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O Dízimo no Novo Testamento

53m 58s

O Dízimo no Novo Testamento

A lição aborda o dízimo no Novo Testamento, começando por relembrar sua prática no Antigo Testamento. O dízimo foi praticado pelos patriarcas, como Abraão e Jacó, antes da Lei de Moisés, que depois o regulamentou como parte da religião nacional de Israel. No Novo Testamento, não há uma ordem direta para os cristãos darem o dízimo, o que gera duas respostas comuns: alguns cristãos acreditam que ele foi abolido com a Lei, enquanto outros insistem que é obrigatório e normativo. No entanto, a lição defende uma posição intermediária: o dízimo continuou como o sistema normal de contribuição nas igrejas cristãs primitivas, mas sem o caráter legal do Antigo Testamento. Os primeiros cristãos, que eram judeus, mantiveram costumes judaicos como orar no templo, fazer votos e guardar a lei, o que sugere que também continuaram a dar o dízimo. Exemplos como os de Abraão e Jacó mostram que o dízimo antecede a Lei, transcendendo-a. Assim, a prática de dar 10% a Deus é vista como uma expressão de gratidão e adoração, não como uma obrigação legal. A conclusão é que o dízimo deve ser praticado voluntariamente pelos cristãos, baseado no princípio da generosidade e do reconhecimento da soberania de Deus.

