Este episódio do Passaporteurlanda é um oferecimento dos nossos colaboradores. Bem vindo ao Passaporteurlanda. [Música] Maranhão, meu tesouro, meu torrão. Fiz esta toda pra ti, Maranhão. Esta era só foi deixada por nossos avós. Hoje é cultivada por nós pra compotar a história. Maranhão, meu tesouro, meu torrão. Olá, amigos. Vem vindo. A mais uma episódio do Passaporteurlanda, eu sou Felipe. E eu sou a João. E mais um relato de viagem, João. Olha só que boa. Isso significa o quê? Viagem! É, viagem. Finalmente, viagem. Chega de ficar falando só de viagem que a gente fez no passado. É o viagem atual. Nossa, vocês não sabem como a gente estava nervoso querendo viajar, querendo nos adiférios, não está falando. Continuem querendo viajar, só dá vontade de viajar mais, impressionante. Fior aqui, olha, tinha que fazer uma camiseta com essa frase. Viajar, me dá vontade de viajar mais. Obrigada. Vamos fazer uma camiseta com essa frase. Obrigada. Serra Juliânia 2021. Isso aí, então, pessoal, viamos aqui para fazer o relato para vocês dessa nossa última viagem. Não, não foi uma viagem parorlanda. Quem acompanhou a gente lá pelo Instagram sabe pra onde nós fomos. É verdade, gente, até falou no último episódio aqui pra onde nós iríamos como nós fizemos um alto momento. A última vez, é super nepotismo. É super nepotismo. A última vez, é. Então nós fizemos uma belíssima viagem. E hoje, eu estou dando spoiler. A belíssima viagem aqui pelo Brasil. Fomos lá para o Maranhão. Não, eu dei spoiler. Ata. Despola que falou, já falando que foi belíssima, entendeu? Ah, tá, tá. Ah, não, que é esse feio. É, é, é, também. Nós estamos para o Maranhão. Fomos conhecer os incríveis lençóis Maranhenses, também conhecer a velocidade de todo o de São Luís, lá no Maranhão. E viermos aqui, contar pra vocês, né, pra todo mundo que acompanhou. Ficou todo o interessado em várias das coisas que a gente mostrou lá no nosso Instagram, durante a cobertura de saviagem. Então vamos lá, né, Juliânia. Vamos falar de todas as coisas que a gente vivem seou lá nos lençóis Maranhenses. Foi maravilhoso. E foi maravilhoso, já. Ah, desculpa, spoiler. Desculpa, spoiler. Desculpa, eu já me deu. Esse é vai ser uma episódio que a gente vai tentar se contê pra falar que tudo é linda e maravilhoso. Pois é. Porque na verdade, tudo é linda e maravilhoso. Então a gente vai ficar o tempo tão santo de tudo é linda e maravilhoso. Então vocês lembram do flashback de viagem que a gente fez lá do Canadá, que a gente falava que tudo era maravilhoso, que era lá, golinhos, ok? Então esse episódio é muito parecido, porque é um viagem muito natureza, né? Muito descritivo das delasas naturais que a gente viu, então. Mas a gente vai tentar não ficar tão repetitivo, tá? E. Tentaremos não ser cansativos. É, vamos tentar. Tá, vamos tentar. Então vamos lá pro recadinho, a gente já volta pra falar tudo dessa nossa viagem. Sim. ♪ Mas, uma vez lembrar vocês aí que a gente tem um e-mail
[email protected] Pra quem quiser entrar em contato com a gente, pra mandar notícia, sugestão, crítica, elogio, história, qualquer coisa que quiser compartilhar com a gente fica vontade. Esse também é o mesmo e-mail
[email protected] pra qualquer outro contato comercial, digamos assim. Então se vocês vão, gostamos muito desse relato de viagem de vocês queiremos também e pro lençóis moroenses, ju. Como é que eu faço minha regime a proposta? Estamos aí, né, Jú? É, pode que
[email protected] ou via
[email protected] Pode entrar em contato que a Jú vai ajudar vocês aí nessa empreitada, né, Jú? Sim, não só, é isso, é uma rainha, esses, mas a gente tá operando com destinos no Brasil. A gente tem bons presos em resortes, se quiser, tipo, por ficar barriga, por ar, só comendo muito bem, bem bem bem bem caro. É o que a gente. É o que. Mas tá trabalhando locais de perto pra edicarro, tipo aqui no interior de São Paulo, minas, nordeste, que aí de avião também dependendo de você, é, claro, se você for, né? Tu não adiantes, você precisa de avião pra São Paulo, enfim, sem entender. O avião, o carro, perde você longe você, o turismo aqui no Brasil já tá bem aquecedinho e é uma alegria poder fazer isso. E assim que abrir em as fronteiras estaremos presentes também. E lembrando também, exatamente, lembrando que a gente sempre diz, né? Se você quiser viajar, tudo mais, proteja-se, cuide-se, a pã de bem ainda tá pra aí, então já vá com suas duas doses tomadas da sua vacina, na verdade. É. E mesmo assim, ainda é avião, coisas do tipo, tem que usar máscara, né? Não deixem de tomar todas as precauções necessárias, beleza? Bom, tem nossas redes sociais, quem acompanhou a gente lá pela Instagram do Passaportilando, pode ver um pouco de todas as coisas que a gente postou as fotos maravilhosas dessa viagem. Então, se curta lá nosso Instagram caso, você não tenha visto ainda. Vamos fazer um drinking game, cada vez que alguém fala lindo ou maravilhoso a gente toma um shot. Shimari, isso vai acabar bem. Vai ser o pior podcast ou melhor. Esse não vai acabar bem. Vamos cada vez que a gente fala "ah, agora". Nossa, que é. Ouferói, aí esquece. Então vamos escolher uma, você fica com maravilhoso, ficou logo. Aí que a gente cada vez de tom um shot. Não vai dar 10 minutos episódios aqui, tem alguém caí inconsciente aqui. Tá bom. Mas continuando os recadinhos, então, tem nossas redes sociais, você ouve a gente pela iTunes, pela Apple Podcast, quer dizer, deixar elas cinco estrelinhas, vamos ficar muito gratos por isso. No lado nosso Instagram mesmo, eu mandei um store speed-in por pessoal que acompanha essa viagem para que mandassem perguntas, né? De caso alguém tenha ficado com alguma curiosidade de algo para a gente falar nesse relato, então agradeço muito a todo mundo que mandou. Mas hoje a gente vai pegar e valer todas as perguntas que foram enviadas para responder, caso já não tenha sido respondida durante nosso relato da viagem, né? Então agradeço a todo mundo e novo que mandou as perguntas aí. Bom, e é isso. Então vamos lá falar para vocês, não contar um pouco de toda essa nossa última viagem aí para os lençóis maranheces. Atenção já está se agir para o momento bóvia. [Música] A chuva caiu do céu, na vada meu chapéu, bateu e rolou com chão para a ivada norte-maranhão. Hoje a gente está falando de uma viagem nossa e também temos um momento boa viagem para fazer hoje, ju? Um momento boa viagem, que beleza, hein? Nosso amigos aqui já vieram aqui algumas várias vezes o Dudu e a Maira do Papo de Gordo. Então ainda eu passava uma semana deliciosa lá em Pleno e Berro Star, que maravilha, hein? Pois é, do estinto Papo de Gordo, a verão de como até hoje, ainda está devendo episódio 200 de Cerramento do Papo de Gordo que eu nunca fez. Enfim, mas Dudu e a Maira de qualquer forma, eles vão relaxar quem sabe sair depois das ferias deles. Então, vão aproveitar uns dias deliciosos de muita mordomia, muita comida boa e bebida boa lá na Bahia. É isso aí, Dudu, Maira, boa viagem, aproveite. Dudu, tenta não quebrar o pé no primeiro dia de viagem, tá? Por favor, para no estragar o rezo a viagem que não é ser vejo a fez outras vezes. É isso ajuda bastante, isso é excelente, é uma boa dica para todos ali, essa, né? Que forma já. Então, grande abraço, boa viagem, aproveite muito. Lembrando que um momento boa viagem é aquela hora que a gente para aqui para agradecer que os nossos amigos ou vintes que também se tornaram nossos clientes e compraram alguns dos seus serviços de viagem aqui com a via mão do treva, né, João? É isso aí, muito obrigada e, precisando, tamo aí. Ajo, estamos nos nossos em pleno, final de 2019, começo de 2020, né? Nós estamos nos ajudando nossas futuras viagens, nos enganeiros de 2020, a gente já estava com nossa ida para Orlando em novembro de 2020. Sim. Quais metade paga, digamos, estávamos pensando que outra viagem que nós podemos fazer esse ano, né? Sim. E nós já queríamos há muito tempo, já há um lens do mais uma era, é um destino sempre chamou atenção pelas beleza, etc. Vamos para o Brasil, vamos conhecer os lens das marências. Sim. É, foi escolha por foto mesmo. Foi por foto, foi por foto. Mas é que aconteceu uma coisinha no meio do caminho. A coisinha, um detalhe. Um detalhe, um detalhe, pegadetálio chamado Pandemia, Covid, maldita, chegou aí para mudar o mundo, né? Então não só de Orlando, mas também nossa viagem de lensões para os lensões de 2020 acabou sendo adiada. E aí, este ano, 2021, quando finalmente começaram as vacinações aqui no Brasil, né? Quando a gente já tinha ali uma previsão, uma ideia de quando seria a nossa primeira dose da vacina, a gente automara a primeira dose, a gente já começou a, quer dizer, antes de tomar a primeira dose, a gente já começou a pensar que se a gente conseguiria ou não encaixar os lensões de marências, agora em 2021 após a nossa segunda dose. Porque, a ju, vai contar daqui a pouco, porque ela fez um planejamento muito bom para a gente.
a viagem, ela fez praticamente tudo sozinho. Obrigada, que bom que você gostou. Ela planejou por ter 9%, 99% de dor do salver de sozinho, não ajudei absolutamente nada. Nada. A viagem para os lençóis, ela tem um prazo, ela tem um limite, uma data limite que ela pode acontecer no ano. Sim. E nós começamos a ficar preocupados, se daria para encaixar esse ano ainda. Felizmente, quando chegou a nossa vez de tomar a primeira dose, que a gente já saberia qual seria a segunda data da dose? A data da segunda dose. A gente falou, beleza, vai dar para aí. E aí marcamos. E aí a gente vai comer o recorrer atrás, macô pegou, planejou tudo, já comprou passagem, já reservou o motel, já fizendo o recorrer dos passais e tudo. E a gente tomou a segunda dose e uma semana depois a gente já estava viajando. A gente sabe que não é ideal, mas tinha que ser, porque depois ia casar com o ferado sete-tembro, que é tudo muito mais caro, mais cheio, e mais para frente já cair no problema, mas a gente já fez isso. E aí, mas para frente já cair no problema do quando ir para os lençolhas mereixes. E então, eu acho que uma coisa interessante a gente começar agora, para explicar para as pessoas, é esse planejamento inicial. Explica um pouquinho como é que foi, como é que você fez, porque dessa preocupação toda de datas e coisas assim que realmente é importante para esse destino. Bom, é o seguinte, é época do ano, influi diretamente na experiência de viajar para os lençóis, porque o grande espetáculo, ou que você vai ver, você viaja para os lençolhas, para ver o que? As laguas, no meio das dunas, lá no Parque Nacional dos lençóis mereixes. Esse é o objetivo de toda a viagem para lá. E só numa época do ano que as laguas estão cheias. Esse período vai de maio até, eu vi duas referências e me basei nisso, mas assim. Acho que o mais garantido até o final de agosto, mas vai dar para esticar um pouquinho em setembro. Eu sou meados de setembro, já tem muita laguava-se. Então, assim, existem algumas laguas perines, né, que ficam lá o ano todo. Mas é pouca. É pouca e ela mesmo em período de pouca chuva de seca, elas ficam mais vazias, então não é uma coisa. Não é a mesma coisa, então, assim. Ótico que dá para comprar leções mais maneiras, esse é o ano inteiro. Mas se você realmente quer ter a experiência no top, e você tem que no período que as laguas estão cheias. Nesse período de maio, abriu maio junho, é o período de chuva. Então, assim, as laguas estão, acho que é o mais cheio que elas estão. As estão enchendo. Na verdade, elas estão maio autópias, que elas começam a cheia a abrir o março. O guia, estou repassando informação de guia de lá, que é o que a gente troca a ideia, pois. Eles falaram só que só que chove. Então, nesse começo de temporada, tipo maio, junho, as laguas já estão cheias só que chove. Tem algum período de jeque chove. Já julho, agosto, são os períodos que já não estão chovendo mais as laguas ainda tão cheias. Então, dá para. digamos que é o período mais recomendado pra ir. Tem, como falei, tem algumas laguas que não seca, mas assim, é pouca coisa. Você não vai ver o espetáculo. O espetáculo é la gocheia, porque. Duna, tem muita duna por aí, isso. Qualquer deserto, qualquer. É, não será, tendo. Será tenduna? Eu grana, eu não sei. Duna, tem duna, é por aí. Mais lá, o espetáculo é a formação das laguas. No meio das duna. No meio das duna. Então, esse é. acho que era o primeiro ponto. A gente estava brigando pra ver se a vacina casava. A gente só queria ir com a segunda dose e deu certo ali. Finalmente, tiramos essa da lista de forma maravilhosa, um sonho mesmo. Fatos interessantes, né? Quando um dos guias lá que acompanhou a gente nos passeis, ele me explica um pouquinho da geologia desse campo de duna, lá do parque dos anxóis maranhenses. E é muito interessante, porque, pelo que alguns cientistas dizem, esse campo de duna vai geologicamente, é bem recente. Ele tem cerca de 8 mil anos de idade, só. Porque, primeiro, você tinha ali. Você tem ali por baixo de todas essas dunes, você tem um grande lense só, o freático, né? Que ele fica em cima ali no miolo de uma argila. E aí, por causa da formação dos rios ali que formam junto com o mar, você tem muito depósito de areia. E aí, essa areia foi sendo depositada ao longo dos anos, e o vento fica derrubando, então, isso formou o campo de dunes em cima de um lense só o freático. E aí, quando chove muito, esse lense só ele enche tanto que ele transborda ele atravessa o fundo das dunes e forma esses lagos, né? Digamos, na parte, que fica represada pelas dunes mais altas. Por isso, fica esse espetáculo bonito. Só que essa argila que está por baixo do campo de dunes, com a água, ela forma uma proto argila, eu esqueci o nome, ele falou agora. Eu esqueci o nome, mas eu tinha um nome interessante. E essa argila faz com que o solo fique mais resistente à volta da água para dentro dele. É por isso que, quando chove ele enche rápido, mas quando para deixa eu ver, ele demora mais presoas e já, por isso, casalagou, ficam depois da chuva vai embora. Então, esse, digamos, essa é o geologia lida, aquela área, que faz o espetáculo ser de jeito que ele é. E uma outra coisa muito interessante é, é um ambiente muito mutável. Ele é muito dinâmico. A geologia dele é muito dinâmica. Então os ventos, toda hora mudam as dunes andam, elas vão, então, pessoal, montam um povodinho ali, não canta, e a duna começa a avançar e dar a ter ra. Comeu aquele pedaço de carteira que manda para outro lugar. Pô, tinha uma lagoa maravilhosa ali, que era lago azul, todo mundo ia ver. Aí cresceu uma duna no meio da lagoa, cortou a lagoa em dois. E a lagoa não existe mais. Pô, a gente foi numa outra lagoa que era maravilhosa, falou, "Ponou, no passado, ela não formou, o recente sendo ela formou". Então, é um lugar que, toda vez que você vai, torcamente, na sua. Pra cada vez que você vai lá, ele vai estar diferente. Sim. Eu queio muito louco, porque a gente imagine, pô, a gente tão presenciou, digamos, esse momento único dele, né? É uma coisa muito legal. Sim. A outra temporada vai ter as mesmas dúneas, vai ter o meu lagoa, meu monarro. Às vezes as lagoas formam e aparecem, né, da duna não hanguem. Então, ela é em chitanto dago, a que é praia de rompe e aquela lagoa. Isso é que existia muitos anos, ela saque nunca mais forma, porque ela transbordou. Então, é uma coisa de louco, assim. As explicações da própria ambiente ali, da geologia daquele ambiente, são tão interessantes quanto é a própria visita estar lá e ver aquela beleza com os olhos. Sim. É muito legal, assim. É realmente fascinado por esse ambiente. É demais. Só que você ter uma noção, o Parque Nacional dos Lens Shoes Maranhenses, ele fica a Leste de São Luís, e ele tem uma área de 155 mil hectares, que significa que ele tem 1.500 quilômetros quadrados. Só pra fazer uma. eu fiz essa conta, tá? Pra colocar em termos holandísticos, já que nós temos muitos ouvintes orlandêidos aqui. Todos, né? Todos, pra gente, todos. O Magic King, do seu milhão de cabeça direto, são 47 hectares. Ou seja, cabem 3 mais de 3.600 Magic King, do dentro das áreas. De dunas, desse campo de dunas lá. É muito grande. É muito grande. É um absurdo tamanho, não é importante ser vai. Por exemplo, a gente vai falar daqui a pouco das duas cidades que a gente foi, que elas ficam mais ou menos em lados opostos desse campo de dunas. E elas ficam mais de uma hora de carro de distância e uma da outra, assim, é, personalmente. É uma coisa que foi o estrada. Pelo estrada, não, não, não, não, não, não, eu tô falando pelo meio das dunas que você anda devagar em, não é. Pelo estrada mesmo. E é muito louco, porque quando você sobe nas dunas, você olha assim, é aquela vastidão absurda que você não não tem fim, é uma coisa de louco. É de louco. É muito legal. Bom, quanto ao plano de amimento geral dessa viagem, né? Nosso roteiro e tudo mais. A gente fala, já que estamos indo para os lençóis, a gente vai ter que pousar mesmo em São Luís, vamos conhecer São Luís, né? Sim. Só que a gente acabou por uma questão ali de horários de voos, do tipo a gente deixou para fazer esse tour do histórico ali de São Luís no final da viagem, não no começo. Mas também teve o plano de amimento dos nossos destinos nos lençóis. E aí que tem algumas coisas para serem consideradas, né, Jo? Por exemplo, cidades lá de Santa Mar, é barrerinhas, é atim, onde vai ficar com a base e como vai ser os tours. Tem toda essa questão, acho que é interessante de dar uma entrada no mérito de como foi feito. Sim. Ali, então, explicando rapidamente a mecânica, né? Explica um pouquinho bem brevemente sobre essa logística dos lençóis. Existe uma cidade, como a gente falou, os lençóis são ocupomária e mens. Existe uma cidade que digamos assim, históricamente é a grande base que saem os passeios. Para que você é a parte mesmo das lagouas, do Una Rio, etc. Que é a cidade barrerinhas. Ela é a maior cidade, ela fica a quatro horas de São Luís, numa estrada. Ela é a mais antiga, então ela é a mais consolidada e é uma cidade considerada, porque o seu bão de grande, né? Sim. O dia é uma cidade turística. Ela é uma cidade turística, então ela tem muito hotel, ela tem uma vida noturna boa com restaurantes bons, com música, com lojinha, com souvenir. Muita gente, eu acho que principalmente há alguns anos atrás, só se falava de lençóis a partir de barrerinhas. A partir de barrerinhas, os passeios, eles vão ouvia Rio ou via Dúnas. Até as lagouas que ficam nesse miolão, vamos lá, no miolão. Para chegar lá, são percurso às vezes longos. Na verdade, barrerinhas não ficam na boca de uma entrada do parque dos lençóis. Então, obrigatoriamente ficando em barrerinha para você fazer os passeios. Você tem que, primeira brócracia, passar por uma bausa para cruzar o Rio. -Pelo Rio Prigüssos. -Prigüssos.
