O Livro 3 de "O Capital", editado por Engels a partir de manuscritos precários de Marx, é uma síntese dos volumes anteriores, abordando o processo global da produção capitalista. Engels destaca que, historicamente, as comunidades primitivas trocavam produtos com base no tempo de trabalho social necessário, mas o dinheiro posteriormente ocultou essa relação. Marx define o capitalismo por duas características: a produção generalizada de mercadorias (onde trabalhadores livres vendem sua força de trabalho) e a busca incessante pelo mais-valor. Isso leva à exploração e alienação, pois o desenvolvimento tecnológico, em vez de reduzir a jornada de trabalho para humanizar o indivíduo, é usado pelo capitalista para maximizar lucros, demitindo trabalhadores ou intensificando a exploração. O livro reforça a lei do valor-trabalho, mostrando como o capitalismo subordina as necessidades sociais ao acúmulo de capital.
Salve, salve pessoal, bom dia boa tarde, boa noite, meu nome é Donic Cortelei, estingeu aqui do canal Lista de Livros e hoje eu sou além sobre o Livro 3D o capital do Calmax. Bem, naturalmente esta é a sequência, né? Eu tenho o terceiro último livro do capital do Calmax, nós já temos vídeos aqui no canal sobre o Livro 1 e o Livro 2. Se você não teve oportunidade ainda vou pedir pra dar uma pausa a zinha e lá assistiu os outros dois porque essa aqui é a sequência e informações que nós já tratamos inclusive naqueles vídeos, voltaram aqui de maneira desdobrada. É interessante notar que o Livro 3 aqui do capital ele estava em estado muito rudimentar, né? Nós já destacamos os outros vídeos que o Marx ao Termino 1, o Livro, o segundo ele estava em estado mais adiantado e este terceiro aqui ele estava em estado muito, muito precário, sabe, exigiu do Engels? Com esforço assim que foi qualquer coisa, né? O Engels demorou um ano mais ou menos pra editar o Livro 2 do capital, imagina dez anos pra editar este terceiro livro porque o estados material estava muito precário, né? É bom lembrar que a letra do Marx era tão difícil, né? Que só o Engels e a Gene Marx que entendiam basicamente, né? Era uma letra curia e o material estava em estado absolutamente precário, muita coisa bagunçada, muita coisa misturada. O Engels teve que separar toda aquele material, ó, isso aqui encaixava em tal parte, aqui em tal capítulo, tinha uma parte que era descrito lá como a confusão com as mais variadas ideias, sem uma ordem lógica, sem um nexo, sem uma coerência interna que você pudesse decodificar de maneira mais tranquila. Então se o esforço do Engels, ele é muito grande, né? A biografia do Karl Marx, escrita pro professor José Paulo Neth, que já tem vídeo aqui no canal, eu destaquei a grande importância do Friedrich Engels na vida do Marx, e nesse terceiro livro aqui a coisa, olha, vou te dizer, foi tão importante o que o Engels fez, que é alguns estudiosos que acredito que ele é um espécie, não te editor, mas na verdade quase contou desse terceiro livro do capital. A manhã foi a necessidade de intervenção dele para que esse livro existisse. E isso dá conta, né? Mais uma vez da importância do Engels, que como professor José Paulo Neth, ele é um autor de que longes assim, de luz própria, ele é um autor importante por si só, mas na vida do Marx, ele foi uma espécie de um diante da guarda, né? Porque ele ajudou Marx intelectualmente no aspecto emocional, no aspecto financeiro, etc., inclusive no aspecto intelectual até mesmo depois da morte do Marx. E é interessante destacar que o terceiro livro do capital, apesar de ser o terceiro, a gente imagina então que ele seria, vamos dizer, aquele que o Marx trabalhou por último, mas não foi o caso, porque o Marx escreveu um livro, depois escreveu o segundo, escreveu o terceiro, ele queria lançar os três juntos, mas o Engels mesmo ficou pressionando, pressionando, lança, lança. Então ele voltou primeiro, trabalhou, refinou, lançou o primeiro livro. E depois ele ainda, quando traduziu a versão para o francês, ele fez adições, fez correções, e vamos dizer assim, essa tradução última, é que é considerada o último primeiro livro primeiro, vamos dizer assim, né? É o que a gente lê no mundo inteiro nos dias de hoje. O Marx trabalhou mais um segundo livro, quando então ele largou, foi trabalhando em outras coisas, a doesseu, e aí não ficou trabalhando mais nesse material dos livros do capital não. Ele tinha leais a pretensão de fazer outra revisão no livro 1, mas esses problemas de saúde, e vamos dizer assim, por muitos diversos ele acabou direcionando, né? O seu foco para outros assuntos, mineralogia, etc., coisa muito aleatórias, já disse que isso em outro vídeo, mas o fato é que esse terceiro livro, a despeito de texto na ordem, seu terceiro, ele acabou ficando com o material mais antigo, porque o Marx voltou primeiro, lançou o primeiro, trabalhou um pouco mais um segundo, e esse terceiro ficou para trás. Então ele é o terceiro livro, mas é o mais antigo. E o primeiro livro, se ele é focado, nas formas de produção, no valor, nas formas de produção do capital, se no segundo livro ele é focado. Na circulação do capital, esse terceiro livro aqui, além das do subtítulos de crítica e da economia política, ele tem um subjetivo adicional do processo global da produção capitalista. E ele, de fato, vamos dizer assim, vai fazer uma espécie de cíntese entre o livro 1 e o livro 2, ou seja, problemas que ele já abordou no primeiro livro, eu no segundo eles voltam aqui, eventualmente vamos dizer assim, com outras abordagens, com outras visões, com outros problemas, com outras questões, com outros detalhes, e eventualmente até vamos dizer assim, estabelecendo no primeiro segundo livro, aquilo que seria a regra, aquele se debrússam um pouquinho mais sobre a seção, etc. De todo modo, eu preciso destacar que são quase mil páginas de livro, né? Então assim, a gente faz uma visão panorâmica, mas essa visão aqui, apesar de agregar, de contribuir, de proveir aquela pessoa que vem a ler a obra, um auxílio, um ajudam um tróito, mas ela não dispensa a leitura da obra, o vídeo aqui ele não vai conseguir fazer isso, seria uma impulheação intelectual de dizer esse tipo de coisa, o livro precisa ser lido, que eu aproveito para pedir se você puder quiser, cuide esse vídeo, se inscreva no canal, ative o sininho, isso é muito importante para a propagação do licidilivos aqui pelo YouTube. Agora falando propriamente do livro, nós vamos começar com um texto lá no finalzinho dele, que é a de Friedrich Engels também, que ele faz um resumo em relação de algumas coisas que o Mark deveria ter tratado nesse livro aqui, que ele já trataram no livro 1, com as correções que ele fez. Mark nesse material mais bruto aqui do livro terceiro, ele ainda não tinha tido o tempo de decodificar. O Engels destaca aqui, que é consabido, que no início da existência da forma humana, como nós se conhecemos hoje, as pessoas viviam em comunidades, dividiam tudo que produziam, basicamente produziam tudo para si mesmo, ou seja, eram as pessoas ali das suas comunidades, que faziam suas roupas, que vão dizer que não tinha que trabalhar com madeira, fazer um móvel, fazer um tessil, eram elas mesmas que faziam, o trabalho com um agricultura, o trabalho com a pecuária, ou seja, tudo as pessoas faziam. Alas eram basicamente autosuficientes, elas dependiam basicamente do seu próprio trabalho, e tudo ali era dividido de maneira, e vamos dizer assim, comunista, mas o comunismo que é chamado de comunismo primitivo. Com o passado tempo, o envolver do tempo, às vezes havia determinado decidente econômico, isso já sobrava um produto aqui, sobrava um produto ali, começa então a correr certas trocas entre comunidades, e com o passado tempo mais, mais tempo passando, essa troca começa a correr dentro da própria comunidade também, ou seja, você tem um produto aqui, vai trocar, vai ter uma sobra de feijão, o outro tem de açúcar, ele vai trocar entre si, porém essa troca já vai clara alterando a própria configuração social daquela sociedade, e aí a comércio é existir as famílias, maiores ou menores conforme o caso, então já não é toda uma comunidade que dividir as coisas entre si de maneira mais ou menos igual, ele não, começa a surgir os clãs, as famílias, que vão se solidificando com essa característica de levar e serta coisa ao mercado, um pouco aqui, um pouco a colar. Porém ele vai destacar que a maior parte dos produtos era produzido pelas pessoas, era um pequeno incidente, uma pequena quantidade de coisas que eles levavam ao mercado, para se dizer algo que a gente já deslindo mais ou menos sobre valor de uso, valor de troca lá no feed-1. Porém o engolso vai lembrar que o Marx já destacara no livro do capital, com as pessoas vão ir fazer para trocar esses produtos, esse incidente econômico que eles levavam ao mercado. A questão que com as comunidades eram quase autosuficientes, e na verdade esse componente sabia o produzir tudo, então ele sabia qual era o trabalho que o ferrer havia tido para produzir aquele material, ou a faiache aquele outro, ou o curtidor de cor aquele outro, e era uma coisa onde eles sim, que eles mesmo talvez pudessem fabricar também, é que às vezes ele não quiser, ou não puder, por algum, circunstância específica, fazer aquele produto, mas não era algo que eles ignorassem. Então nesse momento histórico eles vão dizer assim, "vão trocar esses produtos através de qual métrica, vamos dizer assim, a métrica é o tempo social de trabalho." Então eles encastaram de uma matéria primo, tantos que eles encastaram trabalhando efetivamente, porque o engolso vai destacar. Eles jamais permitiriam trocar oito horas de trabalho por uma, eles não seriam estupos a tal ponto. Então, a medida que eles conheciam muito doido daquela atividade toda, eles não ignoravam aquela sociedade, ao contrário, era uma sociedade quase que é autosuficiente, e que eles podiam produzir basicamente tudo, faltando o foco, uma especialização aqui, ou a colar, mas o fato é que nesse tempo histórico o tempo de trabalho social era o que direcionava, era que iria avar o preço dos produtos. Mesmo que isso, muitas vezes fosse feito de maneira quase intuitiva, ou seja, a pessoa não sabia contatando, não sabia, sabe, elaborar um cálculo mais refinado, mas ela sabia, eu gostei de trabalhar ali, ele gastou um dia de trabalho lá, a gente gastou isso pra fazer aquilo pra fazer, e isso, com o passar do tempo, com o grande experiência, até porque você não tinha, vamos dizer, um desenvolvimento tecnológico tão grande entre gerações, né? Então você passava às vezes dezenas de anos, às vezes centenas de anos, reproduzindo o mesmo tipo de trabalho. Então as pessoas se conheci, olha, se ela sabia o que cada um tava fazendo, o quanto que havia gastado desforço pra fazer aquilo, e portanto o valor médio do que aquilo valeria no mercado. Mas aí pode se questionar, poxa, mas como essas pessoas fariam pra compreender, por exemplo, nessa troca, a quantidade de trabalho social necessária, quando você vai lidar com o cereal, por exemplo, com uma cabeça de gado, que demora muito tempo e esforço pra você deixar com que ela chegue lá naquele momento que ela pode ser sacrificado, distribuir aquela quantidade de carne. Como que as pessoas vão calcular isso? A ONU vai destacar, não, há um processo de zigzagante, uma aprendizado longo, estenso, mas que vai gerar, vamos dizer assim, uma determinada memória histórica, para que as pessoas tenham aquilo como referência. Inclusive, ele vai destacar que ao longo do tempo, a grandeza de valor relativa desses produtos, essa pida, basta lembrar que, o próprio gado, que é uma mercadoria difícil, vamos dizer assim, conhecimento do tempo, você gastou tanto material, tanto a matéria prima, a quantidade de área que ele tem que passar, etc., etc., a dificuldade pra fazer isso, o gado, o próprio gado, ele foi a primeira, vamos dizer assim, mercadoria de dinheiro, ou seja, ele foi aquele primeiro valor de referência que serviam, vamos dizer assim, tanto, três kilos de feijão, cinco kilos de açúcar, vale quanto, vale tanto a cabeça de gado, vale tanto o percentual de se reta a cabeça de gado, ou seja, ele era a referência, isso pra as mais variadas comunidades, e as pessoas não ignoravam, não podia ter um prejuízo, ou era tanto o que vendia a cabeça de gado, quanto que vendia todos os outros produtos, e não podia ter prejuízo nessa troca, se não eles terem uma condição muito precária, daqui a pouco, estariam passando fome, ou seja, eles tinham ali um meio termo pra chegar, em relação ao valor que aquilo efetivamente correspondia, e isso, obviamente, está vinculado, o tempo de trabalho social necessário, para fabricar aquele tipo de produtos, aquele tipo de mercadoria, e nós deslindamos aqui,
