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O sócio pulou fora, mas desistir não era uma opção | Rômulo Simas

25m 28s

O sócio pulou fora, mas desistir não era uma opção | Rômulo Simas

Rômulo Simas conta sua trajetória como empreendedor, começando pela MoVT, sua sexta empresa, criada há 14 anos. Tudo começou quando ele precisava gerenciar equipes remotas entre Florianópolis, São Paulo e Porto Alegre, sem a estrutura atual de trabalho remoto. Ao descobrir as ferramentas colaborativas gratuitas do Google, percebeu uma oportunidade de negócio: revender e implementar soluções Google para empresas. Ele deixou uma carreira estável em uma grande consultoria para se dedicar ao novo projeto, mas logo enfrentou um revés: o sócio inicial desistiu, deixando-o sozinho. Mesmo sem recursos financeiros robustos, Rômulo decidiu seguir em frente, recusando a volta do sócio, pois acreditava que o negócio precisava de comprometimento total. Ele convidou um novo parceiro para vendas e, mais tarde, um terceiro sócio técnico, o que permitiu expansão significativa. Hoje, a MoVT atende mais de 500 clientes na América Latina, focando em médias e grandes empresas, com cerca de 70 funcionários. A filosofia da empresa é priorizar eficiência e automação antes de contratar, mantendo o mesmo quadro de pessoal por quatro anos. Rômulo também destaca que o esporte, especialmente o triatlo, foi fundamental para desenvolver disciplina, consistência e resiliência, essenciais tanto nos treinos quanto nos negócios, e reforça que o empreendedor deve sempre resolver problemas reais para gerar valor.

