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O SEGREDO das VENDAS de ALTA PERFORMANCE (DANI MARTINS) | JOTA JOTA PODCAST #272

85m 18s

O SEGREDO das VENDAS de ALTA PERFORMANCE (DANI MARTINS) | JOTA JOTA PODCAST #272

A transcrição apresenta uma discussão sobre vendas de alto desempenho, destacando que vender verdadeiramente vai além da técnica, exigindo a capacidade de adaptar-se às necessidades do cliente e influenciar sua consciência. A especialista Dani Martins enfatiza que a identidade pessoal, formada desde a infância, é um fator crucial para o sucesso, pois molda as crenças sobre competência e merecimento, impactando diretamente os resultados. Ela descreve um processo estruturado para contratação em vendas, que inclui análise comportamental, entrevistas para avaliar competências, ambição e autoconhecimento sobre fragilidades, visando identificar gaps que possam limitar o desempenho. Além disso, aborda a importância de equilibrar vida pessoal e profissional através de uma agenda flexível e intencional, mencionando o Airbnb como ferramenta para viagens. Por fim, destaca que a inteligência de vendas envolve escalar conhecimentos em equipe e estabelecer metas audaciosas para transformar o presente e impulsionar o crescimento do negócio.

Transcription

14613 Words, 80400 Characters

Portuguese
É muito fácil a gente vender pra quem já quer comprar, isso não é vender. O que é vender pra quem decide rápido? Por quem é parecido com você, pra quem torna seu fluxo, pra quem já quer comprar? Isso aí que alguém faz. Vender de verdade é ter a capacidade de se adequar ao que o cliente precisa naquele momento em mudar a consciência dele. Aí você é um vendedor de altíssimo nível. Especialista em vendas, um quase 20 anos de experiência, ela se tornou no número 1 de vendas. Recordista, a empresária fundou a Seios Prime, é mentora da Mentor League Society, um dos clubes mais relevantes dentro desse Apple Systema, quem signos a empresária sobre vendas, modelo de negócio, seja bem-vida, mas uma vez ao Jogel Poport Cash, Dani Martinho. Oh, obrigada! Qual é a característica dos empresários que mais venda que você observou? Os empresários que mais performam que eu conheço, ele é um excelente vendedor. Dani, eu não me considero muito bom vendedor. Você acha que eu deveria me tornar? Não acho, tenho certeza. Quando você treina a técnica de vendas num time ou num vendedor, muita gente acredita que é só isso. Mas não, quando a gente estuda a neurociência, comportamento humano, a gente entende que vendas está diretamente associada à identidade. Qual foi a mudança de identidade que você teve sobre vendas? Nos últimos 12 meses. Eu saí da visão só da executiva de vendas e me tornei a CO, que está construindo um negócio de 9 dígitos. Quando eu entendi que a inteligência de vendas que eu adquiri poderia ser multiplicada num time meu para crescer um negócio, eu entendi o poder que isso tem. Você chegou um dia para mim e disse assim, a gente está construindo um negócio bilionário. Tem uma coisa que a gente aprende, né? Quando você coloca uma meta muito desafiador e você já se enxerga lá, você mudou seu presente. Socê-lo vai buscar formas não-obvious. Boa! De alcançar. Isso é incrível. Dentro de inteligência de vendas. Do que você está falando especificamente? Tem 5 coisas que eu acredito que a receita mais poderosa para qualquer pessoa, qualquer empresa, ter sucesso, em vendas. E é. Antes da gente começar a jota a jota podcast, uma pergunta que eu recebo e eu quero explicar para você. A pergunta é o seguinte, o que você faz para equilibrar a sua agenda entre trabalho, que você está com a família e viajar. Eu, gente, não uso a palavra equilibrar. Eu uso a palavra e qualizar. Nesse momento que eu estou aqui agora, eu vou fazer uma viagem junto com a Lala. A gente adora viajar. Então, o que a gente faz? A gente tem um acordo. Tem momentos que a gente viaja, tem momentos que a gente fica em casa, tem momentos que a gente trabalha, obviamente. Isso a gente sempre faz esse acordo desde o começo do nosso relacionamento. Então essa possibilidade, essa agenda que a gente chama de uma agenda flexível e uma agenda intencional, a gente utiliza várias estratégias para fazer isso. Uma delas é o benefício do Airbnb, que está com a gente sempre. Eu falo sempre do Airbnb aqui no Jota Jota podcast, porque ele te dá muitas opções da sua agenda flexível. Quer para a praia? Tá. Quer para o campo? Dá também. Quer para a serra? Dá também. Quer para o agito de uma cidade selva de pedra, por exemplo, uma grande metrópoli da também. Você consegue fazer isso de qualquer lugar do Brasil e também de qualquer lugar do mundo. Esse é um benefício muito grande, que a gente usa, que a gente fala, e que a gente promove aqui. Portanto, se você gosta de viajar como eu e alalas a gente gosta, eu quero que você conheça os benefícios que a Airbnb pode proporcionar para você. Além disso, além de você viajar, além de você ter várias opções, você pode ir nos mais visitados e nos mais recomendados por todos os hospitais. É mais fácil você entra no próprio aplicativo ou você entra no site também e você vai nos recomendados. Ali você vê as experiências das pessoas, o que elas falaram. Qual foi a nota que ela deu? Isso tudo te ajuda bastante e também nos ajuda. Além disso, tem mais também a Airbnb facilita ou pagamento. Tudo um fixe, quanto você consegue pagar parcelado no cartão. Então é uma coisa que a gente sempre faz, a gente sempre recomenda e a gente gosta de fazer isso desde quando eu casei com alalas a gente viajar. A gente acostumou a fazer isso, a gente aproveita e a Airbnb fica tudo mais fácil, fica tudo melhor e fica acessível para qualquer pessoa e para qualquer gosto. Ok? É isso aí agora, bora começar o episódio do Jota Jota Podcast. Esforço inteligente não é fazer esforço o tempo todo. Essa frase faz parte da vida da minha convidada de hoje, uma empresária de destaque de resultado. Eu conheço essa empresária, eu vou falar um pouco sobre a vida e os resultados dela. Naquilo que ela se propôs a fazer com quase 20 anos de experiência, ela se tornou número 1 em vendas. E não apenas isso. No número 1 de vendas no mundo, recordista. E quando a gente se conheceu em 2019, ela disse, "Eu quero ser a maior do mundo no que eu faço, mas eu tenho um filho pequeno, uma filha pequena. Portanto, eu preciso ser inteligente e eu tenho que ser estratégica". É empresária, especialista em vendas, fundou a Sales Prime, empresa que faz milhões de reais com consultoria. Depois a gente vai saber o que aconteceu com a empresa. É mentora da Mentrolix Society, um dos clubes mais relevantes dentro desse ecosistema, quem ensina os empresários sobre vendas, gestão de negócio, modelo de negócio, a criar também um motor de crescimento acasada com o Daniel. É pai de dois filhos maravilhosos. Tem resultado no que ela faz e tem resultado no que ela fez. Tem uma empresa grandiosa, se formou em várias instituições de renome internacional, tem destaque no que faz, especialista em vendas e tem uma máxima, ela tem uma ordem que é Deus, saúde, família e trabalho. Já veio aqui no J. J. Podcast, já deu o resultado, vocês conhecem, mas se você ainda não conheceu, você vai conhecer hoje no J. J. Podcast, que é um podcast especial, gente. A gente tá fazendo podcast com plateia. E a gente tá fazendo podcast com plateia de um curso sobre como usar podcast para crescer o seu negócio. Dá um download na plateia aí, dá um download na galera da plateia. É isso aí, ou seja, a gente vai gravar um podcast ao vivo com o Adani com os alunos do podcast que também são empresários que muitos deles também fazem parte da Mentor League Society que tem muitos resultados. Então hoje é um podcast conteúdo bem próximo sobre vendas e eu coversei com Adani já tem mais de um ano. Eu quero saber tudo o que aconteceu na vida dela nos últimos anos. Então, é o seguinte, prepare a papel e caneta, que ela vai mostrar no detalhe o seu negócio, como você cresce, como você escala, como você faz modelos de negócio, seja bem-vida, mas uma vez ao J. J. Podcast, Dani Martins. Obrigada, boa. Dani Martins, Dani. Eu. Você viu quantas vezes aqui já? Ai, eu acho que é essa quarta. Quarta vez? Mhm. Wow. Tá. Eu quero saber o seguinte, aqui na frente da galera, a gente vai falar sobre vendas no detalhe. Sobre vendas no detalhe. Mas sobre vendas no detalhe, para gerar resultado de verdade, né? A boa. Que tem. dá para falar sobre vendas no detalhe, sem foco no resultado de fato. Dá para fazer isso? Dá. Se a gente falar só sobre técnica de vendas, pode ser no detalhe, mas não necessariamente ger o resultado que poderia gerar, porque não é só técnica que gera resultado, né? O que quer dizer? Então, eu já vou começar nesse clima, já pega a papel e caneta que ela já começou forte. Não é só técnica. A gente diz assim, que quando você treina a técnica de vendas de vendas, você vai gerar um resultado de vendas no detalhe. E você vai gerar um resultado de vendas no detalhe. Que ela determina como ela lida com as emoções, com as frustrações, com as vitórias. É muito determinante para o resultado que ela alcança. Então, quando a gente fala de vendas, focando em alta performance, a gente precisa levar em consideração a parte humana, mental, neurológica, neuro científica, para que, de fato, seja um resultado relevante. Falam um pouco mais dessa questão, dessa correlação entre vendas e identidade e fala como que a pessoa identifica isso. E ajusta a identidade atualiza a identidade em prol de fazer mais vendas. A identidade que é construída na infância, a identidade mais profunda, aquilo que a gente acredita que a gente é, que a gente é capaz de fazer, que a gente merece, é construída lá desde o ventro de matéria no até os 12 anos. Isso determina em grande aspecto todo o restado da vida de uma pessoa. Então, quando a gente fala que a identidade está relacionada ao restado de vendas e não é só de vendas mais da vida com todo, é de fato o que essa pessoa acredita que ela é. Então, se você tem um time de vendas e você tem vendedores dentro do teu time, que eles não acredita que eles são competentes em vendas ou inteligentes ou capazes, ou que eles têm dominos sobre o que eles fazem, eles já começam o dia de vendas mais fraco. Eles têm um resultado muito menor do que um outro vendedor que chega com uma identidade mais consolidada, que é a identidade à percepção daquilo que a gente é. Claro, com o base naquilo que a gente ouviu da infância, mas como que isso se transforma nas nossas atitudes, nas nossas estadas da vida adulta. Então, a identidade é o passaporte do sucesso nas vendas. A técnica, ela vem para alimentar a parte cognitiva desse vendedor para ele ter domínio do processo que ele compre. -Certo. -Mas a identidade é que determina até onde ele vai chegar, se ele vai ser um vendedor de curto prazo, de médio prazo ou de longo prazo. Então a identidade é o que eu acredito que eu sou. -Certo. -O que eu acredito que eu consigo realizar, que eu sou capaz de realizar. E o que de fato eu acredito que eu mereço? -Certo. Se tiver alguma distorção nessas três indicativos de identidade, o resultado vai estar sempre limitado a isso. É aquele teto que a gente conversou num dispositivo sobre inteligência emocional. Ele sempre vai estar nesse teto. Então como a gente identifica a identidade, com reflexões profundas de autoconhecimento e especialmente com a ajuda de profissionais, então sejam psicólogos, colotings, pessoas sérias que são competentes, pra ajudar a gente a identificar essas aspectas, essas características, que a gente tem que são ou facilitadoras ou dificultadoras de atirar algum resultado. Então tá, então vamos lá. Imagina o empresário. Aqui está a potência 120 empresários, que tem time de vendas e o