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Partidos trocam projetos de país pelos seus próprios

51m 8s

Partidos trocam projetos de país pelos seus próprios

Transkriptio alkaa Pekkapaavin testatessa ruokalan digipalveluita ja kehuessa niiden selkeyttä. Shannon Maldonado kertoo valinneensa Shopify-alustan sen helppokäyttöisyyden vuoksi. Suurin osa tekstistä on kuitenkin sekavaa ja sisältää epäloogisia katkelmia, kuten satunnaisia portugalinkielisiä keskusteluja Brasilian politiikasta. Näissä keskusteluissa analysoidaan puolueiden, kuten União Brasilin ja PP:n, strategioita presidentinvaaleissa, joissa Lula ja Flávio Bolsonaro ovat pääehdokkaita. Käsitellään puolueiden alueellisia intressejä, kuten São Paulon ja Minas Geraisin tilannetta, sekä oikeudellisia kysymyksiä, kuten Alexandre de Moraesin vaatimusta selvittää, onko ex-presidentti Bolsonaro hyväksynyt tekoälyn käytön vaalivideossa. Teksti on vaikeasti seurattava ja koostuu useista irrallisista osista, jotka eivät muodosta yhtenäistä tarinaa.

Transcription

6577 Words, 38904 Characters

Finnish
Tällä pekkapaavikin kuin tänään testaan ruokalan ammattilaisten digipalveluita. Eli tästä se se ääte alkaa. Ensin valjoa aimon verkko kauppam tehdään tilaus valmis. Sitä mä järkyttävän selkeä. Ja niin pitääkin, kun digipalvelut toimivat, sinä voit keskittua olennaiseen. Olen aimo ruokalan ammattilaisten kumpani. Ja mukana siellä, missä onnistuisia tehdään. Valjoaimo onnistumisen ainekset. Kyllä kyllä. Olen Shannon Maldonado. Käsin tehtyjä artesaanitua teita myyvän jaui- ja kauppan perusta. Valitsin Shopify, koska alustoja testa-tesäni totesin sen ehdottomasti yhdeksi helpokäyttöisimmistä alustoista. Minulla oli tärkeää pohtia kehittymistämme tulevaisuudessa. Kaikki myyntiin tarvittavat työkalut, kuten varaston suunnittelu ovat kätävästi dashboardissa. Aloita ilmainen kokeilu Shopify piste komsi bustolla. Mande entrance /rammia birdaavaa lähdoja nimi aquaratusta. Tuolta mem substantialvan ja seurana pie Kw themm起 sostavaa, menen krypirission, Kanalavaa, tämän ei ole vosulta�� McKinnen. Sittenமä että GODH-opieinaman pendittinenОoon hänen, näillä olleiden pitää lähteä duvyä tuo flop�ita, jär亮toista, nonut APD, eikä tehtäήςä den śritteleeä, tehtäen disagree, se場isten kuntyksi Greatuen, varasc догamistaelikön suspense, omalta siten meidän buytuista k칙oon tie, maankalla 커ittaa toimimman ihmisen kivi ja Windsillenej Lauvetivytys, joko voidaan gustoom幻iänä ihminen tullista valassani mennäốiớityjä bat into Christieiv 관ten sinnevät dig physique, joko voidaan kiväisiä ihmisen kivi ja hänen, joko voidaan kiväisiä ihmisen kivi ja hänen, joko voidaan kiväisiä ihmisen kivi ja hänen, järd shinyk metaloklutте aja, jota violentlyielillä on muuni koisturta kuin koko dalmat轟最untaan كان sympathetic Marvisin molempapa. Dasamundikoniele kuin BTS kerti極ossa totta täytyy mêmeet, uutskut järry compañana-yksen matta glyke eli eih servesi, makko voisi aiudek postata tulkuluttaarier unsereron ja sutastastreamㅋㅋㅋ 끝�ensi. Oelle pihana.​ Vulsunaro, sensi amarrara on kandidata oplan auto, objetiva elegeiro massimo di senadores, deputados, federaisi, governadores, e speciallmente manter aspportas aberta, sillä kerti kerti, venseidorda, desputapresiden siel. A decision permite flexibilitate, manttein certa pacifica想, dintro dos partidos, eihse fokki impliareis bancadas, kongreis, sellaista, como paramatru, prosvaloori, miljonari, kuka, repatio, funkeleitora, ja fondu partidare, peräisä. Outrospektu, kuten avanso-dazimêntä, parlamentaari, kerti kerti kerti, luosio, kerti, federaisi, Micresiikkkelijä smashedikallinen kotória on olla prosikkuvat. commencer viele bombardư� różnych kentdelistä durummaniä esimerkiksi naturetni. Sven ei ole kykönops Bitteut microfijat Put Wonающijävo. séhh про incluso kenttil - kenttilistä kenttilistä kenttilistä ja se on semmoinen semmoinen. Sitten on kenttilistä kenttilistä ja semmoinen semmoinen. PST on kenttilistä kenttilistä ja semmoinen. Sitten on kenttilistä. Sitten on kenttilistä ja semmoinen. Kiitemme. também sinaliza o grande peso da rejeição dos dois candidatos. Se a gente tivesse um candidato com rejeição muito baixa, provavelmente ele teria menos dificuldade de formar uma aliança mais ampla e mais coesa nacionalmente. Desculpe, que são vários aspectos que eu queria pegar eles em sequência. Em vez de chamar de distorsão na distorsão, eu chamo de leia das consequências não-intentionais. Pensaram numa legislação para fazer com que os partidos se concentracem um projeto nacional e conseguiram o contrário. Que eles se conserem na suas alianças regionais Daniel. Para que a gente está preocupada com ele, sonor presidente, hein? Olha, o Ilhança é uma boa pergunta para fazer para os partidos, né? Porque não é excluídente com que, com nada do que a Lara acabou de comentar, mas um aspecto importante de qualquer coligação de partidos menores, com, digamos, dois ou três, quatro candidatos presidenciais, é a projeção e a perspectiva de participar do governo do candidato vencedor nas urnas. Isso é um grande chamaríso, sempre foi um grande chamaríso, um atrativo para qualquer partido médio. Foi assim, por exemplo, com MDB e PFL, confernando em rica-cardoso quando se coligaram lá atrás, com a ampla base ali de partidos que se coligou depois com o PT, ou com o PSDB, muitas vezes derrotado nas eleições. E para mim tem um momento muito marcante, abril de 2025, quando o líder do União Brasil na Câmara é convidado para ocupar o Ministério das Comunicações, que é um ministério com muitos tentáculos, tem estatal, tem capacidade de influência, tem negociação de direito, de transmissão, de rádio de fusão, etc. E ele diz, "Não, não, não, eu prefiro continuar líder da bancada do União na Câmara em vez de ser ministro". Claro, porque cada deputado tem 50 milhões