É o guia de todos, tudo você vai ouvir o Rio Priguesa, tudo você vai ouvir falar de Rio Priguesa, Rio Priguesa. E aí além disso você tem mais algum torno de 40 minutos numa estrada de areia? - Estrada de areia que você só acessa com 4x4 Toyota. - Exato. - Nem o outro tipo de. Nem o outro fabricante de carro consegue fazer 4x4 que suporte as dunas da coisa. - Exato. - Então você só vai ver Toyota. - Você vai ver Toyota. - E então a partir desse ponto de barrerinhas, você faz sempre para visitar qualquer ponto dos lençóis, você vai fazer esse trajeto e aí partida aí eles. Você tem alguns passeios diferentes para escolher. Assim, não dá para ir por conta, né? - Não dá para. - Porque você precisa do 4x4 e da experiência dos motoristas. - Eu conhecimento é porque eu vou se perder lá dentro, é facinho. - Exatamente. Então, e você chega numa agência, numa operadora lá de receptivo local, eles têm um menu de passeios. Então, seja, já parte desse princípio de escolher alguns passeios. O único passeio que não tem essa burocracia de balça, carro, 4x4, eu não dá na dunas, não sei o quê. O único é um passeio que a gente faz de rio, que ele parte do centro de barrerinha. Então, se você está num hotel próximo que foi nosso caso, a gente já foi pegou e tal. Então, assim, barrerinhas é o pacote 1, vai, é o. - Tem realmente, acho que. - Estánder. - É o estánder. É o estánder. Bom, aí, com o tempo, realmente, barrerinha já estabelecida como essa base para conhecer os lençuais manhães, duas outras. Não dá. não dá para adicidade. - Comvados. - Estos lados, vilarejos e tal, surgiram como alternativas. - Alternativas alternativas. - É. - Nesse sentido, vamos dizer. Alternativas bem alternativas à barrerinhas. Por questão de localização mesmo. 1 é santo amaro, do maranhão. Barrerinhas fica a leste. Você passa. quando você vem de dilação, você passa. todo o território dos lençuais e barrerinhas fica a. - A leste. - A leste do parque. - Do parque. Santo amaro, ele é um vilarejo. É muito rústico. Mas ele fica num outro ponto. - Tire que é você, é pacato. Não, é ruso, é bem rústico. Na verdade, ele é. Tanto é rústico, eu vou explicar para você. Santo amaro, ele fica a oeste do parque. Então, ele é não outra extremidade do parque de barrerinhas. Só que ele é muito pequeno. O vilarejo é realmente um vilarejo. Você tem uma ideia. A gente até que deu sorte. Porque a ponte que liga santo amaro ao rodovia, né? Ela foi inaugurada um mês atrás. - Até a ponte 9,00. - A ponte 9 até cheira a tinta. É a gente só conseguiu ir com o carro do transfer. Até a porta da nossa pousada. Porque a ponte existia. Porque até um mês atrás, você ia de carro até um ponto ali na estrada. E aí você contratava um 4x4 para conseguir passar o rio. - Para cruzar o rio para te deixar dentro de santo amaro. Então, assim, primeira coisa. É outro ponto de vista. Porque toda a parte que santo amaro cobre é muito longe de barrerinhas. Então, bom. - Os passeios curtos você vai ver outros pontos. - Vai ver outrosos, vai ver outro lado. Existe. Existe um passeio de bate volta que algumas agências fazem. De que? Para quem tá em barrerinhas, para ir voltar até santo amaro. Mas, só vai fazer uma vez. Então, eles vão fazer um pegado das coisas mais fáceis, mais próximas, que de tempo de ir e voltar. Então, você não vai ter, digamos, a experiência completa do que você teria ficando em santo amaro. - Sim. - A grande vontade de santo amaro é que ela é na boca do parque. - Sim. - Os últimas casas do vilarejo já são dentro do parque. - Já cai no parque. - Exatamente. - Então, sim. Em questão de cinco minutos do hotel. - Você já entra no sujo. - Você já vê dor. - Já viu o passeio. - É. Lembra que barrerinhas a gente leva um caminho, mas o mesmo não mata de mais menos 40 minutos. - Mas. - 50 minutos ou uma hora. - 50 minutos ou uma hora para aparecer a primeira duna. Santo amaro, em vai. Sim, talvez seja 10 minutos da sua pousada, você já tá na duna. - É isso aí. - Os lagos são lindas e elas são muito fáceis, elas são muito acessíveis. Porque o caminhão, cara do lado da lagoa, então ela tem uma mecânica diferente e até mais fácil de operar do que o que se tem barrerinhas, apesar de se barrer ser o. - Historicamente. - Historicamente mais importante. - É isso. - Então, a gente percebe que santo amaro tá crescendo muito. O interesse das pessoas implementos fica uns dias em santo amaro. Eu acho só ficar em santo amaro esquisito, porque realmente os cartões postais que sequer são o santo de barrerinhas, mas. - Estava lendo a pena e é uma opção. - O dia está dindo os dois pontos. - Nos dois pontos. Mas saiba que se você ficar em barrerinhas, você pode contratar um bate volta para santo amaro, no mesmo dia. E existe um parceiro caminho, uma terceira vila que a pegada é outra, é coisa de malu. - Tinha uma tins. - A tins. - A tins, não é do. - Desafio. - Tode. - Não é tins, despeio. - A tins, ele fica mais próximo ali do lado de barrerinha, só que ele fica no sentido norte até o mar. - Lembra que a gente falou que o barrerinha está na beira do rio "Priguíças". - Sim. - Se você pega esse rio "Priguíças", que foi o que a gente fez no seu acelho, e se segue com ele pro norte, na hora que ele cruza com. Quando ele encontra o mar, onde você tem ali o delta do rio, né? De um lado você tem uma vilica, o que chama "caburé". - "Caburé". - E do lado esquerdo da mar de do rio, você tem a vila de atins quase ali na inmeida com o mar. - Exatamente. - Então, mais ou menos, essa logística ali, né? - A logística. - E essa vila de atins também está se firmando como um ponto base para quem reconhecer. Só que assim, atins não têm comunicação prática com. Ou não tem estrada diferente de santo, a mar, não tem estrada, não tem nada. O caminho para atins é um dos faceios a partir de barrerinha. - É pelo meio das donas. Então, tanto que nós, a gente vai falar mais detalhes, mas assim, a gente não quis ficar em atins, a gente só precisava ter que ser a estadia, mas a gente fez o passeio até atins. E o caminho para chegar até atins é o passeio para atins de barrerinha. - Tanto que, no nosso grupo, tinha um casal que eles só pegaram o passeio. - O passeio. - Para chegar lá, porque eles iam ficar alguns dias lá, um dia. Eles iam ficar de fato lá algum dia. Então, assim, é muito inacessível. - É, tanto que assim, vocês não chegou de 4x4 ou de barco, pelo vivo. - Barco, sim. - Mas, ele é totalmente diferente de santo amaram. - É tudo bem. Mas essa é a parte interessante, de atins. Qualquer vontade de ficar em atins, teoricamente você fica mais projada do parque, claro, mas se você precisou fazer todo o processo para chegar dentro do parque, e da partir de atins, eles fazem aqueles passeios para aquelas laguas aqui lá. Então, eu acredito que os passeios de atins e barrerinhas sejam mais ou menos que os mesmos. Só que atins, você já está na parque. Então, de lá, é fácil fazer, mas os passeios, eu acredito, são muito os mesmos. Qualquer pegada de atins. Atins surgiu como uma coisa meio ripe, até uma comunidade de. Começou a vir muito estrangeiro. - Muito francês. - Muito francês para atins. E eles, europeu, principalmente, descobriu que ele era um excelente ponto para no rio, no anemno mar, no rio. - No rio, é no rio. - Para "Kite Surf". E aí, os europeus mochileiros meio. - Você. - Vida, vida livre. - Vida livre. Começaram a vir. Começaram a vir. Começaram a vir ao longo dos anos. - Porque eles gostaram de começar a se instalar, linha a tinha. - Que eles se começaram a se instalar? - Ficar com a começar a montar posadas ali. - E tudo que a gente tá falando de like é coisa recenta, assim, questão de 10 anos. - A 10 anos tinha duas posadas pernareias em atins. Só que imagina estrangeiro, não sei o que começou a atrair a atenção. E muita gente com propostas mais sofisticadas se instalaram a itis. Então, hoje tem, acho que são mais de 30 posadas em atin. Não tem asfalto, tá? - Não tem rua. - É aquelas boasinhas de areia que só vai, que tratoura ou quatro por quatro. - Ele era para ser a coisa mais rústica do mundo. Você demora de barrerinhas, algo em torno, de duas horas para chegar lá. - Sim. - De fato. Porque primeiro tem areia com o mato, depois tem areia com o manga, depois tem duna, depois tem muita duna. - E você acha que você não vai dar nada pelo lugar? - Quando você começa a chegar na vila de atin, isso começa a surgir umas posadas. - Nós pôsar a bolinha. - O posado cardiangra. - É, você faz assim, é possível isso. - É meio rusticão de modo geral, mas assim, eles estão instalando umas posadas assim. - Bonitonas, costruturas, sabe? - Para receber gente. - Os cartas falam que tem um monte de famosos artista, começou a montar a posada lá. - É, a. Aguasar duas semanas antes da gente ir apareceu aí na mídia, que a Claudia Arraia estava lá nos lençóis. - Eu não fui muito atrás, mas era em atins. E diz que uma das posadas mais top, lá é da Glória Pires. - É, investimento da Glória Pires. - E aí acabou que atins virou um centro com essa inframaluca, porque tudo o que a gente está falando de Santo Amaro é até de barrerinhas, é uma cidade até grande. - Média vai. - Santo Amaro é simples. - As casinhas são de sim. - Sim, é simples mesmo. - Não tem acabamento, tem que entrar, não tem porta, tudo a porta aberta. É muito simples, é vila. Só que quando você chegar à atinça, começa a ver coisa de alvenaria, gungramado, gramado, naduna, gente. - Gente, gramado aduna. - Piscina, sabe assim, é impulsada que você vem revista de "I hotel charme", "Sapusa de charme", um coisa maluca. Bom, enfim, essa era um resumo que eu acho que era importante falar. A gente não ficou em atins, a gente foi conhecer, mas é isso. Então, hoje, quando você quer ir pra Lenshois, você tem essa decisão a tomar. - Nós decidimos por ficar os primeiros dois dias em Santo Amaro, e depois mais três de quatro dias em barrerinhas. - Sim. - Pra poder fazer todos os passeios que a gente. que tinha te aplanejado, né? Então, foi esse o nosso, a nossa estratégia. Tem que ver, tem algumas pessoas que a gente encontrou, para sempre, "Ah, nossa, Santa Amaro vale a pena, é melhor o é pior." Assim, não tem, acho que essa de é melhor a pior. Acho que são experiências diferentes, mais ou menos, do mesmo estilo, e que se completam, né? - Sim. Acho que essa é a principal coisa. A tinsm de impressão de ser uma experiência um pouco diferente, a estadia das outras duas. - Sim. Mas, em termos de passeios também, é similar a de marrinhas, né? Então, o que você vai ver? - É um passeio só que é de origem diferente. Então, você vai ter o mesmo momento de passeios, porque eles são do mesmo lado. - Hum. - Santa Amaro é do outro lado, são outros passeios. Santa Amaro é outra base mesmo, mas a tinsm e barreirinhas é uma questão de opção. É isso aí. Bom, então vamos lá, agora, então vamos falar para vocês como é que foi realmente o nosso, nosso experiência lá dessa viagem toda, né? A gente saiu aqui de São Paulo, vamos pegar um voo direto para São Luís. - Sim. - Onde a gente chegou em São Luís já no final de tarde, e não daria tempo de fazer nada, de fazer meu passeio, como eu com o até já dianteio, a gente deixou para conhecer mesmo o centro histórico de São Luís, no nosso retorno dos lençóis. Pelo menos é questão dos voos que a gente achou, melhor, tá? Então, assim, essa noite, a gente basicamente chegou em São Luís para dormir e acordar de a seguinte, para pegar o nosso troco. Não, sei se que foi uma parte importante de chegar em São Luís para jantar. - Calma, eu tô chegando lá. - Não, você tá comendo a parte mais portante dessa. Mas basicamente, a gente chegou para dormir para um dia seguinte, já pegar o trânsito, e para aí, para os lençóis, né? - Sim. - Para aí, para São Paulo, amaro. Então, a gente ficou num hotel bem bom, um hotel bem legal, que chama Luzeiros. - O melhor de lá. - O melhor de lá, um hotel usou mesmo, o hotel internacional, tá? - Isso é evotivo, né? - Isso é evotivo. - É evotivo, mas é muito bom. De frente para praia, uma praia que ela não é própria pra banho. É engraçado que dá frente do hotel, lá da nossa sacada do quarto. A gente viu uma baita fila de navios ali, que estava esperando para tracar no porto. - Falando que pessoas na vida ali. - Tá cala, tá cala. - É, tá caí. - E tá caré. - E tá cala, ó. - É. - É. - Fala que os navios ali ficam mais de mês ali esperando para. - Pra. - Na coisa de louco, Brasil. - Prazer, dá uma vergonha, às vezes. Mas o hotel tinha uma piscina legal, a gente. - Pra ovar, já que tá uma quina, né? - Vamos pra piscina, tá tal? Mas assim. Mas a gente sabia, né, que porco. Culinária nordestina, ó, adoro comida. Tempeiro, no nordestina, né? Já. Já comem muita comida baiana, é falava. Vamos comer comida do maranhão, no final de costo, né? - Claro. - E o hotel ficava muito perto de um restaurante famoso, que chama. - Cabana do Sol. - Cabana do Sol. Já tinha recomendado muitas pessoas recomanharam pra gente quando o sol. - Você busca a soluíça ou só acabando de sol? - É. - Eu quero que eu bande sol, bande, bande. - Quando a gente tava indo pra lá, várias pessoas me mandaram ou vai lá na cabana do Sol, como é carne de sol, isso é que. E foi exatamente o que nós fizemos, né? Já que estamos lá, a gente aqui, a gente foi comer ali na cabana do Sol, a pepper, tinha o hotel. E cara. Como era a boca com muita. - A gente experimentamos a famosa sísima carne de sol. - Mera, essa é a fama que tem. E o interessante é o seguinte, né? O cardápio. Tinha lá carne de sol de minhão, carne de sol de. de picanha, carne de sol de maminhos, o quê? E aí tava até meio cara, assim tava lá, acho que uns 180 reais à porção. E aí olhando mais para feita do cardápio pra lá, carne de sol para duas pessoas. Fala, pra pra ela, aquela porção é maior do que da duas pessoas. Tinha uma pessoa mais baratinha, um pouco mais barato. - 130, porém? - É. Que era só para duas pessoas, fala, beleza, vamos nessa aqui. Aí perguntava, "Ai, qual que é o carro cheio?" "Não, é o carne de sol de minhão, então. " Beleza, solta essa aqui para duas pessoas. Quando chegou, mas era tanta comida. - Parece que era para seis pessoas. - Eu falo assim, essa aqui é a porção de duas pessoas. Se não embordou coisa errada, não. Eu fiquei desconfiada com os caras de um mecobrado, é o preço da cheia. Mas chegou tanta comida, mas era tanta. O bifinci, a carne de sol em si, era gigante. Era puta, bifão. E aí veio a passoca, a baiô de dois, a macachera, poré de macachera. - Nossa. - Faraó, só, o gladió. - Cara, vejo tanta comida. - Passoca, que a gente não sabe o verdade, também. - Eu sou feijões. - E umas porções enormes. - E vejo tudo comida. - Porém? - Poré, de mandioca, né? - É, esse foi o outro. Não vei tanta comida, mas é tanta comida. Caira, fãs, se caramba, vou comer carne aqui até saí pelo ladrão. É isso porque a gente já pediu de um aperitivo de camarão, que já era uma delícia. - Quer te ver, na mesa do lado chegando e estava bonito, o camarão falou, um pedido. - Nossa, comem-me, viu. - De tava boa, aquela camarão também. Era o camarão, acho que no alho e óleo, uma coisa assim, né? E gente que prate enorme em que comida deliciosa que veio. - Descelente. - Feiz justa fama. Foi aquele primeiro momento da viagem que você tem outras expectativas e ela foi. - Atendido. - Supplantada, sem ela passar por cima da barra. - Da barra. - Barra, subiu. A barra foi caramba, já tava com expectativa alta, e negócio foi melhor, ainda que imaginar. Mas é beleza, né? Com o bucho cheio, voltamos para o hotel para dormir, porque a gente tinha que acordar de a seguinte, para pegar o nosso transfer para ir para Santomaro. - Sim. - Bom, o transfer. Tanto transfer, como todos os passei, a gente contratou ele em todo esse trecho com a gente, é só. Sim. Já já eu fez todo o contato com ele, né? Pelo menos, eu tudo certinho, a gente fechou um pacotão com esses caras e tal. E aí a gente teve um transfer privativo de São Luís até Santomaro. É uma motorista tão muito legal, inclusive, que contou, falou bastante, contou umas histórias para gente, de lá e tal. Feiz um pequeno tour ali, já pelo centro onde a gente iria se hospedar depois na volta. Contou por que da história, falou de. - Passamos na venda por de "Taki", - "Taki" - "Taki" - "O Porto", que é esse que faz a fila de um mês para os caras conseguir deixar as coisas. Contou um pouco da história de São Luís, falou lá que a cidade. Ela foi originalmente conquistada por franceses, mas os franceses ficaram um pouco tempo. Ficou menos de três anos, até que, por causa dos tratados de torres ilhas, os portugueses foram lá e tomar a cidade de volta. Então por isso que tem algumas figuras francesas e portugueses ali, a cidade tem essas duas influências europeias, né? Sim. Bem legal, tanto o tour que ele fez com a gente. Mas chegamos em São Paulo, uma para a nossa pousada, um calor dos infernos, parece que a gente estava chegando em Mordor. - São lista no Nordeste, não é verdade? - São lista, Branquilo, no Nordeste, só se feia. - E Gordo, Branquilo, é nossa, e. - Nossa, como a gente está fora do nosso ambiente? - Nossa, muito boa. - Mas aí ficava. - Fava, mas isso suave. - Fota o difícil. - Fota o difícil. - Mas aí a gente se hospedou na pousada. - Beira rio. - Beira rio. - Uma pousada bem bonitinha, tinha ar-conso-nado, tinha frigobar. - É, ela foi escolhida por ter ar-conso-nado, tinha muitas lá que não tinham. Essa foi uma que apresentou este diferencial. - Exato. - A localização dela é ok, nada demais. Até porque meio que acho que todo faz localização lá. A única recalmação era cama, a câmera é bem dura, né? - Cameradura. - A câmera é bem dura, você quer dizer descansar e a câmera dura, cara. Mas assim, não pesca uma pousada lá, é uma pousada que, assim, a casa do uso, terra era dividido com a casa do primo do ponto da pousada. E a gente convivia no mesmo quintal, então, tinha um rio no fundo. - No fundo do terrer. - De uma abertura pro rio, né? O rio que cura, corta, tudo. E aí a gente chegou no primeiro dia, tinha um pessoal lavando roupa. - Não, é, pessoal. - É, um rio. - Quando o fez falar que a pousada é boa, ela é boa, mas assim, você tem que se preparar para rústico. - É o povoado muito simples, tá? - Muito simples mesmo. Talvez pessoas que tem um pouco mais um grau mais elevado de exigências podem não se sentir bem numa cidadezinha daquela, tá? - Sim. - A gente tem que ser bem honesta. - Não, é, e o hotel mesmo assim, com essas questões, ele é simples. A fé também é muito simples, é um hotel quarto simples. - É bem assim. - É caserão, né? - Caserão, tá? Mas assim, cumpri o bem, o propósito, sabe? - A gente se sentiu seguro, viu? - Não, pra gente tava ótima, a gente tem que avisar, porque tem gente. - Exatamente, né? - Gosto a it. E cada um do que vira já pône se sente bem, não, sem. - Você tem que entender a dinâmica pra ver se é sua pra eu não. - Exatamente. - Mas aí a gente chegou, se estabeleceu, já começou a se basuntar de protetor solar, né, pra sair naquele salsão, e foi mandar pra procurar um lugar ali. A gente ia ter o centrinho, mas a gente falou "poxa", a gente não entendeu as direções lá que passaram pra gente. - E tava muito calor. - A gente tava muito calor, a gente falou "desincana", "vou virar pra cá". - Não, eu vou contar que o fé falou que assim era pra me preservar. Aí ele tava mais bafurido que eu. Fos não justi preservo, "vou não voltar". - Nem olha. - Nem olha. - Nem olha. Eu mereço. - A Jú tava se cagando de medo, essa viagem toda, porque ela sabia que algum momento ele tem que subir duna lá no façaí. - E foi, é uma proposta legítima, porque não tem nada pior de subir duna. - Então assim, ela se preparou, andou pra caramba, Jú fez uma preparação muito bom pra essa viagem. Mas ela ainda tava morrendo de meio das dunas, então, "vou mandar toa nesse calor". - Ele falou, tá, só pra avisar. - Mas aí foi mandando pela rosinha, chamam uma entradinha ali, numa viagem. - Tava escrito restaurante com a seta. - E aí, esse viagem passava uma porra e dava direto no rio e tinha uma prainha nesse rio, onde tive um monte de gente ali umas cabaninhas com o pessoal tomando cerveja, na beira do rio ali, do outro lado do rio, dá pra ver que tinha um campeinho, ele futebol, assim. - Sim. - Você vê que era onde o pessoal fazia o entretenimento deles ali, brincado o rio. - E o pessoal local, né? - Local, local. - É o programa deles, essa beira de rio aí, desse