O mercado livre de energia em desarranjo e as incertezas sobre os preços
22m 32s
O episódio do Minuto Mega discute a volatilidade e os desafios no setor de energia elétrica. A comercializadora Traydener iniciou um processo de mediação com credores, sinalizando dificuldades financeiras agravadas por descasamentos entre perfis de venda e geração de energia, o que reflete a instabilidade do mercado livre. Sandoval Feitosa, diretor-geral da ANEEL, criticou a falta de liquidez e a imprevisibilidade de preços, defendendo que subsídios setoriais, que representam cerca de 20% da tarifa, sejam financiados pelo Tesouro para aliviar a conta dos consumidores. Paralelamente, a CPFL Paulista propôs diferir parte de um reajuste tarifário, limitando o aumento imediato a 8% e postergando o restante, em linha com os esforços do governo para conter tarifas. No entanto, essa medida pode resultar em custos adicionais futuros para os consumidores, mesmo com taxas de juros controladas. O cenário evidencia a necessidade de reformas estruturais no setor elétrico para garantir sustentabilidade e previsibilidade.
Bom dia! Quinta-feira, 2 de abril de 206. Sejam todos bem-vindos ao Minuto Maga, o seu café da manhã, energético, disponível como podcast, todos os dias na sua plataforma de áudio digital preferida. Se você não quer perder um minuto, siga e favorite o nosso podcast no seu tocador, e assim você vai receber uma notificação todos os dias quando é o episódio novo, estiver disponível. Eu sou Camila Mai, a jornalista da Mega-Ote, e hoje a gente vai falar sobre preço de energia mais uma vez, parece que isso é o nosso novo curteirment. Bom, os preços continuam volar, tem 50 pastarifas, continuam a altas, mais uma comercializadora, deu sinais, mais concretos de problemas, convocou contra partes para uma mediação. A gente vai detalhar aqui porque isso é importante. Aliás, ontem o diretor geral da Nelçando Boa Feitosa, falou sobre a segurança do mercado livre de energia, sobre o tema da liquidez, que a gente também está discutido aqui no Minuto, e também falou sobre o aumento da conta de luz e defender uma mudança na legislação para que os encargos setoriais, tanto pesa na tarifa, possam ser coxados pelo tesouro. Falando em conta de luz, em linha com o plano do governo para limitar os reajuchos tarifários de chano, a CPFEA apresentou uma proposta para Nel, para diferir cerca de 1,4 bilhão de reais para os próximos anos, a gente também vai comprar aqui. Antes de tudo, hoje é dia do aquecimento do Minuto Megatall, sem somparlo, o nosso tema do Minuto de hoje tem tudo a ver com o evento, porque a gente vai falar sobre preços de energia, oportunidades e desafios com a apertura do mercado livre. Vai ser bem legal, o evento é fechado para convidados, mas como a gente gosta de conteúdo de qualidade, a gente vai transformar os painéis em episódios deste podcast, que serão publicados logo mais. Começando então o nosso Minuto de hoje, ontem saiu na agência infra, que é a Traydener, primeira comercializadora de energia do país, que tem quase 30 anos de atuação, convocou creedores para procedimento de mediação numa câmara de arbitragem, agendada de abril. A gente apurou que convite para reunião virtual, nem deveria ser conhecido por todo mundo, mas ele foi encaminhado como a Copia Berta, mais de 70 contra partes na noite da segunda feira, 30 de março, pela Câmara Brasileira e transnacional de conciliação e das mediações antecedentes ou incidentais aos processos de recuperação judicial. E aí, depois disso, os creedores da empresa, ou seja, contra partes clientes que têm a receber no futuro, energia ou dinheiro começaram a se movimentar e consultar devagar nos até para entender o que poderia vir, como que poderiam se proteger. A gente procurou a Traydener até para entender o que motivou com vocação para a mediação, a empresa não deu detalhes nem respondeu, quantas contra partes foram, efetivamente, chamadas para essa mediação, se