Neste episódio do canal "30 minutos de Neuromarketing", os especialistas Belly Marks e João Pentânia discutem ferramentas para pesquisas de neuromarketing, destacando a importância de aliar teoria e prática. João explica que em seus cursos para o trade, ele aborda desde insights da neurociência até o uso de ferramentas como eletroencefalograma, resposta galvânica da pele (GSR) e big data, enfatizando que é crucial escolher a ferramenta certa conforme o objetivo e o orçamento. Belly, representando a empresa Fests, descreve a evolução do neuromarketing durante a pandemia, quando a empresa migrou de laboratórios físicos para uma plataforma online. Essa solução utiliza algoritmos de IA para analisar microexpressões faciais, eye tracking e tempo de resposta implícita (IRD), permitindo pesquisas mais naturais e acessíveis. Eles discutem que, enquanto países como Rússia e EUA já adotam amplamente essas tecnologias, o Brasil ainda enfrenta resistência cultural e medo do novo, mas a tendência é de democratização. A conclusão é que não existe ferramenta superior, mas sim a mais adequada para cada momento: o neuromarketing se paga em grandes lançamentos, enquanto testes tradicionais e big data são suficientes para ajustes menores. A mudança, segundo eles, virá de líderes empresariais que enxerguem o retorno sobre investimento dessas validações.
Você está ouvindo mais um episódio do canal 30 minutos de Neuromarketing. Aqui nossos especialistas, se Belly Marks vissouza e João Pentânia apresentam conteúdos de neurociência aplicada a negócios. Visite nosso site www.neuromarketing.com.br Neuromarketing com temudo e saiba como a ciência comportamental e o neuromarketing podem otimizar sua comunicação, o orçamento e maximizar as vendas da sua empresa. Antes de começarmos, quero de convidar para conhecer a comunidade Neuromarketing. Nessa comunidade, provoveremos em conta os semanais ao vivo alternando a abordagem de conteúdo e mentira em grupo. A ideia é ter muita troca de experiências com os mentores e participantes. Sempre focando em entender as reas motivações que conduzem ao comportamento do seu consumidor. Tragar alto retorno sobre investimento por os negócios e acertar seu desenvolvimento profissional através das ciências comportamentais aplicadas. Acesse www.neuromarketing.com.br/communidade e seja um membro. Olá, dando sequência aqui na série de podcast sobre neuromarketing. Hoje a gente vai falar sobre ferramentas para pesquisas de neuromarketing. Eu vou apresentar rapidamente a sua cyber-marketing. João, por favor, você apresente? Bom, bom dia, meu nome é João, sou sóso fundador da Atínia de Mais, uma empresa de treinamento e constoria e Marte em verdade. Vamos lá, vamos começar aqui o nosso conteúdo. João, quanto pouquinho, como é que você insera no neuromarketing no conteúdo dos seus cursos para a trade? Você usa ferramentas, você dá dicas? Como é que você aborda o neuromarketing para a trade? Dentro dos meus cursos, Cebele, a gente tem sempre um conteúdo teórico e prático. Então, a gente sempre traz insights gerais de aspectos que a neurociência já provou em relação a nosso comportamento de compra. E como usar esses insights, essa teoria, para ações efetivas. Então, a gente utiliza diversos exemplos do mercado, coisas que eu fiz durante o período que eu estive trabalhando em multinacionais, quises consagrados, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Uma coisa que a gente coloca muito também é que você não precisa ter osamentos astronômicos, prássis, beneficiados, esses insights. Então, inclusive, a gente coloca quises de empresas pequenas, tanto varejistas quanto indústrias, fazendo trabalhos nos varejistas. Em uma parte do curso específica, eu coloco todas as ferramentas de pesquisa quando você olha pro comportamento do shopping. Com o comportamento da pessoa que compra efetivamente lá no ponto de vendas, seja o ponto de vendas físico ou digital. E por que que eu coloco isso? Porque as pessoas que são treinadas nesse treinamento, elas têm que ter o discernimento, de saber usar a ferramenta certa na hora certa, de acordo com o objetivo da sano, de acordo com o orçamento. Então, eu passo por diversas ferramentas mais tradicionais e passo também por ferramentas que utilizam de Big Data. E quando eu falo de Big Data é o que é Web e Procorciona, o próprio CREme do cliente Procorciona, o próprio RP do cliente Procorciona. E também ferramentas de neuromarketing de forma mais específica. Legal. Bom, a gente pode dizer que, dentes ferramentas de neuromarketing que existem no mercado, existem