O destino do STF (Supremo Tribunal Federal) está diretamente atrelado ao resultado da eleição presidencial deste ano. Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer, fará três indicações e consolidará por décadas uma maioria na Corte alinhada ao seu grupo político. Se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vencer, deverá haver um ambiente no Congresso pelo impeachment de ministros da Corte e pelo avanço de investigações criminais contra eles. Participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Alberto Rollo, advogado especialista em Direito Eleitoral, Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Najad Khouri, economista e professor sobre Oriente Médio.
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6096 Words, 35758 Characters
Sistää. Mitä tämä joukkaina rikki? Sami fixa se just. Sami huu. Einen talo mestare. Sujuu kuin Sato. Huokraa elämäsi koti. Sato Pisteffi. Kun mietin tulevaa, ajattelen minulle tärkeitä ihmisiä ja sitä mitä haluan tarjoita heille. Nordea Private Pankinissa omasiotusjohtajani auttaa tekemään päätöksiä, jotka kestävät aikaa. Näin perheenipysyy askelen edelleen. Nordea Pisteffi. Kautta Private Pankin. -Olaa boa noiti, este ja seineen Brasil ja eikä Oulauho. niin despair on kolme valmiin näkökää lapsa trembiantly lä doctrism Syd della résachtelijä, yl activitya. Celulla on väntä, uneö on 3 hämminenängt. Voi kais рie권 eriän kohtella linn verschiedenen pel next Way ihmisten skusi ja sшеkkaa gl起ankani asettalta. Potent Waitszyst kadapa valmiin latost nuevos aloinn похожallowan, ja se siamo kansukj Böyle selä. rehal heeft grants. Anlまた, se vuudessa mihin käsimiä, jogarkein ja sen teihin, kannalta en kuitenkin suggestsia, ei aika aika kär집illä. Mennäänioneen sitten tutroomsan keskopaniivoriide. Mennä se on turkat, 18 zape introducedi, ja sillä on käsimiä, kun on tullut luosia. Täällä on mitään, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Se on käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Sitten on hienoa. Täällä on hienoa, ja se on käsimiä. Täällä on käsimiä, ja se on käsimiä. Daniel Hittinen, ja käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Vemme, joten on käsimiä. Minun suomalaisuus on suomalaisuus, joten on käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Amedida vei sobin novas kritikas, dos aliados, bostonaira, reportagen, ja Daniela molellistään. Täällä on käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Täällä on käsimiä, ja se on käsimiä, ja se on käsimiä. Täällä on käsimiä. Täällä on käsimiä. Täällä on käsimiä.
e o processo de impeachment contra ministro do Supremo Tribunal Federal avance no Senado, caso contrário, isso não acontecerá. Então, eu vejo sim que o Supremo Tribunal Federal tem uma certa preocupação com relação a esse resultado de eleição e vai ser bastante rigoroso nos procedimentos daqui até a eleição. O Flávio não pode visitar o pai, nos próximos 90 dias, gera um prejuízo na sua percepção do ponto de vista de estratégia eleitoral para a campanha, principal campanha da oposição. Gera para a articulação, Caiu. Os aliados de Flávio Bolsonaro já viam se queixando muito ali da falta de acesso, só para explicar a papudinha onde Bolsonaro estava antes de voltar para casa numa presença domiciliar, pode ser tremendamente mais desconfortável, mas ele era na papudinha autorizado a manter conversas com vários aliados políticos que quisessem visitá-lo. Isso não é mais possível na presença domiciliar, ele pode constituir um advogado e nomeou alguns baixareis em direito que tem a carteninha da OB para representá-lo no Supremo e por tanto tem acesso a meia hora por dia, não mais, e tinha acesso aos filhos. E obviamente, a quem está ali o tempo todo, dona Michel. Isso transformou Michel numa protagonista das conversas. Rogério Marinho não pode visitá-lo, tarsi os diferentes, não pode visitá-lo, voar o demarco a saneto, não pode visitá-lo. Nesse contexto, o pouco acesso que já tinha Flávio deixará de existir, num contexto em que outros aliados importantes, que estão pensando a campanha de uma forma mais ampla, também não tem acesso a a irbolcionário, eles podem enviar um recado e receber uma mensagem de volta a partir dessas conversas de meia hora com advogados, mas é tudo muito troncado. E aí, engraçado à atitude ali de Alexandre de Morais, porque ela chega em um momento em que conforme a gente viu na pesquisa nexos de hoje, há um pequeno crescimento descreto, mais crescimento, da terceira via, ou seja, os outros candidatos de direita, somados e uma avaliação, uma queda, na avaliação positiva, do governo Lula, pesarda de engerama toda, que tem sido gasta. Ou seja, para quem está pensando ali em jogar um último fôlego, uma