Ozempic e Mounjaro: Efeitos no Cérebro e Potenciais Benefícios e Malefícios
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O episódio aborda os agonistas de GLP-1, como Ozempic e Monjaro, medicamentos que imitam o hormônio GLP-1, naturalmente produzido no intestino após as refeições. Inicialmente criados para diabetes tipo 2, eles ganharam destaque por promoverem perda de peso significativa, de 10 a 20% do peso original em cerca de 70 semanas. O principal mecanismo não é metabólico, mas comportamental: esses medicamentos atuam no cérebro, reduzindo o apetite e a motivação para comer, ao modular áreas como o hipotálamo (que controla a fome) e o sistema de recompensa (associado a desejos e vícios). Isso leva a uma menor ingestão calórica, resultando em emagrecimento. O apresentador, Andrei Mayer, fisiologista, enfatiza que o tratamento é de longo prazo e deve ser feito com prescrição médica, pois há riscos e efeitos colaterais, incluindo potenciais impactos em comportamentos relacionados a vícios. O objetivo é fornecer informações científicas para que o público tome decisões conscientes sobre o uso desses medicamentos.
Olá pessoal, no episódio de hoje a gente vai conversar sobre os famosos agonistas de LP1 mais popularmente conhecidos como canitas e magressedoras, como é o caso do o Zenpique, do Monjaro, que como você já devem saber se popularizar muito no mundo inteiro nos últimos anos, inclusive que no Brasil que virou meio que uma febre justamente por conta do seu enorme potencial em ajudar no processo de emagrecimento. O que me leva a imaginar que se você está ouvindo assistir nesse episódio, provavelmente é porque você tem interesse em magressês, está considerando fazer uso desses medicamentos ou talvez já esteja fazendo uso desses medicamentos, que têm sido com prescrição ou não de um profissional ou você quer entender maior profundidade como esses medicamentos sagen no corpo, como eles sagenam no cérebro, que é feito os eles têm tanto positivos como negativos, tanto para fins profissionais, talvez você seja um profissional da área que é entender um pouquinho melhor e mais profundidade sobre esses medicamentos, ou talvez você quer entender justamente para te ajudar no seu processo de tomada de decisão, de fazer uso do medicamento ou não, e tomar uma decisão mais consciente. Qualquer que seja opção, posso de garantir que esse episódio é perfeito porque eu vou explicar isso tudo de uma forma de dática, tá? Vou explicar como esses medicamentos sagenam no corpo e no cérebro, como afeta uma atividade de partes do nosso corpo, de áreas do nosso cérebro, como impacto do nosso comportamento, que tipe os benefícios, a gente pode colher dessa modulação, especialmente no contexto de emagrecimento, mas vou trazer também um contexto interessante que surgiu mais recentemente na literatura científica, que é o potencial de utilizar esses medicamentos, um tratamento de alguns vícios específicos ou explicar isso mais para frente, e vou trazer também os potenciais maleficios, três potenciais maleficios ao meu ver do associado dos a uso desses medicamentos, mas no final das contas, o que eu quero trazer aqui para vocês é munivocês com todo conhecimento, com todo entendimento científico, de como esses medicamentos sagen, de quais são os potenciais benefícios e maleficios, até para ajudar vocês num possível processo de tomada de decisão. Eu quero trazer uma série de reflexões aqui ao longo de episódios, especialmente no final do episódio, especialmente para você que esteja considerando fazer uso desses medicamentos ou já está usando esses medicamentos, ou conhece alguém que é usar esses medicamentos, esse episódio é perfeito, para a munia pessoa com todo conhecimento necessário que ela precisa, para conseguir tomar uma decisão mais consciente, né? Para quem não me conhece, ainda meu nome é Andrei Mayer, sou professor, eu tenho mestrado e doutorado em fisiologia, que é a ciência que estudo o funcionamento do comportamento humano, com foco em neurofisiologia, que é a área que estudo o funcionamento do nosso cérebro, né? Antes de começar, que o nosso bate-papé só tem que pedir para vocês, especialmente para vocês se acompanhem esse podcast, esse projeto a mais tempo, para ajudar o projeto, já curta esse episódio, fique à vontade ao longo do episódio para deixar comentários, quem curte o trabalho, já se inscreve aqui no canal, dependente da plataforma que você esteja, vai ter um botãozinho de curtir, vai ter um botãozinho de se inscrever, curta, se inscreva e comente, isso é interessante para mim, porque tem um maior conhecimento do que que vocês quer, do que que vocês estão gostando, e também ajuda as plataformas a entender que é um conteúdo valioso que deve ser levado para mais pessoas, né? Dito isso, pessoal, vamos começar então do básico, do óbvio, né? Essas canetas emagrecedoras, que é o termo mais popular, mas não é o termo mais adequado de se usar, é sempre bom levar que a gente está falando de medicamentos, tá? Não é uma canetinha mágica que vai plim fazer a pessoa perder peso e sem nenhum efeito colateral, estamos falando de medicamentos e tem que ser tratado como um medicamento, né? O termo correto para se referir esse medicamento são agonistas de GLP1, o que que isso quer dizer do ponto de vista científico, né? É uma molécula que imita a ação de um hormônio específico que o nosso próprio próprio produtos, chamado GLP1, que é a sigla para a Glucagon-like protein, proteína, similar a Glucagon-1, né? Então é um hormônio que o nosso próprio próprio produtos, e os agonistas dele, os agonistas de GLP1, são moléculas que a gente forma parecida mais ou menos dos mesmos lugares, mais ou menos nos mesmos. Surtinos os mesmos efeitos, né? Então são moléculas parecidas com hormônios que o nosso próprio próprio próprio produtos, tem vários tipos dessas moléculas aí no mercado, dois bem populares aqui no Brasil, é a semaglutida, que tem o nome comercial, o Zenpique, e a Tirse Patida, que tem como nome comercial, Monjaro, que se popularizou bastante, né? Então entendo inicialmente que tráce de um medicamento, uma molécula sintética, que vai imitar a ação de um hormônico nosso próprio próprio produtos, né? Importante reforçar, pessoal, um breve aspecto histórico aqui, que esses medicamentos eles foram inicialmente produzidos pro tratamento de diabetes do tipo 2, que é aquela diabetes no qual é um divido, ou não está conseguindo produzir insulina adequadamente, ou essa insulina também que fracala, não consegue surtir o efeito, que ela deveria surtir. E esses medicamentos então são ainda indicados pro tratamento desse tipo de quadro-clínico, porque um dos efeitos desse medicamento, um dos efeitos desse hormônico nosso próprio próprio próprio produtos, GLP1, é justamente estimular a produção de insulina. Então uma pessoa que tem a produção deficiante de alguma maneira, ou hormônio ter relativamente fraco, um medicamento pode ajudar estimulando a produção desse hormônio, né? Eles inicialmente foram produzidos para essa finalidade, mas eventualmente começou a se observar outros efeitos e outros possíveis benefícios dentro de alguns quadros-clínicos específicos, mas especificamente o efeito de ajudar no processo de emagrecimento, que foi o que fez esse medicamento se realmente se popularizar em muito, né? Muitas pessoas no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil, querem emagrecer por números motivos. Algumas dessas pessoas realmente têm sobrepeso, são obesas e precisam perder peso por questões de saúde, mas além disso, uma outra camada que eu vou trazer aqui para gente discutir, é que existem outros fatores, existem outras forças invisíveis, digamos assim, que eu vou falar mais no final da vídeo, que podem estar estimulando as pessoas a buscar o meagrecimento mesmo que elas não precisem disso, mas independente de qualquer coisa pessoal, de fato, né? Olhando a literatura científica, e eu fiz junto com minha equipe uma revisão da literatura científica bem vasta para entender que apenas estamos em relação a esses medicamentos, quais são realmente os efeitos deles no corpo, no cérebro, benefícios e maleficios, e olhando a literatura sendo muito honesta com vocês, de fato, esses medicamentos têm potencial, muito