O Que Fazer em 2026 Para Ter Resultados (JOEL JOTA) | JOTA JOTA PODCAST #259
93m 34s
O episódio do podcast discute atitudes essenciais para alcançar resultados, destacando a importância do foco como motor do sucesso. O foco expande aquilo a que se dedica atenção e exige a habilidade de recusar distrações para não comprometer os objetivos principais. Outro ponto central é a gestão do tempo, ameaçada por interrupções internas (pensamentos), externas (pessoas) e tecnológicas (notificações), que fragmentam a concentração e reduzem a produtividade. A falta de clareza sobre o que fazer e a ausência de preparação prévia são apontadas como causas para a repetição de ciclos improdutivos. O apresentador enfatiza a necessidade de planejamento, como a definição de prioridades, para iniciar o ano com direção, e compartilha sua experiência de interação com o público, que inspira a criação de conteúdo. A mensagem final reforça que o crescimento pessoal e profissional depende de ações deliberadas, disciplina e da proteção do tempo e da atenção contra elementos dispersivos.
E o assunto do nosso podcast hoje são 9 atitudes que se você fizer, você vai aumentar muito a sua chance de atingir seus resultados. Guarda bem isso, protege bem isso no ano de 2016. Filho, viver com medo é viver pela metade. Barça de cortela tem uma frase que eu gosto muito que ele fala assim. O "a pessoa mais perigosa que existe é o motivado despreparado". Se está com medo para respira, pensa, captura, elemento de conhecimento e pacum conhecimento. E no fundo a gente sabe quando a gente tem que dizer "não". Se você diz sim para as coisas que aparece, você diz "não" para os seus objetivos. Tudo aquilo que a gente foco expande e foco é o segredo das pessoas imensucedidas. O ciclo do comportamento ele precisa de 3, 6 começar, continuar e concluir. Falou o que é fazer? Faça. Só não fique atrás dessa ilusão de uma vida de equilíbrio. Porque nada que é feito de uma maneira relevante foi feita no equilíbrio. Gente, para andar até que tem de equilíbrio, seu souber o que fazer, seu conviver com as pessoas certas. E se eu tiver um ambiente de crescimento, eu vou conseguir. Até o último instante da nossa vida a gente consegue aprender o que a gente quiser. Antes de começar o episódio de hoje, deixa eu te dar um recado rápido. Todo fim de ano é parecido. Muita gente promete que no próximo ano vai ser diferente, mais foco, mais resultado, mais saúde, mais presença com a família. Mas tem um probleminha aí. Esse problema é que se você não se preparar agora para 2006, o próprio ano tende a te puxar para o mesmo lugar de sempre. Excesso de extração, falta de clareza. É importante você se preparar muito importante. E foi exatamente por esse motivo que eu lancei um novo áudio livro, que se chama foco no essencial. Ele já está disponível na áudio-bole. E ele não é sobre fazer mais coisas não, tá gente? É sobre tirar o que não importa organizarmente e começar o ano com foco no seus projetos. Então se você quer entrar no 2021, isso come mais clareza. E eu sei que você quer. Eu sei mesmo. Escuta aqui esse áudio-liber da áudio-bole. De onde você quiser? Como você quiser? E até offline. Então, acessa o link que está na descrição que você vai ter acesso. Cominado? Agora sim. Vamos para o episódio de hoje, no Jota Jota Podcast. O pessoal do Jota Jota Podcast, edição especial à última edição de 2025. Não formato super especial como vocês podem ver. Eu estou num palco e eu estou com uma plateia maravilhosa. Bate palma aí galera. É incrível. Esse é o último podcast de 2025. Primeiro obrigado pela audiência de todos vocês durante esse ano. Jota Jota Podcast. Pelo terceiro ano consecutivo, maior podcast negócio. Terceiro maior podcast de todas as categorias no Brasil. Obrigado pela audiência de todos vocês. E é muito bom poder sentir essa vibe, sentir essa vibração. Esse carinho. Essa é a prova material de que vocês gostam, de que o conteúdo contribui com todos vocês. O Brasil é o segundo país que mais escuta podcast no mundo, pessoal. Ou seja, o brasileiro está acostumado com o podcast. Ele consegue fazer várias coisas no mesmo tempo, ele consegue na academia. Quem vai na academia ou vindo o podcast? Leva o filho na escola. Quem lavalou seu vindo o podcast? Muito bom, vai para o trabalho. Quem é que, por exemplo, está ouvindo e para para notar? Volta, manda áudio exatamente isso. O Jota Jota tem essa característica de provocar esse tipo de insight. Eu também passo por todos esses insights. Eu já sentei mais de 250 vezes para gravar com pessoas. Foram 250 vezes que eu parei para aprender, para escrever. Me colocou na cadeira do aluno, porque acredito que quem não senta para aprender, dificilmente vai levantar, para ensinar. E que todo professor, todo mentor, tonara da educação, tem que sempre em primeiro lugar comprometido com aprendizado antes de ensinar e dedicar. São cinco anos consecutivos fazendo podcast nos últimos três anos, uma maneira bastante forte, firme e consistente na internet. Esse é um episódio especial. Nós estamos aqui na Casa Destino do meu amigo Thiago Brunei, que é um dos personagens que mais foi no Jota Jota podcast, talvez ele tenha ainda mais 500 vezes no Jota Jota podcast. Esse é o espaço dele. Obrigado, meu irmão. Obrigado pela amizade, pelo carinho e para bem, por tudo que você fez também esse ano de 2025. Nós estamos aqui também com a galera do Clube do Livro. Aproveitamos esse momento. Nós acabamos e tava por aqui o Livro. Nós acabamos de lançar um livro aqui em Qualtoria e é o livro que tem a maior quantidade de colotores do mundo 576 colotores e a gente vale do isso através do Guinness Book, tá um Guinness Book veio, chancelou isso, sim. É o maior livro do mundo de colotores, pessoal. Feito no Brasil, por brasileiros, para brasileiros, mas que chega no mundo todo aqui, orgulho da gente. Que orgulho, gente. Muito, muito, muito bacana. O ano de 2025, como nos outros anos, eu rodei bastante. Para conversar com empresários, com impredidores, com profissionais, eu rodei bastante esse ano. Eu entendi que é o conteúdo, que hoje que a gente vai falar, eu entendi que muitas pessoas não prosperam por alguns motivos e esses motivos sempre se repetem. Eu entendi também que muitas pessoas prosperam por alguns motivos, que é o mesmo. Só que feito de uma maneira diferente. E o assunto do nosso podcast hoje são nove formas, nove coisas, nove atitudes que se você fizer, você vai aumentar muito as suas chances de atingir seus resultados. Mas se você não fizer, você vai aumentar muito as suas chances de ter fracaso. Olha só coisas interessantes. Elas não têm ordem de importância, mas eu criei uma ordem sobretudo à última. Eu deixei a última, o NONUITEM, de maneira intencional, porque eu quero fechar com ele. Então, acredito que todos vocês que estão aqui no presencial e você que está me ouvindo, me assistindo, eu gostaria muito de dizer isso para você. Por que? Olha só. Só, eu vou falar alguns números. O Joel Jota, como marca, tem 15 milhões de seguidores. Hoje, eu acumo lei 15 milhões de seguidores em todas as redes sociais. De alcance de visualização por mês, todas as redes sociais juntas atingem 140, 145 milhões de visualizações todos os meses. Ou seja, de 15 milhões, quase 150 milhões são de visualização, ou seja, 10 vezes mais. Então, existe uma quantidade muito grande de gente que assiste e que não segue. Mas assiste. E também existe uma quantidade muito grande de pessoas que assistem mais vezes. Então, chega em muitos lugares. Não são 150 milhões de pessoas, são 150 milhões de visualizações. Então, as pessoas assistem muitas vezes. Mas também tem mais pessoas que não me seguem, que não saem a página. Mas assistem, de repente, engaja, vê um vídeo e aí me encontra em um lugar. Por lembro de você de algum lugar, assim por diante. Então, o impacto na rede social é muito grande. Outra coisa, eu noto só no Brasil, eu tenho outros países. Eu também estou em países que falam português, com brasileiros que estão em outros países. Só no Jota Jota pode caixas, são 99 países que escutam Jota Jota Pode caixas. Mas também falam com a turma de Portugal, com os portugueses, falam também com outros países que falam língua portuguesa. Por exemplo, o Angola, Suriname, eu falo também, Cabo Verde, eu falo também. E obviamente a massa crítica está no Brasil. E não para de crescer, não para de crescer, não para de crescer. Isso traz para mim orgulho, honra. É muito importante isso. É muito importante encontrar as pessoas na rua e elas falaram muito obrigado, eu descuto todos os dias, você transformou minha vida. Eu leio mais para o tua causa, quem começou a ler mais? Aqui, então nem se falam, né? Então começou a ler mais por causa de alguma estímulo, a gente não apenas, a gente ler mais, porque a gente lhe junto. Isso é muito bacana. Agora também vejo muitas pessoas falam dos seus filhos. Pô, meu filho, te escuta, escuta, Jota Jota Pode caixas. Pô, teu filho, escuta, Jota Jota Pode caixas. Escuta. Wow, sério, sério. E ele entende, ele entende. Caramba. Isso me fez pensar a monte de coisa para jovens. Eu tenho filho, né? Toda vez que eu vejo uma coisa para criança eu quero investir. Daqui a pouco era investir em brinquedo, boneco, bola, bifei infantil. Eu quero, recorrer, revista em quadrinho, parque de diversão. Nossa, então você vai ler na festa de aniversário, larissa? Quanto que a gente pagou nisso aqui? Ela fala. Portanto, como se fazê conta? É valendo nossa, a gente tivesse isso, né? É o tempo inteiro fazendo isso, porque a gente vive, transpira e tem mentalidade em empreendedora, mas a semana de tudo é muito legal, vejo que a turma fala. Mas, pessoal, rodei, falo com muita gente, converse com muita gente, de diversas formas. Eu converse com um grupo de pessoas na rua, converse com um grupo de pessoas na academia. Eu converse com um grupo de pessoas de mentorias, e aí são milhares de mentorandos. Eu converse com o empresário, não pode caix, nas caixinhas de pergunta, no posto de gasolina, no supermercado, no clube, qualquer lugar que eu esteja, as pessoas vão conversar comigo, e geralmente elas fazem duas coisas. Há a galera dessa, em alguma transformação que elas tiveram, elas me fazem uma pergunta. E a propostionalidade é mais ou menos 60-40. Elas ficam 40% do tempo a agradecer, eu estou a ver estrinta, mas a maior parte do tempo é fazendo perguntas. E quando ela faz uma pergunta, eu entendo, eu entendo o motivo, eu entendo o gargalo, já eu quero crescer, não consigo. Já eu não consigo ser produtivo o que eu faço. Como é que eu faço para ter disciplina, cara? Eu quero acordar mais cedo, eu estou com uma dificuldade. Já eu faço o que? Eu estou com 20 mil reais, eu invisto onde. Já eu quero sair de ser lita, eu quero fazer transção de carreira. Você acha que é cedo para empreender? Ou você acha que eu tovelha demais para empreender? Tu com 56 anos ainda da tempo? São perguntas que eu escuto? E essas perguntas que eu escuto fazem com que eu reflita, crie conteúdo, aprenda, desenvolva. E eu entendo que tem nove coisas que vão fazer você avançar. A primeira delas. Posso começar a notar. É foco. Tudo aquilo que a gente foca expande. E