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O mundo está mais perto de uma guerra global?

68m 55s

O mundo está mais perto de uma guerra global?

Keskustelussa käsitellään ensin digitaalisten palveluiden helppoutta, kuten Shopify-verkkokauppa-alustan käyttöä, joka mahdollistaa liiketoiminnan hallinnan ilman syvällistä teknistä osaamista. Tämä osuus toimii johdatuksena laajempaan analyysiin maailmanpolitiikasta, jossa pääteemaksi nousee Yhdysvaltojen ja Kiinan välinen kilpailu. Puhujat vertaavat nykytilannetta ensimmäiseen maailmansotaan, erityisesti Schlieffen-suunnitelmaan ja Dardanellien salmen strategiseen merkitykseen, korostaen, että historialliset opetukset voivat auttaa ymmärtämään nykyisiä kriisejä. Taiwanin kysymys nähdään keskeisenä jännitteen lähteenä, mutta Kiinan uskotaan suosivan taloudellista ja diplomaattista reincorporaatiota sotilaallisen voiman sijaan, koska sota vahingoittaisi sen talouskasvua ja globaalia mainetta. Yhdysvaltojen toimintaa Trumpin aikakaudella kuvataan arvaamattomaksi ja sääntöjä rikkovaksi, mikä heikentää kansainvälisiä instituutioita ja vahvistaa Kiinan asemaa luotettavana toimijana. Teknologinen kilpailu, kuten sirujen ja tekoälyn kehitys, sekä taloudellinen keskinäisriippuvuus nähdään sekä riskeinä että vakauttavina tekijöinä. Lopuksi todetaan, että ydinaseiden pelote estää toistaiseksi konfliktin laajenemisen, mutta pitkällä aikavälillä valtatasapaino voi muuttua entistä epävakaammaksi, kun Kiina kasvattaa sotilaallista ja taloudellista voimaansa.