Transcription

3787 Words, 20798 Characters

Portuguese
[Música] Mais um episódio do Putz é agora chegando para você, meu nome é Caso Polite. Hoje eu recebo com muito prazer aqui o Romulo Simas, que é CEO e fundador da MoVT, que é uma empresa de tecnologia, mas é legal apresentar como uma das principais parceiras Google Cloud na América Latina. E aí, durante a conversa aqui, a história que o Romulo vai contar, você vai até entender um pouco mais da MoVT, porque tem a ver com a história, a empresa, além da história de empreendedorismo do próprio Romulo. Romulo, muito bom, eu vou ser aqui, obrigado pra aceitar o convite, tirar um tempo na agenda e entre viagens e eventos, pra me atender e gravar esse papo aqui. E aí, Rez Caso, maior prazer. Espero compartilhar histórias aí que experem outras pessoas e vejam o empreendedorismo como ele é de fato. Não só aquele empreendedorismo da capa de revista, mas é de palco, funciona prática. Cara, aqui a gente não traz empreendedor de palco assim, aqui se o cara não tiver perdido mais noite de sono, desculpa, mas é. Entrei outra categoria, não é um empreendedor. Mas, vamos lá, vamos bater esse papo e. Eu queria que você me levasse de volta a onde começa essa história, eu sei que é uma história de um puto-se agora, temço ali, né? Mas não vou tentar contar a história tendo você aqui, então me leva de volta ao dia em que essa história começa e conta o que aconteceu por favor, Romulo. Legal, legal, Caso. A MoVT é a minha sexta empresa, até depois ela veio, vieram mais duas, né, até mais duas, depois ela, mas ela é a minha sexta. Então, tem aí uma jornada no empreendedorismo, então são 25 anos trabalhando com BIT-UB, então sempre trabalhei com tecnologia e, casualmente, durante a vida, sempre BIT-UB, e a MoVT há 14 anos atrás, eu trabalhei em muitos anos na data-sul e totos, né, trabalhei na data-sul, depois teve a corporação da tosse, e durante essa trajetória, eu sempre ligado em oportunidades de negócio, na assertive isso muito presente, e naquela época queria uma tese de empreender, então foram três anos ali que eu estava procurando, qual era, qual seria o negócio mais adequado a minha tese, e durante ainda, quando eu estava na data-sul, na tosse, eu me mudei, eu sou de Porto Alegre, me mudei pra Floreanoapolis, e tinha a equipe em São Paulo, Joem Ville, Porto Alegre, o cliente em Porto Alegre também, eu morando em Floreanoapolis, e não tinha a estrutura de trabalho remoto que tenho hoje, era tudo muito mais ornamentado, foi aonde que eu tive que procurar alternativas de como eu ia gerir essas equips e conectar essas equips à distância, foi quando eu descobri, não me lembro como o Google Drive, como pacote gratuito, onde existiam planilhas e documentos, que poderiam se trabalhar de forma compartilhada ao mesmo tempo nas edições, então, aí, nos que eu me lembro, eu vou ter uma planilha onde tinham todas as demandas projetos integrando todas essas equips, e acabou com aquela versão 1, versão 5, versão final de documentos, o mundo trabalhando no mesmo documento ao mesmo tempo, aí, já foi pra contráculo, já foi pra propostas e todos os documentos de projeto, eu era o gerente de projetos naquela época, foi onde eu disse, "Caramba, isso aqui é espetacular esse negócio, isso aqui resolveu um baita do problema, e aí nesse período, eu só fiz uma pós-graduação de estratégia e marketing digital, foi onde eu conheci um colega que tinha uma empresa de Google Ads, uma parceira Google+ de Google Ads, e eu achei que era incrível, é um cara brilhante, Ricardo Azeverto, e eu fui conhecer a gente, a deles, cara, muito legal isso aqui, e eu descobri que tinha isso que me resolveu de forma gratuita, existia essas mesmas soluções para empresas, e eu descobri que tinham empresas que revendiam essas soluções e implementavam essas soluções, o que naquele momento fez muito sentido na minha tese de usar toda a minha experiência, a gente vê, e com consultoria, muitos anos, e implementações muito críticas de RPG, são implementações muito difíceis, e eu descar isso aqui, tem coisa aqui, deixa eu dar uma olhada nesse negócio, aí comecei a pesquisa, olha a entender um pouco mais, convidei um sócio para tocar esse negócio comigo, então eu tocava, comecei a to questão do atez, dendeiando e ele entregando, e aí. Você não era o cara de ter, era ele o sócio, o