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O futuro da aviação pós-pandemia na tecnologia | PodPah #5

68m 8s

O futuro da aviação pós-pandemia na tecnologia | PodPah #5

A transcrição apresenta uma conversa com especialistas em tecnologia da Azul, Daniel e Fabrício, que discutem o futuro da aviação após a pandemia. Eles destacam a importância da transformação digital para restaurar a confiança dos passageiros, reduzindo interações físicas por meio de soluções como check-in digital, etiquetagem de bagagem via QR Code e autoatendimento. A parceria com a OPA é mencionada como crucial no desenvolvimento de aplicativos e sistemas internos, como a plataforma UISA para aeroportos. Além disso, são abordadas iniciativas internas da Azul, como desafios esportivos, que promovem trabalho em equipe e resiliência. A discussão enfatiza como a tecnologia acelera a adaptação do setor aéreo a um cenário pós-pandêmico, focando em segurança, eficiência e experiência do cliente.

Transcription

10480 Words, 58535 Characters

Portuguese
Apenas de todos os passos de vida 152 do Miami, por favor reporte o 847. É isso, por favor, por favor, 152 do Miami, por favor, reporte o 847. Obrigado. Bom, o tempo de morar, esse ele está volando, a gente. Hoje a gente vai falar sobre o assunto muito interessante, assunto muito bacana com especialistas em tecnologia desse ramo. Vamos falar basicamente sobre a viação, de o futuro da viação, o futuro do mercado, depois dessa pandemia que estamos vivendo, dessa crise sanitária, que afeta todos nós. Então, isso é uma situação que todo mundo está comenta. Bom, quando é que eu viagem, foi a minha reunião de negócio fora. É. Quando que eu vou poder voltar? E se conversa bastante, a gente, o pessoal da azul, Daniel Fabrizio está aqui, a gente vive se falando, e eles têm bastante a agregar sobre isso, são bem especialistas no mercado repetindo. Então, vamos em frente. E aí, pode par? Atenção, senhores passajiros, condistindo ao podcast da OPA. [Música] Quero me apresentar, depois eles vão se apresentar também. Eu sou Carlos Abosa, sou da OPA, e sou o diretor de operações, estou com alguns projetos de digita, estou lendo a companhia, e vamos tocar o barco, de um até caio aqui um pouquinho, já ele volta. E eu queria que o Daniel se apresentasse na sequência o Fabrizio se apresentasse, dizendo também o que eles fazem lá na azul. Quanto tempo eles estão no mercado, eu sei que é bastante, a gente tem uma parceria grande aí, até de bons anos, relação cliente fornecedor. Então se apresenta aí o Daniel e Fabrizio, por favor, para a galera conhecer um pouquinho mais de vocês. Quem não conhece? Legal, prazer. Olá a todos. Obrigado aí, pelo convite da OPA, para tanto eu, quando Fabriz participarmos aí com vocês da live sobre esse assunto que a gente gosta bastante, eu sou Daniel Sonego, eu tenho 19 anos de carreira em tecnologia, eu comecei lá em 2001, e agora em 2020, fazendo aí 19 anos na carreira, e eu tive a oportunidade de participar de diversos projetos de tecnologia em companhias aéreas, eu passei pela tanca, passei pela vianca, e agora estou pronto para fazer 2 anos aí de azul. E foi na vianca que a gente acabou se conhecendo aí com a começou a parceria com o OPA, que foi um parcer extremamente estratégico para a gente, naquele momento, que a vianca naquela época não tinha aplicativo, não tinha um app mobile para os clientes, para fazer chequinho, para fazer compra de passagem, era um app grande que a gente tinha no mercado naquela época. O Jemeio Estranho até de falar um negócio desse, mas para a época foi bem relevante, a gente tem conseguido fazer essa parceria com vocês, e foi uma quebra de paradigma na época da vianca, porque a gente não tinha como fazer aquilo na época. A gente fez até um MVP, foi super embrionado, foi uma iniciativa meio design thinking que a gente fez na época lá dentro, e aí chamamos vocês para fazer o aplicativo, e ficou muito bom, e na azul a gente retomou conversas com vocês também, para fazer um outro projeto com a gente, não do aplicativo mobile, mas de uma outra aplicação muito relevante hoje, para a gente lá, que é uma ferramenta que a gente utiliza para aeroportos, começou em aeroportos melhor dizendo, e agora está em diversas outras áreas da empresa, que é a UISA, na integração de serviço de aeroporto, da azul, perdão, começou como aeroporto em muda do Brasil, e essa aplicação é bem interessante, porque ela vai atender essencialmente, a gente vai conseguir pestaar um serviço diferenciada pro cliente, com o atendimento mais personalizado nas cabines, e vai otimizar uma série de processos que os comissários têm que fazer, hoje vai ser todo integrado com o nosso workflow interno da empresa, então, uma parceria muito legal que a gente começou com vocês, e eu sou responsável na azul, por cuidar de todas as soluções de tecnologia para atender o nosso negócio, e eu sou responsável por esta frente de trabalho em technologia, para as áreas de aeroportos e de cargas, então são duas áreas estranhas e tranquilas, ela não me dão trabalho quase nenhum, muito, então, a gente tem bastante demanda, a gente tem uma atuação muito forte com essas duas áreas, com as o cargo, com o time de aeroportos, depois eu posso explicar um pouquinho mais do cenário que a gente estava, mas a gente chegou a 950 volts no começo do ano, mais de 115 destinos aeroportos operados, então, uma operação muito grande no Brasil, fora do Brasil, então isso tudo sobre responsabilidade minha, junto com o Fabrício, e o time mandar um abraço para eles, e junto com o time do Marcelo também, que não está presente aqui com a gente, que é responsável pela parte de cargas, e junto comigo em fatizando relacionado a, obviamente, a parceria com a DTN, que a gente faz dentro da azul. Legal demais, Daniel. Claro! A gente tem uma história, ficou bem claro, tem uma história legal aí, bastante conhecimento da área. Fabrício, faça um pouquinho a seu respeito, como é que você exposi a na listura aí? Vocês têm um desafio, e eu falou, muito grande lá dentro da azul, aeroportos, cargo, enfim, como eu tenho bastante assunto para falar a respeito. Quanto por que tenho vontade de favor, Fabrício? Boa tarde, pessoal, tudo bem? Minha minha Fabrício Mark, eu sou coordenador de TI na azul, trabalho com o Daniel, também no time, trabalhando basicamente com a frente de aeroportos. Eu também passei, estou há 8 anos, só na área de tecnologias bem menos do que os 19 do Daniel, mas desses 8, quase 7 foram na viação, então, eu comecei na viação em 2013, para tiver um curto período na Go, antes de pra azul, e da na azul já estou há um pouco mais de 3 anos, estou desde 2017. O cenário mudou bastante, nesses anos todos, é um mercado que é muito dinâmico, então ele está assim. Você nunca sabe o que que vai acontecer, talvez na semana seguinte, então, imagine, nesse cenário, como a gente não está, se ensinar as normais, ou ensinar as dinâmicos, imagine, agora, na mesma pandemia dessas, mas a gente também, o nosso foco de fato é aeroportos, do meio do meu time, toda a sustentação em projetos, para sistemas que atendem o cliente em aeroporto, e também que fazem o pessoal de aeroportos trabalhar com mais energia, para fazer um atendimento melhor, também no final das contas. Então, tudo relacionado a bagagem, a chaki, em barque, todo o fluxo do cliente, de fato, dentro do aeroporto, é onde a gente atua, para suportar como tecnologia. É bem desafiador de fato, porque você tem, a azul, principalmente, a gente está em grande centro, como São Paulo, Rio de Janeiro, mas a gente também tem cidades, que, em frustrutura, é difícil, então você tem ter feta batinga, até fenômeno, que é um destino comum, mas falando em frustrutura de tecnologia, é ruim, assim, para a gente. Então, a gente tem que lidar com cenários, bem complexos, assim, para poder atender de uma forma unificada, né, a empresa. - Verdade, cara. - Legal. - Fala aí, João. - Beleza, pessoal, boa tarde. Sou um orése junho, sou o founder e se o doutar, atualmente, está numa empreitada da grande, já tem de grandes clientes, né, como azul aqui, está com Daniel e com Fabric, é um prazer muito grande, a gente poder conversar com eles e bater esse papo aqui sobre um tema tão. é interessante, né, cara. E acho que todo mundo está se perguntando, porque a viação é lá. é la México todo mundo, né, que todas as partes de doutourismo, em si, na maioria das vezes, está adiculada da ação, né. E até mesmo, e tem que a gente nem percebe que de importação e cargo, que é algo bem legal, aí que o Daniel vai. e o Fabric, vocês vão comentar para