Transcription

8693 Words, 51940 Characters

Finnish
Tällä pekkapaavikin kuin tänään testaan ruokalan ammattilaisten digipalveluita. Eli tästä se se ääte alkaa. Ensin valjoa aimon verkko kauppam tehdään tilaus valmis. Sitä mä järkyttävän selkeä. Ja niin pitääkin, kun digipalvelut toimivat, sinä voit keskittua olennaiseen. Olen aimo ruokalan ammattilaisten kumpani. Ja mukana siellä, missä onnistuisia tehdään. Valjoaimo onnistumisen ainekset. Kyllä kyllä. Tervustin pyöräilyvää teitä valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinoida yrityksen taustajarjestelmien ja frontendia sekä myydä verkossa. Vaivatta. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify'ssa. Aloita Irmainen kokeilu, Shopify piste komsi, se voi olla. Voi huomioon, mutta se on tullut semmoinen. Täällä on tullut kokeilu. o que eu faço com o bimari no nucleares, agora já em 2030, já mostra também o esvaziamento do controle nuclear. Então o equilíbrio nuclear ele no momento é bastante presente, mas talvez em um horizonte futuro seja mais uma variável de risco do que uma variável de estabilidade. Então acaba me posicionando um pouquinho diferente. Eu acho que o conflito mantém regional, ele ainda não tem toda o combustível para se alastrar, mas por caminhos diferentes de análise. As alianças ainda serem rígidas mais únias laterais e pela estabilidade nuclear está mudando no tempo, mas esse tempo ainda está num futuro de curto prazo. Pegar uma referência que o darócio fez logo na primeira resposta dele, ao que ele considera que são elementos lá de trás da primeira guerra mundial, que a gente devia olhar para eles com cuidado quando a gente pensa na nossa situação atual. Como você mencionou darócio, mencionou a existência de um plano, o plano do Schliffen, dizem que esse general morreu dizendo "dime uma aula direita forte", era um plano considerado infalível para resolver a guerra rápido. A gente viu gente achando que resolveu uma guerra rápida, rápido, agora. Olha só dar um totozinho ali que cai aquilo tudo, a gente adorou na situação, a gente viu isso acontecer agora, agora, não tem nem se foi em 28 pv/h e por gente que a gente acha que tem um estado maior, outra responsável que teria dito para quem tomou essa decisão vai devagar, não é bem assim. Há um plano sim darócio, a China tem um plano para que Taiwan volte a mãe Patria. E aí? Sim, nós olhamos por passado mas projetando o futuro e compreendendo o presente, fazendo aqui uma interpolação da contribuição dos dois colegas, hoje não existem alianças automáticas, alianças existem mas elas são, tendem a ser muito mais fluidas do que no passado do que em 1914, por exemplo, quando havia uma formalização diplomática que praticamente obrigava o país a entrar em guerra, hoje nós vemos que isso é muito mais fluido, a uma situação mais flexível, a própria situação que tem o seu arcabol, sudo trinário e ilegal muito bem consolidado, ela depende desses ones políticas e nós vemos que essa questão da China ela hoje disputa com os Estados Unidos, a economia política e como potência mundial e realmente ela tem um plano sob Taiwan, algo que é um fator de possível desestabilização global, a inclusive autores e personalidades que estudam esse tema que não questionam mais, é se a China pretende retomar a Taiwan mas, se enquanto a China vai retomar a Taiwan, a China tem crescido ultimamente os entreveros entre navios chineses, indonezios, su coreanos que mostram bem esse plano e como esse plano de expansão por uma harmonia chinesa vem inquietando a potência e a harmonia cadominante atual, que é os Estados Unidos, então é realmente uma questão que preocupa mas eu também concordo com o professor Marco Gini, que é a de soação nuclear, ainda serve como um freio anteparo para que esse conflito escale pelo menos num curto prazo para um conflito global. Eu vou pegar esse aspecto, mas antes eu queria muito ouvir você a respeito do seguinte, venícias, as pessoas acordaram para a biografia, com tudo isso que aconteceu, por outro lado, é um aprendizado, audiências que nunca se preocuparam com a importância de um estreito na história militar, de repente voltam a Leobras sobre o estreito de Dardanelles na primeira guerra mundial, que força uma situação doméstica muito similar a de hoje, que é a importância ali no caso, é que se bloqueou o trigo que chegava pra fazer o pão dos ingleses, e isso se considerava um fator político de primeira grandeza em Londres, se o pão aumentar e preço vai ter uma revolta popular, então tem que tomar os treitos de Dardanelles para poder garantir o preço do pão, e a gente vê como digamos circunstâncias domésticas, tem uma importância tão grande em operações militares. As pessoas hoje viram a importância dos estreitos de Ormosis, não ensinaram, Ormos é fertilizante pra agricultura brasileira, Ormos é diesel, pra caminhoneiro brasileiro, é algo que nos bate imediatamente de cara, mas o estreito mais importante do mundo é o de Taiwan, de longe, um estreito mais importante do mundo, o que vai acontecer lá? Então, eu ia até comentar que na China você nunca usa o tempo retomar, é reincorporar Taiwan, ou incorporar Taiwan de volta a China continental, por causa da razão histórica, da forma como foi feito em 1949, e também o fato de que Taiwan sempre teve o nome de república da China, nunca foi uma ideia separatista. Então, o processo de reincorporação que os chineses vão fazer, e, contrariamente, aquilo que as pessoas goljam a farmáulho, eu não vi a Joachim com interesse de fazer isso de uma maneira militar. Até porque eles já compraram grande parte das coisas, já tem investido muito em Taiwan, você tem uma facilitação de estudantes, Taiwanese e Chinese intercalando as experiências, então, é um processo que os chineses estão ali dispostos a pagar o tempo necessário. Esperaram em Hong Kong por 99 anos, na questão da reincorporação. -És não tinhem de Hong Kong. O presidente Chi, ele tem o fator muito positivo, que é o fato de a feita economia crescer mais de 4 vezes durante seu período de 97. Quando Hong Kong foi devolvido, eu tive a privilégio como jornalista de cobrir esse evento, lá de Hong Kong, a devolução a China. De 97 para cá, é outra China da qual nós estamos falando. Acho que em 97, quando estavam lá, nenhum de nós podia imaginar o que seria a China nesse plazo de tempo. E o Xi Jinping, para estar acelerando esse plazo de tempo, disso que você chamou e é realmente vocabulário, político, adequado, nós estamos retomando. Nós estamos voltando a ser o que era, vamos falar. E quando um detalhe, quando Hong Kong retorna a China, Hong Kong representa 18% de economia chinês. Hoje não chega 2%. Taiwan, que os Estados Unidos usavam até com a proteção do silício, ideia do silício, paulatiramente os Nord-americanos também ter retirado investimentos. Taiwan é colocado nos Estados Unidos. Então, a barreira de proteção que Taiwan representa para os Estados Unidos vai diminuindo neste processo. Agora o que a gente observa, é que embora o presidente chim, muita gente diz, até tendata marcada, em 2027, eu acho, no papel, tem que. Não é, de certo que vai ter a papel, ninguém tem que entender. É tudo isso, está marcado, que vai acontecer. Eu acho muito difícil, porque isso geraria um impacto global na economia chinês, que pretende, em 2049, quando a China completar 100 anos, em público-apopular da China completar 100 anos, eles querem chegar a uma renda percapta de 20, 25 mil dólares. Uma guerra agora teria um efeito muito pior do que a pandemia. Então, os chinês têm muito claro de que isto é um processo de tempo chinês. E embora o presidente se entreará para a história, em razão de ter feito o país crescer econômicamente, como nunca antes, mas eu não acredito que esta questão de Taiwan ser retomada por força vai fazer parte do seu legato excelente, a sua observação, porque muitas vezes o que a gente percebe de uma maneira na tomada de decisão de líderes importantes, como sem dúvida o presidente, os outros percebem de outra. E a postura do presidente China não é impersebida fora da China como você discreve. Se a gente considerar como que a indonesia, como que a Índia, como que o Japão, como que a Coreia do Sul, para não falar da Austrália, que é a parte da Aliança, o Dental do Japão também, mas se entre olhar os países daquela região, eles olham isso com um enorme suspeito e consideram-se improvável. Que a China cada vez mais coloca em prática o que ela conquistou primeiro lugar na economia e hoje, inclusive, no balanço convencional militar, o seu poderil. Aí a gente volta para a questão de quem toma as decisões. A gente lembra outro episódio de um estreito importante que é o da Floreira da Leia de Cuba em 62, quando os americanos bloqueiam Cuba, e a marinha soviática está chegando. E o que vai acontecer? Quem é que vai tomar as decisões? O que que tramparia se a China bloqueia os treitos de Taiwan? Então, meu vejo que nós estamos conversando um pouquinho sobre estratégia das nações. Nós temos decisões políticas, nós temos base socio-econômicas e recursos no território, e nós temos a ponte que unha esses dois extremos, as nossas capacidades e as nossas possibilidades e intenções. tentando manter a imensão. um pouquinho no golfo, nós vemos que a China é o grande que se beneficia desse processo, porque ele é um grande ator econômico, ele percebe os Estados Unidos pedendo poder militar, se não for por nada pelo orçamento investido, o consumo de munições e armamentos, perdas de determinados elementos de combate, aeronaves, radares, enfim. E ela consegue com isso aumentar o seu poder global. Nesse momento, a partir dos conflitos que temos no golfo, a balança de poder internacional favorece a China. Na sequência disso, ela continua assim armando, é óbvio, nós temos uma marinha que era mais restrita a águas interiores, agora é uma marinha com penetração de maior competência, começou a ter porta aviões, absorve tecnologias mais avançadas, vem avançando muito em tecnologias quânticas, radares quânticos que dificultam, por exemplo, subir marinos, dificultam aviões invisíveis, então ela tem um poder militar crescente, que ela vem se estruturando para isso, mas ela vem se beneficiar de bom comércio, riqueza, as melhorias de qualidade de vida, então para que desafiar com um conflito, ou para que desafiar com um conflito neste momento, que eu consigo me beneficiar, crescer econômicamente, crescer militarmente, mas me deixar o outro país sofrer ser descarro. Esse é exatamente um calco distração. Se você crescer