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O mundo após a guerra contra o Irã

69m 22s

O mundo após a guerra contra o Irã

Teksti käsittelee kahta pääteemaa: kaupallista mainontaa ja geopoliittisia muutoksia. Alussa mainostetaan Prismankesän tarjouksia ja Shopifyn hyötyjä verkkokaupassa ilman teknistä osaamista. Suurin osa tekstistä keskittyy kansainväliseen politiikkaan, erityisesti Iranin sodan vaikutuksiin. Sota on paljastanut Yhdysvaltain strategisia heikkouksia: se on menettänyt puolet ammusvarastoistaan ja kärsinyt luottamuspulan liittolaistensa keskuudessa. Trumpin epäjohdonmukainen politiikka on saanut Euroopan, Etelä-Korean ja Japanin etsimään itsenäisempiä turvallisuus- ja kaupparatkaisuja. Iran on noussut globaaliksi toimijaksi hallitsemalla energiantuotantoa ja merenalaisia kaapeleita. NATO on jakautunut, ja Eurooppa pyrkii vähentämään riippuvuuttaan Yhdysvalloista viiden kymmenen vuoden kuluessa. Ukraina on kehittänyt droneja eurooppalaisella avulla ja saavuttanut aluevoittoja Venäjää vastaan. Teksti korostaa, että teknologinen sodankäynti on muuttunut: yksinkertaiset aseet voivat haastaa suurvallat, ja Yhdysvaltain pitkäaikainen tavoite Iranin hallinnon kaatamisesta säilyy, mutta sen sotilaallinen kapasiteetti ja luottamus ovat heikentyneet merkittävästi.

Transcription

8815 Words, 52018 Characters

Finnish
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Ja se on tullut. muito importante nesse consulte é a questão da tecnologia. Nós temos uma aceleração tecnológica, brilhante, inteligência artificial, novos míssices, defesa anchaéria, uma guerra caríssima de hiperespecialização tecnológica, e na outra ponta nós tivemos armamentos rudimentares como drones de bate-tecapacidade e como minas navais. E aí nós percebemos que um consulte acimétrico pode pender para o lado do mais fraco. É possível que o Davi consiga resistir algolias a partir de algumas armas burras utilizadas com uma habilidade. É algo também que a Ukraine estava mostrando e que o Irã corrobora e assim nem baixo. Perdi força, a hiperpotência tecnológica, quando outros artefatos mais simples, conseguem sustentar sem dia de conflito e impor um preço econômico muito significativo para o offensor no caso, que foi o Estados Unidos Israel. E aí, voltando logo a início a sua primeira intervenção, o fator que você ressaltou foi como é que se percebe a capacidade de tomar a decisão do presidente dos Estados Unidos? Tanto o Rucé em Conte do Arno, trouxeram uma conversa. Fatores que eu diria são estruturais e perênios, eles sugerem daqui para frente um algo diferente do que foi até, então, no 28 de fevere. No caso, uma alteração do balanço de poder, uma região com impactos sobre fruxos importantes de economia, portanto, impactam a economia global. No caso, deduar de uma reletura do posicionamento entre essas potências entre si, agora, seu volto para os Estados Unidos, onde você está, o que disso tudo você arriscaria dizer são fatores e longo pratos que não importa qual presidente americano. Ou, porque se trata de Trump daqui dois anos, a gente terá tudo diferente outra vez? Nós podemos ser do ponto de vista dos Estados Unidos para o mundo, tudo diferente outra vez com o presidente democrata, por exemplo, até, mesmo outro estilo de presidente republicano. Agora, o que nós certamente vamos manter em relação ao mundo, vendo os Estados Unidos, são os efeitos que o Trump trouxe em relação à confiança que os outros países devem ter em relação aos Estados Unidos. Isso nós podemos já ver em cima das ações que várias regiões e países do mundo estão tomando. A própria Europa, por exemplo, já referiu várias vezes, inclusive publicamente, que ela não pode mais depender do Estados Unidos para sua segurança. E não só isso na área comercial também, isso é o que está acontecendo até uma posição um pouco mais independente dos Estados Unidos, na reorganização, não só de suas alianças, mas na reorganização comercial também. O mesmo se dá para países como a Coreia do Sul, como Japão, outros países asiáticos, que começam a enxergar que a diversificação não só do ponto de aliança militar, mas diversificação também na área comercial, financeira, tecnológica, é absolutamente necessário para poder impedir essas variações de humor que podem ser cada vez mais agudas, dadas, as mudanças políticas que os Estados Unidos vive e vem a passar no futuro próximo. Então, o efeito do Trump, no mundo, é um efeito que vai durar muito tempo em cima da confiança que foi quebrada entre vários aliados em relação aos Estados Unidos. E a guerra do ira ela traz um episódio muito grande porque existia uma camada de proteção forte em cima da ideia da proximidade ao Trump. Se o Trump começou a desfazer várias alianças e reconstruir essas alianças dando a garantia pessoal de que ele poderia ser o negociador chefe, não só em nome dos Estados Unidos, mas em nome de todos aqueles que estão por trás dele, e isso também acaba sendo seriamente afetado, porque hoje o Qatar, os Emirados Árabes, Properábia Saudita, já estão vendo com outros olhos de que não adianta, mas ou que não vale a pena colocar todas as fichas de sua segurança ou da sua capacidade de negociação, as mãos dos Estados Unidos, mas especificamente do Trump. Então muda muita coisa, e o Estados Unidos percebe que isso muda e vai ter que reorganizar a sua forma de lidar e o que prometer para outros países do mundo. A gente tem aí uma, duas, duas de como vai que eu vou dizer, dois pontos no teu argumento, Tiago. O agarra de certa maneira, ela acelera ou demonstra de forma mais nítida, correntes que já estavam lá. Por exemplo, o rompimento das cadeias produtivas globais, o afastamento dos Estados Unidos das suas alianças tradicionais, isso a gente já tinha antes da guerra. A guerra torna isso ainda mais agudo. O que você está sugerindo agora com o segundo ponto do teu argumento, é um rearrângio, em várias regiões, você citou várias regiões, da relação entre as grandes potências, entre si e como blocos entre si. Então aí a gente está olhando para uma consequência direta desse evento bélico, desse evento militar, não deixou do seu evento militar, ou em primeira linha militar, apesar das consequências políticas, o que que sugeri que vai ser? Então, alguns, por exemplo, dizem, não é o trabalho de uma grande potência, ficar perdendo tempo com guerras secundárias. Por exemplo, uma visão das relações entre as potências, essa relação, por exemplo, dos hiperrealistas, por exemplo, de Almeas, Raihma, é o mais vocal nisso, dos Estados Unidos não perderam tempo, isso aí não é importante, que interessa não é grande, interessa é a China. Essa guerra do irão mudar algo nessa percepção? Bom, o irão sempre foi um objetivo estratégico para os Estados