ferramentas que são de neurocência pura, e outras que mapei o comportamento do consumidor. Eu acho que, enfim, nesse desses cursos, você deve abordar as duas. Então, a gente tem, por exemplo, o eletrincefalograma que limpa a peia o servidor do consumidor durante um determinado estímulo. Então, a pessoa é que o empamento na cabeça e mostra alguma determina da cena ou coloca a pessoa em alguma situação. E o neurocentista observa com quais são as áreas do cérebro que são ativadas daquela pessoa específica. Isso é um enfim, neurocência pura. A gente tem também o GSER, que é a resposta galvanica da pele, e que é uma peada, as mudanças na atividade da glândula Sdoripera, que mostram a intensidade do estado emocionado com a pessoa. Quando a gente está nervosa, a gente sabe que a gente vai com a mão suando, a gente fica da contemplator do propativada. Então, esse mapeamento também é neurocência pura. Você tem outras ferramentas que você lembra para comentar aqui? Sim, sim, sim, se bem. Acho que você colocou um ponto muito importante. Quando a gente fala neuro-márquete na visão da pessoa que ainda não conhece o assunto, ela já remete a você colocar ele trô dos no cérebro da pessoa. Então, o elétrico e o cérebro afolograma, ele personifica isso. Mas a gente sabe que, também, em algumas situações, você tira o conforto daquela pessoa que está sendo pesquisada. Você coloca ele numa situação que ele não vai estar na mesma situação, numa situação de consumo, numa situação de compra. Então, você tem que ter mais ferramentas para você conseguir termo análise mais rica. E aí, como você bem colocou o GCR, que é a sigla inglês para a resposta galvanica da pele, mas você tem diversas outras ferramentas, também. Você tem a ferramenta que mapeia a percepção do olho, que é a ferramenta que é chamado de iPRAC, que você vê onde que a pessoa captura a atenção, onde que ela fixa mais por um período maior de tempo a atenção. Você tem ferramentas que mapeam a face da pessoa, as expressões faciais da pessoa, você tem as ferramentas mais avançadas até que o elétrico está afolograma com os aparelhos de ressonância magnética. Enfim, você tem diversas ferramentas que são usadas em Neuromarte, que o olho não só para a atividade cerebral em si, como o elétrico se afolograma, como a gente bem pontuou, mas também é mapeia um comportamento do consumidor de uma maneira geral. Você pode medir o batimento cardíaco, você pode tirar até o sangue do pesquisado antes e depois. O ponto é você adequar ao seu objetivo de pesquisa, ao seu orçamento, e você tem esse discernimento crítico, e é isso que a gente traz muito nos nossos cursos. E é interessante colocar também nesse belly, porque hoje você trabalha numa empresa que proporciona aqui no mercado brasileiro o acesso a pesquisas de Neuromarte. E como que você usa essas ferramentas na festa esbrasil? Eu vou contar um pouco de histórico da empresa para entender o contextualizar o que eu vou falar em termos de aplicação. A festa era uma empresa russa, ela era uma empresa que nasceu de uma borrata de Neuromarte, que tinha tradicional, que usava todos esses equipamentos que a gente acabou de falar aqui nos clientes. Então, respondentes e um atel laboratório, existe um neurocientista, que fazia toda a parte de equipar todo esse respondente, essa pessoa que queria ser se experimentida à essa experiência, acompanhava, fazia todo o relatório, fazia todos os medições. E aí nós tivemos a pandemia, a COVID-19 veio aí para mudar todos os negócios inclusive de pessoas de Neuromarte. Então, imagina assim, a gente tinha o laboratório na Rússia, que trazia essas pessoas para dentro de casa e faz esses experimentos, não há um mesmo, quando a gente fala de um elétrico, sefa lograma, uma ressonância magnética, é um por vez, e fisicamente, então as pessoas teriam que se deslocar. E com a pandemia, isso não era mais possível, até por uma questão de contaminação e preservação da saúde. E foi nesse momento que a festas resolvem me grava para uma plataforma, uma solução completamente online, transformando o laboratório de Neuromarte, tinha um pouco de expertise que os neurocientistas tinham, e uma solução de Neuromarte, pela Web. E também, não só por conta da pandemia, a João, mas também porque o que eles identificaram, quando a gente fala de, imagina você, eu falo, João, venha aqui na minha laboratório, eu vou te colocar dentro do equipamento de ressonância magnética, e eu vou apresentar para você um filme, uma campanha para você ver o que você acha. Você, deve estar realmente uma fica nervoso de estar sem disposto daquela situação. Então, o que foi verificado, muitas vezes, ali não tem mais para você deixar a pessoa mais tranquila, para você,
