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Nosso Pai

3m 38s

Nosso Pai

O texto começa com uma reflexão pessoal sobre a infância do autor, que via seu pai como o mais alto, forte e sábio. Ele recorda com carinho momentos de pescaria e acompanhamento nas entregas, onde a atenção e o cuidado paterno o faziam sentir-se importante. Ao crescer, na escola, percebeu que outros pais eram mais altos, mas isso não diminuiu sua admiração. Essa experiência é comparada à relação de Deus com o povo de Israel, descrita em Juízes 2:19-23: mesmo após testemunharem maravilhas, os israelitas se desviavam, adotando costumes pagãos. No entanto, Deus, como um pai compassivo (Salmo 103:13), sempre enviou profetas para chamá-los ao arrependimento e perdoá-los. O clímax é o envio de Jesus, que nos concede o direito de chamar Deus de "Pai". O autor conclui com uma mensagem de esperança, lembrando que, independentemente do caminho seguido, Deus está de braços abertos, como o pai do filho pródigo, pronto para receber aqueles que se arrependem. O devocional encerra com um convite para adquirir o presente diário e apoiar o ministério.

Transcription

426 Words, 2451 Characters

Portuguese
[Música] Hoje é dia 18 de junho e o título "Nossa, pai", leitura Bibliquen-Juíze, escapítulo 2, versículos 19, 23 e o destaque, salm 103, 13. Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o senhor tem compaixão do que o time. Quando eu era criança para mim, o meu pai era o mais alto, mais forte e sabia tudo. Sempre tive uma grande admiração por ele. Um dia, vamos pescar. Eu não gostava de comer peixe, mas gostava de sua companhia. Não recordo como foi a pescaria, nem quantos peixes pegamos. Mas lembro que conversamos muito. Ele vendia frutas e verduras e eu admirava a dedicação dele, sempre empenhado em tudo. Eu amava a poder acompanhá-lo nas entregas em seu caminhão, conversar, rir e passar tempo com ele. Seu grande cuidado, carinho e atenção comigo, me mostravam que eu era importante para ele. Quando comecei a ir para a escola, não pude mais acompanhá-lo. Um dia aconteceu algo inesquecível. Em uma programação especial para os pais dos alunos, e me engenheidade, notei que havia pais mais altos do que o meu. Como assim? O meu era o maior de todos. Não antigo testamento, lemos que Deus estabeleceu uma aliança com um povo de Israel, o liberto da escravidão no Egito, proveu todo cuidado durante a longa jornada pelo deserto. O texto bíblico mostra que, mesmo tendo testemunhado tantas maravilhas, os israelitas sempre faziam o que era mal aos olhos do Senhor, esquecendo de se eu cuidar do paternal. Em meu olhar de criança, não conseguia compreender porque meu pai já não era o mais alto. Entretanto, eu admirava, diferentemente do povo de Deus que tantas vezes deu as costas ao Senhor, adotando os costumes e deuses pagãos de outras nações. Mas o eterno usou profetas para anunciar seus planos para o futuro, sempre assegurando que, se eles se arrependersem de seus maus caminhos, os receberia e perdoaria. Por sua graça, Deus enviou o seu único filho para morrer por nós, concedendonos o direito de chamá-lo de "pai". Não sei o caminho que você tem seguido hoje, mas o Senhor está de braços abertos como o pai do filho pródigo, que enceia pelo retorno do seu filho. Deus está sempre pronta para receber de volta o filho que se afastou, nem se afastou. Esse foi o nosso presente diário para você também ter o seu, acesse loja.rtmbrasil.org.br Você ouviu presente diário, um devocional para aqueles que buscam a Deus. Acesse rtmbrasil.org.br Ajudha a RTM e a manter esse ministerio, faça já a sua doação. Acesse rtmbrasil.org.br/doi

Podcast Summary

Key Points:

  1. O autor reflete sobre sua admiração infantil pelo pai, que parecia o mais alto e forte, e as memórias afetivas de pescaria e companhia.
  2. Ao crescer, percebeu que seu pai não era o mais alto, mas isso não diminuiu sua admiração, contrastando com a infidelidade do povo de Israel.
  3. A leitura bíblica (Juízes 2
  4. Deus estabeleceu aliança com Israel, mas o povo se desviou; ainda assim, Deus prometeu perdão e enviou Jesus para nos chamar de "pai".
  5. O devocional encoraja o arrependimento e a volta para Deus, que acolhe como o pai do filho pródigo.

Summary:

O texto começa com uma reflexão pessoal sobre a infância do autor, que via seu pai como o mais alto, forte e sábio. Ele recorda com carinho momentos de pescaria e acompanhamento nas entregas, onde a atenção e o cuidado paterno o faziam sentir-se importante. Ao crescer, na escola, percebeu que outros pais eram mais altos, mas isso não diminuiu sua admiração.

Essa experiência é comparada à relação de Deus com o povo de Israel, descrita em Juízes 2:19-23: mesmo após testemunharem maravilhas, os israelitas se desviavam, adotando costumes pagãos. No entanto, Deus, como um pai compassivo (Salmo 103:13), sempre enviou profetas para chamá-los ao arrependimento e perdoá-los. O clímax é o envio de Jesus, que nos concede o direito de chamar Deus de "Pai".

O autor conclui com uma mensagem de esperança, lembrando que, independentemente do caminho seguido, Deus está de braços abertos, como o pai do filho pródigo, pronto para receber aqueles que se arrependem. O devocional encerra com um convite para adquirir o presente diário e apoiar o ministério.

FAQs

O tema central é a compaixão de Deus como um pai, baseado no Salmo 103:13, e a reflexão sobre o relacionamento com Deus.

O destaque é Salmo 103:13, que compara a compaixão de Deus à de um pai por seus filhos.

Ele admirava seu pai como o mais alto, forte e sábio, e valorizava o tempo juntos, como em uma pescaria onde conversaram muito.

O autor reflete que, assim como seu pai demonstrava cuidado, Deus tem compaixão por nós, mesmo quando nos afastamos.

Os israelitas, mesmo vendo as maravilhas de Deus, muitas vezes faziam o mal e se afastavam, mas Deus sempre estava pronto a perdoá-los se se arrependessem.

Deus está de braços abertos, como o pai do filho pródigo, pronto a receber quem se arrepende e se volta para Ele.

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