Unidos, e sempre continuará a ser um objetivo estratégico. O fato dos Estados Unidos terem falhado na derrubada do regime iraniano, e o fato dos Estados Unidos hoje estão se rendendo ao memorando de entendimento favorável ao irão, não significa necessariamente que esse objetivo estratégico da tentativa de derrubar o regime está encerrado. Os Estados Unidos, daqui a 10 anos, 15 anos, 20 anos, 30 anos, vão estarão a tentar derrubar o regime iraniano. Então, esse objetivo, digamos, do dipstate e permanecerá como objetivo por os próximos, pelo próximo século. Isso independentemente da China, até mesmo porque há uma relação aguda, estratégica, entre cada vez mais interligada entre China e Iran. Então é do interesse dos Estados Unidos no longo prazo, quebrar essa aliança e derrubar o regime iraniano é também faz parte dessa macro-strategia na perspectiva do dipstate americano, das instituições secoritárias, da comunidade de inteligência nos Estados Unidos. Então, esse é o primeiro ponto do argumento. O segundo ponto é do argumento, quer dizer, essa guerra, ela representa um grande equívoco estratégico que os Estados Unidos comitero, porque eles alçaram o iran a condição de uma potência global, não digo superpotência, uma grande potência nem superpotência, mas a condição de uma potência global, uma potência global, porque o iranode não só controla segurança energética, com impacto mundial, ele controla os cabos submarinos que transitam todo o fluxo de dados dos países do Gov, onde os Estados Unidos tem grandes investimentos, eles hoje impactam a arquitetura secoritária do Oriente Médio, mas eles foram, pra essa guerra, sem estarem preparados pra toda essa arquitetura, e isso é muito grave. Então, eles terão, no Médio, no longo prazo, se prepararem para esse objetivo que eles têm em seu, em seu, digamos, em sua grande estratégia de recuperar o iran, como peça fundamental no seu tabuleiro, porque os americanos desde a Revolução de 1979, no iran, eles jamais abandonaram a tese e a ideia de recuperar o iran para sua malha de alianças geostratégicas dentro do Oriente Médio. Portanto, o que que eu vejo dentro do Médio prazo? Os Estados Unidos estão fazendo uma concessão ao iran, hoje, econômica, tremenda no marco desses 14 pontos do memorando de entendimento, de Islamabad, que se leu memorando de entendimento, eu queria que eu te enviei. William, é uma, digamos, é uma quase submissão, é uma assinatura de uma derrota, né? É. Mas, o grande objetivo é como vai citar a negociação em tono do acordo nuclear? Quanto o acordo nuclear não houve avantão? não sou nenhum. Então, como vai se concluir o acordo nuclear e os termos de como vai se concluir, é que vai determinar no médio prazo o comportamento dos casos em edição. -E não estou nem saindo a coisa específica da negociação, então começando. Eu queria voltar um pouquinho para o passo anterior, que é a partir do que aconteceu, e a partir do que a gente possa considerar cada um agitivo como quiser. E em geral, tem sido agitivado como uma derrota do pomivício estratégico americano. O momento atual, a gente não pode escruir que o regime cai a sozinho. Daqui seis meses, daqui um ano, não sabemos. É possível, é possível. Não vamos estar com as variáveis que a gente tem na mão. Uma delas é a grande distração americana, num teatro de operações, no qual ele queimou quase a metade do seu arsenal relevante -Pero a ilustrália. -Daiso. No qual como te aguas nascer na rua logo no começo, ele deu aos seus principais adversários uma percepção mais clara, sobretudo da capacidade do Trump de atar contra si mesmo. A ponto de alguns historiadores de dizer em "Estamos vendo uma superpotência praticando suicídio". Os adversários estão vendo assim também. Agora, se a gente olha a partir, digamos, de erros estratégicos, a partir de uma situação hoje entendida pelos adversários dos Estados Unidos, como menos favorável do que era antes de 28 de febrero. O que isso supõe em que desate, detone, coloque em movimento? Nisso que já se voltou a falar agora, é até títulos de livros que estão fazendo grande sucesso no momento. A volta das grandes potentes. Eu vejo que a guerra é um fenômeno complexo. Nós temos n-variáveis para tentar entender o que está acontecendo no golfo nesse momento. Pensar em termos de estratégia, eu acredito que essa força militar de Estados Unidos ela repercute em dois grandes eixos, que é a capacidade e a confiança. A confiança de que essa capacidade será empregada em favor dos aliados e contra os seus inimigos. E eu penso que esse momento enfraqueceu ambos os vetores. Nós tivemos uma perda de capacidade e nós tivemos uma perda de confiança. Perda de capacidade, você acabou de ser, por exemplo, queimou 50% dos estoques americanos de munição. Nós vamos demorar quase cinco anos em termos de resuprimento industrial para determinadas classes de misses, defesa anti-aérea, munições de grande calibre. O custo financeiro disso significa pro exército americano ainda seis, oito, dez anos de orçamento. Mesmo que esse orçamento seja aumentado, como agora o presidente tentou passar o orçamento de um trilhão de dólares. É um absurdo ainda assim, sacrifica nação econômica, e ainda assim são cinco, seis, oito anos para conseguir recuperar isso. E a confiança, eu acho que ele ainda afetou em ambos os lados. Ele conseguiu diminuir a confiança dos seus aliados históricos, europeus, basicamente, o TAN, que não sentem que serão apoiados em outras necessidades em outros momentos. E conseguiu fortalecer a desconfiança dos seus inimigos. É óbvio que outros países que testam o modelo americano acabam com mais liberdade de ação. Então essa ideia de liberdade de ação internacional, a resultante, os Estados Unidos me parece estratégicamente menor desse conflito. E todos os outros que ameaçam a paz americana acabam saindo fortalecidos que podem arriscar. Podem arriscar porque ele tem menos tropas, ele tem menos orçamento, ele tem menos vetores de poder. E, portanto, ele está mais vulnerável em 27, 28, 29. Acho que essa é uma grande equação também para repletir. Se a gente olhar para algumas consequências imediatas, do que o noticiário nos sugera a respeito desse conflito, um deles é um racha dentro da OTAN. E nós vamos ver agora nos próximos dias, tem uma conferência de cúpula da OTAN, é importantíssima na Turquia, da qual se espera que saiam algumas ideias de como tratar, por exemplo, o conflito na Ucrania, e como reordenar tudo isso depois dessa primeira fase, ou que eu estou chamando de primeira fase, ou desta fase do conflito no Irã, dá para a gente perceber nesse momento, afinal, o que é que o Trump quer dar OTAN e pretende fazer com ela? Eu, para não cortar o seu raciocínio, eu vou chamar o intervalo e retoram o programa daqui