Transcription

7557 Words, 42421 Characters

Portuguese
Nós oramos que o Sionos de Trancuridade e Sabedoria para abordá-lo da forma Bíblica. É o que nós te pedimos, agradecidos pela generosidade dessa igreja, pelos irmãos que são desimistas, que contribuem, que damos graças por tudo isso, em nome de Jesus, a mim. Muito bem queridos, a nossa lição é a lição de número 13 da sequência deus você e o dinheiro. E o tema dela é esse tema que nós temos aí, o dísimo no novo testamento. Nós vamos começar, lembrando o que nós aprendemos com a lição sobre o dísimo no antigo testamento, seguindo aquele mesmo princípio da importância do contexto e da sequência. Então, na lição sobre o dísimo do antigo testamento, nós aprendemos algumas coisas. O primeiro deles é que ele foi praticado pelos patriarcas antes da lei, e vou voltar esse assunto mais adiante. Mas isso foi o objeto do estudo sobre dísimo no antigo testamento. Verificamos que antes de moisés dar a lei onde ele regulamenta os dísimos e tipos de dísimos, já havia essa prática em abraão e nos seus descendentes. A segunda coisa que nós vimos também na lição sobre o dísimo no antigo testamento é que ele foi praticado, sim, pela nação de Israel, de baixo da agigência da lei de moisés. Moisés estabeleceu normas, estabeleceu orientações, a respeito dos tipos de dísimos e como eles deveriam ser trazidos a casa do Senhor e quando também. Então, se vocês lembra da lição do antigo testamento, o dísimo antigo testamento, vai lembrar que esse foi também um dos pontos destacados. E também nós vimos que o dísimo era visto como parte do culto que se deve prestar a Deus. Não era um ato mecânico de tirar o despossento de tudo que você ganha a vitinha e designa para Deus, mas era parte da religião do Judeus. Era parte da religião deles, fazia parte da piadade deles, da espiritualidade. Era um ato de adoração de louvor e de gratidão. Tanto é que era cercado de uma série de outras coisas, quando eu judei o Ian o templo e para entregar, por exemplo, o dísimo dos seus animais, havia sacrifícios de animais em que ele fazia confissão dos seus pecados, era perdoado pelo sacerdote. Tudo isso mostrando que era uma cerimônio ou era um ato religioso, não era simplesmente um ato mecânico. Então isso foi o que nós vimos no na lição sobre antigo testamento, mas naturalmente a questão é, agora, é se o dísimo é o sistema bíblico de contribuição para nós, que somos membros de igrejas cristãs vivendo no período do novo testamento. A razão principal pela qual essa questão levantada é que não há no novo testamento uma ordem direta para os cristãos de daring o dísimo. Então pessoas concluem a partir disso aí que não existe mais essa contribuição dizimal para os cristãos no período do novo testamento, como era no antigo testamento. Em resposta, portanto, a essa pergunta, se o dísimo é para o novo testamento, nós temos geralmente duas respostas. Primeiro, muitos cristãos, lá bonhiu toda vez a perto dotonzinha. Agora, muitos cristãos vão responder dizendo não, o alê foi cumprido, o dísimo foi abolido, agora é somente oferta. O dísimo era alguma coisa que fazia parte da legislação mosaica, levítica, e uma vez que essa lei foi abrogada, foi cumprida em Cristo Jesus, o dísimo também foi abolido, e a única forma de contribuição em vigor hoje seriam as ofertas voluntárias dos cristãos. Bem, nós não podemos concordar exatamente com esse entendimento pelos motivos que nós vamos mostrar adiante, mas também não podemos concordar com a resposta número 2, que diz assim, sim, o dísimo é legal para o cristão, e normativo, e se o cristão não der, deve ser disciplinado. Então, tem igreja que disciplinos membros, porque não são desimistas. E tem algumas igrejas que fazem pior, a meaça com um gafanhoto devorador, a meaça com um saco telforado, e o monte de outras coisas. Nós também não podemos concordar com esse tipo de interpretação. A nossa convicção, a nossa convicção é que o dísimo era sim o sistema normal de contribuição nas igrejas cristãs no período nel testamentário, ainda que não tivesse mais o cara ater legal que tinha debaixo da lei de Moisés. É isso que eu vou tentar convencer vocês nessa manhã. E para isso nós vamos ver algumas evidências. O que eu estou dizendo é que, no meu entendimento e no entendimento da equipe, pastorar dessa igreja do seu conselho também, e todas as igrejas principaleiras no geral, é que, de fato, o dísimo continuou, como sendo, forma natural dos crentes do novo testamento, contribuírem. Muito embora eles tivessem consciência de que não estavam mais debaixo daquela obrigação legal, a qual alguns crentes do antigo testamento estavam sujeitos. Então, é isso que nós vamos mostrar para vocês. Primeiro, argumento aqui, eu quero trazer, que já foi visto, é que o dísimo, ele não começou com a lei de Moisés. Nós vimos na lição sob o antigo testamento que muito antes de Moisés dar a lei ao jugeus, na qual havia as prescrições sob o dísimo, já havia prática de entregar uma parte dos bens a Deus. Então, nós temos dois exemplos que são os exemplos clássicos do antigo testamento, de que a prática de dar 10% do que se tinha para Deus estava invigor antes da lei. O primeiro é o caso de Abraham, eu quero ler aqui com vocês, o texto é "Genesis XIV e XVIII a XX". Então, se você quiser me acompanhar, XIV, eu não posso projetar, que fica uma operação muito complicada, mas todo mundo conhece essa passagem. Melchizedek e Reides Salen trouxe pão e vinho. Era sacerdote do Deus altíssimo, abençou ele a Abraham e disse "Bendito seja a Abraham pelo Deus altíssimo que possui os céus e a terra". E bendito seja o Deus altíssimo que entregou os deus adversários nas suas mãos. E, de tudo, lhe deu a Abraham o dísimo. Vocês lembram a história. Abraham tinha voltado vitorioso da batalha contra os Reis de Sodomã contra os Reis que haviam invadido o Sodom e Gomorra. Havia libertado o seu subrinho-lo e tinha tido uma vitória militar brilhante com 381 homens contra o exército de 5 Reis. E, quando ele estava voltando vitorioso com todo o disposto, todas as riquezas que ele arrancou da que eles reis que ele tinha vencido, Melchizedek, que era sacerdote de Salen que, mais tarde, vai se chamar Jerusalen, Melchizedek significa "Reide justiça e Salen significa pais". Então, esse homem, do nada, ele aparece na vida de Abraham. E, Abraham, e ele abençou a Abraham. Ele disse, então, ele era sacerdote, como tal, ele abençou a Abraham, que o Deus altíssimo seja contigo. E, Abraham dá ele 10% de tudo o que ele tinha ganhado na guerra. Todos os dos dispositivos, ele dá 10%. Abraham não tinha leim pra fazer isso, ele não tinha obrigação de fazer isso, mas ele sentiu que era isso que ele havia de fazer em gratidão a Deus que ele havia dado essa vitória. Como Melchizedek era o representante de Deus, mais sobre Melchizedek, adiante, ali, sacerdote do Deus altíssimo, Abraham entendeu que ele deveria dar esses 10% ao sacerdote, que usaria, para as causas próprias do serviço a Deus, ou do culto a Deus que Melchizedek, com certeza, estava desenvolvendo em salem. O segundo exemplo é o exemplo de Jacó, que nós encontramos em gênesis 28, no verso 22. Aqui, eu vou começar a ler um pouquinho antes do texto que