O É da Coisa de 31/7/2026, com Reinaldo Azevedo – PF: Mendonça faz investigação clandestina? Lulinha
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O programa aborda a abertura de um novo inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, autorizado pelo ministro André Mendonça, do STF, a poucos meses das eleições. O caso, que envolve suposta intermediação ilegal para a comercialização de canabidiol, surge após investigações anteriores sobre o escândalo do INSS, nas quais nada foi encontrado contra Lulinha. Os apresentadores criticam a medida como uma "pesca probatória" e apontam possível motivação política, destacando que a defesa de Lulinha e da empresária Roberta Luxinger questionam a legalidade do novo inquérito, que não teria relação com o caso original. Eles também comparam a situação com a proteção a Flávio Bolsonaro, lembrando a interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal e a demissão de Sergio Moro, além de ironizar a seletividade de figuras como Ronaldo Caiado, que ataca Lula, mas evita criticar Bolsonaro. Lula, por sua vez, afirma que não usará o cargo para proteger o filho, mas os apresentadores questionam a imparcialidade de Mendonça, que se tornou referência de "bem" na imprensa, apesar de controvérsias passadas. O tom é crítico, com ênfase na falta de evidências e no timing eleitoral da investigação, sugerindo que a justiça está sendo usada como ferramenta política.
Agora na BAN de News FM, o Edda Coisa, com Reinaldo Zéveto, Alexandre Ventevóleo e Isabela Mota. O oferecimento BTG Pactual para quem espera mais de um banco. Eu vi um menino dormido, eu vi o tempo, brincando ao redor do caminho daquele menino. Depois os meus pés não vi acham, vi acham que nunca eu estirei, o sol ainda brilha na estrada, e eu nunca passei. Eu vi a mulher reparando, outra pessoa, o tempo para outra olhar para aquela barriga. A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou, o sol que atravessa essa estrada que nunca passou. Por isso uma coisa me leva a tentar, por isso essa força estranha. Por isso é que eu não posso dar, por isso essa voz está manhã. Eu vi muitos cabelos brancos na fonte do artista, o tempo não para me irritar, e ele nunca envelhece. Aquele que conhece o jogo, o fogo das coisas que são, é o sol, é o tempo a estrada, e é o chão. Eu vi muitos homens, brigando, ouvisse os gritos, e estive no fundo de cada vontade, não coberta. E a coisa mais certa de todas as coisas não vale um caminho sobre o sol, e o sol sobre estrada, e o sol sobre estrada é o sol. Por isso é que eu canto, não posso parar, por isso essa voz está manhã. Por isso uma coisa me leva a tentar. Comece agora para todo o Brasil, mais no medição, de uma é da coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente desconfunde, desatrapalha. E não é uma pessoa que acompanha o programa pelo Tire, pelo Bandini, o TV, LG, TEN, o STCL, e Samsung TV Plus, canal 243. Ouvi dizer que já estamos dando 100% do iBOP, o Volho Beni e a ESA. O que é absolutamente compreensível. Mesmo que um motorista de aplicativo não gosta, pés aqui, não gosta. E são muito, mas são muito. Imagina, uma montagem de aplicativo, porteiro, mano, brista, eu adoro quando povos se manifesta. A Evalho Beni, a ESA está fazendo um belo contraste com a gente, nós estamos aqui na mesma paleta, mas combina horno. Combina com a risa, olha só, que maravilha. Força estranha, caitando veloz, uma música absolutamente espetacular sobre a passagem do tempo, ligado ao artista, mas também ligado a todo homem. A vida é a amiga da arte, a parte que o Sol me ensinou e o Sol sobre a Estrada, o Sol sobre a Estrada é o Sol. Aqui, não, é lindo, uma rosa, é uma rosa, é uma rosa. "Gatro de Stein", as vezes as coisas existem, como diria João Cabral de Meloneto, na sua carnadura concreta, na sua existência concreta. Ou como dizia meu amigo, poeta, já morto, bruno, tolentino, é o mundo com existência, não é o mundo com ideia, apenas. Embora as ideias, obviamente, sejam importantes e nós somos muito apegados a ela. A elas. Ó, eu reputo esse programa dos mais importantes que a gente terá feito ao longo do ano, que remonta algumas coisas que são muito caras para mim. Por exemplo, o devido processo legal, o está de direito, essa coisa toda que para muita gente sou exquisita. E espero que, de tempo, vou tentar, eu quero falar de guerra do Paraguai, porque eu tenho a péssima mania, meu querido Valho Béne, de lidar com bibliografia, com livros. De novo, pessoa teoreia, cutovelo, traseiro, livro, não é uma determinação da natureza, uma escolha. Ah não, mas eu quero tirar ideias daqui, ta, ta, brrr. Tem uma senhora lá no meu interiorzão, que ela dizia, algumas coisas esparatadas, vou alheber muito, esparatadas. É um fardo da caixinha, mas maravilhosa. Mas quando alguém dizia assim, não vou dizer nome que vai ter aparente da ordem, mas de onde você tirou isso? Que é mais coisa meio assim. Era meio assim, o chapeleno maluco, que tem o corpo em comum, que é escrevaninha, Valho Béne, ela nem tinha lido ali, se não faz das maravilhas, mas ela já estava ali no mundo de Alice. Ou o chapeleno maluco. Então, ele não entendeu isso, ela dizia assim, ela falou "Ah, não sei, me deu aqui". Entendi, gente que opina assim. Mas o que está falando? Ah, me deu aqui. Eu não lido bem com gente assim. Não lido. Ah, mas quando é pra falar de coisas subjetivas, amorosas, assim, tudo que a gente cair, a gente olha, e olha, "Volho Béne, a gente bebe muito água com gás e viagem". No mundo objetivo da política, da informação, não pode ser assim. Se não, como eu falar por caria? Fala qualquer coisa? Fica sempre aquela conversa atrás de uma ideia que me desespera. Não me, que nem cachorro ocorrer na trás de mudança. Vamos falar do caso, "Lulinha, pesca, probatório e mutação investigativa". Presta atenção aqui. "Ah, vai defender, Lulinha, eu não vou defender ninguém, se tiver alguma coisa que não seja fato aqui, me diz onde está". O governo federal, e foi o governo federal, começou a investigar o escândalo do NSS. Controladoria, geral da República, polícia federal. Funcionalmente subordinado o Ministério da Justiça, mas que atua com autonomia nos melhores governos, nos piores, não tem autonomia. E a investigação foi feita. No curso da investigação, se achou lá um troço que ligava Lulinha, filho do Lula Fabi, Luís da Silva, alta o careca do NSS, com a intermediação de uma empresária Roberta Luke Singer. Isso sabe já há muitos meses, não agora, né, ministro, André Mendonça, dois meses de eleição, que isso envolvia uma intermediação da Roberta, o tal do careca e investidor, era investidor também na área de farmacêutica, produção de canabidior no Brasil, criar uma empresa para a produção de canabidior no Brasil. A empresa não foi criada, não existe essa empresa. Se eu quiser tomar canabidior feito neste. Eu estou um pouco desabrido hoje, não via aqui, comisa, eu não quero sensualizar, velho. Acho que eu sou menina de inserência. Você não tem inserência. Eu não sei se isso menina. Você não ficou um pouco assim. Se eu quiser tomar canabidior que eu não estou, que eu tenho que ir de pânico, eu não deve ser bom. Se eu quiser tomar canabidior, para a empresa ela não existe. Mas teria ouvido essa coisa. E tem lá uma conversa, ela recebeu a limite que recebeu recursos do careca, para fazer intermediação. Ele ainda não é investigado, não tinha nada disso. E tem lá uma conversa que não existe.