um instante com você abordando esse aspecto. Até já, pessoal, é rápido. [Música] Davos especial, voltando em intervalo, teago, repetindo o que ficou parado no ar no final do último segmento, o que o Trump quer, afinal da OTAN, você está conseguindo entender? Uma das dificuldades que o Trump tem, é que as ideias e os funcionamentos do Trump não são contínuos, eles são básicos de acordo com que ele estava vivendo no momento, como a influência muito grande da política do mestre. Então, no início do governo, quando ele começa a atacar OTAN, atacar a Groelândia e a ideia de Poma, Groelândia, tudo isso dá por conta da confiança que ele tem, da confiança do efeito positivo da aplicação das tarifas e sem olhar para frente, até porque ele imaginava que nunca precisaria da OTAN. Aí nós aceleramos o tempo, chegamos na guerra do irã, onde ele exige que a OTAN ajude, principalmente a garantia na agabilidade do estreito de Ormuz, e você vê uma reação blave da Itália, da Espanha, de vários outros países e da OTAN em relação a isso. O Trump não pensa de forma estratégica, nunca. O Trump ele pensa de forma tática. E, ao longo prazo, a tática não garante nada. Então, a percepção estratégica do Trump é uma percepção que ela precisa ainda ser construída, porque ele não tem uma visão clara do que a OTAN serve. E ele acreditava que a hierarquia dentro da OTAN obrigava todos os países a apoiar e aceitar uma liderança dos Estados Unidos independente da posura do Estados Unidos, ou seja, que os Estados Unidos já havia pago pelo serviço da OTAN e tinha um crédito absoluto onde a OTAN existava simplesmente pagar de volta, e era isso que ele esperava durante a guerra do irã. Isso muito também foi prejudicado pela forma que o marco útil, o secretário-general da OTAN, ele assim como o infantino da FIFA, ele faz de tudo pra agradar o Trump em todas as formas possíveis, mesmo que ele não tenha combinado isso com os outros países da OTAN. Então, a percepção que o Trump tinha por meio do rute era que a OTAN estaria de escolhesição dos Estados Unidos independente, porque aconteceu. E, na realidade, isso foi demonstrado durante a guerra do irã que não vai ser dessa forma. Essa reunião da Turquia, vai ser uma reunião, assim como um diplomata alemão falou pra mim na semana passada, repleta de conversas de bastidores, seguindo uma linha dupla, a linha do que vai ser falado publicamente, pra evitar problemas diplomáticos, e a linha do que vai ser falado nos bastidores, de uma reorganização interna, dos países da OTAN, buscando depender menos e menos dos Estados Unidos, e pra que eles possam seguir um caminho levando em consideração a possibilidade de Estados Unidos abandonar a OTAN e um momento ou outro. Se a gente que o leva de ante essa linha de raciocínio do Tiago, ou sem. Os europeus por força da guerra da Ucrania, já venha há um certo tempo. Pelo menos uns bons três anos, tentando imaginar como seria a vida deles sem essa proteção americana. Tentando imaginar como seria a vida deles em relação ao que eles entendem, como uma ameaça existencial que a Rússia e que os americanos evidentemente não. Agora, quando a gente coloca o que aconteceu agora, no IRA, isso e alguma medida mudou, a maneira como os europeus enxergam essa relação com os Estados Unidos, portanto a atuação na guerra da Ucrania, ou apenas reitaram que eles já tinham de saída na cabeça. Não, os europeus mudaram totalmente a sua percepção, sobre a sua necessidade e de segurança. E os Ucranianos também mudaram a sua percepção primeiro porque o Trump não está mandando um material bélico para o Crania. O Trump condicionou o apoio ao Crania a partir de venda de material bélico com dinheiro europeu. Então, os europeus decidiram eles mesmos mandar recursos bélicos para o Crania. A Ucrania passou a desenvolver drones modernos, hoje a Ucrania conseguiu fazer com que a Rússia perdesse cerca de mais ou menos 100 quilômetros de território. - Quadrados. - É, quadrados. - Perdão, de território, dentro da região do Dombas. A Rússia pensa em abrir um fronte pelo norte via Lu Rússia. Não sei se isso é sustentável para a Ucrania no longo prazo, o Crania vai requerir material bélico. O Crania dizia um ouveu, um novo miss, um flamingo, intercontinental que talvez já. as rifinarias rusas em vários pontos do território. Então, o Russia está tendo realmente perdas muito graves a partir dessa capacidade do crâniano que está sendo com ajuda europeia, não é com ajuda americana para ser muito claro. Os americanos estão ajudando com a informação de inteligência, assim sem dúvida, mas não a administração Trump, de fato, recou muito vis-a-vis a administração Biden. Se, quando o europeu, o europeu de forma geral, eles entenderam que precisam fazer uma reingeria total de sua arquitetura securitária, a Europa Caminha para uma industrialização bélica, reconstruir sua base industrial de defesa. Eles perceberam que no médio, no longo prazo, não dá para depender dos Estados Unidos com uma rússia sendo uma permanente ameaça militar. E dois, não dá para embarcar nas aventuras bélicas do Donald Trump como no Iran e assumir um custo militar de um fracaso bélico econômico e energético, por isso que eles não entraram nessa guerra, porque eles irão assumir o impacto desse custo. Então, a Europa Caminha, vários dos países, aumentar o sorçamento militar a reorganização, sua base industrial de defesa, é claro que no curto prazo, isso a Europa não vai conseguir se reerguir. A Europa vai precisar de um tempo de cinco a dez anos para reconstituir e criar uma coesão do seu base industrial de defesa, pra consolidá-la, para tornar independente dos Estados Unidos, ainda que tenha um novo presidente, democrata, com uma política externa, securitária, diferente da do Trump em relação à Europa, mas a Europa Caminha para uma independência, independente quem seja o presidente americano. Se essa política americana mudar, tanto quanto melhor pode até agregar, mas eles caminham pra independência. E segundo ponto para concluir, eles estão trabalhando de forma coletiva para que a França seja, digamos, a cobertura nuclear para a Europa, essa única opção que eles têm. Depende de. Depende de que a eleição francesa. Então essa é a opção que hoje é viável, né, que é a França reino-unido, reino-unido de coopressão dos Estados Unidos, a Unlimiar que pode ser unlimiarde de sonância, a França é a opção viável. Se a gente considerar esses atores específicos, agora a gente é obrigada olhar para a Rússia do ar. Em que medida o que a Rússia viu acontecer no irã, eventualmente na sua avaliação, na sua leitura, sugera alguma alteração no comportamento do Putin ou não. Eu penso que não. Eu penso que ele continua com o mesmo espaço e mesmo liberdade que ele já tinha antes, ele