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NR 01 - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

32m 33s

NR 01 - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Este episódio do Fundacentro Podcast discute as mudanças fundamentais trazidas pela nova Norma Regulamentadora nº 1 (NR1), com foco na introdução do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Os especialistas Renato Balboa e Deumar Trivelato explicam que a principal inovação é a ampliação da gestão para todos os riscos ocupacionais, superando a limitação anterior aos agentes ambientais. É enfatizada uma mudança conceitual vital: a diferenciação entre "perigo" (fonte potencial de dano) e "risco" (a probabilidade e severidade do dano materializar-se), sendo este último o alvo do gerenciamento. O processo é descrito como contínuo e dinâmico, envolvendo a identificação de perigos, avaliação e classificação dos riscos, e a elaboração de um plano de ação com medidas de controle e acompanhamento, consolidados em um inventário de riscos. Critica-se a visão anterior de programas como meros documentos estáticos, destacando-se a necessidade de integração às operações diárias e envolvimento dos trabalhadores. Por fim, são elencados os benefícios de uma implementação robusta, que vão além do cumprimento legal. Incluem a responsabilidade social, proteção da imagem institucional, melhoria do ambiente e da produtividade, fidelização de clientes e significativa redução de perdas financeiras e humanas, reforçando o PGR como um investimento estratégico para a sustentabilidade do negócio.