que ela passou para se submetida naquele experimento, para não ter um tipo de reação, quando a gente falou do suor, a gente falou das atividades cerebrais, para não ter nenhuma distorção no resultado, porque ela estava sendo colocada de uma máquina, porque estava sendo colocada em pamentes na cabeça dela, porque eu tenho que usar do gênero. Então, juntando tudo isso, nasceu a Festas, que ela proporciona todas as análises totalmente um ano, todo experimento era feito via Web. É uma plataforma que ela trabalha com algoritmos, inteligência artificial, e através dessa plataforma, é possível fazer um ampliamento das microespressões faciais, dos respondentes. E como é que funciona? O sistema faz uma leitura da face do respondente em reposo, e depois a face do respondente, sendo exposta a uma campanha, que é tipo de peça de marketing, que vale a qualquer tipo de situação. E o sistema consegue verificar qual é a diferença do estado de reposo por estado para a exposição. E reposo a pessoa serem. De repente, você exposta a uma situação que é de felicidade, você vai votar um sorriso. Então, esse sistema de calibra naquele zero, e depois, qualquer coisa acima daquilo, ele identifica que fosse ter uma resposta com a valência positiva ou negativa. Tudo isso é cruzado com dados que o nosso sistema já tem previamente, do que é um sorriso, do que é uma tristeza, do que é medo, do que é raiva. E tudo isso existe esse parâmetro que é feito a comparação. Então, comparado por ter estado em reposo, e com esse banco de informações que a gente tem. Também via o eb, é possível fazer o ITracking. A gente usa muito ITracking para pessoas que são prestas estáticas. Então, um banner, um site, alguma coisa que fique que não tenha movimento. E a gente consegue ver quais são o mapa de calor com ITracking traz como resultado. A gente consegue ver o que chama a atenção. E o que tem que se otimizar. Eu falo do pra tradi-me-mar, que tinha o experimento que a gente tem como case, que foi feito na Rússia, foi feito as fotos de gôndolas, e com diferentes displayagens de produto. E os respondentes foram expostos essas gôndolas. E através do ITracking, foi possível observar qual era a gôndola perfeita. Ou para onde as pessoas oravam em primeiro plano, em segundo plano, foi feito todo o mapa de calor para identificar a gôndola perfeita. Isso é muito bom para a tradi-me-mar, que você não precisa colocar pessoa com óculos, com óculos de ITracking e fazer ela circular pelo mercado e todo mundo olhando. E também, presencialmente, e um a um. A gente consegue fazer várias pesquisas simultaneamente, porque tudo acontece através de um computador e de uma web. E por último, que é uma tecnologia que a feste também usa, chama IRD, que é o tempo de resposta implícita, onde o respondente é exposto, a perguntas e respostas quantitativas, principalmente de sim ou não. E o sistema consegue ler o tempo que esse respondente respondeu, apertou o botão do computador para responder sim ou não. Então, a gente está falando assim, se o respondente, ele responde até 200 mil segundos, está muito rápido. Quer dizer que ele respondeu de qualquer jeito, aquela pergunta que foi colocada para ele. Se ele responde de 200 a 600 mil segundos, quer dizer que a resposta que ele deu de sim ou não, é uma resposta inconsciente que veio prioritariamente do inconsciente dele. E acima de 600 mil segundos, quer dizer que ele passou para responder, e essa resposta é descartada. Então, se a gente está falando de, enfim, frações de segundo, a gente pensa em um segundo, é algo muito rápido, a gente fala em mil e segundos. Então, como considerar que uma resposta inconsciente, é menos do que meio segundo para você dar resposta. Porque a gente que estou anionomar, a gente sabe que a nossa inconsciente trabalha muito antes do que o nosso consciente. Então, quando a pessoa aperta o botão, quer dizer que ela resposta, se é nesse intervalo de tempo, a resposta já foi programada atrás pelo inconsciente dela, e ela só apertou o botão, porque veio aquela informação para ela fazer. Não teve que processar no néo corte, que é aquela informação para apertar o botão ou não. Então, essas são as tecnologias que a gente usa na festas. Mas, enfim, eu falei demais, de um. Queria saber de você aqui, quando está falando de trei e de pesquisa, se você usa pesquisa tradicional, big day, o que você. o que você também conhece, o que você já usa e