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O É da Coisa de 18/08/2026, com Reinaldo Azevedo: 6 X1; Mendonça “stalker” do PT; coletes e chapéus

84m 57s

O É da Coisa de 18/08/2026, com Reinaldo Azevedo: 6 X1; Mendonça “stalker” do PT; coletes e chapéus

O programa "É da Coisa" abordou temas políticos e judiciais, começando com a decisão de Davi Alcolumbre de destravar a PEC do fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o PL das Terras Raras, vista como aproximação com Lula, que agradeceu publicamente. Em seguida, foram discutidos vazamentos seletivos de investigações envolvendo Lulinha, com críticas ao ministro André Mendonça por suposto tratamento desigual, especialmente em relação ao caso Dark Horse. Flávio Bolsonaro foi destaque ao afirmar receber ameaças e usar colete à prova de balas, mas foi alvo de críticas por aparecer em vídeo com Rodrigo Bacelar, ligado ao Comando Vermelho, sem proteção. O STF tornou réus Bacelar e Gilvan da Federal, este por desejar a morte de Lula, em decisões que reforçam o combate à violência política. Tarcísio de Freitas nacionalizou sua campanha com propostas de reforma orçamentária e combate às bets, embora questionamentos sobre a coerência de seu grupo político tenham sido levantados. A campanha de Lula avalia um ato para evangélicos, dividindo opiniões. Por fim, o STF debate restrições a deepfakes e Fachin alertou contra ataques ao Judiciário como pauta política, enquanto críticas a vazamentos e à seletividade judicial marcaram o tom do programa.