grande, de ajudar no processo de emagrecimento. Então, na hora que a gente olha a literatura, a gente vê que ele pode promover uma peda de peso de 10, 15, 20% do peso original, ao longo de um período de aproximadamente 70 semanas, estou redondando aqui, porque isso depende muito de comaticamente, está sendo usado, é o ozempíquia, amongar algum outro, a dose, o protocolo, o estilo de vida que a pessoa tem, se ela tem ápios de praticar exercícios físicos ou não, tem uma série de fatores que vão afetar aí a peda de peso no final das contas, né? Mas só para dar uma ideia da magnitura, a gente está falando aqui de uma peda de peso grande, né? De 10 a 20%, algo em torno de aproximadamente 15, 16 quilos, num processo, num período de 70 semanas, né? Realmente é um medicamento muito poderoso em ajudar no processo de emagrecimento, mas aqui eu já queria pontuar um ponto interessante, eu queria trazer para nossa discussão, para reflexão de vocês aí, que estão considerando fazer uso, que era seja com indicação ou não? A gente está olhando aqui para dados de pacientes que tinham indicação para fazer uso, de fato, geralmente são pacientes que sofrem de alguns tipos de obesidade pelo menos, ou tem diabetes tipo 2, como eu comentei agora pouco, né? E ele sente a falando de um dado que, obtido com tratamento de aproximadamente um ano e meio, 70 semanas, né? Então assim, já ilustram a aspecto interessante dos desses medicamentos, é que eles geralmente estão dentro de um tratamento, né? O medicamento, como eu vou explicar daqui a pouquinho, um pouquinho melhor para vocês, ele nunca é o tratamento, ele faz parte de um tratamento, e é um tratamento de longo prazo que pode levar muitos meses a das vezes até mesmo anos, né? Mas enfim, voltando aqui de fato, pessoal, olhando a literatura e sendo muito honesto, é realmente um medicamento que pode ajudar bastante no processo de emagrecimento, né? E agora, coiacauza desse emagrecimento, é muito importante que vocês entendam isso, o que está levando efetivamente a pessoa, a perder peso, nesse processo de emagrecimento, sobre ação desses medicamentos, dessas canetas emagrecedoras, né? Realmente, esses medicamentos, eles têm um efeito metabólico, né? Como eu comentei com vocês, um dos efeitos dessas moléculas é estimular a produção de insulina, que é um dos principais hormônios envolvidos do nosso metabolismo, né? O único tem vários outros, mas é muito importante, é aquele hormônio que tende a ser liberado depois de uma refeição, e ele vai lá, desculpa os especialistas, mas ele vai lá, vai agir, meio que pegando os nutrientes que acabaram de entrar e jogando para dentro das células, para ser utilizado como fonte energética, ou para ser guardado na nossa reserva de energias, né? Então, o hormônio muito importante no nosso metabolismo de um modo geral, realmente esses medicamentos vão ter algum efeito metabólico, mas o principal fator, que leva a redução de peso, é uma mudança comportamental, né? Esse medicamento, como eu vou explicar direitinho para vocês, o que acontece e como acontece? Eles promovem realmente uma mudança comportamental, artificialmente digamos assim, um indivíduo começa a sentir menos apetite, menos desejo, menos motivação, menos vontade de comer esse sentido mais saciado, leva o que se caracteriza como uma mudança comportamental, relação à alimentação, o que leva ela efetivamente,
até uma gestão menor de calorias, o que leva ela a perder peso. Agora, pessoal, que fique claro, especialmente para quem não é da área. Toda mudança de comportamento, ela é resultado de mudanças na atividade do cérebro. Em áreas específicas do cérebro, como vou explicar daqui a pouquinho para vocês. Então, assim, vamos migurar um pouquinho mais a fundo nisso para vocês entender, para não ficar aquela coisa superficial, tipo, ao medicamento, reduz a petite. Vamos entender um pouquinho melhor o que é essa redução do petite para vocês entenderem, realmente entenderem como esses medicamentos estão agindo no corpo e no cérebro das pessoas, e quais são os potenciais benefícios e quais são os potenciais maleficios. Tem, pelo menos, um potencial maleficio, que eu não vejo as pessoas discutindo muito, que eu, particularmente, considero muito relevante, que está envolvido, com a forma como esses medicamentos sagem no cérebro. Então, vamos dar um pacinho para trás para entender um pouquinho melhor e falar um pouquinho da fisiologia básica. Qual é a ação básica desse hormônio chamado GL-P1? Então, esses medicamentos, os empique de novo, o empique, mojar, ou qualquer um desse tipo que eles estão fazendo, é imitar a ação de um hormônio, que é esse hormônio chamado GL-P1. Vamos dar uma olhadinha, quem é o GL-P1, quando ele é produzido, como ele é produzido, qual é o feito que ele tem no corpo de uma pessoa normalmente, né? GL-P1, que eu me disse, é uma sigla para glucagon-like protein, proteína similar a glucagon, então, uma proteína que parece com um outro hormônio chamado glucagon, mas, enfim, é um hormônio que é produzido no intestino, especialmente no segmento final do intestino ali, numa porção que a gente chama de ilha, não precisa decorar isso, é só para quem quiser me agulhar um pouquinho mais a fundo aí, porque eu sei que tem muitos profissionais que acompanham o meu conteúdo, e talvez eles estejam aqui estudando, que ele não tem nem mais profundidade, né? E aí, eu vou citar alguns nomes, algumas coisas, mais para quem quiser me agulhar mais a fundo, mas, enfim, o importante é quem entender que trata de um hormônio produzido no intestino e o principal estímulo para a produção de hormônio é comer, essa é alimentar, né? Antes da alimentação, a gente já pode ter algum estímulo na produção de hormônio, especialmente lá no cérebro, não é só o intestino que produz o glp1 em hormônio, a gente tem áreas no cérebro que também produzem esse sinal, então, antes mesmo até de você fazer refeição, se já pode ter glp1 sendo liberado em áreas do cérebro, já por uma ver, na alguma modulação, mas a principal xímo para produzir em quantidade esse hormônio para ser liberado na corrente sanguínea, inclusive, é a refeição. Então, no momento que chegam nutrientes ali no intestino, especialmente na porção final do intestino, a gente tem células específicas ali, chamadas de células L, que vão liberar esse hormônio, que vai atuar em vários lugares próximos ali do intestino mesmo, ou em lugares distantes, como lá no cérebro, começando pelo que é mais próximo, né? Então, vamos imaginar aqui que é um hormônio, um sinal químico que é liberado frente a uma refeição, então o sinal químico está sinalizando para o corpo de um modo geral, que a refeição está sendo feita, que ela foi feita, que tem nutrientes chegando, e o corpo tem que se preparar para lidar com isso, né? Esse hormônio, ele atua lá no estômago, é um dos lugares que ele vai atuar, tu em vários lugares eu vou citar os principais, né? Atua lá no estômago, diminuí na motilidade do estômago. Então, o sinal químico chega lá no estômago e fala estômago, aí está chegando no trenteleno intestino, já tem bastante nutriente, então sucego o faixa aí para se movimentar tanto, porque é justamente a motilidade, o movimento do estômago, que faz o alimento ser digerido ali dentro do estômago um pouco, e ele vai sendo impulsionado para dentro do intestino. Então, no partido momento que um sinal químico diminui a motilidade do estômago, o alimento tende a ficar mais tempo ali no estômago, é como se atrasasse o processo de digestão e absorção do alimento. É um sinal que está regulando o processo ali, né? Então, se está chegando no triente, lá na posição final do intestino, é porque já tem bastante nutriente no intestino, que está ali, processando, absorvendo alimento, e ele vai lá e tenta segurar, onde um pouquinho ele no estômago. Como eu comentei também, um outro lugar que o GLEP1 vai atuar, e isso eu tô falando, pessoal, normal, tá, no corpo de qualquer pessoa, que não esteja, inclusive, fazendo uso de algum desses medicamentos, ouzempica mojaro, né? É um hormônico próprio corpo prodúcio. Então, uma vez que a refeção é feita, esse hormônio liberado, ele vai atuar também lá no pâncreas, estimulando a produção de insulina. Faz sentido, né? Então, tem nutriente