objetivo é simples. Eu vou montar um time de vendas, porque eu quero expandir o meu negócio, porque eu quero escalar o meu negócio, porque eu acredito que tem tamanho de mercado, que tem oportunidade. -Certo. -Ai vem a pessoa, mando currículo, mostra a experiência, tem resultado, tem entrevista, tem a técnica, porém ela tem um teto chamado identidade. E talvez esse empresário que está aqui, ou você que está ouvindo, você nunca ouviu isso. Duas ou três perguntas ou comportamentos pra essa pessoa verificar se tem algum tipo de restrição na identidade que vai atrapalhar na conquista do objetivo, de maneira prática. Olha, nós temos uma empresa que fatura 20 milhões por ano, esse ano, a gente tem um objetivo de faturar 48 milhões por ano. Bom, a identidade apita, a crença apita, grita pra caramba, que tipo de reações, que tipo de comportamentos e esse empresário, esse dono da empresa, pode observar pra ver onde tem algum gap aqui na identidade. -Tá bom. Deixa eu falar de uma forma processual, porque vai ficar mais fácil deles entenderem. A primeira coisa é que a gente pode usar duas ferramentas muito poderosas pra avaliar isso. Ferramentas neurocientíficas que já existem hoje são softwares de análise de perfil. Então eu aconselho fortemente que todo mundo quer montar um time, não só um time comercial, mas um time assim muito competente em todas as áreas do seu negócio, que você façam uma avaliação dessa pessoa utilizando um software de análise comportamental. Isso já traz muitas respostas. Ali você já consegue identificar gaps emocionais, as principais características competências o ritmo dessa pessoa, se ela decide rápido devagar, se ela mais analítica, se ela é mais influenciadora e você consegue identificar pelas características se ela se encaixa dentro das atividades, chaves que ela vai realizar naquela atividade dela. -OK. -Depois disso, uma vez você está com esse perfil na mão, você consegue conduzir uma entrevista de forma muito mais acertiva. Porque a própria ciência da análise comportamental, que tem geralmente 98,7% de acertividade quando você lhe perfil da pessoa, já te dá os indicadores dos possíveis gapis dela. Então ali, no relatório, mostra coisas relacionadas à initidade dela da infância, por exemplo. E se você identificou algum gap, como por exemplo, dentro do análise comportamental, você consegue ver o nível de flexibilidade dessa pessoa, que é como ela lida com situações diferentes daquilo que ela planejou. -Sé. -Se ela é flexível, se ela é rígida, dependendo da função dela em vendas, vida ela que ela seja mais flexível. Só que isso é um indicativo do perfil dela baseado no que veio da infância. Quando você traz uma pergunta para ela na entrevista, sobre como a la lida com situações diferentes daquilo que ela previu, pela resposta dela você consegue identificar se ela consiga trabalhar isso ao longo da vida. Porque pode ser que ela nasceu com a tendência de rígidesis, mas que baseado na experiência dela, no histórico dela, ela consiga trabalhar isso e se tornar uma pessoa mais flexível. Então a nossa função na entrevista é identificada. O que nasceu com ela? Quais são as habilidades atuais que ela tem e como que ela lida com as situações na vida futura, na vida atual? Beleza. Então a gente faz o perfil e aí a gente vai para a análise de cultura, se ela está adequada a cultura, e aí vem uma última etapa para identificar esses pontos, que tem a ver com a identidade dela. -A bom? -Eu vou trazer aqui três perguntas básicas e muito direitas que você é pelo tipo de resposta pela convicção com que a pessoa fale e a gente lê questões. -Era a gente pergunta. -Tá bom. A gente vai ler o que ela diz com as palavras dela, mas a gente vai ler também o tom de voz, o nível de segurança, o como ela olha, se ela olha nos seus olhos. Tudo isso fala sobre a resposta de uma pessoa. Então a primeira pergunta que a gente pode fazer sobre a identidade é assim, ó. Quais são as três características mais poderosas que você identifica que você tem hoje para atingir os resultados que você quer? -Não faz com ego. -Faz. -Vai. -Tão tá bom. -Vamos ver. -Vamos ver. -Vamos ver. -Joel, tudo bem. Eu estou aqui com o Asonálise de Perfil. Analisei aqui que você é um dominante influente, uma pessoa geralmente focada em resultados, tende a ser rápido. Mas, em depenitinho, eu vou falar suas características. Eu quero perguntar aqui para você. Quais são as três competências que você acredita que tem para atingir esse resultado. Você acabou de dizer para mim que você quer alcançar. -Tá bom. -Presca, características que eu tenho. Eu sou curioso, eu aprendo rápido e eu sou curioso. Isso garante que eu vou buscar a informação. Eu aprendo rápido e eu gosto de aprender com as pessoas, com os livros, com os lugares. E eu sou disciplinado, decidido e focado. -Tá bom. a visão de futuro. Como você acredita que essas suas três competências se ajudaria a alcançar as metas todos, imagina que são metas ben desafiadoras? Como você enxerga que essas suas competências se ajudaria a chegar nesses números? Eu conseguiria chegar no 80/20, ou seja, já ia fazer 20% que ia atraser 80% dos resultados, eu ia conseguir entender o teu principal produto, o teu principal cliente, era o que eu ia fazer. A segunda coisa, eu iria encontrar o teu principal canal de aquisição, e eu ia ser o melhor, eu vou ser o melhor vendedor do teu principal canal de aquisição, e me entregue a ser tão santa-aixo que, além do seu melhor vendedor do teu principal canal de aquisição, eu vou ser que vai receber mais indicação. E vou converter mais. Tá certo, bom. - Nossa. - Bastante convíctor, né? - Você convicto. - Bastante convíctor, Joel. Você sabe que praticamente todas as pessoas que eu entrevisto me falam essas coisas que você me disse também, né? Só que às vezes elas entram, e aí não necessariamente o resultado, aquilo que ela tinha um dito para o Inquifario, né? Então, um dito isso, eu quero que você me conte, então, na sua trajetória dos últimos cinco anos, e dá pelo menos três evidências claras de que com essas habilidades e com isso que você diz que consegue fazer, você, de fato, já tenha tido resultados relevantes no seu passado. Primeiro que eu fui atleta, e fui bom, e sei que a disciplina é o que garante o seu resultado, então, como eu vi com pressão, com competição, com certeza, muito segundo. O segundo que eu, no que eu fazia, lá em Santos, eu era o melhor no que eu fazia, e por conta, de ter sido o melhor no que eu fazia, e aquilo te chego num topo. Eu quero uma nova área para ser o melhor no que eu faço pegando a minha experiência de que eu tenho resultado, com uma experiência com uma atleta. Então, eu carrego o comportamento, o conhecimento e o meu resultado. E eu acredito 100% com todas as células do meu corpo que eu vou conseguir. Tá, essa é a próxima pergunta que eu te faria. Você realmente acredita que a sua trajetória bagagem que você construiu, no esporte, vai fazer você atingir todos os resultados em venda, você acredita nisso, de zero a dez? Porque o vendedor e o atleta são muito parecidos. Tá bom. E minha última pergunta para você para esse primeiro bloco de identificação de identidade, eu quero saber o seguinte, qual é a tua ambição? - Carrico. - O que você quer dizer que você merece? - Carrico. - Carrico? - Quer ficar rico? - Rico. - Muito rico? - Muito. O dinheiro para o lado do bolso assim. Tá bom. Beleza, faço, né gente? Que me dera ter do bom dia de joel, para entrar a ver se isso. - É mais ou menos? - Eu não estou respondendo em 2025. Estou respondendo em 2020 e. - 10. - 2010, tá bom. - Jura, eu vou fazer 10. - Essa mentalidade, tá. O que eu fiz aqui? Nos vezes vocês se repararam, né? Mas nesse primeiro etapa que é onde a gente validei a identidade, eu validei as três coisas. Então quais são as suas principais competências? Ah, faltou uma coisa. Pera aí, faltou uma coisa. Faz agora a anatomia aqui. Se eu voltar aqui um pouquinho. - Tá. - Hoje eu é ou. Então, tá tudo lindo, tá? Tem a competência, você acredita, você tem a ambição. - Tá bom. - Aonde que você acredita então que vão ser os principais gaps que você vai ter que superar? Aonde estão as dificuldades? Aonde que estão suas fragilidades? - Faltou de paciência. Não comigo. Mas com as pessoas. E acreditar. Isso é uma. Eu sou uma falha que eu tenho. É uma coisa que eu trabalho há muito tempo. As pessoas reagem na mesma velocidade que eu. E isso perca muito oportunidade de vendas. Sou mais prático, tem gente que não precisa de tanta praticidade. Leva um pouco mais de tempo. E eu reconheço que eu tenho que me adequar a todos os perfis. Esse é um gap que pode me atrapalhar. Eu tenho consciência dele e eu trabalho ele todo dia. Tá bom. Tá disposto a trabalhar a ele? To porque eu premiu compensa. Tá bom. É, esse é um aspecto importante. Eu sei, eu sabia que ia falar isso, mas de fato, todo mundo promete muita coisa, né gente? Numa entrevista. E o objetivo aqui é a gente identificar as fragilidades. Então, eu fiz a identidade, a capacidade de um merecimento, quem você acredita que é o que você acredita que é capaz, seu nível de autoconfiança e o seu merecimento. Então, cheque. E a sua fragilidade também, você já identificou, né? Você me contrataria? É claro que eu te contrataria. Mudei entrevista. O que. o que. o que. o que. Faria você me contratar? O que foi que o disse que você falou. ele? É. é um bichão, clareza e. vontade de fazer acontecer. A pessoa não precisa entender tecnicamente de vendas. Tá. Ela só precisa ter vontade, ter o coração ensinável. Tá. E ter uma ambição forte. E ser disciplinado, né? Que você disse isso na sua fala e de conhecendo o sei que você é. O que. o que faria eu não te contratar? Posso estar? Você já sabe o que? Eu acho que você já sabe o que? Não assumir uma falha minha, não mostrar que eu vou neirabilidade onde eu sou fraco, ou quebrar algum princípio? Não. Nem um desses coisas. O que faria eu não te contratar é ruim. Não. É. Se eu não sou ambicioso, sou não ser clareza. Não, não. Mesmo sendo ambicioso, mesmo tendo pareça. Ah, mesmo isso. Mesmo com tudo isso, o que. o que me levanta uma bandeira, porque eu já passei por isso, assim, de verdade na minha empresa. A organização. É. não. Não quero aprender. Cara, não. Não sei. É a incapacidade de ser adequados para o fiz comportamentais de verdade. Ah, não que eu disse aqui. Esse contato. Você não tem que ser desse jeito, sabe? Só vou ouvindo a psiscar. Porque eu tive um vendedor assim, e ele perdeu muita venda. Muita venda. E claramente era por causa disso. Porque assim, ponto importante. É muito fácil a gente vender para quem é parecido com a gente e para quem decide rápido, para quem já quer comprar. Isso não é vender. Vender de verdade é a capacidade de ser adequado ao que o cliente precisa naquele momento e mudar a consciência dele. Quando você muda a consciência dele, você ajuda ele tomar uma decisão. Porque vender para quem decide rápido, para quem é parecido com você, para quem entrou no seu fluxo, para quem já quer comprar, é muito fácil isso aí, qualquer um faz. Então, entende? Entendo muito. Muito. Só que aí, porque eu te pergunto assim, mas você está disposto a aprender, você tem um coração ensinável. Para. Você falou "tenho" e entendo que eu preciso desenvolver isso. Então, tudo bem, eu te daria uma chance. Esse meu vendedor me disse a mesma coisa, mas ele não conseguiu. Eu tive que demitir ele. Quanto tempo depois você percebeu que ele não fazia sentido na sua empresa? Ah, foi um. E o que tipo de comportamento que ele teve que fez você perceber isso? Foram 7 meses, 7 ou 8 meses depois. Para. Porque eu tive muito. Muitas incerções de desenvolvimento dele nesse aspecto. O vendedor muito dominante e, para mim, o principal motivo dele ter saído não era por