Transcription

10599 Words, 59982 Characters

Portuguese
Speaker 1Agora, na Band News FM, o É da Coisa, com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota.
Speaker 2Oferecimento Ultra Blue World Legend. É tempo de ir além.
Speaker 3Bebe, essa estrada é comprida, ela não tem saída. É hora de acordar pra ver o galo cantar pro mundo inteiro escutar.
Speaker 4Bebe, a história é a mesma princesa. De ir na quaresma depois do carnaval.
Speaker 3A carne é algo mortal, como o da de avançar sinal. Todo jornal que eu leio me diz que a gente já era. Que já não é mais primavera. Oh, baby. Oh, baby. A gente... A gente ainda nem começou. Baby, o que houve na trança vai mudar nossa dança. Sempre a mesma batalha por um cigarro de palha. Navio de cruzado. Todo jornal que eu leio me diz que a gente já era. Que já não é mais primavera. Que já não é mais primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é primavera. Que já não é mais primavera. Oh, baby. Oh, baby. A gente ainda nem começou. Baby, isso só vai dar certo se você ficar perto. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1.
Speaker 5Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu sou um índio silucho, eu sou um cachorro burro em guerra com o Zé 1. Eu leio, me diz que a gente já era... Não, mas o que mais se publica hoje em dia é que a gente já era. Mas eu acho engraçado esse negócio. Ah, a gente já era, mas ficam falando isso porque são pessoas que querem continuar sendo, entendeu, Wally Benny? Sim. Para que continuem sendo, é preciso dizer que o Brasil já era. Né? Não acho que já era. Agora, pode fazer escolhas? Ah, pode. É, queridos, na história não tem um modelito. Ah, quem dera tivesse. É o modelo, e a gente vai. Na caverna do Inhudo, sim, Wally Benny, lá a verdade está revelada. Já na do Platão, não. Tudo que estava ali, eram, assim, viam-se projeções. Sim. De uma suposta realidade, né? As pessoas estavam presas naquela caverna. Na caverna do Inhudo, minha querida Isa, as pessoas estão livres.
Speaker 6Sim.
Speaker 5Para receber lições. Ó, tem muita coisa, fica aí, tá? Ai, vai falar que saiu o contrato que foi pro Marcola? Vou falar tudo. Falamos tudo. Tudo. Tudo. Tudo aqui. Tudo aqui. Tudo para você. Mas vamos começar, o Columbre decide pôr pra tramitar o fim da escala 6x1. Que, certamente... Será tema da campanha eleitoral. Vamos lá.
Speaker 7Em meio à reaproximação com o presidente Lula, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destravou a tramitação da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Segundo o Metrópolis, Alcolumbre já assinou o despacho que encaminha a proposta à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, presidida pelo senador Otto Alencar, do PSD. O presidente do Congresso ainda deve conversar com Otto Alencar sobre o andamento da proposta no colegiado, que vai avaliar o tema. O avanço da PEC representa mais um gesto de aproximação. Uma aproximação entre Alcolumbre e o governo Lula.
Speaker 5Isso, fizeram uma conversa, eu estou lendo gente que está falando assim: "que será?" Meu filho, vai investigar se acha que essa aproximação, ai, como é que é, certamente tem algo de não republicana, vai, descobre e informa. Pronto, agora já virou fã do Alcolumbre. Eu? Mas não mesmo. De jeito nenhum. Acho um absurdo ele ter travado as propostas até agora, coisas importantes, fim da escala 6x1, PEC da Segurança Pública, o PL das Terras Raras. Tá, agora destravou. Que eu saiba, ai, Jorge Messias, não é não, que eu saiba ele continua não querendo Jorge Messias, passa pelo Supremo, passa, se o Supremo, pelo Senado, se ele não quiser apoiar, não apoia. Fazer o quê? Assim são as coisas. Eu, eu não tenho ódio da política, já disse hoje de manhã no metrópolo, na hora do almoço, eu gosto de política, eu gosto de política, eu leio, eu estudo política, eu gosto, tudo tem de sair conforme a regra e não sei o quê, não, as coisas vão ser negociadas. Tem dois P's. Para resolver problemas, resolver não, responder a problemas, sabe quais são, Izinha?
Speaker 6Quais?
Speaker 5Quais? Política e porrada.
Speaker 6Hum, melhor ir com a política, hein?
Speaker 5Não é? E nem sempre a política é perfeita, tem lá as coisas, o que não pode destruir o meio ambiente político sob o pretexto da moralidade, como fez a Lava Jato, e aqueles que foram seus próceres, seus protagonistas, são hoje o quê, Valebeni? Políticos. Sim. Olha! E dos bons, hein, porque essa tragédia da queda da passarela, que nós vimos, semana passada, Valebeni, a gente teve uma ideia, assim, do tirocínio do candidato Sérgio Moro. Ele estava na estrada, vocês acham isso nas redes sociais? Pode procurar. Ele estava na estrada e tombou uma carreta, tá? E aí as pessoas foram tirar a carreta, né, que estava tombada. Aí ele ficou muito infeliz, ele falou assim: "Puxa vida, poderiam fazer isso no fim de semana". Olha, é, Valebeni, olha, eu quero dar um conselho aqui, em nome do administrador Moro, você que gosta de tombar carretas, por favor, tome as carretas no fim de semana, que é aquela coisa assim, né? O Sérgio Moro. O Sérgio Moro se fez político ali na Lava Jato e ajudou a mergulhar o país na barrafunda da extrema-direita, enfim, é, que é o que ele é, né? Primeira manifestação contra as instituições, 26 de maio de 2023. Ah, viva a memória! Uhu! Tá aqui, memória do titio. 26 de maio de 2023, uma das palavras de ordem ali era "viva Moro", e ele era apresentado com roupa de suporte. Super-homem, Valebeni, nas manifestações, contra o Supremo, contra o Congresso, contra Né? Só depois Aí teve pau Não, acho que tem que conversar É isso, o certo é conversar E se tiver sacanagem, denuncie-se Apure-se, prenda-se Agora, conversar Negociar, é do jogo E o Lula agradeceu O Lula teve um evento Lá no Amapá, que nós sabemos O Petróleo, a gente comentou aqui E teve um agradecimento do Lula, vamos lá
Speaker 6Em evento no litoral do Amapá Nesta segunda, por causa da descoberta de petróleo Na margem equatorial, com a presença De Davi Alcolumbre, Lula agradeceu O destravamento da pauta da PEC Sobre o fim da CESPOR1 E de dois outros projetos, vamos ouvir
Speaker 8Essa semana eu tive Uma conversa com o senador Alcolumbre E ele mandou para as comissões Três projetos de importância Vital para o Brasil A PEC da Segurança Porque a hora que for aprovada a PEC da Segurança A gente vai criar O Ministério da Segurança Ele também mandou para a comissão O projeto de lei O fim da escala CESPOR1 Para que as pessoas possam trabalhar Cinco dias e descansar dois E também mandou O projeto de lei que regula Os minerais críticos e as terras raras Porque desta vez A gente não vai deixar A gente não vai deixar Que ninguém de fora Venha querer explorar Os nossos minérios, porque nós vamos Querer fazer a transformação deles aqui Nós vamos ter que mandar a nossa meninada Estudar, estudar, fazer engenharia Fazer pesquisa de tudo quanto é jeito Porque nós queremos Separar aqui, transformar aqui E produzir as coisas importantes Aqui nesse país
Speaker 5Bom, como a gente vê Ele fala ali da CESPOR1 Fala da questão da PEC Da Segurança Pública E, obviamente Do PL das Terras Raras Né? É... Os nossos ágeis rapazes Da produção É... Olha Vamos... O... O... Você precisa ter aula De administração pública Com o Sérgio Moro Né? E você também Vai! Fala, Sérgio Moro Vai! Vai! Vai, grande mestre Da administração, vai!
Speaker 9Ah, pessoal, tamo aqui No pedágio, na altura de São Luís do Prunã Tudo parado, ó Faz uma meia hora no mínimo aqui Não tem informação o que tá acontecendo Parece que estão tirando umas carretas Que tombaram Podiam talvez fazer em outro horário, né? Ou viram o cara e dar informação pra nós Olha quanta gente parada aqui, ó É? Tem que ter umas regras mais claras Aí pra esse pedágio, né? Quem instalou esse pedágio aí Talvez não tenha se preocupado muito Com o que fazer aí Olha quanta gente aqui, ó Todo mundo Sofrendo aqui Todo mundo com compromisso Sem solução
Speaker 5Oi, Ben Luísa Oi As carretas tombaram E provavelmente não dá pra passar Se tirasse a carreta mais tarde Ia demorar mais tempo A não ser que saísse voando Que nem o ET De bicicleta Né? É uma paixão Assim, o cara não tem o que falar Fala qualquer coisa Né? Foi o que? 12 de agosto? É, faz seis dias Ai, César Moura, lamento muito, viu? Ai, coitado Ficou na ólea, que coisa Roberta Luxinger Enviou cópia de contrato A ex-assessor de Lula O Marcos Marcola Vamos lá
Speaker 7Uma mensagem de WhatsApp Encontrada pela Polícia Federal Mostra que Marco Aurélio Santana Ribeiro O Marcola, ex-chefe de gabinete Do presidente Lula Recebeu um modelo de contrato Pra venda de medicamentos A base de canabidiol Do Ministério da Saúde Com dispensa de licitação A informação é do Globo O documento foi enviado Pela empresária Roberta Luxinger Amiga de Fábio Luiz Lula da Silva O Lulinha, filho do presidente Naquela época Ela tentava fazer negócio com a pasta O que não ocorreu Devido a investigação das fraudes No INSS Marcola confirmou a pessoas próximas E recebeu o material Mas disse que não o encaminhou A defesa da empresária Afirmou que o processo está sob sigilo E que por isso não vai se manifestar A mensagem enviada por Roberta a Marcola Consta em uma das investigações Envolvendo a empresária e Lulinha Uma das que tramitam no Supremo Tribunal Federal A relação da empresária com o ex-chefe de gabinete Do presidente É citada no inquérito Pelo fato de ela ter repassado dinheiro E que o presidente Lula E também pagado boletos Para a Marcola
Speaker 5Isso, e aí, Vólio Beni Olha o que é Minha calça e a camisa do Vólio Beni Vai, mostra aí Olha o que é Olha o que é a identidade
Speaker 6Que sintonia Não é?
Speaker 7Eu só acredito em vocês
Speaker 6Ah, é verdade, né
Speaker 7Eu só acredito em vocês Diante do meu daltonismo Ah, é verdade O Vólio Beni é daltonista O Vólio Beni é daltonico Mas acredito
Speaker 6Confia, confia, Lê Vocês dois estão com salmão
Speaker 5Desculpe, você vê essa cor Que cor é a sua camisa?
Speaker 7É uma coisa meio alaranjada
Speaker 5Ah, mas é meio alaranjada
Speaker 6Tá por aí, com salmão
