Os incorporadores e arquitetos do Botanica Office falam sobre o processo de desenvolvimento do edifício que está sendo premiado no Brasil e no mundo
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A MET é apresentada como uma empresa de consultoria (advisor) que auxilia empresas, especialmente em setores como turismo e loteamentos, fornecendo expertise para reduzir custos e erros. O foco principal da transcrição, porém, é uma entrevista do podcast "Fone Civil" sobre o projeto arquitetônico "Botânica", em Manaus. Os arquitetos Lorran e Victor explicam como venceram um concurso fechado da incorporadora Injeco ao apresentar uma proposta ousada e estratégica, unindo suas visões complementares. O edifício se caracteriza por sua arquitetura biofílica, com uma extensa fachada verde, buscando qualidade de vida no ambiente de trabalho e integração com a Amazônia. Representantes da Injeco detalham os desafios técnicos e de mercado superados, como o desenvolvimento de sistemas de irrigação e manutenção para a vegetação, e a inicial hesitação dos corretores. O projeto, que se tornou uma referência, já possui cerca de metade de suas unidades vendidas, incluindo para investidores de São Paulo, e recebeu várias premiações, demonstrando sucesso tanto conceitual quanto comercial. A discussão também aborda a viabilidade prática dos jardins verticais, destacando a importância do planejamento para manutenção a longo prazo.
A MET tem como objetivo conectar ideias e conhecimentos a pessoas e empresas. A principal atividade da MET são serviços de adivisor e aconselhamento a empresas. Você pode estar precisando de um adivisor se sua empresa não tem experiência anterior, um desenvolvimento de bairros planejados, multipropiedade, complexos e mobilários turísticos, loteamentos e otelaria. O adivisor é um conselheiro da confiança do empresário, que está ao seu lado para trocar ideias, discutir decisões e aconselhar o combate na sua experiência, conhecimento e rede de relacionamento. O principal objetivo do adivisor é reduzir a curva e o custo de aprendizado da empresa e fazer com que ela não cometa os mesmos erros cometidos porque já veio antes. Pense no serviço de adivisor e como se fosse um aluguel de um sócio experiente, um conselheiro executivo com qual você poderá trocar ideias e tomar decisões. A MET também atua no planejamento e direcionamento estratégico de empresas e participação em conselhos de administração. Ficou interessado acesse www.miatx.com.br. Olá amigos, aqui é Felipe Cavalcante e esse é o podcast do Fone Civil. Nozimento daqueles que transforma a teoria em prática, viveu ganho no Brasil aos melhores deck em que a sua irmã vive no enviado. A treredão dos cidades devem ser desenvolvidas para as pessoas e que ser perturbado pode ser um grande aliado para que isso aconteça. A grande diferença do movimento somo cidade para os diversos outros em alvimentos iniciativas em favões das cidades é que as empresas participantes saem do campo das ideias e teoriais para a prática aplicando no mundo real as melhores deck em que é do mundo real. Esse é um movimento de pessoas e empresas que fazem acontecer se expõe um disco e que são apaixonáveis por transformar as cidades e as ira já se pressuriz para melhor. Ainda não somos todo o que defendemos e queremos ser, mas está bem assim o objetivo inicial do mundo nos levará lá. A gente vai falar com os encedores que vem lá do norte. A engenco foi a incorporadora e o trúste pessoa, o Laurent Trúste e o Victor Pessoa foram os arquitetos e a gente vai bater um papo com eles para a engenco e ali as hipofírio e eu queria dar a boa a vendas para vocês e eu queria perguntar inicialmente ao Laurent e ao Vito antes de passar para lá para a pessoa de engenco. Como foi esse processo de antes do projeto, mas de nascimento da parceria do contrato, como foi o briefing, se deveria ver um projeto de determinada maneira ou não? Explica-se como foi esse antes do projeto para a gente? Boa tarde, antes de qualquer outra coisa. Obrigado por ver com o Vito. A gente recebeu um convite para um concurso fechado. A engenheceu com quatro escritórios locais para tentar proponar uma ideia dentro do edital que era bastante livre e é o mesmo tempo bem definido em relação ao produto que eles queriam, a água inovador, a água eficiente, a água sustentável e tendo de alguma forma o aproveitamento máximo do potencial construtivo. Então acho que isso são os quatro pontos mais importantes que eu me lembro. Não sei, Vito, eu sei que estou lembro de outros pontos específicos do edital, mas era isso. E o Vito e eu já tínhamos uma parceria de longa data e resolvemos enfrentar o desafio da forma mais estratégica possível. Tendo em vista que a gente entendia que não tinha trabalhado ainda com o enjeco e que a gente tinha que se diferenciar com uma estratégia que pudesse se reduzir desde início, não sobre pequenos detalhes e sobre grandes detalhes. Eu acho que Vito pode contar um pouco mais. Então o desafio, basicamente esse resumo feito pelo Lorran, a engenhecula tem uma prática de fazer muitas vezes esses editais para novos produtos. Eu acho que isso tem um ganho expressivo no resultado, porque geralmente eles fazem um convite para determinados arquitetos que eles entendem que tem algum tipo de correlação com produtos específicos e geralmente os resultados são super interessantes. Então o primeiro desafio é o escuro do Lorran, a gente já tinha uma premissa inicial, a engenhecula é uma empresa que tem muita experiência, principalmente com mercado mobiliário e principalmente com esse produto. Ela já tem um produto não tão distante mais de escritórios, então ela tem já um brief, já muito para definido que isso balizou muito esse edital, ela está amarrado de certo ponto como o Lorran falou. Mas aí a nossa liberdade mesmo interna, principalmente de escritório, foi tentar criar algo extremamente fora do ocasional, mas que tivesse como premissas, principalmente esses benefícios, não só de otimizações, de conseguir os potenciais máximos que nós temos de aproveitar, porque eu acho que lá no fundo, eu acho que todo o grande incorporador quer fazer bom, quer fazer bonito, mas no final das contas tem que fechar conta, que isso geralmente não se viabiliza. Então isso era uma premissa que nós temos dentro de escritório, e aí eu acho que pegando um pouquinho desse gancho, aí você perguntou como é que funcionou muito a minha visão