O episódio do canal "30 minutos de Neuromarketing" discute a aplicação prática do neuromarketing, enfatizando sua natureza interdisciplinar, que integra neurociência, ciências comportamentais e exatas para analisar o comportamento do consumidor de forma mais profunda e assertiva. Os especialistas explicam que ferramentas como eye tracking e testes de resposta implícita permitem capturar reações inconscientes, como atenção e emoção, superando limitações de pesquisas tradicionais. Através de casos reais, como campanhas de redes varejistas, ilustram como pequenas otimizações—como reposicionar logomarcas para evitar áreas de baixa atenção (como o canto inferior direito) e reduzir trocas excessivas em anúncios que causam fadiga cognitiva—podem melhorar drasticamente a associação da marca e o retorno sobre investimento. Eles destacam a importância de testar elementos de comunicação, como embalagens, não apenas de forma isolada, mas também em ambientes competitivos, como pontos de venda, para validar sua eficácia real. O objetivo é ajudar empresas a entenderem as motivações implícitas dos consumidores, oferecendo soluções que otimizem a comunicação e maximizem vendas com base em dados concretos.
Você está ouvindo mais um episódio do canal 30 minutos de Neuromarketing. Aqui nossos especialistas, se Belly Marks vissouza e João Pentânia apresentam conteúdos de neurociência aplicada a negócios. Visite nosso site www.neuromarketing.com.br Neuromarketing com temudo e saiba como a ciência comportamental e o neuromarketing podem otimizar sua comunicação, o orçamento e maximizar as vendas da sua empresa. Antes de começarmos, quero de convidar para conhecer a comunidade Neuromarketing. Nessa comunidade, provoveremos em conta os semanais ao vivo alternando a abordagem de conteúdo e mentira em grupo. A ideia é ter muita troca de experiências com os mentores e participantes. Sempre focando em entender as reas motivações que conduzem ao comportamento do seu consumidor. Tragar alto retorno sobre investimento por os negócios e acertar seu desenvolvimento profissional através das ciências comportamentais aplicadas. Acesse www.neuromarketing.com.br/comunidade e seja um membro. Olá, sou a Sibel e hoje hoje vamos falar sobre alguns queizes explicados. A gente vem postando no passado do tempo, tantos nossos perfis pessoais quanto nosso perfil da nossa empresa. A gente é postando alguns queizes que pegamos de mercado. A gente acha que é uma propriedade interessante no ar, a gente faz esse experimento. A gente vai no ponto de venda, a gente vê o material promocional, a gente faz experimento. A gente simplesmente vê o magondo que a gente acha, porxa onde será que tem uma tensão, para qual produto e a gente faz experimento. E o que a gente tem visto é que muita gente não tem ideia do que é o Neuromarketing. Muito o mesmo é que funciona um experimento de Neuromarketing. E aí aquele negócio, se a gente não entende o que é, a gente acha que é muito difícil. A gente acha que o resultado, posta, esse resultado foi contra aquilo que eu me esforcei para fazer enquanto gestor de marketing. E posta está indo contra tudo do meu planejamento e não é isso. Muito que eu contrario. Quando a gente coloca no ar, um case, quando a gente faz o experimento, é simplesmente para ajudar, é para mostrar para as pessoas o que que é a ferramenta. O como é fácil de ser implementada e qual que o resultado que ela pode trazer, principalmente para otimizar um comercial, para otimizar uma exposição de góngula, para otimizar um planograma, para otimizar qualquer coisa que a gente queira que tenha tenha comunicação por trás. Então a gente vê que muitas vezes o marketing, ele vem trabalhando com o que a gente aprendeu lá. Ah, o Kotler, a gente aprendeu em ciências humanas no geral. E aí, ele existe forma para fazer isso. Ah, o nosso prato tem que estar em tal lugar na góngula e quando a gente vai para um experimento de neuromar, a gente descobre que não é bem assim, porque a gente descobre o que se passa na cabeça, implicitamente das pessoas. Eu sempre vou já falar assim, uma coisa que quando você pergunta a pessoa assim, você gostou, ela fala assim. E aí quando ela vai para a góngula, ela