exatamente o outro besto de seler antes da primeira guerra hormônio, o besto de seler publicado em 1913 tentava provar porque uma guerra seria impossível devido da integração econômica entre os participantes. A gente considera hoje um dos piores problemas em economia a ideia de interrompear a interdependência entre essas economias, que você acabou de citar, né? Estão dos sermicondutores. Está todo mundo dependendo do outro. O peso daí talvez seja uma das coisas mais críticas. Mas boa parte do que os americanos fazem hoje, da ROS é interrompear o que a gente considera que foi benéfico do. nós, eles não, maga e o Trump não. O Brasil foi muito beneficiado pela globalização num certo sentido, a China então nem se diga. E há uma evidente intenção política de desfazer isso, que até agora explicou em boa parte do acontecimento um exponencial dos volumes de comerço, milhões de pessoas tiradas da miseria, entrou a falar de um mercado de americanos perder um emprego, mas enfim, eu não quero entrar nessa parte histórica. Quais intenções americanos? Bom, os americanos hoje, a meu ver, eles se encontram diante de um cenário bastante complexo, especialmente pela forma de um governo que está sendo exercida atualmente, né? Uma forma bastante desuptiva, fora de padrões políticos, internacionalmente praticados. Mas eu vejo que há uma preocupação grande com a múlti polaridade atual, quanto mais centros de poder existe em maior a complexidade do sistema, da governança desse sistema, né? Então hoje temos próprios Estados Unidos com as suas questões por outro lado a China, a Russia, a União Europeia, a Índia e potências médias regionais que frequentemente e até mesmo por causa da governança de outros Estados Unidos hoje, que tem exercido os seus estarifássos aí a diversos países, tem entrado em atrito. Além disso, eu incluiria questão da corrida tecnológica. Assim como no alvoracer da revolução industrial ou houve uma corrida tecnológica entre países, o fortalecimento da indústria busca por mercados. Hoje nós vemos que há uma busca, é uma corrida tecnológica com relação à inteligência artificial, nós vemos aí, Estados Unidos e China, um bra-ombro disputando esse mercado, os semiconditores e aí incluimos as terras raras tão importantes e tão faladas no presente momento, a tecnologia de armas e personicas, uma nova corrida espacial e a computação quântica. Então nós vemos que os Estados Unidos, ele tem a meu ver se sentido ameaçado por essas outras potências que estão nessa corrida e também agora voltando para o Maga, os nacionalizados, exercados, intensos, aquilo que o próprio Maga defende frequentemente e históricamente sempre dificultaram negociações. E também o terceiro fator, a erosão das instituições internacionais, lá em 1912, após a primeira guerra mundial, a líquia das nações fracasou, hoje ao ano em frente a limitações semelhantes em alguns aspectos, não que ela tenha fracassado, mas a sua capacidade de impor soluções depende diretamente das grandes potências que detém acentos permanentes no consenio de segurança. Então, o vejo hoje, os Estados Unidos com essa preocupação em perder asções de amunia e em termos de governança praticando atos que, em vez de atenuar em isso, buscar uma negociação muito pelo contrário, tem fomentado uma série de antagonismos que podem desembocar em conflitos. Nesses foi fascinante, a gente tratou isso aqui no programa diário que a gente faz e também aqui no especial, veio presidente da China dar uma aula de história clássica por presidente dos Estados Unidos. Ele recebe com toda a pompadir constância que o Trump adora, mas que os chinês sabem também bom estar um espectáculo, um bom sentido da palavra desse, e cita os clássicos gregos em 2500 anos atrás, que são ligados a uma guerra como alguns ídios de uma guerra como nenhuma outra, porque nenhuma outra foi diferente daquela guerra 2500 atrás entre a tenas e esparta, que ocorre porque um tem medo do outro. É tudo, um medo, medo é o que faz com que um corra na frente do outro, o que está sendo desafiado tem que correr na frente do público e o que está desafiando, acha que a oportunidade agora, senão ele não consegue mais, que entrou como um clássico na essência política, na expressão armadilha de Tussiles, ela encaixa exatamente um problema que eu queria perguntar como é o que a China beijo, que é o medo, o medo do que o outro está fazendo, como é que a China vê ou ela tem medo do jeito que um Trump já faz, eu para não interromper seu raciocínio, vou chamar o intervalo, a gente retoma um programa daqui um instantinho contigo, até já pessoal, intervala é rápida, estamos esperando vocês de volta. Eu vou te dar um especial, o Fator Trump, a China tem medo do Trump? Acho que não, William, porque a China tem tratado o Trump como grande constructor da Nação Xinésia, como eles reconhecem, porque a cada medida que ele toma, ele de alguma maneira fortalece ainda mais a China, mas são a heroia, né? É heroíaco, mas é real, veja só, vamos pensar assim, nós sempre consideramos os Estados Unidos como compridores de regras, internaçãoalmente falando. Nas o, nessa guerra do Iré, você tem os Estados Unidos indo contrariamente ao memoranto, que assinou na questão da Arabia Saudita, deu, retornou. Então, a gente começa a observar que, só para a Esclaria Estumida, nós são audientes, eles anunciam o acordo nuclear, de transferência de tecnologias que normalmente são americanos, só transferem sobre grande supervisão internacional, no caso a Arabia Saudita decidem não aplicar essa salvaguarda. No dia seguinte, o Trump mete um tweet lá dizendo que "Só se vocês entrariam em acordo com Israel, que os alraugitas consideram absolutamente inesequível, enquanto não tiver alguma solução para a questão palestina, até a chaparenda, só para a pessoa se teria do que você está falando". Perfeito, então você vê que, e a cada hora o Trump toma uma medida e altera no dia seguinte. A China vem nesse processo acumulando uma reputação de confiabilidade, o que o presidente de diz, ele compre. Os países africanos fez a extenção do imposto de importação, de entrada livre para as mercadorias africanas na China. Então ele observa, e a China observa os erros de Trump acontecendo, não querem que os Estados Unidos entre numa situação pior, porque afinal são grandes detentores de dívida norte-americana, também um mercado muito importante para os chineses, mas eles observam como parte do processo histórico, e o problema dos Estados Unidos, muitas vezes, como os chineses, é um país que tem 250 anos, querendo dar a lição histórica, por um país tem 5 mil anos de tradição. Quase que o ira tem. Mas de situações diferentes. Ok. Mas o mais interessante é que tanto ira como China, nos últimos, não tem uma tradição de expansão territorial contrário de ocupação. É uma coisa bem interessante nesse processo, porque são mais consolidados também. Então os chineses olham para os Estados Unidos como parte deste processo lento que tem, inclusive, não é sido cunhado como uma ordem internacional, que está caindo aos pedaços, porque justamente o acidente deixa de ser a mola propulsora disso e vê essa transição, entende que como o acidente não está liderando o processo e a gente não pode esquecer que o acidente é só 12% da população mundial, nós temos 88% da população mundial, que não faz parte disso e que não se sente representada. Então, que a gente nota que os chineses estão vindo justamente nesta representação, nesta questão do suglobal que eles falam muito embora para muitos chineses, que são países envolvidos, mas também tem os seus problemas domésticos de pobreza, que conhecem a China, sabe que não é só pequinho e charrado, você tem outras partes do país que você desenvolvemente, mas ela vem com o representante, no sentido de reconstruir essa hora internacional, sem alterá-la. Isso que é o mais interessante, cresceu econômicamente, sem atirar uma bala. É por essa razão que quando a gente olha para Taiwan, seria contrário, justamente, a esta história da China de fazer crescer, criar uma reputação internacional de crescimento e de fortalecimento da sua imagem. Então ela observa os Estados Unidos como um problema, Trump é uma situação temporária, mas o problema que a gente observa é que quando nós olhamos o cenário e litoral norte-americano, mesmo que viam o democrata, ele não deve alterar esse rumo como a gente observou com Joe Biden. Então a China entende que a posição dos Estados Unidos, inicialmente que eles tinham no passado, já não é a realidade no futuro. A gente foi voltar para o ponto dos clássicos, que é o que o presidente chinês sentiu obrigação de trazer, o medo. Os americanos têm medo do que a China está fazendo no setor do equilíbrio nuclear. Eles acham que a China, que não está presa nenhum tratado, os tratados todos acabaram. Aquilo que a gente viu surgindo na Guerra Fria, que era um mínimo de primeiro confiança na dissoazão. Todos nós morreremos se a gente entrar nessa situação. Segundo, havia um mínimo de, digamos, de controle o que o outro está fazendo. E havia uma combinação entre as dos potências nucleárias, da época superpotência nuclear da época, de controle o seu médico que está a dos Estados Unidos, e limites, que depois acusava a outra, ele estava fugindo, de não estar respeitando, e aí passava a usar certos vetores, que, na verdade, adribuavam aquilo que tinham um combinário, por aí vai, mas ali está, isso acabou. Nós não estamos vendo nenhuma negociação séria, de limitação da expansão dos artinais nucleares, ao contrário. Nós estamos vendo a China expandindo esse artina nuclear rapidamente. Os chinês, pelo seu lado, dão a todos as nítidas sensações, e acharem que os Estados Unidos estão procurando a vantagem nuclear, que seria romper o precipito da dissoazão na pior maneira possível. E aí, como é que ficamos com a guerra global? O ilhão vejo que a questão nuclear é central, ela é extremamente relevante, ela tem um desafio de paridade física, material de meios, mas nós temos outros vetores aí também bastante críticos, um deles, por exemplo, é a parte biológica. Então, o vetor nuclear é fundamental, mas o vetor biológico também é fundamental. Se a gente coloca biológicas, quarmas biológicas e coloca também inteligência artificial, nós temos uma velocidade imensa de geração de patógenos e artificialmente e também de antídutos. Então, nós podemos ter aí desafios necessitou que um setor muito menos visível, muito menos regulado. Também temos um outro domínio que é a cibernética, também