Paula Belmonte fala sobre BRB, saúde do DF e eleições 2026 | RaniNewsCast
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Paulo Belmonte, deputada distrital e pré-candidata ao Governo do Distrito Federal, compartilhou sua trajetória pessoal e política no Hane Newscast. Criada em Brasília desde os dois anos, formada em escola pública e mãe de seis filhos, ela revelou que a perda trágica de seu filho Arthur, em 2014, a motivou a fundar o Instituto Arthur Belmonte, que atende 282 crianças em contraturno escolar. Essa experiência a levou à política, onde foi considerada uma das melhores deputadas do Brasil. Belmonte enfatiza que a infância deve ser prioridade absoluta, pois investir em educação e nutrição infantis reduz custos futuros em segurança e saúde pública. Ela critica a polarização ideológica que domina o debate político, defendendo a união em torno de valores como honestidade e dignidade. Sobre a saúde no DF, aponta falhas graves: o IGES foi expandido para Santa Maria sem contratação adequada, a atenção primária está desestruturada, com UBS sem médicos e equipamentos, e a superlotação nos hospitais é constante. Belmonte defende uma gestão mais eficiente, que valorize servidores e priorize a prevenção, além de incentivar a participação popular na fiscalização e escolha de representantes comprometidos com a transparência.
Você está ouvindo o Hane Newscast, um maior podcast brasileiro com a apresentação de Rani Elenhares e convidados que dão vida às grandes ideias da capital do Brasil. "Pessoal, 18. Hoje o Hane Newscast está o vivo, quando é portada de Chirital, Paulo Bermonte, Paulo Bermonte administradora, mãe de seis filhos, inclusive o O Tempeu de Da Mulher, que representa bem a força, a coragem, a luta das mulheres aqui do Srito Federal. Paulo Bermonte, além de deputada de Chirital, é pré-calidata a O GDE, então nós vamos começar um pouquinho com ela, vamos conhecer um pouco mais deputada e entender aí as perspectivas dela para as eleições de 2016. Deputada, seja bem-trinta, muito obrigado por ter aceito convite, eu queria conhecer um pouquinho de começar conhecendo um pouquinho a outra retora da senhora aqui no Dissrito Federal e esse amor que a senhora tem aqui que a gente tava com a assalmação de o off, pelo DF. Primeiro boa tarde, boa noite para todos nós, né? E as pessoas ficam vendo, no tanto dia, tanto noite, então se você estiver vendo agora, boa noite, se ver mais tarde, bom dia, boa tarde, o que Deus nos avançou e para mim é uma alegria estar aqui, a gente precisa mesmo de comunicações com pessoas sérias fazendo comunicação e mostrando para a população quem são os representantes do povo, né? Porque muitas vezes as pessoas não acompanham a política e não conhecem esses representantes e eu digo isso como mulher, principalmente, nós mulheres ainda são tão poucas, então os espaços que são dados para que a gente possa se apresentar, que as pessoas possam nos conhecer é fundamental. Eu vim para cá com dois anos de idade, eu tenho 53 anos de idade, então eu vou fazer 51 anos que estou aqui em Brasília, então eu posso falar para vocês eu amo essa cidade, assim amo e vejo tanto que ela foi construída, eu tenho feito uma reflexão muito grande assim, da construção de Brasília, nós vamos completar 66 anos com muita coragem, né? As pessoas vieram pro interior desse planalto com coragem do nada, né? Para mostrar, vamos dizer assim, ocupar um espaço de uma interiorização, de um desenvolvimento, de desenvolvimento do nosso país, da nossa cidade e nós temos esse distrito federal que é tão bonito. A gente vai falar de coragem, ou seja, é um exemplo de coragem, né? Porque mulher é aqui no chute federal e também é uma mulher para entrar na política, né? Então de universidade e de entrar na política. Pois é, eu nunca tive, eu não tenho pai, mãe, assim, eu não tenho familiar que mexeu com a política, né? Eu primeiro quero assim me apresentar, então eu fui criada nesse lugar aqui que a gente quem mora, que aqui a gente está num estúdio nasa norte, né? Asa norte ela foi construída ao longo do tempo, quem vê um monte de prédio não tinha prédio nenhum, né? Era barro mesmo, aquele barro vermelho gostoso de brincar. E eu sou fruto de escola pública aqui do distrito federal, eu estou de minha vida toda em escola pública aqui. E eu sou mãe, eu falei, você foi falado aí, né? Eu sou mãe de seis filhos, eu acho assim que é a situação que aconteceu, de eu entrar para a política, é um res significado de uma dor muito grande que eu tive. Eu, em 2014, eu tenho um filho, eu tinha um filho com dois anos de idade e ele sofrei um acidente dentro da minha casa e não está mais aqui. O Arthur, Arthur Belmonte. E isso, assim, ressignifica qualquer coisa, assim, da gente, né? Foi um desespero mesmo, um momento assim, de muita dor até hoje, né? Eu já me vi, de parada. 