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NerdCast 1016 - Viajar é Se F*der 5: China

127m 33s

NerdCast 1016 - Viajar é Se F*der 5: China

O episódio começa com a apresentação dos participantes, que introduzem o tema principal: relatos de viagens à China. Antes de mergulhar no assunto, há inserções publicitárias para o aplicativo de delivery rápido "Daqui" e para a plataforma de nuvem "MagaluCloud", que enfatiza serviços locais e previsibilidade de custos. A conversa então se volta para o Oscar, com uma análise detalhada da presença brasileira na premiação, corrigindo equívocos históricos e elogiando "Cidade de Deus". Em seguida, há uma defesa humorada e afetuosa do ator Nicolas Cage, citando suas peculiaridades, como compras extravagantes (um dinossauro, uma mansão assombrada) e seu amor incondicional pela sétima arte. Finalmente, os participantes compartilham suas experiências na China, contrastando viagens mais antigas, sem o auxílio de tecnologia, com as atuais, onde aplicativos como mapas e pagamentos facilitam muito a estadia, mesmo sem domínio do idioma local. O tom geral é descontraído, repleto de piadas e digressões características do estilo Nerdcast.

Transcription

24996 Words, 130886 Characters

Portuguese
[MÚSICA DE FUNDO] Vocês estão vindo Nerdcast no Jogin Nerd. [MÚSICA DE FUNDO] Nada, nada, nada, Nerdys! Aqui eles entrou todo o Jovem Nerd a humanidade tem salvação. Difícil falar hoje de dia, né? [Risos] Fortíssica! Forte, né? Palavras, Forte! Cara, esse mesmo esperava vir isso de vocês! [Risos] Eu sou o Loneo Caldela e às vezes é mais fácil chegar na China do que gravar o Nerdcast aqui no meu escritório. [Risos] Eu sou Rafael Estudas e eu mandei tudo que havia te na mita calar a boca. - Caraco, o quê? - É, depois eu explico isso. [Risos] Aqui as Agal, Minhão. [Risos] Muito prédios! Estamos aqui para mais o Nerdcast de viagem todos os convidados estiveram na China. Todos os participantes, né? Nem todos são convidados aqui. É, eu acho fácil ter que fazer isso. O Loneo foi para China já tem uns 10 anos e a gente acabou de ir, suda, foi o último a estar lá, e a gente vai contar com parar as nossas experiências e histórias de viagem afinal viajar esse fodeiro, não é? [Risos] É sim, cara. É sim, é sim, cara. Eu acho que é! [Risos] Eu é eu! - Cadê lá? - Cadê lá? [Risos] [Música] Muito pesa, Calvão! Vamos para mais uma semana! Só mais uma semana, tem os nove e o ano! De cada lado de vez o Nerdcast! Vamos! Olha só, Azagal, primeiro, você que está aí. Esperando o carnaval, vai ter, acho que é nesse carnaval, Calvão? Não, é depois. É depois. Então, tá. Então a gente vai comer o morar, o carnaval antes. - É copa. - Copa antecipada. - Que esse ano de copa também? - Que é, não é sim. Não, eu sei que tem de copa. O carnaval tem, acho que. Não, mas esse ano tem ex. Já falei que não tem ex. Mas a gente vai ter a nossa vitória do Brasil, é no Oscar. Exato, muito mais! - Nossa Copa, o março! - Ó! Eu acho que o Oscar vale muito mais que o Exa. - Estou sendo polêmico? - Exato. - Estou falando isso no Nadal. - Vem de televisão, pra cara. [Risos] Olha, olha as Azagal, Calvão! Vamos, pesa! [Risos] Ah, a pessoa compra TV antes do Exa, não? - Pra ver o Oscar. - Pra ver a Lábida Oscar. Olha, olha, Magalupe, Jamba! [Risos] Mas eu quero falar da. da. daqui, Azagal! O app que você faz compras no supermercado e chegam, e até 15 minutos, não por magia, mas por logística. Avançadíssima! Você pede da. pede da livre, vem daqui. Não, eu não sei fazer isso, curto. - Pra que a gente mental. - Não, eu tô tentando inventar esse log, amplo. [Risos] Dingo! Eu não sei, eu não sou bom. - Você vai dar a sua. - Tá, tá, aqui já funcionou. - Já funcionou daqui. - Tem que inventar mais nada. - Exato, amor. - É só 15 minutos, eu tô acado. - Exato, também, gente. - Eu não vou até prende criar as logas, já chegou o que você quer. [Risos] Ah, tá, tá, demorando mais pra criar as logas. Mas olha só, daqui é isso, aplicativo. Você que mora em São Paulo, na BC, e aos Áxicos, Santos, ou em BH, Belorizonde também vale. Precisa de algo rápido que você pede, já sabe, antes do seu café esfear. - É isso. - Quer dizer, eu não sei. Depende da onde tiver o café. 15 minutos, você vai achar que cresceria. [Risos] Tem que estar agavado até, porque aí nos vê. Mas olha só, tem mais. Você que é cliente novo, pra estimular você, abaixar o app, experimentar, aproveita e usocupão. Jovem nerd, de tudo junto, Jovem nerd, que você tem 30 reais de desconto em compras acima de ser reais sem contar bebidas, ao qual que as que elas não fazem, elas não somam, nos ser reais. Vou fazer um grande ponto. Mas fora isso, tu aconprar um azeite ser reais. [Risos] Usocupão, Jovem nerd, que tu ganha 30 reais de desconto. Aproveita é um por CPF e ir pra novos clientes. Dá daqui. É isso mesmo. Tem líquido no post. [Música] Olha, eu dormi 26, eu amo de não ter mais conversa mole. Não tenho hype, fake, de LLM e AI. Menos isso vai revolucionar tudo. E mais eficiência desse tonto que fica bem pensada. Eu quero falar. Dá magaluclal, Jovem nerd. Claro, claro. Não adianta você ter a AI incrível. Se a sua nuvem é confusa e imprevisíveis pro adiosamento do final do mês, tu não sabe o que vai estar o dólar no final do mês. Tu sabe como é que vai pagar de OEV? Tudo é que é. Clalde hoje é sobre simplicidade, prilisibilidade. E obviamente você que se guia de calar, se endou de cabeça, open source, segue a mesma esfim dançal de tudo. Mais liberdade pra criar, menos dependência do forneicedor. Isso é o magaluclalde. Latença localização dos dados de suporte local. Ou seja, tudo da Clalde, da magaluclalde fica no Brasil. O serviço de suporte é no Brasil. Não é ia. O suporte é humano, é brasileiro. Aconta no fim do mês. É brasileira. Não tem exposição a câmbio, surpreendinha de dólar no fim do mês. Só pagar ir real no Brasil com latência a baixa. Porque o seu serviço tá rodando no Brasil. A Clalde é brazuca, gente. Suporte nativo, preços em real. Lembre-se, pra você focar no produto e não na fatura. Vai conhecer a magaluclalde, tem link no post também. [música] Isso e você não quiser ouvir os recados e meios com os polher dos filhos no ouvido. De 1998. [Risos] No quizer torna de fora, pode falar de redor de para. 17 minutos e 40 robôs chineses. Arte dos fãs, azagal. Olha só. O Alexandre RTM, custom. Acho que são a Robin. Eu acho que é um aroba aqui. Mas eu vi essas artes no Instagram. É, manií. É uma mistura de impressão com modelagem e pintura. Olha, ele é uma primeira personagem de Dona de Cash App, é o S&P. Que folha! Fodástico. Caralho! Que quer dizer, eu não sei se ele é imprimil, mas ele não é, ele falou. Ele falou a brima. Nossa, ele pintou. Puta que maneiro, cara. Eu não perdoo aleiro. Calma que tem mais personagens para chegar. E breeeeeeeve. Não, calma. Calma. Uma coisa cada vez. É isso. Eu tô querendo dizer que vai ter em breve mais. Aguas com fio. Aguas com fio. É isso, gente. É. [Risos] Gente, meu cor. Quero agradecer os desquidos, o arumson que salvaram vidas. Olha só. Lipe trepto. Clarissa ao variega. Aisadora Bonfante. Vitorugo sonoda. Salma e madeira de ego Antoneasse. Bique al Santiago, o Eduardo Batista, Salma Olaciada, Rafael Santos, Igor Marenheiro, Marcelo Santos, Marcelo Lorevris, Juliano Messade, Luano Vac, e Mateus Souves, a gostei de vidas, cantiduadores. Muito bom, gente. Vão dar sangue. Você tá podendo a sangue, esse mês. Vá lá em qualquer banco de sangue, dois sangue, tiram a Marcelo Fimanda pra Nerdcaix, a roba e jovem, Nerdporto Copa do Berre. É pra isso, lugar que semana de mês, né? Pra falar sobre o último, né? É isso, mano. Mas a gente sempre agradece aqui. Muito obrigado, galera, que doa sougui salvaram vidas. Caio Guimarães, 49 anos, jornalista ainda e atuba são Paulo. A nidade certa do sol dozinho. É exatamente. Olá Nerds! Esse meia pra tratar de alguns temas relativos ao último, Fimanda de 90, parte 3 que foi só 98. - É 97, 98, né? - Não, pessoal, 98, bom. Foi só 91. Pois é, água. Cara, o de 99 vai estar pra. É isso. - Você quer ter que dividir 99,2? - Não, pra lá, bom. De Deus, chega. Eu gente tem que precisar. É que eu já tento. Sabe falar coisas progras, vão ter isso. Bom, ele fala aqui que o primeiro aspecto que quer falar é os filmes brasileiros que disputaram Oscar mais especificamente na categoria filme estrangeiro que hoje é filme internação. Ao contrário que disse a Ligenda Tôna-Gama, "Ei, Nerds, você é traduzido, não foi o primeiro filme. " É, eu fui corrigento. É, não foi o primeiro filme brasileiro indicado. E ao contrário do que disse o ato, o máximo alarezo, também não foi o Orfeo Negro. Sim, esse filme de 1935, olha. - Olha. - Fui indicado em ter o Brasil como um dos países produtores. No entanto, ele concorreu representando a França. Quem está certo é o Gaveta que citou o pagador de promessos de Anselma do Arte com o primeiro. Além de ser o nosso único ganhador da Palma de Oro no Festival de Canes. Olha aí, animal. Mas além desse idiô, o quadrilho, pera lembrar pelo Max, o Brasil teve mais um indicado lógico de filme estrangeiro antes de ser trato Brasil. O que é isso, companheiro, de brunbarreto. E depois viriu ainda, estou aqui. E agora o agente secreto, esperamos muito mais. Brasil agora é morta. - Brasileiro. - Brasileiro está aqui. - Volpa na internet. - É isso. - Brasileiro viraliza. - E agora a gente tem mais uma prazer. Mas um antagonista no nosso Oscar. O diretor Espanhol lá, falou que o brasileiro vota em qualquer coisa que tem Brasil e é injusto. Falou "merda" primeiro porque a coisa de brasileiros da academia é absolutamente pequeno. - Você faz zero, visual a 1%, 70. - 70, parece. 70 membros de milhares. - Tendeu, minha irmão. - Então, mas o cara. - Tu é o vilão agora. - Era quem fez isso pra trazer o Ernest por filme dele? - A ver, estalvez tem a feita. - Porque parece até um ensaio. - Parece que ele sabe que o antagonista ganha um pouco de relevância na na aba. - Não sei, é muito bizarro que ela soltasse a donada. - Não. - Daí, da Fala do Sapato, pagar a sapatada. - Não, não. - Vamos ver. - Vamos ver como é que vai ser nesse Oscar. Ele continua aqui. Em tempo, cidades de Deus teve quatro indicações, mas nenhuma delas como filmes trôs de amigo. Sabe de Deus que ele ganha um Oscar de melhor filme e ponto? - É isso. - Porque não tem uma lista de top ten filmes da história do cinema. que não tenha cidade de Deus. É verdade, é um filme março, né, creditável. Por ter pariu. O cidade de Deus concorreu com melhor direção pro Fernando Mareles, melhor roteiro adaptado, do Brau, do Bantovane, fotografia do César Charlone e montagem do nosso queridíssimo Daniel Rezente. Sim, sim. Não é poca merda, não. Agora, não tenho concorrido a melhor filme nem filme internacional, é um absurdo, já que todas as principais categorias que levam o filme, né, como montagem, direção e roteiro, então aqui, né, Záat, né? Záat, fort. E fotografia. As principais categorias da parada. Záat é exatamente. Mas o principal motivo desse meio é reforçar a defesa de um homem, uma lenda, Nicolas Ketch. Ah, vamos lá. Pra entender a fim da arte do subrimpreferido do François Focopola, que ainda a melhor dica é Champé. Cara, minha maior expectativa do Oscar é o Champé. Porque mandou bem. Ele mandou bem, mas ele virou essa figura. O que é testável? Ah, ele virou agora, essa figura não. Mas fisicamente, parece que ele tá esteriorizando. Porque, você viu ele no globo de ouro? Não, quem vai? Ele tá fumando em dor. Ah, não, isso não está barco. Não me dá pra ver, cara, mandou um ano 80 ali, fumando na mesa. Mal boro. Ah, ah, ah, ah, a camisa. Toda marrotada. Ah, ele tá. Cara, muito expectativa de quem vai ser o Champé no Oscar. Verdade, Verdade. Fazer ele manda muito bem, Patel. Mas ele disse bom que o Champé ainda em 1999 sobre o Nicolas Cage. Abre aspas. Ele não é mais um ator. Agora, ele é um performance. [Risos] É isso. Toda a cada estresse e gritaria, só recebiu isso de algo maior. A paixão deste sujeito pelo cinema. Por quê? Porque, se não por essa paixão e por uma graninha pra pagar os boletos, claro. A partir de um determinado momento, passaria a dizer sim a todos os convites. Basta ver que nos últimos 15 anos ele fez praticamente o mesmo número de filmes do que nos primeiros 30 anos de carreira. Ele deixou de colher e passou a achar que todos os filmes mereciam o seu talento, se ele mits. É o milhão. Era o caché. É, gente, eu ouviás. Qualquer milhão de dóra do. O Nincro Sqade. Yes! [Risos] Outdoor. E poucos atores têm tanto chá pra contar. Foi casado entre outras com a vencedora do Ojca Patrizarquia. Ele foi casado com a Patrizarquia. Sim, sim. Caraca. E qualiza Marie-Bla-Brasley? Sim. Caraca. Que foi filâmica do Elvis que já faleceu. E também se casou com Michael Jackson, enfim. Nicolas K. gastou 276 mil dólares para derrotar o Leonardo Capro em um leilão pra comprar um grano de dinossaurio de 67 milhões de anos. Esse carregasta, Dinha. Eu vou te falar. É o que esse carrega tá fazendo com o que é filhão. A história que eu ganhei. Exato! Exato! A história que eu conhecia era de milhão que ele gastou pra comprar numa dejevista número um do Superman. E essa é a história de, enfim, a gente viu isso no filme do Campeiro Pascal, né? Essa história dele gastar que nenhum doido é real. É real pra caralho. Vai ter mais coisa, irmão. Olha aí. A peda de descobrir que a peça tinha sido roubada na mangolha e teve que. Eu vou ver. [Risos] Caraca, puta que. Eu faria o cara, olha. Kate já percorreu vários países atrás do Caliço. Que cara. Descarra de sacra. Eu não sei o que é o seu pessoal. O Caliço tá grado. De verdade. O que ele é pra. O rolê com um Nicolas Kate, Jack Black, da Vida de Barra. Saga? Nossa, se desmanada. Depois de ler diversos livros sobre a santo, ele acabou concluindo que o Cali será só uma metafra e desistil da música. Aí, ele escreveu um etapa, indiana, larigou. [Risos] O cara ter percorrido, vai no carnafus. É bom demais. Ali, corte-se não, olha. A defesa é um plenjo. TCC pra defender o Nicolas Kate. Ele também comprou a mansão Lala Ori. Lala Ori e nove eleanos, uma propriedade com fome de ser uma das mais mal sombradas das Estados Unidos. Ok. É a fome, né? É só isso. Porque ela não é mal sombrada como nenhum lugar. A ideia era se mudar. Pra lá escreveu um livro de terror no local. O que é isso? O palo com esse cara tem uma compulsão de comprou. O pessoal, o cara é um sugesto ex. No final ele vendeu a casa alegando que era sustadora de mate para ele. Caraca. Gostou também uma fortuna pra comprar e manter ele em casa um povo. Não, cara. Que pareça. Como isso não fosse bizarço eficiente, ele ainda por cima diz que fez isso porque observar o povo se movendo era algo que fazia com que ele entenderse mais sobre se próprio como pessoa e como a torre. É maravilhoso, cara. É maravilhoso. Isso depois de machcar um médico macho, um gigante que ele deve ficar loucaço vendo esse povo. Mas a minha história favorita de Nicolas Kate é a compra do GB, Action Comed, que sumeram um. Olha aí que eu falei. Eu acho que tem uma história também que ele comprou um castelo. Ah, a palavra dela. Não dovia, não dovia. Não dovia. Não era nem revista do Supremino, era Action Comed, que foi a primeira aparição do Supremino. De 1938, essa era uma de revistas mais rara e desvalhosa do mundo, que é onde o Supremino aparece pela primeira vez. E Nicolas Kate, que é um grande fã do Eroi, até batizou o próprio filho com o nome do Calel, o nome do filho dele é Calel. Calel, não. Nossa, cara. Olha, eu queria vagar uma sessão, sei lá, num globo de ouro, onde o Nicolas seio foi com filho e a Gal Gadot estava na mesa e aí o Calel foi fazer alguma coisa, sei lá, pegar o. Botar muito sal de mais na comida e ela botou a mão em cima do salver e fazia Calel não. Eu quero imaginar a sessão, porque ela pode realmente falar isso. Calel, bota aí como é que é o Calel não. Calel não. É muito, é cara, olha que atriz meque atrefe pela mão de Deus. Uma evista, a Action Comics do Supremino, foi comprado em 1997 por 150 mil dólares por raio. Nada, por não conseguires nada isso. Nada, para quem gosta de 278 no cabelo de nossa aula. Três anos depois ela foi roubada da casa dele e só não sabia o que deixou arrasado. Só que inesperadamente o GB foi encontrado em um depósito na califónia em 2011. Caramba. Mas ele é ex-olver vender. É claro que é. É, é. E aí ele já enjou. Ah, já passou, será 20 anos. Então, eu tinha de 15 anos que eu já enjoei a desapóra. O que ele conseguiu fazer por aí na casa de talvez 2 milhões de dólares aí. Porra, isso foi um bom dia. Aí, valeu. E ele funcionou e tomou conta por 11 anos. O ladrão que eu me conta por ele. Valorizou para ele e o cara porra aí. Aí é vetória. Para encerrar sobre a história da visinha da Alexandre e a Magedão, eu não sei se é verdade ou não. Eu não sei, né, porque ela falou. Só sei que se o Ben Affleck fosse realmente tão inteligente, ele diria para o Michael Bay. E em vez de colocar vizinhos de jovenha, de ficar na frente de computadores, com técnicos danados, pervisonando, não era mais fácil colocar os próprios técnicos de danada. Foi o que eu falei. Eu não sei se era coisa de cintinho de carta. Ah, não pode ser. Tem que ser alguém. Ah, para o menino. Eu não sei. Porque também ela estava fazendo figuração, ela foi chamada. Ela não tem se indicado de atopo. Porra nenhuma. Eu não sei com a história. Pat, eu só sei que eu decidia que ele está envelto. Eu sei se o Ben Affleck fosse inteligente, ele teria feito um báschema melhor. É isso que eu estava fazendo. Ah, não, não falho. Eu sou Ben Affleck. Eu não sei se o Ben Affleck era legal. É, eu não sei se o Ben Affleck era legal. É, eu não sei se o Ben Affleck foi muito inteligente, ele teria feito um báschema melhor. Ah, não, não falho. Eu sou Ben Affleck. Eu não sei se o Ben Affleck foi muito inteligente, ele teria feito um báschema melhor. É isso que eu estava falando. Ah, não, não falho. Eu sou Ben Affleck. Acho que a gente pode começar dizendo para ter acontecido em que cidades cada um esteve, porque a gente, por exemplo, foi basicamente enxangar, né? Fais essa de que a gente mais esteve, as outras duas, que a gente rachou, a gente esteve praticamente uma de ela. A gente esteve uma tarde e outra de que a gente esteve algumas horas, né? É, pois é. Quase não conta. Já o Lionel por antes você esteve lá, Lionel quando você foi dez anos atrás. Ele esteve em Pequim e em Guilin. Guilin é tipo uma cidade turística que os chinês que eu conheci depois ficavam super surpresos. Nossa, foi para Guilin, tipo, era uma cidade turística para eles. É tipo, o chinês chegou no Brasil e foi em Guaba Grande, aí você vai caralhar. E estuda, eu fui para Beijing, Chiante, ontim, Chengen, Shanghai, Hong Kong, Macau. Caraca, tá correndo agora, a vereador. A vereador, chau. É o John Lut, cara. Caraca, brother. Mas eu consegui fazer de um jeito que rendeu, porque eu era meio. Ou seja, eu era o Death Stranding, eu era aquele maluco que ficava andando. Eu