de reais para aplicar por ano, cada senador tem 80 milhões de reais para aplicar por ano, isso não depende do chefe do partido, não depende do presidente da República, não depende do ministro da Casa Civil. Portanto, ter o dinheiro e aplicar da forma como quiser ser deputado, ser senador, viram mais negócio do que ser ministro, viram mais negócio do que fazer parte do governo. O ilho, se a gente considerar que política é poder, e o poder está atrelado a quem controla a agenda e quem controla o dinheiro, o hoje o poder está concentrado no Congresso Nacional, que controla o oçamento, principalmente por meio das imendas parlamentares, e tem completo poder de agenda. A gente vai a dificuldade de toda do presidente Lula, tentar aprovar um nome para o Supremo, por exemplo, tentar aprovar uma medida provisória, diversas agendas do executivo no governo Lula 3, já no governo Bolsonaro, já no governo TEME, precisa passar pelo aval do Congresso. Então, o Congresso hoje tem muito poder, é quase um regime semi-presidencialista, vamos falar mentalismo branco, tem diversas maneiras para a gente tratar isso, mas o poder, hoje o Congresso Nacional, tem mais poder do que o Palácio do Planalto, isso oposto, para que um partido, principalmente, a gente está falando basicamente de republicanos, União Brasil, PP do Ciro Nogueira. - Um dos grandes, né? - São, os grandes partidos do Centro Amputados aí, pra que eles vão se atrelar a uma eleição que hoje é imprevisível, embora tem um favoritismo moderado, vamos dizer assim, do Lula, uma eleição imprevisível, que se você aposta no cavalo errado, chega ali na frente e você pede, porque está junto com o governo que vai ganhar, é relevante também, mas eu vejo muito mais em razão disso, e tem um segundo componente que eu gosto de colocar aí, que é um medo também desses partidos de se atrelar em a candidatura natural, que seria do Flávio Bolsonaro. Eu tenho ouvido muito isso, um medo dos partidos de fechar em uma coligação com o Flávio Bolsonaro, por medo de uma investigação da Polícia Federal contra eles, ou por medo de uma parte do Supremo Tribunal Federal ver contra eles. Você tem um caso do Ciro Nogueira, que já é um Senado Universitgado, então tem uma leitura ali no Centro Amputado, que poxa se o PP, União Brasil, fechar a coligação com o Flávio, venha a polícia federal, venha algum tipo de pressão nesse sentido. Acho que tem essa questão que é mais de polícia, do que de política também, mas entremenhadas duas, mas ainda um fator importante nessa eleição também. Vamos ver o que eles diz, por exemplo. Eu estou aqui citando, colocando entre aspas, frases, de Baleia Rós, que veio ao público explicar o que o partido dele vai fazer, ou melhor não vai fazer, no caso da eleição presidencial, que não apoiar ninguém, e a justificativa dele é seguinte para fazer isso. Muita radicalização levou a legenda a dotar essa estratégia, e que essa estratégia, e ele está falando por outros irigentes partidários, porque isso a gente tem ouvido de outros cacíquias de partidos também, mesmo tipo de argumentação, dizendo que isso ajuda a pacificar o país. Agora, o país é pacificado numa geleia ideológica desse tipo? Eu vou pedir licença para descorrer dos colegas que me antecederam, porque eu não acho que o congresso tem mais poder que o presidente não. A gente pode voltar nisso depois, mas só se eu parei. Fiquei à vontade, só conversa é aberta. Mas para pegar o seu ponto agora, tem uma coisa que é comum de toda democracia multipartidária. A gente tem essa geleia ideológica de partidos de centro, e que vão mais ou menos caminhando para aderir ao governo de plantão. Isso, eu aprendi do livro, no livro de 82. Então, eu não sei se tem uma grande novidade nisso. O que a gente pode aqui pensar é que o esperado na teoria da ciência política é que esses partidos, ao aderir uns governos, eles estão negociando que a agenda fique mais ou menos próximo a do centro e não vá nem muito para a direita, nem muito para a esquerda. E é um pouco isso que o Baleia Ross está dizendo, "Oo, como está todo muito polarizado, é melhor eu ficar aqui no meio, está do almeio, a gente não vou me comprometer com ninguém." Então, por exemplo, pro ciruno-guera, que no Piauí é um estado superpetista. Ele no Piauí não é um Bolsonaro está roxo, diferente do perfil dele nacional. Meu amigo Piauí, se diz, ele tem dois perfis de redistosial, um local, onde ele não fica falando mal do Lula e nem puxando o saco do Bolsonaro, e outro nacional, onde ele se coloca muito mais abertamente alinhado com essa direita Bolsonaroista. Então, a gente tem que pensar também nesses interesses regionais. E é isso que o Baleia Ross está dizendo, a gente não se compromete, faz um verso e mais, em fazer uma bancada forte, e tem melhores condições de negociar com o governo-eleito, trazer a agenda pro centro, ou trazer a agenda pros meus interesses, e a gente sabe que tem interesses visiólógicos e que não são ideológicos, depois que a eleição fechá. No Brasil, qualizão de governo sempre foi formada, depois do fim da eleição, porque depende do tamanho das bancadas. Então, claro que fazer parte da coligação eleitoral é uma sinalização que você vai estar no governo, é, mas eu não tenho nenhuma evidência de que o partido que entrou na coligação eleitoral, ele vai estar numa posição muito melhor do que o partido que não entrou. Porque depende muito da bancada de deputados que ele vai conseguir fazer. Bom, fica pra mim no "ara pergunta" lá, eu vou passar a palavra ao Daniel e ao Cairo na sequência, você fica a vontade de ter vídeo momento que você quiser, não espere eu passar a palavra não. Fica no "ara pergunta" qual é o interesse nacional por detrás de um esquema desses? Eu não consigo ver, mas eu que queria passar a palavra ao Daniel, por Cai, volta pra