2014. E a partir disso, Deus foi tão bom para mim, me deu mais dois filhos, né? Então, eu tive mais dois filhos, dois meninos, o menorzinho agora está com oito anos, o maior está com dez esse acidente, fazem 11 anos que aconteceu, né? E agora, no meio do ano, vai fazer 11 anos. E a gente resolveu fazer um trabalho social para criança. Então, isso sim que é o nosso grande objetivo, porque as crianças, quando a gente começou a fazer esse trabalho social, eu percebi o seguinte, que aquela, aquele olhar do Arthur que quer um olhar inocente, é o mesmo olhar inocente de todas as outras crianças, né? O Arthur gostava muito do homem-aranha. Então, ele se fantasiava de homem-aranha, ele gostava do homem-aranha e as crianças gostavam também do homem-aranha. Eu já gostava do Hulk, mas o que eu quero dizer com isso? Que as nossas crianças, elas nascem com essa inocência e com esse potencial de sonhos. Esse homem-aranha pode se tornar um professor, esse homem-aranha pode se tornar um engenheiro, esse homem-aranha pode se tornar um músico, ele só vai se tornar se ele tiver condições para tal. Então, você percebe que o sério onde a pessoa mora, onde ela nasce, muitas vezes, é determinante para que aquelas crianças se desenvolvem. Então, eu creio e eu quero acreditar num Brasil que, independente da onde a criança nasce, ela possa ter oportunidade de se tornar no que ela quer. Então, por isso, a gente tem um instituto, um instituto que chama o nome do meu filho, Arthur Melmonte, hoje a gente atende esse trabalho de contraturno, que é a criança estuda de manhã, ela tem aula tarde, ouvi se verso, atende de 280 e duas crianças, lá no sal na sente e aqui na Vila para a Nauta, e ele, que foi quando as pessoas me conheceram e eu falando que eu fazia esse trabalho social, me convidaram para ir para a política. Então, eu vim para a política com essa força de vontade de mostrar que as crianças que não têm títulos de eleitor, elas têm que ser prioridade absoluta, elas têm que ser prioridade absoluta na nosso desenvolvimento, no nascimento, na alimentação, dentro de escola. Eu fui deputada a Federal por quatro anos, fiz um trabalho que eu me um muito de falar, eu fui considerado umas das melhores deputadas do Brasil, do Brasil, naquela legislatura melhor deputada de Brasilia, e digo isso com honra, porque muitas vezes vão falar que nós mulheres, nós mulheres achamos que a gente não pode chegar em tal determinados lugares, será que é para mim? Eu cheguei lá sem nenhum patrinho político, eu cheguei lá com aquela força feminina, aquela garra que é nossa e a gente conseguiu fazer um trabalho legal. Então eu acredito muito nas mulheres, eu acredito no potencial das pessoas e que a gente possa encontrar pessoas do bem e mudar um pouco a história de Brasilia também, porque a Brasília está sofrida. Sim, a senhora acha que o fato da senhora de ter praticamente nascido aqui, chegou com dois anos, conhecer Brasília, com uma senhora conhece, influenciou nesse processo da senhora entrar na vida pública e ter esse olhar que a senhora tem, que é o mesmo tempo que é o senhora olhar para as crianças, dando essa oportunidade, ela ficar no contratur da escola também, automaticamente, estão olhando para as mães que muitas vezes não têm como trabalhar, porque se não tiver com quem deixar os filhos, é um dos problemas sociais, nós temos que as mães não têm onde deixar os filhos também não têm como trabalhar. Então a senhora acha que todo esse conhecimento que a senhora tem do DF, que muitas vezes falta em muitos políticos faz diferença nessa sua atuação política? Com certeza absoluta, me traz força, com certeza, eu gosto muito de estar com as pessoas, eu gosto de conversar com as pessoas, eu gosto de entender os problemas delas e as soluções delas também. Então eu acho que eu tenho uma empatia muito grande com a população, né? Eu sempre fui aquela criança bem extrovertida, então eu acho que isso facilita a comunicação, a gente entendeu os problemas das pessoas e a gente tem essa empatia. Eu sou cristã e eu acredito de verdade que nós todos somos irmãos perante a Deus. Então eu vejo que esse sentimento é um sentimento que ele não precisa ser, ele não pode ser, só uma fala, ele tem que ser uma atitude. Então assim, o que é ser uma atitude? É a gente entender que aquele outro ele também merece ter uma qualidade de vida melhor, que aquele outro merece também ter uma oportunidade melhor. E eu não estou aqui falando assim, nós temos que dar a assistencialista para o assistencialismo para todo mundo, não é isso. Eu vejo que o assistencialismo, como chama a sexta básica, a situação que muitas às vezes a fome não espera, ela é necessária, mas o que a gente precisa mesmo é mostrar para aquela população que nós podemos mais. E quando a gente fala da criança, que é uma criança que é bem nutrida, que é uma criança que tem uma educação de qualidade, nós estamos falando do nosso futuro. E não é futuro longe, é o futuro agora. É o futuro que tem um impacto menor na segurança pública. É um futuro menor, no sentido de menos gasto, na saúde pública. É um futuro que as crianças não saem da escola, só para você ter uma ideia, hoje nós temos um índice muito alto de avasão escolar no ensino médio. Então as crianças terminam até o novo no NaSérie. Quando vai para o primeiro ano, eles não voltam mais para a escola porque eles acham que já concluia.