a gente depois, que está bem direcionado algumas entens de transformação digital que eles fizeram. Então, o meu objetivo principal, dentro da opal, hoje, é enxergar como que o PAC consegue atuado uma melhor maneira levando transformação digital, levando tecnologia, levando as melhores práticas de mercado, tanto nacional quanto fora do Brasil, é como que a gente consegue estruturar o PAP para manter um crescimento apoiando os nossos players, né. Hoje ao PAP, está muito posicionada entre as principais empresas dos setores do Brasil, né. Então, dentro aqui da versão, a gente está com a azul, então, a gente está nos principais players e financeiros. ser os principais feios da indústria e a gente está vendo como a gente consegue agregar ainda mais para que esse movimento de tecnologia e transformação digital também atinge a outros setores, principalmente os setores que não estão totalmente digitalizados. Isso não significa que seja de negócios alastrados ou não, porque se a gente for entender que depois o Daniel Fabriz vai explicar um pouquinho para a gente, mesmo a viação civil que são empresas gigantes das maiores players que tem no mercado, a gente tem muitos questões onde a transformação digital pode existir, como a gente se conheceu aqui, foi com a vianca, na vianca na época a vianca Brasil não tinha um et, então ela não estava preparada para uma digitalização, a gente fez a digitalização ali, tanto vocês do lado interno e a gente do lado pro consumidor ali através do app, então a gente teve toda uma preparação interna muito focada nisso, pensando em tecnologia para o usuário final, isso envolve, desde a parte da compra de passagem, de bouquem do passageiro, no provou-o entre muitas outras coisas que vocês sabem muito bem, então é um prazer muito grande poder bater esse papo aqui com vocês, eu acho que existe uma curiosidade muito grande, acho que muita gente me mandou a mensagem perguntando aqui, como que vai ser o tecnologia em síndice, a gente tem ido com umas matérias aí falando sobre unificação de pontos e tudo mais, então cheia esse bate-papo aqui vai ser bem legal e bem interessante, eu quero aprender muito com esse papo aqui, eu tô bem curioso também, eu acho, na minha visão hoje azul, sem sobra de dúvida, uma das melhores empresas de aviação do mundo, sem sobra de dúvida, pela sua estabilidade, a fórmula como o Camo ela cresce, se pegar a história dessa administração dela como todo, é show de bola assim, tipo a gente vê o diferencial perante às outras, né, bom, mas ou menos isso, vamos aí? Legal, show, todos devidamente apresentados e eu já tenho duas perguntas iniciais, uma, se contra aí, um pouquinho, é uma iniciativa da azul que eu achou de bola, é uma iniciativa que eu preciso, eu preciso, mas aí eu vou ter uma iniciativa bem bacana com esportes, não é? Eu vi por exemplo o sonego coacano voando e se podem perceber que ele está bem sequinho aí no vídeo, então falem um pouquinho a respeito disso, depois a gente começa a falar o nosso assunto, posso ver, isso acho muito bacana, é puxado pela empresa alustrucional, não é? Então o desafio azul, ele foi o fabriço, acho que tem mais detalhes, porque ele também participou, mas ele começou com o nosso diretor de tecnologia, o Cleber, promovendo essa questão do desafio do esporte, etc. E o ano passado foi bem interessante porque eu sempre criticava esporte, etc., mas nunca com um foco de uma meta, como um desafio, melhor dizendo, eu faço caratê muitos anos, enfim, outras atividades, mas não como esporte, como o desafio, e isso é o jornal oportunidade da canoa vaiana, que não conhecia, e é muito, muito legal mesmo, é um esporte muito de equipe, etc. Foi muito legal porque a gente fez uma, teve uma interação com pessoas de outras áreas, foi espetacular, a gente remoa 90 quilômetros, a gente tinha uma meta de remar 60, seu nome engano em um dia, 30 no outro dia, foi lá de Bertyoga, até ele abela, remando, aí era e fosse em dois dias, mas a gente conseguiu atingir a meta, é super rápido, e depois a gente pegou e falou "vamos fazer tudo no mesmo dia", e a partir daí eu comecei a remar, meio que por conta participando de algumas equipes, aí junto com outras equipes, a ideia era que esse ano a gente fizesse também uma outra etapa, um outro desafio, isso é diferente, por razões óbvios, é isso, felizmente não, ainda não aconteceu, mas foi bem legal, e o Fabrício também participou do outro bem hardcore, aí, eu. No ano passado a gente fez uma pedal de 500 e poucos quilômetros, do 512, eu não me ganho, nós em nove dias, parecido com o que Fred fez agora recentemente, e fez o quada real, a gente saiu lá de la goa dourada e mina, geralmente foi até paratia de bike, foram aí 20, 26 pessoas da azul, e tecnologia e várias outras áreas também. Que incrível, cara, quantos quilômetros foram? Foram 500, e no final acho que deu 510, 512, por aí, é que é legal, é que estigma aqui na tecnologia só tem energia, que ninguém faz exercício físico, né? Fica dica, tabosa. [Risos] -Vamos me atentar, obrigado. -O jogo é muito gostoso, agora tá gostoso aqui, né? -Eu gosto, nessa quarentena, que é que eu acabei cortando algumas coisas, a gente acaba puxo começando, o começo da quarentena estava empolgado pra caramba, né? Eu saí um pouquinho pra correr, fazendo esses em casa, aceitando o desafio e no seu quê? Agora eu te mamo gente vou confessar que deu uma desistida aí, mas vou começar de novo o 2º da feira, vamos ver, agora com a semplogação toda aí do Daniel. -Vamos lá. -Cê não tivesse ferro de brevão aqui, pra isso, cara. -É, eu falei exatamente da gente, agora o Fabrício, foi eu pede lá, 590 km é, que é outro pra caramba, que legal, cara. -E que é grave bastante, porque por mais que se eu comendo pra caramba. -Acê na canoa, você ainda tem, é uma equipe de fato, né? Mas a bike, por mais que seja individualizado, assim, cada você faz o seu pedal, existe também aquele, aquele estado de quem sai junto, chega junto, que ninguém abandonou outro, então acaba criando uma coesão e bem legal, assim, um espírito de equipe muito maior. -O esporte é muito legal, né, cara, e você conseguir superar os limites, né, algo bem interessante. E quando, no tempo em que eu não tinha em trás, eu corri uma meia maratona, quando não tava treinado, nada, meu ter conseguido completar, a prova foi muito emocionante, assim, nem foi tempo legal, nada, mas assim, eu ter completado, mesmo todo que é brado, joelho, arreventado, foi bem emocionante, você conseguir superar seus limites, né? Eu acho que é o que a gente vive também no dia a dia, entregando projetos, né, que você foi trazer isso, o esporte é legal fazer disso, né? E a nossa vida também, com relação à entrega e os obstáculos que a gente utiliza dentro da tecnologia, pra que os usuários, né, as pessoas, tenham uma possibilidade de melhor e até a gente mesmo, né, usando a tecnologia muito legal, né? -Tiro uma dúvida, tipo, essas integrações que vocês fazem, existe também em alguma plataforma interna social pra isso, assim, dentro da azul? -Não, uma plataforma social, não tem. -Legal, é um processo, né? -Eltou de uma divulgação interna que acontece, né? -Tou de um processo, tudo, mas como uma plataforma ensina. -Legal, legal, é legal. -Tou legal, e eu só fichei esse assunto porque claro, isso tem muito, tem um viés muito forte de equipe, né? -Você juntar as pessoas fora do dia a dia do trabalho, trair seu valor ali pra entregar os projetos, pra cumprir os desafios, cumprir os objetivos da empresa, né? E vocês têm, em nós, como estamos aqui falando e defendendo aqui, tecnologia, claro, nós todos temos uma desafio muito grande no pós-pandemia e a gente está se falando bastante e uma das coisas que eu queria que vocês falassem mais de respeito que vocês citaram pra gente, como é que vocês conseguem lá com tecnologia e negócios trazer a confiança, vocês inclusive citaram essa palavra quando a gente está conversando da respeito, trazer a confiança do cliente no pós-pandemia? Quais ações, que tipo de estratégia, como é que vocês com tecnologia estão contribuindo pra isso? E aí a gente em meio do assunto aqui, a gente consegue falar da nossa parte também, pode falar um pouquinho o Daniel a respeito de como a gente conseguiu que o consumidor volte a ter confiança pra voltar com pra suas passagens aéreas pra voltar a voar nesse mundo ou todo aí. -Não, legal, uma ótima pergunta. Eu, Fabrício e diversas outras pessoas das ua a gente tem participado de bastante web e os eventos online que tem acontecido da IATAC, que é o órgão-seguladores, entre outros de alguns fornecedores grandes da