um dado momento que diz assim, "Ah, esse dinheiro é para o filho do homem, aí você entendeu, "Ah, Lulinha, filho do homem é Lulinha". Filho do homem tem dois que aparecem na linguagem religiosa, um deles, né? Filho do homem é Cristo, mas ele não é de Deus, sim, mas ele era também do homem, né? O filho do homem, que também é filho de Deus. O Lulinha, certamente, filho do homem, de Deus, não, acho que não, como não, não, não, prazer, calma. Lulinha, se vocês me perguntarem, o que foi que encontrar do Lulinha ligado ao escândalo de NSS? Nada, zero, nada, não tem. Virar o de cabeça pra baixo. Nunca depois, nunca foi chamado, quebrar o sigilo dele, né, Andra Mendoza. O sigilo foi parar na CPI, espalhar o sigilo e não encontrar nada. E até onde sei, não tem nada. Se aparecer, nós vamos noticiar aqui. E aí aconteceu um curioso caso de mutação investigativa. E é incrível que a imprensa noticia isso, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Aí se ouve por bem chegar a Lulinha por um outro caminho. Qual outro caminho? Ah, acho que ele fez ali, lobby, intermediação ilegal, envolvendo governo federal e não sei o que. Tudo indica, mas também não se tem evidência. Até agora, porque ele também não depois. Mas a polícia, o federal chegou esse troço. Teria gente próximo ao gabinete de Lula, não o Lula, mas alguém próximo, um gabinete de Lula, que teria sido mobilizado pra ver se viabilizava sem preso. Muito bem. A polícia federal faz a coisa certa. A polícia federal diz, faz a coisa certa, que eu digo, quanto a esse particular. Se tem o que ser investigado, é para saber. Se for investigar isso, tem que ser novo inquérito. E sendo um novo inquérito, a imprensa brasileira ou setores, quase totais a imprensa brasileira. Sendo novo inquérito e não tendo nada a ver com INSS, só que não é uma opinião. Nada tem a ver com INSS. É um novo inquérito, tem que ter um novo relator. Vai pra procuradoria. E a procuradoria opina. Novo relator fica com Mendoza. A procuradoria opina novo relator. Feiço, sortei, caiu com Mendoza. Segundo o cair do que agora virou piu também, obra de Deus ter cair do com Mendoza. E aí eu leio cheio de espanto, matérias de bastidores, dizendo que o Mendoza ficou muito agastado, porque tentaram tirar a relatoria dele. Não era dele a relatoria, a relatoria, que ele tem, é do INSS e do caso Master, era aliás, também do Dark Horse, sem doutor. Eu fiz Marte Linda, sobre Dark Horse hoje, Mendoza, tal, uma pena que a Iá deixou um Mendoza com uma cara de John Lennon, mas ou às vezes a Iá também ela não responde aquilo que você quer, vale bem, é, uma amiga minha folha é o John Lennon, disse não. Aí eu falava, não é, mas é. Mas uma coisa bem sofisticada quando ele é um exercício, né? A relatoria não era sua, mas fez sorteio caiu de novo, né? A relatoria sua. Mendoza manda investigar a Lulinha a dois meses de eleição. E mantém o caso no Supremo, pergunta básica para o nosso ministro, que a imprensa não está fazendo, mas os outros imprensa, não é, eu sou da imprensa também. Quem tem for especial ali? É o Lulinha, ele tem? Não tem. Ah, não, é que teria uma assessoria que ele, próxima do Lula com que ele teria feito tráfico de influência, o assessor, quem quer que seja que não está nominado, tem for especial? Quem tem for especial? Ah, mas o Jacque Rorce está no Supremo, claro, porque o Flávio tem for especial. Mas até agora o Jacque Rorce não tem nada. E eu ainda hoje eu vou falar de Jacque Zvag, quebrou-se gilo, tal, e do Claudio Caso, não vai quebrar-se gilo, não? Só do Jacque Zvag. A gente chega lá. O que eu estou fazendo é o seguinte, isso tem toda a cara de pesca probatória, o que é pesca probatória? Hum? O Fiches Pedition. A pesca probatória é quando assim, eu não tenho que, mas eu vou dar um jeito de achar. Porque tudo que tem até agora do Lulinha, Lulinha, não sei se tem outros assessores, tudo que tem agora do Lulinha, pura especulação, com o sigilo quebrado e não acharam zorra nenhuma. Ah, isso é porque você é petista, não sou se você acha problema seu. Não tem nada. Não tem nada. É que o mendonça hoje transita cima do bem e do mal na imprensa brasileira, virou o único ministro bacana, embora não reconheça crime de golpe e outros probleminhas, a que era manter igreja aberta, quando está todo mundo morrendo e covide, tal, mas ele virou a única referência do bem no Brasil. E eu lembro que isso nunca termina bem. Então, aí você tem isso. E daqui a pouco eu vou falar de Rodrigues, diretor gerada por ex-Federal, que eu quero saber do mendonça se ele está sendo investigado, não, se está sendo investigado eu quero saber quem está investigando e sem investigação ilegal, daqui a pouco. daqui a pouco. Olha, eu fazendo o defeixo do Lulinha, não. Não. Eu estou dizendo, no caso, nesse S ele foi investigado e não tem nada. Agora apareceu esse outro negócio que está aí, faz seis, sete meses. Aliás, está aí desde o começo. Isso apareceu logo de cara. Agora o mendonça tem gente lá no gabinete dele, que é ligado a Lava Jato, né? É um delegado da polícia federal, que gente que vai se valer na aula, o Lulinha tem que ter mandado a presão do porquê? Porquê? E para o que você negócio, vamos decretar um impact? Vamos decretar um impact? Evidentemente, com a devida vênia, o ministro está dando um presente eleitoral ou o salário. Se o flávio vai quebrar o presente, porque ele é dado a fazer isso? Aí eu não sei, né? Dá o presente para o criança meio desastrada, assim que não quer. Olha o que é para que você desse botão, pá! Que ganhou o presente, ganhou. E eu quero daqui a pouco falar do André Rodríguez. Por enquanto, eu vou falar que a defesa do Lulinha está dizendo que a investigação tem veias político e eu acho que tem. Vamos lá. O advogado Guilherme Sugimore Santos, que atua na defesa de Fábio Luiz Lula da Silva Lulinha, filho do presidente Lula, levantou suspeitos sobre a legalidade e o interesse político por trás da abertura do inquérito autorizada a ontem, pelo ministro do STF, André Mendoza. A medida foi tomada a possoir esta ação feita pela polícia federal na última cesta. Os investigadores da PF, queerem apurar possível escrimos de corrupção de influência, na autorização da comercialização de canaves medicinal, com supostos elos de Lulinha no Ministério da Saúde. Inótoa advogada do filho do presidente disse que se queriam achar algo e não acharam, não podem criar uma nova teoria para começar tudo de novo, esticando essa história das eleições. Isso configura pescaria probatória, que é legal e escancararia o interesse por trás dessa movimentação peculiar. Eles referem o fato de que não foram achadas provas do suposto e o momento de Lulinha no escando do DNSS que você falou. É isso, e aqui não foram, na que nós foram achadas provas do suposto, porque prova de suposto nunca existe, não foram achadas provas do envolvimento de Lulinha. Prova é prova, né? Prova de suposto. A gente pode falar de indícios de suposto, não acharam, não acharam. Se fossem oferecer uma denúncia, uma denúncia ao Ministério Público do envolvimento de Lulinha com o DNSS seria o que? Nada, não tem. Aí vem essa história. Quem tem fora aqui? Quem tem fora aqui? E a Roberta Luxinger teria que o singular teria feito a tal da intermediação. A defesa dela também se manifestou.