já tem que trabalhar, as meninas, algumas meninas já engravidaram. Então, a gente perde uma força de trabalho, uma força, que é a força da nossa população para se capacitarem e estar em um mercado de trabalho. E é uma roda virtuosa, quando você trabalha, você contribui, os impostos têm de abaixar, a gente consegue girar a economia, o país vai se desenvolvendo, e as pessoas vão tendo mais poder aquezitivo, tendo liberdade econômica. E quando a gente não trabalha com educação como força mutriz, é o contrário diminui o número de pessoas que conseguem pregos, porque não tem qualificação, hoje a digitalização, a tecnologia está aí. E a gente tem pessoas infelizmente precisando, às vezes, de auxílio. Então, eu acredito que conhecer e amar a nossa cidade brasileira, capital do Brasil, eu amo mesmo, mas eu amo mesmo, é que a gente possa mostrar que o Brasil veio. O Brasil é bem sóado por Deus, não é? Nossa, não tem país tão bonito quanto nossa, nossa cultura, nossa alegria. A gente estava falando aqui antes de começar sobre, é um país que é um tamanho de um continente praticamente, a gente fala português, às vezes com o sotaque de um, sotaque de outro, não é verdade? Eu misturo tudo. É uma mistura, mas falamos mais um portuguau. É. É. Que tem muita gente que veio do norte do Rio Grande do Sul, que é aquele outro sotaque totalmente diferente que traz o tú, e a gente está aqui convivendo bem, então esse país é bem sóado. Sim. Com ação veio pouco nessa atravadora da senhora. Eu quero saber, quando a senhora entrou na política é o que foi que mais lhes surpreendeu, que a senhora disse "nossa, eu não imaginava que era assim, teve algo que ele surpreendeu que disse "nossa". Muitas coisas me surpreenderam. Eu entrei em 2018, que foi naquela ano, aquele ano da eleição, que foi o ano que muita gente entrou na política, foi logo, pós, lava jato, as pessoas estavam em uma polarização. Então, entraram muitas pessoas no Congresso Nacional Novas, e eu entrei também, primeiro vez na política, muitas outras pessoas na mesma condição que eu que nunca tinha sido políticas entrando nessa oportunidade. Uma coisa que eu entrei, comprei conceito. Eu imaginava que todo político que estava ali, axeles políticos antigos, antigos eram ladrões. Explicamento. E os novos não eram. O que me surpreendeu? Que não é verdade. Tem muito político antigo que está batalhando para que esse país seja um país mais justo. E os novos que entraram nem todos são honestos. Então, o que que a gente precisa, a gente precisa, é mostrar para a população e ter essa oportunidade da votação, olhar mesmo, quem defende, quem combate a corrupção, porque é combater a corrupção, não é só combater o cara que é as consequências da compreenspanho. O cara que foi lá e tirou, sei lá, 100 milhões de um contrato ou favoreceu uma pessoa amiga, tudo. A repercussão disso não é a riqueza dele. A riqueza dele é a menor repercussão. É a pobreza de muitos. E a pobreza de muitos mata, mata sonho, mata gente no hospital, porque não teve o atendimento rápido quanto deveria ter, o medicamento rápido quanto deveria ter. Mata essas crianças que muitas vezes não estão estimuladas nas escolas porque não tem um professor adequado ali para que ela possa estar. Então, a corrupção entra na nossa sociedade e vai secando as oportunidades. Então, é muito ruim. A gente tem que entender que a gente tem oportunidade de quatro em quatro anos, mudar quem não representa, e pessoas que não nos representam, pessoas que não são pessoas corretas e não votar novamente. Agora, com a internet e ao longo desses oito anos, eu estou falando assim, nós temos tendo muito mais oportunidade dessa democracia estar próxima das pessoas. A gente vai achar que as pessoas estão mais conscientes também. Tamos da importância do voto, mas também da importância de. Não tem problema com a ciência que uma política social, por exemplo, não é um favor que o que o eventual governando está fazendo. O que a gente precisa de um pouco mais de consciência. Só chega isso, que a opulação está mais consciente, que cobra, que tem esse conhecimento da importância de parte e partidamente também da política. Eu espero que sim, a nossa deseja que estejam, porque é dessa forma que a gente muda, um eleitor, com o que é o processo eleitoral, como é que funciona política, ele com certeza será o eleitor muito mais consciente de exercer a sociedade da dania. Agora, o que eu vejo que o Brasil perde muito é a questão ideológica. Por exemplo, cada um tem a sua ideologia, cada um gosta de um acordo, por exemplo, tem uns que gostam de vermelho, tem outros que gostam de azul, tem uns que gostam de branco, e tudo bem. Mas nós todos temos que gostar da honestidade, nós todos temos que gostar da dignidade, nós todos temos que gostar da oportunização para todos. Então eu tenho uma linha de fazer política muito voltada para o que convergemos. Desvergência a gente tem várias, né? Mas o que a gente precisa para realizar as convergências? E é isso que eu venho trabalhando tanto no plenário na Câmara de