buscam acordos ou distratos contratuais algum tipo de recante, e no mercado já se falava em problemas da comercializadora algum tempo, mas a gente sabe que esse tipo de movimento sempre pode acontecer e ser revertido, dependendo de como os preços evoluírem, sem falar que a gente está falando aqui de uma empresa que embora não seja uma grande utility, tem patrimônio, tem ativos de geração, uma reputação de muitos anos, então não necessariamente essa mediação pode virar uma recuperação judicial ou um pedido de cautelar, pode ser apenas uma tentativa de negociação para reduzir perdas, alguns contratos, por exemplo, não está claro ainda para a gente que aconteceu, a gente gostaria que a Traydener tivesse falado com a gente até para esclarecer isso, caso não seja algo grave, porque quando esse tipo de notícia sai, e a notícia saiu, todo mundo viu, toda a imprensa toda notícia, obviamente é algo que acaba mexendo aí com a confiança dos agentes. O que a gente apurou é que o cenário ali teria sido agravado por um descasamento entre o perfil comercial e o perfil do lastro de uma PCH alocalizada no mercado sul, essa PCH ateria contratos com uma sasonalização flat, mas o lastro é mais aderente a corva-dua, a minha realmecanismo de relocação de energia, pode gerar insuficiência em meses específicos, e a diferença precisa ser cuidada ao PLED, então isso pode piorar, ainda mais se houver descasamento de preços entre submercados, por exemplo entre o sul e o suede, então o problema não seria só a venda da energia, também você vender com o perfil diferente daquele que a usina consegue sustentar o longo do tempo e acaba tendo que recomprar energia cara depois, isso não é um problema exclusivo, de uma empresa ou outra, tem muita gente que vendeu energia flat, então vendeu ali com o perfil do consumidor e não com perfil da geração, está tendo desafios aí hoje para poder recomprar essa energia, por todos esses motivos que a gente tem falado aqui, primeiro que é uma incerteza em relação ao preço, então quando você faz esse tipo de contrato, talvez seja pensando que o preço da energia vai se movimentar de uma forma, preço de uma forma de outra forma, e aí você fica com uma exposição maior do que você imaginava, também a dificuldade em comprar contratos para poder proteger rede pela falta de liquidez, então tudo isso tem dificultado, a gente vive em um momento muito complicado no mercado, o que a gente sabe até agora, a nota da gente aí, a infra dizia que a empresa enfrenta uma grave crise financeira casada pela disposição do mercado de curto prazo, após a divulgação da sanotícia 3DNERSOTO, a firmando que a comercializadora tem lásturo contratual integral para os volumes de energia elétrica que comercializa, confirmou que iniciou de forma voluntária e preventiva um processo de mediação com clientes, com o objetivo de adequar a forma de entrega de energia ao perfil de compra da companhia, tornando as compatíveis entre si, então não ficou claro também com essa declaração, o que significa qual que é a exposição, qual que é exatamente o tamanho do problema. O fato desse convite da mediação ter sido enviado, então com o copia aberta para tanta gente acabou deixando mercadinha alerta, a gente fala de um mercado, eu sempre digo aqui, ele é muito reputacional, são poucos players, muito bilateral ali, o negócio, então é quando você entra em alerta em relação ao play, você restringe ali o seu crédito, então tudo isso acaba virando uma bola de neve, e outro fator que chamou atenção para a gente foi a reação das contraparte, pode até parecer exagerada, mas no contexto do mercado que a gente está hoje, ela faz sentido, porque tem muita empresa passando dificuldade, algumas passam dificuldade significativas, o alerta que é o que parece não é de um calote, porque como eu disse, é um grupo que tem patrimônio, tem ativos, tem ativos de geração inclusive, eles não têm ali um histórico, é uma atuação de trade indirecional, como era