falta de conhecimento técnico. Era por falta de gestão da emoção onde, numa situação de muita pressão de alcançameta, ele não conseguia controlar a dominância dele. Então, ele atropelava. Exemplo? Exemplo, ele forçava o cliente. Tipo com. Tipo. Vai, meu, vai logo. Tipo, meu, vamos lá. Tu aqui para fechar aí aí. Tudo certo? Não, muito bem, muito bem. Muito bem. Tu aqui para fechar muito bem. Tu aqui para fechar, sabe? E aí, quando aconteceu com um cliente que comprou e tipo, duas horas depois, "Polo cara, me repende não não é isso, calma." Força a barra. É. Só que ele forçava de um jeito que não parecia forçação, mas era forçação. Era por causa do. A dominância era muito alta. Então, ele não tinha paciência. Ele não conseguia se adequar o perfil e aí passava do ponto, entende? E não teve a inteligência emocional para controlar isso, para perceber isso. Ou seja, é muito mais fácil você ter um vendedor que você consiga desenvolver ele de verdade, mesmo que ele não seja esse cara. Ah, mas é muito ambicioso. É muito dominante. É muito realizador. Tá bom, mas ele precisa ser ensinável. - Serto. - Porque senão isso não vai ser suficiente porque ele já atinge alta performance. Ele vai se perder no caminho. Muita gente fala, né, "Meu, eu contrato um cavalo de corrida, aquele cara, que putz." Ele quer o resultado, ele faz acontecer, mas às vezes, ele perde a mão. Então, essa. É aí que a gente faz essa avaliação. E para finalizar a parte da entrevista, depois que eu faço a entrevista da identidade, eu faço um roleplay. Porque eu coloco ele numa situação de venda, eu avaliu tudo o que ele faz. A forma como ele se comunica, como que ele percebe, tem sensibilidade. Às vezes ele não sabe o que é ser a decópolar, o perfil do cliente. Mas, intrinsicamente, intuitivamente, ele tem sensibilidade. E aí, eu consigo desenvolver ele nisso, entende? Então, o roleplay, que a situação, a simulação de venda também mostra muita coisa. Em 15 minutos, a gente consegue ler vários aspectos de como ele enxerga vendas, como ele lida com vendas. Qual que é o caminho neural, que ele segue para vender. E se aquilo é ajustável, ou não, ou seja, está muito injeçado, ou se ele está muito junho ainda no processo mental dele de venda, sabe? Peguei. Peguei. Gente, eu ia lá camada do time. - É, é. - Vendas. Entendi, perfil. Legal. Capacidade de se adaptar, treinar, desenvolver, querer, sem pudeante. Vamos subir pro dono agora. - Tá. - Subimos pro dono. Você é uma empresária hoje que treina empresários. - Sim. - Você treina empresários de diversos tamanhos. Desde empresário que fatura 5, 10 milhões por ano, até empresários que eu já vi você treinar que faturavam 500 milhões por ano, talvez até mais hoje, de grandes indústrias. Eu já vi você treinar empresários e o time de venda dos empresários. Eu já vi você ensinar vendas e vejo você ensinar vendas para os empresários. Eu quero falar sobre donos de empresa e vendas. Vai perguntar, tem duas partes. Qual é a cara característica que você encontrou em donos de empresas que mais têm resultado do potervista de vendas? - A dono. - A segunda pergunta é, você acredita que o dono tem que estar em qual nível de venda? Ele tem que estar no front. Ele tem que montar a time. Ele tem que vender. Ele tem que ser o maior vendedor da empresa dele. Ele tem que ser o maior canal de aquisição. Qual que é o papel? Eu sei que tem a papel gestão, marca, treinamento, mas eu quero o dono e vendas. Qual é o papel dele aí? Como que ele entende a pergunta, gente? O papel do dono do business na venda e qual é a característica dos empresários que mais venda que você observou? Tá bom. A característica dos empresários mais bem sucedidos que eu já conheci na vida é que eles são muito bons vendedores. Eles são muito bons vendedores. Olha para os que você conhece. Os que te rodei, os que você mais admira. - Venda. - Eles são muito bons vendedores. Eles são vendedores de ideias, eles são vendedores de sonhos, eles são vendedores de visão. Se ele é muito bom vendedor, geralmente ele foi o maior vendedor de empresadel. Geralmente ele começou sendo vendedor na empresa dele. - Sato. - Ele começou sendo vendedor na empresa, foi crescendo, ele foi trazendo pessoas para multiplicar aquilo que ele já fazia muito bem. A dificuldade dele às vezes no começo é que ele sabia muito bem fazer, mas não sabem ensinar. - Sato. - Então aí ele precisa de estrutura de processo de método para ele poder estruturar isso para construir um time vencedor. Mas o fato é, os empresários que mais performam que eu conheço, na essência lá quando eu olha, se encara no fundo, ele é um excelente vendedor. Até para montar a time, ele tem que ser um bom vendedor, porque as pessoas mais comprometidas, as pessoas engajadas da empresa, elas são engajadas, porque elas vêm em a visão. Então ele tem que ser um bom vendedor, inclusive da visão do negócio dele. Para ele arrastar essa multidão, para ele arrastar essas pessoas, que compram esse sonho dele, ajudam ele a realizar. Então, o primeiro característico, que ele é muito bom vendedor. - Ok. - Dani, eu não me considero muito bom vendedor. Eu não acho que tenho certeza. Você deveria se tornar. Você deveria se tornar, não só de forma intuitiva. Você deveria estudar para ser um vendedor de altíssima performance, você sabe do que você faz. - Ok. - Porque se você não sabe o que você faz e a forma como você vende, como você vai alhear a performance de alguém, do seu time? Como você vai identificar o gap que ele tem, se nem você sabe? Como que se dá o processo da venda? Da venda desde o mate, como você atrai até todo o processo que você conduz? Se você não sabe identificar o que você faz, como que você controla, desenvolve e identifica os gapes, os resultados do teu time, do teu líder comercial. Qualquer coisa que essas pessoas falarem, você vai acreditar. Eu não consigo identificar de forma precisa. - Sim. - Então, bons vendedores. Segunda coisa, qual o nível de atuação dele dentro da empresa? Ele tem que continuar sendo o melhor vendedor. Essa é minha visão. Mas se acha que isso funciona para a grande empresa, eu tenho certeza que funciona para a grande empresa. Quando você começa a ver com um portamento de grandios, se ou do Starbucks, se ou. Ela ou Musk, toda essa galera, as principais negociações de fornecedores de parceiros, são eles que conduzem. - Sim. Eles têm uma atuação estratégica em vendas. Não é que ele vai ficar no operacional da venda. Ele tem que ter um método de time o processo, mas ele desce estratégicamente no operacional, todas as vezes que forem necessários para fazer time performar mais. Então, sim, ele vai estar lá, ele vai olhar, ele vai olhar o processo, ele vai olhar o número, ele vai olhar os indicadores, ele vai identificar os gapes, ele vai dar feedback para o líder, ele vai cobrar o resultado, ele vai olhar os kipais, vai falar por esse vendedor aqui, porque ele não está dando resultado. Ele sabe a valiar o que ele quer dessa pessoa, e por que que ela não está dando resultado? Ele é a última voz de vendas na empresa. É ele, não é outra pessoa. Ah, mas tem um diretor comercial que é muito bom. Tá bom, mas a última voz de vendas é dele. A última voz comercial, até já comercial, o que vai ser definido, o que tem que fazer, eu acredito que é esse cara. É esse siou. É um siou, com mentalidade de ver, vendas, ele é diferente de um senhor que não tem mentalidade de vendas. Tudo que ele pensa, tudo que ele desenha é como estratégia pensando em receita. Obviamente depois tem outras coisas, retenção e tudo mais, mas a cabeça do senhor de vendas tem essa visão. Então, quando esses empresários te procuram e eles querem um programa com você de educação, um programa com você de proximidade, aquele programa que você tem, a gente fica ali inserido no business dele de maneira mais exclusiva, você já olha rapidinho pro lugar dele de vendas, olha o. Olha o rapidinho. Qual é a coisa que você olha rápido que você encontra rápido e há cada 10 pessoas que vão atrás de você, você consegue identificar rápido, melhorar rápido da resultado, porque no começo do podcast você disse, vendas que dá resultado. Onde é que você, no teu faro, o teu feeling, vai direto, você aperta 3, 4 para fuzos, não gosta de fazer assim? Tá, fiz isso hoje de manhã, vindo para cá. Primeira coisa, quando os porcentos da venda depende dele? Quando os porcentos da receita da empresa depende dele, só dele. É uma pergunta. É uma pergunta. Para você saber. Quando ele fala assim? Canal, cara. 80% de estado de venda é comigo. É o meu network, são os meus contatos, são as minhas negociações, isso é um risco. O fato dele saber fazer isso não significa que 80% de faturamento da empresa dele deve estar sobre ele. Então isso é ruim. Como que está a tua liderança? Às vezes ele é bom, de vez ele sabe desenvolver pessoas. Qual são os estágio de crescimento de uma empresa? O cara começa como vendedor, depois ele começa, depois ele se torna um líder, porque ele forma outros vendedores, depois ele forma líderes. Esse é o estágio da escala. Então, primeiro, o som vendedor meio cedido. Só consigo formar outros tão bons quanto é o melhor, consigo. Consegui formar líderes que cuidam desses e formam outros tão bons ou melhores, consigo. Consegui criar um outro camado de editorista estratégica para poder escalar mais consigo. Então, ele sobe, entende? Quando ele sobe, o que que ele precisa? Gente boa? Líderes bem capacitados, processos e método. É isso que ele precisa. Porque se não, se ele não construir isso, ele vai ter muita dificuldade de escalar, vai gargalar nele mesmo, vai gargalar nele e ele não vai ter previsibilidade. Ele só vai vender quando ele descer na operação, se ele não descer ele não vende. Tá muito, olha, isso é muito comum. Ai, também o ruim de faturamento esse mês, né? Também tendo na última semana, pude se vou ter que entrar. Aí entra o Donnie Brawl. Faz 70% de faturamento em uma semana, porque ele entrou. É, comum, né? Comun, essa sala é isso, né? Mas o que isso mostra, isso mostra que ele tem uma eu presa. Ele tem uma empresa que depende muito dele. Ele não conseguiu escalar a visão dele, o que ele faz, a capacidade de geração de receita, de forma previsível, para um time, para pessoas. Ele não conseguiu. E aí ele sempre bate nesse perto. Então é isso que a gente olha, o quanto depende dele, qual é a competência da liderança, se ele tem processos bem definidos, quais os números ele olha todos os dias, e se tem algum método que protege a competência do resultado do time. E quando o Dono só depende do time? Geralmente, não é uma empresa que tem muito sucesso. Se ele não é bom de vendas, e só depende do time, meu, provavelmente o time não vai ser muito bom de vendas também, porque o time é muito reflexo do Donnie da liderança. Ai, você fala assim, do animais poxa, as estencios, por exemplo, de empresas de tecnologia, eles são muito tecnológicos, eles não são muito vendedores, eles são mais analíticos, mas se essa empresa tem muito resultado pode ser certeza que ele tem um sols que é bom no comercial. Se eu não fosse boa em vendas, eu teria um sols que é bom em vendas. Ponto, final. Não tem como. Ah, mas se se for um líder comercial, tá bom, pode ser um livro comercial, mas ele nunca vai estar com Skin the Game. Ele é um líder, ele é um contratado. Agora, Skin the Game, que olha assim, tipo, meu é vendas, é comercial, eu vou respirar isso. Vou fazer isso quando você é Dono, não tem jeito. Então, se eu não tem essa habilidade e não tenho paciência para desenvolver, porque qualquer pessoa pode desenvolver se quiser. Então, eu preciso ter alguém que seja bom. E quando o Dono é ele, é muito bom de produto, porque ele está lá na trincheira, ele cuida do produto e do serviço que ele vende. Tá. Reconece