Estritual e na Câmara Federal. A gente tem convergências, convergências do que se nós todos caminhamos para uma cidade que seja mais honrada, que seja uma cidade que tenha mais compromisso com a honestidade, nós todos temos que ir para esse caminho, independente de ser esquerda ou direita. Então a uma organização, muitas vezes faz mal para a democracia, porque se. E a pessoa seaga, né? Você para disculpia as ideias e você começa a disculper as bandeiras e acaba se perder. As bandeiras têm. elas são legítimas, sabe? Eu vejo isso, as bandeiras são legítimas. Mas que talvez eu não concorde com algumas ou que alguém não concorde com as minhas, isso é elegitimo. Isso que faz o bonito certo do colorido, né? Agora o que importante é nós termos princípios e valores que sejam retos, princípios e valores que sejam condutores para que a gente possa dar dignidade para a nossa população. Falando dignidade para a nossa população, um dos maiores problemas que. Deixe que eu chegue aqui no D.E. que eu acho que tem atravessado diversos governos, é a saúde pública. Então nós temos muitos problemas de hospital. Acho que essa atenção primária aqui é muito. muito problemática, digamos assim. Muitas vezes falta a mão de obra, então você chega no hospital com 30, 40 pessoas para a prata. Também as vezes tem um médico que só vai atender que tem essa questão da clasificação. Então eu queria entender a visão da senhora enquanto parlamento é que também fiscaliza a saúde e também enquanto pregandata. Então eu quero uma visão da saúde hoje no D.E. que é a senhora acrelhida que pode melhorar e que a senhora é eventualmente poderia fazer para melhorar a saúde no D.E. porque é uma chaga machuca população. Uma chuca população e na realidade está deixando a população doentimentalmente. E eu digo isso assim, sem medo de errado que eu estou falando. Não só a população doente porque você vai nas regiões, a população fica com medo de ficar doente para precisar de um hospital que provavelmente não vai estar ali para auxiliar naquele momento. Mas quem trabalha no hospital precisa ser cuidado também. Você trouxe a questão do recurso humanos que são pouquíssimos médicos, pouquíssimos técnicos em formagem que estão dando conta ali e que eles se condocidam, doecidos porque nós somos ser humanos. Então a gente vê toda aquela situação, aquele campo de batalha ali que você está tratando e tendo que com pouco recursos, muitas escolher, muitas vezes escolher. E então esse servidor precisa ser bem tratado e precisa ser cuidado. Bom, você trouxe que você está aqui há 7 anos. Então você pegou na realidade só esse governador. O governador e baneça não teve a oportunidade de pegar o outro governador. Na época ele fez um compromisso de campanha que não ia fazer com que houvesse a expansão do IGES. É importante dizer que o usuário não quer saber se a IGES, se a Secretaria de Saúde, ele quer que o hospital público funcione. Ele quer que o SUS funcione. Mas eu fui presidente da Comissão de Fiscalização e Transparença por alguns anos e aí eu vou me permitir a falar algumas coisas a respeito disso. Quando ele pegou o governo, ele só tinha um hospital que era o hospital de base, que era com esse instituto que com responsabilidade do que, de fazer com que as compras fossem mais ágios que a fila pudesse andar, tivesse mais uma autonomia orçamentária para que ele pudesse colocar. E ele prometeu que não ia haver a expansão. Só que infelizmente ele não conseguiu comprar isso, muito pelo contrário ele expandiu o IGES para Santa Maria. Santa Maria hoje nós temos um número muito pequeno de servidores públicos, fazendo com que os antigos servidores receberem se fossem devolvidos para a Secretaria.
pagando muito menos para os médicos que estão vindo e são médicos, vamos dizer assim, com menos experiência, perdendo o corpo, vamos dizer, da história dos hospitais, não construiu nenhum hospital, o último hospital construído em Brasília foi exatamente a sessante Santa Maria. E ele tem uma situação de que o IJS para receber, ele tem que comprometas. Então você trouxe uma situação muito real, que é o que é a atenção primária, nós temos a atenção, que é a secundária e os grandes, vamos dizer assim, agora fugiu o nome. A alta complexidade. Exatamente isso, a alta complexidade. O IJS ficou responsável por cumprir as metas na alta complexidade e da média complexidade. E essa baixa complexidade ficaria para o BS. Ouvio que um desvirtuamento da o BS, elas estão sem médicos, a saúde da família não está chegando nas pessoas, eles estão sem mobilidade, às vezes você vê num caro, não tem computador, é uma situação. E não há uma o BS que eu tenho aí do, e olha que eu vou em muitas, em nenhuma região eu posso dizer o seguinte, elas estão completas. O médico às vezes está de férias, não tem substituto. Ah, médicas vezes teve filho, aí fica mais, seis meses sem poder, está participando e aquelas pessoas não conseguindo ver o médico, porque se você consegue dar uma atenção primária, você faz muita diferença. O dos estudos eles vão nesse