sendo absorvidos, estimulam o hormônio, que vai participar da captação desses nutrientes, e fazer com que eles entrem nas células do corpo de um modo geral, para esse nutriente ser utilizado, ou ser guardado como reserva, né? Então, diminui a motilidade do estômago, estimula a produção e liberação de insulina, né? E, justamente, esse é um dos motivos pelo cós-medicamento, são utilizados também no tratamento do diabetes do tipo 2, tá? Agora, talvez mais interessante para essa discussão aqui, são os efeitos que esses hormônios têm no cérebro e no comportamento da pessoa, no cérebro, na sensação, na motivação, na percepção e no comportamento de um modo geral. E esse hormônio, ele pode atuar em várias áreas do cérebro por meio de duas vias principais, que eu só vou citar aqui, de novo, para quem quiser me agulhar um pouquinho mais afundo, tá? Então, esse hormônio é produzido ali no intestino, né? E ele pode agir ele localmente, num conjunto de fios, digamos assim, que estão conectando o intestino com o cérebro. Existem várias maneiras pelas quais o cérebro intestino conversam, aquilo que a gente chama de eixo em intestino o cérebro. Tem várias maneiras. O cérebro intestino eles estão conversando muito, um influenciou o outro, inclusive vou dar um exemplo muito interessante aqui, de como intestino pode afentar o funcionamento do cérebro e consequentemente a mente e o comportamento da pessoa, né? Então, esse hormônio GLP1, que é produzido durante, após uma refeição, ele pode agir ele num conjunto de nervos que estão comunicando intestino com o cérebro, um nervo, na verdade, especificamente, muito famoso, muito importante, chamado o nervo vago, né? Para quem não é da área, imagine só que é um fio que tá conectando o cérebro com o intestino. E aí, o hormônio GLP1 vai ali na pontinha desse fio que tá conectado no intestino, sinaliza ali, isso gera um sinal que chega lá no cérebro e vai modular lá no cérebro aqui, no cérebro, a liberação de GLP1 no cérebro mesmo, né? Então, essa é uma maneira pelo qual esse hormônio GLP1 produzido lá no intestino pode afetar o funcionamento de áreas do cérebro. E uma outra maneira mais óbvia é o hormônio liberado na corrente sanguínea, ele vai circular por todo o corpo, eventualmente, ele vai chegar lá no cérebro, ele vai ter que passar uma barreira que separa o sangue do cérebro, que a gente chama de barreira, e mata em sefal, que é como só se um. uma barreira mesmo, só se um. uma barreira que a gente tem volta dos países que tá permitindo que algumas pessoas passem outras. Não, a gente tem isso ali no cérebro, não é qualquer coisa que conseguem entrar no cérebro GLP1, é uma molécula que consegue entrar no cérebro um hormônio que consegue entrar e acessar áreas do cérebro pelo menos em alguns lugares, ainda que a gente não sabe exatamente quais são os mecanismos que estão por trás disso, né? Mas, qualquer forma, uma outra maneira dourmônia de no cérebro é que aí na corrente sanguínea chegada no cérebro e agie em várias áreas do cérebro e aí vem um ponto muito importante na hora que a gente olha as áreas do cérebro que tem um receptor, que tem um lugar para esse hormônio siligar e se o teago efeito o número de áreas é superlentemente grande, né? E são muitas áreas que estão envolvidos em gerar desejo para comida, gerar vontade de comer, gerar a urgência de comer, gerar a percepção de que está conforme isso, todos esses elementos sensoriais, perceptuais e comportamentais relacionados ao ato de comer são coordenados por áreas específicas que são moduladas por esse hormônio e eu gostaria de citar aqui para vocês para quem quiser me agulhar mais a fundo de que ara es que eu estou me referindo. Então uma dessas áreas é o famoso hipotálamo que é uma região dito em linha gerais envolvidas e manter a gente vivo, tá ali olhando na temperatura do corpo, está controlando nosso metabolismo e está controlando em algum grau nosso comportamento alimentar, né? É uma região que vai sinalizar que está na hora de comer. Faz tempo que você fez uma refeição, está na hora de comer, participa em gerar que ela experiência que a gente chama de fome, né? Um outro conjunto de áreas que é modulado por esse hormônio também, o GLP1, são aquelas áreas que em conjunto a gente chama de esse sistema de recompensa que você já deve ter ouvido falar bastante, que está associada à formação de hábita, associada a vício, a motivação, a deseja, buscar recompensas de um modo geral. Então a gente tem várias áreas ali, só para citar algumas, ara é ter que aumentar a ventral, que é uma das principais lugares de produção de dopamina. Núcleo Acumbis, uma região importante e fazer a gente buscar coisas, ter motivação para fazer coisas, né? É Cortex Orbito Frontal, o marido sebra envolvido em avaliar valor dos possíveis comportamentos, inclusive alimentares, né? Então esse conjunto de áreas que em conjunto a gente chama de sistema de recompensa, eles têm ali um lugarzinho onde esse hormônio pode se ligar em modulatividade dessas áreas. Outras duas áreas interessantes que são moduladas por esse hormônio. A mídala, uma região essencialmente envolvida que o processamento emocional, então aquelas emoções associadas à alimentação e tem muita alimentação, muita gente come por conta de questões emocionais, então talvez aquela sensação de urgência de comer alguma coisa específica, no momento que a pessoa está sentindo mal, isso vai envolver provavelmente a atividade dessa área que a gente chama de amídala, que vai ativar ali, gerando essa sensação de urgência, né? E uma outra região chamada insula, que é uma região importante e construir a nossa percepção interna do nosso corpo, então, aquela percepção de fome, ou eventualmente de nojo, é uma área que vai participar dessa percepção de um modo geral. Todas essas áreas envolvidas com desejo, motivação, urgência por comer, sensação de fome, elas são moduladas por esse hormônio.
de hormônio GLEP1, e são modulados, ou seja, poderia inferir como, no sentido de inibir atividade dessas áreas ou modulatividade dessas áreas, dentro desse contexto de alimentação mesmo. Então, a pessoa, qual é o resultado disso dessa modulação, por esse hormônio GLEP1, dessas áreas do cébrebro? A pessoa tende a ficar mais saciada de um modo geral. Então, assim, a refeição tende a ser mais saciante, digamos assim, então, a refeição menor já vai saciar a pessoa, o período no qual entre as refeções, no qual a pessoa sendo saciada, ela tende a ser maior, a pessoa tende a sentir mais saciada, o apetite dela diminui, o desejo por comida diminui, quando ela viu uma comida que poderia antes ser um gatilho fazendo ela querer, que uma emútil uma nutela, um hambúrguer uma pizza, ela não sente tanto desejo, não sente tanto apetite, não sente tanta motivação para buscar comigo, prefeitivamente comer. Então, de fato, e faz sentido, né, porque pensem. Estamos falando aqui de um hormônio que é produzido no intestino e está associada a refeição. A função dele é justamente se analisar pro corpo, e a refeição já foi feita, pode parar de comer, não precisa comer mais. Ele avisa isso pro estômago, estômago, para de se mexer aí, porque já tem muito no trinte no intestino. Ele avisa isso por pâncreas, ou pâncreas, produz insulina aí que está entrando no trinte, e precisa lidar com ela e metabolizar ela do jeito certo. E avisa várias horas do cérebro, e aí, cérebro, já tem comida aqui, não precisa comer mais, não precisa buscar mais, não precisa gastar energia com isso, e é efetivamente isso que acontece, né? Agora, um ponto importante é que eu estou falando aqui da ação normal desse hormônio. E a ação normal desse hormônio, que o corpo de todo mundo produz, ela é temporária, né? Então, na hora que você vai fazer uma refeição, a tendência aos uníveis desse hormônio aumentar, um pouco antes, durante, e depois você tem ali um pico, né? Mas depois os uníveis desse hormônio caem por basal, ele tem a função dele, mas depois que os uníveis caem ele para de agina. Então, assim, esse efeito todo que a gente está falando, normalmente, ele é periódico, tá? E dito isso tudo, pessoal, espero que tenha ficado claro, e peço de desculpa se eu tiver trazendo muitos nomes, eu quero mais, é mais para finge, para quem quiser, realmente, me