testou essa equação antes da Ucrania, funcionou, ele usou, iniciar o processo da Ucrania, e vem funcionando há 4, 5 anos no sentido político da liberdade de ação que ele tem para conduzir o conflito da Ucrania. Eu tive a felicidade profissional, eu fui tenente na OTAN. Eu fiz o curso de cavalaria, o curso de carros de combate na Belsca, num regimento blindado belga da OTAN. E eu fiz o curso de estado maior também na OTAN. Então eu conheço OTAN relativamente bem dentro dos sociais do exército brasileiro, e vejo que é uma aliança, sem dúvida nenhuma, ela tem um processo de decisão bastante difuso, ela tem poder de veto interna, ela tem um processo de consenso, então a gente não pode pensar nem a sotana, nem a sua união europeia como um corpo monolítico. Eles não vão numa direção única, eles vão numa direção difusa tentando formar alguns consenso e eventualmente sendo barrados por um determinado país que não concorda com alguma coisa. Esse é um grande exemplo, tem comportamento asiático, tem comportamento europeu, concorda mais contando, quando ela vê um pouco a polônia, ela tende a divergir um pouco, então a OTAN não é um ponto único, mas ela consegue, a partir daí, tomar algumas decisões, ela percebeu que ela terá que navegar por conta própria. Ela tem que mudar o sistema de recrutamento, vários países agora começam a discutir e voltar ao serviço militar inicial. A Alemanha, que é radicalmente pacifista, que vem de duas grandes guerras, onde o povo alemão sentiu isso como comportamento, adotou caminhos e vem discutindo o serviço militar. A gente vê também o custo do orçamento, o bem-estar europeu, que onero, escófries públicos na Europa, vai ter que competir com o orçamento de 9%, 10% de PIB, que é o que a polônia começa a querer apresentar como iniciativas financeiras aqui para frente. Por que isso? Porque todos olham para a Rússia, sempre olharam. Quando eu tive lá nos anos 90, olhavam intensamente para a Rússia. Quando eu tive lá em 2010, olhavam intensamente para a Rússia. E continuam olhando. Então esse dilema de olhar para a Leste e encontrar o urso-russo faz sentido para a proteção da Europa e eu desafio maior que eles enfrentam. A guerra, o que pode ter alterado a equação mais doutando que da Rússia, é com relação a determinadas capacidades militares. Os europeus sempre confiaram no americano para satélites e inteligência, sempre confiaram no americano para transporteiras estratégicos, sempre tiveram algumas grandes capacidades mais caras que dependeram dos Estados Unidos da América. E agora entendem que na hora a G, podem não contar com essas capacidades. Então começa a desenvolver comportamentos próprios. Talvez aí, por exemplo, comece em a ter muitos KC390 brasileiros, começando a voar pelos e seis europeus é um grande sucesso da indústria brasileira, porque é uma categoria que os europeus não tinham desenvolvido e agora precisam. Também tem capacidades. Transporte. C-C390 é o aeronave de transporte de grande vergadura, três vezes melhor que o C-C330, por isso é o 390. Doercoles. Doercoles. Perfeito. Então nós estamos dizendo que a indústria analitca brasileira se beneficia de uma lacuna de capacidades militares que é o tan a Europa em geral tinha e que se entendia, soprida pelos Estados Unidos. Então a gente começa a ver esse comportamento da OTAN e dos europeus de mais independência dos Estados Unidos, continuo olhando para a Rússia como um grande desafio. Mas tem algo que o Irã fez também que ameaça essa situação na Europa. O Irã disparou dois míssems em março, se eu não tiver enganado, que foram em direção a Diego Garcia, uma ilha no passif. 4 mil quilômetros. 5 mil quilômetros, o que significa, inclui todos os países europeus no arco desse míssio, só portugar os capos. Todos os outros países conseguem estar no alcance de um artefato iraniano. E se o regime possui a capacidade de míssis, e ele pode ter uma capacidade de não cair. A campanha é como alguém disparar o míssi em Buenos Aires a acertar Recife. Talvez até um pouquinho mais, mas é basicamente isso, é uma coisa extremamente grande. E talvez essa ameaça iraniana seja mais percebida até do que uma ameaça russa. Porque o rússio, com sua capacidade de nuclear, estabelecido uma grande potência, ninguém imaginou que ele vai lançar um míssil contra a Inglaterra. Mas o Irã pode lançar dois míssis contra os Estados Unidos em Diego Garcia. São parentes de memórias antigas míssicas, que ficou expoente muitos anos na Alemãe. Você teve parte da sua formação profissional militar na Belga, de que eu não uma divisão mecanizada. Mecanizada. O foda-guéper, era aquele grande, aquela grande, faixa de terreno plano, por onde se achava que a massa dos blindados soviéticos chegariam ao canal da mancha. Eu morava no meio do foda-guéper, mas qualquer alemãe que eu não ia dar preparado assim, profilicellinhas de resistência. A gente anda nas estradas alemãe, a gente tem aquelas plaquinhas do lado da pontes, no qual é a tonelagem do tanque que ela supora. Mas é só a memória mais de agora que dá aquele tempo. Me voltou a cabeça. Agora eu acho o volta pro programa de água. Se a gente olha decisões que têm que ser tomadas por parte dos homens que tomam essas decisões, nós estamos falando de Xi Jinping, nós estamos falando de Putin, nós estamos falando Trump, eu não vou trazer a conversa pro Brasil um pouquinho mais na frente. Por causa do Trump, que decisões ele precisa tomar agora? Olha, só uma grande pergunta que inclusive o Trump deve tentar se responder nesse momento. Mas o que o Trump tem que fazer não é necessariamente o que ele vai fazer. A primeira coisa que ele vai fazer, ele vai tentar dar um ar de sucesso para a negociação do Pueirão que claramente não foi. Mas o que vai buscar fazer nesse momento é tentar buscar novamente a relação para alguns países de uma forma de onde ele consiga garantir e estender a influência americana em relação entre esses países. Como foi muito bem colocado na conversa que agora, os Estados Unidos perdeu muito a capacidade de poder não só negociar país de inserir essa influência em relação ao TAN, em relação a aliados do Colf e vários outros países do mundo. Então o que o Trump vai tentar fazer é voltar a agumentação tarifarem, isso é de já estar fazendo em relação aos vários países, onde ele vai buscar por meio das tarifas negociar acordos maiores, só que dessa vez uma mudança, o que já vem sendo ensaiado aqui que é muito interessante, é uma expansão de como que um país afetado pela tarifas do Trump. pode compensar isso. Se no começo do governo Trump a negociação era muito clara dentro do âmbito comercial, ou seja, o aplico tarifas e eu retiro essas tarifas se você compra mais produtos, "Ah, bem, eu sei do meu país". Tudo bem. Isso