Em 2006, as forças militares americanas capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, impactando a situação geopolítica e econômica na região. A Venezuela, com sua maior reserva de petróleo do mundo, enfrenta desafios econômicos devido a sanções e instabilidades políticas. Espera-se uma queda da taxa de juros Selic no Brasil no primeiro trimestre de 2016, após anos de crescimento econômico e juros elevados. A estabilidade econômica brasileira indica a necessidade de reduzir a restrição monetária para manter o crescimento e evitar uma recessão. Esta mudança na política monetária pode influenciar investimentos, tornando a renda variável mais atrativa. A situação geopolítica na Venezuela e as perspectivas econômicas no Brasil são temas-chave a serem monitorados para entender as dinâmicas regionais e globais.
Transcription
9812 Words, 56213 Characters
O ano de 2006, ele começa com as forças militares americanas, fazendo a captura do presidente Venezuela, Nicolás Maduro e de sua esposa, uma operação precedida de bombardeios ali na região de Caracas. Quando a gente olha para tudo isso, com que isso pode impactar o contexto macroeconômico e aquilo que a gente espera especificamente para esse ano. Então, acho que a primeira coisa a pensar o caso da Venezuela é o caso específico. Dito isso, é claro que mesmo que sendo específico, os riscos são elevados agora. E eu gostaria de entender aqui as motivações que explica o porquê que é esperado que essa taxa de juros, taxa selic caia no primeiro trimestre ainda deste ano. Para a inflação, não importa o motivo, importa o câmbio e aí o câmbio melhorou muito. Olhando esse movimento do Fed, que cortou, começou a cortar juros ali em setembro e olhando para o 2016, com que está a perspectiva. Questionar aqui a milianha, respeito dos riscos, que nós devemos manter no radar ao longo desse ano de 2016. Seja muito bem-vindo e bem-vinda, mais um episódio do olhar de especialista, o podcast do Bradesco, que explora o mundo de investimentos junto com você. Eu sou Felipe França e estou aqui para o primeiro episódio do canal do ano de 2006. Se não poderia começar diferente, eu começo fazendo um momento merchandais aqui com você. Então, lembrando que no nosso canal nós temos três editorias, todos os dias, sete, meia da manhã, temos o nosso morning call, momento mercado, que traz para você uma atualização do que aconteceu no dia anterior e o que está previsto na agenda do dia de referência. Também temos toda terça-feira. Esta editoria, que é olhar de especialista, divulgada as três horas da tarde, e sempre no final do mês temos a editoria educacional, que é o Roda de Finanças, então a disponibiliza sempre na última terça-feira também as três horas da tarde. Por episódio de hoje, primeiro episódio, então aqui com o Taylan, Taylan, tudo bem por aí? Como é que passou a virada? Tudo ótimo, tudo certo. Pegar foi muito bem. Espero que os nossos ouvintes aqui quem está nos assistindo também tem passado muito bem para este ano. De 2016, vamos começar aqui muito bem, já gravando o vídeo, bem, só aqui com borboletas no Instagram. A gravação de hoje vai ser bastante especial. Tem muito conteúdo relevante e para isso, nesse nosso primeiro capítulo de 2016, não poderíamos conceder uma responsabilidade para outras pessoas. Estamos aqui com a Miriam Basch, ela que era superintendente de pesquisa econômica do Bradesco. Me muito obrigado por estar aqui conosco novamente, o nosso último capítulo que nós falamos aqui das perspectivas para 2025, fez bastante sucesso. Agora nós estamos aqui novamente para contar a respeito desse ano, então fica a vontade para se apresentar aqui aos nossos ouvintes. Bom, primeiro, obrigado pelo convite de novo, a gente vai fazer esse expectativas, perspectivas para o ano, 2005, foi muito bacana, esse vai ser melhor ainda, tá? Para me apresentar rapidamente, eu sou a Miriam Basch, como o telor falou aos seus presidentes de pesquisa econômica do Bradesco, eu estou aqui no banco há 15 anos, na verdade, hoje fez 15 anos, eu recebi o email de comemoração, e eu estou lá na área de pesquisa econômica desde esse começo, nós somos uma área bem grande de pesquisa, nós temos ali mais ou menos de 16 economistas e agora a gente também tem um time agro fazendo pesquisa agro econômica para o banco como um todo para os nossos clientes, numa área que se dedica aqui dentro do banco a fazer as melhores análises dentro do possível de economia, agora do agro, cada vez mais detalhes regionais, setoriais, ampliando aí a nossa visão sobre os principais temas econômicos do Brasil e do mundo. Excelente, bom, nada dessa cobertura toda, a gente não pode começar o assunto com o tema que não fuga muito disso, que são as questões geopolíticas, né, Miriam? O ano de 2016 ele começa com as forças militares americanas, fazendo ali a captura do presidente Venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa e uma operação precedida de bombardeios ali na região de caracas, quando a gente olha para tudo isso, como que isso pode impactar o contexto macroeconômico e aquilo que a gente espera especificamente para esse ano? Claro, a gente estava falando aqui do nosso videocast, do lado comércio de 2025, e a gente falava inclusive sobre as questões geopolíticas, porque não o novo mandato do presidente Trump, existiam vários riscos a serem monitorados, né, de tarifas, etc, e um que a gente se preocupava bastante eram os riscos geopolíticos, ali na época a gente estava preocupado com as guerras que existiam naquele momento, que continuam existindo, Israel e Ramás, Rússia e Ucrânia, e a gente falava, olha, é um ambiente geopolítico que pode ser mais instável, né, a gente monitorava e continuou monitorando China e Taiwan, agora a gente tem uma nova frente de tensão geopolítica para dizer o mínimo com a Venezuela, acho que a primeira coisa importante é a Venezuela um caso específico, então, ou a gente pensa o resto da América Latina ou mais especificamente ainda, da América do Sul, a Venezuela é um caso muito específico, já a América sofreu em dos sanções, dos Estados Unidos, sanções econômicas, até contra alguns indivíduos, desde 2006, pelo menos, então é um longo caminho de sanções e tensões com os Estados Unidos, ao longo desses últimos 20 anos, com altos e baixos, momentos mais tensos, momentos de alguma distenção, mas sempre como um país sendo monitorado pelos Estados Unidos, além disso, a Venezuela vinha sofrendo várias acusações de eleições fraudadas, de não ser uma democracia livre, perseguição a opositores políticos, então era um caso muito específico, a gente não tem na América do Sul, outros países em situação semelhante, então, ontem depois que foi capturado, uma dura e a esposa dele, tiveram várias declarações do governo americano, Trump, do Marco Rubio, e eles todos dizendo, se a gente está ali, é um caso específico, a gente quer fazer uma transição até um governo mais estável da Venezuela, mas quando provocado, presidente Trump falou sobre Cuba, falou sobre os cartais mexicanos, falou sobre a colombia, mas apesar dele falar, a gente tem que lembrar que são casos muito diferentes, não existe uma sequência de sanções ao México e a colombia, como existia no caso da Venezuela, a comunidade internacional se dividiu nas avaliações, então alguns condenaram, alguns apoiaram, mas a maioria falou, bom, era uma ditadura, então tiraram um ditador, mas