compra outra, você fala, "Por que que ela fez isso?" Porque ela foi, falou que gostou do meu produto, uma pesquisa e ela compra outro. Então é isso que a gente explica, porque se a gente conseguir descobrir o que passa dentro do inconsciente dessa galera, que é nossa audiência, a gente vai conseguir oferecer aquilo que já está procurando. A gente não está fazendo a nova gente cerebral, a gente vai entregar para ela aquilo que ela já quer. E, vez a gente está perguntando e batendo o cabeça, gastando o dinheiro, a gente pode duplicar, atreplicar os investimentos e a gente forma mais assertivo. E assim, quando a gente está olhando para comportamento, e aí seja qualquer comportamento, quando a gente está olhando especificamente com comportamento de compra, comportamento de consumo, que nada mais é do que um comportamento com outro qualquer, a gente tem que olhar diversos pontos de vista. Então o mundo acadêmico tradicional, ele sempre se dividiu em sílculos, então você tem as ciências biológicas de um lado, as ciências humanos de outro e as ciências exatas de outro. Quando a gente olha para fora do país, para as universidades de Vanguardas, vamos dizer assim, esses silos foram quebrados. Então hoje um pesquisador lá fora, ele não fica limitado a biológicas ou as atas ou a humanas. Ele olha todas as ciências que ele tem a disposição dele, para ele entender o comportamento. Quando a gente fala de comportamento, que é uma coisa extremamente complexa, uma coisa extremamente subjetiva, a gente não pode se dar o luxo de olhar só o ponto de vista da psicologia, ou só o ponto de vista da antropologia, ou só o ponto de vista da neurociência. A gente precisa olhar todas essas ciências que vamos ajudar a entender realmente o comportamento, o que a gente chama hoje de biologia comportamental. Então é uma fuzão de várias ciências, uma ciência interdisciplinar, onde você olha as neurociências, a biologia como todo, porque os nossos sistemas dentro do nosso organismo, eles também afetam o comportamento, não é só o sistema nervoso, o que a neurociência estuda, o sistema endocrino afeta diretamente, o sistema imunológico, o afeta também muito diretamente nosso comportamento, enfim. E obviamente, olhar também as ciências humanas, tecnologia, antropologia, comunicação social, tudo o que eu possa olhar para o comportamento, inclusive as ciências exatas, hoje se fala muito do big data, então a gente tem muito comportamento que a gente atra a vez do big data, a gente consegue entender esses comportamentos passados, até para predizer comportamentos futuros. E a própria pesquisa de neurociência pura, que elas gera são dados. Então você tem que ter estatísticos, você tem que ter pessoas de negócio, você tem que ter matemática, você tem que ter neurocientistas, e as ferramentas que a gente utiliza nos nossos experimentos, que a gente vai falar dele aqui ao longo do nosso episódio, elas prevém exatamente isso, são ferramentas que são construídas por tímis multidisciplinares. Então a gente não está olhando só o White Trek, a gente está olhando o White Trek, a gente está cruzando com a faça, a gente está fazendo uma pesquisa de resposta implísta. E essa ferramenta, ela não vai dar só atenção, que é muitas vezes a ponta do iceberg, ali o mapa de calor, como algumas pessoas falam. Ela vai entregar muito mais, ela vai dar um coeficiente, de atenção, ela vai dar um engajamento emocional, eventualmente se a gente usar uma pesquisa de resposta implísta, ela vai excluir da base e respostas que não foram, que é isso, a líquias, pessoas responderam de qualquer forma, inclusive, né, acho que um tema que está muito na moda, agora, sendo discutido muito, restando as pesquisas, como as pessoas, as vezes, elas mentem para elas mesmo, né, quando elas respondem pesquisas assim que não têm esse critério biológico, enfim, a gente cruza todas essas ferramentas para a gente entregar realmente uma qualidade de um dado muito assertiva com os nossos clientes. E alguns experimentos que a gente faz da divulgar, eles servem exatamente o mesmo preço para divulgar, para fazer críticas constitutivas e para ajudar essas empresas. Então a gente vem recebendo algumas críticas positivas, algumas