Speaker 5É, meio alaranjada E a Isa tá na paleta também Tô mais forte Isso aqui é o seguinte, integração Olha aqui Passar um contrato Significa fazer o contrato? Não, tem que investigar Fez o contrato? Recebeu a grana? Foi isso? Foi pagamento, empréstimo? Pode quebrar sigilo, vai ver que eu tomei empréstimo Paguei empréstimo, etc Agora Presta atenção aqui Não há Esse inquérito é uma peneira Visivelmente cada dia Vaza uma coisa Não é mesmo? E aí Tem uma coisa fabulosa aí Ah, o Reinaldo Ele vai me investigar Se o Marcola fez merda Processa, se for condenado Enfim Tem a evidência? Receber um contrato e não dar trâmite a ele Não é nada Qual é o tipo penal? Se alguém me disser qual é Qual é o tipo penal? Agora, vocês repararam que não vaza Vou insistir Não vaza nada Do Dark Horse Eu quero dar os parabéns Ao ministro André Mendonça No que respeita ao Dark Horse Ministro, que túmulo, hein? Tudo fechadinho Não sai nada Agora Os inquéritos que envolvem Lulinha Aí é uma peneira, Vole Mene Mas aí, olha Parece eu quando Ia pescar lambari na sanga Vole Mene Explica o que é pescar lambari na sanga Vole Mene
Speaker 7É num riacho, né?
Speaker 5Num riacho, exatamente Sabe com o que a gente pescava? Com peneira O quê? É É uma sanga, um riozinho Você põe a peneira Chacoalha, chacoalha, chacoalha Você ergue a peneira Tá um monte de lambarim E aí a gente fritava Na beira do rio mesmo Ai, que gente bruta Essa gente do interior E aí esse homem rústico Está aqui em mim, como você pode ver É? Imagina Sem até andar a cavalo E dirigir? Dirigir não sei Porque carro não obedece a comando Mas não vaza nada ali No Dark Horse, não Agora Os inquéritos que tem a ver com o Lulinha Aí é como pescar lambari na sanga Na hora que você ergue a peneira A água toda vaza, é claro E fica só lambari pulando Insisto, tem que investigar Agora, o que não pode Né? Ministro Mendonça É se comportar como um stalker do PT Pergunto, aspas minha Ministro Mendonça O senhor virou um stalker do PT? E por que eu estou perguntando isso? Porque inclusive vou lhe dar uma Uma dica Se o senhor me permite Uma dica concreta, porque comigo não tem esse negócio de Perrepes, vai bem Né? Dica concreta Mesmo assim Daquela coisa Que sai da caverna do Inhuto Coisa concreta Não é caverna de Platão, não Ah, essa coisa Vai lá
Speaker 6O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral Determinou que as equipes de Lula E de candidatos do PT nessas eleições Retirem do ar trechos de um discurso Do presidente em que ele pediu Votos durante a convenção do partido Na Bahia no início deste mês Na ocasião, o chefe do Planalto pediu que os eleitores Votem nele e em aliados Mas isso aconteceu antes do PT No período permitido pela Justiça Eleitoral Pela lei, esse tipo de manifestação Direta por parte do os candidatos só passou a ser permitida no último domingo, após o início oficial do período de campanha. A ação é contra Lula, o PT, o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues, também contra o senador Jax Wagner, também candidato à reeleição no Estado e o ex-ministro Rui Costa, o outro candidato ao Senado pela Bahia. Mendonça atendeu parcialmente ao pedido do Partido Novo em caráter liminar.
Speaker 5Isso aí, ministro, vamos ser emplacados. Bom, deixa eu dizer, de saída, e vocês vão se lembrar, porque eu falei aqui, vocês sabem que esse negócio de a campanha só começa tal dia, só pode começar a pedir voto tal dia, não sei o que, o que eu falei aqui, eu falei político, quando o político não está pedindo voto? Eu sou contra isso, mas se a regra existe, tá bom. A regra existe? Tá bom, ministro Mendonça. Mas precisa tomar cuidado, nós vivemos lançando aqui, vale o bene, eu tenho, vocês sabem que eu fui convidado até para fazer um livro, né, a respeito, é verdade, e acho que eu vou fazer. Clássicos, relidos, à luz do Vivendas da Barra, o condomínio lá, daquela gente suave, né, e aí tem as afinidades letivas do Goethe. Né, versão Vivendas da Barra. Precisa tomar cuidado com afinidades letivas, né, ministro. Eu não estou acusando o seu gabinete de fazer vazamento, mas que não vaza nada do Dark Horse e vaza tudo do Lulinha, é um fato. É... Ô, Weiber! Oi. Vamos ajudar o Mendonça.
Speaker 6Vamos.
Speaker 5Vamos ajudar o Mendonça. E vamos ver o que foi que o Flávio disse na convenção de Santa Catarina. Foi 1 de agosto?
Speaker 7É, foi.
Speaker 5Fala, Flávio.
Speaker 10Ainda podem falar mal do Flávio, ainda que em grande parte das vezes, com a mentira, derando crime, e eu quero dizer a todos, até aqueles que não gostam de Flávio. Votem no Flávio, porque senão nem isso vocês vão poder fazer mais, com mais um governo dessa quadrilha que tomou conta do nosso país.
Speaker 5Ministro Mendonça. Tá no ar. O que é que você está fazendo? Nós estamos aqui, Voliubene. Nós estamos aqui... Meu Deus do céu, começou a entrar um negócio aqui no meu... Oxi! Um outro celular aqui começou a entrar uma transmissão. Meu Deus! Que medo, Voliubene! É? Ô, Voliubene, nós estamos aqui para exaltar o temperamento da Peixinha Dory, mas não somos a Peixinha Dory. Não. Né? Oi, quem é você aqui? Quem é você aqui? Tá aqui. E eu insisto, hein? Esse negócio: "Ah, só todo voto pedido antes do dia 6 de agosto..." Ah, político pede, voto... Todo mundo... Voliubene, todo mundo quer um pouco de amor? Tem gente que até gosta de ser odiada, aí eu não gosto. É, mas também não faço questão de que... É, todo mundo quer um pouco de amor e político quer voto. Né? Então eu mudaria esse negócio. Agora, o que não pode é usar seletivamente a lei. O que não pode é usar seletivamente vazamentos. A rigor não pode vazar. Agora, vazamento seletivo, aí é pior ainda, porque é usar a justiça para fazer... Para fazer, claramente, política. Que é o que fazia Lava Jato. Fez. Né? E deu no que deu. Hum? Uns usam coletes. A prova de bala. Outros, chapéus. Hum. Me lembrei da música "Uns", do Caetano. Aliás, de um belíssimo disco, "Uns", que nem foi um disco tão... Mas uns usam coletes para a prova de bala. Outros, chapéus.
Speaker 7Ah, vai! O senador e candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou que recebeu mais de 1.800 ameaças de morte desde que anunciou que caso eleito classificará facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Essa declaração foi dada durante uma agenda de campanha em Belo Horizonte nesta terça-feira. O senador participou de uma caminhada no bairro Betânia, ao lado do deputado federal Nicolas Ferreira e do candidato ao governo de Minas Gerais, Flávio Roscoe, do PL. Em discurso, junto a uma representação de Jair Bolsonaro feita de papelão, Flávio ainda falou sobre o uso de colete à prova de balas.
Speaker 10Eu e todo mundo que está aqui, não pensem que é fácil a perseguição, as ameaças. Desde que eu falei que eu vou classificar PCC, Comando Vermelho, milícias, como terroristas, eu já recebi mais de 1.800 ameaças de morte. Eu tenho que estar aqui com vocês vestindo colete à prova de bala. Tive que reforçar minha segurança. Eu só consigo andar na rua se a polícia me ajudar. E mesmo assim, eu acho que isso não é um sacrifício. Isso é um propósito de Deus para o nosso país. Porque todos os dias que eu não saio de casa, eu ajoelho e faço oração. Pedindo que Deus me dê proteção para mim, para minha família e para quem está do meu lado.
Speaker 5Ó, não serei eu a dizer que políticos não são ameaçados. Jornalistas são ameaçados. Ministros do Supremo são ameaçados. Ministros do Supremo são ameaçados e com estímulo nas redes. Lamento, Flávio. Estímulo nas redes da extrema direita. Ministro Roberto Barroso foi molestado na rua. Ministro Gilmar Mendes. Ministro Alexandre de Moraes em aeroporto. Outros políticos. Né? Ainda que não se tivesse feito... Ainda que não se tivesse falado da questão das facções. Como terroristas. Como terroristas e tal. Vamos ser claros. Você usa colete porque você está colado... E eu não estou falando para não usar, não. Quer usar, usa. Está colado na campanha do seu pai. Seu pai usava colete. Na prova de bar. Né? Inclusive em ambientes onde ele não correu risco nenhum. Nenhum. O episódio em que eu me encontrei com ele é aí na banda, aliás. Né? Porque ele até veio me pedir um abraço. E eu falei, valeu bem, hétero, antes de abraçar. Ele falou que era. E eu abracei. Porque, de repente, sei lá, né? Eu posso... E se eu me apaixono? É. E se dá aquele GNC4? Né? Mas, evidentemente... A gente estava com um colete na prova de bar. Num ambiente que, no máximo, ele poderia ser alvejado por palavras. Livros. Mas estava. E aí você faz a cola do seu pai. Outros estão usando. O Lula escolheu usar chapéu. Né? É... Que até... Outros estão usando o chapéu também em homenagem ao Lula e tal. Eu usei chapéu durante muito tempo. Quando eu perdi a cabeça em 2006. Né? Por recomendação médica também. Porque cria uma bolha de ar, assim, para proteger a cabeça. Como eu tenho um buraquinho aqui, supersimpático. Né? Tinha um político. Não vou falar nome. Eu já contei essa história. Que ele... Onde ele vê um buraquinho, ele tem que botar o dedo, valeu bem? E era uma... Era um toque. Vinha na rua. Vinha na parede. E eu vou... Imagina se ele me vê. Valeu bem. Ele vai querer ver o dedo da minha cabeça. Ele vai querer ver o dedo da minha cabeça. Vai querer ver o dedo da minha cabeça. Vai querer ver o dedo da minha cabeça. Não pode. Né, Isa? Sim. Né? Me visse, né? Já não está entre nós. Está colocando um buraquinho no céu. Na hipótese dele. É... Então, o Lula não está usando coleta à prova de bala. Coleta à prova de bala protege... Coleta à prova de bala, ele é muito usado em zonas de guerra, porque é a área do corpo. É... É... É... É... É... É... É... É... É... É... Então, o Lula não está usando coleta à prova de bala. Coleta à prova de bala protege... Coleta à prova de bala, ele é muito usado em zonas de guerra, porque a área do corpo que tem órgãos vitais que fica mais exposta, maior área para levar uma bala, né? Por isso o colete. Porque um atirador de precisão, se o cara não tem um capacete também à prova de bala, pode fazer porcaria, como quase aconteceu com o Trump. Trump não é garantia absoluta, mas é claro que é deplorável, se está recebendo ameaça é deplorável, mas todos recebem, a quantidade que o ministro Flavio Dino recebe, quando expuseram, é isso que eu acho, as pessoas precisam, o volio bene, como o rio de Heráclito, as águas nunca são as mesmas, mas elas tem um fluxo, vamos defender as coisas, aliás saiu um artigo ótimo, amanhã eu vou tratar dele, de um especialista sobre essa história, de fonte, etc, de um jurista importante, professor, o Flavio Dino, estava tendo a segurança dele exposta, por uma quadrilha, coisa envolvendo dinheiro, e sofrendo ameaças permanentes, uma das ameaças, nós mostramos aqui, que estimula as pessoas, é um horror isso, então, viva a segurança de Flavio, viva a segurança de todo mundo, e que as pessoas que fazem ameaças, sejam punidas, todas, as que ameaçam, ameaçam ministros do Supremo, por exemplo, não estimuladas nas redes, então, aliás, vamos falar de violência política, o Tarcísio, fez uma coisa certa, correta, diante de um absurdo, de que a Marina Silva foi alvo, e quando se ameaça a Marina Silva, aqui eu vou falar uma coisa polêmica, quando se ameaça a Marina Silva, é mais do que apenas ameaça uma pessoa, é ameaça a princípios, civilizatórios, toda ameaça é detestável, eu vou dizer, porque a da Marina, especialmente, contra a Marina, é especialmente detestável, mas vamos lá, vai.
