. A gente se é, enfim, o amor da vida dele, que ontem ele falou. Parece que eu conheci ela hoje de manhã. É verdade. É meu Deus. É meu Deus. Mas, isso tem um, por exemplo, lembro quando a gente escuta, as vezes, que pegou fogo nos escritórios da Warner, nos Estados Unidos, que em uma universal incêndio, que teve muito lá, né? Muito, muito. Pede os contratos, digam pra Aris, pra ver se ela tem cópia, e aí, ela quase sempre tem. Que é muito contrato. Por acertar uma cópia, esse é o mesmo. É isso, é isso. Porque como ela, a organização, né, da família da costa incrível, ela cuida disso, cheguei esse ponto de assim, caro. A gente não tinha digitalizado como ele guarda os contratos, vira uma referência. É isso aí. Tu linda, porra. Então, chega ao lado de um grande homem. Qual é o nome completo? No alíse. A Risse da Costa. A Risse da Costa. Se você for ver todos os agradecimentos do Earthman Fire do coincidum Michael. No nada. Obrigado. Paulinho e a Risse da Costa. E depois que conhecem, aí, bota o na ordem certa. A Risse e Paulinho da Costa. Não, vai ser. Não, que é o Fabete, né? É, não é? Agora, então, esse diz por Deus, por nós, nosso espírito, né? Número um. Número um. Número um. Número um. Esporso, isso não está bem. Qual que você quer saber? De 72 é Número um. E o Earthman Fire número um. Por que não Fire um tím, esse tamanho? Só depois que ele entrou. É aquela capa que abrinha ali, tal. O gratitude. Não, não. O gratitude ou vivo. Não, não, não. Eles gravam o Deaths Away of the World. Aí faz o gratitude ou vivo. O que isso é, né, brata? Aí tem o Nemestom. O Nemestom. Pumpe, pãe. É, todo o que o vídeo achou, né? Flaixa de amor. Tem essa característica do arranjo, né? Brasileirado, né? Brasileirado. Agora o que acontece é o seguinte, que ele entrou. Você falou, amigo da Datum, cara, que adou muito, morriso. O amor isso sempre foi muito criativo, né, nas seis. E você tem que respeitar o que ele sente, mas ele te deixa sua sorte. O amor isso vai ter, né? Eu estou falando do Mauri Swiet, é bom dar uma sorte. Eu carregava o que ele não, hein, tu. Eu estou falando do Mauri Swiet, rapidamente assim. Não, hein. Só de estar mesmo. Brasileirado. Brasileirado. Brasileirado. O Mauri Swiet era a, no banda número um, do mundo. A maior banda do planeta, né? No pranete, muitos anos, inclusive a mágica que entrou se foram eles. O Michael Jackson seguiu eles, porque eles que contrataram. O David Cooperfield. Veja, quando você fala assim, word to no fart tem que lançar um disco em dezembro. Ok? Ok, porque? Se não quebra a companhia entre aspas, porque se está esperando o lançamento, da maior banda, está tudo preparado na companhia para aquilo. Graças. Aí falamos, a gente vai gravar em março. É, mas o Paulinho não tem data. Danes, espero o Paulinho. É sério. É sério. Então, o meu filho. Uma Reese fala, espera, não dá pra gravar ser o Paulinho. Isso não é uma coisa lateral, não é um fetiche, não é um agrado. Paulinho grava com o Rich Waves também. Rich Waves? Eu não me lembro do. Não, mas você gravou com um conrade tempero. Que é o dobro da banda, né? Não, você sabe, não. Eu vou fazer uma aquela cozinha lá. Você vê, você me perguntou, não é uma coisa aqui. Agora, acontece tempo todo, e tu vai, eu vou levar. Grava com o Rich Waves. Gravo. Graveira. Mas eu tenho que pensar, porque tanta informa. É, a referência que ele trabalhou também com você no Michael. Não, o Triller. E eu fui. Eu fui no Triller Noftowall. E quando ele estava no Triller, é um fumo. Não, e não, Triller Noftowall, no The Dood. No disco da Periol. No inferiol, isso eu estou falando. Isso é um disco do James Ingram. James Ingram. E a mão bídeia. Você está lembrando. Você era um assim, mas é muda aí. Exato, você lembra aquela música que canta ele o McDonald's? É que ela me. Ua, escarpe, não está a um, não está? Você está nesse som? Está com o meu logo de brilho. Eu sei que está no Switch lá, velho. Está no Switch lá. Isso é o meu gosto ali que você ouve de um. Você sabe o que é de mais. Não, então, eu acho que você me espera que ele vai chorar. Isso é que o Waves de Mar é. É o Brasil ali. E ainda bitcó, ainda bitcó, ainda bitcó, ainda bitcó. É um super. Ele está mais o Switch, mesmo. O Switch, perdo um genero. Para, mano. Ele troubou a tere eletrônica e a gente aprepar. Não dá, eu estou tomando remédio e faz uma semana. Então é que o que não é da nossa geração? Não é geração porque ele está tudo no tempo de todo mundo. Estou bem, o cara está curtindo sem saber. Quando a gente nasceu, né, do que em coach eu tinha morrido. A gente conhece o netkinco. A linha do tempo, né, do que ele está meio caralhinho do bom. É um barulho, né? É um barulho. É um barulho, né? É um barulho, né? É um som da era brasileiro. Você deve estar portada que ele som. Rio de Janeiro, Blousse. Exato, exato. É ligado. É claco. É ligado, ó. Malando. Não, escuta. É tudo, assim, é difícil. E o leu, o que é que o conel é muito brasileiro. E não o Brasil. Ele é o Brasil. Mas ele está conectado com tudo. Quer muito americano e que morou? Quer teoricamente estaria jogando contra um ou outro, não. Ele mostrou que está tudo junto. Ele levou o Brasil pra água. A gente, o pessoal da música popular no Brasil, inclusive do Samba, está totalmente contra a disco, totalmente contra o Bairi Black. "Ah, saiu no mairóje." "Seu cã, pô, ele provou." "Quê é tudo uma coisa sobra?" Não, ainda para fazer um bairro de uma hora que seja. Da hora, que não tem uma faixa dele. Porque ele fez o crossover. É, exacto. Lembra do Steve Wander? - Sou lembra do Steve Wander? - É. Ah, isso. Isso é tão maluco. Domingo, Michigan, 13 de maio, de 1950, - estou com o homem. - Steve Wander. E o George Benson? Você gosta de Robinson? Vamos. Não, Gimman, né? Gimman, né? Você está na sabato cada, né? E não sou a dança baratucada como. Essa composição. Eu e a minha esposa levamos para eles. - Oh, meu Deus. - É mesmo. - Que é o Ivan Lista. - Eu não sei entender o que sou. - Desculpa, só a menúdia. - Sim. - Se entendeu o que a gente acabou de ouvir. - Eu estou ouvindo. Gimman, "The Night". Eu e minha esposa levamos para dizer. - Parou de "Bess" a um gravar. - Não existia no mundo. Essa gravação. Alguém levou. - O oferecer essa. - E essa. - Essa. - E alguém está. Como meu amigo Rafael Tirista, Lada, Sabi, ele ama essa música. O leque não houve. Que eu estou. - Brigado. Você tem uma música que eu acho que você deve lembrar. desse mesmo projeto que se chama do Ivan que chama. Velas!
-Vem, vai dar essa. -Vem, elas ensadas. Essa tá nesse manço e o que estava fazendo o final da. -Olha isso! -Prici Johnis. -O que eu me escopo. -Ai, tipo. -Ai, tipo. -Ai, tipo. -Pelo amor de mim. -Ela. -Ela tá falando com esse Johnis. -Prici Johnis. -Vamos embora. -E saber o que o que o que o que o Johnis fala dele é esse problema? -Então, viu que todo mundo fala dele. -É, olha o que é, cara. E você vê que eu queria ser produtor, só não tinha ser produtor do Paulinho, porque assim. O que todos falam, Paulinho? Vai lá e faz o seu lance lá, a gente tá esperando. Não tem um brilho, ele ove. -Então, mas. -E vai lá e faz. -Ese lance. -Ese lance. -De a gente. -E a gente. -E a gente não é como dirigir o mar, o rio, o vento. -Então. -Então. -O mar, o vinho. -É que você vai que ele. -Tratou um sace mais disso, por exemplo. A gente, você ia continuar falando alguma história agora. -Vamos voltar lá. -Sim. Mas, em alguns momentos, Paulinho disse "du espírito", "é nosso espírito, tá lá". -Isso. -E você também disse que são mais de 6 mil canções, que você participou. Então você disse que teve algumas que eu achei que não precisava de nada, mas 6 mil, mais de 6 mil precisaram. -Precisado, muitas. -E aí, eu gostaria que o senhor tentasse compartilhar com a gente "que espírito é isso, que energia é essa, como é que é você ouvir uma música e sentir que ela precisa de alguma coisa? Que uma música precisa para virar um hit mundial, que são muitos. o stained transferir, visualizar se você astaire por todo mundo. - – Preciso donc, que eu entendi mais. Eu posso esterar. - Que eu tenho a sua mão. - Quer tenho uma que você vai recordar, e ele vai recordar, por exemplo. - Sepertfire. - Sepertfire. Já Extremёзom. - Pô. Revolveram os seusVENOs. Então essa música, systemográfico delávildo e mais faltável, numerous vezes��고, e você vê. Aí eu chego lá, eles diz assim. Falei o vídeo. Deixa eu comer. Vou lá na raiz de nossa, vou fazer algo aqui, acho que vai adianta. - É mesmo. Aí eu peguei esse calbel que eu tinha esse calbel que é africano, mas ele tem uma frequência assim de. 2 tonalidades e a barriga vira outra tonalidade. Então eu usei ele, usando o agudo, o grave e a minha barriga. Então você faz. Então com um aqui é outro lance. - Serto. - Então esse verão é uma melodia aqui. - É um verão a nossa. - Que marcou dentro da. Aí eu fui lá e fui no crime. Da. Binda é. Já tem o suinho nosso, né? Tem a. O suinho da cintura. Aí eu vou nessa. Ele. Ele. O Mauriz, ele virar. "Papa, eu tô ok, né? A base, toda é. Então virou aquele negócio. " Ele se era um bambem, porém você salvou a música. Agora nós temos a música. - Sim. - Antes eu não tinha. - Mas como está a coisa? - Eu. A história que o viu cara contando. O cara da banda do Cô, o de Gengl, o Cô. - O Cô do Gengl, o bassista. - É, a banda é o Dô. - Pelo volume do baixo na mix, você sabe que ele é o Dô. - É, é. - Ele. eu vi o contato da história assim, que você estaria um estúdio com ele. - Agora que ele tava fazendo a música, ele é o Night. - Sério? - E ele ir tocar o Fizára, tocar o Tudo e chegando para você e você fez assim, ó. - É. - Você está bom, mas está de barriga. - É, é. - Então faz aí, então já que você é bom, então resolve aí, como é que você faria? Aí ele fala que você fez o resto. - O que acontece é o seguinte, você, nesse momento assim, eu já suporto meu coração, porque eu não dá pra você. E outra coisa incrível é que se você programar muito que você vai fazer, você vira uma máquina. Então você não pode se programar, mas ao mesmo tempo, você tem que criar algo que vai fazer a diferença. - Tem que estar corp presente, né? - É. - Tem que. - A criagem de metais, é seu? - Não, não. - O ex-jogando sua conta, mas. - É jogando mais e isso me ajuda. Além de ser um escarregido que são meus fãs, eles aparecem coisas que eu não estava envolvido, mas devido. - O nome da mais. - Eles acham que isso é o. O que aconteceu isso? Chegamos no evento, né? O rapaz, você. Então, fomos no evento, ele. Você tocou nesse aqui, eu digo, olha. Eu adoro que está aí, mano, fui. Mas você já. - Você está abrindo o mão do mérito, o próprio cara está te dano, cara, né? - É isso. - Você está grandeza a Paulinho, você é o senhor? - É graz demais. - Você apõe aqui. - Muito agrande. - Por exemplo. - Você pergunta, Pedro. - Eu fui eu, né? - Eu. - Eu. - Não, eu fui eu. - Eu. - Coto, você não lembrava disso. - Eu não sei. - Eu não entendi isso. - Está acabando com nós, Paulinho. - Não, não, não. Olha, tem que ir com o seito. - Eu não tenho que ir. - E sempre um tem que ir no máximo. - Gente, eu não tenho que ir. - Eu fui. - Eu não posso me comparar. Eu estou só. Não. Mas pode sim. Não. Eu não. É o fragmento de felicidade dessa que você é pra falando aí. De algumas realizações proporcionais ao meu tamanho. - Sim. - de igual prazer. Muito prazer. - É. - Tem que fazer um bagulho bonito. - Tá. - Imagina. - É uma bebida. - É uma bebida. - Pima uma cena, mama. - Pima uma cena. - Não. Não. Não. - Mas é que legal, brão. Se você pegar essa música na internet, ela está dessecada. Você tem só bateria eletrônica, muito bem programada, Lindram. - Tudu, tutu, tutu. Tudu, tutu. Tudu, tutu. Tudu. Tudu. - Não, é como é que é o Dóner, com. - Também. Também é. - James Ingram. - Também é. Frando o ano a Vista Arinsão foi a primeira faixa do thriller. - Qual você escuta a programação? Tem na internet, isso no YouTube. Os canais separados. Aí, se eu eu bateria eletrônica, eu ouvi toda a base sem a percussão. Cara. - Parece que você está empurrando um piano. - É. É de calda, sem rodinha. - É. A sua vida é a tua oração. - Não. Não. Não está acontecendo nada. - Então, lance. - Parece uma ardeia. - Mas parece que não está andando. É duro. As coisas não se sustentam. Sabe aquele "overcraft"? Que é aquele negócio que tem uma. O arcante em baixo com pessoas dirigidas, em cima. Está no mar