pessoas não entendem bem, porque muitas vezes elas desconhecem a ferramenta. Ela acha um que é só um mapa de calor, né, como eu escutei esses dias, aí uma pessoa fala, "Era muito mais que isso". E aí, se, Beliu, eu queria que você dividisse com a gente, assim, alguns dos quezes, de começar a debater tanto de filmes, de embalagens, de materiais de condivenda, enfim, estímulos de marketing diversos, que a gente acredita que seja útil para o nosso ouvinte entender melhor como que essas ferramentas podem ajudar. Vamos embora. Mas antes de antes a gente entrar ferimentos propriamente ditos, eu queria só fazer uma colocação aqui, que eu acho que é importante, porque deve ter gente que não conhece, o marketing, a gente tem uma audiência bem diversificada aqui, tem gente que conhece muito sobre o experimento de neuromáquia, tem gente que está começando a seguir a gente e aí fala assim de gente, mas que que isso que eles estão falando. Então vamos lá. A gente não experimenta e a gente faz experimentos online, tá? É possível hoje fazer experimentos totalmente online. A gente tem praticamente três ferramentas em uma, uma delas é White Trek, onde a gente consegue identificar quais são os pontos, quais são os pontos que as pessoas mais olharam, então vamos falar assim. Aí eu sei que as pessoas oraram mais para o logo se ele tivesse do lado direito em cima do que embaixo, por exemplo. Ah não, eu prefiro colocar minha logo no meio, é bom, é ruim, a gente consegue saber isso, a gente consegue identificar. E tudo depende, isso é bem importante falar do que o cliente quer, não existe certo errado. A gente sempre, quando a gente faz o manário, é manário totalmente isenta, porque a gente não sabe o que o cliente quer. A gente às vezes fala assim entre a gente, né João, posta se o cara tivesse colocado tal coisa em tal lugar, mas a gente não sabe qual que o objetivo. Às vezes ele não quer vender a marca, ele quer vender o atributo do produto, isso já aconteceu no experimento que eu fiz. Então eu fui para fazer a interessa, eu falei assim não, então se sua marca tivesse em tal lugar, a pessoa falou "inno mas não quero vender a marca". Eu quero vender o sabor do meu produto, então estava certinho, ela colocou certinho. Então às vezes a gente que faz o experimento tem uma percepção que pode não ser aqui o cliente, efetivamente, queria. Então a gente só vai orientar, tá, você quer vender mais a sua marca, então você tem que colocar sua marca mais aqui, ou ali, ou do outro lado, porque a gente conseguiu identificar isso no Etrekin. Uma outra coisa que a gente consegue analisar é a atenção, a gente consegue ver o nível de atenção sustentada, que é audiência. em relação àquela exposição. Então vamos dizer assim "Ah, eu tenho comercial". Então "Ok". Então eu comecei a bom, eu ergui, eu quero se lembrado. Eu acho que todo mundo que faz uma propaganda aqui é se lembrado.
seja ela na internet, seja ela não em TVA de uma novela, então você tem um nível de atenção alta. Se o nível de atenção foi baixa ou se ela o silô de mais, você tem ali uma cena onde você perdeu atenção das pessoas que dizem que você tem que substituir. Não quer dizer que você comercial até o interior ruim, mas quer dizer que diz uma oportunidade melhoria ali porque tudo que a gente quer como marketing é que a nossa problema seja lembrada. E que as pessoas possuem te lembram de qual marca que a gente está falando? Porque acho que já aconteceu com todo mundo, com os certezos, com os certezos, todo mundo que tem escutando a gente, gestiu uma propaganda e falasse "nossa, que demais!" "Tu que que era?" "Puts, não lembra?" "Achei demais, meu pagano, mas não lembro que que era." E isso é o horror, porque que é o horror? E aí eu falei enquanto o marketing já podia falar se você fosse ou não, porque você fomenta a demanda da categoria, pode ser que, em vez da audiência, comprato a marca de salgadinho, é comprato com corrente. Então isso é bem ruim. E a gente tem o IRT, o que o IRT faz? É o tempo de resposta implícita. A gente faz perguntas fechadas, pessoal, deense, que assistiu o filme, enfim, que participou de um experimento, e a pessoa vai responder "sinho não". "Ah, eu gostei mais do