tem uma competição gigantesca e que ela também é oculta, menos visível. Então, a gente tem o desafio nuclear, as potências competem por um equilíbrio nuclear, é óbvio que traz um transtorno, estamos fragilizando os instrumentos de controle nuclear, mas nós temos outras camadas de competição que estão acontecendo. Nós temos na cibernética com inteligência artificial, nós temos ataques entre os países diariamente, trafegando pelas arredes de informações. Temos também bastante perigo aí para a sociedade no futuro próximo. Uma coisa que a crescentaria é muito interessante, que nesta guerra, o que nós temos observado, é podelas, nestas duas que nós temos na Ucrania e na Inuera, nesses dois conflitos que a gente tem, muitas das empresas na área de inteligência artificial estão se aproveitando da questão da guerra para o desenvolvimento de novas tecnologias, o dinheiro público e o chinês em. Nós nós entramos em guerra e nossa inteligência artificial não depende disso para ser utilizado ou para ser criada. Então você vê que o custo reputacional dos Estados Unidos vem de lindo em razão de uma série de tomadas de decisões. Os chinês são bons de marquete, em Noadovo da Nenhumo, que eles estão falando nesta atual prazo, assim, nós somos antrópico, que não existe, nós somos o vale do silício na California, que não que nasceu da cooperação com o Pentágono, isso já nos anos 50, nós somos diferentes, permite a minha dúvida saudável em relação a isso. Ninguém é búbubo, os chinês estão espetacularmente empenhados em criar, por exemplo, agora uma base industrial de data centers que vai é cripsados os Estados Unidos pela capacidade que os chinês demonstaram até aqui de infraestrutura e potencial industrial, ninguém consegue competir com eles. É difícil imaginar que eles não tenham a inteligência artificial, ou é totalmente focada também nessas questões militares. É uma dúvida saudável, mas eu queria trazer pra você agora a darosa palavra no seguinte sentido. A gente volta um pouquinho pra primeira guerra que é tão fascinante. O pouco antes dela havia dirigentes na Europa, quando se achava que o mundo nunca enfrentaria o que ele enfrentou logo depois de nossa anticitoura, que entendiam o significado de conflitos regionais. É uma palavra famosa do Bismarck, que ele diz, "O que os países do Balkan fazem, deixa de fazer, deixa de fazer, não vale o oço de um soldado para o Siano." O que ele tava querendo dizer naquela posição? Não adianta a gente se meter nessas guerras regionais, ela só traz uma confusão enorme. Não adianta gastar vidas e se impieem há muito por conflitos que têm que ficar lá naquela região. É o contrário do que o Trump parece estar fazendo. Alguns dos hiperrealistas e anares e relações internacionais dizem com toda contundência. Não é o business de uma superpotência se meter numa guerra localizada com uma duirancia, é exatamente o que o Trump fez. Porque o causa do risco que isso oferece de transbordar e levar a conflitos mais ampliados. É o que estamos vendo. Exatamente dessa forma, William. Nós vivemos evidentemente, muito claramente, um dos períodos de maior atenção estratégica desde o final da Guerra Fria. O que não quer dizer que nós tejamos no curto prazo nos desocando para um conflito mundial, ou que isso não seja inevitável. Retomando o seu raciocínio com relação à primeira guerra, nós observamos que a Europa, ela viveu um período de quase 100 anos após o Congresso de Viena, no final das guerras Napoleônicas, até a equilosão da primeira guerra mundial, da grande guerra, um período de 100 anos de paz, onde houve muito poucos conflitos envolvendo países europeus apenas conflitos regionais, como as guerras austroprucianas, a própria guerra franco-pruciana e a guerra da Crimea, foram poucos os conflitos e os conflitos que houve foram regionais. Isso fez com que as potências europeias tivessem uma falsa impressão de que a guerra daí seria resolvida sob a perspectiva regional. Isso é muito claro de nós vemos nos acordos dos tratados assinados ali, desde meados do século 19, se toquei alguns o tratado de Londres, por exemplo, a criação dos blocos da atripe se aliança e depois da atripe se entende ou em tanto cordial, mas que por um aumento de tensões, embora fosse um período de relativa paz, muitas tensões de alpulíticas, decorrentes de fronteiras mal resolvidas após o Congresso de Viena, antagonismos, criação de nacionalismos, como pã germanismo, o pã eslavismo, o revanchismo francês, contra a Alemanha, essas tensões vão crescendo e no bojo da revolução industrial que cresce uma disputa entre as potências, a guerra que começa ali em Saraievo, muito pequena, quase uma querela, um redcídio que era comum também na época, se torna a catástrofe mundial que ocorreu. E as potências não puderam estar de fora desse conflito. Porém, hoje, dentro desse raço assim, nós vemos aqui, até corroborando com que o professor nos colocou, uma falta de disposição da China hoje de ingressar num conflito que possa descambar no conflito mundial, ao contrário dos Estados Unidos, que entram ali no conflito irã, talvez motivado pela questão nuclear, também por outros fatores, mas pelo fato de tentar negar que o irã tenha a sua arma nuclear, entra numa guerra, mas não sabe como sair dela e muito menos que mundo resultará ao final desse conflito, que é regional, refirmamos, mas que tem potencial para escalar além do oriente médio. Queria ver da perspectiva que você tem essa posição privilegiada de sentir o que a China pensa e percebe. E o foco queria trazer agora para o que alguns consideram que o maior risco já o político da atualidade chamado Vladimir Putin. Do jeito que as coisas estão no campo de batalha na Alcranha, estamos vendo uma grande surpresa. Quando a Rússia invadiou a Alcranha, inicialmente acreditava que seria uma situação do ponto-fície militar muito favorável, a Rússia. A gente viu a Alcranha, sobretudo através de fatores como inovação tecnológica, ajuda da aliança militar ocidental, pesadíssima sem que a Alcranha não teria sobrevive. A gente vê hoje uma situação na qual a Rússia está no está complicado para ela. Nunca se viu uma potência nuclear, perder. É inimaginável. Logo no começo do programa vocês mencionaram a possibilidade do uso da arma nuclear, ainda que for sática, ainda que for uma bomba suja, foi considerada o próprio regime Rússia chegou a fazer essa ameaça. Agora, diante dessa, digamos, complicada a situação no aqualpote em Simeteu, do ponto de vista estratégico, gel político, ele virou um parque de junho da China, e por outro lado ele conseguiu expandir o ponto de contato da aliança militar ocidental com o próprio território dele. Ele conseguiu trazer para aliança ocidental países que tradicionalmente, em um norte da Europa, ou eram pacifistas declarados ou neutros declarados ou não queriam saber disso, então todos agora, talvez os mais contundentes nos avisos, preste atenção, este é o perigo, ele é o grande problema, como é que a China veio pude? A Rússia tem um custo reputacional para a China, e o chinês sabe disso, mas a Rússia também tem sido de alguma forma afetada por esta guerra de procuração. Eu gosto de relembrar aquela frase do Mítima Cono, que disse, "Os ukranianos estão fazendo um grande favor para nós, estão lutando contra o inimigo nosso, estão deteriorando as condições desse inimigo, estão criando condições econômicas difíceis, parece inimigo, e uma gota de sangue norte-americano sendo vertida." Então, quando nós olhamos, você vê o Mítima Cono, dizendo claramente, para o Pinyo Pública norte-americano, é uma guerra que favorece os Estados Unidos, nesse processo todo. E é uma guerra comizinha, que a gente volta naquela questão, a histórica das potências utilizando guerra de procuração para tentar fortalecer a sua imagem global. Mas a China foi muito clara com o presidente Putin, no sentido de que ofereceria todas as alternativas para sobrevivência econômica da Rússia nesse processo todo. Se você vai a Pekin, a Shanghai, você vai encontrar uma quantidade enorme de lojas com produtos russos hoje em dia. O turismo de russos está crescido, substancialmente. A minha universidade a gente reençame muitos estudantes da Guimo, que é correspondente de relações internacionais neste processo todo. Então, há uma aproximação grande. Mas a promessa e é não a promessa, mas o acordo que foi feito que nós discutimos, é de que a China disse, "Olha, nós ajudaremos desde que você não utilise o equipamento nuclear." E é verdade, não é? Que você não seja o primeiro que a postura chinesa adotar o equipamento militar, ao adotar o equipamento nuclear. Então ficou muito claro que a China exerce este papel e utiliza a Rússia no processo de que nós criámos também outras alternativas. Final, o mundo descobriu que você pode a qualquer momento perder todas as suas reservas na questão de segundos. Os instrumentos utilizados de insuções, de suíntes, tudo isso criou uma série de problemas globais e que, paulatinamente, tem até deteriorado a questão do dólar. Então você vê que ação dos Estados Unidos, um sentido de querer enfraquecer aquilo que Obama chamava de uma potência média, de alguma maneira criou vários problemas para a própria OTAN, que encontrou ali um este de sobrevivência, não uma crôndezia que o "cã" autão não tinha mais cérebro, né? Estatia morrido na questão cerebral, mas deu aí uma sobrevida, mas efetivamente que a gente observa disso, o Chinesolio, é que você tem um cenário de líderes políticos muito fracos na Europa, o líder norte-americano que não ajuda os Estados Unidos no longo prazo e que a Rússia se manter, se manter ver a sua situação atual, pode eventualmente ganhar a guerra nesse processo todo, mas que tem um custo e tem um custo ruim para a Rússia. Presidente Putin já é o Presidente Trump, disse que não numa conversa com o Presidente, o Presidente disse que a Rússia se arrependeria da guerra, e é de fato uma das razões, é uma das coisas que você vê, porque gerou também uma série de problemas para a Rússia no longo prazo. A China diz uma coisa interessante, na guerra você gasta o seu longo prazo, a custo presente. A outra aspecto aí que vale a perante olhar ainda no Putin, o que faz um autocrata de costas para a paria de dentro do Crenlin, na história da Rússia, isso nunca levou a bons resultados, vou passar a questão para você, meu irmão, e depois de intervalo a gente retorra, para não cortar o seu raciocínio, ter já a pessoa, um estadinho só. Estamos de volta do intervalo da especial, Amigão. A gente