eu disse, vou ler a partir do verso 18. Gênesis 28 de 18 de Andián. Tente se levantar, o Jacó, o sede de Madrugada, tomou a pedra que havia post por travesseiro, herendir em coluna, sobriculjo top em torno, azeite, e no lugar, cidade que o tror se chamava Luiz, deu nome de Betel. Fez também um voo. "Você votou, dizendo se Deus foi comigo e me guardar nessa jornada que empreendou, e me derpão pra comer, e roupa que me vista, de maneira que eu voto em paz pra casa de meu pai, então se vão serão meu Deus. A pedra que iria ir por coluna será a casa de Deus, e de tudo quanto me enconceder e certamente eu te darei o dísimo. Jacó era o neto de Abraham, onde é que ele pegou essa ideia de dísimo? Caio do céu? Porque ele deve ter aprendido com pai dele, Isaac, que aprendeu com pai dele, Abraham. O episódio vocês conhecem bem, ele está indo pra Mesopotâmia, fugindo do seu irmão o exaú, com o objetivo de encontrar uma esposa e constituir família. De noite, no local Hermo, ele coloca a cabeça sobre uma pedra enorme e tem uma visão de Deus subindo e descendo sobre uma escada, anjo e subindo e descendo sobre um escada que chegava até o topo. Ele acorda e diz, e Deus então ele aparece ali e Deus diz, eu estarei contigo, eu serei o teu Deus, e vou te abençoar nessa empreitara que você está fazendo. E aí Jacó então responde dizendo, se o Senhor fizer isso comigo, eu te prometo três coisas. Primeiro, o Senhor vai ser o meu Deus, segundo essa pedra de servido e travisseiro, eu vou transformar numa coluna no altar em homenagem ao Senhor e terceiro, de tudo que o Senhor me der, eu vou dar 10%. Já é coramei negociante, não é? Abraô não fez condição nenhuma, mas já já codiciu o Senhor de fato me abençoar e o Senhor me depom pra comer, roupa pra vestir, então eu vou te dar 10% de tudo que eu ganhava. Ou seja, Deus, quanto mais o Senhor me der, mais o Senhor ganha de volta. Então, mais ou menos isso. Os interesses de Jacó ou suas motivações não interessam pra nós agora, mas o ponto que eu quero destacar é que a prática de dar como expressão de gratidão, compromisso e anoração a Deus, 10% de tudo que a pessoa tinha, era uma prática patriarcal, já havia antes da lei, já havia antes da lei. Então esse ponto é extremamente crucial pra nós. Mas vimos, no estudo sobre um antigo testamento, que a lei de Moisés de fato normalizou e regulou o dismo, que já era praticado. Não foi Moisés que criou o dismo, não foi na lei que ele deu a Israel, que o dismo foi criado, o que ele fez foi normalizar uma vez que os sírios de Abraham se multiplicaram e era necessário ter um local central onde esses dismos pudessem ser levados e pudessem ser levados da maneira certa e pela razão correta. Aí Moisés estabelece, são três tipos de dismos, tem o dismo dos dismos e aí ele vai dizer, a lei de Moisés e todo o antigo testamento encaram o dismo agora como parte da religião nacional de Israel. Antes era alguma coisa voluntária feita por Abraham e Zac Jacó e os demais. Mas agora quando Israel viram o Estado até o crítico governado por Deus, com leis sobre todas as coisas, o dismo passa a entrar, é como imposto de renda. Era o imposto de renda do Judeu. Era o dismo, inclusive era até melhor do que o nosso, porque o nosso é 27,5% e lá ele pagava 10% de dia lá para o templo para atender as necessidades dos sacerdotes, atender a necessidade dos pobres, os pobres comem o dismo também. Então era mais ou menos isso que como funcionava o dismo no antigo testamento. Mas não foi Moisés que inventou o dismo, ele já era praticado antes, ele era praticado antes. O dismo antecedia, portanto, as leis cerimunyais e civis que foram dadas a nação de Israel. Meu próximo ponto, esse é o meu primeiro argumento, que o dismo antecede a lei. Então não se a lei está em vigor ou não está em vigor, para nós é diferente. O dismo transcende isso, está fora dos limites da lei, além só regulamento. Nós não precisamos ser desimistas, conforme o Israelita era, mas o princípio de 10% para Deus, isso aí me parece estar claro. Bom, meu próximo argumento, os primeiros cristãos e o dismo, eu já vou colocar tudo que eu quero dizer aqui, para não ficar passando, né? Tudo bem. Os primeiros cristãos e o dismo, uma leitura mais atenta que a gente faz do novo testamento vai mostrar um fato curioso, não curioso, vai revelar alguma coisa que tem implicações interessantes. Todos os primeiros cristãos, eles eram judeus. Os primeiros discípulos de Jesus eram todos judeus, no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo veio e a Igreja Cristar é estabelecida, aquele 120 irmãos que estavam lá no Senáculo sobre quem o Espírito Santo veio, eram todos judeus. A primeira grande multidão que se converte foi no dia de Pentecostes, com a pregação de pedo, 3 mil pessoas eram judeus que vieram de todas as partes do mundo, para celebrar a paz que a gente gera os além e a Pentecostes gera os além e a lince converteram, eles eram judeus, a próxima leva foi do de 5 mil pessoas, também eram todos judeus se converterem em geros além, depois o Evangelho se espalha para a região da Judeia, os primeiros cristãos eram todos judeus. E esses judeus que se tornaram cristãos, eles mantiveram muitos costumes judaicos. Está aqui meu ponto. Quando aquele judeus descobriram que Jesus eram messias, eles não pararam de ser judeus. A única coisa que eles pararam foi de oferecer sacrifícios no templo, porque eles entenderam que aquilo era agora e relevante porque o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, já tinha sido imolado, mas eles continuaram na prática dos costumes judaicos, nos quais eles tinham sido ensinados. Eles aqui uma lista para vocês, eu não vou lendo porque é muita coisa, mas veja só as práticas judaicas dos primeiros cristãos. No livro de Atos, capítulo 3, verso primeiro, você ler que Pedro e João subiram ao templo na hora terceira de oração. Não sei se é terceiro ou sexto ou não, alguém me corriga aí. É uma hora dessa de oração. E João já convertidos a posto de Jesus Cristo continuaram aí ao templo para orar nas três horas do dia, que era nove da manhã, meio dia e ser gatarde. Era hora que o ouro judeu parava que estava fazendo, se ele morava em Jerusalém, ele parava o que ele estava fazendo, ele ia no templo, orar. Ora, Pedro e João já tinham se convertido, eram crentes em Jesus Cristo, mas eles mantiam o mesmo costume judaico de três vezes por dia, ouro a no templo. Muito enver a prática é judaica. A prática de se reunir no templo, três vezes no livro de Atos, Atos dois quarenta e seis, Atos cinco vinte e Atos cinco quarenta e dois, diz que os cristãos se reuniam regularmente no templo como eles faziam antes quando eram judeus. Se converteram, mas não pararam esse hábito, inclusive tem que o ponto deles era o pórtico de Salomão, era um lugar combinado para eles se encontrare, eles se encontravam lá no pórtico de Salomão, que era uma faxada enorme lá que dava acesso a uma das salas principais do templo, salam dos salões principais de tempo, lá ele se reuniu. Ou seja, eles continuaram na prática de ir ao templo, para se reunir, para orar a Deus, apesar de já serem cristãos e saberem que Deus não habita em templos, mas Deus não está ali. Aonde a igreja está