Speaker 6O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manifestou solidariedade, ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo, após ela ser alvo de hostilidades, por parte de um homem, ontem, durante caminhada com mulheres, para o lançamento da campanha de Fernando Haddad, o ex-ministro da Fazenda, aliás, é o grande adversário de Tarcísio, na corrida ao Palácio dos Bandeirantes, nas redes sociais, o atual governador, afirmou o seguinte, sobre o episódio envolvendo Marina, é fundamental respeitar a liberdade de manifestação dos cidadãos, divergências críticas e protestos, fazem parte da democracia, mas todo ato criminoso, deve ser investigado, e os responsáveis, severamente punidos, na forma da lei, o caso aconteceu no centro da capital, onde segundo Marina, um homem abordou agressivamente, chegando a tocar, e questionando se ela voltaria à cena do crime, ela foi protegida por aliados, e o homem foi embora.
Speaker 11Ainda bem que o governador, e isso é violência política, isso é mais do que uma ameaça por internet,
Speaker 5isso é o cara que está indo para o pau, está indo para a briga, contra uma senhora, nenhuma ameaça é aceitável, mas contra Marina, ainda mais inaceitável, porque não existe... Não existe um só valor da Marina, que seja um valor de agressão. Tudo que a Marina representa é proteção. A começar daquela que é a sua causa, e nossa causa, porque a causa é de todas as pessoas decentes, o meio ambiente. Quando é que a Marina fez discurso violento? Quando é que a Marina fez discurso de perseguição? Quando é que a Marina fez discurso de crispação? Quando é que a Marina fez discurso de agressão a outros valores? Quando? De onde vem esse ódio? Isso é violência política. Isso é violência política. E isso tem sido muito estimulado, por exemplo, contra ministros do Supremo, ou não. A propósito, e a gente tem uma informação relevante a respeito, me coloca aquele vídeo de julho do ano passado, em que Flávio Bolsonaro estava sem colete à prova de bala, mas estava se encontrando e batendo papo com o quadro do Comando Vermelho, segundo a PF, que está em segurança máxima, Rodrigo Bacelar. Coloca o vídeo um pouquinho aí, depois deixa ele mudo, vai, coloca.
Speaker 11Flávio, fala pra gente aí sua presença nessa resenha aqui, convocada pelo Alexandre Martins.
Speaker 10Aqui é um craque, é um prefeito amigo, e essa cidade é maravilhosa. Fala aqui, Bacelar, eu quero saber aqui...
Speaker 11Eu quero saber essa resenha aqui. Essa resenha aqui vai dar o que só... Essa resenha é a calça do Rodrigo Amorim, retrata esse momento aqui agora.
Speaker 10Porra, calça hétero, porra. É um almoço entre amigos, num lugar bonito, com o melhor prefeito do Brasil, tá aqui, ó.
Speaker 11A cidade mais bonita do mundo. Agora o governador...
Speaker 5Isso, o Rodrigo Bacelar, aí pode tirar o som agora, deixa o vídeo, porque depois a gente vai ver ao fundo, né, o Flávio conversando com o Bacelar, quadro do PCC, segundo, está em prisão de segurança máxima, comprovadamente obstruiu a investigação, deu aviso à investigação, envolvendo o tal do TH Joias, né?
Speaker 7É, Comando Vermelho, acabou falando PCC.
Speaker 5Eu falei PCC, não, Comando Vermelho, Comando Vermelho, Comando Vermelho. Misturaram as empresas, né? Olha bem, porra. Eu não sou especialista nisso, Flávio. Ele está lá, batendo pau, olha aí, sem colete. Sem colete. Por falar em Rodrigo Bacelar, com os votos dos ministros Carmen Lúcia e Cristiano Zanin, que acompanharam do relator Alexandre de Moraes, a primeira turma do Supremo Tribunal Federal, formou maioria nesta terça, para receber a denúncia contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacelar, e o desembargador federal, Macário Ramos Judici Neto. O placar agora está em 3 a 0, faltando apenas o voto do ministro Flávio Dino, né? A maioria torna Bacelar e Macário Judici réus no processo que apura uma suposta obstrução da investigação, envolvendo vazamento de informação ao ex-deputado estadual TH Joias e outros investigados ligados ao Comando Vermelho. É, e tava sem colete a prova de barra. Violência política. Deputado réu, desejou a morte do Lula. Ah, não posso nem desejar a morte de alguém, eu já falo isso. Já falo já. Eu acho um horror moral, mas eu já falo já. Vai, coloca aí.
Speaker 7A primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidiu hoje tornar réu o deputado federal Gilvan da Federal, do PL do Espírito Santo, por um discurso no qual o parlamentar desejou a morte do presidente Lula. Ele agora será alvo de uma ação penal e poderá ser condenado por injúria qualificada conforme pede a Procuradoria-Geral da República na denúncia. Votaram conjuntamente os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Carmem Lúcia, enquanto Cristiano Zanin não se posicionou porque se declarou impedido pelo fato de já ter sido advogado de Lula. A fala de Gilvan foi feita numa reunião da Comissão de Segurança Pública em abril do ano passado, durante votação de projeto que pretendia desarmar a segurança pessoal do presidente da República. Na ocasião, a Comissão de Segurança Pública foi a primeira a fazer isso. A Comissão de Segurança Pública foi a primeira a fazer isso. Na ocasião, o deputado disse que queria que Lula morresse e fosse para o quinto dos infernos. A gente vai conferir o que disse o parlamentar naquela ocasião.
Speaker 12O meu amigo, que eu respeito muito, Ismael Alexandrino, disse que não desejava, e eu respeito, a morte do Lula porque toda autoridade é constituída por Deus. E é. Só que em Romanos 13, Romanos 13 fala da autoridade e eu não sei se você conhece, mas eu não sei se você conhece. Eu não sei se você conhece, mas eu não sei se você conhece. Eu não sei se você conhece, mas eu não sei se você conhece. Eu não sei se você conhece, mas eu não sei se você conhece. Eu não sei se você conhece, mas eu não sei se você conhece. Eu não sou pastor, viu, presidente? Mas eu tenho pastores na minha assessoria. Em Romanos 13, 14, fala porque ela, a autoridade, é ministro de Deus para teu bem. Mas se fizeres o mal, teme, pois não traz em vão a espada porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz mal. Ou seja, se a autoridade fizer o mal, será castigada por Deus. E deixar bem claro aqui, eu falei que por mim, eu quero mais que o Lula morra, não prego violência, mas vou ser honesto. Se ele tiver um infarto, eu vou ficar feliz. Se ele tiver um AVC e for pro quinto dos infernos, eu vou ficar feliz. Não tô aqui dizendo que amanhã a Polícia Federal tá na minha porta. E pode ir, que eu não tenho medo. Pode ir. Mas não tô pregando violência, não vou matar o cara. Eu tô dizendo o seguinte, que se ele tiver um infarto, tô pouco me lixando. É...
Speaker 5que o outro morre, atenção, quando se é um político, quando se é um político, e quando se fala isso num cargo político, é evidente que isso pode despertar ideias em pessoas, é preciso ter responsabilidade política quando se é um político, todo o discurso de violência contra o Supremo, fez o tiozinho lá tentar se explodir na frente do Supremo, a eleição ilegítima deu 8 de janeiro, deu o caminhão que só não explodiu porque falhou a bomba, quer dizer, é claro que é um caso de violência política, e no entanto, qual foi a defesa em linha que o PL fez do Gilvan, etc? Ah, ele está apenas exercendo a sua liberdade de expressão, ele tem direito a, ele tem imunidade parlamentar, então eu volto ao Flávio, ao Colete e tudo mais, sim a violência política ou não? Ou violência política é mesmo só aquela que existe contra a gente, contra o adversário não é violência, é justiça. Não é mesmo, porque tem gente que é assim, quando é o adversário é justiça, e uma coisa asquerosa né, ele usa a Bíblia para justificar, usa a Bíblia para justificar, o que hoje virou muito comum, usar a Bíblia para justificar a violência, eu me lembro de um líder religioso, depois ele deu sumiço no vídeo, que defendeu o aborto de mulheres pobres como medida contra a violência. Depois viraram todos anti-abortistas fanáticos, e aí ele usou a Bíblia, na época eu escrevi, usou Eclesiastes, porque de fato tem uma passagem no Eclesiastes, que diz que antes um aborto do que a descrença em Deus, mas é uma imagem. Sabe aquele picareta argentino que tentou dizer que tinha fraude nas eleições brasileiras? Sabe aquele picareta argentino que fez uma live com o Eduardo, ainda agora dia 24 de julho, mês passado, tentando ainda colocar em dúvida as urnas, o ser e medo, aquela flor de pessoa que foi trazida para cá, para contestar as nossas urnas. Ele foi inspirador, assessorou a candidatura do Milley, é amigão da turma aqui, dos Bolsonaro, foi preso, acusado de matar a mulher. Nada como ter amigos patriotas, vai?
Speaker 6O influenciador de direito argentino, Fernando Serimedo, foi detido hoje na Bolívia sob suspeita do movimento em um ataque a tiros contra a ex-mulher dele. O caso aconteceu em Santa Cruz de la Sierra. Serimedo atuou como consultor externo e coordenador da estratégia digital da campanha de Javier Milley, a presidência da Argentina, em 2023. Em 2022, o influenciador de extrema direita apoiou Jair Bolsonaro informalmente e fez ataques às urnas eletrônicas. Em 2024, o argentino chegou a ser indiciado pela Polícia Federal Brasileira na investigação que apurou a tentativa de golpe de Estado. No entanto, ele... Ele não foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República e, portanto, não respondeu ao processo. O influencer é próximo de Eduardo Bolsonaro, com quem participou em julho, de uma live com ataques às urnas eletrônicas. Atualmente, Serimedo vive na Bolívia, onde, segundo o jornal argentino Clarim, trabalha como assessor do presidente boliviano, Rodrigo Pache.