última esperança, para a terceira via, para uma candidatura que não seja Lula e que não seja Flávio, excelente a pesquisa de hoje, não excelente, mas boa. E aí, com essa decisão, no final das coisas, como disse o pregante dato, Renan Santos, parece que a Leixão de Morais agiu como um cabalitoral de Flávio Bolsonaro, catalizando seu discurso, catalizando ali essa tensão institucional e transformando Flávio Bolsonaro numa vítima de novo. -Casas. -Casas. -Exatamente, até antes do primeiro turno, quase como uma sentença de não gestão da campanha, né? -Cai, posso fazer uma pergunta para o professor Alberto? -Dr. Holo, que bom tela aqui com o Noscow. Na sua primeira resposta, fez lá a comparação da diferença da ação de "Jair Bolsonaro, pai, como preso, condenado, e Flávio Bolsonaro como pré-candidato". Hoje me lembraram que "Jair Bolsonaro", por exemplo, perdeu seus direitos políticos, portanto, não poderia fazer campanha, isso é um ponto. O segundo ponto que eu queria ler o "V" é o teor da carta, carta até cedo dirigido ao povo, e ter pedido o voto. E daí, o Flávio Bolsonaro vai dar publicidade a essa carta. Qual é o fundamento de, por síveis, elistos eleitorais, enfim, ou crimes eleitorais, ou irregularidades eleitorais, que o Flávio Bolsonaro teria cometido nessa sequência de fatos? -Tá aí, bem lembrado. O "Jair Bolsonaro" enquanto, condenado, perdeu seus direitos políticos no tempo da pena, o taiscrito na Constituição. Então, ele não pode, não poderia external opiniões políticas, mas isso não está escrito nas medidas cautelares as quais ele está submetido. Não está escrito lá, você pode falar de outros assuntos, mas não pode falar de política. Não tem essa vedação, não tem essa extracção. Isso me lembra que ele acontecimento com as armas agora algumas semanas, né? Ninguém mandou fazer uma busca a preenção na casa dele antes dele pro regime domiciliar, só se lembrar no que ele podia ter armas depois, né? E aí foram aprendidas as armas. Aqui mais ou menos a mesma coisa. Dispre ele, escreve você, não pode ter opinião política. Então, aí ele não pode escrever uma carta. Se ele escrever a carta, ele está descompreindo essas medidas cautelares. Em relação ao Flávio, não tem dúvida. Até porque, tais, vamos lembrar o próprio ministro deixando morais nessas cautelares proibiam ou já ir de ter acesso às redes sociais por si ou por terceiro. Mas quem é acesso às redes sociais foi o Flávio, né? Agora vamos para o campo eleitoral. Eu ouvi, não assisti a larva toda, mas via parte do vídeo onde a carta foi lida, né? E não encontrei tais, aí a gente tem que entrar lá no artigo 36 a editaral. A editaral permite neste momento até a divulgação da preca de datura, a divulgação das qualidades do postulante está expresso no artigo 36 a desde que não tenha pedido o explícito de voto. Na que é a carta que foi lida pelo senador Flávio Bolsonaro, eu não vi pedido o explícito de voto, nenhum momento de eslavote no Flávio, diz que o Flávio é o preca de dato dele já ir e que é a melhor saída, a melhor solução para o Brasil, mas não tem pedido o explícito. Mas o TSE cunhou uma expressão que chama palavras mágicas. Então talvez o ministro Alexandre Morais tenha visto essas palavras mágicas que transformariam essa carta num pedido de voto pelo uso das palavras mágicas, embora aí eu não tenha visto, tá isso? Mas o resumo disso, se ouvi pedido de voto, ainda que seja por palavras mágicas, porque pedido o explícito não ouvi, qual é a consequência eleitoral disso? Muta por propaganda eleitoral antecipada. Qual valor dessa multa? Minimum 5 mil reais, máximo 25 mil reais. É isso que pode acontecer. O Cristiano é dentro da campanha do Flávio hoje, pelo menos, tinha uma leitura um pouco de vejante, uma parte achando que uma decisão como essa somada decisão do Flávio Dino quanto Valdemar, mas principalmente essa de hoje diz que libro o jogo, né? Tira o conceito de paridade de armas, né? Necessário pelo meu disputo eleitoral. E outra parte achando poxa, isso comprova a vinculação dessa aula do Supremo ao governo Lula 13. E portanto prejudico o palácio do Planalto e prejudica o Lula porque vincula uma curte, um Supremo que é em popular, a um governo que as pesquisas mostram a maioria considera desaprova do que a prova. Nessa percepção o impacto chega a ser positiva negativo dessas decisões. Bom, caiu. Eu a minha avaliação aqui atendência mais negativa, né? Por quê? Pelo fato de que essa decisão ela vai até como bem mencionou o Daniel na intervenção dele, de que isso acaba ingessando o comportamento ali da campanha. Fica dificulta as ações do Jair Bolsonaro, de articular determinados acordos, entendimentos e até resolver alguns tipos de conflitos que a gente tem