que precisa melhorar nas vendas, reconhece que precisa montar tibas de vendas e não quer abrir mão da qualidade do produto. Isso deve acontecer muito, né? Deve acontecer muito. Ele quer escalar, mas não quer abrir mão da qualidade. Mas ele vai ter que subir aqui, ele vai ter que ser bom até de que tem montativo para cuidar bem do produto. E também ficar robusto, sabe? Musculoso, nas vendas e também no time dele. Mas que você orienta esse empresário, essa empresária. É a ordem, é sempre progresso e ordem. É que você é ordem. A ordem é progresso e ordem. Não adianta se cuidar muito bem do produto se você não estiver cliente. O produto pode ser incrível, mas se você não tem cliente para comprar na jantanada. Agora, isso tiver muito cliente e eu for melhorando o meu produto, eu gosto disso. Até porque é o teu cliente também que te dá insáite do que você pode melhorar no teu produto. Então, se você tiver esses olhos bem definidos e tiver também uma pessoa que te ajude olhar para isso de forma consistente, né? A gente está passando por uma fase agora, você sabe, de expandir ainda mais o de forma intenciona a nossa visão sobre o produto. Sobre a jornada do cliente e aí a gente está colocando pessoas cênios para cuidar disso, porque está crescendo muito. Então, a gente vai fazendo e a gente vai melhorando. Qual que é a ordem dele na sua cabeça, a melhor dê vender e entregar? Ah, meu senhor, tivesse que escolher alguma coisa para um senhor que seria receita, receita. E aí a gente vai melhorando o produto e fazendo o máximo possível para équalizar a velocidade de crescimento com qualidade de entrega. É um desafio. Não vamos dizer que é um desafio, mas é possível. É muito melhor équalizar a quantidade de vendas com qualidade de entrega do que tem uma qualidade de entrega incrível e o exército. Concordo, eu concordo. Daniel, eu te conheço a 7 anos. Eu caminho lado a lado contigo a 7 anos. Eu sei bastante da tua história. Eu sei onde você estava. E eu sei onde você está hoje. Você já era bem sucedida quando eu te conheci. Quando eu conheci você era a 7 maior vendedora do Brasil. A quinta. Era. Do Brasil ou do mundo? Brasil. Do Brasil. De uma empresa. Você se tornou a número um do mundo. Então, eu te conheci como quinta. O Brasil, você foi a primeira do mundo. Uma empresa que você não está mais. E você fez uma história linda. Você deu um resultado que todos reconhecem e todos se inspiram. Você deixou um legado bonito lá. E hoje você está um outro negócio. Eu quero te fazer uma pergunta dentro daquele que você pode falar. Qual que eu tamanho do teu negócio hoje? As pessoas querem saber aqui? Toma ainda Daniel hoje. E Paul foi o maior aprendizado sobre vendas e você teve não vou melhorar aprendizado. Tá. Oau. Bom, a gente tem um negócio. Esse ano a gente tá construindo um negócio de forma muito sólida de 9 dígitos. Ok. E para quem sabe o que significa 9 dígitos são muitos, muitos zeros depois do número principal. Isso é por alguns fatores. Eu diria que um dos principais fatores é a inteligência de vendas, um dos principais. Não é só isso. Mas eu diria que top 3 fatores do como a gente saiu de uma empresa de 5 milhões de reais a 4 anos atrás e estamos construindo uma empresa de mais de 100 milhões de reais alguns anos depois. Um dos top 3 fatores é inteligência de vendas. Inteligência de vendas. É a forma como eu enchargo vendas. A forma como eu treino meu time para enchargar vendas. A forma como a gente escala vendas e os fundamentos disso. Então a sensação que eu tenho é que os 20 anos que eu trabalhei como executiva de vendas me prepararam a minha vida inteira foi preparada para fazer isso que eu estou fazendo agora. Sabe? É uma escala muito mais poderosa quando eu durante muito tempo ensinei os meus clientes sobre vendas vendendo para eles. Então eu tinha uma atuação muito pequena. Eles me admiravam como vendedor, dava algumas dicas para eles sobre vendas, mas a atuação pequena quando eu entendi que a inteligência de vendas que eu adquiri poderia ser multiplicada num time meu para crescer um negócio, eu entendi o poder que isso tem. E aí eu entendi o poder que isso teria se eu mostrar isso para empresários. Porque se eu ajudar eles a ter inteligência de vendas, eles vão ser capaz de crescer tanto quanto ou mais do que a gente está crescendo num curto espaço de tempo com muita consistência. Então com certeza inteligência de vendas é um fator, outra coisa é. Deixa só. Deixa só te ter um pouquinho de desculpa, é dentro de inteligência de vendas, dava uma decida do que você está falando especificamente. Tá bom, inteligência de vendas tem cinco coisas que eu acredito que a receita mais poderosa para qualquer pessoa, qualquer empresa ter sucesso em vendas. Então, as coisas que eu acredito em que a gente tem que ter inteligência. É inteligência comportamental, que é a identidade, eu perfi o comportamental do vendedor, do líder e do dono da empresa. A cinco inteligências, ela ocupa três camadas, ela ocupa a camada estratégica da empresa, ela ocupa a camada tática e ela ocupa a camada operacional também. Então quando quero ter uma empresa, um time, um líder que performa muito em vendas, eu preciso embutir neles cinco inteligências, a primeira é a inteligência comportamental. É fazer essas pessoas saberem quem elas são. Quais são as habilidades delas? O que elas são se desenvolvidas de forma individual? No adianto do treinão, o time e o dono da empresa está completamente desalinhado com a própria identidade dele. Com as competências que ele nem sabe que tem, ele vai fazendo e ele está no automático, ele tem um milhão de responsabilidades nas costas, diversas famílias que depende dele, ele vive na pressão do como fazer. Mas quantas vezes ele para para entender quais são as forças dele? Onde ele é realmente bom? Qual que é o pareto do pareto dele? Então a inteligência comportamental através de neurociência e de softwares que a gente tem de análise de perfil, a gente consegue identificar isso. O líder do dono e do vendador. Depois disso, entre para a segunda camada, quem é a inteligência emocional, a inteligência comportamental é quem as pessoas são, a inteligência emocional é como elas lidam com as coisas da vida. E a forma como elas lidam com as coisas da vida determina demais o resultado delas. Porque o seu sucesso, Joel, não é só com base naquilo que você sabe, mas é a forma como você lida com as coisas. E eu fico muito atenta, a gente convive muito perto, né? E eu fico prestando atenção em como você lida com as coisas, como você ressignifica as coisas, como você lida com os problemas, como você lida com as coisas que acontecem às positivas, como você lida com as honras que você recebe. Então a inteligência emocionada é a forma como a gente escolhe lidar com os variáveis tipos de situações que acontecem com a gente. Eu preciso ensinar as pessoas a saber lidar com as coisas, elas não sabem. Eu preciso ensinar o vendedor a saber lidar com as frustrações, ele não sabe. Ele vai trazer aquela criança da infância toda frustrada, ele não vai saber lidar com isso. Então a inteligência emocional do vendedor, do líder comercial que que ele dara pessoas às vezes ele é um mimado. Ele é um líder, ele é um líder mimado, ele não lida preparado emocionalmente para desenvolver pessoas, inclusive emocionalmente também. E o dono da empresa, às vezes é um dono pítese ento, que não tem maturidade emocional para lidar com os diferentes tipos de pessoas, ele ocupa um lugar que não dá para ele direito de ter, cara, fragilidade emocional no sentido de mal exemplo, entende? Cadê a Bafana, o Tertudo e tal? É de círculo, não dá. Então assim, a inteligência emocional determina aonde as pessoas chegam. Então a gente trabalha cinco inteligências emocionais de maneira muito estratégica que a autoconfiança, autoconfiança vende tão bem quanto técnica. Autoconfiança, isso é treinável. Eu concordo muito com isso. Autoconfiança vende. Vende tão bem quanto técnica. Então bem quanto técnica. Que a ver outra coisa é autoconfiança-vende. É a segunda inteligência. Autoconfiança vende, autoconfiança-vende é o que faz a pessoa conseguir ser melhor, identificar seu mil de preenciar as falhas dela, depois vem a automotivação, que são os motivos fortes que ela tem que criar para ela mesmo, para ela não existir nos dias difíceis. Isso serve para o dono, para o líder e para o vendedor. Tudo o escutoflano serve para as três camadas, tá? Depois vem a antifragilidade, que é a capacidade de passar por desertos, por situações muito difíceis e sair mais forte dessas situações. Então é antifragilidade e a última coisa da inteligência emocional é o controle do ego. Porque uma vez que essa pessoa fica muito boa de vendas, o próximo tropeço que ela pode dar é começar a se achar demais. E aí eu tenho que ajudar ela a controlar o ego dela. Falar "Cara está muito bom, né?" Se agora tem auto conhecimento, você está bom de técnica de vento, você está arrasando, você está batendo metam, mas deixa eu te falar, você não é a última um bolacha do facote, você não é tudo isso. Então, cuidado com esse ego, vamos controlar esse ego. Então a gente tem que tomar a pé a todas as possibilidades de fracasso que esse dono esse líder e esse vendedor pode ter. Aí a terceira inteligência é a inteligência técnica, que é assim, como que eu vendo? O cliente sentou na minha frente, "que que eu faço?" "Que eu porgunte para ele, como que eu conduzo o meu processo?" Então, qual que eu passo a passo de vendas? Eu posso fazer o passo 5 no 2, não não pode. Eu posso pular a etapa, não não pode. Pode ser que o seu processo. são 7 etapas do processo de vendas, a gente vai ter que fazer um outro podcast só para falar do 7 passos da venda, tá? Mas é poderosíssimo. Mas assim, se você fizer o passo 5 no 3, não vai dar certo. Você pode fazer um processo de vendas de 10 minutos e você pode fazer um processo de vendas de 6 meses, o que você não pode negligencer aos passos. Então, se for em 10 minutos, você vai ter que fazer o 7 passos em 10 minutos, mas você vai ter que fazer. Se for em 6 meses a negociação, você vai fazer o 7 passos em 6 meses, mas você vai ter que fazer, tá? Então, essa inteligência técnica. Depois vem a penúltima inteligência que é estratégica. Sabe qual que é um desafio muito básico, Joel? De vendadores líderes e donos? Eles não sabem estabelecer metas. Eles não sabem estabelecer rotinas, produtivas de time, de venda, ritual ou rotino. O que eu faço com o meu time 2º e 3º e 3º? Que tipo de reunião eu posso fazer para fazer eles produzirem mais? Como que a gente define metas? Quais são os critérios que a gente usa? Como que a gente percorre essas metas? Como que a gente readei com essas metas ao longo do caminho? Como que a gente consegue aproveitar o máximo potencial que a gente tem para chegar no resultado? O que a gente determinou chegar? Então, a inteligência estratégica traz uma visão de cima. Ah, eu sou um dono, eu quero sair de um faturamento de 10 milhões e chegar no faturamento de 40 milhões. Pô, se é um crescimento relevante. Ok. Como é que você vai fazer isso? Ah, não sei, é porque a gente está fazendo, né? A gente vai fazer em todo o mês de estalmentar nas vezes está bom. Mas qual que é o plano? O que, de fato, você vai desenhar? Qual é a sua estratégia para chegar nesse número? Então a gente tem vendadores bons? Vendadores emocionalmente equilibrados, maduros. Vendadores que têm técnica, mas são muito ruim de planejamento. São ruins de gestão do tempo. E eles se perdem. E eles não chegam onde eles poderão chegar. E por fim, inteligência espiritual. Eu acredito que é uma das coisas mais poderosas que alguém pode desenvolver de forma intencional e que não tem nada a ver com religião, mas a inteligência espiritual é a transcende a