Transcription

4297 Words, 25211 Characters

Portuguese
[Música] Sejam bem-vindos ao Fundacentro Podcast. Um canal de comunicação para levar informações relevantes e de qualidade aos interessados em SEST. Olá, eu sou Deborah Santos do serviço de comunicação institucional da Fundacentro. Neste programa, vamos ouvir dois experientes profissionais da Fundacentro. No is Renato Balboa O Andrade, este mar da Cunha Trivelato, apresentando as considerações básicas e iniciais sobre a norma regulamentadora número 1. No is Renato é tecnologista da Fundacentro e atua no escritório avançado do Rio Grande do Sul. Suas principais áreas de interesse são a SEST para micro e pequenas empresas, sistemas de gestão em páquetos das nanotecnologias sobre a saúde e segurança no trabalho. Deumar é pesquisador da Fundacentro. Desivolve suas atividades no Centro Tecnico Nacional em São Paulo e participou do grupo de trabalho técnico para a Revisão da NR1. Olá, eu sou o do Is Renato. Hoje nesse podcast eu, em New Deumar, gostaríamos conversar com vocês. A nova NR1 estabelece o programa de gerenciamento de riscos. Olá, eu sou o Juma, o Trivelato e tive a oportunidade de trabalhar na ilaboração desse texto da NR1. Essas são as primeiras considerações que a gente fez sobre a NR1, mostrando a sua importância, os seus aspectos mais relevantes, entretanto, a sua ajuda é muito complexo e nós vamos ter outras oportunidades de aprofundar as aspectos que a gente julga, que são merecedoras de uma maior atenção. Então, não perca os trozos e pitórios próximos em contos que nós teremos aqui discutindo esse assunto. Então, Juma, porque é um especialista na área? O que que tu pordo nos dizer dessa nova legisoração? O que ela exige e o que mudou em relação à legislação anterior, se tinha? E eu tenho discutado, não, uma dúvida muito frequente, que a forma como a gente deve interpretar, qual a forma mais adequada de interpretar a NR1 e esse, e o GER, o programa de gerenciamento de riscos que é previsto, dentro dessa dono ativo. O que podia descorrer um pouco, explicar o pouco, o sistema, para gente? O que se tinha dentro do Ministério do Trabalho Imprego é a ideia de criar uma norma, que a gente chamaria de estruturante, provocar a toda gestão de saúde segurança. Isso já foi iniciado no passado, uma vez que se percebia que o PPI, que era um programa de prevenção de riscos ambientais, ele era limitado a gente químicos físicos e biológicos. Enquanto que na realidade você tem dentro das empresas, das organizações, e numiros riscos, as vezes o problema principal não são a gente químicos ou físicos ou biológicos, pode ser relacionados a citaintes, a questões ergonómicas, então essa foi a primeira questão, de ampliar esse processo de gerenciamento de riscos, englobando todos os riscos, acho que essa é a principal novidade. A segunda questão, Luís, de respeito, assim interpretar o que é um programa. Ao longo dos anos, me pareceu que as pessoas não entender o que é um programa, que programa é um conjunto de projetos ou atividades continuadas, que são articuladas entre si, para atingir o determinato fim. No nosso caso seria a prevenção de as cidades e doenças relacionadas ao trabalho, mas são a dificuldades articuladas. Acesse nosso portal www.gov.br/fundacentro e acompanhe as notícias e novidade sobre saúde e segurança no trabalho. Quando tu fala de programa, aquilo que vem passado está desprechirindo, mas, especificamente, ao PPRR. Que foi mal interpretado, o pessoal parece não ter compreendido justamente essa noção do que era o programa, e transformou aquela brigação legal, mas que poderia ser utilizada em termos de benefício, mas utilizou aqui simplesmente como documento. Parece que foi isso que aconteceu aí uma parte bastante grande das empresas. Exato, a ideia era de ter um programa naquela época, ou com o seu ídio de programa, e as pessoas tinham uma tradição de fazer lá. Hoje nós temos muito no Brasil lá, nos instauros da idade para caracterizar a insauros da idade. Hoje para atender as questões da Previdência Social, o LTK, de lá, o técnico das condições do aviante de trabalho. Então, o que acontece as pessoas achavam que esse programa era fazer um download, que retrata um determinado aumento, dizendo quais são os riscos. E depois, a sugestão de um plano de ação e se resumir nisso, um quarto que em programa, eles ijam o envolvimento dos responsáveis pelo estabelecimento, porque no dia a dia quem vai tocar as ações, de gerenciamento, são as pessoas que estão ali conduzindo o próprio processo de trabalho. E não, papel que fica lá, espanque. Quero às vezes, o pessoal renovava de Aniano, achando que, terminado, o ano ele tinha uma validade, e que depois você faria uma nova avaliação, um processo de vamos assim ao sal, os de Aniano. Quando, na realidade, a concepção de um programa de gerenciamento de riscos, ele é um programa continuo, né? Ele tem, a todo momento, a necessidade de fazer atualizações, mudanças, acocueiamento, porque a realidade do ambiente trabalha eletilâmica. Então, não faz sentido, por exemplo, apenas que um profissional de saúde segurança faça algum levantamento, algum lado. E se isso não está inserido dentro do gerenciamento de todas as questões que