funcionou. Pra alguns não funcionou pra maioria. Mas o que o Trump vai tentar fazer agora é usar o mecanismo das tarifas pra gerar novos acordos que inclui parcerias e obrigatoriedades, não só no campo comercial, mas também no campo tecnológico e militar, mas principalmente no campo tecnológico. Ou seja, eu retiro as tarifas do seu país se você comprar produtos militares e tecnológicos exclusivos dos Estados Unidos. E tentar assim ocupar um espaço de influência a força por meio de equipamentos altamente estratégicos de hoje. O Xi Jinping, sabendo disso, ele já começa a aplicar algumas barreiras. Ele já começou a impedir algumas empresas da americanas de operar na China e ele começa a oferecer termos de negociação extremamente vantajosos pra alguns países europeus. Vantajosos acurram o prazo, o que é o longo prazo, sugera e estimula dependência em relação à China. Mas o que nós estamos vendo hoje é que tanto o Trump quanto Xi Jinping, eles estão acelerando a imposição de dependência, seja tecnológica, seja de minerais, seja militar nos países gerando uma situação de escolha onde nós poderíamos ter dois mundos paralelos funcionando onde um país vai ter que optar por uma matriz energética, tecnológica, militar, chinesa ou ocidental. E aí o Trump está tentando resgatar um pouco da moral que o estadio perdeu após essa guerra com o Irã. Bom, ele está de certa maneira seguindo uma linha que a gente já viu no primeiro governo dele, que encontra o respaldo também no partido democrata, quer enxergar em resumo do resumo do rezo, uma China como principal competidor a ser contido, eles tentaram isso de várias maneiras, diz o la China no sistema financeiro, por exemplo com a meia de sanções contra empresas que praticem com a China isso aquilo pra destronar o dólar, coisa que nos pegou. Tentar o bloqueado da China ao acesso ao desenvolvimento de chips de última, última geração também parece que não está dando certo. Então envolvidos com a China agora numa corrida difícil do ponto de vista do equilíbrio estratégico nuclear, educa equilíbrio estratégico convencional em todos esses campos. Isso nos obriga a olhar pra China e tentar estabelecer, sim, em função dos acontecimentos relacionados ao Irã ou sem, algo do pensamento da China mudou eventualmente uma provocação. Xi Jinping é conhecido pela sua cautela e pela sua prudência. Ele se tornaria diante do que ele viu acontecer no Irã, eventualmente um ator disposto a sumir riscos? A China não é um país que gosta de assumir riscos. A China é um player global muito paciente, muito estratégico em suas escolhas. A China quer derrotar os Estados Unidos tecnoilodicamente e quer derrotar os Estados Unidos econômicamente. E a variável tempo, ela é fundamental nessas duas quadras. Portanto a China tem tempo para alcançar esses dois objetivos. E pela característica do regime chinês e do modelo de governança que difere muito do modelo americano, com mudança, alternança de poder e etc. pela característica do regime chinês, o planejamento que eles têm, eles acreditam que conseguem no médio longo prazo. Eles acham que até a China provocação, eles estão falando conseguindo isso em 2022. O que os chinês acreditam que até 2000 realisticamente falando, os chinês acreditam que em 2050 eles serão a maior potência econômica do mundo. De forma que o regime acontece, superando os Estados Unidos, eles vão dominar o comércio internacional de forma mais expandida do que os Estados Unidos. Esse planejamento antes da guerra do Irã. Claro, quanto mais irros os americanos cometem em favor de aliados, de países aliados da China, como no caso o Irã. Agora isso facilita ainda mais o caminho da China. Sim, só falta uma coisa no colarzinho de Pérolas que o Sigi Imping foi juntando. Só está aí o resto ele conseguiu tudo o que você falou. A atualista inteira ele já, ó, a China não precisa invadir agora. Já consegui, agora o seguinte, diante do que aconteceu no Irã e se eventualmente apressaria essa a sessão da China? Não, não acho que diante o que diante do que aconteceu no Irã, isso altera o planejamento estratégico da China. A China, esses prazos, é isso que eu estou perguntando. Não vai alterar os prazos. Na minha avaliação, não vai alterar os prazos. A China vai usar o Irã como peça de contenção dos objetivos americanos no Oriente Médio. A China, que é usar o Irã para desidratar o poder americano no Oriente Médio. Esse objetivo chinês com o Irã é que pau o Irã militarmente, como equipar o Irã militarmente, né? Para o Irã se tornar um país basicamente parelho senão próximo no que puder em material convencional, você não precisa, não precisa de japos, de combate, mas com bons drones mais desenvolvidos, é capaz de ameaçar diversos países aliados dos Estados Unidos e colapsar, entendeu? Esses países isso afeta os investimentos americanos, isso afeta os interesses secoritários americanos, o que está no acordo? Por exemplo, entre Washington Teran hoje. E o qual é a demanda iraniana? E o que quiserar em tal convincenso nos países? A segurança de você depende da retirada das bases americanos, que é a improsperidade, que é a instabilidade, as bases americanos precisam sair da região. Eles estão dizendo que os americanos, vocês querem os reis seguro, vocês precisam sair da região. Então quer dizer, então dentro desse marco os prazos de chineses na minha visão não se alteram, né? Agora, o que que a China vai buscar? Atuar no vaco das fragilidades e dos erros estratégicos dos Estados Unidos. Ok, vamos pegar esse ponto, claro, fazendo pra você a seguinte, só um minuto. Eu vou estratégico, falha isso com a Europa, o que que aconteceu logo depois do trampo aplicar a tarefaço em toda a Europa? Seis dos principais líderos dos países europeus, britânico, francês, italiano, enfim, filandês, todos foram romando pra China, pra encontrar com o Xigimpim buscando saídas. Nese vaco que a China vai operar. Ok, Eduardo, no encontro recente entre o presidente chinês, Xigimpim e o americano, chamou a atenção, todo mundo explorou isso, nós também exploramos isso, demos grande destaque, aí ele dá uma aula de de história clássica pro presidente americano, ele inicia a conversa citando um exemplo de um livro famoso da guerra do Peloponês escrito para um general grego, Tussiris uns 400 anos antes de Cristo, no qual se diz, olha, se você não souber nos tratar, se você é trampo souber nos tratar, não necessariamente a gente vai partir pra uma coisa catastrófica que seria evidentemente um confroto militar entre esses dois gigantes, se você souber nos tratar. Qual que aconteceu no irã? A cabeça de Xigimpim em relação ao trampo, ele escolheu dessa aula em função já do que estava acontecendo e eventualmente isso alterou na capacidade dele de tomar destes oens, esses