gold, por exemplo, mas são tantos problemas em sequência, e tantas casas a dificuldade, então desistindo de atuar pela impossibilidade prevê o preço e Bernan as operações, qualquer notícia vira algo muito grande, e o pessoal fala hoje que é tão difícil você prevê o preço, que aí sim parece que é um jogo do tigrinho, porque você está realmente apostando ali no escuro, é diferente de antes, a gente tem falado muito sobre esse momento do mercado, falamos no Minuto Mega de ontem, até em relação às incertezas dos preços e dos modelos, a questão da liquidez que tem levado, a gente abuscar em o card, o órgão concorrencial do país, inclusive ontem mesmo diretor geral da Nel, Sandova Afeitosa falou sobre o tema num evento da CNN, ele participou ali do painel dos CNN talks, que aconteceu em São Paulo, e afirmou que o mercado de energia, especialmente no mercado livre, vem apresentando que ele chamou de um desarranjo estrutural, então, segundo ele, o mercado tem colhido por uma combinação de fatores, que incluem a migração de consumidores para a microemene geração distribuída em MMGD, a necessidade de recomposição de lástero por parte dos geradores renováveis, que tem sido afetados pelos cortes de geração cartema, então muitas vezes eles ficam muitos postos ali ao PLD, que está incerto, então fica difícil até vocês proteger, dessa exposição, e o Sandova falou que os problemas recentes no mercado livre exigem uma análise mais profunda da agência, ele chamou a atenção para a atuação das comercializadoras ligadas a grupos de geradores, possíveis estratégias de venda no mercado, e aí depois, em conversa com jornalistas, depois de participar do painel, ele falou ali que há uma liberdade comercial, desde que não há já práticas predatórias, e em algum momento, vai avaliar se existem sinais de concentração, abuso de poder econômico ou conduta semelhantes. Sobre as críticas à formação de preços, ele ponderou que o movimento mais conservador, por parte dos agentes, é esperado de adducionar atual, seria natural que esses agentes adotassem posições mais defensivas com exigência de maiores garantias, especialmente situações em que há comercializadoras expostas, posições vendidas e frustrações em relação ao nível de preços ou a falta de previsibilidade dos preços, que é o pessoal mais reclama. Sando a volta também, reforçou que a anel vem atuando em conjunto com o CAD e com a combissão de valores mobiliários da CVM para monitorar irregularidades, se forem identificadas práticas abusivas, poderão ser instalados o processo de apuração, e aí ele pediu que usá-semos agentes do setor em caminho, informações anel, para subsidiar.
análises e investigações. Então, é um tema que chegou ali mesmo no Ministério de Minas Energias na própria Anel, que antes acabavam não olhando tanto assim essas relações bilaterais do mercado livre de energia, porque a um problema que tem estravazado é como eu sempre digo, quem estere a que o preço fique baixo, reclama dos preços altos, mas existe aí essa questão da incerteza ao mesmo tempo em que esse questionamento em relação ao poder de mercado do geradores, é muito complicado, porque os geradores têm direito de vender energia para quem eles bem entendem. Então, talvez a gente tenha tido um pouco de problema na abertura do mercado, como foi feito, com essa descontratação tão grande, esse era uma alerta que era feito lá atrás antes da privatação da Eletrobras ou a Giáxia. E hoje a situação fica bastante complicada aí de ser remediada, a gente vê até uma consolidação natural do mercado, as grandes geradoras aí consolidando também essa área de comercialização, mas é importante a gente entender o que poderá ser feito aí até a partir dessas falas do diretor geral da Anel. Ele também falou ontem sobre o peso dos subsídios na conta de Lose, falou ali que os vídeos respondem aí por 20% da tarifa de energia, devem responder este ano, né, por 20% da conta de Lose, ano passado foi 17% do total, isso