viu homens fortes, tomando decisões militares que levaram até aqui a resultados muito aquê eles achavam que eu obteriam, em prazo muito rápido. Um deles é bem determinado, e a Artificial, entrada dos americanos com peso deles, a 28 de fevereiro na guerra, com a sua ira. Putin já citado. Leva uma guerra de escolha dele contra o Crenlin, assim, dovo da alguma, não vou entrar aqui em todos os aspectos, todas as justificativas que ele descreveu para justificar essa operação especial como ele chama, mas ele tá do ponto de vista doméstico sobre pressão. O que faz um autocrata nessa situação? É uma ótima pergunta, William. Nós temos uma variável clássica, histórica, conhecida de que guerras, de forma geral, nós sabemos como começar, particularmente o ofensor. Ele escolhe o melhor momento, ele acha que ele tem as condições mais favoráveis, ele faz um juízo de valor e inicia o conflito. Então, de forma geral, são intencionalidades, é o que aconteceu na Rússia e a Ucrania, é o que aconteceu no golfo. Mas também sabemos que guerras são imprevisíveis com relação ao seu término. Nós temos historicamente e temos no presente a impossibilidade de controlar o encerramento. O que é razão suficiente para os Estados Unidos em serrar o processo em andamento? O que é razão suficiente para Israel em serrares processo? E na perspectiva do ira, o que é razão suficiente? E esse triângulo, essa equação não fecha sem, então, facilmente. Nós vimos atrego há pouco 30 dias atrás e estamos vendo nesse momento essa situação. Então, qualquer conflito ele está, ele inicia por uma razão calculada e ele termina de uma forma que nós não sabemos como acontece esse termo. Isso a gente está vendo. Na sequência, com esse aumento de ruído, com esse aumento de tensão, com esse aumento de movimento militar, nós começamos a ter erros de cálculo. Nós começamos a ter variáveis de estoping. Eu tive aqui um tempo atrás no seu programa e você me perguntou se poderia ver uma escalada e eu lhes poderia ver uma escalada. Se tivéssemos o que? Morte as americanas súbitas, um determinado ataque que não é contido pela defesa aérea. Então, uma variável extraordinária pode levar a uma escalada. Então, quando você me pergunta sobre um líder autocrata contra a parede, toda vez que alguém está contra a parede, as decisões não são racionais, as decisões não são calculadas e a gente tem um estoping que pode estar tard para qualquer direção. Então, essa área é uma área imprevisível. Eu gostaria de tentar trazer essa questão tanto o aumento da dinâmica naocrânia, quanto o aumento no golfo, com uma perspectiva para o mar do sul da China, mas nós estamos falando de São Paulo, nós estamos no Brasil. E os reflexos disso para o Brasil. Nós podemos discutir todo o cenário internacional, compreendeiras razões dos líderes internacionais, mas nós estamos no Brasil. também poderíamos ou deveríamos estar discutindo na nossa perspectiva, o IDAIR para o nosso país, para a nossa realidade. Por exemplo, nós temos grandes limitações com relação ao comés internacional e dependências, nós temos dependências econômicas fortíssimas. Por exemplo, falamos da agricultura, falamos de fertilizantes, falamos de dependências em relação ao crânio e em relação ao oriente médio. Então, é um exemplo. Nós temos uma posição hoje de indústria de defesa extremamente limitada. Nós estamos ainda discutindo orçamentos a 1% do PIB no Brasil. Então, como que nós vemos essa aceleração de gastos na Europa, aceleração de gastos da nível mundial e continuamos pensando no nível de investimento que temos aqui no Brasil? Conversamos sobre corrida tecnológica, começamos sobre armamentos de grande envergadura, a nossa capacidade de planejar e projetar a nossa resiliência em 2030, 2040, 2050, a necessidade que nós estamos olhando hoje. Então, de forma geral, o mundo vem se tornando um espaço mais perigoso. O mundo vem se tornando um espaço mais volátil. Nós sabrimos esse programa chamando da potencial de um conflito regional se alastrar como um conflito de maior envergadura. E eu acho que nós deviremos também começar a refletir um pouco mais cuidado as nossas lideranças políticas, as nossas lideranças econômicas, as nossas lideranças de todas as áreas pensarem na perspectiva do Brasil. Nós temos um território importante, nós temos riquezas importantes, nós temos uma população com uma grande dimensão para proteger e faz parte começar a pensar nesse escudo. Pensar nesse escudo em cibernética, pensar nesse escudo em inteligência artificial, pensar nesse escudo em proteção dos mais diversos elementos que nós estamos olhando aqui. Eu acho que isso também é um desafio na perspectiva do Brasil. É interessante a luz da história, né? Na primeira guerra mundial, nós estamos comprando um dreadnought britânico que o Churchill foi lá e não deixou vinho. Fiz a mesma coisa com a turquia, esse cara muito bravo. Nas figuras da guerra mundial, não, dará-los as pessoas no Brasil e se esquecem em um episódio muito importante na nossa história. Em viro de 25 mil soldados a Itália para combater na segunda guerra mundial ao lado das potências do encontro os totalitários. O que seria o Brasil agora no Marguerra Groval? Isso é o que eu queria colocar exatamente. Repare a segunda guerra, o exemplo que você colocou. Participamos do lado das potências, mas tomamos essa decisão numa janela de semanas. Nós podemos pensar nesse posicionamento com alguma antecipação. Estamos conversando sobre migração do centro de poder para Ásia, que validades Estados Unidos, China, posição da Rússia, da União Europeia. O Brasil vai acordar para isso quando já tiver um conflito de maior envergadura para escolher da ir. Então, está de perfeirir um uso. O que é o Brasil no Maripotético a guerra global da Rossa? O William. Mas o Brasil tem essa importância que o Miguão bem definiu, especialmente com uma potência regional aqui no sul global. No entanto, é necessário haver uma visão governamental e da própria sociedade do investimento na questão de defesa. O Brasil hoje tem dificuldades em mandar enviar uma força militar a lugares distantes. Então realmente algo que tem que ser maturado enquanto sociedade, enquanto Estado, para que nós possamos ter essa possibilidade de se ouvir. Na verdade, eu vejo que a importância maior do Brasil com relação ao conflito global está mais no plano econômico, como já foi destacado. Nós temos recursos muito grandes no nosso país, muito ricos. Nós temos potencialidades poucos ploradas, a questão do agro, da produção de alimentos, que poderão, no caso de um conflito global, servir como um ativo para o nosso país. Tenho vista que, avendo um conflito, avendo um emprego maciço de forças militares no terreno, essas forças precisaram ser alimentadas, precisaram ser abastecidas, precisaram ser vestidas, que para os países que estão diretamente empregados no conflito, às vezes é difícil de suprir. Então eu vejo uma potencialidade para o Brasil nesse sentido. E a preocupação que nós devemos ter com a nossa própria sociedade, com a subsistência, com o abastecimento interno, também nessa perspectiva em uma via de moldúpla. Da mesma maneira que nós podemos abastecer, podemos provê, nós precisamos preocupar, para sermos providos também em um cenário global de dificuldade e de abastecimento. Marco, é isso? Logo na sua primeira intervenção no programa, você deixou claro que na sua perspectiva de analista, a guerra global não é um cenário com qual você está contando em primeiro lugar. É, por força dos fatores que se você já aceitou as pessoas que não se acompanham pelo YouTube, depois é só voltar um pouquinho lá, que eles vão conferir de novo seus argumentos. Eu vou mudar um pouquinho a questão, então, levando em consideração o seu ponto de partida. O acirramento desses conflitos regionais, leve em ou não, há uma conflagração global, todos nós esperamos que não leve, é óbvio. Nós estamos apenas, estamos tendo desenhascenários que é o que analistas fazem. O que o Brasil é isso? Veja, William, até interessante a gente pensar com muitas isas, os chineses onde eles são problemas europeus. A guerra do Carineu Magheia não só os chineses, indiana também dizem, vocês criaram problemas, vocês quaisam. A questão do Oriente Médio também é um problema que os Estados Unidos criaram no Oriente Médio. O estreio de Ormuz não era problema até cinco meses atrás. O problema que o ocidente está criando e que nós estamos criando não é este. Então, o problema está aí. O problema está, mas ele não pode se tornar um problema global. Ou seja, o sul global não pode pagar pelas contas e os evos e os equívocos quando os Estados Unidos decidem tomar algumas ações. Até porque, eu falei, hoje em dia, alguém é a cenaria. Se você ouirão, você é a cenaria um tratado com os Estados Unidos de paz? A veria confiança de que aquilo que Trump assina vai ser efetivamente comprido. Mas não. Isso todo mundo reconhece globalmente falando. Agora, o Brasil precisa resolver algumas coisas básicas. Um passo atrás como processo chineis. A gente precisa, os chineses dizem que o trinômio para você crescer é estabilidade, política, segurança e educação. Não adianta ter o gasto da milhões de dólares em equipamentos quando a educação pública do meu país, que vai fornecer o soldado, o coronel, tudo isso que eu preciso no futuro, é ruim. Então, a base precisa ser assentada. Eu acho que isso é uma lição de desenvolvimento que os chineses trazem para o mundo. Coisas básicas, estabilidade política, segurança, saí de casa e saber que você vai voltar no fim do dia. Mas isso é um fato de torcer tão chineses, nisso que no Brasil não se leve em consteiração. Mas de estabilidade política chineses é o partido único comunista. Mas você pode ter estabilidade. Veja só, no caso do Reino Unido, trocaram de primeiro ministro 7 vezes em 10 anos. E ninguém diz que o país chegou numa estabilidade completa. Mas não leva sério com antes. Ah, bem. Mas isso é um problema do Reino Unido, ok? Nessa história toda, né? Eles também cavaram essa situação. Mas eu acho que nós temos outros exemplos de democracia no mundo, que tão relativamente bem e que podem servir até como uma idade que é necessariamente posso ter uma estabilidade necessária. E o problema nessa questão, William, é que nós tenhamos uma visão de longo prazo. Eu sempre comento, e hoje eu comentava com alguns empresários, que é muito difícil você planejar no Brasil, qualquer coisa que dê pelo menos 15% de lucro. Ah, impossível. Então, é. Então, seja, não é? A retorno. Eu falei, o