de ter. Boa, embora eu gerenciasse projetos, e fosse um futuro grande parte da minha vida, eu conhecia tecnicamente, mas entre nós dois a gente viu o cara, quem faz o melhor o que é, e ele era técnico, ele toca parte técnico e que eu toca parte de negócio, então nesse sentido a gente dividiram só dois, não tinha equipe zero, era só nós, aí nesse momento o cáscio, e a gente começou a testar, vender um cliente, vender outro cliente, e aí vendemos um cliente relevante, aqui em Flora Nópolis, que é a maior uma obediária, inclusive aqui da Santa Catarina, e isso chamou até a atenção do Google, Google us procurou, e chegou a hora, né, e nisso eu já tinha começado a minha transição da própria data sul, porque eu vi que, agora, esse aqui virou meu plano, a vou botar toda a energia nesse negócio, e comecei a fazer uma transição, porque eu tinha uma responsabilidade muito grande nos projetos, eu tocavo o maior projeto, era de um banco, e fiz essa transição na data sul, e eu não me lembro exatamente o dia, mas aí perfei-lávamos, vou dar exemplo, de a 10, de um determinado mês, eu desliguei completamente da TOTS, para tocar 30%, a empresa naquele momento, e aí dado 10, 15 dias depois desse deligamento oficial, né, agora que não tenho mais a vida TOTS, agora é 100% a vida Google, que esse meu socio, que era, foi, era um muito amigo, eu volava tudo muito bem, chegou numa segunda feira, e disse, caro, não quero mais, esse negócio não é pra mim, não me venhos demais aqui, e o TOTS, agora, ele falou, segura firme no pincel, aí que eu vou puxar a escada, meio isso, né, e aí, assim, cara, tu compra na parte, isso, cara, como você compra o meu parte, é muito negócio, e isso, assim, nem falar e tia aquele momento, nós preparamos, né, em termos de paixa, né, de tudo, mas naquele momento eu tinha salário, e eu disse, "Ah, e a loira, o que eu faço?" e aí que bem, acho que o ponto de estar preparado para o problema, né, eu estava preparado financeiramente para o problema, porque empreender, para não saber quando que vai vir o problema, mas ele vai vir, e aí naquele momento, eu disse, bom, cara, se tu não quer, um abraço, esse aqui era meu plano-a, meu plano de vida, e eu vou tocar, e só que eu me se eu falei, mas eu não sabia o que eu ia fazer da minha vida, né, só pensava, "Carnão, não vou dar um passo para trás, só vou caminhar, e vou fazer esse negócio crescer, e aí, segundo a terça, a pessoa chegou aqui, na feira, ele puxa, pensei bem, né, vamos, esquecer antes, não, não, não, daqui para frente, não tem mais negócio, porque se não é o plano da tua vida, não funciona, porque não pode dar a vida. Não pode ficar a vida. Por pena, né, ou por peso na consciência aqui, né, meio isso, né? É o negócio, né, cara, aquilo ali, e ele tem que estar 100%, né, ele não pode estar, e aí, era essa, a tua decisão de não voltar atrás, não era muito por orgulho, era racional do tipo, cara, se esse cara não tiver aqui tão empenhado, cuento eu estou, eu continuo não tendo o sócio que eu quero, é meio que essa ideia. Perfeito, não, perfeito, perfeito, porque se não é o negócio da vida dele, não serve como um ser difícil que não dá, porque na minha, naquele momento, era uma decisão que eu larguei uma carreira com sua lidadíssima, super estável, para tocar o negócio. E aí, naquele momento, eu descarquei o que eu faço, não, Deus, não, Deus procurei. Era só você, dois desculpa, Romulo, tinha mais de. Era só nós, eu mais sagiara, gente, eu tinha mais sagiara naquele momento, a bruna, a primeira sagiara, inclusive. Então, assim, eu tinha os clientes que tinham continuado tendendo, eu tinha uma receitinha ali, bem tímida, né, que nem mal pagava as contas, e aí, eu conheci uma outra pessoa que era do relacionamento dele, em que um vídeo, e é um. A Ita do Vendedor era a Culte de Vendas, é um cara que estava fazendo uma carreira, assim, indo mais pro lado de preparação de venda, de vendedores, e aí, eu chamei ele, que eu tinha convidado ele para trabalhar na Moft, mas não deu. e dá. do momento, eu chamei ele do Douglas, um negócio seguinte, cara. Conteceu isso isso isso isso isso eu tenho uma proposta pra te fazer. Eu tenho a empresa aqui, que é uma empresa muito pequena, ainda. Tudo tá começando com a tua carreira de fote de vendas. Eu abro a minha empresa pra que tu tem um case e eu ganho o seu serviço. Hoje