Os carros eléctricos são a solução para a subida de preços dos combustíveis?
22m 38s
Este episódio especial do podcast discute a transição para veículos elétricos como uma resposta à crise energética e uma forma de aumentar a independência e poupança. Os convidados argumentam que, apesar do preço de aquisição inicial por vezes mais elevado, o custo total de propriedade (TCO) de um carro elétrico é inferior ao de um modelo a combustão. Esta vantagem deve-se aos custos muito mais baixos de energia (especialmente com carregamento doméstico em tarifa bi-horária), manutenção reduzida e benefícios fiscais ou de estacionamento. É desmistificada a ideia de que carregar um elétrico é demorado, explicando-se que, para quem carrega em casa, a experiência é mais conveniente do que abastecer num posto de combustível. O mercado de usados é apresentado como uma solução acessível, com oferta crescente e garantias sobre a saúde da bateria, cuja durabilidade tem superado as expectativas iniciais. Por fim, enfatiza-se o potencial da produção própria de energia renovável para tornar a mobilidade elétrica ainda mais económica e independente. A conclusão incentiva os ouvintes a analisarem o custo total de propriedade e as suas rotinas para tomarem uma decisão informada.
O spotcase do público tem o patrocínio da Aldina. Visitas liberaliza Aldina e abra as portas à cultura e ao conhecimento. Afinal, como diziam famôs intelectual português, o que não sabemos hoje. Saberemos amanhã. Visítimos também em Aldina.net. Olá a todos, bem-vindos a este episódio especial do Plaguein, hoje não vamos falar de tecnologia ou de novos modelos. Vamos antes falar de como podemos aumentar a nossa independência inurgética e poupar através da substituição de veículos com motores a combustão, o ex-Lin e gasolio por veículos elétricos e vamos dar dados e exemplos concretos. O meu nome é Sergio Marme e tenho a companhia de Pedro Faria e até o musevedo da Associação de Utilizadores de Vehículos e Létricos à OVA. Com a extensão em geopolíticas no meio-orient, acentuar-se, como temos visto nos recentes episódios de instabilidade no Irão, o preço dos combustíveis voltou a ser tema central para os portugueses. Pedro, Delmo, faz sentido dizer que o carro elétrico é hoje a melhor arma para esta crise inurgética? É claro que sim, se torna-se cada vez mais óbvio, acho que já era um tema que as pessoas tinham em ideia, mas estas crises inurgéticas vem acentuar. O que eu gosto de referir muito é não centrar também numa crise inurgética. Porque elas são sistematicas. Quando falam comigo sobre se está na altura de mudar com o veículo elétrico, que é muito. vai fazer-lo agora, vai esperar pela próxima crise inurgética. Porque esta vai passar, os preços vão baixar. Esperemos. É inevitável, isso vai acontecer, né? Porque essas pressões até políticas. Mas acho que ninguém tem dúvida que virá uma outra é só uma questão de tempo. E aqui uma questão fundamental como Portugal e Europa, que é que estão nos em Portugal, não produzimos o troll, e portanto, até bem que uma questão mágica é o político e de independência energética. Nós estamos numa situação privilegiada. O Tell me a um grande exemplo disso que é a produção da sua energia, forma específica. Com a sua produção de energia e todos nós temos essa solução, mas nós temos aqui condições inversáveis naquilo que é a Europa para a produção das renováveis. E os números já nos dizem isso, nós temos a falar nada que é fatorologia. Os números consecutivamente todos os anos mostram isso. Aliás, uma das razões que Portugal e Espanha, neste