houve um certizagero, não devia ter usado fora, sei tudo mais, justamente porque era uma situação muito específica, se a gente vai se falando de um país que não tem acusações de fraudes eleitorais, que não tem perseguição política, que não tem 20 anos de sanções, não só dos Estados Unidos, mas do mundo como um todo, as reações internacionales certamente seriam diferentes e de condenação, e mesmo o apoio interno dentro dos Estados Unidos, do Congresso, por exemplo, também provavelmente teria uma outra configuração, então acho que a primeira coisa a pensar o caso da Venezuela é um caso específico, é dito isso, é claro que mesmo que sendo específicos riscos são elevados agora, a mesma coisa guardadas as devidas proporções aconteceu ali no começo da guerra Rússia Ucrânia, no primeiro momento, aumenta o risco para todos os países do interno, bom, a Rússia invadiou a Ucrânia, será que ela pode invadiar outros países, não aconteceu, a guerra ali se estende até hoje por muito mais tempo do que se imaginava, e esses outros países voltaram a uma conjuntura praticamente inalterada em relação ao começo da guerra, então é um momento de monitoramento de como vai ser esse governo de transição, até novas eleições, quando que novas eleições acontecem, os Estados Unidos se envolvem mais ou menos na questão da Venezuela, provavelmente os olhos de hoje se envolvem menos, deixam lá a vice-presidente governando e tocando ali as possíveis novas eleições, e ficou concentrado nesse caso, mas a gente precisa de tempo para ter certeza disso, de que não vai ter uma contaminação ou outros países sofrendo mesmo tipo de ação, a Venezuela nos últimos anos sofreu muito econômicamente, e se isolou, então hoje é um país muito mais isolado do que era Ucrânia, Ucrânia era, e ainda é um importante produtor de várias comódias, ali toda a região muito importante para gas, para petróleo, mas para trigo, para milho, para defensivos agrícolas, era um país integrado, a Venezuela não, mas extremamente isolado, então consequências financeiras para outros países praticamente inexistentes, a Venezuela exportam um pouco de petróleo, mas é muito pouco porque é um país sancionado duramente, por vários outros, então a gente não vê muitos impactos macroeconômicos e mediatos de curto prazo, os impactos são todos de médio prazo, como que fica essa reconfiguração gelpulítica, como os Estados Unidos se comportam depois que houver uma transição ou quando houver uma transição na Venezuela, outros países estão ou não soube ameaça ou são só ameaças mesmo, são formas de negociação, então tudo isso ainda a ser descoberto aí no tabuleiro gel político, mas mexeu uma nova peça importante, tem bastante coisa para monitorar, mesmo o comportamento de rússia e China pos essa captura do maduro, então tem análises para todos os tipos, todos os lados, mas é mais comum, agora China e Rússia podem se sentir mais livres para fazerem as suas próprias incursões militares em outros países, é muito mais caro fazer uma incursão militar contra a Tayuã, por exemplo, que é uma rejorganizada rica com muitos instrumentos e inclusive mais militarizado, que a Venezuela estava, a Rússia ainda está lita tentando resolver a questão da Ucrânia, mas a Ucrânia tem resistido, por muito tempo e não tá nada simples para Rússia simplesmente pular para um próximo caso, então são essas peças geopolíticas, nós resolvem uma semana, uma semana muda tudo, mas elas nós resolvem uma semana, a gente vai ter que acompanhar provavelmente esse ano, próximo ano, é um tema de mais médio prazo mesmo, essa questão do Trump que você colocou do comportamento dele, do jeito dele negociar que gera muito dessas incertezas, quando ele vai a público e dar algumas declarações, sobre a Venezuela ainda, eu queria ser essa só um ponto do petróleo, que eu sei que é uma coisa que é a curto prazo, não tem impacto, até porque a capacidade de produção está muito limitada, tem todas as sanções, mas a médio prazo você colocou que algumas coisas podem acontecer, eu imagino que o petróleo seja o ponto central, né? Sem dúvida, a Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo, mas é muito grande, estava vendo os números hoje de manhã, são 330 bilhões de petróleo, é segundo lugar era a ambiaçal dita que a gente sempre pensa, né, com maior produtoria, de fato é um dos maiores produtores, mas é 220, eu não vou lembrar exatamente, eu não sei se é alguma coisa, mas é muita diferença, então é um produtor gigantesco, se a Venezuela volta para o mercado, então vamos fazer um cenário em que há uma transição política, pacífica, eleições, a Venezuela começa a se restruturar e a esportar petróleo, as caem as sanções, ela começa a esportar e produzir, tem um espaço de aumento de oferta, de petróleo, é gigantesco, muito grande, para esse petróleo poderiam cair muito mais, que eles já cairam esses últimos tempos, mas poderiam cair muito mais. Quais são as dificuldades, então? Primeiro eles não conseguem produzir agora, nem não são só as sanções, as sanções é claro que atrapalham, mas a capacidade física de produção foi muito deteriorada nesses últimos anos, de vários anos de crise na Venezuela, então mesmo que as sanções cair sem hoje, ainda ia demorar um tempo para a Venezuela a conseguir aumentar a oferta de fato, mas vai conseguir, né, se cair as sanções e começa a ter recursos injetados ali, vai aumentar a produção, para a gente ter uma ideia de números, as estimativas são que, em até dois anos, eles conseguiriam aumentar para 1 milhão e meio de barril de petróleo, que é mais ou menos 1% da produção mundial, bastante aumentar um país som, então 1%, mas em dois anos, em até 10, dá para aumentar para 3% a mais de produção mundial, e aí assim vai, né, então é relevante, o preço do barril de petróleo, em algumas estimativas, no longo prazo, poderia cair ali para a parte de 40, então é mais ou menos 10, 15 dólares abaixo do que tá agora. - Pacto relevante é médio para 100, sem dúvida, dado que hoje o petróleo tá ali aproximadamente 60 dólares, esse contexto geopolítico é extremamente relevante e deve ser mantido no radar aqui dos investidores muito importante a gente tratar disso, inicialmente, mas agora eu queria passar aqui para o Brasil, me voltar aqui para narrativa que a gente teve ao longo de 2025, que é a respeito da tão esperada queda de taxa de juros aqui no Brasil, bem ao longo de 2025 a gente foi postergando essa queda da taxa de juros, e eu gostaria de entender aqui as motivações que explicam, porque que é esperado que essa taxa de juros, a taxa Selic cair no primeiro trimestre ainda deste ano de 2016, eventualmente agora a gente anero, então até mesmo em março, queria que você falasse um pouco mais sobre isso. - Perfeito, acho que assim, quando a gente pensa em taxa de juros, em geral a gente fala "bom, a taxa tá alta, é uma notícia", mas o fato de ela não ter caído na verdade foi para um bom motivo, que a economia ela não esfriou tão rapidamente, a gente teve um bom ano de crescimento em 2025, né? Os números ainda não foram fechados, mas o PIB deve ter crescido um pouco a cima de 2%, 2,2%. Isso é uma excelente notícia, depois de alguns vários anos crescendo a cima de 3%, o juro foi elevado para 15%, um nível historicamente alto, o juro real descontando a inflação em 10%, não é normal, nem pro Brasil que tem uma taxa de juros alta, e ainda assim a gente cresceu 2,2. Então, na verdade, é