vídeo 1, o baseado provino o livro 1 do capital, que para o Marx, ali acredito que o tempo de trabalho social é o que gera valor e isso ficava claro nesse momento histórico. Por que? Dindo que fosse produzir um produto, você já saiu com seu tempo de trabalho, se materializava. Vamos dizer, vou reiterar que o exemplo de tantos quilos de feijão, se eu, como eu trabalho, como esse fosse, eu gerei tantos quilos de feijão, por isso eu vou ao mercado com esse para fazer esse escambo, para fazer para trocar por outro produto. Assim quando existe, vamos dizer, a mutação desse produto, desse escambo. Para o dinheiro, ainda na sua forma metálica, vamos dizer, que isso fica um pouco mais camuflado, porque ao invés de você ter aquela referência de produto do trabalho, ele fica com essa referência do valor do dinheiro. Ou seja, o dinheiro acaba contribuindo para ocultar essa relação social, que é baseada e vou reiterar no trabalho. E parece assim que o próprio dinheiro se torna à medida fundamental do valor. Só para fazer uma parte, se você for para qualquer manual de economia, para qualquer estudante de economia, ele vai dizer, "o que é a moeda?" Por exemplo, "meida" é meio de troca, ou seja, ao invés de fazer esse escambo, "aquiere trocar, vamos dizer, alho, por alface". Mas digamos, imagina a pessoa que tem o alho, mas não quer o fácil, a pessoa que é o fácil, é o possível que tem o alho, como que eles vão trocar esse produto entre si, ou na quantidade que cada um deseja, de convidar preciso de álbum, não é de tanto. O que dificuldade? Então, quando o dinheiro faz esse meio de troca, ele facilita o intercâmbio do produto e facilita para a presidência do começo. O dinheiro também é uma reserva de valor, porque por exemplo, digamos que é o fácil que eu destaquei. Olha, ela vai poder ser muito rápido. Você não consegue acumular esse trabalho social, enquanto o dinheiro você consegue acumular isso facilita que o patrimônio seja acumulado e posteriormente reinvestido em outras atividades. E por fim, o dinheiro é uma unidade de conta, né? Leu um meio relativo de você saber o quanto que vale cada coisa. Como eu disse aqui no início, isso é fundamentado no trabalho social envolvido. E, por exemplo, é uma cabeça de alho custa x, o alho custa, vamos devinte e reais o quilo. Ah, não, mas o alface é por meio vendido por peça, ele já vai vender 2 reais em uma peça, 3 reais em uma peça, 1,50, 1 peça. O dinheiro vai se tornar dessa referência que lá no início eu disse, "O primeiro grande referência foi a cabeça de gado". "Ah, isso vale tanta cabeça de gado, isso vale tanta cabeça de gado". Para fazer esse meio-termo, nós temos hoje o dinheiro que faz um padrão de referência melhor para a gente compreender o quanto cada coisa vale. De todo o modo, mesmo que essa vamos decidir se troca, ela seja mais camuflada por conta do dinheiro, o engol vai reiterar a variedade da lei do valor de Marx. Ou seja, que o valor dos produtos tem vínculo com o trabalho social necessário para fabricá-los. Aqui não já podemos tratar da parte que o Marx mesmo está escrevendo. E o Marx vai destacar, algo que já estiveram a vamos dizer, se impreferamente elaborado lá no livro 1, que o modo de produção capitalista ele se distinguir dos modos antecedentes especificamente por duas características. A primeira é que nesse modo de produção se produz as coisas com mercadorias, aquilo que nós destacamos lá no vídeo 1, o valor de troca. Ou seja, você não produz para si mesmo, você cheja a produz para o mercado. Isso vai implicar uma série de consequências, a divisão que o trabalhador aparece com uma espécie de vendedor de mercadoria, como trabalhador livre, que vai vender a sua própria mercadoria, a sua própria força de trabalho a outra, porque quando o foco não era a produção de mercadorias, era a produção para si próprio, o trabalhador era detentor dos meios de produção. Só quando ele está produzindo mercadorias, é porque ele já não é mais o dono dos meios de produção. Ele já tem que vender sua força de trabalho no mercado. Necesariamente uma sociedade que esteja focada na produção de mercadorias, como é o sistema capitalista, terá, no seu sei, a maior parte de seus cidadãos, como vamos dizer assim, não detentores do capital, não detentores dos meios de produção. Porque se nessa sociedade, o cidadão se fosse detentores dos seus meios de produção, eles não produziriam mercadorias para outra, produziriam para si próprios. Então, no sistema capitalista, é necessário que uma parte das pessoas não detenham os meios de produção. Isso é um pré-requisito. E aí, vem as consequências devidas, né? O trabalho acelariado, e, portanto, o capitalista, o trabalhador, a exploração, a alenação, a reficação, etc. Coincidhar de destacarmos aqui nos outros vídeos. Ou seja, existem determinadas relações sociais que são consequências desse modo de produção. O segundo trato que caracteriza o sistema capitalista para o CalMARCES, é o fato de que sempre se produz em busca do mais valor. Ou seja, não se produzem o determinado a coisa para que isso beneficia a sociedade, o significia para a pessoa, o significia de ser. Não, o foco é o mais valor, o foco é o mais valor, o foco é o mais valor, é sempre isso. Ou seja, as fosse sociais produtivos do trabalho não estão focados no desenvolvimento da sociedade. Parece que, no final, o contrário que ela foi o autonomizado do ser humano, que as engendrou, o ser humano que as criou, ela foi o autonomizado, e acabam se portando por conta disso em antítites direitas com o seu próprio desenvolvimento individual. Porque, por exemplo, a medida em que você tende com o desenvolvimento tecnológico, a diminuir o tempo de trabalho necessário para produzir o mesmo tipo de produto, ou seja, antigamente, a produzir com o machinário sem camisas, as depois 150, depois 200, depois 500. Ou seja, isso poderia ser muito mais interessante para a sociedade como um todo. Por que? Porque poderia, por exemplo, diminuir a carga de arrastro de trabalhadores. Então, ao invés de trabalhar cinco dias por semana, poderia talvez trabalhar quatro dias por semana. E ter o tempo suficiente para fazer aquelas atividades que o Marx vai descrever lá nos manuscritos econômicos filosofos, aliás, os trecheles sonados de todos os livros que você está aqui embaixo em box de formações, recomendo bastante, inclusive, do próprio capital, o Livro III. Então, ele vai descrever lá nos manuscritos econômicos filosofos. Que o tempo, vamos dizer assim, ele é uma condição indispensável para que o ser humano se humanize. Porque você precisa de tempo para brincar com seus filhos, você precisa de tempo para apreciar a arte, você precisa de tempo para estudar, você precisa de tempo a conhecer os vídeos aqui do canal list de livros, você precisa de tempo para fazer as atividades que para permite conforme o ser humano, que salva do interternoamento, etc. Então, quando você não tem tempo, quando você só trabalha, trabalha, trabalha, vai dormir, vai comer, dormir, trabalhar, dormir, dormir, trabalhar, quer dizer, você está com o animal. Você está fazendo a mesma coisa com o animal. Você precisa de tempo para, vamos dizer assim, se formar como ser humano. Para ter outros tipos de gosto, outros tipos de prazeres, outros tipos de ressuscitos, de reflexões, etc. Se você só está leitagindo como se fosse uma máquina, você de você está aqui nenhum animal mesmo. Então, por todo o exemplo que eu dei agora pouco aqui da fábrica de camisas, digamos que o desenvolvimento tecnológico permitiu que uma quantidade menor de trabalhadores fosse necessária para produzir a mesma quantidade de camisas. O que você acha o capitalista vai fazer? Ele vai diminuir a cargarária de trabalhadores, ou ele vai mandar um bom contingente deles embora, majorando assim seu lucro. Ele vai diminuir a cargarária, portando permitindo toda essa fruição que acabei de destacar aqui, ou simplesmente vai dar um pé na bunda de um monte de trabalhadores. Qual é a resposta até óbvia? Ou para dar um exemplo um pouquinho mais concreto. Digamos que havia uma fábrica que podia dar uma máquina que produziu 100 camisas por dia, e agora devido a um maquinaria novo, devido a um desenvolvimento tecnológico, essa mesma fábrica com a mesma quantidade de funcionários, ela produz 500 camisas por dia. Não me díem que essa não é uma produção orientada socialmente, a gente não pode comemorar de como se agora consigo atingir 500 pessoas por dia, não é isso, não é bem isso, por óbvia, o que vai acontecer é o seguinte, vamos dizer, essa fábrica produz 500 camisas por dia, ela vai concorrer com uma outra, lá que estava produzindo com as mesmas 100 pesos por dia. Esse proprietário dessa fábrica que produz 500 camisas por dia, ele pode cobrar agora um preço um pouquinho menor por peça, fazendo com que ele acabe com a sua concorrência, ele vai acabar dominando o mercado, porque ele tem um equipamento mais produtivo. Quando ele faz isso, o que ocorre com aquele trabalhador que estava lá naquela outra fábrica? Produzinho, trabalhantes, falfão da mesma maneira, vai ficar desempregado. E aí o que vai acontecer com esse desempregado? Claro que ele é o maior prejudicado do processo, mas como se não bastasse, ele veio aqui até essa fábrica que continuou produzindo para, por óbvia, ofertar sua mão de obra, porque ele está em situação ruim, ele está na rua da Margure, ele está desempregado. O que vai acontecer nesse processo com esse empregado que trabalha aqui nessa fábrica que produz 500 camisas por dia. Ora, ele vai ser acossado, vamos dizer assim, ele vai ficar constrangido, ele vai ser pressionado por esse desempregado daquela outra fábrica lá, porque aquele cara está desesperado, ele perdeu sua fonte de renda, ele está querendo outra fonte de renda. Então mesmo esse trabalhador que ficou aqui com sua emprega, a despeita de trabalhar numa fábrica mais produtiva, talvez ele vai ter uma pede salarial, talvez ele vai deixar de ter um aumento, talvez ele vai perder direito, trabalhista, talvez ele vai ter uma intensificação do ritmo de trabalho, porque porque tem um monte desempregado de um redor querendo a vaga dele, aceitando receber menos do que ele recegue. Ou seja, o trabalhador que ficou desempregado foi muito prejudicado e mesmo trabalhador que ficou nesse empregado também foi prejudicado, nesse processo único beneficiário foi o capital. E aí alguém poderia até contrapor. Olha, vai ser já bem? Se você mesmo disse aqui no seu exemplo que se o capitalista ele vai poder cobrar um valor um pouco menor por peça, então toda a sociedade vai ser beneficiada disso, desse alma e da produtividade. Bem, de fato, isso é verdade, mas é uma verdade muito parcial, porque ela vai ser minimamente beneficiada, ela não vai ser a maior beneficiária. E a gente pode recorrer os números concretos para comprovar aquilo que nós estamos falando. Entre 1945, 1975, a produtividade da mão de obra no mundo dobrou. E entre 1975 e 2010 dobrou de novo. O conseguinte é que são números muito assombrosos, são números impressionantes, o que deveria ter acontecido então com as coisas, já que a carreira de trabalho não diminuiu expressivamente. Olha, as coisas deveriam ser muito mais baratas, e aí eu pergunto para quem está do lado de lado da tela. As coisas estão baratas? As coisas que você vai comprar estão baratas? É barato comprar um carro? É barato comprar uma apartamento? Mas seja bem, hoje produz muito mais carros do que eu troro. Hoje os elementos que estão utilizados na construção, eles são conseguidos através de um maquinário muito mais rápido. O aço, cimento, as todas as peças, metais, tudo que é utilizado de uma obra, ele vem de fábrica que produzem muito mais do que eu troro. O preço baixou por causa disso? Então, tem alguém ganhando nessa parada, né? E aí eu volto aqui o exemplo que eu dei dos trabalhadores que ficaram empregados e os desempregados que são prejudicados nesse processo. O que vai dar uma aparência e luzora e falsa de que o aumento da produtividade, que o desenvolvimento dos meios de produção, ele é lhesivo aos trabalhadores. Isso não é.