espaço. - Do outro lado da mar, a gente é quadrinha, tem uns graves de gore. - Graves de gore, futebol. - Então, se era lá, a gente acabou dando sorte pegando esse lugar pra passar, a gente já passeia as três da tarde. Então, a gente acabou ficando por lá, a gente não tava com fome, tanto de comida, porque nem um, um maluco na noite, café da média até o bom. - Exatamente. - A gente tava assim, a sua, "vamos pegar uma batatinha, é um refoneiro". E se você está mal em aberto Rio. E fica muito. É uma menina muito gostosa, que valeria até a pena. Eu fiquei com um dó de não ter conseguido voltar lá pra ficar mais tempo. Pra ficar um pouquinho no Rio, então. Um pouquinho no Rio. É, eu tenho curiosidade, eu gosto de Rio. Porque o que aconteceu? Esse dia a gente chegou, né? A gente saiu o cedo lá, de São Luís, chegou lá. Essa era mais menor do que a moço, só que a gente já tinha um passeio às três horas da tarde, contratado dentro do nosso pacotão, né? Ali para as dunes. Por isso que a gente não podia ficar muito tempo ali dando bobeira nesse lugar. Aí comeu, batadinha, dá uma cerveja. Isso aqui voltamos para o nosso propósadinho, para a gente se preparar para a saída. Porque o pessoal nosso tour veio buscar gente de quatro por quatro para levar para as dunes. No nosso primeiro passeio. Quero circuito das andorinhas. Das andorinhas, exatamente. Me lembra? Obrigado, eu fiz o pânio do primeiro. Bom, então fomos nesse passeio primativo também. Só nós dois, só eu e a Jú. E aí os caras encostaram lá com aquela toia à toa, na lá. E o que eles fazem? Qual que é o veículo padrão de todos esses passeios de não importa como empresa você contrate? É uma toia alta dessas, uma caminhonete, quatro ou quatro. Pode ser de cabine desse, se implizou, cabine dupla. Mas na caçamba, eles adaptam uma um todo e uns bancos para a gente do lado de fora em cima da caçamba. Algumas tem sido segurança, algumas não têm. Mas é esse o veículo padrão dos passeios, de que todos os passeiros que eles fazem lá, não, não, não, nos nem se faz morrer. E aí, então, já pegaram a gente, a gente subiu lá na caçamba da caminhonete e fomos lá para o nosso primeiro passeio. E o primeiro impacto foi muito impressionante. Lembre-se. Porque você tá andando ali para as ruínas da cidade, tá tudo ali na parte reasaltada, onde é tudo que eles bloqueam na rua. De repente, ele já começa a entrar em umas ruas de areia, ainda dentro do vilarejo, não, onde tem casa, mas aí você tem que passar por uma portaria que é a entrada. - É um controle de acesse. - É um controle de acesse do parque. Porque é um território federal, então eles controlam bem esses acessos. E aí, num trecho muito curto que você passa ainda na rostradinha de areia com alguma vegetação, de repente, fica tudo branco e você tá no meio de uma duna, enorme. E ele já acelera e aquele vento bate na cara. Se você tá de boné, o boné vôna é hora. - Na hora. - Tu está. Então, assim, o interessante é estar de óculos, logo nos escuro, para proteger o olho da areia que bate nesse momento no vento e tal. Mas na hora que a camineta acelerar, ele sobra a primeira duna que ele abre a visão e que você já começa a ver os primeiros lagos, é muito impressionante. É realmente incrível, assim. A gente ficou de boca aberta do primeiro impacto que a gente teve nesse momento. E olha que a gente nem viu nenhuma grande lagoa muito bonita nessa primeira vez. - Nesse primeiro momento. - Pague. Você já vê alguns leitos ali de lagos, meia secas, etc. Mas assim, a pancada de você, de repente está com o carro subindo nas dunes, cara, parece, é muito melhor que um ride de parque de. Qualquer parque de Orlando, sabe? É. É ter um emocionante quanto e de verdade. Então você. É incrível. Isso. Não acredito que os olhos vem. É por entrar na linda assim, aquele. "Ah, ele é salário e sobe e destas, no. É, ele não tem pôr trilho. É. É vida real, né? É vida real, né? É aventura real, aquilo. É aventura real, é exato. E aí, nossa, você começa a andar no meio daquelas duna, aquela área branca, linda, que isso é o azul, você começa a parecer uma lagoa esquerda, logo da direita, e aí o carro vai trilhando, fazendo aquela. Tem que fazer um zigzag pelas dunes, não pode sempre no tireto, não o carro me amtô, mas é muito legal. É uma manter a russa. É uma onda russa. É uma onda russa. É seu vagem. Exatamente. É muito legal. E aí, ele vai até um determinado ponto, que ele para pra gente ir da primeira lagoa, que a gente foi que eu não lembro o nome dela. Mas não é o que ele pô. Jumco, boa. Na hora que ele para essa lagoa, são assim, cara, que que eu tô vendo? Porque era uma das coisas que a gente juntava como conversando. Nós dois tínhamos altíssimas expectativas para essa viagem. Porque foto, a gente sempre veio e fala assim, isso parece ser muito bonito. Exatamente. Só que foto, aí às vezes, é o ângulo, né? Várias outras viagens, a gente fica empolgado, ele fala, "Poxo, quero ver isso, quero ver isso." E às vezes você fica meio. Não corresponde ao hype, não corresponde a toda expectativa do que você. É, ó, é dentro, mas. Mas esse primeiro momento, desse. das dessas "ride" de camionete pelas dunes. E essa primeira parada, da primeira lagoa, você fala assim, "Cara, isso é mais incrível do que imaginava." É impressionante como conseguiu ultrapassar as nossas expectativas existiais essa. Logo de cara, essa primeira passeio. Sim. É uma lagoa no meio. No meio do deserto. É uma lagoa limpida de água doce. A água cristalina. A água cristalina, com temperatura agradável. Às vezes ela fica na tonalidade mais azul, às vezes ela fica mais verde, numa duna, porque parece ser. Pinta, você olha, você só vê branco. E. E isso, e um céu azul. Não tem como, ó. É um cenário inacreditável. E assim, você está andando no meio do alago, vai andando até o meio dela, boa parte delas, dá pé, o tempo todo, né? Nesse momento, nesse momento, que a gente estava lá, parte daqui em um homem, que ela estava mais cheiais, não seja tanto assim, né? Mas quase todas as lagoas que a gente foi, boa parte dela, assim, ela se anda andando, andando, metros e metros para frente, e se ela continua dando pé, foram poucas as que a gente não dava mais peça de ter aqui nadar. E aí, olha, ao seu redor, todo isso, só vê água e. E é muito ampla, tudo gigante, tudo longo e água doce, a temperatura, sabe, nem muito fria, nem muito quente. Airei, não fica quente. Porque vem, está muito. Venta muito. Esse aqui é um dos lance, assim. Apesar do calor, o azul que a gente pegou, especialmente quando a gente começou a sentir logo de cara, quando a gente chegou nessa parmãe. É na cidade, quando não vem, é um calor insuportável, mas. Exatamente. Nos passeios, tanto em cima do caminho, tanto na lagoa, quando é muito vento bom. Nossa, é um. É porque vem-ta demais, vem-ta demais, e isso refresca. Por isso que assim, tem que tomar cuidado com meu realmente com o protetor solar, boné, né, quem é caréco que deu. Mas você vai reparar isso contratando, João Gouvesse, você vai respeitar tanto a viso de leve, protetor solar, boné. O que. Você sabe que a coisa vai apesarada. Exatamente. E realmente é muito quente, só que esse vento todo, o refresca tanto que você meio que esquece do sol. É, se você esquecer, vai ser feio. Se você esquecer, você vai sair de lá assado. Assado mesmo, então tem que tomar muito cuidado. Eu devo dar parabéns para nós, porque pela primeira vez, acho que em muito tempo a gente não errou. Eu e a Ju, nós somos os reis de fazer merda no primeiro dia de impraia, e sai todo que é imado de sol e estragar o resto da viagem. Sim. A gente fez isso todas vezes, que já é porque é porra. Tantas vezes, tantas vezes. Mas nessa vez. Você passa a não pedá-se depois você vê a marca do lado. Tudo ver, me faz o bandeiro da Austria, sabe? Tudo porque. Você vê direit ao marca do dedo, onde você passou e onde você parou. Eu digo de converter. Mas, dessa vez, eu a gente estava com tanto medo de estragar a viagem, que a gente passou bonitinho, tanto que a gente ficou. Eu vou até até me lembrar, bem menos morrendo do que mais. Eu estou bem morrendo, mas não estou queimada. Exatamente. A gente não teve problema de queimadura de sol e ficar vermelho, ordendo nada disso. Acho que é a primeira vez. Foi a primeira vez, histórico, gente. Histórico. Mas aí, você está lá naquele meio daquela lagoza, o bonito e gostoso, tal que ele vento bom, que era a temperatura agradável, e aí, o café falou, deu uma hora, a gente precisa ir para outra lagoza. Tá bom, poxa, mas você está tão boa, né? Essa está tão linda, sério? Você precisa tirar a gente daqui para a protola lagoza. Mas tudo bem, vamos lá, e sobe no caminhão. E ele vai, vai, de novo, volta a trilha, sobe duna desse duna divertido, você faz, "Uu, muito legal!" E aí, ele chegue no outro lagoza, e é mais bonitas, graçada. É incrível. Então, é uma notanalidade, eu formato. Você começa a notar para que ele se diferente. As dunes eram mais altas, então, dá vontade de correr na duna. Aí, essa segunda formava uma prainha. Isso é do Amaro, como eu falei, muito rústico, e tal, tem muito menos turista. Então, vocês eram vazios. Tia pouca, gente. Você chegava lá, parecia mais um ou dois caminhões, então era pouca, gente. Então, a gente cozinha ficar sozinho num cantão, uma prainha, era uma delícia. É uma delícia. E eu vou destacar o que, pra mim, é o grande diferencial dessa experiência, que é chamar-se "Agua doce". Exatamente. Gente, a água doce faz toda a diferença do mundo. Eu sou muito ruim de praia, porque aqui, aquela, primeiro, não tomam sol. Então, esqueça, você não vai. E a Joga dora água, tá? Eu amo água, eu dei o sol. Então, você nunca vai me encontrar toda lá, fritando numa. Deitada, numa canga na reta da pessoa. Uma canga. jamais. Se você achar que sou eu, não sou. Nunca aconteceu isso, nunca vai acontecer. Você achar que é jú. E fora, jú, cú tuca, vai ver se ela tá vivo. Então, vou, não estarei. Não estarei. Isso nunca vai acontecer. Na praia, eu tô dentro da mar. Ou indo embora, reclamando da marise. Eu não ia. Então, lá, era. Era perfeição, porque a água. Era agradável de estar. Ela não é melada, ela não. Que delícia. A gente só ficava melada por causa do sandal. Porque o sandal. Assim. Ficava meio pegar o Joginapel, e é aquele vento toda a sua prana que ela areia fina. Areia grudando no corpo. Sim, sem intervista. Mas aí, sem interna. Só vai. Sem interna a água, bate ali, mão, rapidinho e já saiu. Mas é tranquilo. Mas que delícia? Que experiência incrível essas lagos. Essa parte eu não imaginava eu confesso a ignorância na pesquisa que eu não sabia que era água doce porque eu não sabia a origem dessa água. E bem, ou mal, ele fica muito perdonado, né? Sim. Então, eu não tinha muita informação sobre a qualidade do banho nas lagos do leis sois marência. Se eu soubesse, a gente já tinha ido antes. Porque, sim, é inacree. A temperatura certa. Fala verdade.
-E essas banhas nos laguas lá arruinaram pra todo sempre praia pra vocês. -Sim, sim. -Paraia, nunca foi o meu forte. Eu sempre falei que o meu forte é uma piscina de frente pra praia. -É. -Sabe, você tá no resort que tem uma piscina vendo? Mas é o ideal. Dessa vez, eu falei, eu vou começar a procurar os lençóis de monga guapa -Você acha alguma coisa por aqui? -O que tem que ter alguma coisa? -Não precisa que você tá tão longe. -Não é possível que só tenha leis sois no maranhão, porque tinha que ter uma lençóis no monga guapa pra gente poder ver -Sas partes faz essas delicia mais vezes. -Lençóis de ubatuba. -Lençóis de ubatuba. -Una lençóis de ubatuba tem as coisas legal. -Quê sabe? -Vou procurar. -Vou investigar, as lençóis de ubatuba. -Mas aí foi chegando nessa segunda lagu, onde ela já tinha, digamos, uma encosta um pouco mais alta, de uma duna mais alta, perda aí, óbvio, é o babacão aqui. Foi brincado de rolar na duna pra cair na água. -Notic. -Ela tem uma duna. -Que eu tinha feito uma promessa por nosso grupo de assinantes do PICP, -no Passe Porte Orlando, que. -Pagarei em Mico. -Eu pagarei Mico pra vocês, vocês estão pagando PICP, e vocês merecem ver o pagano Mico, eu vou rolar na duna e vou mandar um vídeo como conteúdo exclusivo de assinantes. -E foi feito. -Ele compre. -Prover essa paga, eu rolei na duna. -Ele é o preço tal. -Ele provavelmente custou uma par de selas da meldição do ouvido esquerdo, mas depois essa história fica pro outro dia. -Ele já está entratamente. -Eu estou procurando, já ajuda a medica, tá? -Sim, eu perdi um pouco da audição do meu vídeo esquerdo com as abricadeiras, mas. -É porque eu não saio de rolar. -Valei o. -Valei o cara assim, não me repede nada. -Eve muita gente rolando a duna só um panguão aqui, saiu com o ouvido, -Mas. -Não, me arrependo de nada. -OK. -Mas aí ficamos ali. -Ai, deixa eu. -Eu falei do ponto positivo, pra mim, pessoalmente, enquanto pessoa de tamanho, avantajado, subinaduna é o ponto negativo. -Apesar do. -Meu Deus do céu. -Porque é cada passo que se dá. Eu sempre achei que as escadas eram minhas inimigas, mas não é. A duna é a maior inimiga do gordo, porque você pisa. Em quando os leves sobe a duna como se você está sentando pra frente, o gordo, ele enfiou a pena, a duna, e ela desce. Exatamente, ao mesmo altura que você pôs o pé pra frente. -Ela são macias, elas são a área fulfa. -Tive passo que eu dei que eu acabei antes, mas pra baixo do que eu mirei, - Eu como eu comecei, entendeu? -Então, aquilo é muito difícil. -Duna são problemas. -É, realmente, é demais. -Pas quem leve, só não, ou se eu via, -Fush! -Mas cansa, ver o cansa, dá naquilo negócio. -Cansa. -Ela vai ser o comentar. -Tá. -Ponto, possibam, água doce. Ponto negativo, subinduna. (risos) -Ajuputa, lá, não. Tem tanto subir uma duna, segurando uma corda, mas pra frente, passou um cara do lado dela correndo, subiu correndo. -Ai, se fiar, é ó! -Meu, com o filho da. -Mãe. -Ela vai ser a duna, mas é só, -Ela vai ser a duna, mas é só, -Espetáculo, você vê o sol. -Ela vai ficando mais amarelo, -Ela vai ficando mais. -Ela fica bem do un dinho, -Ela é causada, né? -A gente aprende quando tem clips -Que não pode dar o direto por sol, -Mas lá tava tudo. -Ela vai estar de óculos escuro, -Tem novas, no horizonte, -Ela vai ficar com alguma coisa. -Não, só mais aí nem ficar com a quagela bolinha -Te seguindo depois, olha pra lua, -Tá aquela bolinha que você fica seguindo. -É maravilhoso, é incrível, -É maravilhoso, é incrível, -Tá acabando por sol, depois de por sol. -Induna, a gente tava em arraques agora. -Induna. -Induna, planteta duna. -Ah, inédio. -Mas o nosso guin, -Ele levam na caminete, -A algumas cadeiras de praia, -Ele coloca ali, pra gente ficar assistindo. -A gente só quer, ao invés dos dois panguões -Que sentam na cadeira, -A gente sentou na duna mesmo na berada ali, -A gente sentou na natureza, né? -Mas na natureza, só quer o vento, -Venta tanto, que o vento vem nas costas, -E o botão tá arrendo, caro. -Por isso que eles podem a cadeira, gente. -A gente deve que levantar, -E sentar na cadeira mais pra trás. -Não dá pra ficar na beradinha ali, -Pque o vento ali faz um vortex, -Ele joga tudo na sua cara, arrendo. -É, a gente descobriu do modo. -O modo rardo. -É muito tonto. -A gente é muito tonto. -Sim. -Mas aí vimos, -Belice um por do sol e pegamos a caminete pra voltar. -A caminete deixou a gente lá de volta no nosso hotel, -A gente tomou banho e aí, -Nesta primeira noite, -Fomos procurar o centrinho de Santamaro -Para jantar. -Não é claro, gente. -Que turista, né? -Turista, né? -Que que se faz? -E tu é um bom e fica bonitão, tá? -Co seu. né? -Mm-hmm. -A gente já sabia que não precisava levar sapato, né? -Lá é a terra do chinelo, tá? -Não importa o que você usa, né? -Lá é só chinelo. -É, só chinelo. -Mas a gente tá bonitinho, cheirou, gente. -Tira uma areia. -Tira uma areia. -Tira uma areia. -Demora um banho, levou uma hora, até tirar toda a areia. -Caramba, tem coisa de novo. -O bolso do meu caussão tinha duas dúna dentro de cada bolso. -Mas aí fomos andar pelas ruas e tentar achar o centrinho. -Gente. -Que tristeza. -Gente, tristeza, garante, nada. -Nada. -A cidade não tinha nada à noite para fazer. -Nada. -A gente dava pelas gozinhas. -Cê só vê aquele povo sem acitar. -Você sabe que ele, pessoal, bem? -Vem local mesmo sentado na porta de casa. -Muitas casas pra barta aberta, pucô. -Tudo é chão TV. -Tudo chão TV. -Tudo mundo estava vendo em o nacional, todo mundo. -Mas tinha muita gente que estava sentado lá de fora na rua, bater no papo. -E aí sabe aquela cena de filme de Veloeste, que os trangeiros estão chegando na cidade, -E ele está passando na rua e fica todo mundo olhando e acompanhando o cara. -A gente está se sentindo assim. -Tava. -Porque a galera está olhando, porque a gente não tinha nada para fazer, -O que vocês dois campanacos estão fazendo aqui. -Mas aí fomos andando e chegando no centrinho lá, que é uma pra cima, com igreja. -Sim. -E aí do lado dessa pra cima tinha uma hamburguerinha. -Ah, hamburguerinha. -Ah, hamburguerinha que era a única referência que falaram pra gente que talvez. -E foi assim, foi esse termo que o Dono do Dosa falou. -Talvez tem a comida lá. -A gente perguntou para o dono, a gente pode jantar. -Talvez lá na hamburguerinha tem. -Talvez a hamburguerinha esteja bem. -Ah, teve um ponto que se de comentar. -No almoço, quando a gente comia a batatinha lá no seu quê, -A gente quer que ele tomou sorvete, a sorveteria tava fechada pro moço. -A gente já vista a laberta mais cedo, mas a gente quis imaginar, -Talvez ele não foi por um moço. -Talvez é um chado. -Por que fechou? Porque ela fechou pro moço, depois ela abriu. -Pataide. -No final da tarde. -Mas as coisas fecham pro moço. -Los fecham pro moço. -Tudo fecham pro moço. -Ai, a gente demovia, ali, tinha uma beia doze de pessoa comendo lá na hamburguerinha, -Tinha um outro sorveteria também, assim, tinha ninguém. -Tinha uma beia doze de pessoa, aí. -E isso que era uma cesta noite, tá? -Cesta noite. -Mas a gente lembrou que no caminho pra chegar lá mais perto do nosso pousado, -Tinha uma outra pousada que tinha um restaurante do lado, né, junto. -Tá uma carinha do boco. e a gente tinha visto no dia anterior. Mas era uma lagoa linda também. E como a sera um passe de dia era mais longo, a gente pode ficar muito mais tempo curtindo as lagos. Sim, a gente parou em 3 lagos, cada uma a gente ficou mais de uma hora em dia. Mais de uma hora e meia, né? Então foi de boa, sim. E aí realmente, a gente chegou lá, logo cedo, só tava basicamente eu e a Jura mesmo na água. E aí de repente começou a chegar gente, começou a chegar gente, a gente cheio. Não, não é em cheio, vai, vai. É muito menos do que das voce dos barrerinhos. Mas não parece ser os aluns. Nos 4, 5 milhões, lá. É bastante, é, de ver ter uma 50 pessoas ali naquela dia, na lagoa. É. Quando a gente tava lá. Gente, mas a lagoa enorme, tá? É bom. Consegui ficar longe das pessoas, não é? É bom, é um bocado, não. Mas aí, como a gente ficou bastante tempo, essa gente não só ficou curtindo a água, mas a gente começou a andar, a gente deu a volta, na lagoa inteira, andando um outro lado, pra ver a outra, a lagoa que tava ali perto dela, que ela juntava quando oproveitio tinha essa mais cheia. Então quer dizer, deu pra curtir de um jeito diferente, sabe? Do que a gente dos outros dias, que a gente ficou mais ali na beradinha mesmo, a gente explorou o ambiente toda da lagoa e também a gente viu pela segunda dia, todas essas lagos têm peixinhos. Sim, eles mordem a buna. E eles mordem nossas pernas, e as todas as buchas. Como viram no meu áudio revelador de stories? Só mordem na buna da ju. Mas eles ficam mordem no pé, muito engraçados, eles ficam na gente. Sim. E assim, ficam lá um tempo, fomos gostoso e tal. Aí a gente saiu dessa prépa, uma segunda lagoa, ainda antes do Dorardo de Amos. A segunda tão linda agora, primeira, mas quando a gente chegou nessa segunda, já tinha muita gente. A gente foi, acho que foi que a gente ficou menos. A gente decidiu ficar um pouquinho mais da primeira, do que na segunda. É, mas era linda. Era linda também, mesmo esquema. Tira uma monte de foto, curtir, e tal. E a gente fez uma parada promosso. Essa parada promosso foi um pouco diferente. É uma dessas paradas que já estava em cruza ali no roteiro, então, foi nada que nós escolhemos, a gente não escolheu o restaurante. É o roteiro padrão deles, levamos a gente para aquele restaurante lá. Só que para