prazos ao qual eu me referia quando eu perguntei ao russém, em relação ao que ele tem de contencioso com os Estados Unidos ali no Mar da China, eu vou chamar o intervalo e volto a o programa com você até já, pessoal é rápido. Resumido do ar, o que ficou no final do primeiro segmento, esse último segmento perdão anterior, na cabeça dos chineses, na cabeça dos Xigimpim, o que ele viu acontecer no irã de alguma maneira altera, no sentido de avaliação dele da velocidade com que ele precisa tratar de questões de confronto com os Estados Unidos ou continuam igual. William, nós temos, acho que quatro grandes blocos, nós podemos pensar nos Estados Unidos, Rússia, União Europeia e China, são os grandes bleias que nós temos no momento, são matrizes completamente diferentes de e eu acho que você. Quando pensamos no modelo americano, nós estamos pensando também a partir do Brasil, como modelo de democracia, como modelo de alternância de poder, como modelo que ao longo do tempo depende de sustentação política de base. E, portanto, o chip ping ele olha para isso aí e sabe que ao longo do tempo, como o americano vai alterando. Já no regime chinês, nós temos uma tradição milenar. Nós tivemos o primeiro raciocínio cinco mil anos atrás nos impérios, nas técnicas e táticas de guerra e é um modelo de comportamento de longo prazo. Nesse ponto eu converso com as análises. O tempo é uma variável que é interpretada diferente pelo Putin, pelo Trump ou pela China. E o tempo chinês não é o tempo americano. E, portanto, três, quatro, cinco anos, uma aceleração de três, quatro, cinco anos não faz sentido dentro da lógica do poder chinês. Eles podem, durante muito mais anos, manobrar aquela situação em seu favor. Então, eu acho que a primeira equação de tempo eu não vejo uma aceleração no tempo chinês, que, históricamente, é um tempo de longo prazo e de decisões estáveis. O regime chinês permite isso. Ele controla através de esporgos, uma liderança, uma base, onde ele consegue oferecer algum grau de prosperidade interna, previsibilidade e mantém a sua autoridade. Portanto, por esse caminho eu não vejo. O que eu vejo é que ele tem mais próxices pra desgastar os Estados Unidos. Uirão, é um exemplo. Se num conflito de 100 dias, 50% do arsenal americano é diluído, ele tem mais liberdade de ação para numa reunião na China transmitir recados ao presidente Trump. Ele é apresentar história clássica e comentar sobre o futuro entre os dois países. É uma liberdade de ação que talvez preconflito, ele não tivesse. É uma liberdade de ação que talvez no ano passado, ele fosse mais cuidadoso no considerar desse diálogo. Agora ele já consegue dizer, eu sou desafiante, algo que ele não verbalizaria de formatão contundente algum tempo atrás. Então eu acho que o tempo não muda, mas a liberdade de ação dele, de jogar esse jogo em outros espaços e com um pouco mais de intensidade, sim, ele ganhou mais liberdade de ação nesse processo. Eu estava basicamente dizendo que a China pode mobilizar melhor as suas peças para desgastar de forma mais efetiva o poder americano em seu benefício. Quanto maior o grau de erro que os Estados Unidos cometer em, isso melhor vai beneficiar a estratégia de consolidação do poder da China no contexto internacional. A China jamais imaginou, nem na sua melhor estratégia que os americanos iriam tratar a Europa assim, aplicando mega para e fácil e os europeus saíram encorrendo para pedir socorreconômico comercial para a China. Deixa eu voltar a outro ponto, em boa medida, por mais relevantes que seja os fatores de longo prazo aos estruturais, para a gente entender decisões tomadas por comandantes em chefe, que é o que o Trump é, por exemplo. Alguns fatores imediados que a gente não pode desprezar, no caso do Trump te hago, voltando às suas intervenções aqui. Ele desprezou de maneira brutal o que tradicionalmente são os estáfes, no pentágono e nas agências de segurança americanas, que são mais de vinte, e era uma apreciação que elas oferecem ao presidente, ao mandatário, ao chefe do executivo eleito. Essas agências que são agências estados, elas existem, sobretudo nos Estados Unidos, como forma de municiar quem toma decisões com o tipo de apreciação, análise e inteligência, interpretação do material e inteligência para fundamentar decisões. No Trump tem manifestado uma enorme desprezo por isso, que ele chama de dipstate. Ao contrário ele se acha uma vítima dessas agências. As pessoas que ele tem tratado ou tem tentado colocar a terça dessas agências são as menos capacitadas possíveis. Ele diminuiu em algumas delas brutalmente no número de funcionários trabalhando. Em outras palavras ele reduziu para si mesmo todo o conjunto do qual ele poderia fazer uso para tomar decisões quais que é que ele queia, mas com mais fundamentação. E foi acreditar numa agência de um outro governo, que é o Mossade. Mossade é que convenceu Netani Arro, que convence o Trump, que era só dar um peteleco de captar aquele regime, o resto cai a tudo sozinho, nem há tempo deles fecharem um estétido e um musco, porque aquele troço ia cá então rápido, que antes deles pensarem fazer alguma coisa o papo já estava resolvido. A guerra do irã nesse sentido, Trump sendo Trump, oferece alguma lição que você possa imaginar que ele tenha aprendido, ou isso é completamente o topo com o ingêno pensar em se tratando dessa personalidade. Gostando ou não, só existe um político no círculo do Trump, que é o Marco Rubio. O Marco Rubio, ele era contra a guerra do irã e ele entendia que a abordagem com a Europa era equivocado e ele teve outras visões em relação à atuação dos Estados Unidos, no mundo que ele não era furro. Agora ele sabe muito bem se colocar publicamente com o Trump, é a morte política dele. O Trump, ele tem uma confiança muito grande no processo de decisão dele e uma confiança muito grande de que ele, cedo a tarde, ele mesmo que ele não consiga obtenir o sucesso em determinado operação, ele consegue conseguirá desenvolver a narrativa que poderá gerar um sucesso. É uma velha frase do Benjamin Franklin, que diz, "Se você não consegue conferir sermos, confundam os". E o Trump é muito bom nisso. Não existe um processo de lição, o que o jogo não terminou. A lição, ela só aparece quando o jogo termina. Mas se você acredita que você é o dono do relógio e você é o narrador do jogo, basta você nunca encerrar o jogo para que você não precise contabilizar a derrota. Então o Trump não aprendeu em relação ao irano, porque primeiro ele conseguiu claramente, ele já deixou isso também bem claro em alguns comentários públicos, que a culpa não é dele, ele já saiu inclusive na imprensa, que ele já tem uma relação muito conturbada com o Netani Harro, ele fez um discurso recentemente que, pouco antes das