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Nem Lula e nem Flávio livram Brasil do tarifaço

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Nem Lula e nem Flávio livram Brasil do tarifaço

Teksti kuvaa Brasilian syvää poliittista ja institutionaalista kriisiä, joka vaikeuttaa maan taloudellista kehitystä ja sijoittajien luottamusta. Keskeisiä ongelmia ovat hallituksen, kongressin ja oikeuslaitoksen välinen konflikti, verotuksen epävarmuus ja oikeusturvan puute. Yhdysvaltojen mahdolliset 25 %:n tuontitullit brasilialaisille tuotteille ovat ajankohtainen aihe; Flávio Bolsonaro pyrkii lykkäämään tulleja vuoden 2027 vaaleihin saakka, mikä on herättänyt kritiikkiä. Poliittinen polarisaatio ja populismi estävät tärkeitä uudistuksia, kuten infrastruktuurin kehittämistä ja verouudistusta. Brasilian ulkopolitiikka on politisoitunut, mikä heikentää maan mainetta ja sijoittajien luottamusta. Tekstissä korostetaan, että tilanne voi pahentua ennen kuin se paranee, ja että institutionaalinen kriisi yhdistettynä taloudellisiin ongelmiin voi johtaa vakaviin seurauksiin. Sijoittajat ja yritykset ovat huolissaan oikeusturvasta, verotuksesta ja poliittisesta epävarmuudesta, mikä heikentää Brasilian kilpailukykyä.

Transcription

6454 Words, 38074 Characters

Finnish
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Auntot näin summe journy partsen летen. Taiี่än toimi sinun raise on tiedä, käydän julman myydään footballa, aying midораodejia, myydään kanssa aina on 10 minuutas ja mempi ollaan tantalaisia. Joo - vain jидet rentedua, ker nicht päättyσα. Lisähteä kohtaisin myöholl wataisin löysemeit سäkky Kookjista ve comoda. Jенно shopilla mä en plans посasille liittää, tästä ensin vaatta siukus, joten kyllä segujäille Aussai yaä, Things about viez huge bytty asikassa. Myös viennuist importantistplusien importantistiem goda steon trädekaa BCE. T warnings about juuri t Jiani stushoahaanjel estahtajauten its'e mpoolen muk幹 on. Tää on tullut hienoja. a luzense de vocação pro diálogo. A esperança de um diálogo é se o quadro fiscal ficar tão ruim que pode obrigar a os agentes políticos a sentar na mesa e buscar uma saída. Daniela. O munílio, quando eu olho aqui esse levantamento que vocês fazem, me venha a cabeça que projetos estruturantes que acabam não avançando no Congresso Nacional e são reflexos de tudo isso aqui que a gente está falando. PL de Minerares críticos, o redata fundamental para colocar o Brasil na rota dos data centers, inteligência artificial, a modernização da lei de concessões e PPPs que completou já 30 anos, você percebe essa morosidade do Congresso e da vida política no país, que fala-se muito no ramirâmina, crise institucional e de poderes, mas é uma percepção por parte dos investidores de que projetos estruturantes são muito morosos na vida nacional. Sim, é verdade, desiste. Claro, o Brasil tem um paradoxo, é o quinto destino do investimento estrangeiro porque tem um mercado muito grande e porque tem empresas estrangeiras consolidadas no Brasil que não vou sair de um dia para o outro do país. A boa, para o outro lado tem uma evasão de empresas indo para o Paraguai. Tem um número crescente de pessoas entregando o CPF e mudando a residência fiscal, que é um paradoxo. A gente tem de um lado um país que recebe investimento do outro lado o brasileiro e embora buscando outras praças. Claro que existe essa percepção, Daniel, e existe também a percepção da insigurância jurídica de uma tributação excessiva, de uma mudança de rúmus, de decisões contra o contribuinte ocorrendo seguidamente nos tribunais. Então não é um ambiente que favoreça ao investidor. O investidor que tem a Petite Arrisco é que vê um retorno muito acima do normal. Então enquanto isso, o Brasil fica sendo um lugar mais ou menos para se investir. Essa sensação é terrível. Eu me lembro que é uma empresa que é a Se vendida para um fundo árabe. O fundo olhou, tinha um passivo tributário potencial de bilhões. E perguntaram como é que funcionou isso? Então é assim mesmo, mas a gente vai na justiça e aí vai se ager também. É um refeço. Mas ninguém acredita. O Brasil tem 80 milhões de ações judiciais. Quer dizer, isso tudo é olhado. E mais