tipo de manhã até de noite, barando com a mochila nas costas que de manhã pesava 100g, e no final do dia, aquelas 100g se transformam em uma tonelada, porque porra, tu tá andando, não, não, não. Mas eu aproveitei. Era papo de 20 km por dia, sem zueira. Mas tu ficou que eu e os veinte dias. Vinte dias, vinte dias, ao todo vinte dias. Ah, não, aí dá pra fazer essa brincadeira toda aí. É, porque é uma parada que é interessante de entender. Para quem tá pensando em viajar pra China, a gente teve algumas etapas, o John Lut, vai trazer uma experiência completamente diferente. Mas quando a gente tava preparando a viaje aqui, a nossa equipe ajudou pra caramba, nisso, inclusive, porque a gente tava com um tour do filme e o coisa acontecendo, é. A gente chegou a pensar em contratar um guia local, pra ajudar a gente, porque a gente é muito pouco tempo, né. Era um três dias, então a gente. A ideia de trazer o guia era pra otimizar, não só chegar nas coisas, mas até se comunicar mais rápido e tal, mas isso acabou não rolando, o que, no final das contas, para a gente foi melhor, porque a dificuldade de comunicação ela gera uma odeitidade maior, né. É que é a maior parte das pessoas, não viaja com o guia, não mais, antigamente sim, muito. E a gente, apesar de ninguém lá falar em casa, quase ninguém fala inglês pro personalmente, quando entirem enquanto as pessoas muito menos português. E aí a gente não fala chinês pelo mesmo nenhum de nós aqui. Você consegue operar porque hoje em dia, e acho que essa é a maior diferença da viagem que o Leonel fez para que a gente está fazendo. Os aplicativos de mapa, o e chat, o alipei e aplicativo de taxe, eles têm versões em inglês e versões até os cidentais, que são mais simplificadas. E usando esses aplicativos, você realmente consegue fazer as coisas que já aconteceram, imagino que viajar sem essas facilidades, deve ter sido uma par da muito mais difícil. Cara, estou com muito inveja agora. Que foi 10 anos atrás de anagens. Não tinha nada, cara, não tinha absolutamente nada disso. E eu era muito mais verde também, né, cara. Mesmo as facilidades que talvez tivessem, eu não sabia achar também, né, cara, tem que ver isso. É, eu. Você foi, não tinha Google Maps, não tinha como que era a realidade da sua viagem para a China, porque você foi porque a sua esposa foi fazer o intercâmodo de trabalho, né, isso. Então, a Emilia, na minha esposa, tava na área acadêmica do direito, e ela tinha ido em 2014 com uma deligação brasileira para um Congresso Internacional de Direito. Ela tinha ido sozinho. E daí, depois de 2015, ela falou, "Não, vem comigo, vai ter o mesmo Congresso de novo, vem comigo, porra, é foda, a gente ficou num até muito bom, sabe ali, no centro de pequinho, perto de tudo, tem muita facilidade, é, "Pô, muito bom, vem comigo." E eu, "Pô, não conhecia nada, né, diázia." Claro que eu vou. E daí, fui com ela. E assim, a primeira coisa foi assim, a gente mora vem porto alegre na época. Daí tá, saímos de porto alegre com toda a viagem planejada, né, caral, obviamente. O hotel. Eu falo, obviamente, não. Não, não, não, não, não, não, apostaria minhas fichas nisso, mas tudo bem. Cara, tava lá. O hotel que a gente ia ficar, quero o hotel pago pelo Congresso, que eu ia pagar, claro, minha passagem, tudo ali, mas o quarto de hotel tava pagando pelo Congresso, porque ela era da delegação brasileira. Então, tava ali, cara, um hotel, cinco estrelas, foda, cara, sabe? Pelo Congresso, que ela estava com o Congresso dia de Vogue, não, o Congresso Brasileiro, que pagou, o Acudero Pú, não, não, não, não, não, o Congresso Brasileiro. Era um evento internacional que direito internacional, que estava sendo cediado na China, que é uma instituição privada, e eles pagavam o hotel para delegações. E a gente, cara, porra, meu, com o hotel cinco estrelas, vai ser foda, cara, sabe, nossa, vai ser muito bom. E aí, milha falando, eu vou estar trabalhando, ali, vou estar, sabe, assistindo palestra, dando palestra, e tu vai estar passeando, vai ser muito foda. Não, com certeza, pô, vamos, vou tentar aproveitar lá. E a gente saiu de Porto Alegre, veio para São Paulo, porque o voce é daqui de São Paulo. A gente estava em São Paulo, ou seja, faltava menos de 24 horas para viagem quando chegou em meio, dizendo. Então, o hotel mudou. E esse aqui, daí deu um link, a gente clicou no link, e foi por site do hotel. E eu, pô, vamo procurar a versão inglesa aqui do hotel, do site do hotel. Não tinha a versão inglesa do site do hotel. Não tinha, aaaah, que beleza. E a gente cara, e agora, não sei o que, a gente conseguiu achar que era um endereço do hotel. Este bom, se o anterior era no hotel cinco estrelas, sabe ali, no centro de pequim, perde tudo, esse deve ser uma coisa parecida. E, de a gente colocou no Google Maps, não era muito exato, mas dá para ver que era mais ou menos 2 horas do centro de pequim. Nossa, que delícia. Porra, como assim, cara, faltou menos de 24 horas para viagem, e o que a gente vai fazer, não sei o quê? E, olha, lembrando, só uma observação interessante, que é, né, essa época, o Google Maps, de vez de pior do que ele é hoje, principalmente pra China, por conta das restrições e tal. E hoje, ainda assim, o Google Maps não é a melhor opção, considera-la, né? Eu usei o e-map para o seu estudo, e eu estou mesmo. Cara, eu usei o, por isso que pareça o dae, pô, é muito bom, lá. O daepa está bem, senhora, mas esse e-map é uma maravilha, assim, de brilhar os olhos. O e-mã, não sabia. Como não sabia o último? Tem. Pois esse que que me mandou? Ai, não! Acobro já! Olha, se se, olha, mas, desbandou muito o link por estudo antes dele viajar. Ó, vou te falar, olha, olha, olha, o estudo, t'estava. Despreparadíssimo. Ele ia pra China, assim. E tu, ok, vai pra igual a bagrante. E como que vai ser exatamente? Naquê é um perrengue muito, muito sinistro, não, mas é só que se você se preparar, baixar os aplicativos certos e tal, você não vai ficar travado lá, sem formação, sem falar língua. E entendeu, então, mas assim, enfim, a gente mandou lá um monte de coisinhas. Não mandaram, mandaram, deixou registrado em pauta, e nao, foi mandado. Maleonel, sem e-map, sem e-map, não cortado. Foi para dar duas horas do centro e aí. Então, cara, dá, a gente, ok, por que esse imetáquio a gente vai falar, não, cara, azar, sabe, existe transportes, existe trem, porra, China, China, um país gigantesco, cara, literalmente, vou conseguir chegar nos lugares. Foda-se. Meu, a gente chegou na China, chegou num aeroporto ali. Quando você foi tirar a viz, que hoje em dia não precisa o brasileiro, né? Tem uma série de países, o brasileiro, inclusive, não precisa de vista, né? Não, num momento agora, né? Isso vai até um certo ponto, não sei se vai até março desse ano, de 2016, você vai ser, né, tipo, renovado, etc. Não é porque a gente foi agora, não sabe de vista, eu vi, em viagens até 30 dias, né? Mais 30 dias, precisa de vista. Mas era só mostrar o passar pra brasileiro e, porra, bem vindo. E aí, após divietas. [Risos] Tinha bastante procuracia, só que eu não fiz nada, a gente contratou uma agência, porque tinha que ver até vacinas específicas para tomar. A verdade, hoje em dia ainda, precisa de, né, quem, em Mauro Brasil, precisa, eu tava assinado pra febrarmarela, se não me engano. É, se não me engano. Eu não quando eu entrei. Existe a exigência, mas ele realmente não vem cobrando. É, eu passei febrarmarela pra geral lá. [Risos] Cara, mas daí a gente chegou lá e daí, por sorte, tinha um táxi que o evento lá tinha separado pra nós, era eu e mais umas três pessoas que eram ali da delegação brasileira e tinha um táxi ali pra nós, a gente, beleza, entramos no táxi. E daí o táxi saiu e o motorista não falava nas engleses. Então, a gente não podia perguntar nada. E assim, todos. Você falou nada de tineis? Aí, não falava nada de mandar ir. Mas, para aí, bê, bê, bê, nós atratotinhos. Já tinha esse estrado-tô de Google, essas palavras do que tu podia. Ah, mas era bem, né? Exato que estava bloqueado. Ah, tem esse detalhe. Cara, a maior parte dos aplicativos estava bloqueado, cara. Tipo, tu tentava abrir. Eu não vou lembrar de todos os detalhes, mas a maior parte dos aplicativos que a gente costuma usar, tu tentava abrir. Ele se empenhe, não abria como se não tivesse conexão com oternética. Mas você foi. A sua conexão era Wi-Fi, você levou algum chip e como é que foi? Eu não consegui fazer um chip. Eu não me lembro exatamente dos detalhes, mas a expectativa era que quando eles nos recebessem no hotel, teria alguém que ia nos ajudar. ia comprar um chip pra nós, nos ajudar a comprar um chip ali, pra gente conseguir ter alguma coisa de internet. Mas isso não se concretizou. Não se ficou lá em Nê, quando tava fora do hotel? Sim. Ah, que ta e coragem. Aqui tem coragem. Ele viveu com o Indian Adionys. [risos] O que os antigos faziam? Um Marcos Blowrie do Caio, exatamente. Valam a palavra da minha lema? "Está fazendo uma lema nê?" Cara, eu falo cheche, que Nêu vai saber o que? - Cheche, cheche, cheche. - Nê não dão bola pro cheche, né? Nê não dão bola pro cheche. Nem tem nada a ver uma coisa. Cara, daí a gente filtrou naquele taxi, foi e foi e foi. E daí ta, saímos da Arurbana de Pequim. Ok, estamos na área industrial, beleza? Ah, o hotel por na área industrial, meio foda, né? Mas, fazeu o quê? Da gente foi, foi, foi. Saímos da área industrial, de Pequim. Da gente tava na área rural. Nossa, sei lá. De porra, cara, área rural. Tá, mas bom, beleza, né? Cara, fazeu o quê? Passamos da área rural. - Que isso? - Não, não. - Que quem depois? - Ah, ia militar. [Risos] E daí, cara, a gente parou na frente de um quartel gigantesco, cara. - Com isso, gurus. - É enorme. Isso não conseguia ver nada. Só que as trilas vermelhas e tipo pessoal postado ali, de guarda na frente e o hotel era exatamente na frente. Eu vou te chegar na mão, você ficou no lugar mais seguro de toda a gente. [Risos] Cara, assim, isso começou a se maguerra. - É, sabe? - É, sabe? - E ele tinha o que era se vendido. - Não, o cara tava linda. - Mas eu não vou na moral, broder. - Eu acabei de aprender hoje, que depois da área rural vem a área militar. [Risos] - Cara, se eu tá jogando um mapa de isso lá, far cry, broder. - Isso, eu imaginei. - Mas assim, fala um sério. Isso sim, eu me senti completamente seguro. Tipo, tu não tinha medo de deixar mochila, coisa meu. Tava tranquilo. O problema é. Tava aquele monte, a primeira delegação brasileira, dentro, via um monte de delegação de vários países ali, naquele saguão do hotel. Ele estava esperando o funcionário do hotel que falava um pouco de inglês chegar. Porque só tinha um. [Risos] Claro, bom, é. - Espanholzamente tinha um. - Espanholzadamente. - Verdade. - Ah, assim, ele chegou no dia seguinte. Ele falava um pouquinho de inglês, mas assim. - Hello, thank you. - Aresa, aresa. [Risos] Exatamente. Tu falava "Niral", ele falava "Relo". Que que a gente quer também, né? Cara, a gente tá no país dos caras. A gente só vai falar "Niral e checher". Exato. E o mesmo sabe "Relo". Não, você fala "Ticou", aprende "Ticou". - Aprende "Ticou". - Que é "coli sensa". - Coli sensa. - Coli sensa. - Coli sensa. - Coli sensa. - Porque "forra", você chegava os negócios cheios para caralho e falete "Ticou", "Ticou". Fim uma palavra que eu tive que aprender, e esqueci que era "Ticou, bela amosto". "Ticou, bela o rapaz". Mas a vez que esse. [Risos] Eu queria muito ver você falando "Ticou, bela amosto", "Bela o rapaz", "Rachiana". Nem que você lembraço da pronúncia, impossível se dar certo. Eu esqueci de um cânago, gaga lá, dando toca. [Risos] "Ticou, bela o rapaz". "Ticou". E o pior é quando eu me desesperava e começava a fazer. Como eu usava minha tia quando ela viajava para fora, que ela começava a falar as coisas em português e. e me tornem minha tira. Você sabe como é que abre isso aqui? - É, é. - Abre a porta. - É isso, né? - É, é, é. Eu estava falando e me desesperava. Eu começava a falar em português mesmo. Obrigado. Conhecer, tchau. [risos] [música] [música] É engraçado a diferença, né? A gente chegou na China chipado já. Porque a gente tomou vacina contra covid aqui. [risos] Exato. A gente pegou, é sim, né? Que você estava remotamente, digitalmente. E aí esses chips internacionais, a gente usou era a Rola Fly. - Nem podemos lembrar do. - Rola, cuidado. - Não era a Rola Fly, era. - É. Era a Rola de. - Era Rola. Era espanhol. - Rola espanhol. - Mas se fosse de Rola Fly, seria muito mamá, né? Seria melhor o passarinho. Exatamente. - A Rola. - A Rola. [risos] - Boa, Rolinho, boa. - Aos sim, voos com o nosso Rola Fly. [risos] Mas você compra pelo períoto e ele meio que parece que tem uma VPN. Já, mas cara, funcionava tudo. - Tudo. - Tudo. - Tudo. - Tudo. - WhatsApp, Telegram, Instagram, e a internet. - Prefano. - Ele rodeava pra Indonésia. E isso. E a gente comprou, fez VPN, fez um monte de coisa. - Porque no hotel. - É também. O hotel. O hotel você precisava da VPN. Mas com o iCinho do plano, aí você. Tranquilo, não sei VPN. Cara, isso é muito doido, né? Tem um amigo meu, foi em novembro de 2019. Eu perguntei pra ele também, só que. Cara, se você foi pra China mais de um ano, não dedica pra ninguém. Porque vai mudando muito. Mudam muito, tipo. Ele falou, olha, eu levei mil euros. Eu peguei se ela costava ter VPN. Eu não consegui usar nada, era muito poluíduo. Tudo o que ele falou, desculpa aí, meu amigo. Meu amigo Renan, gosto muito dele. Mas não serviu. Não serviu. Que pra ele, ele levei mil euros. Eu só usei os euros. - Em Macao. - Aí, tu vai falar, "Obrigado, não vou?" Aí, eu vou te falar, "Obrigado, mas só 7% das pessoas entenderam." - Serio. - Caraca, olha aí. É sério. Lá quase ninguém fala português. Mas que é Macao e Hong Kong, então fora da China continental. Então fora, inclusive. Cara, isso é muito louco. Tudo o que a gente está falando aqui nos dias atuais, que funciona. Sem atrito, eu achei que eu fosse ter muito mais atrito na China, do que, de fato, eu tive. Tudo o que eu achei que fosse ter de atrito, eu tive em Hong Kong, por exemplo, em Macao. É muito louco, é sério. Essa é a única grande vantagem de Hong Kong, é que o pessoal fala inglês. Mas, cara, eu nem aconselho, ou fala assim, vai pra Hong Kong com a expectativa lá embaixo. - 100 anos de capitalismo, entendeu? - É, não. Vai ser um lugar casca-grota, mesmo. Estou em mesmo nível de desigualdade social do Brasil, mais ou menos ali, né? Pariado. Só que num espaço que é 20 vezes menor do que o Brasil. O governo comanda, sei lá, quantos por cento daquela terra. É, fica tudo pra especulação. A galera mora nos espaços muito comprimento. Tudo o que deu certo na China que funcionou bem, pegar o Uber, sei lá, o DJ dele, né? - DJ! - Que você pega lá, que tem mais. Toda vez que me vaginava os acarir. Exatamente. O nome do aplicativo de carro é DJ, literalmente, DJ. Exatamente. O lá em Hong Kong, por exemplo, é o Uber mesmo. Só que é muito mais, cara, enquanto você faz um trajeto gigante e o DJ da 15 reais, esse mesmo trajeto da 100 em Hong Kong, 100 reais. É uma parada que eu fiquei muito impressionada no Céu da época do Leonel. O custo das coisas é tudo muito barato. - É muito barato. - O espetagem é barato. O carro, a gente pegou o primeiro carro no aeroporto mesmo, né? E é engraçado porque muitas pessoas que a gente falou, "Ah, você vai pedir um transfer que é contratar?" "Não, a gente pega aqui o Uber, também de boa." "Glar, não, que você não vai saber. Eu digo, sabe?" - Glar, galera. - Glar, bota, milhão de impensios, tem muito. Os próprios chineses que nos receberam lá na Lipe Motors, na Chorrou, e na Fábrica, eles ficaram espantados que a gente tava lá, sem nenhum tipo de guia ou se ser onital. E foi tranquilo, foi bem tranquilo, na verdade. Você tá acostumado a acelar a aplicar a tibas, isso facilita muito a vida nessa viagem. Quando a gente pediu o primeiro carro, deu coisa a ser lá de 40 dólares, uma viagem de uma hora. Não, não, 20 dólares. 20 dólares, um carro de luxo, numa viagem do aeroporto, até o hotel que a gente ia ficar. Eu não acreditei. Eu falei, cara, não é possível, o aeroporto é bem afastado de estudiar no caso, né? Eu falei, é 20 dólares a parada. No Brasil, darianos 500 reais no mínimo. É, em Orlando aqui, por opor, é tipo, entre 60 e 80 dólares dependendo. Cara, que é a melhor linha de viagem. Esse a parada, ela se reflete na comida, no valor da comida, das atrações. Tudo, é barato. Do hotel, as diárias do hotel, a gente foi enxorque, sem como era en conta, em relação a outros lugares que a gente costuma viajar inclusive o Brasil. E inclusive são Paulo, por exemplo, né? Sim, sim. É muito barato mesmo, cara. Quando eu estava lá, eu achei muito barato tudo. O meu amigo quando foi em 2019, um real para 50 centavos de UN. Então, o seu parada custava 100 UN e você pagava 50 reais. Quando você foi de viacê, é o que 20 centavos, 30 centavos. Quanto que era o Câmio, você lembra? Cara, eu não lembro Câmio, mas eu lembro uma coisa que a passagem fultima trouxe, que te deixava para qualquer lugar, custava 6 UN. Então, digamos que fosse, a mesma cotação que esteu amigo foi, Cara, 3 reais, você vai para qualquer lugar numa cidade de totalmente pequinho. E o metro é uma coisa? E o metro lá é maravilhoso, cara, é um negócio não imaginável. Enquanto isso, aqui no Rio de Janeiro você paga 8 reais para fazer uma linha reta. Com a pacabona. Não, mas é, o metro riu, o metro que eu defendo, o metro bom metrô. Uma linha. O meu, agora tem mais. O meu, é. [Música] Eu, as acolgidas, chegou em Changai, que é a cidade mais populosa da China. Não é, a captora Pequim, mas. Desculpa de cor, acho eu que é chantinho hoje em dia. Changai, é. É mais por causa. A cidade que tem o túnel no prédio, é isso? Pode ser, não, mas é que Changai tem 24 milhões pelo que eu vi de pessoas. Não contei, não contei. Não, não contei, cara. Não, a gente subiu lá na torre de Changai, e deu pra dar um overview e contasse de cabeça. Mas assim, pra gente, a primeira impressão foi, em fias, a gente estava no metrópole, né? A cidade gigantesca. O turístico é mais sim robô. É, agora estava, ficou procurando. Cadê o robô? Cadê o robô? Cadê o robô? Eu era a versão Raiteque do turístico, que vem Brasil esperando vermico e já cara é na rua. [Risos] Eu era essa versão Raiteque. Acha. Acha. Ficava procurando porcaria do robô e toda a gente que naquele ir. [Risos] Ele tem uma loja no shopping e perguntei, "Where is the robô?" [Risos] Imagina. O chinês entrando o shopping, "Changzi, de onde é o macaco?" [Risos] Cadê o macaco? Cadê o macaco? O cara literalmente mandou pra loja da DJI, que te adroniu. Caralho, muito bom. Não tá errado, não tá errado. A gente viu a cidade gigantesca, limpa, ordenada, retenções de trânsito leve no fim do dia, nada de engafamento, diga também. Eu falei pra Zagal, que a gente viu lá de cima, tem um rio, né, que ele corta a cidade, né. E aquela parte de Changai, que é aquele Skyline super famoso, que tem a torre de