próprio. É mais fácil comprar a letra do tesouro, tá dando isso, sem fazer nada. É o que eu comentei. O agê. você não pode falar de desindustrialização com o Paul Chinese, quando nossa própria situação do Amestre, que nos leva esse tipo de situação. Então, esses são problemas que a gente precisa olhar com uma visão de longo prazo, e aí a gente pode retomar investimentos, porque nós não temos nenhuma grande ameaça regional. Ninguém não vê a Jorquia. Se você sabe que a brincadeira que eu faço com meus convidados é bastante repetitiva, mas ela cabe aqui no que você acabou de falar, que eu tenho a prerogativa profissional de pegar raciocínio sofisticados e transformá-los em manchetes brutais. Manchet brutal, respeito do seu raciocínio, e não adianta o Brasil ficar pensando que ele pode ser. Se ele não consegue nem resolver o que está dentro de casa, é isso? O básico, migou. É função básica do Estado proporcionar bem estar e segurança. São questões óbvias de ciência política, de teoria do Estado, e, portanto, uma coisa tem que funcionar junto com a outra. Nós precisamos ter bem estar e nós precisamos ter segurança que é um parecido bem estar. Quando a gente pensa em segurança, nós também podemos entender que diplomacia e poder militar também são gêmeos e ameaça. meses que precisam entrar em seu nome. Para ir passo. Não tem outro jeito. Desde do império que Rio Branco já sabia e que todos entendiam isso. Então é óbvio que a moldura é essa. Nós estamos aqui no modelo ruso de que tudo pela guerra ou no modelo crâniano, de quem sobrevivência tudo pela guerra. Nós estamos num estado que mantém as suas condições e deve potencializar o bem-estar com a segurança. E na parte segurança deve entender aquilo que é da vertente diplomática do que é da vertente do poder militar. O meu ponto é que o poder militar está mudando no mundo. Nós estamos com novas tecnologias, nós estamos com novos dominhos. Ninguém falava em cibernética nos anos 80. Ninguém falava em cibernética nos anos 2000. Todos nós falamos em cibernética no dia de hoje. Qualquer pessoa entende o que é que um computador, o golpe do pix está na ir todo dia em São Paulo, ninguém está tendo seu lá fortado por conta do pix. Então todos nós entendemos quais são os desafios nessa área. Então nós precisamos aumentar no meu modo de entender também essa resiliência. O estado brasileiro, a sociedade brasileira deve olhar esse movimento golfo, o crânio, novas tecnologias, tensões e polarizações no ambiente internacional e entender que em algum momento isso reverbera. Como prática, nós vamos ter mais competição econômica, temos que diversificar os pontos econômicos. Nós vamos ter mais restrições de insumos por conta de shockpoints. Então se vai ser mala, que se vai ser no cabo da boa esperança, ou se vai ser no golfo, mas nós temos que começar a entender que isso vai acontecer. Nós vamos ter guerra estarefárias como as que estão acontecendo agora, e vamos ter em 30, vamos ter em 35, se não for ver se está os unidos, vai ser via outro grande ator que era impor isso a uma potência média. Então dentro do dilema da potência média, nós precisamos atuar em todos os vetores, pensar um pouco mais sobre isso. E o meu espaço de perspectiva é a parte, obviamente, estratégia, poder militar, forças armadas. Então nós temos projetos estratégicos bastante robustos, bem pensados, estruturados e que não tem orçamento, que eram para ser feitos em 10 anos, estão sendo feitos em 35 anos. -Ela está falando do meu caso? -Caco, eu sei que eu estou com o da Marinha. -Estamos falando da Marinha, nós estamos falando não o próprio defesa anti-aérea, por exemplo, é um processo, nós estamos falando de todos os vetores de forma geral, não é, você já recebeu aqui, o ministro Musso já recebeu aqui, o General Tomáis e é recorrente a apresentação desse ponto. Então nós estamos presentemente ao Amir Antio, ou sem comer da Marinha. -Também, então nós temos que pensar, o Brasil nesse momento tem algumas oportunidades, eu acho que essa nova era tecnológica, nós estamos numa ruptura, a agricultura, a indústria, a informação, e agora nós estamos entrando na inteligência artificial e nas tecnologias quânticas. É um salto, um momento, ninguém tem, todos estão em momentos iniciais nesse processo. Então nós podemos também participar disso com um pouco mais de elegância, um pouco mais de apetite, pensando na proteção da sociedade brasileira e na nossa futuro amanhã. -Maro, eu estou levando em consideração a situação atual, que eu vou tentar resumir uma palavra em previsibilidade no fundo. Vocês ponderaram aqui ao longo do programa, nós estamos unindo o final do programa, uma série de fatores que podem ou não levar isto ou aquilo, mas isso constitui por definição em previsibilidade, nenhum fala assim, é isto, sempre um condicionante, é isto C, se isto aquilo. O que vai acontecer com a gente? -Existe um oxioma muito utilizado no meio militar, e no que tangi a guerra a única certeza é a imprevisibilidade, exatamente esse cenário que nós não sabemos como vai ficar o nosso país, o estado, a região ou o próprio mundo após o conflito. Sobre uma perspectiva histórica, é uma bordagem interessante, é interessante observar que as guerras mundias nunca surgiram por causa de um único fator, elas são multifatoriais, uma emergência de crises diferentes, crises diversas, que acabam se resultando em um conflito global. Por exemplo, em 1914, o ovinacionalismo exacervado, uma corrida armamentista muito intensa, particularmente a corrida naval, alianças sólidas, formais e atristados, rivalidades imperiais, a crise nos balcans que acabou deflagrando tudo. Hoje, nós podemos observar a luz do que está ocorrendo nos dois conflitos do mundo mais importante, também uma competição entre grandes potências, de maneira distinta, obviamente, disputas territoriales, aqui, lembrando que o caso de Taian, Taian, que já foi citado, o aumento de investimentos militares, a polarização política é um fator novo, praticamente, no acidente, ela está muito presente nos países, e uma revolução tecnológica, exatamente em busca da inteligência artificial, das armas hipersonicas, dos drones, uma série de novidades que estão entrando no campo de batalha de uma maneira muito rápida, muito cérebro. A diferença fundamental entre esses dois momentos é exatamente a questão nuclear, a de sua zona nuclear, que após 45, ela entendeu a limitar os conflitos em regiões ou em escopo, e levar até as grandes potências a tentar enconter esses conflitos, numa auto-contensão ou numa contenção externa. Eu sinto dois casos aqui históricos, a guerra da Coreia, por exemplo, quando a China, ela ingressa no conflito e o general Douglas MacArthur, com andante das forças ali dos Estados Unidos, ele decide, ele resolve, a venta possibilidade de lançar uma bomba nuclear tática na China. Houve uma auto-contensão, o presidente Truman, ele debateu com o já MacArthur, que foi inflexível, e levou a própria destituição do general MacArthur. Então, houve uma auto-contensão para que o conflito não escalasse de uma maneira da qual se perde esse controle. Um outro caso histórico muito conhecido em 67, quando Israel lança um ataque dito por eles como preventivo contra seus vizinhos árabes, em pouco menos de uma semana as tropas de raílência estavam muito próximas da máscola, e aí as grandes potências gemônicas da época, Estados Unidos e Nensoviética, é articular o para que o conflito desescalasse e parasse por ali. Então, eu vejo que dentro daquela indagação inicial que o William nos fez, se o mundo está realmente mais perto de uma guerra global, eu vejo que há essa questão da dissoação nuclear, e há também a possibilidade das potências desescalarem, sobretudo a China, que não tem demonstrado uma disposição e se enfiar numa guerra global no momento atual. Um Felipe, o nosso editor-chef está me avisando que o tempo do programa acabou. Eu vou dar uma esticadinha pequena rápida, e eu desculpe já, antecipadamente, de ser tão discurtez, faltos cortesia com vocês. O que vai acontecer conosco numa breve palavra? Não temos outro nome que você citou da China. Eu acho que a gente tem que ter inteligência para saber as grandes modificações que estão acontecendo, e utilizar inteligência artificial que vai se construindo de uma maneira aplicada. O que a China tem feito? Não está buscando a super inteligência, mas a inteligência artificial é aplicada. Veja a questão da guerra. Ninguém imaginava o papel que os drones teriam. Uma tecnologia muito mavarata do que os porta-viois e o Thomas Hawkes, que eles estão sem o orçamento para refazer. Então, eu acho que, quando a gente olha para o futuro, a inteligência aplicada mesmo dentro de recursos limitados é importante. Então, embora não tenham o treinômio, que a gente tem a capacidade de ver onde nós conseguimos encontrar o nicho. Aprodamente, migou um pós considerar aquela tua intervenção como o seu anjo. Por que sim, que me chamou atenção, sobretudo, foi o seu apelo a sociedade brasileira acordar para isso tudo. Temos um fenômeno logo aí pela frente que é importante, pedir um pouco mais de atenção para as nossas lideranças, faz parte do dia a dia do brasileiro pensar um pouquinho sobre esse tempo. Muito obrigado, Carlos Daros, pela participação aqui no programa, o Daros resumidamente, a coronelra que azera a batidaria do exército, autor de vários livros, particularmente, sua primeira guerra mundial e a doutora em história para o investimento federal, o fluimente, obrigado pela participação, Carlos. Arcos Unidos, mais uma vez, muito obrigado, sobretudo pela presença aqui no estúdio conosco e ao Eduardo Mingou, também muito obrigado, Eduardo, pela participação aqui, presencial no programa. - Granejo. - Meu agradecimento é claro a você que nos acompanha. Até a próxima, pessoal.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Digipalveluiden testaus ja niiden merkitys liiketoiminnan sujuvuudelle, esimerkkinä Shopify-verkkokauppa-alusta.
  2. Keskustelu kansainvälisestä politiikasta, erityisesti Yhdysvaltojen ja Kiinan välisistä jännitteistä, Taiwanin asemasta ja sotilaallisesta tasapainosta.
  3. Historialliset vertaukset, kuten ensimmäinen maailmansota, Dardanellien salmi ja Thucydideen ansa, selittämässä nykyisiä valtasuhteita.
  4. Taloudellinen keskinäisriippuvuus, teknologinen kilpailu (sirut, tekoäly, kvanttilaskenta) ja niiden vaikutus globaaliin vakauteen.
  5. Kiinan strateginen pitkäjänteisyys ja Yhdysvaltojen epävakaa ulkopolitiikka Trumpin aikakaudella.

