Os melhores pratos de 2025: a lista de Ricardo Felner
7m 51s
Em 2025, apesar de ter sido um ano gastronomicamente pouco ousado, houve muitas boas comidas que mereceram destaque. O texto começa com o canoli de bacalhau mantecato do Bar Alimentar, do chef João Magalhães Correia, que continua maravilhoso, mesmo com o restaurante na moda. Outro simples mas memorável foi a tosta de brioche com anchovas do Cantábrico no Genecéco-a. No Caráter, o mil-folhas Napoleão, montado com telhas de massa folhada e creme de baunilha, impressionou. O prato mais genial do ano foi o lírio, couve e caldo do cozido no Belcanto, embora o restaurante tenha sido criticado pelo preço alto e foco na geografia do chef. Também houve bons clássicos, como o hambúrguer do Holy Sandwich Shop no Porto, as sardinhas da marca Cantara, os filetes de pescada com arroz de tomate do Manjar do Marquês e o pastel de perdiz do Canália. Massas frescas do Rúvida, o pastel de pés do Cantinho da Maixoeira e o cozido especial do Oficina, com participação do Reino dos Cozidos, também foram destaques. Outros pratos avulsos incluem chamuças, açordas, doces e mais. O autor espera que essas delícias permaneçam nos menus em 2026, desejando bom ano e boas comidas. O podcast é dirigido por Ricardo Felner, com produção da equipa de podcasts da imprensa.
[Música] [Música] Apesar de ter sido um ano gastronomicamente poucos oberante, comeram-se muitas coisas boas em 2025. Há algumas das lícias que resistem no tel é móvel ao longo do ano. Canoli de bacalhéu mantecato, do restaurante bar alimentar. Voltei a comer muito bem no bar alimentar a 2025, do chefe João Magalhães Correia. O cítio ficou na moda e isso costuma tirar o foco da cozinha, mas os canólicas da casa, rose de massa frita com vinho marsala, recheados com bacalhados fiatos se bolacaram lizado e pistachio, continuam maravilhosos. Tosta de briosos do genocéco-a. Por vezes são as coisas mais simples que nos ficam na cabeça. Foi o que aconteceu com a tosta de briosos que acompanhou mas anchovas do cantábrico no concorrido balcão do genocéco-a. Palitos dorados, ligeiramente amanteigados, uma caminha gulosa para as as chuvas. Na polião do restaurante Caráter. Una polião tem dado origem a mais derivações, mas na essência ele é um mil folhas extraordinário. Tem a curiosa história de levar o nome do imprador francês que é em 1812, procurou de rotar os russos sem éícito. Una polião que comi no Caráter, o restaurante georgente do bairro alto em Lisboa, foi montado no momento com telhas de massa folhada e creme de baunilha sério. Lírio, cove e caldo do cozido do restaurante Belcanto. O restaurante de topo dos évios pareceu mais focado na geografia do chefe do que em proporcionar um jantar em consonância com a fatura, 355 de horas por pessoa, mas este prato foi absolutamente genial. Amburga original do Holy Sandwich Shop Porto. Abriram muitas hamburgarias ditas artes anais nos últimos 15 anos, mas muitas outenem para a industrialização ou para a invenção esta pafúrdia. Neste Holy no Porto, embora concedem em São Paulo, Brasil, também há coisas tontas para as redes sociais como um hambúrgare enclaçã, mas faixa o clássico muito bem com caixo cheddar, bacon e cebola caramelizada. Concerva de sardinha e azeite da marca Cantara. A conserva mais portuguesa de todas deu um novo salto com as latas da Cantara. Marca se diada em perafita, matosinhos. As sardinhas estavam perfectas, gordas, beis ventradas, sem sala mais nem a menos. Concerva as tratadas com pinças de jualheiro. Filetes de pescada com arroz de tomate do restaurante Manjar do Marqueis. Não é uma novidade no restaurante gastronômico do Manjar do Marqueis, entrada pela porta do lado direito, serve-se da melhor cozinha tradicional portuguesa. Comilar uns filetes de pescada com arroz de tomate dos úmidos, devidamente lascados e temperados, comida de conforto em pombal. Pastel de perdiz do restaurante canália. Parece fácil, mas apresentar um pastel leve com o óleo da fritura descreto e o recheio é vícola perfeito, mesmo se a massa tem a regia maior vitória, é tão raro quanto encontrar a cento no metro em hora de ponta. No canal em Lisboa, as minhas refeições ao alcano abriram quase sempre com este petisco e abriram maravilhosamente. Ravioli de Javoli com chafo-mado do restaurante rúvida. Há massas secas muito boas à venda no comercio, mas depois há massas frescas de Valentina Franky, proprietária do restaurante italiano rúvida em Lisboa. A delica-desa e a ilgácia deste prato levaram ao céu. Pastel de pés do cantinho da maixoeira. É um petisco fora da carta só disponível com mais pipo quando do espírito, cozinhar a idona do idilio santo-menso do bairro da maixoeira em Lisboa, está a confolga para alargar os pratos principais, algo cada vez mais rádigas por estes dias. Mas já me calharam em sorte e foi uma alegria. Cozida a portuguesa do restaurante oficina no Porto. Já a terminar o ano, participei no almoço de cozidos