foco é o segredo das pessoas bem sucedidas. Onde você coloca o seu foco, estão os seus resultados. O foco também tem o seu olhar de saber dizer não. Mas é muito curioso, né? Porque tem gente que fala assim, eu não sei dizer não. Não, você sabe dizer não. Quando eu falava, já você fala não. Um, dois, três e já. Pronto. Você sabe? Você sabe dizer não. Então, não é sobre dizer não. É sobre dizer não na hora. Certa. Precisa do time, precisa do momento. E no fundo, a gente sabe quando a gente tem que dizer não. Porque quando a gente não diz não para os nossos projetos que aparecem, ideias que aparecem, se você diz, se fica dizendo sim para as coisas que aparecem, você diz não para os seus objetivos. Existem três palavras, eu costumo dizer que existem três palavras que são difíceis de falar. A primeira palavra difícil de falar é em constitucionalíssimamente. Segunda palavra difícil de falar é externo-cléidomastóidil. Externo-cléidomastóidil é um esse músculo aqui, ó, do pescoço que vira sua cabeça aqui, ó. E a terceira palavra difícil de falar se ones, qual é? Não. Não. Também gosto de dizer assim, ó. Se não for um sim óbvio, então é um não óbvio. Se você não dizer um sim rápido, o sinofor óbvio para você, é não. Na dúvida? Não. Quando a gente amadurasse, quando a gente cresce, quando a gente fica adulto, a gente sabe o valor do tempo. E é importante a gente falar não. Algumas pessoas têm dificuldade de falar não, porque elas acham que elas vão machucar outras pessoas. A gente não precisa machucar as pessoas dizendo não. A gente não precisa. A gente pode falar não, obrigado. Isso não é um projeto que faz sentido para mim agora. Obrigado para você ter me convidado. Obrigado para você ter lembrado de mim. Mas agora, do momento da vida que eu estou, eu preciso de foco total e foco absoluto. Muito obrigado. Mas agora, infelizmente, não faz sentido para mim. Esse é um não. É um jeito de dizer não. Às vezes você pensa assim, "Poxa, mas se eu falar não, eu só vou ficar chateada." Acredite ela não vai ficar chateada, gente. Ela fica chateada quando você não responde. Ela fica chateada quando você disse "Sim, mas por dentro você disse não." E na hora de ter o compromisso da dação, "Pô, mas você disse "Sim, mas você já está desanimado." Eu também acredito que tem três decisões na nossa vida. A gente amadurasse e tem três decisões. Uma decisão inteligente, uma desantola e uma desancorajosa. Como é a desanteligente? A desanteligente é assim. Se você já sabe que você nem vai terminar, nem começa. Isso é o que, Jor. Isso é inteligência. O que é uma desantola? É aquela que você sabe que você não vai terminar, e mesmo assim, você começa. "Poxa, vida, cara, você já sabe." E o que é uma desantorajosa? É aquela que você começa, em mesma na dificuldade, mesmo no desafio, mesmo quando você está passando no vão, você continua. O ciclo do comportamento, ele precisa de três ses. Começar, continuar e concluir. Isso é muito importante. Então, uma pessoa focada, onde ela coloca energia dela, ela cresce. O Bruce Lee tem uma frase que eu gosto muito, que é assim, ó. "Pra derrubar o muro, canalise sua força no único ponto." Foco. Foco. Então, mais do que saber dizer não, senhores, essa berde dizer não, na hora certa, e você não vai machucar as pessoas, não precisa ser arrogante, não precisa achar que as pessoas vão ficar chateadas. Você pode falar isso numa boa. Essa semana, enquanto eu gravo esse podcast para vocês todos, essa semana eu recebi uma mensagem, o que eu respondi ela no WhatsApp. Uma viagem que eu estava na academia, eu sou uma mensagem. E eu disse, não, pra ela. Ela mandou uma mensagem no WhatsApp me fazendo uma proposta. Eu não respondi, aí na outro dia ela mandou, fala Joel, beleza? Ou seja, ele deu um "up" na mensagem. Leu o que eu mandei acima, eu respondi, Lee, obrigado por lembrar do meu nome. Esse não é um assunto que eu me interesso, tem projetos grandiosos para o ano que vem, e como eu não me interesso, isso é importante para mim, tem projetos grandiosos que vão exigir o meu tempo, então não faz sentido isso para mim, pelo menos, por agora. Obrigado por ser te mandado a mensagem. Esse é um "não". Essa pessoa não me resmandeu, de volta. Tudo bem? Será que ela ficou chateada? Eu não sei, eu acho que não. Por que que eu vou achar que ela ficou chateada? Eu não tenho nenhum acordo com ela, ela mandou uma mensagem para mim, que ela sabia se eu queria, eu respondi que não queria. Então você também não precisa ficar preocupado se a pessoa ficou chateada ou não. E nem também precisa mandar uma mensagem falando assim, aí você viu que eu te disse "não"? A gente é maduro. Quem é que reconhece que precisa aumentar o seu foco e levantar mão? O que atrapalha nosso foco? São os interferências. Que é a segunda coisa que eu quero falar para você. Não é interferência palavra, palavra é tempo. Que é primo do foco. Foco e tempo. O tempo, ele é finito, ele acaba. O tempo acaba. Quem aqui não gosta em portas e alguma de perder tempo? Quando você chega no meu reunião, chega a gera tão ponto. Não é assim? A gente vai manda o projeto logo, manda a proposta, porque a gente para de perder tempo, porque a gente sabe o valor que ele tem. E tempo é o seguinte, porque a gente perde tanto foco e tanto tempo? Eu gosto de uma passagem do James Clear e também do Tim Ferris, dois autores que eu leio. James Clear escreveu hábitos atômicos, livro. E o Tim Ferris foi o livro que ele escreveu. Eu trabalho quatro horas por semana, mas basicamente é assim. Por que a gente fala que a gente trabalha, trabalha, trabalha, trabalha, trabalha. E, ao final do dia, parece que o dia não rendeu. É a resposta dele ao seguinte, é porque a gente tem muito tempo. Porque a gente tivesse menos tempo a trabalhar de uma maneira mais lucida, produtiva, pro ativa. Quando eu leio, falei, "Deixa eu investir mais. Vamos um pouco mais afundo nisso." Tem outro autor que escreveu e perfoco, chamado Chris Bailey. Bom, todo mundo aqui sabe que eu gosto de estudar, estudo performance. Performance tem a ver que fazer poucas coisas muito bem feitas no gestão do seu tempo e fazer poucas coisas. E a pesquisa mostrou o seguinte, cada interrupção que a gente tem no nosso dia a dia que passa de cinco minutos, pessoal, a gente leva em média 22 minutos para voltar ao mesmo estado de foco. Quando eu li esse número, falei, "E isso é muito impactante." Imagina quantas interrupções nós temos no nosso dia. Então, o que faz a gente perder o nosso foco? E gerenciar de uma maneira adequada o nosso tempo são as interrupções. Tem três tipos de interrupções. Tem uma interrupção interna, seus nossos próprios pensamentos. Tem uma interrupção externa, que são as pessoas, o nosso redor. E tem a interrupção tecnológica. O que é o meu telefone? Se toda hora ele apita, ele é uma interrupção. Se eu recebo e meio ele apita, se eu recebo uma WhatsApp ele apita, toda hora uma interrupção. Se eu tenho um smartwatch que toda vez que tem uma WhatsApp,
mensagem do WhatsApp, ele vibra, isso é uma interrupção. É importante, lógico, a gente vê as nossas mensagens, mas eu não quero pux de mensagem. Essas são as interrupções tecnológicas. Quais são as interrupções do ambiente? São as pessoas, a gente está trabalhando. A gente está lá digitando, uma pessoa abre a porta e fala, "tá ocupado?" Às vezes, ela fala, "pô, você pensa, tô, né?" Mas geralmente as pessoas não falam que elas estão. Elas estão ocupadas e ela fala, "Não, pode falar." Da pessoa fala "pô, mas eu preciso de cinco minutinhos com você." E você sabe que não vai ser cinco minutinhos. A mesma sem você libera ser que o minutinho dizia, "da 20 minutos, 25 minutos." E aí você fala um outro assunto, você pega um túnel do tempo, por tal que te leva para algum lugar. E quando você volta, onde eu estava mesmo? Onde eu estava mesmo? Isso é uma interrupção do ambiente. E como uma interrupção interrupção interna? Essa é a que mais dá trabalho. O que vocês acham? E a cabeça? Essas são os nossos pensamentos. E se você permitir, pessoal, atualmente vai te levar para o futuro e para o passado. Para o passado para ter remorse, para o futuro, para ter cidade. No futuro, a gente se preocupa. Será que vai dar a me doso céu? O que a pessoa vai achar? E ter algumas vertentes de pensamento que diz que 90% daquilo que a gente se preocupa nem vai acontecer. Então ser humano por natureza, ele sofre por antecipação. A gente sofre demais por antecipação. Meu Deus, o que aquela pessoa vai achar? E a pessoa não lembra. Ela não sabe. Do que você está falando? Eu não termina o ideia do que você está falando. Então isso interrompe demais. O que os outros vão achar? Será que vai dar? Será que eu não vai dar? Será que vai dar? E esses pensamentos, eles ocupam demais a nossa cabeça. João, então você está falando do que você não está falando de mente. Eu estou falando sobre consciência, estado presente, consciência. No mundo muito barulhante, né gente? Um mundo é barulhante para caramba. Se você quiser, você fica num piscar de óleo 40 minutos na rede social, não fica não? Quando você olha, você fala, "E caramba, 40 minutos aqui, é desenhado para você ficar lá. Tem uma descarga de endorfina muito grande lá. É que a poxa que você entrar não vê as para dar risada, você vai entrar numa parte do dia comédia, que você vai dar risada na 40 minutos. É que a poxa que você entra numa de fofoca, que você vai ficar numa foca mais 40 minutos. É que a poxa que você entra numa parte na que fala, "Só sobre catástrofe, você vai ficar catástrofe 40 minutos." Você precisa ter uma forma de interrompeis por causa do teu tempo. Quando você tem clareza do que você tem que fazer, o tempo fica teu aliado, porque tantas pessoas perdem tanto tempo. Em muitos casos, elas não têm clareza do que elas têm que fazer, porque elas não conseguem minimamente, por exemplo, o senhor, eles fazem uma lista de tarefas. E a lista de tarefas é muito importante, porque na clareza, e dentro de uma lista de tarefas, as coisas têm a sua importância, mas elas não têm a mesma importância. Eles fazem uma lista de tarefas de 15 coisas. Elas têm a mesma importância, essas 15 coisas? Não. Então tem uma tarefa que tem mais importância do que a outra, então ela é exigida mais tempo do que a outra. Quem aqui precisa, que nem eu, de um tempo sozinho todos os dias. Você que precisa de um tempo sozinho todos os dias. Quem aqui reconhece que não está cavando esse tempo todos os dias sozinho? Pois é. Eu gostei de incomoda. Eu preciso todos os dias ficar sozinho. Não é uma coisa que, "Ah, pô, é legal". Não, eu preciso. Eu preciso ficar no meu mundo dos meus pensamentos, eu preciso escrever, porque quando você está confuso, quando você escreve "claria", se eu não. Ah, desclaria meus pensamentos aqui. Às vezes você está vazio. Às vezes você está com o vazio. Às vezes você vai ler. Lê, enche. Então tem horas que eu falo ponto sentindo falta disso aqui. Deixa eu ler. Todas as vezes que eu vou viajar, por exemplo, eu vou na minha biblioteca. Gente, minha biblioteca deve ter hoje na J, um agabixável número exato, mas deve ter uns mil dos entes livros. Me presente. Eu já deve ter dado, 100 ag, eram uns dois mil