Speaker 5Como a gente vê, está muito bem assessorado, né? Também. O presidente boliviano, não é mesmo? Né? Muito bem assessorado. Tá aí. Como você vê, ele não é do tipo Volibeni, que tem uma área para atuação criminosa. Ele pode ser multidisciplinar. Sim, estamos falando de violência e de pessoas que praticam violência. Ei, chefe da aeronáutica, o país ficou, sim, à beira do golpe. Ah, veja você. Para surpresa, ninguém, mas de qualquer modo ele está dizendo. Vai.
Speaker 7O militar da Reserva Carlos de Almeida Batista Júnior, que comandou a aeronáutica durante o governo Bolsonaro e acompanhou de perto o processo de transição presidencial de 2022, afirmou não acreditar que o então mandatário fosse tão longe na articulação por um golpe. O ex-comandante, que é tenente brigadeiro e foi uma das testemunhas de acusação na ação por tentativa de golpe, em que Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, decidiu contar num livro aquilo que viu em 2022 após a eleição de Lula. Ao O Globo, Batista Júnior. O Globo, Batista Júnior, disse o seguinte. Não achei que ele fosse tão longe, porque Bolsonaro sabia que não ia ter unanimidade nas Forças Armadas por um golpe. Não foi surpresa para ele não ter unanimidade. Teria um defeito de raciocínio muito grande para acreditar nisso. Então, não sei se ele tem ou não. As forças perderam confiabilidade, talvez seja essa palavra, porque sempre houve uma parte da sociedade, até pelo nosso processo histórico, que não tinha um bom alinhamento, uma boa percepção de que não tinha um bom alinhamento. E agora, esse leque ampliou. Mas confio que as Forças Armadas vão recuperar essa confiabilidade, mantendo sua postura de Estado, de que não estão aqui para defender A ou B. O livro Eu Disse Não, uma trincheira antigolpista, será lançado no próximo mês.
Speaker 5É, enfim, e aí eu, de novo, né, esse é o programa anti-Dori, não nada contra a simpatia da Peixinha, né, mas o fato da coitadinha não tem memória. Em dezembro de 2022, Bolsonaro estava recluso no Palácio da Alvorada, né, não admitiu o resultado da eleição e recebeu golpistas, 9 de dezembro, recebeu golpistas no Palácio da Alvorada e deixou claro, algo iria acontecer, a liderança era dele e se não acontecer, se não acontecesse, é porque ele teria perdido a liderança. Vamos colocar o vídeo, a gente aqui lembra das coisas, vai.
Speaker 13Quantas vezes eu disse, ao longo desses quatro anos, que temos algo mais importante que a própria vida, que é a nossa liberdade. As decisões, quando são exclusivamente nossas, são menos difíceis e menos dolorosas. Mas quando é a nossa liberdade, é a nossa liberdade. Quando elas passam por outro setor de sociedade, elas são mais difíceis e devem ser trabalhadas. Se algo der errado, porque eu perdi a minha liderança, eu me responsabilizo pelos meus erros, mas peço a vocês, não critiquem sem ter certeza absoluta do que está acontecendo. Obviamente, não estou aqui quebrando o silêncio. Estou falando algo que sempre disse a todos vocês.
Speaker 5As forças armadas ficaram furiosas com o negócio. E aí ele está falando, não critiquem as forças armadas por enquanto, hein. Vai, Baird! Vamos esperar! Isa! Vai acontecer! Hã? Está em cana. Tudo bem, domiciliar, né. Está lá comendo banana frita. Flávio sugere que STF atuou para Centrão não apoiá-lo. Hum, será? Vamos lá, vai.
Speaker 6Flávio Bolsonaro afirmou hoje que ameaças de altas autoridades em Brasília afastaram partidos do Centrão de aderirem a sua candidatura ao Palácio do Planalto. Em declaração à rádio Itatiaia, ele afirmou o seguinte. Seria importante ter o tempo de TV e rádio, mas hoje todos estão vendo as razões. Eles, se referindo então aos dirigentes de partidos do Centrão, receberam ameaças de altas autoridades em Brasília. Para não se juntar à minha candidatura. O Flávio disse ainda que pretende explorar a imagem do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na campanha presidencial até o limite permitido pela legislação. Ele disse, o jurídico ainda vai me dar o limite. Vou usar o limite do que a legislação permitir.
Speaker 5É mentira. Não teve. Interesses do Centrão. O Centrão do Nordeste não quer fazer campanha contra o Lula. já expliquei as razões até porque também os partidos hoje eles tem tanto poder que eles não precisam ter um impiastro empurrando. Não precisa. Não teve nada. Sabe quem atuou? Presta atenção aqui. Alguns acharão uma poesia. Sabe quem atuou para o Centrão aderir ao Flávio? O Nunes Marques, para aderir. Não é, ministro? Presidente do TSE. Para aderir. Pressão que é olha que eu vou te ameaçar. Não. Resolveu entrar no resolveu entrar no papo. Entendeu? Então aí sim. Aí sim. Teve. Agora, Centrão, não. Não teve isso. Que ameaça. Ô, Weiber! Ô, Isa! Quem é o relator da investigação do INSS? Que pode comprometer políticos? Mendonça. Quem é o relator do caso Márcia que pode comprometer políticos? Mendonça. O que que é? O Mendonça agora resolveu aderir a candidatura do Lula? Olha, eu diria que nada indica. Né? Nada indica. Isso é falso. O que tem sim é que o que tem sim é que o Lula demonstra ter uma certa visão de mundo que é mais compatível, digamos, com o desenvolvimento do país sem muitos solavancos. Porque também o Centrão não quer o país à beira do abismo embora ali os patriotas não sejam assim em número exagerado. Mas eu, de novo, eu não tenho nada contra a política. Aliás, o Alcolumbre naquela cerimônia, do Amapá, sobre o petróleo, ele exaltou o Lula. Né? Diz que o Lula teve a coragem de enfrentar tudo e todos algumas vezes. E sim, o Alcolumbre queria a exploração do petróleo na Foz do Amazonas. Que fica a quase 500 quilômetros da Foz do Amazonas. E é uns 170 do litoral ali do Amapá. Né? Eu já disse, eu olho e venho. Vamos botar outro nome nessa Foz do Amazonas para não confundir. Jurandir não, que já é o nome do meu CEPAP. Chama, sei lá, Ambrósio. O Poço Ambrósio. Né? Epaminondas. Né? Põe o vídeo do Alcolumbre aí. Vem.
Speaker 14Dizer ao senhor, presidente Lula, na minha condição de amapaense, de presidente do Congresso Nacional, muito obrigado pela defesa que o senhor fez, ao longo dos últimos três anos e meio, enfrentando tudo e todos para defender que este projeto chegasse no dia de hoje, com essa descoberta feita pela Petrobras, que tem que ser um orgulho de todos os brasileiros. Reconhecimento é fazer justiça, presidente. E é preciso que a gente, de uma vez por todas, reconheça no Brasil aqueles que enfrentaram causas que muitas das vezes foram contestadas ou até mesmo criticadas não só por parte de brasileiros que não compreendem a importância do que é termos, como disse o ministro Alexandre Silveira, soberania energética no nosso país, mas, sobretudo, aqueles de hoje, outros países que, infelizmente, insistem em, de uma forma ou de outra, querer tutelar o futuro do Brasil e o futuro dos brasileiros.
Speaker 5E, evidentemente, aí ele dá uma cutucada na campanha do Flávio. Será que o Alcolumbre foi ameaçado? O Alcolumbre foi ameaçado por quem? Pelo Mendonça? Foi o Mendonça que ameaçou o Alcolumbre? Que eu tenha visto todos os vazamentos prejudicam um campo só. Ah, não, vou ameaçar o Alcolumbre agora para o Alcolumbre se juntar com o PT? Ou se juntar com o Lula? Ou o Hugo Motta? Mentira! O Arthur Lira ainda tentou, junto com o Nunes Martins, ver se empurrava o PP. Mas o pessoal não quis. O presidente dos republicanos disse, ah, são 25 diretores, 15 são contra. Foi o Supremo? Que besteira! O Lula, nesse mesmo evento, ele deu uma cutucadinha, ah, não é uma gracinha em cima do Trump, vai sobre o petróleo.
Speaker 8Isso aqui é novamente um passaporte para garantir um futuro mais tranquilo à família do povo. Se o presidente Trump quiser ficar fazendo guerra com o Irã e fechar o Estreito de Hormuz, nós vamos aqui para o mundo inteiro a margem equatorial a 175 quilômetros da terra. Estamos aqui no meio do mar descobrindo petróleo maravilhosamente puro, sabe? E talvez já dá até para encher o peito do carro e sair andando com ele. Então, puro.
Speaker 5Eu comentei hoje de manhã, tem gente lá, vem o Lula de novo falando, passaporte, passaporte, já tinha falado isso em 2004, 2006, agora, passaporte, bom, mas 80% do petróleo hoje é do pré-sal. Em 2030, já ia começar a aminguar. Ué, e se não tivesse? Hã? E claro que aí é uma brincadeira. Opa, mais um vazamento. Oi, que beleza! Ah, eu estou aguardando tanto um do Dark Horse, mas não sai. Não, não sai. Ali o cavalo fica preso, não está dando corcovo nenhum. A Polícia Federal afirma em relatório produzido, novo inquérito sobre o Lulinha, que a Roberta Luxinger demonstrava em seus diálogos ter autorização para agir em nome do do Lulinha. Em uma das conversas mantidas com o interlocutor, ela diz que, sim, ela atuava em nome do Lulinha, era representante dele. Eles sabem que eu sou, eu sou o Fábio. Procurado pelo jornal, a defesa de Lulinha afirmou que ele não pode ser responsabilizado por declarações de Roberta e que não poderia comentar supostas mensagens que a autenticidade ainda não está comprovada. A defesa de Roberta afirmou que a divulgação de informações não ajuda a investigação e disse que o Ministério da Justiça deveria apurar os vazamentos. O Ministério da Justiça apurar os vazamentos, a gente precisa ver de onde vem, né? Isso aconteceu a Puna, se mais vazamento de um lado só, hum, que coisa feia, né? Eu acho coisa feia, né? É uma coisa feia da coisa feia, não é mesmo? Fica aí que tem muita coisa ainda pra nós. É isso aí.
Speaker 15É da coisa.
Speaker 5Alô? Oi? Não é que o Tarcísio fez o primeiro pronunciamento de 30? Outro dia eu falei aqui que o debate da Band já foi, né? Vocês lembram que eu fiz essa abordagem, eu disse é o primeiro debate de, provavelmente, 2030. Mas ele voltou, ele tá de olho em 2030 já. É, do que é que eu tô falando? Vai.
Speaker 7O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nacionalizou a discussão de temas paulistas no primeiro dia de campanha apresentando o discurso Caleta. Vibrado por uma eventual disputa presidencial de 2030. Em debate ontem com representantes do setor da saúde, ele tratou de betes e do endividamento da população a respeito do sistema penal e também tratou do orçamento da União. Tarcísio defendeu ainda uma reforma orçamentária como forma de esvaziar o poder das emendas parlamentares na execução de gastos públicos. O evento foi promovido pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo e ocorreu em um auditório da entidade na Avenida Brigadeiro, Areia Lima, na Zona Oeste. Vamos conferir um trecho do que disse Tarcísio.