especial, por um vivido pelo chefe Marco Gombos do restaurante oficina no Porto. Estra ordinar em momento com a participação especial do Reino dos Cozidos, Nundinis. Dois trasmontanos, um na chance ou a tropura de aução e convicção, atrecedem para a mesa as melhores cardes e os meus enchidos de Monte Alegre servidos como devem ser. E ainda vários outros pratos avulsos, como por exemplo, a magnífica chamoça do queeral em Lisboa, a sence de porco preto da Alegre Reginaldo Ariosa no Porto, a pchecha do porco do restaurante cercar em Lisboa, o ramo do Matsukawa também em Lisboa, o pão bolinha com o molho de camarão do Velho Orico em Lisboa, o pastel de milho da Tialis também em Lisboa, o cozido do defajão e idem almôndgas com burrata da Lupita, carapal's de esquabeste do Pileiro, em Paião, perto de Monte Morovelho, bacalhar o assado do primavera, na aldeia de Cumial, com salimira e fejão da terra do cantinho da Nounou em Lisboa. São tudo pratos de 2025, mas há boas razões para calitarmos, quem em 2016 permanecerão na carta. Bom ano, boas com design. Este podcast tem a só no pastígio de Eric original de João Luis Amorinha, capa de Thiago Pereira Santos, com fotografia de Matilda Fiesky. A coordenção é de João Nabilesa e a direção é de João Vieira Pereira. Eu sou Ricardo Felner e este foi mais um episódio do Homem comia Tudo. Subscreve este podcast na sua é preferida ou no site dos preços secretícias e sigo. Se tiver susções ou ideias que arapartejar com a equipa de podcast, envi um email para [email protected]. E já sabem, a mais comida para além de beef com matatas fritas, mas beef com matatas fritas é muito bom. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O texto destaca os melhores pratos e petiscos degustados em 2025, apesar de ser considerado um ano gastronomicamente pouco ousado.
Entre os destaques estão o canoli de bacalhau do restaurante Bar Alimentar, a tosta de brioche do Genecéco-a e o mil-folhas "Napoleão" do Caráter.
O prato mais genial foi o lírio, couve e caldo do cozido no Belcanto, embora o restaurante tenha sido criticado pelo foco excessivo na geografia do chef.
Outros destaques incluem o hambúrguer clássico do Holy Sandwich Shop, as sardinhas da marca Cantara, os filetes de pescada do Manjar do Marquês e o pastel de perdiz do Canália.
O texto também menciona massas frescas do Rúvida, o pastel de pés do Cantinho da Maixoeira e um almoço especial de cozido à portuguesa no Oficina, no Porto.
Há uma lista de outros pratos avulsos memoráveis, como chamuças, açordas e doces, e a expectativa de que muitos permaneçam nos menus em 2026.
Summary:
Em 2025, apesar de ter sido um ano gastronomicamente pouco ousado, houve muitas boas comidas que mereceram destaque. O texto começa com o canoli de bacalhau mantecato do Bar Alimentar, do chef João Magalhães Correia, que continua maravilhoso, mesmo com o restaurante na moda. Outro simples mas memorável foi a tosta de brioche com anchovas do Cantábrico no Genecéco-a.
No Caráter, o mil-folhas Napoleão, montado com telhas de massa folhada e creme de baunilha, impressionou. O prato mais genial do ano foi o lírio, couve e caldo do cozido no Belcanto, embora o restaurante tenha sido criticado pelo preço alto e foco na geografia do chef. Também houve bons clássicos, como o hambúrguer do Holy Sandwich Shop no Porto, as sardinhas da marca Cantara, os filetes de pescada com arroz de tomate do Manjar do Marquês e o pastel de perdiz do Canália.
Massas frescas do Rúvida, o pastel de pés do Cantinho da Maixoeira e o cozido especial do Oficina, com participação do Reino dos Cozidos, também foram destaques. Outros pratos avulsos incluem chamuças, açordas, doces e mais. O autor espera que essas delícias permaneçam nos menus em 2026, desejando bom ano e boas comidas.
O podcast é dirigido por Ricardo Felner, com produção da equipa de podcasts da imprensa.
FAQs
A transcrição destaca vários pratos, como os canoli de bacalhau do Bar Alimentar, a tosta de brioche com anchovas do Genécoa, o polião do Caráter, o lírio com caldo de cozido do Belcanto, e o hambúrguer original do Holy Sandwich Shop no Porto.
O Bar Alimentar é um restaurante do chefe João Magalhães Correia, que ficou na moda em 2025, mas os seus canoli de bacalhau mantecato continuam sendo elogiados.
O polião é um mil-folhas extraordinário que leva o nome do imperador francês que em 1812 tentou derrotar os russos sem sucesso. No Caráter, foi montado com telhas de massa folhada e creme de baunilha.
As sardinhas da marca Cantara, sediada em Perafita, Matosinhos, estavam perfeitas, gordas e bem temperadas, sendo tratadas com pinças de joalheiro.
Os filetes de pescada com arroz de tomate são servidos no restaurante Manjar do Marqueis, que oferece cozinha tradicional portuguesa de conforto.
O pastel de perdiz do Canália é leve, com óleo de fritura discreto e recheio perfeito, sendo uma raridade encontrar algo tão bem feito.
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