um bom motivo, a gente cresceu, e a gente cresceu gerando emprego, e a taxa de desemprego tá nas mínimas históricas, ou seja, a economia conseguiu se manter saudável, apesar de uma restrição monetária muito forte, pois a gente não conseguiu cortar juros em 2025. Agora, o que acontece? A taxa de juros, quando você soube a taxa de juros, tem um tempo para ela começar a fazer feitos sobre economia, e demorou bastante para a taxa de juros fazer feitos, justamente a economia tinha vários pontos de resiliência, inclusive o mercado de trabalho é quecido faz com que as famílias tenham renda ainda, tenham recursos. Então, soube a taxa de juros, não é imediatamente que elas diminuem o consumo, as pessoas ainda estão com o poder de compra, e a inflação caindo aos poucos, vai devolvendo mais poder de compra para as famílias e postergando o momento da desacileração. Para as empresas, a taxa de juros subiu, em geral, é mais rápido que as empresas percebem, mas o mercado de capital está super aberto para as empresas. Então, elas conseguiram também ter alternativas a um juro efetivamente, não tão alto, e aí, se as famílias estão consumindo, as empresas estão tendo acesso a crédito, as coisas continuaram circulando, mas isso tem o limite, os efeitos vão se acumulando, então, a família, no começo, ela tem renda, ela não precisa se preocupar muito, mas chega uma hora que aquela dívida, que ela tinha, acabou, ela tomou uma nova dívida com um juro mais alto, então ela começa aí a perceber o impacto do juro mais alto, a mesma coisa para as empresas. Então, esses efeitos são acumulativos no tempo, no segundo semestre de 2025, a gente viu esses efeitos aparecerem mais claramente, então é o PIB do terceiro trimestre que ficou perto de zero, no quarto trimestre também vai ficar perto de zero, então a gente vem uma economia que cresce, cresce bastante e de repente estabiliza, veja, não é uma queda de crescimento, não é uma receção, não é nada disso, você cresceu, cresceu, cresceu e perdeu fôlego, mas não caiu, ficou estável, né? Então é uma boa notícia ainda, depois de tudo o que a gente viu no juro fica estável, é um bom resultado, mas se ficou estável. Essa estabilidade da economia mostra que a taxa de juros está sendo restritiva, estou tirando fôlego das famílias e das empresas, portanto a gente vai ver nos próximos meses essa restrição, ela vai se acumulando ainda mais, então é natural esperar que o Banco Central comece a retirar essa restrição para devolver um pouco de fôlego e evitar entrar numa receção, já parou, agora você tem que tirar um pouco a restrição, senão vai começar a ter setora algum segmento que sofre um pouco mais, a gente vê isso nos dados, então quando a gente olha o PIB a gente ta olhando a economia como um todo, as coisas se compensam, mas se a gente olha os dados da indústria, por exemplo, a gente já vê efeitos mais baixistas mesmo, mais negativos, queda de produção, sequencial, alguns meses de queda de produção, o Nusse que é o nível de utilidade, utilização de tudo que é a capacidade da indústria, a qual é a capacidade de produção dessa fábrica e quanto que ela está usando dessa capacidade, é o Nusse para a economia como um todo, ele caiu muito, mas muito, nesses últimos meses, esse tamanho de queda ele só foi observado na série em outros eventos, três outros eventos, 2008, 2014 e 2020, são três eventos que são inícios de receção no Brasil, por fatores externos, 2008, 2020, fatura interna, 2014, então é um sinal de alerta, a indústria está tendo grandes impactos desse julho elevado, se a gente olha para as famílias, então ali, consumo de varejos, serviços não é tão grande a queda, só uma acomodação, a economia vai ter várias realidades dentro dela, e isso leva um PIB estável, mas já existem sinais de alerta para ter que começar a tirar uma parte dessa restrição, e é por isso que a gente espera um corte de juros aqui no começo do ano, genera e massa uma briga ótima, mas tem isso, mas acho que, apesar dessa, isso é super relevante a mercado, faz muita diferença, faz muita diferença para o momento certo de cada tipo de investimento, mas se a gente pensa no ano, tem um espaço para a corte de juros, então o ciclo total, como a gente falou, o orçamento desse ciclo, esse orçamento ele está girando ali na casa de 250, 300 bases, ou seja, o ciclo que poderia chegar em 12,5, 12 por ali, onde eu tiro esse orçamento, as nossas contas levam a isso, levam a 12, mas a gente pode olhar para o foco, por exemplo, do Banco Central, que dá 12,25 de ciclo terminal nesse ano, e é essa curva do foco, que o Banco Central usa para fazer os seus modelos de inflação, e quando ele pega a curva do foco, coloca no modelo de inflação dele, ele está encontrando uma inflação próxima de 3 e 2 no horizonte que ele mira, ou seja, é muito perto da meta, ao redor da meta, na nossa avaliação, ele vai começar os poucos, tirar a restrição justamente, dentro desse orçamento ele consegue ali no horizonte dele, se aproxima bastante do centro da meta. Isso é bastante relevante, vale, saltar para o ouvinte, que pensa a respeito de investimentos, porque realmente tem diferentes oportunidades que a gente observa aqui, no cenário, e é isso que a gente também coloca nas carteiras recomendadas da instituição, Primeiramente, claro, através do próprio juro real, que ainda segue com um pagamento bastante elevado de retorno, somente com momentos comparáveis a 2020 e 2014, como você mesmo falou na media que nós passamos por crises internas, e a mesma oportunidade na renda variável que no Brasil, a gente sabe que com a redução da taxa de duros, a renda fixa se torna, automaticamente menos atrativa para o investidor que vai atrás de outras oportunidades, então a renda variável gradativamente também vem se tornando mais interessante nesse cenário. E esse ponto é super importante, porque o investidor ele pegou esses últimos três anos, esse ciclo de elevação da Selic, e machucou muito, né, então o investidor que estava, ele vem de um ciclo com alta exposição a risco, a ele vem pandemia e tudo mais, depois a gente entra no ciclo de elevação de taxa de juros justamente por conta da inflação, que serve de controle, etc. E naturalmente esse processo fez com que os agentes concentrassem, né, então o sei que está nos assistindo provavelmente, está concentrado em CDI, e o que a gente veio falando ao longo de 2025, que é a proposta, que você reduz essa exposição em CDI, e comece a alocar em outras classes de ativos justamente para capturar esse movimento de queda de juros, que igual o tela colocou bem, né. Quando a gente olha para onde concentrar essa locação, a gente tem ali uma recomendação forte na classe de juros real, e na parte de renda variável. Para o aspecto macroeconômico, acho que um ponto que chamou atenção, você colocou bem a questão do PIB, né, da surpresa que a gente teve, inclusive, pesquisa econômica a bradezfo onde está aqui em 2025, porque a gente estava bem otimista com o crescimento em relação aos outras casas, e acabamos acertando bastante. Eu queria trazer também para a inflação, acho que a inflação foi outra surpresa positiva do ano, né. Muito, muito positiva do ano. Quando a gente lembra, é o final, o período do ano passado, as projeções de inflação estavam ali, pode pegar o foco na casa de cinco e meio, cinco e sete. E vários colégas já estavam estimando até números maiores, seis por cento. Eu