caso, têm até aguentado um pouco com essa energia elétrica, neste dia, ter ver com essa maior dependência de vida das energias renováveis. E isso também é um pouco. se pudéssemos escolher uma altura do ano para existir uma. esta crise energética, provavelmente, que o que vamos agora. Sim, temos as barragens atopo, temos o sol a chegar, o final também é mais ou menos estável e portanto, as renováveis nesta altura do ano, então, nós estamos em uma equilhada. Primeiro, as pessoas quando olham por um preço do carriolétrico não é? Normalmente, as sustões. Pois mesmo, já não, já estão. Já começaram-se a ter metido. De uma média, é para ser aceitáveis. Mas nós temos que pensar e isso está a ver esta gente importante, mais do que olhar, isto é muito educativo, mais do que olhar por preço da casição, olhar por custo total de utilização do carro, neste caso, da moto ou no vehicle, e geral. Sim, nós chamamos isso TCO, até termo técnico, o custo total custo-de-outal de propriedade. E, portanto, aí temos mais do que o custo inicial do vehicle, temos aquilo que é energia ou os seguros até os impostos, a interção, ao longo de vários anos. Poupa de gestão de valorização do carro, a paul passa também ao nível do estacionamento, ainda continuamos a ter vários municipios que nos atribuem em descontos no estacionamento ou é até gratuito. Portanto, há aqui um conjunto de custos que interessa aplicar quando estamos a pensar e a trocar para um vehicle elétrico. Um dos mais significativos e algo que nos últimos tempos não esteem perguntado muito, é como é que se comparar agora o custo de energia ou custo dos 100 km, que é algo que nós temos muito. Nós temos aqui o novo, a nova versão, e realmente isto disparou os custos da gasolina e do gasolio. Nós vamos passar agora em março de um custo de 9,64, naquilo que era o custo para por 100 km com gasolina. Então, se falava médios do nosso. O médio é o nosso observatório que é atualizado todos os meses. Vamos ter aqui um aumento de 14,5%. É o óbvio que os valores de março, como são valores médios, ainda não vão refletir totalmente, por no início do março, ainda não estávamos com esta crise tão acentuada. Mas se fossemos aos preços atuais, nós passamos de 9,64 na gasolina para 11,04, um aumento de 14,5%. - Entra-me de sagem média? - Em média. - Estou 11,00 e héroms para fazer 100 km da gasolina. No gasolio estamos nos 10,77. É importante referir que nós consideramos consumos neste veículo, que são a média daquilo que é as vendas pondradas do mercado do ano anterior. Então, temos aqui algo que as pessoas vão achar muito baixo, mas que é a realidade do nosso mercado. Nós temos um consumo médio para o veículo da gasolina de 5,6 litros, aos 100 km, e para o gasolio de 5,0. - Você não pode recusar de estar e recusar de casa com todos os alimentos. - Exatamente, exatamente. É a realidade média do nosso mercado, como há muitos veículos de gamma-baixa, influenciam aqui muito este valor. No veículo elétrico, nós temos um consumo de 15,88. - Mesmo conceito que é aplicável? - De 15,38 km/h aos 100 km/h. - Eu devo dizer que. - Mas, ter a ser litro. - Eu devo dizer que, apesar de tudo, acho difícil fazer. É mais fácil fazer 15 km/h aos 100 km/h elétrico, no que 5 com o carregasolina. - Sim, mas que assim é porque não estamos. - É porque se na parte dos veículos a combustão, nós temos muitos veículos de gamma-baixa com consumos pequenos utilitários que fazem com as pessoas das baixa, nem laxas. - E sabemos o que são esses relatórios. - Na eletricidade temos uma norma que é muito mais recente e atualizada. E depois, a