negociações que ele fala, eu tenho certeza que as negociações não congirão você bem sucedidas, mas elas não forem bem sucedidas, eu já sei o que eu encolocar a culpa que é o DJ de Iventus. Isso pode ser uma brincadeira, mas isso mostra muito como o Trump funciona. Ele é um mestre na arte de não aceitar a culpa em determinado processo, por isso que nada vai mudar. E como ele não acredita nas instituições americanas, ele também não acredita no término das operações, porque ele não vê um término para as suas ações. Então isso vai continuar indo e ele acredita que a relação com o irano não vai terminar agora, assim como a questão da Groelandia não terminou, a questão da Venezuela não terminou, a Cuba será o próximo e assim por diante tudo funciona num ciclo, num carro céu que bem e vai durante o período que o Trump está no governo. Então tudo que nós estamos vendo nós vamos continuar vendo porque ele se dá e não gera chances de tentar corrigir aquilo que ele é. Vamos trazer a conversa para cá agora, eu sei. É uma lição evidente da guerra do irano para nós aqui no Brasil, evidente, evidente, assim, às vezes me parece que mandatários no Brasil ignoram o óbvio, mas ficou óbvio que nós vamos um país extraordinariamente vulnerar. Vamos. A gente é uma superpotência, esportadora de grãos e proteínas, com uma linha, um cordão umbilical pendurado na necessidade de trazer lá de fora, mais de 70% de fertilizante, mesmo, para manter a nossa condição de superpotência, produtora de alimentos. É impressionante a nossa vulnerabilidade, quando a gente olha para a guerra do irano e percebe com pouco preparados, estamos militaramente para qualquer tipo de situação, que a fete, por exemplo, a integridade do território nacional brasileiro, considerando que ela é ameaçada hoje, sobretudo pelo crime transnational, mas também em teoria, quando o governo, como americano, gratifica como organizações terroristas, grupos criminosos brasileiros, PCC, CV, fundamentalmente, ele cria para si mesmo uma possibilidade de atuação aqui do ponto de vista formal até então não presente. Fez isso na Venezuela, há pouco tempo atrás. Vem fazendo isso junto da costa da colombia e do carimpe. É algo que ali havia estar o nosso radar ou não estar? Piano, é uma sua sala extremamente delicada e muito complexa da perspectiva securitária para o Brasil. Eu acho que a segurança nacional brasileiro está muito vulnerável. O Brasil é um país muito mal equipado militarmente. O problema não tem a ver com a nossa dutrina militar. Não tem a ver com a nossa dutrina de defesa que está não é essa. A questão central é nossa capacidade bélica, de resposta, a nossa capacidade de mitigar riscos, antecipar tendências. Eu posso te dizer a nossa situação na América do Sul. Ela está muito deteriorada da perspectiva de riscos. A gente olha para o arco norte da América do Sul, Brasil, não tem capacidade de influência nenhuma. Os Estados Unidos, em termos cicoritários, mandam e desmandam. Hoje eles tutela uma Venezuela, tem um total influência na Colômbia. Controle sobre o aquador, sobre o Peru, Guiana e Suriname. Tem uma total ausência brasileira. E os americanos estão muito presentes lá. Vamos qual é o norte da América do Sul, Brasil, está totalmente ali. E a única a gente tem pronteira, é obviamente do ecuador. Então o Brasil está sendo comprimido a olhar para a região da Bacia do Prado. Muito bem, olhando para o Sul da região da Bacia do Prado, os americanos acabaram assinando um acordo de defesa, que é denominado de sofa com o Paraguai. Isso resultado de um fracasso, na minha opinião do Estado brasileiro. Isso já se avistava com o Paraguai. O Brasil não conseguiu se transformar numa alternativa útil da perspectiva cicoritária, de desenvolvimento para os seus vizinhos. E o vácuo de poder não existe. Os americanos preencheram esse vácuo de poder para um lado. Seja pelo uso da coercão, seja pelo uso dos incentivos econômicos, eu vou no lado chino também. Então hoje o Brasil está extremamente vulnerável na América do Sul, sobre essa perspectiva. Você tem navios de guerra americanos, estroios e outras coisas lá, 150 quilômetros da Costa brasileira, operando, eu te diria que se eles entrarem águas internacionais brasileiros, qual seria a medida do governo brasileiro? O que o Brasil vai fazer? Sota uma nota de protesto. O que que eu faria? Eu acho que me parece ao meio vicio a nossa segurança de que eles não farão isso, é a boa relação dos militares brasileiros com os militares americanos. Os militares, as americanas talvez não fariam isso pela boa relação que tem com o Brasil. Que é o que eles têm nos ditos aliás? Entendeu? Não é por outro motivo, mas se eles decidirem fazer por uma órgenda o presidente americano e os militares americanos não consiga convencer o presidente americano a casa branca, por exemplo, terá capacidade de resposta. Então nós não temos uma estratégia nacional de defesa coerente com as nossas responsabilidades. E eu posso te dizer isso porque eu tive no governo passado a frente das feridas de assunos estratégicos. E isso embora e eu trabalhei muito próximo das forças armadas, isso é uma preocupação das forças armadas, era a preocupação da sai, mas isso não é uma preocupação do congresso nacional, isso não é uma preocupação, enfim, dos sucessivos poderes executivos e isso fica um pouco aderiva no debate nacional. Então, os assurças armadas ficam combatendo na fronteira grupos criminosos, garante a segurança de fronteira, isso é fato, eu tive na Amazônia, eu sei o trabalho que eles fazem lá, eu tive em pelotão de fronteira em várias mais, agora. O crime organizado dentro das unidades da federação, a responsabilidade das forças armadas, isso é um problema de segurança pública. O do agarra do irão, história, essa última eduardo, inevitavelmente, como tudo que acontece lá fora agora, cai no nosso fatídico debate bipolar, vira mais uma vez uma objeto de disputa entre as bolhas. Então, se você não está apoiando a guerra do irão, é porque você é isto, se você ao contrário, se você não tica, você é aquilo e isso na verdade acaba interditando com qualquer debate mais sério. Mesmo considerando isso, me parece positivo nesse sentido, quanto que a sociedade brasileira percebeu que é o tamanho de uma encrenca dessas? Claro, por causa do impacto que isso tem na nossa inflação, do impacto que isso tem, num setor dinâmico fundamental para a economia brasileira, a produção de grãos e proteínas. E agora o impacto sobre a defesa? Nós estamos acordando. William, nós temos a sociedade percebendo, mas talvez no Brasil, a gente tem um gap de lideranças, um gap de lideranças políticas essencialmente, é um tema mais delicado, mais de forma geral, na história recente e na perspectiva de curto prazo que a