TV, d'Oriente. Aquela antiga, a Pérol, né, o HURL. É, a Pérol é d'Oriente, né. A gente tava esperando naquele lado, né. É, a gente ficou hospitado ali. Ah, cê, aquela era Pudong. É o Distrito Pudong, que é o Distrito Finanseiro. E aí, do outro lado do rio, um calçadão, que é o buchi chuteurístico, que é onde as pessoas tira um foto, né, com esses Skyline do centro-finanseiro. - Deixe-cáreo em Niteró, então. - A gente ficou em Niteró, é, é, é, é, é, é. Nesse rio, eu falei às a Gauta vez, o segredo de não ter trânsito, é porque não tem marginal. E volta do rio, só tem calçadão. No inventário de meter marginal de rio de caio, é, eu falei, "Pô, ai, não tem marginal, tem gafo, é pronto." - É sentido. - Mas é claro que, né, o filme lá, o mapa do metrô, né? Claro que tem gafamento, mas não nada comparado a São Paulo ou qualquer outro grande centro. - E não é barulhento, isso é? - É, não, é zero barulho. E apesar da gente estar hospedado nessa região financeira, né, e tal, a gente se metou em todos os lugares ali e ele foi uma muito lugar turístico, né, assim, que era, poucos dias, era um subjetivo. E nenhum deles era acraldiado como eu esperava que fosse. - Exato. - Tudo bem que ele não tava em nenhum feriado chinesse, nada disso, né? Mas, mesmo assim, eu esperava ser uma parada como São Paulo, por exemplo, porque é uma cidade cheia em qualquer lugar que você vá. Você vai pra 25 de março, você vai perver na paulista, você vai pra não ser a ontem gente pra tudo que é lado na rua. É bastante gente, e dependendo da hora, o maior do rânsito da vida, o lota daço, né? Como é a inortosidade? - E era impressionou muito, porque eu não sei se é porque as coisas são tão grandes, né, territorialmente falando, que realmente comporta melhor esse volume. - A uma de ruídas, né? - Porque não você não tem essa sensação de fudeu, massa de gente, como você tem, por exemplo, no Japão, sabe? Cara, isso uma experiência muito diferente do que eu tinha. - Sério? - Assim, que também é outra cidade, né, pequinho é outra cidade que tinha gás, mas assim, antes de eu ir pra lá, uma pessoa que já tinha ido, me falou assim, "Olha, tu tem que saber a manha de atravessar a rua na China". Não falou em põe que ele falou na China. - Ou assim? - Segente, cara, esquece semáforo, semáforo e nada é a mesma coisa. Então, tu faz o seguinte, "Tu, ver se tem uma velhinha que vai atravessar". E daí, tu gruda na velhinha e vai. - Por que uma caraca? Porque a velhinha é malandra, porque ela sobreviveu até agora. - Que gaguei, Nicolas. - E tanto vai com ela. E daí, eu, porra, eu achei que era um exagero, cara. E deu, tentei atravessar uma venhida e eu vi que as pessoas cagavam para o conceito de semáforo. - São Lorenzo? - Então, por isso que eu estou dizendo que a minha experiência é outra vida, cara. - É. - Carazim e se atravessavam tipo um na frente do outro e ignorando semáforo e um fluxo constante e não tinha como atravessar. Até que eu olhei. Primeira vez que eu fui atravessar a rua, uma velhinha da lá, na inocada, eu olhei uma velhinha. - Ó, uma velhinha, cara, me falou. - É a chó velhinha. Lembrou da dica, a chó velhinha. - Não, a chó velhinha. - Meu, eu vou. O brudei na velinha, cara e a velinha foi costurando tal como o poteiro. Ela desesperada, falou "tê um ocemental aqui!" "Omro!" "Ai, sai!" Na época, tu tinha que ter a malandragem pra conseguir te movimentar naquele centro do bano, porque não era assim. essa harmonia que vocês estão falando, eu não vi nada disso, cara. Eu vi um negócio gigantesco cheio de gente, o tempo todo meio que cada um por si. Leano, eu sabe o que é curioso, porque o meu amigo que foi em 2019 falou isso também. Então eu ficava contra a estando as histórias com ele, assim, batendo, né? Isso que você está falando é o viatinão hoje em dia. Mas não viatinão o que eles falam é o seguinte, cara, só vai. Entendeu? O semáforo é uma sugestão. Só vai. Segue a toalinha, até porque lá não tem carro pra. tem carro, mas é muito menos. Tipo, o rano, aí que é a capital, tem, se não me engano, posso estar falando besteira, mas era uma coisa assim, tipo, 8 milhões de habitantes e 6 milhões de motos. Tá, uma moto era uma coisa da família, às vezes é um monte de pessoas numa moto só, seria 4 pessoas numa moto, parecia um negócio de circo assim, né? Caralho, velho. É. E uma sete é, cara, vai em minha reta, não vacila, não te tubeia, porque aí você ferra todo mundo. Se você for numa linha reta numa velocidade constante, dá pra prever o teu deslocamento, aí o a moto vai lá e desvia. Caraca, aqui pressão, culpade. E pra você acreditar nisso? Pra você acreditar em você mesmo. É, Diana, vamos culpade. É Diana, Diana, o salto da cena. Tá a vida, li culpade. Vai confiar. Tá, também. Eu tava esperando que fosse isso na China, mas cara, eu até mandei mensagem no grupo que a gente criou o grupo de emergência que eu criei com o jovenete com as agais lá no WhatsApp, que eu falei, cara, "Futeu, que se eles estão pegando a minha imagem, mandando a foto por a tela, pra me cobrar depois, pra ter atravessado fora da faixa." Ah, eu tava me basando no Vietnam e lá na China, parecia que tava todo mundo adestrado, o sinal de Pedestre fechava, ninguém atravessava. Ah, aí tô a Pedestre, todo mundo, exatamente. Caraca, cara, podia não ter um carro passando. E todo mundo parado, falei, "Não, quem isso, cara, o que que tá acontecendo?" Era tudo diferente do que eu imaginava e era diferente do que aconteceu contigo e com o meu amigo em 2019. Ah, né, que é aquilo, mano. Eles foram reducados, eu não sei o que é que ouve. Ah, passaram por um campo de reducação, provavelmente. Tá, tá, tá, tá. Ah, ah, ah, ah. Isso aí na Alemanha era assim, cara, sabe, ninguém atravessava, se não tava se não aberto pra ti, não me ter assalçado se não tivesse carro. Não, pra eu, olhando, na Alemanha é outro conceito. Aquela prazer que não é piada que a gente ouviu de alemão, era o cara, falou assim, "Ah, puto, o que eu perdi, minha carteira de motorista nos Estados Unidos e fiquei dirigindo, sei lá, um tempo sem carteira. Como é que vocês fazem aqui, o alemão não conseguiu entender o conceito de dirigir sem carteira, porque perdi a carteira pra você, "Vou, é, bê, se você perdeu a carteira, você não dirigir." É isso, simple, né? Ahahahah. O que eu quero dizer que tipo, eu acho que é a sociedade meio que tem um consenso assim, né, cara, se não tem um que nem eu já falo, tipo, uma coisa de saber uma câmera pra te montar, é um consenso. É o que eu ouvi lá, ele vai se dar "Ah, porque é super seguro na China, qualquer lugar você for, é super seguro, mas é por causa das câmeras, não, porque a câmera é novidade, é seguro porque a cultura do China, já era seguro antes das câmeras, eu quero te falar lá, entendeu? Cara, uma outra coisa que eu tinha curiosidade, ó, né, eu como é que era coisa da poluição quando você foi? Pois é, foi na época da crise, né? A super crise da poluição, nome ideias, nome doias e tava rolando, né? Assim, teve toda a saga de eu chegar no senso de pequinho, mas cara, quando eu cheguei lá, eu tava na prasta pás celestial e tu não via uma quadra afreita. Cara, cara, era Silent Hill. Sério? Era Silent Hill, cara. Mas isso de fog, desmogue? Uh-huh. Meu, era uma parede cinza, assim, cara. Isso melhorou para a cassette, isso é bizarro. Não, mudou, tipo, não é um problema mais que nem, nem de perto que nem até hoje é um cliente, não lipo-moto, eu vou falar um lá, tipo, o país em geral tem hoje uma frota de 50% de carros elétricos, mas nos grandes centros, nas cidades grãs, por changai e randio e tal, ele chega a 70%, muito doido. Então, cara, não é só aquele silêncio que você falou dos carros andando todos elétricos, mas assim, você imagina uma frota de 70% de uma cidade de 26 milhões de pessoas, quanto seu Paulo tem? 20, 14, 15, 16? Não aconteceu ainda, eu não achei. Não, eu não gostou, né? Eu não contei aqui. Você tem que subir lá na Paulista, né? Exatamente, do prédio trans-américa. Exatamente, aí lá você conta, sim, por automóvel. Mas eu sei, eu sei, imagina 10 anos, eu te sei, claro que foi um processo, né? Não foi do nada que virava a chave, mas você imagina só de você, não que as indústrias não poluam, isso também é uma parada que a China tá correndo atrás de pegado de carbono, etc., mas assim, só de você baixar a frota de caja de gasolina em grandes centros desses, é isso, cara, Nature's Healing. Você vai ver o que eu comece com esse processo, né? Você para de jogar gas carbonico sem parar na atmosfera o tempo todo, milhão de milhões de carros. A cidade de São Paulo tem quase 12 milhões de habitantes e a região metropolitana 21 milhões. 21. É que valente é só Paulo. Mas você imagina uma cidade dessa, desse tamanho, com 70% da frota de carros, caminhões, onbes, e tudo, elétrico. Você vai ter outra situação de polisão? Eu estou no TV em Chenzhen, que é a cidade de industrial mesmo, dá para. como é que é lá, essa é a questão. Então não é esse nível de poluição. Chenzhen, eu inclusive fico a dica aqui. Se alguém quiser fazer Hong Kong, Chenzhen, o meu conselho é fiquem-chenzhen e pegue um dia e vá pra Hong Kong, eu fiz o contrário. Eu fiquei em Hong Kong e fui o dia pra Chenzhen. Da cidade da China foi a que eu conheci menos, né? Mas eu queria muito ir, porque tinha um museu foda de ciência e tecnologia, recém no grato parecia uma nave espacial, que inclusive foi muito curioso quando eu entrei lá, era dia de passeio escolar de criança. Todas as escolas pareciam que tinha um bandeirão da China, tipo, no Vietnam eles ostentavam bastante a luta comunista, a bandeira do Vietnam e o exército e tal. Na China eu não senti tanto isso, eu senti muito menos, pelo menos agora, mas nesse museu tinha lá, o bandeirão, bimbo, nacionalista pra ela, todas. As crianças quando passaram o pé de mim, uma me viu, aí falou, "Caralho, um occidental". Aí falou, "Heló, é que legal, hein?" Aí uma criança ouviu a outra falando, aí a outra, "Heló, aí, hello, hello". Parecia aquele episódio do Black Milk que tem os vixinhos, né? "Heló, holó, holó, holó, holó, holó, holó". E aí isso foi, o meu dia inteiro no museu, era tipo o tempo todo, uma escursão passava e falar, "Helé, gãão". Mas eu olhando o aplicativo, eu andando lá pelo centrão, onde tem um pessoal, vem de capacitor, quem é do Rio, imagina? E aí, o suficiente é a vindo da central, só que é o central da cidade inteiro, eu edificio a vindo da central. Quer dizer, são pós ele selação, tê figiene. Mas é muito limpo, e os caivendos em um nível de granulidade, que é o capacitor que você vai botar na sua placa mãe, entendeu, é um negócio assim, tem de tudo lá. E não era poluído nesse nigo. Própera changaia, cara. Tinha dia, eu mandei o príncipe do meu amigo, que tava. Acho que ela vai dizer, era 500 de poluição, tava 24 porra em changaia. É um negócio impressionante, né? Eu acho que isso aí tem uma luca, eu não sei se vocês seguem, que é o Hugo Fernandes, é um biólogo, e tal, por coincidência, quando tava voltando da viagem, ele tinha feito uma postagem falando sobre as mudanças no mundo, né? Pra gente ficar também não ficar tão pessimista assim. E ele falou que tinha saído um negócio lá que tem um órgão, acho que é chamado "Carbon", alguma coisa, "Carbon, um "Carbon, brief", eu não sei. Que diz que a China tá muito próxima do pico das emissões, ou seja, a tendência agora, sei lá, por mais um, dois anos, talvez ainda esteja chegando o pico, da lipa frente é descarbonização. Eles vão começar a produzir menos carbono do que eles estão tirando, então eles estão descarbonizando. Olha que loucura isso, cara. A China tá conseguindo chegar a um nível que ninguém mais não fosse possível. E os caras, oração gigantesco, já tem 1.3 B. Foi por isso que eu falei no início que depois dessa viagem eu vi uma salvação pra fazer das. A realidade. Não só, eles têm a capacidade de fazer isso, mas eles têm a intenção política de fazer isso. Segiram quando chegou o navio, o navio médico que atracou na praça malá, eu vi pelas terras de conspirações do maluco que falam se ele não pode. Como assim a junta médica do Lídia, a Neuro não pode entrar no navio militar de outro país ao seu bel prazer. O que estão nos condendo, da gente? Eu queria fazer um raios x, mas isso é muito incrível saber o que vocês dava por exemplo. Lá em Nocambógia tem uma cidade que é onde tem um ancorvático, que são mais estruturas super antigas. O aeroporto ficava 3 km dessas estruturas. Então imagina uma turbina de avião vibrando todo o ar aquilo ali por uma estrutura de centenas, alguns milhajeanos. O negócio, porra, podia destruir com tempo. O que aconteceu? A China chega com uma outra proposta, eu falo assim cara, o que vocês estão precisando? Chegava por um aeroporto. Eles fizeram um aeroporto, vocês chegam no aeroporto, você não é? Agora fica 50 km da cidade, você leva bem mais tempo a chegar. Mas quando vocês chegam no aeroporto, o negócio parece que saiu da embalagem. Entende? A proposta é diferente, eles veem o que você está precisando. É uma diplomacia muito que a gente não está acostumado, que a gente está acostumado com a lógica do estado unido. Nós precisamos montar na base aérea aqui. A gente precisa fazer uma plataforma de lançamento de míssil para chegar na rússia, sei lá, entendeu? É muito louco isso. Dos coisas curiosas assim, então a conversão que eu lichando durante a viagem mesmo, que quando a gente era criança, adolescente, você via no céu fantástico, no grupo reporte, que a parada da China era bicicleta. Era o país da bicicleta, que todo mundo de bicicleta era a imagem da China para a gente criança adolescente ali, naquele período, existiu muito reportagens mostrando isso, né? E hoje a China é o país da Ipaique, ou para a gente da Lambre Teleórica, né? E é uma parada que você tem que se preparar. Isso é um negócio real e saber a punk o purinho, porque os caravém silêncio, porque ele é elétrica, eles vem na calçada, porque tem oito da calçada, na rua, na interior, eles não podem, vem sempre fumando, né? Tem um cinzero na Lambreto, cara vem fumando na loucura, e por que? Porque muita gente lá está trabalhando nesse serviço de aplicativo de delivery, né? Então cara é a quantidade realmente estrandosa desse tipo de pessoa trabalhando dessa maneira. É a imagem que ficou para mim em relação a Changa, principalmente, que onde eu tive muito assim, e era um volume insano, não só nas ruas, a gente estava no hotel, recepção do hotel, falando chequinha, tá entrando saindo, no stop já que tinha com capacete, a mochila, para fazer entrega, ou recolher alguma coisa, no shopping, no céu onde, todo lugar, cara, é realmente uma parada que está espalhada em changa em todos lugares, você vê esse tipo de serviço acontecendo, e esse é um bandalha total, que eu falei, porra, pra cadê aqui? Se eu atravessar o sinal, vou estar muito no hotel, uma alucuta mandando um med Max na contramão, que foi com o mando, que foi essa, sabe? É, e entrando na calçada, porque é aquilo é uma ibaguina, aquilo não é um amoto, então ele tem aqui, da minha cheta, é uma bicicleta. Eu senti da cidade que eu fui, que Changaia era mais cagada nesse aspecto, mas era, sei lá, 10% mais cagada só, um exemplo, escada rolando, todas as cidades que eu fui, o pessoal deixava o lado esquerdo livre, pra você subir se você quiser, em Changaia? Não, em Changaia, eu tinha que falar, tinha cote, é cobe, ela morso. Ah, tu, Zú, tinha cobe, ela morso. Fua, cara, bem, que você estava com tanta pressa, assim, de subir, desse escado na esquerda? Eu não tinha de uma merdeia, eu tinha conhecido a China, cara, muito longe, sabe se isso é a coisa que eu vou voltar pra subir? Ah, é, a Zagava, eu vou gostar do estudo, pra ver a galera, é bem um ritmo na Zagauja. Cara, ali, eu tenho que conhecer tudo, eu tenho que entregar a toda a gente, parado. Tu tava fazendo de livre, é isso que eu tava fazendo. Eu tava fazendo aqui, eu quero me nem saber. Essa parada, por exemplo, de subir na calçada, eu não lembro de nenhum outra cidade que eu fui, eu vi, pessoal, tinha uma, uma espécie de ciclovia, ciclo faixa, pra fazer isso, até carro em Changaia, eu sinto que se desce a brecha, eles iam lançar aquele sinal lá, porque eles dava uma forçadinha de barra, de um pouquinho além do que precisava. Não parava muito antes e tal, o metrô que nas outras cidades, pessoal respeitava o lugar que você entra, o lugar que você sai, em algumas estações em Changaia, sinto que pessoal meia que cagava pra isso. Então assim, eu não sei exatamente o motivo, não sei se é uma coisa de grande metrópolis, mas foi a única que eu senti mais isso. As pessoas eram educadas de maneira, eram solicitas como em outras cidades de Inês, de frente de Hong Kong e Hong Kong eu senti, pessoal, bem mais antipático, embora eu falasse em inglês, cara, eu tava, olha a situação, eu estava procurando o lugar que era o show de luzes na Bahia de Hong Kong, Victoria Bay, lá, era de noite, tava noite cê, eu perguntei pra uma louco sentado que ele estava em frente, a Bahia, eu falei, "é aqui o show de luzes, eu não sei o que você tava falando, ele falou, não fala inglês, o cara de pau falou, "I don't speak English", aí eu procuro em Cantonês, botei escrever, "é aqui que é o show de luzes", ele falou, "nã, sorry, don't know, I've never heard of it, porra, tu tá aqui em frente desse negócio, como é que tu não sabe?" "Ai, tu começou a falar em português, né, começou a falar, "cario, acapa seu alem, mermão, tu tá de sacanagem com a meia, cara!" "Edemo no depor começou, eu tinha vontade de voltar, correndo falar, tá vendo, é isso aqui, ó, é isso aqui, eu queria porra, cara, o Hong Kong, hein?" "Nunce que eu não sei como é que fala, rocam bolhe, rocam bolhe, rocam bolhe, rocam gás, rocam gás, eles são antipáticos, de maneira geral assim, é uma cidade como eu disse, tem os lugares em bonito, mas não recomendo. "I love Shanghai, né, que yellowing sunset is the age of love." Um negócio que eu queria apontar que vocês falaram sobre quantidade de pessoas, eu não sei se tem a ver com a época do ano que a gente foi, sabia? Porque eu, a Zagal, o Jovem Né, a gente foi, final do ano, né, de 2025, então era mais emverno ali. Beijinho, por exemplo, tava muito mais vazio, meu amigo falou que, cara, quando ele foi, tava tudo muito cheio, entende? Eu não sei se o verão ajuda também nesse sentido. Eu sei que, eu falo que é, eu sei que agora, no novo chinês, né, no fim de janeiro, em Newfeveria, nem tenta, porque tudo fricando o pio, todo mundo viaja, né, e na China o turismo é para hoje, né, isso. Cara, eu não via quase estrangeiro que nem a gente lá. Raríssimo, raríssimo. Era muito caralho. O cidental, assim, aonde o mais vi foi na fila da migração. E o pessoal pediu para tirar foto com você. É a vez que eu perguntar. Condêve-se aí, quando ele pediu, né? Cara, a Emilia é alta e tem cabelo encaracolado. As pessoas paravam ela para te tirar foto. É isso, com a luxo, cara. É muito perigoso. É a gente foi super bem tratado por todo mundo com que a gente terá jula. Mas