envolvam dentro de uma organização, né? Eu acho que essa principal mudança, né? Que eu vejo. O para a questão que eu vejo uma mudança é em relação a conceitos, né? Atidamente, você tinha, lá, a risco, esse referido na Aniano, é em nove, risco, são os agentes ambientais que devido as condições de exposição, pode causar danos, então, pessoal, falar, "A risco é o voido, o risco é a poeira tal, né? É a risco, são aqueles micro-organismo, não, isso não é risco, então, isso é algo que dá a origem ao risco, que dentro da literatura técnica se chama perigo, né? Então, o que tem o potencial de gerar uma situação ou uma determinada condição que pode sim causar a trans. Mas, risco é um pouco diferente, risco é, planta-se, da chance disso, tudo não morrer, qual é a probabilidade de que essa situação, essa condição possa, de fato, é geral, mas se diz, ou da origem é uma doença ocupacional, então essa mudança considera muito importante, porque o perigo eu não consigo gerenciar, o risco é algo que eu posso alterar um nível dele, eu posso ter um risco maior, um risco menor, por exemplo, seu trabalho com uma exploração elétrica, eu tenho a possibilidade de ter o condado, uma parte energizada, tem um choque alé, agora, a probabilidade disso da ir ao governo vai perder de como esse trabalho é realizado, quais as suas medidas preventivas estão, então risco é um poder mudar, em quatro que o perigo continua. Então, vamos ver se, se eu entendi direto, nós podemos ter um risco, nós não vamos conseguir ter risco sem ter perigo, mas é possível que existe a perigo sem haver risco. Sim, em aquel caso, quando não há exposição, aquele perigo que é intrusco, a situação, o problema é, do ponto de vista qualitativo, porque risco, a norma está definindo, risco com uma combinação da probabilidade da severidade de um morrião determinado dano, mas, quando o ponto de vista qualitativo, nós podemos dizer, olha, existe um perigo, como eu falei, pode ser um trabalho em altura, pode ser uma coheira, pode ser, uma atividade que exige um esforço físico em tesmo, então isso pode dar o ligno que adversos tem diversas consequências, agora, qual é a chance de isso acontecer, precisa ter pessoas expostas, que não há pessoas expostas, não há situação de risco, então na caracterização, qualitativa do risco, tem que me referir ao perigo, o que pode acontecer em tempos de eventos, exposições, e também quais são as consequências disso, e quem vai ser afetado por essas consequências, né? quais são os trabalhadores além de identificação? ficar em um dos outros fatores que podem afetar não só a probabilidade de eu conviver esse dano, como também é fatores que protegem o trabalhador ou protegem e que reduzem a chance de eu correr essa consequência negativa dentro do ambiente de trabalho. Então essa mudança conceitual é importante e às vezes nós notamos dificuldades das pessoas compreenderinhos, às vezes continuar usando a velha linguagem sem perceber que o ovo é uma mudança conceitual. Na central de conteúdo do nosso portal é possível acessar os cursos e eventos disponíveis ao público em geral. O que é o que é o inventário de riscos e depois o que é o plano de ação e como é que essas coisas têm que andar junto, qual é a responsabilidade que aquela pessoa que responde pela empresa tem em relação a isso, queria ver a sua escutatura, a sua opinião sobre isso. Então o evento é o inventário plano de ação de documentos que vai materializar de ver o nosso programa, não seja o único programa, mas primeiro a pessoa precisa entender o que é o processo de gerenciamento de riscos ocupacionais, o processo de gerenciamento de risco ocidental e não envolve algumas etapas, mesmo você identificar o livro, inicialmente identificar quais são as pontes que podem dar origem a consequências negativa. Fei identificação dos períodos, você não consegue fazer uma caracterização melhor dos riscos. Claro que a norma prevê que tem situações de riscos existentes, ou você identificou o período em uma situação que alguém está exposto que você já pode diretamente atotal na medida e resolveu problema. Por exemplo, uma coisa bem estímlida, certiva um objeto no meio da adorn de um patch ou de um área que está atrapalhando que as pessoas podem interoper deçar, eu não vou precisar colocar isso no programa, simplesmente vou lá e remover esse objeto, se tiver uma depressão, eu posso convidir aqui rapidamente, então ter uma série de apps, que é parte da identificação dos períodos, a situação é salta o ópio, ver se que eu posto tranquilamente a contato diretamente, uma medida de contato. O segundo passo é caracteriza esses riscos como eu falei para você do ponto de vista qualitativo, analisá-lo, e o destinar qual é o tamanho dos problemas em estímlido nível de risco. É um risco no atual, um risco no baixo, e que a norma não significada esse risco, o classificar ele para fim de prevenção. Não é essa é uma situação que é tranquila, basta manter o que existe, não, aqui é uma situação que vai exigir intervenção. basicamente a classificação dos riscos, a avaliação e a classificação dos riscos vai apontar onde a organização vai ter que fazer uma intervenção com o crepe. Então é identificado nessas necessidades de poucos