junto quando o Lorran. Nós temos ainda, mas tínhamos principalmente um pouco antes desse produto, nós temos nossos escritórios independentes, dois escritórios muito distintos, mas com visões eu acho que muito complementares, eu acho que diferente de todos os profissionais que geralmente criam-se uma concorrência natural do mercado, a gente resolveu juntar essas expertise, e somamos ali, eu acho que um olhar, acho que refinado, eu acho que muito fora, às vezes do contexto, e até com muita experiência do Lorran, que é essa visão de Europa, mas eu acho que muito abrazilerado, porque já tem 15 anos, acho que 16 agora, que ele já está no Brasil, então eu acho que ele conseguiu com muita habilidade, nesses anos tropicalizada, talvez, essa visão europeia. Com uma visão nossa do nosso escritório, que é uma visão já muito também madura do mercado mobiliário, nós tivemos já muito experiência com um empreendimento, enfim. E aí somado a toda essa, esse conjunto, o botânico é um resultado disso, ele é um reflexo desruptivo da arquitetura, mas é o mesmo tempo super conservador em alguns pontos, eu acho que, de certa forma, também sendo muito balizado pela própria enjeco, que aí eu acho que essa experiência da enjeco também, o próprio Edital também veio maduro, ao ponto de que todos nós tínhamos quase o mesmo resultado, mas de expressões extremamente diferentes. E aí nós vamos, acabamos fomos felizes por ter sido também escolhido pela enjeco, e aí tivemos a oportunidade de defender o nosso trabalho, enfim. Eu acho que é um pouco desse resumo aí, acho que a pergunta que tinha sido, sobre a parceria somado, ao que nos balizou a chegar até esse resultado. Eu vou passar a pessoa a lhe enjeco agora, com dois perspectives, vocês estão veindo prenso com esse projeto no Brasil, no exterior, um projeto que chama muito a atenção, tanto a faixada, contra o ateiro,
da biofilia, da parte também de urbanismo, assim, de ser aberto. Tudo isso aí é muito integrado aí com o entorno. Então, tudo isso se chama muita atenção. Mas ele está chamando muita atenção porque ele é diferente. E essa diferença é, muitas vezes, pode vir também com o Onos no mercado local, seja pelo entendimento do mercado local que o Enet corretou, ele poseu para isso aqui é diferente. Você tem também a questão do risco, né? Existem riscos de engenharias, riscos, técnicos, desafios adicionais, o diferente. Então, do lado, a gente tem isso. Aí, eu queria perguntar para vocês, vocês valiam a pena vender o mercado, o mercado, o mercado, o discusses eram malucos e agora estão apreditando. E, técnicamente, quais foram os principais desafios aí na hora que vocês estavam analisando o projeto, serem por, espera aí, será que você fica de pemeira? Bem, para você entender um pouco como nós recebemos esse projeto, eu preciso falar um pouco de engenharia. Ele já cresce ano, o venho está completando 4 décadas, 4 décadas no mercado do viário, é um que nós passamos várias fases. Mas o engenharia sempre foi uma empresa de vanguarda. Mas sempre buscamos soluções de construção, soluções de projetos, visando o melhor produto. Falam desses anos, nós tivemos a felicidade de ter vários passeiros. Acho que o VITO e o LORAN comentou que a ingéria que tem como princípio, muitas vezes, chamar arquitetos passeiros para que nós temos algo oportunidade de observar algumas soluções. E o projeto botânica, o confesso a você, que na primeira apresentação nos causou muito impacto, porque ele veio realmente desde o pitivo, né? Trasendo toda o programa que nós só estamos, nós homensamos, porque nós tivemos como referência, um projeto de discritório que também inovador, na época foi o marketing de São Paulo, o executor, o projeto de referência, mesmo a Nivebrazio, que chama "Cerdificio de Ófio". E com a divento dessa pandemia, essa nova forma de enxergar nossos produtos, a gente imaginou o que fazer de maneira que o mercado está buscando o produto de discritório, mas numa visão diferente. A gente fala a verticalidade de vida, nós falamos de qualidade de vida das pessoas, mas sempre falamos a qualidade de vida nas casas, nas habitações, nos implementimentos agenciais que nós fazemos. E por que não, uma vez que nós passamos muito mais tempo na ambiente de trabalho, porque não trazer toda essa percepção de qualidade de vida para os escritórios, para um lugar onde as pessoas passam mais tempo. Bem, quando nós recebemos o projeto do botânica, é como se fosse aquela palavra chava, eu reca, os arquitetos está um trazendo. Não só esse novo olhar de qualidade de vida no trabalho, mas como também estavam trazendo algo que resgreficava nossa participação no mercado, que era um projeto que viésse, trazendo, por exemplo, esse link com a Amazônia, esse link com esse simbolismo que representa hoje a arquitetura biofílica, não só olhando com essa visão do SG, mas também olhando, alguma coisa que a empresa deixasse aqui com um marco para a cidade. E eu queria destacar que todo esse estudo que foi feito, o projeto que foi feito, a princípio nos causou muito a prisão. Projeto belíssimo, mas como colocar de pé aquela solução onde envolvia, por exemplo, uma solução continuada de faxada, uma solução que tivesse condição de entregar manhã para os usuários, para o todo link algo que se mantivesse perfeito ao longo da vida do edifício. E nós fomos também surpreendido, porque o arquiteto trouxe a solução junto. Ele já veio junto com o paisagista, por exemplo. Ele já veio junto com o calculista. Eles fizeram o trabalho. Eu rebuto assim de muita excelência, uma percepção que até então nós aqui na empresa, nós costumava sempre receber soluções arquitetônicas, mas nunca vi junto com essa visão mais afrente. Olha, eu estou te propondo esse projeto, mas eu também estou te propondo essa visão aqui da estrutura e também da questão da manutenção dessa faxada. E eu diria que nesse particular, nós foi convengindo essa forma de enxergar o projeto. E a partir de então nós abarcamos o projeto, todos nós ficamos extremamente desafiados. Tanto é que, desde a concepção até o nome do entrendimento, teve a participação do escritor. Por exemplo, o nome Botânica foi uma sugestão do escritorio do próprio arquiteto, do vitorio. Estão muito felizes com o resultado, esses prêmios, eles também, eu acho que esse reconhecimento toda essa premiação, eles também trazem para a gente uma responsabilidade muito grande, não só na execução do projeto, mas como