só bancada de hotel, não, é. A gente foi super bem tratado, sabe? Na China, sim. Eu também. Então, cara, isso eu tenho que falar. O pessoal mesmo, 10 anos atrás, o pessoal foi super gente fina até as pessoas que estavam tentando aplicar golpe em mim. A sua vida é assim. O meu cê, ela foi seu nome, deixa eu te explicar. Cara, dois golpistas. Cara, eles foram solistas, cara. Sim, imagina aquela amor, a moça que ficou até me ver, pija, me ver tudo lá naquela parada turista que saiu no editor e tal. Um amor, um amor de pessoas. Eu vi isso. Eu tava ali no central ali de pequinho andando sozinho sem Google, sem porra nenhuma. E tipo tentando me achar ali e eu não tava achando a cidade proibida. Que eu queria porcar na cidade proibida. Ai, faz sentido. Ela proibida por um motivo. Não, porra. Ela proibida. E daí que a cidade proibida é tipo um negócio histórico, né? Um museu, mano. É, não, a cidade proibida era sede imperial, né? Temperador, né? Onde. Cava o hiperador. Eu acho que o último filme que ele gravaram lá foi inclusive o último hiperador. Eu, o último, a vez que ele. não é sério real, a mulher tava me falando lá. O último filme que gravaram lá é, não gravaram nunca mais, nada lá. Eu acho que nunca mais gravaram. Acho que eles proibiam. Eu não sei. Ou eu entio proibido também, não sei, ela pode ter te dito. Vai, vai, vai, vai, vai, não vou cobrar dela. É, então acho que vai ser. Esse é o nome histórico da parada. não é proibido, você pode ir. Você vai visitar. Não é proibido. É um lugar turista. Aí cara, eu tava assim, uma venida e daí vieram dois caras assim. Dois caras. é, gente, eu tenho uns 40 anos. Eles me abordaram falando em inglês. Com muita educação. Com muito educação, falar "Ah, então tudo bem, eu sou um professor de artes". Esse é o meu aluno. E tipo, eles dois tinham a mesma idade. Caralho, eu fizero esse negócio da arte com você também. Fizero negócio da arte, cara. É um esquema? É um golpe clássico. É o seguinte, é um "U" que miga essa porra em vez de ensalhar. A ideia do golpe não é exatamente um golpe. É uma coercção. O que eles fazem? Eles ficam te levando na conversa e te levam para um lugar isolado para um lugar. Interno, né? Dentro um pré-disolado que tem, tipo, 20 pessoas que vão ficar ao teu redor, meio que te olhando com cara feia ou falando contigo, nunca vão inconsantir. Não é nada de violência, mas eles vão ficar tipo te coagindo. "Vamos te olhar feio, rostei." É, eles ficam na berola da lei, ali, para eles não poderiam ser a coisa de nada. E te deixar construir o suficiente com um pouquinho de medo para você pagar isso. Tá aí fora. Exatamente. Eles fazem "Não, compram um desenho nosso aqui." E daí, a uma negócio ultra-carro, com o estal. E daí, os dois caras vieram e começaram a pappa com aquele papinho. Então, nossa, porque a gente tá com uma exposição aqui de desenhos, dos meus alunos, coisas e tal. E como já tinha uma falada desse golpe, eu paga "OK, é isso aqui." E daí, eu virei pros golpes de falantes. Então, eu tô procurando da cidade proibida. Vamos nessa exposição, sim. Mas eu tô procurando da cidade proibida. Depois que a gente for na exposição, pronte a que fica a cidade proibida. E tem os caras não seguem aqui, essa venindo. Olha, tô mandou um pronte do chá de epitê, penganá ele. O cara te dá a resposta, aquele não pode dar. E daí, eu fui, cara, fui indo com os caras, não sei o que, batendo o papo com eles ali. E eu não cara não sei o que eu perguntei. E quando eu ia que eu compro uma coisa turística, não sei o que. E aí, os dois ficaram com uma cara séria. Eles olharam, então, ali daí, me apontaram com um "queosque", você lá, para uma lojinha. E aí, você acha coisas com a imagem do nosso grande líder, camarada mal. - Caramba, dou, eu falo isso no translator ou no inglês? - Não, não, a gente tava falando tudo inglês, não tinha translator. - O cara falou "our great leader". - Ele falou "our great leader", "comrade mal". - Caraca, caraca. - Depois eu fui no mal da sua loja e comprei uma bolsa com a cara do mal. E daí a gente foi indo, foi indo, foi indo. E até que cara a gente passou para uma ruela, sem transversal. Era só fundo de prédio, assim. E daí, um deles era uma parte. Sabe que as portas já soguem, que tem tipo uns plástico, sem as. - Caralho, foi no mesmo lugar que o cara queria me levar. - Não acredito. - O cara está 10 anos, no mesmo ponto. - Aplica, não mesmo, golpe. - Caralho, pegar o leoneo, pegar os tudo. - Não, não me pegaram, eu vou explicar depois. - E daí eu falei. - E daí eles assim, "Ah, então é ali", e eu falei, "Ah, então muito obrigado, mas eu acho que eu vou para essas proibidos agora". - E segui. - E eu caralho, beleza. - Não e sim, ficaram me. "Ah, não, mas vamos ver". - Não, mas vem aqui, tomar o golpe. - Eles nunca vão te apagar, diretamente, eles nunca vão encostar, e não vão te pegar para o teu braço. - Eles só vão contar que tudo está indo junto com o golpe. - Como eu fui uma parte, e depois eu segui, eles não fizeram nada comigo. - Eles só ficaram tentando me chamar, falando alto assim, mas eu segui. - Não, olhei para trás e fui. - E deu seguias indicações deles. - E eu acabei na cidade proibida, cara. - Sabe, o gol pista extremamente solista. - Ele me deu as indicações certas para a cidade proibida. - E eu posso corroborar tudo isso aí, porque. - Tem muitos pontos de contato entre a história do Anel e a minha, porque. - Eu tinha praticamente acabado de chegar em Beijim. - Meu hotel ficava muito perto ali da One Fugin, não sei se você falou certo, mas enfim, aquela rua de pé. destrimência, eu não sabia do golpe do artista da arte, tal. Mas o que eu sabia, é se alguém falar inglês com você é golpe. [Risos] Faz sentido. Que os cara não sabem, é verdade. Aqui nem no Vietnam, tipo, 2% daulas. Agora, galera mais jovem tá aprendendo inglês desde o colégio. Vai saber, mas a. Eu tenho que todo mundo que falou comigo em inglês tirando golpista era adolescente, era jovem, que me ajudou em algum momento. Eu vou dizer que eu quis comprar leite numa leiteria, que era uma leiteria super raiteca, um robô fazendo leitos, caralha quatro. Ah, e a zagal. [Risos] Aqui, tu vai comprar leite, feito por. Boque por essa, cara. É, o leite ficou. Não, a faca robô, assim cara. É, eu desendo cartão, né? Não, a faca robô. [Risos] Aí eu tava andando nessa rua de começo, lá, tá, tá, tá. E eu tava procurando um gapo com meu pato de pequinho, o pato de beijinho. Nisso que eu tava andando, de repente, eu entrei num chotao muito frio. Lá tava menos set, né? Menos cinco, acho, no dia que eu cheguei. E eu entrei no shopping todos os lugares, em várias cidades que eu fui. Principalmente já se estavam bem frias, tinham como se fosse um negócio de frigorífico mesmo, né? Mas assim pra isolar, térmicamente, o espaço interno, o espaço de estar. Aí eu entrei, nesse shopping, de repente, um cara começou a me abordar e conversar com muita simpatia. Mas era um cara só, não era um dos. Muitas simpatias, tá, tá, tá, tá, tá, tá, falando inglês. Aí ele perguntou o que eu fazia, "Va, seu professor, "Oh, também, seu professor de arte, tá, tá, tá, que facando, fui andando, né?" E ele me ainda atraia, "Mem, aí, vai falar de mim." Aí eu falei, "Beleza, aí ele falou, "Não, mas vem aqui, veu." O negócio que eu faço, eu tenho uma escola de "Ah, a falei, "Beleza, aí, gente foi andando, aí eu fui vendo uma biblioteca, " "só que aí foi chegando exatamente nesse lugar que ele eu enel falou." Aí era com o frigorífico mesmo. Caraca, vocês estão malucos, cara, que poesas. Se fosse no Brasil, eu já estaria com o trancado, mas aqui eu estava num lugar que eu falei, "Ah, cara, gente, boa." Tem muita câmera aqui pro temedo, não é? Não é, não é? Aí eu fui chegando, parecia aquela parte dos fundos do esquecer no diminuíngo, quando o Kevin Macalister tá em Nova Iorque, o pessoal tá jogando lixo, aí tinha esse negócio de frigorífico. Caraca, eu acho que a gente foi elevado pra mesma rua, cara. Caraca, caramba. Ah, caramba, olha. Aí eu falei, "Não, obrigado, obrigado, obrigado." Porque ele ainda me puxou pra mostrar foto de pessoas que fizeram com o sorriso. Agora, você falando isso, já imagina que o sorriso era de coerção, era um sorriso coagido. Era tipo outro de ocidentais, que segurando um quadrozinho, assim, como se fosse incomprado. Eu falei, "Caralho, aí eu consegui." Ele me deu a indicação de onde era o patro de pequim, aí eu fui seguir. E curiosamente, aí foi um desfecho diferente. Quando eu entro num outro lugar, numa outra galeria, tá esse maluco de novo lá. Aí ele riu, eu falei, "Ah, bacana, valeu, tchau, tchau." Eu fui com a minha oposta. Deu aquela sobra selhada, né? O patro. É, ó, patro. Bom, te ver, não marcar, hein? Bom, chau, chau, chau, chau, chau. Caramba, acho que loucura, esse cara tá aplicando golpe é pelo menos 10 anos, então. Bom, tá dando certo golpe. É, é, é, é. Tem um golpe do chá também, né? Ah, esse eu não peguei, nem me abordaram. O golpe do chame abordaram, só que daí não foi longe. Só que um amigo meu, ele caiu no golpe do chá. Qual é o golpe do chá? E perdeu um rim. Né, ele só perdeu euros, né, cara. Ah, eu acho que ele não foi o único que eu nesse golpe do chá lá. Vamos ver, esse historias. Ah, ah, ah. Eu vou falar o clássico que eu ouvi e que aconteceu comigo. Qualquer coisa desse que ainda vai confirmando aí. Isso aí, o tá num lugar público, enfim, no caso eu tava na fila para uma atração turística, tava sozinho também. E duas mulheres te abaram. O golpe do chá é sempre mulher abordando o homem. Não, não, não, não foi isso não. E daí começa a. Ah, então, sabe de onde é que tu vem? O que ele tá fazendo? Porque tá sozinho, não sei o que. E ver aquela coisa, qualquer coisa que tu fala é super engraçado, não sei o que, coisa e tal. Caraca, mas isso, gente, todo mundo sabe hoje de que isso é golpe em qualquer lugar do mundo. Cara, a pessoa chegar interessada muito em você, a pessoa que você não conhece de nenhum. Não lugar que você não conhece ninguém. É golpe na cara. Na cara. Não, obviamente, cara. É ser a mais descarada, sim. Só que daí esse, eu conheço o desenroar total dele, porque o meu amigo caiu. E ele achou que tava dando mole para isso. Ah, choque talha aí, cara. O homem é muito bobo, meu amor. Ah, tá. Aí comigo que aconteceu, as duas mulheres foram chegaram então, pois é. Não tá fazendo, não sei o que que tu vai fazer depois. Tu não quer conhecer uma casa de chatepica, autêntica, coisa está. Eu falei não, muito obrigado. E daí elas ficaram, mas vamos ali, eu não. Obrigado, obrigado, obrigado. Desconversar e chegou uma hora que eu até mais. E fiquei olhando para frente. Fiquei na minha fila ali dos turistas, fiquei olhando para frente, não dei mais conversas. Mas elas falavam em inglês com você. Fala, é inglês, sempre. Ai, ó, falou em inglês, é golpe. Lês é golpe na China. Ah, ouan. O que o meu amigo passou foi o seguinte, cara. Ele era muito inocente. Eu conheço ele, ele não achou que ela estava dando em cima dele. Ele achou que elas eram tipo promoteras de uma casa de chatepica. E ele achou, nossa, que legal. Uma casa de chatepica, vamos lá. E ele seguiu elas, cara. E elas não estão tendo que entrar numa vã. Nossa, senhora, o carboa é acordou. Acordou no round six, né? Caraca. É, é. E ele entrou, cara. O man. O manucu, ah, ele jogou um jogo, ele foi. Tem que ir colocar o biscotinho, até que pula na pote de dedo. Aí ele, no final, ganhou a grana fudida. É isso. É isso, é a história de superação do amigo do Leandro. Vou ter que pariu. Cara, ele foi indo na vã, cara. Ele não está assistando conta de nada. E a mulher batando o papo com ele. E ele não é inocência. Ele não, nossa, como é que é a ver de vocês aqui? E elas. E nossa, cara, com ele. Esse cara tá coistinto, completamente desativado. Não ligaram nele. Caraca. Não, concorrente de aprender a arruindo mais nessa situação toda. E daí, cara, chegaram na tal casa de char. Quero um lugar que não tinha ninguém. A ter char, pelo menos? Tinha char, tinha uma pessoa para ter bem. E tinha ele e tinha as duas gurias. E algum momento ele identificou, assim, eu acho que eu não estou no lugar que eu deveria estar. Ainda tá tudo indo, normal. Entrou num avan. Não, se ele entrou na van, ele realmente é muito, muito, muito otário. Então, não engenha, não engenha. Não engenha. Engenha, não tá bom. E aí, no final, cara, ele ficou ali batendo papo com elas. O cara servindo chá e esse lá, biscoitinho, não sei o que. Quando chegou uma conta astronômica. É isso. É a dolorosa. É, eu te leve pro lugar. E é um negócio muito mais caro do que aquilo. Vale, todo mundo chá e pagando o celular quanto. Só que a moral é que esse cara é alemão. E ele tá assim, "Ah, nossa, que cara, né? Pois é, porra, mas valeu a experiência." E ele só se deu conta que era um golpe. Quando ele trouxeram, ele devolta de vã, cara. Com o capuz na cabeça e jogada na calçada. [Risos] O que é bom, hein, meu amigo? Cara, o boró que o dinheiro era tão valorizado na época. Que ele tomou um golpe sem saber. Ele achou que era isso mesmo. Esse era o preço da parada. É, ele achou que, nossa, eu tive uma experiência ali, sabe? Tipo, realmente que duas pessoas. O motorista particular, duas pessoas batendo papo comigo. Mas eles ficaram levaram ele de vã de boa, dragar ele no hotel, depois, o final? Sim. O arraí, daí, eu golpe, pelo menos. É, é. Como o Leone falou, eles são educados. Eles são educados. É algum golpe que eu cortei. Gopi, sacócte. [Risos] Eu nunca ouvi falar de um golpe lá. Pode existir, mas eu não conheço um golpe lá que seja um golpe violento. O nome não pode ser golpe, então. Porque golpe, pressupon, que você vai levar uma porrada. Então lá é outra coisa. [Risos] E que que eu saio outro termo, não pode ser golpe. Ó, o mais perto que a gente chegou de qualquer parada de golpe, é assim, era esse cara tentando vender relógio na rua. Que a gente até filmou isso no Nerd 2. E a minha era o golpe, minha, a minha era o cara tentando vender para o desfalso ficado, né, assim. Mas o que é a pessoa mínimo de discernimento, mas sacar, que o cara chega a não e fica "what is what is", sabe? É, é, é, é, é. É, ali é um contrato entre, né, você fala, "eu quero, eu sei que você está vendendo relógio falsificado e eu quero comprar relógio falsificado. Eu quero dar tudo certo." É, é, é, é. Quando a gente foi num restaurante lá, o "trish warehouse", que é uma "trish trap", esse foi um golpe. Esse foi. Esse é o golpe. Pode existir, só. É "trish warehouse". "trish warehouse", número, tipo, é "warhouse number three", é como que eu disse. Que é um negócio todo espelhado, achando todo espelhado, que é a comida toda bonitinha, a cada comida que vem vê uns shows indiferentes, vem com fumaço, vem com fogo, vem com. sei lá, com uma coisa assim. Mas é ruim, a comida, e é caro e. é paturista também. É restaurante de Instagram, sabe? É isso aí. É a caixa de Instagram. Mas a coisa a gente estava saindo, esse shop, e depois de jantar, veio uma louco, vi os dois acidentados na rua. Caraca, antes, até antes disso, quando a gente. isso foi uma fada que foi muito maluco, cara. Porque a gente estava saindo o shopping, era um shopping bem grande, com o loja que eu acho. Como a gente chegou tarde nesse shop, que eu estava no mesmo ritmo do estudo, e tal, a gente saiu do restaurante com o shopping, era tipo. 3 para 10. Então a gente pensa, na hora que a festal shopping, que era 10 da noite. Cara, eu fiquei muito pressionado com isso, porque deu 10 horas da noite. Todo mundo que estava trabalhando nas lojas, simplesmente apagou a luz da loja e foi embora. Não, e a galera saiu assim. Sabe quando você está jogando um jogo e aí tem, tipo, assim. 10 cara subir no cavalo, eles usam a mesma animação, e aí tudo não sobra no cavalo, e gozinho, etc. É basicamente isso. Entrou toda a animação de perceber fechando as lojas, e isso. Cara, era pra quase synchronizada. Mas o maluco é que não teve a animação de fechando as lojas. Que eles não fecharam. Isso apagaram a luz. Eles não baixaram nenhuma grade, fecharam nenhuma porta. Os kiosques, eles não botaram nenhuma lona por cima. Não, os produtos continuavam a volar. E eles simplesmente foram embora. E a gente estava dentro de shopping, a galera estava limbora, a gente ainda estava. pagando, saindo, e tal, muito, muito banheiro. Aí a gente estava saindo junto com todos os trabalhadores que saíram todos juntos, quase em fila, só do pessoal do restaurante fica mais um pouco lá. É, pois é, porque ele é. os otários ainda estão pagando contos, os otários. Que nem a gente. É, porque a gente sentou na mesa, a mulher falou, "Vai fechar cozinha, pegue logo." "Pede logo." "Pede logo." "Tô mesmo." Mas aí, cara, e chegou um cara, viu, dos estudos do Cidadon Mesa. Ela veio lá, o oferecer coisa. Eles tentam vender essa porra do que é lugar, né? Aí. Não, aí. Uma volta assim, doz, codió. "Labu, labu, labu?" Aí, eu a gente. "Não, não, não, ele tem que ir, não isso aqui." Aí ele. "Massage!" [Risos] Ele mudou, cara, cara, um pomerão. "O bom. " O cara mudou do doce e noce, "da labu, labu, labu, a gente, quando o viu que a gente não queria, ele. " "Massage. " Ele mudou o tom, ele mudou a cara. Faz sentido. Ele pensou, é um pai de família, eu vou. [Risos] É, é só, ele. "Pri, meu testor, viu que não havia interesse, aí ele mudou o. o menu. " [Risos] Eu nunca tinha feito massagem profissional, né, assim. E eu tô dizendo "Massagem mesmo, tá?" "Sim, sim." Quando eu fui no vetinão, foi a primeira vez, porque lá é muito barata, massagem, é uma massagem muito boa. Eu fiz trem. "E aí, mais você falou que nunca tinha feito massagem profissional, mas a outra você fez." [Risos] "É, outra, exatamente." [Risos] "Seja o que o sudo, deixa uma de massagem, não profissional, né?" [Risos] "Dos pessoas vieram chamar ele por uma casa de chata, ligado." [Risos] "Ai, no último dia, lá em Rochemim, lá em Saigon, eu descobri o negócio que eu achei curioso, estava do lado do meu hotel, que é uma barbearia com massagem." "Ela, gal, barbeira, mas eu ia, barbeira, eu ia lotérica." "Ama, é que ele cara é do Instagram que tu vai fazer a barba cortar o cabelo, o cara lava a tocar, ela lava o teu peito de dar o salto." "Ai, acho que é um suportável." "Não, mas eu nem sabia que isso era coisa do Instagram, eu só falava de. "Paste tudo, faz tudo." "Eu não sabia que isso era parada, porque eu não sou errado do Instagram, não fico fazendo Don Scroely, então eu realmente não sei." "Eu sei porque você foi pra se não sei saber porra nenhuma do que fazer." "Cois é, cheguei ali, eu vi que estava do lado do hotel, eu fiquei curioso, era o meu último dia, "Ah, vou fazer essa massagem, ainda tinha um tempinho ali em Saigon pra ver, vou aproveitar fazer esse negócio." "E aí, tem, tipo, 12 mulheres, eram 12 mulheres, com um mini saia de cot, mas não tem nenhuma essa canagem." "É, só um negócio de tipo. " "Leonel, olha esse álibi, você acredita em se álibi." "É, assim, man." "A gente tá vendo que as coisas na China, né, Vestionésseis, sempre