livros. Eu deve ter comprado a minha vida uns quatro mil livros. Eu vou na minha biblioteca, cheia de livro, ficou olhando ela assim, ó. Caramba, preciso comprar novos livros. Isso tem acontecido. Nossa, eu estou precisando desenvolver essa competência, eu não tenho livro. Eu já li esse livro, cadê aquele outro livro, dei? Nossa, aquele outro. Eu lembro dos livros, que eu compro. E eu compro vários livros repetidos. Mas alguém? Duas três vezes? Com português, inglês, eu compro. Doo. E aí eu falo, "Poxo, eu estou precisando de um conhecimento aqui, eu não tenho. Eu estou vazio, vou buscar minha leitura, porque eu entendi que ler." É um jeito de eu aprender dos melhores, das melhores formas eu aprender. Ouvi também, conversar com as pessoas e euvi também. Agora tenho a hora que eu preciso escrever. Eu preciso do meu domingo proino, meu escritório, e eu escrevi a minha semana, quem mais? Só que a gente tem uma vida, né? Nossa vida não é tão cartesiana, não é tão matemática, não é assim, oito mais outro, mas não é assim que funciona, não? Quem tem filho? A mulher que vem, chora, ontem eu estava lá em casa, aí meus filhos estavam brincando, Larissa estava aqui na boa, os meninos estavam na boa, falei "Volei". Cruzei minha perninha, peguei meu livro, comecei a ler. Aí viu o João. "Papa, ele já chegou como papel em uma caneta, desenha pra mim o Pikachu?" Aí meu joca, e pra mim você desenha o ninja? Aí eu poderia falar assim "Som minuto filho, papa está lendo, mas eu escolhi fazer uma outra coisa." Logico do desenho filho. Vamos desenhar. Mas ainda minha cabeça não é "Deixei de ler". Meu cabeça é "Voler em outro horário". Mas eu vou ficar com os meninos desenhando Pikachu e desenhando ninja. E a gente ficou desenhando, a gente ficou ali, a gente ficou daquele jeito. Ou seja, eu tenho que criar um horário pra ter minha reunião comigo. E esse meu horário eu já sei qual que é. 5 da manhã. 5 da manhã eles estão dormindo. Então eu acordo pra ler. Eu acordo pra academia. Eu acordo pra fazer a primeira reunião do dia porque eu calarei as minhas ideias. Talvez você se pergunta "Cara, como faz pra acordar cedo? Durma cedo. Durma no horário que você consegue." Então você vai ter que dar uma adequada. Eu não sei exatamente o jeito que eu ia fazer. Você vai ter que organizar um pouco pra você ter aquele teu momento por dia que é importante pra você. E é ver ter uma hora que vai encaixar. E o que vai fazer? As coisas que você perde tempo a pararem, você vai dormir uma boa, você vai dar uma lidinha, vai escrever, vai ter bacana, você vai ter um exercício físico. Porque isso é muito importante pra vocês tão gerenci bem o tempo de vocês. E saibam quais são as ferramentas mais importantes da vida de vocês. Antes eu vou passar pra terceira, tem uma coisa que eu falo há dois anos já, que é assim ó. Quem pensa 30 minutos por dia sobre a sua vida? Muda de vida. Não é um pouco mais fundo nisso. Se você para 30 minutos por dia pra estudar, pra pensar sobre a sua vida, mas assim pensar com profundidade, tá gente? Pensar com profundidade e pensar com maturidade. Pensar enfrentando a tua vida. É basicamente assim ó. Imagina que você não tá satisfeito com o seu corpo. Então ela, você engordou, seu corpo é muito legal, você tá com algum mador, você tá inflamado, você tá comendo muito o glúten, lá que pós, você passou do ponto. Você parou um pouco e pensa sobre isso, mas para e pensa sobre isso. Pensa com 30 minutos. Pensa com propriedade. Pensa com enfrentamento. Pensa com maturidade. Você vai entender o que aconteceu com vocês, fala cara. Eu abusei, tô comendo um pouco mais, deixando fazer exercício. Não tá sendo legal pra mim. Acho que o preciso melhorar, você tem mais disciplina, tô comendo muito doce. Tem horas pessoal. Que eu quero comer doce, que nenhum doido. Mas alguém aqui? Só que eu tenho que parar assim, por que eu tô querendo comer doce a mais? Porque eu tô ansioso com alguma coisa que aconteceu. Pô, mas eu jual jota passar por isso, gente, eu posso por isso toda hora. Toda hora. Então poxa, não deixe esse negócio perto aqui de casa. Deixa eu tentar fazer uma outra coisa, será que eu não tenho que melhorar a minha alimentação? Será que eu não tô ficando um tempo demais sem comer? Aí eu não tenho vontade de comer doce de dia. E a noite eu tenho. Pensa. Pô, será que eu não tá faltando triptofano? Porque eu fui ler pra ele e cara tá me faltando triptofano. Então eu não tá de doido. Logo a gente comer doce, junto com a fase do ano, junto com projeto, junto com isso. E o chocolate tá aqui, ou o doce tá lá. E eu já gosto. Parei pra pensar. Deixa eu olhar meu corpo, deixa eu olhar a criação dos bebês, deixa eu olhar meu dinheiro. Deixa eu olhar pô. Deixa eu olhar meus hábitos. Jota pra prever o hábito, a partir. Dá minha conduta, dá pra prever o meu futuro a partir da minha dispensa de casa? Dá. Se eu chegar na tua casa agora, eu vou falar, deixa eu ver um pouquinho da tua vida. Abre toda a dispensa pra mim, eu vi toda a dispensa. Vito a geladeira, vi último curso que você estudou, vi tua biblioteca de livros, vi sei lá, séries da Netflix. Perogém-o que você. Faz a sua vida dar para olhar ao seu hábito, ó, do jeito que você se comporta. Qualquer pessoa que para para pensar 30 minutos, muda a gente de vida. Pensa um pouquinho, só que primeiro para pensar um pouquinho, a gente precisa abrir tempo para pensar um pouquinho sobre a nossa vida. Isso aconteceu comigo há muitos anos atrás, quando eu comentei muitas falhas, quando era jovem, e falhas que beirava negligencia. Beirava negligencia. E uma d'álas era co-dinheiro. Até em dia que eu falei assim, até quando, cara, você vai ter esses problemas com esse dinheiro. Até quando você vai olhar pro dinheiro e dar de um brinho, "Ah, não tem problema, tudo bem que eu paguei uma conta atrasada, estou pagando os juros, não é sobre os 2, 5, 4, 10 reais de juros, é sobre não estar organizado e ficar pagando esse troço, porque o jeito que a gente faz uma coisa na gente, a gente faz todas as outras coisas. Então, reservar tempo para a gente pensar. Primeiro é foco, e o segundo é tempo. O terceiro é conhecimento. Eu acredito que o conhecimento, gente, é libertador. E eu tenho certeza que você acredita que o conhecimento é libertador. Você está aqui, você está ouvindo, você está vendo. O conhecimento, ele liberta mesmo. Ele está descrito há muito tempo, até na história do mito da caverna de Platão Lembra, quando aqueles escravos estão preso a uma caverna, um escrava ele consegue se desprender aquelas amadas, aquelas correntes que estavam na sua perna. E ele vê, ele se vira, olha, tem uma saída, ele clara, ele sai, aquela luz é muito forte, os olhos dele dõem, e ele sente dor, e a medida do tempo vai clarhando, os olhos dele começam a enxergar, e ele viu um mundo. Ele falou, "Caramba, wow, existe isso, ele volta para falar com os outros preso a eles, a vida não é essa caverna, a vida lá fora, e os prisioneiros começam a caçar dele, querem machucar ele, querem bater ele, falando, "Caramba, você é muito doido". Mas é isso o que o conhecimento faz. O conhecimento mostra uma coisa que já existe, mas é que você talvez não tenha visto, o nome disso é ponto cego. Alés, eu gosto de uma passage do oixo, que ele escreve no livro chamado Coragem, que ele diz assim, "Tudo no mundo", na verdade, na no mundo, ele fala na natureza, ele fala "Tudo na natureza está em abundância". Exeto uma única coisa, a consciência. A consciência que não está abundante. Então, o conhecimento. Ele aumenta a tua consciência. É possível empreender, é possível criar, fazer essas gestões, abrir esse negócio. É possível lidar melhor as cinco seus filhos, com as suas emoções e com a sua saúde. É possível fazer uma abordagem diferenciada e responder de uma maneira que convence, através do conhecimento. Eu acredito numa coisa. Eu realmente acredito no que eu vou falar para vocês aqui agora. Eu sigo que eu vou falar aqui para vocês. Se você tem um resultado que eu não tenho, do qual eu me inspiro em você, do qual é importante eu também adquirir, do qual para mim é relevante, é porque você sabe de uma coisa que eu não sei. Você tem um conhecimento, você é dotado de eu não saber que eu não sei. E se eu tiver acesso a esse conhecimento, eu vou ver. Então, eu vou atrás desse conhecimento, onde ele está. É muito comum eu perguntar isso para as pessoas, onde você leu isso, onde você aprendeu isso, onde você enxergou isso. Aí tem gente que falar, "É isso aqui está baseado na minha experiência". Enquanto pouco mais, pois isso aqui eu lino o livro tal, isso aqui eu vi num documentário tal, porque o conhecimento, ele está disperso, pessoal, ele não está escondido a seteixadas, o conhecimento, ele está disponível, ele está disperso, ele está disperso. Então, se alguém tem um resultado, que você não tem, acredite, de uma maneira lógica, de uma maneira óbvia, mas como disse o Einstein, é simples sem ser simplista, é simples sem ser simplista, é porque essa pessoa sabe de uma coisa que você não sabe. Isso acredita nisso. E se você quiser isso, você vai aprender. Então, conhecimento, muitas pessoas não atingem os resultados, que elas querem, porque elas não têm o conhecimento. E a gente só dá aquilo que a gente tem, né, pessoal? A gente só dá aquilo que a gente tem. Recentemente, eu fui num evento, e o evento tinha o lançamento. E aí, o nosso time de lançamento começou a falar do time de lançamento das pessoas que estavam naquele evento. Aí, falar, "Poxa, esse podia fazer dessa maneira, podia ter esse diferente, departamento de marketing, poderia ter feito de outra forma." As vendas poderiam ter um time mais ativados, e eu levantei a mão e falei assim, "Mas eles não sabiam." "Nossa, papel?" É isso, né? Porque eles só abersam? É isso que eles teriam feito. Por isso, o conhecimento, ele nunca acaba. E o confússil, que foi um grande filósofo chinês, ele disse o seguinte, "A única pessoa incapaz de aprender é a preguiçosa. Todas as outras conseguem aprender." Até o último instante da nossa vida a gente consegue aprender. O que a gente quiser. Você acredita nisso. "Wow." Se você me perguntasse há uns três anos atrás, e eu acho que as pessoas são. têm limite? Eu ia falar. Sim. As pessoas têm limite. Mas elas não conhecem seus próprios limites. Se você me perguntar hoje, "Jual, você acha que as pessoas têm limites?" "Me resposta é cara." Não. A gente é imitado, pessoal. A gente é imitado. Uma vez que a gente vê, não dá pra. desver. Cris experiências. A de que experiências compra a experiência pra você aumentar o seu campo de visão. Hoje vocês aumentaram, mas uma vez, o campo de visão. A LDA, hoje, a gente renovou nossa identidade como diz minha amiga Isabela Camargo, e eu não já estou já tão forte que este. Renovação da identidade. Hoje, além de nos tornarmos escritores, nós somos escritores de um grande marco. É uma nova identidade. Então só que eu perguntei pra você, você mudou, você vai falar, "Mudei." "Mudei." "Mudei pra melhor." E a minha licença permaneceu a mesma? Você fala, "Também mudei." Porque a essência é tudo, inclusive as partes ruins. Essa é melhorou a sua essência. A gente não é uma ser