você, imediatamente, a gente tem tempo pra conversar, Daniel. Eu vejo dois pontos ali que os partidos estão considerando ali, não os partidos majoritários ou das candidaturas majoritárias. Um é claus no de barreira, a Lara já mencionou isso, são várias rodadas desde a década passada que vão seifando partidos menores, e aí quer dizer, você perde capacidade de adegir deputados, se um MDB resolve lançar Simone Tébete, o quanto os deputados terão custado a candidatura de cirugomes pro PDT, porque é menos dinheiro pra se fazer campanha nos estados, para deputados e para senadores. Esse é um ponto que a causa de barreira vai começando a ficar apertada, não atinge o PP, não atinge o União Brasil, o MDB, mas começa a atingir ali os partidos um pouco menores. Isso explica, por exemplo, o esforço do novo de tevisibilidade, inclusive com uma candidatura presidencial que tem 3% dos votos até agora, das intenções. A vejo também o segundo ponto, que é uma indefinição pro cenário de 2030. Você tem dois candidatos agora que, como Cai falou, tem um favoritismo moderado do Lula. Se o Lula ganha a eleição, ele não poderá estar em 2030. O cenário do pós-durismo está completamente aberto no campo da esquerda. No campo da direita, se Flávio Bolsonaro sai derrotado, o campo da direita também está muito aberto. Então esses partidos maiores do Centrão também começam a sonhar com seus próprios voos. Eu vou falar de qualquer um dos outros, mas eu sempre ganho. Eu tenho que chamar o intervalo comercial, a gente retoma um programa com a sua observação, a respeito, a gente chava a volta para essa conversa. Nós estamos de volta ao intervalo da Abu Daba, a gente vinha falando no primeiro segmento, eu vou passar a palavra do grupo Caio, só que tem uma reportagem a ajudar ele também a comentar. Nós vimos falando sobre os interesses regionais dos partidos, agora vamos pegar um exemplo prático, essa indefinição sobre apoios nacionais, elas têm evidentemente consequências nos palancos dos estados, aqui no maior colégio eletoral do país, no São Paulo, o governador Tarsez de Freitas, aliado de Flávio Bolsonaro, formamente, ele deu a Val para os reesligionários dele defender em Ronaldo Caio, na ilestão presidencial com Fira. O Ronaldo Caio, do candidato à presidência, tem de Alberto Cassavi, presidente do PSD, como vice na chapa, que por sua vez é aliado do governador paulista. Mas Tassizio, pessoalmente, apoia Flávio Bolsonaro para a presidência. No sábado, Tassizio participou e discursou na convenção do PL e não foi na convenção do PSD. E já que a sua sigla, o republicano, segue indefinida, nacionalmente, o governador, segundo interlocutores, não fará qualquer movimento para impedir que cor religionários e prefeitos apoiam cairado para a presidência, ao mesmo tempo que no estado farão campanha para Tassizio, o PSD governa cerca de um terço dos municípios paulistas. O PSD de Cassavi tem como candidato no Rio de Janeiro o Eduardo Pais, em um confronto direto com o Péria de Douglas Rua. O ex-prefeito da capital Fluminense tem um apoio do presidente Lula, que compre um agendas no estado hoje nas cidades de andar aí e niteroi. Mas a estratégia de paz não é fazer uma campanha ostensiva com Lula para evitar desgastes com o movimento antipetista, que tem força no estado. Nos bastidores, a saída cogitada para calibrar o apoio do petista é de se organizar um ato conjunto no começo de agosto com o Eduardo Pais ao lado de Lula, mesmo com críticas de Bolsonaroistas. Já em minas gerais, o campo da esquerda se dividiu. Patros ananias, candidato do PT, concorre com Alexandre Calil e do PDT. A esquerda mineira tenta fazer um pacto de não-agressão, virando no nome mais oposicionista, o do Senador Claytinho, candidato pelo republicano e que vem liderando as pesquisas. Assim, ficaria mais fácil montar uma frente ampla no segundo turno com apoio muto da esquerda em torno da campanha do presidente Lula. Boa hora, nessa bagunça. No ponto de vista territorial, o Lula hoje está mais bem posicionado do que o Flav. O Lula está a frente em mais de 10 pesquisas nos Estados e o Flav está em sete Estados líder, o Lula em 12, tem alguns estados que estão empatados, mais ou menos aquele arco que a gente costuma ver do resultado para o eleitoral, que está se repetindo. Essa eleição especificamente, ela tem uma característica muito especial, porque a caminha para a seleção é muito definida no Sudeste, porque no Sudeste há os empatos técnicos e principalmente aqui em São Paulo, que joga uma pressão muito grande sobre o Terciso. Para o Flav virar esse jogo, vamos considerar que está cinco pontos, o Lula na frente no segundo turno, algo entre 13 e 16, a depender da pesquisa. São Paulo é chave, São Paulo hoje é por seu maior colégio eleitoral. São Paulo hoje o Lula está atraso o Flav mais ou menos oito pontos. E o cálculo que é feito é que é precisa dobrar essa diferença num estado que é governado por um aliado do Flav para que o Flav consiga ter esse fone. Isso Rio de Janeiro está em parte técnico também, Espírito Santo está em parte técnico, minas tem uma liderança um pouco a frente do Lula, mas tem de ser uma eleição muito definida no Sudeste, considerando que o Nordeste, o Petismo tem um reduto maior, o Norte, Nordeste, o Norte Centroeste um pouco dividido, muito embora o Centroeste, o Flav está bem posicionado, sul, o Flav bem posicionado, mas aqui no que a gente chama de Trângulo das Bermudos, que está essa em definição e essa em definição acaba refletindo na formação dos Palancs, porque os partidos não sabem prondir. Então aí na cabeça de todo mundo que dá um nó, todos essas combinações, que vocês estudam, um nó na cabeça de qualquer um, que não está vivendo o dia e noite isso ai como você o Dani Álfase. Agora a pergunta na cabeça de todo mundo lá lá não sei se