Festaou, vamos lá. A defesa de Lulinho, estudou pedir que a nova vez. Não, não, não, Lulinho, nós falamos. Ah, desculpa. Ficou errado aqui. Eu falei a ordem aqui. Não, uma cadeia da Roberta Luxinha aqui. D'Akta aqui, defesa e Lulinho, em presária. A gente já falou da defesa dela também, né? Já falou? Já falou? Não. Não. Pois é, cadeia defesa do. A Roberta Luxinha aqui. Vou descobrir. Não tá aqui. Não tá aqui, não. Não, não tá aqui. Se não mandei, alguém me esclarece que aconteceu. Lulha disse, se filho for culpado que pague, não terá ajuda. Vai lá. Lulha voltou a dizer que se Lulinho for culpado, terá de pagar como todo mundo. Presidente também disse que não usará o seu cargo para proteger o filho. Vamos conferir o que disse, presidente, sobre Lulinho, durante entrevista ontem. O que eu pode ter é a inteligência limitada. Se o meu filho for acordado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu, não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, por juiz, não fazer as coisas correta. Se ele tiver certo, ele vai se ferrar. Ele vai ter a ajuda minha. Se ele fizer a coisa, a ele sabe que eu passei. Ele viveu de andar me acado que eu passei. Ele sabe o que é um pai vendo com cinco filho vendendo a televindou, chamar a família de ladrão tem pintendo. Ele sabe que a minha mulher morreu por causa da desgata da namorjato. Ele sabe. Então ele não tem o direito de arrar. Ele sabe disso. Ele jura para mim todo dia. Lulha, eu acredito nela. Ele está onde? Então, é a esponha. Tá mora do lado. Ele jura todo dia. Se for julgado, ele virá para cá. Ele não vai se descondendo não. Não vai se cadê. Não vou se desabar o cara para proteger. Ele vai vir para cá. Ele vai ter que provar que ele é inorcedro com meu proveio. Até que provar. E se for ocupado, vai pagar o que todo mundo tem que pagar com a tua erra. O deixa eu fazer uma coisa. A lavajato não pode responder, obviamente, pelo aneurismo, que a mulher do Lula tinha, da namorizaletícia. O aneurismo pode ter rompido em razão de uma crise de pressão arterial, por tudo que passou. Evidentemente, agora deixa de uma coisa. Isso não vai livrar a cara dos procuradores não. Eu lembro, porque eu tenho aqui, o que vocês falaram quando a namorizaletícia estava internada, virando saja da cara dela. Eu lembro que vocês falaram quando morreu o irmão do Lula. Pior do que tudo isso, eu lembro que vocês falaram quando morreu o neto de sete anos do Lula. Só para lembrar. E aqui, pedo, depois você junta aí a defesa da Roberta Luxinger. Eu achei que tinha mandado, mandei. Dice ontem a noite que não tinha sido informada na instoração do Novinquérito e afirmou que os fatos relacionados às reparsas do NSS e eventual desio de vergas públicas já são objados de investigação e andamento, inóctua, advogado Bruno Salves-Ribero sustenta que não haveria razão para a instoração de um novo inquérito e comparou hipótese a uma investigação em melhor de três. Ah, vamos aí, vamos tentar. E afirma que as véspras do processo eleitoral, a rebertura de apurações inserradas não faz sentido a não ser para exploração política. Com a antallula, é isso, é isso que tem que falar. Bom, se meu filho errou, ele que se virem. Tem que explicar. O cairado diz que o rei protege o príncipe, só que ele falou, parece que tentou falar também do Flávio. O ex-governador de Goiás, candidato à presidência pelo PSD Ronald Cairados, os redes sociais para atacar a lula, após a abertura do inquérito contra a lulinha em publicação ontem, Guiana afirmou que o Brasil vive uma monarquia disfarçada de república e comparou o caso em investigações envolvendo filhos de outros. Não citando diretamente Flávio Bolsonaro, ele escreveu os seguintes. Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver, esse é o retrato da novela política chamada PT, encartar as adecadas, sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens. É uma monarquia disfarçada de república onde o rei protege o príncipe. Estou falando de lula e lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege o filho. É, gostado que o cairado tem uma coragem da nada para citar o nome do lula, mas não tem coragem para citar o nome do Bolsonaro. Cairado com a diferença de meia coragem e meia covardia. Eu sei, no segundo turno, você escolheria um rei, mas não outro. E sem quantar o seguinte, né, os filhos do lula políticos não são, né? O lula não fica nomeando o filho e isso aquilo, não é lula. Mas se é para securar justo, tem que ser. Agora vem cá, o lulinha não foi investigado, no caso do NSS, foi, não foi. Interferência? Não. O lulinha não vai ser investigado agora nesse caso estranhíssimo, aí de novo não foi encontrado nada, só que vai demorar, né? Então eu preciso chamar, ela vai você, vou, meu claro que eu vou. O jornalismo sem memória seria presente eterno e o presente eterno é uma danação que nem dante imagina, o presente eterno, o vale o bem, tem uma personagem famosa, desenhendo em mata, o Vc lembra, ela vive no presente eterno. Sim. Adore do procurando lembra, não é? Não é, sim, sim. Sim, sim. Sim, sim, sim. Perda de memória recente. É, ou o jornalismo, é dore do procurando lemmo, não tem que fazer alguma espézinha. Isso, por exemplo, sobre autonomia da Polícia Federal, presidente Jair Bolsonaro no dia 22 de abril de 2020. Por favor, presidente. E me desculpe, o serviço de formação é nosso, todos, é uma vergonha, uma vergonha que eu não sou informado, que atentei trocar a gente da segurança nossa no janeiro oficialmente, e não consegui, isso acabou. Eu não vou esperar f****** minha família, toda de sacanagem, ou amigos, meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na porta da linha que pertence em estrutura, vai trocar. É o P, aí é o Verbo Zoder, não é? Não é um garbo muito conjugado, que ele conjuga muito. Eu lembro que o Moro foi demitido dois dias depois de 24 de abril de 2020, e vocês quem está acompanhando pelas redes e pelas TVs para o rádio oconto, aparece aí um apanhado de manchetes do Moro dizendo que o Bolsonaro interferina a polícia federal para proteger Flávio Bolsonaro. Aí ele foi ao flow, do meu amigo Igor, de uma entrevista, dizendo que ove interferência. Ah, mas agora ele está de joelhos lá para eles. Ó, aí é a vocação que as pessoas têm, posso fazer nada. Tem gente que gosta de tocar violão, tem gente que gosta de tocar baixo, deitarra, tem gente que gosta de tocar fláutas. No dia 29 de abril de 2020, assumiu o ministério do Moro, demitido, chutado, André Mendonso, de agora o ministro do Supremo. Que fez esse discurso aqui? Ele viu. Viu? Vossa excelência tem sido há 30 anos, um profeta no combate a criminalidade. E hoje esse ministro da Justiça, assume o compromisso, dilutar pelos ideais de uma vida que o senhor tem combatido. Eu terei com todos os meus esforços no combate ao crime organizado, o que envolve não apenas a corrupção, mas tráfico de drogas, de armas, o crime contra vida, contra o patrimônio, os crimes de abuso sexual e os crimes cometidos contra criança, o adolescentes e a mulher.