visto aí na campanha, né? Por mais que o lado positivo na história, é que eventualmente o Flávio, como ele fez nessa live, destacar o aspecto da percepção política de dizer que esse jogo tá desbalanceado em favor do Lula. Mas isso na minha avaliação, caiu isso não atrás o eleitorado de centro. Isso acaba ajudando essa a ela Bolsonaroista, o eleitor, já que o Flávio já tem, né? Dele ir continuar insistindo nisso. Então eu não vejo como Flávio tem a ganhar isso atraindo eleitorado de centro. Então no final das contas acaba sendo um resultado negativo, porque passa para a opinião pública também essa questão de inédia, de mais um problema suportamente. Isso acaba caindo na interpretação popular de que pode haver sim essa questão de corrupção, na questão das imedas. Então quando você mistura todos os assuntos, o saldo tende a ser mais negativo do que positivo. E desbalancei mesmo essa disputa em favor do presidente Lula. Daniel? São pontinho aqui, caiu na linha do que o Cristiano complementando o que ele já tem dito aqui. Hoje a campanha do Flávio, como qualquer campanha que enfrentasse dificuldades como as que ele enfrentou nas últimas semanas e meses, é uma campanha muito divina.
dividida, tem gente palpitando para todos os lados. E tem gente na campanha, não sei dizer se é uma corrente majoritária hoje, mas é uma corrente mais versada na política que orienta a Flávio, a não comprar brigas, discussões, com o supremo, pensando na preservação da candidatura, pensando no que pode ser um governo flávio, pensando na eleição nos acenos para os eleitores moderados, pensando num eventual indútulo para o pai, que vai ter que ser negociado com o supremo, um momento com essa decisão do Alexandre de Morais, incendeia o outro lado, quem quer, joga a lenha na fogueira. É do Torrolo, para finalizar, é possível comparar essa decisão de hoje com a gestão, vamos dizer assim, do preso Lula, quando era Lula que estava preso, são coisas, ou é uma comparação equivocada, né, então comparando o laranja coba-cachí, qual que é a sua percepção? Eu acho que as situações são bem semelhantes, o momento é um pouco diferente, porque a última carta do Lula indicando então o candidato, para ser o sucessor lá em 2018 aconteceu em setembro o seu nome engano, então já era a época da campanha eleitoral, e essa carta também foi divulgada. E também no me consta, caiu que o Lula tenha sido impedido de escrever ou receber qualquer tipo de carta, qualquer tipo de comunicação. Teve problema, inclusive, com dar entrevistas, né, o ministro levantou, que chegou a proibir e permitir, então, ouvia essa briga naquele momento também. Tem, eu acho, que as situações fáticas são bastante semelhantes, embora o momento seja diferente. Não me convence ouvia um raciocínio hoje, caiu, não me convence o fato de que, "Ah, o Lula não era preço definitivo, a decisão ainda não tinha transcado julgado, e nem trans estão julgados, no caso do Lula, diferente do Bolsonaro, que está comprindo penatranistado julgado." Então em relação a escrever carta ou a escrever carta, eu acho que isso não faz nenhuma diferença. Então eu acho que as situações são bem parecidas, o que significa que a solução jurídicas também devem deveriam ser parecidas para não ter tratamento diferente, né? Bom, Dr. Roberto Rolo, advogado especialista em direitura editorial. Muito obrigado pela sua presença aqui, começar a semana conosco. "Eu queagado isso caiu com viste, estou sempre a disposição, uma boa noite, um boa trabalho." Boa noite, douturos. Demais, continuam aqui. A gente vai continuar falando de Brasil, né, dessa vez da Agenda Travada no Congresso Nacional, há uma semana do recesso parlamentar. Até já. WWV, vamos falar sobre o tensionamento entre o governo, o Congresso Nacional e essa imprevisibilidade toda do resultado das eleições travando. O que é assunto legislativo de interesse do governo, da oposição do Centrão em Brasília? Câmara e Senado deve entrar em recesso nesta semana com pautas importantes estruturantes para o país sem dar andamento, engavetados. Daniel Hitchner, nosso diretor, explica para a gente. Vai Daniel, está contigo. Vamos lá, Caio. A gente preparou uma arte aqui com os principais projetos, perks, projetos de lei que estão tramitando no Congresso Nacional, mas acabaram praticamente travados parados e sem perspectiva de votação antes do recesso, mas talvez até neste ano. Na Câmara, os dois principais pontos são a regulação da inteligência artificial, um projeto que está dominando as discussões no mundo e a regulação econômica, não de conteúdo das Big Techs. Hoje tem um relatório aprovado, mas não vai ter o projeto pautado em plenário na Câmara. No Senado, discussões um pouco mais maduras. Maioria