era o número ali do subsídioômetro que a gente sempre acompanha. Ele anunciou que apoia a criação de uma lei de responsabilidade tarifária, que é uma proposta de autoria do Deputado Federal, Ornal do Jardim, que deve ser enviado com o congresso até o dia 10 de abril, então, semana que vem. A ideia é que todo o incentivo concedido pelo governo federal com impacto na conta de Lose esteja obrigatoriamente vinculado a uma previsão orçamentária inspirada a inalógica da lei de responsabilidade fiscal. Então, por exemplo, quando o governo ampliou ali o programa Lose pra todos, esse programa ele também é coxado ali pela conta de desenvolvimento energético a CDL e não tem uma previsão orçamentária. Então teria que ter. Aí a gente tem que ver como é que virar essa lei, porque a parte dos subsídios vem mesmo de autoria do próprio congresso. A gente fala sempre dos jabutias. A CDL chegou no 50 bilhões de reais por acaso. Ela chegou muito por conta de jabutias que vieram do próprio congresso. Todo mundo tem um dedinho de culpa aí nessa questão. E aí esses subsídios todos eles podem fazer muito sentido, mas talvez a forma melhor, mais justa de coxá-los seria pelo tesouro, seria condeira do contribuente, não com a conta de Lose tem essa incidência aí regressiva, funciona dessa forma que acaba prejudicando bastante aí. O consumidor e toda a questão da nossa economia pelos efeitos em cascada. Pro sandoval, o avanço do subsídio estenso estorcido, adionâmica de mercado, apesar de o país ter uma sobreoferta estrutural de energia, os consumidores continuam enfrentando aumentos recorrentes na conta de Lose. Então o que ele disse é que esse cenário pode acelerar necessidade de uma reforma mais ampla do setor elétrico. O ano passado foi sancionada, lei 152.9, que é a leite conversão da MP324. Segundo o diretor Geraudanel foi um avanço em alguns pontos, mas ainda é insuficiente para conteter a trajetória de alta nas tarifas que ele quase ficou como insustantável. E aí ele disse que os governos têm uma enorme tentação de insere políticas públicas na conta de energia elétrica. Já que é um caminho mais fácil e que um não pagamento implica em corte de fornecimento, se nada for feito, um risco crescente de desorganização do setor. Da plateia, o Deputador Arnold de Arden Recorre forçou a necessidade de uma nova redada de reformas do setor elétrico, disse que apesar dos avanços recentes temas como carteira e uma da permanência em sensação, e aí a proposta da leite, a responsabilidade de tarifária, é buscar impedir que as políticas públicas também sejam financiadas aí por meio do aumento na conta de luz. Bom, a gente está no comecinho de abril, então dois de abril hoje, e o subisímetro da Anel, já conta ali 9,64 bilhões de reais, representando aí 19% em média na tarifa dos consumidores residenciais, e os maiores subsídios continuam sendo os mesmos que eram no passado. A geração distribuída corresponde aí a 4,77 bilhões de reais, e o desconto para a fonte incentivada soma aí 3,43 bilhões de reais. Então, como eu disse, são políticas públicas que são financiadas pela conta de luz, e que há uma resistência enorme do congresso em derrubá-las. O governo até tentou ali por meio dessas medidas para os horas editadas no ano passado, diminuir ali, ao pelo menos colocar um fim, um prazo final para esses subsídios, mas sempre aparecem ali novas emendas, novos jabotis tentando postergar esses benefícios e acaba que eles já chegaram aí nesse custo tão alto. A sugestão do Sandoval de Alternativas para Reduzir Os Preços de Energia não converge diretamente com os esforços do governo, mas não deixa de caminhar no mesmo sentido. A gente contou que como que o Ministério de Minas Energia está trabalhando numa medida provisória para viabilizar em préstimos as distribuidores para que os registrarifários deixaram possam ser diferidos. E ontem a CPFI, a ilhista, deu um passo concreto nessa direção, a distribuidora que atende o interior de São