quando começar, quando você profeta, bem, são as capacidades que Bolsonaro tende a entender o futuro, profeta, mas eu gostei do Prófer crime organizado, eu começo pelo crime organizado, como ele falou dos mais de 30 anos, vale bem, então eu posso voltar 30 anos a partir de quando ele falou, posso. Então lembro de deputado Bolsonaro, deputado Bolsonaro, 12 de agosto de 2003, quando na câmara se lamentava a existência de um grupo de matadores na Bahia, aí o profeta do combate ao crime organizado falou esta maravilha que e jornalismo é memória, ou é a peixinha body, vai. No mesmo tempo, se não tiver espaço na Bahia, pode ir por Rio de Janeiro, se depender de mim terão todo apoio, que no Rio de Janeiro, se as pessoas inossentes, se dependem de mim, se não terão todo apoio, que no Rio de Janeiro, só as pessoas inossentes, se dependem de mim, se não terão todo apoio. São desimades, e na Bahia as informações que eu tenho, logo são grupos ilegais, mas também tem meus parabéns, a marginalidade tem decrecido. Logico que são grupos ilegais, vale bem mais parabéns, tráfico de armas ministro, aquela pincar, o profeta da feza das mulheres já tinha dito aquela altura, e havia dois processos contra ele no Supremo, infelizmente o FUCs demoram um tantinho pra agir, e aí quando é presidente, as coisas ficam suspens, dizendo que não estuprava essa aquela porque não merecia. E reiterou depois fora da Câmara que até porque a Maria do Rosário, de quem ele falava, seria muito feia para ser estuprada. Proteção das mulheres. Proteção das mulheres é as que a gente vê num dos chefões da campanha do Flávio, que é o Paulo Figueiredo. Opinhões, todo mundo tem livre para dar opiniões, mas as pessoas não tendrem atuas para os fatos. E agora uma parte importantíssima desse programa fundamental. Eu leio em várias matérias a imprens. Meus coleginhas jornalistas, eu estou falando de lei. Eu leio que eu andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, está sendo investigado pelo Mendonça. Como é? O diretor-geral da Polícia Federal, está sendo investigado pelo André Mendonça? Quem está investigando? Ou ele investigado pela PGR? Ministério Público Federal? No caso tem que ser PGR? Ou ele investigado pela PF? Se o Mendonça está investigando o André e na PGR não é. E na PF não é. E não é? O ministro do Supremo está investigando ilegalmente o diretor-geral da PF? Pergunto de novo. Mendonça está investigando clandestinamente o diretor-geral da PF? Ou então me digam onde está a investigação? Os meus colegas que escreve isso também têm que responder? Não, têm que responder. Tem que falar alguma coisa. É uma investigação secreta? Que colhe o diretor-geral da PF? E aí? Leio assim que a PF ficou bravo, o Mendonça está ficado bravo por cada distribuição, o cas do Lulinha, queriam tirar dele e tal. E aí, como ele é muito zeeloso? Ele decidiu o CPF e juizam mesmo o tempo. Porque ele disse assim tudo aquilo que é procedimento da PF, de investigação. E aí, o que está em curso? Eu quero ter acesso a tudo e ter acesso a tudo de maneira indexada. Atenção. Isso é ilegal. Isso é quebra de custódio de prova. Na Polícia Federal, todo mundo que acessa esses dados deixa uma senha lá, deixa um rastro lá. Só resolver o quebra custódio das provas? Você já imaginou, olhe bem, você já imaginou, Isabela, se cada juiz federal resolve solicitar em tempo real, tudo aquilo que a Polícia Federal está fazendo? E quer saber pra onde vai o policial, se você vai pra lá, se você vai pra cá, qual é a movimentação da Polícia? O senhor, quem é que faz o controle externo do trabalho da Polícia Federal? O senhor é o senhor? O senhor é o Ministério Público. Minhos amiguinhos, coleginhas que gostam de leis, como eu, claro. E por favor, você vai gostar mais de leia do que ele falfoquinha. Quem faz o controle externo da Polícia Federal? Se está vendo irregularidade ali, quem faz esse controle externo? É uma indústria? Por que aquele que é tudo indexado pra fazer um procura, acha? Não, estou perguntando. Porque ele desconfia da instituição inteira, mas o senhor não tem que desconfiar dessa instituição que está em não. Ou faça nos segores da lei. Sortende desconfiar, volto o vídeo. Sortende desconfiar é do presidente da República, que o senhor chamou de profeta. 9 dias depois, dele ter dito isso aqui da Polícia Federal. O senhor não desconfio. O que é mesmo, Bolsonaro? O que você quer da Polícia Federal? Fala pra mim de novo. Vai? Peguei de surpresa? E me desculpe, o servido informar a nós, todos são a vergonha. Eu não sou informado. Eu não sou a segurança nossa, no janeiro oficialmente. Eu não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f****** minha família, toda, isso sacanagem, o amigo meu. Porque eu não posso trocar alguém da segurança na pósda da linha que pertence em estrutura. Meninço, o senhor passou a informar tudo, o jair Bolsonaro? Isso, sim, seria legal. Essa Polícia Federal, o senhor mandou investigar o diretor general da Polícia Federal? Porque o silêncio me parece que mandou. Isso é legal. Aliás, eu pergunto Jorge Messias, advogado geral da União. Onde está você? Onde está você? Jorge Messias. Já se manifestou. Aliás, eu pergunto a ministra justiça também, andailendo que o Dr. Oel, então você as alíme silva, não teria se mobilizado? Não sei. Onde vocês estão? Nós temos hoje um delegado geral da Polícia Federal, que está sendo investigado ilegalmente? Eu fui procurar aqui e achei até a ajuda Messias, o Dr. Oel, então você precisar? O ministro André Mendonça suma o avinculante 14 do Supremo, de julho agora sobre o Mendonça está querendo tudo em tempo real? A decisão do relator contraeria seus próprios fundamentos, considerando que retira autonomia da União.
da PF e com isso fragiliza a exanção, além disso. O acesso da defesa deve ser as deligências já encerradas e elementos produzidos pela PF e não material bruto ainda não periciado ou analizado. A decisão do ministro se empara em dois objetivos, o primeiro é preservar a autonomia da Policifederao e evitar que há a interferência política ou seletividade no curso da investigação. Além disso, garantir o acesso à defesa dos elementos já produzidos. Isso vai desculpa que ele deu. E aí o STF disse isso, mas aí você fragiliza a PF. Ou isso tudo serve um direcionamento, então. Aí sim. "Sota seguindo uma trilha embalado pela imprensa de novo, assim como foi ser jumoro, muito ruim. E o Sol está empolindo em dúvida toda a Polícia Federal, porque só está dizendo que toda a Polícia Federal estaria então contaminada ou está incentivando uma guerra de facções da Polícia Federal." "Tem de resta, também não existe, espero." "A devoca ser a geral da ONU e a Ministrar da Justiça." E aí? E o próprio Mendoa Ança, sai uma pinca de matéria dizendo que está investigando illegalmente o diretor geral da Polícia Federal, não acontece nada? O Nostemos agora, uma Polícia Secreta, funcionando no Brasil. Polícia Secreta deu objetivos, nada, secretos. Isso é muito grave. De novo isso? Já não deu bom, outra vez, como diz o povo. Já deu ruim. Já deu ruim. Não obstante eu lembro que os corcovos do cavalo negro, do Dark Horse, continuam por acadeir. Não fosse o intercepto e não saberemos de nada até agora. A musicinha é a tamanho aí? Só pra gente embalar assim. Por isso estranha. O que é o "Musica do áudio"? Só música pedindo dinheiro. Está aqui, sempre está. Ah, então. "Ai, eu preferi te mandar o áudio aqui pra você ouvir com calma. A gente está passando por um dos momentos mais difíceis da nossa. " Tá bom. Eu não queria emocioná-lo, ministro. Mas eu gostaria ter uma resposta. Eu quero saber se o diretor gerado para o Esfederal está sendo investigado ilegalmente. E se agora nós temos uma polícia política instalada, pelo menos num gabinete do Supre. Porque tudo isso tem servidor. O propósito é assim, "Ah, o Andrei é suspeito. Ele leva o caso do Lulinha, aí tentar o Criaça-Ospeição, também no caso do Jacques Wagner. Não está indo bem. Não está indo bem. O Flávio precisa assim de se organizar na campanha. Mas isso é tarefa dele. Parado de fazer, por exemplo, a besteira que fez com a Teresa Cristi. Vamos avançar. O PPR forçou na estassecha que ficará neutro na eleição presidencial deste ano, por meio de noto, partido confirmou