chega no quase." "A viagem do quase. " "Ah, o Leime deu a Dona, que era uma. Essa sim, ela. "Ela. você vê que ela tinha uma experiência ali, né? "Ela estava ali naquele lugar há muito tempo, e ela me deu um papelzinho, tipo de rodíze, o japonês, "Eu podia marcar se eu queria que cortasse, era um squadradismo pelo da check, ou não." "Ei, da check, né?" "E que é que corte a unha, você quer que jogue a toalha na tua cara, você quer massagem assim?" "E aí, tudo." "Ai, no final tinha lá o happy, happy end, do Iwanda happy ending." "Ei, não tinha, não tinha, não tinha." "Foo, full release, e o volis clean." "Zit, chio massagem." "Incredível, é." "Ai, eu me lhe fiz, só quando ela me botou de costas, depois de já ter feito a barba, cortado meu cabelo, seu tapito já gostou." "Oh, olha, cuidado com o checkbox que você marcou aí, igual pra de toda a educa." "Ei, sério, tudo, só só que não me botou de que eu achei que ia proxuado assim." "Ela me botou de costas?" "Eu senti um peso, um negócio que ela dissou, ou em cima de mim." "Se marcou o squadradismo Marcelo Osvolas por acado?" [Risos] "Quode eu lhe, eu virei a minha cabeça, assim, para a trapa ver o que que ela tava fazendo, ela se segurou, num polidense horizontal, num negócio que tava preso, não era uma viga." "Ah, porque ela foi pisar em você." "Ela foi pisar em mim ali, uma porra, ela não era muito alta, mas ela devia ter no mínimo em 60 quilos ali, andando com todo o. eu. porra." "Eu dei ela de física durante muito tempo, se você concentra uma massa num ponto muito pequeno, essa é uma pressão muito forte." "Eu senti um negócio, eu nem colou, só estalando, craque, craque, craque." "Eu só consigo imaginar a Lucilou em cima de você." [Risos] "Ah, mas aí seria incrível, aí seria incrível." "Falado, rabah, rabah, rabah." [Risos] "Ah, isso é um sonho." "E no final de tudo ela abre uma geladeira dessas de bar, tinha cerveja, água de coco, eu pedi água de coco e fui embora." "Olha, eu recomendo essa barbearia, eu não sabia que era codista a grama, recomendo, acho que vale vocês conhecer, hein?" "Porque valeu a pena, me diverti, foi pesado." "Se eu já entendi como foi pesado." [Risos] "Se levar a gag ball para casa, gente." "Ah, isso não é que. na China eu não vi isso, é igual de massagem, mas tinha, né? Eu não vi." "Aparentemente, no mesmo lugar que tem lá, bubú." [Risos] [Risos] [Música] [Música] [Música] "Pas eu falei o negócio robo, mas realmente foi uma frustração para mim, não teve visto mais robo." "Pois robo, você viu?" "Então, eu vi pouquíssimo, eu achei que eu ia ver drone roboando, entregando coisa, drone robo na rua, sei lá, robo passei com cachorobô, eu used de coisa." "A gente vai fazer um amigo robo, cara." "Eu que achei que eu fazia o abó, porque o abó é um robo, não sei." [Risos] "A gente viu de robo, foi no hotel que a gente tava, tinha um robo que fazia caputino e café." "É aquilo não é robo, aqui não é robo." "Que é simplesmente um braço que vai para uma torneira." "É isso, é o braço que pega um copo e bota embaixo da coffee maker." "É, é de um, mas é que tá lá, tem braços, gente, cabez." "O outro que eu te viu, que foi mais interessante, e que parece que realmente tem muito, mas a gente só vem em dois otéis que a gente ficou." "Mas é o robo do delivery, entrega no quarto." "E isso é legal mesmo, cara." "E isso é maneiro, isso tinha todos os otéis que eu fiquei também." "Eu não vi o hotel que a gente foi, não tinha, e aí isso me frustrou muito." "E aí quando a gente chegou no segundo hotel que a gente foi, que era tá o hotel, aí também é pra pagar em ganosa, né?" "E você vai achando que robo para caralho porque é só isso, e você vai dar cheiro." "Entro que é lugar, né?" "Ai, a gente chegou nesse segundo hotel que é o hotel do Alibaba." "Como é que é o nome do hotel mesmo?" "Ai, alguma coisa azul." "Fológicamente, o Mano e o Mano." "Fológicamente, só que o Oazaga ouviu esse hotel quando a gente ia para a Hantel, ia ficar uma noite só." "E aí, a gente, pô, vamos tentar ficar perto do meio que do Buchi, o pra gente pode, a gente já tem pouco tempo na cidade pra gente poder conhecer esse da Itaumente, etc." "Ai, oazaga tá tão frustrado que não viu o robô direito lá em Changai." "E aí ele viu, nossa, tem um hotel do Alibaba que não tem gente, é só robô." "Flaizu, Flaizu, não dá um "Flaizu, Flaizu, Zuuu, é, o Zoológic Boador." "Isso, e você é que é a exibição." [Risos] "Fruits de robôs." "Ai, olha a galoporra, aí ó, é um hotel só de robô." "E a teoria era, ou até o do futuro, ou até o Buchi que proposta, senão." "É, meio conceitual, sabe?" "Uteu conceito, exato do Alibaba, e não tem gente, só tem robô, Flaizu, puta isso, o que eu quero, eu quero essa acheina, robô de terno." "Ai, a gente que dá a reserva do hotel, aí chegamos lá mesmo, o hotel era a uma hora de tudo." "A gente só não chegou na zona militar, Leonel, mas a gente chegou quase." "Ai, o entrê no hotel, a marradão, depois de uma hora de viagem pra chegar no hotel, ali agora vai ser foda, maluco, exerrou, vou pra tudo que é lado." "Chega lá, tinha um cara na recepção." "Eu quero te ver, eu quero te ver, cara, de ter essa pessoa da lagal, foi no hotel na puta que pariu." [Risos] "Esa é muito legal, horas depois, aí, lá, a gente tá nos clientes, depois passeado, depois voltar, depois de ir pra essa ação de trem." "Nossa, senhora, mas aí, olha, vou te falar uma coisa, se não tivesse gente, a gente vai ficar secone àquela noite lá." "Porque lá, a gente já passa perringue, né? Maiente, feio o chequinho, o cara atendou a gente super bem, aí tentou cadastro a nossa cara, aça de ocidental no sistema pro que o hotel do futuro, né?" "Então, sentando elevador, ele é tua cara, já sabe o que você vai, você chega na porta do quarto, a porta ele é tua cara, abre pra você, tá tudo no futuro." "O sistema não lia na sacara, porque a gente tem barba." "Não tô preparado, não tô preparado de cara, falou "ai, eu acho que é barba." "A barba é a camuflagem do reconhecimento facial na China, porque eu não, você quase não vê gente com barba na China." "É verdade, eu não vi." "A gente se sentiu, tipo, watch dogs, mano, com o cara, porra, cara que tem a cara camuflado do sistema de gente tá de mais moderno do mundo." "É, cara, cara, foi lá pegar a chave de cartão, tirou poeira, vou tomar aqui, isso, dozenta, ai. " Aí, beleza, aí a gente viu que esse hotel tinha um robozinho da recepção, que é isso, né? O cara do Delivery chega, ele nem vai na recepção, não fala com ninguém, ele vai direto no robô, bota o pedido dentro dele, que tem uma parte embaixo pra isso, de carne, o que é a cor do live, pronto. E o robô vai sozinho, pega o levador, chama o levador, toca a campanha, entrega, legal. Aí, beleza, vamos fazer isso pra gente pro Nerd Tour, né? A gente tem que mostrar isso por os brasileiros. [risos] "Este pedacinho do futuro." "Utora, aí eu pego o app do Delivery." [risos] "Impossível, não tinha a minhação em inglês, só chinês, aí ficava com o seu lápossima do outro, com Google Trash Letter, o outro não acabou louco, mas e qual é o endereço do hotel?" "É o cara perguntando qual é o nome chinês, Zazagao, pois eu não tenho nome chinês porra!" [risos] Isso foi um atrito grande, a gente não conseguiu usar esses apps que são totalmente chinês. Aí, ele foi na recepção, dois brasileirinhos, barbudos, um fome. [risos] "Ele não sabe quem era quem, eles vão ver, tô me duas pessoas iguais, inhas, dois godos de barba, tudo igual." Aí, o cara foi superente boa, falou primeiro, eu posso pedir aqui, é no meu, e vocês. "Me faz o PIX, faz o PIX lá, né, vamos daqui a pouco, vamos dar ali PIX." "Vamos fazer beleza, mas eu falei, peraí, porque a gente não tinha dinheiro nenhum, a gente levou zero dinheiro." "Fare, deixa eu fazer o PIX antes, porque se eu não conseguir, eu não quero não te pagar." "É, é, se deu algum problema, que eu não consegui te pagar, nunca, que você fica num prejuízo, deixa eu te pagar antes, né." "Tenho que eu tentar fazer a transferência antes." "Mas, você podia ter dado golpe no cara." "Olha, ai, ai, ai, ai!" "Ah, era sério, meu, vocês pudiam ter tipo, sabe, meu, é, a reserva brasileira, assim, cara." "Muito aducação." Não consegui porque modelo não conseguiu mandar dinheiro pra ele Se pôrifiedão, não vai olá então porra Hum, deixa eu fazerθεu o seu app, proceediualtro daqui Ah, o cara pediu 60 daqueles de balcara. Não era guiosa, né? Guiosa, né, normal. E aí foi fantástico, a gente subiu. O rouboveio, ficou esperando, olhando pela câmera. O negócio ficou 10 minutos que a criança no olho mágico do quarto, esperando a porcaria do roubo chegar. Aí ele foi lá, "eu vou botar o meu celular no tripelino, o coredor para ele filmar o roubo chegando". O R2 de ador vindo. Vou dar uma chance. Eu acho que ele vai falar muito pra o madeira mesmo. Vou comer as agaroperas e vou ali no coredor que tem uma máquina e eu vou pegar uma cola lá. É porque a gente pediu refrigerante, veio quente, porque é uma par da China, né? Viu bebida vem quente no delivery, ou pelo menos a gente não sabe de ela gelada. [GRITOS] Como é que foi com guardanapo pra vocês? Não, guardanapo, não existe guardanapo. Não existe guardanapo naquela pôda, aquele país. O pastino atica essa, você viaja e leva e despacho um fardo de guardanapo pra mim mesmo. Exatamente. Guardanapo leve. Mas aí as agaroperas, a agaropera tá demorando. Pô, o que aconteceu, ó? Asagal conheceu a versão chinesa do de braguinha da coquinha, uma alma bondosa. É verdade. Porque o brinamacre é de uma máquina no coredor de comida bebida essas coisas. E afarei, vou comprar uma cola que acredito que esteja gelada na máquina. Impulsível, impossível. Que é que eu estava pensando. E apertava aí no sangue lá e tava lá no cumprão na cabeça. E nada. Tu chegou a pagar e não foi, né, ou não? Gosto, não foi isso? Não ia, pareda não ia. De jeito nenhum. Assim, eu chegava a conseguir escolher o produto e tal, na hora de pagar, a pareda não tava indo. Aí passou a amosa, me viu nesse desespero. Ah, eu posso te ajudar e tá falando "Ah, por favor, eu tô tentando aqui, mano, tô conseguindo pagar". Minha coquinha. Se eu tivesse, o meu com isso, uma coquinha gelada. Ela ouviu ele falando isso. Aí ela falou "meu uma coisa o cara, do cara recepção". "Ah, eu posso comprar aqui com meu e você me faz um pix". Eu falei "Tá, não consigo fazer porque eu tentei lá, portaria, meu negócio não tá funcionando para isso". Eu consigo pagar, né, normalmente, com o pico. A coisa mais aqui pra parar pra isso. Eu não tô conseguindo. Aí ela ficou com pietade, de mim, né? [MÚSICA] Deu a coquinha. Deu a coquinha. Deu a coquinha, a minha coquinha é pra ele. Olha isso, que coisa minda. [Risos] [MÚSICA] Eu fui num restaurante que tinha adeciosa, que tinha me falado, "Pô, aqui é a lugar da guiosa em Beijing". E aí os cadapes com foto era ajudar a ava. Eu olhei ali e falei "Pô, eu quero que ele conheça o que eu gosto de experimentar". Eu quero o provad de tudo assim, só que eu tava viajando sozinho. Aí eu olhei o cadap, "meu quero esse, esse, eu fui apontando". "Quero esse, esse, esse". Aí ela falou "É, então, isso dá tipo 180 guiosas". Porque, apesar de ter o nome do sabor de cada uma, cada um que eu tava apontando, vinha cê lá, seis, cada sabor, vinha uns seis ou dez, a quantidade muito grande. Aí eu fiquei muito frustado, eu falei "Pô, foi parceira de te avisar, não?" É, pra ela, é pra ela, é verdade. Eu perguntei se eu não pode fazer uma de cada, ela não pode que já vinha na porção. Aí, olha, então tá bom, então me vê esses três aqui, tá de boa. E ainda assim que eu cê foi pra caralho. O isso eu achei bem impressionante, vem muita comida e por um preço bem inconto, né? Mas cês comeram coisas bizarras ou que tem super tempero, porque a galera fala "Var, leva, remédio, postômago, porque assim não é porco". A gente não a você aventurou muito, a gente, eu fui totalmente com o que fupanda. Eu ia nos balsos, nos guiosas, no ramei, eu não fui nas comidas super maluco temperadas, não, porque só teve um restaurante, que a gente teve a surpresa, na hora de pedir, que era um restaurante ter mais chique, lá que a gente tava numa área turística e tal. Aí tinha um restaurante atrás da gente, que era super bem avaliado. Falei "Vamo nisso aqui mesmo, entrou-me lá tinha foto salado, viu Clinton, do Marco Jackson, o restaurante. Ah, Heinz Abet, essa galera toda foi um ser chorante. É no cantinho inferior direita aquele símbolo do Jimi and I. Aí pedimos alguns pratos e um deles é ringuia. A gente tá acostumado a comengear quando vai o chorante japonesa, as coisas e tal. Olha aqui, a pouco. Vim, a moça, a garçonete, e o cozinheiro chefe com um baldi, um baldi, assim, baldi de plástico transparente, que a gente tem em casa. Aí ele mostrou o baldi pra mim, eu falei, "Pois será que eu joguei alguma coisa aqui no chão?" Que isso? Aí olhando o baldi, falei, "Por que quem está mostrando um baldi com uma câmera de bicicleta dentro do baldi?" Aí a câmera bicicleta olhou pra mim. Era em guina. E eu vou mostrar em guia no baldi. Ele trouxe em guia pra gente ver. Eu falei, "Ah, tá, beleza, beleza, beleza, é um galemgui, é, obrigado. Não, não, não, dará lucita, ligado. É, que tal, que a gente se acupa do que a gente tá fazendo. A de resto, a gente até viu um lugar que depois me disseré, "É isso, é mega turístico." E aí lá tinha escorpião, mi-orca, aranha, sabas. Aí a gente não comiu. Escolmeu o bacon. Ah, gordura. Tinha só um moro que tinha cheio de gordura. Então, cara, eu acho que não ia consumir. Mas eu tenho esse espírito de provar umas coisas diferentes. Tinha umas rosinhas que eles vendiam isso, cara. Eu entrava nas. 2 vezes eu entendo umas rosinhas assim. E cara, o cheiro era muito injuatível. Não ia conseguir comer nada lá, cara. Aí eu desisti. Esse lance de escorpião barata, etc., virou algo turístico mesmo. Então, então, é que um espetinho de barata é 40 reais. Cara! É, então, mas é porque eles sabem que é proturista. Porque a cara fazia vídeos no Instagram, tirar fotos, essas coisas. O chinês mesmo, de dia já não come essa parada. Foi na época que estava um bem fudido. Ah, é muito turista, é, é, é. Até a negó de comer cachorro que a gente viu lá, que pude sair, gente. Eu comi um no palito. Eu comi um no palito na enxangai, que era um sorvete. Não, eu também. Não, eu não sou o velho de coloque. Eu não, mas eu gosto de comer cachorro. O meu que fica essa. Galera faz a gente ser que coisa muito antiga das gerações anterior. Ninguém mais liga, vai estar merda, ninguém. Ninguém com cachorro hoje em dia. E assim, foi que eu vi lá, entendeu, tipo. É um gosto porque tem ver fome. E a galera das antigas gerações, tinha que comer o que dá pra comer. Entendeu? E aí, hoje em dia não é a mesma coisa. E a galera não tem mais a mesma. Ah, bicho não. O Vietnam foi um do lugar que eu comi melhor. Era saudável. A comida ficaram com muita rápida. A comida de rua, meu. Não era mega temperada, nem nada. E muito barato. Eu comi, eu gastava no dia inteiro, café da manhã, homosse janta, 50 reais. 60 reais? Era muito bom. Era muito barato. Eu comi até melhor no Vietnam que eu na China, em termo de sabor e tudo. Agora, o lugar que tem essas faradas mais bizarras e o pessoal come, minha menulaus. E você encontra em barraquinhas, às vezes, no cambojo. No Vietnam, se tiver coisa de outros países, em feiras típicas, você vai ver, um pito prechocado, num ovo que você come ali, um negócio meio assim. Uma outra coisa que é curiosa que eu aprendi lá é que, assim, se você é convidado para casa de um chinês e você come tudo, aqui no Brasil, se você raspo prato, é um bom sinal pro amphitriões. O sinal que ele mandou bem, né, e tal, na China. É o oposto, na China. Se você raspo prato é sinal de que o amphitrião não sobe fazer comida suficiente para você. Ah, ficou faltando comida. Entendeu? Porque lá, eles viveram muita pobreza, muita fome. Então você poder dar comida para ter o convidado, é um gesto muito grandeoso assim, ele quer poder fazer isso por você, mostrando que ele é próspero, ele mandou bem, e tal. Então se você bate o prato, é horrível, que ele fala "cará que eu devia ter feito mais comida", entendeu? E engraçado esse negócio de cultural, né, uma coisa que eu tinha ouvido falar é que era normal, você estava um restaurante e as pessoas arrotarem. E a gente foi em vários restaurantes, né, assim, foram um poucos dias, né, mas comemos só em restaurante durante o dia, desde como eu te falei, restaurantes de bairro até os restaurantes, é melhor e tal. E nenhum aviso da pessoa arrotar e tá mais o escarro, é o escarro. É o escarro, tem escarro. A gente viu, não tanto, mas a gente viu algumas vezes. Pelo menos uma vez por dia a gente vê, foi muito invilhamaático, cara. Aí, a gente estava numa estação de treinte, pegou trein vários dias, e aí uma dessas vezes a gente. "Ah, vou banhar aqui rapidinho e tal". E aí eu fui voltando, achando que tinha saída ainda, daqui a pouco saiu um chinês, vou alchando saiu, e são os chinês, logo depois, achei um saio do banheiro. Saiu, na porta do banheiro. E tipo assim, não deu nem três passos. Vendo a estação de trein. Nendo a estação de trein, há dois passos e meio da porta do banheiro que ele estava, ele mandou uma escarrada, ser domenal. Porra deu um pulpo à frente, balú. Galú, foi muito invilhamaático, não é possível. Os lugares lá, todos que a gente fez, são extremamente limpos. Ah, sou peraim. Rua, tudo limpo, limpeíssimo. Tudo, o metrou, a estação de trein. Uma alucua saiu do banheiro, que tem boraco no chão, que tem tudo. E escolhiu. Eu fiquei puto, que acabou de ser do banheiro, porra. E por que aquele escarro, pelo volume, e pelo movimento de arque fez nas regandesas, e começou preparado dentro do banheiro. É aquele maluco da vingança dos nérios. É, é isso porque ele demora mais que três passos para soltar aqueles carros. Ele devia estar mais cantabaco com o pádio. Ele tinha talado, não estava mal e preparado o escarro. Ai, ai, ai, ai, ai, eu tomei um susto, acho que ele fez de provoco. Mas então, eu fui pesquisar o negócio sobre o índice de fumantes lá na chão. Aqui no Brasil, acho que é tipo algo entre 12%, mais ou menos. Lá na China, é algo na faixa dos 25%. Caraca, todo isso. Alguma cidade pode bater até 30. E isso explica o que eu me incomodo muito com o chão de cigarro. Tinha vários dias de dígeno, que eu pegava. Essa frase nunca faz sentido, mas é dificuldade de. Ah, maravilhoso, essa frase. Tinha vários dias de dígeno que eu pegava. Que quando eu entrava, estava aquele cheiro empregnado de cigarro, que me acompanhava a viagem inteira. e eu acho que é por isso também que ele deve ficar puxando, pgarreando e cuspindo na rua, entendeu? Dando essas escarradas. É, mas não é todo mundo que faz isso não, cara. É, não, não. Mas uma vez por dia eu via. É, eu não mesmo. No Abanzea Doeste lá, que ele percebe da festa das escarradas, não era isso. Mas é uma parada que ainda ainda exista. O cara era mais velho, não era um jovem, né? Especial. Ah, é, tem isso