orgânico, finito. A gente muda. Então, o conhecimento, ilitado, disponível, tem muita coisa pra gente aprender. Se você compra essa ideia, então, basta a gente pensar na seguinte questão. O que o conhecimento que eu quero, né? Porque, senhores, até onde eu sei, tem 50 milhões de livros publicados no mundo. Qual que a gente escolhe? Eu fiz uma conta básica. A larissa que dá muita risada, né? Onde eu estava lá, lendo, eu fiz umas contas, falei, "Meu bem?" Só faltou 820 livros até eu morrer, pera, olhei. Da lá, "O que eu estou problema?" Eu falei, "Eu tenho que escolher muito bem os livros que eu vou ler." Não vai dar para ler todos. Eu vou ler uma fração zinga. A gente tem que escolher muito bem esses livros, que tipo de conhecimento que eu quero colocar para dentro. Então, falta de conhecimento ou conhecimento vai te trazer resultado. Quarto, dinheiro. Ter dinheiro não mais do que ter dinheiro. Domenar o idioma do dinheiro. O dinheiro tem um idioma, pessoal. Se você corre atrás do dinheiro, pessoal, ele foge ou você atrai. Pois é. A gente sabe que ele foge, né? Por que que a gente corre? Porque a gente precisa. E já que a gente precisa, a gente vai até ele ele foge. E a lógica do dinheiro é. É como se fosse uma lógica do jardim, né? Você quer ter borboletas no seu jardim? Já vira essa passagem, né? Às vezes você corre atrás da borboleta, você cuida do jardim que as borboletas venha até você. No dinheiro, a lógica é mesma. Ela se chama "Servir". A lógica do dinheiro é "Servir". Joao, eu não sei qual é o meu propósito de vida ainda e me falaram que através do meu propósito de vida eu vou conseguir dinheiro. Não sabe? Cerva. Cerva. Cerva. Joao, mas eu sirvi com o quê? Você não tem nem capacidade ainda. Tempo. Se você dedica a teu tempo, tempo é um ativo. Energia é um outro ativo. Contato são um outro ativo. Cerva. Porque o dinheiro ele mora no problema, pessoal. Ele não está no banco. O dinheiro mora no problema. E a boa é que o dinheiro não tem limite. Você cria esse dinheiro. O mundo, gente, é para quem cria. Então você, "Pou, vou criar aqui uma solução para um problema que eu percebi. Eu sou dotado de capacidade, eu sou dotado de elementos que podem dar uma nova saída para eu criar uma solução." Então quem resolve o problema dos outros nunca mais vai ficar com o problema de dinheiro. Por exemplo, eu entre nas empresas e essa pessoa chegue para mim e falo assim, "Por que você mandou a mensagem? Por que você mandou o relatório para mim? Eu falo isso até para o time." Que trabalha comigo. "Pou, Joao, porque eu não quis te empolhar."
que eu não me dá informação quando eu não sei onde você está, quando eu não tenho um reporte, quando eu estou a SEGA, é a sua função me mostrar isso, trazer visibilidade para o que você faz. Porque quando você traz visibilidade para o que você faz, então, eu negócio que assim, "Jual Minota". Mas o "Jual Neminota", eu te noto, lógico o que eu te noto. É a tua função gerar visibilidade através do que você faz. Mas visibilidade do problema que você pode resolver por meio do que você faz. E não apenas do que você faz. Gente, eu sou um cara que defende a educação todo mundo sabe, eu tenho toda a minha educação formal, eu tenho a educação empresarial, eu tenho a educação livre. E quando eu comecei a minha carreira como um profissional, eu fiz pós-graduação. E eu lembro que os amigos me falava assim, "Pois-graduação, mas o meu chefe nem me valoriza, ele não vai te valorizar por conta da pós-graduação". Ele quer saber o que por meio da pós-graduação pode resolver os problemas dentro da empresa. E se você entendisse, você fala, "Poxa, vou estar mais equipado, vou estar com mais conhecimento, com boas práticas, vou saber o que funciona, e eu vou fazer isso, com boas práticas, eu vou saber o que funciona no lugar, e eu levo para a empresa, e eu resolvo os problemas. Tem problemas que é com dinheiro, tem problemas que é com tempo, gente. Tem problemas que é com liderança, tem problemas que é com segurança, tem problemas que é com status, tem problemas que é com atendimento, tem problemas que é como que resolve conflitos, resolveu um conflito rápido, resolveu bem o seu cliente, nossa parabéns pelo seu time, resolveu, resolveu um problema, você fala, "Poxa, sou bom, e resolveu problema". Faz isso delta t vezes n, mas sim possível, as pessoas vão te notar. Por que, porque você é bom de resolver? Problema, o negócio vem quadrado para você, você é redonda, o negócio vem pontudo para você, você redonda. Por isso, pessoal, que todo mundo que está nessa sala queria propor uma reflexão para todos vocês, não diga que você trabalha para os outros. Você trabalha para você, e com os outros. Você trabalha com as pessoas, você trabalha na empresa, você não trabalha para a empresa, você trabalha para você. Porque quem trabalha para você pensa além do trabalho na carreira. Uma pesquisa da Harvard News Review mostrou que apenas 10% dos profissionais fazem cursos de atualização sem que o seu chefe peça. 10. Ou seja, a pessoa atualiza o aplicativo do celular, mas ela não atualiza a sua carreira. Aí, ela precisa pedir para alguém. Vai lá, meu. O que você leu? Qual foi o último livro que você leu? Qual foi o último curso que você fez? Qual foi a sua atualização? Quinto. Que é visão. Visão, eu acredito que visão, a gente pega emprestado, a gente observa nos lugares, a gente tem um insight observando a natureza, é observacional. A visão é observacional, gente. Eu quero trazer aqui para vocês uma visão. Muitas pessoas desistem dos seus projetos, ficavam doem visão. Quem aqui já passou por uma situação, que foi falar uma decisão que é desistir, uma situação que estava te incomodando, foi falar para alguém, a pessoa fala assim, "Meu Deus do céu, como você não tem visão?" "Aquê já passou por isso?" "Cara, você não está enchergando, será que você não vê?" "Ah, você fala assim, não, não vejo." "Meu Deus do céu, você não está vendo." "A gente não vê mesmo." "Ai, sabe o que a gente tem que pedir para essa pessoa?" "Tá, então me fala." "Me traz o teu ponto de vista." "Eu estou vendo daqui, mas você está vindo de ir lá." "Me traz o seu ponto de vista." Então, a minha sugestão para vocês é uma mentaria a visão de vocês, e assim, ó. Eu tenho certeza que nessa sala, e você que está assistindo, conhece alguém, tem relacionamento com alguém, que tem um resultado do qual você se inspira, do qual você admira, do qual você reconhece que é relevante. Chega para essa pessoa e fala assim, em 2006, eu estou comendo esse objetivo aqui. E essa pessoa que você vai compartilhar esse objetivo, ela já chegou nesse objetivo. "Ah, você vai falar sempre ela." " Você vai fazer uma pergunta assim, ó. Sabendo o que você sabe, estando no meu lugar, o que você faria?" "Esta é a pergunta para você capturar visão." "Pegunta para alguém, o que essa pessoa faria se fosse você sabendo que ela sabe." Tem quatro anos que eu faço essa pergunta. Formal, consistente. Eu, obviamente, vou dar os créditos para a primeira pessoa que eu fiz essa pergunta formal. Foram dois amigos meus, foi em 2021, para 2022. Foi Felipe Tito, e vamos morar. E vamos morar, que é um jornalista, um apresentador, que fez Globesport também, um empreendedor. Em 2021, eu quis ser visto como uma marca, eu quis entrar no mercado publicitário, até 2020, eu não estava no mercado publicitário. Hoje eu estou no mercado publicitário. As empresas também gostam de fazer parceria, até a própria, eu não já estou à jota podcast. Eu quero ir entrar no mercado publicitário. E eu olhei para o que eu fiz, eu quero ir entrar no mercado publicitário. E eu olhei para o meu redor, e muitos dos meus parceiros não estavam no mercado publicitário. Então, eu fui no outros amigos que estavam no mercado publicitário. E eu convoquei um café, pedi para o Ivan, e o Tito e ele comem que eu tomava um café da tarde. Foi aqui em Alfa Ville, foi num shopping. E a gente estava tomando café. No shopping, igual a Temi. Olhei para os dois, e falei assim, "Se você fosse eu, sabendo o que você sabe, né? O que que vocês fariam para você ser visto como uma marca?" E os dois vieram e me falaram. E só me deram na canela. O Tito falou, "Está fazendo tudo errado." E o Ivan Moré falou, "Jota, cara, você não parece uma marca, com todo respeito, eu falei, manda. O que eu tenho que fazer?" Eles começaram a me dar aos conselhos, "Vai por esse lado, faz desse jeito, isso aqui não funciona." Aí eu comece a vir com as objeções. Mas não vai parecer tal jeito, não vai parecer uma coisa esquisita, não vai parecer que você vai mostrar do jeito que você quer. E o que eles me falaram? Vocês acham que foi confortável, sim ou não? Não foi confortável, foi desconfortável. O que eles me falavam, laram. Eu dominava, sim ou não? Eu não dominava. O que eles me falaram foi para me agradar? Não. Mas me trouxe visão. E eu lembro que o Tito falou, "Você não parece uma marca, você não age com uma marca." Eu falei, "Caramba." Mas eu perguntei, não perguntei. Então eu estava ali naquele instante de frente para uma atitude que não importa seu concordaria. Eu não precisava concordar, eu só precisava fazer uma coisa, obedecer. Tá bom. O que é para eu fazer? Aí eles começaram a falar. Se você fizer isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, vai ser inevitável. As marcas vão se interessar para você. E eu começo a fazer. Isso. E a identificuldade, como é que está? Melhorou em fazer esse jeito. Eu ia pedindo, pedindo, pedindo, pedindo, ajuda. Eles foram me orientando. Eu gosto muito de falar deles. Porque foi com eles naquele dia. E foi importante. Recentemente encontrei o títrio e aprendeu, está indo muito bem. Pô, parabéns, cara. Virem mexo ligo, virem mexo, peço uma dúvida, pergunto. E o inverso também já aconteceu, tá gente. O títrio também já pegou o telefone e cara me ajuda nisso. O Ivan também já pegou o telefone e cara me ajuda nisso. No braço educacional, você manda muito bem. Nessa parte de evento, você manda muito bem. Então é uma troca. É uma troca de visão. Eu gosto também de dar um outro exemplo e eu gosto sempre de falar as pessoas. Eu fui atleta de natação. Acho que todos vocês sabem. Em 2003, eu estava lá na M.E.C.P. de natação, nadando lá meus 50 livres, meus 50 burbulettes, também sem livre. Eu já tinha os resultados expressivos no Brasil. Já tinha sido campeão várias vezes de categoria. Já tinha sido finalista de campeonato. Já tinha tido muitos resultados legais. Eu vivia daquele negócio. Em 2003, eu era um dos melhores narradores com oito da burbuleta do país. Mas tinha ou melhor na dar doito de 50 burbuleta do país. O nome dele é Nicola Santos. E aí, o meu time me contata Nicola Santos. O cara aparece no clube. Meu principal rival, eu falei, "Cá, não, meu principal rival, o cara chega." Ele era melhor em tudo. Até mais bonito que eu ele era. Ele é melhor em tudo, gente. Eu falei, "Então, vou treinar mais, eu vou pegar o Nicola." Agora, eu vou ver o que ele faz. Agora, eu não vou ter para ninguém. Eu vou treinar do lado dele. Não vou ter para ninguém. Eu treinar vou mais ou menos ou menos ou menos ou menos. As suas marcas, bom. A gente plava para nadar. A primeira abraçada estava na sunga.