também, como a gente vai apresentar esse projeto aos usuários finais. Eu não posso passar a palavra aqui pro Elis, que pode te dar também essa visão. Como o mercado Elis é nosso gestor comercial, ele tem muito mais esse contato com o mercado e ele pode falar bem melhor do que eu, porque a nossa visão do entendedorismo, a visão da construção, a visão de sugestão de arquitetura, de solução estrutural, de solução consultiva. Ele, acho que o favor, comenta um pouco no mercado chego esse projeto. O assim, o Pula, a gente lançou esse empreendimento, era um empreendimento que estava sendo bastante esperado no mercado. O localização dele perfeita, o lado de um dos principais shopping da cidade, o primeiro shopping da cidade, quando a gente começou a falar e mostrar o empreendimento, então todo mundo encantou, o primeiro momento, tivemos algumas objeções de alguns corretores preocupados como é que é a parte de a bioferia da faixada, como os arquitetos já trouxeram a solução da faixada, do prédio, de como criar ficar. Ficou muito mais fácil, o mercado entendeu e compreendê como é que ficaria esse empreendimento. E a aceitação por parte da força de venda, que é, no primeiro momento, era a nossa principal preocupação, a gente conseguiu resolver essa preocupação e ter a força de venda com aliado para ofertar o produto no mercado. E quando a gente foi com o mercado no lançamento, foi uma surpresa para a gente, uma surpresa muito boa, aceitação no mercado, todo mundo gostou muito do empreendimento e hoje a gente é 48% desse empreendimento vendido, está falando em próximo da metade, que são 200 e 2 unidades e hoje a gente está com 104 unidades vendidas no total. Algumas unidades a gente está deixando, a gente está colocando algumas lagens para entender corporativo, a gente não está colocando as salas total, tem algumas lagens que estão vendo com o corporativo, poderia estar maior, nosso número de venda, mas como a gente deixou essas duas lagens para ser corporativo, a gente está encontrando esse empreendimento para finalizar essa venda. Mas o restante da salas a gente está bem vendido, o mercado absorveu bem, a gente teve compradores de São Paulo, pessoas de São Paulo investindo aqui no Manauze, aqui no Amazônes, ficaram encantadas com o prêmio, sobrada da premiação do prêmio, das premiações, tem 4 premiações até agora, e teve esse investimento que foi de uma lagem inteira de um prão cliente de São Paulo, e a gente está conversando com alguns outros clientes que enviaram da Saúde de São Paulo, então, dos outros locais da cidade do país, um empreendimento que realmente a gente hoje é orgulho para a gente e a gente acredita muito que o superenimento até entrega vai estar 100% vendido. Agora eu queria aprofundar um pouco mais sobre essa questão da biofilia na faixa das flotas. O objetivo aqui é exatamente tentar esclarecer para quem está nos ouvindo, se é fácil, se é difícil, se é preocupante, se é arriscado, colocar plantas na faixa. Eu me lembro, começou um certo a temodismo depois da cidade de Mataraz, do rosto da Quim São Paulo, onde se colocou até álores na faixada, e aí todo mundo começou as próprias renders dos edifícios, eles começaram a cada vez mais aparecer com muita planta na faixa, muito fácil, se eu voltaria no renda ficar mais bonito. E eu até me lembro que há uns dois anos atrás, eu escrevi um artigo dizendo cuidado com os jardins no céu. Eu tinha uma fazenda que eu plantava flores e exportava e plantas também, pão-meiros e também tinha um resort, muito grande que eu tinha 12.
e jardineiros, eu sabia o trabalho que dava, manter essas plantas, não só o natural, né? E quando eu pensar poxa a vida, você coloca a estúdio enfaçada, eu queria até que vocês educacem não só o mercado, mas a mim sobre isso, assim, o que é que. Quais são os cuidados que tem que ser? Quais são as preocupações que tem que haver? Não é de você colocar? Quais são os tipos de plantas que a gente pode prever, que a gente não pode prever? Como é a manutenção disso? Então, se você puder dar uma geral a extra mim, fica a montar. Não sei quem quer começar. Eu vou me funcionar, Felipe, porque talvez tenha sido essa a maior preocupação que nós tivemos, tá? Primeiro, a biofilia não é só um modismo, eu diria que ela, no momento, ela passa a ser parte dessa percepção da melhor convivência do ser humano com a natureza, né? É claro que cada dessas soluções, nós precisamos trazer também resposta. Pode buscarmos preocupar com isso, mas vamos buscar os suturias. Por exemplo, a paisagista que fez esse projeto que veio junto com o escritório de aquel aventura é uma paisagista da região. Então, a escolha de toda a planta, de todo o material do trâneo, ele foi, primeiramente, observar essa questão regional, que é a preocupação muito grande para a manutenção e para a perpetuação dessa faxada e também para o custo, obviamente. A gente ainda foi buscar com suturias, nós contratamos o engenhar agronomo, por exemplo, esse engenhar agrono é o mesmo que deu custoria aí do shopping cidade-adique, do São Paulo, que é a belíssima. E no projeto observando essa custoria, nós, por exemplo, deixamos todo um sistema de irrigação automatizado, como também um sistema de entre aspas, a alimentação dessas plantas, dessa vegetação, que serão, como eu diria, profita de. Opa, falhou? Não, também, também. -Vem, vim, vim. -A gente criamos, por exemplo, uma caixa dava específica para fazer a inserção de nutrientes, de todo o processo que a vegetação é precisar. Isso tudo baseado nessa custoria que hoje, quem conhece, por exemplo, o shopping cidade já dissabe que ali existe um diferencial muito grande desse material orgânico que tem lá dentro, esse material botânico tem lá dentro. Quanto a questão da de custo, por exemplo, nós chegamos a fazer, previmos um orçamento de condomínio, o que nós observamos? A faxada biofírica não só tem o benefício de trazer a natureza para dentro de ambiente de trabalho ou ambiente de moradia, mas como também aqui na Amazônia, especialmente, ela vai ser um grande fator de redução de energia, porque você vai ter a redução do impacto da insolação, por exemplo. Isso mexe, por exemplo, também, por todo o lado psicológico, o lado da convivência humana com o natural, tá? Então, eu destacaria isso, passaria aí para os arquitetos como eles chegaram a essa solução e qual é a preocupação deles hoje? Então, eu queria comentar que a gente tem muitos nossos