recomenda nos seus cursos? Olha, eu acho que assim, o que a gente promove no curso e a reflexão que eu sempre fiz quando estava trabalhando no mercado e quando eu dou com o storia para outras empresas, eu tento pensar dessa forma também, você tem as pesquisas tradicionais, seja um conditativas ou paletativas como focos grupo, por exemplo. Você tem tudo que o big day te proporciona, que aquilo que eu comentei no começo, que é o que tem na web, o que tem no teu RP, o que tem no teu CRN, e você tem as pesquisas de neuromarte. Então, você tem que ponderar muito qual que é o momento. ou a resposta que você precisa, qual que é o momento da sua empresa e qual que é o nível de investimento que você vai colocar naquelação. Então, como você bem colocou investimentos maiores, eu vou desenvolver uma embalagem, eu vou desenvolver um conceito de produto, eu vou desenvolver uma logo marca, eu vou desenvolver o filme publicitário, aqui cabe a pesquisa de neuromarte porque o investimento que você vai fazer nessa pesquisa, ele é ínfim, perto de todo o investimento que você vai colocar em produção, inívia, enfim, tudo que isso implica. Então, uma pesquisa de neuromarte ela se paga, porque ela vai se refletir em mais vendas para você, uma venda mais saudável, enfim, uma resposta do mercado mais adequada para aquele estímulo que você está lançando. Agora, quando são coisas menores, vou fazer um post, vou fazer um calendário aqui de postos para o meu Instagram, você não precisa necessariamente colocar uma pesquisa de neuromarte para testar todas as suas peças. Você pode errar pequeno, testar, ir refinando sua estratégia, isso nunca vai morrer. Isso faz parte de gestão de maneira geral. Você fazeu o plano do checknet, o famoso PDCA. Isso nunca vai morrer do processo de gestão e muito menos do processo de marketing. Em alguns casos, a própria pesquisa tradicional ela vai te dar resposta. Você pode fazer uma pesquisa pontitativa, uma pesquisa qualitative para aspectos mais superficiales que muitas vezes complementam que você vai ver numa pesquisa de neuromarte. Você sabe usar um melhor de cada ferramenta, a ferramenta mais adequada ao seu momento e ao seu investimento. Acho que é isso que a gente tem sempre que refletir quando a gente vai falar, não existe uma ferramenta melhor ou pior do que a outra. Existe uma ferramenta mais adequada para aquele momento. Eu vejo muito dessa forma. E uma coisa que você comentou, se é em relação ao uso da ferramenta na Rússia, a gente sabe que na Rússia, no Estados Unidos, são países mais avançados onde a tecnologia já está mais disseminada. As empresas estão mais abertas e diferentes de aqui no Brasil, onde você tem poucos players como a Festas. Aqui no Brasil, a gente vê que a neurociência ela está muito ainda no ambiente acadêmico e muito voltado para a indústria da saúde, para a indústria farmacêutica, porque é onde está o uso da neurociência. A gente sabe que a medida que isso vai aumentando escala, a tendência e a tecnologia fica mais acessível as empresas estarem mais abertas como que você enxerga o uso dessa ferramenta em outros países e aqui no Brasil? Quando a gente fala de uma empresa como a Festas que operam lá e a Festas não é a única no mundo que tem essa tecnologia, obviamente, são empresas que estão olhando um pouco mais para frente porque são empresas que identificaram, que não só por conta da pandemia, mas a questão dos locamentos e os adicuamentos é muito caro. O tempo que você tem e o investimento para recrutar essas pessoas, para ir até um laboratório é muito caro, então essas ferramentas online eram para democratizar esse tipo de pesquisa. Quando a gente fala de uma ferramenta de neuromarquet online,
Ela custa menos, só que você tem ideia, um experimento de custa menos e com uma precisa tradicional. E, enfim, isso não desmerece como você estava falando, os outros tipos de pesquisa. Eu acho que cada um tem cada tipo de pesquisa nesse momento. E também não vale para tudo, né? Quando a gente faz uma precisa de neuromarqueting, como a Festas, a gente sempre recomenda é. Faz uma pesquisa tradicional, depois você desenvolve seu conceito e valida o seu conceito com uma pesquisa de neuromarqueting. Porque aí você tem todo o doberamento de cancânia, que seja post no Facebook, post no Instagram, TikTok, YouTube. Você tem tudo isso validado, porque você validou o conceito. Então essa facilidade, tanto de execução, quanto em relação a preço. Tá? Tá começando a entrar na cabeça dos meus ilheiros agora. É um movimento que a gente tem, os Estados Unidos que já trabalhei