agulhar mais nesse assunto, né? Mas dito isso tudo que eu falei, espero que tenha ficado claro a ação desse hormônio nosso corpo. Se eu perguntar para vocês, como os medicamentos agem no corpo, vocês vão saber responder, né? Lembrando esses medicamentos, os osempí, que moljar, o que é um do outro desses, nada mais são do que uma molécula que imita a ação do hormônio, gelIp1, por isso que a gente chama eles de agonista gelIp1, é como se ele reagisse no mesmo lugar que o gelIp1, né? E ele vai ter todos esses mesmos efeitos, né? Então, esse medicamento, ele vai diminuir a motilidade do estômago, o que pode explicar alguns dos possíveis efeitos colaterais, como eu vou falar mais para frente, ele vai estimular a produção de sulina, por isso que ele é utilizado um tratamento também de diabetes do tipo 2, e ele vai atuar em todas aquelas áreas do cébrebro que eu comentei com vocês, que estão envolvidas com deseja e petite, motivação, apos os lugares, urgência de comer, e esses medicamentos eles vão agir no sentido de inibir a atividade dessas áreas, especialmente nesse contexto de se alimentar, de ingerir alguma coisa, né? Então, assim, quando a gente olha os estudos para ver o efeito desse medicamento, o que a gente vê é uma coisa muito curiosa, se a gente coloca os pacientes, os divís estão fazendo os desses medicamentos, dentro de equipamentos de ressonância magnética funcional, né? Que é um equipamento que permite avaliar a as de áreas do cébre, enquanto o indivíduo está fazendo ali alguma coisa, e a gente mostra imagens de comida para essas pessoas, a gente vê uma menor ativação daquelas áreas cerebrais todas, né? Então, no indivíduo normal, especialmente se ele estiver com fome, na hora que você mostra uma imagem de uma comida que ele gosta, na hora que você vê uma comida que você gosta, a tendência é você ligar, certa maneira, atividade dessas áreas, se vê um aumento da atividade dessas áreas envolvidas com o desejo, com fome, com motivação, com hábitos alimentares, meio que fazer, que é justamente o que está aportado, e fazia a pessoa "pô, eu quero aquilo, eu vou buscar aquilo, gostaria de comer aquilo, isso é ser bom, eu senti desejo, né?" Quando a pessoa está sob uso desse medicamento, essas áreas têm uma atividade reduzida, né? O que explique então, o menor desejo que a pessoa vai ter, o menor vontade que ela vai ter de comer, e é curioso uma coisa que os dados mostram, é que essa inibição da atividade das áreas, nesse contexto de alimentação, ela parece ser mais evidente quando a gente mostra alimentos hipercalóricos. Então, o que a gente está vendo é uma redução da atividade sobre efeitos de medicamentos agonistas GLP1, né? Mongar, os empíquitos do mais. A gente vê uma inibição da atividade das áreas envolvidas com desejo, motivação e hábitos, quando a pessoa vê uma imagem de alimento, especialmente hipercalórico, que é justamente aquele que deveria ativar ainda mais essas áreas. Então, realmente o que a gente está vendo é que esses medicamentos modulando essas áreas, no sentido de fazer a pessoa querer menos, buscar menos, desejar menos, né? E eu vou abrir um parentes interessante aqui, pessoal, como é está com vocês o seguinte. Em alguns casos de obesidade, essas áreas envolvidas com desejo, motivação e hábitos, elas na verdade têm de resbonder ainda mais a imagem de alimento, mais do que o normal, né? E isso é uma alteração funcional que a gente pode observar no cérebro de pelo menos parte de algumas pessoas que sofrem com obesidade. Quando a gente olha, parece que o cébrebro da pessoa está hiperreativo a pistas de alimentos. Então, na hora que você mostra uma pista de alimento, numa pessoa normal, você vai ver um aumento da atividade dessas áreas envolvidas com fome, desejo, motivação e tudo mais. Em peso indivíduos obesos, é comum a gente observar uma atividade ainda maior. É como se eles tivessem ainda mais reativo. Então, aquelas áreas, inclusive envolvidas com resposta emocional, em gerar a sensação de urgência, como é o caso da famosa Mídala, tende a satisfar mais ainda em de alguns indivíduos obesos quando eles vem a imagem de alimento. Esse é um dos motivos pelo qual esse medicamento, ele é indicado no tratamento de alguns quadros de obesidade, justamente porque nesses quadros, o cérebro está hiperativo a pistas de alimento. Então, esse medicamento vem e dá uma baixada no volume, tipo, não, não reaja tanto, modula as áreas ali, o medicamento em cima, vai lá, e modula atividade dessas áreas fazendo com que elas não respondam tanto. E, no caso desses indivíduos obesos, o que é curioso é que ao mesmo tempo que esses circuitos são hiperreativos a pistas de alimento, eles parecem que se ativam menos depois que o indivíduo ingeriu o alimento. Então, aquelas áreas envolvidas em gerar a sensação de percepção de recompensa e, às vezes, até mesmo de prazer, ela tende a tá menos ativa do que o normal. Então, é invertido, antes de comer estão hiperativas, fazendo a pessoa desejar mais do que o normal e, depois da refeição, algumas dessas áreas estão hipotivas. Se ativam menos, fazendo com que a sensação de relativamente menor, um padrão que a gente tende a observar, inclusive, em quadros de adicção de vício, alguma droga específica e que é bem característico. A vontade de usar a droga é desproporcionalmente alta, e a satisfação, depois de usar, relativamente menor, o que gera um ciclo vicioso. Então, em alguns quadros de obesidade, a gente pode observar esse tipo de alteração neurológica e comportamental no contexto da alimentação. E o medicamento é muito útil nesse cenário, porque ele modula justamente essas áreas, fazendo indivíduo desejar menos, ter menos motivação e buscar menos ao mesmo tempo que ele se sente relativamente mais saciado. Por isso, que é alguns quadros de obesidade, a indicação pra fazer uso desses medicamentos. Agora, uma coisa muito curiosa, é que parece muito interessante, especialmente aí pra você que é profissional da indivíduo, que é entender um pouquinho melhor o efeito desses medicamentos no cérebro, no corpo. Parece que esses medicamentos eles atum realmente modulando essas áreas do cérebro, não sei se realmente é uma inibição geral. Então, o medicamento vai lá, vai agir em áreas envolvidas com, como eu disse pra vocês, com motivação, com emoções e tudo mais, mas não é uma ação geral, a pessoa não precisa realmente vai ter uma menor motivação pra fazer outras coisas, realmente é uma modulação dessas áreas no contexto da alimentação. Parece que é uma modulação específica pra comportamentos de ingestão, de comer e beber coisas que vão sortir algum efeito no nosso corpo. O que explica, em parte, um potencial bem interessante que a gente está olhando na literatura científica em relação a esses medicamentos, que é o potencial deles serem utilizados em um tratamento de alguns vícios específicos, especialmente esses vícios que envolvem ingestão, como por exemplo o consumo de alco, nicotina ou pioides, que no fim nada das contas não deixa de ser uma ingestão que vai sortir um efeito no corpo, que vai gerar uma espécie de sinal de recompensa, alguns princípios são similares a alimentação de um modo geral, especialmente comidas e percalóricas e tudo mais. Tem uma literatura muito legal, vou até deixar aqui na descrição, uma material pra quem quiser me agulhar um pouquinho mais a fundo nisso, mas tem uma literatura bem interessante, bem quente, mostrando um potencial muito interessante desses medicamentos serem utilizados também no tratamento de vício, porque o que a gente vê são as pessoas, tem alguns estudos já mostrando realmente eficácia nesse sentido, é a pessoa sentindo menos desejo por comida de um modo geral, mas também menos desejo de consumir algo e algumas vezes é uma pessoa que tinha um uso abusivo do alco, consumir alco demais, enfim, se enquadrava numa categoria digamos assim de vício, de edição em relação às bebidas alcoólicas, e esse medido