acho que o mais alto que eu vi na época era sete por cento. Então, o ambiente todo era muito de muita preocupação com inflação. Ao PIB, não está desacelerando tanto, a gente ainda tinha um choque cambial enorme, porque, em dezembro de 2024, o cambio bate 6 e 20, isso tudo vai ser acumulando no ambiente de mercado de trabalho que já era quecido, agora até melhor, né. É, está desembro de que está mais baixa ainda, mas já eram desembro de baixo, isso vai gerar um caldo inflacionário muito grande, né. A gente nunca teve um cenário tão negativo, mas até a gente foi surpreendido com a inflação mais bem mais baixo, né. Porque o que acontece? Ali depois que o cambio bate 6 e 20, ele começa a entrar numa trajetória de forte valorização. E isso tem pouco, pouquíssimo haver com o Brasil, e tem tudo a ver com os Estados Unidos. Quando Trump assume isso, a gente conversou na nossa conversa de 2025, a principal dúvida era o que aconteceu com dólar. O que acontece com dólar? Porque é um governo mais protecionista, com riscos de aeropoliticos diversos no mundo, isso não deveria ser ruim para a moeda do país. E eu lembro que a gente discutiu, bom, tradicionalmente é, é ruim, se fosse o Brasil, por exemplo, com vários conflitos de aeropoliticos ao mesmo tempo e adotando uma medida com uma política econômica protecionista, a nossa moeda sofre muito. Mas como eram os Estados Unidos, existia dúvida, porque ali sempre foi o porto seguro, sei, revando o mercado inteiro. Deu qualquer problema, corre para os Estados Unidos. E dessa vez, óbvio, sim, bom, deram vários problemas, mas se eu correr para os Estados Unidos, é dar líquido saindo boa parte desses problemas. E aí, a moeda dos Estados Unidos comportou muito mais, de maneira muito mais similar ao que acontece com qualquer outro país que começa a adotar políticas econômicas ruins ou dubias. O dólar se enfraqueceu muito, não foi só a política protecionista, nem os riscos de aeropoliticos, tiveram vários riscos institucionais dentro dos Estados Unidos, frases que a gente não imaginou falar. É crise institucional nos Estados Unidos, com ameaças de demissão do presidente do Fed, ou uma ameaça de politização desse cargo, vou colocar alguém que eu confique, concorde comigo. Então, esse tipo de coisa machucou bastante a moeda americana, todas as outras moedas se beneficiaram, inclusive o real. Então, a nossa valorização sai do seis e vinte. Chegou, acho que no melhor momento, perto de cinco e trinta, pouco abaixo de cinco e trinta, esse um real, quase 90 centavos, ele é praticamente tudo desse movimento global, né? Mas não importa. Para a inflação, não importa o motivo, importa o câmbio. E aí, o câmbio melhorou muito os nossos preços de produtos importados, de insumos, tudo isso desaba. E a gente colhe um inflação de custos muito menor. Ao mesmo tempo que se acontecia, a guerra comercial estava acontecendo. E a China começa a desviar a sua produção. Não dá mais para exportar para os Estados Unidos com uma tarifa tão elevada, as meus produtos não são competitivos lá. Mas eu, China, produzo muita coisa e preciso da avasão a tudo isso. Meu mercado interno não consome tudo isso. Então, eles começam a exportar muito, começam, eles continuam exportando muito só que não para os Estados Unidos para outras regiões. Inclusive para o Brasil. E a gente estava aqui de braços abertos para receber muitos produtos chineses, produtos finais, vestuários, carros, mas alguns produtos também intermediários. Aço, que se tornou até um problema no meio do caminho. Enfim, várias cadeias aí com as suas histórias. Essa inundação entre aspas de produtos chineses também faz com que o preço cai. Então, você tem os dois vetores. Está mais barato importar porque o dólar, porque a nossa moeda se valorizou. E também porque os produtos estão chegando aqui mais baratos. Então, é duplamente mais barato. Esses produtos industrializados caem muito de preço, chegam aqui muito baratos. Ao mesmo tempo, super safra no Brasil ajuda a preço de alimentação para baixo. E, por fim, a gente ainda teve a política monetária, a gente não pode esquecer. Ela tem um bem e faz o seu papel de limitar os repaces de preço naqueles setores que poderiam ter repaces de preço. Por exemplo, o setor de serviços não é beneficiado por produtos chineses chegando aqui mais baratos. Muito pouco por câmbio. Mas, com a política monetária restritiva, tem limite do quanto eles conseguem ajustar para cima. Reajustar a inflação do serviço está acima de cinco e meio, mas tem um limite. Poderia ser muito mais se não fosse uma política monetária restritiva. Então, tudo isso vai se acumulando e você tem uma inflação que vai ser ao ano próximo de quatro e dois dentro da banda da inflação. A meta é três, um e meio para cima e para baixo. Você vai ser adentro. É bastante surpreendente. Eu acho que se a gente tivesse feito uma pergunta aqui, no começo de 2005 eu teria dado, sei lá, 30% de probabilidade. E aconteceu. Você está muito positivo. Galípolo, não vai precisar escrever cartinha esse ano. Preveu uma só e já acabou. Já acabou. Eu preciso a mais. Esse contexto do dólar é interessante porque ele também tem um impacto de certa forma do movimento de corte de juros pelo Fed. É um outro ponto que surpreendeu de certa forma mercado. A gente começou o ano falando que ia cortar, mas talvez não na intensidade que cortou e a dúvida é também os próximos passos. Então, olhando esse movimento do Fed, que cortou, começou a cortar juros ali em setembro e olhando para 2016, como está a perspectiva? O Fed, nessa onda de coisas que a gente não esperava dos Estados Unidos, o Fed tem tido uma política monetária bastante volátil para padrão Fed. Então, seja que no 2024 que ele começa, cortando de 50, ele corta 25. Qual ele diz que vai parar e para para um tempão. Aí não se sabe se corta, se não corta. No mês de 2025, quando Trump anunciou lá as tarifas, tem uma discussão não no Fed, mas a mercado de subir juros no meio do ano ali. E aí, ele acaba cortando. Hoje, a gente espera mais alguns cortes. Então, a gente espera que a Fed fãs chega ali em 3% no final do ano, tem mais alguns cortes à vista. Muito importante para isso é o novo presidente. Então, o pau fica até maio. Então, a gente deve ter o anúncio do próximo presidente em breve. O Trump está ali decidindo entre alguns candidatos, mas, em geral, todos os candidatos que ele tem se mostrado mais a favorção candidatos mais doves, que seriam a favor de juros mais baixos. Qualquer grande dilema do Fed hoje. O dilema é simples de explicar, mas é um dilema difícil de vocês capar. O Fed tem uma dupla missão. O Banco Sinal do Brasil tem uma missão, colocar a inflação na meta. Estabilidade financeira é essa em um direcional, um guia, uma prerogativa adicional. Mas a meta dele é a inflação. Nos Estados Unidos, ele tem uma meta dupla. Ele precisa manter a menor inflação na meta com a menor taxa de desemprego possível. Então, ele tem esse duplo mandato que a gente fala. Ele fica olhando mercado de trabalho e ficou olhando a inflação. A inflação lá não está na meta. Desse aqui ele já sabe que não está na meta. Ele deveria se esforçar para trazer a inflação para a meta. Qualquer o risco na inflação, as tarifas. Porque a gente não viu a inflação nos Estados Unidos disparar, por conta de China, porque as tarifas não foram tão altas quanto tinham sido anunciadas. Boa parte delas foram sendo