indústria, tem um evento bem interessante também da FTE, que é o Future Travel Experience e é o assunto, que está todo mundo falando tanto pro zero portos, porque isso também é bastante importante pro aeroporto e pra as companhias aéreas. Então, tem diversas medidas que estão sendo tomadas, mas assim como a medida temperatura mais um pouco do bile få do distributantes e reenização de aeronave, muita coisa até já era feita, né, mas é passar a mesma que desapercebido. Então agora ficou um pouco mais evidente até dos procedimentos consiguros são para quando a gente fala de aviação. Então o vídeo bem legal que a gente vai passar no final, que eu acho que vai ficar bem claro isso. Mas assim pensando em tecnologia, eu acho que o grande ponto aí é a tendência, na verdade a gente conseguia acelerar a tecnologia sendo a base para isso, do alto serviço. Ainda existe muito, muito cliente que vai até o balcão, que pega uma fila para fazer chequinho, para disparar a bagagem, por animativos, né, eu acho que o ponto é nem discutir isso. E é engraçado porque a gente viu agora com essa situação toda o adivento do que a Ricôde, né, todo mundo agora conhece, né, tinha pessoas que não conheciam, é, todo mundo quer curtir, né, e agora está todo mundo ver uma live lá do Gustavo Lima e talá o que é Ricôde lá para você fazer sua doação. É, é, é um negócio que para a gente em tecnologia isso é óbvio assim, que já veio isso há anos. Mas é engraçado que para a grande massa, às vezes isso não era claro, né, para para a maioria das pessoas. E quer Ricôde é o identificador porque a gente tem nosso cartão de embarque do app e de nosso aplicativo é disparado melhor, assim, não é porque o trabalho nasou, mas eu tive a oportunidade de já viajar por outras companhias e etc. Ele tem serviços muito específicos, é uma qualidade, uma tecnologia de ponta, depois do favorista até pode complementar, tem um pouco mais interação lá com o time do Chris lá que que trabalha com a gente, lá, responsável também para essa parte do digital lá do azul. Então assim, o alto serviço, ele é o que vai reter a interação do cliente com outras pessoas da aeroporto. É tão simples quanto isso. Então por exemplo, hoje de uma a gente estava em viracops e a gente colocou um produto hoje, por incrível que pareça, vai ter coincidência de uma bancada digital Tântilas, que basicamente se o cliente chegar com cheque de ele feito já pelo aplicativo, já de sonor, quantas bagagens ele vai disparar no aeroporto e só apresentam que é recode e já saísam as etiquetas de bagagens e serem constanhas absolutamente nada. Em segundo, ao passo que antigamente ele tem que pegar lá no topo, no kiosk, mesmo que ele já te peça feito em casa, tinha que ter toda uma interação a estar aqui em minha bagagem e fazer etc. E agora não, ele pega, faz a impressão e o máximo que o tripulante nosso tem que fazer, faz um skin, pesa e manda para a estere. Então a interação é praticamente mínima, vocês vão ver esse processo também no vídeo. E hoje foi o acamento que a gente colocou. Então, ao observar isso, é o que vai mandar agora. Então às vezes a gente fala biometria, tem um monte de outras coisas que a gente pode explorar, é óbvio que sim. Mas vamos explorar primeiro o que é recode? Cara, bem legal, esse ponto que você comentou da bagagem, que é a cemção quebra de paradigmas que aconteciam, principalmente aqui no Brasil, porque a aviação é uma orgulhura muito seguro, muito regulamentável, principalmente aqui no Brasil. Então você tem imitações, claro, até muita questão para você comprovar que a pessoa é ela mesmo, para não ter nenhuma questão de fraude e outras questões que no Brasil é porra, na mesma questão financeira, o que mais tem é um dos mercados mais complexos do mundo aí, com relação a isso, devido à fraude. Mas isso daí, o que você comentou agora, já é um movimento que é uma aceleração que vem da pandemia. Então você já estão implantando um sistema que fora já existe, em alguns aeroportos do Brasil, você consegue, você pesar sua mala, pegar itiqueito e colocar numa estere, não é? No máximo, você tem uma pessoa te ajudando a ir por ali para rodar, mas é interessante ver que para voos dournesticos dentro do Brasil já está tendo essa questão da aceleração. É um ponto que você falou que é bem legal do QR Code, o que vocês estão, se vocês podem falar, mas assim, além do QR Code, ele entra com o bilhete, a gente tem alguma outra interação do QR Code, por exemplo, eu fiz o meu chequinho, eu já bato, ele na bagagem, e eu já consigo fazer o embarque com ele diretamente usando QR Code. Então esse processo como um todo vai ser possível, só usando QR Code. O nosso objetivo é que o cliente literalmente faça o processo de ponta-ponta pelo aplicativo, ponto final. Então, fez a compra, fez o chequinho, recebe as notificações, faz lá a impressão da etiqueta como eu comentei, faz o despacho da bagagem, super rápido, vai lá para o passo pelos procedimentos do aeroporto, vai para o gate, apresenta o cartão de embarque, óbvio, tem que fazer uma autenticação ali com documento e cabou, não precisa pegar a fila, não precisa pegar nada disso. E é por isso que eu estou brincando com a história do QR Code, porque a gente de fato tem que popularizar isso. E por incrível que pareça as vibes não ajudando, porque eu queria muito ir aqui na padaria perto de casa e poder pagar com um mercado pago da vida ou qualquer outra coisa de QR Code, não tem, assim, não é todo lugar que é. E muitos lugares. E é interessante que não. Se você for pensar o movimento que na China existe, é o que é um cinco anos mais ou menos. É, saíram do dinheiro em papel, direto pro QR Code de aplicativo. É isso, é garana, tem que o plástico, né? É, é como é geral. Então, eu acho que é o grande movimento de novo, já existia muita coisa, mas agora é hora de falar, olha, isso tem valor, não é só o valor de "ah, é prático", não é só o valor de pago, é mais seguro. E é que é tudo o auto-service, ela já estava notando grande parte dos trabalhos das companhias aéreas, não só das uas, assim, por bastante tempo, mas a proporção que se tomou depois que estourou a pandemia, isso aí foi decisivo, foi assim, game-changing mesmo para continuar operando, né? As pessoas não querem mais pegar uma fila, não querem mais falar com a gente de aeroportas, não querem mais tocar numa tela de que eu acho que, então, quanto mais a gente conseguir deixar isso fluido e ela conseguir fazer tudo sozinha melhor, né? E aí a ideia é a gente conseguir tentar estimular essas pessoas a aprender em também a passar por isso sozinhas, né? Tem muita gente que é a primeira vez que viagem, né? Tem gente que também. Às vezes tem a pessoa que é até gosta de imprimir o borde em pés, naquipa papel, na mão, por algum tipo de segurança, talvez, mas a gente viu que, de fato, isso foi muito impulsionado, assim, de fato pela pandemia, essa tipo de abordagem, né? É a transformação de tal que a pandemia proporcionou pro mundo, ela é. - Com a minha faim volta também, né? - É, e muita coisa, a gente quer saltar que muita coisa a gente já estava fazendo desde o ano passado, assim, dependente da questão, tinha como prever uma pandemia dessa, e é o que a gente tem falado bastante, acelerou muito. Cês vão ver também no vídeo aí, eu acho que é bem legal, o tapete azul que a gente tá colocando em vários aeroportos, aí é fantástico, assim, foi um trabalho que foi feito lá pelo time de aeroportos, junto com tecnologia, apoiando em uma série de ações, mas é muito legal, é muito interessante, porque a gente está ao distanciamento no momento em que está ocorrendo em barco, faz organização das filas, evita. - Cara, fila de barco, de aeroporto é um negócio engraçado, né, cara? - É. - Dofretão, pessoas que não são filas mais sabem, tá entendi? - Tem todo mundo sabe, além de ficar na fila, né? Porque acho que o brasileiro é só pegar uma fila, acho que ser um ano, é gosto de pegar uma fila. Vai na fila errada, não vê lá que tem a potronia do tipo do momento do embarque, que são ítas que facilita ali a distribuição interna aeronave, né? E vocês identificam que com isso vai ter uma necessidade de uma organização melhor ali, né, no embarque, né? - É isso que o tapete azul faz, o grande, a grande valor do tapete azul é essa organização e que reduziu muito nosso tempo de embarque, porque se não fica colocando muito de gente, porque o problema da fila, na realidade, não é passar pelo gate, né? Faz dar o procedimento, né, um bipisado, com isa, né, que a gente utiliza, né, pra frente, pra fazer o embarque, no no tal, o problema, o problema está com todo mundo, desce