também, a galera que faz é mais velha. Isso é verdade. Vocês falam que não viram de arroz? Eu vi uma luca dando um arroz tão no metrô, puxando lá a fungura. No metrô. E ninguém deu bola. Só eu que fiquei assim, meio. Mas, ok. Até eu fui falar isso com meu pai porque eu falei, "Pô, Liles dizem que o arroto é o sinalte que você gostou da comida". Ele falou, "Pai, você faz isso não metrô, quem do metrô que queria saber disso". Ah, ah, ah, ah. Ela é costume. Imagina o pessoal falando, "Pois, cara, deve ter que comida bem vagar, né? Pô, me dá uma interessa com isso". Com meu aonde é, exato. É. E aí, cai, medido. Ah, ah, ah. Mas mesmo a rota é um início de conversa, mesmo. É. Então, vou te trater, já, pra você vender o teu restaurante, né? Vou atorgar a garagher na porta rotando. Que fé, exatamente. Pô, a reta passa na porta, e sai alguém. Pô, é porra. É bom. É bom. [Música] [Música] Eu também fui salvo pela bondade de estranhos, cara. - Se não, eu estava até hoje lá. - Até hoje lá, porque, ver, eu não tinha ganho. - A do possivel da minha. [Risos] Eu estava lá no hotel na frente do quartel. [Risos] Então, foi pedido. Foi pedido comido lá por as militares daesa. Não, cara, foi pior do que isso. Porque a Emile estava lá, trabalhando. E eu, porra, eu quero passear, né, cara? Para pequinto. Eu estava de uma linha mulher lá, é isso? Eu estava se. [Risos] Eu não. - Preciso fazer alguma coisa. - Ai, Emile, te deu um maço de dinheiro lá, de UUAN. Ai, divirta. Você vai comprobar coisa para você, Emile. [Risos] E daí eu cheguei na recepção do hotel e tentei falar com alguém que falava em inglês e eu falei que tinha um funcionário do hotel que falava um pouco de inglês. E daí eu falei, "Tá, como é que chega no centro de pequim?" Caramba, não, não dá, não tem como. [Risos] Não dá, não tem como. Eu come assim, ele não é muito longe, não vai conseguir, não tem como. Deixe para outra vez, eu. [Risos] Eu moro do lado mundo, sabe, não. Tem que aproveitar, é, mano. Cara, e para ser mais esperadora ainda, eu comeu a falar no início, eu estava sem chip, estava sem internet. O Wi-Fi só pegava. Uma poltrona específica do saguão do hotel. Não pegava no quarto, não pegava no resto do hotel. Pegava numa poltrona específica do saguão. Inclusive, eu troquei umas mensagens sobre o Osobo Volumion com o Dave Alexandre. Nessa poltrona, cara, porque era a única que dava. Cara, eu conseguia falar no telegraco vocês nessa poltrona. E aí, mas eu, cara, eu vou ficar maluco aqui, eu vou ficar nesse hotel sozinho nessa poltrona. Eu insisti em assistir com cara, dele falou, ele me escreveu num papel, pegou um papel, escreveu uma coisa que eu não sabia, que eu quero, num papel. E me apontou, tipo, foi até a porta do hotel, me apontou um post. E depois ele me escreveu uma outra coisa embaixo, e daí fez uma transliteração ali. E depois escreveu uma terceira coisa, era transenticações assim, né? O que eu lhes? Deve que aí, ali no post, eu tá. Agora eu toptou ouvendo o hotel. Ele te deu uma bolsinha. [Risos] E ele falou, "Cê quer ir pro centro de pequinho?" "Rodas a bolsinha, aí no chiquarece." Esse cara é um pivinho. "Cê acha um rixadir pra tíquete?" Cara, que é muito bom. Deve que ele no meu post ali, cara, tíquete. "Ca, hein?" "E que ele não me oposta, cara?" E com meu papelzinho ali, cara, e que eu tinha as três indicações ali. Pera, e bora, e um quê? Não tô entendendo, tipo, ele falou o quê? Faz o quê, com esse papel, com essas três indicações. Ele não sabia dizer. Ele pensava que ele deu um site de question. Mas, a gente, cara, ele me entregou um papel com três indicações. "E você não te esquiu pra ler?" "E não tira o problema." Até que tridê ele ainda não tinha desenvolvido o total. Só que. Só que a segunda, ele botou uma tendo interação. Quero um trem. E daí eu fui lá na poutrona, peguei o Wi-Fi, consegui Google pelo menos. E daí eu procurei aquilo e achei que era uma estação de trem. Eu procurei nas imagens e vi uma imagem da estação de trem. "OK, beleza. Eu fui ali pro meu poste." Cara, daqui a pouco passou, eu acho com uns 20 minutos. daqui a pouco eu venho um ônibus. E eu olhei ali a palavra que o cara tinha escrito e eu olhei o nome do ônibus. Ai, ameaça a palavra. Eu tenho que entrar nesse ônibus. Cara, Calona, tô num escape rumo, olha isso, cara. Cara, o ônibus parou e eu entrei. E foda-se, cara, eu não sabia que eu tava fazendo, cara. Eu juro pra se carai. Eu entrei no ônibus. Mas, aí, tudo sabe como pagar, como fazer nada? Olhe nascermente, faz dez anos. Eu não lembro como que eu paguei. Tô no chegou no Google com, pegaram o ônibus, como pagaram, tu foi na cara na coragem. E fui na cara, cara, fui apurrice, na cara, foi apurrice, na cara, foi apurrice. Cara, eu entrei no ônibus. E tinha um monte de velhinhas de nessa e elas começaram a pontar pra mim. Porque claramente, eu não tava no lugar errado. Cara, aquele ônibus era um ônibus. Se eram sério, claro, mas se não fiaram ônibus local, que ia parando em várias feiras. E as pessoas iam saindo, entrando, fazendo feiras, se interrogando com um vegetal. E era aquela galera que morava naquela periferia ali, cara. Tu pegou circular local, é isso que tu pegou. Peguei o circular local, cara. Peguei o circular local sem falar uma palavra. Aí, essa é a hora que tu levanta. Eu podia estar roubando. Exato. Mas eu só quero chegar no centro de pequinho. E daí eu tinha imagem da estação de trem que eu queria descer. Foi, foi, foi, foi, foi. E daqui a pouco ônibus para. Mas assim, eu moro um tempão, eu moro quase uma hora. O ônibus para e tem, enfim, uma construção gigante em obras. Toda tapada por umas lonas e não dá pra eschergar nada. Então eu não sabia se aquilo era estação de trem que eu tinha pegado a elefoto ou não. Que tava em obra por acaso, né? Tava em obra. E daí eu levantei e fui até o motorista. Apontei para a segunda palavra. E o motorista fez um gesto. Quero ser um gesto como se fosse dando um tchau pra baixo. Imagina, pessoa com a mão, um tchau pra baixo. E em vez de dar um tchau pra cima, sabe com os dedos pra cima e dando tchau com os dedos pra baixo. Tipo, não dá pra dar um põe inferno, uma coisa assim. E ter doje, acho. É como eu tivesse fazendo carinho na cabeça da criança? Não, imagina assim. Pensa que tu tá com o teu antebraço pra cima. Daí tu vira o teu pulso pra baixo com uma forma que os dedos fiquem apontados pra baixo. E daí tu dá meio que um tchauzinho assim. Caraca, ó, maca. Um chuveiro. É um tchau pra você mesmo, seria meio isso? Então eu não sabia porque a gente, além da língua diferente tem todos os gestos. Sim. Diferentes é outra. Ah, e eu tava na cultura deles e o cara não tinha obligação nenhum. E deu a pontável e o cara faz esse gesto. A pontável é esse gesto. Eu não sabia se ele queria que eu descesse. Ou se esse gesto significava mais pra frente. Quer saber, vou descer. Pô, tá, método, desceu. Desci, entrei no lugar em obra. Eu tô no do canteiro de ó. Eu queria muito ver um militar prendendo o leoneol perguntando assim. O que você está fazendo? E o leone tá tentando explicar. Cara, e daí eu, ok, comecei a andar naquele lugar. Eu vi que tinha um monte de gente, ok. Tem pessoas aqui. Eu não tô num lugar deserto, não tô tem pessoas aqui. E daí tinha um monte de máquina que isso é, gente, tá acostumado a ver, né? Tipo, máquina pra comprar passagem. Ah, então eu vou pra isso, uma boa dica. Mas a parada de obra era uma estação ou não? Era uma estação, eu tava num lugar certo. A estação de trem só que ela tava totalmente coberta, não tinha como. Mas eu dei sorte. E daí eu entrei e fiquei puçando naquela máquina, fiquei puçando naquela máquina, não sabia que não conseguia botar uma língua que eu consegui se entender minimamente. Daí daqui a pouco veio uma morso e falou alguma coisa comigo. Eu não sabia que era aí eu apontei pra ela pra. Eu peguei meu papelzinho, apontei a terceira indicação. E daí ela paga, paga, paga, com o próprio a mim, daí tinha um preço em algoritmos romanos, então eu consegui botar uma quantidade de o ano, ela consegui pagar. O preço em algoritmos romanos! Gente, e o Romano não desculpa, desculpa, "Ah, rap, sei o que você dizer." Fogar carista, né? Crescer a cidade e na questão. Só que o problema é que eu não fazia menor ideia de onde ia pegar, eu vou treender, eu sei correndo atrás dela. Cara. E eu só vou se "Please, please, please" e aportando pra terceira palavra. Ela me olhou assim, "Facar a gente nossa, esse cara que eu ia estar ali vai morrer aqui." E daí ela pegou e me levou pra uma plataforma, e me deixou ela na plataforma. E daqui a pouco veio o trem. Eu entrei no trem, e daí peguei o trem do começo da linha até o fim da linha, e daí eu saio no cento de pequinha. Poo, tá, é! Poo, tá, é! Tá, é muito incrível. Isso aí, a gente. Hoje em dia mais difícil que o que aconteceu, antigamente que as pessoas tinham história. Não, eu quero saber agora quem é que escreveu três palavras pra você voltar. [Risos] Aí eu fui o reverso, cara, porque eu mais ou menos sabia onde eu quero trein, e daí eu fui fazendo o caminho reverso. Cara, deu o chão pra cima, ou cara, o que não foi pra cima. [Risos] Tá, tá tudo do outro lado. Isso foi andando pra trás, é isso, mesmo, também. É que eu descobri como é que era o gesto de seis, porque pra eles, os seis, pelo menos, foi. O que fizer era assim era. Como se fosse um hang-luz, só que com o dedinho e o polegar pra cima, completamente pra cima, e o chifre do demônio? É tipo um chifre do demônio só com um polegar, cara. Que defedei que eu lembrei, que eu gravei que custava seis de um a passagem, porque o cara fez esse gesto pra mim. E que eu tava sortizuando, tipo. Eu tinha se. Imagina o chineis que chega aqui, você fala assim, ó, você faz isso aqui, ó, vai botar um polegar, após gostando do outro. [Risos] Cara, é daí no final da reagem, cara. Toda a delegação brasileira, lá do Congresso Internacional de Direito, 15% de pequinha, ó, ok, eu sei fazer isso. Ah, olha o Leonel, o cara que eu esperia isso, eu subiu de leve, eu ganho-se que o novo. Porra, todo o RPG aí, na gina, cara. E daí eu cheguei na bilheteria e eu lei pro cara, disse um mi-rao, sei lá, e fiz o meu gesto com o polegar e o dedinho, e o cara fez que sim, e eu, galera, seis de um. -Ela! -Ela! -Sai, meu Deus, como é que você não me diz, eu carsei tudo. -Ai, aí, a Emilia se apaixonou de novo, vela, meu amor. -Sem, eu não sei te largar. -Undo dia aqui, e você já tá local, puta, né? -Cá, eu vou chamar, aí. -E eu estava ganhando nos lugares, querendo fazer, acho que a gente tem uma hora que cansa, você ficar o tempo todo usando o outro adutor. Em se engenhar, eles até tinham um aparelho que eu achei incrível. -Era tipo um airport, só que maior, que ele traduzia na hora. Era bizarro, só que você tem que entregar pra pessoa uma peça do airporte, você ficar com a outra, mais da 2 mil reais, mais da perfeita, era perfeito. -Enfim, tava cansado de ficar usando esse negócio do outro adutor todo. Aí, quando eu ia se la comprar uma água, eu não queria botar lá, pra dizer quanto é. Aí eu fazia, sabe, que a gente já acha que a gente faz dinheiro aqui no Brasil? -Ah, que ele é estpregando de dedinho. -Fegando a dia de cadorn, não vou polegar, né, isso, né? -Estpregando de dedinho. Eu notei que toda vez que eu fazia isso, a cara do chinês dá uma fechada. -Que que eu sei. -Cara, que eu falei, que você tava maluco. Eu apontava por casaco, eu tava teve uma hora que eu precisava comprar um casaco. -E tava muito mais pro que que era. -É apontar por casaco, eu fazia assim, tipo, o dinheiro, tipo. -Di quanto é? E aí eu falando em português, né? -Quanto é? -Quanto é? -How much? -Ai, ela não entendia e ficava com a cara meio fechada, cara. -E será que eu tô? -Que que eu tô fazendo? -Será que eu tô xingando? -Está falando, vou, tô comendo, tô com. -Mas enfim, eu ficava fazendo isso aqui, o cara de mim. -Será, de ver se algum xingamento alguma coisa. E eu fiquei assim, eu desisti, eu voltei pro outro lado, porque depois da quarta quinta cara fechada que me fizeram, uma coisa meio assim, caralho. -Que porra, assim? -É, isso deve ser alguma ofensa, então, vamos voltar. -É, era? -Não, é, não. -Após, tudo, caraca! Felipe Dorote, o que quer esperar que eu fute atir? -Ala, era da. -Umaia. -E eu tô muito feliz porque no Brasil a gente tem um gesto universal de pedir a conta, que é, faz alguma assinatura, né, faz uma conta no ar. E aí, o garçom saca automaticamente que é e vem, está tudo certo, é uma parada maravilhosa. É que nos Estados Unidos você não pode fazer isso. -Ah, não. -É que é todo um negócio, você tem que se descreta, eu chamar o garçom, não pode falar meu campeão. -Ah, eu estou confendiado, já. -É, dentro da nossa. Na França, nem pensava, o cara tinha que dar porrada, se você fizer isso. -Ana verdade, não é verdade mesmo. -Aquí nos Estados Unidos funcionam no registro de português. Eu mando assinatura maravilhosa, é libertador. Primeiro dia, a gente estava na China, mandando, fomos lá no "deband", filmamos tudo o que tinha que filmar, beleza, e aí, vamos com a parada, como só bater fomos, vamos com a parada. Aí, abre uma lista de lugares que a gente tinha, né, pessoas indicando, achamos um próximo fomos lá, aí sentamos, aí isso é outra parada maravilhosa, né. Todos os restaurantes que a gente foi, desde o restaurant de rede, até esse do "Dastração de Trém", restaurantes chique, restaurantes simples, todos tem que arragar por conforto. -Malu. -E isso é lindo da China. Obrigado, China. -E isso é maravilhoso, cara. Bom, com o trabalho monstro, porque você só aponta, porque você quer? -E fala com a cidade. -Não pergunta quanto é, como estuda, faz? -É. -Está do certo. A gente pediu, era gostoso para caramba, a gente com meu vídeo, mais, e, né, né? Esse pior restaurant, era um restaurante que você vê, que ele era zerto risco, é uma parada super de barro da galera local, e tal. -É, só cheia local. -E isso foi um restaurante que estava tendo na gente, a gente não achava ninguém olhando, ali, apente eu vi ela a longe, assim. Aí eu falei, eu vou arriscar a assinatura voadora. -Eu falei a saca, olha aí, tu não sabe que porra é essa, que os caras vão matar, a gente. -Alei, não, mas foi, se deu lugar para intestar aqui, cara. Porque não era nem o restaurante internacional, de todo que aí, beleza, nacional, a gente vai. -Mas eu vou dizer, tu vai fazer isso, para que tu não sabe que porra é essa. -Não, mas foi porquê isso aqui, muda tudo. -Mudo tudo. -Tou da relação que a gente vai ter com todos os lugares que ficam nem nos nossos filhos. -Vale, vale a tentativa. -Vale, se ele ver, está dor, aí. E aí, a moço fez aquilo, e olha, o olho passou assim, e aí eu levantei e mandei aquela assinatura voofu. -E que o veralheta é aquele medo de voofu? -Ai, ela olhou para mim, assim, um carolho no olho, ela só deu aquela pequena concordância, a ver a cabeça, assim, sabe? -Ah, eu botei o futaverda, aí, fintima. -Legal, eu tô feliz, porra! O sinal universal de pedicota continua. -Viu muito bom. -Ela entendeu. -Nabilitura falido um negócio, que eu te mandado calaboca, foi o seguinte. E eu, quando viagem para o lugar, acho que todo brasileiro quer aprender uma palavra ou outra, né? E eu, porra, na educação, eu queria saber como é que se falava obrigado, aí é Camon. E eu, da vez, é. -A conjectão? -É tipo Camon. -Ah, o chamon. -E isso não vi a Tina. -É, não vi a Tina. Eu, tipo, é quase um Camon, como se fosse Camon em inglês, mas isso eu era como eu tinha entendido. Então, o cara lá do Grebe, que é o Uber, que é o Didido, o Vietnam, lá é Grebe, aí o cara ajudava com a mão. -E o Didido vi a Tina. -Ah, eu não. Aí uma louca me ajudava com a mão, aí o Camona, aí o cara fechava a cara. -Utava, mesmo. -Como eu sou? -Ai, eu, ele abri a porta, Camon. Aí uma louca do hotel. Ele abri a porta do hotel, Camon. Aí, quando eu já estava, tipo, no setimo dia de viagem, o cara que estava me ensinando sobre o idioma, porque lá também é o idioma tonal. Então ele pegou uma placa, falando que a palavra "ma" que se escreve "NA", "Cê tem 8 maneiras diferentes de falar "ma". Nossa, é muito difícil. Olha que curioso, "ma" duas das formas de se falar "ma", uma pode ser vaca, e a outra pode ser "mãe". A mesma, olha, eu imagino uma. -Ah, calma. -E a mãe vaca, é vaca. -Exa, lá, isso já disse, né? -Mãe, é, mãe. -Vacca, vaca. -Mãe, é, mãe. -Vacca, vaca. -Ah, aí o cara tem uma planeta, isso que você lembra agora. Imagina a confusão num idioma em que você pode chamar mãe de vaca e vaca de mãe dependendo do tono que você usa. -Mas olha só, a gente já achava um destranho, mas os gringo vive pedindo pau de queijo na pedarela que eu estava no Brasil, porque não consegue, né? Tipo assim, o pão, o pão. Se eu dou uns para a diferente que pra gente é tão óbvio, a diferença é pra eles não é tão óbvio que nem é pra gente. -Ah, aí, né? -É, isso é verdade. Eu lembro quando eu conheci uma nova equina no Chile. Minha primeira viagem internacional, eu falando com ela, cara, como é, mas tem um negócio que eu gosto no Rio de Janeiro. -É só uma spraya, isso sabia? -Ah, da bitches. -É, a praia me dá uma tranquilidade. -Ah, eu amo da bitches, Enville. -É, eu estou na praia. -Eu olho pra praia. -Porra, eu fico sinto a calma, sabe? Aí ela me explicou como é que eu tinha que falar, que era tipo "beet", como o "weet" é tipo "peite" de "pecego", que ela me explicou. "Pete" "beet", é exatamente. Só fazer uma "beet" "beet", tinha que lembrar do "breaking bed", maluco. -Beet? -Porque é só você pensar no "peite", maluco. -Beet! -É verdade. É verdade. Não mané, porque eu não tinha ainda saído "breaking bed". Não tinha puta, não tinha, porra. Aí eu cheguei por uma "look" que estava ensinando como falar o "viet" na "meet", e tal. E perguntei, cara, vem, cara, como é que é obrigado? Porque sempre que eu falo "obrigado", as pessoas me olham estranho. Aí ele falou, "comem que você está falando?" Eu falei, "te, calma, aí ele falou, não, então, isso é calaboca". -Não, aí. -Cá, puta, minha. Aí eu falei, "Caralho, você está mandando esse cara calaboc". Ele botava a mala, "Ah, aí eu falo aquela boca". -E ela via a porta do carro pra mim. -Ah, aí eu falo aquela boca. Aí o cara me ajudava a chegar no meu quadro, até ela calaboca. Então passei metade da viagem, quase mandando os "viet" na minha calária "aboca". -Cá, cara, cara. Mas esse negócio de aprender a falar algumas palavras, também sempre acho importante, é pra sempre. Mas não mostrar que está tentando, né? -Exato. -Param chegar e só cuspir algum outro idioma, seja inglês, seja português, e se virem, né? Então, sempre uma saudação, tipo, "um, ó lá, um, ó, embotando". Sei lá, como se fala, né? O agradecimento, né? Aí, se conseguiu outros palavras melhor ainda, mas isso é o básico pra você mostrar que não existe um esforço mínimo, né? E na China, é a coisa, né? Foi aprender os palavras, que eram nem "haw", né? "Olá, itália", e aí, pessoas adoram, respondem junto, "não, beleza, festa". -E ela é muito percebida. -É, é verdade. Aí, tem