Não é verdadeiro muito, muito ao contrário. O desenvolvimento dos meios de produção é condição cinecoanon para que nós tenhamos uma vida melhor ao longo de todo mundo. Para que os trabalhadores ao longo de todo planeta possam usufruir de maior riqueza que não vivo na pobreza, na miséria passando por tantas dificuldades como passam ao longo do globo. Quem vai dar essa impressão ilusória de que o desenvolvimento dos meios de produção é lesivo é o capitalismo. Na medida em que essa sociedade se desenvolvemos títese com desenvolvimento das pessoas, parece que o desenvolvimento dos meios de produção ele se antagoniza ao desenvolvimento pessoal. O desenvolvimento da sociedade corre pro lado das pessoas para o outro, isso é muito lesive, muito contraditório até. E essa sociedade é baseada como, nessa divisão de capital, trabalho, trabalhar salariado, que implica a existência de um capitalista, nós vamos ler um trechinho aqui na página de 1943 e 1944 que ele vai detalhar um pouquinho esse assunto. Apesar de afórmulo do trabalho como trabalho a salariado, ser decisiva para a configuração de todo o processo e para o modo específico da própria produção capitalista, o trabalho a salariado não é determinante de valor. Na determinação do valor trata-se do tempo social de trabalho em geral, da quantidade de trabalho de que a sociedade costuma de espor e cuja a absorção relativa pelos diferentes produtos determina em certa medida o respectivo peso social destes últimos. A forma específica em que o tempo social de trabalho se empõe como determinante no valor das mercadorias está porém vinculada a forma do trabalho como trabalho a salariado e a forma correspondente dos meios de produção como capital, na medida em que apenas sobre essa base a produção de mercadorias se converse na forma geral da produção. Então na forma capitalista existe o capital, existe trabalho, existe o capitalista que vai detê os peitos de produção, que vai explorar o trabalhador, esse próprio capitalista, ele vai ter, vamos assim, certa contradição em relação ao capitalista que hoje nós vamos chamar de rentista, ou seja, o capitalista monetária, aquele que vai emprestar o capital para que ele invista e esse capital produtivo se vamos assim, explora o trabalhador e consiga ter o seu próprio lucro e pagar os rendimentos diversos impostos, o próprio capitalista monetária, etc. E há toda uma série de consequências sociais desse arco, dessa estruturação que é de uma capitalista impõe sobre os trabalhadores. Eu vou ler um tradecinho aqui da página de 1945, que ajuda a esclarizar isso. As chamadas relações de distribuição correspondem a e derivam de formas especificamente sociais e históricamente determinadas do processo de produção e das relações que os homens estabelecem entre si no processo de reprodução de sua vida. O caráter histórico dessas relações, de distribuição, é o caráter histórico das relações de produção, das quais aquelas só expressam um aspecto. A distribuição capitalista é distinta das formas de distribuição que tem origem em outros modos de produção e cada forma de distribuição desaparece juntamente com a forma determinada de produção da qual ela provém e a qual corresponde. Então, isso já está tudo no livro 1, a gente já observa bem também na preface a contribuição à crítica da economia política, por quê? O mundo determinado da forma de organização social vai ter uma forma correspondente de relações sociais. Ou seja, se eu tenho um capitalista, eu tenho uma salariado, isso vai gerar uma série de consequências. Por exemplo, ao invés de você ter um escravo que vai ali ter o domino direto do julho do trabalhador, ali que vai ser explorado, servicial, autoritulado, etc. Não, não meditem que você tem o sistema capitalista, você vai ter que ter o direito, aí o direito vai servir pra quê? Em última instância, para garantir a grande propriedade privada dos meios de produção, assim vai ter que ter a polícia, mas a polícia pra quê? Será que é pra cair sabandido? Olha, tem alguém que pode pensar isso, mas não, em última instância, ela vai estar ali para defender a grande propriedade privada de produção. Os exestos, ah, para defender os interesses, terá até de cada país, vamos querer. É pra defender os interesses estratégicos dos seus capitalistas, dos seus grandes capitalistas, tá ali pra defender o povo? A creditar nisso, a creditar não é uma visão primária, né? A visão que não corresponde aos fatos. Então, se você é toda uma sociedade estruturada para atender a esse mais poderosos, que serão mais poderosos, maneira mais com a multiada, não vai ser pro aquele domino direto, ou é pela força da inscrivida ou domino teu crush, não, ele vai ser pro domínio dos meios de produção. E assim, estruturada dessa forma, a sociedade capitalista, antes de qualquer coisa, é uma sociedade fundada na contradição, como já está aqui aqui. E ela acaba se tornando, assim, uma espécie de separadoras de trabalho vivo, sabe, de separadoras de seres humanos, não só de carne, sangue, mas também de nevos de cérebro, vai destacar aqui o Karl Marx. Porque, porque ela promove mais de grotesco desperdício do desenvolvimento individual das pessoas. A gente pode dar uma certa exemplo sobre isso. Não te pensar. Se você tem uma fábrica, vamos dizer assim, uma gráfica. Ela produz aqui, ó, 70% da sua carga, outra produz 80, outra produz 90. Você percebe desperdício que poderiam toda estar produzida 100% de carga, mas no sistema capitalista não será assim, ou haverá aquela pessoa ali que está trabalhando como um vendedor, fica quase de interna sua loja lá, papando música, assim, nada para fazer, até que chegue um cliente, ele vai avido, feito, sabe, música em cima de carne, para tentar ali pegar aquele cliente, ou se ele ficou o dia inteiro ali fazendo nada. Ou, mais ainda, essas pessoas trabalhando destruigares. Será que ela só poderiam fazer aquele tipo de atividade? Será que ela não haveria outra atividade mais complexa dentro do seu próprio serviço? Que ela poderia executar? E, habitualmente, é bem seccionado aquele ali chefe, aquele ali naquela atividade mais regular, aquela atividade média, aquela pessoa lita aquela atividade bem mais simples de limpeza, etc. E aquela pessoa, vamos dizer assim, que está na chefe, aja. Só ela consegue fazer aquilo, só ela que tem inteligência, capacidade de etc. Para fazer aquilo, aqueles outros soem feriores, etc., etc. Aqueles que estão no meio vão olhar da mesma forma para aquela pessoa que está limpando. Não, eu consigo fazer aqui melhor. Eu não tenho qualificação para ficar limpando aqui. Ou seja, você percebe que poderia ser diferente. Poderia mesmo um pessoa talvez, se não fosse uma atividade extremamente complexa que exigiu um refinamento intelectual, um treinamento, um aprendizado tão grande. Você consegue perceber que isso poderia variar? Poderia que aquela pessoa que está limpando, fazendo outra atividade, aquela pessoa que está liderando. Poderia talvez algum dia limpar também. E poderia mesmo esclasse a coisa. E promover um desenvolvimento generalizado de todas as aquelas pessoas ali. É claro que alguém pode encontrar por. Mas imagina aquele posto muito elevado a ficar limpando também. Não é o isso caso. Mas eu falo para boa parte dessa atividade do cotidiano que a gente lida, isso poderia estar mais mezclado. As pessoas poderiam ter tido um desenvolvimento melhor, mas isso está botado. Isso é obliterado pelo sistema capitalista. E, porque a sociedade, vamos dizer assim, não há um planejamento consciente daquilo que vai ser feito. Já está aqui no livro 1, digamos que eu estou querendo lucro. Como é sempre na busca do mais valor, do mais valor, se eu tiver que quemar a massória por isso, vou quemar. É isso que o pensamento capitalista padrão. Aí a gente pode pensar assim, "Ah, mas vai alguém lá para tentar comter o estado, vai se. se não bem." Mas esse próprio estado é também é copitado pelo capital. Na verdade, boa parte do Marxista e dos anarquistas vai conselhar que ele já é a expressão do capital, dos interessos do capital. E lembre de não ir aqui no ar, esse planejamento consciente, muitas pessoas vão pensar, de maneira, vamos dizer assim, um tanto quanto infantil que todas essas pessoas lutando pelo seu próprio objetivo, lutando uma espécie de todos os contratosos, vão chegar no final, é um resultado que será o beneufo para todo mundo. À vez desse pessoa está caminhando junto objetivamente para um caminho, vai dizer assim, que essa atividade humana seja o beneufo que as para todas, todo mundo lutando contra todos, vai chegar ao resultado final que esse sem beneufo, olha meus amigos, é um pouco difícil até que tem que argumentar contra isso, né? Por isso é uma ideia delirante, né? A ideia lá de nível de que acredita nisso pode acreditar, não só se pererei na mulo sem cabeça. É um negócio muito infantil. Você imaginar que as pessoas lutando pro objetivo estritamente de viduais, isso será beneufo para a sociedade como um todo? Olha, convidamos, né? Aqui nesse livro mais uma vez o Marx vai tratado, a forma como o mais valor, o mais valor, ele é um descindecodificado, então assim, a parte do mais valor, ele vai pagar o lucro da
quele capital produtivo que está ali diretamente explorando, mas ele também vai pagar o imposto, ele também vai pagar o lucro que vai lá para o capital monetário, para os rentistas, para os especuladores, etc. Ou seja, é uma série de fatores contribuindo para explicar porque, por exemplo, o preço de ter o nada do produto, o valor e sua relação com o preço de ter determinado produto é X e não Y, é muito diferente daquela visão muito limitada que muito burguesa tem que ser como se fosse apenas oferta e procura, né? Que como eu já disse, só tem validade no caso de superabundância ou no caso de escassez. Quando não está o correndo desses limites, né? Essas coisas extremas de um lado de outro, a lei de oferta e procura ela não explica nada. E assim, é interessante que o Max tem uma coerência em relação com aquilo que a firma, uma consequência em relação aos seus primícias, que ela é bom dizer assim, são brutais, né? Então, há um pensamento que ele se posou aqui nos vídeos, a gente já detalhou, vou voltar aqui a ele, mas que vai gerar nesse nível uma consequência bastante bom de sincêvera, ou seja, o Max afirma que apenas o trabalho vivo ele gera valor. Ele acha que a maquinaria não gera valor, vamos dizer assim, se você está levando para uma refinaria, produtos, quais seja, mas se ele vai lá o petróleo e do petróleo, você vai formar coque, você vai formar os falsos, são produtos, vamos dizer assim, mais bruxo, menos elaborado, menos oneroso, mas você também vai gerar produtos muito mais caros, como olha sobre o brificante, vai gerar os combustíveis, como crôsia de aviação, diesel, o gasolina, etc., etc. Ou seja, você vai gerar uma série de produtos, porém o Max acredita que apenas o trabalho vivo, apenas o trabalho humano é que vai gerar valor, isso é muito controvesto, está muito controvesto, existem marxistas que não concordam com isso, que quando ali vão decidir já juntando ali o produtos x, e somar através desse maquinário, e chegando aqui a outra consequência, eles acho que ali também gera valor, o trabalho mecanizado também gera valor, muito economistas burgueses, eventamente até alguns marxistas vão descodar do Max nesse ponto e vão concordar que a maquinaria também gera valor, e o Max acredito que não, só o trabalho humano gera valor, porém, agora aqui é a contradição que ele vai observar, na medida em que, o desenvolvimento dos meios de produção, que vão descensar uma implicação da proposta sistema capitalista, que você quer sempre aumentar o seu mais valor, e você quer também suplantar os seus concorrentes, se os concorrentes estão sempre há uma necessidade dessa melhoria, há uma necessidade desse avanço desse desenvolvimento, ele vai aplicar o seguinte, olha, praticamente precisava de um ser humano para produzir 100 camisos, depois ele, essa mesmo ser humano consegue produzir 500 camisos, há um ser humano consegue o esse maquinário mais moderno agora, produzir mil caminhos.