a gente se ajuda e vamos nessa. Ele topou na Orte, também tava começando com essa parte de curte de vendas e carreira. Ele topou, e a gente começou a tocar ali junto, estruturar e tudo mais. E ali, o que que nasceu da ali? A sociedade, depois que veio até os dias de hoje, aonde nós unimos forças e aí ele se enxinha esse fítico amigo de carça. Aqui é o negócio da nossa vida, tem que ser o negócio da nossa vida. E a partir da li, então vamos juntar força e vamos tocar esse negócio. E nisso, tocamos até o. Isso já faz em 12 anos, dá entrada dele. Até a móvite. E hoje, profelizmente, a decisão lá do Putte, se agora foi super acertada, porque se tivesse dado o Robert, que não teria toda essa história que foi construída, hoje estamos aí com mais de 500 clientes, referência na América Latina, em soluções BITI O Big Google, e infraestrutura, segurança, colaboraça liar. Então hoje, ateremos clientes muito grandes, nós foca média e grandes, na casa de 70 funcionários, e aí, felizmente, crescendo, ano contra ano mais de dois gístis. Então, aquela decisão do Putte, agora que eu faço, no fim, foi a mais certa naquele momento. E o resultado que você trouxe aí, e como é que você fez com a parte técnica? Porque você ficou manco ali naquele momento em que o seu sócio decidisse sair. Você ficou manco de uma habilidade técnica que hoje ainda é mais tranquilo de você resolver, porque tem aí há, tem profissionais mais junios que conseguem fazer coisas mais cenas. Mas está falando de 12 anos atrás. No profecial não era raro e caro. Você ficou manco dessa parte, e pela trajetória que você contou agora com os resultados, você não só superou essa deficiência técnica que pintou, como expandiu, como adquiriu outras habilidades técnicas para poder oferecer o que você ofereceu. Como é que foi? Como que você cubriu a parte técnica? Ó, te me adianta. Naquele momento, quando entrou dogo-las, o que cada um é melhor. E ele era um belidor absurdo, muito bom de vendas. Já que está melhor em vendas do que eu, toca vendas que eu volto para parte técnica. Então, como eu já tinha não super técnico, mas eu sempre enchei em seitim os técnicos. Aí eu fui para a parte técnica, e aí ele cresceu vendas, eu cresci o time técnico. E eu migrei para fazer as entregas. Então, todos os entregas técnicas ficavam comigo, e todas as vendas ficavam com ele. E o time que naquele momento caro, quem é melhor no quê? E separamos e foi embora. Os cinco anos de empresa, aí entrou um terceiro sócio que esse sim é técnico, absurdoamente, técnico, que é o editor, o que é o nosso terceiro sócio. Que aí sim, ele veio para fazer esse crescimento mais exponencial que nós tivemos em termos técnicos, porque ele a gente expandiu por de folho, além do Google Express que foi onde nós nascemos. Aí ele trouxe todo um no-how-techno, porque nós expandimos, aí sim, expandiu muito tecnicamente. E como é que o cara naquela época, como é que a gente reorganiza isso aqui? Vamos embora. O jeito que dá é isso aí, essa é a vida real do empreendedor. E como é que foi o crescimento de pessoas a partir da época? Porque esses foram ganhando clientes, vocês tinham os dois elementos principais ali. Tenham o produto e por produto do santo caro-techno, foi você no começo e tem a venda. Que são os dois ingredientes essenciais de uma empreitada nova. Mas o time veio crescendo depois. E se deu números aí, que são, me chamam atenção, mais de 500 clientes. Mas o seu red count não cresce na mesma proporção. Que filosofia que você adotou para número de pessoas, as eficiências das pessoas e por aí vai? Bom, com o entrada do Ed Wilson, que foi ali 21 mais ou menos, falou que depois da pandemia, nós, aí sim, fizemos um investimento bem consistente em time, porque tivemos que crescer em tecnologia. E no nosso caso, como é uma constróer muito técnica, a gente migra essa pera, migra ambientes complexos, eu tinha que ter excelentes técnicos. O que nós vendemos aquele momento, vemos que contratar. De novo, a jornada da empreendedor. Aonde somos melhores? O dogo das continuô, na parte de vivendas e marketing, Ed Wilson entrou para a parte técnica e assumiu, inclusive, o que eu fazia, tecnicamente. E eu, oi, estrutural plano de crescimento da empresa financeiro e pessoas. Porque nós saímos de 15 para 40 pessoas em 6 meses e temos que estruturar isso. Então, migrei