capacidade humana de realizar coisas grandiosas, mas usando aquilo que a pessoa sabe. Então, dentro da gente já tem muitas respostas, mas se a gente não tem sensibilidade espiritual para ser usado da forma mais profunda, para realizar aquilo que a gente nasceu, para realizar, a gente sempre vai ficar quem, de onde a gente podia chegar, a gente vai ficar sempre suba-provetado. Sempre a margem de algo que poderia ser incrível, porque a sensibilidade espiritual, as avenidas espirituales estão bloqueadas, elas estão limitadas e a gente fica sempre na camada muito humana, muito da nossa visão pequena, sabe? Então, a espiritualidade, a fé, Deus e o poder que tem, os relacionamentos, que somos da nossa família, eles são fundamentais para fazer a gente chegar a lugares, assim, inimagináveis, sabe? - Um corto. - Então, dentro. Então, é essa parte que você diz que você aprendeu às cinco inteligências de vendas. Coloco isso em você, cresceu, colocou isso nos seus clientes, seus alunos, seus metorados, eles cresceram. Pegamos? - É. - Segunda coisa é, volta a 12 meses e vem vindo. - Ah-ha. - O que eu resultado? Não tem como negar. Então, cresce todos os meses muito. Mas quais foram as coisas que você foi rompendo, o que você aprendeu, o que você descobriu e que liberou, distravo, rompeu, atravessou isso? Eu até vou melhorar a minha pergunta. Você reconhece que cresceu muito nos últimos 12. - Muito. - Beleza. - Muito mesmo. - Não dava nem para visualizar isso 12 meses para trás. - Não. - Beleza. Qual que mais você desenvolveu aquele 5? - Dá 5? - O que está onde foi para você o maior rompera? - Dá 5. - Foi visão e liderança. - Que está na camada do que estratégica. - Estratégica e tática também. - Tá. - Eu saí da visão só da executiva de vendas e me tornei a CO, líder, que está fazendo muita diferença por resultado. Eu entendi de forma muito clara nos últimos 18, 24 meses o que é ser um aciol líder e tem um fator que ajuda muito, que é entender sobre pessoas. Isso ajuda muito. Então o resultado é visão, a minha visão expandiu, a minha visão cresceu muito e a minha visão cresceu por conta do ambiente que eu estou. Então eu preciso reconhecer isso. Talvez se eu tivesse sozinha, empreendendo sozinha, eu não feria te dessa visão. Eu tive essa visão porque eu estou com você, eu tive essa visão porque eu estou com Flávio, porque eu estou na Emelès, porque eu estou caminhando com pessoas incríveis que também crescem muito, porque a gente é esticado toda semana e aí eu vou entender. Se me estica, eu vou. Então a visão cresceu muito e com a visão eu entendi, tá bom. Então agora eu preciso deixar de ser a vendadora e aprender a liderar. A forma mais plena e profunda tão boa quanto eu fui como executivo de vendos e chegue na Times Square, eu preciso ser como líder e se eu para levar não só eu, mas pentena de pessoas junto para a Times Square comigo. Chegando até a miiscursozinha, não é tão difícil. Agora é levar uma galera pra Time Square, pro top, pro primeiro lugar. Exige visão e liderança. Então foi isso que aconteceu. Um fato que aconteceu nos últimos que você pode compartilhar com a turma, que foi desconfortável, tístico. E você deu uma negada no início, mas depois aceitou. Ai, foi você comigo, né? Você é bem bastidores isso aqui que eu vou falar daquilo que a gente vive junto, né? Mas você chegou um dia pra mim, alguns. sei lá. Menos de um ano atrás e disse assim, a gente tá construindo um negócio bilionário. E aí? Eu lá no meu fluxo de trabalho, né? As metas, os objetivos e tudo mais. Eu juro, eu juro que eu olhei pra você e deu um sorriso por dentro. A gargalhada inteira, né? Tipo, eu dei uma risada e falei assim, "Nossa, meu, como ele é otimista, né?" Que incrível a visão dele. Nossa, como ele pensa grande, tal. Muito legal, eu caminhava com ele tão. Que maravilhoso. Todo o otimista, esse menino. É assim, ele. Deixa ele voltar pra terra, né? Então assim, quando você disse isso, a primeira vez. Primeiro, você disse isso uma vez, num podcast que a gente gravou, que deu uma distravada, que você disse, que foi aqui. Eu tava falando sobre a inteligência emocional. E aí você disse assim, "Destravei agora." Eu não costumo falar que eu estou construindo um negócio bilionário, mas eu não quero mais negar isso. Então isso foi com você. Aí depois você tava distravado. Você falou isso pra mim. E a primeira vez que você disse pra mim, eu pensei assim, "Nossa, é muito distante." Mas tudo bem, se ele tá falando, em alguns. Daqui alguns anos, pode ser que isso aconteça. E aí, depois, alguns meses, depois poucos meses, depois eu enxerguei, de maneira muito clara. Então, no começo, foi uma verdade muito distante. E não é que eu rejeitei, mas eu não acreditei assim. Não gerou tanto pertencimento. Mas, depois de alguns meses, eu enxerguei, eu vi, eu vi que é real. E. E minha cabeça mudou muito. Muito. Porque. Quando você coloca uma meta muito desafiador e você já se enxerga lá, você muda o teu presente. Isso é incrível. Eu desafio, inclusive, vocês, a colocar em metas muito desafiadoras, que você olha e fala assim, "Meu, estou passando mal. Assim, é muito. Meu Deus, não vai dar. Só que quando você colocar algo muito desafiador, o seu cérebro vai buscar formas não-obvious. Boa. De alcançar. Se você fatura 10 milhões e colocar uma meta de 15, automaticamente, o seu cérebro vai dizer assim, é só você fazer mais daquilo que você já faz. Você fizer mais do que você já faz, você vai chegar. Talvez você fizer 50% a mais é muito óbvio, porque para o cérebro é óbvio a questão da perspectiva. Esforço resultado. Esforço resultado. Você quer fazer 50% mais, bota 50% mais esforço. Quando você sai de 10 e coloca uma meta, sei lá, 80, o cérebro vai falar assim "meu". Não é óbvio. Não vai dar. Não vai dar. No começo, não vai falar assim "não vai dar". Depois ele fala assim "não, espera aí, a gente precisa encontrar uma forma que vai dar, mas não é essa forma que você faz". Porque da forma que você faz não vai dar. Perfeito. Então, quando você disse isso e eu enxerguei, mudou tudo, porque eu falei "tá, se eu colocar isso, o que eu preciso fazer para dar?" Não era o meu planejamento normal. Não era. Eu tinha um planejamento para atingir um resultado. Quando a gente multiplicou a meta, o meu planejamento, eu rasguei ele e falei "isso aqui não vai dar, isso aqui, só que vai conseguir 30% do estado". Vamos fazer outro. Então, foi inacreditável no começo, foi desconfortável ao longo da jornada, mas hora que você enxerga e você desenha e você crie o caminho, passa se planejamento possível. Só que a minha cabeça já está lá. Quando a minha cabeça já está lá, o meu presente muda, o meu comportamento muda, a minha estude muda, o meu time tem que mudar a forma como uma forma que você comeu penso, a forma como eu age, a forma como eu contrato, pessoas tudo mudam, porque agora não é mais para aquilo que eu já tenho. É para aquilo que eu estou construindo, entende? Entendo muito. Entendo muito. Dani, essa visão que você teve, você seria capaz de pagar por ela? Com certeza. Quanto? Nossa. Cara, muito, muitos milhões. Muitos milhões. Quando você tem a possibilidade de ter a visão e você, junto da visão, consegue enxergar o como, só tem duas coisas que você tem que fazer para dar certo, é desenvolver as competências e agir. É só isso. Porque se você teve a visão e você sabe o caminho do como, é o que a gente faz com os nossos clientes. Eles chegam, sentam na nossa frente, alguns deles e diziam assim, eu tenho uma meta. A minha meta é essa, a gente diz assim, não não é essa meta. É três vezes mais. Aí eles falam. Muito. Começa a passar mal e fala assim, não vai dar. Aí quando a gente mostra o como? Se eles desenvolvem as competências que eles precisam, eles executam, é certo que vai dar. Quanto vale isso? Uma vez, isso aqui eu quero falar para você Dani e falar para vocês aqui, cara. E para você que está aqui, vem daqui. A gente grava esse podcast de 2026 e essa pergunta que Flávio me fez, puxando lembre-se foi 24, foi 20, eu acho que foi 2024. Ele me pergunta assim, ó. Você estava lá. Pô, em conta dele, ela é. Ele me perguntou assim, Joel, "Quanto você pagaria para não errar?" E a gente sabe hoje que os empresários, eles tomam decisões erradas e essas decisões erradas determinam futuros errados. As empresas elas quebram por uma planejamento, por mais execução e por decisões tomadas erradas. E ele me fez essa pergunta e eu fui, eu revisitei meu cérebro em diversos lugares e eu tinha que dar essa resposta rápido. E devia ter umas 2 mil pessoas assistindo ao vivo. Joel, "Quanto você pagaria para não errar?" Aí eu fiz uma conta. E a resposta foi. Tudo o que eu tenho. Olha. Eu fui rapando tudo assim na conta bancária, os ativos, todo. Eu daria isso aqui. E ele não estava esperando essa resposta. E eu também não estava esperando esta resposta. Eu vou dizer por quê que eu dei essa resposta. Por causa da segunda pergunta que ele fez. "O que aconteceria se você não errar?" "O que aconteceria se eu não errar?" "Ei eu ir garantir a minha vida, a vida dos meus filhos, a vida das pessoas eu merredo, a vida talvez da próxima geração da outra e eu comecei a ver gerações beneficiadas pelas decisões que eu estou hoje. Se eu não errar, eu garanto sucesso, felicidade, tranquilidade legado para as próximas gerações. E isso, inevitabilmente, e antes, passa por ambientes de pessoas melhores do que nós. Passa por esses ambientes. Passa. Eu pago para conviver com pessoas melhores do que, porque ela já fez uma coisa que eu não fiz. Ela já negocia uma coisa que eu não negocia. Ela já fez um dia o que eu não fiz ainda. Eu posso pegar o telefone e bater um telefone e pedir um conselho, Dani. Hoje as pessoas ligam para a gente para pedir conselho. E quantas vezes a gente fala, "Não é por aí." "É por aqui." "Não é por aí." "Não é por aqui." Se desotava na academia e aí um empresário deu um conselho para um ontem empresário. E não foi um conselho bom. Na minha frente, não foi o conselho bom. Foi um conselho, a intenção foi boa. Mas o conselho não foi bom. E o conselho foi assim. "Vai, meu, você não acredita em você? Confim em você." Isso é muito raro, foi muito alimentar. Eu depois eu liguei para a salta pessoa. Eu falei, "Oi." É importante te incentivar porém, mesmo assim, sobretudo, o que você tem que olhar. Essa premissa, essa premissa, essa premissa, essa premissa. Esse indicador, esse que o PI, porque se você não consiga olhar isso aqui, você corre o risco de ser um motivado e despreparado. E manda o mensage para esse outro empresário, eu falei, "Gostei da tua atitude para vence por ela, mas a estratégia não foi boa." Não foi boa. Porque eu sei que uma decisão é rada ali, entende? E os dois me agradeceram. Eles me agradeceram, porque isso não é trabalho, porque eu via a coisa acontecendo na minha frente. Eu entendia a intenção de todas as pessoas, ninguém aqui, gente. Abra uma empresa para fechar, certo? Ninguém, "Oi, vou abrir uma empresa." Ninguém abrir uma empresa para fechar ou estar aqui num curso, "Agua, vem aqui, por curso." Entra no curso. Não pode quebrar, para começar, não pode quebrar. A gente vai começar e vai ficar e vai estabelecer como uma estratégia do nosso negócio. Pois que é muito importante caminhar. Mas importante, vou melhorar. Se você me perguntar assim, "Já volta lá para que você era atleta." "Tamo, voltei." "Tem bem resultado, tive." "Pô, legal, foi." Só para o cês ter uma ideia, a gente está em 2006. Eu encerrei minha carreira, senhores. Em 2007. Tem muito tempo. Tem 19 anos que eu não sou mais atleta. Mas volta lá, voltei. Volto, fui o principal elemento que fez você e seus resultados que você teve. Volto para as medalhas, volta para o pôr, volte para os elementos e para o treino. Tive de ser plena, tive. Por