chegar nele, você precisa pegar um barco. O que foi interessante, porque o nosso carro, nosso caminete, deixava a gente na beirada de uma outra, de uma olagoa maior. Era uma olagoa inclusive bem mais fundo, e tal, não era. Ela não tinha a mesma tonalidade da das outras, ela era bem diferente. Essa não é dê-lo, não é dê-lo dessas que seca. É. E aí, a gente pegava um barquinho, esse barquinho subiu essa olagoa, que a gente chegava até um rio que me dava ali com ela, e na beirada desse rio, ele deixava a gente bem direto na cara do restaurante. É interessante que tudo nos lençóis não pode ter comércio e negócio. Os únicos liberados para a funcionação comercios de peste de locais de pessoas que são de lá. Então, você não pode criar uma. um negócio com um. Você não pode chegar lá, vou abrir uma franquia de McDonald's aqui, não é? Não, não pode. Então esses restaurantes, eles são dos moradores das vilas originais de dentro do parque dos lençóis. Então, assim, realmente, nunca tem muita opção e sempre é nesse ex que é uma bem rustico. Esse restaurante que a gente pode chamar cantinho da felicidade. Sim. E ele é interessante que ele tem, mas. Ele fica bem na fria do rio. Esse rio, ele tem uns bancos de areia que fica bem razinha, né? E aí, eles montam umas redes para você deitar no meio do rio. É muito legal. É redário, é uma coisa que é uma palavra que a gente aprendeu nessa viagem. Do lado de todo o restaurante tem um redário. Para a pessoa tirar um peção. Sim, sim. E esse tinha até umas redes no meio do rio, mas para fazer foto. É, mas porque ela estava. Meio sol? Tá bem no sol, mas assim, num banco de areia, no rio. Aliás, as fotos e esse lugar ficaram lindas, né? Que caro mesmo. E o interessante foi que, no nosso passeio. Antes, quando a pessoa pegou a gente no hotel, eles já perguntaram para a gente o que a gente queria comer. Sim, eles também. Sim, eles já tinham andado com orário. Exatamente, eles agendaram o corário para a gente chegar lá. E já também pronto, não precisa ficar esperando, então. Ah, isso é. Tudo lá demora muito. Demora. Então, quando eles fazem isso, já é para. Os caras já se prepararem, então eles já vão ter o prato meio pronto, não é que você chegar. O que é ótimo. Exato. Todas as vezes que eu aconteceu e deu certo, foi bom. Foi. Que a gente que eu comer mais uma vez camarão, eu comer um peixe, gregado. Estava tudo muito bem servido, muito gostoso. Esse foi o camarão mais gostoso, que a gente que eu come na vez todo, e olha que eu comei camarão, hein? Eu acho que eu comeo camarão de pacaarã. Nossa, chora. Mas aí, amossamos lá, a gente ficou dando um tempinho esperando, porque também tinha o tempo de descanso, ali está, aí pegamos o barco de volta. E fomos para mais uma lagoa, que essa. Como eu vou dizer, confesso que eu também não lembro o nome dela. Que foi o último lagoa, que a gente ficou lá, acho que quase duas horas. Foi, foi ótimo. Nossa, a gente andou para a cara melhor enorme, ela era muito grande, essa lagoa. A gente andou para a caramba, né? Era legal porque a maioria do pessoal ficava ali na boca dela ali mesmo, na prainha dela. Não, tem gente que vai pegar a dune, vai embora também. E como. A maioria fica na prainha do rajo, o pertinho, do guianzo, e uns malucos pega aquela dune e som. E tinha uma zundu nas altas. Essa aí, a dune era muito alta, perda-la. Sim. Para você chegar lá em cima, você subir pela encosta ali do vento? Era difícil, você tinha que sair por outro lado e subindo pelo caminho mais longo e menos em grem. Então, a gente fez isso e a gente ajudo para o endesseu lá de cima. Sim. Mas foi legal, foi muito bom. E aí, quando você andava, às vezes você está andando na cena lagoa em volta dela, você percebe que ela faz uma curpa esquerda, só que você não está chegando por causa da dune, que está atravessando ela. Então, se você resolve dar a volta e andar tudo, quando você cruza só do último aduno, você percebe que ela agou expande, ela fica maior ainda e fica mais verde. Quem é o local que não vai nem um turista, então tem muito mato, tem muito planta, vegetação ali no fundo dela, porque você percebe que quando é muito pisada, ela é mais areia, mais branca nela. Mas nas áreas menos pisadas, tem um pouco de lodo assim no fundo, tem vegetação, ou de menos gente vai constantemente. Tem até umas vitórias rejas, que é muito engraçadinho que elas ficam com o cabinho lá do fundo da plantinha, só que até. Supervisita você, olha, o mundo de vitória! Manten de plantinha boiando, mas também foi de novo. Curtiu para caramba, brincadeira lá, ficava na água, tem pão, ficava andando volta, conhecendo, explorando, lagoa, porra. Fudeu o tempo, o legal desse segundo dia que foram passem mais longo, e foi. A gente teve tempo de ficar nessas lagosas e aproveitar muito. Na verdade, foi o dia que a gente mesmo, no depois, contando bairinha, foi o dia que a gente realmente teve mais essa coisa gostosa de ficar mesmo. Sim, foi exatamente. Bairanto, não era mais curto, porque você devarava muito para chegar, exatamente. Lá foi o dia mais amplo de uso de água, né? Mais livre, mais livre para curtir, explorar a vontade. Foi legal, foi legal. Mas aí, ficamos lá até hora de mais uma vez, saí para um outro ponto, para assistir, malvamente, o por do sol das dunas. E esse segundo dia, acho que foi mais bonito. Foi. O primeiro dia teve uma nuvem chata que tentou roubar o final e esse segundo dia foi perfeito até o final. Acho que esse segundo dia, a gente estava numa duna mais alta, que a gente tinha a vista de pelo menos três lagosas no horizonte, onde a gente sem ver o sol refletindo na água. Então ficou mais bonito. Você conseguiu esse segundo dia de por causa do ser mais bonito do que o primeiro. Foi. É impressionante, né? Mas, bom, para não ficarmos repetindo muito, a gente voltou depois do hotel, mas uma vez para tomar banho e aí uma coisa foi engraçada. Quando a gente estava chegando de volta no hotelzinho, na pós-adinha, a gente percebeu que por ser salva da noite tinha um pouco mais de movimentação, um pouco mais de agita nas ruas. Sim. A gente falou, "Poxa, finalmente vai ter alguma coisa", né? Mas aí, assim, o entro tempo da gente tomar banho isso aí, sumiu tudo. Eu não sei, onde é que é pessoal? Eu sumiu, então, a gente na rua tinha forró, sabe? Você ouvi a música, então a pessoa. Foi, foi, falou, "Ojitém". É, "Ojitém". "Ojitém". "Ojitém". "Ojitém". Não, "Ojitém". Então, foi bizarro isso, porque a gente colocou o carro chegando no hotel. A gente viu um monte de agita, um monte de pôr, a pessoa não puteca lá com o musical, então isso é que. Aí, quando a gente realmente saiu, que deve ser, sei lá, "Oito, nove horas, a mão coisa assim, aí morreu". "Cê não morreu tudo". A gente basicamente voltou no mesmo restaurante que a gente comeu, pra eu ficar atrasado tudo, porque entrou muito mais a gente, e eu mesmo tempo que não. É, é porque era o comemoração de uma posada, de todo mundo a posada, com meu lá, então aquele dia demorou. Demorou, foi meu chato, tá? Mas essa cuida tava boa, também, sem reclamação nenhum. Aí a gente foi tentar tomar um sorvete lá na pra cima da igreja, o sorvete ruimzinho, pra cara. Comincina! Mas aí voltou, meu padrão, aí não tinha muito que fazer mesmo. Sim, e embora. E embora, minha sim. Sim. [música] Ó, de a seguinte, pegamos nosso transfer mais uma vez privativo que nos levou de Santo Amaro para Barrerinhos. É, né? As agências que em procura, você vai ver que tem muita coisa de barrerinhos e pouca de Santo Amaro, sim. Então não foi, não é todo mundo que trabalha com os dois destinos, por isso que a gente fez muita coisa privativa, porque a gente achou que a gente fazia, mas que fazia esse esquema. Sim, exatamente. Mas aí chegando em Barrerinhos, nosso hotel la Jera, a gente já notou de cara a diferença de cidade, né? Ah, e era uma pousada, pousada. Não, o próprio porte da cidade com uma rua principal, chede com março. Sim, farol. Farol, semáfaro, chede loja, chede farmácia, banco. Casa de elétrica, o caio de paraíba, que deve ser o que vai ver nas casas baías que tem aqui. Farmácia, a Itituva. Já tem americanas, as práticas. Carios, só que elas, marca, etc. Tem ali um paralelo essa rua comercial central, tinha o pier, onde ficava ali o bem naberada do Rio Pringue, essas onde tinha restaurantes, baratos, venturistas. A parte de venturi, desventurista. Cada restaurante tinha uma busca ao vivo, sabe? Então, a noite, para a hora de você estar chegando de dia ainda, estava espelando. Mas não, a gente chegou de lá de de manhã. Sim, mas não tinha nada, então. Não tinha vazio. Tá, tinha só o restaurante de aberto. Sim, mas estava vazio. Exatamente, mas não estava rolando a festa ainda, né? Mas o próprio hotel que a gente ficou, era um hotel bem mais interessante, bem maior, com piscina, com tortura. Uma porra, um quarto, bem bonito. Era o chalezinho, o nosso quarto era enorme, ele tinha uma insala, né? Que é um hotel que em tal no fundo que dá opa secar roupa, não varal. Isso, é que é coisa meio que mais necessária do que um varalpa para secar roupa. Pois é, coisa que tem tão pouco, né? É excelente, esse hotel e a cama boa. Cama boa. E o hotel ficava algo em torno cinco minutos a pé, É, desse. - Acho que menos, três mil. - Na mesma. - Era super bem localizado. - Era super bem localizado, exatamente, para poder fazer as coisas a pé. - O horocô é o buritinho. - Quando eu pesquisei, tinham algumas pousadas um pouquinho mais afastadas, que aí você pensa, "Ah, mas na hora de ir e voltar, vai ser um saco". Esse não, a gente estava realmente. cinco minutos dessa parte mais turística de coisa, então. excelente, excelente, até o excelente. Tinha o restaurante bom, com café da mervão. - Você quisesse amostar lá, eles tinham. - Nesse primeiro dia, a gente amostou no próprio restaurante, né? A gente não estava aposando fazer chequinho ainda, então ficava por ali. - Sim, mas excelente ali o nosso hotelzinho, tá pousado de buritinho. Mas assim, como aconteceu no primeiro dia, você tamaram nesse dia, a gente também tinha um passeio marcado para tarde. - Sim. Esse passeio era o passeio que estava me arsombrando. - Sim. - Quando a gente leia a descrição, e tal, eu falo que lá está em evolução a parte de desenvolvimento turístico e graza, deus a gente deu algumas sortes. Esse passeio mesmo estava, porque em todo o discritivo, dele se falava de uma. para que para chegar no ponto de vista bom, tal, tinha que se subir uma duna. - É enorme. - De 70 metros. E com uma corda, até no discritivo que eu recebi, falava da corda, e eu fiquei desesperada. Aí, eu respondi, "Pessoa, olha, não sei se vai dar, como é que a gente sabe?" Eu falo, "Olha, não, tem uma ótima notícia." - Botar o pescada. - A corda não é mais a corda, eles pusaram uma escada de madeira. E meu Deus, quando a gente estacionou, esse é um dos facês mais famosos de lá, chama "Circuito da Lagoa Bonita", e quando a gente estacionou, e aí veio o passeio, né? Aí veio. É, mas aí, é de se estar já chegando no final, já tem que ter contato toda a processão de chegar lá. Exato, é que eu já tinha contado mais ou menos que tu. Foi essa. o dia que a gente descobriu que barreirinha. Porque barreirinhas é, apesar de mais famosa, ela é mais trabalhosa. Porque você pega o carro, agora voltando à desculpa. Voltando do hotel. Esse foi o primeiro passeio, não privativo que a gente pegou, né? É, esse barreirinha, nada era privativo. Isso. Nourário marcado, passou, certinho. É, mas o esquema, cabeanético, a caçamba. - Membramei, a mesma tipo de cabeanético, né? - Membramei, né? Só que aí muda o esquema. A primeira coisa que a gente ficou abismado é a ponte, a falta da ponte. Cara, porque eles não pôntem naquele rio, - e vem de falar da ponte, né? - Eu falei da ponte, né? Não, não pode falar. Então, quando eu falo de barreirinhas das dificuldades barreirinhas, tudo, todo o acesso para o parque, tudo isso faz por o rio. - Tem que cruzar o rio? E não existe uma, um negócio, uma criação novíssima, chama-se ponte. Não chegou em barreirinhas. Então, assim, todo o transporte, essa é a parte da indignação total aqui, porque a gente não se conformava. Todo o turismo de barreirinhas para os lençóis depende de uma bolsinha para cruzar um rio, de sei lá, 15 metros. É. É coisa pouca. - É pouca coisa. - E a gente não acredita. - A gente não acredita. - A gente já era estreito. Então, esse espasseio, a gente seu, as duas da tarde, no sol, disturricar. Aí você anda um pouquinho, anda tipo. A gente não entende muito que o guia estava explicando, que ele tava até do lado fora do caio, não, eu vou ficar do lado fora, porque daqui a pouco eu já vou sair, mas porque ele vai sair? Bom, em feito, chega lá numa fila de cálce. Aí que vem a surpresa desagradável da balsa. Ai, balsa. - Deste todo mundo do carro. - Porque não pode, porque existe uma regra da marinha, porque não tem segurança ali para os carros ficarem dentro de cima da balsa. Então, outro mundo tem que descer do carro para o carro entrar na balsa, a gente entra a perna balsa, fica do lado de fora do carro. Aí o carro tem que sair da balsa, a gente sai a perna balsa, a gente sobe de volta no carro. - É. - E normalmente tem água, então você não tem que ver tão perna água. - É. - Não, ia ser a gente fala do nosso ponto de vista como dourista. Isso aqui conversando com o nosso próprio guia, que é morador, lá, ele mora no povoado ali de barrerinhos, do outro lado rio, ele contando para a gente dos outros absurdos do tipo poxa. - Isso é de um hospital? - Isso é de um hospital que mora do outro lado, lá, você é a balsa, não quiser funcionar, não funciona. Ele falou que tá morrendo de medo quando o filho dele foi nascer. - É uma da manhã, ele não tem a balsa. - É. A mulher dele começou a ter contratação a uma hora da manhã, ele não conseguia um barco para atravessar eles para o rio pra levar para o hospital. - Cara, é um absurdo que dois mil e tios caras não constram uma ponte ali. Não, dos destinos turísticos mais incríveis do Brasil. - Exato. - Gente, é uma ponte, é um rio curto, não curto rio estrei. - Treito. - Porque esse rio lá, ela afirga ele ficar super largo, mas. - Sim, nesse ponto ele é curto. O trajado da balsa ela vem por três minutos, o problema é carregar. E aí, de bom, enfim, o sol de duas ou da tarde apino, desce todo mundo do carro, fica esperando um tempo no sol. E aí, já que fica aquela mistureira, né? Gente, pedindo coisas, a gente vem indo coisas. Gente, morador, gente fazendo tapioca, fica aquela padeira. - Na boca da balsa. - Chega a vez, o carro vai. Acho que demorou uns três baulsa por nosso carro, porque esse passeio, ele tradicionalmente já sai nesse horário. Então, todos os carros se encontram meio que no memorário pra ir e se encontram no memorário pra voltar. Então, assim, é normal. Filha de carro, essa festa do carque, deu tempo, torrando no sol, entramos na balsa, dois minutos, pra ver se, pra chegar lá do lado, e tá o subir de novo no caminhão e aí segue o circuito. O caminho, né, a trilha, mas a estrada de areia, a gente fala de estrada de areia, ela é super estreita com vegetação densa dos dois lados, tá? Basicamente, só passa o carro. - Sim. - Então, não? E é o mesmo estrada que todo mundo vai. Pois que tem o horário que todos os carros vão e depois todos vão ao outro junto. - Que se tiver que cruzar no meio do caminho, fego? - Sim. - Fego? - Tá, não passa. Mas assim, você vê que tem várias opções de caminho, porque dependendo da época, da temporada, ou do dia, um dos caminhos tá enviável. - Então eles criaram alternativas. - Sim. Então você olha, sim, você olha, "O que é o que você sabe, eu pronto de "aê, olha, qual a situação da estrada, provavelmente vai em bifurca, aí bifurca, e tal, e em tronca, bifurca?" Não sei quê, eles vão seguindo lá. - Caração bom, porque olha, pra fazer os caminhos que eles fazem, esses motoristas elas são porra. - Eles sabem os caminhos, eles sabem usar e vira e mais de passar por lugar na lacado. Esse passeio é complicado até pra quem tem problema de coluna. - Sim. - O carro balança muito. - Muito, muito. - Assim. - E até chegar na duna? - É. - É nível todo o mecânico. - A gente brigava de todo mundo. - Todo mundo salve em todo o mecânico. - Chacoalhava de. E até chegar na duna, tipo, 40 mil outros. Nesse trajeto, antes de chegar na duna, então. - Eu também. - E não tem jeito. Então lençóis não é pra qualquer um. - Exatamente. - Não é pra qualquer um. - O problema de locomoção pode ter uma dificuldade enorme. - Sim. - Então tem que tomar muito cuidado mesmo antes de definir isso. - Sim. - Que tem que ter bem que papagar essas coisas. - Nossa. - Vai só for. - Ó, rumo, já. - Ó, rumo, rumo. - Eu confesso que no final do dia estava dolorido nas costas, não era por causa da duna, por causa da balançada. Nesse juno, nesse dia não se entitando. - No outro, nossa, minha bomba da duna. - É verdade, verdade. - Mas enfim. - Bom, aí chegamos lá nesse cadô. - Ai, então eu ia falar da escadona. - Desculpa, a gente superportei. Mas aí que veio a história. Graças a Deus. Nós fomos no período que já tinha escada. Porque eu jamais subiria aquela duna numa corda. - Pra caramba. É muito alto. - É muito alto. Só que você nem reclama porque você está subindo as caras. - Ah, as caras. As caras tranquila. - Não, você nem reclama. - Não, eu acho que não é cura. - Eu acho que não dá nem pra reclamar. Tivemos que subir aquela duna, porque depois eu desci pela areia, mas posso subir o subido pela escada. - Sim. - E é difícil. Seria muito difícil subir aquela pela areia. - Sim. - Mas muito mesmo mesmo com o corda. Sim. Eu. Logico, eu também não gosto de escada, mas não tinha nem reclamar. - Eu não reclama. - Eu não reclama. - Que era um escada maravilhoso. Eu enfrentei e cheguei lá. Tava 40 graus, sensação de 40. A temperatura é tipo 32, 33, mas a sensação de termo que é maior. - Porque é muito quente. - Mas um frente estava ajudando. - Tá, bom. - Mas aí. - A gente pensa, vai valer a pena isso aí. - Será que vai valer a pena? Aí você descobre que sim. [risos] Nora que você determina subir a escada, que você chega lá no topo, que você tem uma visão ampla de todas aquelas duna, daquela região de duna com muito de lago. - Porque esse acho que era o ponto, - que a gente conseguiu ver mais de cima tudo. - Sim. - Esse é a visão do cartão postal. - Sim. Quando você pensa em suas maranhas, você vê aquela visão de cima, que é as duna com um monte de lagoa, é. foi lá que dá para ter essa visão. Essa visão você só prova a interior no aéreo. - Duvô, Andra. - E lá não é muito comum. Não é assim, carne de vaca, nem sei quem faz. A visão. essa visão você tem lá, na subida dessa escada. - É de caio queixo. - É de caio queixo. Quando você chega lá em cima, você fala assim, "Cara, que coisas petaculares". A gente estava num momento, pensa, Santo Amaro tinha sido perfeito e fácil. - Sim. - E a gente já estava em barreria falando assim, "Eu acho que não vai ser tão perfeito, e não vai ser tão fácil". A gente estava com medo de. Será que a gente já fez o melhor da verdade? - Será que é. - A gente já pegamos o fila em milhão no começo, agora vamos pôr-se. Mas na hora que você acaba aquela escada, você esquece do turomecânico, para chegar a cêsquéss da balça, - você esquece do. - Tudo fica para trás. Tudo fica para trás. É realmente a vista que você visualiza quando você pensa em lense faz. E o carro deixa a gente lá e a gente sabe se a escada e toda ali para frente é tudo trilha mesmo. - A pé. - A pé. Lembra que eu falei que é gordo na duna, é uma desgraça. Gordo na duna é uma desgraça. E a gente ainda é bastante. A gente foi em umas duas laguas ou três laguas. - Três laguas. - Três laguas diferentes. Mas aí bem mais cheio, só que aí os guias, eles têm. Como tem muita laguana aquele pedaço, os guias tentam dar uma dividida. - Sim. - Como o passeio de barrilhas tem muito mais gente, mas como o tempo é mais laguosa, eles tentam dar uma dividida para que cada laguana fique muito cheio. - Sim. - Então, esse é muito macorrido. Acho que era uma meia hora em a pula góis. - É, mas também o passeio começou mais tarde. - Comissão mais. - Comissão mais. - Então ele começou mais cedo, mas eu tempo dando estância. Eu tempo de voltar também era de contar. - Então enfim. - É mais tarde o cidadão começou de manhã cedo. - Ele começou no meio da tarde, né? - Sim. E tem uma desbeleza de lagoa. Eu sei. Oh!