e chega na porta do avião. E aí tem um monte de gente parada no corredor colocando vagar e enginar no aula, é colocando mala, etc. Então isso que tem, isso que demora muito, e aí nisso que o tapete azul entra, né? Então, um trabalho feito pelo Rio de Janeiro, no lado de Team Geroportes, que tocou, está tocando isso, pra sendo um embarque. - E aí, isso a gente vai ver no vídeo com detalhes, depois. - Sim. - No vídeo vai mostrar como é que isso funciona, é legal. - Esse vídeo a gente vai passar o final da live, tá bom galera, se estão assistindo ao final, a gente vai avisar, vai passar o vídeo, o vídeo é bem legal mesmo, a gente já viu aqui algumas vezes. E também vai notando as dúvidas de vocês, porque no final a gente vai ter um tempinho aqui pra falar, pra responder uma, uma, duas, três dúvidas, sobretudo o assunto. E veja só, vocês estão citando aqui sobre soluções de negócio, mas soluções de negócio que elas não existem sem tecnologia, né? É batido falar aqui. tecnologia hoje basicamente direciona nos empresas, mas é batido, mas é ser ver que sai em todo o tipo de discussão e falando um pouquinho até tecnicamente para a gente voltar depois em outrasções de negócio. Como é que a azul está estruturada tecnicamente? A gente já tem algumas coisas feito com vocês, a gente sabe essa resposta. Eu vi de vocês ali na área de TI, arquitetura da informação, serviços, micro serviços, mobilidade, app, esportais, responsabilidade nessa linha de atender a todos, todos os clientes, aqueles costumados, aqueles estão menos acostumados. Como vocês conduzem lá a área de tecnologia junto com o time de vocês? Legal. Eu deixei uma pena interessante. Vou deixar para o Fabriz colocar mais os pontos mais técnicos, que ele está bastante engajado com os produtos que ele está tocando, mas um ponto que vem até antes em relação à arquitetura, os frameworks, etc. Que o nosso time de TI hoje, eu tenho tranquilidade de dizer que ele é uma fortaleza. É um time extremamente unido, a gente tem time de arquitetura, time de infraestrutura, time de segurança da informação, outras gerências de solução de negócios, time de governança, time de monitoração 24 por 7, olhando cada sistema, tudo como é que está funcionando, se teve algum problema. Todos os nossos sistemas cor estão sucedidos, todos monitorados para a gente ter uma atuação rápida. Então é uma equipe espetacular que tem feito um trabalho exemplar, aí não é a toa que azul 10 anos no mercado, chegou aonde está, muito por conta do trabalho de tecnologia que foi feito por este time todo. De fato tem toda uma sinergia com essas equipe espotadas e vou deixar para o fabricado explicar um pouco mais tecnicamente as principais estruturas que a gente tem como é que funciona. É assim, vamos ver. Desculpa, só fazer um adendo aqui, fazer um parado engraçado, para quem gosta de tirar foto do céu e salpão, quando chegar esse senhoráneo, e para gravar, para que não precisa sair da live, não dá pra ver tudo. Falando de céu, estamos aqui falando de aviação, vamos dar vala pra abrir. Essa é de brigadeira. Então, a gente falando na TI como um todo, há uns 3 anos para cá, o time de arquiteturo começou a fazer de fato uma transformação na TI. Nós temos muitos sistemas que controlam de fato a operação. Você tem um sistema muito cor para controlar tudo de passageiros. Você tem um outro sistema que também é muito cor para controlar a movimentação de aeronaves. Então, para a gente conseguir alimentar esses caras de forma dinâmica, também receber informações deles para as diversas aplicações que a gente tem, a gente chegou num ponto onde estava tendo um pouco mais tecnicamente, a rebenitando muito de web service, fazendo muita requisição, indo muito em banco, e a gente começou a sentir que isso estava começando a pesar a infra, começar a pesar de fato a complexidade. Se já começou a sair um pouco do aceitarva até para a performance, se as vezes. Você começa a perder o pouco de controle do que que integra com o quê, porque tem muita coisa pingurada. E aí, o time de arquitetura trouxe uma nova abordagem, onde a gente olha isso. A gente começou a migrar muita coisa para o Maclaw, e começou a trabalhar com o conceito de miders. Então, a gente já há uns 3 anos tentando transformar essa nossa arquitetura numa coisa orientada a eventos. Então, em vez de a gente ficar lá consumindo um banco, em vez de a gente ficar lá consumindo web services, a gente está recebendo essas coisas pro ativamente em diversos sistemas, porque assim, quem vê o mercado, quem acompanha a história da viação, você vê que os sistemas são muito legais. É praticamente olhar para um banco, se você olhar para um banco, você vê muito sistema em cobol ainda, muita coisa. É antigo, mas é seguro, então é acabo usando. Então, você vê ainda assim a viação toda. Oi. Você vê a viação. Então, existe uma diferença entre azul para passageiro dos vols domésticos para azul cargo de extremicamente, existe essa diferença. É assim, obviamente a operação, o controle de movimentação de aeronaves é o mesmo, porque a aeronave que leva carga também leva passageiros, algumas exceções, mas, mais sim, os sistemas são bem segregados quanto a isso. Mas assim, a gente para conseguir inovar, de fato, no mercado desses, a gente tem que estar sempre pensando em formas de usar esses sistemas, esses sistemas corp, que a gente tem da melhor forma de desenvolver aplicações em cima deles, porque como são aplicações muito, são produtos, feitos para uma escala mundial, normalmente. Você não consegue inovar tanto dependendo, únicamente, deles. Você é um produto que vai atender, caro. 90% das companhias eram do mundo. Então, você não pode esperar um roadmap pensando na inovação para o seu negócio. Então, a gente está sempre indo atrás e desenvolvendo coisas em cima disso. Então, a gente começou a orientar essa arquitetura para eventos, a gente começou a receber, a gente recentemente, desde início do ano, na verdade, a gente já vem fazendo um piloto, mas agora, na semana passada, a gente abriu para todos os clientes do aplicativo também receber informações de treque de bagagem, no aplicativo. Então, você despaixou a sua bagagem, quando a sua bagagem foi carregada na aeronave, quando ela foi restituída numa estere para você receber de volta, e eu que imaginando se não fosse com o evento, como é que a gente ia fazer para receber essa informação de forma rápida, e colocar o aplicativo do car em dois tempos. O que a bater minha API, né? O tempo também. Então, pra gente, foi crucial esse tipo de abordagem, pra gente conseguir também oferecer um serviço desse nível para um cliente. Cara, é que é legal, isso daí, então a pessoa vai conseguir rastriar desde o aeroporto que ela está, até se ela tiver, por exemplo, duas escalas, ela vai conseguir identificar que ela que é a bagagem dela, ela está naquele aeroporto mesmo quando ela chegou para ela desembarco, ela ficou bem legal. Amei, a gente tem. Sim, sim. Também se extraviagem, a gente vai ficar sabendo a hora também, né? É, é, é. Esse foi um grande ponto de discussão, inclusive, que se a sessor mensagem demora para chegar na aplicativo do cliente, como é que o cara vai saber se ela embarcou mesmo ou não, seja, vai acostumado com aquele tipo de dinâmica, né? Sim. Mas sim, a gente trave, ele recebe todas as vezes que a mala é carregada no avião, então, se você tem duas conexões, você vai receber duas de carregamento. É, é. Muito bom, cara, entendi. Então, perfeito. Pode falar, pode falar, João? Não, entendi, então assim, pra, pra quem está, está ouvindo aí, está curioso pra saber essa questão da rastriabilidade da bagagem, vocês vão enviar o evento, não seja, né? Tipo, a sua mala deu entrada aqui e do Porto X. Quando ela desembarcar no aeroporto Y, ela vai receber uma mensagem também e aí com isso ela já tem a, a confirmação sabagagem dela chegou, não, né? Isso. É bem legal. Aí não tem aquela, o atli momento de ansiedade na estere aí, né? Apenção, né? Bem, o anão, né? Desmora um pouquinho. Legal, cara, boa. Muito legal, cara. Para bem, isso aí, por isso, acho que isso deve ajudar muita gente, a maioria das pessoas tem essa dor, né? Acho que a viação tem essa dor, uma como a geral, né? Aqui são da bagagem, sim. Sim, vamos falar um pouquinho da respeito de cargas. É um, é um negócio também realizado pela azul. E assim, viagens, elas até pararam de acontecer. Boa, muita redução por conta da pandemia. Agora, cargas devem ter continuado, não? Como é que ficou esse movimento a respeito de cargas? E o que vocês vêm para cargas também, que tipo de ação, vocês estão vendo no