mesmo caminho. É esse caminho. Essa primária faz muita diferença, porque a vida que a pessoa está com a febre vai para um proloutendimento e que eventualmente com uma pessoa que chegou lá com a fratura, que o médico vai se atender. Então todos os estudos no entermi de saúde diz, atenção primária, essa saúde da família, essas ubs que nas devidas regiões com o atendimento ela vai desafogar. Ela desafoga e ela desafoga o sistema com coisas básicas, né, por exemplo, pressão, são coisas básicas que você tira ali das uvas. As nossas uvas estão em uma situação hoje que elas estão, se você for numa upa, e eu convido você em qualquer lugar, só apontar o dedo. Nós vamos lá. Você vai ver também o super lotamento de pacientes. Por quê? Porque esses pacientes são readimentidos na realidade. O paciente, quando era para ir para o úpera, para ficar 24 horas e eles se errem caminhado para um hospital de referência. Como os hospitais de referências estão muito sobrecarregados, eles ficam sendo readimentidos ali. Mas assim, é uma tristeza de você ver essa situação, porque aí parece um campo de concentração mesmo. E pra Zida, hoje ela precisa. Além de ter uma tensão primária de qualidade, investir mesmo nessa saúde da família, investir mesmo nessa intimidade do médico da família, ali ele conhece as pessoas, ele conhece problema. Nós precisamos investir em uma outra situação, que é o hospital de reta guarda e o hospital de cuidados paliativos. Nós não temos praticamente o hospital de reta guarda e nem o hospital de cuidados paliativos. São nomes que as pessoas as vezes as sustam, mas são nomes importantes para que a gente tenha. Porque o hospital de reta guarda é aquela senhora, que ele sim or, que às vezes está se esperando uma cirurgia que venha a acontecer, ou ela está se reestablecendo para uma cirurgia que venha a acontecer, ela tenha aquele hospital de reta guarda para que ela possa se cuidar e daquele hospital sem ter que ficar entrando no hospital numa admissão. Então, você fica lá competindo uma tensão de poucos médicos com os que estão sendo admitido por uma outra recuperação. E nós temos também os colherados paliativos, que são pessoas que estão naquele momento, que elas estão com os cuidados já necessários e para que elas possam já concluir o seu tratamento. Então são dois hospitais importantes aqui em Brasília para que a gente possa reforçar. E é isso que eu acredito na saúde. Quanto somos nomes? Existe muitos gastinamentos acerca de um hospital de câncer, que eu sinto essa tratamento de um oncologico, que eu sinto essa também essa ausência aqui em muitos lugares que tem aqui. Acho que o Brasil vai ser potencial para ter essa referência. Eu já vi alguns discussões, inclusive, em termos de saúde. Só acho que seria viable ter um hospital específico para o câncer ou dentro desse contexto de um inserir mais atenção aos pacientes. Não, eu vejo que nós precisamos ter esses hospitais à referência assim. Então a gente tem uma referência autopédica. E aí eu vou além desse hospital. O seu hospital já tem localização, ele é perto do hospital da criança, praticamente em frente do hospital da criança. Eu, quando deputado a federal, nossa bancada é a bancada anterior da legislação anterior, mandou pro GDF. Já tem o hospital, ele não funciona. Não, ele tem o espaço. Ele tem o espaço. Ele já tem a localização dele, não precisa se preocupar. Ele existe hoje um hospital da criança, que é um hospital que Brasília ganhou. Não foi no bolo do BRB não, isso aí. Não foi. Não foi. É outra. Mas o que que acontece? E temos também dinheiro. Uma legislação anterior a minha pegou toda a emenda de bancada e falou, vamos esfazer para que o hospital aconteça. Então tem um dinheiro na caixa econômica para a construção desse hospital. Eu acredito que deve até ir por volta de 300 milhões de reais. Volta de política. Volta de política. O que mais que volta? Volta de política. O que mais que falta? Volta de política. A população que precisa está sofrendo com isso, de quem está com esse recurso pronto. Já que a gente está falando que está falando que está na população que sofre. Ela sofre não só com esses problemas físicos, né? Sofre também com esses problemas que afetam e que vamos entrar no, nesse caso, macho do PRB, que é patrimônio do DF, patrimônio nosso. E eu até falei no meu último convidado e a gente tem falar também sobre o desconhecimento da população e tal. Esse é um tema que de fato ele furou a bolha, né? Então onde a senhora chega nascaussadas, onde você chega, as pessoas todo mundo está entendendo o que de fato aconteceu. Eu queria que a senhora explicasse como parlamentada da Câmara do Hospital, o que de fato aconteceu em termos com o banco de Brasília e com essas operações envolvendo o banco Master. Bom, deixa eu explicar. Primeiro fui presidente da Comissão de Fiscalização e Transparencia, algum tempo lá na Câmara. E a gente vem acompanhando a situação do PRB, que é o nosso banco de Brasília, um banco em spô, importantíssimo para a Brasília há muito tempo. Mas o PRB de uns anos