realidade é que, como falávamos há pouco dos preços mais económicos, ainda não temos muitos veículos de gamma-baixa que influenciam assim tanto. - Nós temos muito nosso parque de elétrices em gamma-médias para cima. - Sim, mas voltando aos valores que isso aqui importa, estamos a falar de. - Os euros 10,77. - Para gasolina gasolina. - Para gasolina gasolina, quando em casa nós conseguimos ter, de forma mais económica que é carregá-mos em casa com uma tarifa biorária, no período vazio de 2,12 euros. - Sim, por vezes menos. - A diferença é muito grande. Mesmo quando recorremos há que um consumo que nós gostamos muito de referir e que a nível europeu faz muito sentido, que é quando carregá-mos 75% do tempo em casa, ou no escritório, com acesso a um preço de rede energética e económica, e depois 25% na rede pública. Isso é o que faz muito sentido nós analisarmos. Mesmo nesse caso, nós vamos para um custo de 100 km de 3 euros e 65. - É assim, é uma diferença muito forte. - Um quarto mais um quarto. - E temos ainda um outro custo que nós também analisamos que é 100% dependente da rede pública, e isto tem custos médios de todo o mercado. - E dá um valor de 8 euros e 21. - Nós estamos próximos. - Nós estamos mais próximos. Mas aqui também há um grande fator que é alguém que está, a utilizador que está já 100% dependente da rede pública de carregamento, não vai cargar num carregador. - Ah, porque nós nós vamos. - É carrega sistematicamente no local e portanto no local, onde carrega já descobriu um valor com custos médios. - É uma diferença que nós temos falado muito e que é óbvio, a diferença é muito maior, muito mais chevrourava a um vítula de letra e quando carregamos em casa. - Quando que não é um caso? - E não não é que é um pouco de trabalho. - Mas há outros custos, não é? A mantênação, isso que é de até um tempo, podemos falar um bocadinho, isto de mantênação, de diferença de custos de mantênação entre um carro, eu tenho um exemplo concreto, já meu exemplo e a diferença é bastante grande. Não é só o preço, mas também o número de vezes e a quantidade de surpresas, vamos tendo. - Como o vítula de letra que tem muito menos pensas, muitas menos consumíveis para ser intrugados, o valor médio das manutenções é mais baixo. - Já foi mais baixa ainda, porque entre dentro dos próprios oficinas já começaram a subir o seu valor da mandobra para mexer nos elétricos, etc. - Você vai tentar compensar algumas percas que possam ter dados amaziva deste vítulo aos seus serviços, mas mesmo assim os valores são muito mais económicos do que o vítulo de combustão, não há tantas peças de desigaste, não há óleo, não há. - É isso que é sempre isso. - Exatamente, que o passado com os anos cada vez é um valor que vai crescendo cada vez mais, neste nos vítulos de combustão com os vítulos elétricos, não temos, e basicamente até existem marcas que têm planos de manutenção, que são até muitos passados no tempo, 3 anos. - E tem até 4 anos. - E algumas que oferecem o plano de manutenção nos primeiros anos, não é? - Sim, por um carro. - E portanto já faz parte daquilo de pacote de venda inicial. E, portanto, todos estes fatores fazem com que estes veículos sejam muito mais económicos ao longo do tempo no tal custo de propriedade que vamos tendo com os veículos elétricos. - No bem, continuando contigo. Também a questão do carramento, nós já falamos da rede pública versos, versos a rede privada, mas ainda há muitas anos que se assista com a questão do carramento. - O carramento, do tempo, que é mais rápido ir à vambia de gasolina, para que utilizam o carramento.