Ou seja, a quantidade de trabalho vivo humano entrando no processo agora é cada vez menor. Na medida em que o Marx, aquele dito, que só o trabalho humano gera valor do que vai acontecer no final dos contes. Ele vai elaborar aquela que a lei da queda tendencial da taxa de lucros. Porque a quantidade de trabalho humano na medida em que o tempo passa, é cada vez menor. Por conta do desenvolvimento dos meios de produção. Então sim, há um nexo interno muito interessante até brilhante dentro do pensamento do Marx, mas é muito controvesto, se só o trabalho humano é o trabalho que gera valor. Se você considerar que o trabalho social, em geral gera valor inclusive da maquinaria, e como diz o que eu acho, ele é um pensamento um pouco mais razoável, um pouco mais adequado, essa lei da queda tendencial da taxa de lucros que o Marx elaborou, ela deixa de ter evalidade. Por isso isso é um tema muito polêmico, eu estou passando aqui muito por alto, vai ter os mais variados brilhantes pensadores defendendo uma teste, defendendo outra, mas eu acho que ao longo de tempo, mais de 150 anos passaram, porque essa lei da queda tendencial da taxa de lucros para mim não se mostrou verdadeira, mas eu vou reiterar, existem pessoas muito mais qualificados do que eu, que vão ter pensamento diversos. Outro aspecto que o Marx vai detalhar aqui, esse eu acho muito muito interessante mesmo, é esse aspecto da contradição do sistema capitalista que ele, vamos dizer assim, é o seguinte, o capitalista, o que ele quer, ele quer pagar, o menor salário possível para o seu funcionário, para explorar o máximo, para vamos dizer assim, estrair o maior mais valor que ele puder, isso aí a gente vai ver nas mais generalizadas aires aqui no Brasil, isso é muito fácil, vai na escola, a escola particular, você chega lá quanto o que a professor já recebe, recebe o salário mínimo que é pago que lá o sindicato dela, lá conseguiu no salário mínimo daquela classe, aí você vai lá naquele motorista, trabalhando lá no material de construção, a qual salário mínimo deve dessa categoria, é isso lá que o patrono dele paga, ou seja, o capitalista ele quer sempre estrair mais, mais, mais do trabalhador, por outro lado, qual é a contradição, este mesmo capitalista ele quer uma série de consumidores com bom poder de compra para comprar os produtos que ele mesmo está fornecendo, "Ué, então você quer que os outros trabalhadores tenham o poder de compra, mas o seu próprio trabalhador você vai pagar um mínimo que você pode, percebe a contradição, percebe que não faz nem sentido, você poderia talvez conseguir, vamos se mitigar essa contradição, se você exportar as todos seu produto, aí você diria "Não, então tá bom, eu só tô pegando dinheiro lá de fora, então posso explorar o meu trabalhador aqui ao máximo, porque eu não estou fazendo o investimento quando eu estou, quando eu pago um salário maior a ele, e de fato se aconteceu aqui, por exemplo, no Brasil, quando o nosso desenvolvimento industrial, ele aconteceu baseado nisso na superexploração, e não mudou dos desenvolvimentos meio da produção, eu já destacei isso aqui no livro de elétrica da dependência, então não vou ter até o tanto esse assunto, quem quiser vão desceim, vamos prender melhor, por que que o Brasil se industrializou, e não conseguiu se desenvolver, a despeda industrialização está mais explicado lá, apesar que é claro, isso não implica dizer que a solução seja a desindustrialização, como já destacou naquele vídeo também, e aí no na página do 1889, 1990, o Max diz que é uma coisa que eu acho muito interessante se tá aqui também, o verdadeiro obstáculo à produção capitalista é o próprio capital, isso é o fato de que o capital, isso a autorvalorização, aparecem como ponto de partida e ponto de chegada, como mola propulsora e escopo da produção, o fato de que a produção é produção apenas para o capital, em vez de, ao contrário, os meios de produção serem simples meios para um desenvolvimento cada vez mais amplo do processo vital em benefício da sociedade dos produtores, os limites nos quais, únicamente, se podem mover a conservação, e a valorização do valor de capital, as quais se baseiam na expropriação, e no empobrecimento da grande massa dos produtores, entram assim constantemente em contradição com os métodos de produção, que o capital tem de empregar para ser objetivo, e que aponta um paro aumento ilimitado da produção, para a produção como um fim e si mesmo, para um desenvolvimento incondicional das forças produtivas sociais do trabalho, o meio, o desenvolvimento incondicional das forças produtivas sociais, entra em conflito constante com o objetivo limitado, que é a valorização do capital existente, assim, se o modo de produção capitalista é um meio histórico para desenvolver a força produtiva material, e criar o mercado mundial que ele corresponde, ele é, ao mesmo tempo, a constante contradição entre essa sua missão histórica, e as relações sociais de produção correspondentes a tal modo de produção. Ou seja, essa contradição que nós viemos destacando aqui, não dá esses exemplos um pouco simples aqui no vídeo. E na página 133, ele volta a carga, e também acho muito interessante, muito importante ler aqui esse trecho. Um desenvolvimento das forças produtivas que reduzisse o número absoluto de trabalhadores, isso é que, de fato, capacidade à cenação inteira e fetuar sua produção total, no intervalo de tempo menor provocaria uma revolução, pois deixaria de fora de atividade maior parte da população. Nisso se manifesta uma vez mais a limitação específica da produção capitalista, e o fato de que ele não é de modo nenhum, uma forma absoluta para o desenvolvimento das forças produtivas e a geração de riqueza. Mas, uma forma que, ao contrário, tão logo, atinge certo o ponto entre em colisão com esse desenvolvimento. Essa colisão se manifesta, pacientamente, em crise periódica que decorre do fato de tornar se superfla ou a hora da parte da população trabalhadora ou a aquela, em seu antigo modo de ocupação. A limitação da produção capitalista é o tempo excedente dos trabalhadores. O tempo excedente absoluto que a sociedade ganha não limpa o orta de modo nenhum. Desenvolvimento da força produtiva, só é importante para ela na medida em que aumenta o tempo de mais trabalho da classe trabalhadora, e não na medida em que reduzem geral o tempo de trabalho para a produção material. A produção capitalista se move, assim, no interior de mantítese. Ou seja, parece que, se tudo der certo, vai dar errado. No livro crítica do programa de Gota, que já tem vídeo aqui no canal também, o Marx vai destacar que a sociedade comunista por ele, quando se imagine nada, é a sociedade em que. O produto do trabalho seria dividido por aquelas pessoas que promoveram, e em que ocorre esse um desenvolvimento dos meios de produção. Uma coisa é vinculada a outra, você não pode apenas dividir isso, você não produzir muito. Se você não produzir, você vai dividir apenas a miséria, como já está aqui naquele vídeo lá. Uma frase muito famosa do Lenny, que ele vai destacar o que era o comunismo na Rússia, no tempo histórico dele. Ele falava todo o poder, o souviésse e a eletrificação da Rússia. Ou seja, a eletrificação caminhava junto com um combate aliliamento do poder ao souviésse. Não basta apenas socializar o poder, socializar o produto do trabalho. Era dispensável também que os meios de produção se desenvolvessem. Porém, os meios de produção se desenvolventam, dentro do sistema capitalista, ele acaba por engenjar esse tipo de contratoção. Parece que o desenvolvimento está se antagonizando aos próprios produtores. Parece assim, se a gente desenvolver muito aqui há pouco, não vai ter lugar para as pessoas trabalhar. Ora, mas não era para ser assim. Se os meios de produção se desenvolver, é bom para nós. Se não a gente está no ideal de isso, ele está dando para trás, de estar patinando. Por exemplo, nesse tempo histórico que eu estou gravando esse vídeo, a inteligência artificial começa a se desenvolver de maneira um pouco mais clara. Então o chat GPD começou a fazer um oesto, começou bem próximo do que eu estou gravando aqui agora. Por exemplo, imagine que você tenha um aparelho que consegue monitorar determinadas as condições do seu corpo, como batimento cardíaco, compressão, fazer análise da sua temperatura e etc. Vários relógios bem bem simples, inclusive muito baratos, já fazem isso hoje. Imagine que esses dados que ele compilhe, eles vão para uma inteligência artificial e conseguem detectar algum tipo de problema que você tem. Você percebe que com a base de dados muito grande, uma quantidade de informações que ele vem assimilado o seu corpo através do monitoramento. Ele vai poder substituir o que é arame medicinal. Ou seja, não vai precisar ir ao médico, fazer o exame, ir lá. Ou seja, imagine que esse tipo de inteligência artificial, ele vai ser capaz de substituir uma larga medida o que hoje são serviços medicinais e que muitas vezes, por conta do seu curso, etc., dificuldade, gerar profissionais tão qualificados, etc., etc., você acaba dificultando a uma quantidade enorme de pessoas no Brasil e no mundo de ter um tratamento digno, de ter um tratamento correto. E aí, a gente poderia pensar, "Poxa, isso é bom para a sociedade?" Foi muito, é muito bom, é esplensoroso, mas aí, muitas pessoas já vão contra a porra. Olha, e a classe dos médicos, o que eles vão fazer? Eles vão poder lidar com as coisas que eles têm que mexer com fissão cirurgia, alguma coisa assim, mas veja bem, daqui a pouco cirurgia, também não vai pensar tanto, não é um apoio assim, vai ter um robô, ou ter isso, claro que você é mais difícil, porque fazer um robô é muito cara, etc., etc., mas você percebe que as pessoas vão começar a pensar assim, olha, mas isso vai sacrificar essa classe. Aliás, uma classe bem complexa, assim, bem complicada na média, mas enfim, não é todo mundo também, então, vamos saudar que os médicos, os médicos, médicos dignos, eu quero que seja uma maioria. Mas aqui no Brasil, no tempo do Covid, deu um desgosto, assim, teve desde os heróis até os vilões, dentro da mesma classe, ficou um pouco confuso. Vamos lá, você percebe que seria interessante o que? Isso é aquele médico, ele foi o dia ou menos assim, a inteligência artificial, o substituiu, se ele tivesse outra ocupação para exercer, em que ele fosse ter um trabalho digno, o trabalho correto, o trabalho coerente, o trabalho que ele fosse bem remunerado, se não seria o problema, o problema acontece quando ele hoje, se ele sair dessa função, é provar, porque ele vai, você abre, você é abandonado pela sociedade, vai ficar estado precário, vai perder aquele estado social, que ele tinha, o que possija aí outro problema, ter estados, trabalhadores intercícum, estados e tal, ou seja, ele vai se tornar um qualquer, ele vai ser um abandonado para a sociedade, esse próprio médico vai querer, ele vai observar, esse avanço tecnológico de maneira horrível, ele vai querer ser putado, ele vai querer paralisá-lo, ele vai querer atuar como ludista. Enquanto que na verdade, isso é para a sociedade como um todo, um grande avanço. Então, assim, na medida que você não provei os médicos para que ela pessoa que está ali, exercendo ativiatividade, ela possa ser outra ou, por exemplo, de poderes e o seguinte, olha, se os médicos estão precisando trabalhar menos, porque estão com o círrio da inteligência artificial, a gente vai, ao invés de demitir o monte, eles podem trabalhar menos, eles podem ter um acagorar, né menor? Não, isso que vai acontecer não. Faltamente, em algum momento, vai ter esse choque, entendeu? Isso ocorre em todas as outras categorias também, isso porque, porque o sistema capitalista ele é movido pelo antítus, ele é movido com uma contradição interna, da qual ele não consegue escapar. Marx volta a detalhar nesse livro aqui, o fato de que as fuzões, as concentrações de capitalis iriam ocorrer e é algo que nós já tratamos aqui nos outros vídeos, e vamos só reiterar, né, que é extremamente lesivo para o trabalhador, né, porque imagina você tentar concorrer com uma mega empresa de fuz.