para cá ele vem tomando algumas atitudes e que na realidade o presidente ele tem sim responsabilidade e autonomia para decidir a linha que vai conduzir o banco, mas são situações do qual a gente questionava. Primeira delas é que nós temos uma porcentagem de mais de 60% do servidores de Brasília e eu tenho certeza que quem está aqui me escutando agora é se identifica, sabe que ou pode ser você, você conhece alguém que esteja nessa situação de superindividamento, muitos servidores individados. E assim, o caso dos servidores individou a individuados chegou ao ponto de eles chegarem com o seu salário trabalhar um mês inteiro e receber zero porque o banco ia lá e pegava tudo. Então a pessoa não conseguia receber para um outro banco, então a gente já vinha acompanhando isso, a gente chegou a fazer uma lei para que a gente pudesse reduzir essa esse dano ao servidor, fizemos proposta, fizemos um grupo de trabalho, fizemos proposta para que eles limitassem e comprisse a regularização dessa lei que foi aprovada 40% só que poderiam ser tirados, retirados dos salários, os salários, os salários 60% do salário poderiam ser preservados. Eles mesmo assim o banco continuou fazendo isso, então isso é um caso que adoece a população e já era também uma atitude do banco diferente de todos os outros bancos. Por que? Porque quando você compra, a gente fala assim, "carteira tem água, também? Carteira podre, né?" Muitas vezes, em essa carteira de crédito, você compra as pessoas compram ou elas vêm dentro do outro banco, o banco financiar mais para a ato. Ela fala, "Não, então vem aqui pro meu banco, eu pago o financiamento em menores condições para você e eu negoci ali contra o banco." Os servidores ficavam presos em relação a isso. Uma outra questão que o banco tomou atitude nessas últimas anos, que estão dos patrocinhos, começou a patrocinar uma série de esportes, inclusive, vela, em Dubai. Então assim, o que? A população do DF não foi assistir. A população da F não foi assistir. O último aqui teve uma festa com autódromo, com um número reduzido de pessoas que se gastou quase um milhão de reais numa festa para as pessoas ficarem três horas lá. Então assim, começou a desvirtuar o que o banco veio para fazer. O RB, ele tem uma responsabilidade muito grande, que é o que o desenvolvimento econômico soucio.
O que é isso? Se a nossa população tem um desenvolvimento econômico, o nosso social melhor. Essa é a responsabilidade do banco aqui do Distrito Federal. Fomentar os pequenos empresários, os pequenos empreendedoras, fomentar para que as pessoas possam ter acesso aos créditos, para que elas possam reinvestir. Para que essa economia circula? Essa economia circula a virtuosa. E ele começou a fazer essa opção. Nós já estamos questionando a respeito disso. Além disso, eles abriram crédito e uma nação chamada nação flá. Não estou falando os flamigos não. Está sendo a minha conta flamiga ou não? Não, eu nem posso ser. Mas eu não estou falando a mengista não. Não tenho perdível, eu estou fluminense, não marido e flamengo. Meu marido e flamengo não sei se existe roxo vermelho. Muito vermelho. Mas, assim, houve essa questão da nação flá e que deu um prejuízo de quase meio bilhão de real. Sim, um cartão de crédito e crédito para muitos sucessores. Muitas pessoas que não tinham condições, eram cartão e essas que pessoas não pagaram, cartão e deu um prejuízo. A gente já vinha acompanhando isso. Quando apareceu no começo do ano de 2025, a pela mídia não foi uma coisa. E assim, essa é o que eu falo, esse governo, ele não é habilidoso. Esse governo é um governo que impõe as coisas para as pessoas. A gente precisa entender que a gente está governando um país. É com todo mundo, a gente está governando na capital federal. A gente tem que estar junto com a população. É um governo arrogante que chegou lá e falou, "vamos comprar o banco master". E pela mídia, a câmara falou, "é, como você tem que comprar o banco master?" A gente tem que pedir autorização aqui pela câmara. E houve uma resistência, no primeiro momento, o governador defender o que não passasse pela câmara. E entrou na justiça para não passar pela câmara. O sindicato dos bancários que fez uma ação que tinha que passar pela câmara para que o processo ficasse totalmente transparente. E o que a gente já tinha de formação, aí eu falo "eu, Paula, meu monte de tada". Eu já tinha algumas informações que eles estavam querendo comprar uma parte em 2025. Mas eles já tinham de querido mais de 8 bilhões em 2024. Sim. E eu sabia que a consistência, eu fiz pergunta, eu tenho um pessoal do meu gabinete muito bom. Nós fizemos a pergunta, muitas perguntas técnicas, onde tinha consistência disso, porque o banco estava praticamente falido, como a gente ia fazer, para comprar e não ficar com a parte ruim boa. Não recebemos resposta nenhuma. Ao ponto de eu levar uma cadeira de plástico, sabe aqueles manquinhos de plástico? Para tribuna. Quando foi votado isso, eu levei um banco de plástico para tribuna e falei, "olha, o que estão comprando é um banco de plástico que não tem viabilidade nenhuma. Não tem força nenhuma. Eles estão vendendo aqui para todos vocês, que é um banco de couro, altamente sólido e esse é um banco de plástico." E realmente se mostrou um banco de plástico derretido. Era pior do que se imaginava. Essa situação do banco Master, hoje, aí agora, eu tinha a noção de 8 bilhões de reais, fomos ferificando, que começou para 12 e depois passou para 16. E agora, recentemente, com o presidente do BRB, o valor de negociações do Banco Master com BRB, passaram de 30 bilhões de reais. 