gente pode olhar, nós temos uma dificuldade de que essas elites, particularmente política, mas também elite econômicas, olhem para esse desafio com essa sensação. Talvez estejam mais preocupados com outras agendas. Vou voltar para o meu ponto de perspectiva, né? Você abordou a questão do presidente Trump e da relação com as forças armadas americanas. Isso é algo que já se estuda teoricamente há muito tempo. Nós temos um livro chamado "O Soldado e o Estado de Samoil Rante" então que mostre exatamente isso, mas ele só escreveu isso depois da segunda guerra. É um histórico de lemma lá do Rei. Ele tem que ter acessoramento franco, fiel, leal das suas forças armadas e ao mesmo tempo ele deve se permitir esse acessoramento. Um profissional militar estuda 30% da sua carreira. Ele estuda 40% da sua carreira. Então são pessoas altamente preparados. A cada 2, 3 anos em aplicação passa mais um ano e meio em capacitação, com formação no país, fora do país, essas alianças, com outras forças armadas. Mas coisas são construídas num certo tempo, demora para ser um ocio-seal general, são 40 anos para chegar nesse nível de acessoria ao presidente da República. Isso acontece nos Estados Unidos e o Trump despreza esse acessoramento, como a gente vê em uma agenda pública. Ele priorizou atores leais a ele e não necessariamente atores leais, a sociedade americana, a posição dos Estados Unidos. Em parte, isso também repercuta aqui no Brasil. Eu bem um modelo, nem sempre os titulares do poder político no Brasil, de alugaram também com esse estamento militar, nem sempre sentaram a mesa para realmente ouvir isso. Porque de muitos anos as forças armadas apresentam as fragilidades, apresentam as necessidades orçamentárias, apresentam um nível de poder de combate necessário. O próprio ministro da Defesa recorrentemente, nos últimos 6 meses, eles vêm apresentando diversas vertentes sobre isso. Então, a emissão do aparelho do Estado para a liderança política, a emissão da sociedade, para a liderança política, me parece que vem acontecendo. A questão é como que a liderança política recebe isso. Líders que são muito centrados em si próprio acreditam que conseguem compreender melhor a situação do que as suas acessorias, eventualmente não conseguem avançar nesse apoio do Estado. Então, esse é um primeiro ponto. O outro ponto que a gente tem aqui de GEP é a questão da soberania. Logo na independência americana, o supremacorte declarou que a soberania um atributo jurídico incompatível com o direito americano. O que é razoável? Eles estavam se independendo do rei se sublevando, soberania, vento soberano. Então, a supermercorte é 250 anos já decidiu que isso não funcionava. A União Europeia, de forma geral, é uma união aonde a perda de soberanias nacionais implou do massupra-nacionalidade. Rua-se-china entenda em soberania baseado no controle interno e na força. E nós passamos aqui historicamente depois do Império, quase toda nossa república entendendo soberania como um atributo jurídico. Entendendo que, ao levantar jurídicamente, diplomaticamente soberania, nós estaríamos protegidos pela forma da lei. Eu sei que estou começando um outro programa. A gente tem se dedicado no WWI, especial essas questões de defesa. Eu sobrigado até romper esse aqui, não porque o assunto me constrói, onde eu me era alguma, parte da nossa odência vai ficar brava comigo, como sempre fica, porque a gente acaba o programa maior, que eles acham que ele vai começar no outro. Mas eu prometo que a gente vai começar um programa sobre isso. Esse eu sou obrigado a interromper aqui do Arde Pirinho, evidentemente as desculpas a você. E começando meus agradecimentos pelo Thiago de Aragão. Em Washington Thiago, muito obrigado pela disposição de participar do WWI, obrigado mesmo, Raúr 100 Calúte, que encontrou o tempo para estar aqui no estúdico nozco ou 100 Calúte, muito obrigado. É você, Eduardo. Muito obrigado também pela participação aqui no Brasil. Obrigado, pelo especial. Fica minha promessa com muitas testemunhas que a gente vai voltar esse assunto de defesa nacional. Me parece que é parte da nossa missão, como a organização jornalística, trazer esse tipo de assunto à discussão para a sociedade. Me parece vital para todos nós e os nossos descendentes. Pessoas agradecimentos especialmente a você que nos acompanha. Até a próxima, pessoal. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Prismankesä tarjoaa elektroniikkaa, kettinkoneita ja kesävaatteita, jopa 70 % alennuksella. - Shopify mahdollistaa verkkokaupan ilman teknistä osaamista, kuten pyöräilyvaatteita valmistavan Ornotin perustaja toteaa. - Teknologinen sodankäynti on muuttunut: yksinkertaiset aseet, kuten droneja ja merimiinoja, voivat haastaa suurvallat, kuten Ukrainan ja Iranin esimerkit osoittavat. - Trumpin politiikka on heikentänyt luottamusta Yhdysvaltoihin; Eurooppa, Etelä-Korea ja Japani etsivät itsenäisempiä turvallisuus- ja kaupparatkaisuja. - Iranin sota paljasti Yhdysvaltain strategisia virheitä: se menetti puolet ammusvarastoistaan ja nosti Iranin globaaliksi toimijaksi. - NATO on jakautunut; Eurooppa pyrkii vähentämään riippuvuuttaan Yhdysvalloista viiden kymmenen vuoden kuluessa. - Ukraina kehittää droneja eurooppalaisella avulla ja on saavuttanut aluevoittoja Venäjää vastaan.

Summary:

Teksti käsittelee kahta pääteemaa: kaupallista mainontaa ja geopoliittisia muutoksia. Alussa mainostetaan Prismankesän tarjouksia ja Shopifyn hyötyjä verkkokaupassa ilman teknistä osaamista. Suurin osa tekstistä keskittyy kansainväliseen politiikkaan, erityisesti Iranin sodan vaikutuksiin.

Sota on paljastanut Yhdysvaltain strategisia heikkouksia: se on menettänyt puolet ammusvarastoistaan ja kärsinyt luottamuspulan liittolaistensa keskuudessa. Trumpin epäjohdonmukainen politiikka on saanut Euroopan, Etelä-Korean ja Japanin etsimään itsenäisempiä turvallisuus- ja kaupparatkaisuja. Iran on noussut globaaliksi toimijaksi hallitsemalla energiantuotantoa ja merenalaisia kaapeleita.

NATO on jakautunut, ja Eurooppa pyrkii vähentämään riippuvuuttaan Yhdysvalloista viiden kymmenen vuoden kuluessa. Ukraina on kehittänyt droneja eurooppalaisella avulla ja saavuttanut aluevoittoja Venäjää vastaan. Teksti korostaa, että teknologinen sodankäynti on muuttunut: yksinkertaiset aseet voivat haastaa suurvallat, ja Yhdysvaltain pitkäaikainen tavoite Iranin hallinnon kaatamisesta säilyy, mutta sen sotilaallinen kapasiteetti ja luottamus ovat heikentyneet merkittävästi.

FAQs

Prismankesä tarjoaa elektroniikkaa, kettinkoneita ja kesän suosikkivaatteita jopa 70 prosentin alennuksella. Huippulöytöjä on myymälöissä ja Prismapisteessä.

Ornotin perusti pyöräilyvaatteita valmistava yrittäjä vuonna 2013.

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