reunida, mesmo assim eles continuaram com esse referencial. E que está o votos? Aqui eu vou ter que ler. Muitos deles, inclusive o apóstol Paulo, eles continuaram na prática de fazer votos. Atos vinte e um, verso vinte, você pode conferir na sua bíblia, estou vendo aqui na minha. É a história, é o registro de uma ida do apóstol Paulo a Jerusalém para se encontrar com Tiago, o que era o líder da igreja de Jerusalém. A igreja era a composta de Judeus convertidos. Olha, a igpalu chega, reúne a igreja, reuni os presvideros e Paulo dá um relato do seu ministério entre os gentios, como milhares de gentios se convertiram. Véso vinte, ouvindo, deram eles, glória a Deus e disseram a Paulo. Bem vez, irmão Paulo, quantas dezenas de milhares há entre os Judeus que creram e todos são os elosos da lei. Judeus que creram, mas que continuavam os elosos da lei. Continuavam a guardar. Se considerava, o que é que significa? Se consideravam seus filhos, guardavam o sábado, não comiam animais impuros. A dieta deles era regulada pela lei de Moisés, não tocava o animal impuro, faziam votos prescritos pela lei de Moisés, porque ser um bom cristão não implique ser um mal judeu. Se você está fazendo aquela parte judaica, como expressão da sua cultura e não como meio de você, alcançar a Deus. que ele judeu já tinha um compreendido que a salvação era pela graça mediante a fé, mas isso não se impedia de guardar os costumes tradicionais da sua raça, da sua etnia. Eles continuavam a fazer isso. Agora, você vai me convencer de que esses judeus que faziam voto, eram os elosos da lei. Guardavam-se, eles não continuaram a dar o dísimo. Eles simplesmente disseram que o dísimo não tem mais valor hoje, quando eles continuavam a guardar outros aspectos da lei. E nem disso disse tudo ainda. No verso 23 a 24, olha o que a que te hago diz para Paulo. Paulo, está todo mundo falando mal de você aqui, que você não é um judeu de verdade, o que fazer? Certamente saber, onde a tua chegar, então no verso 22. Faz importante o que vamos dizer. Estou entre nós quatro homens que voluntariamente aceitaram o voto, provavelmente o voto de Naziril. Toma os purificaticos eles e faz a despesa necessária para que raspen a cabeça e saberam todos que não é verdade o que se diz a teu respeito. Veja, então, verso 26, olha, então Paulo, tomando aqueles homens no dia seguinte, tendo-se purificado com eles como era o sistema de purificação. Era um sistema onde o sacerdote no templo declarava, "findo o voto de Naziril", quando eles traziam ofertas ao sacerdote. Teno-se purificado com eles, entrou no templo acertando o comprimento nos dias da purificação até que se fizesse o oferta em favor de cada um deles. Paulo aceitou participar de um voto judaico, que era o voto de Naziril. E a gente pode entender, até dizem assim, "bom, Paulo, fez isso para manter esse encontro das mais, veja, por exemplo, atos 18, verso 18, veja aqui, atos 18, verso 18. Paulo, havendo permanecido ali, ainda muitos dias, por fim, despendindo-se dos irmãos, navegou pra Síria, levando-se sua companhia, preciliáquila, depois de ter raspado a cabeça em sem creia, porque tomar a voto. Paulo, voluntariamente fez um voto a Deus, como o judeu, tipo do voto assim, senhou, eu não vou cortar meu cabelo, até que o seu milímios dos meus inimigos era um voto muito comum que o judeu podia fazer." Paulo fez isso. Aí o voto se cumpriu, ele rapou a cabeça, caracunha, ele viajou com a aquila e preciila. Paulo, o defensor da justiça pela fé, da justificação pela fé, mantendo e cumprindo prática judaica. Você vai me dizer que um homem como esse aboliu o dizem, que era prática judaica. Você vai me dizer isso? Vamos lá. Atos 21, 26. Ah, Jalim, Paulo, tomando aqueles hóveis no dia seguinte, tudo bem. Era para mostrar apenas isso aí. Ah, Pedro, um episódio muito conhecido na vida de Pedro, está lá em Atos, capítulo 10, e verso 9. Veja aí comigo. Atos 10, verso 9, essa passagem é bem conhecido. No dia seguinte, indo eles de caminho, está já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da época, hora sexta, a fim de orar. Então Pedro, o líder do colégio apostólico, em Jerusalém, ele continuava a observar o calendário judaico de orar 3 vezes ao dia. Então quando deu hora sexta, que é mais ou menos meio dia no nosso horário, bateu fome, e Pedro estava subindo o airado para orar. Ele disse o verso 10, estando com fome, ele quis comer. Ele não sabia se orar, se comia, não é? Mas enquanto ele preparava uma comida, e ele orando, sobrevém um estase. Então ele viu o céu aberto, de acelão objeto, como se fosse um grande lençol, que era baixada a terra pelas quatro pontas, contendo toda a sorte de quadrupe, de esreptes, da terras e abres do céu. E ouviu-se uma voz que se dizia "ele levanta" de Pedro, mata e come. Mas Pedro replicou de modo nenhum, senhor, porque jamais come cois alguma comun e imunda. Quê que aconteceu? Quê que Pedro viu? Um lençol, desse ano céu a terra. E estava cheio, diz aqui, de todo tipo de quadrupedes, aí, boi, o velha, porco. Pes da terra cobra crocodilo, lagarticha e aves do céu. Rolinha, urubu, todo esse tipo. Alguns desses animais eram lícitos ao judeu comer, outras não eram. Aí, desse o lençol com toda aquelesológicos. Aí, Pedro olha para aquele Deus disse, "Pero você não está com fome? Levanta-te, mata?" Qualquer um deles aí, e come. Aí, "Pere, mas de jeito nenhum, percebeu a contradição? De jeito nenhum, senhor." Se ele é senhor, você nunca vai dizer para ele de jeito nenhum, né? Mas a contradição perfecou nervoso. De jeito nenhum, senhor, porque eu nunca, tá aqui, ó. Jamais comigo coisa alguma comun e imunda. Toda sua vida desde pequenininho, Pedro foi criado, não ajudáis-mo. Pedro nunca tinha comido porco, nunca tinha comido com ele, nunca tinha comido carne de urubu, eu também não. E, uma série de outros nunca, ele estava, ele seguia religiosamente a dieta do Judeus, seguia religiosamente. Agora, convertido já, crente em Cristo Jesus, Deus diz para ele, "acabaram as restrições, não tem mais esse negócio de comida impura, comida pura, você pode comer de tudo levanta, matem como ele diz, não senho, eu nunca fiz isso, ou seja, mesmo depois de convertido, Pedro seguia ainda a dieta religiosa do Judeus, ele não comia qualquer tipo de carne. Ele só comia aquelas carnes permitidas lá na Lei de Moisés. Você vai querer me dizer que esse pessoal tão zelozo da Lei de Moisés, eles não tinham sistema de disimal de contribuição nas igrejas. Se eles guardavam todos esses aspectos. Bem, assim como, aqui eu quero dizer, uma coisa, assim como no antigo testamento, as crianças eram recebidas como parte do povo de Deus pela circuncisão, os cristãos incluiam seus filhos no povo de Deus pelo batismo. A questão do dismo é tratar a da mesma forma que a questão do batido dos nossos filhos. Não existe no novo testamento uma única passagem em que mande os cristãos batizar as suas crianças recém-asílias. Não tem. Por que que nós batizamos? Nós batizamos porque entendemos que o argumento do silêncio nos é favorável. Não há um mandamento, porque era óbvio. Não precisava dizer, os primeiros cristãos eram todos Judeus aos oito dias de nascido, seus filhos eram circuncidados e eram incluídos no povo