Ele. Aí perdi, aí eu treinava mais o mês, aquele negócio eu tudo era mais musculação, mais flexibilidade, mais nutrição, mais o. E dois treinos, as suas maracas com. Eu saia na sunga dele. Eu falei, "tá faltando mais isso, tá faltando mais aquilo, tá faltando mais aquilo, ter. ter ser o mês. " Eu treina a treina a mais, eu treinava mais, ele treinava da mesma raia do que o todo santo dia. Eu olhava ele, eu estricava assim, eu olhava ele ter ser o mês e falia, "Sos mais pão!" Eu saia na sunga dele, seis meses assim. Não sei se tu mesmo falei, "Cara não aguento mais, eu perco, não é que eu perco, eu sou humilhado. " E aí eu cheguei um dia pro nículas, falhei nículas. "Cara fala com você, cara dele, fala a Jota, pouca, não sou perco. " "Dá uma olhada na minha saída do bloco, porque na primeira abraçada com você já sai na sua sunga. " Aí ele falou assim, "Lógico?" Ele pegou, ele faz o pulo aí, ele pegou o óculos, botou no rosto, nem colocou o elástico com a atrajente. E baixou, "Ah, ele pulou aí, ai pulei. " E fiz as braçadas, aí ele saiu, já entendi, "Pô, você tá fazendo quatro golfinhadas, Joel, uma, duas, três, quatro. " E aí você dá um intervalo, e só depois você começa a bater a perna de grau pra nadar entre a última pernada de borboleta e a pernada de grau, só tire-se intervalinho. "Deu, e o que é mais?" Ele, mais nada. "Falei não, espera aí. " E o que é mais, Nicolas? Ele é só isso, afrané possível. "Você tá me dizendo que é só isso?" Ele é, vai lá. "Ah, ele botou clio, t-t-t-t-t-t-t-t-t-t-t" (risos) "Dele, viu?" E eu falei, "Eu tô há seis meses sofrendo com esse negócio, ele é conclusão que eu cheguei foi a seguinte. "Quiém não diz o que faz? É quem é pior do que nós?" "Qui é melhor do que nós?" "É mais importante, explica, ele me contou, e ele era melhor do que eu." E aquilo não fez, ele fica com medo de eu ocupar o lugar dele. E eu perguntei pra ele. Olha o que é coisa interessante. Isso foi em 2003, tá pessoal. Nós estamos em 2025. Tem 21 anos, isso? 22 anos. Eu lembro como é só se hoje. E ele falou assim, "Quiém me contou, isso foi o Mark Foster. "Ele é uma idade da dor britânica nos melhores do mundo que era mais velho que o Nicolas." Ou seja, o Mark Força contou isso para o Nicolas também. O Nicolas contou isso pra mim. Consegue perceber a reação em cadeia. Então conta, eu falei, entendi, multiplicou. Ele multiplicou. Aquilo pra mim foi uma chave. Primeiro, a atitude mais inteligente que tem na minha opinião, gente, é falar ou perguntar. E dizer não sei, é inteligente falar que sabe quando não sabe, é todo. Se você realmente não sabe, não sei. Você poderia repetir? Sim. Quando você fala, você poderia repetir, adivinha. A pessoa reberte. Mas, João não vai parecer boba, a minha pergunta, não existe pergunta, boba. Boba é não fazer pergunta. Se você realmente não sabe, você levanta a mão e pergunta. É porque, João, eu fui ensinado que a gente não pode demonstrar fracesa. Isso não é fracesa. Isso é coragem. Vulnerabilidade é coragem. Sexto. Então eu falei, "Foco o tempo, conhecimento, dinheiro visão, certo?" Sexta coisa. Com prometimento, pessoal. Com prometimento não é uma palavra, com prometimento é uma atitude. Quem é que foi criado por um pai, ou por uma mãe, ou por um voo, a voo, a voo? Que quando ele falava, esse era o contrato da Vapa Confiar. Mantém a sua palavra. Eu não sei exatamente o que aconteceu nessa geração nos últimos anos, mas isso tem se perdido, não tem? Protége isso, pessoal. Protége. Falou o que ia fazer. Faça. Porque. Porque a palavra é muito importante. A palavra é determinante. Quando eu falo de comprometimento, aprendi uma coisa muito forte com meu pai. Quando eu tinha 15 anos, eu comecei a receber salário. Então eu trabalho desde os meus 15 anos. 15 anos eu era uma atleta e comecei a receber salário. E depois desse dia, trabalho até hoje. E aí, eu comecei a receber um salário com 15 anos, com 16 anos, meu salário dobrou no clube e com 17, meu pai falou assim para mim. A partir de agora, você vai pagar uma conta na casa. Para você entender o que vai pagar conta. Uma coisa interessante. Então, eu tinha lá meu salário, tinha uma bolsa de estudos na escola, na faculdade, e meu pai falou, "Paga uma conta". E a conta era de telefone. O meu pai fez aquilo para eu aprender o que ia pagar uma conta. Eu comecei a pagar uma conta com 17, com 18. Paguei a conta toda. Com 19, com 20, com 21, com 21 meu irmão, 20 para 21 meu irmão, começou a trabalhar num banco. Começou bem a dinheiro. E aí, meu pai chegou para ele e falou assim, "Barcel, agora você também vai pagar uma conta". Falei, "Faga a conta". Acho que é um leque. Joel paga a telefone, você vai pagar a internet. A irmão, "Pau bom, e paga o telefone, paga a internet, paga o telefone, paga a internet". Umos três anos depois, o meu irmão resolveu e mora em Londrina, na casa dos meus stios. Ele foi, meu pai, ele eu para mim falou, "Joyel, a conta quer o de sua irmão? Agora é sua". Falei, "O Marcelo, você vai pagar o telefone e a internet". Então, "Eu incorporei o telefone e a internet". E estou pagando, pagando, foi um ano depois o meu irmão volta. "Pai, foi legal, a experiência está altovotando, meu pai, beleza, voltou para casa". Quando ele voltou para casa, eu falei, "Marcel, internet é tua". Meu pai ouviu. Eu falou, "Ninaninha não, o pai". "O pai, mas você contera dele, dele agora conta a sua, a sua, o seu homem, a conta é sua". Ali, aos 20 poucos anos, eu entendi uma coisa muito forte. Assuma suas responsabilidades, como homem, como mulher, como adulto. E se eu não tivesse um pai ali firme, gente, para segurar, eu ia voltar. Meu pai não precisava daquele dinheiro, mas ele estava me ensinando a manter a minha palavra. Ele falou, "Marcel, vai pagar uma outra conta e ele é uma outra conta para o meu irmão pagar". E meu pai não está mais aqui, mas eu não esqueço disso. Então, ele deixou isso em mim. Fala o que é fazer? Faça. Fala o que vai para a academia? Vai? Não precisa publicar que está pago. Pô, meu. A invés de publicar que está pago, fala assim, está feito. Eu falei que eu ia fazer o FIS. É uma nova forma de se comprometer. Compromissos pessoal, é uma atitude. Quem tem filho aqui? Dá para negociar a criação deles? Não, não é? Então, a gente deve se comprometer com a nossa vida. E agora, a gente se comprometer com a criação de um filho. É porque na criação de um filho a gente não vê escolha, né? Na nossa vida a gente também não tem escolha. meus pais vieram de uma cidade do interior de Sergi, chamada Maruin. Maruin até onde o VIT tinha 9 mil habitantes. E eu conheci Maruin. Meu pai sempre contava a história, porque eu não tinha onde estudar, eu estava na luz do poste da rua. Eu cresci ouvindo isso. Não tinha luz na minha casa, filho. Olha só. Visualiza, meu pai me contando, não tinha luz em casa e eu dormia numa. Como é que ele chamava? É uma esterinha. É como se fosse uma esterinha. Eu dormia numa esterinha. Não tinha luz. Eu estudava no poste da rua e eu e teu avô a gente pescava. Essa é a vida do meu pai. Cara, meu. Eu visualizando. Eu visualizando. Que deve ser isso? Não ter luz em casa. Como que deve ser dormindo uma esterinha? Como que deve ser comer o peixe que você pesca? E eu vi isso com 10 anos, com 11 anos, com 12 anos, com 13 anos, com 14 anos, com 15 anos. Quando 16 anos eu fui conhecer essa casa. Ele almorei aí. Esse é o poste. Eu olhava o poste e eu comecei a imaginar. Só que o poste estava com ele lá em Santos, já era da natação, já estava numa casa legal. E eu falei, pai, como é que você serve daqui? Como é que foi? Porque ele é salto certa aqui. aqui e tu levou gente pra lá? Eu não nascer aqui.