a posição que já havia anunciado sobre a disputa nacional. Comunicado, foi divulgado após o Senador a Teresa Cristina, firmar aliados, que estaria disposta a concorrer como vice na chapa do candidato Flávio Bolsonaro. Conforme o gabinete do Aparlamentar, ela se reuniu na quarta com o Senador do P.L. e falou sobre essa possibilidade. Segundo Flávio Teresa, faltava um poucos detalhes para a definição. Em nota hoje, o PPR forçou a neutralidade, post-fin, a negociação, dizendo o seguinte, o progressista após consulta ao desdiratório estaduais decidiu por maioria permanecer neutro no processo eleitoral. De antes disso, reiteramos a posição de não convocar convenção nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, a Senadora Teresa Cristina. Na semana passada, o presidente do P.P. Senoogueira havia comunicado Flávio que o Partido não pretendia, o Dr. Lizinho foi lá, falou para o Lula e não sei o quê, o negócio é seguinte, vale o bane. Os unos tentaram tomar o P.P. e união de assalto. Os unos amadores, e o Fional Arainmin, tentaram tomar o P.P. e união de assalto. "Ah, vou lá, tomo!" "Ital, e não sei o quê?" "Não deu certo." "Ah, e depois?" E o Flávio já tinha dito, que a Teresa, tal, isso. "Ah, depois ele falou que não, que a que pena, que não deu a Teresa, mas que olha, ele estava, mas eles caminharão juntos." Tem várias coisas aí, o P.P., a distribuição de P.P., o nenhum Brasil, no Nordeste, eles não quer ficar com o Lula, não é uma coisa interessante. E já tinha tomado a decisão, mas eles tentaram tomar o Partido de Assalto. E aí, vamos para a sete. "Ah, eu rival, o Beninho." "Oh, oh, oh, oh, isa!" "Como eu sou um homem dado a palavras antiga?" "Sim." "Eu ri as escancas com o Krazi, quando eu vejo, diz que a vovazinha está vingando Netinho." "Nitinho!" "Eu já vi o Lob, eu já vi o Lob e ganava vozinha." "Eu já vi o Lob, tentando ganhar chapéuzinha." Agora, a vovazinha, enganando o Netinho. "Olha só." "Se aconteceu, é uma história infantil de novo. Claro, nós temos a peusinho vermelho, versão vivendas da barra." Que é o livro que eu estou fazendo de clássicos. Ah, vai. "Intergrante do PP, avaliam reservadamente que a senadora Teresa Cristina aceitou com o vídeo para a serviço de Flávio Bolsonaro, porque já sabia que o Partido seria contrário a formação da chapa. A informação é do Portauje 1. Nos bastidores, a parlamentar sofreu muita pressão de setores produtivos, principalmente do abro negócio, para abrir um canal de diálogo com Flávio. Tem então a senadora refutava a ideia de olhando eleição para a presidência do Senado em doesmi 27, um deputado do PP sobre reserva, disso seguinte. No fundo, se avalia que ela também não queria, ela voltou atrás apenas para fazer um gesto ao agro, principalmente de Matogrosso do Sul, que estava cobrando isso dela." "É, o agro que é isso dela, alguma coisa, alguma alternativa ou lula, porque sabe que o lula está, nossa, o lula tem sido assim um ogro para o agro. Nossa, gente, o lula é muito mal para o agro, assim, bom mesmo era os planos safas do Jair Bolsonaro. Nossa, aquilo era uma, mas aquilo era uma verdadeira poesia, né mesmo, pessoal. Olha, eu vou lhe, eu vou lhe escondar uma coisa, né? Mas, enfim, e aí, andou saindo coisa dela de Podqueste, ela falando que talvez pudesse candidata, ela mesmo, aí alguém estava falando por que ela não viu, tem hora que seja isso engraçado. Porque que ela não seria candidata, tem no Flávio de Visse, eu não sei, acho que talvez não desce certo, vale o bem, né? Tá vendo desce certo, né? E o Ronaldo Cairado hoje disse que o Ronaldo Caira está todo animado, né? Está vendo o creio, está lá, vai se eu, aí, o Flávio não inspira com fiabilidade, né? E agora até ele arrumou um assessor, agora acho que vai que é o Aldo Rebelo, né? Tá difícil, agora, mas acho que agora facilita, né? E para fora, o Flávio não vão para nove, o Flávio insiste na explicação absurda sobre a. Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Jé Bolsonaro não sabia que seria exibir um vídeo com sua imagem, feito com inteligente artificial durante a convenção do P.L. que oficializou o filho zero um como candidata ao Planalto nas Eleições deste ano. A declaração de Flávio foi dada em uma live na noite de ontem, vamos conferir o que disse o senador. É óbvio que o presidente Bolsonaro tinha a menor ideia de que a parça um vídeo de a dele na nossa convenção e obviamente que nós estudamos a legislação e não tem absolutamente nada de errado. A resolução do TSE e a legislação dizem, bem macinha da coisa que vai ter que ser decidido mais com o caso concreto pelo TSE, mas entese que durante as eleições você não pode usar inteligência artificial a dipfei para promover mentiras, para fazer podios. Não é durante eleição, não é isso, salve engano, não é um engano, não salva. Agora o que é fú, o que é fú?
fabuloso aí, é ele na condição de advogado também, assinar um troço dizendo que enganou pai. Isso é fabuloso. E aí foi outra esparrela na qual caiu em prensa, porque, com assim, Alexandre pressionou o TSE, porque é que ele pressionou, porque ele disse o seguinte, ou o vídeo que eu contraria a minha decisão, minha decisão, decisão desta corte, sob a produção de vídeos, etc. Se o Bolsonaro sabia, contraria-lo. Se não sabia, aí é um problema do TSE. Aí vai o Flávio disse, não sabia. Se diz, não sabia? Acho que está querendo que o pai vote para cadeia. É isso? Está querendo que o pai vote para cadeia? E aí, meninos, nós eu vou antecipar aqui, tem muita coisa aí, fica aí. É um ou outro, não gosto de eu recarque perno. Mas os seus elhos santes navar de porciúcula, o seu selho vai fazer 100 anos amanhã. Foi tratorista, guarda de trânsito, escrevão, detetive, essa ambista, toca uma pênca de instrumentos, vale o bem. Olha lá. É a avô de uma, da pressão, uma mulher brilhante, electual, notablemente culta, companha, programa. E aí, o avôzinho, ela chegou na casa dele, né? Na cada mãe, acho que ela pode comer. E o seu selho estava lá, minha síndrome. E seu selho está cabeça no lugar certinho. Nossa, mas seu selho está com a cabeça perfeita, melhor do que de muito jovem e vinte anos. Ah, põe o seu selho aí, como o vente, seu selho, beijo no coração do seu selho, beijo para a família toda. Vai, põe aí, vai. - Oso, que ele não tira o bom, né? - É, então, mas não tira. - Não tira o bom, não tira o bom, não, sempre põe o bom, não. - Mas não bota. - Mado um beijo correinado na ZB, que eu vou mandar esse vídeo para ele. Eu vou mandar esse vídeo para ele. - Nossa, eu fico muito contente, eu quero falar, porque ele fala com a proposta de verdade. - É, ele não se esconde nada e fala que ele não é prazer, que ele é quieto e adequado - Onde é que a gente vai dar as razões, se ele for. - E inteligente, né, vou. - É, gente, entende bem isso. - É, todo mundo consegue entender, né? - Pois é. - Que eu não. - Mando um abraço para ele, vou. - Não, não, não. - Reiná o dozepe. - Reiná o dozepe. - Um abraço, hein, para você. E a sua mensão aí, ele sempre trabalha. - Olha aqui para a câmera aqui, ó, quando você te vai falar, "luísse". - Um abraço para você. Deus te avesso, eu te guardo aí os pros brasileiros. - Eu mando para ele, hein, fô. - Mas, é legal. - Estabar aí passado, que eu grão. - E passei. Seus elhos, parabéns para sua adversária amanhã, tudo de bom. Obrigado, olha a sua. Isso, de fato, me emocione, né? Seus elhos. Obrigado, viu, pelas palavras elogiosas. Fica aí que tem muita coisa e você que agora não intervalo da rádio, vai ficar fora, porque a gente vai passar uma coisa, vai só vai ter a insão paude, e por aí não perca, tá? Porque este não é o programa da Dórea. - A peixinha aqui pergunta, "Quê é? Que você?" - Não, nunca. É isso aí. - Ou é da coisa? - E há coisas que só o é da coisa faz para você. Eu adoro esses momentos, eu acho que às vezes o jornalismo existe para isso. Entre outras coisas, né? - E se alguém em uma vida existe para, no fim das coisas, vão num bom livro, um bom livro justifica uma vida. O fato é justificar a vida, desmontar a precaritate. Querem ver aqui, olha o momento fabuloso. O momento fabuloso aqui vale assim, vale, vale, por acasseções e psicanales em que a pessoa até que ele sai. - Ah, vai, vai lá. - Lávee Bolsonaro afirmou hoje de manhã em São