O É da Coisa de 13/08/2026, com Reinaldo Azevedo: “Missão” Flávio; liberdade X crime; Moraes e a lei
84m 50s
O programa "Reda Coisa" aborda, com tom irônico e crítico, a tentativa de filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, que foi feita de forma fraudulenta e corrigida pelo Tribunal Superior Eleitoral. O apresentador questiona os interesses por trás do episódio, classificando-o como uma "comédia de erros", e critica a postura de Flávio, que alega perseguição do sistema, enquanto o partido se diz vítima e promete investigar o caso. Em seguida, o programa analisa a declaração dos Estados Unidos sobre respeitar as eleições brasileiras, destacando a ambiguidade do termo "livres e justas" e lembrando que houve relatos de envio de agentes para questionar a integridade do pleito, o que contradiz a mensagem oficial. O apresentador também comenta a nota de Edson Fachin, presidente do STF, que defende a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte em solidariedade a Flávio Dino, alvo de ameaças. O programa critica a mistura entre jornalismo legítimo e práticas criminosas, como a exposição de dados sigilosos, e menciona casos históricos de defensores da liberdade de expressão que apoiaram a ditadura militar e o AI-5. Com humor e referências culturais, o apresentador reforça a importância de separar liberdade de opinião de crimes, defendendo a apuração rigorosa de ilícitos sem comprometer direitos fundamentais.
Agora na BAN de News FM, o Reda Coisa, com Reinaldo Zévedo, Alexandre Ventevolho e Isabela Mota. O oferecimento Ultra Blue Word Legend é tempo de ir além. O Reda Coisa, com Reinaldo Zévedo, Alexandre Ventevolho e Isabela Mota. O Reda Coisa, com Reinaldo Zévedo, Alexandre Ventevolho e Isabela Pommece agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. Isso é coisa, parece confuso, a trapalhada vem para cá que a gente se confunde de Zatra Palha, Mario Kinnunca, milhões de pessoas acompanham o programa pelo Tire, pela Bandinius TV, LGTN, O STCN, O STCN, O STSUM, TV Plus Canal 20, 43 e também ali no centro de radiação de toda a informação relevante que fica onde Isa. Na caverna do Inudo. Na caverna do Inudo, Boa Noetiza. Boa Noetiza. Boa Noetiza. Começamos com Samba de Orly, Samba de Orly, que é do disco Construção, Construção do Chico Borque, de 1971, considerado terceiro melhor disco na lista da Rolling Stones. Eu escolhi essa música hoje porque pra quem não entendeu, Samba de Orly, é a música que trata dos exilados, tá um fora do Brasil, o Orly era um ponto de encontro das pessoas que fugiam desse frio, fugiam da ditadura. Ditadura apoiada, defendida por muitos que agora fazem editoriais friosas contra a decisão do Supremo. Simplesmente ignora o objeto da decisão do Supremo que é fantástico, tem visto inclusive colegas, cada um com a sua opinião, só que existem os fatos. E eu sempre vou defender a liberdade de imprensa, a liberdade de opinião em qualquer caso, desde que não se confunda com o crime. Eu defendo liberdade sexual, desde que não se confunda com o crime, liberdade de imprensa, desde que não se confunda com o crime, liberdade econômica, desde que não se confunda com o crime. Nós vamos ter que falar muito disso hoje, muito de forma importante. Viu a Transparença Internacional? Oi, eu lembro de vocês. É, lembro, é, em Bruno Brandão. Oi, Bruno Brandão, lembro de você. Lembro de você, da Lava Jato, das Trocas Dimensais com o Deltando da Lanhol. Um da consultoria para fazer tal fundação com o dinheiro público. E agora, a violentíssima contra o Supremo de novo. Mas, as pessoas têm passado, que há. Tem história. Não vou tratar de tudo isso, com calma, com tranquilidade, com chá, com elegância, veneno, picardia e beleza. Sobre tudo na expressão desses gajos, e dessa, dessa belíssima mulher, esse belíssimo rapaz que estão aí no estúdio, junto com esse dozo divertido. Vamos começar com Shakespeare. Flave-o no missão? No nome da comédia, muito barulho por nada, vai? O candidato do P.L., a presidência Flávio Bolsonaro, foi filhado ainda ontem, sem seu aval a partir do missão. Essa filhação atrapalhou o registro formal da candidatura presidencial, e foi feito pela equipe do senador, que seria feita a filhação. A filhação atrapalhou o registro que seria feito, está certa, concordança, eu fui corrigir. Pela equipe do senador, nesta quinta-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral Ministro Cácio, no Nismarques, atendeu a um pedido dos advogados de Flávio, e restabedesseu a filhação original do candidato, al P.L. liberando, então, um trâmito pro registro da candidatura. Na decisão, o ministro pédico tribunal preserve os dados de acesso ao sistema de filhação, e, em caminho, o caso, a polícia federal, para quem instauria um inquérito, para apurar, a quem foi o responsável por essa filhação fraude lenta. Após a constatação, o T.S. checa o registro, informou que a filhação de Flávio foi feita por um representante do Partido Missão. Antes de ser concretizada hoje de uma drogada, ouve uma tentativa de filhação, no dia 2 de agosto, o missão argumentou em nota, que avisou o gabinete de Flávio na data da primeira tentativa. Tudo confuso, tudo atrapalhado, e, segundo, o relatório interno do missão, obtido pelo metróprio, a primeira tentativa foi de 2 de agosto, e previu uma contribuição financeira de 40000, com tentativa de pagamento via piques, como pagamento não foi efetivado, a primeira tentativa foi recusada, o novo pedido foi enviado ao T.S. e é por volta das 9 de ontem, o sistema do missão identificou uma divergência de CPF nos dados, mesmo assim, a troca do partido foi confirmada pelo T.S. e é por volta a -845, o missão discreetinho informado de Flávio lá atrás, aí o Flávio ficou bravo, o missão também diz que vai processar, porque também se considera vítima, meu Deus do céu Shakespeare, muito barulho por nada, pensa que originou até a coisa da guerra dos sexos, porque é um casal, vale bem, que vive se está piando, mas não fim tem assim aquela coisa que os espaios estão mal, um tesoune voluntável, mas meio rancolhido, não sei, isso é o caso aqui, também tem tesão e rejeição, e eu sei que tem satas coisas que me enche de alegria e preguiça, como na música do Caetano, não de preguiça, de alegria, não sei, e o Flávio se manifestou, também tentando fazer disso um caso, "Belly, olha, eles estão tentando me tirar, mas agora vai, tá, vai, hein". Segundo o TSF, a filiação de Flávio Bolsonaro, o Partido Missão não foi fruto de rakyamento do sistema, mas sim, de uso em devido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais do Partido Missão para efetivar as filiações. O presidente do Tribunal Ministro Casso Nunes Marques enviou uma representação procuradoria geral eleitoral para que providencia ser juntomadas. Em vídeo publicado na GD sociais, Flávio repetiu, o jogo não filizado pelo pai, e disse que foi uma tentativa do sistema de parar a candidatura. Vocês viram aí que fraudaram a minha filhação partidária? O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente junto vai resgatar o nosso Brasil. Mas o acima de tudo, Deus acima de todos.