Speaker 16Para pra pensar, 30%, 35%, 40% hoje da renda do brasileiro está comprometida com banco. Comprometida com juro. Comprometida com consignado. Os outros 20, 25 hoje estão comprometidos com bete. As pessoas estão jogando. As empresas estão investindo em terapia para os seus funcionários. Porque isso está drenando produtividade. E um dos temas do Brasil é produtividade. Então é o seguinte, ou o Brasil acaba com a bete, ou a bete acaba com o Brasil. Eu tenho defendido que o Brasil vai ter que passar por uma reforma orçamentária. Muita gente diz como é que a gente vai resolver o problema das emendas? Aquele gênio que não volta para a garrafa. Não é isso? O gênio vai voltar para a garrafa quando a gente olhar o orçamento como um todo. Quando a gente fizer uma reforma orçamentária. Até porque se a gente não fizer, em muito pouco tempo os parlamentares vão gastar uma energia gigantesca discutindo uma lei orçamentária na verdade, todo esforço de discussão vai se dar em torno de 3% do orçamento, vai chegar a 3% e daqui a pouco 2%, até chegar o momento que vocês não vão ter o que discutir, porque o orçamento vai estar absolutamente vinculado, e aí a gente vai ter a falência, a insolvência, a falta de condição de manter as despesas obrigatórias, e esse cenário não está distante.
Speaker 5O próprio presidente Lula convocou ministros para alinhar uma estratégia para discutir betes, também a taxa das blusinhas e tal. Ele copiou uma adaptação que eu fiz do Saint-Hilaire, que é a frase das saúvas, o Brasil acaba com a saúva, a saúva acaba com o Brasil, só que eu usei para as emendas, ele usou para as betes. Eu usei para a emenda. O Brasil acaba com as emendas obrigatórias, impositivas, as emendas impositivas acabam com o Brasil. Eu não tenho nada contra essa agenda do governador, não. Eu quero saber se o grupo político a que ele pertence adota essa agenda. Ou alguém falou alguma coisa para valer sobre emendas. Né? Meu querido governador, quem criou o orçamento? O orçamento secreto, na dimensão que ele assumiu, o que é o orçamento secreto? A emenda de relator era só um dispositivo que servia para fazer um ajuste de última hora ali, olha, essa emenda aqui está, na verdade, está repetindo, vamos fazer um ajuste. Virou o orçamento secreto. Foi aquele que o senhor chama líder maior presidente do Brasil, etc. E o senhor sabe que é verdade. Com Arthur Lira. Quando houve o acordo com o Centrão. Né? Vamos fazer um pacto contra as emendas? Eu, inclusive, considero que as emendas são inconstitucionais. Agora, o seu grupo político, a sua toma política, aqueles que deram, participaram do governo Bolsonaro, e não só. Eles aceitam isso? O Lula já disse que o seu próximo mandato ele quer discutir a coisa das emendas. Mas não tenho nada contra que o senhor faça esse debate, não. Mas tem que ser para valer. Né? Já a questão da vinculação de verba social, aí eu acho que o debate é outro. Aí eu prefiro discutir... as despesas tributárias, né? Que servem para muito nababo. Se... enfim... É... comprar... a pé em Miami, né? A casa em Miami. É isso aí. Muito bem, estamos de volta. É... meninos. A campanha de Lula pensa em um ato direcionado a Evangelho. É... meninos. A campanha de Lula pensa em um ato direcionado a Evangelho. É... meninos. A campanha de Lula pensa em um ato direcionado a Evangelho. É... meninos. A campanha de Lula pensa em um ato direcionado a Evangelho. Vai evangélico. Será que sim, será que não? E o que o tio rei pensa a respeito? Oh, meu Deus! Eu quero que você comece pelo que você pensa. Não, primeira notícia.
Speaker 6A equipe de campanha do presidente Lula avalia promover um evento voltado a evangélicos nas próximas semanas, provavelmente no Rio de Janeiro. A estratégia para se aproximar desse eleitorado, que se alinha historicamente à família Bolsonaro, divide o grupo do petista. Parte dos aliados do presidente defende que ele adote ações diretas, como atos específicos para o segmento. Outra ala afirma que esses eventos são artificiais. Esse grupo prega uma abordagem mais sutil. A organização desse tipo de ato também é um assunto delicado no entorno de Lula, porque ele diz que rechaça a ideia de misturar política e religião. A Folha, Gutiérrez Barbosa, integrante da Igreja Batista Nazaré de Salvador e coordenador do Setorial Interreligioso do PT, disse A gente entendeu que é preciso ter um trabalho direcionado, se referindo então aos evangélicos, até para combater a desinformação. Segundo Gutiérrez, eventuais atos do presidente voltados ao público evangélico deverão ocorrer em um espaço separado das igrejas, com convites para líderes religiosos.
Speaker 5Eu sou favorável. Eu não gosto de político impúlpito. É, púlpito. Não gosto de político em igreja. Acho péssimo, na verdade, que se misture. Agora, se o Lula quer fazer um evento parisiano, para evangélicos, por que não? É uma parcela importantíssima e a desinformação é muito... Por exemplo, os adversários vêm dizendo que o Lula defende o aborto. O Lula nunca defendeu o aborto. É mentira. Entende? Isso é falso. Ou então é um negócio da família, que o Lula é contra. Não é também. Eu acho que... Não vejo, na verdade, acho que seria uma boa oportunidade para desfazer o mal-entendido. Né?
Speaker 17Né?
Speaker 5Aí, né? Ô, Weiber! Oi. Você é maconheiro como o Hélio Musk? Eu só gosto...
Speaker 6Gente...
Speaker 5Nossa, que pergunta! Não, sou, mas sem o Hélio Musk. Ah, tá. Aspas. Flávio sugeriu que todos sejam maconheiros como o Musk? Que? Pergunta. Pergunta, tio rei. Por isso tá entre aspas na TV. Na tarja. Né? Pergunta minha. Sim. Porque ele falou uma coisa. Vai.
Speaker 7É, foi ainda ontem. Flávio Bolsonaro participou do lançamento da candidatura de Flávio Rosco e para o governo de Minas Gerais. O evento foi realizado no ginásio do Mackenzie Sport Club na região centro-sul da capital mineira. Participaram do ato o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar, a candidata a vice-governadora Ellen Miziara, presidente do estadual do PL Mulher, e os deputados federais Nicolas Ferreira e Domingos Sávio, que é candidato ao Senado, entre outros apoiadores de Flávio. Em discurso, o candidato à presidência reforçou a promessa de classificar facções como organizações terroristas, prometeu castração química a estupradores, defendeu a redução da maioridade penal e falou sobre a educação de jovens no país. E aí ele disse, o jovem tem que sonhar em ser o Elon Musk, não ser o dono da boca de fumo da sua rua. Do lado de fora do ginásio, um grupo de bolsonaristas protagonizou um buziná, aço contra o presidente Lula e adesivou carros. Bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e demais adereços relacionados à campanha estavam expostos por comerciantes no local.
Speaker 5Isso, não, é isso aí. Tem que ser, porra, vai ser chefe da boca de fumo? Tem que ser Elon Musk, pô. Aliás, você que está no rádio, não está vendo um vídeo do Elon Musk com o Joey Rogan, um podcaster, que inspirou muitos podcasters aqui. Poxa! Cheiro uma mais, ó, com uma bagana, vai bem. Fumando maconhão. É. Veja, trilionário e maconheiro. Ai, Reinaldo está dizendo agora que quem fuma maconha pode ficar trilionário. Não, não estou dizendo. Só estou dizendo que tem um trilionário maconheiro. Que fuma maconha, já falou isso mais uma vez. E você? Eu não, não posso. Inclusive foi porque despertou. Desperto da síndrome do pânico, mas já ativo, então não posso. Né? Então, é... Desde quando são coisas permutáveis, vale bem? O moleque vai ser chefe da boca de fumo? Ou vai ser o Elon Musk? Meu Deus! Eles adoram essas coisas. Eu ainda me lembro do... do... E vocês vão entender, do Paulo Guedes. Antes um pouco da Covid. Ah, eu falo bem, esse negócio do SUS está... Está muita despesa. E ele teve uma ideia. Vamos dar um voucher para as pessoas. E se elas quiserem, elas vão se tratar no Einstein. Ei! Como ninguém pensou nisso antes. Hein? Meu Jesus! É isso aí.
Speaker 15Ou é da coisa?
Speaker 5Ó, muito rapidamente, meninos, os Estados Unidos, o Departamento de Estado americano, mudou o comando do escritório responsável pelas relações com o Brasil e demais países da América Latina em meio a esse período. Na última sexta, Juan Pablo Segura tomou posse como secretário-assistente para assuntos do hemisfério ocidental, substituindo Maiko Kozak, que exercia a função interinamente, vem mais um latino aí da turma do Marco Rubio para encher a nossa paciência.
Speaker 18Mas deixa ele comigo, que agora eu vou ter petróleo, inclusive, para vender para o mundo. É isso aí.
Speaker 15Ou é da coisa?
Speaker 5Muito bem, meninos. O TSE, tudo indica, e o possível veto a deepfake, mesmo dublado, mesmo dublado, tudo bem, vai.
Speaker 6eleições. O principal ponto em debate é o alcance das restrições a conteúdos produzidos ou modificados por IA, especialmente o chamado dos deepfakes. O encontro foi convocado pelo presidente da corte, Cássio Nunes Marques, e está previsto para acontecer entre o fim da tarde e início agora da noite, também antes da sessão de julgamento dos plenários, que é do plenário que foi agendada para as sete da noite. A discussão deve definir limites para uso dessa tecnologia por candidatos e partidos e pode resultar em um entendimento que sirva de referência para futuras eleições. Os ministros também devem discutir o julgamento de uma ação do PT contra a divulgação de um vídeo de Jair Bolsonaro, produzido com IA e reproduzido na convenção do PL, que confirmou Flávio Bolsonaro como candidato à presidência. É, com o qual
Speaker 5Nunes Marques andou flertando, mas, obviamente, se a campanha evoluir para isso... Ah, não, essa deepfake aqui, ela não agrede ninguém, até que ela é bacaninha. Bom, aí o destino do Brasil vai ser definido sempre na farsa, né, porque nem todo mundo tem a capacidade de distinguir o que é verdade do que não é. É claro que não pode haver, e atenção, a resolução do TSE é explícita a respeito, ou então tira a resolução. E aí, meu filho, aí o diabo estará no comando, né, né? Fachin, ataque ao Judiciário não pode ser pauta política. Também acho, ministro, para de flertar com essa gente aí, vamos lá.