você é uma resposta clara, clara, desculpa, eu não estou forçando você a ser lacradura. De seguinte, que impacto tem na eleição do presidente esse quadro do que a gente vem tratando até aqui, da regionalização e dos interesses peculiares das siglas partidais. O impacto do apoio dos partidos regionalmente talvez seja menor, a menos que esse partido possa efetivamente oferecer um Palanque Forte, um Palanque Forte, no sentido de alguém que fique martelando pedindo o voto, apresentando a agenda daquele candidato presidencial. Uma coisa mais formal, William, eu desconheço que a gente tenha evidências fortes disso, que é muito importante que o partido esteja homogêniamente, nacionalmente, apoiando um candidato para o resultado dele. A gente vê que as pessoas pensam mais na eleição presidencial, elas formam, elas estão formando a sua adição de voto cada vez mais tardemente, mas o primeiro voto que elas formam é o voto para o presidente, seja pela identificação, seja pela rejeição. Então quem rejeita muito lula pode até estar na dúvida do cairado do Flávio e vai tomar essa decisão ali na véspera deleição, conforme ele achar que o candidato tem mais ou menos chance, mas ele já está decidido a não votar no lula. Então acho que a gente é mais por aí, eu não vejo assim, "Ah, é essencial o Palanque Regional." Por que pode ser essencial? Porque eu estou prevendo uma eleição do segundo turno, e é melhor eu ter uma base mobilizada para me ajudar a fazer campanha no segundo turno, do que tem uma base completamente desmobilizada. Então nesse sentido é melhor ter uma eleição estadual do segundo turno, onde o candidato a governador vai estar lá fazendo campanha para ele e junto para mim. Agora, sista atualmente os candidatos a governador, tanto todos neutros, sem pedir voto, não faz muita diferença mesmo, porque depende só da mobilização da candidatura presidencial. Daniel, eu vou colocar mais um elemento à nossa conversa, vou apresentá-lo primeiro a quem nos acompanha. O ministro do Supremo, o Tribunal Federal Alexandre Morais, deu 48 horas, socorreu há poucos instantes. Para que a defesa do ex-presidente Xia Yibou-Sonara, esclareça-se ele autorizou o uso de inteligência artificial e um vídeo exibido na convenção do PR, esse socorreu no último fim de semana. Isso foi no sábado para ser mais do sábado durante o lançamento da campanha de Flávio-Bolsonário, a presidência da República. Para Morais é preciso uma entre aspas definição sobre o consentimento ou não do ex-presidente sobre o vídeo, e isso serviria para verificar um possível, abre aspas, novo e grave descomprimento de decisão judicial fecha aspas por parte de Xia Yibou-Sonara, um desrespeito à legislação eleitoral, por parte de Flávio. Daniel, o TSE, o STF, que vão definir isso? Aqui, nesse caso, especificamente, o pedido de discolherescimento de Alexandre de Morais, é muito mais para a questão criminal, ali, de comprimento de pena, ou seja, as cautelares impostas a Xia Yibou-Sonara na prisão do emigiar, mas obviamente se conectam e trazem subsidios para outra coisa ali, para a representação que, em algum momento, vai ter que ser analisada pelo TSE, que, se houve alguma violação da legislação eleitoral. O que está em jogo ali em termos eleitorais? Em 2024, o TSE é só tomar uma resolução, basicamente, dando algumas diretrizes e renovada em 2026 sobre inteligência artificial. A postura do presidente do TSE, caso no Nesmarque, é um pouco mais permissiva, é a interpretação dele, a linha dele, mas isso não significa que ele tenha a maioria dos sete votos no TSE. Qual que é a pegadinha ali no pedido de discolherescimento de Alexandre de Morais, segundo uma pessoa que já fez essa interpretação? Se o Adefesa de Bolsonaro diz "olha, eu não tenho nada que ver com aquele vídeo de inteligência artificial", ali que foi veiculado na conversão do PL, ele joga um problema no colo da campanha do Flávio Bolsonaro, que pode ser punida no TSE. Se o Jair Bolsonaro disse "não por acaso sabia, sim, o que é difícil, mas se ele responder isso, ele traz pra se a culpa, mas aí na execução da pena, ele pode pagar com o fim da domiciliar". Na verdade, na minha leitura, o que a gente tem visto nessa campanha, é o Supremo Tribunal Federal, principalmente ministro Alexandre, ministro Jumá, tentando de alguma maneira tomar decisões que afetem a arena eleitoral, uma vez que eles não estão mais um TCL. TSE é comandado pelo NONSMAX, tem o Vísima André Mendoça, que são ministros que foram indicados pelo Bolsonaro e tem uma visão da campanha eleitoral, que acredita até que é compartilhado pelo ministro de Astófilo e pelos ministros desse TJ, que estão lá no TSE, menos intervencionista do que a Dalechane de Morais, por exemplo, em 2022, que queria reglar tudo que as pessoas estão falando em todo lugar, principalmente em redes sociais. Então esse é um ponto como uma premissa para a gente introduzir essa decisão. Já tem mação no TSE promovida pelo PT, é sobre o uso dessa IA e já respondida pela defesa do Flávio. E tem, pelo menos dos advogados, hoje eu me dediquei muito a tentar entender isso, uma visão de que tudo que aconteceu ali na IA do Bolsonaro no sábado, ela o estado é acordo, estaria de acordo, ouvi três advogados eleitorais, que não estão vinculados ou nenhum grupo político, estaria de acordo com a resolução 23,610. Porque era um evento fechado, a visa que ia, só tinha militantes Bolsonaroistas ali dentro e também se a gente foi pegar, por isso não pode fazer IA, se a gente for olhar os sites, dos partidos com candidatos à presidente, tem IA para caramba, tem muito IA. Agora é um debate que já está no TSE, e o Daniel colocou ali uma dicotomia, que seria uma pegadinha, a própria defesa já se manifestou que no sábado no domingo, ou na segunda dizendo que o Bolsonaro não autorizou essa posição