reduzidas ao longo do tempo. As empresas usaram suas margens para não ter que repassar tanto para o consumidor final. Então, uma combinação de coisas. A inflação não dispara, mas existe esse risco ainda de ter alguma coisa. Então, a inflação não está na meta e tem um risco aqui. Pode estar diminuindo, mas é um risco. Então, o lado da inflação é um lado que não leva ao fédio a fazer vários cortes. Só que tem outro lado, que é um mercado de trabalho. E esse começou a dar sinais de infraquecimento. Os Juros Estados Unidos está alto para os padrões deles, está acima do neutro. Então, está restringindo a economia. Quando a gente olha o píbido, os Estados Unidos está tudo muito bem. Está crescendo, o consumo está indo bem, mas o mercado de trabalho começou a esfriar. A gente fala do porquê disso. Fato é, começou a esfriar. E aí, alguns segmentos começaram a demitir. O sinal de alerta para o fédio. Ele não pode ver o mercado de trabalho esfriar. Está a gente desemprego subiu lá. Depois de um ano de estabilidade, ela subiu 4,6, 4,7 agora. Aí, ele ficou com duas coisas em direções opostas. O mercado de trabalho diz que você deveria começar a tirar a restrição da economia. Mas a inflação não está te dizendo isso. Então, um presidente ou um membro do fédio, que seja um pouco mais doves. Talvez ele der mais peso para o mercado de trabalho. Fala assim, a inflação não está na meta, mas também não está tão distante. E eu tenho que me preocupar com esse mercado de trabalho. Um membro muito mais roxo, pode falar não. Mas se eu começar a tirar a restrição, esse mercado de trabalho pode aquecer e piorar a minha inflação que já está acima da meta. São formas diferentes de olhar para o mesmo problema, que é um problema difícil mesmo, né? Um problema duplo ali. Então, por isso que é tão importante, quem é o novo presidente, o presidente, ele é um voto, não é? Não é majoritar, nada disso. Mas influenci o debate para onde está indo essa conversa ali dentro do comitê. Então, isso pode ser um fator que ajuda a colocar os juros um pouco mais para baixo. Por isso, a gente tem a posta que vai chegar em 3%. Então, tem um pouco mais de corte de juros no fédio, que deveria, na nossa avaliação, manter o dólar, né? Não forte, tem falado, não é um dólar forte no ano. Talvez, mais próximo do patamar atual, poderia se infraquecer um pouco mais, poderia, historicamente ele ainda está valorizado, né? Mas já teve um grande movimento de fracessimento no ano passado. A gente só não acha que tem espaço para um fortalecimento estrutural, é de lado, ou até um pouco mais fraco. Perfeito, mi. Então, uma agenda relevante aqui para as pessoas acompanharem os nossos ouvintes que é a mudança na cadeira ali do tcherno fédio que vai acontecer na metade do ano aproximadamente, né? E, mi, a gente tem observado esse movimento de afrochamento monetário em diferentes economias, de queda, de taxa de juros. Aqui no Brasil vai acontecer, lá nos Estados Unidos já começou, bem como em algumas regiões ali da Europa. Eu queria entender com você quais são as consequências que vocês do pesquisa economicabara desculpe, servam com isso acontecendo, provavelmente consequências em dívida, em moedas, enfim, quais são as consequências para o mercado desse movimento? De afrochamento, esse pode eventualmente girar até mesmo uma inflação que tá escondida ali, enfim. A gente viu esse movimento de corte de juros, acho que Brasil e Estados Unidos são casos mais particulares, mas boa parte do mundo fez esse corte de juros em 2025, ou a maior parte desse corte de juros, a maior parte. Porque, a gente tem que voltar alguns anos, lá em 2020, começa a pandemia, depois um surto inflacionário, estava todo mundo com o juro super baixo, porque a pandemia todos bancos centrais derrubam o juro para não deixar a economia colapsar ou evitar um colapso econômico. Isso gera uma grande inflação, porque também os governos para evitar o colapso, dar um dinheiro, empresas e famílias, todos governos, todos governos do mundo praticamente. A inflação dispara e os bancos centrais vão correndo atrás com a taxa de juros, sobs sobs sobs juros, a inflação começa a acomodar, todo mundo começa a cortar, e isso foi quase que se encerre esse ciclo em 2025, com vários bancos centrais normalizando a taxa, saindo de um juro restritivo para um nível mais próximo do que é o equilíbrio, do que é o neutro de cada país. Dois casos ainda mais lentos nesse processo, Estados Unidos, que ainda estão com juros restritivos, mas em processo de redução, e o Brasil que. não, estava todo mundo cortando, a gente estava subindo, a gente e o Japão, é verdade, eles saindo de zero, e a gente chegando em 15, e agora a expectativa, o Brasil começa a cortar, vai ser o provavelmente o último país a fazer essa normalização e vai ser gradual, não é nada rápido. Mas começa a fazer essa normalização, contenta dessa história para a sua pergunta, então quais são as consequências? A gente está vendo o mundo normalizar a taxa, então o risco de uma inflação é menor, porque você não colocou. você não vê os países colocando a taxa de juros no campo estimulativo, os países não estão tentando acelerar muito mais o crescimento ou o que poderia levar a aceleração de inflação. Eles colocaram ali no ponto morto, estava todo mundo freando, agora posso dar, entendeu? Só botei no ponto morto fazendo nada, não quero acelerar por enquanto, então esse risco de inflação é menor. De fato que a gente viu no mundo em vários países, é um crescimento que surpreende, não foi só o Brasil que teve um crescimento surpreendente nos últimos anos, o resto do mundo também cresceu bastante. Então, com esse crescimento é uma inflação ali ao redor da meta, mas não tem uma necessidade agora dos governos outros, bancos centrais estimularem muito mais, olha os bancos centrais, não tem muito motivo para estimular muito mais o crescimento. Então como está todo mundo, mais ou menos aproximando do neutro, os efeitos deveriam ser de normalização, então a inflação vai caminhando para as suas metas em cada país, as moedas vão buscando a paridade em relação à sexta de moedas, todo, é quase que o mundo está tentando voltar aos equilíbrios, é claro que não é tão fácil, porque por exemplo os Estados Unidos ainda estão com o giro restritivo, uma moeda infraquecida, tem toda uma reconfiguração aqui, mas os bancos centrais estão tentando colocar os seus países mais próximos do equilíbrio. Em algumas regiões, como esse processo foi feito em 2025, até tem alguma expectativa de dato, o próximo ciclo vai ser de algum momento de juros, mas ainda tudo muito pouco, tudo testando esses novos equilíbrios. Eu fiquei curioso com uma coisa, você levantou um paradoxo nos Estados Unidos, que é, particularmente, uma dúvida grande que eu tenho, como é que você acelera a taxa de desemprego, sendo que o seu crescimento econômico está estável, sua inflação segue pujante, que alguma coisa vê com emigração, enfim. Tem mais a ver com o interior artificial, porque o que está acontecendo? Os Estados Unidos crescem muito, mas quando você olha, por exemplo, vamos pegar aqui, vou entrar um pouco na seara de vocês, vamos pegar, sem pí, e você para ele entre ações ligadas à tecnologia e ações de economia mais tradicional. Valejos, montadoras, montadoras, etc. bancos, inclusive, pode botar aqui, e todas as ações de tecnologia. Se você olha essa série, ela abriu uma boca de