pós-planemia? É, cargas é um assunto super interessante. Eu tinha trabalhado na época da vianca um pouco com o sistema de cargas, mas dentro da azul que eu realmente mergulei no assunto. A gente teve uma intuantação de projeto bem grande aí no começo do ano. E cargas é interessante pelo seguinte, é um negócio dentro da azul que vem crescendo, imagens assim, altíssimas todo ano. E, se ela pude se mil ia embora com a pandemia, né? Porque teve que cortar de 950, quase mil voos por dia para 70 em seu nome ganho, quase 70 voos em abril, depois abriu para 100 e poucos voos lá para maio e tá abrindo, né? Como é que a gente vai fazer? E é interessante porque assim, cargas lá no nosso negócio a gente tem um modelo com franquias, né? Então, um modelo com mais de 200 lojas. E o nosso maior emissor, nosso maior canal emissor é o B2B. Quando o passado da gente estabeleceu uma parceria com o mercado livre. O mercado livre tem um modelo muito carga, entre outros clientes. Então, apesar de toda essa redução, que é o que você falou, de poxa, mas que é o número de voos, quando o dinheiro é carga, aumentou muito por conta dessa questão do delivery, etc. E um grande diferencial das o cargo é que ela não só faz uso do do que a gente fala na viação da barriga da aeronave. Tem toda um processo de otimização para transportar carga entre os aeroportos, entre os tecas, que são os terminais de carga, mas ele faz o serviço do Dorte do Or, que é pegar do bombo, a literalmente ir à casa, ou do armazém, etc., e levar até o destino final, até a porta do cliente no final. E o bicho bicho, sendo o canal do meio, com transações e DI, que a gente tem. 80% das nossas ilhas. Você consegue mandar uma pacote, uma encomenda da tua casa, até para marar os. É isso aí. E agora, peço o serviço. O peço seguinte, com a malha da forma que nós temos, a gente atende praticamente o Brasil inteiro. É um diferencial muito grande que as cargos têm, dessa capacidade de entregar a carga praticamente em qualquer lugar. Então. E a Zua, ela tá isso superada para entender também, o bicho C ou LIA mais bicho b? Hoje o forte dela, obviamente, está no bicho b, com grandes clientes, mas também a gente também atende do bicho C normalmente. Por isso, a questão também, do volume todo de franquias que a gente tem. Então, fechando um pouco da resposta, exáida e toda a redução, teve ainda crescimento de cargos, e hoje tá sendo uma receita fundamental para o Brasil, principalmente nesse momento. Então, é um trabalho espectacular que o time de cargos está fazendo, a gente em tecnologia dando todo o apoio, desde o comercial, pressificação no momento desses, toda a parte de operação logística, todos os indicadores, o monitoramento todo, tudo isso onde tem que apoiar tanto em toda essa par de internação detrônica, quando toda a parte da emissão, com se faz, com aplicativo para o motorista, ela dá para fazer entrega, tudo isso tecnologia apoiando a Zucargo nesse crescimento. Demalde, o show. De que vocês estão vendo e conhecem da história do mercado de aviação, esse é o BackMiseFort, esse é o BackMiseFort, que tomamos no mundo. Afeitou, realmente veio para a Valleia, afeitou muito forte, né? É porque assim, tem crises que são pontuais, por exemplo, que acontecer com a vianca ou ano passado, foi uma crise dentro da vianca por uma série de fatores, entre outras empresas que já passaram, por essa tipo de situação. Essa muda um pouco a figura, muda um pouco o cenário, porque é global. Então, eu tenho amigos que trabalham na KLM, entre outros, entre outras companhias aéreas, e o problema é o mesmo. E a gente está falando da Holanda, da França, da Europa, que também passou o COVID, ainda tem tido impacto ainda, está bem complicado, principalmente por conta da retomada. A gente nos nossos negócios, a gente busca sempre estar fazendo um planejamento de médio, longo prazo, claro, curto prazo também, mas traçar objetivos, né? E como é que você faz isso no momento desse? Porque a retomada não depende só de você, depende só de você ter caixa, de você fazer investimento, etc. E a retomada, de verdade, quando é que ela vai acontecer? Não é um espotinho, ninguém tem, porque base o ex-diretor da vianca, tive a oportunidade de fazer uma espécie de metodil, com ele, ele me ajudou muito na época. Ele me falou, "Denio, economia está 100% ligada à confiança". Então é isso que a gente está vendo agora? Cara, confiança, é isso. Acho que é o que vão mentar muito, até pra interno, é seguro viagem, né? Vivido a isso, né? É, muito provavelmente. A confiança. É uma tomada de decisão aí, obrigatória. Eu vou embarcar pra ficar a xias, então o lugar, o cara tem que fazer alguma coisa assim. Pode ser, é um assunto bem complexo de pensar, até porque aí tem os efeitos do Home Office, que impacta diretamente nosso consumidor, nosso cliente executivo. Então assim, é bem complexo o assunto, né? E que impactou a indústria do turismo como um todo. Companhias aéreis também. Oteis, todo mundo foi impactada. Então é um assunto bem complicado. Tem alguma delicções que você citaram aí, que fica aqui, né, para todo mundo que está assistindo a live, e que a gente já viu, e os jogos estamos fazendo algumas dessas, a gente já viu outras pessoas falarem também, que é de verificar o teu negócio, né? Então vocês têm um cargo, por exemplo, que a receita está sendo crucial pra vocês, né? E o apoio com a tecnologia, eu tenho certeza que vocês já viam antes disso, como vocês disseram, há um ano, já há alguns anos arquitetura pensando no teatro, enfim, até como estruturar a tecnologia da maneira mais adequada, você já vinha algum tempo se preparando, né? Claro que não dá pra divinar um momento desse, mas você já estava num caminho de digitalização muito forte. E o quanto isso fez com que vocês estejam passos afrentes de concorrência, ou do que o próprio cliente de vocês imaginava, eu acho que muito, né? Porque vocês já estão com a arquitetura, já estão com vocês conseguem estar já na largada, no meio desse caos passos afrentes. Não, sem dúvida. Acho que prova disso foi hoje a nossa visita em viracopos pra colocar bancada digital. A gente já estava colocando isso já meses atrás na fabricia. A gente já tinha colocado a bancada de uma outra forma, né, a gente estava fazendo já a leitura do que a recôida mais aí colocando vários botões de NX, NX, pra ele ter mineral processo. Hoje a gente arrancou todos os botões e deixou um negócio fluido, um temporizador, direitinho pra passar as páginas. E a gente já vinha trabalhando nessa transformação na azul, tentando dar alternativas pro aeroporto a ter em deus clientes fora do balcão. E isso acabou, a pandemia nesse ponto, ela acabou estimulando, né? O uso dessas outras alternativas. Então a gente tem aplicativos do mobile pra fazer em bike, de passageiros, cheque indipassageiros, sempre precisa estar num balcão de fato. O próprio track de bagagens a gente também desenvolveu a parte de toda a leitura de bagagens e vários pontos de aeroporto. Assim voucher de aeroporto, né, esses vouchers de alimentação, normalmente que a gente só entrega nos problemas. Hoje a gente também nem perimimae, o cara pode chegar num restaurante no aeroporto, só mostrar o borde em pes dele, que o restaurante também já tem uma integração com a gente e consegue atender você, treinam o peloamento, só com o cartão de barco. Então assim, a gente já vinha no movimento desse, e assim, nesse que asitas pandemia até ajudou em pulsionar esse tipo de solução internamente, né? Tem um ponto interessante também pensando aqui em tecnologia, também voltada pro usuário, que eu li algumas, em alguns veículos de divulgação, que é a manificação da questão do ponto de fidelidade. Ou seja, se a gente enlar o amigo, né, o azul, como que você faz essa parte pra unir depois com um agosto, com o alataco? Isso daí já é o que já está sendo trabalhado, como que está sendo essa parte pra depois o passageiro aqui, pode emitir um bilhete da azul, ou emitir um bilhete da concorrência e usar os pontos de vocês. Na realidade, não é bem assim. O que acontece é, teve uma divulgação nessa semana, do acordo de coach-er com a alatã, inicialmente em 50 volts, e além disso também é a questão da pontuação entre as duas companhias, com todas as companhias, com as duas companhias que fizeram parceria. E só pra ver de forma bem resumida, bem, até, eu acho, bem didática, esse conceito de pontuação, basicamente, você tem parcerias não aéreas, que são os clubes, etc., dentro da companhia éres, tem as parcerias não aéreas, em que você transforma os pontos em créditos, pra com seus parcerios, e você