direito da esquerda, sempre com duas opções". Ou então ela vai dar uma nota de 1 a 5, mas coisas rápidas, porque o sistema ele consegue ler o tempo de resposta. Então, para a nossa resposta, ela consegue, começa a ser rationalizada no nosso cérebro, a partir de 600 mil e segundos. Então, se a pessoa respondeu abaixo de 600 mil e segundos, quer dizer que aquela é uma resposta implícita, ou seja, irracional. E, provavelmente, essa resposta vai ser a diferença entre ela comprar o seu produto ou não. Escolher a sua marca ou não. Então, vamos lá, já que a gente deu essa calibrada, todo mundo está na mesma página agora, vou começar falando de um experimento que a gente fez de uma grande rede de variejo do sul do país, é uma rede do fermercado. A gente escolheu essa propaganda, porque ela nos pareceu super encantadora, ela parecia uma propaganda super inovadora. Então, a gente falou, "Bom, que pervanda legal". "Vamos fazer esse teste e vamos ver o que que dá". É isso, João. Eu queria que você começasse comentando sobre até um post que a gente fez, que é a subelocalização da marca. A localização da marca nessa campanha, assim como em 1999, sendo das campanhas, as pessoas assinam, colocam a logo marca no canto inferior direito. E existem inúmeros e números pesquisas de neuromarte, e não só aqui no Brasil, mas fora também existem pessoas que falam muito sobre isso, de que esse é o canto que a gente fala que é o corner do vale da morte. Porque o último lugar que as pessoas olha, é o lugar que as pessoas menos prestam na atenção. Então, nesse caso, nesse exemplo, a quantidade de pessoas e a quantidade de atenção que foi colocado ali dentro daquela logo marca, foi muito pequeno. Então, essa propaganda, ela corre o risco de ser uma propaganda muito bacana, muito legal do ponto de vista racional, mas que as pessoas, depois acabam não conseguindo lembrar de qual marca que era. E aí, até você comentou isso, que é o horror de qualquer marketing, você criaram o estímulo que as pessoas não conseguem associar com sua marca, e eu lembrei de uma história que eu vivi quando eu era estagiário, era estagiário de uma marca de biscois fechados, e a gente fazia um brief, com a agência, na verdade a agência estava trazendo a primeira ideia criativa, de o diretor de arco da agência e tal fazer a reunião com a minha diretora na época, e ela falou, "Ah, muito legal, a ideia é bem criativa, mas eu não sei se é da minha marca ou não". E aí, eu lembro que até o diretor de arco ficou bem ressentido com aquela resposta, mas essa mulher hoje ela já era uma alta exitiva, ela já era um diretor de marketing de uma empresa nacional e líder de mercado em vários segmentos, e hoje ela era uma das maiores semos do Brasil. E aquela situação me marcou muito que eu falei assim, ali eu tinha um aprendizado, eu falei assim, "Ponou, não adianta ser criativo, não adianta ser bacana, não adianta ser legal do ponto de vista racional, se você não cria uma sucessão, essas pessoas não associam aquela propaganda à sua marca". E nesse exemplo, apesar de que o posicionamento dessa rede já é uma coisa batida a várias anos a associação dessa marca com a família, a assinatura, ela poderia ser otimizada. Simplesmente, mudar o local da assinatura da propaganda teria trazido um resultado muito melhor. Bom, em contraponto a essa campanha que a gente viu que colocou ali, o alogo marca no Vale da Morte, a gente fez um teste também com outro filme de outra empresa, de uma tradicional marca de leite em pó, e eles colocaram o logo no canto superior direito, ao invés do no inferior direito. E ali sim, eles tiveram um nível de atenção muito alto, um filme com um engenjamento emocional super alto e com a asssociação de marca. Eles conseguiram otimizar ali o recurso do filme e fazer não só um filme bonito, um filme que engage emocionalmente, mas também um filme que gera a asssociação de marca, para o era, para essa marca. E eu acho que o aprendizado realmente foi esse, quando a gente testou, a gente conseguiu observar que realmente são coisas simples, são coisas que você pode otimizar numa reprodução que vão te dar um roi muito maior. E não foi só isso, né, Sebel? Me conta um pouco mais aí dos outros