Paulo, que o presidente Lula se vinga da cidade do estado de São Paulo, perseguir Ricardo Nunes, o prefeito da capital e Tarsiz de Freitas, respectivamente. Então, o prefeito e o governador do estado. A fala do senador aconteceu durante um café da manhã organizado por Nunes, que reuniu vereadores da capital paulista, apoiadores de Flávio e do governador também. A gente vai conferir o que disse o candidato à presidência. - Esse importante que eu tirei de sutil, gente, é que independente dessas composições, os homens, que são excepcionais, os quadros maravilhosos desses partidos, todos vão caminhar com a gente na campanha. Todos estão participando da formulação do plano de governo, está todo mundo empolgadíssimo, superanimado, com a possibilidade de colaborar, de voltarmos a ter um governo que olha e de verdade, por povo brasileiro, que não fique perseguindo um governador de estado que precisa do aval da união para ter um financiamento aprovado, para uma grande obra no estado de São Paulo, um prefeito de uma cidade que precisa do aval da união para ter um equipamento de mobilidade, com um financiamento aprovado da união, se o governador tarciso o prefeito Ricardo já consegue entregar tanto para São Paulo. Mesmo com um boicote do governo federal, vocês imaginem quando tivemos um presidente da república, que basta o governador o prefeito passar mão no telefone e resolveu os problemas pensando no que é melhor para o povo paulista, não é uma relação ganha a ganha que eu tenho certeza que o eleitor de São Paulo vai poder avaliar com muita tranquilidade e saber fazer melhor escolha. Relação ganha ganha tem copyright. Isso não é qual, como eu sei? Isso é meu, o Flávio Bolsonaro. Agora, esse é o momento da revelação. Isso vale mais do que alguns anos de psicanálise. Não, não vale, maravilhoso, fiz oito anos. Nossa, rei, não adiantou, claro que adiantou. Olha que, olha que, beleza. Vai, falem. No entanto, se olharmos para o passado recente, veremos que em 2 vevereiros de 2024, Tarsiz e Lula trocaram afagos durante a venta oficial no Porto de Santos, que nos marcaram pelo anúncio de investimento conjunto entre União e Estado em obras do túnel Santos, Guarujá. Vamos conferir o que disse o governador de São Paulo naquela casela. O Porto que vai recebendo dia de hoje presente e portanto, e presentes que nascem do entendimento, nascem da parceria, isso torna esse momento mais tendo lemático. E, talvez, eu seja um privilediado de estar participando desse momento em Glamar. De estar celebrando a parceria com o governo federal, para entregar para baixar das santistas algo que era desengar de os primeiros registros, são de 100 anos atrás, uma parceria que vai representar 50% de investimento do Estado, por 50% do governo federal, uma parceria que vai deixar sua marca aqui na basada santista. E, quando a gente acertou a questão do túnel, nós nascentamos também, ministro e Costa. Vamos fazer em parceria as obras da perimetral. Vamos fazer os viaducts que estão faltando. Vamos dar a melhor a propriedade urbana. E, quando a gente soma todo investimento que vai ser feito aqui no túnel, na perimetral, nas casas, a gente vai passar fácil o presidente Lutus, 8 milhões reais. E, não, vamos fazer isso juntos. Então, está na hora realmente de celebrar o que é a história. Muito obrigado pela parceria, presidente Lula. Despõe de algum tempo, vale bem? Ofecho. Não pensei em tempo. Um minuto, então, eu digo assim, tá aí. Não sei eu aqui, a dizer mais digo. Não há um só governante. Com o mínimo de honestidade que o Lula discrimina a política. É famoso por não fazer isso. Quem dizia que não queria a papo composição, ou seja, o Bolsonaro, temos testemunhos vídeos, etc. Sobre o Lula, tem o testemunho do Tarsício. E aí, Tarsício? Hoje, enquanto Flávio falava isso, você ficou com cara ao lado fazendo aquela cara de, como você diz, quando a criança distalta. Não é? Porque sabe que é mentira. Inclusive, porque esse corde cabelo, o que eu preciso dar uma dica, você. Vai no daire o meu cabelero. Tá ruim isso aí. Ou é essa coisa. E vamos aí, menino. Quem é nosso tempo? Vai. Não lá.
feminino pra faire Lula a ele. Ao criticar o apoio feminino a Lula, Flávia firmou que segundo ele as paltas das mulheres são defendidas apenas pela direita. Vamos acompanhar o que ele disse. Femana, você é a defender na ponta da mão e a irmã da prova de uma mãe se ela quer um fluido drogado. É direita a esquerda e a contra as drogas. É a esquerda faz programas de lideração de drogas, o dia que não vou sacar. A cidade de São Paulo, uma coletica concorda com um desafio saído colégio e se acediado para um crack na ponta do colégio. Olha o bem, a gente dá uma didoria agora ou não? Não pode. Quem é você? Como é que é? Esquerda, bossa crack, crack, droga, me remeta com o mundo vermelho. Por exemplo, PCC, comando vermelho. Comando vermelho, me remeta o Rodrigo Bacelar, que está preso do presidente federal, presidia sembrar a delativa do Rio, seu aliado, seu amigo, com quem você se encontrou, põe um vídeo aí pra mim, vai? Vá, viu, fala pra gente aí sobre o Brasil, se não se rezeia aqui com uma cada pela história. É um crack, né? Eu perceito a mim, é boi. Essa cidade é maravilhosa. Qual é que, Bacelar? Pensa ver aqui. Eu quero saber essa rezeia aqui. Essa é nossa boda. Essa rezeia aqui vai é um. O burinho retratou esse momento aqui agora. O caça é enter o corpo. É um homônio entre amigo no lugar bonito, com melhor pretento no Brasil, daqui. A cidade vai bonito agora. Agora o governo avante, assistando o canetado tirando os outros. Não, não é pra dor. Não é pra dor, não é pra dor. como é que parada? O fissão hoje é outro. Vamos trabalhar! É isso, tem que fazer o que eu tenho que fazer, está feito? Vou mora! E aí tem o apoio do homem do Vero, como é que está a história? Com o senhor, com o tio, vai conversar na volta, com o senhor de união? - A volta, só na volta? - É! - Não está bom! Olha que orgulho, brilho, bascelado, ganador, resistente, o senador flado, Bolsonaro, púrguer, sessão, reservadamente aqui na cima, a classe política e frente do músico, da região do flaco presente, quando a gente escolhe um tanchinho ali, que será, hein? Ah, isso foi no século passado, não foi no dia 4 de julho do ano passado. Está muito juntos, inclusive, quando teve uma saca na peína alemão, eu rodrei com o bacelar lá, caetinho. Ah, está matando para a dinerno mesmo, não está matando comando, porque eles continuam a mandar lá, está matando pobre. E vocês continuam a entender o voto feminino, né? Vai ver, Flávia, que um dos chefões da sua campanha, diz que é correto dizer que há mulheres que não merecem estupradas, comparam jionalias com prostitutas, e eu espero desculpas as prostitutas. Não? Pode ser por isso, não? Porque mulher do próprio partido é atropelada, pela macharia. Tem um livro pavoroso, que chama "Dink Nite Chorou", que inclusive virou pela coisa, assim, virou aquele livro, aquele livro assim que pessoa "Ah, você leu Dink Nite Chorou", porque achei de frases, que. mas não, mas você acha que "Ah, eu folhei aí, achou merda, mas de qualquer modo, também quem gostou está tudo certo". E teve o Dink Eduardo Chorou, não sei se já faz parte da nova estratégia de marketing, agora que em meter o pé no traseiro do Antigo Marketing, né? É um ex deputado federal do Eduardo Bolsonaro, Chorou, se está o temor de ser preso e ao apontar uma suposta perseguição contra a família, essa manifestação foi feita durante o lançamento de uma TV na Florida nos Estados Unidos, onde ele vive desde fevereiro do ano passado, ao discursar no país, né? Mas não no estado, o discursar na inauguração da TLTV, que contou com a presença do blogueiro bolsonarista, alando Santos, fundador do canal Eduardo, diz que o país está incomunicável e questionou aonde vai parar essa loucura. Peração, um pouquinho antes de botar o vídeo, que bacana, espessoal, nem diz, nem precisa dizer de onde saiu dinheiro para fundar TV. Olha que coisa, é prospero. Eu vou povo próspero, basta querer e já estão fazendo TV. É mansão, é TV, é o negócio, vale o bem, mas olha, eu descobri que lá no Texas na Florida, saiu que eu até chove e manar na forma de dólares. Olha só. Ah, é que lindo, vai. Viu ela ficar três anos, sem dos