com seu ganho de escala, com seu ganho de produtividade, você vai estar ali o da ficar com o trago olhias, você vem tendo na lita e tentando vender na sua loja 10, 25, 100 produtos, em uma loja que é pequena e quando o cara lá está vendendo 10,000, 20,000 produtos e portanto pode cobrar um preço muito menor, porque o lucro que ele tem que ter por cada peça é muito menor do que o seu. Ou seja, essa mega consideração dessas fusões que aliás na empresa bulgueza atualmente são visos com coisas muito legais, muito interessantes, muito benéficas, quando na verdade elas são lesivas para o trabalhador comum e marque já previsto que isso aconteceu e se mostrou perempotoramente correto. O Max detalhe aqui no livro 3 também, manda bem bem específica a concorrência entre capitalistas, porque no livro 1 e no livro 2 ele fala muito da concorrência entre capital e trabalho, mas aquele fala muito entre capitalista, entre setores diversos, entre capital produtivo e capital especulativa, de voltar isso aqui um pouquinho ainda, ou seja, Max esmiusa essa concorrência entre capitalistas aqui e é até interessante a gente detalhear isso porque o Max, ele é o grande teórico do capitalismo, Max não elaborou uma sociedade comunista e com o isco aquilo deveria desenvolver isso, aquilo como se fosse lá a República de Platão, a utopia de São Tomás Moros, com sua ilha de topos ou com a cidade do Sol de Tomás Campanela, você fica elaborando aquela série de ideias de tópicos, a sociedade deveria ser assim, deveria ser assado, Max não, Max analisa, ele me usa, ele decodifica a sociedade atual, a sociedade capitalista que nós vivemos. Max também trata aqui da superprodução, como já reinterrei, é um problema que aconteceu na época dele, aconteceu depois da época dele, a crise com a superprodução do café, foi um caso clássico aqui, o corrido aqui no Brasil, mas hoje parece um problema menos grave, ele reitera aqui na produção que se gera valor, que na circulação dos produtos não se gera valor, na verdade é o contrário, se gera só uma espécie de contravalor, ou seja, se você coloca qualquer tipo de óbice, é difícil para desenvolver o produto, é difícil para transportar, é difícil para, sabe, ele chegar da produção até o consumidor final, você está gerando só um contrário valor, seja, se está encarecendo o produto, em nenhum momento você está gerando valor, algo que o Max já havia destacado no manifesto comunista, e nos grondris que já tem vídeo aqui no canal, que é o fato de que, o sistema capitalista sempre que ele se depara com sistemas antecedentes de produção, aqueles em que os produtores eram detentores do meio de produção, ele acaba suplantando, somando a produtividade, com seus ganhos de escala, etc, ou seja, o capitalista bateu com sistemas antecedentes, com um indiano, chinês, etc, ele acaba devastando tudo, é o que ele já havia tratado a reitera nessas obras e aqui ele volta a ele esmerçando agregando novos argumentos. Max, como eu disse, fica tratando aqui nesse livro de maneira mais específica da briga entre os capitalistas, ele vai destacar o seguinte, que o trabalhador, ele gera mais valor, esse mais valor, ele é aqui o aado, pelo seu explorador direto, vamos dizer assim, que é um capitalista na média, com o capitalista produtivo, não sei, a gente está gerando valor ali, mas esse capitalista aqui é um bom processo empresário, como é descrito aqui atualmente hoje, ele vai ter seus óbices em cima também, então os impostos, e tem, por exemplo, o capitalista monetária, aquele que vai emprestar a dinheiro a ele, esse capitalista monetária, ele não gera valor, que gera valor é o trabalhador desse capitalista produtivo, esse capitalista produtivo, e esse capitalista monetária, esse rentista, eles vão na média estar brigando entre si, em uma relação de aléctrica, em uma relação de aléctrica bem contradi história, né, porque às vezes 1 é ter mais importância, às vezes 1 está aqui andando mais, às vezes 1 é normal que os capitalistas produtivos, eles têm uma parte do capital de si mesmo, não sei, ele tem uma parte de dinheiro, mas ele vai lá mercado financeiro, vai lá no banco, ele vai pegar um pouco de capital emprestado para dar a vazão, a sua necessidade imprindenora, e aí começa a guerra, e ali está todo mundo querendo nessa briga de leões, ou para utilizar uma inspiração que certamente o Luís Callos Presses utilizou em uma briga sem mocinhas, de todo mundo, esse lucro que vai para o capital especulativo, que vai para o capital monetário, que vai para esse banco, para esse rentista que emprestou o dinheiro, ele se ossifica, se autonomiza, descapital produtivo, mas ele é o reundo da exploração do trabalhador desse capital produtivo, isso não pode ser esquecido nenhum momento. Mesmo que aqui esteja o capital produtivo, o capital monetário brigando entre si, lá na ponta que está sendo desfolado, é o trabalhador do capital produtivo. E esse trabalhador vai gerar valor, enquanto o trabalhador do capital monetário, cuja exemplo clássico é o bancário, esse vai até gerar lucro para o seu patrimon, e vai gerar bastante, mas não vai gerar valor ao longo desse processo. E assim, existe uma confusão generalizada, não é marco para destacar aqui, que esse capital monetário, esse que impreça dinheiro, que já existe ali, ele vai terá, né? Muito, muito antes do sistema capitalista já havia essa figura do zirário, do pressamismo, da jota, que impreça dinheiro, que vai depois ficar ali, aqui um ano, perturbando, se o gando o sangue das pessoas, se o gando o seu gando das países, etc. Mas ele vai dizer, nesse sistema capitalista, muitas pessoas vão acabar entendendo que esse é o portador do capital, como se o capital produtivo não fosse um capital também, mesmo que eles se aplicaram em doces, e não, só a empresa, etc. Como o maquinário, como as instalações que eles possuem, não, aquele capital também, e o capital monetário também, outro tipo de capital, que eventualmente estão em guerra mais ou menos a serba mais ou menos agressiva entre si. Já tem vídeo aqui no canal sobre o livro do Prof. Lásslaud do Bo, a era do capital improductivo, que inquisevam, dizem, análise um pouco mais pormenurizada, em relação ao tempo histórico atual que a gente vive, dá uma olhadinha lá. Os três selecionados desses livros e reitérios estarão aqui embaixo no box de fogo, não se faz também. Eu recomendo bastante, porque há várias pepitas de ouro lá, são ter esses muito, muito importantes. E ele vai destacar, né? Até mesmo, se os capitalistas produtivos, eles não tiverem a necessidade de pegar dinheiro com os capitalistas monetários, ainda assim, eles vão enfrentar a classe desse capitalista monetário enquanto tal. Eles vão enfrentar essa classe dos capitalistas monetários, dos entistas, né? Como uma categoria particular de capitalista, uma categoria específica de capitalistas. E o próprio capital monetário, como uma categoria independente de capital, e os juros, com uma forma autônoma, do mais valor correspondente a esse capital específico. O Marx vai destacar que os juros, eles são qualitativamente uma espécie de mais valor gerado pela propriedade em sido capital. Ou seja, eu tenho uma quantidade de capital, então por conta disso, eu já tenho que receber um pouco mais, como um desobramento, um juros, porque eu tenho esse capital. Diferentemente do processo do capital produtivo, que tem que ir lá na produção, seguindo aquele ciclo que nós destacamos nos outros vídeos do dinheiro, que se transforma em mercadoria, que vem a ser dinheiro majorado. De todo o modo, o Marx vai destacar, olha, esse capital, esse piculativo, ele tem um limite, porque por exemplo, digamos que todos os capitalistas produtivos, eles pudessem esterelizar o seu dinheiro, vender o que tem e aplicar. O que aconteceria nessa sociedade? Olha, não haveria como você emprestar esse dinheiro para que ele passar pelo ciclo da produção e que para que ele pudesse pagar esses juros. O Marx vai dizer, aconteceria uma maxima desvalorização desse capital monetário, porque ele teria um monte de se aplicado. Então assim, a forma como esses capitalistas, vão lutar entre si, que vai ganhar, a quem vai succionar mais recurso um do outro, é uma constante, uma obliga constante, que vai acompanhar o determinado tempo histórico. E a gente que vivem o Reginald Liberal, não precisa nem de detalhar nesse vídeo qual é que está ganhando. Se o capital rentista, o capital produtivo, basta ver as decisões do banco central nos últimos 30 anos, com rares, as decisões mantendo taxas juros muito, muito elevados, para a gente saber que está ganhando uma albutim e quem está pagando a conta. Aliás, quem está pagando a conta, em última instância, é sempre trabalhador. E o Marx vai dizer, o capital portador de juros tem como antagonista, não é trabalhador, ele tem como antagonista, o capital produtivo. Algo que muitos críticos dos regimos de neoliberais vão dizer hoje, no dia de hoje, como se tivessem fazer uma descoberta, falando uma novidade, mas Marx está escrevendo isso aqui a Mars de 150 anos. Esse livro foi lançado um pouco depois, mas o tempo histórico Marx escreveu mesmo, já é data de Marx 150 anos, Marx destacando essas características que algumas pessoas julgam, que é uma característica do regime neoliberal, que na verdade tanto que está escrito aqui. Marx destaca, o capital portador de juros é o capital como propriedade, emquanto o capital produtivo, uma espécie de capital como função, ou seja, produzindo algo, elaborando algo, gerando algo para a sociedade. O interessante é que uma coisa que o Marx não viu são salvamentos que os governos ao longo de vários países fazem e fizeram desses capitalistas monetários, desses rentistas, esses especuladores, uma das raras coisas que não está aqui no livro dele. Uma coisa vamos dizer assim, para a vorosa, foram graças bilhões, eventualmente até mais trilhões de dólares ao longo dos anos para salvar esses especuladores, para salvar esse capital monetário. Porque assim, quando eles têm lucro, lucro é deles. Quando eles têm problemas, quando eles têm dificuldades, aí não, aí deve ser socializado, e as pessoas, todos contribuentes devem pagar pelo prejuízo que eles teriam, que eles são o Tio Big Tiofeio, ou seja, grandes demais para quebrar, que se não haveria riscos de sistemas, que não ficaria tudo pior, ou seja, sempre vir uma ladainha contada pela imprensa, referendada pelos políticos, pelos judiciários, etc., que a população como todo deve salvar esses bancos. Isso aconteceu aqui em Brasil também, no governo Fernando Henand Henrik Cardoso, governo que eu já já tinha um pouquinho no vídeo sobre o livro Brasil privatizado, mas algo que é o ninho que é aqui muito no assunto, foi o proé. O programa é lá de salvamento do Dibancus, que não é para falar que a dívida pública brasileira era ficar uma lienta e cinquência, tema, eventualmente com as pessoas de 100 bilhões de reais, vamos dizer, seria sem o governo gastar na época 35 bilhões de reais, ou seja, mais de um texto do valor da dívida, no prepióides e pós, para salvar banco. Deu dinheiro para banco. E hoje a dívida pública se catapultou, se ela tivesse gastado esse dinheiro, como proé lá na época, a dívida pública brasileira hoje seria muito menor. E quando a gente diz que a dívida pública é muito grande, e fica a dizer que nós, aqui contribuentes, a maioria das pessoas, temos uma dívida com essas pessoas que são os ricos de nossa sociedade, já que o governo produz dinheiro. Então somos só as pessoas mais humildas que devem as pessoas mais ricas. Vê esse caminho, vamos dizer assim que é o governo, porque aliás, é uma coisa bastante comum, que dos governos liberais capitalistas como um todo, que preferem ao invés de tributar os mais ricos e de lidar com eles. E sobre essa relação do capital rentista, o capital especulativo, esse que vive de juros, o marketing vai escrever coisas que são muito, muito interessantes, especialmente aqui entre as páginas 441 e 440.