resultados dessa campanha. É, como eu falei, é uma campanha bem inovadora. Então é uma campanha que, quando a gente assista o propaganda, ele fala assim, "Oau, que demais? Por isso que a gente quis fazer esse experimento." Por que ela era super legal? Porque a propaganda tem algumas trocas de seres humanos, né, uma família, com mãe, ou pai, os filhos. E ela vai trocando entre essas, essas cenas das pessoas com cenas de ilustração. Então quando a gente assistiu, a gente fosse indiente que demais uma ideia assim, uma sacada sensacional. Então vamos testar para o que aconteceu. E o que a gente pode observar, né, João, que foram quatro trocas entre seres humanos e animações. E as primeiras trocas tiveram até um resultado legal, resultado positivo, só que, com o fome ela foi repitindo, ela praticamente bugou o cérebro das pessoas, sendo que após a quarta, as pessoas, elas sentiam a surpresa pelo impacto da troca, né. Então a troca de ser humano para ilustração, a pessoa teve uma reação, só que foi diminuindo gradativamente o nível de atenção. Então aquilo foi cansando as pessoas. Então o que que eu faria, se eu fosse a se immônda essa rede, e se eu tivesse feito esse experimento antes? A ideia das trocas sensacional, eu só colocaria menos trocas. Então talvez iniciasse com ser humano, troca para ilustração e troca de novo para ser humano. Porque a gente teria essa troca de uma maneira que não cansasse. Porque vamos lá, quando a gente está no aeromáquete, a gente sabe que existe uma coisa que chama demanda cognitiva. Então quando a gente vai trocando, a gente vai demandando volta a carga cognitiva. E chega uma hora que simplesmente a gente percebeu no experimento, que simplesmente a pessoa não chega, não quer mais brincar. Então poxa uma super ideia, poderia ter sido otimizada de uma maneira que as pessoas tives uma menor demanda cognitiva e elas tivessem antes da atenção sustentada até o final. É o que você falou. O que interessa é que as pessoas óbvio, associem a marca com aquela situação, que as pessoas lembrem da marca e que as pessoas também vão até o ponto de venda e escolham a marca que fez propaganda e o experimento das outras, não simplesmente fomentar a ir da mercado e família. Então é isso que a gente quer como marketing. Mas de uma maneira geral, esses seriam os highlights desse experimento. Obvio que a gente teria que conversar com a empresa e entender quais eram os objetivos. De repente, de bom, eles não estavam interessados que a marca para a esse esse. Realmente, o que eles quis colocar no vale da morte. Eles não estavam interessados. Eles que liam, eles que liam que aquela associação da família com aquele ambiente da loja, que é uma coisa que já vem trabalhando com a minha família muitos anos, só fosse marcada. Vamos ver que era isso. Então a gente não sabe. Então a gente não pode falar assim. Foi bom, foi ruim, tá certo, terrado. Implicitamente, esses foram os highlights que a gente identificou e que a gente acha legal colocar na mesa por quê? Um propaganda incrível e que a gente, por mais incrível que seja, a gente sempre tem alguns comentários para fazer para melhorar mais ainda. Então, basicamente é isso. Eu sempre gosto também de bom, não só de testar propagandas, mas também testar em balagens. Eu acho que é em balagem, no ponto de venda, eu que faz a diferença. Tem muitas redes, tem muitas situações que a gente não consegue trabalhar em um ponto de venda, a gente não consegue trabalhar a minha exposição, em balagem por si só ela se vende. Só que quando a gente testa em balagem e sozinha, a gente tem um resultado sobre aquela embalagem. Então, o quanto que minha marca apareceu, o quanto que eventualmente tipo de produto apareceu, o quanto que aquela fruta se for um suco apareceu, só que tá. Eu cheguei na embalagem ideal. E aí, quando eu for pro ponto de venda, quando eu for aplicar aquela embalagem num plano grama, quando eu for saber o lugar ideal para a minha embalagem, num supermercado, por exemplo, ou quando eu tive uma embalagem e meia em balagem, tive frente aos concorrentes. Como é que ela se sai? Então é importante não só validar uma embalagem na prancheita da sozinha, ali linda ou maravilhosa, mas também.