todas elas, na verdade, de essas quatro, já passaram pela Câmara, mas travaram no Senado. Peque, confinda escala 6x1 e redução da jornada Semanal de Trabalho, a Peque da Segurança Pública, o projeto de lei sobre minerais críticos e estratégicos que não tem relator desguinado e o redata, que é um programa de incentivos para data centers, que colocaria o Brasil na rota de investimentos desse novo segmento da economia. Todos esses projetos, sepito, sem nenhuma perspectiva de andamento antes das eleições, talvez até pro ano. E aí, vamos me usar, por que está travado e do que depende do que depende para destravar? Bom, e a adicionaria ainda nessa lista aí tem a questão da MP do Freit, que agora os camionneiros ameaçaram com greve e ainda tem temas outros ali que o governo não quer que tem andamento e o presidente do Senado da Velculumbre está puxando. Como é o Peque dos Agentes Públicos, a gente comunitário de saúde, que tem um impacto bilionário também, a equipe econômica está muito preocupada com isso. Caio, olha, diante de um cenário eleitoral onde o presidente Lula não tem um favoritismo incontestável, essa pauta fica travada, a Fernando Henrique dizia que, em final de mandato, nem em café frio se serve, por presidente da república. Então, como o Davi Alculumbre também, a boa parte dos projetos de interesse do governo, está lá no Centro, estão lá no Senado, o Davi Alculumbre, ele tem um projeto de reeleição de conseguir renovar-se o mandato como presidente do Senado no próximo ano. Então, o Davi Alculumbre sabe que a oposição pode eligir uma bancada expressiva na próxima legislatura e faz gestos também para a oposição segurando temas de interesse do governo. Como é, por exemplo, o caso do fim da escala 6 por 1? Então, o governo e essas questões eleitorais, essas negociações acabam também afetando nessa agenda. Agora mesmo a uma disputa, porque o presidente Lula também está apoiando uma outra pessoa, que não o candidato lá do Hugo Mota na Paráíba, também isso acaba gerando o atrito com o presidente da cama e as questões ficam travadas. Lembrando também que na próxima semana, a gente tem o início das conversões partidárias, então tem muita gente muito mais focado nessa questão das coligações de formação de chapa do que mesmo nessas pautas a gente interesse do governo. Então, combinado com tudo isso, a gente ainda não tem uma coordenação política eficiente do governo. Lembrando que inclusive no Senado, o líder do governo, Jacques Wagner, teve que ser substituído também, porque as questões envolvendo o Banco Master, isso agrega mais um ingrediente, vamos dizer, de dificuldade de articulação política pro governo. E tem orçamento aí, nesse tudo na terça? O evento não vai ser votado pela lei para um recesso saí, para o Congresso saí de recesso, para valer, tem que aprovar projetos de lei de diretriz orçamentárias e daí agosto o governo depois, já aprovado a LIDO, o governo apresenta o orçamento para até o final do ano, aprovar o orçamento do ano seguinte. O que a gente tem visto nos últimos anos, e que é um reflexo perfeito dessa desse discolamento entre poder executivo e o Congresso Nacional e da independência que o Congresso ganha do poder executivo, é que não importa mais votar ou não a LIDO, agora esse ano, o projeto orçamento foi aprovado com o ano já em curso, não passando a mesma coisa, então não faz mais diferença. Então, sim, a gente fica aqui discutindo política fiscal, os projetos que vão ter impacto na recadação, dos agentes públicos, projeto, por exemplo, outra coisa que está travada, que a gente não sabe se vai andar ou não, que é a renegociação do agro, que tenha bancada mais forte no Congresso Nacional e que está tentando de alguma forma reverter isso com alguma negociação. Então, fica óbvio que a premissa da discussão é uma premissa de quem tem capital político e do momento, porque se faz bem, se faz mal, se ajuda a melhorar, a gente está um do país, isso não é problema, nosso. O Congresso Nacional está do tipo escuta, me chama para outra festa, porque para essa que tem que gerir o Brasil de acordo com as regras minimamente sensatas, para essa festa ninguém passa. Me encontra em novembro, né? Desafio. Desafio. Depois de novembro, a gente conversa. Daniel, vamos pensar só, principalmente, de todas são relevantes, mas principalmente a 6 para 1, que é uma que interessa muito nosso público e governo pressionano, tentando, embora inclusive, tem uma informação de que o partido dos trabalhadores vai começar uma campanha irredi social, aprova senado, justamente para pressionar o da Velculumbre, qual é a situação dessa peque do 6 para 1, que o Gumota deu de presente para o Lula, mas o da Velculum seguro? Essa peque.