projetos, não em todos, a gente sempre trabalha de uma forma integral ao máximo a vegetação, que seja preexistente ou não. Só que a gente sempre tinha trabalhado em escalas relativamente pequenas, em um sonho era poder trazer esses conceitos numa escala maior. E a gente já teve oportunidade antes desse concurso de trabalhar em outros empreendimentos, de outras tipologias, onde a gente entendia que não era razoável para o faixar da vez desse tipo. Por exemplo, numa torre residencial, a gente vê muitos renders, como você falou, parece muito mais bonito, é fácil botar no renda, mas no dia a dia, o que garante que isso funciona numa torre residencial, porque se não vá obrigar ao morador ou comprador a ter planta, cuidar das plantas, e pode ser que ele tenha esse cuidado, esse desejo. Então a gente entendeu rapidamente que a gente precisava ter a possibilidade da manutenção ser feita pelo próprio condomínio. Então, isso acontecia dentro do motor residencial em certas partes acessíveis pelas áreas comum, ou no ambiente onde as áreas comum têm muito mais, vamos dizer, poder o control sobre o ambiente, como é o caso do ambiente corporativo comercial. E aí a gente entendeu que isso era o momento perfeito, poder trabalhar nessa escala na amazônia, onde a gente poderia fazer isso em outro lugar, não tem melhor lugar do que fazer para essa tipologia nesse local, nesse momento, depois da pandemia. É elemático, né,elo? É muito emblemático e vai se tornar com maior e difícil ou difícil mais alto, a superfície coberta com trepadeiras nesse escala vai ser o maior do mundo. Então a gente tem muito orgulho que a Injeco tenha topado nessa ideia de maluco e esteja indo tão bem no mercado graças a isso, a gente está indo justamente hoje, é interessante isso. O Vitor, eu estamos indo para Singapura hoje, a gente vai, foi convidado para palestrar e a gente entendeu que tinha uma, uma sintonia de interesse, muitos, não só da gente e para lá como eles escutaram a gente e pesquisando um pouco mais sobre a cidade de Singapura, a gente deu conta que na verdade lá é capital da arquitetura verde e isso se dá porque tem ligislação que obrigam a ter soluções vezes nas faixadas, e essa acabou de mudar, eu estava lendo hoje em manhã que eles estão mudando agora para ter dois terços das faixadas obligatoriamente com tratamento natural. Então isso vai revolucionar ainda o que já está revolucionado na arquitetura verde e eu estou muito curioso para entender como eles administram isso no longo prazo e difícil que não são cooperativo porque eu não entendo, eu não vislumbro essa gestão, essa viabilidade econômica. Então estou muito curioso de chegar lá para poder trazer essas novidades pro Brasil também e quem sabe fazer uma mais uma loucura verde em Manaus com a gente e assim a cura. Então eu me lembrei que você estou o fato de criar áreas acessíveis para que o condomínio toma as contas de uma forma unificada desse tratamento de faixada e no projeto foi muito feliz, o projeto previu isso, foi criado corredor de serviço onde a manutenção não precisa entrar em nenhum conjunto, em nenhum ambiente privado. Você consegue dar uma notensão e todo é difícil, é através de um corredor de serviço. E engraçado que você falou disso, não falou, você falou agora, as objeções que a gente teve na venda, no momento da venda, era exatamente isso. Como é que vão ficar essas plantas? Quem vai regar, quem vai fazer uma notensão, quem vai tomar conta? E essa solução de ter esses corredores de serviço, o cliente conseguiu visualizar que ele não ia precisar ir lá, ir lá, dono da sala, largar a plantinha, para crescer bonito. Ele entendeu que o condomínio ia fazer isso. E aí uma das outras objeções era a manutenção, ficar caro condomínio por isso, por esse motivo. Foi quando a empresa achou a solução, a gente ia cantar a solução de entregar o parque ao sassonamento para o condomínio explorar como sassonamento. E reverter essa receita exclusivamente para uma notensão da faixada, que é para a faixada de sempre bonita ou anotouro. Então isso foi muito importante, essa parte, essa solução de ter o corredor de serviço, foi muito importante para o projeto. E aí se eu comprementar que no final das contas era isso, Felipe, a gente teve essa oportunidade de fazer esse projeto tão usado, mas eu acho que assim que a gente terminou de conceituar e criar toda essa logística, a gente teve que criar uma estratégia, porque como se tratava de um concurso, então nós tínhamos que mostrar os pontos fortes e de certa forma, está preparado para as objeções. Então foi muito interessante porque esse projeto nos fez exatamente como por filho chegou a comentar, nos obrigou a comprovar que todas as nossas soluções tinham viabilidade. Então, nós chegamos ao ponto
Isso ainda é um concurso. Isso, para a apresentação do projeto, sem amadurecer, basicamente o projeto mais executivo, nós trouxemos todos os final do percurso para o início do projeto. Então, nós pegamos o paisagista, que é o último cara ser consultado no projeto e a gente trouxe ele para o começo do processo, inclusive para mensurar qual seria o custo dessa manutenção. Porque a gente sabia que uma das fragilidades que viriam como objeções seria justamente isso. É um prédio, uma escala de vegetação nunca vista. Quanto isso custa? Então, a gente não era só defender o conceito e defender o que funciona. A gente tinha que defender que esse custo, ele era um custo absorvível por esse comprador e que no final das contas, até foi muito surpreendente para a gente nesse trabalho que nós fizemos de antecipação, a empresa de paisagismo provava para a gente que quatro pessoas era suficiente para dar manutenção para as agências que era no prédio inteiro. Então, isso foi muito surpreendente para a gente, porque a gente mesmo imaginou que fosse mais, necessário mais pessoas. E hoje, se a gente falar hoje de uma condição paisagística de qualquer difícil, por mais que tem um paisagismo só no embasamento, a gente tá falando de quase mesmo número de pessoas. É porque, de fato, o sistema que nós trouxemos, que é um sistema de trepadeiras, ele tem uma manutenção razoavilmente muito simples, porque ela é basicamente uma manutenção de poda. E praticamente toda essa parte de nutriente, ela vem muito mais somada a irrigação, que isso vai ser feito de forma automatizada. Então, isso foi muito interessante, porque ele trouxe todas essas fragilidades que isso é