quando ela foi aplicada, quando ela tiver lá na zona de guerra, como é que ela se sai. E eu acho que isso se viviu na perigun tempo, né, João? Se também foi de três divendas, a embalagem da prancheta é uma coisa, a embalagem na agônula é outra coisa. É o perfeito. Já viviu algumas situações do Departamento de Marte em Vincu, em 10, que no no poirponte era sensacional, até Brinco, no poirponte, aceita tudo. Mas quando a gente ia aplicar na agônula, às vezes a agônula não tinha o espaçamento adequado, às vezes ela sumia perto de outros concorrentes, né, então, falar deraminha assim, é o principal elemento de comunicação de qualquer marca de consumo, né, por quê? Porque ela tá durante toda a jornada, ela acompanha a comunicação, né. Desde o momento que você procura um produto no Google, ele vai aparecer ali no Google Shop, até você no Trif, ativamente não é como, é só você ir no condivender físico, até no momento que você consome, até o momento do discard. Então, ele acompanha a jornada em diferentes pontos de contato ali, a embalagem tá ali, então, por isso que ela é o principal elemento de comunicação, e é o maior investimento, porque é o partido momento que você coloca uma embalagem para rodar, boa parte do sucesso daquele produto, ele tá ali. Então, acho que é o estímulo de comunicação, que eu acho que as pessoas precisam cada vez testar mais com ferramentas de Neonomarch, e otimizar, né, acho que o mais importante é isso, Neonomarch, ele serve para otimizar antes de você colocar aquele estímulo na rua. Então, acho que isso é fundamental e venda a minha vida na área comercial, na área de 3 de marketing, eu vi bastante embalagem se lançada, sem que se consulte essas pessoas. Então, nem o feijão com a rua estava sendo feito, né. Então, acho que os maqueteiros tem que escutar mais do pessoal do campo, tem que fazer mais pesquisa, porque realmente é o investimento, é o investimento dos mais caros, né, que precisa ser otimizado. Júm, falando em gondo lá, falando em balagem de produto, a gente fez um experimento, a gente filmou na seção de produtos naturais de malógia, e a gente pode observar que na parte das barrigas de cereal, a gente teve uma revelação, vamos dizer assim. Então, qual que foi a revelação, propriamente dita? Primeiro que, se a gente observar qualquer ponto mais observado pelas pessoas através do IDRAC, mais observado nessa aceção de barriga de cereal, foi de uma marca que as pessoas de regno conhecem, porque não é uma marca super conhecida, sendo que, por incrível que pareça, quando a gente perguntou na pesquisa de RT, quais as marcas que a pessoa lembrava, as pessoas citaram uma marca que nem estava naquela gondola. Então, aí a gente vê o quanto é importante colocar os produtos no lugar certo, trabalhar bem as embalagens, pras embalagens, chamar a atenção e falarem por si só, trabalhar ponto de venda, material de ponto de venda, assim, for possível. E aí, um número bem interessante, é que assim, 95% das pessoas olharam justamente para aquela região, que é a região do alcance das mãos. E quando trabalhar em trade, todo mundo fala assim, "Não, o que interessa é a altura dos olhos?" Eu não sei se você trabalhou algum tempo com essa verdade, né, João? Mas quando a gente fez esse experimento, a gente viu que 95% das pessoas olharam exatamente para a altura da mão. E a parte superior, justamente a altura dos olhos, foi visualizada por 50% da audiência. Ou seja, menor do que essa outra parte, que é a parte da altura da mão. É muito interessante isso porque essa ação especificamente, ela não tinha material de ponto de venda, era o produto e só. Então, quando a gente pensa assim, "Poxa, uma marca", que é a marca mais conhecida de todas que estavam expostas ali, ela estava na altura dos olhos, ela tem achado que ela razou, né? Ela deve ter pensado assim, "Oau, eu estou no lugar certo, só que na realidade as pessoas olharam para onde, para a altura da mão. E qual que deve vender mais? A que está a uma alcance da mão, porque onde a gente vê, onde a gente pessa mais atenção, onde a gente olha, onde, infelizmente, a gente vai concentrar menores forços para a gente pegar o produto com o pré-revapra caso." É perfeito, se, Beli, essa é uma verdade absoluta, que se propagou durante muitos anos no meio do shopping marketing, do trade marketing, de que a melhor localização era a altura dos olhos. Mas isso já caiu já há alguns anos, através de pesquisas de neuromarte, e esse experimento que a gente fez comprouro isso, porque a altura da mão e não a altura dos olhos. Então, o nosso cérebro, ele tem um mecanismo que ele busca tomar decisões mais rápidas, né? Então, a gente tem mecanismos, até atalhos intuitivos, para que a gente tomam decisões mais rápidas. Então, a altura do braço, você ao estender e pegar um produto, você vai gastar muito menos energia do que se você tivesse que levantar o braço para pegar algo que esteja na altura dos seus olhos. Então, essa foi uma grande verdade que o neuromarte enverubou. Então, é