Afeira do Flaven, apareceu Rua dos Bandidos, claro que não é alguém que gosta do Flaven. A ilmissão também se desvítima e diz que avisou, vai, vai, vamos, vamos, vamos dar mais alegria ao nosso público, com essas coisas irrelevante. E vai cantar uma. A afiliação de Flaven Bolsonaro é a ilmissão usodados em Tón de Chacota, o interesse informado pelo autor do registro diz que o parlamentar mora então, na Rua dos Bandidos número meio a meio a meia no bairro miliciano no Rio de Janeiro. Obviamente Rua dos Bandidos bairro miliciano não correspondem ao endereço real do Rio de Janeiro, mesmo com os dados falsos o registro foi aceito pelo Tribunal Superior Eleitoral. Em nota, a missão afirmou que foi vítima de uma tentativa de filhação fraudulenta de Flaven Bolsonaro. O partido diz que tem todo o mesmo dia cancelar a filhação de Flaven, mas a ação foi rejeitada pelo Tribunal. Informou-te ainda alertado o gabinete de Flaven 2 de agosto, um trecho da nota divulgada pelo partido diz o seguinte. O missão já está dotando todas as providências cabíveis, junto à Polícia Federal e ao TSE, afinti que os responsáveis pelo crime e pela fraude sejam identificados e exemplarmente punidos. Um relatório com todos os logs e meios e IPs será disponibilizado para a imprensa e autoridades. Resaltamos ainda e não é do interesse do partido a colher em seus quadros no parlamentar que, para além do desenhamento ideológico, figura em acusações e suspeitas de envolvimento em esquemas de corrupção. Agora, como fica a informação do TSE, que foi alguém filhado a missão? Você vai ver a missão de ter uma resposta para isso também? Porque convém, também não faz sentido. Eu não vejo nenhum interesse. Eu não vejo a interesse de ninguém fazer isso. Não vejo a interesse do Flaven dizer que é filhado a missão e diz que tem um Flaven. Agora você vai ver, foi alguém com credencial do missão que fez, não fez como está dizendo o TSE, o TSE está dizendo isso, não está dizendo isso. Isso é falso? Ou isso é verdadeiro. E também, e vale lá, missão pode ter as restrições que foram ao Flaven garanto que são menores do que as minhas. Mas também não cumpre a aproveitar a situação para atacar ele ainda, porque também não vejo o que interesse, ele pudesse ter nisso, eu estou perdendo alguma coisa nesta comédia de erros. E o fenomenal é ter que cuidar disso. Eu estou noticiando isso. Eu estou notificando isso. Olha só, como da vontade, às vezes, de cantar mais uma vez a música do querido Léo vai me avisar, não presta, e eu só tenho Zé para consolar, estar desidumingo, que eu não é, o meu caso, mas a sensação está com a melancolia. Não é, da melancolia. Por que a gente está falando sobre isso? E nem é tão divertido quanto as comédias do Shakespeare. Não é, é tudo meio burrecedor. Ah, e o Flaven aproveitou para alistar os diplomas aí os que ele tem, os títulos que ele tem. Bacharé a um direito pela Universidade Câneo do Mendes escrito no abe, tal especialista em políticas públicas, pelo Yperge, o Canva, em escola e política pública, o governo. Ah, e tá bom, porque ele propôs inclusive a volta do método como pai da alphabetização fonética. Ah, e Mbien, empreendedorismo, desenvolvimento e novos negócios. E aí o volume B está oferecendo um curso de gramática para ele. Pelo aprender que tratar-se é um verbo que a gente usa sem sujeito. Nunca tratam cd, tá gente? Tratam cd, não. Tratam cd. Ah, eles se tratam de gases, é outra coisa. No sentido de referir-se a, trata-se d. É um verbo transitivo indireto, complementam um objeto indireto e não tem sujeito. É a chamada oração sem sujeito. É. Em português, o verbo não concorda com objeto. Nós temos algumas concordanças de exceção, mas aí com vervos de ligação, vale bem, e às vezes o verbo concorda com o predicativo do sujeito. Que já é uma coisa bacana, mas fica para o outro. É um vítora. Eu gosto tanto de gramática que eu poderia ficar falando hora sobre isso, mas você não é pago para isso. Mas o Johnny já falou que era um programa só de gramática, vai ser um sucesso e nós vão fazer. Que hora? No sábado, as 20 horas. Combinado. Isso vai estar assim, e também vai ser retransmitido depois na sexta a partir ainda mais 2130 por aí. Tá bom? Gramática pura. Vale bem, vai ser um estouro. Todo mundo, já querendo patrocinar, tem uma fila. Promete, vai ser consensualidade, prometo. Os Estados Unidos e a declaração ambígua sobre nossas eleições. Essa profissão precisa de gostar de palavras. Se não gostar de palavras, e não tentar pegar o sentido delas, não entende nada. Os Estados Unidos e a declaração ambígua é muito impressionante, ele é assim. Os Estados Unidos dizem que vão respeitar eleições. Vamos lá. Que o tio vai explicar. Vamos. Um departamento de Estado-Mercano negou hoje, ter um plano para impedir a reeleição do presidente Lula e afirmou que respeitará qualquer governo que for eleito em outubro. A manifestação foi enviada ao portal G1. Como falamos, ontem, aliados de Lula, valiam que o secretário de Estado americano Marco Rubio, quer evitar a reeleição brasileira no pleito deste ano, indagado pelo G1 sobre o tema uma fonte do departamento americano, afirmou que a avaliação do planalto não corresponde a realidade e disse o seguinte. Damos grande importância à relação com o Brasil. Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que eles escolham livremente por meio de eleições livres e justas no Brasil. E nós, temos respeitado e mantido relações com governos de ambos os lados do espectro político no Brasil e tivemos relações muito bem sucedidas com eles. Sobrou para o tio explicar que não é bem o que parece? Ô meninos, lembrei agora, não pode lembrar na hora. Esse programa é feito a quente. Os Estados, pega o vídeo do Flávio no dia que ele foi na Sepaque, na voz do brilhante Volly Bêni. Volly Bêni, daqui a pouco não vou ver um vídeo de duas queridas que gostam de você também, daí, daísa também, Volly Mim. Pega o vídeo do Sepaque, que ele e o Flávio diz que vai respeitar eleições, que é as eleições que são livres e justas. Os Estados Unidos, nós vamos aceitar eleições livres e justas. E se a gente considerar que elas não são nem livres nem justas? A declaração correta, porque isso aqui já tinha um dito, o metrôbio já tinha dado isso, o João Botoláita. Isso é a chá aqui nem livre nem justa. Isso aqui não é uma declaração, o povo brasileiro, cuida do povo brasileiro. Volly Bêni, na araba e a saudita, eles não diriam isso, né mesmo. Queremos uma transição na monarquia livre e justa. Ao que o Bêni salmando e iria ao quê, a humana é picar e derretendo ácido. Quem são eles para dizer quando as eleições são livres e justas? Meu Deus do céu, o que aconteceu com a capacidade de análise objetiva das coisas? Quem vai ter que falar de análise objetiva assim, eu mesmo. Eles não tinham mandado dois funcionários para a questão da integridade da eleição, como é que isso pode ser noticiado dizendo que Estados Unidos diz que vão respeitar resultado e ignorando que eles estavam mandando dois caras para cá o Austin Post revelou com a tarefa de questionar as eleições no Brasil e tiver um visto, né, cara? O Austin Post, o jornal do Bezos noticiou, aquele em que não pode ter editorial contra Trump, que ele mandou embora, quem fazer editorial contra Trump, porque não pode. Não quer ninguém atrapalhando um negócio assim e o dele de controlar o mundo, lá junto com o outro PCCopat, com o outro PCCopat.