e chega por terra e continua andando. - É, sério. - Que nem o sub-gravida 8-08. Sustenta tudo, assim. Parece que você tirou o lance dele e me negócio. - A leveza no mês do marato. - O todo, o ambiente. - Para. - Ele toca um silêncio. - Esse cara sabe ter sido. - Não, mas é. - Esse é uma grande surpresa que eu tive com ele. Que eu não estou com um pouco aqui no. - Eu vou especificar o que ele gostou. - Eu estou com uma razão. E ele espotaram a banda, eu estou pensando que eu sou confidado para minhas filas. Queria me falar com os caras de percussão, tal. Ele na bateria e a pessoa no arranjo, tal. Eu. Eu chego lá. Tal. Não estou sabendo o que está envolvido. Aí. "Bom, por favor, você está aqui, você vai entrar com a gente. " - "Pin casa, tal." - "Pin casa." - "Bom, pinc casa." - "Pin casa." - Porque ele na bateria. - Todo mundo que. - É um pouco acistimulho. - É. Aí ele. Aí começamos a fazer a minha trabalho. Se chegar para ele, falou, olha. Eu fiquei um sorpreendente, porque. Como eles tocaram, eu não pude esperar, e. E tem momentos ali que muito importante. Que se você não toca. A música não é a música. Puxadinhas que é importantíssima. Parado de dar. Du pão. Du pão. Du pão. Esse daqui jogou no pré-pré-pré-pré, esse daqui. Fó. de pôr. Eu fiquei maravilhado, porque eles estudaram aquilo e está saindo. - Mas você estudou durante 40 anos. - Mas eu não estou. - Não tenho percebendo. - Não estou sabendo isso aí, Bruno. Porque o dia de dia, entre ao Brasil, entre a swing e nós, entre a sensibilidade, entendeu? - Porque. - E você tem. - Muito a sensibilidade. - É uma boca batuqueira, né, mano. - É uma boca batuqueira. Isso aí. - Nas qual não o sininho não. - A resposta. - Mele, tomar aquela baquetada do. - É, dos, cara. - Mele, as qual não o sininho, no ensino aí, no lado de. - Eu tinha um cara. Que no meio da roda de sâmide, tu me llavas. E me adar para o sâmide, ele falou assim, "E pode ser alguma. Sem me fazer uma coisa dessa, tudo muito tionano". - É, mas. - É, mas. - É essa. - Olha, perta a minha mão aqui, você sabe dessa história. Gente, que eu não sabe isso. E não tem isso. Esque pensa que vai para a universidade, para a Becliffe, para aprender, né, baterita. Gente, não tem lá, ele é um ensino, não é num rei. Isso aí só, quem veio lá de baixo como você, como eu. - Eu esqueço, eu passei comparado com você, muito obrigada. - É, é. - É. - Estava abençoando, cada palavra dessa. - Eu tenho que comer isso. - É, é, é, é. - Você merece comer muito feijão. - É, é, é. - Você também fazer uma pesquisa, fala. - Sobre o que? - Até o nome do grupo, eu acho que não está falando.
- Como você está maradilhoso? - Eu também ceteita. - Pra eu gravar com mais. - Na verdade, cedo artistas ele tocou, pra mim falta a sua. - Minha verdade não me entrei. [risos] - Minha e cedo? - Minha e cedo. - Passou de mil, ares. - Eu estava certo. - Pra mim só falta mil. - Já estava passando. Já passou. [risos] - Aí você foi um agente secreto. Quem foi ele falando com você e colou isso? - Eu achei que é. - Não é isso. Porque ele salva a nossa vida todos os dias a gente não. Não é, mas as pessoas não sabem. Não é assim. É difícil explicar o que você fez, cara. Você ter cruzado tantas fronteiras e ter tocado para o planeta inteiro, cara. - Imagina, você está atingindo o South Park, ou Everett Street. - Eu não sei se você está atingando. No capão que eu me sinto lá, meu carro me senti. Porque isso eu vendo. Você acha isso, mas você representa muito quando nós recebemos o convite para vir aqui. As palavras das pessoas, por isso, são séries. É por isso que nós estamos aqui porque você merece. Nós temos nossa luta, eu faço parte dessa luta também, mas eu e meu real tamanho. Nós estamos falando de música. Com a admiritância, a luta sociais, a boca da coisa no seu lugar. - Nós estamos dizendo de música. - É um música. Eu tenho que ficar aqui, eu moro. Eu sou mais com a admirador, sou um. - Será um devoto. - É. Sou de tudo o ritmo. Moro. Eu vivo do ritmo. Tudo que eu. Eu como bebo o que o ritmo me traz. Meu rap é feito cima de ritmo. - Isso aí. - Isso aí. Eu sou. Minha raiza está meio do samba. Eu também me deixava tocar o. - O rapelo lá. - Do terreno também. Eu tirava minha onda também, nunca foi o organ. - Mais tiro minhas batidas. - Mas é isso aí. - É. - Um respeito. - Muito parecido. - É. Muitas rodas de samba também, pro colcionar a midagem. Corrida a polícia também, deixei o instrumento para trás. - Calas coisas a todos os anos 80, perseguição. - É a perdiência. Imaginarização do estilo, do gênero. Fui pro hip-hop e encontrei meu lugar. Como compositor, mas sempre tenho o ritmo como meu guia. É isso aí. - Sempre o ritmo. - Sim. - Eu não era o melhor e triste, mas eu tinha um ótimo ritmo. É ótimo. É ótimo. E ver, a gente vê, né? A gente sente. Eu estava vendo. Se eu trabalho, eu sei o que tem lá. - Isso que eu. - É mais ia, com certeza. É mais ia, tem aquele momento que. E é onde vai a música. Então eu acho que por isso que eu falei para você. Não existe. Eu vou dar uma. Uma detalhezinha aqui para você. Eu fui convidado para fazer um comercial para a Coca-Cola. Ok? Existe uns 200 comerciais prontos para representar a Coca-Cola naquele ano. Recebo um chamado um amigo de espoiling, nós precisamos de você. Por quê? Nós queremos entrar nessa disputa de 200 que já está pronto, que já. Vamos fazer o nosso que você vai fazer parte disso. E vai ser feito no dezembro, né? É 24 de dezembro, que é a festa nossa de Natal da Casa. Falei, não dá para mudar. Não, não dá, que a gente tem que se fazer isso, porque é tudo bem. Mas eu falei, então me diz qual você, vai ser o cara que vai fazer. O jingo, né? O jingo, o comercial, e vai criar tudo. Eu falei. Eu falei tudo bem, então. Fomos pro estúdio. Eu falei, você pega o estúdio de ser quiser o que o fonto custa. Eu fui levar meu copamento, não veio tudo, mas levou uma quantidade para que eu pudesse criar, né? Fui lá, criei, como foi a minha ideia? Coca-Cola, o que? Abase, o que? Então eu vou fazer. Então, abrir a lata da Coca-Cola, dá aquele. Que é um. Certo. E daí eu comecei a desenvolver ritmos em cima de ritmo. Desculpa. Eles. Falei, agora vem ouvir. Eles tearam lá. Não fala nada. Eles foram. A gente. A gente. A gente. A gente. Aí eu. Eu cheguei, eu tô achando que não tá. Eu quero. Não. É isso aí. Aí eu falei para eles. Olha. Isso é tão bom que você deveria um iubrasil no rio que tinha que ser um negócio tropical. Vai no rio, fio uma. Um atuma na praia. Você não vai ser. Não, eu não vou. Você vai volar, fio uma tudo. Eu tô dando a ideia. Não tô cobrando nada pela ideia, tô dando a ideia pra vocês. Porque eu sei que vai funcionar. Tenham esse som aqui. Com a imagem vai ser. Fizeram via o rio, gravaram de emprego para vários brasileiros, porque tem que usar aqui, por daqui e tal. Filmaram. Vem à apresentação de todos os comerciais para uma junta internacional com a mesa enorme. Tem Japão, Austrália, todos os países. Tocaram um, tocar o outro, tocar o outro. Quando tocar o que eu fiz? Primeiro quando faz. Entra a cozinha brasileira que sou eu, mas. Fazer a nossa rir e fazer a nossa. Aí. Todo mundo. Olha. Tocar todos paulinhos. É isso aí. Você toca todos. Não, tudo. Tudo sozinho no esse doco pra Coca-Cola, que no ano, todo ano. O exceano fizeram até um bonito que tem os carros. Não se você deve estar visto. Olha todo mundo disse. É isso aí. Eu acho que era a pergunta, mas por que quer isso aí? Por que? Não. É o único no finalzinho falava, "Oh, é esse Coca-Cola." Sempre. O ritmo, o ritmo. "Oh, é esse Coca-Cola." Acabou. O representante. Entra o presidente, a companhia falou. É isso aí porque é o seguinte. Não tem barreira de linguagem, não tem nada. O ritmo, todo mundo foi no ritmo. E quando. Todo mundo olhou. Todos os espaises. Eles lançaram no mundo inteiro, internacional. Isso. Que é isso aí, entendeu? O ganhão. Passamos na frente de 200. Olha aí. Preparado ganhou o primeiro lugar do ano, o comercial do ano. Que ano foi isso? Isso foi quando a moça lembra. Eu não vejo, você teve que ter sido. Isso está há um 15, 10 anos atrás, né? Qual é? Mas. Eu só quero dizer pra você. Então, eu fiz com aquele esponteno a minha. A minha esposa, deixamos natal pra lá, viamos pro natal mais tarde. Mas a liga de tal Brasil, tal. Todo o ritmo. Então, é o que você falou, "O ritmo, o ritmo, e você confiar, e você achar o seu. Aquela meta ali, né?" Boa, tá, mas o que foi que ele levou o ritmo? Exatamente. Se não tem isso aí, vai ficar normal, né? Tem os outros, tem uma bateria, tem os caras cantando. Porque. Não é nada disso. É uma coisa simples, mas que. Que eu tenho, eu falo sempre com meus amigos. O engenheiro do Marco Jax, que sempre falava comigo, Paulinho. Você aproxima pra eles, em inglês, e falam "leste esmoço". Menos. Menas coisas com qualidade. É certo. É o que você tem aqui, tem um equipe boa, não é um. De 100 pessoas, mas tem uma qualidade de pessoas trabalhando ela, a rapaziada que está aí, né? Então, se o junta, é o time do conhecido, nós éramos o time, a família dele. Confiar nas gente. Quotos músculos do conhecido, esse grupo fechado. Esse grupo é cinco, né? Cinco, nós éramos cinco. -A base, né? -A base do conhecido. -A base é cinco. -A base é que faz tudo, né? -Não comer o nome do cara do Rich Waves, do baterista, o Brão Cão, lá. -Não, é do Rufus, o Joe Robinson. -O Joe Robinson. -Ele não era adulto, não. -O Joe Robinson. -O Joe Robinson acaba com o Michael. -O Michael você tem, o Joe Robinson, você tem o Jeffrey Porcar, o que era adulto. -O meu nome é do batero do Rich Waves. -O de Roger Viver, é um cara. -A gente é um quartista. -Eu não conheço ele. -Do grupo do Mar, daí tocou com o Michael. -Não, é. -Rit Waves não toca com Michael nenhum momento. -Não, ninguém. -Não, é que não. -O Rod. Quando a gente faz. O Rod ele faz. As músicas ele faz a linha de baixo. -Exatamente. -Ele faz as harmonias, ele que. Esse arranjo vocal do Michael, que a gente baba. -Qual? -O jeito do Michael "Oh, night", que abrem as vozes. -Ele é o estilo Rich Waves. -Ele é o Rod Tempo. -É o Rod Tempo. -É o cabeça do Rio de Janeiro. -Falecido, né? -Falecido, que é o Rio de Janeiro. -Falecido, não é? -Falecido, não é? -Falecido, não é? -Falecido, porque é muito musical, muito. -Quando o Rich Waves. Quando o Rod é chamado pelo Queen, se coloca o Rod para fazer arranjo vocal para o Michael, se estabelece esse time de vocal que todo mundo usa do Michael. -Ele que clio para o Michael. -É que ele clio para o Michael. a onda do Michael. Quase. Eu cresci, não sabe. Tudo igual, a maquiagem é a dança, a Androjenia, que eu posso falar com a Corte de Camira. Ele está falando, mas também tem uma coisa importantíssima, é que o Michael, uma pessoa que as pessoas não sabe a qualidade dele vocalista, harmonica, ele criava muito, muitas coisas que penso que era o Roger Tampa e o Cuisse. Era ele. Era ele. Eu passei horas assim como nós estamos aqui com ele, com o Michael. E entendeu? Dele chegar para ele, quando eu tocava na maioria das vezes eu toquei o Michael. Eu toquei. Eu to gravando. Era só eu, eu, Michael e o Bruce. E às vezes meu filho. Meu filho. E ele, que ele gostava do meu filho, ele falava para me. Ah, vai até a sua polícia. Ele ia lá até um retratinho que estão a eles, que ele tirou, eu nunca tirei retrato dele nenhum, eu respeito sempre, as pessoas que eu trabalho não gostam tirar retratos. Caras fotos, todas, eles tiram, as pessoas pede. E depois fez falta para o nosso documentário que nós precisamos de uma ter de volta, não tinha de suficiente. Porque respeito, as pessoas retratiram, retratam nada disso. Você viu ali, eu vou chegar a tirar o necessário, se você quiser um retrato, eu vou tirar com você. Eu agredido, tirando, então o Michael confiava na gente a esse ponto e ele falava comigo, ele ficava meu vice-ervano, ele falava, "Polinho, você marca o tempo no dente, né?" Eu me louva. Claro, eu fico na rapaz. Mas você é, você é, você é. Eu me louva. Ele, ele, ele, ele, o vice-ervano, o vice-ervano, o que? De marca, o definitivo, né? Eu, cara, ele te definiu como o melhor percussionista do mundo, como o senhor definiu, é o Michael. Eu defino o mal com um, do melhor do mundo, a mesma, eu dou de graça de volta a praia porque ele merece e eu acho que fez muita falta a partir da dele. E a maioria dos artistas de hoje tem, tem valor.