se destacam alguma coisa, mas assim acaba que assim, dentro de um padrão de tudo é lindo e maravilhoso, todas são lindas e maravilhosa, de fiscar, né? Ah, essa tem. é. dentro desse padrão é tudo lindo e maravilhoso, é maravilhoso! É, o que eu me lembro dessas, elas seriam tão mais esverdiados com relação a que a gente tinha visto isso em São Tamaro. Sim! Isso tá varando mais azul, mas claro, essas elas eram claras, mas talvez um pouco mais turvas, mas mais verdes. Sim! Mas assim, tudo lindo, tá? É, é. é picoinha de depois de ver tanta lagoa e tanta areia. Não, não. Não, não. E continua a igualou, se continua a delícia. Então assim. Só que mais curto, então logo a gente saia tudo de duna. Então eu já estava. vendo a dificuldade de duna, eu já estava medindo que eu ia conseguir fazer ou não. Então, onde que eu ia sair, porque eu estava muito boa de duna, não. E a ascenção que eu tive, assim. como essa foi a primeira dura-gente pegou vindo de barrerinhas, com relação ao passeio de São Tamaro, que eu sentia as duna mais altas. Todas as duna, todos os lagos, elas tinham duna mais altas em volta dela, e a gente ia que subir mais para cruzar as duna. Então foi a ascenção que eu tive. É. De diferenciação, assim, entre o. tanto barrerinhas quanto o São Tamaro. Mas. cara, não tem que reclamar. Não, nada, nada. E aí andamos bastante, né? Fomos, na primeira lagoa, saímos dela, fomos para o segundo. Acho que nessa primeira lagoa, ele falou pra gente que era a lagoa do Clone, que alguém filmou um pedaço da novela do Clone lá. Tanto que tinha até um balanço, não me dá, cara, que pra. pra. pra eu tirar foto. Mas. aí a gente fez uma caminha dinha, numa trilha, pra chegar no segundo, a lagoa, que era a lagoa bonita. Que era a lagoa que dá o nome ao circuito, né? Que a gente chamou de circuito a lagoa bonita, assim. Que a gente fez esse primeiro dia de barrerinhas. E a gente ficou lá. era meio curta, era meio rápido, a gente ficou lá no máximo 50 minutos ali em cada lagoa. E depois a gente foi ver mais uma vez o por do sol das duna. Então a gente fez um caminho circular, porque a gente subiu aquela escadaria toda, a gente desceu por um lugar. A gente voltou por outro fazendo um circuito, que era mais fácil de subir até aquele ponto onde a gente chega na escada. Porque a gente teria que descer a escada pelo mesmo lugar pra voltar pra o carro. Aí nessa volta a gente já parra numa duna super alta pra ver o por do sol, e que de novo foi espetacular. E é isso que é bastante gente, tá? É difícil tirar foto. É exatamente, tava difícil de. Esse paralhão parede é um turista ali. Imagina aquela duna que sobe aquele paralhão reto, né? E aquela galera, assim, fila, né? Que nem o povo de areia é. eu andando em fila pra esconder seus números. Oh, God, those cameras. Esquece o Felipe. Lá em Santo Amaro, como a gente é com o caminhão, cada motorista escolhe uma duna. Então você não fazia muito. Você até via em outros pontos altos de duna, outros caminhões com outros turistas. Mas na sua duna só tinha eu, você e mais um. E isso? Era bem tranquilo. Nesse, como, tá todo mundo meu barco, né? Tá, todo mundo aliado. Tá, todo mundo aliado, então. Tá, uma pessoa tava se acostumando pra tirar selfie ali, tudo pra gente tava difícil. A gente até precisou dar um passo pra trás e andar um pouco mais longe ali pra sair ali da frente. Mas, pelo menos, as fotos do por do sol em si foram tiradas e que estavam boas, né? Tá, estavam boas. Mas aí voltamos, né? Cabou por do sol, tudo mais de seus cadáres, cadáres. E voltou de novo no nosso tour mecânico, chacoalhando até voltar pra tela. "Vó, aí teve o evento pitorezco dessa volta." "Era muito caminhão, muito." "Ataen, e o nosso fom do súltimos a sair, porque é um povo do nosso grupo resolveu comer tapioca." [Risos] E eu eu fui limp, como. Noth volta, o pessoal falou que podia descer pela duna. Que é rápido, mas eu não quis, porque eu fiquei com medo. E aí eu desci pela escada. Nisso, a gente achou que eu tava super atrasada, porque na escala tinha fila, não sei o quê. Nisso, eu achei que tava super atrasada. E a gente foi caçar o motorista, não sei o que não achava, a gente. Todos os caminhos são iguais, o Felipe. É aquele caminhão, o Felipe é o caminhão, não é dentro dessa cor. Só vezes. É um perdoco caminhão. É um perdoco caminhão, a gente foi morrer aqui, a gente nunca mais vai voltar, isso é que é bom. A Juninha é desesperada? Eu sou desesperadíssima. Não, eu sou nervosa. É um dos eventos desesperados da toda a Junha, essa viagem, muito bem. É bom, enfim. E voltou a bom. Voltou a molar pra boca da caughti, umas lojinhas, umas pessoas fazendo comida, os locais, né? E achamos nosso grupo, o pessoal tá comenta a piaca, mas eu já estava tão nervoso que eu não tinha comenta a piaca. Faltava ótima, até o piaca. Enfim, saímos, fomos dos últimos carros a sair, acho que não estão nos últimos 10 carros que tava lá de. Sendo carros, acho que eram dos últimos 10. Aí, bom, vai, vai, vai, vai. E toda aqueles carros voltaram a minha matrilinha, tudo no mundo. Não é a minha matrilinha, né? Fila Indiana, né? É, é isso que não trecho dessa achaca do Toro Mecanico, da chacualhação de Toro Mecanico, para. E a gente foi entendeu que estava acontecendo. Os três carros para frente não conseguia subir. Não conseguia subir o. Um pedaço de areia. Um pedaço de areia lá, ele tava entalando. Ele tava. Ele não conseguia subir. E a gente ficou parado no meio daquela situação toda, que não tinha que fazer. Todos os motoristas dos outros carros desceram, para tentar fazer um conselho. O conselho dos motoristas do carro para tentar tirar o carro. Isso é que não tinha nem compensar. Bom, também não podia abandonar os caralados, mas. Eles têm um código, que a gente ficou sabendo, que eles têm um código, sempre, um espera o outro, da frente, o detrás. O detrás, obviamente, vai esperar quanto tempo passar, mas o da frente espera para. Enfim. Sim. E nesse caso aconteceu isso, e demorou, acho que foi. Não é uma meio. É uma hora. É hora parado ali, tem uns carros conseguir. Aí o camaradinho que tava entalando conseguiu subir passou, né? Aí os outros todos passaram também com essa articularidade. Já tava escuro, né? Doi caço. Doi caço. Doi caço. É volta, aí para na balça e tem que descendo no mundo de novo. Não, é detalhe. Se a gente não tivesse feito essa parada de melhora, porque é o cauda frente em um subido, ia ter dado absolutamente no mesmo, porque a gente ainda ficou na fila da balça. Ficou na fila da balça. Essa balça inferno. Pouvo do Maranhão. A gente tem o vinte do Maranhão. O vinte do Maranhão manda uma carta para seu governador, para seu senador, e faz, "Pois, por favor, faça uma ponte do lado ali para passar, porque não é possível." O senador, aquela balça é impressionante, como ela é a trase de vida. É uma trase de vida. Então essa foi muito pitoreira, que é a de primeira que eu achei que eu fosse morrer lá. Eu falei. A primeira reação dela, assim porque ela acha que ela vai morrer. Eu sempre acho que eu morrer naquela situação. Pronto, morremo. Nunca vamos sair daqui. Porque eu nunca havia oto carro. E aparentemente era a única passagem da uninha lá. Não era muito alta, mas o carro não passou no subido. A área fofa tava de. Aí a gente consabe no soyotas. O carro diveta com pouca atração. E ele não era Toyota, né? Fala, "Ah, os caras compam se escarquei na Toyota e depois não soube." Não, eu quero, eu quero um modelo mais antigo que tava com boa atração. Tinha alguma coisa assim? Ah, é, enfim. E, por isso aí, eu do dia 1, encerrado. A gente chegou bem tarde no hotel, já era tipo mais de 8. Tomou um banho voando e aí, como descobriu, aquele portinho que a gente já visto, a gente de dia vazio e tal. Aí a gente foi até lá para ver arranjar uma comida. Bom banho, gente. Bom banho. Sabadão à noite. O Lotto não era, sabe? Era do Mingo. Ah, era do Mingo. A Norte tava lotado os restaurantes. E esse é uma graça com luzinha entre. "Muscal vivo". Só. Mesa no pie. O problema é que todos os restaurantes tinham a sua própria música ao vivo. Então, dependendo do ponto que você ficava, era uma cacofonia que você ouvia 3, 4 músicas diferente. É. Era um forró ali, era um MPB ali, era um rock and the 80 no outro lugar, tava de fism. Porque se você tivesse só no seu restaurante, você provavelmente ouvia só a sua música. Mas se você tava transitando entre eles ali, você ouvia todas, meu tempo. Mas, em dico qualquer forma, independente desse detalhe técnico. Mais uma delícia de programa. Tudo que a gente faltou em Santo Amaro de ter alguma coisinha mais especial para fazer, aí sobrou. O restaurante se ia um cara boa. Não é gigante, né? 4, 5 restaurantes mais turísticos. Então, foi turístico, tá? E finalmente, o telógio é do souvenir. E a gente descobriu as maravilhas do souvenir que com a fibra de burití, que é local, umas bolsas maravilhosas. Eu me apaixonei por uma bolsa, eu não me comprou. Vou dizer, eu vou te dar um desente, uma palmeira. Ela nunca vai usar essa bolsa. Ela não cumprou, pra mim. Ela nunca ia usar. Cominhe. Eu conheço, ju, ela nunca ia usar. Era uma bolsa de prática, uma palmeira, que era coisa mais linda, que o Felipe não cumprou pra mim. Ela nunca ia usar essa bolsa, eu conheço. Mas eu queria até ela comigo, às vezes aí isso que você precisa ser, você precisa ter um alimento pra você. Sim. Enfim, então aí a gente realmente chegou no lugar que tinha turista e tinha animação no turno. Vale dizer assim, foi o momento que a gente ficou um pouco ressabeado pela questão da pandemia, né? Pessoal, tava com um foro, assim, pra pandemia, sabe? É, até a gente nem falou disso, né, nos passeios. É muito isolado. Então, bate o vento, a gente tava mais cara. Porque. O mundo ambiente aberto e um muito bem. Sim, lá pegou um pouco mais, mas assim, a gente só tirava a máscara no restaurante pra comer mesmo. Mas a gente vê muita gente sem, tá? Sim, mas tudo em mente, muito aberto. Até o restaurante aberto, não é ar-condicionado, é nada. Exato. É ar-puro, ar-livre. Tudo muito bem ventilado, então assim, então assim, deu uma ostarzinho, porque a gente tá nesse momento ainda, né? Vou viver dessa porcariaia aí, mas. É. Mas é como émos do restaurante a canoa. A canoa. Só que esse restaurante, quando a gente sentou pra comer nele, o Cardápio chamou tanto atenção que a gente voltou nele nas outras duas noites seguidos, tá? É. É bem pra pangô, meu. Mas ele era o que tinha que achar, cara, e a gente tinha ouvido uma guia, recomenda a ele. O melhor é o caca-no-o. Sim. A gente voltou lá. E assim, o prato que eu peguei pelo menos o primeiro dia, que era um camarão, numa bacachí. O cara pega um meio bacachí, cavoca ele e faz um camarão no creme desse mesmo bacachí, com arroz cremoso também, com queijo pra tirar do por cima, com um abacachí. Cara, era maravilhoso. É que prato, incrível que eu comeu aquele dia. E ajude também, ela comeu um camarão no. Acho que no catopirino foi. Sim. E. Então a gente gostou de. Tanto disso que a gente falou, gente. Tem que voltar aqui no dia seguinte pra se mentalizar os outros pratos.
E todos os caras, tudo no cardápio, eles chamavam atenção. E foi o que a gente acabou fazendo. A gente voltou mais duas vezes lá, a gente jantou os três dias que a gente jantou, a gente jantou no mesmo restaurante. E olha que tinha um vários para escolher, então. [música] Você gosta do conteúdo que a gente produz aqui no Passaporto Orlando que é se tornar um colaborador e ajudar a gente aqui a manter o podcast seguindo o filme forte? Bacha o aplicativo do PICP no seu celular, abra sua conta e assine um dos nossos planos para se tornar o colaborador do Passaporto Orlando e receber recompensas individuais e também ajudar a bater a meta das recompensas coletivas para termos um episódio extrapor mês. [música] Mas aí, dia seguinte, outro dia de passeio, inteiro de passeio, né, João? É. Nossa, aí no cedo, também se você me lembra, gente, saiu umas oito horas da manhã, foram pegar a gente lá no nosso hotel, vai ver se nos querem, mas passei com mais gente, tudo mais. Só que dessa vez a gente não foi de carro pelas trilhas, a gente foi fazer um passeio de barco pelo que o preguiça. O que foi bom para descansar do tormecânico do dia anterior, deixar as costas um pouco mais descansada. A gente foi apeta aquele centrinho que a gente estava na noite anterior e a gente pegou o barco ali mesmo. Sim, esse foi o dia mais feliz que não ter passado a balça. Não ter passado a balça, né, obviamente. O interessante. O dia é a balça, gente. O dia é a balça. O balça tem que acabar. É, mas assim, a gente estava com aquela legó de expectativas que a gente estava falando. Esse passeio de flossear vai ser um passeio bom, né? A gente não tinha muitas expectativas para ele, mas adoramos. Foi incrível também, foi muito legal. Foi muito legal. Foi muito diferente. Foi diferente. Que, na verdade, até esse dia a gente está o meio que fazendo a mesma coisa. Sim, a área é tudo. Não estou reclamando porque é tudo lindo. Duro da lago, duro da lago, né, era basicamente isso. Exatamente. Mas esse dia é como a gente foi no passeio de barco mesmo. Primeiro com o barquero, esse foi o dia que a gente para fazer um poche estou de verdade no dia com o Chris. É. Porque além da gente está andando no meio do rio, o barquero, além de contar. Ele falou uma pra gente toda a vegetação, né, dos animais. Ele contava de fuzinho, ele também era todo engraçado, né? Ele adorava fazer piada. Então a gente se sentiu na dia que o Chris está a vida real ali. Sim. E o rio é muito bonito. As margens do rio, a vegetação toda. E aí, numa hora, assim, o rio perto da cidade, ele é mais estreita. E aí, repetindo, ele começa a abrir, ele fica largo pra caramba. E aí, ele falou assim, "Sejandar um água de um rio. " E aí, ele encalhou o barco ali em um banco de areia. A gente, no meio do rio, desceu pra ficar pé e tirava umas fotos no meio do rio ali. No banco de areia, com água bem razinha, no pé, sabe. Foi muito bonito, foi muito legal. Foi. E aí, ele continuando, ele entrou em umas. Faz umas passagens ali que, pessoal, abre, que no meio de uns mangas também. Cara, é muito bonito. É muito, muito, muito mesmo, o visual que a gente teve lá, né? Até que a gente fez uma essa primeira parada mesmo, nessa. Nesse passeio, que é no. Esse é o nome de pequenos lençóis. Que é um trecho dos lençóis. Maranhoces, que ele fica um pouco afastado dos grandes lençóis. Que era até onde a gente tava ainda até então, né? Ele fica mais ao est, ele, digamos, é ter uma muita errupção ali no campo de dunas. Não é exatamente o mesmo campo contínuo, mas ele é uma área bem mais curtinha, uma área bem menor. Sim. E aí, ele passa na frente de umas vila. Fala, essa aqui é uma vila de pescadores. Essa cansa aqui é. você vê que ela. A vila já foi mestida de lugar porque tem um monte de cabana que foi. Que tá destruída porque as dunas estão avançando e começaram a destruir elas. Sim. E aí, tinha uma vila ali que ele gosta ali, ele falou, olha. Essa aqui é a vila dos macacos, a vila dos macacos, né? E que é um lugar que também tinha uma duna pra subir que tinha uma lagoa ali perto. Joga pequenas lençóis. Dos pengemas lençóis. Mas o legal foi que ali naquela vilinha tem um restaurantezinho, tinha suvenir e tal. E é local infestado de uns miquinhos, né? De uns saguis. E aí, o barqueiro falou pra gente, olha, não pode dar comida, proibido da comida, assim, boláxames, curtsas, coisas. Mas se vocês quiserem dar fruta, tem aqui ele deu pra gente umas banana cortadas na nossa mão. Pra gente dar pra um macacinho. E a Jupa é igual, um quatro pedaz de banana na mão. No que ela foi da primeira macacinho. O macacinho assalto, ela subiu e ficou no ombro da Jupa. Comedio banana já vendo casca em mim. Ai, cara, foi uma cena engraçadíssima porque o macacô estava passando. Todos os outros macacos estavam no chão, normal recebendo a coisa. Esse macacô era fogado, eles semiam. Eles calam, eles calam. Escalam, não, ele veio de cima, né? Ele pulou em mim. Então a Jupa com o macacinho no ombro. Foi. Comendo banana foi muito legal. Foi, foi. Foi especial. Eu vou fazer um amigo. O amigo macaco. Amigo macaco. Mas aí, depois, é, toda amizade síminha que a Jupa fez ali na vilinha. A gente subiu a aduna nessa aduna tinha uma corda, a gente ficou pouquinho lá. Esse foi, digamos, o lágo mais feinho que a gente viu. É. Menos bonito, né? A gente tinha uma água mais turva, ali no arton, está lindo. Acho que é muita gente que também estava ali em volta. Sei lá, ela era mais metidão, né? É. Então, a gente não conseguiu andar muito ali nele, a gente. Porque a gente é pouco tempo ali mesmo. Sim. Mas aí, foi um rapido indo lá, agotar o voltão, descer para pegar o barco e continuar a jornada no rio. Foi nesse na loja que tinha lá do lado dos macacinhos que eu vi a bolsa com a palmeira, que o Felipe não comprou para mim. Não comprou. Mas aí, continuamos no rio subindo o rio. Aí, nós paramos numa vila que chama "Caburé", que é onde a gente tinha a moçar. A gente tinha uma hora, uma gente ficou mais tempo ali. E essa vila já fica bem ao norte da num trecho de terra que fica, digamos, entre o rio e o bar. É estreita, esse trechinho ali. Esse, a gente tinha que isso mais ao norte, a gente. O rio terminaria no próprio mar. Então, essa. Estava perto, já, digamos, do Delta. Lembra que a gente explicou no começo onde ficar atins? A gente tá basicamente do outro lado do rio de atins. Um pouquinho mais para baixo, acho que não é tão perto de atins assim. Bom, a gente fez essa parada nesse povodinho de Caburé, onde tinha um restaurante. Que eu esqueci o nome, eu não tenho nome desse restaurante lá. Mas foi interessante que a gente. Foi uma parada da longa, a gente tinha mais ou menos umas duas horas de parada ali. A gente, por causa do tempo que demoraria para sair com isso, a gente primeiro faz a reserva com o garçom. A gente antes de fazer as coisas, porque a gente teria opções ali de coisas para fazer nessa parada. Então, a gente, no primeiro, a coisa sentou com o garçom, pegou o cardápio e falou, "Olha, a gente vem aqui, a gente volta daqui a uma hora." E a gente podia ficar "olha, ele tomou do banho no rio." "olha até o mar mesmo, é ficar ali no mar, tomando banho de mar." Ou a gente poderia fazer uma outra aventura que era a lugar por uma hora um quadre ciclo. Para ir andar na praia, a gente poderia ali. Eles vendiam entre meia hora e uma hora, né? E aí, aí. Fomos lá, escamos, fazer um passeio de quadre ciclo, né, Jú? Sim, e foi, e tem isso. E eu tava assim, por mais que eu tava curioso pra fazer isso, né, apandar com essa. no quadre ciclo, eu tava me cagando de medo, porque esse negócio me é precoz, né? A gente nem tinha pensado nisso antes, apesar de estar escrito que eles oferecem lá nesse ponto, mas a gente dá medo, né? Mas aí chegou lá na hora, o rio era fã, o rio era escuro, o mar não também não é uma moody bar. A gente falou no começo que ela não tá muito afim de ficar pegando. Não, depois de descobrir a água doce, você não quer voltar pra marar. Aí, fã, quer saber, vamos. Eu vou fazer. É, exatamente, né? Ele não era um passeio que tava em curso, né, esse negócio do quadre ciclo, né? Os caras do povo ademar eles têm os quadre ciclos, eles oferecem pra quem quiser. Existiam outro passeio que poderia ser contratado ali dentro de todos os passeios que a gente contratou, que era um negócio de inteiro que você faz a vez ou menos o mesmo percurso, a mesma resistância que a gente fez de barco, nesse passeio, só que você vai por terra de quadre ciclo, né? Até esse ponto, então, pra quem ainda repetida a interessa dá mais tempo de quadre ciclo, né? É um veículo que eu sempre achei meio perigoso, pra só dizer que tem um acidente. É, o próprio guia do cois, fala que não se responsa a perigoso, eles medo da dão uma cortada, assim, pra tentar. Mais e fim, né, gente é. Flaça, vamos ver uma aventura, né? E a gente catou o quadre ciclo lá, logou o cara ensinou ali de um curso, relâmpago de cinco minutos como pelo outro, eu nunca te dirige no moto, por exemplo, né? Então, não tinha realmente o cacoit da coisa. Ah, deu pra ver. É, e eu tenho. E caras. É um bicho instável, é de fiz dão medo de dizer que é legal. Mas, aí pra ajudar. Eu tinha que brincar de erradon cena ali, porque eu quero falar, ó, faz o que? Quando você tiver dirigindo ali, eu aumentando a velocidade, já é esse, dá uma esticada na terceira e pula a hidrata pra quinta-marxa que a quarta tá quebrada. É caramba que medo. E a dependida não desconto por considerando que não tinha uma marcha. É, pois é. Mas é fúmular, a gente pegou sem ter ele lá no quadre ciclo, e aí tem ele lá no quadre ciclo, a Jufa é. foi na garupa ali. E a gente seguiu primeiro pro norte de eleção, olha o Delta, né? Não encontra o rio com o mar. Me borrando de medo, a gente foi de vagarinho, também não tem que ter em nosso celular muito. As pessoas, poucas vezes, que eu tenho que ter em nosso celular, moro, eu perdi um pouco controle do negócio quase que a idendo o mar com o. O meio e colo com o quadre ciclo. Mas aí, consegui voltar a tudo. Aí, depois a gente fez o retorno e voltou, passou pelo ponto de onde a gente começou. E fomos mais prosso, porque a linha é uma região que tem um parque ólico. Cheio de cataveinto lá, de muinho é ólico ali, o gerador de letracidade. É bem bem interessante. Mas aí foi um passo que realmente. Essa a ideia é essa volta, durou mais ou menos uma hora. É depois da primeira metade que eu estava me borrando de medo, depois que eu comecei a ficar um pouco mais confiante. Confiante, ali de pelo o quadre ciclo, então. Aí, já havia carregando nosso corpo, dá. Percebe a qualidade, porque eu achei que fosse morrer, eu vou listar. A Jufa me deu calma na melhoria de letrar. Ai, velhete, nossa velhete! Nossa velhete! Ele é celerando, gente, que que cê não são? Eu não vou ver. Sabe que o negócio é uma máquina de fazer. -Nego morto. -O terceiro amacha, ela se esgoelando. Só trocar de marcha, de que dá uma sensação.