usando os tortos do Vale do Silício. Nem o Lása saiu, que eles vim pra cá pra questionar as eleições. Aí vai o Rubio esse tarado, aí ele quer a ilha, "Ah, cara, a ilha de volta, não basta cantar, não é o meu quero tanto a ilha para mim". Se Fidel entrou em Cuba, quando o Veseu também quero entrar em Cuba. Aí, "Ah, não, vamos respeitar ele, suas livres e justas". E governos de ambos os lados, quem são você, que ambos os lados? Que ambos os lados? Ah, não, é que eles também são vítimas da polarização. Olha. A análise política no Brasil precisa fazer 18 anos. Ah, tem alguma coisa contos de 17? Não, é que o pessoal é a cidade, tá! Fazendo coisa muito mais gostosa do teu. Tem a santa paciência. Então não estavam vindo dois caras pra cá? Pra questionar a integridade dos eleições? Vã? Vamos respeitar eleições, livres e justas. E quem defina esse livre justa? Nós. Põe o Flávio aí. A gente vai ouvir o vídeo aí do Flávio Bolsonaro falando. Brasil, "Is going to be the better ground". O Brasil vai ser o campo de batalha, no qual o futuro do Misfério será decidido. Porque o Brasil é a solução pros Estados Unidos se livrar em da dependência dos minerais críticos, especialmente das terras rairas da China. Sem eles a revolução tecnológica dos Estados Unidos, fique estágnada e a segurança nacional se torna vulnerável. E quando os Estados Unidos se tornam vulneráveis, todo mundo livre se torna vulnerável. Brasil e Estados Unidos foram feitos um pro outro. Compartilhamos os mesmos valores judaicos cristãos e cada um tem aquilo de que o outro precisa. A América precisa de cadeias de sopimento seguras para materiais críticos, um parceiro confiável no Misfério e o mercado massivo para bens e serviços americanos. Goons and services. É o vídeo não é esse. Esse é o vídeo que ele fala daquele promete tudo. Tem o vídeo em que ele suja. Ele trata das eleições livres. Não é esse vídeo. Achando a tempo, a gente coloca. Vamos seguir. Mas também acho que ficou. Existe esse vídeo. Pronto. Vamos lá. Fáquinho se solidariza com dino e defende esse gilo da fonte. Eu também defendo. De novo. Aí nós vamos assim. Fáquim diz que decisão vai ser submetida aos ministros. Mas claro que vai a regra. Evidente que vai. Não, ele não. Fáquim te ensinar para aquele negócio de um pouco aqui, um pouco ali, um pouco lá. Mas. Aqui. Ele se solidariza. Ele se solidariza, assim. Com dino. E faz o que é óbvio. A defesa da liberdade de expressão. E sobre o vídeo pode ser. Falando eleições livres e jústias, quando ele só não falar com Trump lá. Vejam aí. Mas tem o Flávio colocando a questão da eleição indúrbida. O que foi que o Fáquinho falou? Faça o cabeça e vamos pro vídeo. O ministro Edson Fáquinho, presidente do STF, é uma nota no início da sessão desta quinta-feira em que se solidarizou com o seu parceiro de tribunal Flávio Dino, teve vulnerada a sua segurança em razão da divulgação de dados sigilosos. Dino é um dos principais alvos de milistas digitais que fazem centenas de ameaças todos os dias a integrantes da Corte. Como não poderia deixar de ser Fáquinho, defendeu a liberdade de imprensa e a garantia do sigilo da fonte que, de fato, é uma garantia constitucional. A gente vai ouvir o que ele diz. A presidência do Supremo Tribunal Federal, em nome deste tribunal, manifesta solidariedade ao ministro Flávio Dino, e reconhece que ameaças a segurança física dos ministros e familiares devem ser apuradas com rigor. O Supremo Tribunal Federal, ao mesmo tempo, como não poderia deixar de ser, reafirma seu compromisso e renunciar com a constituição, com o respeito das liberdades fundamentais, sobretudo com a liberdade de imprensa e com o direito fundamental do jornalistas ao sigilo de fonte. Ao longo dos anos, a jurisprudência a Supremo Acorte realsou como não poderia deixar de ser feito, sob a Edge da função de 1988, a primasia que esses direitos têm dentro do ar-cabonso legal. A jurisprudência do tribunal permanecerá a íntegra e vinculante a todos os olhos do poder judiciar e seus ministros não têm-se afastado e não-se afastarão do compromisso com esses direitos. A apuração de eventuais e listos deve dirigir-se e certamente vai dirigir-se a congluta que constitua o objeto da investigação. Jamais a atividade jornalística legítima exercida no comprimento de sua função conchonada. De dizer que o faquim está acontecendo a desão do Alexandre com a devida vênia ou é não entender o sentido das palavras, ele está dizendo "Supremo não se afastou, portanto ele está negando que a decisão do Alexandre tem esse carato". E não tem. O ministro Flávio Dino estava sendo vítima do que está sendo investigado com a organização criminosa. A segurança do ministro Flávio Dino e dos seus familiares estava vulnerada. Pessoas com acesso à informações previlejadas expondo a segurança do ministro. No esquema que misturava perseguição e uma espécie de chantagem de quem recebe dezenas de ameaças de morte por dia ele familiares. Com a prática pseudo jornalística conhecida no Maranhão. A investigação chega ao esquema de compra de um terreno. De compra de um terreno. Olha só, compra de um terreno. O sujeito recebeu 100 mil para comprar um terreno justamente daquele que aparece como a fonte. E a imprensa está achando isso tudo regular. Está achando isso tudo maravilhoso. Tudo lindo a quebra do sigilo da fonte. Misturando a atividade jornalística com a atividade criminosa. Quem quiser entrar nessa entra, eu já disse, eu não vou entrar. Ó, mas quem é que o voo define isso? É a justiça porra. Quem é que define? Ou vocês não reconhecem o papel da justiça? Ó, agora, diante de um crime óbvio, prevalece o sigilo da fonte. Quando o ministro está em risco, a família dele está em risco. Ah, isso não acontece não. Não teve um cara que se matou na frente do tribunal? Não tentar explodir um caminhão bomba, não era o porto de Brasília? No dia 24 de dezembro? Não houve o oito de janeiro? É desse gilo de fonte que a gente está falando? Ah, jornalismo investigativo? Vamos investigar essas práticas no maranhão? Para saber quem é quem faz o quê? Que diabo acontece? Que diabo acontece? Tem uma fala muito boa do dino daqui a pouco. Para dizer assim, esse tribunal tem compromisso com a liberdade de opinião. Sabe quem não tinha compromisso com a liberdade de opinião? Quem apoia o golpe de 64? Aí não tinha. Apoia o golpe de 64, continua a apoiar em 68. Eu tenho textos aqui hoje de grandes e fanáticos defensores da suposta liberdade de expressão, que justificaram o I-5. dizendo que a fonte legitimador
da sua cultura do poder, eram os militares e acabou. Eu tenho texto aqui. Não vou, Pat Boca, não se não precisar. E olha, olha meu, o que é? Criminosos, agora se misturam a profissão, não estão falando o tal do Pablo, sei o que anda por lá. Vamos investigar os que fazem jornalismo investigativo. Ah não, mas é que quebra um princípio, princípio do quê? princípio do quê? Então o crime se traveste de liberdade, de expressão e a gente faz de conta que acredita. É impressionante isso, é impressionante. Essa gente deve estar se divertindo muito, falando olha como a gente ganha os idiotas. O que que é esses minutos? Não sendo me assados? A segurança do ministro exposta. Vai ver ter uma operação financeira. Ah! Quer dizer que agora gente que pratica, não fala não entese, gente que pratica a pistolagem desfarçada de jornalismo, a sua fala tem mais credibilidade do que a ministros do Supremo. Quando a gente entra nessa, a vaca já foi pro brejo. O Morais se manifestou. O ministro Alexandre de Morais para a benizou é de São Faquim por seu pronunciamento, disse não haver nenhuma meiaça a liberdade de impreência e afirmou que a atividade jornalística não se confunde com a organização criminosa. Vou sair de parabilizar a sua excelência, presidente Edson Faquim, e pelas palavras de solidariedade ao ministro Fabio Dino e mais do que isso, a toda a sua família, a sua esposa, dana seus filhos. Cúxa Segurança, presidente, escúxa