obrigado que é o cheche "esse" e "nada", é a mesma coisa. Talvez você não fala nada, seja melhor. -É verdade. -Será que a gente não está falando errado? -Será que a gente não estava falando calaboca? -É, é do. Eu perguntei lá, logo nos primeiros de "no hotel", eu perguntei como é que a mostrava um pouquinho de inglês, "eu perguntei como é que é obrigado", e tal, e confirmei, e ela falou, eu até fiquei lá, falando "gia che". -Cascer, "che" é. -É, e ela falou "não, é isso mesmo". -Mas eles não ligam muito com "che" "che", não. -Quanto se compro um negócio, por exemplo, e paga, você paga, você vai mandar o "che" e ela vai estar no próximo. -Já, já foi, já andou, a fila já andou. É isso, a filanda. -É, na China, todo mundo não faz mais sobregação. "Obrigada!" "É o brengado!" "Esa é o prédio!" "Obrigada de pensar, meu bão!" "Esa é o pai sentindo!" "O pai sentindo!" "Hei, lot of time!" "Hei, yellow incense, the day to of life!" A parada que achei muito legal, também foi andar de trem-balo. E eu acho, normalmente, muito melhor do que a viajando de avião, a pésar de tem raio X, é diferente de viajar de trem pelor, ópia, por exemplo, na Europa você pode chegar literalmente 5 minutos antes do trem. Vai até o portão em barca e é isso, na China não, você tem um chequinho ali, você mostra a passa porte, bota a sua mala no raio X e tal. E tem raio X? Toda a sensação de metrô de changayo. Tudo. Mas você se virou que tenha um lugar no metrô que o cara parece estar passando aquilo ali de qualquer jeito, né? É o tabóguio, ele não dá muita bola. Porque é todo de metrô de metrô, mas o raio X, pra mim. Ah não, o raio X sim é, o raio X sim. Existações são todas enormes. É assim, é gigante, é gigante. É só um perro. A diferença que se acha melhor é Japão China. Esse é um maior contraste além da alimentação, da comida claro, mas é porque no Japão tudo é pequeno. Tudo é mais já apertado, os lugares são menores, o país é menor, né. A China é o contrário disso, tudo é gigante, tudo é enorme, a gestação de trem de tanto de metrô contra de trem são gigantescos. E aí chegou numa das estações lá e vamos falar chega com uma hora de antecedência, porque não precisa. Com uma hora de antecedência você vai bem, tem que levar para a porta tudo e tal. E aí chegou, foi super tranquilo e aí chegou com uma hora, por uma parada aqui, né, porque não sei como é no trem, porque eu já vi vídeo de até brasileiros mesmo. Ah, eu estou no trem indo para não ser aonde e eu pedi a minha comida e a comida chegou aqui no lugar que eu estou sentada no trem, um casal de senhores lá. Fiquei como? Como eles conseguiram fazer, só se eles falam mandar em porque é impossível. Você pediu qualquer coisa, você conseguiu comprar uma aparente, mas máquina quanto mais você pediu com vida para receber ela no trem e uma estação que você vai chegar no século de minutos. E aí chegou e aí ele foi comer e aí claro, fomos no meu jão, né, porra, tem que ir no prático. E aí a loucura é que eu falei, porra, como é que eu vou esquentar, né? Na estação de trem tem uns lugares com um água quente. Ah, a água pro capun, não, dosa isso. É, ele precisava dar água quente só. Aí ficou lá perguntando "Agua quente, água quente, fogo água". E aí vem tudo, não pode, e você vai, água quente e manda ver, porra. É que a água quente fica ali do lado alô, é uma parada aqui, qualquer pessoa pega, né. Eu me ferrei nisso no Cambójo, tá? Porque eu não sabia que cê era um hábito lá da Ásia. Eu não fazia, aí. Eu ia beber no bebedoro. Tu foi meter arrado, ó. Não, cara, eu não vi, eu não vi, eu não vi, eu não sabia. Eu fui botar a água, eu juro que eu tava distraído que porra. A gente aqui não tá acostumada, ó, é natural, é fria. E o negócio, eles devem para tomar esse sapô de mim hoje, tá lá. Cara, sai o ferro vendo, pode eu boter ali, distraí-lo. Ah, tu botou num agarrafinha, tu não foi no bebedoro de meter a boca da parada. Não, não, aí, não. Força assim, agora. Eu não tinha mais água da hora. Não, é, água ferver, não é, não é, não é, não é, não é, não é, né. Mas assim, eu não me dou bem com. Não. Que que não, eu até me dou bem, mas o rameiro. O rameiro de restaurante, na Ásia, eu tenho sempre uma história merda. [Risos] A primeira vez foi no Japão, né, que a gente já contou isso. A gente foi, perdeu um trem, porque a gente decidiu comer o rame maravilhoso que a gente contou lá na estação, e aí a gente perdeu o trem, teve que pagar 400 dólares de passagem de novo, porque perdeu o costum, o rame de 400 dólares. Porque a gente tinha um passe de trem no Japão que era. Ah, pode pegar qualquer trem dessa companhia que tá tudo certo. E aí a gente. A gente pega o próximo, aí o próximo já não tava no programa, entendeu? Só até horas chins, a gente tem que comprar passagem, etc. Aí, cara, só que o caldo de rame, né, ele é gorduroso, né. E aí, a gente pegou lá o DD, tava mozindo 40 minutos pra chegar na estação de trem, e aí, quando a gente tava chegando na estação de trem, eu comecei a receber os avisos. Eu acredito demais a todas as entidades que deixaram que esse avisos acontecerse quando a gente chegou e não durante a viagem, porque imagina eu dizer pro motorista do DD, "Senho!" [Risos] Eu não sou um problema. Chegamos lá, aí eu as agarô, deixa o informão de a que é o nosso portão, de entrada e tal, e eu falei, "Ah, enquanto você tá informando, eu vou no banheiro rapidinho." Aí, cara, eu já fui no passinho, sabe, agora é? Naquele passinho que não pode abrir muita espéra na pra entre os passos, porque os avisos já viraram a larmes. Não, aí eu indo pra lá, a página, eu me preparando pra viagem, eu vi a galera da Dungumas Dicas, e uma Dica é nem todo banheiro tem papel de ene, assim, como guardanápo, isso é uma coisa que, meu amigo que foi em 2019, ele, o que eu falava do guardanápo, ele falava de papel gênico, ele saia, não é zoeira, com um rolo de papel gênico, não é um chilo. Mas invasso, tinha! Tá, vai! Aí meu drama do papel gênico foi, normalmente tem um produto que chama "Dude Wipes", que é um lenço me decido, ele vem em velópiz individuais, que você não fica carregando uma trola de um pacote com 100 lenços de neném, no bolso, tem esse que é com uma pasacamizinha mesmo, é um velopinho, e aí tem um lenço me decido pra você, numa emergência, utilizar. Então eu, normalmente, eu tenho, o compro, regularmente. É o marketing da segurança, o homem não pode comprar, só o paninho me decido, ele tem que comprar o "Dude Wipes". É o nome, é o nome, é o nome, é o nome. E eu tenho uma assinatura mensalda, pá, assim, nada. É uma assinatura do Tudo Life, eu falei que pariu. O carro cagando e o carro é um profissional, cara. Porque vem trinta na caixa, aí a gente nunca pôr um pabundo, às vezes, "Ah, com meu negócio na rua, é melhor assinir um paco no lenço me decido no dia". Tá certo, não, mas eu não sabia que era esse nível de preparação. Não, aqui eu não sei, porque a assinatura lá pulou, e aí no dia da viagem eu falei "Belé, agora vou pegar uma caixa de "Dude botar na mala para levar, eu abra a gaveta zero do Tudo Life". Aí eu vou no carro, porque eu tenho uma no carro e uma no banheiro, porque aí eu do banheiro boto no bolso, e tal, e do carro, se eu tiver na rua de carro, ou que é emergência, tem lá também, não só pra mim, pra quem tiver, é preciso usar. A vou no carro, sem do Tudo Life, caixa vazia de Do Tudo Life. Aí eu conheço essa olhada muxila, não sei que lá, que nem aqui os do Tudo Life vão ficando espalhados, com tudo que é lado. Aí eu lachei "Oi Do Tudo Life", e aí eu falei "Fudeu, manuco". Esse é o meu limite de Do Tudo's pra viagem inteira, e coloquei soloreço, e coloquei seu palo. Então eu fui numa atenção de não cagar na rua, é uma obrigação pra mim na viagem, não tem como cagar na rua, não rola. Mas eu não tive escolha, foi assim, é agora que você vai cagar nessações de trem. Aí eu entrei lá, com medo de esperar, saber aquela fila do cagador, é sempre, né? Mas disputado, e tal. No banheiro tem a pláclara de fora mostrando a vaga vazia. Isso é lindo demais, vive até que não loja da China. Isso é um dashboard de avasão de água, tem peratura do banheiro, com as asas, pavines que estão ocupadas, esse é alguém vomitou, é negócio de louco aquilo ali. Aí eu falei "Puta", é excelente, é entrei. E aí cara, quando eu entrei, eu vi, era aquela parada mesmo, não tinha o vaso, né? Era o ciderales, era o ciderales ali, aquele cagador que é uma fenda. É o ralo. É a boca de salrão. É o rancor, né cara? É, não é um buraco redondo, ela é um, é tipo um retângulo, né? É o banheiro de coca-cora, gente. É o banheiro de coca-cora, é exatamente. Em dois lugares para você apoiar os peixes, né? Isso. Mais aderência? Não tem alça, o que é um absurdo. É, é verdade. A posição de cagar de coca-cora, é a melhor posição de cagar de verdade. Se você é treinado, deixa criança. É isso, não é? O banheiro de acessibilidade, né? Porque porra, como é que a pessoa faz? Se ela é para a pléia, que sei lá, se ela é cadeirante. Não sei, ela não sabe como é que é esse, olha só. Felipe Durante, que sabe. Felipe, explica pra ela, gente. Aí, o que acontece? Entrei, eu vi puta, é isso. É isso. Porque nos otestes que a gente tava tinha uma vasa. Mas aí eu cheguei bom, é agora. É agora o Antraind Mission. Vamos fazer. E mais uma vez, o peceiro. Gente, não tem mistério. É assim que o sistema de cagar é na vida e a gente que inventou. Você vai me costumar para cagar. E eles estão certo e os chinês, inclusive, é tão treinado que eles têm o hábito de. Quando eles estão, sei lá, esperando o metrô, alguma rua. Eles que a gente cansava de sentar, eles ficam de cálcoras. Muito impressionantes. No celular, assim, sabe de cálcoras, não encosta a bunda no chão. Mas fica a gacha de assim e é normal. E acha a bizarça, todo mundo fica. É uma posição de descanso. E eu fiz aquela que é muito impressionante. Se eu fizer isso, eu vou no chão imediatamente. Mas cálcoras que o cálcor canhártaro é apoiado no chão. É muito impressionante. Mas eu nunca ou na ponta de cara, é muito nocimistro. É, ele só é muito treinado. Então, eu falei puts. Isso não deve ser difícil ser natureza humana. Então, vamos lá. E eu não tenho tempo pra pensar em nada, né? Só pendurei meu estilo ali, te unganchir, pedurei meu estilo. Bastei as calças aí. Eu te tiro a calça, porque completo você deixou ela no jueiro. Eu bachei até os calcaíares. Eu podia ter deixado no jueiro, que talvez te ajudassem na estabilidade. Então, então, mas aí, como não sou treinado, quando eu disse a calça inteira, era a calça dinge, né? Aí, eu fiquei com medo de vazar na calça. [Risos] Você vai? E me peror. A calça tá no chão. É isso. Literalmente, no chão. Só que ela fique esticada entre as duas peças. A calça fica aquela põe, agora é tão elástico, né? E eu achei que ela poderia receber uma rebaba ali. E eu falei assim, eu não vou sair com a calça toda a calça aqui. Porque eu não tenho outra calça aqui. Eu não quero saber a agonha. Isso! A natureza de ano. [Risos] Vai, rapaz! A agonha agora! E aí, cara, aí o que eu faço? Eu abraço a minha calça dinge por baixo. Tipo assim, imagina que eu. Eu tô de cálcoras. Aí, eu meti o braço entre as peanas e tentei puxar pra frente a calça, tá? Eu tava fazendo um seco de sol, né, cara? Então eu tava fazendo um corto sonismo ali pra tentar salvar a minha calça e minha dignidade. Aí, quando eu puxei a calça pra frente, aí, meu amigo, aí o corpo falou assim. [Risos] A fazendo força vai. Exato, aí foi, né? E aí, meu amigo, foi assim. [Risos] Foi num, man. Foi num só. Um tute ganhão, man. Aí, meu. E aquela é livre, né? É, eu tava falando assim, nossa, na acredito que eu não me caguei. Consegui. Aí, eu olhei pra baixo. A calça tava limpa. Exato. Eu vou assim, meu Deus, será que eu consegui? Aí, eu olhei, soltei a calça, eu olhei assim, a calça está limpa. E aí, eu olhei, em volta. E todo buraco. Sabe, agora é aquele buraco retangular, né? Aquela fenda, né? Também estava limpa. Cagada invisível. [Risos] Ou foi a snipe? Foi tudo num buraco, sem é? Não, eu achei que eu tava tendo uma experiência sobre a ator. Eu olhei alguma coisa que eu te faço, eu morri e eu tava já num limbo, alguma coisa sem. Ah, porque já acontece, já. Existe um fenômeno de você cagar e a bunda não suja. Tem, não, isso. E normalmente é no cideral, isso aí. E aí, mas você vai ver esse passo para a peol e tá limpa. Agora você cagar e não ficar vestijo. Que eu tô olhando assim, olha na calça e eu olhei, eu imediatamente embaixo ali, num buraco, limpo. Aí eu, assim, meu Deus. Aí, cara, eu virei o corpo para trás. E eu não sei que posição que eu fiz. Quando eu puxei a calça, mas eu desalinei. [Risos] Eu me desalinei com a parada. E foi tudo no chão e na pareia de atrasgemim. [Risos] - E aí, meu cara? - Eu os caras que eu horroram. - Tá, é um mesmo. - Depois você que eu quero dar catologia, Leolão. Cara, sério, meu, eu tive uma percepção quando tava lá, né? As pessoas podem mirar com a parte da frente. É, não interessa o quanto treinamento tem a vida inteira. Mirar com a parte de trás é difícil, cara. Tuas foram pro lá piscada. [Risos] Ah, isso foi muito acredito. A gente não foi treinado para mirar com a parte de trás. A gente não mira, a gente se espera. Aí, eu falei, meu Deus, eu que que eu faço? Aí, eu calma, papel genico. Aí, eu olho, eu me redor. [Risos] É claro que eu não tenho papel genico. - Ai, meu Deus. - Ai, meu Deus. Não tenho papel genico, meu pai. - Era ninguém? - Eu não era a dar nada. - Não, não, não. - Não, não. - Mas eu tinha um jelêncelo. Eu me endeço, que não é o dodo ápso, não tinha lá o meu lêncel me endecido, mas que já estava meio que quase acabando, etc. Aí, eu fui, me limpei, e aí eu falei assim, "Bom, eu não posso deixar isso aqui para um trabalhador." [Risos] - Vai, eu, o senso. - E aí? Não, aí eu falei, "Eu não posso, eu não posso." Aí, cara, eu falei assim, eu tinha mais dois lêncel me endecido. Aí, eu peguei um, e aí eu fiz alguma coisa para tentar não encostar em nada e meio que fazer uma draga, sem te fazer. Não imagina isso. - Não tinha mangueira, não tinha mangueira, você chegou a abrir a passe da mangueira. Não tinha nada, não tinha nada. Era eu aquele buraco e o pesadelo. Era isso que tinha. E aí, eu faço, eu vou tentar puxar, aí eu puxei com o dodo ápso lá e tal, joguei tudo lá para dentro. Mas ainda ficou aí a arte, né? Aí, eu peguei o último dodo ápso, e aí eu fui lá e tentei. - Ajudar o trabalhador. [Risos] Aí, eu beleza. Tava limpo, laver a mão, aí você estava pronto para sair, já preparado um pouco a hora do trem. Tava quase. E aí, meu amigo, acontece o seguinte, eu não sei se você sabe que às vezes, quando você joga futebol nesse sentido, não, essa não é boa metafa. Eu quero dizer que tem o segundo tempo, mais vezes. - Tem aquele conto do Stephen King, às vezes eles voltam. [Risos] - Quando eu estava sendo banheiro, a natureza falou assim, "Não, meu amigo, não acabou aí, né?" - Acabou? [Risos] - E aí eu falei assim, "O que eu faço?" Eu volto para o azagal e peço um dodo ápso. [Risos] Não, ia ter. [Risos] Porque os meus estavam contados. - E aí, tal, mas aí não deu tempo. Não deu tempo, porque o aviso foi muito forte, eu não vai dar tempo, deu procurado, de novo, a azagal, sei lá, onde ele foi sentado em um gol lugar. Eu tenho que voltar e, de ser que eu acho que vai. Aí, eu entrei, aí, segundo tempo, né, para rogação, dessa vez eu consegui mirar. [Risos] - Tem a mesma expressão. - Não, mais minha só. - Se tinha muito menos pressão, exatamente. - Só que aí eu tive o novo problema que é, não tem papé gênico, e não tem doado, não tem. Não tem nada. E aí, eu fiquei um tempo assim, de cocoras, querendo morrer. - Com o saco, ele tinha de tanto que todo mundo sabe. [Risos] Com o saco, não é constor da loça. [Risos] - E arru risco, mas aí. Eu falei assim, eu só vi histórias sobre isso. Eu nunca vi isso, eu só vi filme, mas eu vou ter que viver isso. E eu tirei a minha meia. - Que coameia, eu falei que tá aí orgulhoso. [Risos] - Eu só fiquei a meia, meu amigo, e eu falei assim, "Ei, eu sei isso, isso é isso." Minha mediginidade, a meia, desculpe, eu falei, "Desculpe, meia, você. " Vai ser separada da sua irmã, e num país que você não conhece, você. É isso. - Aí eu tô lá de fora esperando, eu tô mando quando as malas, não sei o quê. Eu tô mando conta. Tava lá sentando, ninguém roubar as malas, mesmo, é a realidade. Mas chegou o jovem enerva de branco, ali do. Lá viu o roxo, eu falei, "Caralho, o que aconteceu?" Ele era aí, "Pera aí." "Pra mim, o aéreo, o meu. não te ado." Aí, "Eu preciso botar uma meia." [Risos] - Tá me estado de choque. - Aí tem de tudo, né? - A outra coisa é que eu vi por ele. - Eu falei, "Não, faça isso. Se você calçar uma meia, só uma meia, que todo mundo vai saber o que acontecer." [Risos] - Por outro lado, ele nunca mais é ver essas pessoas, né? - Então assim, não é. - Então, eu pensei nisso. Eu nunca mais, eu pensei. Depois eu fiquei pensando que eu odeio esse nível de assim-metri, eu tava com a meia num pé e outra, eu me fico tenso. Eu preciso consertar isso, eu vou consertar isso. Só no trem. Aí eu fiquei lá, sei. "Não, não toquei na porcaria da meia e tal." Aí agora, eu tô aqui contando pro Mande de que me conhece. [Risos] Se isso fosse o filme de ação, seria aquela situação que o John W.I. que entrou no banheiro. E tinha um três capangas esperando ele. E aí, porra, porra, daria comendo o suco. [Risos] Porta pra azar o trampilão, aí toque uma música lá. E aí, exatamente. Eu matando três mafiosos ali porra, salando. Eu tô pela minha vida. Eu tava mentindo, nem ascreen, mas não, hein. Que tá acontecendo lá de fora. E aí, quando você sai porra, todo esbaforido, todo cansado, todo fudido. Sem ele entender a guerra batalha que você viveu naquele banheiro. Durante longos 12 minutos. Noites eu tinha escotado essa história. Pazar. - Tudo bom? - Mas é bom. - Mas é bom. - Eu queria ter que explicar a meia. Que sei o cara com a minha meia, tá louco? A história é muito maderoca. [Risos] É meu sonho derrota, horror. E é assim que é negante ele jogar, seguramente, uma pôta ele bota a sela, uma bola dentro da meia. Aí. - Uma parada gr. - Um chaco, sei lá. - A bonita na meia. É bom bom, só bonita na meia. Porra, perfeita. [Risos] [Risos] Este Nerdcast foi editado por Radio Fobia, Podcast e Multimedia.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio é uma introdução descontraída ao Nerdcast sobre viagens à China, com participantes compartilhando experiências.
  2. Inclui propagandas integradas para serviços como o aplicativo de delivery "Daqui" e a plataforma de nuvem "MagaluCloud".
  3. Há uma extensa discussão sobre filmes brasileiros no Oscar, com destaque para "Cidade de Deus" e correções sobre recordes históricos.
  4. Defesa apaixonada do ator Nicolas Cage, explorando suas excentricidades, compras bizarras e paixão pelo cinema.
  5. Os participantes comparam suas viagens à China, destacando a evolução da logística e dos aplicativos que facilitam a comunicação e o deslocamento.