-Ele era de um dedo. -Ele foi divertido, foi uma aventura legal, foi gostoso. -Olha, o balanço é, foi mais aventura do que gostoso, porque eu não consegui nem olhar para o paisar, tanto medo que eu estava. -Verdade, eu estava se borrando todo. -Eu também estava, mas eu estava curtindo pelo menos. -Mas aí terminamos nosso pad, sem de quadracíclo pelas áreas das praias ali, fomos a mostrar. -Na verdade, a gente deu um tempinho, a gente deu uma micro-entradia no mar. -Sopra registrar aqui que a gente entrou numa no mar, no mar, no mar, anhel. -Bua, tudo. -Então, esse registro é importante. -Eu acho que, para o mar, a gente deve ter que comer do camarão, não lembro direito. -Eu estou confundindo tudo. -A gente cuba tudo do camarão, saviagem. -Ele cuba tudo do camarão, saviagem. -Ele não era o camarão grelhado. -Não, o grelhado foi no outro dia. -Foi no outro dia. -Adeve ter sido camarão. -Foi, foi camarão, foi camarão frito, estava gostoso. -Combatata. -Camaran com batatinha. -Camaran com batatinha, verdade. -Mas foi uma personal bem servir porque a gente. -É ruim. -Nos teve uma refeição que foi mal servida nessa viagem toda. -Você comendo. -A mão servida, era justa. -Não é que nem a primeira lá de São Luís, mas veio para comer bem. -A maior de todos, mesmo. -Fam muito bom, com muito bom. -Ai, acabado, a refeição, a gente de novo voltou para o barco. E a gente foi para uma outra vila onde tinha o farol. -Ela esqueci o nome dessa vila. -Manda Caru. -Manda Caru, bem lembrado. -Queram a vilinha também que tinha bastante lojinha de artesanato, tinha bastante de vida sorvete, bebida e tal. E a gente tinha uma área controlada pela marinha brasileira e tem um bata de um farol, um farol zão que a gente podia subir nele. -A gente deu uma certa sorte no time das aviadas. Esse farol tinha acabado. Fazer uma semana que ele tinha sido aberto. -É aberto. -Avis reaberto para a visita. -Tava tirando tinta, cheirando tinta, bem bonitinho. -Ele tinha fechado, talvez por causa da pandemia. Ele tinha acabado de reabri. Aí a gente subiu lá, tem uma bela vista lá de cima, uma vista do rio, vista do mar, tal. Dá para ver o parque óleo que o de longe, é uma visa legal. A gente divertido. -Foi, foi legal. -Subiu mais escada. -Quero mais escada. -É. -Escada as apertadas. -Sim. -Lá teve uma bolsa da Palmeira. Lá também a gente achou que não comprou para mim. Só para registrar isso. -Ah, triste, triste. -Scheche. Não comprou para mim. -Poteco visto muito ainda, tu, jeito. -Ela era uma bolsa de buritinho, febaburitinho, uma Palmeira colorida. Era coisa malinha no mundo. -Na verdade, o nosso guia foi bem espertão, porque essa parada do Faroura, era fazendo isso de pídeo lá para ilhinha do almoço. Só que ele viu que está a cheio de barco, cheio de turista. E realmente, escada é apertada. Aí falou, "Não, vamos inverter. Foi o primeiro almoço e saiu um pouco mais cedo que os outros pessoais, do que o oudo, o resto do pessoal." E deu certo. E a gente pegou vazio ali a ilha do Faroura, a vila do Faroura. -E aí acabou, esse dia. -Ela tinha um tom de marinero. Ela tinha que abrir o Faroura pra gente, porque estava fechado, não era que a gente chegou lá. -É, mas logo apareceu gente mais bem. -Lá o apareceu gente, é verdade. -Mas foi bem legal. E esse passeio foi isso. Ele acaba um pouco mais cedo, até é bom. -Né? -Mas foi bom, acabou um pouco mais cedo. E o barco deixava lá no centro, a gente foi dar uma volta no centro. -Depois, depois do da visita no Faroura, a gente catou o barco de novo e voltou. Aí, deixei morriu de volta em direção ao centro. -Sim. -E aí, esse dia a gente ficou bem que por lá mesmo. A gente tinha do rapidinho ali no centro, fica um pouquinho na piscina do hotel, né? Da nossa pousada. A noite voltamos lá por restaurante de novo, né? Pra comer outro prato. Então, dessa vez, eu comi um escondidinho de carne seca e ajudo comer uma. -A pizza do Discord, eu fico um tono grupo dos assinantes. E todo mundo me tirou sal, falando que eu sou a brasileiro, vai no Camila. -Tá bom, hein, não. -Prigada, hein, não. -Prigada, hein, não. -Tente, eu estava ruim das pizzeras. -Uma das cunhas mais maravilhosas do Brasil. E aí, tem aquela multe, aquela variedade absurda de sabores diferentes, de coisas para se experimentar. A Jumpe pede uma pizza de mussar ela. -Cuando eu li a pizza? Eu ia pedir de outro sabor, mas a de mussar ela não é uma barata. -Ima creditável. -Quando. -Não, ai. -Olha. -Tive primeiro. Calma aí! Primeiro, a gente pediu um aperitivo de lula. Então, já tinha sido a parte, né? -É, foi gostoso. -Fui gostoso. -Sigo. -Ai, eu fui lá. -Sou que eu quis comer. -Escoliu um escondidinho de carne de sol que estava. E aí, de novo, era uma porção que eles falavam que era uma porção que servia duas, três pessoas. Eu falei, "Não, dá pra fazer uma porção prão, tá? Dá pra fazer uma porção prão. Era enorme. Dá pra comer, sim. -Pra a uma porção em prediou uma pessoa, dá pra comer dois tranquilamente, assim. -Mas tranquilamente. -Ai, eu comia, tem explodia, tem saís com o de de pelorela. -Sim. -E a Júpida é uma pizza de mussarela. -Ah, fome. -Você parece que vai por lento, que coisa. -Ah, chega, essa churrula. -Que coisa. -Como é a coisa que feijou, e o olá é que está falando. -Foi uma refeição que me foi, o que me salivou. -Nasceitável. -Ai, que caramba. -Inferno. -Vamos infernal. -Bas foi isso. -Vamos dormir de se cansar, porque o de de seguinte tinha mais passei. -E tem agosto às apitombo tantos. -E todo ano, a grande festa da Jossara, no mês de outubro, num aracanã. -De seguinte de novo, mais um passeio de inteiro saímos cedo, umas 8 horas da manhã de novo. -Dessa vez, voltamos a pegar pick up, né? -Não era privativo, tivemos outras pessoas no passeio junto com a gente, pegamos a camionete, -Pra atravessar a balça, pega a trilha de novo do caminho das dunas. -Mas, dessa vez, se a gente foi por uma trilha diferente, daquela que a gente foi no primeiro dia de barrerinhas. -A balça era outra, uma outra, travescia. -A trilha era outra, e dessa vez, a gente realmente entrou no parque de dunas. -Na outra, a gente foi até aquele ponto onde a gente tinha que subir descado. -Né, a gente foi basicamente pelo mata, o teste que tem que subir descado. -O carro parava lá dessa vez, o carro entrou mesmo nas dunas. -E a outra coisa interessante que eles se laura pra gente, que esse trecho do parque de dunas ali, -Ele tem uma data limite aonde o carro pode entrar. -E o cara falou, olha, vocês estão dando sortes que hoje é o último dia que a gente pode entreco o carro aqui. -Ela trem tem onde a coisa. -Mas, na verdade, foi mais sorte porque, em geral, esse período sim ser raria antes. -Seria, acho que no fim de julho, só que comecei a nos estender um pouco a chuva, -O pessoal que é de ministro lá achou que dava pra estender mais um mês. -Por isso, quis estender, porque na verdade, em agosto já não era normalmente pra poder ir por cima da duna. -Cando você não pode, por cima da duna, você continua numa estrada de areia com o mato. -E dá uma avô na chacolhação. -E sem as vistas. -Então, é muito interessante a ideia de por cima da duna, mas tem período certo e a gente deu sorte. -Então, a gente fez um passei um pouco mais parecido com aqueles que a gente fez em Santa Mar, pelo meio mesmo das dunes. -A câmera de subindo, acho que as dunes eram mais altas e tal. -E essa foi a que a gente ficou mais impressionada com os esquíos do motorista. -Porque era longo, o caminho era super longo a gente fez por cima das dunes. -E toda a trilha, assim, é com os marcadores, assim, de umas banderolinhas no meio do caminho pra ele saber, pra onde tinha que seguir e tal. -Ela tinham tempo às vezes que não apareceu. -Ela tinha de ser assim, e se vier às vezes ao longe, não tinha nenhuma e tal, e o cara não sabia o caminho. -Ela é impressionante. -Ela era um 20 km, não é? -Ela era. -Ela era de quando você entra na duna, até a duna, até chegar no destino, que era até o final, né? -Sim. -Que é o do Mar, né? -Ela era um 20 km. -E o cara sabia a pilota na duna. -Ela era mais aí, fomos andando a gente parou numa primeira lagoa. -Pero em duas. -Pero em duas. - two. - Então, duas antes do almoço e o atropical. - Isso! - Da spoiler. Foi um duzo, se tomou os mostros. Então, as primeiras duas foram bem bonitas, delamente, né? Não vamos nos transmitir aqui tudo que já falamos antes. Aí a gente parou pra almoçar no restaurante do seu joão. - Antônio. - Antônio, Antônio. Olha, tem duas restaurantes e eles são irmãos. - Vamos adorar a lúcia de seu Antônio. - Porque os brigaram e abriam os torontes. - Não, eles moraram. Eles. É, é, é, sei lá, com as suas histórias. - Luzia, não a lúcia, do que a lúcia. - Luzia. E a gente foi no restaurante do seu Antônio, comendo os camorões grelhados. Lá também, é super diferente. Gostou os pacaarama, boa comida. Foi o dia que eu prometi também que eu experimentei a caipirinha de tiquira, que é, não sabe, tiquira, uma caixachaça típica do maranhão, que ela é feita a base de mandioca, né? E aí, vai desmacateira, então ela é diferente, ela tem um sabor bem diferente mesmo. Também também, dessa viagem muito gara na Jesus, que eu nunca tinha tomado. Já que é local, gara na Jesusé do maranhão. Mas cara, depois do almoço, a gente foi visitar uma terceira lagoa nesse dia, das terceiras e última lagoa, né? E aí, é assim, a gente já tava no nosso quarto, quinto dia seguido de passeios, né? Que a gente já tinha visto muita lagoa, muita areia, muita duro. A gente falou, "Ah, não tem nada mais que vai deixar a gente impressionado, né?" Acho que a gente já viu de tudo melhor que a gente poderia ter visto. Até chegar nos últimos lagoa que chamava "Lagoa Tropical", né? Aí a gente descobriu que a gente estava lá. E aí, é assim, cara, é possível que eles conseguissem aparecer uma mais bonita de todas. E realmente era, a gente, por uma coincidência da hora dos passeios, a última lagoa que a gente viu foi a mais bonita de todas. Sim. Ela era absolutamente azúcar, água limpida, cristalina, limpida. Cristalina. E o próprio guia falou pra gente, "Oh, a mais bonita de que a gente sempre fala mais bonita é a lagoa tropical". E outros guiasco que eu falei depois também que eu falo "Não, a mais bonita que o considero que muita gente considera é tropical". E a gente falou assim, "Pô, como é que pode ser mais bonita de casou que a gente já viu que já era incríveis?" Porque até lá, a gente tava nívelando meio que assim. Toda vez que alguém perguntava qual que ela lagoa mais bonita, tem uma fama que é de Santo Amaro só mais bonita, talvez um pouquinho, mas assim. Tá bom muito nívelado, até a tropical. Só que assim, se você tá pegando esse episódio pra planja, uma viagem pra no que vem. Pode ser que a tropica não exista mais assim como outras. - Uma outra sorte que a gente deu essa viagem. - O Guia falou que a tropica não tinha no passado, ela não formou. - Lembra que a gente falou que a gente tinha no passado, a gente teve que ser lá por causa da pandemia? Se a gente tivesse sido, a gente não teria visto ela. - Sim, não tem. - E não tem garantia nenhuma no que no ano que vem vai ter. - É. - Então, assim. - Você que não é o encher, você que ela é encher, depende da chuva, depende do. - Cada vez que vai uma experiência, então foi a coisa mais sorpreendente do mundo, assim. - No último 45 do segundo tempo, quando você acha que está, "Ok, já conheço todas, veio a flagou uma bonita". - Nossa, azul lípida, que está linda, enorme. Você vendava, ela ia longe. E ela se podia subir na duna, que tinha uma duna enorme. Sério, é difícil ficar as repetindo, mas o desenho dela quando você olha para ela se fala, "Cara, realmente, essa aqui é uma bonita que você foi". - É uma bonita. - Não estou dizendo que elas não são feias, muito pelo contrário, não é que é. - Todos maravilhoso, mas é separado, mas é separado, é ocupado. - Exatamente. Tanto que assim, não são nós, mas os outros, a gente estava com nesse passeio, a gente estava com um casal, que era de BH, e outro casal, que era da Paraíba, com a gente. E todos os seis, nós, vocês, nós, vocês, nós ficamos encantados com essa lagoa. Tanto que, na hora que o Guia chamam, "Fala, vocês têm 50 minutos". No canal de Deus, o que temos do que começou a chamar a gente, ficou turbo porra, mas nossa, essa é mais bonita, do seu quêncio, porque depois disso, a gente ia visitar a TINX, - A Vila. - A Vila de ATINX. - E aí, como a gente falou, tinha um dos casais que ia ficar aí, assim. - Já ficar, então eles. - Tinha aqui, Patins. - Aí, o Guia falou assim, "Poxa, vocês gostaram tanto, vocês não querem ficar mais uns 20 minutos aqui, a gente iria passear pra conhecer a TINX, vocês preferem passear pra conhecer a TINX, vocês preferem ficar na lagoa, todo mundo, "Vom, ficar na lagoa, é óbvio, você vai agarmar a lagoa, é mais abrioso". E aí os 20 minutos acabou esticando um pouquinho, virou-me a hora, então a gente ficou lá curtindo, conhecendo, passeando, dando nela, nossa, tava uma delisa que ele banhou naquela lagoa maravilhosa lá, até a hora que realmente chegou, a gente de novo subiu no carro, fomos, pegamos a trilha das dunas, aí a gente conheceu rapidão, a gente só passou por dentro de a TINX, né? O casal que ia ficar lá, desse eu e ficou. Foi nessa hora que a gente viu, tomou esse saco, aquele susto que eu comentei com as pousadas, sim. Porque até lá, tudo que a gente viria era muito simples, em barreninhas um pouco melhor, mas tudo assim, muito simples. E de repente, se cai em umas pousadas, tipo de charme, meu copicina, que foi chocante. Sim, foi chocante, eu muito engraçado. Foi muito legal assim, aí. Mas, aí, de rapidinho desse eu lá, a gente chegou só no rio ali, na beira do rio, que deu pra ver um monte de gente fazendo kite surf. Sim, é realmente o negócio lá. É um negócio bem interessante, né? Mas aí, a gente fez, tirou as fotos lá no rio, subiu e voltamos, pegamos o caminho da tremedeira de novo. O longo, caminho. Então essa é a nossa dor. Não, a ida do eu e a volta do eu, foi o dia que realmente o corpo, e o pior, a gente vai. O próximo passeio era pra mesma rota do caminho do ido, poucas horas depois. Então, a gente. Eu juro que eu tô pensando em existir, eu não vou aguentar, mas essa chacolhação. O problema que foi que esse passeio todo nesse dia, que foi longo, é a camionete que a gente foi. Porque assim, cada camionete, os caras preparam a gente diferente, não tem um padrão, né? Então, tem algumas que os assentos são mais acochados, outras que são assentos individuales, isso aqui. Esse era aquele tipo um bancão. Não, ela tinha um poxado, era mais. É, mas era um acochado. Era aquele banco. Continuo com a coxó do superfino. Então, você sentia cada buraco, você sentia cada tremida na coluna direto. -Tia buraco. -Tia buraco. Então, foi bem cansativo. E acho que, pelo fato da gente ter pegado a estrada, logo em seguida depois de ter comida, também deu uma enjoada de tanto balançar pro lado. -Eu fiquei jogada. -Eu não falou de ter comida. -Eu sim, gente. -Magina. -Cê louco. -Tou louco, bebê, ou? -Vou, sei lá. Eu lembro que fui meijou. E deixa um muçou, ficou duas, eu não la go, foi pra tins e voltou, não tem nada. Eu fui meijou, decidindo. Não sei por que, a gente foi chacuayada, né? Mas foi. A volta de atins até barrerinhas, demorou, foi chacuayada. Teve até um momento ali meio tenso que o. A camionete não conseguiu subir uma duna meio fo, falar no meio do caminho, o cara. -Eu tem umas três vezes. -É o nosso piloto. Tive que fazer uma manobra bem diferente, lá pra conseguir fazer a subida ali. -Nos caras são muito bons. -Cara são bons. Mas foi assim, terminou o dia, um dia também espetacular, a gente teve isso muita coisa linda, mas uma vez, não vimos o porco do sol, especificamente, na espacêia, mas a gente do carro viu o sol se pondo, do meio do trajeto, a gente não parou pra ver por o sol. Porque, obviamente, tinha a fatiga de cabalça, ainda não foi. -Tambê tiratia balça, aí. -Tambê. Então, essa volta foi longa, essa demorou. -É. -Mas aí voltamos, tomamos um banho, fomos de 9% e fomos de novo no restaurante da canoa pra comer mais um prato. [risos] O pior que a gente tinha deixado o preço, o último dia, pra comer um prato que a gente tinha visto no cardape. -Pra isso ser a chave de ouro. -Pra isso é o que eu falava, que era a lagosta ao molho de camarão. E a gente viu no dia anterior, esse prato sem ser vido do nosso lado ali. O visual dele é incrível. Você tinha quatro lagostas, assim, na metade, era um logo bem pequeno, com um molho de camarão em cima do abdo-domenhas. -Ele pegando o fogo. Aliás, era um restaurante. Era o mais bom, tá? Obviamente, acho que era o mais turístico. -Sim. -Porque os pratos viam com estrelinha. -É. -Os pratos é tudo invocadinho. -Tudo invocadinho. -É pra chamar atenção, mesmo. Por isso que a gente voltou lá. Só que esse no fim era. -O paladão, mas era muito pouco. -É. -Ela gostaria pequena, não era a redlobster não. -Exatamente. Então, assim, era bom, mas ele foi. A única prato que foi indicamos abaixo do hype. -Sim. -Todos os outros, a gente curtiu muito mais do que. Esse último que a gente foi justamente que a gente deixou pra comprar última noite pra comer morala. O fenôme não deixou, mas eu teria comido fácil uma tapioca pra completar. -É, lá, você como que você quiser. -É, né? -É, lá, tá. -Vamos ver o que? -Vem ver o que ele deixou. -A gente foi do sorvete depois. -Sim, na sorvete, já dirlei. -Incluzou o sorvete excelente que a gente descobriu, inclusive a gente descobriu que tem aqui São Paulo também. -Chama sabores. -Frutas de goias. Muito bom mesmo, gente. Toda noite ela comece sorvete depois do Jantar. É maravilhoso. Até já vi muito o resto, mas a gente foi lá. Nós somos picolés com umas sabores bem de fruta mesmo, sabe? Nossa, muito personalmente. É. E não sei se eu falei barrerinhas aí, essa parte de loja também bastante. Tinha um shoppinsinho bem do lado, inclusive tinha um acesso direto pra esse restaurante que a gente foi muito. Lá também tinha a bolsa com palmeira. Acho que a gente viu essa mesma bolsa em algumas oportunidades e o Felipe não comprou pra mim. -Cama, gente. -Compro canga. -Compromons aqui, compro castanha. -Compromons suvenir. -Cara, compro tanta coisa à porra da bolsa, deixa eu saco. -Sacar mesmo. ♪ No mês de junho tenho bomba, meu boi ♪ ♪ Que é festejado em louvoração, João ♪ Bom, mas assim, esse ano e o dia depois a gente tem comida na nossa lagou, que ele foi dormir, nós tínhamos que acordar sendo para o próximo dia, para o próximo passeio. Nosso nosso passeio saía as três e meia da manhã, da madrugada. -Ese foi o passeio mais fora da casinha que a gente. Ficamos sabendo da existência dele. O passeio chamou amanhecer na lagou azul. Esse passeio foi totalmente fora da casinha. -E ele para estar no amanhecer, obviamente, na duna, você saia de madrugada. -E isso. -E esse foi privativo, a gente não foi com mais ninguém. O gay motorista pegaram a gente de madrugada lá no hotel. A gente podia deita da cabine, porque era uma caminada de cabine. -E isso que, como a aida. E era por mesmo caminho, a partir do chacoalhação era o mesmo caminho de anterior. -De anterior não, mesmo dia pra gente. -É, pra gente. -E aí eu liguei pra gente, ela e falei, "Felá, amor de Deus, dá pra ir na cabine e aí eles mandaram um carro com cabine do plai, foi um alívio." -Certo, mano. -Pra eu me loco achado na bunda, agradeceu. -Nossa. -Mas aí foi engraçado, porque a gente se passou pela mesma trilha do dia anterior, do passeio anterior, mas de noitasas, quatro horas de madrugada, a gente cruzando aquela trilha. -Eu vou fazer escutar com muito medo. Eu estava com muito medo e era isso que eu ia falar. -Sim, claro. E qual que é a ideia desse passeio? -Primero, subindo as dunas lá ainda de noite, ver o céu estrelado, porque ali a gente tá no mar com baixa poluição, também é poluição atmosférica, então a gente teria a possibilidade de ver um belo de um céu estrelado. A pena foi que maior parte do tempo o céu estava com nuvens. A gente ficou bovendo poucas coisas, realmente, de estrela. Então, primeiro, a gente estava com a lua crescente, que é o que normalmente é que observar estrelas atrapalham pouco, então a lua ficou também iluminando as nuvens que estavam na frente, então, em termos de observação do céu estrelado, não foi uma boa experiência. -Deu para o rebalto de coisa? -É, eu não deu para abertão, mas deu para o rebalto de coisa. -Obviamente, para quem tá acostumado com as grandes cidades, o Paulo Aquilo lá é nossa mil vezes melhor do que qualquer porcaria que diz, "Cel, que não vê nada aqui em São Paulo, por exemplo". É que, como a gente teve, faz pouco tempo, nossa experiência no deserto otacama, a comparação é inevitável e perde. -Não tem jeito. -Sim. O otacama tem um céu estrelado na creditável por causa da secura, da altitude, não tem novenem uma, então, é outro nível de observação astronômica lá no otacama. Mas foi muito bom. Foi muito bom esse passeio de ver essas estrelas no meio das dunas lá. E a ideia é ver realmente o sol nascendo. A gente viu o sol nascendo ali das dunas, uma