filhos, para não conseguir mais imaginar ficar tão tento assim. Para quem está no rádio, ele se abraça, ele começa a chorar. Porque a gente é velha, a gente se burra a onda, né? Mas quando passa a condenação, quando faz a liberação internacional, tem que tomar um monte de precaução, com interpol, velho e um agrado, o caro para cá, e você vai para a viagem, você chega no local e sei lá se vai ser preso, e aí você pergunta, "C******, fazer isso tudo". Podendo deixar os joginhos moleques em casa, sem. Você pode ver o pai. Como a gente é rada, aí no dia de jane, meu pai é ****. E enfim. E aí tem que ir no dia da ir com os. Direito que fica achando que ele está aqui na cidade bem na vida. Não, que eu botar o flávio, porque é da família. Vá lá então irmão, esse candidato é para você ver, não o soninho pino vai dar nada, não é mesmo? Esse candidato é que eu quero ver. Esse candidato, do Flávio não falou que a percebi de dele comendo russa, depois era comendo croniana, depois era com o nocequinha, e tal, quem está aqui ainda dando risada, ninguém reparou para olhar. Afirmando a esposa do Flávio, que estou destruindo uma família, e os cara nem aí falando como se fosse a coisa mais natural do mundo ano risado. Então vou colocar um brasil na propriedade de pegar de porrada, esse moleque. Aí ele falou de pegar de porrada, toma do MBL, do missão agora, não. Mas de qualquer modo, pelo pagar de porrada aqui no Brasil, o volho beijo, ele deve. Ele precisa de estar aqui, né? Porque é para pegar de porrada lá no texas só as pessoas mudam para lá, também. Ou ir lá, passear, "Vai lá, vim aqui, você me bater, tá?" O dia em que Eduardo chorou, é muito medo das viagens internacionais, e é claro que ninguém vai perguntar, mas via a gente internacional com que recurso, TV com que recurso, mansão com que recurso. E o Lula foi a opó de que esse do Vilela, inteligência limitada, abraço para o Vilela que eu já fui, deu muito certo, e a jujúba é muito boa no programa. Estados Unidos vão interferir nas eleições do Brasil, disse o presidente, disse "Não tem dúvida, pode botar direto ouvido para a gente ganhar tempo, vai?" E que no Brasil é mentira, não vai ganhar. Mas você tem medo de algum tipo de interferência nas unidas na eleição, porque agora tem essa. Não, que vai tentar interferir. Mas agora estão levantando de novo a questão das unas eletrônicas? Não, não, veja, sé. Ooooo, savura de eletrônicas. Então, mas se acha que já é uma preparação para uma derrota, e uma justiativa. Não deixa contar, ele vão tentar interferir aqui. Como? Ele vai tentar tentar, então, sabe, ajudar o lado de lá ganhar as eleições. Se acha que o Trump prefere que o Flávio bolsa o ganho? Não, ele já tem isso. Então, mas. E ajudar ele a colar. Ele é muito mais do Marco Rubio, que é o secretário do Estado dele. Eu, velhela, não estou preocupado com isso. Mas quando você conversa com ele, que. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Não é o que acontece depois que a gente sai da reunião. Você acha que depois ele. É, porque depois do Marco Rubio, que no Górdia da Mérida, que ela tem no Górdia da Mérida, não vai ver o que? Sabe? Vai, vai fazer da coisa da colar. E como Quintal do Sazim? Eles querem que a Mérida e que Latina volte a ferro Quintal do Estado do Rio. Tem isso? Quem é a de duvida, né? Tem documento, tem tudo escrito. É isso aí. Oh, essa coisa. Muito bem, a Michelle, a vai definir essa candidata, e tal, e aí eu vou demar a Costa Neto, falou que ela precisa definir, falei com a presidente Michelle, se ela é candidata ou não, ela falou que vai resolver com o marido dela. Então, vou decidir isso, provavelmente, até do mim. É tudo uma questão familiar, né? A gente. É preciso entender que o cairado, isso sim, simula coisa de gente no abri.
só pra não ficar vindo. Tem a coragem de chamar as coisas pelo nome. Mei saí. Ou é essa coisa? Rapidamente nós voltamos a E-Aumendonso. E agora o monitoramento do Jacks Vagne, que foi também considerado uma verdadeira poesia e mais a quebra do sigilo, da investigação sobre o Vagne, eu estou guardando até agora que é o sigilo da investigação sobre o Claudio Castro. Tem que ter, né? Mas vamos lá, vai, vamos falar sobre o Mendonso, hein? O ministro andar bem donsa do ASTF, atorizou a pris federal monitorar o celular do Senador Jacks Vagne e depois identificar riscos de vazamentos de informações de operação que investigas fraudes do Banco Master, segundo relator. A suspeita surgiu depois de um dos alvos procurar o gabinete dele dias antes da deflagração das medidas contra o parlamento. De acordo com informações de pessoas apar das investigações, o próprio senador esteve no Supremo para falar com o ministro em 17 de junho, na vez para a da operação contra ele, a medida que inclui monitoramento de localização em tempo real e o acesso a registro de chamadas foi motivada por um risco agudo de vazamento das deligências. A destino de Mendonso, do dia 23 de junho, teve o sigilo retirado nesta quinta. O ministro afirma que já houve anteriormente na investigação do Master, de ter caso de antecipação de ações policiais. Todo mundo sabia que o Jacks Vagne se doutar de tava nesta, o fato de o cara ter ido lá pegar informação, não significa nada, agora o que eu não gosto desse tipo de coisa, mandei monitorar a mesa. Tá, monitorou. E aí? E aí nada? Teve, não sei como se conversa, não sei como se conversa, não sei como é, e o crime tá onde? Também não sei. Isso não tá ficando bom. Isso não está ficando bom. Ai, tá protegendo. Falo que tem de ruim, acabou, espõem, oferece denúncia e para de ficar criando fatos à beira da eleição. Cheio, cheio. Ou é essa coisa? Estamos de volta nas redes sociais e nas TVs. Eu até brinquei hoje, né? O Elio Gássio tem lá uma daminataixa que só ocorre os instituiidos de gramática, né? E eu posso, eu posso. Eu posso socorrer os instituiidos e livros também, né? Sim. Qual é a coisa que é isso? Por que parem de falar tanta burrisa? As impressionantes burrisa e sobre a guerra do Paraguai, vem. Sim, um dia posso convocar o embaixador do Brasil em Assunção José, António Marcon, despara consultas, o governo do Paraguai afirmou hoje que não quer aprofundar a ditacrise entre os dois países. A informação foi divulgada em coletiva de imprensa, pelo vice-presidente do Paraguai Pedro Aliana e pelo ministro das Selações Exteriores do país Rubén Ramírez Lescano. Esse último alheaz afirmou que recebeu explicações de embaixador brasileiro sobre as declarações de lula a respeito da guerra do Paraguai. Segundo o Lescano, representando de diplomático brasileiro, relatou que lula considerou que as declarações dele foram retiradas de contexto. Na coletiva, Lescano explicou o seguinte, o embaixador manifestou que isso foi tirado de contexto. É o que ele nos disse, nunca foi a intenção do presidente lula, realmente ressentiu o insultal para a guai com essas declarações. Então, nós tampouco queremos aprofundar muito isso. Alguém, por favor, me faz o favor de dizer, de lembrar o que foi o que lula disse? Sim, ele disse. Tá aí, gente. Não, tá aí, eu sei, tá aí, eu não tô dando brouco. Estou bravo com a porrisa. O que foi o que lula disse mesmo? Durante eventemção Paulo, ele falou na sexta passada de. Nós gostamos de 24, nós gostamos da paz, ele disse, mas não podemos esquecer que um dia o Paraguai decidiu invadir o Brasil, invadir o Corumbai, ao mesmo tempo, invadir o Guai Argentina e essa guerra que parecia que não ia dar em nada durou cinco anos. O que que tem derrado aqui? O presidente está fazendo por uma casa apologia da guerra? O presidente está falando, "Ah, e aquele bandido daquele Solano Lopes?" Não. E aí, não, botando para quebrar mesmo, vamos lá, acabamos com eles? Também não. Fazendo um dia, o Solano Lopes invadiu o Matugroço. invadiu. E tinha sequestrado na Rio Mercante Brasileiro? Governou para a Guai com um ditador, um caudilho de 1862, 1870. E, ó, deixa dizer uma coisa. O bom às vezes de Cevelho é poder ter alguma experiência porque o diabo é diabo, porque é velho, não porque é bú, porque é sábio. E eu tenho uma coisa gramatical, é não porque seja sábio, né? Não, é não porque é sábio, quer dizer. É velho e sábio. Eu não posso fazer nada não ser pedi que vocês leiam, não tá mão aqui, mas