resolvido no final do processo pro começo do processo. E nos deu muita confiança para propor. A gente sabia que, em um primeiro momento, a gente ia ter um grande impacto, ia ter grandes objeções no processo, mas isso na apresentação de entrada foi muito interessante, porque a gente já vem explicando todo o sistema da manutenção até o custo. E aí, eu acho que isso, de certa forma, trouxe mais credibilidade para o nosso processo, para o nosso projeto. Mas, é interessante. Aqui, é pra que chegamos até fazer um protótipo. Esse protótipo inclusive está no próprio stand-invendas. Nós criamos um protótipo, não só das jardineiras, das floreiras, fizemos um protótipo de fibra de vidro, de treinagem, e fizemos um protótipo das próprias, da própria vegetação que vai ser colocado no edifício. E é um sucesso. E ela, para a nossa surpresa, ela está mesmo, a respeito de nós temos recentemente uma seca horrível. Ela ficou muito bem nesse verão. E não é um processo que a gente está cuidando, está mesmo a forma que o condomínio vai cuidar. Porque nós estamos com o protótipo dentro da obra. -Pô, Firo, eu queria perguntar para você, para ali, talvez, mais especialmente, e depois, eu vi dos arquitetos, um outro ponto. Eu tenho sido muito crítico da arquitetura contemporânea, que ela é muito igual, muito monota. Onde a gente vai, os prédios são muito parecidos. E especialmente os corporativos, eles tendem a ser sempre em voltos em vidro, porque, assim, se tanto faz, está em Manaus, como está nervrando o sul, como está em São Paulo e o Naceró, eles são sempre em mim, na sempre a mesma cara. Então, de uma certa maneira isso acontece também, porque a entrada de luz, a enuminação e a vista, são muito valorizadas pelo cliente, especialmente o corporativo. No hora que você coloca essa coisa mais linda que essa faixada que você cizer, ela, de qualquer maneira, não passa a impedir o pouco essa entrada de luz e essa vista do cliente corporativo. Isso chegou a ser um obstáculo na começa a ver ação das unidades. Como é que o mercado reagiu aí? Se vocês incluindo os arquitetos, também pensaram nisso no momento da formatação. Muito pelo contrário. O prédio veio com a solução de algumas varandas, das varandas terem serem públicas, ou quer dizer o que? A pessoa está na sala, ele pode sair da sala e para a varanda que é comum, no andar dele, e ele pode ter a vista do sol, que é onde está o rádio do desempreendimento. Em relação à vista da insolação, quando a gente tem a vegetação, então a vegetação consegue bloquear essa insolação que viria para dentro da sala, que traia muito calor, que hoje a solução é colocar vidros especiais, estudos especiales. Como a gente tem a sala toda ela com as quadrinhas de vidro, e aí vem a beu filhatoria toda a vegetação na frente, então ela bloqueia que a insolação era como se tivesse debaixo uma árvore. Você consegue ter a vista, e você consegue se bloquear o sol e ter essa proteção. Então quando a gente mostrou isso para o cliente, nas imagens, quando a gente retratou esse nas imagens, de dentro da sala mostrando a vista, isso encanta muitos clientes. Assim, o cliente não tem aquela vista livre, mas também ele tem a vista, mas ele tem ali a proteção, e acaba sentindo ele na sala quando se tivesse debaixo uma árvore com a sombra e aquela vegetação caindo, ficou muito lindo. Então a gente teve do nosso cliente, a gente teve uma boa aceitação, então acabou não sendo uma objeção, sendo pelo contrário, é um ponto forte para a gente. Legal, eu queria assim, ver se o Victor, você e Laurentem a coisa que é sentada, mas junto com isso também, queria saber um pouco mais sobre as outras soluções do edifício. A gente está falando da faixada da biofilia, que mais que ele tem diferente, como o filho falou no início, que a gente hoje em dia, os edifícios corporativos estão mudando, vamos nos Estados Unidos e ser bem mais forte de que é aqui, pelo exociamento que teve lá, dos centos urbanos, o Home Office, etc, etc. E com essa vergonha tendência, você ter outras coisas e outras comunidades, eu sou do Conselho da Pé da Branca, lá na Passeu Primovera, você tem um corporativo que embaixo tem um fudo e rol, que tem também uma crechezinha, não sei, no terrio e o prédio aberto, não tem você, você não tem recepção para filtrar quem entra. Conta também para a gente, que mais que esse edifício oferece, que torna ele tão especial? Eu só queria complementar só para terminar sobre essa situação da. Até para ficar entendido, qual é a grande função dessa. do brise da vegetação, antes da gente pular a esse ponto? É que, de fato, é que a gente falou sobre todas as soluções e, técnicamente, como isso funciona, mas a grande função dessa parede verde é, de fato, ser o grande sombre a todo prédio. A gente, em Manaus, nós temos uma característica de orientação e insolação, que a gente, praticamente, estamos embaixo ali, ali, em adequador. Então, nós temos uma insolação direta em quase três planos desse edifício. Então, essa grande massa verde, ela é um "c", que ela envelou pela vecha esse prédio. E o grande intuito, na verdade, dela, antes de tudo isso, é, na verdade, trazer esse sombreamento para o prédio. Porque todos os prédios que a gente tem em Manaus, que eles têm vista para essa insolação direta, ou eles estão de percebada fechada em boa parte do dia, ou, praticamente, você tem um ambiente quase insalubre. Então, o grande intuito desse vestido no prédio é trazer a sombra para ele, mas trazer uma sombra de forma diferente. É, ao invés de um vidro espelhado, ou, talvez, ao invés dessa sombra, com projeções de Marquise, a gente perfiria o sombre há de uma forma nunca vista, de trazer essa sombra com esse elemento vivo. Porque, eu acho que esse prédio nada mais vai ser do que um grande edifício vivo, literalmente. Você vai ter ali, no anse de vegetação durante as estações do ano. Então, o grande intuito dessa vegetação, antes de tudo, é trazer essa questão do sombreamento para as salas. E aí, acho que, depois, a gente agrega todos esses outros valores, de trazer essa sensação do verde para dentro do ambiente de trabalho, que, depois, pós-pandemia, eu acho que isso volta muito à tona, é trazer esses ambientes de interação, que é outra coisa que o prédio tem. E aí, eu acho que, eu posso até falar, passar agora a palavra por Lorran, sobre essas questões dos outros atributos que a gente tem, além dessa questão da faxada, que é o que mais