de Deus. Eles tinham a prática de trazer os filhos para dentro da igreja e da aliança mediante a circuncisão. Não precisava uma ordem para eles para que eles batizassem seus filhos, porque era natural, era o desenvolvimento natural. É por isso que também não tem uma ordem dizendo, não ser dará o disso, porque é o desenvolvimento natural. Era isso que eles faziam como Judeus e continuaram a fazer. Por isso que não tem uma ordem para isso. O artinha obviamente tem textos claros no novo testamento dizendo. Não tem mais sacrifício de animal, não tem mais sacerdócio e o levitico, não tem mais aquelas leis relativas ao templo, o templo não é mais local de adoração, isso no novo testamento é muito claro. Mas nas coisas que ele silencia o argumento do silêncio nos é favorável. Ele é favorável a nós, o argumento do silêncio. E o fato de que não tem uma ordem direta, não quer dizer então, que não havia, simplesmente significa que não era necessário dizer, porque era um desdobramento comum, como nós já dissemos, inclusive, o batismo das crianças. Por outro lado, o que a gente esperaria, na verdade, o que a gente esperaria é que houvesse uma ordem ao contrário que os apóstolos de cesse assim não tragam mais os filhos, nós não vamos batizar os filhos, não, não vamos esperar, eles ficarem grandes, eles creerem da ira indemostração e então nós vamos nos vamos batizar, não tem nenhuma ordem dizendo isso também, não tem, como também não tem nenhuma ordem dizendo gente, eu sei, não precisa trazer mais dísimo, não tá proibido o dísimo no novo testamento, não tá dizendo isso, não tragam mais os dísimos, agora é só oferta, não tem também, mas nesse caso o silêncio não é favorável, porque a limite a continuação da prática anterior era natural que os primeiros cristãos continuassem e aí mostram, você diz mais de os gentios, nós temos que lembrar que os gentios foram primeiramente evangelizados por judeus convertidos, quem que levou o evangelho e os gentios, Pedro lá na casa de Cornelho e depois os cristãos judeus, que foram expulsos de Jerusalém, se espalharam para todo lugar plantando igrejas entre e gentios, a mais importante delas, foi a igreja diante, ou que, veja comigo, liberdeatos, capítulo 11, verso 19, indiante. Então os que foram dispersos por causa da tribulação que sobrevei o Estevão, esses que foram dispersos eram o jugeus cristãos de Jerusalém. Depois que Estevão, o primeiro Martyr cristão, foi morto em Jerusalém, então os demais fugiram de Jerusalém para não ser mortos. E se espalharam até a Fenicia, Chippri e Antioquia, todas essas regiões eram as estão mais ao norte, se eu olhar o mapa. Não anunciando a ninguém a palavra, senão somente o jugeus. Eles eram jugeus, achavam que o Evangelo era só pro jugeus. Eles espalharam e só pregavam nas cinagogas e só falavam o Evangelo pro jugeus. Alguns deles, verso 20, porém, que eram de Chippri e de Siréne e foram até Antioquia, falavam também aos gregos, aos não-jugeus, anunciando o Evangelo do Senhor Jesus. A mão do Senhor estava com eles e muitos creendos se converteram o Senhor. É o começo da igreja gen tílica, com esses novos desconhecidos, a gente não sabe, mas eram judeus de Chippri e de Siréne, quem primeiro anunciou, anunciaram o Evangelo e aos não-jugeus. E aí cresceu uma grande igreja Antioquia, feita de judeus e engendios. O que vocês acham que seria a prática normal de contribuição deles? Eles, os gentios convertidos iriam dizer, e como é que a gente faz para contribuição? E os judeus, que foram quem evangelizar os judeus cristãos, diziam, nossa prática é 10%, é assim que passas fazendo desde época de abraão. Desde a época de abraão, a gente faz assim. Então, os gentios que foram evangelizados, desipulados e doutrinados pelo judeus cristãos, com certeza, vai aprender um deles como era a igreja, o formato de igreja, como é que funciona, elegei para as bíteros, elegei de ácidos, tudo isso, era a prática da igreja de Jerusalém, e inclusive tirou da Sina Goga, tirou do Sinério, da Escónia dos 70 Anciãos, que está lá no antigo testamente assim por diante. Eu quero dizer, é que a raiz judaica da igreja cristã, ela sugere revela, eu não vou dizer que prova, mas é quase perto disso, de que o natural seria que os primeiros cristãos adotassem a prática do dísimo, como sendo a forma natural de contribuição. E a pergunta seguinte é, em que os recursos eram usados? Isso aí já nós já. Caramba, os recursos eram usados em comprar bons equipamentos eletrônicos. Basicamente duas coisas. Primeiro delas, um sustento da obra cristã, desde cedo, se verificou a necessidade de apoio financeiro para aqueles obreros que se dedicavam integralmente ao trabalho missionário, a pregação e o pastorinho do Rebanho. Isso já tinha sido ensinado por Jesus Cristo, quando ele mandou os 12 na sua primeira viagem missionária. Mateus 10, Jesus envia 12 de cipros numa viagem missionária e diz, "vocês não levem nada para o caminho, vocês como?" De onde vocês estiverem aos pedados? Porque digno é o trabalhador do seu salário. Ele estava falando ali dos trabalhadores cristãos, dos discípulos. Então eles eram dignos de ser ressustentados. Com base nisso, o após no Paulo em primeiro corrente de capítulo 9 de 17, eles dizam os corintos. "Eu tenho direito de receber da parte de vocês sustentos, embora eu nunca tenho usado esse direito para não dar motivo pra alguém falar mal de mim ou escandalizar o evangelho." Mas Paulo diz, "Será se eu semiei entre vocês as coisas espirituais, seria muito recolhias materiais." E a pergunta que ele faz em primeiro os corintos, o capítulo 9. E quando ele escreve a Timóteo, falar na respeito de como Timóteo deveria se comportar na igreja de Efezu, no capítulo 5 de primeiro Timóteo, o vesso 17, ele diz, "que sejam considerados dignos de dobrados honorários aqueles prezbiters que se afadiram na palavra de Deus, aqueles que eram dedicados a pregação e ao ensino da palavra de Deus." E escrevendo aos humanos, carta que foi hoje a base da nossa liturgia, em romanos 15 de 23 a 24, Paulo diz, a igreja de Roma, "Eu vou passar aí e eu espero ser enviado por vocês para pregar na Espanha." O enviado ali não era assim, "Ah, Paulo, boa viagem." Enviado ali era apoio financeiro para fazer, a viagem mencionária para a Espanha, para o que estava levantando recursos para fazer isso. Então as contribuições eram usadas em primeiro lugar para o sustento da obra cristã, sem recursos, sem levantamento de recursos, o avanço da igreja não se faz. Foi assim no primeiro século. Mas as pessoas têm uma visão romântica de que no primeiro século não tinha esse negócio de dinheiro, claro que tinha. É só você ler as cartas de Paulo Leu, livro de Atos, é claro que tinha. Os obreiros, as duas cartas de João, especialmente a terceira, onde ele fala, João fala de gaios, que era um homem que tinha dinheiro, tinha recursos e patrocinava os missionários para pregar o evangelho. Sempre a igreja cristã precisou de recursos para poder avançar. É assim que Deus determinou, é para isso que Deus nos deu dinheiro, para que nós investamos no reino dele, para isso que você ganha dinheiro, para você investir no reino de Deus também, não somente sustentar você e as suas necessidades, mas