é quando há uma grande empresa com várias filiais no mundo, elas disputam recursos da matriz. E aí o Brasil entra em desvantagem. Quando se debate, segurança jurídica, é avanço de reformas e investimento infraestrutura que aliás o governo Lula fez avanço nesse setor. Então é uma situação onde o Brasil não se consolida com um mercado efetivamente convidado. Deixa eu ver se nós não somos sádicos. Não estamos aqui para estrar a noite de ninguém. Quem está nos assistindo ao vivo a partir das 10 horas da noite já jantou, se não a gente do que a gente trouxe até aqui, nós íamos causar congestiones, pesadeiros em todo mundo, bucado de gente nos houve pelo podcast no dia seguinte, o programa vai pular, vai estragar o café da manhã e tudo mundo porque é conclusão é a seguinte. Em partir do que você levantou e disse, para melhorar, primeiro vai ter que piorar. Você estraça um quadro da dissolução institucional no fundo. Os elementos que há arco elenca aqui são da maior gravidade. Os poderes não se entendem. E todos dependem de alcance da Polícia Federal e sua investigação. A pauta política subordinada à investigação policial, grave em qualquer lugar. Faz parte disso. Outra coisa que vocês que vocês mencionam, que é um ponto de disputa, inclusive entre o pessoal profissional de pesquisa de opinião, é o seguinte, a polarização é contínua, ela contínua, ela está aí e não se percebe que ela possa alterar. Isso interdita o debate, interdita, como você mesmo disse, a capacidade de lideranças fazer convergir opostos. A gente não tem isso na cabeça no Brasil nem como sonho. O que significa piorar muito para melhorar a desobediência civil, com flagração social, crise fiscal, tudo junto? Eu não vejo o Brasil tendo uma inclusão social do tipo 2013. Aquela questão é das tarifas que gerou toda uma confusão. O que eu vejo é indo uma piora no quadro. E quando esse quadro institucional e fiscal bater na atividade econômica vai gerar uma impopolaridade maior do governo. Hoje você vê que o governo transita com a aprovação capenda, não é majoritar. Então se o Lula for reeleito e tiver que fazer um ajuste fiscal muito sério, isso também vai custar popularidade e ele não terá provavelmente uma base no Congresso com tranquilidade para fazer essas reformas que são necessárias. O debate de reforma no Brasil ficou interditado. E hoje o que ocorre e que é ruim é uma disputa de populismo. O governo preparou um populismo e o Congresso diz eu também você é populista. Então vou aprovar aqui medidas para mudando o mei, a outra aposentadoria de agentes e salvo. As pautas de bombas. Então o que está sendo discutido hoje é ver quem tem o maior pedaço de pau na mesa. Não é uma discussão de futuro de Brasil, ninguém discute o futuro. Os candidatos mesmo não discute, a gente estava começando isso. Não tem um programa. Aliás, quem aparece com um programa é o Michel Temme, que é uma continuação da ponte para futuros. Para a estrada para futuros. A estrada futura que foi liderada pelo Moreira Franco. Então a gente tem um debate com sérios problemas, segurança pública, inclusive. É nessa aspecto de el político, nós nunca tivemos a influência tão grande da gel política numa eleição. Acho que a última vez que aconteceu isso foi em 45 quando derrubaram vagas que o Brasil estava ainda ali por conta da segunda guerra mundial, lutou a favor da democracia e tinha um digitador, então isso era um contraseiço. Então se derrubou de tatou e se teve eleição. Mas é seguinte, você deu uma boa dica, a questão de el política. Eu acho que tem muita ver com o que está acontecendo lá em Washington, em relação ao Tari Fácil e tudo. Eu vou antecipar um pouquinho do nosso intervalo, porque nós temos uma contribuição vindo lá de Washington para a gente prosseguir a nossa conversa um pouco mais nessa direção. Eu vou chamar o intervalo nesse momento. Na volta nós vamos ver Flávio Bolsonaro lá em Washington, Tari Fácil e as questões de agilhão política, desenvolvendo o Brasil e Estados Unidos. Eu vou se tornar um intervalo da ABW falando sobre perspectivas em risco para o Brasil. Fator importantíssimo é o que vem lá de fora. O Senador e pré-canidado Flávio Bolsonaro participou