jacaré, as ações de tecnologia disparam e não é de hoje, já pensei, mas elas disparam, e aí sim, em 2025, as ações das empresas mais tradicionais, elas caem bastante. Então aquilo que a gente falava lá em abril, a essa política protecionista vai trazer uma diminuição do crescimento na economia americana, quando você olha o PIB, os economistas erraram grosseiramente, mas como eu a gente falava de Brasil, o PIB é um total de muitas coisas, ali dentro tem histórias diferentes. A gente pode ver isso no SMP, não só no PIB, o SMP mostra um pouco isso, as empresas tradicionais que não estão ligadas à inteligência artificial e à tecnologia geral diretamente, elas sofreram, elas reagiram como se esperava, você aumenta o protecionismo, você diminui, se aumenta custos de minu imagina, as empresas, elas começam a ter um resultado pior, aí elas investem menos, aí elas contrata ao menos pessoas, isso gera um efeito cascata na economia que vai crescendo menos, só que a mesma tempo que se acontece, a inteligência artificial está, não tem outra palavra, gente, bombando os Estados Unidos, se explodindo mesmo. Isso tem consequências para a economia real, porque essas empresas fazem investimentos, primeira coisa, mas porque elas têm um valor de mercado que cresce tanto, que todo mundoca investinelas. E aí a gente vê a riqueza das famílias crescendo muito, só no segundo trimestre de 2025 foram sete trilhões de aumento de riqueza das famílias americanas, não é só inteligência artificial, mas também é. Então, você vê as empresas e as famílias, que as empresas desse setor, e as famílias que têm ações, por exemplo, desse setor, estão muito bem, estão com renda, estão com recursos para fazer investimentos, aquelas famílias e empresas que estão se tradicionais, estão tendo muito mais dificuldades, já estão sofrendo com uma redução do emprego, já não tem capacidade de investimento, então, são duas economias distintas. Então, o PIB como um todo vai bem, porque sete trilhões a mais gera consumo, gera investimento, gera tudo, mas tem uma outra parte de economia que já está esfriando. A setora de tecnologia não são famosos por contratações numerosas, então, se os setores tradicionais começam a contratar menos, a gente vê a taxa de desemprego subindo e aí vem esse paradoxo. Você olha o PIB, ele está bem, ele está crescendo, você olha o S&P record, record, record, record e a taxa de desemprego subindo, porque são setores muito específicos que estão tendo um desempenho tão positivo. E até pegando um gancho, isso que você falou do S&P, é importante trazer para o nosso ouvinte, olhando para a 2006, a gente segue com uma recomendação estrutural em bolsa americana, obviamente, a gente entende que tem que ter nas carteiras, só que priorizar nesse momento operações estruturadas, aquelas operações que te garantem um retorno mínimo, desde que você abra a mão, efetivamente, de liquidez por um certo período. E isso se beneficia de duas formas. Primeiro, naturalmente, tiver alguma correção na bolsa americana, você tem um retorno mínimo garantido, e um segundo ponto importante, que, às vezes, o investidor ele esquece, que nesse momento de juros alto no Brasil, você consegue ter uma rentabilidade mínima garantida mais elevada. Então, esse ponto de você fazer uma operação estruturada para ter essa alocação em renda variável americana, faz muito sentido nesse momento, inclusive para você que, muitas vezes, está acumulando um resultado interessante dado que o S&P, quando a gente olha, em 2025, 2024 e 2023, foram anos de altas próximas ali, na média, a 17% ao ano. Então, uma momento interessante para a realização de parte desse lucro, a loca, isso, numa operação estruturada, garante, um retorno mínimo durante um certo período, isso é o S&P, obviamente, seguir nessa performance durante esse período, você captura a máxima do indicador. Então, hoje é a nossa cabeça, pensa no aspecto de alocação para a bolsa americana, está indo nessa linha, tem algum ponto mais aqui mesmo? Eu gostaria de ressaltar aqui esse ponto final, o pH. Quando a gente pensa em investimentos, a gente tem que pensar do ponto de vista de um tripé. É por isso que o pH até falou de uma possível garantia da rentabilidade ao longo de um processo de abrir mão de liquidez, quando a gente pensa em investimentos, a gente tem que pensar em segurança, retorno, liquidez. Neste tipo de operação estruturada, nós estamos abrindo mão da liquidez, realizando uma operação com muitas vezes é por um prazo mais longo para se obter-se uma segurança mais elevada, nesse tipo de operação com um retorno também, que seja mais interessante, em renda variável. É uma forma de aquele cliente que muitas vezes não gostaria de se expor ao risco, ao silação da bolsa de valores, ter muito provavelmente o seu capital protegido. Pelo menos para a gente finalizar aqui, o pH, questionar aqui a Mirian, a respeito dos riscos que nós devemos manter no radar ao longo desse ano de 2026. Porque você citou aqui alguns ao longo da nossa conversa, os riscos de alpolíticos, a troca do chairman Lado, Federal Reserve, do Banco Central Americano, quais demais riscos que o investidor deve manter no seu radar ao longo desse ano? Bom, em 2016, acho que o risco que a gente tem que manter no radar é vezes que eleitoral, não tem como a gente fugir desse tema, vamos separar um pouco. O que que é esperado para o Brasil em 2016? Tirando eleição, vamos porque não o seu jornal eleitoral, não fosse o jornal eleitoral, né? A gente esperaria o seguinte, primeiro tema, corte juros, esse é o tema de 2016 tirando eleição. Vamos falar de taxa de juros caindo. O que que determina a ritmo intensidade, cai mais, cai menos, começa antes, começa depois. Bom, a gente espera um crescimento, né? Um PIB, que desacelera ainda mais, então segundo o semestre do ano passado já foi de esfriamento, esse ano esfria um pouco mais ao longo do ano. Mas, aí, até pensando em alocação, importante lembrar que esse esfriamento da economia ele também se dá em dois compassos diferentes. O compasso do investimento, esse tem uma desaceleração bem mais intensa, porque o juros restrativo machuca bastante, né? Os investimentos principalmente investimentos de longo prazo, mas também uma parte ali da indústria que já está sofrendo, então essa parte bem mais fraca dentro do crescimento. Mas aquilo que é mais dependente do consumo das famílias de renda, de mercado de trabalho, isso ainda vai muito bem. Além de tudo, a gente tem vários estímulos, já anunciados pra 2006, de generação do imposto de renda, o aumento real do salário mínimo, valigar as pede meia, luz pra todos, todos esses são incentivos que mantém um poder de compra das famílias, né? Mais preservado. Então, aqueles setores mais dependentes de consumo, esses vão bem, a gente não espera desaceleração, eles devem crescer muito parecido com o que foi 2025, que foi um ano bom. E aí você tem uma desaceleração do PIB como um todo com essas duas realidades, investimento bem mais fraco, consumo mais sustentado. A inflação, ela segue a sua trajetória de desaceleração, vai ter encerrado ano passado em 4 e 2, esse ano deve ficar um pouco abaixo de 4, mas perto de 3 e 8. Então, é um cenário, veja, ele não é desruptivo, não é que você tem uma queda de PIB, ou uma inflação muito baixa, que faça com que a taxa de juros desabe aqui dentro. Por isso que vai ser um aspecto ativo, que são cortes graduais