muito interessante porque realmente a gente viu isso no experimento que a gente fez. Então, comprovou outras pesquisas, pesquisas anteriores a nós. Eu acho que um outro ponto importante da gente citar, se Beli, em relação ao ponto de venda, é a questão dos materiais, os materiais de ponto de venda, os materiais promoncionais diversos. E a gente fez um estudo muito interessante na pássica desse ano de 2022, com o precipitador, né, a tabela de preços da Nestle durante a pássico. Eu trabalhei com o pássico durante muitos anos e eu posso afirmar como soluta a certeza de que a tabela de preço é o principal material de ponto de venda da pássico. Porque ele é abústula. É ali que o promotor da marca e o próprio shop, vai se orientar em relação ao que tem ali naquela barreira, né, de ovos que estamos expostas acima da cabeça. Então, sempre os promotores de pássicos são orientados a conduzir o shop e para a tabela de preço para que o shopper tenha ali toda a variedade de produtos e possa tomar sua decisão. E foi muito interessante esse estudo, porque a gente viu que o foco da atenção estava muito concentrado em quatro produtos dentro dessa tabela de preço da Nestle. E aí, como você colocou, a gente não sabe qual que é o objetivo para a Nestle. É porque esses são estudos que a gente não fez a pedido da Nestle. A gente fez para gerar conteúdo para o nosso audiência. Frente de um cliente que nos contrapa e a gente sabe o objetivo daquela empresa, né, a gente teve um brilho para saber qual que era o objetivo em relação ao que ele estima. Nesse caso, a gente não sabe. A gente não sabe se o foco da Nestle era vender exatamente esses quatro produtos ou se, de repente, tinha um produto ali muito importante dentro do portfolio deles de muito volume, que não estava sendo chamada atenção, né? E se fosse esse o caso, a gente poderia otimizar aquele layout ali e com certeza a Nestle teria melhores resultados com esse material. Falando em uma tela de pontos de vendas, João, a gente fez o experimento também para uma empresa de cosméticos. Na realidade, não foi um experimento para em empresa de cosméticos, né, da empresa de cosméticos. Onde ela fez um material de pontos de vendas, um display gigantesco, colocou a marca na região central e ao lado ela colocou os produtos. E quando a gente fez esse experimento para a surpresa, porque eu fiquei bastante surpresa com o resultado aqui deu, o que a gente observou? Que as pessoas mal olharam pros produtos. As pessoas focaram a atenção na marca que ela estava bem centralizada, bem grande e detalhe. Ela estava pouco na frente de como se fosse uma parede ali que parecia uma planta, uma questão mais biofírica por trás. Então a gente já sabe que a biofilia é algo que já chama a atenção. A marca tem uma marca super consagrada, tem todo mundo conhece logo na frente em destaque. E o que aconteceu, os produtos perderam relevância, porque as pessoas olhavam, que eles display de gigantesco e elas concentravam a atenção, concentravam olhar ali bem no meio. Isso é ruim o bom. A gente não sabe. De repente essa marca não queria ver, deixa um pô, não queria vender crêmio, não queria vender outras coisas. Se ela quiser se vender, a gente falaria para ela assim, "Oh, vou me espalhar essa sua marca aqui, vou trabalhar uma forma diferente para que o seu produto tenha maior relevância no ponto de vendor, para que ele gire melhor, para que ele tenha uma performance melhor". Ah, não. A gente quer que a marca chama a atenção, assim, de tudo, prioritariamente. Então beleza, então está tudo certo. Você fez o material e se display de uma forma que ele está exposto de uma maneira que ele vai tender os objetivos da empresa. A gente também não teve acesso a quantidade de vendas desses produtos nessa loja especificamente. Como o João falou, a gente fez esse teste, até porque a gente se deparou com esse material no ponto de vendor. A gente achou super interessante, super legal e a gente tirou uma foto e fez o material. Mas é sempre bom ressaltar aqui. A gente não faz publicações de materiais, de resultados nossos clientes. É obviamente que a gente tem ali um uma confidentialidade a ser seguida. E quando a gente faz um experimento desses, é realmente pra evangelizar as pessoas, pessoas entenderem como é que funciona experimento em neuro-máquete, quais são os pontos positivos negativos, eventualmente de fazer uma exposição de uma maneira ou de outra. Porque querendo não, a gente tem nossos aprendizados. A gente depois de fazer muito experimento, a gente pague o olho e fala assim, "Um, isso aqui vai ser legal e esse aqui, acho que não vai ser nem tanto." Mas sempre os experimentos, os resultados do surpreender, que a gente não consegue, e, fichamente, saber o que é o diência, o que as pessoas, as diferentes personas, pensam implicitamente. Então isso é bem importante pra gente, com marketing, ter um afirramento dessa na mão, pra gente poder trabalhar e eu te fiz a cada vez mais nas materiais e chegar nos objetivos entre os clientes.