Speaker 7O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Edson Fachin, disse nessa terça que ataques ao Poder Judiciário não podem ser utilizados como pauta política. Essa declaração foi interpretada como um recado às campanhas dos candidatos às eleições de 2026. Os planos de governo de Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, por exemplo, propõem limitações para a atuação do STF. A declaração de Fachin foi dada na primeira sessão do Conselho Nacional de Justiça após o início oficial da campanha eleitoral. Na mesma ocasião, o ministro lançou uma cartilha com esclarecimentos a respeito da remuneração da magistratura, os chamados penduricalhos, e sinalizou que o tema tem sido usado como pretexto para desmoralizar o Judiciário. O documento detalha cada verba que os juízes podem receber a respeito das críticas ao Supremo. O ministro diz que o Judiciário está aberto a aperfeiçoamentos, mas que a crítica não pode ser substituída por campanhas sistemáticas de descredibilização e menos cabo.
Speaker 5É, eu acho assim, não precisa nem botar o vídeo, porque não vai dar tempo, é... é claro que decisão de justiça se debate, se discute. Eu mesmo, hoje aqui, e eu já fiz críticas à atuação, por exemplo, do Mendonça, do Fux, claro, alguns gostam mais, outros gostam menos, uns, uns, uns... Aliás, o Vaibene, vamos encerrar com uns, do Caetano Veloso. Obra-prima. É... Claro que uns gostam disso, outros gostam daquilo e tal. Agora, eu não peço a cabeça do Mendonça, entende? Agora, eu vejo alguns juízos seletivos, mas vai que eu esteja errado, né? O problema de alguns é que não lhes ocorre, né? Não ocorre aos críticos que possam não estar exatamente certos. Mas, enfim, cada um na sua. Não é mesmo? É isso aí.
Speaker 15O É Da Coisa
Speaker 5Muito bem, estamos de volta. Na Band News TV, LG Chênios, TCL Chênios, Samsung TV Plus Canal 2043 e nas redes sociais, né? É... Defesa do Governador do Maranhão pede suspensão do inquérito. Vai lá.
Speaker 6Defesa do Governador, Carlos Brandão, pediu ao STF a suspensão de uma investigação que tramita sob relatoria do Ministro da Corte, Flávio Dino, e discute a nomeação de Flávio Costa para o Tribunal de Contas Maranhense. O pedido foi apresentado após decisões de Dino em outra frente investigativa, que levaram ao afastamento do então presidente do TCE do Maranhão, Daniel Brandão, sobrinho do governador. Na ação, os advogados sustentam que a apuração não poderia ser conduzida sob supervisão do STF porque envolve um governador que tem foro no STJ. Para a defesa, houve fatos novos capazes de reforçar a tese apresentada em uma argüição de descumprimento de preceito fundamental, a DPF, já em tramitação no STF. Segundo a petição, decisões recentes tornadas públicas mostram que as investigações seguem avançando, mesmo após manifestações da Procuradoria-Geral da República questionando a competência do STF para conduzir o caso. O fato
Speaker 5de a PGR questionar a competência não quer dizer que o STF tem que concordar. A única coisa que a palavra da Procuradoria e aqui eu não estou fazendo juízo de valor sobre decisão de nada. A única coisa em que a palavra da PGR é terminativa mesmo é sobre abertura ou não de inquérito. Se a PGR diz que não tem, de ação penal. Se a PGR diz que não cabe ação penal, olha o BN o que o juiz vai falar? Não, cabe sim. Por quê? Quem é que vai conduzir a ação penal? O Ministério Público. Se o Ministério Público está dizendo que não cabe, sim. Né? Agora a mesma abertura de inquérito, a PGR pode ser contra, pode ser contra a competência, o Supremo decide. Né? É... Bom, de qualquer modo, que se decida o que está lá. Né? É... Só para lembrar, o Dino determinou o afastamento por 180 dias do TCE do Maranhão, Daniel Brandão, atendendo a pedido da Polícia Federal, que investiga um assassinato ocorrendo em 22 e seu desdobramento em apurações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos e tentativa de interferência nas investigações. Segundo a decisão de Dino, há indícios de que Daniel teria utilizado a posição que ocupava no TCE do Maranhão para dificultar a identificação de seu eventual envolvimento nas apurações. O governador Carlos Brandão é investigado no STF sobre suspeita de liderar uma organização criminosa envolvida em desvio de recursos públicos, corrupção, peculato, obstrução de justiça. Executor de empresário, liga Daniel Brandão à emboscada. E é esse caso que vai bater lá no sigilo do rapaz lá que depois andou fazendo negócio com gente que passava informação para ele. Vai!
Speaker 7O executor do homicídio que está no centro do debate eleitoral no Maranhão, Gilbson Jr., afirmou que Daniel Brandão participou ativamente de uma emboscada e que a versão que ele, Gilbson, apresentou inicialmente à polícia foi ensaiada. A manifestação foi feita pelo condenado há 13 anos de prisão durante um depoimento à Polícia Federal. O assassinato aconteceu em 2022, em São Luís, onde João Bosco, sobrinho, foi morto a tiros em uma suposta cobrança de propinas. Investigações iniciais feitas pela Polícia Civil Maranhense afirmam que Gilbson, matou o empresário após um desentendimento pessoal. Agora, no depoimento APF, o condenado diz que sua versão inicial sobre o caso foi ensaiada na mesa do delegado da Polícia Civil para proteger a família do governador Carlos Brandão. Trechos do depoimento de Gilbson constam na decisão do ministro do STF, Flávio Dino, que determinou ontem o afastamento cautelar de Daniel Brandão do cargo por 180 dias.
Speaker 5E isso não vazou, não. Ele suspendeu o sigilo, o que fez muito bem. O Gilbson Cutrim Jr. é parente do Raimundo Cutrim, ex-secretário de Estado Maranhão e apontado como fonte do auto-intitulado jornalista Luiz Pablo, aquele, que depois recebeu empréstimo de um advogado também investigado e comprou uma propriedade ligada ao Cutrim. E um monte de lágrimas pelo sigilo da fonte. Cuidado. Leiam o material. E aí o Dino fez uma consideração sobre diploma de jornalista. Não, eu tenho diploma. Eu sou contra obrigatoriedade de diploma. Mas, vamos lá. O que que falou o ministro?
Speaker 6O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, defendeu hoje que a corte volte a discutir a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão e afirmou que a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros. A manifestação foi feita pelo magistrado durante julgamento na primeira turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica após reportagem exibida pela TV Globo sobre as denúncias de abusos sexuais. A obrigatoriedade do diploma foi derrubada pelo STF em junho de 2009, quando o plenário da corte decidiu que o certificado não poderia ser exigido para o exercício da atividade na imprensa. Já Alexandre de Moraes disse que deve ser adotado o que chamou de regra de transição a ser aplicada para quem já exerce atividade profissional de jornalista. E chegou a defender que haja uma regulamentação da atividade. As declarações ocorrem após Moraes determinar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão, apontado como fonte de informações de um autodenominado jornalista que publicou reportagens sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Speaker 5Ó, eu já escrevi muito contra a obrigatoriedade do diploma. Tem gente excelente que não tem diploma e é excelente jornalista. Mas, e também não estou certo de que o diploma resolva, mas acho que a gente tem uma nova realidade e isso que o ministro apontou. Aliás, eu já tinha falado, aliás, tinha falado rigorosamente isso. Então, agora o PCC resolve criar um veículo e os criminosos vão ter, serão protegidos para para fazer ameaças, autoridades, etc., para o sigilo de fonte? O ministro estava sendo ameaçado, teve negócio, teve negócio, teve grana. Ah, mas a grana... Amanhã eu quero tratar de um artigo de um jurista a respeito, que levanta alguns aspectos realmente muito importantes nisso, que coincidem com o que eu penso, não acho que tenha havido quebra do sigilo de fonte. Não entendo aquilo que estava sendo feito como jornalismo. Entendeu? A gente não pode... A pessoa... Nós estamos com um problema hoje. O que é jornalismo? O que eu disser que é jornalismo? E quem decide que é jornalista? É eu mesmo. E, portanto, ter o direito de sigilo da fonte, passo, inclusive, a fazer chantagem, a extorquir pessoas. Vamos com calma aí, é preciso pensar direito esse troço. Para não começar a misturar. Bugalhos com bugalhos. Sou um crítico histórico da obrigatoriedade do diploma, mas a realidade era absolutamente outra. Era absolutamente outra. Hoje... Ah, o que você é? Jornalista. O que você faz? Ah, eu trabalho para um vagabundo qualquer, recebo grana para extorquir as pessoas e posso dizer... Ah, eu tenho direito ao sigilo da fonte. Passo a fazer ameaças. Já basta a indústria de vazamentos e inquéritos no Brasil, né? Que tendem a desmoralizar e a politizar a justiça, porque, em vez das regras do jogo, passam a valer as afinidades eletivas, né? De uns... E de outros. Então, fiquemos com uns. Caetano Veloso. Beijo, até amanhã.
Speaker 19♪ Uns vão, uns dão, uns são, uns dão, uns não, uns ao dia ♪ ♪ Uns pés, uns mãos, uns cabeção, só coração ♪ ♪ Uns amam, uns andam, uns avançam, uns também ♪ ♪ Uns sem, uns sem, uns vêm, uns têm, uns nada têm ♪ ♪ Uns maus, uns bem, uns nada além ♪ ♪ Nunca estão todos ♪ ♪ Uns bichos, uns deuses, uns azuis, uns quase iguais ♪ ♪ Uns medos, uns mais, uns médios, uns por demais ♪ ♪ Uns masculinos, uns femininos, uns assim ♪ ♪ Uns meus, uns teus, uns adeus, uns filhos de Deus ♪ ♪ Uns dizem "fim", uns dizem "sim" ♪ ♪ E não há outros ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ Uns vão, uns dão, uns são, uns dão, uns não, uns ao dia ♪ ♪ Uns pés, uns mãos, uns cabeção, só coração ♪ ♪ Uns amam, uns andam, uns avançam, uns também ♪ ♪ Uns sem, uns sem, uns vêm, uns têm, uns nada têm ♪ ♪ Uns maus, uns bem, uns nada além ♪ ♪ Nunca estão todos ♪ ♪ Uns bichos, uns deuses, uns azuis, uns quase iguais ♪ ♪ Uns medos, uns mais, uns médios, uns por demais ♪ ♪ Uns masculinos, uns femininos, uns assim ♪ ♪ Uns meus, uns teus, uns adeus, uns filhos de Deus ♪ ♪ Uns dizem "fim", uns dizem "sim" ♪
Speaker 17♪ E não há outros ♪ ♪ ♪
Speaker 1Você acompanhou O É Da Coisa, na Band News FM.
Speaker 2Outra Blue World Legend. É tempo de ir além. ♪ ♪