Paulo, apresentou uma proposta formal para a Nel, para a diferir até um vrg. 43 bilhão de reais do reajusterefário com essa valer de 8 de abril. A proposta surgiu um resposta um ofício que a diretor Agnes da Costa, relatora desse processo enviou para a empresa, comentando ali um ofício por sua vez enviado pelo secretário de energia, do Ministério de Minas Energia, João Daniel Cascalho, pedindo que a Nel avaliasse postergar processamento de registrarifários neste mês, já que o governo está buscando essas formas de mitigar as tarifas, aí vale um ponto importante, porque a Nel não pode aprovar a diferimento de tarifas sem anunência da concessionária. Isso seria uma alteração unilateral das causolas econômicas do contrato de concessão, por isso que a empresa, a diretor, Nel enviou esse ofício para que a empresa se manifestasse sobre a interesse em aderir ao deferimento. E essa PFL, topol mais com condições, sugeriu então esse deferimento de até um vrg. 43 bilhão de reais, e aí o reajuste teria feito médio aos consumidores de no mínimo 8%, então ele não seria zerado, mas limitado a 8%, o restante ficaria diferido para os próximos anos, recuperado aí nos processos tarifários de 2019, de 2017 a 2019. E aí a distribuidor, a quer ser ressercida, integralmente pelos cursos financeiros e pelo spread, encorrer-se na captação de recursos para cobrir o deficit da receita durante o período de deferimento. E aí entra a parte ruim para o consumidor. Consumidor, ele entaz, poderia pagar isso agora, sem juros. E aí se essa operação avançar vai haver algum tipo de pagamento lá na frente, mesmo que seja um pagamento equivalente à Penas da Selic, que é o objetivo do governo, naquê se empréstimo ele seja remonerado pela taxa Selic sem spread, ainda assim é uma taxa que vai ser cobrada de um dinheiro poderia ser pago à vista. Então depois de envio dessa proposta, o representante da CPFEL até se reuniram com a diretor Águines da Costa para discutir os termos, ele esclareceu que a regulamentação vigente prevê apenas remoner ação pela taxa Selic para o cálculo do componente financeiro do deferimento e isso é bastante relevante. A CPFEL deixou claro que se a proposta não for acatada, ela perde processamento regular do reajustere faro, ou seja, sem deferimento. E as outras distribuioras que têm reajustes tarifários ou revisões tarifárias em breve também estão sendo procuradas pelos diretores, que estão cumprindo, então, aquela orientação do Ministério de Minas de Energias. Então, Águines da Costa e o Gentil Nogueira enviaram ofícios para energiza-mato-gros do Sul, para energiza-mato-gros que também têm reajustes previstos aí para o 8 de abril. Conforme a poró-mecaote à solução desenhada pelo Ministério deve envolver a edição de uma medida provisória para dar conforto ao Ben-E-DES, para liberar a escraje do sub-idiado, sem spread e bancar esses deferimentos esse ano, só que isso vai depender muito a idade distribuioras e precisam pedir o deferimento, seria um pedido voluntário, então ainda não está claro qual seria até o valor, esse valor de 1,4 vai se somar, o áus deferimento das outras empresas está todo mundo fazendo as contas para ver sub-envestre, nem apetite para dar todo crédito, se a soparação para a de pé, porque esse custoio vai ser jogado para a frente. Em convarsa com jornalistas depois do panel do Seriano Tóxos, Sandoval, e conheceu que essa ação é uma ação conjuntural, mas ela não ataca o problema, só uma perspectiva estrutural, já que não dá tempo, as discussões estruturais elas tomam o tempo. Antes a gente fechar, a gente tem mais notícias sobre leilões de reserva de capacidade, a Comissão Permanente de Leilões Daniel rejeitou os dois recursos que a Nubar Energia do Grupo JTF apresentou o contra resultado da LRK de 18 março, os despachos foram assinados ontem, primeiro de abril, pelo presidente da Comissão e você é chasariano e agora os processos seguem para a diretoria colegada da agência, da agência.