que diminui um apetite da pessoa para esse tipo de coisa também, não é só alimento, podem ser drogas de um modo geral, o que abre uma porta muito interessante, porque tem alguns vícios como já discutindo outros episódios, que são difíceis de tratar, um trabalho de longo prazo, então, um medicamento que possa ajudar no processo de largar uma droga, digamos assim, pode ser muito interessante, mas a gente ainda precisa de mais estudos para poder validar a segurança, o protocolo adequado e tudo mais, né? Tenta uma, não tô querendo fazer nenhuma prescrição nesse sentido. Então assim, pessoal, olhando a literatura científica, né, de como esses fábricos, com esses medicamentos, as canetas e meagreccedoras ágen, e o efeito que elas têm, quantitativo, realmente que eu posso dizer para vocês, é que realmente trata-se de um medicamento, de medicamentos muito eficazes, em ajudar no controle do comportamento alimentar da pessoa, pessoa conseguir se controlar de certa maneira, né, para não comer tanto, para não abusar tanto do mais, e assim ajudar no processo de emagrecimento. Realmente são medicamentos muito eficazes nesse sentido, né, e relativamente seguros, mas, mas um, as bem grande aqui, por favor, sempre há um preço, não tem como a gente não pagar um preço, começando pelo preço financeiro que você já deve estar se enti, né? É um medicamento caro para caramba, então assim, pode pensar, e atualmente, trogar uma necessidade em janeiro, a gente está falando aqui de um custo de mais de mil reais por mês, né? Então, tem um custo relativamente elevado, né, eventualmente a gente vai ter genéricos, enfim, algumas outras opções mais acessíveis, no mês por enquanto a gente já pode começar falando de um custo financeiro bem razoável. E além disso, inevitabilmente pessoal, a gente, uma vez que a gente começa a fazer uso de um medicamento, qualquer exceja, a gente assume riscos. E eu queria ressaltar três riscos aqui para vocês, três possíveis efeitos colaterais que estão associados a uso desse medicamento, como eu disse para vocês lá atrás, um deles, eu diria que é relativamente pouca abordado, mas eu considero muito relevante. Mas antes de falar desses potenciais riscos, queria abrir um parentes aqui para dizer que, para você, que quer mergulhar mais a fundo nesse assunto, especiamento, se você é profissional, vou deixar aqui na descrição um material que a gente produzia, um material didático, falando tudo sobre esses medicamentos, como elesagem, o efeito que tem, pô, descantitativo, o aspecto social por trás dele, dá uma olhadinha, talvez você tenha interesse para estudar, para mergulhar mais a fundo. Além disso, eu tenho uma pós-graduação inerocência do comportamento, que tem númeras áreas relacionadas que explicam, em mais detalhes, isso tudo que eu tentei trazer para vocês, a gente tem aula sobre autocontrole, sobre hábito, sobre motivação, sobre o comportamento alimentar, transtorno dos alimentares, eu vou gravar uma aula sobre a ação desses medicamentos, uma aula com slide mesmo, explicando, em mais detalhes, isso tudo que eu trouxe até agora, que eu vou continuar trazendo ao longo desse episódio. Então, fiquem ligados, vou colocar essa aula na pós-graduação, mas estou considerando também liberais para o público geral. Então, dá uma olhadinha na descrição, fica de olho na descrição, que, se a gente conseguir liberar essa aula com mais detalhes para um público maior, eu vou colocar o link na descrição aqui. E não esqueçam de curtir e comentar aí, aproveite esse mini palco que eu estou fazendo aqui, para já curtir, independente da plataforma que você tiver, comentar e já se inscrever no canal. O simples fato de você interagir que comigo já ajuda o projeto a crescer e me ajuda a entender o que que vocês querem, o que que vocês querem mais com as suas dúvidas. Se você chegou até aqui, já faz uns 30 minutos que eu estou falando, é porque você está gostando, seja muito bem-vindo, você talvez seja um nerd como eu, está curtindo bastante esse episódio. Então, aproveite, faço isso com muito caninho e deixei nos comentários que você está achando, outros temas que você quer, dúvidas que você tenha ficado, para eu poder bolar outros episódios e trazer mais conteúdo aqui para vocês. Bom, fecha aparentes, pessoal, então voltando aqui, entendam que este medicamento, assim como qualquer outro medicamento, ele tem riscos associados, tem possíveis efeitos colaterais, possíveis malefizes associados a eles, que vocês precisam entender, especialmente vocês que estão considerando fazer uso do medicamento, já estão usando, independente se você tem edicação para uso do medicamento ou não, é importante você conhecer os possíveis malefícios associados ao medicamento. O primeiro deles que eu queria chamar atenção, na verdade, dando um passinho para trás, um entendimento que eu queria que vocês tivessem. Como eu comentei lá atrás, esse hormônio GLP1, o nosso próprio corpo produz. A diferença é que o nosso próprio corpo produz dentro de um ritmo específico, associado à refeição. Quando a gente faz a refeição, os investidores hormônio diminuem, depois caem. Na próxima refeição aumenta, depois caem de novo. Então, o que a gente vê é esse hormônio se lando ao longo do dia, associado às refeições. Quando a pessoa faz uso do medicamento desse, essa molécula vai ficar agindo o tempo todo, ou quase o tempo todo. O tratamento é projetado com essa finalidade para a molécula ficar agindo ali, como se fosse um freio artificial ligado ali, e a todo momento. Então, a gente tem que imaginar que, sob efeito do medicamento, você vai ter essas áreas, e o estômago, o pancreas sendo modulados, influenciados a todo momento. Isso tem um preço, com certeza, tem um preço. A equivalente a você colocar turbo num carro, o carro vai andar mais sábado, vai andar mais sábado, mas tem um preço. Você vai desgastar mais o motor, você vai desgastar mais o óleo, o tempo de vida do motor vai piorar, algum outro o freio não vai ficar tão bom, na curva não vai ficar. Na reta é bom, mas na curva não é tão bom. A gente sempre paga um preço, e aqui não é diferente com esse medicamento. E o primeiro possível preço que eu gostaria que vocês entenderem, se vocês vão pagar, é você, talvez, uma vez que você começa a fazer uso desse medicamento e, efetivamente, começa a ingerir menos calorias, efetivamente, perca peso, entenda que, talvez, dependendo de como você está fazendo isso, especialmente se você estiver fazendo isso sozinho, sente acompanhamento de um profissional capacitado, você pode acabar criando uma espécie de dependência, desse medicamento, para manter o seu apetite, o seu desejo reduzido, e o seu peso relativamente baixo. Então, entendo que esses medicamentos, eles funcionam como sou, realmente, um freio artificial que imico que está ali circulando o seu corpo e agindo em vários lugares, está diminindo o seu apetite, seu desejo, sua motivação, você está desejando menos e comendo menos e tudo mais, mas, a partir do momento que você tirar esse medicamento, você vai estar tirando esse freio. O apetite, o desejo, a motivação, vão voltar. Talvez até com o efeito rebote, talvez, não é o que ele ter a tura científica mostra, mas é uma possibilidade de uma vez que você tira o medicamento, interrompe o tratamento com o medicamento, o apetite vai voltar, você vai voltar a sentir vontade, vai voltar a sentir desejo, se você não tiver, ao longo desse período, desenvolvida uma maior capacidade de autocontrole e, ou promovido uma mudança de ápitos mais duradoura, a tendência é você voltar a estar casero. E, de fato, quando a gente olha o literatura, o que a gente vê é que a interrupção do tratamento está associado a um belo regano de peso. Na casa dos 30 até 70% do peso que foi perdido, ele ganha de novo, algumas vezes, um indivíduo precisa voltar a fazer uso do medicamento. Depois de um tempão, fazendo tratamento, interrompe, passo um tempão, ganha o peso de novo, tem que voltar a fazer o tratamento. O que é de novo, pessoal, no final das contas, a gente está falando de mudança de comportamento, nesse caso, alimentar. Então, a pessoa faz uso do medicamento, beleza, vai sentir menos desejo, vai comer menos, mas, se você não promover outras mudanças que vão ser, efetivamente, mais duradouras, uma vez que você tira o medicamento, vai voltar tudo para estar casero, se eu pese a voltar para estar casero, talvez se sinta ainda pior, porque, agora, você tem como comparação momento que você estava mais mágria, enfim, você pode acabar criando uma dependência e gerando um sofrimento ainda