30 bilhões de reais, gente. É muito dinheiro. Não existem muitos estados brasileiros, que não tem 30 bilhões de reais para administrar o seu estado inteiro no ano. Eles negociaram o BRB. E tem um outro detalhe importante. O que acontece? Além de eles negociarem, eles fizeram um esquema que o BRB comprou a carteira do Banco Master. Eles foram trocando de empresa, de empresa, aquela regga, aquela outras, as empresas. Acabou que quando a gente comprou o Banco Master, o Banco Master comprou 21% do BRB. Deu BOT. Ganhou de todo jeito. Ele não gastou nem o dinheiro. Ele pegou o dinheiro que a gente comprou. Ele comprou a gente mesmo. É uma vergonha. É quase de polícia, delegacia e prisão. E prisão de quem autorizou. E o que é que falta? Falta a polícia federal colocar esses todos na cadeia. Tem algum já? O povo do GDF vai pagar essa conta? Já está pagando. O povo do GDF já está pagando. O que aconteceu? Esse Banco está numa situação delicadíssima. O GDF pegou. Terrenos nossos. Terrenos que valem fortunas. Não pegaram. Lá o do Nih autorização das companhias que são proprietários desse reino. Eu falo aqui da SAB, eu falo da nova capa, eu falo da KSB. Eu estou falando da polícia militar. Eles pegaram esses terrenos sem autorização dessa incorporação. E colocaram nessa dita avaliação. Eu falo isso porque eu perguntei. Eu fiz um pedido formal para que a gente pudesse saber onde está localização. E quanto custa esses terrenos? Terreno da Serrinha, que é um lugar que tem uma preservação ambiental. Tem mais de 100 nascentes ali. Colocaram tudo nesse bojo. Colocando que estão querendo fazer um fundo imobiliário dizendo que a soma desses terrenos teria o valor de 6 bilhões para que cobrisse o primeiro rumbo. O problema é o seguinte, que esses terrenos a gente tem avaliação de que eles valem muito mais. Então, mais uma vez, existe a maldade, existe a esperteza. A sub-evaliação dos terrenos. A sub-evaliação do terreno. É uma vergonha. E aí eles estão querendo fazer esse fundo para que eles possam equilibrar o. E aí nós todos estamos perdendo. Porque terreno que é terreno público? E quem é meu, se eu, é de todo mundo. E nós estamos pagando esse prejuízo do BRB. Aí eu vou contar. Olha só. Aí demos o terreno. Não, vamos dar o terreno para salvar o BRB. Com quem que a gente está salvando? 21% do BRco Master. Esse negócio da Chida foi 100 mil. Esse que foi um bom negócio que o Master fez. Porque a CPI do Master nas CLDF não está aberta ainda. Porque não tem assinatura. A gente vê deputados falando algumas coisas. E aí a minha assinatura está lá. É uma das primeiras. Nós tivemos. O senhor assinou. Eu fui uma das que fez as propositores. Na realidade eu propuse uma e o pessoal me parece que foi o Chico e o Fabo propusaram outra. Chico Fabio e. E aí nós juntamos as elas e propusamos uma só. E está lá assinada com sete assinaturas. E estamos precisando que os outros assinem. Sério. Para finalizar a entrada no nosso último bloco, 21.000 e 26 é uma deleição. A senhora já enfrentou uma campanha para a deputada federal. Enfrentou uma campanha para a deputada de strital. A senhora vai entrar agora num RING. Feroz, que é uma campanha para o GDF. Para segmentamento governadora do D.E. Fessa uma notapreparada para isso e desafio. Eu digo que eu estou muito motivada. Preparada eu acho que a gente vê isso preparando na cada dia. Porque eu fico dizendo que cada dia eu conheço uma situação que a gente precisa melhorar na população. Então eu quero estar assim preparada para enfrentar um pleito com muita responsabilidade. Eu quero estar preparada para que eu possa dar respostas para as pessoas. Não só da minha fala para dentro, mas para realizar as pessoas. Eu quero estar preparada para assumir o GDF de mudarmos a forma de fazer política no exercício federal. Brasília é uma brasilha rica e ela precisa enfrentar o combate à corrupção. Ela precisa enfrentar de verdade a dignidade das pessoas. Então eu posso dizer que eu estou preparada. Porque eu estou preparando todo dia. Meu marido fala uma coisa para mim. Eu estou casada 25 anos. Nós estamos nos casando todo dia. É um novo começo. Mas estou com muita determinação para que a gente possa chegar lá. Tem outros cantados aí, Leandro Graz, Ricardo Capel, próprio governadora, Celede Leão e o Quico. Nós estamos nos pregudaindo pré-campanha sobre a pré-candata e existe possibilidade de uma convergência da candidatura de Paulo Belmonte com essas outras candidaturas antes do pleito ou eventualmente não.