Podcast Summary

Key Points:

  1. Davi Alcolumbre destravou a tramitação da PEC que prevê o fim da escala 6x1, além de outras propostas, como a PEC da Segurança Pública e o PL das Terras Raras, em um gesto de aproximação com o governo Lula.
  2. A Polícia Federal encontrou mensagens mostrando que Roberta Luxinger, amiga de Lulinha, enviou um modelo de contrato para venda de medicamentos de canabidiol ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marcola, com vazamentos seletivos sendo criticados no programa.
  3. O ministro André Mendonça mandou retirar do ar trechos de discursos de Lula pedindo votos antes do período permitido, enquanto críticas apontam tratamento seletivo em relação a casos como o de Flávio Bolsonaro.
  4. Flávio Bolsonaro afirmou ter recebido 1.800 ameaças de morte e usa colete à prova de balas, mas foi criticado por aparecer sem colete em vídeo com Rodrigo Bacelar, ligado ao Comando Vermelho.
  5. A Primeira Turma do STF tornou réus Rodrigo Bacelar e o deputado Gilvan da Federal, este por desejar a morte de Lula, em decisões vistas como combate à violência política.
  6. Tarcísio de Freitas nacionalizou seu discurso de campanha, defendendo reforma orçamentária e combate às bets, com críticas sobre a coerência de seu grupo político.
  7. A campanha de Lula avalia promover um ato voltado a evangélicos, dividindo opiniões entre aliados sobre a abordagem.
  8. O STF discute restrições a deepfakes e o presidente Fachin afirmou que ataques ao Judiciário não podem ser pauta política.

Summary:

O programa "É da Coisa" abordou temas políticos e judiciais, começando com a decisão de Davi Alcolumbre de destravar a PEC do fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o PL das Terras Raras, vista como aproximação com Lula, que agradeceu publicamente. Em seguida, foram discutidos vazamentos seletivos de investigações envolvendo Lulinha, com críticas ao ministro André Mendonça por suposto tratamento desigual, especialmente em relação ao caso Dark Horse. Flávio Bolsonaro foi destaque ao afirmar receber ameaças e usar colete à prova de balas, mas foi alvo de críticas por aparecer em vídeo com Rodrigo Bacelar, ligado ao Comando Vermelho, sem proteção.

O STF tornou réus Bacelar e Gilvan da Federal, este por desejar a morte de Lula, em decisões que reforçam o combate à violência política. Tarcísio de Freitas nacionalizou sua campanha com propostas de reforma orçamentária e combate às bets, embora questionamentos sobre a coerência de seu grupo político tenham sido levantados. A campanha de Lula avalia um ato para evangélicos, dividindo opiniões.

Por fim, o STF debate restrições a deepfakes e Fachin alertou contra ataques ao Judiciário como pauta política, enquanto críticas a vazamentos e à seletividade judicial marcaram o tom do programa.

FAQs

É uma proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, permitindo que as pessoas trabalhem cinco dias e descansem dois. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destravou a tramitação da proposta, encaminhando-a à Comissão de Constituição e Justiça.

O ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE, determinou que as equipes de Lula e candidatos do PT retirem do ar trechos de um discurso em que ele pediu votos durante a convenção do partido, antes do período permitido pela Justiça Eleitoral. A ação foi movida pelo Partido Novo.

Roberta Luxinger é uma empresária amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Ela enviou um modelo de contrato para venda de medicamentos à base de canabidiol ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marcola, e é investigada em inquéritos que tramitam no STF.

O 'Dark Horse' é um inquérito sob relatoria do ministro André Mendonça. O programa critica o fato de não vazarem informações desse caso, enquanto investigações envolvendo Lulinha são alvo de vazamentos constantes, sugerindo uso seletivo da Justiça.

Flávio Bolsonaro afirma ter recebido mais de 1.800 ameaças de morte desde que anunciou que, se eleito, classificará facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Ele usa colete à prova de balas durante a campanha.

Marina Silva foi alvo de hostilidades por parte de um homem durante uma caminhada no centro de São Paulo, que a abordou agressivamente e a tocou. O governador Tarcísio de Freitas manifestou solidariedade e pediu investigação do caso.

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