oficial deles. Então, a ver como vai, acho que a resposta da defesa vai ser nessa linha, mas eu acho que o principal disso aqui é o Supremo Tribunal Federal que não está mais no TSE, no caso ministro Alexandre, tentando exercir ali a função de juiz eleitoral, sendo que não está mais no TSE, como estava em 22. Você segue nessa linha também, Laura? Sim, ou ilha, eu não só divulgada e falo aqui com muito cuidado, mas eu concordo com essa interpretação que o Cairo apresentou, é, convenção numa campanha, convenção é inclusive para definir quem vai ser o candidato, teoricamente a convenção pode rejeitar o candidato. Então, dizer que aquele vídeo é uma peça de campanha, que é sobre o que a resolução do TSE é regulamenta, eu acho que é forçar um pouco a barra. É de outro lado, eu acho que a gente também pode questionar o limite da atuação do Alexandre, mesma coisa da carta, como assim uma pessoa que está presa, não pode descrever uma carta. Descrever uma carta, se essa carta vai ser lida, não vai ser lida, sim, a pessoa, eu acho que tem que ter cuidado com isso, até onde pode ir esse nível de interferência do Alexandre. Me preocupa bastante, não quero com isso dizer que o que o ex-presidente aí Bolsonaro fez, que levou a condenação dele, algo pequeno que não é sério, mas assim a gente tem que também resguardar, pensar que a gente está numa democracia e tem valores muito fortos na democracia, que a gente tem que resguardar. Nós estamos, então, diante de uma pretensa, digamos, fírula jurídica, na verdade, com uma postura política do Supremo via Alexandre de Morais, Daniel. William, essa expansão ali da influência, de uma parte do Supremo, e não é só, Alexandre de Morais, são outros, Jesus também, tem cidado e se deu de forma muito nitida, num caso que pouca gente presta atenção, que foi a eleição ali para escolher um governador tampão em Rorama, o TSE e o STF divergiram e tem um grupo no TSE, no olhar de muitos advogados, se colocando indevidamente como uma instância revisora do TSE. Importante, a gente lembra que o TSE tem dois ministros ali, que são pertence à carreira da divulcacia, como é a distribuição de cadeiras no tribunal, que são ligados um a deixando de Morais, outra aflavidino, assim tem votado, aberto de vergências, frequentemente com Cassino e Nismarques e André Mendoonça, mas o Supremo parece estar entrando cada vez mais em questões eleitorais. - A Lara estava empilhando a palavra para o siga, Lara. - Eu acho que se for para a gente entrar nisso, não tem nada mais absurdo do que o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Por mais que a gente possa gostar do governador que está lá indicado, não existe nenhuma brecha na Constituição na legislação brasileira para que ele fique lá durante todo esse tempo. Isso é uma inovação jurídica sem tamanho do Supremo. Então, eu concordo, eu subscrevo o Daniel, acho que o Supremo está indo muito além. Eu não me conformo com essa questão do Rio de Janeiro, é simplesmente porque a sociedade interata mais confortável com um desembargador no controle do governo do Estado, mas a gente não está pressando atenção do tanto de abertura, de precedente que está sendo aberto pro Supremo, que o Supremo escolhe, quem vai governar os Estados tirando da cartola regra que ele quiser, a hora que ele quiser, sem nenhum em basamento jurídico? Maranhão também, Rio Prof. Maranhão também tem uma série de decisões ali tanto do Flavio Dino quanto do Alexandre de Morais, que geram o impacto político muito grande, isso de dois, três anos para cá, e que acabam essas decisões pela consequência política, não estou falando que é o vieres originária da decisão, mas acaba tendo um impacto político, favorável, aos antigos aliados políticos do Flavio Dino. Tem uma série de decisões nesse sentido, Maranhão também incluiria aí como um caso parecido com Rio de Janeiro. Um pessoal, estou encerrando nesse momento aqui, o segmento nosso hoje de política brasileira, muito obrigada a você lá na Mesquita, cientista política, professora na Escola de Economia da FGV aqui de São Paulo, pela presença no programa Boa Noite Lara. Obrigado a um prazer compensar com vocês, Boa Noite. Igualmente, Daniel Cairo, obrigado, Boa Noite, seus meus colegas, a gente vai pro intervalo comercial e na volta, bem-jamitânia ao Rio de Israel, iselens que da Ucrânia se encontram com Donald Trump, não foi o mesmo tempo, mas pus dois na Casa Branca, falando de guerra, até já. Tá voltando do intervalo, já virou nossa tradição, estamos ingressando agora no nosso bloquinho sobre o mundo lá fora, queria agradecer a Juliano Cortinhas, professora em relação a Incita Internacional da ONB, e agora para o seu visitante da Universidade da Virginia, Juliano está remotamente participando lá de Houston, nos Estados Unidos, obrigado, Boa Noite, Juliano. Boa noite pra vocês, Boa Noite para toda a dinsa, prazer tá por aqui. E o nosso lorival, Santana Boa, noite, obviamente. Presidente Donald Trump teve reuniões separadas na Casa Branca hoje com duas figuras centrais de duas guerras. O ministro, o chef de governo, o Israel, beijo a Minitar e arro, e o presidente da Ucrânia, a vôlode de mil e iselensque, os detalhes com a correspondência em Washington, Mariana Jandáculo. As reuniões foram aportas fechadas. Pelas redes sociais, aporta voz da Casa Branca, Caroline Levit afirmou que ambas as conversas, com Benjamin Netanyáro e Volo de Mirzellensque, foram positivas e produtivas. O primeiro ministro Israelense descreveu a conversa com uma das melhores que já teve com Donald Trump. Este foi o primeiro encontro entre o presidente dos Estados Unidos e Netanyáro, desde o começo da guerra contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, há cinco meses. Após divergências entre Trump e Netanyáro, sobre um acordo com o Irã, Israel