assim no time, a Russa já trabalhei assim no time. Só que aqui no Brasil, o que a gente percebe, que. e a gente sabe que a neuromarqueting, isso é real. A gente, como ser humano, a gente tem de acimantar fazendo o que a gente já fazia antes, até pelo medo do novo, pelo medo do risco. Então, o marketing de grandes empresas, muitas vezes preferem fazer a avalidação, mesmo com uma pesquisa tradicional, e não colocar uma pesquisa de neuromarqueting, porque o borde já está convencido que isso que funciona. Eu vou. eu vou. eu vou. eu vou. eu vou inserir um novo fornecedor aqui, uma nova tecnologia, puts. Será que vai dar certo, será que o borde vai gostar, será do agrado presidente? Então as pessoas se for muito menos de novo. Por isso que assim, acho que a mudança de cultura e o que até aconteceu lá fora, ela vem pra inserir essas tecnologias, ela tem que ir em cima pra baixo. Porque o presidente, na empresa, direto de turos nem preso, tem essa consciência de que esse modelo de validação, ele traz muito retorno pro negócio e muito save, né? Porque quando você é 100% assertivo naquilo que você faz, você não gasta em mídia, paga, você não gasta de generator, você consegue transmitir a sua mensagem, de uma maneira muito mais assertiva. E essa cabeça, João, os grandes executivos de fora, ele já tem. Então a gente. a gente. a gente com uma empresa, a gente nasceu na Rússia e a gente na Rússia, a gente tem grandes parceiros, multinacionais e empresas gigantescas de lá, que já trabalham com a nossa ferramenta e é uma coisa recorrente, eles compram todo mês, porque eles validam tudo o que eles fazem. No Estados Unidos, a gente conhece, enfim, empresas que fazem esse tipo de pesquisa, que também já existe e todo mundo já usa, é muito mais disseminado do que no Brasil. E assim, até o México, né? Quando a gente fala de América Latina, a gente tem a Festas México, que ela tem uma performance, muito mais arrojada do que aqui no Brasil, porque eu acho que até por influências dos Estados Unidos, pelas fronteiras, serem tão próximos, né, em termos de fronteira, eles conseguem absorver essa cultura americana e a Festas México consegue fechar grandes parcelias muito mais fácil que a gente consegue fechar aqui no Brasil, é porque a gente tem essa barreira, o Brasil é um país que ele é mais culturalmente, ele é mais rígido do que outros países, a gente demora um pouco para trazer as novidades, mas eu acho que isso é uma coisa que vai mudar ao longo dos anos, porque isso é uma tendência mundial, então assim, não existe como. É como se o Brasil estiver usando, estivesse usando estar táquendo, sabe? Não dá, uma hora achava vira e a gente acaba conseguindo, em cuttir essas tecnologias aqui, e isso, enfim, tem uma performance igual que a gente nos outros países de fazer esse tipo de evalidação, né? Legal, é, eu acho que realmente o Brasil ainda é um país muito conservador em alguns aspectos, principalmente no Kitanga inovação, né? Então eu acho que com certeza a tendência, essas barreiras caírem e em breve a gente conseguirem ver mais pesquisa de neuromática, em mais mensagens assertivas, e com isso todo mundo ganha, não só as empresas que investem, mas o consumidor também, tendo uma mensagem mais clara, um produto mais adequado às suas necessidades. É isso aí, Brasil, precisa começar a pensar em tecnologia, em não só como a gente está falando, antes da que do podcast, pensar em, no meu economia, totalmente pautada em agricultura e comódico, assim, a gente tem que começar a olhar para o que é o futuro, que não é só em relação à rosto, batata, sóje essas coisas, né? A gente precisa também começar a desenvolver as pessoas, intelectualmente, e trazer novas abordagens, porque a gente tem grandes cabeças pensantes aqui, que às vezes acabam indo para fora, porque aquelas noção absorvidas. É com certeza, realmente existe esse fluxo das grandes mentes para fora, porque lá eles vão achar incentivo para as pesquisas, enfim. Mas eu acho que isso, a tendência com certeza, se bem, acho que no mundo de hoje as coisas acontecem numa velocidade mais rápido, né? As grandes mudanças na sociedade, elas estão vindo cada vez mais rápido, né? Acho que a pandemia mostrou isso em diversas aspectas, e com certeza eu acho que o Neuromarkt vai ser beneficiado de suco. Curtiu? Compartilhe o link do episódio com os seus amigos nas redes sociais. Visiti nosso site www.neuromarkt.com.br, neuromarkt com temudo, e saiba como a ciência comportamental e o Neuromarkt, podem otimizar sua comunicação, porçamento e maximizar as vendas da sua empresa.