para o diretor Fernando Mossa, que é o relator aí do Laylau. A gente contou aqui com detalhe, o que que a Amber contestava, no caso da Terme Electric, a Carol Carador, ela legava que o projeto, considerado o novo fenquadrado como os inexistentes, e é isso reduziu prestato aplicável e o prazo contratual. E aí, a outra reclamação é sobre a Terme Electricação, Santa Cruz, a empresa questionou, bloqueiu para oferta a energia no produto de 2020, e depois ter contratado parte da Ozena no Produço de 2016, e diz que o hospital não vedava a participação em mais de um produto. A área técnica da Anel entendeu ali que não houve regularidade, então, sobre a Carol Carador, concluiu que o encadramento dos empreendimentos do Laylau foi braseado na auto-declaração do próprio, a gente, no momento da inscrição, e em relação a Santa Cruz, ressaltou que a sistemática do Laylau estabeleceu que os empreendimentos não poderiam apresentar a elances mais de uma rodada, isso tava no Edital do Laylau. A gente tem muitas matérias, muitos assuntos acontecendo ao mesmo tempo, a gente teve reunião do CNP, então, foram, saíram ali várias resoluções muito importantes que foram, a gente escreveu reportagens sobre elas, a gente falou ali sobre as hidrelétricas reversíveis que ganharam status estratégicos, os leilões, claro, serão ainda no longo prazo, mas já foi um avanço ainda no CNP, também escrevemos uma série ali, publicamos falando sobre as metas de emissão pro gas, as regras do gato ponto também sobre biodízeo, a Maria Clara Machado também contou ali, quando que começa a parar da programada do casou do TURROTA 1, ele começa no dia 18 de abril, pode apresentar a geração termelétrica, então são muitos assuntos ao mesmo tempo, a gente continua acompanhando tudo, fiquem de olho no site da MegaWot, www.penglod.com.br, para você ficar bem informado, se a gente vai acontecer, aproveita esse catástro a receber a mega news, a newsletter mais completa do setor, tem todas as notícias importantes com a se precisa para iniciar o dia, a lenta agenda completa com todos os eventos, e se puder faça a assinatura da MegaWot, você passa a receber tudo antes, diretamente no seu WhatsApp, incluindo o destaque do Dia de Aramco-Celdo, o União Bencedinho, link pra cessa esportique, achas que ele é publicado e muitas reportagens exclusivas, em primeira mão. Eu fico por aqui, espero que vocês tenham uma ótima quinta-feira, um excelente feriado, e até a próxima, tchau, tchau.
Podcast Summary
Key Points:
A comercializadora de energia Traydener convocou credores para mediação, gerando preocupações sobre sua saúde financeira e refletindo os desafios do mercado livre.
O diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, destacou problemas estruturais no mercado livre, como falta de liquidez e incerteza de preços, e defendeu que subsídios setoriais sejam custeados pelo Tesouro.
A CPFL Paulista propôs à ANEEL diferir parte de um reajuste tarifário, alinhada ao plano do governo para limitar aumentos na conta de luz, mas com custos futuros para os consumidores.
Summary:
O episódio do Minuto Mega discute a volatilidade e os desafios no setor de energia elétrica. A comercializadora Traydener iniciou um processo de mediação com credores, sinalizando dificuldades financeiras agravadas por descasamentos entre perfis de venda e geração de energia, o que reflete a instabilidade do mercado livre. Sandoval Feitosa, diretor-geral da ANEEL, criticou a falta de liquidez e a imprevisibilidade de preços, defendendo que subsídios setoriais, que representam cerca de 20% da tarifa, sejam financiados pelo Tesouro para aliviar a conta dos consumidores.
Paralelamente, a CPFL Paulista propôs diferir parte de um reajuste tarifário, limitando o aumento imediato a 8% e postergando o restante, em linha com os esforços do governo para conter tarifas. No entanto, essa medida pode resultar em custos adicionais futuros para os consumidores, mesmo com taxas de juros controladas. O cenário evidencia a necessidade de reformas estruturais no setor elétrico para garantir sustentabilidade e previsibilidade.
FAQs
A Traydener convocou credores para um procedimento de mediação, indicando possíveis dificuldades financeiras, mas a empresa não detalhou o motivo nem o número de partes envolvidas.
Os desafios incluem volatilidade de preços, falta de liquidez para proteção de contratos, incertezas na formação de preços e dificuldades de comercializadoras com descasamentos entre perfis de venda e geração.
Ele afirmou que o mercado apresenta um 'desarranjo estrutural', com problemas como migração para geração distribuída e necessidade de recomposição de lastro por geradores renováveis, exigindo análise mais profunda da agência.
Os subsídios respondem por cerca de 20% da tarifa de energia em 2024, com destaque para geração distribuída e descontos para fontes incentivadas, financiados pela conta de luz em vez do Tesouro.
A CPFL propôs à Aneel diferir até R$ 1,43 bilhão em reajustes, limitando o aumento imediato a 8% e postergando o restante para os próximos anos, com remuneração pela taxa Selic.
É uma proposta de lei que visa vincular incentivos governamentais com impacto na conta de luz a previsões orçamentárias, impedindo que políticas públicas sejam financiadas por aumentos tarifários sem planejamento.
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