nessa terça-feira da audiência pública promovida em Washington sobre o possível Tari Fácil ao Brasil. Flávio aproveitou para criticar o governo Lula que respondeu a Flávio, dizendo que ele Flávio não estava se posicionando contra o Tari Fácil, mas apenas tratando de obter um adiamento do referido Tari Fácil, confira na reportagem de Alessandra Freitas, que acompanhou essa audiência pública lá em Washington. A participação de Flávio Bolsonaro na audiência em Washington durou menos de 10 minutos. Acompanhada do irmão Eduardo Bolsonaro, o presidenciável disse que as possíveis tarifas americanas têm fortalecido o governo Lula ao invés de pressioná-lo e relacionou o governo petista a corrupção, inclusive ao caso master, ao qual o senador também se vem volto em suspeitas relacionadas a conversas com Daniel Vorkaro para financiar um filme inspirado na história do pai. Falando diretamente sobre as eleições, Flávio afirmou que o senário político, abre as fas, pode ser completamente diferente em até 3 meses, com novos negociadores do lado brasileiro. O senador foi questionado por representantes do governo americano sobre como o Brasil poderia atender as demandas comerciais de Washington, sem que os Estados Unidos se utilizassem de tarifas. Em resposta, Flávio sugeriu que os americanos suspendam qualquer aplicação de tarifas, até a definição de quem estará ocupando o palácio do planalto em janeiro de 2027. Já qual de inserrada, Flávio foi questionado pela imprensa sobre a fala. Mas eu estava pedindo adiamento ou cancelamento da saída. Não quero tarifas, só quem quer tarifas ou Lula. As audiências dessa segunda e questa feira foram o último passo antes dos Estados Unidos decidirem se vão ou não aplicar tarifas adicionais de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. O processo conduzido pelo USTR sob ordem de Donald Trump acaba em até 15 de julho, ou seja, o martelo pode ser batido na próxima semana. Eu conversei ao longo do dia com várias pessoas que estavam na audiência pública lá no Eustéari, dividiram a licessão com o Flávio Bolsonaro. O que elas se queixaram muito e não são eleitores tradicionais do Lula, são pessoas que me parecem que, na média, inclusive, gostariam de ter um antilula ou são adeptas do antipetismo, mas saíram muito frustradas e decepcionadas com a intervenção de Flávio Bolsonaro, porque tudo ali estava numa linha de argumentar em prol de exclusões de setores que parecem um caminho muito mais viável do que acabaminando até o do tarifácio, o tarifácio muito provavelmente vem, mas existiu uma possibilidade de excluir mais setores, como demonstrando que interesses domésticos dos americanos vão ser afetados, ou que há uma desrupção nas cadeias produtivas, ou que os asiáticos e chineses vão tomar espaço dos produtos brasileiros afetados. E o Flávio Bolsonaro veio com um discurso que distoou completamente de toda a linha argumentativa que estava sendo colocada, falando muito de corrupção, do processo eleitoral, de política interna brasileira, e isso acabou pegando muito mal. O que me descreveram é que obviamente o setor produtivo que tem mil queixas com o governo Lula, esperava uma postura diferente de um candidato em que pudessem embarcar por convicção. Então quer dizer, em resumo, um candidato que aponta a necessidade de ajustificar, mas que não tenha a vergonha de dizer, olha, não é plata, como disse o milê, que assuma a necessidade de reformas, que diga, olha, eu preciso que cancelar a tarifa e não só a diapa depois da eleição, e isso acabou pegando um pouco mal no empresariado que quer ir além só de um antipetismo. -Moriel, nós estamos desculpas da isso. -Moriel, nós estamos no que vocês chamam no levantamento que vocês fizeram sobre risco Brasil, de pilar do risco gel político, que ali vocês ressaltam o seguinte, é necessário colhar para popularidade presidenciáveis, após eventos como esses, particularmente, esta negociação tarifária. Aí o que é que você traz como conclusão a respeito da popularidade presidenciada? -Olha, nós não podemos isolar esse assunto como decisivo nas eleições. -Não, não, está claro. -O que a gente vive um carro acelho de uma opção, uma espécie novela mexicana, de