Segurança foi colocada em risco real por uma organização criminosa, uma sociação criminosa conforme a contado tanto pela polícia federal quanto pela Procuratoria General da República. É uma prática ostensiva de vários crimes que estão sendo apulados. Esse Supremo Tribunal Federal, como ressaltou o ministro Flávio Dino, defendeu a liberdade de impreensa em período de chubo da ditadura. Continua defendendo e sempre defenderá a liberdade de impreensa, Sejil de Fonte, que é uma garantia constitucional, consagrada por dessa Suprema Corte, mas que nunca se confundiu e nunca e jamais se confundirá com escuto protetivo para a prática de atividades listas. A impreense seria no Brasil, jornalistas tem boa fé e sabem disso. Sabe que uma coisa ou seja de Fonte, outra coisa prática criminosa contra seja autoridades ou pessoas da sociedade. Não confundamos jornalistas investigativos com jornalistas investigados pelas práticas criminosas. Que nada tem a ver com opinião. Fosse assim o ministro ia mandar investigar quem, vamos ver quem vazou, não, impreense não tem nada a ver com isso. Agora, sabe é imprensa? Qualquer um agora que decide que ir para a internet fazer delinquência é imprensa? Colocando em risco a segurança? De minis garantidos pela lei? E um Flavio Dino, ele tinha se manifestado nas redes, dizendo como já tive a portanto se crescer, minha atual função de juiz em pédeme de participar cotidianamente, de debates apaixonados e tal. Em outras opções poderem me pronunciar abertamente com mais frequência, agora isso pode até acontecer, mas muito excepcionalmente. Faz parte do Onus do meu ofício e assumo tal Onus com gosto em fácil da responsabilidade, de todo modo, a minha biografia, a minha atuação profissional, contentei ser de serviço público, são a minha maior defesa e faloto. Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir distorções monumentais, quanto a fato acompanha a perplexo a exposição de interpretações absurdas. De antes da manifestação da Edson Fakinho, o Alexandre deludiu a ela, o próprio Dino falou e aqui eu preciso lembrar um pouquinho a história. E eu vou lembrar, porque eu não sou a peixadora. O que o Dino falou, vela? Agradeço a manifestação de você, lense, nome do Tribunal, que repõe os fatos no dois trílios adequados. O primeiro é aquele relativo à legítima investigação de hipotéticos crimes. O outro relativo é a proteção que existe e sempre existirá ao regular exercício do profissão. E não, obviamente, há eventuais autorias de delitos. Mas claro que, como você lense disso, o colegiado irá se pronunciar. Mas com certeza, com o zelo, a nossa jurisprudência diria até quase centenária de proteção a liberdade de imprensa. Na strevas da ditadura militar, uma das causas para a abigeta caçação de três integrantes desse colegiado, foram exatamente decisões à favor da liberdade de imprensa registra a história da curte sobretudo, entre os anos de 65 e 68, quando a escoridão se tornou ainda mais dessa coedição do ato institucional número cinco, em 13 de dezembro de 68. Então poucos podem dar leições ao supremo sobre a liberdade de imprensa à vista dessa tradicional linha jurisprudencial do qual a nossa silência e eu e todos nós somos guardiões. Presidente com essa referência de agradecimento, sobretudo pela minha família, que nada tem com exercício das funções públicas e por isso deve ser respeitada e preservada, coisa que alguns parecem esquecer. E o Midebrúso sobre o que realmente importa, que é o exercício da minha função, com sempre com ponderação e coragem, muita coragem. O referência que ele faz o ministro Hermes Lima, os ministros Hermes Lima, Evandro Línges Silva e Vito Nunes Leal, que foram aposentados compulsóariamente pela ditadura e a partir justamente de uma questão envolvendo jornal correio da manhã, que se exigia a punição às jornalistas, eles estavam defendendo abescópus para jornalistas. E com a aposentadoria compulsória desses três pediram demissão, o presidente do Tribunal, então presidente António Goulsauves de Oliveira e o ministro António Carlos Lafaieta de Andrade. E a ditadura aproveitou a época, era um 16 ministros, aproveitou para reduzir para 11 para aumentar o seu controle sobre o tipo tribunal. Então, e algumas vozes são nitroantes, que agora de "albrea liberdade de imprensa, sangue da minha sada". Acabo fazendo o quê? O Xuno Saco da ditadura. Xuno Saco da ditadura. Eu acho muito impressionante. Eu acho que vocês estão com a pauta completa, acho que ela foi cortada. Sim, agora chegou. Então, acho muito impressionante que não se faça a devida distinção entre uma coisa e outra. É muito perigoso isso. É muito perigoso porque se tenta transformar em liberdade de expressão, que aquilo que é crime. E nisso eu confesso, eu dou a mão apalmatória no seguinte sentido. A extrema direita foi muito ábil em atacar direitos fundamentais e se fingir.
defensor a delirreis fundamentais. Foi muito rápido. Fez isso, olha com uma estria. E a empresa caiu. A empresa. Sertores. Não, isso não tem nada a ver com o sigilo da fuente. Continua o que o Fakhim está dizendo, o que o Alexandre está dizendo, o que o Dintraser, tudo isso continua absolutamente garantido. Agora talvez esse caso realmente mereça a dedicação do jornalismo investigativo. Coragem valentes, vamos lá. Que mais vamos lá? A Transparença Internacional Brasil criticou a decisão do ministro Alexandre de Morais, que determinou ação da Polícia Federal contra pessoas ligadas a do Espábulo, alto intitulado jornalista independente. A organização falou em blindagem e pavementação de uma escalada autoritária da Suprema Corte ao tratar sobre o caso. Para a Transparença Internacional, a Júriz de São Universal, normalizada no STF, tornou se vetor permanente de autoritarismo e abuso de poder, diz o comunicado. Ainda eles excepcionais, autoconseldidos do STF, muito deixaram de ter como alvo com os piradores reais em circunstâncias extraordinárias de AMA à Institucional. Passaram a serviço sistematicamente, a blindagem de ministros contra o escrutinho público e investigações. Ainda eles atravam contra o ESO, e por vezes, até a vendeta as pessoais. As lideranças verdadeiramente democráticas do país devem assumir a responsabilidade de restaurar os limites constitucionais ao exercício do poder pelo STF, antes que a reação a esses abusos, deixe de ser uma demanda por normalidade constitucional e passe a se manifestar como ataque irrefriável a própria Corte e a sua independência. Isso não é uma nota um vomitório, vocês não têm autoridade e legitimidade e independência para fazer esse juízo, vocês está fetas da Lava Jato, vocês que conestaram os maiores absurdos dos ataques mais graves às instituições brasileiras, eles que conestaram como consultores, aquela coisa de pegar dinheiro da Petro Obrás para fazer uma fundação privada com dinheiro público. Oh, Brandão, o tal Bruno Brandão, que é o chefão da Transparença Internacional, o Dalaimô mandando um mensagem para você para pedir noquinha indefesa dos abusos cometidos pela Lava Jato. Eles criaram as 10,000 vidas anticorupção, quatro delas fascistas que previ inclusive a suspensão de abescorpos na prática. E como é que é? E ainda faz a miassa? Convém que a Corte logo foi a sua ispa e se não, vem um ataque anti-democrático a Corte como esse que vocês estão fazendo. Como esse que vocês estão fazendo? E outra, eu estrevilargamente sobre vocês, vocês sabem disso, com o chororor reclamação, é, lembro, endossando convenios que no fim das contas não tinham sido feitos, nem pelas instituições estavam lá listadas, não vou entrar em inudências aqui. Vocês não têm histórico autoridade moral, autoridade moral quando eu cairado para fazer esse ataque virguyoso que vocês estão fazendo. Al Supremo. Vocês não têm aqui a independência que você, aliás, a Transparença Internacional, acho que na Alemanha que fica cede, que se é essa na sessão brasileira da Transparença Internacional, se