maior no futuro se você simplesmente fazer uso desse medicamento sem ser de uma forma planejada. Então, existe a possibilidade de você criar uma espécie de dependência do medicamento para manter seu desejo reduzido e manter o seu peso reduzido. Segunda categoria de possíveis malefícios associados a esse medicamento, como você já devem saber, existe uma probabilidade relativamente grande de, uma vez, se você começa a fazer uso desse medicamento, você tem algum tipo de sintoma gastrointestinal. Então, pensa em, é um hormônio que é liberado pelo sange-tesino, quando você faz sefeição e ele afeta várias partes do corpo, inclusive o tecido gastrointestinal. Como eu comentei lá atrás, um dos efeitos que ele tem é diminuir a motilidade do estômago. O que é dizer que o alimento vai ficar parado ali mais tempo. Então, é muito comum observar sintomas gastrointestinal, como, por exemplo, sua sentinálise, vômito de arreia, refluxo, constipação, sensação de tachêio, porque, justamente, você está mexendo num sistema que impacta entre outras coisas do tecido gastrointestinal. Segundo, uma estimativa que eu pode levantar aqui na literatura científica, aproximadamente de 65% das pessoas que fazem uso do medicamento, apresenta algum tipo de sintoma gastrointestinal. É realmente muito comum. Você deve ter ouvido falar aí de quem está usando. E assim, isso fazia a ideia, mas isso aí não é grande coisa. Pode ser grande coisa. É bastante desconfortável. Sintomas gastrointestinal, nem jogo, não auso, é vômito, são muitos desconfortáveis, tem um potencial relativamente grande de diminuir a sua qualidade de vida. E claro que vai ser muito de pessoa para a pessoa, mas pode chegar a um ponto de fazer a pessoa interrompeu tratamento. Até mesmo pessoas que têm indicação para fazer uso desse medicamento, eventualmente elas interrompen. Por mais mágico e promissor que o medicamento seja. Por mais tentador que o medicamento seja, especialmente para quem está buscando emagrecimento, algumas vezes o desconforto
testinar é tão grande, faz a pessoa abandonar o tratamento, só você ter uma ideia do quanto, se confortável, pode ser isso, especialmente no início do tratamento. Então assim, existe uma grande sância de você ter que lidar aí com sintomas gás intestinais, esse é um segundo grande possível, malefica associado a uso dos medicamentos, e terceiro, mas não menos importante, é que existe alguma literatura apontando que o uso desse medicamento está associado a uma maior perda da massa magra. O indivíduo vai perder peso, sim, parte é massa gorda e parte é massa magra, que é que eu quero dizer com isso, parte da pesa de peso, a maior parte de um modo geral é gordura, e uma parte em torno de 20 a 30% é músculo, né? Com uso do medicamento, se a gente comparar pessoas que estão perdendo peso, naturalmente digamos assim, assim, nenhum auxílio medicamentooso, e pessoas que estão perdendo peso, com uso do medicamento a gente tende a ver uma maior perda de músculo nas pessoas que estão fazendo uso desses medicamentos, né? Especialmente se a pessoa não tiver tendo acompanhamento adequado, nutricional inclusive, e ela tiver tendo uma ingestão proteica menor, porque o apetite diminui, o desejo por comida diminui, a pessoa acaba ingerindo menos comida, menos caloria, incluindo proteína, e isso pode fazer contribuir com que a pessoa perca mais massa magra, e é um tipo de tecido e difícil de recrelativamente difícil de recuperar, né? Porque além da alimentação você precisa destímo-los específicos, como por exemplo, treino de força, musculação, para você desenvolver o tecido, então não é tão, é uma perda de um tecido importante, e que não é tão fácil de a gente recuperar depois, né? E isso tem duas implicações, uma primeira que é uma questão estética que a gente não pode excluir, né? Eu entendo que muitas pessoas querem magracer por questões estéticas, e tudo bem, não tem problema nenhum cuíso, não quero fazer nenhum julgamento em relação a isso, entendo perfeitamente, a pessoa que é sentida mais bonita, mas atraente, daqui a pouquinho eu vou fazer uns comentários sobre isso, mas então assim, se a pessoa está querendo perder peso, porque são estéticas, entenda que você talvez perca mais músculo, e isso pode impactar estética também, né? Muito do padrão de beleza, do padrão estética a gente tem hoje, em fove, manutenção de massa magra, não é verdade? Então assim, entendo que você pode sofrer aí alguns benefícios estéticos também, né? Mas além disso, caso você esteja preocupado com saúde efetivamente de um modo geral, entenda que o tecido muscular é muito importante para saúde do corpo e do cérebro. As pessoas tendem a achar que o músculo é importante só para mexer o corpo ou para ficar fítines. Longe disso, pessoal, o tecido muscular é importante, eles comunica com um corpo inteiro, ele produz sinais químicos, sinalismo, monte de coisa, e ele é relevante inclusive para a gente conseguir manter a nossa tão preciosa saúde mental, até mesmo a qualidade do seu sono depende do seu do tecido muscular. Especialmente no público mais velho, pessoal, a lota, atenção, público mais velho, estou me referindo aqui, especialmente a partir dos 40 anos, né? Que é o meu caso, estou quase chegando em 40 anos, é comum ter maior perda de massa magra, é comum você ter mais perda de massa magra, conforme a gente vai envelhecendo, então num público mais velho ainda mais importante tomar cuidado com a peda de massa magra. Então tem em mente que o uso desse medicamento, especialmente não for acompanhando para um profissional, pode fazer com que a pessoa perca um tecido importante no corpo dela, tanto para ela se sentir mais bonita como para ela se ficar efetivamente mais saudável, né? Então, esses são os três grandes possíveis malefícios principais que eu considero para fazer aqui para vocês, que estão considerando fazer o uso do medicamento, ou que já estão fazendo uso do medicamento, né? Na primeira parte expliquei como funciona e os possíveis benefícios realmente pode ajudar bastante no processo de emagrecimento, é muito poderoso, eventualmente pode ajudar até mesmo um tratamento de vícios, pode ajudar em outros casos que eles como diabetes tipo dois, mas tem um custo, né? Pessoal pode desenvolver uma espécie de dependência, ela usa o medicamento, perde peso e fica a presa ali, porque se ela tirar o medicamento ela volta a comer mais e ganha peso e talvez uma vez que ela regan o peso ela vai sofrer ainda mais em relação do que antes da automómero de medicamento, isso pode acontecer, né? Então ela queria uma espécie de dependência de um medicamento e um medicamento calenda por cima, ela pode ter que ficar lidando com sintomas gasto intestinais que podem ser bem mais desconfortáveis do que as pessoas imaginam e corre o risco de ter uma perda relativamente maior de massa magro, um tecido muito importante para fins estético e fins de saúde, né? Só sim, espero que isso permitem com que vocês entendem um pouco melhor o que está acontecendo a judiúdio de tomar a decisão, mas eu queria trazer uma reflexão aqui final para vocês, especialmente aí para vocês que estão considerando fazer o uso do medicamento, já estão usando, uma reflexão mesmo, sim, sem julgamento, né? Para a título de amadurecimento pessoal mesmo, para vocês amadurecerem e tomar uma decisão mais consciente e que seja o melhor para você no final das contas, né? Eu queria fazer uma pergunta aqui para todos vocês refletirem, para todos nós refletimos, né? Se você está querendo tomar esse medicamento para perder peso, hoje já está tomando, eu tenho a seguinte pergunta para você, por que que você quer perder peso? É por necessidade, Andrei eu realmente tenho sobre peso, eu sou bezo, beza e consultem um clínico, bra-ra-ra-ra, e faz parte de tratamento, tratatatatá, eu queria entender um pouco melhor, beleza maravilha, ouço profissional que está te acompanhando, ele vai saber falar, conversar com você melhor do que eu, tá? Se eu falar alguma coisa contraditória em relação ao profissional que está te acompanhando, confie mais no profissional, beleza, uma questão de necessidade, realmente sobre peso e peso, pode estar associada a vários problemas de saúde, em alguns casos de obesidade em si a gente pode entender