cada semana parece um fato novo que afeta a popularidade de alguém. Agora, a questão vai se explorar da longa da campanha. Ela vai se explorar. E pela primeira vez recentemente a questão internacional entra no balaio eleitoral. Veja bem agora, recentemente, havia uma declaração do Itamar Atizano que poderia haver uma intervenção militar nos Estados Unidos no Brasil. Aí o Rubel, o Marco Rubel negou isso. As horas veja bem, como a gente chega a esse ponto de acreditar oficialmente de que poderia haver algum tipo de ação militar norte-americana no Brasil? Então, isso é impensável se olharmos do passado, nenhuma outra eleição recente, especialmente na redemocratização, teve uma influência tão grande da gel política. Essa questão tarifária dentro do quadro eleitoral, ela pode não ter muito peso provotante, mas isso desarruma a narrativa dos candidatos. O Nula pode embarcar na teoria da soberania, mas outros vão dizer, mas a soberania vai prejudicar a economia, porque a gente não tem uma negociação, não tem um canal de negociação. E, anos os ponteiros das eleições podem ser prejudicados pela questão. E aí, William, quero incluir aqui uma conversa sobre a legitimidade, porque veja o seguinte, o Flávio Bolsonaro teve lá e fez o seu papel eleitoral. Eu até perguntei para várias pessoas, porque eu convencei que também estavam lá, vai atrapalhar. Não, também não vai ajudar, ou seja, ficou neutro e ele sai de lá com o material de campanha para ele mesmo. Essa politização do Itamarati é outra história que tem chamado atenção. O semana passada, um posicionamento público, falando entre a idores da pátria, uma coisa um vocabulário que a gente nunca viu, o Itamarati adotar. Essa resposta oficial também do chancelema Orviera, dizendo a comissão de relações da Câmara, do risco de haver uma intervisão, uma operação militar aqui. Os militares brasileiros reagiram por ação na nossa justara soares que a gente trouxe mais cedo, dizendo, olha, a gente aqui não vem isso. Então, e por que que eu coloco a legitimidade? Aqui qual a legitimidade de um Itamarati trabalhando com o Nulo, com o Bolsonaro, que está se envolvendo politicamente dessa forma com o governo de plantão. Qual é a legitimidade de um governo lula que se for reeleito? Vai estar governando no mundo, em que a nova ordem comercial vai exigir diálogo e a vocação do diálogo. Acho que é super interessante você falar da ausência da vocação do diálogo, de algo que ele não está aberto a fazer. Então, o que eu queria te ouvir era qual é o risco da não legitimidade das lideranças políticas, tanto de lula, quanto de flávio Bolsonaro, quanto isso afeta a nossa tentativa de escapando o pior cenário de risco que você extraça. Bom, a gente aí volta a falar do ambiente institucional. Então, considerando, considerando que a gente continua tendo um conflito, que esse conflito é patente tanto por declarações quanto por atos, como a própria não votação, a rejeição do ministro Messias, por super-interbunal federal. Claramente há um posicionamento senado de bloquear a pauta de interesse do governo. Não há diálogo firme entre o presidente entre a presidência da república e o senado federal, a onde a alumelha com a câmeros deputados. Ora, enquanto a gente não souber, qual é o desenho do Congresso, o nome que vem, essa incertesa vai continuar e não vai acontecer nada demais. Não vou se votar nenhum projeto importante, a não ser que tem impacto eleitoral até as eleições. Agora é hora, talvez, que ocorra um populismo do Congresso aprovando medidas que dengais para aqueles que estão disputando a reeleição. Bem, que você fez uma menção que eu achei crucial no nosso horizonte de tempo, que na noite do primeiro turno a gente sabe qual é a composição do senado e da câmero. E os candidatos, imagina-se até aqui, que seja uma eleição em dois turnos, supondo que ela seja uma eleição em dois turnos, os candidatos sabem exatamente com que força vão adiantes com qual que foi o eleitoral da Niala. Tem um ponto, Ilha, para continuar um pouco no raciocínio que a Thaís nos apresentou, e que dialoga totalmente com o levantamento que a Árcua está fazendo, tem a ver com a perda de credibilidade do mundo