é a coisa que a Transparença Internacional no Brasil não é, é transparente. Cácio é a DIA reunião que deve proibir de pifei que do bem, o Cácio inventou a de pifei que do bem, não é mesmo? A Tribunal Superior Eleitoral adió para a próxima terça reunião em que os ministros vão discutir as rágras para uso de dipifei que ensinais eleições. O encontro estava previsto para hoje, a pós-seção do plenário, mas foi adiado, por causa da duração da sessão da Chiquinta que se estendeu além do previsto, em formação e do globo. A reunião havia sido convocada pelo presidente do TSE, Cácio Nundesmarques e o debate que inoforça após o PLSB, na convenção que oficializou a candidatura de Flávia Bolsonaro a presidência, que ele vídeo de Jé Bolsonaro, produzido com inteligência artificial, o ex-presidente está preso em Regime do Messelear e não pode fazer manifestações políticas conforme as medidas cautelares em postas a ele. O episódio da convenção do PL, então, foi levado ao TSE pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PC do BAPV e é relatado por Nundesmarques. O TSE, que proíbe de PFE que pronto, é a resolução, não tem interpretação. Não importa, mas é que a DPFE que, se não for contra ninguém, for só a favor, não a DPFE que você joga disputa para realidade virtual para problemas reais. O Ministro está começando a sacar com a Lé-Açú, hein? Está começando a sacar com a Lé-Açú, está ficando feio? Sabe a que é negócio que tinha antes, a internet para que está feio? Ah, não, mano, está com ninguém. Não, só está mentindo, está criando pessoas que não existem, Nudin que a campanha eleitoral rodar nessa, nesse lugar, como se diz, acabou, nós estamos, nós vamos fazer uma disputa no campo virtual, presta atenção aqui, eu gosto de frases, mas frases que significam coisas. Nudin que a gente aceita isso, vai se fazer uma disputa no campo virtual, por bem, que são reais. Nós sempre diz que se trata. E os ministros estão dizendo o seguinte, o Bolsonaro não vai poder, eu estou avançando aqui um pouco, o Bolsonaro não vai poder ser usado na propaganda, aí tem as questões também que dizem respeito à punição que ele recebe na esfera criminal, qual que seja o resultado dessa reunião? E o que eu acho que o cácio já perdeu? E a coisa está, estão achando ele um pouco, oisa, como é que a gente diz quando o negócio não é muito assim, é um pouco. Estranho, é um pouco estranho, está um pouco estranho, vai lá, o cá está tão crita com a casa ali, vai? Segundo a folha, senão do presidente do TSEH Caso-Noniz Marques, a TSE sustentadas por advogados de Flávio Bolsonaro no período de pré-campanha, provocaram que este onamento sobre a gestão do ministro da Corte tem levado uma gestrada buscar justes previtados gastes. O jornal ouviu cinco ministros e técnicos do TSEI do STF, que dizem ter identificado indecisões e declarações de cácios nos últimos meses, um alinhamento com posições de equipe jurídica de Flávio. Os pontos fontes citaram a censura, há uma pesquisa eleitoral, a pedido da campanha de Flávio e a sinalização de cácio de que ele concorda com advogados do senador sobre a legalidade do vídeo de Jair Bolsonaro gerado por ir a usado na convenção do PEL. Segundo a reportagem por estar sob pressão, cácio deve ser o poradipfix na reunião sobre o tema no TSEH, marcada para a próxima terça. Eu poderia fazer de conta que assim "ah, como vai a coisa poder algo ao encontro daquilo que eu acho, ficar de acordo com o que eu acho e não de encontro". Eu poderia falar "he pode concordar, quem disse que ele tem. será que o cácio agora tem que concordar só o outro lado para ter legitimidade? Não, eu não sou assim". Isso é o que eu sou sendo burro. Não, não. Pssss. Caso, bonitão. Modo de dizendo. Concorda e conelei. O que é que diz a resolução? A resolução abre espaço para a dipe fake do bem? Não, né, ministro? Tá escrito lá "é explícito". Nem pra falar bem. Não pode. Então, e aí quando o seu disc pode, ou o seu sujero que pode, como a defesa do Flávio faz, aí a pessoa fala "é, tá, tá, de acordo com o defesa do Flávio, tá ruim isso". Não, senhor. Eu quero colocar aqui um vídeo de 2 senhoras.
que gosta do nosso. gosta até do Vale Ben e da Issa. Eu ajudo um pouco injusto, eu queria só que gostaria. Qual lá convido? E depois uma delas me mandou uma mensagem pro Jeff's, né? Isso aqui é o Jeff's Carvalho, jornalista, publicitário, gênio da raça, que sabe tudo de cinema, etc. Quem é o figurino no Oscar de 58? Meu amigo, ombuds e mando o programa. Elas mandaram para eles conhecem Jeff's, conhecem gente que conhecem, depois mandam um áudio super doce, né? Uma delas já vou falar, a Mara Bassão. Mas coloca o vídeo aí, vai! O original do meu nome é Mara, Mara Bassão, ela é Maria Bigail. E nós duas somos Rinaldetes. Eu vou contar para você que nesse horário, o meu marido, não fala comigo, não me telefona, ele desistiu, se ele ligar um minuto antes de começar, eu já começo no preço atenção, porque ele está falando. Porque eu quero que ele acabe logo, termina logo para assistir. E eu e a Bigail assim, então, como não, eu mudei pro interior, era de São Paulo, sou amiga da Zizido Rai, que vou mandar esse vídeo através do Jeff. E eu mudei pro interior, depois que me aposentei. Meu marido fica em São Paulo aqui, é psicanalista, mas a gente ficou viciada, sabe? Então eu vim pro interior de faixa amizade com esta figura, que também é Rinaldete. Então nós duas, a gente tem assim, é Rituai. Sim, identificação. E aí a gente tem assim, nós temos uns Rituai, sabe? De pão com mortadella e vinho, pão mortadella com brir e vinho, para sentar esses de Rinaldo. Ou então eu sempre preparo uma coisa um petisco gostoso, pôe-me a perna para o alto, sem, sem, sem, ou é da coisa eu não fico. Dá um beijo para xixixi cariolquinha, e dá xixixi cariolquinha, e no mentivo olho. Olhe o bem, não volhe o bem, não volhe o bem. Um abraço, Rinaldo. Beijo, obrigada por tudo que você nos dá. Ah, é que queridos apenas lembrando que a isa é do para. Não chado diferente. Não chado um pouquinho diferente. Olha aqui, essa que fala, que ter cabelo mais curto, é a marvação, ela mesmo se identificou, a outra maria, a BGIU. Elas moram em Vera Cruz, uma cidade interior perto de Marília. Amara, psicóloga, foi psicóloga, antes mais de 10 anos, depois foram empresários, empresários é grande, empresários importante, criou grifes, dama da noite, que espalhou pelo Brasil, depois BB moderno, ainda hoje está fazendo agora uma outra para crianças, mas agora ligadas, meninas, ligadas a um programa social, a Maria BGIU trabalha também na área de atendimento, crianças moram interior, mandaram esse vídeo, super fofas, já mandei a. Já pedipalínea fazer aqui o nosso petisco também, que eu vou experimentar. Mas sem vinho, né? Com o sinho, o monte? É só trocar bebido. É, é isso. O Luis Fernando, que é psicanalista, marido da Maria, a Luis Fernando. É sabe como é. Beijo para todo mundo, fico muito feliz, manifestações ducíssimas, agradabilíssimas. Inclusive, reconhecendo os nossos dois queridos aqui do estúdio, que sempre estão com a gente, toca da vida. Que bom, recebei esse, não é? É maravilha. Aquece o coração, né? É isso aí. Ou é essa coisa? Ó, eu não. Eu tirei hoje o sarro um pouco aqui, desse negócio da afilhação do. do flávio, o missão, né? Eu chamei muito barulho por nada, o patetado. Agora tem coisa que realmente é séria, e mais uma vez lembrei, vai cinco, lembrei ontem. E continua tudo muito mal explicado em relação à aquela história estranha da PM com o Adad. Porque evidentemente a miassa não foi o motorista. A miassa foi. o motorista sofreu em intimidação. Mas, ah, vamos sair hoje para intimidar um motorista? Acho que não foi isso, né? Um, era. A equipe do candidato ao governo de São Paulo Fernando Adad detalhou uma abordagem da Polícia a militaram motorista do ex-ministro da fazenda na noite da última terça. A jornalista, a Adad disse que após deixá-lo em casa, o motorista foi