ц A maior parte das ideias urbanicas eran macredenonados. Eles cantavam eu não normal como os cantores. E o hora de tempo com o negrotos com mig Seiteטico, e o tempo exerti porque ele cantava como ele se estivesse num palco que dá uma dinâmica completamente diferente. "Ah, maior o nisso, os cantores se preocupa." "Cantar certinho, tal." "Ojumou o momento que ele fazia cantando." Ele fazia comerci, e te dá aquela energia. "Ele é uma energia." "Por exemplo, se eu for tocar pra você, eu quero aqui no estúdio, por isso eu tenho que bater na mesa aqui." Porque, de repente, transforme, eu estou, como se eu tivesse, porque eu estou te dando o que eu sou sincero, se eu ver a pessoa, "Ah, porque não é mesmo, coisa com o homem aqui." Você sabe, não é verdade. Se eu vá no tão bom, você vai jogar o braço e seu coração entra a febração, não é verdade? É, sincero, você é sincero tocando. Ele fala muito da vibe do estúdio, que eu acho que é uma coisa que você vive muito. Ele fala que se a vibe não está certa no rolo. O que rola no rolo? O que rola a vibe do estúdio? O que rola no estúdio? É a pessoa vir trazer os problemas que eles teve no dia anterior pra estúdio. "E isso não funciona, porque as pessoas que vêm em segura, porque ele não é um bom músico, em segura, então ele quer provar que ele tem, mas ele quer vender, porque ele não tem. Esse é o problema, dando estúdio. Os estudos têm que ver as pessoas certa, não era certa, e segura. Você não precisa provar nada. Você vai fazer o trabalho e ajudar o trabalho. Eu acho que isso é todos os lugares, né? Sim. Se você vem aqui querendo provar, olha, não porque eu sou melhor, eu vou fazer, "Não, vamos tocar." "Ah, é não, mas é porque eu cachorro, eu me perna, eu abriguei com a minha brilha, eu não quero ver isso." "Vamos, ó, aqui é um, vamos atacar aqui." "Ti, nós estamos gravando um disco, tá, "Sara Volga, ok?" "Vem uma arranjador, faz todo o arranjo, tá?" "Eu já fico caro, juiz duco." "Sara Volga, juiz duco." "Sara Volga, juiz duco." Agora, a banda, a banda, "Jé fico caro, juiz duco." "Jor de duco." "Eu, ok." "Tinha um outro pianista, tinha um guitarrista que é uma maravilha, uma pessoa que é duro Brasil, que trabalhava, ele trabalha na banda, do que eu estou olhando, ele é meio rock, mas ele trabalha com um storno. "Ah, os timbra e o cara, os timbra e o louca." "Ok?" "Ele tem aquela música da África, né?" "Ele tem uma música da África, né?" "Ele tem uma música da África, né?" "Ele tem uma música da África, né?" "Tum, tum, tum, tum". "Tum, tum, tum, tum, tum, tum". Ele virasse. Ele virasse o "Habel" que você sabe. Tem no gosto. Os produtores que não tem. Assim que. Cusque não sabe a evência segurança. "Vamos fazer o razuma!" Que tinha um cara ali que tava fazendo. "Vamos fazer o razuma!" O Japão caro falou assim. "Ese é o Take." "O baterista que já é o Japão caro." "Ese é o Take." "Ah, não dá pra tocar, não dá, Marna, pra tocar, mas. É isso aí." "Cabou." Aquela música não diz que na série eu vou. -A mudar melhor, acho que eu não me lembro. -Cusque o chão. Mas o joge doco. "Ah, essa tum, aí. " Quando você bate uma vez. Ah, acabou. Tem que cair e entrar a mágica, aquele momento. E vai tocar 20 vezes, mas não vai sair aquilo. Que sai ali naquele momento. Do que você perguntou é legal, que ele gravou. Não nessa faixa, mas gravou outras faixas com Bill Witters. -Biwitters. -E aquela música sabe "Love, leader." -Love, leader. -Eita. Ele contou uma história bonita sobre este negócio de clima que você falou, que o Bill foi gravar um dia, tinha uma pessoa. -E acho que isso é legal. -Pas que você quer ouvir sobre isso? -O Bill Witters, é que é o Bill Witters. -O Bill Witters. -Não sei. -É o som chá. -É o que é o "My Co-Grey Ruan". -Mustorte Nossa. Se você sabe "Pursorte Nossa", a gente se vê. Que fone embora. "Just do two of us. " Nós pegamos ele. Essa música aí. Esse "Biwitters" me contou que eles. Rafa McDonough, o grande percussionista, o. Todos eles já estão lá em cima. Todo mundo foi embora. O Bill Witters inclusive. Já subindo também, pegamos ele no finalzinho. Ele falou que estava gravando essa música, né? E a música não saia. Gravava, gravava, gravava. Não saia, não saia. Eles têm uma frequência rada aqui. Tem algo acontecendo e não saia. Depois temos nós que aconteceu com a minha esposa, porque é devido. Esse que teve lá era todo. Um problema com as certas mulheres que vinha na regravação. Ele descobriu que uma das pessoas, que eram uma moçamara que estava nessa regravação, que era esposa de alguém lá que ele nem sabia. Estava incomodando ele e falou, "Ora, não me traz essa senhora aqui, manão". Não me traga essa pessoa aqui. Ótimo. Mas que é que. Não saia, tem. Tiraram, foram embora, no outro dia, essa pessoa não estava. Eles entraram no estúdio. Se a pessoa vai gravar no primeiro take. -Está mais fuso, seja confusa. -Ela foi que você me falou. -Tem gente que está no estúdio, não foi chamada. -Ela está na hora. Não foi chamada, ele não leva algum. Não foi com isso na cabeça. Então quando ele viu uma mulher entrando no trabalho, quando nós gravamos. Na nosso projeto, que ele adora a minha esposa, conhece. Ele viu, nunca conheceu ela, ele já ficou assim. Porque ali estava. Ele me esposa, falou para ele. "Biúdas, eu. Arice!" Ele viu que é o outro, mas é já agrilado com o que houve na outra. Ele já reagiu. Então você vê que isso. A vibração é muito. -A vibração das pessoas. -É o que nós comentamos. É um cara sensível ao externo. É uma coisa importante. O Bill Widers parou de cantar. E a mão é o mistério da América. Por que o Bill Widers nunca mais cantou? Ele nunca explicou direito, ele se retirou, disse que queria ficar com a família. E aí se você for ver lá no YouTube, tem uma homenagem. Quando ele foi. para o Raul da fama, né? Os tivônders teve presente, ele foi menajado em uma noite. Quando ele foi ao palco, e ficou do lado do tivônder assim, como estamos aqui, ele ficou aqui o tempo inteiro, ele ficou olhando este tivio, ele não cantou em nenhum momento. Então assim, o pessoal percebeu, aí voltaram esse assunto, é um mistério. Ele foi lá, ele cantou. Aqui a América ainda não viu esse especial, quando a América vir o Bill Widders cantando pela única vez nos últimos x anos, não cantou nem com o tivônder, e o pior, ele falou, "vocês lembra no especial?" Aí ele contou o que tem por trás o mistério. Eu tenho o dor desde 58 na coluna. Eu sinto dor o tempo inteiro, e aqui com o Paulo eu não estou sentindo dor. Então, mas ele não queria sentir dor física, mesmo? É, na coluna, mas não assim. Ele era soldado, ele. Ele trabalhou num aeronautica, né? Assim como o Joe Patrinho e o Ursula, tinha muito. Era forte, né? Ele não queria dizer uma voz. Mas a coluna, quando tem problema, o que é que você pode ser alto, pode ser baixo, é um problema. E o arameu dele assim, de a gente sair. Olha, para pegar. Sai ele, vamos tomar o cafézinho ali, ele tinha uma confiança enorme, em mim, porque ele se sentia. Ele me dizia assim, "Pauinho, você é preto, mas você não é igual, os pretos aqui, as pessoas têm medo." "Praima que você está falando?" Mas aí, a minha esposa, a Arissa, você sempre fala, é porque é o nosso sentimento, não brasileiro. Somos a mesma cor, tudo, mas é o outro. O outro olhar, você acha que é o outro olhar a maneira que você. Então, e os de lá tem. É assim, o bloco é menos combative, ou é mais. Eu acho que é menos combative. É, inclusive, muitos deixem ter razões. Eles são combativos, americanos. Exato. Eu estiveelar todo mundo se encara muito. Exato. Eu sou brasileiro que tô lá, pega esse bom dia aí, e vamos na amizade, tendo sempre a partir do lado. O Brasil é diferente. É diferente. Então, o meu destino ali, abrir as portas, jogar água na fogueira, não gasolina. A fogueira jogou gasolina, não vai piorar, não. Joga água. Apago fogo, e vamos música amizade. Eu pudesse salvar o mundo inteiro, mas a música, a fogueira até salvou, na guerra do tempo da guerra, a fogueira até que tava lá, né? A música. Você tá salvando. Que é calouro. Salvando um bilhão de brasileiros, eu tô contente saber que você tá me dizendo que o pouquinho que nós contribuemos vai ajudar. O pouco meu, né? Fala pra ele. E ele sabe, não é papo. Não, eu sei. Não, não. Mas por isso que ele é o que ele é e chegou em te chegar desse jeito. Mas o ponto não é. Eu acho que tem alguma coisa que marçalo. Gente insegura, gente insegura. Pode ver. Depois que ele falou, passei a notar. Gente insegura um problema, masso, no mundo, e dentro do estúdio, que é onde a gente mais gosta. E o marçalo, o búsculo, deixa eu escapar aqui, quando a gente tá falando do Michael Jackson, que o senhor não traiu o Michael. Qual é a importância da lealdade nesse trabalho, como isso se reporte? Isso é muito importante. Não traiu como. É, isso não tem gente. Eu nunca falo que o polio. O que a gente faz? Não. Olha, quando ele falha seu, o nosso telefone na casa não parava. Por quê? Ele não tão querendo saber os momentos bons que nós sempre elas querem que eu fale algo contra ele. Depreciativo. Isso é o interesse. O negativo vende. O positivo chega mais a difícil. É o nosso filme. Nós fizemos um trabalho. - Fungóner rodina - 11 anos de trabalho, 11 anos… - Muito cute! -Porque é difícil porque não é negativo, não é, não ninguém está matando ninguém. Vamos ajudar a salvar. Vamos mostrar o nosso lado, o lado Brasil, que… O pessoal do involve com o Polítil, eu não quero saber disso ele não consegue – eles não conseguem me dos preços de pressionar um pensamento de atenção, o que você está na nossa terreno, né positivo, vamos ajudar tal. O lado de lá quer pisar e não quer saber. Eu não me meto nesse lado porque não vamos perder tempo, vamos perder