político e dos nossos representantes políticos. Isso vale para os dois lados, que sejam lados que você tem o governo brasileiro, efetivamente negociando com o governo americano, que existe uma negociação em curso ali do medíquido e da maratí e do USDA de outro lado. Mas é absolutamente legítimo que as pessoas se questionem se o governo brasileiro realmente quer fazer alguma concessão, negociar, chegar um acordo e anunciar esse acordo. Ou ser bom devantar e fácil porque rende dividendos eleitorais. A simples existência dessa dúvida que é legítima me parece muito prejudicial para toda a discussão política e para toda a inserção do Brasil, no mundo, de outro lado do outro lado político ali, a gente pega foto aqui que a gente mostrou da audiência pública de o USDA, o Flávio Bolsonaro, principalmente a candidato da oposição, está sentado entre o Roberto Azevedo, que é um dos possíveis melhores chancelheres que a gente poderia ter no futuro, ou seja, de qual o governo for e que já dialogou, pelo menos uma vez, com a campanha de Flávio Bolsonaro, e do outro lado tem Eduardo Bolsonaro, que tem um interesse e uma influência na área externa da família Bolsonaro e da direita muito grande. Quem vai mandar na política externa? Isso também é uma dúvida muito legítima e me parece que é nociva para um investidor estranheiro, quer dizer, é aquela história que se ficar, o bicho come, se correu, se pegue. O Flávio estava sentado entre o irmão Eduardo, que ele já disse que seria o chancelher dele, e o Roberto Azevedo que você escalou como possível o novo chancelher, quem é que o Flávio vai escolher? Mas é a dúvida, quem é que influência? Mas o que vai escolher sem dúvida ou? A campanha do Flávio apagou a figura do Eduardo nas fotos que foram publicadas, porque sabem que ela é tóxica, porque o Eduardo apoiou, ele faça no ano passado, e até hoje toda vez que ele vai falar de qualquer coisa do começo internacional, da relação Brasil e Estados Unidos, ele atrapalha ainda mais o Flávio. E aí, o Morello queria te ver exatamente sobre isso, parece que há. Mesmo apontando que os problemas dos dois lados, a politização exagerada dos dois lados, hoje parece que o pêndolo é mais positivo para a lula, do que para a flávia Bolsonaro, porque é melhor defender a soberania do que defender uma relação com Trump, que é tóxica e que tem popularidade. Então é mais uma desvantagem para o flávio? É, porque, de fato, lula é o favorito. É um incompete, porque gastou 140 bilhões, está inaugurou até um túnel agora que não tinha água passando para a proiricação do Nordeste. E isso, obviamente, num país como o Brasil, tem mobilidade, tem um núcleo eleitoral forte. Agora, toda essa confusão tem, na favoria, sendo um competidor que está em desvantagem estrutural, que é o flávio. E o outro detalhe importante, é o seguinte, que ambos têm uma rejeição muito alta. Então nós estamos vivendo uma eleição que repete um pouco o quadro da eleição passada, de ambos os candidatos com a rejeição muito alta. Esse vai ter um estudo que a aquifésia apresentou aqui, que o Lucas apresentou as raízes da rejeição junto com a Atlas. O fato que a gente tem. Nesse momento, esse problema termina que está sendo pior para o flávio, inclusive, porque vocês devem lembrar, que antes do jair Bolsonaro, se preso, ele disse que se deixasse ele ia ao Estados Unidos, ele resolveria o problema. Ele falou isso, né? Ele falou, foi. - Ele falou que ele deu uma conversação. - Inclusive, de autorização, parece que o governo no Tassim se foi pedir com o passar porte dele, fosse liberado para que ele fizesse essa intermediação. Então essa questão do tarif fácil, ela está muito colada no flávio. Ele tem que ter uma atitude muito acertível para poder descolar agora. Imagine, na campanha eleitoral, o que vai ser? Vamos bater muito nesse aspecto. - Vamos acabar, esse segmento, então, encerrar essa parte do programa com um ponto que vocês levantaram. Usando a sua deixa, psicoeleitoral, as eleições, como eu disse, o primeiro turno, está ao quê? Quatro de outubro, né? Vai ter agosto. Cê tem, pro quatro dias, em outubro, nós estamos agora, em júlio, em um caminhando prometado, mas é ali, não é nem na