acompanhado pela viatura durante muito tempo de uma forma intimidadora. Na aproximação, a viatura teria pagado os luzes, e, por segurança, o motorista teria decidido parar em um hotel, onde câmeras de segurança poderiam registrar a situação. O advogado de Adad, Ele, o Silveira, relatou o seguinte sobre o episódio. E Ele, sem reverir no motorista, para o carro, entrou no hotel, voltou, e foi perguntar aos policiais o que tinha acontecido. Os policiais não responderem de maneira amistosa, ele voltou para dentro do hotel e ficou esperando, ainda usacionou. Os policiais forem bora. Segundo Silveira, os PMs teriam um dito "vaza daqui" ao motorista. Além daquela coisa do pedroaleixo que eu lembrei ontem, quando você tem uma cultura autoritária, e essa cultura autoritária chega a ponta, isso tudo pode ser muito grave. Assim, ninguém acha que dois caras da PM, mas sei lá, cismar, quer saber, cismei. Por minha conta, vou lá intimidar o motorista do candidato governador. Não pode ser assim, né? O que mais que tem? Imagens de câmeras de segurança mostram a chegada de Adad, a residência dele na noite de terça-feira. A gravação também mostra uma viatura da polícia militar, passando pela rua pouco antes de o carro que levava o ex-ministro da fazenda chegar ao local. Na sequência, o veículo de Adad estaciona, acompanhado por um carro preto. O candidato desembarca e entra na residência. Adad contou que voltava de uma aula magna na faculdade de direito da Universidade de São Paulo, no Largo São Francisco, e que a viatura da PM teria jogado luz no carro em que ele estava no momento em que o veículo chegava à residência. Segundo o ex-ministro, os agentes estavam armados com fuzis. A abordagem foi fora do padrão e o motorista ficou muito abalado. O advogado de Adad, de escrapisódio, durou cerca de 40 minutos. Mas é claro que fica abalado, né? Claro que fica abalado. Se não fez nada, é o sujeito que responde pela lei. Pela aplicação ali, mediata da lei com o poder do uso da força. E vem um troço de intimidação? Você não precisa ter feito nada para ficar com medo. "O vai, Ben, eu tenho um certo freme, toda vez que eu passo pelo detector de metal, ou por tudo assim." Até o dia que eu fui uma vez selecionado, sabe aquela seleção que eles fazem ele atória? "E aí eu estou lá, passo lá, estou lá, estou lá, estou lá, estou lá, e eu, assim." "Oi, eu passo o que eles dizia, e aí não não, te pegarem!" Quando foi? Quando eu estava voltando, eu entrevisto com Lula, e ainda mudo. E depois fiquei mudo. "Pai, ben." E eu estou lá. A gente se eu de falar de licença, vou me conhecer, eu vou. Eu falei, "A palpa, meu filho, eu não." Só não se apaixonam, né? Pode, pode. Só. O que eu vou fazer? Agora, isso aí é claro que deixa a pessoa assustada. Não? Tô aí. "O, essa coisa." "Estamos de volta." "Não, ela vai." "Não, vai." "Tá, vou, lá, vou, eu." "Proposta de Flavio sobre STF, é hipócrita e errada." Quem diz isso? Mas eu provo. A parte do. Errada, assim, porque. Tá errado, já digo. Agora, hipócrita, nossa, essa, que a parte assim mais pesada, aí eu vou ter que provar com uma imagem. Vai.
O Cimpânio de Flávia, medida busca reduzir a transferência imediata de agentes da disputa política para mais autocorte do país e reforçar a percepção de independência dos novos ministros. O programa de Flávia propõe a inundidade de decisões monocráticas dos ministros e o fim de chamadas competências criminais, ordinárias, originares do STF. De acordo com o plano do Senador, parlamentar exige outras autoridades, passariam a ser julgados por instâncias inferiores, como os tribunais de janeis federais e o superior tribunal de justiça. O Fávia, você não tem vergonha de por por isso? Pergunto, meu Deus. Olha no espelho e fala por que cara de pau, hein? Você não pediu fora especial no caso de investigação da rachadinha? Põe a manchete, não é? Deu tempo de colocar? Sim, vamos colocar aqui. Não apareceu, mas vai aparecer aqui pra gente. Vai aparecer. Não pediu fora especial? Está aí. Pidiu. Investigação da rachadinha? Ah não, quero no supremo. E foi pro supremo. Quando interessa o supremo pra mim, quando não interessa, eu vou passar com o resto de resto não será aprovar. Sem imagina, sem imagina deputados e senadores sujeitos ao julgamento de 21 mil juízes, mais ou menos, vale o vergonha, porque tem os federais e os estaduais, a depender do crí. Masina lá o juiz. Imagina o juiz da caverna do Unido. Imagina o próprio Unido, como o juiz da comar. Indo, pega a gente lá na cama, ou no senado. As brigas regionais e não sei o quê. Isso é uma besteira de restra, se fosse assim com um ano, em um endonça poder ter de que o supremo. Não, não é? Até aí. Agora, a lúbita assume decisões monocrais, já são limitadas, decisões monocráticos, elas têm sempre que passar pelo opelaturno, pelo pleno. A não ser a concessão de abrascorps, o que quer ter a acabar com a concessão de abrascorps também? Uma bobajada. Agora, o que me incomoda aí é que parece que ele não foi o usuário do foro especial. Foi ou não foi? Foi, né? E aí é um pouco vergonhoso esse negócio. Eu vou passar muito rapidamente aqui. Até o mar. Uma notícia que também está em todo o canto. Com já tarde, o escudir com fala minha é a seguinte. Faus? Lula não muda de tom, defende agro como sempre. O que aí o Lula fez? Lula muda de tom com agro. Quando foi que ele falou uma vez que tinha fascista, tem fascista entre camioneros, tem fascista entre jornalistas, tem fascista no agro. Tem fascista no entrepadres, pastores. Mas quando foi que o Lula usou tom ruim com agro, toda negociação que o Lula levou agora por causa da taxa da tarifa sobre o agro brasileiro foi ruim? Quando o Lula foi lá por Vietnam, o Hubby, de exportação de carne, eu tô lidando com fatos queridos. Ah, mano, gosto dele, porque ele gosta do MST, bom, se vira. O Dico MST atrapalha a sua produção, se me fala. Mas quando foi que atrapalhou, é mentira. Ah, muda de tom, que tom, que mudou. Que foi antes o Lula chotava o traseiro do agro, agora ele passou a defender. O agro tá descontentico, o trabalho do BNDS. Quem fez os mares planos safra? Que muda de tom? Isso a não, não diz. E ontem, eu pedi no ar aqui que se mandasse uma pergunta, a umendonça, porque foi noticiado em todo o canto, sem contestação que ele estava discutindo de lação. O advogado. Ah, eu lembrei, né, de forma assim, vale bem, porque só um pessoa boa, eu lembrei que isso contra a fila. A lei dos 1850, parágrafo Nuno do Artigo Quatro. E nós mandamos a pergunta. Falei, manda uma pergunta, ele me enome, o senhor debateu, é, delação com advogado. E ele se responde, porque é um programa que sempre quer saber o que as pessoas péssem. Vamos lá. Sim, vamos trazer as detalhes, a produção aqui da coisa, como você disse, entrou em contato, esse meio pro gabinete do ministro André Mendoza, ainda ontem aqui durante o programa. A gente fez essa pergunta que você falou, o ministro André Mendoza debateu ou não, as condições da delação premiada com os advogados de Daniel Vorkaro, como a imprensa notíóia. A resposta foi, o ministro não debate, condições de delação premiada com advogados. Segundo o Globo, ministros do STF têm acompanhado com preocupação os dos dobramentos da crise entre André Mendoza e a Polícia Federal. Ao jornal, três magistrados destacaram sobre reserva e não cabe a Mendoza fazer o controle das investigações que estão sob sua relatoria, como as do INSS e os desdobramentos do caso. Os inquéritos que envolvem o filho do presidente Lula, Fabio Lula da Silva, têm gerado maior atrito entre o ministro e a PF. A avaliação dos magistrados é de que o pedido dos dados brutos indexados, ou seja, possibilitam a busca no conteúdo das investigações, abre um flanco para críticas sobre uma possível interferência em devida de Mendoam. Seria também consideram que a crise, entre uma gestrada e a PF, permite o surgimento de questionamentos por parte dos acusados que podem ser beneficiados. Comfriado. Compo, pode