tem as parcerias aéreas, que, no caso, vai ser mais uma que a gente vai colocar, que, na verdade, não tenho certeza de que a gente tem outras parcerias, mas no caso, com o alatã, é muito parecido com o que a gente fez na época, por exemplo, da vianca, na entrada da estara lá, eu acho que é o último acompanhamento da área que entrou na estara lá, e se nessa época estava na vianca. Mas essencialmente, a gente garantir que seja possível fazer consulta de pontos, então, quando eu colocar uma compraende de um bilhete, pra eu saber se eu consigo pagar aquele bilhete com pontos, as duas companhias aéreas têm que conseguir falar uma com a outra, pra saber quanto quer aqui de pontuação aquele cliente, aquele cliente dele. Depois, pra fazer o acúmulo, então ele voou comigo com azul, com um fidelidade da do Lampés. Então, eu tenho que mandar a pressionoupa, a cumula é do telado, porque ele acabou de fazer um voo aqui. Então, essa questão do acúmulo do resgate, são os cenários de negócios que existem pra as parcerias, a gente vai ter que fazer a integração, assim como o coit-carto também. Então, para os dois casos, eu não sei ser muito claro pra vocês o que significa esse coit-carto, como negócio de companhia, você sabe, como é que funciona ou não? É um idea superficial, mas acho que vale você dar uma explicada. O coit-carto, ele na verdade chama compartilhamento de código, porque você acaba misturando os três fungios. que as companhias operam. Então você acaba, por exemplo, nós temos lá um code check com a que o Aionite nos Estados Unidos. Então você consegue fazer um trecho de azul internando Brasil, você consegue fazer um porto alegre, guarulhos de azul e pegar um guarulhos de FK com a Aionite que é um trecho que a gente não opera. Então isso, tudo numa única passagem, um único localizador usando o mesmo bilhete. Então é esse o conceito do code check. Você acaba juntando algumas partes da sua malha com a malha da outra companhia e fazendo rotas diferentes. Você consegue vender esse tipo de junção de rotas por clientes. Muito legal. E aí a ideia com isso é proporcionar também um vôos domésticos com essas integrações de descalco. É, quando você está no mercado doméstico, a gente já via, por exemplo, o bagulho já tinha com a passarei do botcher. Então você é uma prática até comum no mercado. Muito comum. É principalmente quando você, por exemplo, viaja para outros países e para você ser mais atrativo, você faz parcerias com companhias aires locais, para você fazer com seu passageiro pós-avuado.atl, até o beque está mais distante que você não consegue operar. Você faz essa parceria para poder ficar uma experiência mais fácil para o procliente poder consumir o produto. Então fica atrativo para os dois lados, para as companhias aires que conseguem eu chertar e fato esses vôos através das outras companhias aires e para o passageiro pro cliente também que consegue num bilhete só consegue fazer as duas compras. O legal caralho animal, deu para entender assim. A gente está abrindo agora para quem todo mundo está assistindo. O mando é isso, as perguntas estão bom, a gente vai ser algumas aqui, estamos indo para a reta final da nossa live, o pop é bom, dá para ficar muito tempo aqui, é muito assunto mesmo. Então manda aí essas duas, só lembrar que é a produção seleciona aqui algumas para a gente. A gente já chegou, uma dúvida muito boa aqui, da Giovana, se eu não estou enganado, para falar um pouquinho a respeito de internet na aeronave. Então esse é um assunto também que é em mesa de bar, todo mundo fala a respeito de esport, queria acessar minha sede social, queria enfim, como vocês vem isso e já colocando vocês com o traparê DJ, como é que estamos com relação a isso? O Wi-Fi é uma tecnologia, no caso para a pré-zaronaves, que já tenha bastante tempo na realidade. O ponto todo é como é que você consegue garantir a cobertura do sinal nas regiões. Então tem uma questão do satélite, tem vários parceiros, não existe um parceiro só que proveste tipo de serviço. E o que muda principalmente é o modelo de como você vai disponibilizar o sinal dentro da aeronave, então você pode disponibilizar inicialmente para os tripulantes, para eles poder ter informação conectada direto com o pessoal do solo, para integrar sistemas, etc. Você pode fazer isso, você tem um outro modelo que é liberar para redes sociais, você tem outro que é disponibilizar para conteúdo, para intereterimento a bordo. Então assim, no final das contas, é um recurso que já existe há bastante tempo, a questão toda é parceiros para a gente poder colocar a tecnologia nas aeronaves, porque também na sua pegar a espetal mantena e saivou anda, tem todo um processo de homologação extremamente complexo, que também não conheço em detalhes, mas a grosso modo é assim que funciona a tecnologia do projeto para os aviões. E sim, existe um projeto dentro da azul para andar com isso e vamos ver como fica também obviamente depois da questão da pandemia, como é que vai ficar o planejamento disso, mas já era um ponto que a gente já estava olhando. Estava bem ligado também com a renovação da frota, a gente estava recebendo vários em Brauer's Novos, eles já estavam vindo de fábrica com isso instalado, a gente teve que dar uma parada agora, então a gente não sabe muito bem como vai ficar. E até que a tecnologia já existe, é muito mais agora identificar o investimento necessário para ver isso dentro, para os exercícios, para os investimentos, está sendo uma palavra bem bem diferencial. Como você é porque a marinha desse vizinho vai te pular? É assim, o propósito da Marinero, e isso o propósito da Gero, é. Para fazer internet mesmo, não wifi, wifi é como o Daniel comentou, wifi pode estar ali com o serviço de bordo para você se unir, alguma coisa assim, mas a internet para você usar ali um WhatsApp, para você mandar um e-mail. E assim, isso é assim. E lá, se você quiser que se exibinte, ele já tem um schema de wifi interno, de uma rede local, onde você vê conteúdo vestrim em um aplicativo também do azul play. Mas de fato para você, para o internet a bordo, é muito difícil você provar um serviço desse repassar uma parte do cústrio para o passageiro, porque acaba sendo muito caro para companhia também. Infelizmente, é um negócio ingrato, são custos em dólar, o dólar está barato agora, então a gente está adonado de braçado, porque está muito fácil. Mas custo em dólar, margens muito pequenas para os companhias, qualquer soluço que dá no dólar atrapalha grande parte do planejamento financeiro de uma companhia aérea. Um, esse tipo de serviço é um serviço bem legal, que ajuda a ir inclusive com o nosso isacru, Carlos, Fabosa, Enda Zaraná. Mas a gente acaba, assim, sobre planejamento de futuro, a gente também não sabe muito bem como vai ficar a principal de prazoa. A gente não tem muita forma. E os parceiros que eu comentei, João, são justamente esses. O Wi-Fi é o que você falou, os parceiros são justamente os que fornecem o sinal de internet para que você possa usar, de fato, internet, dentro da aeronave, né, para o cliente. Então esses parceiros aqui que a gente tem que apagar, tem um nosso tentador do procedimento que a gente fazia. Vamos para a próxima etapa. Qual que você tem aí? A respeito de torre de controle remoto é assim, Fernando Achinaga. Então, aí depende da questão de torre de controle, né? Esse caso, por conta da pandemia, o nosso ECOL fica mais baruery junto com os outros notários administrativos. E fechou. O prédio não podia, por conta da questão da pandemia. E muito rapidamente, junto também com o time de infraestrutura que, desde ano passado, já estava colocando ferramentas para de trabalho colaborativo, a gente usa Microsoft Teams, e isso viabilizou comunicação e lan e uma série de coisas, inclusive o CIO pode também trabalhar remoto. Então toda comunicação é feita, utilizando os recursos que, tem já tinha colocado já, também, desde ano passado, então a gente conseguiu antecipar, né? Foi mais uma das ações que tem e conseguiu antecipar. E por conta disso, o pessoal que faz de spartivô, os controles, etc., também conseguiu trabalhar remoto. Foi uma ação bem interessante que a gente conseguiu fazer dentro da questão do controle de operações que tradicionalmente, acaba sala com milhares de painéis, né? Basta bastante gente falando dos rosto tempo inteiro e realmente assim, né? Tem óbvio a tecnologia ajudando, mas tradicionalmente ela tem um pouco desse modelo. E está todo. Eu não sei como está exatamente agora, mas por conta da pandemia, ele teve, o fogo e da atualmente trabalhando remoto. Assim como o Home