em 143 eu vou ler aqui alguns três. É no capital portador de juros que a relação capitalista assume sua forma mais exterior e mais fetchista. Aqui deparamos com dinheiro se tornando dinheiro mais jornado, dinheiro que engendra mais dinheiro, valor que valoriza si mesmo, sem o processo mediador entre os dois extremos. Ou seja, sim é aquele processo de dinheiro que se nas forma mercadoria, que depois vem a ser dinheiro mais jornada que nós explicamos em outros vídeos. Ou seja, dinheiro que gera mais dinheiro, é a fórmula geral e originaire do capital condensada de moda absurdo. Ou seja, sem passar pelo processo da fabricação, sem passar pelo processo da mercadoria. O capital aparece como fonte misteriosa e autocriador de juros, de seu próprio incremento. A coisa, dinheiro, mercadoria, valor é por si só a capital e o capital aparece como simples coisa. O resultado do processo inteiro de reprodução aparece como a qualidade inerente, uma coisa material, depende da vontade do possuidor do dinheiro, isto é da mercadoria em sua forma constantemente mutável se ele irá desembulsá-lo como dinheiro ou alugar-lo como capital. No capital portador de juros, por tanto, produz-se em toda sua pureza esse fetiche automático do valor que se valoriza si mesmo, do dinheiro que gera dinheiro, mas que ao assumir esta forma não traz mais nenhuma cicatriz de seu nascimento. A relação social é consumada como relação de uma coisa, o dinheiro consigo mesmo. Em vez da transformação real do dinheiro em capital, aqui se mostra apenas sua forma vazia de conteúdo. Assim, criava a valor torna-se uma qualidade do dinheiro tanto quanto dar peras, é uma qualidade da pereira. É interessante marxize de sacar isso aqui porque algo a gente escuta recorrentemente, que entendia o dinheiro faz dinheiro. Ou seja, como se tivesse uma relação sexual entre uma sétula do dinheiro entre o outro e produzir o outro como é que assim? Não, o dinheiro não produz dinheiro no meu caro. Para que esse dinheiro esteja rendendo, precisa passar por alguém pelo processo de produção e isso acaba ficando oculto muitas vezes, como se o dinheiro gera como? Ficou quando lá, aquela ação subiu, mas como é que aquela ação subiu? O que que fez aquela ação subiu? O que que aconteceu aqui na produção real? Se você acaba descolando uma coisa da outra daqui a pouco vem a crise, como diz Daniel Bessair, quando se traz, eventualmente as coisas que haviam ido para o mundo real, para o mundo delirante, para o mundo real, volta aqui, aquilo que é vez se desconeitado aqui, que é ver virado algo mais ou menos idílico, volta aqui para o mundo real e passa ter uma coerência maior entre a produção e as suas relações mercadorológicas correspondentes. Mas aí voltando a parte que o Max está descrevendo aqui. Também isso aparece invertido aqui. Enquanto os juros são somente uma parte do lucro, isto é, do mais valor que o capitalista ativa. A arranca do trabalhador, agora os juros aparecem ao contrário, como o verdadeiro fruto do capital, como o originário, ao passo que o lucro, transfigurado, enganho empresarial, aparece como simples, acessório e ingrediente adicionado no processo de reprodução. Aqui, se completam a forma fetixista do capital e a ideia do fetixismo do capital. E dinheiro que se transforma em dinheiro mais jornado, temos a forma mais sem conceito do capital, a inversão e a coisificação das relações de produção elevadas a a máxima potência. A forma simples do capital, como o capital portador de juros, na qual ele é pressuposto a seu próprio processo de reprodução, a capacidade do dinheiro, ou conforme o caso, da mercadoria de valorizar seu próprio valor independentemente da reprodução eis a mistificação capitalista em sua forma mais descarada. E aqui o Max vai dizer, como se o capital fez esse amor consigo próprio, como se ele tivesse gráfico, ele tivesse prende outras cédulas, como se ele conseguisse reproduzir automaticamente, não é assim. Essa forma muito mistificada e que já está denunciada por ele, eu reiter a Marte 150 anos. E é por isso que existe um problema muito grave quando a esquerda liberal, como aqui no Brasil, esse aspecto ali é muito bem representado, já está aqui no vídeo 2 pelo Sirista, como Sir Gomes que faz essa denúncia, se é vinculado no liberalismo, a ele é a esquerda liberal como um todo, que sabe a gente chama de desenvolvimentista, de que nesse ano social democrata, etc., eles vão ter um problema, eles vão achar que essa problemática do capital especulativo, onde assim, succionar energia demasiado do capital produtivo, ela está vinculada no liberalismo, isso não é verdade, mas também os trechos que acabei de ser aqui agora, são trechos que data no rei terro de Marte 150 anos. Ou seja, existe um problema entrisco ao capitalismo de que o capital especulativo vai succionar energia do capital produtivo, isso não é vinculado ao tempo histórico, o que a gente vive apenas, se já é a data de muito, basta ver que estou citando trecho, então isso tem uma dificuldade assim, enorme reconhecer esse fato, né? Em outra passagem aqui na página 449, o Max vai descrever o seguinte, é no capital portador de juros que aparece consumada a ideia do fetiste do capital, a ideia que atribui ao produto acumulado do trabalho e, além disso, fixado como dinheiro, a capacidade de criar mais valor em progressão geométrica por meio de uma misteriosa qualidade nata como por automato, o produto do trabalho pretérito, o próprio trabalho pretérito está aqui, em si mesmo, prene de um fragmento de mais trabalho vivo, presente ao futuro. É muito interessante a sociedade prene de grave no trabalho futuro, realmente brilhante. E assim, o sistema de crédito, esse sistema monetário é preciso destacar, ele também desenvolve o sistema capitalista, quando se impresso dinheiro tem ter crédito, é uma condição indispensável, a condição é sinicodon para que as forças produtivas consigo se desenvolver. A questão, como nós já destacamos, aqui, a interna que a indicação do livro do Aérea do Capital Imprudutivo do Profissual do Aldo Boa é que, por exemplo, digamos que você impreche o dinheiro, vamos dizer assim, há três por cento ao ano para um capitalista produtivo, ele vai lá, vai conseguir produzir, vai ter o lucro dele, ele vai conseguir ter um lucro próprio e devolver o dinheiro para esse capitalista monetário, que vai ter o seu lucro e ele vai pegar mais dinheiro para ter e vai o ciclo de economia que vamos dizer que ele teve 12% de rendimento e ele pagou três de juros, então ele teve ali o 9 dele, a fora imposta, etc, etc. Então os dois conseguiram se encaminhar, porém, nem sempre vai ser três e nove, como eu acabei de escrever aqui, pode eventualmente ser o investo, pode eventualmente ser tão grande, a sucção de energia é tão grande, se acaba quebrando esse capital produtivo aqui, e o máquina de escrever aqui nas páginas 499, que é uma coisa bem interessante, vou ler aqui. O crédito acelero do desenvolvimento material das forças produtivas e a instaração do mercado mundial, que por constituir em as bases da nova forma de produção, tem de ser desenvolvidos até um certo nível como tarefa histórica do modo de produção capitalista. O crédito acelerar ao mesmo tempo as erypções violentas dessa contradição, as crises e, com elas, os elementos da dissolução do antigo modo de produção. Tais são as duas características intrícicas ao sistema de crédito, por um lado ele desenvolve a amola propulsora da produção capitalista, o erypx meto mediante a exploração do trabalho alheio, até converte-los no mais por colossal sistema de jogo fraud e limitar cada vez mais o número dos poucos indivíduos que exploram a riqueza social. Proto lado estabelece a forma de transição para um novo modo de produção. Essa é doplicidade que confere as principais portavós de crédito de low Isaac Pereira, o agradável caráter híbrido, devigaristas e profetas. É interessante que o David Harvey em um dos seus lidos vai destacar que cada vez mais parecidos com vigoristas que como profetas. E eu vou reiterar, parece quando Marx está fazendo essa crítica, que ele está criticando o sistema neoliberal, mas essa não é uma cara que interítica do sistema neoliberal. É uma cara terítica do sistema capitalista. É preciso deixar isso bem claro, porque a esquerda liberal vai ter muita dificuldade de reconhecer isso, mas é muito mesmo. O outro aspecto Marx vai destacar aqui, é que nesse jogo, vamos assim, acaba se destruindo, se aniquilando a idêdica, o capitalista enriquece por conta do seu próprio profissor e por conta do seu próprio capital. Por quê? Porque o seu profissor, na verdade, porque ele explora o trabalho ali, só por isso ele enriquece. Ninguém enriquece sem explorar o trabalho ali. Você pega uma insensão, alguém ganhou, não sei lá, navega, senão, tudo bem. Então a insensão confie mais rápido. As pessoas só enriquecem, não quer dizer que ele vai, a sua renda não, mas enriquece, só se enriquece explorando o trabalho ali. Ou seja, não enriquece com o fruto do próprio trabalho. E também, además, não é com o fruto do próprio capital, porque atualmente vão utilizar do capital ali, e vamos pegar um dinheiro emprestado. Ou seja, a pessoa enriquece com o fruto da exploração do trabalho ali e do capital monetário que ele pegou em pressado com o outro. Esse é o xiz da questão, e não como a mistificação vulgada, a bulguesia, que é a dizer que foi a através do próprio esforço que a pessoa cresceu, empreendede, etc., etc. Mas assim, as pessoas só enriquecem, reitar, explorando o trabalho ali. E claro, eu dei um exemplo aqui do capitalista que enriqueceu pegando o dinheiro emprestado ali, mas pode acontecer o inverso. Ele ficar ali, padecendo, ele ficar ali patinando enquanto ele está enriquecendo o capitalista monetário. Na página 605, o Marx vai descrever uma coisa muito legal também. O sistema de crédito cujo núcleo são supostos bancos nacionales e grandes prestamistas, e os horários de dinheiro a seu redor constituem uma enorme centralização e confere a essa clases para a atória um poder fabuloso. Não só de desimar periódicamente os capitalistas industriais, mas de intervida a maneira mais perigosa na produção real, da qual esse bando não sabe absolutamente nada e com a qual não tem nenhuma relação. Bem, parece que o Marx está descrevendo nosso tempestório virtual mesmo, assim, para a gente com o caso brasileiro aqui, dos três patetos aí, do problema com os americanos, etc., aliás, que são os predadores, né, vendo todas as empresas e com essa ideia de aumentar a quantidade de dividendos, fazer uma forçada, vamos dizer assim, na subida do preço das ações, aí eles sacrificam o futuro de médio, longo prazo das empresas, para que tem esse ganho, vamos dizer assim, nesse momento histórico agora, aí mas ele já saiu, já for o pra outro, deixar a bomba lá pra trás, e se muito, muito, muito corrente nos dias de hoje, ele já havia sido pronunciado aqui pelo Marx. Para quem quiser mais a profundada sobre esse tópico específico, eu recomendo o sereste do livro aqui embaixo, "Criso do Neoliberalismo", dos economistas franceses, "Gerardo Menil e Domeniclevi". O Marx está destacar aqui também uma coisa interessante, que é o fato de desde lado, período da Roma Antiga, quando vamos dizer assim, havia um problema qualquer, qualquer pessoa, dificuldade econômica,