não participou da recente ofensiva área de duas semanas dos Estados Unidos, contra o território iraniano. O encontro com Zelensque aconteceu logo depois da reunião com o Netanyáro. O presidente o Craniano afirmou que discutiu a concessão de licenças para que Kiev possa produzir localmente misses interceptadores americanos do sistema Patriot, que Trump prometeu fornecer a Ucrânia. Na sequência, o encontro com Trump na Casa Branca, Zelensque se reuniu em Washington com executivos de uma empresa americana que fabrica os misses que ele deseja produzir na Ucrânia. Trump, Zelensque e Netanyáro participaram depois do funeral do Cerador Linseig-Graham. O repubicano era aliado da Ucrânia e de Israel nas guerras contra a Rússia e o Irã. Dois conflitos que, sem solução diplomática a vista, passam a ter pontos de interligação. Após terã, a Cusar Kiev de atacaram na viu iraniano que saia da Rússia sobre a alegação de transportar carga militar, os ministros das relações exteriores da Ucrânia e do Irã, Andrei, Sbíra e a Bazaráxí conversaram por telefone. A ligação ocorreu por iniciativa do chancelero Craniano. Sbíra disse que não busca uma escalada de uma empresa necessária entre os países. E que a Ucrania, haja apenas para se defender da Rússia, sem mirar diretamente contra civis. A Raqqqshe respondeu dizendo que o Irã também não busca uma escalada, mas que deve haver algum tipo de medida compensatória pelo ataque ao navio iraniano no Mar Cáspil. Juliano, houve, de fato, uma mudança de espírito, digamos assim, de dona de trope e relação ao Crania? A parentemente, sim, o que não significa que essa mudança seja definitiva. A gente, como brasileiro, está acostumado a ver o trâmpio, trocando essas ibas e vindas constantemente. Então a relação dele, com o Brasil, por exemplo, de Tari Fá, depois de tirar a Tari, fazer estar de Fá, novamente, é o que ele tem feito com o mundo todo. Então, tranta um presidente instável de um país muito poderoso. Isso gera bastante problema nas relações transacionais, nas relações diplomáticas, porque essas ibas e vindas do presidente estadounidense fazem com que ele não se tome um negociador confiável. A gente lembra de senas, do trâmpio, discutindo com os elenys que, no mesmo salão ao vau, e que eles reuniram hoje. E aquela, enfim, foi álbum que diplomaticamente muito condenado, a forma como ele receber os elenys, que a forma como ele tratou os elenys, que a arma uma rapuca para ele, para criticá-lo na frente de toda a mídia. E hoje não, hoje foi um mais amigável, mais amistosa, com promessas de apoio militar, o que ele vinha negando constantemente, já que tem boa relação com o próprio Vladimir Putin. Mas o que se espera agora, então, aqui os EUA retome em uma relação com a Ucrânia, da mesma forma, que se torna ainda mais próximos de Israel, nessa guerra, com o irã. Mas isso não significa que essa posição do trâmpio vai, durante o tempo. Ele está apreciado internamente, muitas críticas me recebendo inteiramos da política externa e também da política doméstica, que está tentando novas cartadas para ver se consegue ganhar polinterno. Mas isso não significa que ele vá termalecer nessa posição que ele aparentemente doutor hoje. A gente tem um dado interessante, aí, o Unival, para examinar as posturas do trâmpio em relação aos elenys que a Ucrânia. A Laura Lumer, da autocrata, tem um rasputinho que merece. No caso do trâmpio, essa pessoa, Laura Lumer, como é que a gente vira caracterizar? É uma influência ligada ao campo mágico também. Por exemplo, através das visões que ela tem, transmite ao trâmpio, quase que todo dia, ele demitiu a culpa da inteira do serviço secreto. E a Laura Lumer, era contra o apoio ao crânia. Mas ela mudou de ideia. A Laura Lumer foi pro crânia. E lá ligou pro trâmpio. "Tô aqui com os elensque". Esses caras são muito legais. A gente é verdade, eu tenho que corrigir o que eu andei falando, disse a influência do trâmpio. Eles são muito bacanas, a gente tem que ir por lado deles. E parece que está acontecendo. Temos que lembrar que o Netanyarro e os elensque estavam em Washington hoje para os funerais do senador Lindy Cgram, que morreu precocemente aos 71 anos de idade, quando tinha acabado de voltar de mais uma viagem ao crânia. Esticando na viagem ao crânia, deja em vazão e lá a escala. E o Graham é a figura que o uni. Netanyarro e o gelensque perante o trâmpio. Era um forte defensor de Israel e da o crânia. Outros palavras, um falcão, dirã e de rússia e de China também. Aliás, o trâmpio com seu discutível gosto para piadas, de hoje, que o Lindy Cgram era adorável uma guerra. Que ele nunca tinha visto uma guerra, que ele não gostasse, falando do Graham. E foi aprovada hoje a lei Graham no Senado, logo depois de os elensque ir ao Senado, americano, que é uma lei que adota sessões contra os países que importam petróleo e gas da rússia. Eles se taram a China e a Índia. São sessões bem severas. Pode respingar no Brasil. Com prodízeo, rússio e fertilizante também. De qualquer forma, sim, há uma. Você falou em espírito do tempo, não é? Eu pensei em uma mudança do espírito. Não, o espírito que eu pensei era da Laura Lume, mesmo. A gente fica vendo as análises de alpulítica. A gente se esquece que quem influencia, de fato, não são esses pensadores, os professores. Mas é a Laura Lume. Ah, eu estou pensando em site, gas, de espírito, obrigado. Do espírito da época, é igual a irmão. E que é interessante, porque é uma total inversão em relação, no caso do Netanyahu há poucos meses atrás, 28 de fevereiro. Quando o Netanyahu conseguiu, era tão influente que arrastou o Trump para uma guerra que hoje ele detesta e se arrepende dela. E, no caso dos elenço que, então, há uma relação muito de animosidade do Trump para o Netanyahu e os elenço que contrarem. Fevereiro do ano