focado, fui. Fui determinado, fui. Mas apresenta. O principal é eu convivia com gente melhor que eu. Eu convivia com gente melhor do que eu, tanto o meu técnico era melhor do que eu, quanto companheiros de treinos e de competição eram melhores do que eu e aquilo me esticava, aquilo me esticava. Você, Dani, antes da gente abrir o programa próximo para os juntos, você foi me amementorada. Você participou de todos os programas de mentoria. Você lembra quando você investiu comigo? Nossa, acho que mais de um milhão. - Mais de um milhão. - Mais de um milhão, foi? Foi. Lembra dos programas de mentoria, as coisas que a gente fez juntos, as viagens, tudo que estava ao redor. E por que você sempre investiu? Primeiro, pelo resultado. Tava resultado. Não, primeiro não era por isso. Primeiro é porque eu te escolhi como mentor, por alguns fatores, coerencia, pelos resultados que você tinha e porque você não só tinha resultado, mas você sabia ensinar. O que você fazia e quando eu aplicava funcionava. Então, a primeira escolha de caminhar com alguém para a gente ter mais resultado é identificação com quem ensina. - Identificação ou pensão? - Identificação. Você tem que olhar para essa pessoa e falar "eu quero caminhar com essa pessoa", porque é verdade ela ter resultado, ela sabe ensinar e ela já mostrou que consegue com que ela aprendeu, faz outras pessoas a chegar em onde ela chegou mais longe. Então, o primeiro motivo, eu te escolhi num oraga em 2019, lá no palco, com duas mil pessoas, eu falei "esse cara vai ser o meu mentor". Modelo mental, o jeito, o resultado gostei. - E obviamente a mente que eu sou. - Doas mil pessoas. E olha onde estamos hoje, né, sete anos depois. Mas, primeiro foi a identificação com o mentor, depois foi o resultado. E depois foi tudo que a gente construiu, de amizade, de confiança, de lealdade, durante todo esse caminho, sabe? Então, a educação tem duas coisas muito importantes, a gente que você está falando. A educação mudou minha vida. E a educação muda. A gente escolheu trabalhar com a educação e semos mentores, porque a gente entende o impacto que isso causa na vida das pessoas. Muitas vezes a gente hora e pede benção, né? E a Bíblia diz que quando a gente recebe a benção, ela passa por mil gerações. Quando a gente recebe uma benção, a benção, ela vem para mil gerações. Para nós, para os nossos filhos, para os filhos dos nossos filhos, então assim, é muito poderoso. Só que a benção, e acho que é principal, a benção que a gente pode pedir, a benção da sabedoria. E a sabedoria, eu enxergo que tem dois caminhos de recebela. A primeira é a sabedoria vinda direto de Deus, porque ele é a sabedoria, ele é a sabedoria naquele tempo, a sabedoria é a sabedoria. E ele é o amor também. Mas a Bíblia também diz que existe sabedoria na multidão de conselhos. É isso, hein? Então, a gente busca a sabedoria da fonte, mas também buscar conselhos de pessoas que estão alinhadas em três filares muito fundamentais, que é pessoas que têm intencões boas em relação a você, pessoas que têm competência para te dar esse conselho e pessoas que estão alinhadas com o seu cenário atual. São esses três critérios que eu uso. O cenário atual, que é o que você. Contesto, o meu contexto, o meu cenário atual. Então, eu posso hoje precisar de um conselho de alguém para tomar uma decisão e não errar. Qual que é o grande desafio? As pessoas pedem com o selho para as todos os erradas. Então, qual critério que eu uso para pedir conselhos? São três. Eu tenho certeza que essa pessoa tem uma intenção boa em relação a mim, ela é confiável, ela quer realmente que a meu bem, esse é um, dois. Ela entende o meu contexto, que eu posso ter uma amiga. Eu tenho certeza que a meu bem, mas cara, ela não faz ideia do que eu estou vivendo. Exato. Ela não consegue entender o meu contexto agora. Exato. E a terceira coisa, ela tem competência técnica. Ela já chegou nesse resultado. Ela sabe o que ela está falando. Ela sabe que ela tem que evitar que eu vou por esse atalho, por aquele caminho, porque ela já foi naquele lugar e agora ela está voltando para falar assim, "Eu já fui". Então, agora, meu não entra aqui, não faz assim cuidado, aqui tem um buraco cuidado ali. Quando eu identifico esses três critérios de conselho, eu encontro sabedoria no conselho. Então, óbvio que a gente busca sabedoria em Deus. Mas é óbvio que a sabedoria coletiva é muito poderosa. Adorei isso. Então, quando a gente escolhe educar, a gente escolhe assumir esse lugar. O mentor escolhe assumir esse lugar. Por isso eu tenho que ter competência. A gente é estudioso para caramba, o que a gente leva de conhecimento para os nossos mentorazos para quem a gente quer transformar e abençoar e crescer, não é com base em nada. É com base em muita coisa profunda, a científica. A gente tem competência para ensinar eles, mas a gente também tem de um contexto deles. E a gente também tem genuinamente o desejo intencional de ajudar. O desejo puro de ver as pessoas crescerem, de se alegrar com elas, de comemorar com elas cada vitória. Então a educação é muito poderosa e eu vou mais longe, João. A gente tem a tese de que toda empresa deveria ser uma empresa de educação, de que todo dono que construiu um negócio, ele pode ajudar outra pessoa que está num processo de construção a sofrer menos, a erra menos e acertar mais. Ou seja, existe a possibilidade de monetizar o nosso conhecimento, porque é justo o que custe o que muito vale. O que muito vale. É justo o que custe o que muito vale. E tem muita gente que já faz isso de forma natural, de forma intuitiva. E chega uma hora na vida que assim não é mais o dinheiro, sabe? Ele é importante, seja construindo seu patrimônio, seja tem uma empresa que funciona. Mas o que mais você pode fazer para manifestar todo o potencial, tudo aquilo que você construiu, para impactar e melhorar e empoderar a vida de outra pessoa, sabe? Então a visão do Flávio, o Sul e do Caí quando você estes construirem a Melae, é muito poderosa. Todo mundo tem algo muito grandioso para ensinar. Todo mundo que construiu um resultado relevante, tem algo grandioso para ensinar para alguém. E tá cheio de gente querendo aprender? Tá cheio de gente que cara, se você não levantar a tomar um para ensinar, a pessoa vai tropeçar, porque ela não vai ter outra pessoa. A gente não vai conseguir chegar em todo mundo. É muita gente que precisa. Então é muito legal a gente poder dizer que a educação mudou nossa vida. É termentor, mudou a minha vida. Completamente. Eu jamais estaria onde eu estou hoje. Se eu não estivesse mentor, você, por exemplo, como o meu principal mentor. Eu jamais estaria onde eu estou. Só que eu também posso agora ser essa pessoa para as pessoas que hoje estão dizendo para a gente, eu jamais estaria onde eu estou. Se não fosse por você. E eu estou dizendo para elas, pois é. E daqui a pouco você vai ouvir as pessoas te dizendo que elas jamais estariam onde elas estariam. Se não fosse por vocês também. Decidiram compartilhar o conhecimento de vocês, o que vocês sabem, o que vocês viveram, o que vocês venceram, o que vocês também erraram para aquelas não-r. E aí fica um convite mesmo, sabe? Para todo mundo estar assistindo a gente, se você acha que você pode ajudar alguém, com aquilo que você sabe, com o que você construiu, transborda, sabe? Transborda. Isso vai potencializar ainda mais aquilo que você tem, mas vai te dar uma recompensa que nenhum dinheiro no mundo paga. Quer recompensa de ver as pessoas crescerem. Não. Deixa eu fazer uma pergunta então aqui para a plateia. Pode ser? Eu vou usar umas palavras que são palavras. eu sei que são pouco obstrata, mas vão nelas. Por exemplo, transbordo é uma palavra obstrata. Transbordo, né? Mas transbordo, vamos nessa palavra embora a obstrata, mas vamos ver essa nela. Transbordé. O copo estava meio cheio e o copo enche. Enche, entender isso como conhecimento, experiência, resultado, sucesso. e aí você encheu tanto em cheio e tanto que transborda. E ele transbordou que não cabe mais daquele copo. Ou você cria um copo maior ou você coloca em outros copos. O transbordo é. Eu quero colocar. e. É passou do que o copo é capaz de suportar. O copo entenda que é você. Acabou essa jarra, esse copo é a parte de mim, acabou. E mais, mais, mais. aí você começa a transbordar e você tem mais para colocar em outros copos. Existe? Isso é ensino. É ensinar. Eu já sei meu fim no trabalho. Já você se imagina aposentado? Não. Você vai aposentar? Eu não vou aposentar. Eu sei o final. É ensinar, escrever livros. Esse é o meu fim. Eu já faço isso hoje e eu vou terminar assim. Livro ensinando. Fim, próxima a sota. Quem nessa sala está numa fase que deito do coraçãozinho, assim, tem alguma coisa que chegou a se colocar. Eu quero ensinar o que eu sei fazer. Quem está nessa fase? -Cara impressionante, né? -Ei impressionante. -Mas que. -E é maravilhoso. Quer ensinar? E mas ainda não ensinar? Não vai ter mais como vocês não vão mais conseguir negar isso. Para aqueles que querem ensinar ainda não ensinam, vocês vão achar um jeito de ensinar. Porque vai ser mais forte do que vocês. Que é o que aconteceu com a dânica, com o seu convágio, que estão aqui. Porque transborda por. Sabe por quê? Talvez? Não, talvez não. O que você tem hoje de básico que para a gente. para você é básico? É o milagre para alguém. É o milagre para alguém, sabe gente? É o milagre. A pessoa falou "meu Deus se resolveu, minha vida, eu estava esperando por isso, a tanto usando, a tanto tempo você falar, mas gente não obve, é nada, é óbvio para gente, óbvio só é óbvio para o olho treinado. Então guarda isso no seu coração e aí muda um pouco aquela questão que é tão sábidane, é mais do que um, sei lá, de uma coisa legal a se fazer e vir uma missão, missão é o que você faz. É um compromisso, uma responsabilidade, é um acordo em condicionar o que algo que você faz. A Dani, abriu um programa de mentoria, olha que coisa interessante. Quem ensina as pessoas a vender e mais? Olha que coisa fácil de entender, ela pega o empresário, o empresário quer melhorar as vendas. Ela fala "caro, você não é você vender mais?" Melhorar teu canal, melhorar tua pressificação, melhorar o seu modelo de negócio, melhorar teu marketing, tuas vendas e poxa vendas, é o pulmão, coração ou do business. Só que ela percebeu que depois que ela ensinou vários empresários a vender, os empresários gostaram de ensinar o que ele estava fazendo para outros empresários e aí que você deu uma reajustada no prósperos. Eu quero que você fale para essa tumo prósperos. Prósperos só para você ter uma ideia, é um dos clubes da MLS, mentoria, tem gente do prósperos, é ele levantar mão, quer do prósperos, é ele. Viche! Tem gente do prósperos. E o prósperos é ele, é um club, a gente chama de club na MLS, que tem como objetivo ensinar as pessoas a vender e crescer os seus negócios. Porém, nos últimos 100 dias, talvez 120 dias, você dá uma re-paginada na proposta de valor e adiciona o novo elemento que a gente chama de motor 2, que você explica para a tumo tanto, para a tumo que está aqui na sala, para a tumo que está assistindo. É, a gente, ele nasceu para potencializar a resultado de empresários, que querem escalar, queerem vender mais usando o nosso método e temos alguns clientes aqui que experimentam isso, sabem como a gente faz isso. E o que começou a acontecer, de forma muito natural até, é que muitos empresários inspirados em nós, disse assim, "Cara, eu também quero ensinar." "Eu também quero me tornar um mentor." "Não de contas meu negócio está melhorando, eu tenho mais o que contribui com as pessoas." "E eu falei, "Tá, então, já que a gente tem uma mentoria que funciona, eu vou te ensinar." "Então, eu a construir uma mentoria que funciona também, para vocês calar." Então, a gente tem