para essa parte para estruturar a companhia para esse crescimento. E aí vem a questão do empreendedor. Contratamos muitas pessoas, só que acontece com o sualto, margin de menor e essa conta chegou em algum momento em que a gente hipópica, espera aí, o curso está vendo muito antes da receta, a gente foi se organizando, reorganizando para estar isso bem ingerido. E fazem quatro anos que nós temos o mesmo número de radicals, então a gente cresceu, cresceu, estabilizou. E qual é a nossa filosofia em termos de eficiência? E a gente que tem pessoas, pessoas, pessoas e tecnologia, é o que faz aquela tria de super básica eficiente. Então, antes de pensar em qualquer aumento de radicals, nós pensamos. Os processos estão no seu auge, da sua maior eficiência, estão. Estamos com as melhores ferramentas para que o processo flua e não precisa contratar, estamos. E sim, a gente abre uma vaga. E isso aqui não tiver muito bem coberto, então volta a líder, volta a lagerente, trabalha a partir de ciência, para que daí sim e depois vem defender radical. Mas, Romô, vocês estão com a mesma estrutura em quatro anos, como. Não, nós fomos eliminando áreas criando outras áreas, aumentando o time de ventas, restruturando estruturas para sempre se adaptar ao melhor momento que a gente precisa estar com a empresa. Por exemplo, neste momento, a gente cresce muito e sai de segurança e ai. Então, a gente tem que moldar as operações para esse crescimento, para que a gente consiga captar toda essa oportunidade, que o momento nos dá, obviamente, a visão futura. Então, a gente vem modelando as operações para acompanhar o crescimento da companhia, mas, felizmente, com mesmo número de reticar. Claro, com aí agora, a gente tem captado muito de isso, também, de automatizar processos e manter o mesmo número de radicals. O grande aprendizado para você, Romô, vocês têm que presa. Se você caísse, aí, ou caí um dia na sete, uma empresa, e pensando nessa experiência, como seria aquele aprendizado que você provavelmente vai levar para uma nova experiência como empreendedora? Acho que assim, sempre tem que saber o grande problema que você está resolvendo. Isso é muito batido, mas se você não resolve um problema, você não tem utilidade, ou você gera receita ou reduz custos de despesa. É isso que você entrega de valor para as companhias, não fim do dia, mas eu quero melhorar tecnologicamente, para que? Para reduzir despesa e custos ou, meu está receita. É o feijão com arroz. Feijão com arroz bem feito, caso. Para mim, é o que entrega valor. Depois vai temperando, vai melhorando, vai aperfeiçoando, mas eu tivesse que recetar hoje a carreira, para o próximo 20-25 anos em tecnologia, eu olharia para isso. Qual o grande problema que eu posso resolver? Bala a melhor forma de resolver esse problema, e hoje em dia, fora a mais eficiente que eu possa escalar isso, usando o mar de tecnologias e oportunidades que a gente tem hoje que poxar. Hoje é um privilégio, quem começa a empreender hoje, tanto é que tem muitas novas profissões, problemas, produtores que nem exitiam, hoje existem que a gente nem imagina. Mas eu acho que esse é o grande ponto, sabe? Qual o valor que eu entrego para o meu cliente? Ponto, acho que esse é o entendendo e achando isso, aí é disciplina, é resilência, é trabalhador, porque a vida do empreendedor, ela é a trabalhar, escuto, não? Não, eu quero ter nem presa para ter, é liberdade, a gente fala. - Nessa história, só nessa história, sem contar o resto da tua jornada, você teve muitos convites para desistir. Acho que esse é o ponto que acho que entre o indivíduo mais enfrenta. Toda hora tem uma razão para você fraquejar. E talvez você, mais muitos imbrividores, pensam em desistir. Está pesada demais a cruza, não sei se eu vou conseguir carregar. Você tem uma atividade, desculpa abrir aqui um pouco da sua vida, mas você faz aeronêneo, sempre fez provas de resistência, maratona, com resultados para um amador expressivo. Mas ainda que não fosse expressivo, só resultados de seres mortais. E o brinco, somos todos pangarez. Pregulamos pangarez mais descovados, escutei em te tratar. Mas não vai correr lá com a elemente, por sangue. Pergunto o que eu queria te fazer é ter influência do tipo aquilo que você pratica treinando. Um dia que você não está afim, você está cansado, você dormiu mal, você