e, independientemente, da gente gostar ou não, vamos analisar os fatos. Ela é vítima da falta completa de interlocução entre o presidente da República e o presidente do Senado. Quando ela passou como um trator pela Câmara, porque estava um jogo muito combinado entre governo e Hugo Mota, ou Hugo Mota tinha muito interesse nessa peque, criou-se uma impressão de que o Senado também analisava com relativa rapidês. Davi ao columbre deu vários sinais de que queria uma conversa com Lula. Vale lembrar que o presidente do Senado não pede formalmente uma conversa pro presidente da República. Não pede maldins. Ele dá sinais. E os sinais que ele obteve de volta foram de que, não, fale com os meus aliados aqui, fale com os ministros, líderes, não é um momento da gente se reconcilhar, o clima está ruim. Mas acho que pesa também uma outra dinâmica. Para a dinâmica da Câmara ali, com deputados que vão para uma eleição grande em que basta conquistar votos de nichos, e aí vale muito falar, digamos, estou simplificando aqui, para o povo sobre o fim da escala 6x1, é uma matéria que rende muitos dividendos eleitorais. Para a dinâmica de uma eleição já majoritária, como é o caso do Senado, um candidato em qualquer unidade da federação, para ele ter densidade na sua candidatura, ele precisa ter o apoio ou a simpatia, da federação da indústria, da Câmara de dirigentes logistas, da Associação Comercial, dos empresários, dos financiadores, e o setor produtivo resistiu muito. Então você combina a dificuldade de interlocução, de da violcôlombrilula, e a dinâmica de uma eleição no Senado, aí me parece que as coisas ficaram ali em banho Maria, e para depois das eleições pelo menos. Agora, Cristiano, como que a gente projeta esse novenlo? Porque na prática, a gente está dizendo que nada em Brasília vai andar, até o pós-sego no turno, ali finalzinho de outubro, como é o de novembro. Ok, aliás, Brasília já está assim, já amezes, já esse ambiente tensionado, eleitoral, já contaminou toda a agenda do país, a mais de ano. E como que desemboca tudo isso em novembro, com diversas agendas, e pautas, e propostas, relevantes estruturantes para o país? Como que você vislumbra um extravamento disso daí, num espaço tão curto de tempo que vai ter ali 30, 40 dias, para tudo caminhar depois da eleição? Bom, Kai, tudo vai depender da eleição, do resultado da eleição presidencial. Por exemplo, se o Lula ganhar a eleição presidencial, as calas reis por um teixão se andar. Se o Lula perder, ela não tem chance de andar. Muito provavelmente oposição vai blindar essa discussão. Então esse é um tema que vai depender muito desse resultado da eleição presidencial. Davi Alcolumbra também, ele vai estar de olho, nos cerradores que foram eleitos. Porque se eventualmente tivesse sido uma bancada muito expressiva de oposição, ele vai querer fazer de alguma forma, algum gesto para essa nova bancada que está vindo. Então Alcolumbra também não vai querer se indispor com oposição que pode eventualmente boicotá-lo, que pode derrotá-lo no eleição de recondução a presidência do senado. Então tudo isso vai depender muito do resultado da eleição. O Alcolumbra pode eventualmente acabar fazendo isso, pode, de repente o Lula pode fazer uma articulação com o que o Alcolumbra pode não ser eleito chamá-lo, por exemplo, a seministro da coordenação política dele, e ele fazia a pauta andar também naquele que depender lá do senado, independentemente da oposição ter feito o maiorio. Não, tudo isso vai depender muito do resultado da eleição. Entre novembro e primeiro de janeiro, o próximo presidente tem um governo inteiro, particular, e uma série de cargos para ofertar para fazer andar a agenda dele ou não. Agora vai depender muito do resultado eleitoral. Daniel? - É. - Tá, isso me perdoi só uma observação. Parlamentar é um mito, esse histórico, que parlamentar não trabalha, tem que percorrer muito as bases eleitorais, conversa com eleitor, com prefeito, simobiliza, tem uma agenda intensa. Agora, trabalho em Brasília, a votação discussão de projeto, o ano tem começado cada vez uma tarde, esse ano começou em abril. E tá esmencionado, ele deu, ele deu, é para se aprovada, marca, a saída para o recesso. Ele deu, a tem sido cada vez aprovada mais tarde, imendando com a leia orçamentária, não, ao virou tudo um grande bololô, isso impede qualquer discussão séria, do que é ele deu diretris orçamentárias para não se confundir com o orçamento em si. O ano começando