experiência bem diferenciada. E nesse passeio, a gente o cara monta pra gente ali no meio da duno, uma mesinha com o café da manhã totalmente esclusilo só pra nós dois, obviamente, né? -Sim. -Então foi um bom gassinho. Um momento assim, muito surreal, muito pitoreço, muito diferente. -Special. -Specialista. -A gente. A noite ainda virou o Farol, lembra, o Farol ganhou de tudo. Ah, é, exatamente. A gente via ele ilumina ali, piscando muito, muito exótico. Então você tá lá de Boaça, tomar num belo café da manhã, meio do maduna, uma mesa, meio do maduna de areia, vendo um solo lindo na cena no horizonte. Então, foi cara, foi uma experiência surreal, incrível dessas inescensíveis. E uma das coisas mais interessantes que o Guia falou pra gente, né? Flock SS passei específico, é um passeio muito pouco comprado por brasileiros. O que é grande maioria das pessoas que contrata se passei, são estrangeiros, é gringo, é francês, europeu, é asiático. Porque muito asiático contrato. Mas no Brasil é pouquíssimo valorizado, conhecido até que existe esse passeio, do amanhecer nas dunas. Que eu achei curioso. É, então. E aí, depende muito das agências, né? É. Que esse soubesse, acho que farem. E todo mundo que a gente falava que ia fazer esse passeio, ia ficar ao meu surpresa. Sim. Tem um pessoal que já foi, né? A pessoa que ouve ouve acompanha a gente que mandou mensagem, "Nossa, vocês não tem que fazer esse passeio da manhecer nas dunas, foi cara, a gente vai fazer, é, por que? É, tranquilo." Mas, assim, foi uma forma incrível de fechar esse nosso passeio pelas lendas mais marrenças, assim, porque. Chave de ouro. Chave de ouro. Porque o que veio depois foi meio traumático, mas esse até esse momento, a viagem tinha um nota 10, assim, perfeito, sabe? Tudo te alasou certo, tudo te alasou. Tudo te alasou. Tudo o hype tinha sido atendido com o louvor, sabe? Sim. Nossa, foi muito, muito especial mesmo, essa viagem até esse momento. Sim. Sim. Mas aí o passeio terminou. Ah, depois que o soube amanhecer, a gente teria a possibilidade de fazer uma trilhasinha rápida pelas dunas para chegar na tal da laguazú. Então, o que está com o sumado, ele fala, "Não, essa ali se vai sobe, mas tudo está mal." Então, eles são terríveis, acham que é todo fácil, subidona. Não é fácil, não é fácil. Eu, nesse nessa altura do campeonato, a minha perna já está dura, sabe? É rastro, é lático. E não tinha mais condição. E o cara falou, "Não, você vira a duna, vira ali, não vou ficar. Eu vou ficar." E aí ficamos nessa de. A Jú, sabia assim, no sinoninho, ela acabou ficando. Eu fui com ele para a vetada da laguazú. Era bem perpuxado, eu fiquei be cansado nesse caminho. Não era tão perto como ele fez parecer no. no primeira vez. E no final das contas, a própria laguazú, que é o nome que dá a laguora, que dá o nome ao passeio, ali, ao. circuito, né? É uma laguora dessas que ela era gigante. E aí, ao longo dos tempos, uma duna cresceu no meio dela e cortou ela em três pedacinhos. Então, ela não tem mais o mesmo tamanho, o mesmo deslumbre que ela já teve uma vez. Então, mostra o quanto é mutável essas paisagens aí do. dos leis faz maranhências. Então, eles até ficam devem estar mudando, não, da laguora, mudando o nome de circuito, algum momento aí. Porque não faz mais sentido, aquela laguora é bonita. É, mas assim, tem outras melhores, entendeu? Sim. Mas é isso. Mas aí, né, se passei a cabocena, a gente foi afinal de contato, eu desastrizava da manhã, passei ando, então acabou as oito. A gente já estava praticamente de volta no hotel. Porque esse era o dia que a gente teria aqui. E ele embora. Não é fácil, é que o pessoal, nosso transfer de volta para a sua luz. A gente ainda conseguiu negociar ali com o hotel um leite de acalte, porque a gente ficou na na piscina, mais um pouquinho, dando uma curtida, saiu para o almoçalho, no centro, almoçamos de outro restaurante, não comemos no mesmo. Primeira vez que a gente mudou de restaurante ali em Bahéirí. A gente passou de novo pela bolsa de Palmeira, o fe não comprou pra mim. Caramba. O feio é última vez que a gente passou por ela. É, mas aí. Tá arrumando todas as coisas e esperamos pra voltar pra pegar o nosso transfer de volta para a São Luis. E aí, que a coisa deu uma cidadinha, Tila. É, que foi um. O que eu. A viagem que tava notadais até então, ela teve um pequeno descompro. [risos] Pela finalização ali, que não hundesseu o cravado. É. Pois é, como a gente falou, todos os transfers no nosso hotel que ele momento tinha sido. Privativos. Privativos, né? Mas assim, dentro do pacotão que a gente comprou, esse último não era privativo. Não era privativo. É, a vã, meio geral, zona onde. É, na verdade, o susto foi que era um avan. ter serizado. Eles já tinham a gente fechou, né? Uma agência local. Mas eles têm muito esse negócio de fazer parceria, até pra fazer carrucheio, pra não ficar gastando, né? Eles têm uma logística pra tentar maximizar. E às vezes, cair de serserizar. Alguns passeios, a lhesa maioria foi serserizado, de fato. Era com a própria empresa que a gente contratou eles. Passavam pra outra, mas é a execução até esse momento foi ótimo, independente do. Todo um dia, se tinha sido excelente, esamigáveis. Tudo ótimo. Tudo ótimo. De uma forma. Mas aí, nesse caso, o transfer foi uma outra, uma empresa absolutamente desconhecida, o nome dessa empresa desconhecida. E aí, o serviço deixou a desejar, assim, imensamente, desta. A trazona na chegar, na pra pegar gente. Trazou, gente grosseira, fan. É, confundando que é brado. Muito, barulhento. Não tava se friando. Nossa, foi. A senhora aconteceu que o cara começou a deixar as pessoas davam na frente das suas casas, e era toda fostada, que ele chegou um primeiro momento no aeroporto. Não, foi uma avamista. Ela tava meia turista, que era um dos dois grupinhos, ali. Mas meio funcionando como uma lotação pra moradores. Só que os moradores, eles moram afastados da região. Sim. da central. Só que o primeiro pessoal que foi deixado no aeroporto, e são Luís. É, isso foi um primeiro erro, então. É um longe, assim, do centro onde a gente ia ficar. Que a gente não ia ficar no mesmo hotel que a gente ficou no primeiro dia. A gente ia ficar no hotel bem no centro histórico, porque a gente queria passar por ali. Quero dia que a gente teria o dia seguinte pra conhecer. Só que a gente. A previsão era que demoraria quatro horas pra chegar aí pra ter saindo quatro e meia. A gente ficou o coloco cheia chegar às oito e meia. Da noite em São Luís. Chegamos as onves. Chega uma onze no hotel. O hotel não é um hotel, é um pô, osadinha. O pô, osadinha, que era fechante, o cara deixou o filho lá pra abrir pra gente. Mas enfim, e aí quando. E aí, já tava tudo atrasado, né? Porque osadinha, isso, passamos nervoso, avando, tava em condições péssimas. Tava com a suspensão dura, batendo, nossa. O ar considerado fazia um barulho, era um ruído dentro do carro, e não se reava nada. Não, vocês terão a noção do prodoe? Bom, passou ainda pelo menos o cara dirige a direito e deu pra chegar em São Luís. O Nés também dizia como é, "Ah, pessoal, eu vou morrer nessa van." Eu vou morrer. Mas essa foi a de verdade. Mas enfim, os pônicos do eu vou morrer nesse lugar, vai ser eu achei que elas nasram. Mas o cara dirige a direitinho pelo menos e chegamos em São Luís. A primeira. Quando eu tava acompanhando pelo GPS, porque tinha um monte de gente, não? Vou aflar. Vamos ver qual caminho que ele toma primeiro. Parece que ele ia pro caminho que ia pro centro. Falei "bomar, vai ser nós". Não, ele desviou. O primeiro a pessoa que foi deixada na porta de casa foi o guia. O guia que tinha votado no prodoe. O guia não serviu pra nada, ele ainda é bom dia. Não pegou mal, não ia ficar nem. Não pegou mal, não fez nada. Eles deixaram o guia num caminho. Aí ele voltou pro outro caminho, o que era pra mais pra partir central da cidade. E aí que veio o nosso ataque de pânico. O cara que você deixou. Eu e eu e a gente fomos os últimos. Fomos os últimos. Só que as pessoas, os turistas, meio que era tudo bem-mulado. A gente era no centro, mas o centro na perto da região hotelera principal, que era onde ficava aquele primeiro hotel que a gente ficou da primeira vez. E que os outros turistas ia ficar ali naquela região. Era perto, era 10 minutos. Só que ele começou pelo povo que morava lá pro lado de afastado. Bem afastado do centro. Então ele cada hora ia pro canto e não acabava nunca. O que tinha ruim? Que ele não conseguia passar? Foi um caos. Gente, eu estava desesperado. Antes disso, teve a parada no aeroporto. Então ele deixou o guia. Fez um desvio de 15 minutos pra deixar o guia no aporte de casa. Foi a primeira pessoa desse ser. Aí o primeiro parada, mesmo, foi no aeroporto. Eu tive um filing. Eu falei pra o feio. Vamos descer e pegar um taxi. Vai demorar muito pra chegar. Não, não, rapidinho. Esse rapidinho levou 2 horas e meio. 2 horas e meio depois. Foi o tempo. Ele levou passeando. E eu sabendo que a gente estava numa pouza dinha que tinha horário. Não era um hotel 24 horas. Estava falando com o cara no WhatsApp. Mas assim, não era uma coisa. Era mais delicado. Enfim, foi um absoluto caos. E ver os caras fazendo isso. Então foi longo. Nossa, foi muito longo. Aí veio a sereja do bolo. Aí acabou todos os locais que ficavam em barros afastados. Aí sobraram os turistas. tinham 3 grupos. Ele deixou um camilo a félvia e deixou a gente os caras. Ele virou para os caras. Isso já era 11 horas e meio. Quando ele chegou perto do nosso hotel, o nosso hotel era em Centro Vélio. Centro Vélio, mesmo, da cidade. O canália. Não tem. O canália do motorista. Ele viu que a rua que ele ia pegar pra deixar a gente. Estava em obras e estava fechada. Aí ele falou assim, vocês vão a peda aqui. No meio da noite. A zona de meio da noite. No lugar que todo mundo que eu li o relato falou, não, um dia e noite, no centro de. Ah, tem muito, muito. Noia. Não, não, um dia e noite, no centro de São Luís. Inclusive, os relatos do hotel. O próprio hotel. O próprio hotel, só. Você chega, toca, se tranca, e no dia e dia você sai pra passear. E era. O dia é super seguro, tá? E o motorista, o canália, o bandido, esse cara que merece. Nossa, não sei o que esse cara merece na vida. Queria largar, a gente não vai dar roupa, carro. O que ele tenta subir não subir. Nossa, mas eu deu chileique. Eu catei o GPS, você vai fazer esse caminho aqui do GPS.
- E aí fez, deixou na porta, porque era a pura preguiça do cara de pensar um pouquinho. - Não, era essa caragem, eu, na verdade, a gente até a teoria que lá quando ele estava atrasando pra gente, pra pegar gente, eles se atrasaram 40 minutos pra pegar gente. A gente já começou a reclamar na operadora. - Não dá mensagem pra ele, né? - Então, a gente não sabe se até foi uma vingança, entendeu? - Ele deixou a gente por último. - Mas o cara se não fica calma, perto, numa vingada, escrolar, agar uma vingada pra subir. No dia seguinte, a gente descobriu que esse era uma volta caminhada ainda com o lader, ele é de tava falo. - O que é assim, mano, é um rodipedra, sabe? Então, o canalha, canalha, canalha, inclusive essa parte vai ser uma aqui. Tomaremos medidas, porque não vai ficar assim. - Não me conhece. - Então, assim, lições apendidas, é. - Pega e trufer. - Privativos, nesses casos. - Eu acho que quando não é decida em aeroporto, eu acho que ficou essa lição. Quando não é decida em aeroporto, o ideal é realmente pegar trufer privativo, - Previtar esse tipo de coisa. - Porque tinha uma outra coisa, né? Quando a gente tava decidindo o passagem, qual seria a ordem, se a gente ia fazer o centro velho antes ou depois, a gente, uma das opções que a gente tinha, era nesse mesmo dia pegando o trânser, pegar um voo à noite. Então, o tanto que o cara trazou, a gente quase teria perdido voo, se a gente tiver seu olho na subção, né? - Sim. - Quando a gente era realmente chegar pra dormir. - Tem essa caporra, sai correndo. - Mas a ideia era chegar pra dormir, a gente não perdeu. Nosso medo era o problema do hotel que não tem portaria, né? Nada disso, é um casarão de um cara, de um dono, que o cara vai embora, transpeços do andém, tem que ir embora. - Sim. - É verdade, ele dá chave na mão do outro pessoa. - A chave que você tem, tem a chave da porta. - Mas ele fala assim, "A noite não sai, a noite você fica quieta no seu quarto ali". - Sim. - Ficar ali dentro do hotel, né? - Ou sofo. - Ou sofo. - Mas assim, passado. - A gente tinha que contar. De todas as vezes que eu achei que eu vou morrer, essa foi a que eu tinha certeza que dessa eu não ia passar. - Pois é. - Mas passado perringe chique. - Não, isso não foi chique, esse foi bem. - Foi, é. - O hotel que a gente ficou chama Casa Lavinha. Cara, é muito legal. É uma coisa mais diferentes assim, que eu lembro de ter ficado. Porque assim, é um centro histórico mesmo antigão, da época dos portugueses ali, sabe? Então aqueles casarões antigos com aquelas paredes grossas e acabamento todo de azulegina frente. Então, um casarão, se eu não me engano, a data que tinha lá, ele era 1856, o casarão. - É. - E o dono, que era um francês? Lembra que a gente falou que era um monte de gringa, é dono de hotelaria lá, nem São Luís, e nas coisas lá dos lá em Sois. Então, esse dono era um francês, e ele deixou tudo pra. Ele fez vários quartos, todos tematizados. O nosso chamava Zanzibar, então. - Era africana. - Ele tinha todos temas africanos, e a cama toda. sabe, tudo de tadinho, tudo com móveis antigos, cara, uma graça. Uma graça de lugar, cara de hotel conceitual que a gente vê em programa de turismo, sabe, que a gente fala "Poxa, nunca que vou ficar os pedados no lugar desse". - Ele ficou. - Foi legal. - Muito bom. É a decisão pelo centro, foi essa. Quando eu estava pensando, a gente falava, "Vamos ficar quantos dias em São Luís." Porque já estava mandando o foco era alençoso, mas já que estava moindo, só que realmente não tem tanta coisa, sem teria um segundo dia, se fosse, seria por uma viagem em uma. Alinhalcantra, que é uma ilha, também tem umas. Chega ser ruína de casarões, e tal, mas a gente olhou, falou, "Ah, ainda ia pegar já, quase. O feriado aí de setembro, que começa a ficar tudo, mas caro, fala, "Ah, não, tá bom, um dia tá bom". E o que tinha pra ver, de fato, era no centro. Então, ficar fora, ficar lá naquele primeiro hotel de novo, a gente ia ter que se deslocar para o centro, pra voltar para o hotel, pra pegar mala pra ir para o porto que já era no meio. - Sim, sempre já era no meio caminho. - Era mais louco. A geologística tinha que ser, e aí a gente achou esse. E é gostado, existia até um tipo ano atrás, um hotel razoável no centro. Já estava bem caído e tal, a gente acha avaliações dele lá, é só que ele fechou nesse último ano. - Mãe. - Por causa da pandemia. - Sim. Então, provavelmente a gente ficaria nesse hotel lá no ano passado, que era um hotel consagrado, mas já sabe, que ele eu estava com já ver os seus dias de górem, mas era lá no centro. E agora, o que se achou lá foi essa tipo de pousada. De dono, estrangeiro, em casarão, mas totalmente exótica, mas muito, muito legal. - E o interessante é que assim, o centro histórico, toda ali, está passando por uma grande revitalização. A gente vê muita placa, muita obra, muita coisa dos. Eles falando que o governo Maranhão está fazendo ali uma resvitalização, e está bonito, né? Dá pra ver que eles estão mexendo, que vai ficar mais bonito, mas está bonito o centro. - É bem fotogênico, ele parece que eles estão realmente empenados em melhorar. - Sim, sim. E assim, esse dia a gente acordou, saímos espaciando por ali pra conhecer as ruas ambientes. - A gente tinha quatro eventos principais, na lista, ou não deu certo. O primeiro seria a casa do Maranhão, que seria um museu de cultural, só que esse estava fechado em reforma. - Em reforma? - Acho que os caras viram que até a pandemia e a demoraie aproveitaram pra fazer reformas. Isso, sim, eu tô falando de três quadras do hotel. - Então foi muito prático. - Foi excelente ter ficado ali. Foi muito prático. Perto tinha o mercado das túlias, que é um mercado. É um mercado oficial, tipo, se fosse um mercado, mas é bem pequeno. - É. - E ele misturou alguma coisa de produtos de. - Castanha, peixe, camarão. - Com algumas restaurantes e lojas turísticas, mas é bem pequeno. - Mas é. é legal, é legal. - Sim, tinha bastante coisa, ó. Esse era a seria na parte da manhã, só que a gente realmente deu uma pifada por causa de calor. - Muito quente, não venta. - É, as voces são muito estreitas ali. Aí voltam, ficam uma orinha no ar e condicionador, até o pra voltar. Aí a gente foi achar um restaurante com uma carinha boa, jogado flor de vinagreira. - Flor de vinagreira. Tinha até um show propros deles, artesanal, que era o show pro dar flor de vinagreira, também, bem interessante. - É, tá, porque é uma súltima camarão. - Mais camarão. - Mais camarão. - Tinha até música ao vivo, né, pessoal cantando. - Sim. - E aí a tarde a gente fez os passeios. Os dois passeios em Norgons lá, que tinha visitas guiadas, gratuitos, só chegar, esperar o grupo informar e ir, e é bem assim, um passeio interessante. - Histórico. - Histórico, um ano em palas dos leões, que é onde ficou governo, né, do estado. - Governo do Estado. - Do Estado. Tem uma área pequena ali, no palasco que você visita, que tem muitas obras de arte, é bem legal. - Tem muita coisa europeia, né, tá pesaria. - Tá pesaria, se você for ser o ano. - É, é, é, é, os quadros, que eram coisas do Artur de Azevedo. Temos coisas interessantes, né. Sim. E finalmente no teatro Artur de Azevedo, - Sim. - Que foi um passeio bem legal. É o segundo teatro mais antigo do Brasil, só perto pro diário preto, pelo menos foi o que é que. Tudo que vocês estão falando se tiver uma informação errado, foi nos guiasco falar pra gente, tá? - Não fizemos o "fact check". - Não fizemos "fact check". Mas foi um passeio bem legal, a gente corrou do todo o teatro por dentro, por fora, pelo bastidor. - Quanto era do palco? - Fomos no palco, um lugar bem legal. E foi isso, foi o nosso passeio. - Foi o super nente passeio ali pelo centro. Foi gostei muito, gostei muito. - Foi diferente, foi diferente. E assim, aquilo. Isso aí já era uma esquada tarde, e a gente. Não era uma. Os três da tarde, a gente acabou e voltou pro hotel, que era muito do lado. Então a localização do hotel tinha que ser essa, e foi perfeita. Ainda foi só super legal deixar gente ir. E se pudiam falar que o hospital já chegasse a uns da noite, deixar gente ficou no quarto e ficar cinco da noite. Então a gente conseguiu tomar um último banho pra não ouvir então suada e fide da pra pegar uma via ainda. E é isso? - Mas foi isso, aí. Sim, serrou nossa viagem lá pelo Maranhão, por soluís, o link do "Maranhenses". A gente voltou pra São Paulo, chegando aqui, os dois horas do madrugada. - É, é. O aeroporto, assim, daqueles, que tinha o bó. Graças a Deus, tinha um bób, se a gente comeu no bób. O aeroporto é bem pequeno, isso é um Luís mesmo, comparado. - Não, é inorável, não tinha nada aberto. Então ainda bem que tinha um bób, ali, que foi salvador. - Hum, hum. - Dá pra jantar. - É. Mas assim, foi uma viagem incrível, superou assim, muitas nossas expectativas. É, hoje a gente tava até comparando com outras viagens nossas. Que fazem mais ou menos o meu sentido, por exemplo, a gente comparou muito com o Adotacama, que é um destino também que você vai lá pelas questões naturais, mas até o desenvolvimento da região, a gente sentiu contra a diferente, né, lá na Atacama. A gente comparou, por exemplo, com a viagem nossa que a gente fez recentemente pra o avai. Fala, cara, lense suas maranhas, não casete na viagem que a gente fez pra o avai. - Não. - Fala assim, caramba, sério, o avai é bonito. É, bonito, mas assim, eu envolvi muito. - Tem pontos bonitos, mas é. - É, é. - De caiu queixo. - É. A experiência de um cruzeiro pelo avai, ela é aquela experiência bem esteralizada americana. Então, os passeios têm aquelas paradas bestem lojas de café, e o quê? Sabe, esses passeios que a gente fez nos lençóis, é assim, "Ah, é corrido, é lagoa, lagoa. " Sim, mas é lagoa, você vai sem entra lagoa. - Sim. - Você só não fique do lado de fora dentro de um ano dos coacloteinados olhando pra aquilo, sabe? Então, cara, é tudo peruchão. Você vive as coisas que você tá passando. - Ele tem um aquê de diz, né, né? - Que. - Parque aquático, o que você participa, não é observo, é o seu participa. - Então, assim, é um. Foi uma viagem, cara, sem. sem qual, acho que é uma beleza natural brasileira única no mundo, não só no Brasil, mas no mundo, algum lugar que tem que ser visto, porque as fotos, as descrições que a gente faz aqui no áudio, não fazem justa o que você vive, o que você experiência, o que você vê com seus próprios olhos lá, né? E a gente só pode recomendar pra todo mundo que tiver a chance de ir, meu. - Tá. - Par, aproveito quem é real, não é em dólar, sabe? - Pois é, às vezes a gente pensava numa coisa, "Ah, isso é caro, ah, pense em dólar." Tipo, "Ah, 150 reais do jantar?" - Ah, isso é 500 reais. - Ah, não. - Ah, não.