como uma doença crônica, né? Que precisa ser tratada ao longo da vida toda, realmente o medicamento pode ajudar muito, tem problema, nunca esses medicamentos, eles realmente são muito eficazes, é um grande avanço científico, é um belo de um auxílio mas a gente tem que ter sempre em mente que o medicamento nenhum é o tratamento, os medicamentos independente do quadro quino, que eles fazem parte do tratamento, então ao mesmo tempo que você dá um freio artificial para a pessoa não sentir tanto desejo, tanto a petite, tem todo um trabalho de mudança comportamental, todo um trabalho psicológico, nutricional, que é feito com a pessoa no sentido dela promover mudanças mais duradoras, de modo que eventualmente quando ela tirar o médico, ela vai conseguir sustentar aquele estilo de vida, ela vai conseguir sustentar um peso relativamente mais baixo, um quadro mais saudável, então tem um trabalho que tem que ser feito junto com os do medicamento, se não, nutricional, medicamento, o negócio vai voltar tudo quase que para estar casero, né? Então por que você quer perder peso? É por necessidade? Beleza, e agora outra opção, será que não é por insatisfação que o seu próprio corpo, seja muito honesto, vocês podem botar nos comentários, podem colocar, mas vocês não tiverem confortáveis, não precisam, eu entendo que tem muita gente assim, a literatura mostra isso, muita gente, em satisfeita, como próprio corpo, muitas vezes são pessoas que talvez mesmo vocês conheçam, tem uma pessoa muito próxima de mim, que inclusive me autorizou a citar ela aqui, que é a Maria, minha noiva, que é magrinha, é linda maravilhosa, é só apaixonado por ela, e eu vejo dia a dia ela, realmente sofrendo, que ela está gorda, que ela não é bonita e tudo mais, então assim eu entendo perfeitamente, não quero fazer nenhum tipo de julgamento, mas eu quero realmente convidar você, que está nessa mesma situação, que é a minha noiva, por exemplo, né? A refleti sobre isso, é o seu caso, vocês têm satisfeito com o seu corpo, assim, a direção em satisfeito com meu corpo, então eu me sentindo bem, então eu me sentindo bonita, bonita, tudo mais, é uma questão estética, eu só queria te trazer um outro dado para alimentar sua reflexão, para te ajudar a amadurecer isso, e talvez te ajudar a passar por esse processo de uma maneira que você nem imaginava, que é o seguinte, existem forças, né? Se você está em satisfeito com o seu corpo, você não está sentindo bonita, está com baixa distima, entendo aqui isso pode ser devido, não há o fato de você não ter um corpo bonito ou não ser bonita, não ter um corpo bonito e não ser bonita, mas assim devido a influência de uma força muito poderosa e invisível que está afetando a todos nós, eu sou influenciado por ela, você é influenciado por ela, todo mundo é influenciado por essa força invisível que é a força social, não subestime o poder da influência social pessoal, você pode estar se sentindo mal, quero ser no interessa com que, com o seu corpo, com o seu peso, com o seu rosto, com o seu nariz, com o sorrelho, seja lá o que for, talvez você esteja se sentindo mal, não é porque você não é bonita, porque você não tem valor, tem nada disso, é porque você está sofrendo forças, é a influência de uma força social que está te dizendo isso de uma maneira quase que imperceptível e isso não são voz da minha cabeça, tem vários estudos mostrando isso, eu vou colocar inclusive aqui uma revisão para quem quiser mergulhar mais a fundo nisso, uma revisão que fez a avaliação de vários experimentos, vários outros estudos mostrando o seguinte, olha só que surpreendente, se você mostra, expõe uma pessoa que seja mulher ou homem, a imagens de outras pessoas dentro do padrão de beleza entre aspas, pessoas que a gente que a gente diria atualmente que é bonita, que é magra, que é fite, se eu mostro imagens para essas pessoas, então mostro imagem de mulheres magrinhas bonitas para as mulheres, por exemplo, homens, magros, fortes definidos para homens, imagens de pessoas que estão dentro do padrão de beleza ideal, o que a gente observa e isso tem como a gente medir é por conta dessa exposição as imagens pelo fato da pessoa ter visto, só visto as imagens faz com que ela fique mais insatisfeita com o próprio corpo, é
É isso que os experimentos mostram, só pra vocês terem uma ideia do potencial dessa força invisível que é a influência social que a gente sofre a todo momento dentro e fora das sede sociais. Então, digamos que você chega num laboratório, o pesicador vai colocar lá imagens de pessoas pra você, imagens que você, de mulheres e homens que você acham bonitas, magrinhos, etc. E depois eu passo uma escala pra você pontuar ali de alguma maneira o consults feito, você tá com o seu corpo, com partes diferentes do corpo, como você percebe seu próprio corpo, o que a gente observa é que o simples sato disso por as pessoas dessas imagens fazem com que elas fiquem insatceita, com o próprio corpo e algumas vezes a gente observa até uma alteração da percepção da imagem corporal, é uma coisa assim inacreditável, né. Então, o simples sato de você ver imagens de outras pessoas bonitas, já pode fazer você se sentir mais gordo, com gordurinha localizada, esse gistava conversando com uma colega minha, a Ana, que é nutricionista, e ela tava comentando de um relato que eu já ouvi a Mária, a Nova comentando, já ouvi das pessoas comentando, que é a percepção assim, quando a pessoa tá comendo alguma coisa, é como se ela sentisse uma parte do corpo, enxando. Não tem como isso acontecer, não é rápido assim, né, um processo muito mais nento, mas a pessoa percebe isso, eu entendo isso, eu não quero desmerecer o seu afriamento. A pessoa realmente sente que tá engordando, realmente sente que tá gordo, ela realmente enxega que tá gordo. Para quem tá de fora, como é o meu caso, às vezes, eu olho, assim, caramba que loucura, né, no caso da minha noiva. Eu realmente achar ela linda, maravilhosa, só apaixonado por ela, obviamente, é minha noiva, né. E pra mim é uma loucura, porque eu realmente estou vendo, ela é magra, ela é bonita, eu achar ela linda, e aí eu vejo ela realmente acreditando que ela tá gordo, que ela não é bonita. E isso pode ser por conta da influência social, ao que tudo indica, boa parte dessa insatisfação que nós temos com nós mesmos, inclusive em relação ao nosso corpo, é por conta da influência social, né. Então, estamos falando aqui de imagens, e tudo mais. Você pode estar se perguntando, então, ele quer dizer que se eu ficar no Instagram, vendo imagem do pessoal, muito lá, isso vai fazer com que eu me sinto pior comigo mesmo. É exatamente isso. Exatamente isso, que a literatura científica a ponta. Então, assim, dependendo do ambiente artificial, qual você tá presente ali nas redes sociais, pode ser que a influência social, que você tá sofrendo ali por si só esteja fazendo você se sentir pior com você mesmo. E consequentemente faz você querer emagrecer e faz você considerar, fazer uso de um medicamento que é tarde a vermelho, que tem vários possíveis efeitos colaterais. Então, assim, de novo, pessoal, o objetivo desse episódio é munir vocês com entendimento, conhecimento, para tomar uma decisão mais consciente, tudo mais. Não quero fazer juízo de valor, se você tá usando, não tá usando, com essa indicação, não cabe a mim, fazer nenhum tipo de julgamento, entendo o sofrimento que pode estar por trás da pessoa buscar esses medicamentos, né. Realmente pode ser um sofrimento muito ruim quando a pessoa se sente mal, sente feia, não se sente parte de um grupo que ela quer ser parte, isso realmente precisa ser considerado, né. Mas eu não posso deixar de trazer esses dados sobre influência social, porque no final das contas, talvez, não acho que nesse vídeo que vai fazer você virar essa chave. Mas tem mente só que, talvez, talvez você já tenha tudo que você precisa para ser feliz e realizado, realizado. Talvez você já seja o que você pode ser, o que você é, uma pessoa bonita e atraente, talvez essa percepção de que você não é seja por conta de uma influência invisível que a gente sofre social dentro das redes sociais e fora das redes sociais, né. De qualquer forma, eu tenho só uma sugestão para vocês, estão considerando fazer uso do medicamento, já