vezes de riscos que não estão adequadamente de controlar os, não sei ver se fazer um plano para quem, esses riscos, inclusive, seja um contrôbaro só ter que odermente. Isso pode implicar pelas e granteis que já existe, que é muito a sua situação pode de agradar. Então a primeira coisa, se você vai ter que introduzir alguma nova medida ou se você vai ter que melhorar eventualmente algo mais extente que tem numa hiperfeição, isso claro tem que entrar dentro de um plurma de ação. Ao passo que o processo de identificação do perigo de avaliação de risco tem que estar resumido no inventário de risco. Então é uma partida do inventário de risco, com os riscos estimados e classificados para fins de prevenção, você vai definir esse plano de ação. Agora, o mais importante também dentro desse plano de ação é você estabelecer medidas de acompanhamento, essa é que o plano está sendo desecutado e se os resultados previstos que você deseja estar sendo de fato alcançados, ou seja, sendo medidas prevêntivas e elas são eficazes e elas estão dando um resultado. Então isso é muito importante com o acompanhamento dessas pedias. E claro que esse plano de ação vai contemplar em�ando outras questões, não só o controle de risco, mas também se tiver uma situação de emergência, emergência, por exemplo, possível acontecer emergências no mínimo, no lembreza, a emergência mais com prevenção de incêdios, por exemplo, então ela tem que ter o plano. Se tiver outras tipos de emergência, por exemplo, no momento atual, castanos, um número de chuvas muito grande, eventualmente a ostobanescimento pode ser inundada, tem que ter verificado isso, aquele processo pode achar que a situação de risco em potente exigiria dele uma situação emergencial. Tem também a questão de você investigar acedência do eduete, que é por ver o longo do processo, né? Ou mudanças que venham correr dentro desse processo e também o controle médico. O controle médico da saúde dos trabalhadores é que o tipo de desabe de volta é feio, ter seja o atimensional, é superior de, com o mesmo demissionais, ele tem que estar coerentes com os riscos avaliados no processo que devem estar consolidados nesse inventário de risco. O linha gerais é isso, né? Eu não sei se você gostaria de acreditar de destacar algumas expectas em relação a esse processo. Então a pessoa não pode confundir resumindo. É o processo de identificar avaliar, controlar, com o noco tendo. É claro que vai gerar o mundo do comete, mas as ações em si, lá, ela já tem que acontecer. Você nem adianta que nem se enlar, tá? A inessa fala do Jumar, muito esclarecebora, respeito dessas obrigações, fazer uma reflexão sobre a final de quantas as empresas são obrigadas, né? Fazer isso é uma legisação, uma lei. Mas do que isso, é mais do que uma obrigação legal, eu acho que a gente poderia enxercar e deveria, na verdade, enxercar. Quais são os benefícios que eu tenho de fazer isso? Não, eu até vim prisa, gê, que é. No teu exemplo, eu disse assim, "Puxa, isso já era um gasto, não é? Como eu não consegui ver, não consegui enxergar os benefícios que a abução desse programa de gerenciamento de risco com o Jumar Proport. Como isso pode auxiliar, não é a empresa." Então eu queria destacar dois aspectos. Um aspecto e um aspecto dos benefícios, aquilo que eu ganho, aquilo que agrega a valor, a valor aqui não necessariamente o valor financeiro, mas o valor como a gente já vai, como eu já vou, comentar com vocês, que é boa, outro lado, a questão das perdas, de que forma eu posso diminuir ou mesmo, terminar perdas. Então isso tem um valor muito trade pra empresa, infelizmente maioria, uma parte significativa não enxerga isso. Então em relação aos benefícios, os outros primeiros benefícios, era responsabilidade social, sequer essa empresa pra ser visto como uma empresa responsável socialmente, em uma inserida na sua comunidade, com uma atividade que beneficia aquela comunidade. Um outro aspecto importante e infelizmente a gente tem agora recentemente, em caso que é a questão da reforço da imagem da empresa. Tem empresas que aburam as penas com muitos anos de mercado constoem uma reputação. E por não prestar em atenção por desfazer-lhe desses programas, em programas de gerenciamento de risco bem feito, se vê de arte de situações que arranham essa imagem, que macula uma imagem às vezes por décadas consto-me. Eu acho que isso é muito importante, as em coisas ficam ouvidos, acabam sendo vistas mais pelos problemas que elas causaram ou deixaram de controlar, do que por toda uma história que ela teve. E são problemas graves, mas que poderia decidir de dados. Eu não quero citar exatamente a situação, mas eu acho que cada um pode lembrar as situações e que empresas deixarem de atuar, de ter um encontro inefetivo sobre as suas atividades, especialmente em relação a saúde e segurança do trabalho, acabaram tendo esses problemas. Então isso é um benefício daquele que implementar e manter em programa por tilo de gerenciamento de risco. O fato também de que eu venho um ambiente, um programa de gerenciamento de riscos, ele também melhora o meu ambiente de trabalho. E eu sabe que as pessoas trabalham melhor, porque é um trabalho melhor, se o ambiente for melhor. Então