um carro elétrico, não fundo, quem utiliza um carro elétrico, como no nosso caso, o que podemos dizer as pessoas que nunca utilizaram, possa dar alguma forma, remover este mito, ou explicar as pessoas que não é assim. É aquela mensagem que nós tentamos sempre passar, a quem tem um vítculo elétrico e que possa carregar em casa e na empresa, o tempo de carregarmente desse vítculo é 30 segundos, porque é o tempo de buscar a casa, ligar a tomada e no dia seguinte, retirar a tomada e se temos de casa ou dos passos nos estamos com o carro, o tempo está 90%, portanto temos mais, é um conforto, a uma experiência de utilização muito melhor do que um carro combustível, temos que ir para uma fila, temos que ir para a garota, temos que ir fazer todas as procuras, temos que desviar, depois há questão da rede que ainda dependes, exclusivamente, das redes públicas, rapidamente escolhem um sitio que ele seja mais favorável, como a tarifa melhor, como a forma de carregar e de fazer alguma coisa enquanto está a carregar, vai fazer compras, vai rantar, vai ir um ginásio, portanto há várias formas de termos melhores custos e de melhor atividades enquanto estamos a fazer esse nosso carregamento, e depois há aquele carregamento mais optimizado toda, quando podemos ser nossos próprios a produzir a nossa própria energia para carregar o nosso veículo, e cada vez mais vamos assistindo aos utilizadores que começam a instalar painéis, nos seus quintais, nos seus estilhados, nos seu condominho, os apartes, eu tenho essa produção na minha casa, mas temos vários associados e os utilizadores que têm a quarta parte deles do telhado do condominho com painéis, as nutors a carregar baterias, a carregar o veículo, reduz os custos do seu dia a dia para a casa, mas também para o seu veículo, aquela energia, aquela fonte inusgutável e gratuita que é o Sol, é muito leve. Fizemos um que nós troubemos trolle no que está ao mesmo dos terras. E algumas confusões que eu tenho visto nos últimos tempos, que é o investimento que os painéis e que próprias sistemas de bateria considerar isso, para considerar isso, mas há um desconhecimento grande que é relativamente ao custo desses equipamentos, eles baixaram estornômicamente nos últimos anos, têm vindo a texer, eu diria que os painéis faltam a volta, e que estão a nível do custo das baterias, da texer que está em sentido, muito sinhiosos. E os latistas também te choram muito e são sistemas rapidamente rentabilizam pela propança de terras. E ficaram os índios tendentes sobre os tonos que eu souciais e prefore que, "Ah, mas vocês vão instalar painéis falta volta e que se em casa para cagar o carro elétrico, esse custo também tem que ser considerado noticiou do carro elétrico, parcialmente, porque nós também temos outras vantagens na casa, temos a capacidade de casa normal mesmo. Fiquem os consistêmos que são anti-apagões, que é algo que hoje em dia tem mais já está na voz, porque tivemos este problema recentes, produzimos energia para a casa, para cozinhar, que é ser água, para tudo aquilo que neste momento temos dependências e cada vez mais custos que podem vir a subir, agora com este problema até a nível energético, podem vir a subir, já vimos isso, e ficamos com a maior independência possível que é produzirmos a nossa própria energia. Então, mas que o rismo de ser um estúem errado, mas hoje tenho a ideia, os meus painéis já têm algum tempo e o sistema de baterias, mas hoje eu estou convencido que um retorno do investimento é feito num painéis falta volta e que os baterias estamos a falar de três quatro anos, obviamente tem aqui várias cada caso em caso, mas em termos médios, três quatro anos é hoje um período normal para todo o investimento. E três quatro anos é um valor médio bastante optimista. E agora que isso seja importante, o projeto ser bem divincionado e as pessoas se consultarem e fazerem mais os seus mercados, não cairem em algumas parades. É verdade que nós se formos otimizar o sistema pro-inverno no frão, vamos estar com muito muito decidente e vamos estar muito antes de recuperar o sistema. É fundamental estudar bem aquilo que é necessário. Mas temos que ser realistas e voltando um pouco, mas agora ainda um pouquinho é esta questão do tempo, eu estava a ler um estudinho interessante nos Estados Unidos foi feito agora e faz bem não tenho aqui os dados, não tenho memória, em que chegar a conclusão que em