Podcast Summary
Key Points:
O podcast aborda ferramentas de neuromarketing para pesquisas, combinando neurociência pura (eletroencefalograma, resposta galvânica da pele) e tecnologias comportamentais (eye tracking, análise facial, tempo de resposta implícita).
A empresa Fests oferece uma plataforma online que substitui laboratórios físicos, usando IA para mapear microexpressões faciais, mapas de calor e respostas inconscientes, tornando as pesquisas mais acessíveis e menos invasivas.
A escolha da ferramenta de pesquisa depende do objetivo, orçamento e momento da empresa: neuromarketing é ideal para grandes investimentos (embalagens, filmes), enquanto pesquisas tradicionais e big data servem para ajustes menores.
No Brasil, o neuromarketing ainda é menos difundido que em países como Rússia e EUA, devido a barreiras culturais e resistência a inovações, mas a tendência é de crescimento e maior adoção.
Summary:
Neste episódio do canal "30 minutos de Neuromarketing", os especialistas Belly Marks e João Pentânia discutem ferramentas para pesquisas de neuromarketing, destacando a importância de aliar teoria e prática. João explica que em seus cursos para o trade, ele aborda desde insights da neurociência até o uso de ferramentas como eletroencefalograma, resposta galvânica da pele (GSR) e big data, enfatizando que é crucial escolher a ferramenta certa conforme o objetivo e o orçamento. Belly, representando a empresa Fests, descreve a evolução do neuromarketing durante a pandemia, quando a empresa migrou de laboratórios físicos para uma plataforma online.
Essa solução utiliza algoritmos de IA para analisar microexpressões faciais, eye tracking e tempo de resposta implícita (IRD), permitindo pesquisas mais naturais e acessíveis. Eles discutem que, enquanto países como Rússia e EUA já adotam amplamente essas tecnologias, o Brasil ainda enfrenta resistência cultural e medo do novo, mas a tendência é de democratização. A conclusão é que não existe ferramenta superior, mas sim a mais adequada para cada momento: o neuromarketing se paga em grandes lançamentos, enquanto testes tradicionais e big data são suficientes para ajustes menores.
A mudança, segundo eles, virá de líderes empresariais que enxerguem o retorno sobre investimento dessas validações.
FAQs
Neuromarketing aplica neurociência e ciência comportamental para entender as motivações do consumidor, otimizando comunicação e maximizando vendas.
Incluem eletroencefalograma (EEG), resposta galvânica da pele (GSR), eye tracking, análise de expressões faciais e tempo de resposta implícita (IRD).
Ele mapeia para onde o olhar do consumidor se dirige e por quanto tempo, gerando mapas de calor que mostram o que chama mais atenção em anúncios ou embalagens.
IRD mede o tempo que o respondente leva para responder perguntas (em milissegundos). Respostas entre 200 e 600 ms indicam reações inconscientes, revelando preferências verdadeiras.
Elas são mais baratas, permitem testar vários participantes simultaneamente e evitam o desconforto de equipamentos físicos, tornando os resultados mais naturais.
Use neuromarketing para validar conceitos de alto investimento, como embalagens ou campanhas, pois o custo da pesquisa é pequeno perto do retorno. Para testes menores, como posts de redes sociais, a pesquisa tradicional já é suficiente.
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