investir na obra de Deus também, e instigindo no lugar para o cuidado dos pobres. Há uma preocupação no novo testamento muito grande também com relação a isso aí. Como por exemplo, Paulo recomenda-te módio que a igreja de efe se sustente as verdadeiras viúvas, gêdique verdadeira viúva ele quer dizer que não tem filhos, que não tem parentes, que não tem ninguém que sustente. Então a igreja de efe se eu tinha uma ordem de viúvas, era uma relação de viúvas que eram sustentadas pela igreja de efe, porque eram disamparadas pela família, elas não tinham condição. Vocês acham que a igreja de efe se eu sustentava essas viúvas? Só dizendo "Viuva querido, vai em paz, Deus ancha sua barriga, é esquente você no frio da noite, era assim?" Não. A igreja de efe se tinha que mensalmente, sem analmente, botar mão no bolso e dar-se esta básica da viúva, comprar o remédio da viúva, ajudar, ropa para a viúva e de onde vim esses recursos? Será que Deus mandava cormos como mandou para sustentar elias, que todo dia trazia um pedaço de poe e carne para elias na magia do ribeiro cidrão? Isso vem do seu bolso e do meu. Dessa forma que a igreja pode ajudar os seus pobres e os necessitados, fazer obra de caridade e fazer ação social. Embora isso seja responsabilidade em parte do Estado, mas não exímios que estão de fazer isso, que o novo testamento chama de boas obras, boas obras. Está certo, muito bem e eu vou, já terminando aqui, nunca acredita em mim quando eu disse isso. Eu disse que não tinha um mandamento direto no novo testamento para a contribuição dismal, mas o novo testamento fala do disso. É certo e eu quero ver com vocês as passagens mais conhecidas a respeito. Alguém observa as soem sobre isso aí. Primeiro, não a orientação direta no novo testamento, quanto ao disso, já tinha de tuísse. A ausência do mandamento direto não diz que o disso tem a cirro descontinuado, não a orientação aparada e trazê-os dismos para atender os pobres e obra do Evangelho e existem várias referências ao disso no novo testamento, se não, vejamos. A primeira delas é uma palavra de Jesus a respeito desse assunto. Jesus não proibiu o disso apenas corrigiu a maneira de entregar. Está aí o texto. "Aide vós escribas e fariseus empócritas porque dáis o dísimo da orteilã do endro e do cominho e tendes negligenciados preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Devias, porém, fazer estas coisas sem omitir aquelas." Então, note que Jesus, quando critica o fariseu, não está criticando ele porque ele dava o dar o dísimo do quentro, ele iria lá na ortinha dele, tinha 10 pedicuentro. Então, o 10 no pedicuentro ele tirava e levava lá para o sacerdote. Então, o problema do fariseu não era a meticulosidade e dar o dísimo da orteilã endro e cominho, que era um condimento do dia a dia, coisa pequena, o fariseu se preocupava em dar o dísimo até dos detalhes. Prove de Jesus não é isso. Prove de Jesus é que eles achavam que isso resumia todos os develes deles para com Deus. Se eles fossem chave, eles não se sentiam. Fieis, no Dísim, então eles estariam agradando a Deus e comprindo toda a lei de Deus. Só que o problema dos Fares Eus é que eles esqueciam de fazer com igual meticulosidade e detalhamento os preceitos mais importantes da lei, justiça, miséricórdia e fé. E Jesus então acaba dizendo "vocês deviam fazer estas coisas, justiça, miséricórdia e fé, sem omitir aquelas daudismo de tudo que você tem". Algumas pessoas vão dizer que com razão, mas aqui Jesus está operando ainda no período do antigo testamento. Ainda não teve pentecostes, ainda não começou a igreja cristal, ele está falando ainda como o Judeu de baixo da lei. Entratando, você percebe que Cristo coloca o Dísimo em mesmo pé, no mesmo nível das demandas morais de Deus. Veja, com que o Dísimo é comparado, justiça, miséricórdia e fé. Você tem que fazer as duas coisas. Se você disser que o Dísimo faz parte da lei e passou, o argumento de Jesus aqui fica sem feito, porque a justiça, miséricórdia, continuam como obrigação para o cristal. Então ao equipar as duas coisas, você tem que fazer isso, sem esquecer aquilo, o Senhor Jesus está deixando claro, pelo menos na mentalidade dele, na mente do Senhor, de que contribuir, de maneira disimmal, para o reino de Deus, é tão parte da lei quanto justiça, amor, miséricórdia e fé. Então ele não está proibindo, ele está regulamentando e dana esses status a questão da contribuição do Dísimo. Vamos ver aqui, outra passagem. Ainda da boca do Senhor Jesus, mais uma vez o fariseu. E dessa feita nós encontramos o fariseu no templo ao lado do publicano. Quem não conhece essa parábola não é? O fariseu postou em pé a orava de si para si mesmo, desta forma, "Oh, Deus, graças to do que eu não sou como os demais homens, robadores, injustiços, e adultos, e nem ainda comece publicando, publicando o tarredilado dele, publicando o recuperador de impostos". Era a raça mais odiada na Nação de Israel, eu imagino que hoje também. "Jé ju, duas vezes por semana, e dão o Dísimo de tudo quanto tenho. Jesus, ao descrever o fariseu dessa forma, ele faz isso de maneira negativa". Aqui está um homem, diante de Deus, se vão gloriando da sua justiça própria, e aqui inclui "Jé juado, às vezes, por semana, e dão o Dísimo de tudo quanto ele ganha". Jesus disse que, enquanto disse que o coitado do publicano, não podia apresentar nenhuma boa obra em seu favor, simplesmente bate no peito e diz "Deus tem a amizar e colha de mim, pecador". Jesus disse "esse desceu justificado para a sua casa, enquanto o que o publicano não desceu justificado". O que Jesus está criticando aqui não é o ato do fariseu, dar o Dísimo e "Jé juado, às vezes, por semana". Mas é usar isso como justiça própria, inclusive para julgar quem não faz, para se colocar numa posição superior, dizendo "Não sou como um demais homem como esse publicano ladrãozinho que está aqui ao meu lado". É isso que Jesus condena essa atitude de arrogância e vaidade, a prática do Dísimo é evidente, no garantio a salvação do Judeu, como o garantia a salvação de ninguém. A próxima passagem que nós temos, eu criei, é só mais essa. Pronto, a próxima passagem está lá em Ebreus, eu queria você abrir esse, favor, palavra de Deus em começar com o Gênesis. Nós já vimos isso aqui, só lembra? Está aí projetado, se você não quiser abrir, aí, "Gênesis 14, 18, 20, meu quiser deca e rei de salem, já lemme-se essa passagem". Ele vem, traz pão em vinho, pão em vinho, já lembra, seja do Senhor. Olha, olha quem era esse meu quiser deca, meu quiser deca significa "reide justiça". "Reide salem, paz". Chalô, era geru, salem, salem é a futura geru, salem. Trouce pão em vinho, está vendo aí a tipologia, e era sacerdote do Deus altíssimo e a bençoa, a braão, não é a braão lidar de tudo o Dísimo, não é a toa que o autô da carta aos Ebreus. Vem meu quiser deca como sendo uma figura de Cristo, e alguns autoris acham que, na verdade, para Ebreus, meu quiser deca era Cristo preencarnado, era uma preencarnação de Cristo. Acho complicada essa interpretação, mas é que a descrição é tão. Veja como é que o autor de Ebreus trate isso aí, abre aí agora em Ebreus 7. Ebreus 7. O argumento do autor de Ebreus antes do capítulo 7 é que Cristo era um