uma tese independente de prósperos, "Tá, esquece prósperos agora." "Esquece a questão de produto." "As tem uma tese que toda a empresa deveria ser também uma empresa de educação." "E não é uma tese nossa, é uma tese mundial." "Eu comecei com vários empresários, empresários que estudam muito tendências mundiais, e eles disseram isso." Quando a gente chama isso de "motor 1 e motor 2", o motor 1 é o teu negócio principal. Então, imagina que você tem uma empresa, um time de vendas, que está crescendo e que já fatura ele a alguns milhões por ano. E você então decide, baseado na sua história nos seus resultados, ajudar outros empresários que, inclusive, já até te admiram. Na verdade, a real mesmo, é que as pessoas já fazem isso. De repente, você se vê, você não é uma pessoa que as pessoas pedem com o selho? Que as pessoas perguntam mais como você faz isso? "Ah, cara, como é que fez? Você chega onde você chegou?" "Ah, você virou que?" "O que? Um mentor naturalmente excelecionado pelas pessoas que já te reconhecem como alguém que pode ajudar." E, de repente, você se dá conta de que isso poderia também ser o seu trabalho, o seu ofício, junto com uma missão. Que aí, se ajuda a primeira pessoa, ela volta e fala assim, "Cara, você me ajudou muito." "Meu, você não acredita no que aconteceu?" "Eu fiz o que você falou, e olha só o resultado que eu tive." "Ai, você vai falar assim, você jura, é sério mesmo." "O que eu te falei?" "Ah, pessoa, eu falei, eu que você me falou." "Mas deu tudo isso, Deus, falar na paz." "Vou ensinar outro, então, e vou ensinar outro." "Então, os nossos próprios alunos chegavam a dizer assim, Dani." "A galera está pedindo ajuda, como é que eu faço?" "Como é que eu faço pra ver um mentor, igual o joel, igual você?" Então, a gente estendeu só a nossa atuação no próspero, que é todos os empresários que já estavam com a gente. Também queriam se tornar mentores. A gente fez uma formação de mentores. Então, hoje a gente tem diversos empresários do próspero que estão se tornando mentores. Alguns, inclusive, já entraram na MLS. Tenham seus clubes dentro da MLS e a gente continuou orientando eles de como ter sucesso. Então, quem está no próspero e também está na carreira de ser formado por nós como verdadeiros mentores de sucesso? Ele vai tá bom. Olha só, já tem alguns que estão tendo resultados incríveis, inclusive. Que eu estou olhando aqui pra vocês. Então, foi isso, joel. A gente foi uma demanda que chegou. Mas tá sendo muito gratificante, sabe? Porque sabe como enxergo isso? É assim. Não cabe milhões de pessoas dentro do próspero. Sim, felizmente, tem limite. Por mim poderia ter milhares de pessoas. Não dá. É um produto relacional. Então, a gente tem um limite ali de empresários. Mas quanto mais a gente forma pessoas que podem ajudar pessoas, a gente multiplica a prosperidade numa forma cabulosa. Então, assim, eu não consigo chegar em todo mundo, mas eu consegui ajudar a preparar pessoas que conseguem chegar em pessoas que jamais eu e você chegaríamos, a gente está melhorando o mundo todo, direta indirecamente. Então, pra gente é um orgulho. E os nossos mentorados são incríveis. Todo mundo que está próximo a gente admira muito. A gente que tem história, que tem vontade, que gosta de estar com a gente. Sabe que tem Deus, saúde, família e trabalho? Esse é o princípio que reja o próximo. O Senhor, Deus, saúde, família e trabalho é o que a gente acredita é o que a gente vive. Então, é uma comunidade forte e que a gente está impulsionando, que a gente está desenvolvendo, vivendo coisas naturais e sobrenaturais. Porque quando a gente pede a presença, delas coisas acontecem de uma forma inexplicável. E a gente tem vivido isso e eu sou muito grata a Deus por a gente estar vivendo com tanta profundidade isso. Nosso último encontro foi. Foi maravilhoso. A maior palestra que eu já vi na vida, que você deu, foi no nosso último encontro. Foi muito, muito poderoso. Muito. Foi forte mesmo. Pessoal, o que eu estou assistindo no Jota Pode Cast, eu quero fazer um convite para você conhecer o próximo para você deixar um contato aqui. Não deixe um link no descretivo do vídeo do YouTube. E vocês podem se aplicar e conversamos com vocês. Mas tem que ver que o vídeo do Jota Jota. Está bom. Está bom. Providência Cliz. Então, você quer empresário que quer fazer parte do prósperos, conhecer o teu motor 1, como você cresce o motor 2 também, que é esse braço educacional, o link está na descrição, manda mensagem, o time do prósperos vai falar que você dá n'intervista, sem entrevistas pessoas. - Entrevista. - faça para um processo todo dia. - Sim. - Poxa, de uma conversa bacana, legal, o time todo do prósperos é muito massa, então o link está aqui na descrição. É um convite para você conhecer esse projeto, esse programa, e fazer parte também. O Dani, tem uma parte aqui do nosso bate-papo, que a gente tem que tomar um cafézinho. - Você é topa? - topo. Nós temos um bloco aqui. - É. - Um bloco maravilhoso. Café com conselho. Do do trás, um chazinho aqui, um cafézinho, um chazinho também para mim. Café com conselho. O oferecimento cheirinho um bom. Um beijo ator, mando cheirinho um bom. - Beijo meninos. - A gente adora isso. - São maravilhosos. - Ateleadores também. - São muito. - O queridos. - Queridos. - Queridos. - Comessa Dani, também comessa aqui a turma do Jota Jota. - Wilton. - E Eduardo, um beijo para vocês. Valeu galera de cheirinho um bom. - maior ecossistema de cafeterias e de franquias de café. Do Brasil, hein gente? Brasília aqui, ó. Beijo para vocês. Cheirinho bom. Você está no meio da tarde. Resolveu tomar um café. - Vai, você vai aparecer, vai tomar um café, vai lá na cheirinho bom. De algum lugar, essa ruidianê, o Belo Horizonte, São Paulo, Porto alegre, não importa. Você vai tomar um cafézinho, você vai chamar alguém para tomar um cafézinho porque você precisa pedir um conselho. Eu quero saber. Quem é essa pessoa? Que conselho é esse? E qual resposta você acha que essa pessoa, você acredita que essa pessoa te daria? Jogou, quem é bom batômenha? Pode ser qualquer pessoa? Qualquer uma. Pode até ser uma pessoa que já morreu. Tá. Tá bom. Eu vou falar algo que eu já faço, mas que seria legal você saber. Que eu, que é para quem um peço conselho. Mas se eu pudesse sentar e tomar um café assim para ver, meu Deus, ser incrível. Tá difícil de falar, mas lembra minha regra de conselho, né? Minha regra de conselho é a pessoa que tem que conhecer meu contexto. Ela tem que ser competente para me dar o conselho. E eu tenho que ter certeza que ela quer o meu bem. Até acrescento mais uma, que esteja que tem os meus princípios que eu. Os meus princípios e valores que eu. É certo. Então, se eu pudesse sentar assim para tomar um café, com certeza seria com Jesus, com certeza. Se eu pudesse colher qualquer pessoa assim, dê-ne qualquer pessoa, seria com ele. E o meu conselho é o que eu peço sempre, mas eu pediria pessoalmente, né? O que eu preciso fazer? Para. Para ficar no centro da tua vontade? Esse ser o meu conselho. Porque o centro da vontade dele para mim é o melhor lugar que eu posso estar. Não tem outro, sabe? E. Eu acho que a resposta dele para mim seria. Continuo o milde, Não quis que esse não de você veio, Não ficar longe de mim. Por nenhum segundo, E continua ajudando as pessoas. Continuo ajudando as pessoas. Pega para elas tudo que você sabe. A liviador dela leva conhecimento para elas, Vibra com elas, E fala de mim para elas. E que as coisas que você ensina são terrenas. Mas as coisas que eu ensino são eternas. Então, A gente tá aqui, é só para isso, Joel. Não é para outra coisa. O quê? A gente. Você disse, isso na sua palestra semana passada, Eu achei a coisa mais linda do mundo. Você falou assim, "Quando eu encontrar com ele, Eu vou dizer assim, Eu usei tudo que você me deu, Eu usei tudo que você me deu. Então, O meu conselho é para ele, é. O que eu preciso fazer para ficar no centro da tua vontade? E eu sei que ele me responderia isso, Fila, "Continuo o milde, Não fica longe de mim, Nem por um segundo. Ajuda as pessoas, Mas fala para elas também do que é eterno. Que tudo que é terreno vai passar. Mas o que é terreno vai ficar. Então, É isso. Eu sei que isso vai acontecer. Um dia a gente vai lá, Tomar um cafézinho com ele. E a gente vai fazer essa pergunta. A gente usou tudo que a gente, Que você deu para a gente, Para compre a missão que o seu ortinho para a gente. Eu espero que a resposta seja assim. E a gente ficou no centro da tua vontade. Eu também espero que a resposta seja assim. Então, É isso para mim. Isso mexe muito comigo. Você sabe disso, né? Não tem nada mais poderoso do que isso. Nada. Nada do que a gente conquiste nessa vida Por maior que seja, Vale mais. Do que está na presença dele. Nada vale mais. E essa questão da benção é incrível. Porque quando a gente recebe a benção, Ela realmente passa por gerações. Então, Da minha geração para frente, Eu determinei que tem algumas coisas que você tem. Tem algumas coisas que não vão mais acontecer. Sim. Sabe? Não vai ter mais escasseis, Não vai ter mais sufrimentos E possam ser evitados. Porque, Quando a gente decide receber essa benção, Essa sabedoria é impossível. Não mudar daqui para frente. Então, Essa é a pessoa, esse é o conselho. Eu espero que possa inspirar outras pessoas A também pegar esse conselho. E o melhor de tudo, né? A gente pode fazer isso todo dia. De graças com ele. E é muito bom. Inclusive agora. Inclusive agora. Você sou do Papo? Gostei. A mede o novo. Gostaram do Papo, gente. Palmas para Dani. [aplausos] Foi muito bom. Eu muito orgulho de você, tá? Eu também. A minha, da sua trajetória, de você, a sua garra, da sua capacidade de estar com coração sempre ensinável, da sua lealdade. E do fato de você se manter assim com coração milde e você não oscila. Obrigada, você também tudo isso para mim. Você também. Eu também tenho muito orgulho de você E de como você é usado do instrumento tão poderoso que você é. E eu tenho certeza que Deus também tem muito orgulho de você. Obrigada, tá? Isso é meu amigo. Você também. Muito orgulho de ti. Obrigado. Espera, senhores, esse foi o Jota Jota Podcast Quadrani. Mais uma vez aqui, se você gostou dessa, a gente saber. Compartilha, comenta, se inscreve no canal, tá? Segue a Dani nas redes sociais, redes social, Dani. Dani Martins, pro Instagram, manda mensagem lá, prósperos, club também no Instagram. Conta com a gente. A gente realmente que ajuda o maior número de pessoas possível. A gente está aqui para isso. Mas isso aí. Então, clica aqui. Na descrição tem como você fala Quadrani. Tem mais informações aqui na descrição para você. Se inscreve e repito no canal, manda para mais pessoas. Por que mais pessoas merecem essa informação para a plateia. Obrigado. Afinal de contas, é o primeiro curso de podcast que a gente faz. Talvez o primeiro curso de podcast que tem no Brasil sobre esse assunto. Mas tava te uma umas para vocês. É. Foro comportados, né? Não, estamos. Galera, comportadinha. Super comportadinha. É isso aí, um forte abraço. A gente se vê no próximo Jota Jota Podcast. Valeu. Tchau. [música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Venda autêntica exige adaptação ao cliente e mudança de sua consciência, indo além de técnicas.
  2. A identidade pessoal, moldada desde a infância, é fundamental para o sucesso em vendas, influenciando crenças e resultados.
  3. A contratação de vendedores deve avaliar perfil comportamental, competências, ambição e autoconhecimento sobre fragilidades.
  4. É possível conciliar vida pessoal e profissional com uma agenda flexível e intencional, utilizando recursos como o Airbnb.
  5. A inteligência de vendas envolve multiplicar conhecimento em equipe para escalar negócios e estabelecer metas desafiadoras.