que perdia mais tempo para carregar o carro era um pessoas com carga de linda. Em média, as pessoas têm um carro realétrico, porque uma maioria que rege sobretudo em casa perdem menos tempo a carregar o carro, do que deviar e ir a uma muda de linda. Estão a fazer outras tarefas e quando o carro está até meio só de interna. E uma ideia que as pessoas às vezes não têm, é que em média, quem tem um carro realétrico não serem casos de sacionais, estamos a falar da média, perdem menos tempo a carregar o carro do que quem tem um carro realétrico, que é curioso. Mas voltando aqui é questão dos preços, as pessoas nem todas podem dar 35 ou 50 mil euros por um carro novo elétrico, nós sabemos que em termos de segmentos superioros, os carros elétricos já têm giro a paridade, se não mesmo, muito ao contrário, às vezes são mais baratos. Quando comparamos os carros de segmento elevado, os carros elétricos, ou se têm um preço semelhante ou até são mais baratos, também tem que colocar cada fiscal em Portugal, porque isso até enagena a média, até mais já estamos nessa paridade. Mas é verdade que nós temos muito batido nesse teclado aqui, quem quer comprar um carro acível, um tipicamente as famílias porteiasas, não têm grande poder de compra e portanto e nós temos um mercado dos ados, o carro está muito velho e por e fora, aqui uma questão que tem a ver com os idésicos usados, não é Pedro, que já está entendido aqui com altas no mercado interessantes e podem ser uma solução. Sim, isso é uma ótima solução, começam a existir muita oferta no mercado, por exemplo, o mercado português é importador desses veículos usados, muitos, muitos vem do resto da Europa, onde temos, eu proveito para alguns números que nós conseguimos apurar em plataformas como o OLX, o stand virtual, tivemos aqui procuras um despar de na procura de veículos elétricos de 54% nas últimas semanas, então estamos a comparar o período das últimas quatro semanas com as outras anteriores e um crescimento em Portugal de 54% na procura de veículos elétricos, é mesmo maior dos países que nós conseguimos apurar os números, em França 50% na Romênia 40, na Plônia 39, na Noruega falam numa febra de carros elétricos, há vários artigos com esta nota, que há uma febra na procura do mercado de veículos usados, a móbio DE, que nós utilizamos tanto em Portugal para as importações, a procura de veículos elétricos de 2% para 36%, então aqui são números que demonstram muito a preocupação das pessoas nesta crise atual e por que, pelo custo, que tu referiste a sérgio, e depois pela, são carros tão disponíveis para entrega imbiscidade, e isso faz toda a diferença. É importante referir também que os idilétricos usados hoje têm uma caratrística que já dá muito mais segurança às pessoas que são as garantias do estado da bateria por certificados. Há alguns testes com garantia de institutos certificados que nos mostram qual é exatamente o estado de bateria, qual é como é que é a saúde daquela bateria. E, portanto, esse descanço é muito utilizador que, típicamente, é algo que se procura. Mas, de que introduzir essa questão que é muito importante é ver com os mitos e com as baterias, muitos, obviamente, são mitos, outros, ter ver com a realidade das primeiras gerações. Sim, é o primeiro tecnologia, não podemos comparar, obviamente, um carro elétrico produzido em 2003 ou 2004, como tinha sido produzido em 2003 ou 2014. Então, e portanto, as pessoas têm que muito medo de que pedram chamar atenção, que acho que também uma boa dica que é quando comprar um usado, já há quem tenha de certificações da qualidade da bateria. Mas ainda assim o que nós temos visto é que estuda, pós estudo, que estão verdaderamente ao mito. Vai-se como provante cada vez mais que as baterias de grava-lomênios do que aquilo que nós esperávamos nos ou que assumíamos pelos mitos que vimos ouvindo. É preciso ver que também grande parte de estus autos que estão a ser vendidos agora. Quase todos eles estão dentro dos períodos de garantia das marcas que são 8, que são 1 milhão de quilômetros, há várias marcas com períodos de garantia bastante grandes. Eles ainda vêm a obra de essa garantia e os outros estão descansados. E a partir de 11 anos, é uma tecnologia bastante antiga e perdeu o 14%. E é uma tecnologia antiga, um dos meus mais quecentos que têm 6 anos, ainda não perdeu. Portanto, sei que tem alinhos buffas de proteção, algo que faz