Office que a gente está fazendo, já tem três meses. Muito legal. Legal. Temos mais uma pergunta aqui e a última selecionada, Felipe Fernandes, quais vão ser os legados positivos que a pandemia vai deixar nas companhias aéreas? E aí, dá pra gente se correr sobre isso? Da pergunta ótima. Eu acho que a gente sempre falou do. Eu tive uma oportunidade passar pelo mercado do Varejo também, né? Que era a questão do Dominic Hane, etc., cliente em primeiro lugar. Agora, de verdade, é o cliente primeiro lugar. De verdade, agora, o cliente primeiro lugar. Porque é o que eu falei da confiança, etc., mas agora é a saúde dele que está em primeiro lugar. Por mais que já estivesse a segurança de voo, etc., e quando você de fato coloca ele em primeiro lugar, opa bancada touchless. Opa, track de bagares. Comtingência. Vamos colocar digital. Outro serviço. Está pensando em quem? É o cliente. Então, de verdade, agora acho que para mim, pelo menos, a minha opinião, eu acho que a gente nesse caso está vendo o cliente de verdade em primeiro lugar. É o principal legado que eu, que eu, pelo menos. O cliente realmente no centro, né? A tensão de verdade. De verdade. Deixe-me dar parte de soluções, né, para você facilitar, tanto também pensando na parte da saúde, né? Então, nunca ouvi um movimento que você tivesse que vincular tão fortemente essas duas questões, né? Você atender ali com um mobile first, com um mitanho, com um ligado também a necessidade de você ter o mínimo contato, a exposição, ou você não ter uma possibilidade de transmissão de um vírus, de uma bactéria, né? Obviamente que o outro serviço que eu quem tivinha falando, ele vai ajudar muitas companhias aéreas, no nosso caso que azul, na redução de custos. Só óbvio, né? É muita tecnologia que a gente tá colocando, o cliente, indo praticamente direto pro embarque. É. Mas de verdade, é o maior beneficiado disso, é o cliente que tá tendo a experiência 100% digital, e fazendo o que ele conseguia fazer antes de uma forma mais rápida, mais segura do que já era. Então, não é o Customer Centricity Marketing. É o mente na prática. E assim, hoje em dia, é uma percepção do cliente. Vai ser uma percepção do cliente essa retomada, quanto a empresa. Isso vale para todos os projetos que a gente faz também na Europa. A gente trabalha muito com digitalização de vários negócios, não só, em companhias aéreas, em financeiros, seguros, em varejo, e todos os projetos já têm um quê? Já têm um quê? Para passar a segurança da saúde para o cliente. Então, esse vai ser um valor muito percebido pelo cliente da Kindient. O quê que essa companhia valoriza? Como a companhia valoriza a minha saúde, né? Afinal, infelizmente, morrem muitas pessoas e já morreram muitas pessoas. Ó, já tá moindo por encerramento. Queria agradecer vocês. Foi 10, o papo foi show. Todo mundo participou, todo mundo contribuiu. Siga um a gente lá nas redes sociais, da OPA, e eu quero as considerações finais de vocês, começando aí pelo Daniel Fabrício, depois do João. E após isso, a gente vai para o vídeo, que é um vídeo super legal da azul. Fiquem aí para acompanhar, tá bom? É um vídeo muito interessante, um vídeo muito bem feito. Vai falar sobre vários pontos, vídeo trata sobre vários pontos que a gente falou aqui nessa live. Então, obrigado, Daniel. Valeu, cara. A tua participação aí foi show. Eu que agradeço, obrigado aí, mais uma vez, pelo convite. Vamos trazer o mesmo ter trocado essas ideias com vocês. A gente espera aí que agora esse segundo semestre, a gente consiga de verdade, começar uma retomada. Agora, em julho, a gente vai começar a liberar mais vols. Vai depender muito da resposta do mercado. Então, o nosso presidente tem falado bastante isso, tá sendo controlado. Millimetricamente, a liberação dos vols, e conforme isso foi o mercado, foi respondendo. Tem toda uma projeção para esse semestre que está começando. Mandar um abraço para os nossos times, que estão na. Que estão homófseis agora, né? Eu já falei que estão lá em Azulvíl, mas que estão em homófseis. Sem eles, a gente não conseguiria estar colocando azul no Pata Marca, ela está, que ela chegou no começo do ano. E que a gente com certeza vai conseguir resgatar isso aí para o. nesse futuro breve. Legal, valeu, Fabriço. Obrigado, cara. Valeu, tabosa, valeu, João. Obrigada, cara, de fato, se tivesse umas 8 horas, a gente falava aqui tranquilamente, porque tem bastante assunto, né? A gente espera que de fato as coisas voltem ao normal, né? Ao novo normal, como dizem agora, né? O mais cedo possível. E assim, do nosso lado, a gente tem muita novidade, muita coisa bacana para fazer nos próximos meses. Acho que tem ainda, mesmo com pandemia, mesmo com toda essa situação, acho que tem muitos passos para melhorar muita coisa ainda de atendimento ao cliente. E para. tem muita coisa para ser explorada, muita coisa para o cliente se perceber com uma. Uma. uma peça diferente, assim, no jogo, né? Porque a gente. como a gente falou, de todas essas mudanças de processo que a pandemia atrou, se elas são benéficas também, para a gente, talvez para o cliente também. E acho que a gente tem bastante a contribuir com isso no futuro. Choro de bola, valeu, João. Valeu, pessoal. Obrigada a todo mundo aqui, que. que perdem um pouquinho do tempo aí, né? Ou, né? Assistindo a gente. Agradecer o Daniel e o Fabrício por participar aqui com a gente, bater esse papo, explicar um pouquinho mais desse meio da viação. E como a tecnologia está atrelado a isso, né? O que a gente pode ver nisso é uma forte. uma força muito grande da azul pensando na saúde mesmo dos seus passageiros e seus clientes. E ao mesmo tempo, como ela estava fazendo para acelerar essa forma de tecnologia, né? Então a gente vê que realmente não tem como ficar sem tecnologia. E a azul ela realmente está partindo desse ponto e novando implementando situações igual a vocês comentarem que estavam ontem virar copos fazendo isso. E é muito legal a gente estar participando com vocês desse processo. O pai é uma empresa que vive tecnologia, respira tecnologia e é muito gratificante ver que a empresa. A pusetor da viação também está evoluída esse ponto. Então acredito que tirando toda a parte negativa, né? Que essa pandemia nos trouxe e tudo mais. A gente vê essa questão da aceleração como algo bem revolucionário, bem transformador. E. ponto curioso para ver o vídeo, eu não vi não. - Olá. - É aí. O vídeo é bem bacana. Obrigado a todos que participaram, obrigado a quem assistiu. É isso. Vai estar live legal, hein? Essa foi uma live que a gente transformou em um episódio do Pô de Par. E conteúdo muito bacana, os participantes todos engajados foi realmente muito bacana fazer. E. como é que encontra o FESA LIVE lá no canal da Opa, certo? Do YouTube? É isso mesmo. Foi muito legal a gente participou aqui no Backstage. Eu fiquei vendo os comentários. Foi uma interação muito bacana, umas perguntas ótimas também. Se você quiser acompanhar a live pelo YouTube, direto pelo YouTube, conseguiu ver o vídeo que a gente comenta aí no final. É só procurar o iPad lá no YouTube que você vai achar, tá disponível lá. É verdade. O vídeo é um institucional da própria azul que é cliente nosso e vocês podem ver o vídeo inteiro lá pela live, que a gente preferiu focar como é só o som no episódio no Backstage, por completo. E dando sequência aqui, rumo a finalização, adorei ter você ouvindo. Qualquer crítica é sugestão, sugestão de novas lives também, que possam virar depois de episódio, só mandar para "[email protected]" e as nossas redes sociais e etc. Isso aí, as nossas redes sociais. Você já deve conhecer se vocês estão com a gente ainda nesse episódio, né, tá? Mas é vale sempre a pena falar. O Instagram é o "Pite Digital", o Facebook e o LinkedIn é o "Pite". E se você quiser mandar o seu currículo também sobre o estágo, o orçamento é só acessar nosso site. O "Pap.com.br" que tem uma equipe te esperando para atender, tá? Boa, fé. Encerrando por aqui, tchau, tchau a todos, tchau, fé, obrigado. Beijo, tchau, tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Discussão sobre o futuro da aviação e do mercado aéreo pós-pandemia, com foco em tecnologia e transformação digital.
  2. Apresentação de especialistas da Azul, destacando parcerias e projetos tecnológicos, como aplicativos móveis e sistemas para aeroportos.
  3. Ênfase na importância do autoatendimento e de soluções digitais (como QR Codes) para reduzir interações físicas e aumentar a confiança dos passageiros.
  4. Menção a iniciativas internas da Azul, como desafios esportivos, para promover trabalho em equipe e superação.