tempo. - É, não é certo pra exercer num papel lafundamental lá no Brasil, cara. - Muito obrigado. - Fundamental, assim, potar exercendo, né, você fez extrava na América, maladinha. - Que você eu intermaratina na casa dele, não é? - É tudo que fala de alusiva, a guerra, cê é, depois cai ruim, né, que passa assim, cê, mas que o sistema dos caras manados. - Muito obrigado. - Que oi, né, são mil dades nessa serenidade, né, que eu tô falando, né, pressor, né, de serenidade, né, amor? - Serenidade de uma serenidade está restando. - É serenidade de quem, sei lá, sabe, né, sabe, e nunca reira, como peso sabe, né, distribui, e ficar leve, certo, mano, insina e ficar leve. - É energia, gente. - Cara, morou, cara, se radiu batidas e ritmos e saídas, né, sempre tem uma saída, tipo, as calições, sempre não deixa a peteca cair, se eu tenho ritmo, e as coisas vão ficar no lugar. - É isso aí. - Revitei agora via Rai. - É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, - Não tem não deixa a peteca cair, bora, quererem meu primo, e potes é algum, você me faz uma coisa desse. - É, é, é, é, é, é, é, é. - Senhor adorei saber que, que, que o Iove isso, né, e foi legal que eu lembrei dessa época, né, que, dá para, vale, vale. - Sai daí. - Chabarço, joca. - É, vai assistir a gente. - Eu tô tentando, já, temos dois anos, eu contato que tá com El de Bard. - Se trabalha o coelho, né, ou. "Trabalei". "Trabalei" foi uma coisa maravilhosa que tocamos aquela música que é a "O Ridham of The Night". Foi um sucesso à crise. A cri ritmo todo é seu. "Trabalei" e com um ocarinho com eles que eles me ligaram a noite interior, com o dinheiro. O outro também é a música. Foi muito sucesso pra eles. Eles já na estilo do "Jackson" e o "Jackson" falam. Mas eles tinham algo diferente com "Ide Bion", cantou muito pouco aquela voz. "Você" é o tempo. E comprei ele, comprei muito bem. "All this love" é bem. Com pianista e tudo. Então eu, mais uma vez, fiquei muito contente fazer parte daquele momento e eles vieram na minha casa. Com aquela música noite interior, para que eu ouvi-se e fome lá no estúdio. Coloquei-la no meu trabalho e foi um sucesso muito bem. "Leo de Bard" bem na sua casa com outros irmãos terão. Ele e o engenheiro, que era o "Barnick Parkes" que faleceu também de "Saf" de hoje o levou. Foi esse momento maravilhoso. "Chill" é conhecer o irmão dele, o "Bobby". "Cunci" é o primeiro. "Cunci" ele e eles iam muito no estúdio. No estúdio na hora que foi a gravar eles todos eles estavam lá. Então muitos eram duas bandas, né? "O irmão do James Inward" faz parte dessa banda, não? "Sweet" ele até o conhecido ele não conta, é que ele fazia muito "Gingo" também, o irmão do "Cantamento" ele fazia muito "Gim" e o irmão do James Inward fazia "Gingo" bastante. É que ele gava muito "Gingo" também. Então como eu também me envolvi fazer alguns eu sempre encontravava com ele. "Cantamento" não era um "Jambos" que o "Jambos" era. Era cima. "Cantamento" também, o Howard Hill, cantor do "Chalamar". "Cantamento" é um "Foster Silver" né? "Cantamento" é muito muito muito muito. E ele, eu que eu gostava muito dele é porque ele sempre, o grupo dizia como "Tias Cruzeiros" "Cantamento" é um "Foster Silver" né? Eu disse que eu tinha de ser a sua mãe, eu tinha de ser a minha mãe. Eu tinha de ser a minha mãe, eu tinha de ser a minha mãe, eu tinha de ser a minha mãe. Eu tinha de ser a minha mãe, eu tinha de ser a minha mãe. que você está aqui, que escreve à parte da Marina Ezonhr de Dois, você já pode twee miltranselem aqui, vai serowo em umUNKNOWN, soaka um imínio,
Ele tocou tudo, né? Ele tocou o Profit 5, ele tocou tudo. Ele programou bateria eletrônica, a Lindrum, tu. Tchau! Tchau! Tchau! -Tua ali fez uma pão pão porão. Não tem que estar, tem? -Não tem não. -Sin, tu tem que ir. -Tem que ir. -Pou, Jackson? -Pou, Jackson. -Pou, Jackson coloca umas frases irs ali. Aí tudo aquelas partidos. Tudo ele. Isso foi a experimenta a mim, ali. Com ele a nosso Brasil. Sabe o que me vê, na mente, agora a Paulinho. O que. Tem que ter um orque shop, assim, Brabo do Paulinho, pra todos nós. Sabe uma coisa assim, pra mudar a direção da nossa vida, mano. -Que é isso, né? -Ele dá a que shop. Mas isso que ele faz na minha vida, tudo vai dizer. Sim, faz tem banteio que democratizar, popularizar, levar para mais gente, pra mudar o destino do Brasil. -Prabo, que o começo disso é um negócio que ele demorou cinco anos pra aceitar por causa desse jeito dele, que é, enfim, né? -É muita coisa, né? -Tá resolvido, tá tudo certo, sabe? Porque todo lugar que ele chega, o Paulinho da Costa está chegando. -Certo. -E todo lugar que ele chega, é o lugar certo pra ser tá, porque o Paulinho da Costa está lá. Só que ele está sempre junto, porque é ele. E ele está sempre no lugar séfico. -Cando. -Podeiga essa parte profissional, -a forma de ver com o contexto general. -Sim, sim. -Comportável, desde o comportamento técnico mesmo. -E o humano. É a forma de chegar ao contexto general. Essa sabedoria é a humildade. -Sim. -E saber que acima de turtar a música. -Sim. -E o bom entendimento também, que tem que ter o resultado. -Tem todo a razão. -O respeito muito. Porque o que ele sabe é maior do que a Berkeley, que a Julia, e que a USP e que todas as outras juntas, porque como o que se falou na abertura do especial, do documentário, o "Sons de Paulinho da Costa", "A groove, a groove, under the groove". Você tem o groove aqui, o Paulinho vem under the groove. -Que sustento o próprio groove que vem antes. -O que antecede o próprio groove. -E animal. Enfim, eu perdi o trem dos meus pensamentos, mas é mais importante. Mas que acontece? Realmente eu concordo com você, e assim como eu sonho com o dia que ele vai registrar, todas as batidas dele, e é tipo um Wikipedia da música, ele é uma universidade por si só, ele não cabe nenhuma outra. Eu acho pessoalmente. -P偏 falar, sou, por Paulinho. -Sim. -Protegido pela Gorda Real. -É. -A Gorda Real, a Malaria. -Cê vai parecer o cavalo, pode ser. -Ele é das africanas, tá ligado? -Ele é das todas as palas. Mas bandeira da unidade africana, se vermelha na coletiva, vermelha, maré, vermelha, vermelha. -Pauro, vindo a costa do marfim. -Cava aleiros, defendendo um palaço, para ficar o Paulinho da costa. -Respirando, existindo. -Respirando. É porque a gente tá por carência de representatividade no mundo. Morou, mano. De de Brasil. -Cê não acha, mano. -Cê não acha? -Cã, ela, desculpa. Os caras não cuidaram da Boça Nova direito. Boça Nova apresentou o Brasil ao mundo. -Tô nem falando da música, falou, mano. -Não, mas. -Pera aí, eu sei. -E eu sei. Mas esse cara, ele é uma prova do que o Brasil poderia ter sido. Ele foi sozinho. Então fica como um exemplo do que a gente poderia ter sido e graças a. O fato de ele gravar tudo e essas pessoas gravarem tudo, o que a gente ainda pode ser. É, quando você encontra o Paulinho, como eu falei para os caras, a gente se conheceu com 11, 12 anos e éramos fãs dele. Sempre que a gente está com ele, a gente está com 12 anos. Eu acho que ele veio pra cá, parece que está de manhã de novo no Brasil, sabe? -Pra mim. -Como isso? E esteja que está dentro de você, porque está nos nossos olhos, né, Brau. Não tem, nós não temos o poder de fazer tudo mundo olhar a mesma coisa. Até porque uma grande obra de arte não vai até você. -Tá contos, mano. -Tá a mesma verdade que você. -Cê preto assim. -Cê tem, tem. -Tá, a gente nasceu trica de a unha. -A gente tem essa influência direta do sol. A gente viu o Paulinho da Costa do Futebol jogar o Pelé. E o Pelé da música está na nossa frente. Na nossa frente. Só que só ele tem uma estrela na calçada da fama. -Tá na calçada da fama. -Premo brasileiro. -Vamos chegar a uma nova. -Vamos chegar. Vai ser dia 13 de maio. -Trem de maio. -Trem de maio. Olha que data simbórica para nós. -Polimos como ficar te alojendo na tua frente? -Não, não. -Teste. -E que você tão fã, né? -Cê, mas eu avisei antes. -Mas o Maio era pior. -Vera pior, né? -Gruzava ele lá. -Tá grandesia, vocês? Mas vocês estão criando um música. Eu vou achar que eu sou isso aí. E realmente eu não sou isso aí. -Tica tranquilo que você vai. -Squea noites, eu tá com a risca. -Lá valevara exatamente. -Você estão falando aí. -Pois eu saíram a minha. -Pois eu. -Tudo isso, careta, Paulinho. -Careta. Sempre flat. -Mente focada. -Mente focada. -Mente focada. -Bem, não fumo. -Obrigado, é sempre. E você, como eu falei, conversando no principal, que eu. como eu vou não magoar dessas pessoas que eu tenho respeito, tá nada musicalmente, tá fazendo trabalho com eles, alguns, não vou se estar nomes. Mas naquela hora, porque você sabe, a vida dos carros, né? A vida deles. Só que, Paulinho, vou mulher essa aqui do. -Careça deles, né? -Careça deles. -Eu até respeito, eu falei, olha. -I'm fine. -I'm fine. -Ok. -É a única maneira que eu posso. Estando a dizer pra eles que eu estou contente do ambênio da música ali, participando, mas não dá uma a lição de moral, não é que eu não posso fazer isso, né? E eles entenderam que eu foi. vamos tocar, e vão a música, e o resto, vocês. Seguro aí, tá tudo certo. E com isso aí eu acho que deixou um respeito, também, pela pessoa, pelo trabalho deles, e nunca ouve a trilha de dizer, "Pois, não vem aqui, não. Vamos tocar o resto, "eu toma seu. seu isque aqui, toma sua cervejinha, eu não bebo cerveja, mas eu não vou dizer que você não deve beber a cerveja, né? -Cada ou na sua, né? -Cada ou na sua, fecha uma. Mas, Paulinho, eu tenho uma coisa que. eu estou chovindo agora, e lembre de uma fala suando documentário, é bem no final, já, e a sua fala é. Eu não sei por que eu consegui, eu come, eu consegui chegar até aqui, mas é bom quando as pessoas dizem que você é