cada vez mais tarde e concentrando essas discussões para cada vez mais perto do Natal, é isso, virou uma grande mishorte. - Eu queria ressaltar essa história da importância da eleição do Senado. A gente vem tratando bastante isso aqui, que o novo Senado vai determinar qual vai ser a agenda política de Brasília, enfim, com o Supremo Tribunal Federal. Quanto de nós já não está ouvindo, vocês ainda mais, porque estão ligados a política, que os senadores estão sendo. Os candidatos ao Senado estão sendo perguntados. Vai aprovar o impeachment de ministro do STF. Então, nós estamos dando um exemplo de uma pauta, mas o ambiente, e esse é um ambiente que pode ser ruim para o Lula, num segundo turno, é de um senado, que vai eleger o próximo comando do senado e que vai determinar também a pauta durante o segundo turno. Ele pode também ser um novo senado, que determina a pauta do segundo turno. Por exemplo, se o STF vai tal ou não nessa discussão nas campanhas eleitorais, que tipo de STF é aquele que está em colúlio com o presidente Lula para derrubada da oposição. Então, tem vários fatores aí, que eu acho que são até relativamente novos nessa nova relação dos poderes em Brasília. - É o STF. Ele não está nem sendo chamado para o processo eleitoral. Ele está se colocando. - Ele está se colocando. - Ele está se apresentando para o jogo. - Está em um partido com a festa. - Que a gente viu a semana passada. - Pessoal, muito obrigado. - É neta, assim como. - Cristiano Nouronha, viz presidente de Daco Adivais, parecer de conteúdo WW, excelente semana, meu caro. Muito obrigado. - Obrigado Daniel, obrigado a Tais Bonoente a todos. - Daniel meu diretor. Muito obrigado. Até amanhã, Clino. E a Taiseréia também. Obrigado, a gente vai me dar de assunto. Vamos falar de guerra no Irã, presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomando o bloqueio aportos do Irã e anunciando pedágio no estreito de irmãos. Até já. WW de volta, nesse bloco, teremos a participação do economista e professor Nadjada Huri, sociofundador do grupo de estudos e pesquisas sobre o Oriente Médio. Hoje, Pão, bem vindo, professor. - Bem vindo, Lordeval. - Bom, no último caro. Bom, vamos lá. Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã, na noite dessa segunda-feira, com o anúncio de novo bloqueio aportos iranianos. Presidente americano Donald Trump ameaçou cobrar pedágio no estreito de irmãos. Vamos entender na reportagem. - Donald Trump disse que a cobrança de 20% sobre o valor da carga seria direcionada na vírus que os Estados Unidos ajudarem a cruzar o estreito de hormoso. A CNN questionou o comando central americano, responsável pelas operações militares dos Estados Unidos, no Oriente Médio, sobre como funcionaria a cobrança dos 20%. Em resposta, um porta-vós disse que pergunta sobre possíveis taxas devem ser feitas a casa branca. Trump anunciou a cobrança nas redes sociais afirmando que os Estados Unidos seriam os guardiões do estreito de hormoso. O ministro das relações estereores iranianos, a Bazaraxi, disse que o Irã sempre será o guardião do estreito. E sugereu que terã que quer oficializar um regime de taxas e licenças na passagem seria mais justa do que Washington. Estados Unidos e Irãs estão trocando ataques a uma semana em uma disputa sobre quem, de fato, exesse poder sobre o estreito. Na vios comerciais que buscam atravessar a passagem em uma rota próxima a humana apoiada por Washington. E, sem coordenação com autoridades marítimas iranianas, relatam ataques. Em militares americanos, têm realizado operações praticamente diárias controlalvos ao longo da costa sul do Irã, sobre a justificativa de degradar as capacidades de terã de interromper o tráfego. As incertezas levaram os preços do petróleo no mercado global aos maiores níveis desde a assinatura do memorando de entendimento de 17 de junho. O preço do barril tipo Brent subiu quase 10% nessa segunda-feira. Uma disparada que não era vista desde o início de abril. O trânsito no estreito também vem diminuindo a cada nova rodada