Summary:

A transcrição apresenta uma discussão sobre vendas de alto desempenho, destacando que vender verdadeiramente vai além da técnica, exigindo a capacidade de adaptar-se às necessidades do cliente e influenciar sua consciência. A especialista Dani Martins enfatiza que a identidade pessoal, formada desde a infância, é um fator crucial para o sucesso, pois molda as crenças sobre competência e merecimento, impactando diretamente os resultados. Ela descreve um processo estruturado para contratação em vendas, que inclui análise comportamental, entrevistas para avaliar competências, ambição e autoconhecimento sobre fragilidades, visando identificar gaps que possam limitar o desempenho.

Além disso, aborda a importância de equilibrar vida pessoal e profissional através de uma agenda flexível e intencional, mencionando o Airbnb como ferramenta para viagens. Por fim, destaca que a inteligência de vendas envolve escalar conhecimentos em equipe e estabelecer metas audaciosas para transformar o presente e impulsionar o crescimento do negócio.

FAQs

Vender de verdade é ter a capacidade de se adequar ao que o cliente precisa naquele momento e mudar a consciência dele, não apenas vender para quem já quer comprar.

Vendas está diretamente associada à identidade, que é o que a pessoa acredita que é, é capaz de fazer e merece, determinando seu teto de resultados.

Utilize softwares de análise comportamental para identificar gaps e faça perguntas sobre suas competências, evidências de resultados passados e ambição, observando convicção e segurança nas respostas.

1) Quais são suas três características mais poderosas para atingir resultados? 2) Quais evidências você tem de resultados relevantes no passado? 3) Qual é sua ambição e o que você acredita merecer?

A técnica alimenta a parte cognitiva e o domínio do processo, enquanto a inteligência de vendas envolve a identidade, a parte humana e emocional, que determina o resultado de longo prazo.

Ela não usa a palavra 'equilibrar', mas 'qualificar', com acordos claros com a família sobre momentos de viagem, trabalho e casa, utilizando uma agenda flexível e intencional.

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