sacerdote superior ao sacerdócio levitico. O sacerdotes de Israel era um da tribo de Levy, mas Cristo é da tribo de judar. Então, como é que Cristo pode ser sumo sacerdote? Como é que pode ser o nosso mediador? Então, o argumento do autor de Ebreus é que o sacerdócio de Cristo é superior ao sacerdócio levitico. E como é que ele prova isso exatamente citando esse episódio lá de gênesis em que meu quiser deca vai abençoar a braão e recebe o Dísimo? Veja como o autor de Ebreus interpreta essa passagem que a gente acabou de ler. Porque este meu quiser deca, rei de salen, sacerdote do Deus autíssimo, que saiu ao encontro de Ebreão quando voltava da matança dos reis e o abençoou e para o qual também a breão separou o Dísimo de tudo, primeiramente se interpreta rei de justiça, meu quiser deca. Depois também é rei de salen ou rei de paz. Aí, olha a interpretação, sem pai, sem mãe, sem genealogia, que não teve princípio de dias nem fim de existência. Por que ele está dizendo isso? Quando o novo testamento fala o nome de alguém, como é que geralmente apresenta? Fulando de tal filho de. cicrano, filho de Beltrano. Não é assim que o novo testamento apresenta as pessoas, mas quando chegue meu quiser deca, simplesmente diz, "meu quiser deca", não diz filho de tal, filho de tal. Como é que o autor de Ebreus interpreta isso? Que ele não tem início e que ele não tem fim. Então, ele é, final do verso 3. Semelhante ao filho de Deus. Melchizedec, é semelhante ao filho de Deus. Rei de justiça, rei de paz, traz pão e vinho, seu sacrifício, sua morte na cruço. A pessoa, a braão, não tem genealogia, porque ele não é criado, ele não é, ele não é uma criatura, ele é o filho de Deus. Esse, olha agora o argumento, permanece sacerdote para sempre. Enquanto que os levitas morriam, nasciam e morriam, Melchizedec, a gente não sabe nada sobre ele, não sabe quem é o pai dele, não sabe quando ele morreu. Por isso, o autor de Ebreus disse, ele era semelhante ao filho de Deus. Por isso que alguns autores dizem, era o próprio Cristo. Era o próprio Cristo. Olha o argumento. Dito isso, continuando, leia e comigo, verso 4. Considerar e como era grande esse e a quem abrau o patriarca pagou, dizem, mutiraram dos melhores despojos. Ora, os que dentre os sírios de Levy recebem o sacerdócio, eles têm mandamento de recolher de acordo com aleios, dismos do povo, ou seja, dos seus irmãos imbóram, tem o estes acendidos de Abraú. Qual é o argumento? Os levitas cobravam o dismo. Era quem recebi os dismos na Nação Nisrael, era o Levy, cobravam os 10% dos seus próprios irmãos, porque todos eram descendentes de Abraú. Entretanto, verso 6, aquele cuja genealogia, meu quiser dec, não se inclui entre eles, recebeu dismos de Abraú, e abençoou o que tinha as promessas. Abraú era aquele que a quem Deus disse, enti, eu abençoarei todas as nações do mundo, e chega alguém e abenço Abraú. Então esse devia ser superior a Abraú, porque o menor é abençoado pelo maior. Verso 7, evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior. Aliás, aqui são homens mortais que recebem dismos. Ele está falando a prática que havia ainda em Israel. Aqui são os homens mortais que recebem dismos. os sacerdotes lá no tempo, porém ali, no relato de Genesis, recebe dízimos aquele de quem se testifica que vive e, por assim dizer, também leve que recebe dízimos pagou na pessoa de Abraham. Quando Abraham deu dízimo para a Melchizedek, Levitt tava onde? Em Abraham, não é? Tava nos Lombos de Abraham. Só a mastade é que Levitt vai nascer, que é bizneto de Abraham. Filho de Jacob. Mas quando Abraham pago dízimo a Melchizedek, Levitt estava pagando dízimo também. Qual é o argumento disso aí, ó? Desso 10. Porque ele ainda não tinha sido gerado por seu pai quando Melchizedek saiu em contra desse. Qual o ponto aqui? O ponto é que Cristo, representado por Melchizedek, tem um sacerdote superior, porque ele recebe dízimos, inclusive daqueles que recebiam dízimo. Os filhos de Levitt recebiam dízimos, mas pagaram o dízimo em Abraham, quando Abraham deu dízimo de tudo, a Melchizedek, que representa Cristo. A argumentação que a gente pode perceber aqui, é que é perfeitamente natural que os cristãos vissen a prática do dízimo, como sendo uma continuação daquilo que foi feito por Abraham. Porque eles estavam agora diante daquele que era prefigurado por Melchizedek. E assim como Melchizedek recebeu dízimos de Abraham, Cristo, representado por Melchizedek, também recebidízimos do seu povo. Também recebidismo do seu povo. Eu creio que esse é a passagem do protestamento que mais se aproxima a normalização ou a explicação de que o dízimo, de fato, é pra nós. Eu vou terminar, já terminei. Já tinha dízimo. Não elei mais graça, lembrando. Então, não damos o dízimo como obrigação legal, nem para obter besos de Deus e nem comeram do castigo de Deus, mas como expressão de nossa grátia não é ele e como forma de contribuir para o avanço de seu reino nesse mundo. Conclusões estão todas elas aí. Vamos ler rapidinho. Depois a gente concluindo. Tendemos que dar o dízimo nas nossas rendas para Deus. É bíblico e vale para nós hoje, devemos praticar isso pela fé. O dízimo atende aos requisitos de Deus e contribuirmos sistemáticamente, generosamente, propósionamento que temos recebido. Por isso, referência em obrigação legal. E o dízimo no novo protestamento, como contribuição regular, é uma prática correta esperada por parte da igreja pudendo enceder ao pecento ao 10% com a punicluídas as ofertas. Isso aí fica por conta de cada um. Amém? Vamos lá. Pai querido, nós pedimos que o senhor abra um nosso coração e o nosso bolso para que nós sejamos generosos, para que nós possamos contribuir para o avanço do teu reino, em nome de Jesus, amém. Para refletir. Se não houver contribuição regular e proporcional dos membros de uma igreja, de que maneira ela poderá ajudar os pobres e manter a obra pastoral, de disciplular os creteses e evangelizar os discretes e expandir o reino de Deus. Fácilmos a relação dos. Aqui um desafio. Fácilmos a relação dos motivos pelos quais você não é desimista e tente justificar cada motivo a luz da Bíblia, por favor. Esquise ajuda, mande para a minha resposta. Você acha justo abandonarmos o sistema de contribuição desimal? Porque muitos pastores e igrejos abusam desse sistema para se enriquecer? Qual o problema? É o sistema ou as pessoas que se valem dele? Bom, é já me arrumam um microfone, por favor, já tá pronto ali.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O dízimo foi praticado antes da Lei de Moisés, como mostram os exemplos de Abraão e Jacó.
  2. A Lei de Moisés regulamentou o dízimo, mas não o criou; ele já era uma prática patriarcal voluntária.
  3. Os primeiros cristãos, sendo judeus, mantiveram costumes judaicos como orar no templo, fazer votos e guardar a lei, sugerindo que também continuaram a dar o dízimo.
  4. Não há no Novo Testamento uma ordem direta para os cristãos darem o dízimo, mas ele era o sistema normal de contribuição nas igrejas cristãs primitivas, sem o caráter legal do Antigo Testamento.
  5. A visão defendida é que o dízimo continua como forma natural de contribuição para os cristãos, baseado na gratidão e não na obrigação legal.