ali, mas. Na prática, eu continuo a carregar, e tenho a mesma autonomia real, que eu tinha quando o carreranove, porque a tecnologia evoluiu, temos novas formas dessas baterias de auto-protigerem em grantes próprios condicionos, com sua antempertura exterior e portanto, há várias mecanismos que fazem com que essas baterias durem muito mais tempo do que o que estábamos a esperar e, portanto, o mito da tal de gradação cai por terra e temos muita confiança em importar a veículo da Gendia. Portanto, mas para dar uma questão ainda do custo, que é que isto é uma imagem que ajuda as pessoas a ver. Quem utiliza hoje entre 50 a 100 quilômetros diários, um veículo a compostão para suas deucações diárias, se fizer as contas de ir comprar um veículo elétrico usado, aqui na casa entre os 10 e 20 mil euros que já existem alguns, nos 10 poucos, mas aqui na que por causa dos 15 mil, um carinha sim, um carinha baixa tem muitas soluções. E deixar o veículo a compostão em casa e passar a utilizar nas suas deucações diárias, este veículo elétrico vai perfeitamente pagar aquilo que é a prestação do banco que se tiver que pedir o dinheiro. É o que pôpa no combustível, da suficiente para pagar a prestação do banco. E ao fim do. Vendem o veículo a compostão, ok? Mas até o podem lá deixar em casa por segurança durante os meses, vão descartá-lo e vão acabar por eu vender. Mas a realidade é essa. Tenta, hoje, as contas de poupança do veículo elétrico permitem fazer esta alteração com esta grande vantagem. Naturalmente, cada casa é um caso, não é? Estamos aqui falar de média, mas é importante as pessoas fazerem suas contas.
analisar um mercado, fazer esta análise no custo total de propriedade. Não é só aí o carrivel é que é mais caro é verdade, mas o que se pode poupar, pois em combustíveis, em estacionamento. Só que alguém trabalha em lesboa e precisa de estacionar todos os dias, só isso já pode fazer uma diferença abismal. É muito. É abismal. O estacionamento de um dia é superior ao que custou o selo. Sim. Nós não vamos dizer aqui estas coisas, mas é em alguém que está ao veio. Mas, portanto, vou fazer umas voças contas, mas analisem e, sobretudo, cuidado com os mitos. Por que ainda é esta? Ontem. Estamos a gravar, mas quando gravei isto, tive uma viagem de trabalho em que um colega de profissão, às tantas dizia, profissão. Porquê eu estava interessado em comprar um carrelhétrico, porque ele faz 120 km todos os dias, porque já é ainda mais rápido a recuperação, mas a pergunta deu foi e mesmo já bateria vai durar, mas tipo as minhas contas deve considerar que a bateria direto 5, 6 anos, não deve considerar que a bateria. Como dá uma maneira que nem comprocar a gasolina e a gasolina, a pensar com o tempo, o momento vai durar. É, são mitos que ficaram, como o telho me dizia dos veículos de primeira geração. Nós acho que qualquer dia estamos na quarta geração, que seguramente já estamos na terceira, não é? Falarmos disso num episódio recente e, portanto, são realmente mitos que ficaram. O que eu gostava de defrizar é de que, realmente, estas crises inogéticas aceleram muita percepção das pessoas do que temos que mudar. Mas depois, muitas vezes a crise passa e afrocha um bocadinho esta necessidade. E aquilo que eu digo é, não esperem pela próxima crise. Façam isso. E se já agora eu gostava de deixar aqui uma dica que é agora para subsidiar a gasolina e o gasóleo, conseguimos dinheiro um milagroso. Eu estou, portanto, a subsidiar o litro da gasolina e do gasóleo. Quando a crise passar seria talvez boa ideia utilizar esse dinheiro milagroso que existiu para acelerarmos ainda mais a nossa transição energética. E ficar dica, ficar desafio. Pode ser que se faça alguma coisa com isso. Acho que é uma ideia a pensar. Muito bem. Então, alguma coisa? Pode ser? Pode ser. Pode ser. E o que estava de reforçar esta ideia é que o petróleo é um recurso finito. É controlado em regiões que não tem nada a ver com Portugal, portanto nós estamos completamente rejuzos instáveis normalmente com preços que o chilam a sabor de conflitos, a sabor de políticas. Ele é de cidade que usamos para cagar em Portugal. É cada vez mais produzida por nós, através do vento, da água e do sol. É mais do que o pôr de dinheiro, esta opção é deixar de também financiar esta habilidade externa e regiões que estão cada incomplicadas. Pedro Tello, muito obrigado e até para a semana. Até a próxima.