Summary:

Keskustelussa käsitellään ensin digitaalisten palveluiden helppoutta, kuten Shopify-verkkokauppa-alustan käyttöä, joka mahdollistaa liiketoiminnan hallinnan ilman syvällistä teknistä osaamista. Tämä osuus toimii johdatuksena laajempaan analyysiin maailmanpolitiikasta, jossa pääteemaksi nousee Yhdysvaltojen ja Kiinan välinen kilpailu. Puhujat vertaavat nykytilannetta ensimmäiseen maailmansotaan, erityisesti Schlieffen-suunnitelmaan ja Dardanellien salmen strategiseen merkitykseen, korostaen, että historialliset opetukset voivat auttaa ymmärtämään nykyisiä kriisejä.

Taiwanin kysymys nähdään keskeisenä jännitteen lähteenä, mutta Kiinan uskotaan suosivan taloudellista ja diplomaattista reincorporaatiota sotilaallisen voiman sijaan, koska sota vahingoittaisi sen talouskasvua ja globaalia mainetta. Yhdysvaltojen toimintaa Trumpin aikakaudella kuvataan arvaamattomaksi ja sääntöjä rikkovaksi, mikä heikentää kansainvälisiä instituutioita ja vahvistaa Kiinan asemaa luotettavana toimijana. Teknologinen kilpailu, kuten sirujen ja tekoälyn kehitys, sekä taloudellinen keskinäisriippuvuus nähdään sekä riskeinä että vakauttavina tekijöinä.