quando eu melhor, quando eu aumento bem estar as pessoas, naturalmente a produtividade também. Almena. porque as pessoas se sentem bem, então o ideal de cada trabalho é que as pessoas se se sentisse bem, a gente trabalhando e não ameaçadas, dentro daquela atividade que ela precisa desenvolver. Fidelização dos clientes é outra aspecto que pode ser visto. A diminuição do risco empresarial na medida e que eu tenho controle sobre as minhas atividades, porque saúde-siguência do trabalho faz parte da produção, então se eu não controle esse aspecto da produção, eu posso ter problemas, problemas tão graves que, atualmente, levem ao fechamento da empresa, inclusive, ou se não o fechamento da sua diminuição, e há vários prejuízos. Não são vários os benefícios que a gente pode ter, e se a gente pensar em que o gerenciamento de risco pode nos dar em relação a perda, a diminuição de perda, bom, aí nós temos também uma lista bem grande, então a primeira coisa que acontece é a gente diminuir o seu passivo, se eu fizer dentro da lei, para tudo o arredor não tem que responder mais à gente, se tiver bem documentado, eu tenho o colo trabalhar a isso e provar que a delumente eu estou fazendo ao abrindo da lei. Qual é o seu talento de milão em os costos churelídicos de avar devolvados, costos judiciais? Então eu estou deixando de gastar um dinheiro poderia ser usado na minha produção, não é? Eu estou deixando de ir. Eu tenho um acelho de outros perdos que são diminuídas, né? Por exemplo, quando eu tenho danos ao equipamento, danos ao matéria prínio, então é perda. Eu tenho um acelho de perda, e eu tenho um acelho de perda, e eu tenho um acelho de perda, e eu tenho um acelho de perda, e eu tenho um acelho de perda, e eu tenho um acelho de perda, e que acidente de trabalho não é uma satalidade, não é algo que ocorra assim de nada, e não ocorre por um endisconto, por algo que ele está afnechando, e perda. Muito focos acidentes, ou por enquanto está tudo sendo observado, ainda assim pode ocorrer um acidente, é a exceção, é a exceção. Eu gostaria de agregar de infatizadores aspectos, e que você mencionou, mas eu gostaria de infatizar, por exemplo, o seu trabalhador, que desempenha uma determinada função, foi capacitado para aquilo, se ele só for uma acidente, uma doescimento, ele é afastado, e nem sempre você tem alguém para substituir ele de metiata, isso vai envolver o uso, depois que eu certamente tenho que ir mais retornar, então o gerenciamento de alguns anos passa a ser complicado, claro, eu não estou discutindo aqui, minha questão é ética, porque nós temos que prever a valor maior é a vida, a integridade das pessoas. Falamos tão entender mesmo assim, já tem que ganhar em norma, então. Claro, a gente sabe que significa para a família, por exemplo, um óbido, na p da única pacidade, então a gente tem que ter essa preocupação muito grande que às vezes é panoalizado, e o gerenciamento de risco responsável, que não é de faz de conta, porque se a pessoa que me derrubou, vou contratar alguém para fazer um invedado de risco, o plano de ação e coloca na cabeta, com certeza isso não vai dar resultado, por outra coisa interessante que se destacou, a questão de imunagem, por exemplo, muitas empresas, hoje mais robôs, quer dizer, tem uma cultura de segurança mais avançada, elas passam controlar toda a sua cadeia de fornecimento, então se ela vai contratar uma empresa para prestar um serviço descerizado, por exemplo, ela coloca muitos requisitos de desempenho, então se a empresa não tiver um bom desempenho, ela por exemplo poderá não ser selecionada para prestar um determinado serviço e perder um ouro porto de arte de clientes, então essa é a questão fundada de um tal, outra aspecto que eu gostaria de destacar, que essa nova visão de gerenciamento de risco, ela exige que a empresa une para as questões de forma mais abrangente, não isolada, eu vejo muitas empresas que têm às vezes um bom programa de segurança, às vezes a questão de gênero é tratada mais para atender questões legalistas, ergonomia também, mas eles não conseguem fazer essa integração, então na medida que você obrigue até um instrumento que traz um inventário, uma visão panorâmica, mostra para as organizações que ela tem que fazer uma ação integrava, esse é um aspecto que eu gostaria de acrescentar, o outro que eu acho bastante interessante é que a norma ela presenta uma flexibilização no caso de pequenas empresas, por exemplo, você tem fizesas atividades econômicas, que não tem riscos significativos, riscos eram não existes, até o dentro da minha casa eu posto a sujeito em números riscos, cair, me cortar, puzinha, enfim, eu posso ter vários riscos, então a ideia de riscos é não existir riscos que são considerados de galos irrelevantes ou privias, pode estar sujeito, então muitas atividades não têm riscos que exigiriam um programa, então elas estão, por exemplo, muitas atividades de grau de risco unitouis que são meramente coisas administrativas, ou pequenas empresas que não têm uma complexidade muito grande de relações de pessoas, então ela está isenta de fazer programas, então o próprio ministério criou uma declaração que ela respondendo algumas perguntas, ela pode dizer "olha, aqui eu não