talentoso, sem que você se deconta, como eu não me dou conta do talento que eu tenho, eu ainda estou procurando. Então, e muito das suas falas aqui também mostram essa sua condição persistente de aprendiz. -É verdade. -Có é a importância de se manter aprendiz, Paulinho. -É muito importante, porque eu acho que, do momento que você acha que você já sabe tudo, que eu acho que realmente você não sabe tudo. Aí você para ali, né? Aí está achando ali, porque aí não tem mais nada aqui você, mas eu acho que a gente sempre tem que. "Oh, você entendeu, estou aprendendo aqui com vocês, né?" "Papê eu não para a palavra dele, as coisas que ele me diz aqui, e tal." "Piu com rados e. " -É legal ter uns carajôs, hein, daí, ó. -Oi. -É legal ter uns carajôs do lado também para. -Essa é muito bem. -Dá a dimensão exata da nossa significado também, né? Bom, tem pessoas com ele do seu lado, mas eu acho que eu te lembro também, Paulinho. Eu sinto que aqui no Brasil a gente é desencorajado. É um comportamento também nosso, né? Uma certa humildade, um cristianismo, catolicismo, uma humildade, que eu vejo que você tem que ter me dando a aula de humildade. Eu não sou. Se eu ficar assim igual você, não sei nem que vai ser de mim, mano, entendeu? Eu não vou conseguir ter essa humildade que você tem, porque é uma coisa assim, é uma coisa muito africana mesmo, entendeu, né? A coisa de. É muito maior que o Brasil, entendeu? Só que eu vi diantes. -Cecular. -Eso bem diantes do Brasil? Esse é essa sua tranquilidade e ser tão grande, tão importante e não pesar, né? Não pesar. Você transmitiu uma calma a sabedoria pra gente, uma. Nossa, tremendo. Tempo de raciocínio, que deixa a gente calmo, sabe? Obrigado, obrigado. A gente tipo, calma, falou por um pouquinho de sabedoria pra mim, vai me fazer bem, tem que pegar um pouco disso. Pouco indicar, uma vez me fazer bem, eu sou ansioso. Eu penso e falo, às vezes eu falo sem pensar, "Pio ainda, né?" Eu falei, "Ai, às vezes eu me acho sem o Cés, e as vezes eu fende, e eu quero imediatamente revidar e mostrar que eu sou fódias, e eu não sou porra nenhuma, mano." Eu sou um aprendiz de aprender, meio oficial de aprendiz de assistir, de acilhar, de ajudar, de ser bem. Eu não sou nada. Eu quero agradecer o professor Paulo Cruz, que estou em contato com a nossa produção, através da Renatilario e comigo, falando, "O brau, o Paulinho da Cuaça está no Brasil." É muito importante você intermitar ele. Eu sei quem é, e é muito importante mesmo. Eu vou atrás, eu vou, nós vamos tentar falar para ele, porque transmiti isso,
Mas os mais jovens, essa oralidade, essa coisa do grio, né? - O grioção. - O grio. - O grio. - Tem de poder passar a saber do grio com calma, com clareza, com detalhes da forma que ele era muito importante pra mim. Eu trouxe meus amigos músicos para assistir, porque era muito importante pra eles, e eu tenho certeza que vai ser muito importante pra todos que estão ouvindo principalmente os músicos. - Principalmente os músicos. - Posso pedir uma coisa? O SES-TIU, ao documentário. É pra gente é muito importante, é uma trajetória, são 15 anos, né? Porque são cinco pra convencê-lo, e mais 10 fazendo, começou tudo com o quenço de ones e essa equipe, essa família que ele falou lá e montrou, os carficos cinco anos, os carros de rizalos, direto do filme, pra convencê-lo, depois que o quenço é doceu, voltou, ele, a rispa, lá agora é hora, ligar a proscaírus, ele já foi com a câmera, já chegou. Então, são muitos anos, né? E o Paulo da Sorte, por isso, não sei se vocês sabem que ele poderia ter gravado muito mais de verdade, pesado, serem números absurdos, porque. - O meu já absurdos. - Eu perguntei pra ele no sábado, foi Paulo, tem uma lenda dos estudios, que diz que depois você termina alguns artistas, estrelas pediam pra você ficar uma vez ou outro e tal, porque falava que você dava sorte, que você grava, banda explode, o clima do lugar é outro, e ele, é verdade, ele foi o João, quase sempre. - Pega, pelas músicas aqui, foram citadas, são todos super-heets, mundo globais. - Sim. - E ele tá envolvido em todos. Bandas que estavam por baixo. - É. - E as bandas colocam a percussão, não é normalmente um protagonista, e você houve a música, tá lá, e é protagonista, mas você não percebe, não sei que você preste atenção, isso você tirar o que ele colocou, a música desmonta, cada música. - Por exemplo, agora queria que você falasse pra essas pessoas que, assim como eu, que te houve, em claro, os mais novos ouvendiam de outra maneira, o que que se achou do documentário, o que que você sentiu. - E o sonnante achorei um momento que ele fala que ele estava procurando. Eu entendi uma coisa, ele falou uma outra, mas as duas não jutas. Eu entendi que ele estava falando que, quando ele estava começando, ele estava procurando um caminho, ele estava todo mundo dizendo, "Pô, ele estava procurando um caminho, ele estava procurando um caminho". E eu, nesse alô, eu falei "O choreiro", ele chorou, eu falei "Cholita, eu entendi", e eu falei "O sirio", que ele estava falando. É um momento de solidão, que não sei se ele entende dessa forma, mas ao momento de uma solidão, braba, que é um momento da divisão do fracasso e do sucesso. Moro da purcação da vida, moro mano, que ali é você, com a sua aora, né, e a sua fé. Podia ter dado tudo errado? - Eu podia. - Moro. - Moro, quer dizer, eu falei aqui, não começa assim, com o semanha, a gente brinca o "scout", o "scout" é quando fala de jogadores, né? Então, quando ele traz o convidado "scout", é o que? A folha ocorre da do balcura, o que ele faz, o que ele fez? Qual é o prêmios? Para, aí a gente começou a biografia do Paulinho da Cossa, só o número de artistas que ele trabalhou. - Será o cara tem, será, 1.200 anos, é isso? - Eu tenho como, Paulinho tá com 70 pouco, mas ele tá com a média, os roubados tem um ar contra, o que ele tá tendendo. - Se igual a por exemplo. - Quanto às horas você dorme por dia com ele? - É, é bem. - Cregava rápido, dorme bem. - Dorme bem, você tá coenso, inclusive me dá uns persímes. - Eu vou dormir. - Tá, seu Fih Honey, é sua, você tá nisso? - Tá aqui, ó, tem essa fã, né? - Tem que ter um negócio que pouca gente gosta, ficou, mas enfim, tem uma da Lia. - Lia, eu fiquei pirada aqui. - Lia. - Eu tô no currículo dele, fala para eu parar. - Fala, não, mas fala. - Para. - Ah, tem o Zep, você gosta do Zep? - Rói, não. - Tá, o Zep aqui, cara. - É nada. - Eu sou gelação zapa. - Pô, está louco, morbal, tu e o ar? - Não sei, tá no música. - Morbal, tu deu. - Fala aí, fala aí, fala aí, vai para, fala. - Paru. - Pé de label. - Pé de label. - Pô, só de cantabê até hoje. - Pé de label. - Aí você faz aqui. - Marque, marque, no ano. - E você sabe que o cara que escreveu essa música é um grande, você conhece que é o "Batbacker Ar". - Batbacker. - E essa pessoa ajudou a muita gente, respeitar muita gente, mas difícil, não é qualquer um que participava dos arranjos dele, das composições dele. Então, eu fui um dos abençoados por ser. - Bati-Bati. - E então a nasce ele em minha abração e tal. E o "Rabbel" parte, o primeiro sucesso do "Rabbel" estou cando o pisto encantando, é a música dele. - Caramba. - O meu música dele. - Marcomo Mcdonald. - Tem uma informação que quando eu sou a Marcom Mcdonald, a informação que eu falei veio do céu, até galasco, as caminhas, a geração, era muito limpar do. Você gravou no disco do "Saturday Night Fever", né? - Exato. - E tal. - E o "Fium" você é. - Eu nunca vi, mas ele gravou naquele filme "Star Wars". - "Star Wars". - Que é o marco também do seu irmão. - Desenho. - Ele teve inclusive na cor purpla, o senhor aparece. - É, é, é. - Ele fez a compa. - O "Saturday Night Fever". - Isso é. - Essa é aquela percussão. - Exato, é você. - É você. - Eu estou tocando ali, tem outros músicos tocando, devido, aquele momento foi um momento assim que eles precisavam. - Ele tava muito simultaneamente. - Em um momento de ser montando a mente, então, envolviu. E eu fui um desse. - Sou necessitado. - Você é bem que faixa, é específico. - Você faz de. Ali com os. - Com os. - Não, não me deles. O grupo, né? - Ou. - Beats. - Beats. Cara eu ando. Imagine você salvar a carreira do Mayos Davis. Paulinho salvou a pedido. Porque o Mayos sempre foi rico. É um preto de origem rica. O pai dele, o Mayos Davis, era dentista. Ele sempre teve propriedade do Nadu, Ler de tal, não. Mas eu digo musicalmente. Estava lá e vinha vindo lá com as coisas elétricas, fazendo umas coisinhas de coisinha, decois, de rarresas, etc. Aí vai gravar com o Marcos Miller, que era produtor do Luther Vendros. E aí a música Tutu, que é a cara dele, o causa do Desmond Tutu, a música foi gravada por três outros percusionistas. E aí o Marcos ligou Paulinho. Vamos lá, né? O Mayos sempre admira muito trabalho dele, como todos nós, é um cara que atingiu o nível, elevado e tal. Eu tinha meu chise de dizer, não é fácil trabalhar com o Mayos, porque o Mayos, quando ele não gosta, ele tem aquele que você vai te jogar pra fora e tal. E esse era o Mayos, não é a pessoa ele virar as costas no público, que ele não gostou, ele toca pra ele, "Pô, tudo bem, mas eu gosto dele, guarda dos. sempre dele, a gente. Então o Marcos Miller, que eu tenho muito respeito por ele, ele tocou até um dos meus dizios, mas os últimos diz que ele está tocando também, fez muito trabalho com ele, ele deu Samor, né? - Ele deu Samor. - Ele deu Samor, ele estou em vários outros. E ele ligou a. - Na G. - Na G. Eu tenho um problema aqui, porque o Mayos. já passou. O pessoal que vai na viagem, com ele, não vou, né? Conheço o Mayos, tá? Ele não tá bom, e. "Oi, se você vem pra entrar, seu ocupamento, eu acho que você é o cara, a pessoa que vai salvar esse