de taxa de juros, começa de janeiro ou março, vai cortando passos de 50 até chegar em 12% lá perto do final do ano. Aí, monitora isso, boa, a inflação começou a desabar, dá pra cortar mais juros, não, a atividade segue, olha como é resiliente, tem sido muita excelente notícia, talvez um corte um pouco menor. Então, esse é o "A vida normal" de 2026, e esses são os riscos que a gente monitora normalmente, como que está marcado de trabalho, como que está a inflação, o câmbio e tal. Mas, aí, tem um elefante na sala, que é a eleição de 2026, a gente não pode ignorar, esse é "orrisco" de 2026. Aí, algumas coisas, eleição, nos últimos anos, particularmente, a gente não tem a menor ideia do que vai acontecer de janeiro de 2026. Mas também não sabem fevereiro, março, abril, maio, chegue em outubro, e a gente ainda provavelmente ter a dúvida de quem vai vencer. Como é que a gente navega esse período? Mais importante, a ser taxa difícil, e uma gente cravar quem vai ganhar, como vai ser o governo, e tudo mais. Esse é um papo pra janeiro de 27. Mas, o que a gente consegue navegar nesse período? Primeiro. Em geral, a gente olhou todas as últimas seis eleições presidenciais aqui do Brasil. Então, já teve de tudo, já teve reeleição, já teve troca de governo, já teve eleição apertadíssima até o final, já teve tudo. Quando a gente olha todos eles esses eventos, o que acontece? O câmbio, ele fica com a mesma volatilidade de anos, não eleitorais, até junho. Então, até junho é vida normal. Isso significa que o câmbio vai ficar de lado? Não, porque volatilidade normal é 10%. Essa é a volatilidade padrão de anos de qualquer ano, eleitoral ou não, eleitoral no Brasil, 10% de volatilidade. Isso é uma boa notícia, né? Vai ser como um outro ano total, totalmente igual outros anos, só que, em geral, é volar de mesmo mercado emergente. Então, até junho, dá pra gente navegar como se a eleição ainda não diversa acontecendo. A partir dessa data, aí a gente vê movimentos muito distintos, tem anos em que você tem uma valorização de 10%, 20%, tem anos que você tem uma desvalorização clara de 20%, isso até a eleição, até o segundo turno. Após o segundo turno, aí não é todos, mas 70% dos casos, você vê uma valorização da moeda até o final do ano, porque você tirou risco. Agora você tem certeza, né? Em certeza, você sempre fica ali com um prêmio, a hora que tenha a confirmação, em geral, você vê a moeda. Se fortalecer, até o final do ano, aqueles dois meses ali finais, tá? Esse é o principal risco. Qual que é o candidato? Qual que não é? O que o mercado vai gostar? Eu tenho indito que, como economista, tem uma coisa que me preocupa na eleição, que é a política, obviamente, política econômica, mas a política fiscal, especificamente. Porque eu estou assumindo, isso é super importante, porque eu estou assumindo que a política monetária, que o Banco Central, não está mudando nada. É independente, vai ser o mesmo presidente, as diretorias que estiverem nesse ano vão estar no ano que vem. Então, não, eu tirei desse meu balanço de riscos, ou o Banco Central, isso continua. Então, o que que resta de importante aqui? O que é a política fiscal? Que é o grande calcanhar de aqueles da economia brasileira. Qual que é a nossa grande preocupação? O que a gente faz ali um comparativo com o mundo? Contas externas? Ok, aumentou o devs de conta corrente, mas a gente é financiado, a gente não tem dívida externa. É tudo tranquilo aqui no front externo. Quando eu olho crescimento, a gente voltou a crescer bastante, a gente mesmo nos últimos anos revisou o crescimento potencial do Brasil para mais perto de 2,5, 2,3,2,5. A gente fez várias reformas que ajudam esse crescimento potencial, inclusive, a reforma atributária que começa a transição neste ano, super relevante. A nossa inflação está se aproximando da meta muito longe de ser um grave problema, onde os controles inflacionários não é isso. A gente quer a inflação na meta, mas não tem esse controle inflacionário, então, qualquer que distoa, é a política fiscal, é a dívida. Nós somos um país muito individado para padrões emergentes. Então, um país emergente, geralmente, tem uma dívida mais perto ali de 70%, então, a gente está 80, 80 e poucos, e caminhando para uma trajetória de aumento de dívida. Até o final de 2030, 2035, a gente se aproxima do 100% da dívida com as regras atuais, com as regras fiscais atuais. Então, no fundo, a grande teme econômico da eleição é o que a gente faz com essa trajetória de dívida. A gente consegue diminuir essa dívida, a gente consegue diminuir esse crescimento. Será que, ao invés de chegar em 100, dá para chegar em 90? O que precisa ser feito? Tem várias formas de diminuir esse aumento da dívida, da prometer a ricadação, que as vezes passa por aumento de carga tributária, que ninguém quer ouve falar claro, mas é um caminho e tem, claro, o caminho de redução de gastos ou, no mínimo, redução do aumento de gastos, talvez não dê para cortar gasto. Mas dá para crescer menos. Então, essas escolhas políticas são super importantes, e a gente vai descobrir ao longo do ano, mas principalmente na transição do governo, quais são as escolhas que estão sendo feitas. E aí, sim, a gente vai poder saber se foi bom para mercado, foi ruim para mercado, até lá, gente, é volatilidade, não sabemos nem direito, quais são os candidatos, vai sair, não vai sair. Tudo isso a gente vai ter que acompanhar ao longo do ano, vai trazer alguma volatilidade, mas de novo, até junho em geral, a volatilidade dentro do padrão, e a gente vai ter que acompanhar aí todas as pesquisas, e a gente vai fazer eleitoral, a gente sabe como funciona, pode trazer muitas surpresas, revirar voltas, a gente nunca passa totalmente leso em ano eleitoral. Perfeito, me sabe enquanto você estava falando, eu fui anotando aqui alguns eventos, porque no primeiro trimestre desse ano, a gente tem expectativa de corte de juros aqui no Brasil. Em março, a gente vai ter a data limite para os candidatos à presidência a realizarem as suas determinadas filiações. Em maio, a gente vai ter o diário-meipal, eu deixando ali a cadeira do Federal Reserve, em outubro, teremos eleições do Brasil. A gente ainda tem um evento no final do ano, que são as eleições de meio de mandato, lá nos Estados Unidos. Super importante. Exatamente, e ao longo desse período, nós teremos todos os conflitos entre China e Taiwan, como você mesmo acitou o Russo e o Crânia aqui no Brasil. A gente também tem as questões elativas, a Venezuela, Estados Unidos, aqui na América Latina. O fato é que, ao longo desse ano de 2016, a gente já tem alguns eventos projetados, mas o investidor, ele não pode ficar esperando os eventos acontecerem para realizar o próximo passo de diversificação na carteira, porque senão ele vai todo momento postergando aquele investimento que deveria ser realizado. A grande chave aqui, eu acredito grande, realmente, o que tem que ser feito é diversificação. É o único almoço grátis, a única atitude que pode ser realizada de forma nos precaver desses eventos que trazem grande previsibilidade no cenário, não ficar esperando eles acontecerem, porque a todo momento eles estão no radar. E aproveitar o começo do ano, acho que o começo do ano é o ano que a gente geralmente para para revisar metas, para revisar algumas questões, acho que você parar e fazer uma restruturação da sua carteira, conversar com seu assessor, é