Podcast Summary
Key Points:
A crise energética e a instabilidade geopolítica destacam a importância dos veículos elétricos para aumentar a independência energética e poupar.
O custo total de propriedade (TCO) de um veículo elétrico, incluindo energia, manutenção e impostos, é frequentemente mais baixo do que o de um veículo a combustão, especialmente com carregamento doméstico.
O mercado de veículos elétricos usados está em crescimento, oferecendo opções mais acessíveis e com garantias sobre o estado da bateria, desmistificando preocupações com a degradação.
O carregamento maioritariamente em casa ou no trabalho oferece conveniência e custos significativamente reduzidos, transformando a experiência de utilização.
A produção própria de energia renovável (ex.
Summary:
Este episódio especial do podcast discute a transição para veículos elétricos como uma resposta à crise energética e uma forma de aumentar a independência e poupança. Os convidados argumentam que, apesar do preço de aquisição inicial por vezes mais elevado, o custo total de propriedade (TCO) de um carro elétrico é inferior ao de um modelo a combustão. Esta vantagem deve-se aos custos muito mais baixos de energia (especialmente com carregamento doméstico em tarifa bi-horária), manutenção reduzida e benefícios fiscais ou de estacionamento.
É desmistificada a ideia de que carregar um elétrico é demorado, explicando-se que, para quem carrega em casa, a experiência é mais conveniente do que abastecer num posto de combustível. O mercado de usados é apresentado como uma solução acessível, com oferta crescente e garantias sobre a saúde da bateria, cuja durabilidade tem superado as expectativas iniciais. Por fim, enfatiza-se o potencial da produção própria de energia renovável para tornar a mobilidade elétrica ainda mais económica e independente.
A conclusão incentiva os ouvintes a analisarem o custo total de propriedade e as suas rotinas para tomarem uma decisão informada.
FAQs
Sim, o carro elétrico é uma arma eficaz contra a crise, pois reduz a dependência de combustíveis fósseis e aumenta a independência energética, especialmente em países como Portugal com forte produção de energias renováveis.
Em março, o custo médio para 100 km com gasolina era de 9,64€, podendo subir para 11,04€. Já um carro elétrico, carregado maioritariamente em casa, pode custar apenas 2,12€ pelos mesmos 100 km, representando uma poupança significativa.
Além do custo inicial, o TCO inclui energia, seguros, impostos e manutenção. Veículos elétricos têm manutenção mais barata, menos peças de desgaste e benefícios como descontos em estacionamento, tornando-os mais económicos a longo prazo.
Para quem carrega em casa ou no trabalho, o tempo efetivo é de cerca de 30 segundos para ligar e desligar. Em viagens, o carregamento público pode ser combinado com outras atividades, como compras ou refeições, otimizando o tempo.
Sim, o mercado de usados tem crescido, com ofertas a partir de 10-20 mil euros. Muitos veículos têm garantias de bateria e certificados de saúde, oferecendo segurança. A poupança em combustível pode até cobrir a prestação de um empréstimo para a compra.
Painéis solares permitem produzir energia gratuita para carregar o veículo e reduzir custos domésticos. O retorno do investimento pode ocorrer em 3-4 anos, aumentando a independência energética e protegendo contra aumentos de preços.
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