de ataques. Dados de empresa de rastreamento como Kepler e Marintrovki, convergem à conclusão de que o vai vem de embarcações e hormusca e o cerca de 50% em uma semana. Professor, o senhor trabalhou na filhada Petrobras lá no Irán Irak entre 79 e 85, então testemunho ali em loco, ascensão do Sadanucen, evolução islâmica, conflito irangaki, então você tem uma experiência em loco ali na região. Essa nova ofensiva dos Estados Unidos, o senhor vê ela com algum potencial para mudar o cenário no que se refere a principal objetivo americano hoje que é a reabritura distrito de urmuz. Essa esta ataques muito-los entre Estados Unidos e o irán são principalmente para os Redor Mus onde as guardas revolucionários descobrim que o extrito do urmuz é muito mais importante para a revolução muito mais importante que ao nuclear ou desenvolver da nuclear e que onde podem controlar o trafico de energia mundial e prova que eles têm força contra os Estados Unidos, então costumam muito barato. Então a espota é narrativa da guerra até em torno dos Redor Mus. Bora, Oliver, nessas últimas semanas teve uma retomada para esse áldo tráfego, acho que são 20, 25 barcações por dia, é mais ou menos um quarto do que era no pré-guerra. E pelo menos o que eu li, vem acompanhando e você é muito melhor do que eu. Em algum momento o irán pode ser surpreendido com novas rotas, seja a rota sul do extrito de urmuz, seja a hidrovia que passa pelo meio do extreito, de alguma maneira, o mundo e os países do golfo vem se organizando para depender menos do extreito e do controle do regime iraniano sobre aquela geografia. Essas rotas que você mencionou dentro do extreito continuaram sendo contestadas pelo irán, contestadas militarmente, tanto a costa de o man quanto a rota marítima internacional que é central ali. O que os países estão investindo é realmente escuar todos os produtos ali por outros caminhos que não o extreito de urmuz, então os emirados árabes têm um porto fora do extreito urmuz, estão aumentando ali a capacidade do óleo do que leva o petróleo para esse porto para poder escuar diretamente no golfo de o man, a araba é saudade, está aumentando a capacidade do óleo do que liga o golf péssico ao mar vermelho, ou seja, de leste ao est, através da península de leste ao est, está duplicando essa capacidade do óleo do doto, existem também rotas que estão sendo exploradas do coet para o Mediterrâneo, do barcréi, também para o Mediterrâneo, e sempre há possibilidades de transporte por caminhão, só que não dá para escalar isso, sai muito caro, mas enfim, todas as soluções com a incessão da desamirado de árabes, que ela é mais rápida, já está em implementação e deverá semprear nos próximos meses, as outros levam anos e não meses, então essa asficcia continuará acontecendo. Eu falei aqui na sexta-feira que a solução seria um canal de comunicação militar entre Estados Unidos e Iran, e eu acabo de receber a informação de que está havendo tratativas nessa direção entre Estados Unidos e Iran, pela primeira vez, desde que o Iran e os Iranians invadiram a embaixada dos Estados Unidos interame, em 1979, está tentando estabelecer uma hotline, uma linha direta entre os militares americanos e Iranians para troca de garantias, e que seria o ponto de partida para uma negociação para a solução e estabilização dos sedeu de homens, ao mesmo tempo, em que os Estados Unidos estão atacando fortemente a alvos militares esta noite no irão. Professor, que acordo chove possível sobre o estreito? Não pode repetir. Qual a cor do seu vislumbra como possível para o estreito de homens? Entres Estados Unidos e Iran. As dois dados estão criando o control a Iran, que é o control a para exercir um tipo control e eventualmente um pedágio, né? O estado de liso não aceita, mas agora ele está criando também comprar um pedágio mais cara do que o iraniano, o negócio é muito estranho e isso. O que prova que existe é uma disputa intermináveis ou muito grande e também uma disputa do próprio iran que digamos, os guardas revolucionários estão descolando da parte política que negoceu a cor do. Então, eles também, pode ser muito sassiféticos com o MOU, com o Memorando de Understanding, então não há o control, digamos, a parte política, que é o Calibav, que é o aragio, que é o ministro de Estados Unidos. Então, as guardas revolucionários estão provando que eles que querem mandar, eles querem dobrar o pedágio no futuro ou com o tipo de controle. É obviamente o americano não aceita e está tentando segurar aquela parte menor que é por lado do humano e os guardas revolucionários que é o principal rota e quem passaria pela rota controlada pro americano, ele vai sofrer ataques e vão ver isso até quando vai chegar, temos mais 30 dias que o acordo MOU está invigor ainda, quer dizer, está invigor uma negociação ao mesmo tempo tem ataques que é o normal hoje em dia, você negocia e