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Podcast Summary
Key Points:
O neuromarketing é uma abordagem interdisciplinar que combina neurociência, ciências comportamentais e outras áreas para entender e prever o comportamento do consumidor de forma mais assertiva.
Ferramentas como eye tracking e testes de resposta implícita (IRT) permitem medir reações inconscientes, como atenção sustentada e engajamento emocional, indo além das pesquisas tradicionais.
Experimentos práticos demonstram que ajustes simples, como a posição da logomarca (evitando o "canto inferior direito" ou "vale da morte") e a redução da demanda cognitiva em anúncios, podem otimizar significativamente a associação da marca e o retorno sobre o investimento.
É crucial testar não apenas elementos isolados (como embalagens), mas também seu desempenho em contextos reais, como pontos de venda, para garantir eficácia competitiva.
Summary:
O episódio do canal "30 minutos de Neuromarketing" discute a aplicação prática do neuromarketing, enfatizando sua natureza interdisciplinar, que integra neurociência, ciências comportamentais e exatas para analisar o comportamento do consumidor de forma mais profunda e assertiva. Os especialistas explicam que ferramentas como eye tracking e testes de resposta implícita permitem capturar reações inconscientes, como atenção e emoção, superando limitações de pesquisas tradicionais. Através de casos reais, como campanhas de redes varejistas, ilustram como pequenas otimizações—como reposicionar logomarcas para evitar áreas de baixa atenção (como o canto inferior direito) e reduzir trocas excessivas em anúncios que causam fadiga cognitiva—podem melhorar drasticamente a associação da marca e o retorno sobre investimento.
Eles destacam a importância de testar elementos de comunicação, como embalagens, não apenas de forma isolada, mas também em ambientes competitivos, como pontos de venda, para validar sua eficácia real. O objetivo é ajudar empresas a entenderem as motivações implícitas dos consumidores, oferecendo soluções que otimizem a comunicação e maximizem vendas com base em dados concretos.
FAQs
Neuromarketing é a aplicação da neurociência e ciências comportamentais aos negócios, ajudando a otimizar comunicação, orçamento e maximizar vendas ao entender as motivações inconscientes dos consumidores.
Os experimentos utilizam ferramentas como eye tracking e testes de resposta implícita para medir atenção, engajamento emocional e associações inconscientes, cruzando dados multidisciplinares para resultados assertivos.
A localização afeta diretamente a atenção e a lembrança da marca. Colocar a logo no 'canto da morte' (inferior direito) reduz a visibilidade, enquanto posições como o superior direito aumentam a associação da marca com a mensagem.
É o canto inferior direito de uma peça de comunicação, onde as pessoas tendem a prestar menos atenção, reduzindo a chance de lembrar da marca. Deve ser evitado para otimizar a associação da marca.
Trocas excessivas podem cansar o cérebro, diminuindo a atenção sustentada. É recomendável usar menos transições para manter o engajamento e evitar sobrecarregar a demanda cognitiva do espectador.
Testar isoladamente avalia elementos como visibilidade da marca e produto, mas testar no ponto de venda mostra como a embalagem se destaca frente aos concorrentes e em planogramas, garantindo eficácia real na 'zona de guerra'.
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