tá aí. Maldita Guerra do Francisco Dara Tiotto, campaninha das Letas 2002. Cultural. Recolocou refeis atrajetórios dos estudos sobre a guerra do Paraguai, porque até aqui no Brasil tem alguns setores, um pouco assim que sequeriam de esquerda, que aí também eu. Não, sei a esquerdista, não torna ninguém inteligente. Definitivamente, a esquerdista burro. Istra lista de direito inteligente, não tem. Porque senão não seria a lista de direito, porque se a extremista de direito não quer democracia, já pronto, não quer. Ah, direitista, ah, direitista tem. Se for democrata, né? Tenha cê, solando lops, um líder socialista até antes do socialismo, o Paraguai, perseguido pela. O Valeu Ben, né? Essa tese que no Paraguai vigora até hoje, o Paraguai, como era uma potência giga? Desca. Que tinha no máximo 450.000 habitantes, uma sociedade rural, dominada por senhores de terra, primitivo. A Inglaterra falou assim, nossa, como Paraguai é poderoso, do que medo do Paraguai. Ah, Isabela, estou tremendo do que medo do Paraguai. Ai, meu Deus. Vou mobilizar o Brasil argentina e oroguai para destruir o Paraguai. E aí, vou falar com o império, o brasileiro era império, tal Brasil, já era independente. Era o segundo império, já. Segundo império. Vou mobilizar o Brasil para destruir o Paraguai. Não, o solano lops invadiu mesmo, o sequestrou na vio e invadiu uma tugrosa. Ele queriam acessomar, ele queria chegar oroguai, invadiu para a sua argentina e se fez a tripro cê liança. E sim, teve uma guerra pavorosa, pavorosa, de 1864, 2070. Tive uma guerra pavorosa. A destruição do Paraguai foi gigantesca. 450 mil pessoas, tal, o livro ali, morreram 250 mil e 300 mil. Coisa de per 70% da população, 90% da população masculina. Verdade, tragédia para o Paraguai. Mas o Lula não fez a pologia disso, só que eu tenho uma novidade para os destituídos e leitura. Sim, os militares brasileiros foram terrívelmente brutos, o solano lops movilizou criança para a luta, a verdade, morreram também. Mas sabe o que matou, avalia o Ben e Isabela, a evidências disso, 70% do soldado da população para a Guaia, fome, colera, varila e malária. Inclusive, os perto de 50 mil brasileiros que morreram. Também. E não a guerra em si. Tudo isso documentado, o livro é brilhante. Brilhante, acabou, inclusive, com algumas fantasias que tinha aqui. "Oh, porque o solano era um cara bacana, ele não era um cara bacana, ele era um baita do indicador vagabundo." Pronto. "Lula não vai falar isso, eu falo, tem livros a respeito." "Ah, e parece que só você ler?" "Não, eu não, porque eu disse, eu estou falando que eu tenho uma novidade da leitura, o avali, eu tenho um livro escondido aqui." "Questas informações, não, quem tem inquérito escondido parece o bendoso, aí eu não tenho nada a livro escondido." "A livro que eu acreditava, o câncer, basta ler?" "Po Brasil isso foi uma porcaria também, numa outra dimensão que nem está muito claro para muita gente." "E aí, tem mais dois livros." "A espada de Damocles, o exército agres do Paraguai é a Cri Rímpere." "Ví uma pere escosta." "Leio." "E o historiador dos historiadores das Forças Armadas, José Morel e Carvalho." "O Império Brasileiro, segundo Império, Dom Pedro é um civilista, Dom Pedro II." "Sabe o que a guerra do Amigo é?"
do Paraguai, fez a guerra do Paraguai fez com que o exército ganhasse um tal poder no Brasil. O poder militar brasileiro que depois se revela por uma sucessão de golpes não punidos, o primeiro a ser punido a este, livros de novo, está aqui, topi o autoritário brasileiro, foi por cada guerra do Paraguai. Aí os militares se eram, deixa com a gente a guerra do Paraguai prepara o golpe da república. História do ABB, História. Não parade, usar o que tu vejo, inserta as coisas, o cérebro vai bem. É isso, não mais. Por isso é que eu estudo, não posso parar, por isso esse programa tamanho. Beijo, tá segundo. Eu puse os meus pés no viacho, viacho que nunca eu estirei. O sol ainda brilha no estrada, e eu nunca passei. Eu vi a mulher reparando, outra pessoa. O tempo parou, treu a olhar para aquela barriga. Por isso uma força me leva a tentar. Por isso essa força estranha. Por isso é que eu tudo, não posso parar, por isso essa voz está man. Eu vi muitos cabelos brancos, na fonte do artista. Por que, por não parar, ele tanto, ele nunca envelhece. Aquele que conhece o jogo, o fogo das coisas que são. É o sol, é o que mais trada, é o que é o chão. Eu vi muitos homens brigando, ouvisse os gritos, vestido no fundo de cada vontade, incomberta. E a coisa mais certa de todas as coisas, não vale um caminho sobre o sol. E o sol sobre estrada, o sol sobre estrada, é o chão. Por isso é que eu canto, não posso parar. Por isso essa voz está man. Você acompanhou ou é da coisa na BANTI News FEM. O oferecimento BTG Pactual para quem espera mais de um banco.
Podcast Summary
Key Points:
O programa discute a abertura de um novo inquérito autorizado pelo ministro André Mendonça, do STF, contra Lulinha, filho do presidente Lula, a dois meses das eleições.
A defesa de Lulinha alega "pesca probatória" e viés político, pois nada foi encontrado contra ele no caso anterior, o escândalo do INSS.
O caso envolve suposta intermediação ilegal para produção de canabidiol, com ligações a uma empresária e a um investidor, mas sem provas concretas até o momento.
O programa critica a imprensa por tratar a investigação como natural, questiona a competência do STF e compara o caso com a proteção a Flávio Bolsonaro, citando a demissão de Sergio Moro e a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.
Lula afirma que não protegerá o filho se ele for culpado, enquanto o ex-governador Ronaldo Caiado ataca Lula, mas evita citar Bolsonaro diretamente.
Summary:
O programa aborda a abertura de um novo inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, autorizado pelo ministro André Mendonça, do STF, a poucos meses das eleições. O caso, que envolve suposta intermediação ilegal para a comercialização de canabidiol, surge após investigações anteriores sobre o escândalo do INSS, nas quais nada foi encontrado contra Lulinha. Os apresentadores criticam a medida como uma "pesca probatória" e apontam possível motivação política, destacando que a defesa de Lulinha e da empresária Roberta Luxinger questionam a legalidade do novo inquérito, que não teria relação com o caso original.
Eles também comparam a situação com a proteção a Flávio Bolsonaro, lembrando a interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal e a demissão de Sergio Moro, além de ironizar a seletividade de figuras como Ronaldo Caiado, que ataca Lula, mas evita criticar Bolsonaro. Lula, por sua vez, afirma que não usará o cargo para proteger o filho, mas os apresentadores questionam a imparcialidade de Mendonça, que se tornou referência de "bem" na imprensa, apesar de controvérsias passadas. O tom é crítico, com ênfase na falta de evidências e no timing eleitoral da investigação, sugerindo que a justiça está sendo usada como ferramenta política.
FAQs
Pesca probatória é quando se investiga sem provas sólidas, apenas para encontrar algo. No caso de Lulinha, a defesa alega que a abertura de novo inquérito, sem indícios concretos, configura essa prática ilegal.
Lula afirmou que, se o filho for culpado, ele será tratado como qualquer cidadão, sem privilégios, e que jamais pedirá a autoridades para agir de forma incorreta. Ele disse que Lulinha terá que provar sua inocência.
A defesa alega que, após não encontrar provas no caso do INSS, a abertura de um novo inquérito sobre suposto tráfico de influência, perto das eleições, tem interesse político e configura pescaria probatória.
Lulinha não tem foro especial, mas a investigação foi parar no STF porque envolve um assessor próximo ao gabinete de Lula, que teria foro privilegiado. Até agora, esse assessor não foi nominado.
O ministro André Mendonça autorizou a abertura de um novo inquérito para investigar possível tráfico de influência de Lulinha na liberação da cannabis medicinal, mesmo sem evidências concretas.
Caiado criticou Lula nas redes sociais, dizendo que o Brasil vive uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe, mas sem citar diretamente Flávio Bolsonaro.
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