tenho essas situações", claro que ela sempre vai ter de cuidar de coisas gerais, como condições sanitárias, água potável, um ambiente lindo, essas regras gerais, por isso ficamos assim o nível de civilização de dignidade, como tem um ambiente digno isso depende da lei, a gente sabe muitas vezes que se chega no estabelecimento as pessoas se querem um banheiro decente, então isso é a parte, a segunda questão é que o ministério april também a possibilidade através dessa norma de se criar soluções modelos de gerensamente para determinados setores que depois poderão simplificar esse processo de gerensamente que isso está começando a ser implantado, mas no futuro poderá arrurrer como em vários países onde o próprio estado fornece, por exemplo, aplicativos, instrumentos que a empresa faz o seu gerensamente, sem precisar contratar profissionais, exceto quando tiver uma situação mais complexa que exigiria, por exemplo um profissional mais especializado, então essas são algumas vantagens que as pessoas não vê que não observaram que essa mudança proporcionou, eu não sei que você gostaria de acrescentar a respeito de ele, eu acho que está perfeito a sua intervenção, exatamente de um ar nesse aspecto que as empresas não prendem o benefício que tem por trás daqui, e acharem somente uma obrigação. Cominheça e acompanha a revista brasileira de saúde ocupacional, periódico científico de acesso aberto destinada de fusão, de artigos originais de pesquisa, sobre segurança e saúde do trabalhador, visando em incrementar o debate técnico científico entre pesquisadores, educadores, legisladores e profissionais de SEST. Eu acho que já indo para o final dessa nossa conversa inicial sobre a edemã, em um outra coisa, ainda a gente tem que ver essa sobre ela, fazendo o final, terem o seguinte, olha, investir em SEST, investir em ter um bom programa de gerensamento de riscos é um bom negócio, você ganha com isso, e se as empurras realmente acreditarem e enxergar isso, a gente vai ter um salto de qualidade nesse aspecto, então eu queria deixar isso como meu recado final, que é, se demursar sobre isso, se faz parte que é por no self, isso é importante, isso é bom, e isso tem redor, isso dá redor. O PGR da empresa não faz sentido você fazer essa pergunta, que é um programa conjunto de ações, mas existem ações. Claro, você pode perguntar cada documento do Eventario de Risto. Cadê o plano de ação? Aí muitas pessoas perguntam qual é a variedade disso. O programa é clandronoto, é contilo. O Eventario de Risto tem que ser atualizável, bastantemente. Claro, não é qualquer mudança, o que inteira a parede ou vou mudar o eventário de Risto. O danças nos processos do trabalho ou seu corgrolei, digamos que entrou-vos em uma imensabilidade de controle melhorou as condições de trabalho e você vai ter que refletir o invertir risco. O plano de ação também, geralmente as empresas fazem implementar os produtos do país. Tem que ter um plano para prever quais são os recursos que ela vai gastar. O que faz sentido é o inventário de Risto no seu revisto quando necessário, mas, que não tiver nenhuma mudança significativa, ele tem que ser realizado em dois anos, não significa um levantamento completo, mas realizar se ele continua parede. Espero que ele tenha mostrado uma melhoria. O ultima coisa é o plano de ação, mesmo a coisa, ele tem uma variedade para o ano. Posso pedir qual é o plano de ação? Quarezei chein números outros documentes, relatores de avaneação, disposições, documentes relativos, por exemplo, avanados sobre pressão, enfim. Então, o PGR não liziou esses documentes. Eu diria que esses dois documentes são os elementos estruturantes do programa Maximote Limita. Então, essa é o importante destacar e mostrar que tem que ter um envolvimento das pessoas, nada a organização não basta, não é um papel que deve ser executado apenas para profissionais de saúde segurados. Então é isso. Muito legal esse bate-papo em um lá, né? E. Obrigado por ver as mãos das pessoas. Nada a mesma forma. E eu espero que a gente puder aproxundar um pouco mais esses aspectos que elevadoradão deles dá para a gente escolher isso sobre mim. Então eu vou obrigado pela atenção de todos que meus escutários. Espero que a gente tenha contribuído para o entendimento desse tempo. Agradecemos a você, ouvinte, por nos acompanhar até aqui. Nossiga nas plataformas de áudio para ouvir esse e outros episódios.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A nova NR1 introduz o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), ampliando a abordagem além dos riscos ambientais (químicos, físicos e biológicos) para incluir todos os riscos ocupacionais, como acidentes e questões ergonômicas.
  2. Há uma mudança conceitual crucial
  3. O processo de gerenciamento envolve etapas
  4. O programa deve ser contínuo e integrado ao dia a dia da organização, envolvendo os trabalhadores, e não apenas um documento estático renovado anualmente.
  5. A implementação efetiva traz benefícios como responsabilidade social, fortalecimento da imagem da empresa, melhoria do ambiente de trabalho, aumento da produtividade, fidelização de clientes e redução de perdas (como custos judiciais, danos materiais e afastamentos).