um momento super importante. Se esqueceu de um evento aí, cara, tem culpa do mundo. Eu estava pensando, ele vai falar que estou vendo o seu copo. É que os jogos serão à noite. Ai, você não colocou no calendário, tem de entender. Bom, por aqui, acho que cobrimos todos os pontos, todos os tópicos, eu acredito que foi bastante completo, muitas informações elevantes aqui, para os nossos ouvintes. Não, e você fez esse calendário de eventos, já estou cansado de 2016. Não, não, é muito incompa do meu. É porque eu falei por ter uma pagada. É muito importante, porque olha, até bastante trabalho. Vamos, vamos aqui para a nossa conversa de elevador. Nosso nosso Eleveitor Speed, como a amiga já estivesse conosco aqui algumas vezes, eu acredito que a gente já consegue colocar alguns livros dela na nossa biblioteca. Duolary, especialista, mas a gente também queria pedir uma nova indicação. Sua, pode ser livro, pode ser série, pode ser uma indicação de site, pode ser do mercado financeiro, ou fora desse contexto, fica totalmente legal. Beleza. Não, porque eu vim preparado, essa vez. Eu sempre vai comer de surpreso. Tenho duas, uma de mais ligada, negócios e outra pra dar descansada, esse era o difícil. E para que a supertença série nem é tão descansada assim, mas começando com mais relacionada a negócio, é um podcast, na verdade, é um podcast americano, chamar "quired". É muito bom, eles, primeiro, já é super consolidado, eu acho que tem quatro anos, cada episódio tem quatro horas de duração, é enorme, mas porque eles se dedicam e vão muito afondo na história de algumas empresas. Então na verdade, todo o podcast programas, eu queria indicar dois episódios específicos, que eu, desde o primeiro segundo, fiquei presa neles, eu ouço de carro, eu pego muito trânsito. E aí, ficava até trístico quando eu não pegava trânsito, queria saber o que aconteceu. Um é da Elvia Mate da Louis Vuitton e outra da Hermes. E eu acho que tem que ser os dois assim, meio na sequência, porque são duas empresas que tomam caminhos muito diferentes na sua trajetória, as duas são muito consolidadas, com muito retorno, com lucros fantásticos, muito reconhecidas, né Louis Vuitton? Bom, Louis Vuitton o grupo, né, e Hermes, e mas eles tomam decisões completamente diferentes, não voltam muito atrás, e os dois também têm muito sucesso. Então, é super interessante, e fazer essa comparação, eles fazem também, no podcast, mas fazer essa comparação desses dois caminhos, é super interessante, eu até fui atrás depois para ver o balanço das duas, para saber como é realmente interessante. É isso aí, é a "Quired Hermes" e "Elvia Mate". E aí, depois de ter ouvido o podcast quatro horas, todo mundo merece da descançada, tem uma série que estreou agora, agora mesmo, no começo do ano, no Prime, que é "All Her Fault". Não sei como está traduzido, tudo é culpa dela, talvez seja isso. Mas é super interessante, assim, eu vou contar os primeiros dois minutos, uma mãe vai buscar o filho de um play-date, né, o filho dela foi brincar na casa de um amiguinho, e ela vai buscar. E quem pegou o filho na escola é mãe desse amiguinho, eu pego seu filho, e eu vejo eles para a minha casa, eles brincarem, ela tá bom, beleza, leva, né? E eu vou buscar, aí quando ela chega, aquela casa não mora, aquela mãe, aquela pessoa nunca ouviu falar, nem da mãe, nem do filho, nem do outro filho, quando ela liga para a mãe que teria pegado, me fala assim, eu não te mandei nenhuma mensagem, nem estou na cidade. E aí começa a sério, mas olha, eu estou assim, pera 5 minutos já tá obcecado na frente da tela, é bem legal, então fica a recomendação. Já deixou uma pulga atrás deoria, a curiosidade. Bom, agora a mim, eu acredito que a gente vai chegando aqui na nossa finalização, a gente agradece muito pela sua participação aqui conosco, representando aqui o pesquisa econômica para a Desco. Eu sei que não é fácil de parar uma hora ali de seu tempo, porque é extremamente corrido, mas eu tenho certeza que aqui você ganhou muitos ouvintes, muitas pessoas assistindo para utilizar a toda esse conteúdo e queria deixar a palavra final com você também. Bom, primeiro, super obrigada, é sempre um prazer participar aqui com vocês, é uma das minhas editorias favoritas, eu também sempre ouço esse podcast, não é só o Acuired. Não, mas eu sou mesmo, acho super interessante. Obrigada, em 2021, você é um ano super cheio de eventos, como você colocou, contém com a gente da pesquisa econômica comigo, com todos os que vocês precisarem para a gente navegando esse ano, que vai trazer muitas emoções. Boa, e você que nos acompanhou até aqui, esse foi mais um episódio do olhar de especialista, o podcast do Bradesco, que explora o mundo de eventos junto com você. Muito obrigada. O interior tem caráter exclusivamente informativo e não deve ser interpretado como orientação financeira jurídica com tábio ou tributária. Então, um pouco constitui recomendação de investimento de qualquer título, estratégia ou produtos específicos. Adicionalmente, antes de investir em qualquer produtos financeiro, é fundamental que o investidor avali-se é compatível com o seu perfil e objetivos, buscando, se necessário, o apoio de profissionais especializados. No caso de fundos de investimento, é imprescindível a leitura atenta do regulamento e dos fatores de risco antes da aplicação.
Podcast Summary
Key Points:
Captura do presidente da Venezuela Nicolás Maduro em 2006 pelas forças militares americanas.
Impacto da situação geopolítica na Venezuela no contexto macroeconômico.
Expectativa de queda da taxa de juros Selic no Brasil no primeiro trimestre de 2016.
Summary:
Em 2006, as forças militares americanas capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, impactando a situação geopolítica e econômica na região. A Venezuela, com sua maior reserva de petróleo do mundo, enfrenta desafios econômicos devido a sanções e instabilidades políticas. Espera-se uma queda da taxa de juros Selic no Brasil no primeiro trimestre de 2016, após anos de crescimento econômico e juros elevados.
A estabilidade econômica brasileira indica a necessidade de reduzir a restrição monetária para manter o crescimento e evitar uma recessão. Esta mudança na política monetária pode influenciar investimentos, tornando a renda variável mais atrativa. A situação geopolítica na Venezuela e as perspectivas econômicas no Brasil são temas-chave a serem monitorados para entender as dinâmicas regionais e globais.
FAQs
A captura do presidente da Venezuela em 2006 pode impactar as relações geopolíticas e econômicas, gerando incertezas e instabilidade no cenário internacional.
A expectativa de queda da taxa Selic no primeiro trimestre de 2016 se deve ao desempenho da economia brasileira, que demonstrou resiliência e crescimento, permitindo a redução dos juros para estimular a atividade econômica.
A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo, e seu retorno ao mercado poderia impactar significativamente os preços do petróleo no médio prazo.
A estabilidade econômica do Brasil em 2025, com crescimento moderado e baixo desemprego, permitiu a manutenção da taxa de juros em níveis elevados, visando controlar a inflação.
A redução da taxa de juros pode tornar a renda variável mais atrativa em relação à renda fixa, oferecendo novas oportunidades de investimento para os investidores.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.