está com um problema na empresa, você está com, sei lá, um filho doente. Mas cara, eu tenho o que levantar e compre essa rotina de ferro aqui de treinar. É a última coisa que eu queria fazer hoje, era treinar por duas horas e meia correndo, pedalando, nada não sei lá. Tem influência do tipo, é um ajuda para mentalidade, para força interior, para praticar um esporte como esse? Absolutamente, acho que não fosse o esporte, eu não teria a resiliência, performance e disciplina que eu tenho no trabalho. Claro que tem que ter um custo atrás disso, mas como você falou caso. Aquele dia que não está tão animado para treinar, é ser a maioria dos dias. A primeira da manhã, cara, você já dá forma que for. E sair e fazer o que tem que ser feito, é muito difícil. E isso que eu falo até para as minhas filhas, primeiro faz o que tem que ser feito. Depois, o resto, né? É fazer o que tem que ser feito, acho que tanto no empreendedorismo, na, em tocar negócio. Quanto no esporte, primeiro esteja com a cabeça focado e fazer o que tem que ser feito. Porque no empreendedor, ele passa muito mais, resolvendo problemas e questões que até, normalmente, não gostaria de estar trabalhando naquilo, queria estar desenvolvendo negócio. Se eu não ter executivo, nós não temos que resolver coisas no dia a dia que nem sempre. Ou a maioria delas não é o que você mais gostaria de fazer. E no esporte é a mesma coisa. Tem que ter esse notiver disciplina, não é o que tem que ser feito. Aonde tiver, eu estou viajando. Vai lá, é como eu estou treinando, dá o jeito, né? E a prova de aeroném, ela não é o pior. O pior é a preparação. É só prova de avô. A prova de avô é legal. Tem que te ver, tá, né? A prova de avô é de avô. Mas realmente a preparação, o que mais é isso, né, é. Acontece que acontecer é fato que tem que ser feito, o cúmptol treino, o cúmptol compromisso, o treino disciplina. Até um dia e tava conversando com o amigo. Todo treino. "Ah, meu Deus, agora hoje, foi treinada seis a sete." "Ah, frio? Hoje tá frio e aí. " Ah, não, vou. Eu vou, né? A primeira vitória diz que é "tudo botar o teu tênis e sair da porta de casa." - É. - Que ela é a primeira vitória, né? Depois você tá curando. E só que nenhum treino hoje na minha vida, eu me arrependido depois de ter feito. - É isso aí. - Essa sensação de. Será que eu vou, será que eu não vou essa negociação que todo dia acontece e todo dia eu ganho de lo e voo, mas depois eu sei que não existe arrependimento. Isso ajuda demais no mundo dos negócios, mas demais mesmo, como ter. E isso é no seguinte, né, caso de ciclina, consistência, persistência, cara, é imbatível. Se você quer fazer algo de médio longo prazo, não negocia isso, isso é innegociável. Curto prazo, por longe, tá? Agora, médio longo prazo, se não tiver consistência, resilência, é bem mais difícil de dar certo. Cara, é muito bom te ouvir. Parabéns pela trajetória, parabéns pela filosofia que você implanta. Talvez de dentro você não enxergue tanto o valor, talvez enxergue, mas é muito nitido pra quem tá de fora. Como tem uma filosofia, uma atitude vencedora, uma filosofia por trás disso, que dá base pra satitude. Então, te agradeço muito, como eu vou bater esse papo e parabéns pela trajetória. E os caras mal prazer, tá dividindo histórias, né, e de novo, cara, assim, acho que o nosso papel é ajudar os outros, né, ser esse papo, alguém pegar uma frase, pegar um insight, pegar seja o que for uma vírgula, né? E já fiz esse sentido, né? Já é inspirar de alguma forma? Já valeu demais.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Rômulo Simas é CEO e fundador da MoVT, empresa parceira Google Cloud na América Latina, e sua sexta empreitada empreendedora.
  2. A MoVT surgiu há 14 anos, quando Rômulo descobriu ferramentas colaborativas do Google para resolver problemas de gestão remota de equipes.
  3. O sócio inicial desistiu logo no início; Rômulo seguiu sozinho, com apoio de um novo parceiro de vendas e depois um terceiro sócio técnico.
  4. A empresa cresceu para mais de 500 clientes, mantendo cerca de 70 funcionários e o mesmo quadro de pessoal nos últimos quatro anos, priorizando eficiência e automação.
  5. Rômulo destaca a importância de resolver problemas reais (gerar receita ou reduzir custos) e a influência do esporte de resistência (triatlo) na disciplina e resiliência empresarial.