Summary:

O episódio começa com a apresentação dos participantes, que introduzem o tema principal: relatos de viagens à China. Antes de mergulhar no assunto, há inserções publicitárias para o aplicativo de delivery rápido "Daqui" e para a plataforma de nuvem "MagaluCloud", que enfatiza serviços locais e previsibilidade de custos. A conversa então se volta para o Oscar, com uma análise detalhada da presença brasileira na premiação, corrigindo equívocos históricos e elogiando "Cidade de Deus".

Em seguida, há uma defesa humorada e afetuosa do ator Nicolas Cage, citando suas peculiaridades, como compras extravagantes (um dinossauro, uma mansão assombrada) e seu amor incondicional pela sétima arte. Finalmente, os participantes compartilham suas experiências na China, contrastando viagens mais antigas, sem o auxílio de tecnologia, com as atuais, onde aplicativos como mapas e pagamentos facilitam muito a estadia, mesmo sem domínio do idioma local. O tom geral é descontraído, repleto de piadas e digressões características do estilo Nerdcast.

FAQs

Os participantes estiveram em diversas cidades, incluindo Pequim, Xangai, Hong Kong, Macau, Guilin, Chengdu e Xi'an. O Leonel visitou Pequim e Guilin há cerca de dez anos.

Aplicativos como mapas digitais (Google Maps ou alternativas), WeChat, Alipay e apps de táxi com versões em inglês são fundamentais. Eles facilitam a navegação, comunicação e pagamentos para turistas ocidentais.

O primeiro filme brasileiro indicado na categoria (então chamada de Filme Estrangeiro) foi 'O Pagador de Promessas', de Anselmo Duarte, em 1962. Ele também é o único brasileiro a vencer a Palma de Ouro em Cannes.

Nicolas Cage é descrito como uma figura excêntrica e apaixonada por cinema. Entre as curiosidades, ele gastou uma fortuna em um fóssil de dinossauro, comprou uma raríssima revista Action Comics #1 (primeira aparição do Superman) e batizou seu filho de Kal-El, o nome kryptoniano do Superman.

O 'Daqui' é um aplicativo de delivery de supermercado que promete entregas em até 15 minutos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Santos e Belo Horizonte. Oferece um cupom de desconto para novos clientes usando o código 'JOVEMNERD'.

A MagaluCloud é um serviço de computação em nuvem brasileiro. Suas vantagens incluem servidores e suporte local no Brasil, preços em Reais (sem exposição ao câmbio do dólar), baixa latência e foco em simplicidade e previsibilidade de custos para empresas.

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