passado, você não tem as cartas. Tratou muito mal os elenço e agora, aparentemente, bem melhor com uma disposição bem melhor. Claro que as reuniões foram aportes fechadas, então a gente não sabe muito o conteúdo das reuniões. Mas anos, Netanyahu é excelente, que dependem muito da boa vontade do Trump. Netanyahu para as eleições de 27 de outubro. Ele tinha levado a popularidade dele, graças a guerra, contrairã, está caindo a popularidade de novo. A elegiabilidade dele de novo, por causa do que está claro que o Trump está contrariado com ele e isso afeta o humor do eleitor exreles. E os elenço, naturalmente, depende também do Trump, perante a Europa, inclusive, e para manter o nariz acima da água. Eu não sei porque eu realmente confesso em um fui pesquisado. O que é a Laura Lumeracha do Putin, Juliano, que é o personagem agora no centro das atensões do Trump. A avaliação você faz da postura do Trump frente ao Putin agora. Olha, eu acho que tem uma questão mais estrutural por trás de toda essa dinâmica, que é um processo lento, mais gradual, de declínio dos Estados Unidos em relação, e em especial a China. Trump não se posiciona na relação com a Rússia de modo pragmático, ele se posiciona de modo muito mais ideológico, enfim, e ele se associa a muitas ideias de como Putin comanda a Rússia, que vai de encontro todo o processo estrutural de democracia nos Estados Unidos. Mas o Trump gosta pessoalmente de políticos que comando em seus países por meio de força, por meio, enfim, de uma mão bastante rispe. E Putin é, no óleo do Trump, um exemplo a ser seguido na forma como ele conduza a política rosa. Então, Trump tem esse gosto pessoal favorável ao Putin. Isso não significa que ele não perceba que essa aproximação dele com Putin é prejudicial politicamente nos Estados Unidos. Então, o Trump está bastante equado em relação a eleição de meio de mandato que virá agora em novembro, e ele está tentando se reposicionar. Parece que ele vai fazendo testes, né, e a Rússia, o irã Israel da mesma forma, são países que estão sob atenção muito forte da mídia aqui nos Estados Unidos e, portanto, também, do grande público. Esse sentido ele vai fazendo testes, vai tatiando e vai vendo se ele consegue aumentar a sua popularidade a partir desses reposicionamentos. Me parece que essa mudança dele agora é muito mais conjuntural do que estrutural. Já que estruturalmente a gente tem esse processo com um processo muito importante de ter clínio relativo dos Estados Unidos. Então, acho que a gente tem que eu tendo a olhar para entender o Trump, para a estrutura e para a conjuntura. A conjuntura para ele é a eleição. E estruturalmente, ele percebe que os Estados Unidos estão perdendo força e tenta se posicionar em relação a isso por meio da força. Então, a America Force, Make America Greater Again, tudo isso é no sentido de que olha, a gente perdeu posições e eu sou a pessoa que vão nos recolocar em uma posição de liderança, que ele até agora não tem conseguido. No Orival, agora, por último, quem tem um minuto e meio mais ou menos, focar no Netanyahu. Me parece que você já estava indicando um bucado, a respeito da relação entre Trump e Netanyahu. Agora, Netanyahu tem sido particularmente discreto nessa chegada e no que ele disse vindo para Washington. Significa uma mudança, uma antecipação de Netanyahu de uma possível mudança de postura? O Trump, inclusive, não gostou porque o Netanyahu falou antes da reunião que ia defender, perante o Trump, a necessidade de evitar que irá. aquela montanha de Picaccio, ou seja, da Picareta, o que é esse o nome em Farsi, fosse virar-se uma instalação nuclear, necessidade bombardeada. E o Trump ficou bravíssimo, falou na Fox News, "Pô, por que que fique falando isso em público? Fica demonstrando que quer me manter nessa guerra e tal, então a relação é muito tensa e o Netanyac, inclusive, deu declarações em ebraicos, depois da reunião com Trump, exatamente para evitar ficar criando problemas, entendeu, recado, provavelmente, o Trump foi bastante energico com o Netanyahu, para não atrapalhar-lo nesse processo com o ira, e aliás estavam alguns dias de trego, e hoje o ira atacou de novo, alvos americanos, e os Estados Unidos de Arabes, saudita, responderam atacando óvuros no iraque da segunda-eira da Guarda Revolucionária. Então, assim, está saindo muito tensa, está indo para um caminho que o Trump não quer, e tudo que ele quer, nesse momento, é que o Netanyahu não atrapalhe mais do que já atrapalhou, esse é o sentimento do Trump. Nós estamos chegando ao final, queria agradecer a Juliano Cortinha, as professores e calações internacionais da ONB, porque estou visitando agora na Universidade da Virginia, ele conversou com o nosculado, de Houston, nos Estados Unidos, muito obrigado, boa noite, Juliano. Boa noite para vocês, sempre um prazer falar com vocês, do Areval, William, aprendo muito, e boa noite a todos os ouvintes. Obrigado, Juliano, muito obrigada a você, Loli, voo, sempre um enorme prazer ter o abordo. Está ficando por aqui, o programa, mas antes, meu recado, temos mais conteúdos, a espera da sua visita na página do WWII, no site da CNN Brasil. Agora, sem chegar ao fim à sedição, obrigado, boa noite.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Pekkapaavi testaa ruokalan ammattilaisten digipalveluita ja kehuu niiden helppokäyttöisyyttä. - Shannon Maldonado valitsi Shopify-verkkokauppa-alustan sen helppokäyttöisyyden ja työkalujen, kuten varastonhallinnan, vuoksi. - Transkriptio sisältää sekavaa ja epäjohdonmukaista tekstiä, joka vaihtelee portugalin ja suomen välillä, eikä muodosta selkeää kokonaisuutta. - Lopussa käsitellään Brasilian politiikkaa, kuten puolueiden alueellisia intressejä, presidentinvaaleja ja oikeudellisia kysymyksiä liittyen älykkääseen tekoälyyn ja vaalilainsäädäntöön.