Lopuksi todetaan, että ydinaseiden pelote estää toistaiseksi konfliktin laajenemisen, mutta pitkällä aikavälillä valtatasapaino voi muuttua entistä epävakaammaksi, kun Kiina kasvattaa sotilaallista ja taloudellista voimaansa.

FAQs

Valio Aimo on ruokalan ammattilaisten kumppani, joka tarjoaa digipalveluita, kuten verkkokaupan, tilauksen tekemiseen. Sen tavoitteena on tehdä arjesta sujuvaa, jotta asiakas voi keskittyä olennaiseen.

Shopify mahdollistaa liiketoiminnan harjoittamisen ilman teknistä osaamista. Sen avulla voi hallinnoida yrityksen taustajärjestelmiä ja etuosaa sekä myydä verkossa vaivattomasti.

Shopifyta verrataan itse polkupyörään, koska se hoitaa asiat ja mahdollistaa liiketoiminnan sujumisen. Se on väline, jolla pääsee eteenpäin.

Taiwanin salmi on maailman tärkein salmi, koska se on keskeinen kauppareitti ja sen kautta kulkee merkittävä osa maailman meriliikenteestä. Sen merkitys korostuu erityisesti turvallisuuspoliittisissa kysymyksissä.

Kiina ei käytä termiä 'retomar' vaan 'reincorporar' Taiwania, koska se katsoo Taiwanin kuuluvan historiallisesti Kiinaan. Kiina pyrkii pitkäjänteiseen prosessiin, jossa se investoi ja lisää yhteistyötä, mutta ei välttämättä pyri sotilaalliseen ratkaisuun.

Thukydideen ansa viittaa tilanteeseen, jossa nouseva valta haastaa vakiintuneen vallan, ja pelko johtaa konfliktiin. Tämä käsite liitetään usein Yhdysvaltojen ja Kiinan välisiin jännitteisiin.

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