intriga. Tá, só queria acrescentar também que, se a faxada 100% verde, ela só está do lado oeste, pelo do só poente. A faxada norte e faxada sul, a gente tem uma dissolution da panelização, que faz com que não existia uma sala, no botânica, nenhuma, que só tenha orientação para oeste. Ela sempre tem oeste norte ou oeste sul. E aí, na norte ou na sul, sempre tem a possibilidade de um recuadro livre, para justamente garantir que ninguém se sinta. O primido pela falta de vista do horizonte, por exemplo, então sempre tem esses pontos de vista. Não, acho que isso é importante acrescentar também. E aí sobre outros atributos, eu acho que uma das coisas que nos parecia muito importante, na desde o conceito, quando a gente é presente no concurso, a gente se deu conta exatamente o que você está falando. Então eu predi os cooperativos, são os mesmos. Ou eu vidro espelho ou rapastilhinho. Mas mais do que isso, não tem janela nos corredor, não tem varanda para que fumar o cigarro, tem que descer, que é respirar, tem que descer até o embasamento. E aí a gente queria que desde a saída do elevador, em qualquer andar, você desse ter vista para o horizonte. E mais do que isso, em qualquer andar, ter acesso ao ambiente externo. Então a gente proporcionou varandas de acesso semi público em todos os andares, que são sombreada pela própria forma do prédio e que são também protegido da chuva. A chuva vem do outro lado, em geral. Então são um ambiente que vão ser extremamente aconchegantes. Você está dentro de um mais protegido, mas fora, convista para o pôr do sol e vista para o rio, que está um pouco longe, a cidade está grande, o prédio está bastante centralizado, geográficamente na cidade, mas mesmo, que eu acho que mesmo a partir do primeiro pavimento, vai ter vista para o rio, que é um dos lugares mais altos, onde o botânico foi implantado, foi um dos lugares altos da cidade. Então tem essa noção, dessa continuidade, ou essa acessibilidade fora sempre em qualquer andar, tem varandas que são privativas de algumas das unidades corporativas, que também há algo que a gente não tem conhecimento de acontecer muito em prédios corporativos. E aí tem essa idade, uma fluidez do pédio, que a gente quis trabalhar de forma muito clara, ou está localizado entre um dos polos geradores de emprego bem conhecido, que o edifício ao lado, que digo, o edifício também da Injeco, que também foi retrofitado, aqui pelo Vito, pela Chris, que é o cídia, que é um edifício corporativo, onde tem muita gente jovem, que trabalha com novas tecnologias, e do outro lado do botânico, o shopping mais antigo da cidade, isso gera um dos poucos lugares da cidade, e do outro lado tem ainda um universidade. Então isso faz com que a calçada é um dos poucos lugares em Manaus, onde tem muita movimentação nas calçadas, e a gente entendeu que criando fluidez no terro com a possibilidade de umas conexões, possivelmente por trás, junto com o shopping, isso ia gerar um interesse por o prejuíter, mas também uma oportunidade econômica de gerar novos negócios no terro, criar uma cidade ativa para a PDS, enfim, tudo o que está desejável numa cidade em 2024. - Tchau. - Quero que eu fomei de edifício. - Eu queria destacar um ponto positivo, pesado de a gente olhar a imagem do difícil, prender ele com um processo, uma arquitetura, uma faixada diferente, o sistema construtivo desse prédio muito simples, no sentido de faixadas, porque nós estamos falando aqui, hoje de um centro empresarial chamado EOS, que nós fizemos perto de vidro, toda aquilo que você falou aí, é um prédio corporativo tipo, tipo um faria Lima, um prédio inclusive feito pelo arquiteto que tem alguns projetos na faria Lima. O botânico office, eu não vou precisar no processo conjuntivo, por exemplo, de utilizar balancís, andando faixadeiro, pedreiro e faixada, porque a própria estrutura já é faixada, o que vai vestir esse projeto é a vegetação. Então, a partir do momento que nós terminamos, a estrutura do prédio, a faixada está pronta, porque as escuadressas são reencuadas, inclusive para gerar aquela circulação, aquele corredor de serviço. Então, a nível de construtivo, nós ganhamos bastante com essa questão da faixada, claro que a faixada meu fíjico, ela vai representar, é um cuidado maior para um condomínio, sem dúvida. O filho, e pega nesse gancho, seu, no final, foi uma faixada mais cara, mais barata, saiu no mesmo preço, o pelo de vidro no final, ela é mascara, não é? Conta com essa parte, sem técnicamente, já falou que é mais simples, né? Mas ela fica mascara? Não, não fica mascara. Ela vai ficar mais barato, inclusive. Nós chegamos a fazer esse estudo, o que nos levou a decidir por esse projeto, e aqui, dependente da questão da arquitetura, nós somos a empresa de mercado que visa custo e resultar do impredimento. Nós chegamos à conclusão que a faixada desse projeto, ela é uma faixada, inclusive, mais barata, do que é um difícil corporativo tradicional, pelo de vidro, sistema de partilha, isso seguramente é bem mais cara, tá? Agora, vocês. Não conhecidos outros projetos, Langeco, né? Mas eu queria saber se esse projeto vai estimular vocês, continuar no rumo da arquitetura autoral, contemporânea, sair do que é feito, mais do mesmo, ou foi algo fora da curva aí, e agora você volta por trilha. Não, a gente sempre teve no DNA, projetos autorais, sempre. Se você olhar, a gente é colugo desses 40 anos, nós chegamos a fazer, desde a habitação popular, até em móveis de autopadrão. Nosso DNA sempre foi qualidade, sempre foi autopadrão. Por exemplo, nós fizemos casas populares aqui que tiveram mensões com rosas, na arquitetura, bem diferenciado daquilo que você vê no mercado. Nós fizemos, por exemplo, shopping, nós temos aqui o grupo, tem uma empresa patrimonial que também constrói centros comerciais. A ingé, todos os projetos nunca são iguais, sempre são projetos autorais. Tudo legal. Agora, passando aí para os arquitetos, vocês estão fazendo a viagem aí para a raza, para mais lugares. Vocês, hoje nem foco, internacionalização, Lorraine é belga, vocês ouviram posto no Instagram, foi seu Lorraine falando sobre esse tipo de assunto. Vocês vindo da Amazon, fazendo um projeto de ofírico como esse, tanto de stack, passplantas, isso é o início de uma prospección internacional, ou não, vocês estão mais preocupados hoje ainda em ganhar o Brasil. Bom, eu acho que um projeto anterior ao Botânica já nos abriu bastante as portas à