negócio aqui, não possa acreditar, "Não, bom, fui lá no estúdio, então é que é na capital record, né, onde está o nosso. É aquele redondo que o estúdio está escrito à casa que Netkin co-construiu. Lá, lá é sério ali, o respeito ali, quando sempre, lá na corredor, já tem aquela vibração que vem na tecocina, se na todo mundo. - Então, tudo bem, bom, eu. - Pusso assim, não é? - Falei fracetratra. - A gente não conocou aqui, porque. - Não, não. - Não, não tô com o. - Não, não, não, não. - Não podia, foi o Macdon, tá normal, tá bom? - Tá normal, tá do certo. - E tá tudo bem, tá do certo. - Não, mas o Senatra, nesse momento, ele ia falar "Fala, que tô com o, então. Mas que segui no que eu falei pra você, o Netro lá, e tal, tal, o Macdon, "Polei, aquele. Abriu a vibração que eu tive com vocês aqui, a mesma, que era o Bráso, tá o Bráso do Uos, né? - Com essa dança, tá tudo bem, bom. - Como é que eu quero. - Me mostra aí. - Fazes que. - Escuta um porra, ele estou caro, foi me dá uma. - Não, não tem grade, não tem grade, não tem. - Desça, você sabe que tem grade. - Pra estudar base, hein, que é a partitura, mas eu souvou olhar a grade, pois sabia como é. Aonde tá o. "Não, não tem nada disso, não. Pala, escuta aí, você vai." O que você não tem que ter. "Pum, não, tocou." "Bem, falei, quando eu vi a música, eu falei essa música aí." "É uma música que não tem chão." "Ela não tem o nosso. "Um, dor, não tem isso, não tem quatro, quatro." "Ela tem, mas não tem, ela te vina." "Ela é uma música que, pra, ba, e todo você." "Ela não tem, você é o vittuto, é animal." "É tudo, então. " "Ela bateria eletrônica." "É, mas a minha mãe, ele é o trugano, não tá. " "Tá. " "Tô, né?" "Tô, da complica, eu acho que foi. "Tô, da feita. " "Ura, eu digo, bom, agora aí é o seguinte, única maneira que você tem que fazer, essa aí precisa. " "E você não pode deixar, os caras estão confiando e você salvar." "Então, vamos lá, então. " "Abre o meu acopamento, então botei em cada lado um detalhe que eu achei que ia funcionar." "Então, eu toquei tudo acompanhando a esbertura da música, uma festa, né?" "Ah, pau, juj. " "Pau. " "Tau, tau, tau, tau, tau. " "Então, você sente aqui o raire, mas. " "Tau. " "Vai. " "Pra, tem uma hora que tem umas pancadas que ela sai de não sei da onde, eu to tocando e toca a minha. "E que eu estou respondendo, né?" "Ai entra a nossa experiência de ritmo que vem lá de baixo, né?" "Que é. " "Tá, jaja, jaja. " "Ai eles. "Poi eu estou vendo lá dentro do estúdio que tá uma vibera que o Max é um grande musso tocar claramente. " "Vai lá onde ele toca. " "Pô, o que tá com o Max?" "Tá comigo, eu te digo, tá legal porque ele se ele tá comigo, tá tudo certo." "Se ele olha, eu falei, uma aparência assim que eu não tô sentindo ele, eu digo, eu saí dessa aqui, mas eu to com o rei, estava. "E acompanhando." "Tou acompanhando, e eu vejo assim que no cantinho da porta ali, tem um. "Tá vendo como aquela porta está ali, parece ali assim, tem um cara ali que, no procurou, um tom a pessoa ali de que, pois o cara vai entrar aqui, nós estamos gravando microfone sensíveis, todos espalhados, né? Eu to vivo, não é? Não é? Eu to tocando. Esse cara vai entrar, vai. "Tomar aquele noo, é, que eu to tocando, olha, né?" "Bau, termina." "O Max. "É, porra, vai eu." "Muito aqui, né? "Tout ok, cheguei, tou ok." "Muito aqui." "Eu venho, isso aí é, "Marcos, meu. " "Pô, cheguei." "Quando eu venho saindo do estúdio, eu não conheci o mais pessoalmente, ouvi as histórias como falei pra vocês, estou indo fazer um trabalho pra ele, mas não está nem sabendo, pra mim, que é onde está o mais, não? Quando eu saio, ele me abraça, o mais, aquele cara que estava ali, era o mais deles. "A porta mesmo, isso aí." "Colhão me olhando, olhando, do. "Dá hora que eu comecei, quando eu terminei, eu digo, agora ele vai me dar um chute, vai por raio, ou tem que se abraçar aqui, não vai dar certo. Ele vira, pra mim, diz assim, ele fala, ele olha sempre, "Mos olhos, assim, que ele olhar, né?" "Penetrans, não é aquele negócio, ele olha assim, e fala assim, "Bal, eu bebo, né?" "Eu bebo." Você sabe que representa isso na comunidade, "Eu bebo." "Bal, moda, f*ck, b*ck." Aí eu. "Porra, aí eu. " E ele falou essa palavra, e foi embora. A única palavra que eu vi dele, nunca mais viu mais. E faleceu. Eu toquei no outro disco que ia amando, "Ramando", claro que é o meu idioma. Que foi o que fez a posição, o Jói falou, "Não, mais, o que você vem, eu fui lá, toquei também, e depois se viu, mas a mano disse que ia que faleceu." Não. O exústimo momento em momentos grandes da vida dele, que a Warner Bros deu milhões pra ele fazer aquele disco. E as cantoras da naçama, eu vi lá, como foi? - Com o f*ck. - Aquela música dela, aquela. - Eu não sei o que é. - Ah, não, eles tenham o fim da p*ck. - Qualquer essa. - B*ck, b*ck, b*ck, b*ck. - Tá melho, infeliz. - Que foi com a danaçama, né, estudo, né? É muito bom, porque ela estava no momento assim, querendo e querendo algo de sucesso, e aquele foi um sucesso dela. - Eu não tenho. - O função, Jói. É só de curiosidade, é numa faixa desse disco que tem o pré-wey other world, porque essa música, que é do cara do Ié, é o John Anderson. John Anderson chama o estado da independência, não é a independência de estado, enfim. E aí, o que se chamou pra fazer o Back in Vocals? Chamou o Michael Jackson, o Steve Wunder, o Kenny Loggins na época, né? - Love it. - E a Kirrrock, né? - Que era o que tá fotulúsquilo. - Futulúsquilo. Tava dando o Warren, que tava o Jeffrey Osborne. - Jeffrey Osborne. - Onda, um rio de dano. - É, é dao lá. - É, é dao lá. - É dao lá. - E acho que o que tinha mais uma turma? E então quando se procura e vê a gravação da danaçama? E tal, o que isso regendo? É um Ié do World, sem assim de louco, né? É um, é um. É exatamente. Você sabe que você falou onde não fosse. E você toca, mas você toca a pito. O singo era aquela finger on the trigger, Love is in control. Ah, God, my finger on the trigger. Não, é você. - Joana Sama. - Joana Sama. É o primeiro do Album, essa. Esse Album. - É. - Certo. - Tudo com o cabelo? - Tudo com o cabelo. E pra agora é o seguinte, você tem uma cantora que a série também, que era o Jorge Duke, que gravou ela, que gravou também que toca o piano, que é que está naquele filme do, do, do, do. de Albaluch, que tem aquela música, lembra? Sabe quem é que? Naquele filme da. - É preta. - Patrocínio. - É patrocínio. - É patrocínio. - É o seu. - Amigo. - Amigo, Amigo. - Amigo. - Ah, eu tô falando. - Meu saiz, meu saiz. Foi mal. Na época, naquele momento, o luta van Dois estava produzindo todas as cantoras. - Todas estavam passando. - Preciso, o glútea Franklin. Essa a minha. Essa aí. - É a minha. - A minha. - A minha. - Tudo que mais na ria, o luta Franklin. - Tá flacadinho. - Era que a minha. - Tudo ser boa demais, né? - É. Então o luta aqui é um cantor. - É o cantor. - É o cantor. - É o cantor. - É o cantor. Ele produzindo todo mundo. Eu tive a oportunidade de conhecer vários com uma rita Franklin. E assim, sentar. conversar com ela assim, e tal. E é uma história enorme dela, né? Para a nossa. Arita Franklin, né? E difícil e uma pessoa com outras pessoas. Dentro estúdio. Se você conhecer ela aqui agora, você é adorar. - Que é que toca piano e cantar, né? - Que cantar, né? Que negócio. E o luta vandora. E tá. porque essa. Essa aqui é esse paro aqui. Luta vandora e Arita Franklin. Todos os gigantes grandes pianistas. - O luta vandora é pianista também. - Toca bem piano. - Patista rocha também, né? - Patista rocha. Mas é o outro levo. A Patista roro não chega aos pés. - É pra pra ele. - É pra pra ele. - Pra cumpor. - É pra cumpor. Muito boa, né? É um nível. Eu vi um show dela, pouco tempo na internet, da Patista rocha. - Não, a gente não é buraco. - A grande paixão da gente. - A gente não é buraco. A paixão da vida do prince, né? É a One A Be Your Love, ela foi no estúdio, ajudou a programar. E a feel for you, ele fez pra a Patricia Rushin. - Não. - A paixonada. - E a chacacac. - Chacacacac. - Regravo. - Regravo. - É a regravo. - É a regravo. e a Chega Cão está lá. Chega Cão parece um documentário também. A gente já falou que tem um documentário dele. Os sons de Paulinho da Costa, que estava na Netflix. Já comentou? Eu assisti um ontem, mas é o outro. Não, é esse mesmo. Não, é que é um, cada vez que se assiste é diferente. Tá verdade. Não, inclusive, meu hoje é dia de vez de novo, é mesmo. Cara, você não está a entender, eu já vi duas vezes. Eu te moteve em casa, eu comprei uma segunda para ficar rodando. É verdade, a gente precisa ouvir isso ter pinteiro, cara. Não quero se estourar, não para que a dana saia. Eu acho que eu falo da nossa geração que pegou isso diferente, com uma base da nossa vida. É diferente para a gente que a gente estava lá. Eu te perdi com a minha vida. De passar, se você aprendi com nove anos, mano. Sim. Trigo, um oito. Eu estou com o cinquenta e cinco, seis praticamente. Ser garoto, né? E. Mas eu me. Você tentou, mas. Mas eu não vou fazer. Sim. É, mas eu não gostaria de viver de sempre dez anos mais novo. Eu não gostaria. Eu teria perdido isso. Varia muita diferença na meu próximo anos. Claro. Pera o que eu estou vendo aí. Ele tocou na última suspiro de novidades, verdadeiras, invenções, músicas da história e a contemporânea. Então. Por acaso a gente dividiu o século XX, mas claro que tem coisas para cá, e sempre tem gente genial. Mas o que eu vejo é que tem muita gente assaltando a dispense e não estão repondo, né? Paulinho fez a dispense em cheio, a dispensa lá e tal. Isso aí eu cheio. Então, aí não, constável. Mas você não tem que alcançar as estrelas. Elas estão aí para nos inspirar, cara, para a gente olhar.