O senhor nasceu aqui. "Mãe, como que isso aqui?" E a resposta que eles deram foi assim para mim. Foi uma pergunta. Qual é o pessoal que eu tinha? O que é o pessoal que eu tinha? E ali eu entendi que muitos casos a gente coloca muitas opções da nossa vida, gente. E quando a gente reduz as opções, eu vou fazer acontecer, eu vou fazer isso da certo, custe o que custa sem flete, sem negociar, sem te tubiar. E ali ele falou, "Qual era a opção que eu tinha?" Compromentimento é isso. É simplesmente eliminar qualquer uma das opções do fracasso e do flete. Mesmo que aparentemente a gente tem, é um modelo mental, é um código mental, uma estrutura mental, é um comando, é um comando, comprometimento. Muitas pessoas falham porque elas não são comprometidas. Esse é o sexto, o sétimo, faltam três. Saúde. Quem tem saúde tem vários desejos. Quem não tem saúde só tem um desejo. Ter saúde. Cuide da sua saúde. E eu não estou falando apenas da saúde física, estou falando da sua saúde emocional. Eu estou falando da sua saúde espiritual. Tem gente que está concorpo, mais por dentro está quebrado. Tem gente que está bem fisicamente, que tem seis gominhos aqui na barriga, mas espiritualmente tem um vazio, né gente? Cuida disso também. Tem muito vazio por aí. Cuida da sua saúde cognitiva dos seus pensamentos, da tua capacidade de pensar. Gente, dorme o pouco, ficou burro. A enquanto eles trabalham, eu também trabalham, enquanto eles dormem, eu trabalho. Não, enquanto eles dormem, você também dormem. Porque dormitem, a ver, consar, oude, velocidade de pensamento tem a ver com o sono, qualidade dos seus pensamentos, capacidade de lembrar do que você fez. Tem gente que para dormir precisa de melatonina, tem gente que para acordar precisa de cafeína, tem gente que para ficar acordado dia todo, precisa de energético. E tudo isso, a gente consegue se a gente tiver um sono equilibrado. Primeira coisa que eu sempre eu dente, as pessoas que eu quero ter uma saúde em dia, eu falo quantas horas por dia você dorme. Cinco, quatro, pouco, tem que dormir mais. Não tem nenhuma pesquisa científica que comprova, nenhuma gente que eu dormi quatro horas por dia, é bom para a saúde. A gente piora o pensamento, a gente fica mais lento, em outras palavras a gente fica burro. Outra coisa em nossos pensamentos, a qualidade de vida que a gente tem em relação direta com a qualidade dos que a gente pensa. Então, se você tiver no estado emocional, fraco, Tony Robbins, que fala isso, não existe vida pobre, existe estado emocional pobre. Olha a cabeça desse cara. Você está num recurso pobre. Recurso pobre. E o recurso quer dizer que você quer mudar o seu recurso emocional assim, no instalar de dedos, você faz três coisas. Se muda suas palavras, muda o teu foco e muda tua fisiologia. São, existem no dicionário três vezes mais palavras negativas do que positivas. Pessoal, é fácil falar coisas negativas. A vida está madureza, uma batalha, uma guerra. É um caos, se a gente não começasse a decidir, a gente vai surtar. Não, não ninguém vai surtar. Não fala que você vai surtar. Usa um outra palavra, escolha uma outra coisa. A gente consegue escolher uma outra coisa. Se a gente emite uma palavra negativa, vai dar pra se sentir bem ou emitindo uma palavra negativa, gente. Foco, pronto de você que é olhar. Eu sou um cara otimista, mas sou realista. Não sou o cara da produtividade de Toxca. Eu não sou aquele cara que fala assim, gente, no final tudo vai dar certo. Não deu certo, porque eu não chegou no final. Às vezes chegou no final e não deu certo. Eu sou um cara otimista, mas eu sou realista. Do jeito que dá, não vamos chegar, mas a gente consegue melhorar. É, a gente errou aqui, a gente errou, mas a gente consegue melhorar, porque a gente é capaz de aprender. É sempre uma visão de encontrar um caminho melhor. Eu quero, para o foco da resolução, mesmo com a dificuldade, com o chance que a gente tem, gente. O que é o que a gente tem? E a outra fisiologia, o teu corpo mexeu o teu corpo, faz aí que fica uma posição melhor, se levantar, botar os osombros para trás, pouca coisa, pouquinho detalhe, uma cabeça para assim, um olhar cara, uma mudança. Até o abduxa, gente, sabe, um banho no mar? Um exercício físico, um sono mexico do estado fisiológico, dorme, descansa, vai para academia, dança, faz alguma coisa, muda o teu corpo, um mundo do teu corpo, o seu corpo você vai pensar melhor, isso é saúde, cuida da tua saúde. Eu tenho uma filosofia de vida, você sabe que a saúde família trabalha na Inverta Ordem, mas se você está invertendo a ordem, eu te entendo, isso também aconteceu comigo, só eu coloco um prazo, um prazo, para não mais buscar uma vida equilibrada, mas sim uma vida de acordo, com acordos. É uma das perguntas que mais acontecem, que mais aparece pra mim pra alalas, como que vocês equilíbram a vida de vocês dois, a gente faz acordo. E a gente tem que revisitar esses acordos toda hora. Eu posso chegar pra alalas e falar assim, vamos fazer um acordo, vamos no próximo ano, eu vou trabalhar pra caramba e você leva os meninos na escola, por favor, e busca os meninos na escola, porque a gente vai querer saber porque a gente vai chegar nesse resultado, beleza, mas se ela mandar uma mensagem pra mim, falar assim, os meninos estão sentindo a sua falta, o que vai acontecer com o acordo? A gente vai reajustar o acordo. Então não quer dizer que o acordo, pessoal, é uma coisa infinável, o acordo é um ponto de partida, o acordo é um combinado, mas se ela falar assim, o João está sentindo a sua falta e é importante que você leve ele na escola, eu vou levar o João Pedro, o acordo é um acordo, eu vou re-visitar o acordo, só não fique atrás dessa ilusão de uma vida de equilíbrio, porque nada que é feito de uma maneira relevante foi feita no equilíbrio. Todas as pessoas que vocês admiram, se inspiram, elas desequilibraram, a gente pra andata que tem desequilíbrio, a gente projeta o corpo para frente e coloca a perna pra não cair, é esse equilíbrio, não trate, não lide, o desequilíbrio com uma coisa negativa, vai querer desenvolver um corpo diferente, vai ter que desequilibrar, se não, vai querer colocar um pouco mais de dinheiro no seu bolso em 2026, vai ter que dar uma desequilíbrio, se não, porque se fizer a mesma coisa que está fazendo esse ano, não vai dar, lembra do Einstein? O loucura é fazer as mesmas coisas e esperar a resultado diferente, mas tem que ter uma quebra, na biologia, na fisiologia isso o chamado "Homoestase", "Homoestase" é equilíbrio dinâmico de um organismo, aí você precisa quebrar pra ficar musculoso, precisa quebrar, pra ficarmos exterginho, precisa quebrar, precisa desequilibrar, então quando apareceu das equilíbrio, entenda, faz parte do seu crescimento, e é importante ter saúde, oitavo ponto, progresso, a lógica da confiança é o progresso, o jogo eu quero aumentar minha confiança, melhor, progrida, não tem nada mais poderoso pra tua motivação do que eu progresso, e eu não estou falando aquela motivação barata, estou falando do motivo que gera ação, qual motivo que gera uma ação, o progresso é uma coisa muito importante, então se você está fazendo uma tarefa, se você está dedicado, comprometido de uma tarefa, você não melhora, senhores, eu posso falar com certeza pra vocês, ou você está fazendo pouco, ou você está fazendo errado, já eu estou tudo dia lá no melhor, alguma coisa errada tem, já eu estou lá ainda no melhor cara, que a gente começa a esperar, nem a madureceu, nem deu tempo gente, você ainda não deu chance ao hábito, você não conseguiu maturar isso, não deu tempo ainda, agora se você está seis meses fazendo uma coisa e você não avança, porque alguma coisa está errado, alguma prática está errado, alguma tarefa está errado, tem alguma coisa errado, revisita, toda a pessoa que para 30 minutos pra pensar sobre a vida manda de vida, porque a gente precisa perceber melhor, a gente precisa perceber melhor no nosso relacionamento, no nosso corpo, no nosso negócio, no nosso conhecimento, na faculdade, na pós-gradação, nos lugares onde a gente está inserido melhora, já eu quero melhorar mais, legal, quero melhorar mais, ótimo, legítimo, genuino, teu, maravilhoso, mas é importante a gente melhorar, porque a gente foi ensinado uma frase que a gente tem que revisitar essa frase, quer irando que se aprende, quer o que? Eu não é especialmente pessoal, ninguém aqui nessa sala aprendeu a fazer certo uma coisa, fazendo errado essa coisa, a gente só aprende a fazer certo uma coisa quando a gente faz certo uma coisa, também não estou falando que o erro não tem o seu valor, também não estou falando que o acerta é para cá e o erro é para cá, o acerta é para cá, o erro também é pra cá.