Summary:

A transcrição apresenta uma conversa com especialistas em tecnologia da Azul, Daniel e Fabrício, que discutem o futuro da aviação após a pandemia. Eles destacam a importância da transformação digital para restaurar a confiança dos passageiros, reduzindo interações físicas por meio de soluções como check-in digital, etiquetagem de bagagem via QR Code e autoatendimento. A parceria com a OPA é mencionada como crucial no desenvolvimento de aplicativos e sistemas internos, como a plataforma UISA para aeroportos.

Além disso, são abordadas iniciativas internas da Azul, como desafios esportivos, que promovem trabalho em equipe e resiliência. A discussão enfatiza como a tecnologia acelera a adaptação do setor aéreo a um cenário pós-pandêmico, focando em segurança, eficiência e experiência do cliente.

FAQs

A Azul está focando em autoatendimento e minimização de contato físico, como o uso de QR Codes para check-in e despacho de bagagens em balcões digitais. Isso reduz a interação direta e acelera os processos no aeroporto.

A equipe é responsável pelas soluções de tecnologia para as áreas de aeroportos e cargas. Eles trabalham em sistemas que atendem clientes em aeroportos e otimizam processos operacionais para uma experiência mais eficiente.

A UISA é uma ferramenta de integração de serviços de aeroporto da Azul. Ela permite um atendimento mais personalizado nas cabines e otimiza diversos processos dos comissários, integrando-se ao workflow interno da empresa.

A parceria começou na época da Vianca, quando a OPA desenvolveu o primeiro aplicativo móvel para a empresa. Na Azul, a colaboração continuou com projetos como a UISA, focada em melhorar a experiência em aeroportos.

Eles lidam com cenários complexos em cidades com infraestrutura tecnológica deficiente. O objetivo é oferecer um serviço unificado e de qualidade, mesmo em locais com conectividade ou recursos limitados.

A transformação digital visa modernizar processos, como a digitalização do check-in e despacho de bagagens, para aumentar a eficiência e a segurança. Isso é crucial para setores tradicionalmente menos digitalizados, como a aviação.

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