-Mec, lá no Estados Unidos. -É! Isso é um "Mec". É impressionante, assim. Então, porra. Vale demais, vale demais, adoramos o viagem. Quero mais. ♪ O amor canta em balanço maraca ♪ ♪ A matra que pandeiro é quem faz tremero chão ♪ Bom, jo, pra encerrar esse episódio, eu mandei lá no nosso Instagram, pedindo pra pessoa, mas dá perguntas pra quem ficou com curiosidade de alguma coisa que a gente viveu, né, sobre essa viagem, pra pessoa mandar perguntas. Vamos fazer uma expressa aí, que já falamos demais. Pois é. Então, aqui, lá, Samara lá, se perguntou. Quanto dias vocês acham que vale a pena ficar? Qual o lugar favorito de vocês? As pousadas têm pouca infraestrutura? Olha, eu achei o período que a gente ficou no. De lençóis, foi cinco noites, duas em Santa Maro, em três em barrenhas, o suficiente. Tem alguns passeios que a gente acabou não pegando, então, se quiser, eu acho que cinco é um bom tempo, mas daria pra ficar mais longe. Mais um dia de São Luís, né? Mas daria pra ficar mais algum se tiver algum passeio que você não quer. Tinha um passeio que muita gente falou maravilhas num passeio em Santa Maro, que era das enforcadas. Era um passeio com muito trilha à pé, por causa de questões de dificuldade de andar, a gente não fez, mas talvez valeu-se a pena. E tem outros passeios em Santa Mar, em barrenhas, que a gente também não fez, porque ele não achou tão interessante, mas dá. Eu acho que os cinco dias de passeio, mais o sexto que foi de madrugada, um sexto passeio que foi de madrugada, acho que foi de ótimo tamanho, a gente já estava chegando um ponto aqui. Chegou de sol e chegue de areia pra nós já. Eu tenho esse limite, mas é uma coisa minha, eu já estava com a ler. -Cê está ficando com o reino de madrugada. -Eu acho que mais tempo que isso pode até eu cançar e reficar muito repetitivo, mas assim, às vezes não, às vezes. -Mas eu achei cinco de bom tamanho. -Tá bom de bom tamanho. -Pros lençóis, né? -Sem contas. - Ah, eu vou. - Deixe-se, né? Eu vou na lagoa tropical. É, lagoa tropical. Foi realmente a moça. A lagoa tropical foi a mais. Deve muito coisa boa, mas a lagoa tropical se destaca assim. Em Santo Amaro, foi mais baixo, mas assim. Não faltou nada em Santo Amaro. Ou o quarto era pequeno, mas tinha ar-conzionado, tinha frigobar, tinha café da manhã. Era um café mais simples, mas era bom. - Deu pra ficar tranquilo. - Mas era pequeno, era simples. Dá pra ficar tranquilo. A câmera meio dura, mas assim. Não faltou infraestrutura. Tia até o Wi-Fi. - Tinha. - Todas tinham o Wi-Fi. Foi, por exemplo, um problema que eu enfrentei em Santo Amaro por causa da falta do 4G que. Meu nosso estipo é da 8, e não pegava lá de nenhum. Então, a gente dependia muito do Wi-Fi lá. E já em barrenhias, não. A gente pegava o 4G ao tempo todo. Só que assim, cruzava o rio, né? Pra fazer os pastéis de barrenhias, bom reconhecer, né? Não vem. A pessoa fala que vivo pega bem geral lá. Mas, por exemplo, a pousada já de barrenhias tinha a mal. - O excelente infraestrutura. - Tinha até a cadeia mesmo. - É, é. - Porque você nunca vai passar umas férias. - Tem até mesmo si não. - Ela de jogo, né? - Tá. Eu acho que é. - Barrenhias é bem tranquilo. Santo Amaro, você tem que se preparar um pouco pra ser uma coisa mais rústica. Mas eu pesquisei o que eu achei que era o melhor hotel de lá que é, pelo menos, teor condicionado, frigobar, que acho que é um som recurso, mas é bem simples. Vissa, Mara, obrigado pelas perguntas. O Bernardo Amaro ainda mandou. Será que não seria interessante contar um pouco do custo de algumas coisas da viagem? Eu sei que vocês são seres humanos como nós e que é uma questão pessoal. Mas acho interessante de saber. Não precisa ser aquilo detalhado, mas alguns valores de diário é o valor de um jantar ou outro. Com certeza dá uma perspectiva pra pessoa colocar no seu roteiro. - Sim. - E aí? Olha, o jantar até de jete é comentoso. Aí o imédia 150 reais da refeição, com os pratos. Pratos grandes, com bebida. Trinques, em restaurantes bem turísticos, né? Sim. A gente. Você segurou, não? A gente fala assim, "Ah, isso aqui é uma coisa que. - Que o Méti. - Que o Méti. - Exato. - Exato, bonitos. Vamos lá, vamos ver, manda ver. De área de hotel, em torno de 250, 300 reais, e é de realmente o procureu os melhores hotéis, sabendo das dificuldades, eu fui mesmo para os hotéis melhores dos lugares no lençóis. Que mais passeios. A parte dos passeios é que eu vou ficar mais assim, porque a gente não. eu fechei um pacotão. - Tino o preço por passeio. - Não tenho preço por passeio. Mas assim, eu achei razoável para tudo, que era da parte de transferir os passeios, com o em torno de 4.500, por casal, para tudo isso. É, você vê que não é, não é, é um absurdo. - Não é um absurdo. - É um negócio desses de aventura, né? Sim, é exatamente. E foi um servitirando o transfer do inferno. Foi um serviço muito bem prestado. Então, eu achei um recheio razoável. Aí, passagem. Deus que sabe, né? - Porque. - Isso aí depende muito. - Acho que foi 2, 2,000, pouco. - É, mas é passagem nacional, aí. - Sim. - Vari de mais. - Aí é complicado. - Bom, a Flávia Léal Ferreira perguntou. é doce ou sagada? - É doce. - Doa linda, água doce, das uma coisa. Rodrigo, o motor que perguntou. Dá pra enjuar de comer camarão todos os dias? - Nunca. Isso nunca aconteceu. - Isso nunca aconteceu. - A gente. O Felipe chegou um dia e falou assim, "Ah, acho que eu tô um pouquinho de jodinho de camarão." - Não, eu tava de corpete. - Eu cheguei ele. - Eu não tava de jodinho de camarão. Eu estava com vontade de comer peixe. Não, ele falou, "Ah, acho que eu já tô um pouquinho de jodinho de camarão, mas isso é coisa dele, né?" Estava com vontade de comer peixe, é diferente. Eu Rodrigo, o motor que perguntou quantos dias, no mínimo, aproveitar tranquilo? Já respondemos? Eu diria 5. Ele também perguntou, "Como faz pra chegar lá? Dá pra ir sozinho ou só de guia excursão?" Tels as cidades agora que tem a ponte, santo amar o barrerinho, dá pra ir. - Dá pra chegar. - De carro. Mas é besteira, porque você vai ficar o carro parado. - Sim. - Você não vai conseguir fazer nenhum passeio, nem tente. Acho que eles não indejam. Porque na verdade, a balsa lá em santo amar o pra entrar no par que você passa pra essa guarita que a gente falou. E a balsa de barrerinhas meio que serve como uma. - Não, mas dá pra ir. - Com uma barreira. Mas dá pra isso, você vai de 4x4, você tem um caminhonete sua, com 4x4, você pode ir? - Não, mas já não sabe guiar lá. - Exatamente. - Não sei que você já é bom nisso. - O problema é realmente se achar no caminho. - Sim, não. - Existem trilhas. Eu falei que isso no último dia do passeio, eu pergunto ter pra ele justamente isso. Eu falei, "Poxa, mas pessoas que quiser entrar aqui, podem ter a flor, olha." "Pode pode, mas o cara não vai saber se já teve caso de gente que entrou aí, precisou ser regrascaresgatada de helicopter, porque se perdeu. - É, com certeza. - Porque o cara não ia muito difícil. Gente, a gente ficava admirada com o motorista voltando nas dunas, que é tudo igual o cara sabia o caminho, mas aí não tinha manderola. - Pois é. - As vestias, às vezes não tinha. Não sei que você seja muito corajoso e muito conhecedor, mas eu não faria isso de jeito nenhum. Tatiana, ela vai entrar a pergunta, "Todos os pratos dos restaurantes são gigantes, vocês viram nos cadaps os opções vegetarianas?" Olha, as porções eram todas muito bem servidas, mas eu tenho que pedir de desculpa que a gente não olhou se saber se tinha uma opção vegetariana ou não. Pessoa perdão, tatati, não olhei com esse. com esse VES. Sim, desculpa, ele não viu mesmo. Não percebemos isso, mas talvez naqueles de barreirinhas que são restante. - barreirinhas com certeza. - Mais turistões, talvez tenha. Com certeza barreirinhas têm a minha dúvidação nos restaurantes dos passeios, porque é muito rústico. - É muito rústico. - Não sei, mas às vezes tem algum prato que não tem. - Esque foi o que a gente realmente não olhou, tá? - Eu peço desculpa mesmo. - É, isso é. - A gente fica devido. - O Rogério Martins perguntou, "Segurança, não tive boa experiência com o São Luís". É, ele afirmou, ele não perguntou, mas. "Segurança, o que você achou, Jojo?" Olha, o graza tirando o. avando terror, a gente achou trango assim. Olha, na chegada no oite, lá no hotel do centro, a gente viu umas figuras meio quisitas. - É. - Mas, assim, durante o dia, o próprio dono da flança. Ah, tem um pessoal meio estranho aqui, mas eles não incomodam turista. - É tudo, amigo. - Não, e no caminho do pertinho da lhe do hotel já tinha a polícia de turista, tá? - Sim, é, é, é, é. - Eu achei bem tranquilo. - É, é tranquilo. - É, é tranquilo. - É tranquilo. É tranquilo, ó, ó, também. - Inclusive, até assim, uma comparação. A gente, quando foi pra Recife, pra Olinda. - Olinda. - Em Olinda, os ambulantes, o pessoal que vendia coisa era muito chato na bordagem. Pessoal ficava penteilhando na mão em cima. É, lá a gente achou super tranquilo. Ninguém incomodou, gente. - Tem viu cara só que veio pedir dinheiro, né? - Sim. Mas assim, tranquilo, uma bordagem de boa, ninguém. - A gente se sentiu bem tranquilo, tá? - Sim. - Durante o dia, noite. - A noite, a gente não. - Mas a gente não deu orientação de um saí. - Lá perto do Luzero, a gente foi no restaurante, acabou mindo numa farmácia aqui, tinha lá pra comprar água. - E assim. - O caminhero esquisito. - Meio isoladão, meio desertão, mas rosa assim com. - Pra chegar na vida. - E isso cara, na parte boa ali, né? - No bado bairro, né? - Mas foi, foi tranquilo, gente. - Não viu nada, mas é o mesmo medo que eu tenho isso aqui na minha roloite. - Sabe, não é diferente. - É, Brasil, né? - É difícil. - Mas nada que tenha sobressa aí, do Graça Teus. - Precisamente. A Priscila Cutirato perguntou, "Vocês tinha os passeios planejados daqui?" - Sim. - Tá planejado e pago. - Falejados e pago, exatamente. Diogo macedo, para ir com crianças. Fica pesado? Boa pergunta. - A gente viu muita criança lá. - É. - A gente não, sei se avenge, não entende detalhes de criança. A minha primeira reação é que eu acho que sim. Eu acho que é difícil. - Eu acho que assim, não é uma viagem de parque. Onde você pode levar carrinho, para levar criança em menor. Esquece. Acho que se for uma criança que não depende nenhuma estrutura, tipo um carrinho, para ficar o de inteiro junto. Sei lá, a criança de 7, 8 anos, porque tem todos esses passeios de carro que a gente falou, né? - Nos transporte. - São passeios longos. - São passeios longos, onde falaram. - Tem banheiro, tem nada. - Exatamente. A pessoa não pode ter.
você esquece de ficar levando qualquer infra de carrinho. É, ficar levando um monte de mala, do céu quê? Normalmente a gente te levar, vou uma mochila cada um com água, a tua água e tudo mais, então você tem que se limitar esse tipo de coisa. Acho que se for uma criança de sei lá, sei, sete, oito anos, que fique tranquilo nesse tipo de passeio, mas. - Novo. -. nato, é bom, e mais longo. Aí acho que depende de você conhecer mais o seu. o seu criança, seu filho, né? - A gente viu o criança. - A gente viu. - A gente viu até bebê? Eu vi bebê. - Pouque, sim, porque é o mãe, é a corajosa, hein? Caroi, tava lá naquele cangurú, e sei lá, só partir de 12, 10, acho que tá tá. - Não sei, acho que dá pra bebê, - acho que 7, ou 7. - É, a gente não é muito entendido do assunto, mas assim, tem que ser uma criança já bem independente, assim. - Sim. - Eu acho. Acho que você conhece o seu filho, tem que ver também se ele tem interesse em ficar numa coisa mais naturaiba dessas. Que dá pra ir dá, a gente viu crianças lá. A Camila Simões perguntou uma surpresa e uma decepção. - Bom, a decepção foi avando em fernos. - Ah, vou, foi em fernos. - É. A surpresa, acho que foi a viagem, a parte mesmo, a beleza, porque, assim, realmente é de caucas. Olha, eu acho que, pra mim, a surpresa foi. ou especificamente, eu passei no Rio, porque. sem imagina falar. Ah, é, porra, a gente já viu. Saz dunos, maravilhotes, estes lá, maravilhosos. O que que eu passei de Rio vai ser melhor do que isso? E foi um pata passeio, não foi o melhor, mas foi muito legal. - Foi muito legal. - Foi muito legal. Agora, a decepção foi. Nossa, esse transfer foi realmente terrível. Abando em fernos, gente. Abando em fernos. Mas, pra mim, a surpresa foi. Primeira olhada por lagou e falassei, "Cara, é uma bonito que eu achei que ia ser, dozei." Porque eu achei que ia ser lindo, mas não. vai mais lindo. A Eva, Pingulene, perguntou o seguinte. É uma viagem, cara. Acho que a gente acabou já. já deu os pressos. Eu falei de pressos mais ou menos. Eu acho assim que, considerando. Eu acho razoável pelo que se vê, porque lá fora. Se você vai fazer uma viagem dessa, pensando em estereos, fosse exterior, nossa, esse muito mais caro que eu tô. Então, você acha que vale a pena. - Pelo que a gente experimentou, né, pelo que a gente pode ter, se há? - Sim. E serem real, hoje é uma coisa fantástica, né? Então. Sim. - Cafar a cidrinha, pelo to, algum perringo. - Bom, acho que já falamos, né? - Abando em fernos. - Abando em fernos. Abando em fernos. A Mariana Ferras perguntou. Qual perringo xique tiveram? Sempre tem, né? Bom, acho que já falamos perringo. Bom, perringo foi avano. Vocês vão te chamar de perringo xique. Deixa eu ver perringo, não. Isso não é perringo xique. - É. - Abando foi o perringo e perringo mesmo. Foi. - Tem algum que você considera com perringo xique? - Ai, tira um perringo xique. Qual? Tira um perringo xique. O nosso café da manhã. A gente comeu e os caras levaram muita comida. - O nosso café da manaduna. - Ah, sim. Escalaram muita comida. E eu até por. Sabesse, até por vergonha e considerar a sal, eu tentei pelo menos pegar um pouquinho de cada coisa. E era muita comida. Então estava estufada. Eu comi para caramba. Para ser educada. Juro por Deus, que era procedo cada. Peguei um movinho, esse tinha um monte de coisa. E aí eu estou com estúbago cheio. E aí logo que deu aquela voltinha na lagona. A gente já voltou pelo caminho da chacolhada. Jesus amado. Eu não sei ainda como eu consegui segurar o fômito. Isso é muito perringo xique. Vai lá na duna, não manhecer da duna. Aí você sintou. O cara te monta uma mesma café. Esse sintoup de comer. Aí na volta tem tanta chacolhada que o Juro está arresando. Flajamos que eu fato o pídeo para esperar aqui para o vomitar. Eu não sabia, eu não sabia. Aí a gente sabe a bausa do caramba. Quando a gente estava cheia no perda-bausa, eu lembrei que eu feio no dia anterior, tinha ido num boiero lá. Eu falei "Ah, posso dar uma parede no boiero?" Eu segurei até o boiero. - Sim, segurou. - Aí eu vou lá e o boiero, que é? Fechado, boiero abri as 8, olha 7,40. Eu asimilio 2x0. Acho que eu fiquei tão desesperada de fômitar na frente dos guia, do guia do motorista que eu passou. Mas olha esse foi o perringo mesmo. Foi. Bem lembrado, mano. Amarena Ferras de novo perguntou. As pessoas são bem receptivas? Nossa, muito. Muito, muito mesmo. Aliás, uma renda e a gente adorou tudo lá. Eles são muito simpáticos. Como o fer falou, eles não parece que não tratam a gente que nem se frão, né? A gente já teve essas sensações de outras lugares de, "Nossa, parece um enxome, né?" Sim. E lá não, eles se agotam conversar, eles são simpáticos. Nossa. Todos os guias manjam muito, são abigáveis, são engraçados. - Educados. - Educados, conhecem as pessoas. Cara, eles, cara, a gente sofria, mas eles estavam de máscaro o tempo todo. Nossa, não tem repreensível. Exatamente, exatamente. E conheci o história do lugar, sabe? Tudo o que você perguntava, eles respondiam. Não, e tentava ajudar a se ver, a gente conseguiu o leite, checau-te em tudo o que a gente pediu. Exatamente. Sabentemente, uma vontade mesmo de agradar, e sendo, sabe, sincero, sabe? É, elebrava assim, né? Brasileiro de um modo geral, não costuma dar a gorjeita que nem a gente estava acostumado a ver nos Estados Unidos, né? É. E o pessoal, ninguém espera a gorjeita. A gente deu pra grande maioria dos nossos guias, que compartilhou que fizeram as passeiras com a gente, porque o serviço foi tão bom que fosse, cara, que precisou, a gente precisava uma coisa, porque a gente esperava, alguns até tomavam susco quando a gente dava uma gorjeita pra ele, sabe? É. Eles nunca fizeram nada esperando pela gorjeita. Porque brasileiro não dá. E nos passeios que a gente fez privativos, beleza, a gente dava a gorjeita, cara, po, legal, obrigado. Agora nos passeios coletivos, né? Minguém dava, só gente. É. Então. Tá, mas eu faço questão, porque. Sim, a gente tem que mostrar. Boa, chão. Um bom serviço tem que ser compensado. Agora, perguntar o gorjeito que a gente deu na banda inferno. Nossa. Você pode estudar um soco na boca do cara ou da. Mas tudo bem. A Mariana também perguntou qual é a coisa mais diferente que experimentaram. Experência e comida. A experiência foi o café da manhã nas lunes, uma manhã, isso é do só. É. Com certeza, né? Foi. Agora, de comida. Tinha uma riscota tanto, né? Al, teve um sorvete, esmalúcula. Tem. Você pergunta do que é o sorvete? Você nunca ouviu nenhum ingrediente. É, é bonitinho. É o carulí. É o papo, o suco. É, eu não sei. Tem flocos. Não. O suco queria realmente sorver. Então, você pega. É. Quem você vem demais aí? Ah, é o curutato. Ah, então, vai. [Risos] Era. Dos. Era o suco. O suco daquele café da manhã, era. Era. não era buriti, era. Caramba, esqueci o nome da fruta. Esqueci como é também o nome da fruta. Mas era. Era muito forte, era um sabor diferente. Ah, o grosso que parece uma colhada? É. Vixe, eu não vou lembrar isso não. É. Puto lembro. Ai, que ave o gora na Jesus, né, que foi? Ah, é que o gora na Jesus. Você pode dar pra comprar aqui, São Paulo, mas. O arroz de cuchar também é cheio diferente. É, você não gostei muito não. Cheio bem, cheio diferente. É, é cheio diferente. Mas comi. Foi bom, foi muito bom. Samuel, lobo, lops, perguntou quantos dias acham ideal pra conhecer os mensagens. Bom, acho que a gente já respondeu a essa. Sim. Sim. Tá bom. [Música] [Música] Então, é isso, olha, muito obrigado a todos que mandaram as perguntas. Espero que estejam todos respondidos. Espero que. Espero que tenham gostado aí desse nosso relato. Se servir de incentiva aí pra vocês visitarem esse lugar maravilhoso, vai ser de Traffa-Feliz. Sim. E vocês terem que falar comigo aí pra ajudar também, né? Tomá-la. Tomá-la. Dá um prestígio aí pra ver a mão do treva. Ainda é época de fronteira pessoas fechadas. A gente agrada essa. Tá bom, então, vai. A gente testa pra vocês. É isso aí. Tem essa, pessoal. Espero que tenham gostado desse relato. Vamos ficando por aqui. Muito obrigado por sua saúde, por sua audiência. E até a próxima. Eu não te abraço. Tchau, tchau. Tchau. [Música] Muito bem agora pra finalizar. Vamos ao agradecimento nominal aos nossos amigos colaboradores, que assinaram alguns dos nossos planos lá no PIC-PIC de Bush Gardens acima e recebem aqui ao final de todo o episódio, com o agradecimento nominal, como parte de suas recompensas individuais. Muito bem, então vamos lá agora, começando aqui pelo grupo Bush Gardens com os agradecimentos nominais, começando pela B3 Amorim, Daniel Grupo, Eric Arrabello, Mariana Miura Suzuki e Pedro Fogulim. Do grupo Disney Springs, Alex Marx do Santos, Amanda Paixão da Silva, Ana Laura Ladeira, Ana Luisa Raújo, André Luiz de Marca, André Adelgado-Gitzen, Arjuna Conde, Barbara Carvalho, Bruno Rodrigues, Camila Mouro, Carlos Monteiro, Daniel Stori, Danilo Keros, Debra Mendonça, Fabrice O St. Rock, Jorge Afradic, Gregório Fonseca, Jansen Silva de Araújo, Jota Carvalho de Souza, José Brasileano, José Medeiros, Juliana Esteves, Juliano de Castro Ribeiro, Carina Henriquex de Oliveira, Lilian Cardoso, Liziane Chontague, Louretta Bretos, Lupimenta, Luisa Eduardo Vaz Conselos, Marcelo de Barros, Pamela Ruris, Rafael Antonio Motan, Ricardo Coitistida, Rodrigo Amorim, Rogério Martins, Rogério Vidal, Tatiana Lovental, Thiago Souza Nascimento, Vanessa Fagundes, Vanessa Corolicovski e Varleitoche, do Grupo Universal Studios, O Alexandre Japa, Ana Levin Spon, André Serviouque, Bruno Cavocante, Bruno Souza, Cristiano Silva, Diego César de Meira, Diego Fedose, Diego Macedo, Evandro Faina, Evandro Granzi, Nanda Caminha de Morais, Fred de Linharis, Gilberto Alves Filho, João Coelho Ruha, Juliane Ióri, Lucas Carneiro, Maurício Geronasso, Olalva Fetchback Neto, Paulo Vitor La Serda, Rafael Sidrine, Tais Del Papa e Thiago Costa, e do Grupo Walt Disney World, Bernardo Aumeida, Flavian Tonangelo, João Guillermo Bentes, Leonardo Cabral, morrer a neto, Maria Neheira, Maiara Sampaio, Nama Sampaio.
a raiva Pedro Romero e Ramesses Mendonça. A todos vocês, o nosso muito obrigado por manter aqui o passar por ter o ano seguindo o filme forte acreditar no nosso projeto. Um grande abraço a todos.