Summary:

Este episódio do Fundacentro Podcast discute as mudanças fundamentais trazidas pela nova Norma Regulamentadora nº 1 (NR1), com foco na introdução do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Os especialistas Renato Balboa e Deumar Trivelato explicam que a principal inovação é a ampliação da gestão para todos os riscos ocupacionais, superando a limitação anterior aos agentes ambientais. É enfatizada uma mudança conceitual vital: a diferenciação entre "perigo" (fonte potencial de dano) e "risco" (a probabilidade e severidade do dano materializar-se), sendo este último o alvo do gerenciamento.

O processo é descrito como contínuo e dinâmico, envolvendo a identificação de perigos, avaliação e classificação dos riscos, e a elaboração de um plano de ação com medidas de controle e acompanhamento, consolidados em um inventário de riscos. Critica-se a visão anterior de programas como meros documentos estáticos, destacando-se a necessidade de integração às operações diárias e envolvimento dos trabalhadores.

Por fim, são elencados os benefícios de uma implementação robusta, que vão além do cumprimento legal. Incluem a responsabilidade social, proteção da imagem institucional, melhoria do ambiente e da produtividade, fidelização de clientes e significativa redução de perdas financeiras e humanas, reforçando o PGR como um investimento estratégico para a sustentabilidade do negócio.

FAQs

A NR1 é uma norma regulamentadora estruturante que estabelece o programa de gerenciamento de riscos. Sua principal novidade é ampliar o processo de gerenciamento para englobar todos os riscos ocupacionais, não apenas os químicos, físicos e biológicos.

Perigo é o agente ou situação com potencial de causar dano, como um trabalho em altura. Risco é a combinação da probabilidade e severidade de esse dano ocorrer, considerando a exposição. O risco pode ser gerenciado e alterado, enquanto o perigo é intrínseco.

O PGR é um conjunto de atividades contínuas e articuladas para prevenir acidentes e doenças ocupacionais. Deve ser um processo dinâmico, com atualizações constantes, e não apenas um documento estático renovado anualmente.

As etapas incluem: identificação dos perigos, caracterização e avaliação dos riscos, classificação para priorização, implementação de medidas de controle por meio de um plano de ação, e acompanhamento contínuo para verificar eficácia.

O inventário de riscos documenta os perigos identificados e os riscos avaliados e classificados. O plano de ação define as medidas de controle, prazos e responsabilidades para gerenciar os riscos, devendo incluir monitoramento para garantir resultados.

Os benefícios incluem responsabilidade social, reforço da imagem da empresa, melhoria do ambiente e bem-estar no trabalho, aumento da produtividade, fidelização de clientes e redução de perdas como custos judiciais e danos materiais.

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