O que a pessoa tivesse vivendo? Onde essa é uma vaca dela morreu? Caramba, para recuperar isso era uma coisa quase impossível, né? Então chegava ali o prestamista, chegava ali o zurário, eu tomo aqui o dinheiro, né? Prec aqui o impréstimo, né? E o que aconteceu? Muitas vezes era o quê? A pessoa não conseguia pagar. A gente tinha perdido ali sua ferramenta de subsistencia, né? Então o que restava ela? Às vezes tinha que vender os filhos, às vezes tinha que vender esse próprio escravo. Nesse período histórico ainda, né? Dos antiga Roma. Tem vídeo, vários vídeos aqui no canal, olha aí, se cobera aqui nos casos, se não será aqui no box de informações e deixa logo o link com o playlist dos livros de história, ali sobre idade média, sobre a antigüidade romana, etc. Mas aí o que acontece? Os patristas romanos e um lá entrava numa guerra, os plebios eram conscritos, tinha que acabar com o seu modo de produção, né? Até então, resistente, que eles eram obrigados aí a guerra, chegar a vila na guerra, tinham perdido ali sua fonte de subsistencia, aí chegaram os patristas, olha, eu tomo aqui, eu tinha o presto dinheiro, tá aqui o seu cobre, né? Eles não queriam aquilo, eles queriam produz pelos quais eles estavam trabalhando regularmente. Mas eles eram obrigados a entrar em guerra, podia até conseguir eventualmente algum saco, e tal, mas o saco é eventualmente dividido, mas nem sempre era bem sucedido, porque aconteceu muitas vezes que essas pessoas voltavam em dividas, e eu entra ali na espiral da dívida eterna. O genre da entidade média com Carlos Wagner, é acontecer a mesma coisa, porque ao invés de se tornar escravos, as pessoas eram obrigados a se vender como servos. E nós que vivemos aqui no período histórico atual do Brasil, nesse momento eu estou gravando o vídeo aqui, o Brasil tem cerca de 220 milhões de habitantes, por que menos 70 milhões de desses habitantes são crianças e jovens, ou seja, não tem nem capacidade de se endividar, ainda não tem conta bancária, etc. Então, do 150 milhões restantes, nós temos 70 milhões brasileiros que estão com o nome sujo no serasa, que aliás é uma empresa, né? Bom dizer isso, né? O coisa do governo não, eu ou tenho empresas que não é dinheiro também em cima disso. Ou seja, a cada dois adultos que pode se endividar, um está endividado. Se você considerar que muitas vezes, por ó, na casa verá mais de um adulto, você vai considerar que boa parte, aí em mesa, melhorida das casas brasileiras, estão com o nome sujo. Na situação caotica, quando você entra nessa espiral da dívida, nessa espiral de juros e quem ganha com isso é esse capital especulativo aqui denunciado, você observa como é difícil sair dele. É algo que nós vivemos aqui e muito, muito bem denunciado pelo MAX, e ter um livro de MAX 150 anos. MAX também vai destacar aqui que é raiz última de todas as crises, é a restrição ao consumo das masses em relação ao ímpito da produção capitalista. Ou seja, esse descolamento de que você quer produzir mais produtos, não tem gente com dinheiro suficiente para comprar-los. Essa é a contrarição intrínseca que nós já falamos aqui que existe no sistema capitalista. Ela acha que ele fala aqui em relação ao momento mais de superprodução, mas na verdade, se a gente for uma lupa na história, é um problema recorrente mesmo. Mesmo que hoje derivada de outras circunstâncias, MAX vai até estar aqui no livro da santíssima atridade do capitalismo, ou seja, salário, lucro e renda, algo que nós estamos detalhando aqui, ou o trabalho capital e terra, com a dele que termo. A gente pode dizer hoje, recursos naturais, de maneira mais genérica. É interessante, nós até falamos aqui um pouquinho nisso do vídeo, MAX tratava às vezes da lei, da regras, no livro 1 e 2, e no 3, ele trata da exceção. Uma exceção que ele põe aqui nessa questão de preço e valor do preço, a relação com o valor do trabalho social, ele vai destacar. Mas por exemplo, em um vinho, porque às vezes o vinho vai exercer de uma mesma quantidade de trabalho social, mas vai ver a lá aquela que é a melhor terra, aquela que choveu melhor, aquela que tem uma fama maior, ou seja, a fatores que não estão vinculados exatamente ao trabalho social. Ele agrega outros exemplos, a peças de antiguidade, por exemplo. Olha, você tem um vaso lá de 3 mil anos atrás, um vaso que estava lá em Pompeia, no momento da erupção, ou um vaso lá, de Egito. O trabalho social gasta para fabricar aquele vaso, não tem um vínculo direto em relação ao valor que ele tem hoje no mercado. O mesmo que você dá com uma obra de "ah, tchau, a pessoa gasta, tantos dias para fazer uma obra de arte". Ele é o lar do avinho, e se gastou tantos dias também, olha o preço das obras dele. Aqui se constituem as exceções que confemam a regra. Até há um exemplo clássico disso também, o valor que ela vai ter, sendo que ela não exigiu o trabalho social, nenhuma para existir daquela forma ali. Claro, quando pode ser, mas sempre que ele ter reino, que já foi escalavrada, que ele ter reino, que já foi trabalhado, não é isso o caso que eu estou dizendo. A terra pela terra já tem um valor, dependemente se tenha mais rios, ou tenha mais água, porque qualquer pessoa que vai trabalhar com agricultura sabe, você tem que ele tenha renda ali, tem água, nele, tem uma fonte nele, ele vale muito mais. Mas só o fato de até resistir, está em um localidade melhor, tem mais gente ao redor, ela já tem o valor, e eventualmente o valor muito alto. Terrenzo, em grande cidade, costuma fortuna. E existe aqui nos livros daquelas frases brilhantes, já já tenta descrever no livro no vídeo 1, um monte de tá aqui, numa frase, tá aqui nesse terceiro livro, quando ele afirma, por exemplo, toda a ciência seria superfula, se a forma de manifestação, e a essência das coisas coincidicem imediatamente. Hou numa nota aqui na página 1916, "Aindogente boa vontade em descobrir no mundo burgues, o melhor dos mundos possíveis, substituir na economia vulgar, todas as exigências do amor a verdade e do impuls a apesquisa científica." Bem, ele fez aqui o resumo da nossa imprensa econômica, exatamente isso aqui, sem tirar nem por. Assim, acho que como vem, feita esse balanço mínimo aqui sobre o livro, fazer um balanço um pouquinho maior sobre o Max, sobre os 3 livros do Max, aquilo que ele acertou bem, bem cheia, aquilo que nós julgamos que eu fucro assim, do seu trabalho. Primeiro assim, é muito destacar que a concentração e centralização de capitalista que o Max pre-enunciar foi um acerto assim brutal, sabe, ele acertou em cheio, a concentração enorme, já descrevemos isso aqui no vídeo 1, sobre a concentração lá do Sobrecante de Atomove, e lá da Europa, então assim, foi um acerto pleno dele, outra aspecto que ele destaca, que a veia sempre crise no sistema capitalista, que basta saber que nós estamos aqui agora, ainda na decorrência das crises do ano de 2008, 2009, a gente não largou delas, a gente nós fomos olhar as crises do sistema capitalista 1935, 1929 com o crédito da bolsa de valores, as crises do petróleo, ou seja, uma série, uma série, uma série muito grande de crises reiteradas pelo próprio sistema. E fora as nossas aqui, fora asquelas menores, as crises dos tia e gris asiáticos, a crise do México, a crise da rua, o crise do Brasil, ou seja, da Argentina, na verdade, vocês são tantas crises que acompanham o sistema capitalista, que a gente pode viver que a gente quase vive em crise, isso já foi aprenunciado pelo Marx, porque o próprio sistema, ele tem contradições intrínsecas, hoje é coisa que ele vai denunciar aqui, é o fato de assim, é a naquia da produção, ou seja, não há uma conscientização, não um projeto, não um plano, é simplesmente cada um fazendo possível, que acha que é melhor, é no aluno de contatos contratores, vamos dizer assim, a veria necessidade agora aqui, se construiu a escola, a pessoa pensa, não, não, mas aqui a academia vai dar mais dinheiro, eu coloquei ainda isso, então eu vou ter aqui uma academia, vamos dizer seria mais necessário fazer um tipo de produto que fosse nutritivo, que foi saudável, que não fosse tão caro, ah não cara, eu vou produzir aqui o que tiver mais gordura, eu nunca nem sabia, vai ter que ser mais sabor, eu quero vender esse produto, ganhar dinheiro em cima, ou seja, nunca é focado, não interesse da sociedade, e sim apenas na geração de mais valor, produzindo-se e saber, o Deus do Ará, isso é antagônico ao desenvolvimento da sociedade como um todo, mesmo que seja benéfico, para um ou outro membro dessa mesma sociedade, outra aspecto Marx de estáca, e é verdade, né, é a miséria arrenante nesse sistema, né, porque o sistema capitalista, ele é fundamentado na necessidade da miséria, existe a necessidade, daquela pessoa que está passando fome, que pressiona ali, aquela pessoa que ganha um pouquinho melhor, que está ali vendo de bico, que estava vivendo em estado de insegurança alimentar, que nem sempre se alimenta, nem sempre se alimenta de carne, e essa pessoa pressiona ali, aquela pessoa que tem um salário mesmo, está ali numa classe média baixo, que possui pressiona, sabe, e assim vai indo, né, você que me escuta aqui da tarde uma tela, se você trabalha, às vezes você vai reconhecer, que por menor que seja o seu salário, por mais que ele seja insuficiente, mas que ele seja injusto, você vai reconhecer que às vezes vai ter gente, disposto a ganhar menos do que você ganha para fazer o seu trabalho, isso é uma característica entre riscos do sistema capitalista, porque ele vai sempre pressionando a partir de baixo, tendo como pressuposto à miséria, a miséria absoluta. Hoje, né, quando eu grave esse vídeo, varia o conforme. você for o tipo de sistema, e tudo mais na média, quando você vai valer os vários índice, dois terços da população mundial vive na pobreza. A quantidade de pessoas que passam no fome, é menor, claro, mas essa pobreza extrema, é uma pobreza absurda, mas dois terços da população como pobres, olha, é um sistema que fracasa, né, fracasa reto um bandemente, e algo que o março já havia denunciado aqui, e se mostrou verdadeiro. Essa contradição sistema, que também que nós já apontamos aqui, ou seja, você querer um consumo do que um poder de compra, e simultaneamente querer pagar uma nossa salário possível funcionários, é uma contradição que o março já havia apontado, e ela se mostrou plenamente verdadeira. É outra contradição com o capitalismo, e não consegue se dissociar. Outra aspecto do marque denunciar, é a alienação, é a reificação, é o fato de as mercadorias serem mais importantes do que o seu jeito histórico que isso que é produzir, e essa quebra, vamos dizer assim, não só do aspecto objetivo, mas também do subjetivo, né? algo que foi muito bem destacado, por exemplo, por PR e Dark Door, a Cristian Laval no livro "A Nova Ração do Mundo", ou no livro aqui de autorizm brasileiros, o neoliberalismo, como gestão do sofimento piscico, não vai acabar aqui nos casos, mas estará aqui no box de informação também. Aqui em que você sabe essa parte mais piscica, a forma como neoliberalismo flui, o capitalismo conseguite nele também, e estará lá, vocês podem recomendar bastante. Então, fazendo um balanço do terceiro livro do capital, eu destaquei que o primeiro livro do capital é o livro mais importante da história das cências humanos, o segundo livro, ouve aquela, vamos dizer, que ela quer, de novo, né? Esse terceiro livro é um espécie de meio termo. Sabe, é um livro que volta ali com as categorias, desdobras, decodificas, miúsa, ele é um livro mais preazeroso de se ler em relação, segundo o livro, que parece que a gente está além de uma bulo de remédio, então, esse é um livro mais fácil, fácil no sentido de prazer da leitura, não que seja propiamente muito fácil que o Marx escreve, mas não é um livro também mais árduo, mais difícil, não, fica aí no meio termo mesmo. É um livro assim com um bom senso muito grande, e um livro que não é desagradável de se ler, não. Deve destacar também a edição caprichada da Boitemp, uma bela tradução, uma capa bonita também, eles tiveram cuidado muito grande no trato com a obra, né, um esmero, então, assim, de revisão, etc. Então, eles estão de parabéns. Alias, gostei.