Sabe, as pessoas que estamos conversando e que têm uma convergência para mim para a candidatura, para estarmos juntos na candidatura da Paula Belmonte. Então, a gente não é espelhida, mas só abriu um período de conversas. Com certeza. Então, senhora vai encarar GDF-2021. Vamos encarar. E vamos vencer. Deptada, queria agradecer a deixar esses passos para a senhora falar com os nossos espectadores. Queria agradecer muito a atenção. Tanto a senhora, como é que a senhora teve com a gente. Então, muito obrigado, pessoal, que nos recebeu também. Quer abrir os passos para a senhora deixar um recado. A senhora que é tão atuante aqui no GDF, que não para ser como a agenda da senhora é. Com uma atuação muito voltada para as mulheres, para as crianças, para a família. E obrigado pela atenção. A pressão é deixado recada para os espectadores. Eu quero falar para todos vocês. Para mim é uma honra está aqui. É importantíssimo, os senhores, ver em todas as entrevistas atuais, as anteriores, as atuais. Conhecer a cada um, que é espanhol para a nossa cidadania, nós temos uma responsabilidade de elegece, presidente da República, dois senadores, deputado federal, deputado distrito e governador. Estou como pré-candidata ao governo distrito federal. Quero que me conheçam, meu nome é Paulo Belmonte. Podem seguir lá no Instagram @ PauloBelmonteoOficial. E eu quero, assim, dizer que o nosso compromisso é um compromisso que a gente traga com uma família, família e uma sociedade mais humana, que a gente traga transparência nos recursos que são de todos nós e boa gestão. A gente precisa saber o que é em Brasília, além de nós estamos falando que nós temos uma grande renda per capita, mas nós temos um grande número de pessoas desempregadas. A gente precisa gerar emprego. A gente precisa fazer com que a economia gire e traga esses novos idosos para o mercado de trabalho. Que o trabalho traz dignidade. Então, é isso, o nosso trabalho. Estou sempre na minha rede, sou bem atuante para que a gente possa me conhecer. E contem comigo, mas quero contar com vocês também. Muito obrigada. Eu quero agradecer. Muito grata. Grida. Muito obrigada. Você ouviu o "Honey News" Cast, o maior podcast Brasil, com episódios semanais e convidados que dão vida as grandes ideias de capital do Brasil.
Podcast Summary
Key Points:
Paulo Belmonte é pré-candidata ao GDF, deputada distrital e mãe de seis filhos, sendo que a perda de um deles, Arthur, a motivou a criar um instituto social para crianças.
Ela defende que a educação e o apoio na infância são prioridades absolutas, pois crianças bem cuidadas geram impactos positivos na segurança, saúde e economia.
Critica a polarização ideológica na política, defendendo a convergência em valores como honestidade e dignidade, independentemente de esquerda ou direita.
Aponta graves problemas na saúde pública do DF, como superlotação, falta de médicos e gestão inadequada do IGES, que prejudicam a atenção primária e a alta complexidade.
Destaca a importância de as mulheres ocuparem espaços políticos e de a população fiscalizar e escolher representantes comprometidos com a transparência.
Summary:
Paulo Belmonte, deputada distrital e pré-candidata ao Governo do Distrito Federal, compartilhou sua trajetória pessoal e política no Hane Newscast. Criada em Brasília desde os dois anos, formada em escola pública e mãe de seis filhos, ela revelou que a perda trágica de seu filho Arthur, em 2014, a motivou a fundar o Instituto Arthur Belmonte, que atende 282 crianças em contraturno escolar. Essa experiência a levou à política, onde foi considerada uma das melhores deputadas do Brasil.
Belmonte enfatiza que a infância deve ser prioridade absoluta, pois investir em educação e nutrição infantis reduz custos futuros em segurança e saúde pública. Ela critica a polarização ideológica que domina o debate político, defendendo a união em torno de valores como honestidade e dignidade. Sobre a saúde no DF, aponta falhas graves: o IGES foi expandido para Santa Maria sem contratação adequada, a atenção primária está desestruturada, com UBS sem médicos e equipamentos, e a superlotação nos hospitais é constante.
Belmonte defende uma gestão mais eficiente, que valorize servidores e priorize a prevenção, além de incentivar a participação popular na fiscalização e escolha de representantes comprometidos com a transparência.
FAQs
A convidada é a deputada Paulo Belmonte, pré-candidata ao GDF. Ela é administradora, mãe de seis filhos, e entrou na política após uma tragédia pessoal, fundando o Instituto Arthur Belmonte.
Após a perda do filho Arthur em 2014, ela criou um trabalho social para crianças. O reconhecimento desse trabalho a levou a ser convidada para a política, focando em priorizar crianças.
Ela acredita que educação de qualidade desde a infância reduz evasão escolar, melhora a segurança pública e a saúde, gerando uma roda virtuosa de desenvolvimento econômico.
Ela destaca que combater a corrupção não é apenas punir desvios, mas evitar a pobreza e a perda de oportunidades que ela causa, e que o eleitor deve votar conscientemente a cada quatro anos.
Falta de médicos e técnicos, superlotação nas UPAs e hospitais, e deficiência na atenção primária, que sobrecarrega o sistema de alta complexidade.
Ela critica a expansão, pois reduziu servidores públicos, contratou médicos com menos experiência e não construiu novos hospitais, agravando a crise na saúde.
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