É isso. Eu acho que tem. Eu acho que tem uma coisa. E você é de mirado. E o Paulo também. Sou Paulo, somos Paulo. Tem uma coisa quando assisti ao documentário, que tem. Todo isso que o Brau trouxe sobre esse aprendizado e essa humildade, essa generosidade, mas tem também que tem uma coragem na balável. Sim. Porque a gente também precisa pensar nesse período, né? Deca da de 70 quando o senhor chega lá, direitos, civis, recenten conquistados de uma segregação brutal, saindo de ir ajar. Guerra do Vetinã, da Tavaulula. E a Guerra do Vetinã, acontecendo. Mas o que eu acho muito bonito é a sua coragem inabalável de ser fiel, ser o talento, mesmo de antes de tudo poder intimidá-lo. Exatamente. E viver isso com todo o seu corpo, porque o documentário também mostra isso, com a vibração, não só como você toca, mas como você sente a música. E eu acho que esse é um aprendizado que todos nós que estamos aqui, quem está ouvindo esse episódio, pode ter. Qual é a importância da gente ter a coragem de não abrir mão do nosso talento? Porque o senhor nunca briu? É. Eu acho que é muito importante se você está falando e você não procurar se envolver na parte política e ajudar esse lado. E a coragem de ter ajuda, ter ajuda da família, da minha esposa que está aí apoiando amigos. Então você sempre procurar pegar o lado que vai te dar um impulso. E o lado negativo sempre está afastando. E a correnteza, se não dá conta a correnteza é difícil, mas você acha aquele boranquino que você sai fora. É isso aí. Você acha que você vai ver? Acha uma maneira de alívia. Você sai por aqui e deixa ajuda para fazer isso aí, mas vai ficar muito importante nesse estúdio. A música ajuda, a música, você está pensando quando se ova aquele ritmo, aquelas palavras dentro da música, que é certa a música que fala para você. É um ritmo, né? É isso aí. É isso aí. É isso aí. É isso aí. É isso aí. É isso aí. interessante ele fala assim, "ah tem um enxôve aí, uma enxôve é o cheiro, na enxôve né, ey chove, é chove, é chove, é aquele peixe na chova, é chove, o cheiro tem o cheiro, o que é que é, aí você não tem erro, não precisa muito comentário, ó, tira, tira vai tira, o que tira, não é, não é, não é, não é, a isso dá essa atifação na nada, é que você saber que você tá botando o seu coração, pro mundo da obra, pro mundo da obra, e aí é demais, aí viu? É isso, é que eu se vinte, tem algum instrumento que você gostaria de tocar e não toca e não gostaria. Você sabe instrumento que eu adoraria tocar, é sobro, eu adoro, você vê todos meus discos, eu adoro metais, armonia dos metais, adoro, porque é um negócio legal, porque ele trabalha com o ritmo, né? A corrupção dos ataques, né? Você vê que é para, para, pow! Então aqui, né, que é o mar bonito, né? E os solos, mas você vê que é bonito, pã, bã, bã, pão. Nós estamos juntinhos ali, né? Tem algum instrumento que não é percussivo, existe algum que não é percussivo? Percussivo, assim, por exemplo, eu acho que as cordas não é percussiva. As cordas é aquela cor, assim, eu acho, que o troço mais linda, que é uma parte linda do que o nosso documentário, que eu acho que as cordas de descansa na certa hora. Você vê no final do nosso filme, por uma ideia sensacional do Oscar, né? De colocar aquele descanso, você vê que quando termina a portela, está o que eu vou andar na líquia do Brasil. Pã, e tenta aquela, aquela, pã, e aquilo é um descanso, né? Eu acho que, a Arqueste, eles tendam tocar percussiva e eles faziam, eu não. - E o bandwrights toca bastante, né? Que trabalhava com o Barry White, "Isant" faz os ataques. Mas eu acho que não é legal, eu acho que a corda não é para fazer isso. - A fazer ritmo? - Não, não. - A corda. - A possibilidade de deixar uma outra. - Não, não. - A única voz. - Por uma voz. - Isso no meu synth, música, descansa. - Você vê, né? - Sim. - Por exemplo, o "obo", o "obo" dentro da restração, ele é o cara que. - Isso. - O som. - Ele não é o cara para "bobo". - Para fazer isso. - Não, não. Ele dá. - É o Boa-E. - É o Boa-E. - É o Boa-E. - É o Boa-E. - É o Boa-E. - É muita coisa com o correndo, pelo menos, para batendo, né? - Exato. - Tem que ter outros instrumentos para fazer isso. - É, é o ácho, né? - Por exemplo, às vezes ele. Eu acho que. Inclusive, por exemplo, certos. Na orchestralção de melades, que eles chamam, né, que é a parte de fio para fones. Essas coisas. É tudo mais "coldes". É tudo rítido na melodia, mas não é para fazer no rítio. O. E, por exemplo, certas-aram no México. Eles usam muito para tocar. - Rítima que a Média não é tudo. - Fazer aquele negócio lá. Mas ele é mar bonito quando eles dão os acuodes. - Claro, claro. - Claro, claro. O vibrafone, quando você tem de uma foto do vibrafone, tá lá e não é um repto atrás. - É, mas se é ver com o correndo. - Eu conheci, mas se ver ele dá os acuodes, né? - Sim. - Ele não é aquele cara. - Sim. - Agora, mas o mote faz só, ele faz só, mas ele não é rir. Não é para estar fazendo. Não fica legal. Eu acho que tem, e eu acho, esses instrumentos são para dar a cura. E certas percussões também? Tem a hora que você não pode bater, você tem que deixar, você vê no nosso filme, tem horas ali, inclusive na abertura com o conhece, a percussão está fazendo um atimo esfera. Você notou isso, né? A chuva, mas ele fala do nosso trovão, né? Você escuta, tá lá! Forja o som do trovão. Para fazer chover, porque o que precede a chuva é o trovão. Tanda, tanda. Aí tem o barulho do tambores, né? Que tambor não, tá bom. Exato, que dá aquela sonoridade que você começa essa hora certa. Se você entrar ali e fazer no ritmo, não dá. Isso fazia aquele para provocar chuva, isso. É para provocar chuva, né? É uma feja de resistência. É uma feba, deve ter algum momento. Não, é certeza. É a situação, né? Vibração, né? Fazendo a água. Não, a partícula é onda, né? Não dá para. Como ele. A música é o Marçalis, né? Você tem uma hora que o Bramford, o Marçalis, o Inton, o Bramford. O Bramford, o Inton nunca trabalha com ele, tem um respeito, não há por ele que na minha opinião dá família, ele é. E ele é um. Acho que das pessoas mais inteligentes, e música ele fala, entre outras coisas, a música é arte do invisível. E para isso que o Paulinho toca isso, de verdade, assim. E toca o invisível silêncio, então de não tocar. É. Estou com o Colalo Chiff, também, né? Olha, o Lalo, você não sei se. Ele foi o especial. Você viu, né? O Lalo, a razão que ele está conosco nesse filme, o que o Lalo Chiff, na época que o diz, viu Lalo Chiff na Argentina, fazendo, tocando, fazendo. E falou, "Polalo, você tem que ir para o pessoal do Unido tocar comigo e você vai estourar." O diz, "Eu pai do bebop, né?" É o diz, "I'll show you parker, yes, please." "I'll show you parker, yes, please." "I'll show you parker, yes, please." "He did this thing." "He did this thing." "I'll show you parker, yes, please." "I'll show you parker, yes, please." "You know what you were talking about, you know what you were talking about, you were singing there." "You were singing there." "You were singing there." 7 por 4. Isso aí é difícil. E você tocou, tocou em 7 por 4. Você cantou em 7 por 5. -Certo. -E você é daqui. -Som breve, sim. Então você está além. Então o Lalo criou isso aí, e aí. Então cruz, até hoje grave esse tema. Temo a estourou. E ele fez vários outras coisas. Então, que o Lalo, uma pessoa que entrava no estúdio, eu tive oportunidade de gravar, como o músico, ele nem não está entenhando nada, que o que eu fui chamado para a salícia, eu vou atacar, a xeagular, a sessão de percussão, normalmente, no muro é grande, tem medo em tudo. Eu vou trabalhar, o pessoal, a orchestra famosa, tremia quando o Lalo chegava. Eu falo lá no tremia sério, porque essas conversas tudo atravessaram, que faz sentido, mas. Que tem que ter. E o Lalo super na xeagada. -Vamos lá. -É. Eu. Aí. Quando ele falava comigo, ele me tratava, parecia que ele me conhecia. -Vit. -É. -Pai se querer um grande amigo, eu falei, "Malalo, você é o cara, eu. " "Pai, você está no meu coração, pra você. " Eu adoro você, eu não sabia como você disse hoje aí. Como eu vou saber que você está no meu vinho? Lalo, o xeagfer, pelo amor de Deus, que me abraçava, aí, a minha esposa fez uma. Fizemos uma reunião na casa, ele veio na minha casa. Eu. "Vem lá, nos abram. " -Pô, aí é. -E esse lance que você fala ali, que. A primeira vez que você começou a praticar o lance da batida, foi tocar com a costa da mão na mesa. Eu sou brilhada, lembra de. Eu sei que faz, já falei várias vezes aqui. A primeira vez que eu não tenho, que eu tinha alguma aligação com música, foi batucando na mesa, do tavô no colégio interno. -Uu, a paquilo. -Tinha uma coziera chamada Marta. E eu queria ser, eu queria ser, eu queria um pãozinho, mas eu ia ficar o píde a passecar a louça dela. -Está lendo. -E eu aproveitava com o tavô, ele estava em cima da mesa e. -Eee. -Eee. -Tá com. -Tá com. -Pasar o cabelo e ele ficaram legal. -É, porra. -Moro Raleio, milhiga, que eu tinha aí, eu tinha 6 anos. -Eee, é porra. -Cos anteriores, quando você estava a tocar. -Ah, é por aí. -Por aí. -E deixa a buscar o tavô e espaiar, aí faz. -É que o tavô é. -É que o tavô é. -Vibreiro, é isso aí. -É isso aí, é. -É isso aí. -É isso aí. -O ele é. -E não sou legal com a colheza. -Não, porque ela é. -Vou ir lá comigo, já toquei contagem, já toquei com polinha da colata. -Tá registrado. -Tá registrado. -Já toco, toco, toco. -Tá registrado. -É, era bem. -É, era bem. -E eu gostava de ter isso veio antes de tudo. Mas eu era também aquele moleque que eu vi a. Eu vi uma melodia no rádio e tava todos no moleque em volta, ele todo mundo via, mas só quem ficaba ouvi na até o finário. -É, é exato. -Mas é por isso, esse é um moleque distrair a contas coisa. -É, é. -Pra mim, a música vem a primeiro. Foi que nem quando eu vi a "Natal Order" a primeira vez. -Ring my bell. -Ring my bell. -Tiavô, né? -É, lembra disso. -Eu lembro, eu vi uma vez e eu toco 55. -Falera a primeira vez. -Mesma efeita. -É, é exato, é exato. -Ring my bell. Isso é uma coisa. Algumas músicas eu teria que ter feito na minha vida, terem como uma. -É, é um festape a mais nada, irmão. -É, é uma coisa que realmente eu tive amor e afinidade. Eu também fui tive amor por futebol, mas afinidade. -Nota 3. -Exato. Eu era. Eu era tudo, tá assim, bom em tudo, o que tava parabar a bola. O domínio dela. -É, eu era ali, não pede que não tinha ninguém. -Não, eu tinha controle. -É o que eu falei no vídeo. -Eu tinha controle do confiado. -É o que eu tinha. -É o que eu tinha. -Como eu comecei a frequentar o metrô São Bento. Já tinha os caros, brabo, laos, pesadão. E o meu recurso para cantar meu rap era bater no latão do lixo de um latão, na parede. Que não era bom bater, porque eu sigurança, atraiu segurança. E a trabalhar vou com o texto geral. Mas a não no carro forma eu demonstra meu rap. O do latão do lixo de um grave, de frente bater um grave, de lado bater uma caixa. -Penso. -E o som do cimento fazia o resto. -E eu cantava meu rap. -Tava me capa, nem capa. Eu tinha domínio da batida e do rap ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo. Os mulheres ficam assim, nossa. Mas você canta e toa, porque eu já vinha do Samba. -É. -Eu perdi essa. Essa é a noção ritmo que é de cantar e tocar, eu perdi. -A falta da prática. -Não, tu deu ser. -É, é normal. -É, eu perdi com a falta, mas eu conseguia cantar e tocar. E eu isso vêm da raiz mesmo. É do sangue. Porque o estudê não colégia de diventista onde essas coisas eram praticamente proibidos. Qualquer tipo de estudêis, sete anos na igreja. Qualquer tipo de batucada de coisa de neio. -Não, não existe. -Ela visto como amoral. Era o termo que era usar. -E morar a amor. -É pior, não, parede. Então, o que eu quero dizer que esse fragmento de. O hotel é o José de Dozá de Unova para o fragmento. O que eu tenho comigo vem da África, que eu sei que vem pela minha mãe. Morou. Essa é o controle do ritmo. E me deu o que eu couro, o que eu visto. Morou. A gasolina do meu carro, a comida do meu filho que já tem 30 anos. Morou, já foi. Morou. O ritmo me deu tudo. -E isso aí. -E parecia que nada. -E o bateu queiro na rua, na era nada. -Eu acho que eu falo, na era nada. -Pessoal, olha