muito dessa capa aqui, um desenho muito bonito, eles mandaram até um poste com desenho, bem bem legal mesmo nesse navio, isso não está brincado e o Max observando, bem legal. E assim aproveitando aqui o momento, vou fazer tão uma parte para destacar um pouquinho a influência que o Max teve na minha própria trajetória intelectual, porque quando eu estava na minha adolescência eu queria ler o capital e na instituição que estudava não havia os volumes, a temperatura é muito boa e o tempo contribuiu para popularizar novamente esses livros, hoje nas mais variados, mas de qualquer maneira não teria dado certo, não tinha a condição intelectual nenhuma de entender o que estava escrito ali nos livros do capital, porque o Max tem isso, acho todos os grandes intelectuais, tem isso filosos e tal, porque quando você não conhece muito bem o contexto histórico generalizado na qual ele está escrevendo, você acha que é mais simples aquilo que ele está dizendo, do que de fato as ideias que ele está querendo passar. Então por exemplo, quando eu li a primeira vez o manifesto comunista, eu achei que eu tivesse entendido tudo e ele entendia boa parte, mas eu não podia compreender aquela primeira leitura, a riqueza de informações que o Max possuía, a riqueza categoriaal que ele tinha para proveir aquelas informações, ele estava muito certo no que dizia e para mim ele estava apenas desenvolvendo uma tese, fazendo uma espécie de ensai, o que não era o caso de maneira nenhuma, ele sabia muito para chegar aquela conclusão ali, eu gostava do tema da filosofia, então li a uma livre aqui, um livro ali, então li a niia de li a platão, li os lavagens ezo, eu fui lendo assim até que chegou um momento que falei algum dia eu vou querer ler o Max de maneira mais detida, mais menucioso, vou querer fazer um estudo mesmo, não quero fazer essa coisa tão solta, não aleatória como se fosse um livro aqui qualquer, se eu pego um livro aqui de literatura ou tal, eu vou trocar lá, não, eu quero fazer um estudo mesmo, sistemático. Algumas vezes voltava esse assunto, li uma coisa aqui, uma coisa colar, e aí me deparei com o texto que é muito comum do Lenin, ele destacava a importância de Max, de que havia estodado a economia política inglesa, a política francesa, a filosofia clássica alemã, a forma como lidar uma cinta e isso e transforma em algo novo, o fato de que Lenin também destacava a necessidade de se conhecer rego, para se comparem de plenamente Max, né, e quando você vai ler rego, ele está fazendo a crítica lá o Kant, ele não concosa com a ideia do Kant, que não é possível a cognosibilidade da realidade objetiva, enquanto Kant lá tinha que alheidei fenômeno, não seja a manifestação contingente, se sociava do número, que era essência, coisa em si, e que não era possível conhecer esse número, conhecer a essência das coisas, aí você vai estudar um pouquinho sobre Kant, ah não, aquele avança sobre os empiristas e racionalistas, ou seja, sobre David Hymn, Francis Bacon de Onlado, sobre racionalista, especialmente com René de Castro do outro, após que qualquer livro de filosofia mais básico, ele vai dizer que Kant promove essas cintas, né, quando você põe a luba, não promove cintas em nenhuma, né, porque vamos dizer que o racionalismo nos 80, 90% tem o empirismo 10, 20% no máximo, né, então há cintas meio torta aí, mas isso aí os livros não vão dizer, né, mas uma que é verdade é, então assim, ah, toda hora então tinha alguém, você estava sob alguém, você estava sob alguém, flam em que não está bom, é assim, então eu vou fazer uma pesquisa desde os primófes, então, e aí, sem saber direito, o pesquisando aqui, aqui ali, ah não, existe a coleção dos personadores, que começam aqueles autores bem, bem nada de antiguidade, expresso-cráticos, até aqueles que só existem pequenos fragmentos hoje, tal, fazem um desuudouque-sografia, tal, então peguei o livro desses expressos-cráticos, né, tratava lá, até que eles desde início lá de mileta, né, de tal e de mileta, na shimandro de mileta, na shimandro de mileta, seria que ele desde os primófes, né, era que ele do diaf, fez o parmenho de de eleia, demócrita de abidéria, etc., etc., aí depois chega nos inscritos de não discócritos, né, mas corre relacionados a sócritos, né, já que o próprio sócrit não escreveu, aí depois veio platando, depois vinha eles toteles, aí depois vinha um solto de eles romano, né, pecúrio, cícero, lucrício, cênica, macorélio, aí eu não matinha bem assim ao livro da coleção dos pensadores quando eu julgar, acho interessante, eu abri aqui, ler mais um, ler mais outro, e assim vindo, né, e aí no meio do caminho deu vontade de fazer o mestrado, já tinha graduação, aí também, lá, deu vontade de fazer a graduação, eu cabrei fazer uma graduação em filosofia, e mestrado em filosofia, isso aí, claro, implicou em estudo muito mais sistemático, muito mais minucioso, o filme do mestrado sobre o vinculante atologi da prosperidade, neoliberalismo, que ainda hoje se desdobre livro, estou estando para caramba, que ainda, e assim desse desobramento da edicensação em livro, entre edicensação, esteses e livros, eu li mais de 400 obras, então a segunda maneira é muito mais sistemática, é muito mais saudaciosa, um fechamento enorme, e tal, mas exigindo muito mais, e assim tudo isso foi decorrente dessa desejo de chegar até aqui agora, né, eu li os três livros do capital, seja uma volta, está muito mundo, né, e nesse meio do caminho, aprendi muito com muitos autores e também com Marx, né, e posso resumir que é um grande autolão estupendo, autor, ele realmente contribuiu muito, você consegue compreender bem o brilhantismo intelectual dele, a síntese que ele faz, de fato, a fala do Lenin é bem precisa mesmo, a forma como ele se apropia de rega, a forma como ele se apropia da economia política inglesa, notoriamente, deve de rica e a dance mit, a forma como ele transforma, ele se apropia ali, por exemplo, da ideia de luta de classe, como ele vai modificá-la, como ele vai discutir ali asquelas coisas próprias, sabe, alguns sensuals que ele tem a capacidade analítica, realmente é um grande autô, e eu vou reiterar, né, você não vai conseguir compreender a sociedade capitalista sem identificar, sem decodificar, sem compreender a obra de Marx, é uma obra indispensável de um grande grande, de um estupendo autô, e então assim, voltando, né, esse aqui eu achei um livro em relação aos outros dois, fica ali no meio termo, mas, naturalmente, esse meu veredito aqui foi apenas a minha singe e a alopinião, eu gostaria de saber a sua, se conhece o terceiro livro do capital do Karl Marx, conhece olhos livros, concordou com as ideias que eu expusa aqui tanto sobre o livro, quanto fazendo um balanço aqui em geral sobre o Marx, como é que eu vantar aqui embaixo, é isso, fóx abraço, beijo no coração, até a próxima, tchau, valeu!
Podcast Summary
Key Points:
O Livro 3 de "O Capital" foi editado por Engels a partir de materiais brutos e desorganizados de Marx, exigindo dez anos de trabalho.
Este volume é o mais antigo dos três, apesar de ser o terceiro na sequência, pois Marx priorizou a revisão dos primeiros.
O livro faz uma síntese entre o Livro 1 (produção) e o Livro 2 (circulação), abordando o processo global da produção capitalista.
Engels destaca a evolução histórica das trocas
Marx diferencia o capitalismo por duas características
O desenvolvimento tecnológico, em vez de reduzir a jornada de trabalho, é usado pelo capitalista para aumentar lucros, alienando o trabalhador.
Summary:
O Livro 3 de "O Capital", editado por Engels a partir de manuscritos precários de Marx, é uma síntese dos volumes anteriores, abordando o processo global da produção capitalista. Engels destaca que, historicamente, as comunidades primitivas trocavam produtos com base no tempo de trabalho social necessário, mas o dinheiro posteriormente ocultou essa relação. Marx define o capitalismo por duas características: a produção generalizada de mercadorias (onde trabalhadores livres vendem sua força de trabalho) e a busca incessante pelo mais-valor.
Isso leva à exploração e alienação, pois o desenvolvimento tecnológico, em vez de reduzir a jornada de trabalho para humanizar o indivíduo, é usado pelo capitalista para maximizar lucros, demitindo trabalhadores ou intensificando a exploração. O livro reforça a lei do valor-trabalho, mostrando como o capitalismo subordina as necessidades sociais ao acúmulo de capital.
FAQs
Engels teve um papel crucial, pois o material deixado por Marx estava em estado muito precário. Ele dedicou cerca de dez anos para organizar, dar ordem lógica e editar o livro, sendo considerado por alguns estudiosos quase um coautor da obra.
Marx publicou primeiro o Livro 1, trabalhou no Livro 2, mas deixou o material do Livro 3 para trás. Assim, o Livro 3 contém os escritos mais antigos, sendo uma síntese dos dois primeiros volumes.
Nas sociedades primitivas, as pessoas eram autossuficientes e conheciam o trabalho necessário para produzir cada item. A troca era baseada no tempo de trabalho social, e elas jamais aceitariam trocar oito horas de trabalho por uma.
O gado serviu como referência de valor para trocas entre comunidades, sendo usado para medir o valor de outros produtos, como feijão ou açúcar, com base no tempo de trabalho social necessário para produzi-los.
O dinheiro, ao servir como meio de troca, reserva de valor e unidade de conta, camufla que o valor real dos produtos deriva do trabalho social necessário para produzi-los, fazendo parecer que o dinheiro é a medida fundamental do valor.
A primeira é a produção de mercadorias para o mercado, onde o trabalhador vende sua força de trabalho por não possuir os meios de produção. A segunda é a busca incessante pelo mais-valor, ou seja, o lucro, em vez do benefício social.
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