ataca, negocia e ataca, como aconteceu lá com o normal, com o marco sem um catar e agora como está acontecendo agora, temos a corda, mas vamos a um, ataca outro, e vamos ver quem vai prevar esse ano final, ou seja, um tipo de barganha, isso, ou realmente pode escalar para uma coisa confronta o maior. O rival é essas declarações do Trump e hoje de cobrança de pedágio, como que dá para a gente interpretá-las? E ele falou isso para o público interno americano, para dar a impressão de que ele está aselando pelos interesses americanos e tirando vantagem da situação, mas não tem a menor lógica. O que uma solução possível para esse impasse é realmente interessar as demandas de segurança, de garantir segurança, da guarda revolucionária, porque foram interessados os anseios do governo civil, iraniano de querer, o fluxo de dólares, a criação de um fundo de 300 bilhões para financiar a reconção do irã, a suspensão das sessões, o descongelamento dos depós bancários, tudo isso atende aos interesses do governo civil. Mas os militares da guarda revolucionária querem garantias de que o iran não votará ser atacado. O iraniano foi atacado enquanto negociava duas vezes, no ano passado, este ano sem falar que o Trump também rompeu o acordo nuclear em 2018. Há uma crise de confiança e a guarda revolucionária quer ter garantias de segurança. E é preciso negociar isso com a guarda revolucionária diretamente usando uma linguagem militar e é o pentágono que tem que fazer isso e, aparentemente, vai sentar isso a partir de agora. Professor, qual é o papel dos países ali do Gulfo nessa negociação? Eu acho que estão sofrendo mais de todo mundo, porque estão sendo uma moeda de troca dos ataques americanos, assim, o americano ataca o iran e as guardas iranos descontam nos países árabes que têm numa certa relação, digamos, tinha uma seleção boa agora, a confiança aumentou e para retornar esse nível de relações com esses países vai demorar. O único país que tem um acordo, digamos, de não agressão, é a árabia saudita, que é o principal, que é a maior força que tem lá. Mas tanto os países que ajudaram o iran nas negociações ou nas soluções econômicas como Qatar, como a humana estão sofrendo ataques do iran, que é um negócio muito perplexo. Mas o iran é o único meio para exercer pressão contra os ataques americanos, os ataques as bases americanos na região. E esse aqui é uma situação muito delicada e a gente também não sabe até onde vai se e vai aumentar isso, vai continuar ou vai voltar para normal no futuro. O Lourival, para finalizar, você, hoje em algum lugar, eu estava lendo sobre o acordo da Turquia, sobre o Dernelos, que era uma cor do sem cobrança de pedágio, que foi criado um fundo nacional bancado por outros países. Essa é uma solução estaria na mesa, depente? É isso a partir da. da primeira guerra mundial, né, da campanha de Galipoli, em que o imperto cotomano venceu aquela campanha, depois perdeu a guerra, naturalmente, mas graças a geografia enfrentando em o até França e Rússia. Sim, sim, esse é um caminho, quer dizer, você contorna a questão de que é inaceitável, cobrança de pedagem, cobrança de segurança, como o presidente Trump gostaria e parte para algo assim, que você indereça o problema econômico. Mas eu insisto que o problema econômico, agora, ele está em segundo plano, já ouve uma via de solução para isso. A questão é a questão de soberania, realmente, uma questão de Estado, uma questão de, agora, revolucionar a poder usar o Street Ormuz como fator de dissuasão, já que eles não têm a bomba no clé-a, eles entendem que esse é um fator de soazórico que está o cânce da mão deles e exercitaram isso com enorme sucesso. Então, a questão agora é de se fazer, é difícil, o que eu estou falando não é simples, mas é preciso tentar, de se fazer essa situação, esses status co, e darem troca garantias que envolvem, inclusive, os países da região todos, e até mesmo Israel. Vai ser preciso um grande arranjo de securitar um novo, uma nova ordem securitária regional para aplacar essa. para aplacar agora, revolucionário. Bono, Nori, bom, muito obrigado, amanhã. Vamo eu, cara. Queria agradecer muito também ao economista, o professor Nadia Ruri, só as fundador do grupo de estudos e pesquisa sobre a gente médio, o Japão. Muito obrigado, professor, boa semana. - A noite de obrigado para vocês. Bom, doido, o doido, tem uma boa noite, uma excelente semana. A todos.
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