você com de olhar, com desprezo. -Se compandei no aporta do bar. -E morou no aporta do bar. -Se não vale nada. -Nada. -Por isso a lá te dá panderada, mano. -Bedade. -Bedade. -A mãe da. A menina. "Bunita da Runa, o cara morar com você." Não, não, não. -Tá esquece. -O que ele fez diferente. Não, mas aí que vem, aí que vem. Então, aquele holá que você vê que eu dou do carro da. Ela nunca foi na. Desfile de cor adissamba. Nunca você vê ela caminhar na avenida que ali é o álgebra. Caminhar e dano aquele sorriso do carro aí. Pós. -Cê não? -Mas ela falou "Eu vi por quem cara falou". Você tava sem caminhos, as vozes. -Ele tomou. -Eu vi o tio. -Você é a gacha. -Ele levanta e a gacha. Força nas pés. A foto no documentário com os músculos, tu define. -Tô na cama. -Ele é a soma. -Ela é a soma. Não, que ela será um pouco percussionista. -Oga. -Tô na tua tuquê. Não, que era ser humano. -E pedreiro. -E pedreiro. -E pedreiro, sempre de pedreiro. Não, que era ser humano, que se cara. -É, é, é. -O que era pra assada do mundo. -E se jorava. -É, é. Aqui maravilha o vicio de você, porque. várias pessoas não teve esse lado ruim, mas que é bom. -Eu ruim que é bom que se dá. -Apesar. -Apreisizado, né? Que é a verdade. E a ciata da tarea que eu falo, que parece que isso nunca existiu. Você tava confirmando. Eu não lá, mesmo lá de se levar, não é nada de revolta, nada. Pelo contrário, foi bom pra fazer com que eu seja o que eu sou hoje. -Pode ir buscar o que eu queria muito que tivesse aqui, meu primivã, que é um ogan de primeira, sanghista, com meu primo Isaac, que é compositor, ogan, que, no terreiro, ele dava um show. -Ah, eles. -É a família Santarrita, que ele escreve, é. Minca a miar, né? -É. -De a certa forma, pra música, pra vez do samba, e depois pro rap. -Onde encontrei meu espaço, né? -Eu consegui. Meu diferencial, que o trouxe do samba me favoreceu no rap. -Muito? -Muito. -Infavoresseu muito. Pra mim, o Paulinho, o nível do programa agora vai ser difícil a gente conseguir. Moro, supera essa equipe, que é a minha afinidade com a moí, com você e com a sua moça, com a coisa que transcege, é o programa, moro, mano. Moro, então só possa agradecer mesmo a generosidade, só a unidade, só a presença que com a gente, né? -Muito, pergante. -Está com nós, compartilha essa luz aí, -E aí? -Sai energia, né, mano? Eu queria aproveitar, que eu sei que. São poucas as oportunidades que as pessoas têm de ouvir-lo aqui, que têm um show previsto, certo? Quando as pessoas terão a oportunidade de ouvir aqui no Brasil? -Olha, no momento, eu não tenho nenhum plano de assim de tocar, né, nada, mas o que está acontecendo que é uma alegria grande pra todos nós, conhecer vocês com as pessoas estão aceitando nosso trabalho, eu acho que vamos ter que fazer algo que eu possa voltar e portar um pouquinho do nosso filme ao vivo, e você até participa, né? -Como juntar aí você, eu teria que ir à Los Angeles ou você ter ir para ir em visão de voltar para o mesmo grupo? -Não, eu não tenho, no momento eu acho que eu ia correr, não posso vir aqui, e você está convidado também para vir a Los Angeles lá na entrega da estela. -Ava de Maria. -O que seria legal? -E eu vou precisar. -E eu vou precisar, possibilidade. -Eita, após ir. -Eita, após ir. -Vou ver algo, voltamos aqui, juntamos, a tua, mas vamos fazer. -O primeiro brasileiro? -Evo, no dia 13 de maio, 13 de maio, calçada da fã, calçada da fã, que para o águio é o que? É o topo. -Eu acho que sim, é claro, é uma questão de simbologia, mas é colocado como o ápice, porque quando você ganha um Oscar, você leva um Oscar para casa, né? Quando você ganha um Grammy, ele leva Grammy para casa. A calçada da fã está lá, pro mundo, né? E é interessante que ele está perto de várias pessoas com as quais ele trabalhou, que ele ama aqui nos Tom Mais, o Michael, o Al Schmidt, que é o único engenheiro de som que está lá presente, muitos outros amigos. -Você falou aí que você sabe o que você falou logo, ele vai te dar uma redonda lá, daqui a capital ré com os caras que você adora que está ali, nós vamos estar pertinhando a crescendo a minha esposa, a crescendo as pessoas que têm um respeito à nossa trabalho, isso vai ser uma homenagem que nós estamos recebendo, que diz 53 anos de trabalho intenso, que as pessoas acham que é fácil, não. -6 mil músicas. -E isso pode chegar a mais do que isso, que ela descobriu 300 álbums aproximadamente, que está sem crédito dele. -Agrato. -E pode chegar a 8,9,10 mil. -Não tomado. -Pois é ver o que é isso? -Porque eu falava para ela que ela mais de mil, ela brigava comigo. E o Freari, mais de mil, quando estava o filme sendo finalizado, era um número. Estabilizando porque ela só aceita, que se está documentado, tudo certinho, já está artistas, não são 900 e pouco, são mil e seis, mil e vinte. -Mil e vinte. Por isso tem que assistir o documentário várias vezes, são camadas, né? Tem uma história de amor impossível que. -Tem um detalhe com inglês que forma o penifalo inglês. -Não, gente, eu acho. -E o seu inglês falando lá no documentário é o jeito, né, foi o brasileiro, eu fui falar inglês. -Nem muito, nem mesmo. -Nem muito, que é a semasa, mil e tudo comigo. -Esquece. -Eita aí, da paveco, o cara é brasileiro. -Esquece, não quer que ramepais. -Não quero que ramepais. -Eu falei, não, potente tentar melhorar esse inglês aí. -Pelá, amor de Deus, não melhora muito. -Não fica com seu acenso, existe, não vai ser não é o polinho. -Ai, gente, esse. -Ele tem de negão, né? -Nossa, ele não foi desse jeito, foi o novo, ele não foi. -Ai, cara. -Ai, cara. -Vou rolar, amor. -Ei, você é maior ter mais um item que é um save pra mandar? -Não, foi de escaltino, que é um save, eu pra episódio, não que eu cansovava. -Pou, o cara vai descer também, eu prezo de João Marcelo. -Vengrado, por exemplo, aqui. -Vengrado. -Bom demais. -A gente sente música da mesma forma. -Vengrado, amor. -Nem mais, nem menos. -32 anos que a gente se conheceu. -A gente. -A gente. -Não, se a gente se ver raramente, o que é muito bom pra você, é ruim pra mim. -Pois. -Ah, porque eu gostaria de ver. -Não, tem que tocar a mata, eu sabia, tem que ser uma forma sonha, eu sei. -Como você vai, é o studio, eu sei que você tá lá, mas eu não sei. -O que eu aprendi com o polinho, o cara tá no studio. -É, não vai. -É só amador. -É, você é. -Posa, não são grandes personais, mas amador, não sou. -Não, não, não. -Obrão, vim que você tá aí aí, beleza. -Não existe isso. -Não, não existe isso em estúdio profissional, que você não fuma. -Queria, do desculpa, mas não importa, ele também não fuma. -A gente tá aqui junto com você. -A maioria é diferenciado. -É a única coisa que a gente faz no planeta, a espécie humana, que é a altura da natureza. O resto fala qualquer avenção, uma maneira incrível, o microfone, na natureza tem coisa melhor. Tudo o que a gente faz, a natureza faz melhor. Agora a música, né? -É. -E a música do polinho. -Polinho da Posta Fira. -E o que você é um trovão, polinho. -A gente é muito melhor. -Mas a gente é natureza, né? -Exato, é isso que tá aí, ele faz essa ligação. -A gente é um natureza, tu é. -Por isso que no especial, no documentário, o Cúlince fala. Eu sei escrever, mas não é assim que você atinge a excelência. Não é assim que você entra em contato com Deus. Você tem que criar uma estrutura e deixar Deus ser o polinho. É o contato direto. -Copromisco, ritmo mano. Copromisco, no dia não deixar atravessado e nunca ir a peteca, nunca iria. -Sem que achei isso, agora acho que o ritmo é que tá correndo atrás do polinho pra não fazer feio. -Tá tipo isso, né? -De verdade. -Polinho da Costa e João Marcelo Boscum. -Brigado, vindo a Senhora. -E sem barra. -Brigo. -Prigo, feio da Senhora. -Vamos fazer um gesto simbólico aqui que o compre. -Copromisco, polinho. -Vamos fazer um gesto simbólico e eu tenho que fazer. -Pra me dar preenço do polinho. -Pu favor. -Polgãs e dista. [música] -Porque você só toca nessas músicas que acaba a cabida das pessoas. [risos] -Copromico, oponente. -Se foi humana mano, um podcast do Spotify. -A apresentação, mano brau. -Copra apresentação, roteiro e consultoria jornalística, semia Oliveira. -Produção, Zamundo Estúdio, Bugnaip e Spotify. -Pelas Amundo Estúdio, a produção executiva é de Ana Guerra. -Direção, Fabio Ismaili. -Cordenação de produção, Ingrid Mabeli. -Cordenação editorial, Renata Ilario. -Captação, Caraca Tully, 2G, Morasta e Mood Rodríguez. -Edição, Zulha Jamelin. -Murilo Ruivo, Giovanna Costa. -Mood Rodríguez. -Cenografia, Ana Guerra. -Música original, Fabio Ismaili. -Mood Chiongrafx, Miguel Bezenbrooke. -Artista 3D, Gustavo Pedrug.
de pedrosa. Máquiagem já de Benites. Figurino Cemaia, Cida de Souza. Assistente de produção, Julia Magalhans, fotos, petalalots. Pela bugnaip, a produção executiva é de Caire Jorge e Eleanne Diaz. Assistente de produção, Caral Castro. Pelo Spotify, a produção executiva é de Camila Justo. Assistente de Spotify e a Ruma Cedo, da Agência Droga Faye, Comunicação, Nicole Azavé do Spotify, Babi Ferreira e Anna Matzud, da Agência Edelman. Jurídico, Genetivaspis. Gestão de Negócios, Jack Black. Vendas Manuela Costa, Concepção Criativa, Ghana. [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
Paulo Roberto da Costa, conhecido como Paulinho da Costa, é um percussionista brasileiro de renome internacional, nascido no Rio de Janeiro em 194
Sua carreira inclui colaborações com centenas de artistas globais, como Michael Jackson, Madonna e Stevie Wonder, e contribuições para mais de 350 filmes, resultando em inúmeros prêmios, incluindo Grammys.
Ele enfatiza a importância da humildade e da aprendizagem contínua, creditando sua base musical à escola de samba Portela e a experiências em terreiros de candomblé.
Em 2024, será o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, e um documentário sobre sua vida, "The Groove", está disponível na Netflix.
Summary:
A transcrição apresenta uma entrevista com o lendário percussionista brasileiro Paulinho da Costa, destacando sua trajetória e filosofia. Nascido no Rio de Janeiro em 1948, ele iniciou sua jornada musical batucando em casa e no pandeiro, integrando posteriormente a escola de samba Portela. Sua carreira decolou internacionalmente após se mudar para Los Angeles em 1972, levando-o a colaborar com uma lista impressionante de artistas globais, como Michael Jackson, Madonna e Stevie Wonder, e a participar de mais de 350 trilhas sonoras de filmes, acumulando prêmios, incluindo Grammys.
Paulinho enfatiza constantemente a humildade e a aprendizagem contínua como pilares de sua vida, valores que atribui às suas raízes na Portela e em experiências em terreiros de candomblé. Ele também comenta a evolução técnica dos instrumentos de percussão. A conversa celebra seu reconhecimento iminente como o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e menciona o documentário "The Groove", disponível na Netflix, que detalha sua vida e legado.
FAQs
Paulinho da Costa é um percussionista brasileiro nascido no Rio de Janeiro, reconhecido internacionalmente por ter trabalhado com artistas como Michael Jackson e Madonna, e por contribuir com mais de 6.000 gravações e 350 filmes.
Ele colaborou com grandes nomes da música internacional, incluindo Michael Jackson, Madonna, Stevie Wonder, Prince, Whitney Houston, e também com brasileiros como Caetano Veloso, Maria Bethânia e Roberto Carlos.
Seu primeiro instrumento foi o pandeiro. Ele começou batucando na mesa de casa e até com as costas das mãos, desenvolvendo sua técnica de forma autodidata antes de integrar a bateria da escola de samba Portela.
Paulinho da Costa acumula 111 indicações ao Grammy, com 59 vitórias, e mais de 180 discos de ouro e platina. Em 2024, será o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
A Portela foi fundamental, pois atuou como uma orquestra onde ele aprendeu sobre disciplina, ritmo e trabalho em equipe, habilidades que depois aplicou em sua carreira internacional.
Sim, há o documentário 'The Groove: Under The Groove, o som de Paulinho da Costa', dirigido por Oscar Rodrigues Alves e disponível na Netflix, que explora sua trajetória e legado.
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