estão usando, né. Só uma coisa, né. Consulta um profissional, né. No mínimo no mínimo, para ele fazer uma avaliação, talvez você tenha educação, ele vai te dar educação, vai te dar orientação, de qual tomar, como tomar, com a frequência, no mínimo no mínimo, faz pelo menos uma consulta com um psicólogo, nutricionista, um psiquiatra, especialmente um que seja especialista em comportamento. Porque, no final das contas, estamos falando aqui, tudo isso que a gente falou até agora é com mudança de comportamento, né. Tudo comportamento, forma coag de mudando o comportamento, a peda de peso acontece principalmente por conta de mudança de comportamento, a pessoa manter o peso depois de tirar o medicamento, depende de mudança de comportamento. Então, vendo das contas, é tudo uma questão de comportamento, tem uma questão psicológica aí por trás também, como eu acabei de falar, né. Essa questão da insatisfação, com você mesmo, que pode ser explorado. Então, assim, de qual que é forma, quer você vai fazer uso ou não, quer ter indicação ou não. Mesmo, a sugestão é consulta um profissional, psicólogo, nutricionista, um psiquiatra, que seja especialista em comportamento de um modo geral, tá. E, se você é profissional, né, nutricionista, psicólogo, psiquiatra, que quer mergulhar mais afundo, quem tem mais afundo, como esses medicamentos sagem, comportamento de um modo geral, hábitos, desejos, autocontrole, mudança de comportamento, percepção do próprio corpo, autoestima, recutei algumas recomendações para vocês. A primeira delas é um texto que nós mesmo superparamos, fizemos uma revisão da literatura, se tensa a revisão da literatura, e construímos o material de dáticos científico para todo mundo que quiser mergulhar mais afundo nessa temática sobre os agonistas GLP1, as calentas de emagrecimento, tá aqui um link embaixo para vocês conseguirem acessar. E convido também vocês a conhecerem sem compromisso nenhum após a graduação em neurociência do comportamento, que já tá indo lá para a sua quarta quinta turma, não sei dizer direito, mas que tem aulas maravilhosas para quem quer e precisa profissionalmente mergulhar mais necessidades assuntos. Tem a aula sobre como nós temos constrói a percepção do próprio corpo, tem a aula sobre os mecanismos por trase da motivação, da formação e manutenção de hábitos, os mecanismos necessários envolvidos em promover autocontrole, inclusive no contexto de comportamento alimentar, tem a aula sobre comportamento alimentar, sobre transtornos alimentares e transtornos mentais, não dá uma olhadinha? Vou deixar um link aqui na descrição para vocês conhecerem a pós-gradação, em breve a gente deve abrir uma nova turma, e aí você já pode se preparar caso você queira ser parte dessa próxima turma, né? E vou adiantar aqui como eu já comentei mais cedo que eu vou montar uma aula sobre essa temática desse vídeo. Se você chegou até aqui, você deve ter adorado esse episódio, então eu já quero te convidar para essa aula. Para a gente, eu acho que vai ser uma aula só, mas talvez mais de uma aula, não sei, uma aula com slides, explicando em mais detalhes, onde que o hormônio vai, onde que o medicamento o ágil, o que ele faz, o que ele não faz, trazer algumas estudos, a literatura científico, a aula mesmo, sobre a neurociência das calentas e magrecedoras, vamos colocar assim, né? Vai ser parte da pós-graduação, vai ser parte, provavelmente do módulo ali de comportamento alimentário e transtornos alimentares, mas além disso pretendo ver uma maneira de dar a sala para o público geral, para quem ainda não faz parte da pós-graduação conseguir assistir a sala também, considerando que é um tema tão relevante, um tema que as pessoas precisam se informar mais, estudar mais mesmo. Não sei quanto que essa aula vai acontecer, então fiquem de olho, de olho aqui na descrição, não sei em que momento você está ouvindo assistir nesse episódio, mas dá uma olhadinha na descrição, um momento que a gente vê uma data para essa aula cedada, eu a gente vai colocar aqui e você pode se inscrever para assistir essa aula, beleza, pessoal? Com isso é esse é esse episódio, espero que tenha sido, tem ajudado, tenha estarecido, que ajude vocês aí, entender melhores medicamentos, tomar melhores decisões, mais conscientes, quero convidar vocês a deixar algum comentário aqui para ajudar o projeto, disse que você gostou não desse episódio, coloca alguma dúvida que você ficou, coloca algum tema que você quer que os podem mais detalhes, falei bastante aqui de autoestima, de satisfação com nós mesmos para o corpo, se vocês quiserem, a gente posso gravar e gravar um episódio especificamente sobre isso, ou talvez algum outro tema, seja lá o que for, que te cheu mais os olhos, coloca aqui nos comentários, é importante para eu conseguir de alugar com vocês, para eu ter um feedback de vocês, para eu conseguir pensar em outros episódios que vocês mesmos têm interesse, se você chegou aqui, você não pode deixar de curtir esse episódio, tem um coraçãozinho algum lugar aqui para você curtir o episódio e não deixa de se inscrever, tem vários outros episódios do podcast, não sei se você está nos Spotify ou no YouTube, dá uma olhadinha aqui, dá uma navegada, tem outros episódios em que eu explico várias outras coisas, tem aulas sobre motivação, tem episódios sobre vícios, tem episódios sobre a, tem episódios sobre estudos, então independente do tema que você tem interesse, talvez tem outros temas que você vai ter interesse, beleza, pessoal? Bom, espero que tenha ficado claro, espero que ajude, no mais pessoal como sempre foi um prazer incommensurável e a gente se vê no próximo episódio, até lá.
Podcast Summary
Key Points:
Os agonistas de GLP-1 (como semaglutida e tirzepatida) são medicamentos que imitam um hormônio natural produzido no intestino, inicialmente desenvolvidos para diabetes tipo 2, mas que se popularizaram pelo potencial de emagrecimento.
O principal mecanismo de perda de peso não é metabólico, mas comportamental
Os efeitos incluem redução de peso de 10 a 20% em cerca de 70 semanas, mas o tratamento é de longo prazo e deve ser acompanhado por profissional, pois há riscos e efeitos colaterais, como a possível interferência em comportamentos relacionados a vícios.
Summary:
O episódio aborda os agonistas de GLP-1, como Ozempic e Monjaro, medicamentos que imitam o hormônio GLP-1, naturalmente produzido no intestino após as refeições. Inicialmente criados para diabetes tipo 2, eles ganharam destaque por promoverem perda de peso significativa, de 10 a 20% do peso original em cerca de 70 semanas. O principal mecanismo não é metabólico, mas comportamental: esses medicamentos atuam no cérebro, reduzindo o apetite e a motivação para comer, ao modular áreas como o hipotálamo (que controla a fome) e o sistema de recompensa (associado a desejos e vícios).
Isso leva a uma menor ingestão calórica, resultando em emagrecimento. O apresentador, Andrei Mayer, fisiologista, enfatiza que o tratamento é de longo prazo e deve ser feito com prescrição médica, pois há riscos e efeitos colaterais, incluindo potenciais impactos em comportamentos relacionados a vícios. O objetivo é fornecer informações científicas para que o público tome decisões conscientes sobre o uso desses medicamentos.
FAQs
São medicamentos que imitam a ação do hormônio GLP1, produzido naturalmente pelo corpo. Eles atuam no intestino, pâncreas e cérebro, reduzindo o apetite e promovendo perda de peso.
Os mais populares são o Ozempic (semaglutida) e o Mounjaro (tirzepatida), ambos usados para emagrecimento.
Não, eles foram inicialmente desenvolvidos para tratar diabetes tipo 2, pois estimulam a produção de insulina. O efeito de perda de peso foi descoberto posteriormente.
Estudos mostram perda de 10 a 20% do peso original em cerca de 70 semanas, o que equivale a aproximadamente 15-16 quilos, dependendo de fatores como estilo de vida.
Eles modulam áreas como o hipotálamo e o sistema de recompensa, reduzindo a sensação de fome e o desejo por comida, além de aumentar a saciedade.
Podem incluir náuseas, vômitos e diarreia, além de potenciais riscos a longo prazo, como dependência ou impacto em outros comportamentos, como vícios.
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