mesmo. Pode mesmo. Porque se o relator atua, como se fosse ministro e público, se atua fora daquilo que a ele permite, isso acaba sendo favorável quem está sendo investigado. Mas isso não é uma questão de gosto. Isso é uma questão de fato. Agora, eu vejo a ministro, servei como eu fiz a lição de casa em Volly Bend. Nós fizemos aqui. Sai a notícia. Minha ministra está negociando delação. Em vez de aplaudir como muitos estão fazendo, ai que coisa linda que ministro dedicado, eu vou perguntar a sua estadiscum, preino a lei. Você está inventando a lei? Estou? Não, porque eu não faço essas coisas. Ao contrário, eu quero sempre que as leis sejam respeitadas. Não é mesmo? Vamos comer, seu. Ou essa coisa? Rapidamente, meninos, o Tarsizu perdeu o debate para o Adánio, que na banda é meu juiz, especialmente na questão, usando o governo Lula, não deu dinheiro, já mostramos que deu. Mas como tinha lá uma autorização que, segundo, ele estava demorando muito, ele recorreu a justiça, agora foi liberado. Vamos lá, vamos lá. O ministério da Fazenda Autorizou Garante Federal, ou em preino da Oestado de São Paulo, horas depois do governo Paulista de Tarsizu de Freitas, em grançar com ação no STF sobre o tema, na Petção, a gestão estadual acusava o governo federal de demora para dar o aval da gestação, na ação, a procuradoria geral do Estado, afirmou esperar mais de 70 dias por um despacho para liberar o impreste, um de 5,45 bilhões de reais. O recurso do Banco do Brasil tem destinação prevista para obras de transporte e de mobilidade urbana. Segunda Petção, a Secretaria do Tesouro Nacional deu parecer refavorável a operação de crédito, em 19 de maio e o processo aguardava a senatura desde 10 de junho. Em nota, o ministério da Fazenda afirmou ontem que o impreste conseguia o tramit irregular. E seguia o Tarsizu resolveu judicializar uma questão que de resto nem tem posição legal de prazo, ele sabe disso, mas foi liberado, resolveu criar um caso. Tem o esforço pagando o primeiro turno, só não fica fingindo Tarsizu que você quer que o salve o ganho, porque também eu não gosto de gente fingida. Ou essa coisa. Você acha que quando eu falei aquela coisa dos Estados Unidos, vocês acham que não teve gente assim falar "ah, comecei reinaldo, depois que virou comunista de novo, ficou insuportável, olha as coisas que ele fala". Não, não virei. Comunismo nem foi, nunca tão chique assim, vale bem. Eu faço essas piadas e as pessoas acham que. Não, não verei. Sim, é muito bom ter liberdade de opinar. Mas sabe que é melhor ainda, valeu bem, né? É terrasão. Ah, isso é bom, hein? É bom. Le pra mim, aí. Os Estados Unidos planejam realizar operações militares em terra, contra narcotraficantes na América Latina, seguindo modelos dos ataques realizados contra supostas embarcações usadas no tráfico de drogas em águas internacionais, disse isso, secretar americano de guerra, Pete Hagueceth. Segundo ele, as operações poderão ocorrer onde quer que atuem grupos do narcotrafico ampliando a possibilidade de ações, pra além dos países que participam da aliança criada pelo governo de Donald Trump pra combateus cartéis. Hagueceth acrescentou o seguinte, será o mesmo efeito em terra, por isso estamos trabalhando com equador, colombia e outros parceiros pra levar a luta às DTOs, organizações designadas como terroristas, em terra, onde quer que trafiquem drogas ou ameaça em um povo americano ou nossos parceiros, essas organizações são alvo, assim como estado islâmico ou alcaida. PCC, comando vermelhos, estão nessa categoria, logo, ameaça também, dirigida ao Brasil. E aí, alguns delinquentes intelectuais que querem ter direito não só as próprias opiniões mais aos próprios fatos, acham que assim não é. E assim é, com a colombia, por exemplo, já está acertado. Quando o Lula fala da necessidade de as forças armadas brasileiras e prepararem, porque os Estados Unidos podem incentivar esses outros a entrar em confronto com o Brasil. No dia 23 de outubro de 2025, desculpa, é, não tem jornalismo com a peixinha Dóri. Com a peixinha Dóri, a gente tem procurando nemo, divertido, mas não é jornalismo. No dia 23 de outubro de 2025, Flávio compartilhou um post de Heggfatt sobre ataques abarcos e escreveu. Quem veja? O vi dizer que abarcos como este aqui no Rio de Janeiro, na Bahia da Guanabar, e não dando o Brasil com drogas. A gente está acompanhando pelas TV e está ao tá vendo pelas redes. Você não gostaria de passar alguns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas? Você pode não gostar aqui de domazia a eleição entre soberania e entreguismo, mas você decide. Ai, eu quero ser entreguista, tudo bem? Pede só pra fazer a poda de ratosa direitinho pra ficar bem brite. É assim. Ou é da coisa? Muito bem, estamos de volta. É nas redes sociais, na Bandini UTV, LG T&L, Samsung TV Plus, canal 2043, na fonte radiadora de toda a verdade revelada. Olha o Beni. É lá na com marca do Inudo, né? A gente cria hoje. É na caverna do Inudo, tem que ser na caverna, porque ela repete platão. Só que ali não é a verdade mesmo, não é apenas projeção da verdade. Na caverna do Inudo. É assim. Vamos lá. Como a eleição, mas está um pouco longe ainda. Como você sabe, Titiu, tem medo de avião, né? Sim. Tem medo de avião. Té a escrovi, tem medo de avião. A hora que ele está lá no volcuro zero, valada, não é muito natural, porque como uma pessoa primitiva interiorana, foi feito para andar de carrosso. É apenas na caverna. É isso, o volcuro é um caverna elegante, mas na carosso. Ali, aquela coisa. Mas o avião, quanta lei cima está segura? A hora que ele vai decolar e vai ter ressar, são os momentos dele cá. Quer dizer, mais dele cá, mais dele cá. É aquele campanha eleitoral, né? Vai começar. Tá, tá em curso, jamais. É quando pode dar porcaria, né? É, o Lula conseguiu se ajeitar ali com. Vamos para 11, depois eu vou para as outras. O Lula conseguiu se ajeitar nessa reta final. O que que é, vamos lá? O governo Lula lançou uma ofensiva para convencer o presidente do Senado, da Vía Alcolumbre, a pautar a votação da PEC do fim de escala 6x1. Segundo a folha, o resultado dessa articulação também pode pavimentar o apoio do PT, a reeleição do parlamentar presidência do Senado, segundo a reportagem, a reaproximação. De Alcolumbre e Lula visa segurar o apoio do PT, a manutenção do Senador, no comando da casa em 2027, e o jornal ainda aponta que a reeleição de Alcolumbre, a presidência do Senado, é de interesse do Planalto, apesar de o governo tratar o tema com inscrição. Do outro lado, a Cúpula Bolsonaroista quer eleger teresa Cristina para o comando da casa, de todo modo. O fim da 6x1 é a pauta que pode consolidar a retomada da parceria Lula ou Columbre, os dois elheres devem ter uma nova reunião ainda hoje, a expectativa de que os dois jantes juntos não palacitam ovorada. É importante que Lula faça esse acordo com a Cúpula do Congresso, porque isso garante digamos governabilidade depois. O que é importante ter governabilidade ainda que os partidos hoje dependam pouco do governo, o volume bem nisso, nós já falamos disso aqui. Com 60 bilhões emendas, com fundo partidário, com fundo eleitoral, repartem um monte de matéria dizendo como centrão num que se coligar com ninguém, não precisamos muito disso. Foi o sistema que o Bolsonaro criou com o Arthur Lira. E quer ver, agora tem coisas importantes que precisam avançar, peques, etc. Como avançar com a reforma terbutária, o cabolso que precisa ser corrigido, se for fazer reforma da previdência, também precisa ter uma maioria importante, aí sim, é importante conversar com a Cúpula do Congresso. E o Lula se entendeu com a Cúpula. Essa é a questão de fundo, a questão de superfície, as espumas vão ficando. Tem um menino que estou mudando aqui um pouquinho, pegue a LULTV, vamos para a R2, isso é um código interno que a gente tem aqui, mas que eles já tem lá com todas as tarjas bonitinhas, estou dando até um tempinho, avançar