Summary:

Rômulo Simas conta sua trajetória como empreendedor, começando pela MoVT, sua sexta empresa, criada há 14 anos. Tudo começou quando ele precisava gerenciar equipes remotas entre Florianópolis, São Paulo e Porto Alegre, sem a estrutura atual de trabalho remoto. Ao descobrir as ferramentas colaborativas gratuitas do Google, percebeu uma oportunidade de negócio: revender e implementar soluções Google para empresas.

Ele deixou uma carreira estável em uma grande consultoria para se dedicar ao novo projeto, mas logo enfrentou um revés: o sócio inicial desistiu, deixando-o sozinho. Mesmo sem recursos financeiros robustos, Rômulo decidiu seguir em frente, recusando a volta do sócio, pois acreditava que o negócio precisava de comprometimento total. Ele convidou um novo parceiro para vendas e, mais tarde, um terceiro sócio técnico, o que permitiu expansão significativa.

Hoje, a MoVT atende mais de 500 clientes na América Latina, focando em médias e grandes empresas, com cerca de 70 funcionários. A filosofia da empresa é priorizar eficiência e automação antes de contratar, mantendo o mesmo quadro de pessoal por quatro anos. Rômulo também destaca que o esporte, especialmente o triatlo, foi fundamental para desenvolver disciplina, consistência e resiliência, essenciais tanto nos treinos quanto nos negócios, e reforça que o empreendedor deve sempre resolver problemas reais para gerar valor.

FAQs

A MoVT é uma empresa de tecnologia fundada por Romulo Simas, sendo uma das principais parceiras Google Cloud na América Latina. Ela atua em soluções de infraestrutura, segurança, colaboração e Google Cloud, focando em clientes de médio e grande porte.

A MoVT começou quando Romulo Simas, trabalhando remotamente, descobriu que as ferramentas gratuitas do Google, como o Google Drive, resolviam problemas de colaboração. Ele viu uma oportunidade de negócio em revender e implementar essas soluções para empresas, levando à fundação da empresa.

O principal desafio foi quando seu sócio inicial desistiu do negócio logo após Romulo deixar seu emprego estável. Romulo decidiu seguir sozinho, mesmo sem apoio, e depois encontrou um novo sócio, Douglas, que se tornou fundamental para o crescimento.

A MoVT mantém o mesmo número de funcionários há quatro anos, focando em otimizar processos e usar tecnologia para automatizar tarefas. A filosofia é contratar apenas após garantir que os processos e ferramentas estejam no auge da eficiência.

Romulo destaca que é essencial saber qual problema sua empresa resolve, gerando receita ou reduzindo custos. Ele reforça a importância de entregar valor real ao cliente, com disciplina, resiliência e trabalho duro.

O esporte, especialmente o triathlon, ajuda Romulo a desenvolver resiliência, disciplina e consistência. Ele compara a rotina de treinos aos desafios do empreendedorismo, enfatizando a necessidade de fazer o que precisa ser feito, mesmo nos dias difíceis.

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