Summary:

Transkriptio alkaa Pekkapaavin testatessa ruokalan digipalveluita ja kehuessa niiden selkeyttä. Shannon Maldonado kertoo valinneensa Shopify-alustan sen helppokäyttöisyyden vuoksi. Suurin osa tekstistä on kuitenkin sekavaa ja sisältää epäloogisia katkelmia, kuten satunnaisia portugalinkielisiä keskusteluja Brasilian politiikasta.

Näissä keskusteluissa analysoidaan puolueiden, kuten União Brasilin ja PP:n, strategioita presidentinvaaleissa, joissa Lula ja Flávio Bolsonaro ovat pääehdokkaita. Käsitellään puolueiden alueellisia intressejä, kuten São Paulon ja Minas Geraisin tilannetta, sekä oikeudellisia kysymyksiä, kuten Alexandre de Moraesin vaatimusta selvittää, onko ex-presidentti Bolsonaro hyväksynyt tekoälyn käytön vaalivideossa. Teksti on vaikeasti seurattava ja koostuu useista irrallisista osista, jotka eivät muodosta yhtenäistä tarinaa.

FAQs

Valjoaimo on ruokalan ammattilaisten kumppani, joka tarjoaa digipalveluita ja auttaa keskittymään olennaiseen.

Shannon Maldonado valitsi Shopifyn, koska se on yksi helpoimmista alustoista, ja se tarjoaa kaikki myyntiin tarvittavat työkalut, kuten varaston suunnittelun, dashboardissa.

Jokainen edustaja voi käyttää 50 miljoonaa realia vuodessa ja jokainen senaattori 80 miljoonaa realia vuodessa.

Ne pelkäävät sitoutumista epävarmaan vaaliin ja mahdollisia oikeudellisia ongelmia, kuten liittovaltion poliisin tutkintaa.

São Paulossa Lula on noin kahdeksan pistettä Flávion edellä, ja se on tärkeä osavaltio vaalien kannalta.

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