a R2. Pronto, já achar? Sim. Plano de governo de Flávio, rebatilula na questão da soberania. Olha aqui coisa linda, né? O plano de governo de Flávio Bolsonaro, divulgado hoje, rebatiu o presidente Lula sobre o discurso de soberania nacional. No plano do documento, Flávio ironizou adversário. Ao dizer que soberania não se exerce repetindo a palavra soberania todo momento. O candidato do PL não menciona o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, ou a mudança nem baixada do Brasil em Israel, mas se todos dois países, além da Argentina, ao dizer que a relação deles com o Brasil foi levada ao limite do rompimento. Desedou o documento? Negotiaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China, a União Europeia, dos Estados Unidos, aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro não assim patia ou antipatia, por isso ou aquele governo. E quem disse que nesse governo é assim? Quem está tentando criar antipatia entre o governo brasileiro e o governo americano é você. Porque o Brasil escolhe, o Brasil escolheu vender para a China? O China escolheu comprar do Brasil. O Flávio? Isso aqui é adi novo. Mas você não pega a sua nupera, mas por que que fala tanto da coisa ruim? Ah, não sei que o Brasil fala, "Oh, vale bem, a China vem comprar aqui, a gente diz, "Naaaah, o quê?" Não, senhor. A gente não vai vender para você, não. O Flávio, você se deu conta que as exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram, mas o total das exportações aumentou. Isso é quem escolhe, isso é fazer escolhe ideológica? Isso é falso. O problema é o seguinte, centró numa robada lá com Trump, pediu implorou para ele e para o Marco Rubio, para aplicar a tarifa apenas, se o Lula ganhasse, mas vai esperar a eleição, o Rubio ter respondendo uma carta, não vou esperar. E claro, ele foi grato porque você colocou a sua equipe de transição, se ganhar a serviço dos Estados Unidos e pronto. Não é querido? E agora, a Sobergentina é R4? Pois continua a ler, "Mentense". O imachador da Argentina no Brasil Daniel Raimonde retornou, porém, oizzar, isso é a representação diplomática da Argentina, em Brasília, passa a ser com andada pela encarregada de negócios, a Maria Cortés. O retorno de Raimond ao país é consequência do destes, onde o Brasil de rebaixar a gelada.
as relações diplomáticas com a Argentina, em razões frequentes ataques do presidente Raver Milley ao presidente Lula, conforme o ministério das relações estereores do Brasil, o rebaixamento vai durar até que Milley pare de atacar Lula algo considerado pela diplomacia brasileiro como inédito, agressivo e também grosseiro. Pois é, isso só para encerrar. Não adianta, vocês não vão, não sei se querem matar de tédio de raiva, mas assim, o plano de governo do Senador e candidato, olha, olha, pegando o pé, tá bom. Flávio Bolsonaro, pre-educação, propõe o método fônico de alfabetização, que é mais ou menos o método fônico, como eles entendem, é o terra planismo da alfabetização. Ele foi professor e tem uma outra proposta gloriosa, vale o bem, que é remunerar os colegas para dar reforços aos coleginhas. Então, aquele aluno que vai aprender um pouquinho mais, ele vai ganhar uma grana para dar reforços aos colegas, que é mais ou menos como criar desde a terra infância, uma espécie de monetização do colegismo, da solidariedade. Então, em vez de o colega fãs for qualquer, não vou te ajudar. Só se eu ganhar um dinheirinho. Isso é tão estúpido que nem é raro como consegue ser. Entende? O que eu digo? Eu fui professor, para mim, de algum modo, eu me considero ainda mais professor que eu coca-ca com ele. Também. Eu sou um professor e eu sou um professor, para mim, de algum modo, eu me considero. Eu sou um professor e eu sou um professor e eu me considero ainda mais professor Eu não demographico do levantamento Est5 trombbas Est5 tromb grow Est5 retaba de caramba Chorando e custando e estando, espeu voo dentro. Pede de espetá, pela duração, essa temporada. É que anda que ela vinda dois se poderes. E mandou uma noite da puma. Você acompanhou ou é da coisa? Na Bângineus F.E. O oferecimento Ultra Blue Word Legend é tempo de ir além.
Podcast Summary
Key Points:
O programa discute a filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, que foi corrigida pelo TSE, gerando críticas e alegações de perseguição política.
Há uma análise sobre a declaração dos EUA de respeitar as eleições brasileiras, mas com ressalvas sobre a definição de "livres e justas", especialmente após relatos de envio de agentes para questionar o processo eleitoral.
O ministro Edson Fachin, do STF, defende a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte, em solidariedade a Flávio Dino, alvo de ameaças, enquanto o programa critica a mistura entre jornalismo legítimo e atividades criminosas.
O apresentador destaca a necessidade de distinguir liberdade de expressão de crimes, mencionando contextos históricos, como o apoio à ditadura de 1964 e ao AI-5 por alguns defensores da liberdade de opinião.
O programa mistura humor, gramática e comentários políticos, com críticas à polarização e à falta de análise objetiva no debate nacional.
Summary:
O programa "Reda Coisa" aborda, com tom irônico e crítico, a tentativa de filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão, que foi feita de forma fraudulenta e corrigida pelo Tribunal Superior Eleitoral. O apresentador questiona os interesses por trás do episódio, classificando-o como uma "comédia de erros", e critica a postura de Flávio, que alega perseguição do sistema, enquanto o partido se diz vítima e promete investigar o caso. Em seguida, o programa analisa a declaração dos Estados Unidos sobre respeitar as eleições brasileiras, destacando a ambiguidade do termo "livres e justas" e lembrando que houve relatos de envio de agentes para questionar a integridade do pleito, o que contradiz a mensagem oficial.
O apresentador também comenta a nota de Edson Fachin, presidente do STF, que defende a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte em solidariedade a Flávio Dino, alvo de ameaças. O programa critica a mistura entre jornalismo legítimo e práticas criminosas, como a exposição de dados sigilosos, e menciona casos históricos de defensores da liberdade de expressão que apoiaram a ditadura militar e o AI-5. Com humor e referências culturais, o apresentador reforça a importância de separar liberdade de opinião de crimes, defendendo a apuração rigorosa de ilícitos sem comprometer direitos fundamentais.
FAQs
A filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão foi feita de forma fraudulenta, sem o aval dele, usando credenciais do partido. O TSE identificou a irregularidade e enviou o caso para investigação da Polícia Federal e da Procuradoria Geral Eleitoral.
Flávio Bolsonaro afirmou que a filiação foi uma tentativa do sistema de impedir sua candidatura, mas que não vai conseguir. Ele disse que Deus está no comando e que vai resgatar o Brasil.
O Partido Missão afirmou que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta e que vai processar. Eles disseram que alertaram o gabinete de Flávio em 2 de agosto e que vão disponibilizar logs e IPs para investigação.
O Departamento de Estado americano negou ter um plano para impedir a reeleição de Lula e afirmou que respeitará qualquer governo eleito em outubro, por meio de eleições livres e justas.
A crítica é que os Estados Unidos condicionaram o respeito às eleições a elas serem consideradas livres e justas, o que é ambíguo. Além disso, houve relatos de que dois funcionários americanos viriam ao Brasil para questionar a integridade das eleições.
Fachin solidarizou-se com Flávio Dino, cuja segurança foi vulnerada, e reafirmou o compromisso do STF com a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte. Ele disse que a apuração deve se dirigir a condutas criminosas, não à atividade jornalística legítima.
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