nível nacional. O Botânica nos ajudou a nos firmar à nível nacional. Então hoje a gente tem projeto em vários estados do Brasil. O Brasil é muito grande, já é um mercado enorme. Eu acho que é um sonho, por isso inclusive o nome do escritor está em inglês também. É um sonho poder, talvez, de trabalhar fora do Brasil. A gente já teve experiência de pequenos projetos residenciais, mas tentar uma escala maior, sem dúvida algo que nos encantaria. Mas hoje a gente não dá não ter isso. E fora a biófilia na faixada, falam um pouco de faixada, como é que está assim os planos para fazer outros tipos de faixadas com elementos industriais, faixadas industrializadas, etc. Como é que está esse momento? A minha pergunta que eu fiz para o pessoal da enjeco fazer para vocês agora, vocês pretendo continuar nesse rumo, tentando encontrar coisas diferentes, ou a tendência a voltar mais para o mesmo, seja até porque o mercado pede isso ou não, o mercado está despertando, está começando a ver os benefícios e as incorporadoras estão tenindo projetos mais autorais. Então, isso está assim como por fim está falando, existe o DNA da enjeco, eu acho que a gente tem no nosso DNA sempre essa preocupação. Eu acho que todos os nossos projetos, eles. Acho que pensando um pouco mais afundo, não especificamente é a vegetação. É todo contexto que a gente tem, que seja pré-existente mesmo, ou que a gente cria aqui artificialmente, mas que passa sentido. Isso não significa que todos os nossos empreendimentos estão sendo incorporados com faixada vegetal e etc. Inclusive a própria enjeco, a gente tem agora um empreendimento residencial, que eu posso ter, dá um brief aqui muito surtil porque o empreendimento ainda não foi lançado, mas que basicamente a torre não tem verde, né? Porque é uma torre residencial, então isso eu acho que é uma. São críticas que eu acho que é muito importante,
ter dentro do escritório, exatamente como você está falando, fazer um prédio funcionar na maquete eletrônica, isso eu acho que é o mais simples de se fazer, agora vou ser explicar o conceito por quê, assim como botânica, que o porquê do verde é justamente o sombriamento do prédio, nesse outro prédio residencial, nós usamos um outro conceito que vai que tem total relação com a natureza, principalmente com as águas, que é dando já um spoiler aqui, mas que é uma relação com as águas, que é o que o Amazonense ama, é a relação com o Rio, é a relação com a água, então nós criamos o empreendimento, todo ele, com esse conceito das águas, no empreendimento e quase a vegetação, ela se comporta de forma muito mais fluida ali na parte do embasamento e do púrgico, então eu acho que é um pouco isso, eu acho que cada casa é um caso, eu acho que sempre todos os nossos projetos a gente faz muito esforço para não arrancar uma árvore, que seja, isso eu acho que aí vou dar essa credibilidade até para o meu sócio, que eu sempre acho que eu nunca me esqueço uma das nossas primeiras conversas, ele tava aqui no Brasil e ele falava muito sobre isso, cara como brasileiro, isso a gente tá falando de 8, 9 anos atrás, como brasileiro não dá valor para o terreno que tem uma árvore, quando o Laurent chegou no Brasil, ele ficava muito chocado e que realmente isso é cultural, tanto do incorporador, às vezes até a pessoa chega para fazer uma casa, ele chega com o terreno limpo e ele te traz aqui, eu te achando que ele tá resolvendo uma solução para ti, ele tá te dizendo "olha aqui meu terreno inclusive tá limpo" e aí o dano disse "cara eu demorei muito tempo para tentar entender qual era a vantagem disso, porque você imagina que você tem uma árvore centenária dentro daquele terreno, você vai tirar aquilo, suplemento aquilo depois de consumir, como eles ficaram com o gargamento do que esse respeito é isso, pelo contrário uma árvore centenária dentro da renda vale muito mais, e eu acho que esse tipo de perspectiva é culturalmente infelizmente, apesar de estarmos na Amazônia, é um vício que Manaus é uma densidade com menos a aborização no país, então é um crime, e aí eu acho que tem que vir alguém de fora para mostrar para a gente, que a gente se esqueceu de algumas coisas, né, eu acho que a gente sempre resgatar isso de alguma forma nos nossos projetos, e seja uma vegetação, que seja a água, que seja, essa questão muito mais sensorial, mas aliada, afatto, a essência do ser humano que a gente está falando de cidades, principalmente, Felipe, você que é um. um. um. um. um. um. um. ele. A pessoa que tem muita. é que tem muita. essa paischanta, elas cidades, a gente sabe que a cidade. ela é. ela é. ela é muito recente essa situação de você, o homem viver na cidade, ela não é sensência, então eu acho que, toda vez que você faz esse homem criar e seja um pé de escalço numa grama, que seja o contato visual com um verde, ou que seja o contato com a água, você está buscando as essências, né? Então isso daí é muito. está sempre muito presente nos nossos projetos, mas de uma forma sempre muito responsável, né? Porque sempre que a gente propõe alguma coisa, primeira coisa é isso, porque vai manter árvore, porque vai tirar, então todas essas defesas, elas têm que estar já bem. bem maduras pra gente conseguir avançar, né? Quanto vai com o que? Não vai cachoeira, aí pra quê? Não, não. Até o bicoito, vai pra gente ter que ficar chueira, né? O papo tá bom, mas a gente já tá chegando o pinho, o que ele pidei, o rango, é pessoal da. da. da. da Ejeco, né, Nese Porfilo, pra finalizar assim, falando de uma lição que esse processo deu pra você, esse projeto, todo deu. né? E é o que possa ser útil pra outras pessoas que estão querendo seguir esse caminho? Quem fala primeiro? Eu vou começar, já que tá todo mundo primido, eu não me ensava, sei que. eu acho que o maior aprendizado desse. desse projeto pra mim é que tudo é possível. Eu nunca pensei que a gente fosse ganhar esse concurso, primeiro, eu nunca pensei que a gente fosse convidado pra participar do concurso, depois de ganhar ele, depois executar ele, depois de ganhar esses prêmios e ver esse. esse filho nosso saindo do chão aos poucos é a coisa mais maravilhosa, tudo é possível, a gente sempre tem que seguir sonhando e não tem limite. Muito bom, muito legal. Eu falaria aqui pela incorporadora, primeiro, agradecer a passeria dos arquitetos, de uma forma muito brilhante e. nos trouxeram uma grande projeto. Com a relação à visão que a empresa tem do mercado, o digo