Porque quando você erra, você descobre um jeito de não fazer a coisa. Lembra do Thomas Edison? Eu descobri duas mil formas de não fazer a lâmpada. Eu testei aqui, não deu. Essa não deu, não deu. Esse aqui não funciona, funciona, não funciona. Opa, esse aqui funciona. Então, eu estou ignorando o erro, mas porxa a vida, quer o que falar? É importante nós acetá-los. Imagina que você é contratado para ser um diretor boa. É um cargo para você. Você é contratado para ser diretor geral, um rede de ventas de uma grande empresa. No primeiro mês, erra. No segundo mês, você erra. No terceiro mês, você erra. Você acha que no discurso, lá das reuniões, você vai falar, "Mas errando o que você aprende?" Você acha que vai funcionar desse jeito? Não é bem assim, você vai falar "Cara, mas você está errando com qual o dinheiro?" Você ainda, você trabalha numa empresa, vai falar "Pô, como você está errando com meu dinheiro?" "Ah, é essa, a gente precisa acertar." Existe obviamente uma tolerância a erros. O Bernadinho, o que fala assim, "Eu quero o erro os novos." Porque nas empresas também estão negocionadas do segurança psicológica. Talvez você já tenha ouvido falar, "Quando a pessoa entra numa empresa e ela tem medo de falar, ela tem medo de se expor, ela tem medo de propor, e ela tem medo que o erro dela tire, ela da empresa, isso afeta muito resultado." Eu não estou falando sobre não enrago, estou falando sobre erros novos, e eu também não estou falando sobre não ter tolerância aos erros também. Eu estou falando que é importante que a gente acerte a acertar senhores, vem de boas práticas. Alguém faz uma coisa melhor do que você. Acertar a TV com sistemas, qual é o sistema? Por exemplo, Jota Jota Podecache, a três anos consecutivos, é o maior Podecache de negócio. Terceiro maior Podecache do Brasil. Algumas coisas eu sei fazer. Em casos contrários, a gente não estaria tanto tempo com essa audiência. Então imagina se você quer ter um Podecache, todo no que eu exemplo do Podecache, e você está errando, você vai aprender com quem tem boas práticas. Eu vou falar, "Ele está certo, está errado, eu vou ficar desse jeito, exige, não funciona, aquele outro jeito, e assim pude antes." "Ah, você vai progredir, você vai entender?" Porque tem gente que rasga a cartilha e fala, "Esto não funciona, mas você leu a cartilha?" Você testou esse modelo? Tem gente que não está nem primeiro, nem segundo, nem terceiro, nem desce, nem vigés, nem entrijés, e se fala, "Eu não concordo o que você está falando." Mas você não quer. Na minha opinião. Mas a sua opinião é muito pouco. Eu não concordo que eu não concordo. Tem gente que não sou esporte, não vai futebol, nem chadreis, nem vole, nem musculação. O seu esporte é temmozia. Cara, que cara tem mozo, você tem mozo. Que temmozia. Eu lembro que uma vez faz muito tempo, eu estava no lugar conversando, com um grupo de professores, e eu comecei a falar de inteligências múltiplas de Hardener. Aí, um professor levantou a mão e falou, "Eu não concordo." Você não concordo? É por que? Mas eu concordo. Você não concordo com a inteligência múltiplas de Hardener, que é uma relevância muito grande, já traduzida nos indivíversos países do autor, que também tem parceria com inteligência emocional Daniel Goliman. Não. E você escreveu "o que?" Dele nada. Formou onde? Dele não sou formado. Que artigo que sentiu que você tem, dele nem um ilívio, nada. Está pegando esse cara, que tem tudo isso e muito mais, contra você que ainda não construiu, e você nega. Dele é um bonego. O nome disso é ego. Ego sem trisma. Que é um dos dois fatores que a gente erra, ou por ponto cego, ou por egoísmo. Então, se você não está progredindo, pessoal, é porque talvez ter um ponto cego, ou talvez ter a ego. Égo. Que é parar, respirar fundo, pedir ajuda e progredir. E, por fim, deixei por último de maneira proposital, que é confiança. Eu não sei qual é o seu nível de confiança. Eu sei que é importante, você ter confiança. Eu também acredito que confiança deve ser a primeira lição que um ser humano deveria aprender na vida, aprender a confiar mais nele do que em qualquer outra pessoa na vida. E é por isso, todos os dias que eu chegou lá para os meus filhos, falo você rápido, você inteligente, você é forte. Todos os dias você aprende uma coisa, ele nova. E eu não vou estar aqui para sempre. E algum momento ele vai se deparar com uma situação que o pai dele não vai estar lá. Nem todo mundo foi criado com o pai, né, gente? A gente tem que reconhecer, né? Nem todo mundo foi criado com uma mãe. A gente também tem que reconhecer. Mas se você não foi criado com o pai presente como ou com uma mãe presente, se torna essa pessoa presente. Mude o fluxo. Seja você essa pessoa com o opção que você tem. Em 2012, eu estava numa situação difícil. Eu imprendia em Santos e eu tinha uma carreira acadêmica. Minha carreira acadêmica, pessoal, ela estava encaixada. Eu já era professor, eu já era mestre pela USP. Eu estava não, não era mestre, eu estava terminando o meu mestreiro de 13. Eu estava terminando o meu mestreiro pela USP. Poxa, gente, a Universidade de São Paulo, entendeu? Eu estava na boca do doutorado, galera. Os meus professores falavam assim, "Jual, só segue por aqui, a carreira está pronta, sem inteligentes, sem esforçar, que eu dedicado, isso é muito diferente, só que, dentemente, o empreendurismo forte. Eu queria estar aqui nos palcos, eu queria estar escrevendo o livro. Eu já palestravava, já ganhava um dinheirinho com palestra, já tinha meus livros. Mas eu estava no começo. E eu resolvi abrir um time de natação. Em 2009 foi o meu primeiro cinema em Pejota da Vida. Em 2012 eu coloquei toda a energia, não club de natação. Club era pequeno, representava um time pequeno, era pequeno, era pequeno, era diferente de tudo que eu tinha vivido a nossa antã. O Santa era grande, era o maior que tinha, eu estava começando o meu empreendurismo. E o time a carreira como um professor, eu falava bem, entendeu? Eu dava mal, legal, a galera gostava. Os alunos curtiam meu jeitão, era jovem. Eu tinha talento potencial, era uma promessa na faculdade. Na cabeça dos caras continuam por aqui que você vencedou todo mundo na frente, talvez seja coordenadora. Cara, você é um cara. E eu resolvi empreender. E quando eu resolvi empreender, eu comecei a incomodar. E quando eu comecei a incomodar, eu fui chamado numa sala. E quando eu fui chamado numa sala, eu estava o diretor do curso. Muito meu amigo. Com seu seu pai, o coordenador do curso, muito meu amigo, e o chefe do departamento jurídico, muito meu amigo, os três tinham sido meus professores na faculdade. Eles olharam para mim falar assim, "Joel, cara, prestenção, está tudo certo na tua vida acadêmica, continua aqui, não me inventa esse negócio de empreender, pô, para com isso, cara." E eu lembro que eu falei assim, "Mas isso está atrapalhando vocês, porque eu sou professor da faculdade, eu que emprego num clube de natação, o que tem que haver uma coisa com a outra?" "Dele está atrapalhando. Está atrapalhando o clube aqui." "Cara, só segue aqui, Joel, você está em caixadinho, mas algo dentro de mim, cara, queria mais. Algo dentro de mim sabia que eu podia ir mais." Mas não estava tão claro. Eu não tinha essa cena ainda pronta, mas eu falei, "Carol, eu acho que eu posso ir mais, eu posso ir um pouco mais longe." "Por que vocês estão então incomodados?" E a gente incomoda mesmo. E ali eles falaram assim para mim. Joel, se você continuar com isso, infelizmente, eu vou ter que te admitir. E eu parei. "Aqui está certo. Aqui é uma posta. "Aqui está certo. "Aqui é uma posta. Vou desistir de empreender. "Vou seguir aqui. "Eu ouvi e eu lembrei de uma coisa que o meu pai sempre me disse, pessoal. Meu pai não estava na reunião. Ele não estava na reunião. E eu lembrei. "Cês quer que eu digo o que ele falava sempre para mim?" Ele sempre falou sempre para mim. Filho, viver com medo, é viver pela metade. E ali eu ouvi a voz dele, cara. Viver com medo, é viver pela metade. Eu estou assim, cara, cara. Meu pai sempre me disse isso. Pode me admitir. E eu achei que eles não e eu me admitir. E eles me admitiram. Não foi bonito, eu falei, "Viver com medo, é viver pela metade. Cara, me admitir. Eu achei que eles falava "Jual vai com calma." Eles falaram, então eu vou ter que te admitir. E eles me admitiram. E eu sentei na porta da. Quando eu era rgada, eu lembro como se fosse hoje, eu sem ter na porta da rgada assim. Fui demitido porra. Passou uma professora, a maresça. Olhou pra mim e falou assim, "Nossa, Joel, caramba, poxa vida." Não precisa. Eu lembro de que ela falou. Não precisava ser desse jeito. E eu, por dentro, é verdade. Fui uma decisão corajosa. Foi uma decisão de confiança. Confiança que eu ia aprender, que eu ia achar um jeito, achar um caminho. Uma frase, pessoal, "Viver com medo, é viver pela metade, viver com medo, é viver pela metade." Cure esse medo, super esse medo. Eu não estou falando pra você assim, se está com medo, vai com medo mesmo, entendeu? Porque eu acho essa frase incompleta. Quando a gente está com medo, a gente fica burrinho. Se está com medo, para respira, pensa, captura, elementos de conhecimento, e vá com conhecimento. Não precisa ir com medo mesmo. Março, eu acho que cortei ela, tem uma frase que eu gosto muito que ele fala assim. A pessoa mais perigosa que existe é o motivado e despreparado. Muitas pessoas se deram mal na vida porque foram. Se está com medo, vai com medo mesmo, entendeu? Mas também muitas pessoas não foram na vida porque alguém falou, "Não vá". Então parei viver com medo, viver pela metade, e eu tinha uma máxima. E essa máxima eu quero repassar pra vocês. Seu sol, bero que fazer. Seu conviver com as pessoas certas. Seu sol, bero que eu tenho que fazer. No ambiente que florece de crescimento. Com as pessoas certas, eu vou conseguir onde elas estão. E aí eu comecei a buscar. Porque quem procura acha. Lembra, vem, vamos embora, que esperar não saber. Quem sabe faz a hora. Não espera acontecer. Eu não tinha opção, falei. Pra frente. Pra frente. E foram tantas outras decisões que eu tomei, pessoal, que eu tomei errei, que outras que eu acertei. E foram também tantos outros momentos que eu me deparei de frente com situações. Eu quero te mostrar uma outra que treinou a minha confiança também. Em 2017 eu conheci Tiago Negro. Nós viramos muito amigos. E eu trabalhava no Instituto Nem Mar, um projeto sem fins e lucrativos que eu adorava, projeto social, esporte, educação, cultura, paixonado. Até hoje sou. E eu tinha as duas coisas que abafam empreendedorismo. Tem duas coisas que abafam empreendedorismo. Um bom cargo e um bom salário. Eu tinha as duas. Eu tinha o maior salário da empresa. E o cargo talvez um dos mais legais da empresa. E a confiança da galera. Eu estava feliz para caramba, na praia grande. Até um dia que eu chego no Tiago Negro, Tiago Negro vai lá, com a Instituto Nem Mar, eu fico apresentando para ele durante duas horas. E eu mando uma mensagem para 10 pessoas. Do 2 semanas depois. Toda uma fase da minha vida, eu estou repensando a minha vida. Mícalas se fiquem em 1 ou 2 palavras. Tem 8 anos, isso que eu vou te falar para vocês. Aí as pessoas mandaram assim, inteligentes. Disciplinado. Mentor, treinador. O Tiago manda assim, deixa eu pensar. 