Summary:

A lição aborda o dízimo no Novo Testamento, começando por relembrar sua prática no Antigo Testamento. O dízimo foi praticado pelos patriarcas, como Abraão e Jacó, antes da Lei de Moisés, que depois o regulamentou como parte da religião nacional de Israel. No Novo Testamento, não há uma ordem direta para os cristãos darem o dízimo, o que gera duas respostas comuns: alguns cristãos acreditam que ele foi abolido com a Lei, enquanto outros insistem que é obrigatório e normativo.

No entanto, a lição defende uma posição intermediária: o dízimo continuou como o sistema normal de contribuição nas igrejas cristãs primitivas, mas sem o caráter legal do Antigo Testamento. Os primeiros cristãos, que eram judeus, mantiveram costumes judaicos como orar no templo, fazer votos e guardar a lei, o que sugere que também continuaram a dar o dízimo. Exemplos como os de Abraão e Jacó mostram que o dízimo antecede a Lei, transcendendo-a.

Assim, a prática de dar 10% a Deus é vista como uma expressão de gratidão e adoração, não como uma obrigação legal. A conclusão é que o dízimo deve ser praticado voluntariamente pelos cristãos, baseado no princípio da generosidade e do reconhecimento da soberania de Deus.

FAQs

Sim, o dízimo continuou como forma natural de contribuição nas igrejas cristãs, embora sem a obrigação legal do Antigo Testamento. Ele era praticado antes da Lei de Moisés, como mostram os exemplos de Abraão e Jacó.

Não, o dízimo já era praticado antes da Lei, como visto em Gênesis, com Abraão dando 10% a Melquisedeque e Jacó prometendo o dízimo a Deus. A Lei apenas o regulamentou para a nação de Israel.

Sim, os primeiros cristãos, sendo judeus, mantiveram muitos costumes judaicos, incluindo o dízimo. Eles continuaram a praticar a lei em aspectos culturais, sem depender dela para a salvação.

Alguns acreditam que o dízimo fazia parte da Lei de Moisés, que foi cumprida em Cristo, e que agora só valem ofertas voluntárias. No entanto, o dízimo antecede a Lei e continuou no Novo Testamento.

Não, não há uma ordem direta no Novo Testamento para o dízimo como obrigação legal. Ele é visto como uma prática voluntária de gratidão e adoração, sem a coerção da Lei mosaica.

Era parte do culto e da religião de Israel, envolvendo adoração, louvor e gratidão, não um ato mecânico. Incluía cerimônias como confissão de pecados e sacrifícios.

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