seguinte, projetos, prédios, ele tem muitos no Brasil, no mundo. Mas eu acho que quando você agrega valor de verdade, na qualidade da construção, na qualidade dos projetos, esse projeto seguramente vai ter grande retorno do cliente. E ele nada mais é do que um reconhecimento daquele trabalho que foi pensado bem antes, seja pelo arquiteto, seja pela consultora, pela incorporadora. E também isso fica como legado para a cidade. Nós aqui já estamos actuando a quarenta anos da cidade de Manaus, nós temos muitas contribuções para a cidade local. E, graças a Deus, nós somos reconhecidos por isso. Ficamos muito felizes com essa passeria, porque eu acho que isso deu uma notoriedade maior do nosso trabalho que estamos realizando aqui. Saber que nós fazemos aqui na Amazônia, Manaus, ele não deixa nada a desigar nem tão pouco. Estamos desconectados dessas melhores práticas, seja aqui no Brasil, seja fora do Brasil. Então queremos agradecer a oportunidade de despatipar com você, viu? Está só, o que de agradecer a vocês aí e finalizar a reforção do que você falou, filho, assim, que não deve nada a lugar nenhum. E eu sou muito tranquilo de falar isso com o seu de Maceó, né? Então, a gente muitas vezes tem aquela história, né, de que a gente, do norte, do nordeste, né? No sul pode ser diferente, mas não, acho que é uma prova muito clara aí, né, do esse projeto de vocês, né? Como ele realmente tem conquistado aí todo mundo aí pelo Brasil, a transtereu. Então, parabéns pra vocês. Eu particularmente gostaria muito de aproximar a gente mais aí da morte, né? La vanadita, a gente tem uns 500 associados e pouquíssimos associados já região morte, né? Acho que essa, essa Amazônia imensa acaba bastante um pouquinho, mas eu acho que está muito clara aí que vocês não só, né? Tem toda a capacidade com pertence e talento, mas também tem esse elemento, né? Que é tão que vocês aí, né? Então, é tão Brasil. Então, assim, usar mais isso, né? Usar a vegetação que só vocês têm, essa biofibia única no mundo aí, acho que é um caminho vencedor. Então queria agradecer a vocês, mas vamos ver isso, parabéns, aportegar aí, preno somcidade, de arquitetura contemporânea. E realmente, vocês fizeram, é bom em qualquer lugar do mundo, né? Não estou falando isso pra energia, energia, vazional, né? Acho que em qualquer lugar do mundo que esse projeto é um projeto de primeiríssima linha, né? Então, acho que vocês, e acho que ele ainda vai dar muitas alegrias pra todos vocês aí, tá? Estou sendo por isso. parabéns e sucesso, hein? Grande abraço. E já fica convite, tá? Convite fica pra vocês nos conhecer, vim aqui na cidade e sobretudo vim para a inauguração do botânica, né? Aí, pra gente. E breve está. Bom, esse evento. Faz muito tempo que eu não vou aí. Eu me lembro que eu fui uma vez quando era adolescente, pra Manaus, pra. comprar moamba, com o primo meu que era mais elen, né? Eu sou. eu sou dessa época, que me azona. Era uma franca de começo, né? E importava, né? Então, assim, faz. depois disso fui uma vez, mas é muito tempo, realmente. É bom ir aí. E o pessoal, grande abraço, o Lorraine Vítuco também, todo sucesso. Ah, obrigado, gente. Muito obrigado. Valeu, o abraço.
Podcast Summary
Key Points:
A MET oferece serviços de advisor (conselhoria) para empresas, atuando como um "sócio experiente" para reduzir custos de aprendizado e evitar erros.
O podcast discute o projeto "Botânica", um edifício de escritórios inovador em Manaus, resultado de uma parceria entre a incorporadora Injeco e os arquitetos Lorran e Victor.
O projeto se destaca pela arquitetura biofílica (fachada verde), sustentabilidade e integração com o entorno, enfrentando e superando desafios técnicos e de aceitação de mercado.
A fachada verde exigiu soluções específicas, como seleção de plantas regionais, sistema de irrigação automatizado e manutenção centralizada, visando eficiência e durabilidade.
O empreendimento tem boa aceitação comercial, com cerca de 48% das unidades vendidas, atraindo investidores de outras regiões e recebendo prêmios de arquitetura.
Summary:
A MET é apresentada como uma empresa de consultoria (advisor) que auxilia empresas, especialmente em setores como turismo e loteamentos, fornecendo expertise para reduzir custos e erros. O foco principal da transcrição, porém, é uma entrevista do podcast "Fone Civil" sobre o projeto arquitetônico "Botânica", em Manaus. Os arquitetos Lorran e Victor explicam como venceram um concurso fechado da incorporadora Injeco ao apresentar uma proposta ousada e estratégica, unindo suas visões complementares.
O edifício se caracteriza por sua arquitetura biofílica, com uma extensa fachada verde, buscando qualidade de vida no ambiente de trabalho e integração com a Amazônia. Representantes da Injeco detalham os desafios técnicos e de mercado superados, como o desenvolvimento de sistemas de irrigação e manutenção para a vegetação, e a inicial hesitação dos corretores. O projeto, que se tornou uma referência, já possui cerca de metade de suas unidades vendidas, incluindo para investidores de São Paulo, e recebeu várias premiações, demonstrando sucesso tanto conceitual quanto comercial.
A discussão também aborda a viabilidade prática dos jardins verticais, destacando a importância do planejamento para manutenção a longo prazo.
FAQs
A MET oferece serviços de advisor (aconselhamento) para empresas, planejamento e direcionamento estratégico, e participação em conselhos de administração.
Uma empresa pode precisar de um advisor se não tiver experiência anterior, ou para projetos como desenvolvimento de bairros planejados, multipropriedade, complexos turísticos, loteamentos e hotelaria.
O principal objetivo é reduzir a curva e o custo de aprendizado da empresa, evitando que ela cometa erros já conhecidos, atuando como um conselheiro executivo de confiança.
O projeto surgiu de um concurso fechado da incorporadora Injeco, com um edital que pedia uma ideia inovadora, eficiente, sustentável e com aproveitamento máximo do potencial construtivo.
Os principais desafios incluíram a implementação de uma fachada biofílica contínua, garantindo manutenção a longo prazo, e integrar soluções estruturais e paisagísticas inovadoras.
O mercado teve uma aceitação muito positiva, com 48% das unidades vendidas rapidamente, atraindo investidores até de São Paulo, encantados com o conceito e as premiações do projeto.
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