20 minutos depois ele devolve. Bro, é me chamo de Bro. Bro tem uma resposta. Eu falo diga dele. Disperdício. Aí eu. Tiago. Entendeu o exercício adinâmica? Quer que eu repita? Cara, que soco cara. No peito. Eu. Eu falei. Disperdício. Dele. Eu. Por quê? Whatsapp? Ele responde. Para mim é um desperdício. Um cara inteligente como você. Aí dá um terriquecido. Eu falei. Nossa, velho. Do que que esse cara está falando? Mas eu estou super bem de vida. Dele não, você ganha bem. Você. Ele falou assim. Você ganha bem. Um tarrico. Pausa. Dinheiro, senhores. É muita coisa. Riqueza. É tudo. Riqueza para mim é ter dinheiro. Ter tempo. Ter saúde. E ter pais. Eu não estava com a pais. Sem entendeu? Eu estava incomodado. Não fica achado que nós estavam se falando de dinheiro ou valor. Meio, eu falei, "Cara, você é um interligente, quer saber achar um nojido sem rica ser?" Eu lembro que eu brinco, eu falei assim, então tá bom, Jurtiago. Estava decidido, eu vou ficar rico. Dele como? Eu falei, "Mindica você, você é um rico?" Aí ele diz assim, "Então eu me faço uma pergunta, eu falei, "Vou fazer uma pergunta?" Dele, "Diago onde está o dinheiro?" Ele responde o dinheiro, está na escala. Quando ele falou escala, eu pensei em um alpinista, assim, sabe? Eu falei, "Scala!" Ele é na escala. Eu não entendi. Eu falei, "Diago onde está a escala?" Ele falou, "Scala está indo na internet." Eu não entendi. Eu falei, "Tiago, é o seguinte, eu não entendi." Dele, "Fala assim, Jurtiago, você é bom." Eu sei que você é bom. Eu te conheço. Como eu vou dizer que você é bom? Mas as pessoas não vê que você é bom. São pouquíssimas pessoas que enxeram que você é bom. O Thiago estava dizendo para mim que meu trabalho precisava de visibilidade. O Thiago estava dizendo para mim que ele precisava fazer isso aqui. O Thiago está dizendo para mim que você precisa encontrar uma maneira do seu trabalho ser visto. Você está acabando muito o seu buraco. Você precisa sair da toca. Você precisa ser em um pé internet. Você precisa distribuir seu conteúdo da internet. Você precisa ser visto e falar e estar nos lugares. Você precisa ser visto. E quando você for visto, você vai crescer porque você é bom para caramba, não é que você vai? Foi desconfortável. Mas eu segui. E sempre tem uma pergunta que as pessoas fazem para mim. "Juja, tem alguma coisa que você se arrepende?" Eu falo "Tem várias." Mas a coisa mais óbvia é não ter começado o meu canal do YouTube antes. Eu deveria ter começado antes. Por quê? Porque é a visibilidade. Porque é escala. Então hoje, com tantos seguidores que eu falei para vocês que eu tenho, eu não importa, eu comecei sem nenhum. Eu também comecei em uma cidade de um jeito diferente, de um jeito difícil. Eu também tive que desenvolver essa mentalidade. Eu não tive pais em prendedores, eu não tive pais do Onos de Negócio. Mas o meu pai e a minha mãe, eles me deram os princípios e os fundamentos que eu carrego até hoje. Meu pai nunca na minha vida me colocou para baixo, pessoal. Eu falo que eu não ia conseguir. Nunca. Eu nunca ouvi do meu pai. Você não vai conseguir. Eu nunca ouvi isso. Eu sempre ouvi. "Tu pode mais." Mas o pai dele. "Mais?" "Pô, meu pai, é caralho, não está satisfeito com nada. Você pode mais." Eu. Eu pensava que eu era maluco, pô. Mas hoje eu tenho três moleques. E eu sei que meu pai não era maluco. A gente sempre consegue enxergar, além do que os nossos próprios filhos enxergam sobre eles. Mas isso. E uma coisa é o carrego muito forte. Palavras de afirmação. João, não tem um filho. Tem problema. Palavras de afirmação para você. Se eu era no espelho, hoje, meu dia, eu vou fazer algo legal. Eu vou custar uma coisa bacana. Eu vou aprender uma coisa nova. Hoje eu vou superar mais um pouquinho. Eu vou avançar mais um pouco. Eu não tenho orgulho de mim. Cuida bem do que você fala para você. Em uns quatro compromissos que a gente estudou no clube, né? Ninguém faz mais mal para você. Do que você? Mesmo. É a gente que se machuca, se martiriza. É a gente que se. Nossa, a gente se é alto flagela demais com as palavras que a gente diz. Então. Foco. Tempo. Conhecimento. Dinheiro. Visão. Comprometimento. Progresso. Opa, saúde. Progresso. E confiança. Guarda bem isso. Proteste bem isso no ano de dois mil e vinte e seis. Eu espero que o ano de dois mil e vinte e seis para você seja o melhor ano da sua vida. Eu sempre vou desejar isso para você. Que você caminhem com as pessoas certas no conhecimento certo, que você desenvolva a coragem para você dar o passo que você não deu em 2025. E a consistência para você ficar firme, enquanto o resultado não chegar, sexe de pessoas boas, não fale mal da vida das outras pessoas, se for para ver um problema só para resolver. Se for para se enfiar, para não resolver, sai dele. Porque aquele que percebe um problema e não resolve faz parte do problema. Não fleta com fracasso, não fica achando que as pessoas estão falando da sua vida, elas não estão falando da sua vida, não confunda barulho,
com o ruído, gente, não confunda moda contendência. A gente já sabe se a gente for mais consticistente, se a gente for mais valente, tiver mais disciplina naquilo que a gente já sabe fazer, a gente cresce. E eu desejo que você cresça. Enquanto você tiver dúvida, e quanto você tiver algum gargalo, e quanto você tiver alguma questão que você quer desenvolver, pode vir aqui que eu vou estar colocando conteúdo, eu vou estar colocando vídeo, texto, áudio, eu vou estar citando pessoas, eu vou crescer para crescer junto com você, porque essa é a minha missão, porque eu sei de uma coisa também, ao final do meu dia, será que eu fiz juice, ao talento que eu recebi? Será que eu fiz juice a missão que eu desenvolvi para mim? Como adulto pessoal, a gente precisa saber disso. Eu quero finalizar com uma história verdadeira e importante, talvez você conhece a que é a história da passo a quinha. 2012, eu estava em Santos, parei meu carro. No semáforo, 3 e 1/2 tarde, era uma terça-feira. Chego menino, coloco uma passo a quinha, no meu retrovisor. Eu estava aqui com o vidro fechado, pegue o meu telefone, e tira uma foto da passo a quinha. Ele passou, você quer, falei, não quero? Cheguei no meu escritório, o escritório que eu não tinha 20 metros quadrados. E vou para o Facebook. Erram 3 e 1/2 tarde, o menino para com uma passo a quinha. Imagina se ele fala, são 3 e 1/2 tarde. Essa passo a quinha não tem açúcar. Imagina que o seu dia está muito cansado, vai levantar sua energia e você vai conseguir mais resultado. Imagina se ele fala isso. Ele poderia vender 3 vezes mais caro. Aí solta no Facebook. A galera, que visão. Que insight. Que legal, Joel, adorei. Peguei. Até o momento que um amigo, inclusive, lá de Santos, João, manda assim. Bom, você deve ter falado isso para o cara, né? E termina com uma pergunta, de que adianta ter luz se você não enlomina. Peguei meu carro. Fui atrás o menino. Não achei o menino. Eu nunca mais vi esse menino. Eu não sei quem é ele. E eu fiquei mal. E ali eu dou uma ordem. Eu dou uma ordem pro Joel. Pro Joel do futuro. Em 2012 eu deu uma ordem pro Joel 2025. Eu falei, "A partir de hoje, todas as pessoas que aparecerem na sua frente, você tiver algo para contribuir, você vai contribuir." De que adianta ter luz se você não enlomina. Foram algumas dezenas de mensagens. Mas só uma, toco meu coração, que é a mensagem do João. De que adianta ter luz se você enlomina. Nesta sala tem muita luz. Tem muita inteligência. Contribu, gente. Cerva. Porque a gente veio para cá, para servir e evoluir. Que 2025 ter sido maravilhoso, mas que 2022 seja o melhor ano da vida de vocês. Beleza, gente. Obrigado pela Jota Pode Cash. Obrigado pela audiência. Valeu, galera. Até o próximo ano. 2016! Valeu!
Podcast Summary
Key Points:
O foco é fundamental para o sucesso, pois expande o que é priorizado e requer a capacidade de dizer "não" a distrações para proteger os objetivos.
As interrupções (internas, externas e tecnológicas) são os principais inimigos da produtividade e da gestão eficaz do tempo, desviando a atenção e consumindo energia.
É crucial ter clareza sobre as metas e preparar-se antecipadamente, pois a falta de preparação tende a levar à repetição de padrões improdutivos.
Summary:
O episódio do podcast discute atitudes essenciais para alcançar resultados, destacando a importância do foco como motor do sucesso. O foco expande aquilo a que se dedica atenção e exige a habilidade de recusar distrações para não comprometer os objetivos principais. Outro ponto central é a gestão do tempo, ameaçada por interrupções internas (pensamentos), externas (pessoas) e tecnológicas (notificações), que fragmentam a concentração e reduzem a produtividade.
A falta de clareza sobre o que fazer e a ausência de preparação prévia são apontadas como causas para a repetição de ciclos improdutivos. O apresentador enfatiza a necessidade de planejamento, como a definição de prioridades, para iniciar o ano com direção, e compartilha sua experiência de interação com o público, que inspira a criação de conteúdo. A mensagem final reforça que o crescimento pessoal e profissional depende de ações deliberadas, disciplina e da proteção do tempo e da atenção contra elementos dispersivos.
FAQs
O foco é o segredo das pessoas bem-sucedidas, pois tudo aquilo em que você concentra sua atenção se expande. Colocar seu foco nos objetivos certos direciona seus resultados.
Dizer 'não' é difícil porque muitas pessoas temem magoar os outros, mas é essencial para proteger seus objetivos. Você pode recusar educadamente, explicando que no momento precisa de foco total em seus projetos.
As interrupções são internas (pensamentos), externas (pessoas ao redor) e tecnológicas (notificações de dispositivos). Cada interrupção pode levar até 22 minutos para recuperar o mesmo estado de concentração.
O ciclo do comportamento requer três etapas: começar, continuar e concluir. Seguir esse ciclo garante que você avance consistentemente em direção aos seus objetivos, mesmo diante de desafios.
Ter clareza sobre o que precisa ser feito transforma o tempo em um aliado, evitando perdas por falta de direção. Sem clareza, é fácil se distrair e não priorizar tarefas essenciais.
As redes sociais são projetadas para reter sua atenção, muitas vezes levando a longos períodos de distração. Isso consome tempo valioso que poderia ser usado para atividades focadas em seus objetivos.
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