esquina, é ali na frente à eleição. Vamos lá. Nós vamos ser uma eleição, escreve a arco, com polarização continua, percepção de insegurança, alto individamento, acho que vocês referem as famílias, e desinformação do psicoeleitoral. Que eleição em um. - Pois é, e ainda tem como o plano de fundo, escândalo másteis, escândalo nSS, que não vão ter deslobramentos concluzivos, agora, mais, vão gerar especulações, boatos, e, eventualmente, basamentos, e afirmações ou declarações, enfim. Então, é um tema complicado. E eu queria chamar um ponto, é que a gente vive hoje, um problema que eu atribua, o fenômeno, que nós vivimos, a república da atenção. Então, todo mundo disputa atenção, e para ter atenção, cada um grita mais alto que o outro. Então, isso leva a eleição muito superficial, onde todo mundo quer gritar mais alto a causar o outro. Então, não é a eleição propositiva. Nós não teremos eleição propositiva. Não iremos discutir, ora. Nós tivemos uma declaração a pouco, na área da defesa, que nós teremos munição para 30 dias. Isso não causou nenhum indignação. Agora, como o país, como o Brasil, tem munição para 30 dias. Como que parte da forçária brasileira, não pode voar, porque não tem combustível. Temos questões estruturais de som exemplo, que ficam ao largo do momento onde se pega o corte da declaração, do fato do fable lá em Washington, do Lula dizendo alguma coisa que engraçado aqui no Rio de Janeiro. E isso vai ser o que a gente vai ter nesse processo eleitoral. -Mim felizmente. -Mim felizmente. Eu subrimo, infelizmente. O Rio de Aragão, o senhor de Vogado, o análise cientista político. Nosso parceiro de produção de conteúdo do obrigado pela participação aqui. -Era verdade. -Era verdade. A gente espécie também no meus colegas. Daniel Ritman, obrigado, boa noite para você. Em Brasília, está aí, seré de aquelida de boa noite. -Bosferes, o Sonte-Vejo, na sua volta, agora. -Oi amanhã? -A manhã não é quinta? -Não, amanhã é quarta. -A manhã é quarta, então até amanhã. -Mãe é quarta. É a única vez que eu posso corrigir. Vamos para o intervalo na volta. Trump sequêcha dos aliados na cúcula da OTAN. Até já. [Música] Estamos voltando ao WW, nós estamos voltando ao intervalo conosco agora, Rocém Calut, professor de internação de Internacionais da Ust, pesquisador de Harvard. Obrigado por estar conosco, boa noite, Rocém. -Ponente William, boa noite, Lourival. É um prazer estar com vocês. -E o nosso Lourival Santana, boa noite, Lourival. O presidente americano, Donald Trump, voltou, assim queixado seus parceiros dentro da OTAN. Ele está muito, muito contrariado, porque é OTAN. Não ajudou vários dos momentos na guerra de escolha dele contra o Irã. Ao mesmo tempo, ele liberou a venda dos caças mais modernos do arsenal da Força Aérea Americano, os F-35, pra Turquia. Isso aí irritou por sua vez os israelenses, confira. -O presidente americano mal chegou a cúcula da OTAN e a cara e já levantou polêmicas. Ele reviveu as ambições de tomar o controle da Groelândia e a minha surreitirá tropas do território europeu. O repoblicano também renovou críticas, dizendo que estava decepcionado com a OTAN ainda se referindo a falta de apoio na guerra contra o Irã. -Mais Trump tem ter seu elogios. No caso, especificamente, o presidente da Turquia recebe Taíber do Gã, a quem chamou de "amigo". Ao lado do turco, Trump anunciou que as sanções envolvendo a venda de caças F-35 ao país. Essas aeronaves são supersónicas e tem misses de médio ou cansa e com capacidade de disparar além do alcance visual. Elas também contam com recursos furtivos e fazem parte da força aérea americana. A Turquia está fora da lista de compradores do equipamento desde 29. Isso porque o país comprou um sistema de defesa aérea ruso naquele ano, o que preocupou a Casa Branca no período, pendo que a Rússia aprendesse sobre falhas do caça. Trump, no entanto, se aproximou de o Ordogan e desse de um mudar de postura. O americano chegou a dizer que não participaria da Cúpula da Altã, caso a reunião não fosse na Turquia. Isso não agradou o primeiro ministro de Israel a Beja Minita Niharro. Os esraelenses são os únicos que detém o equipamento no urinthi-medio e argumentam que a quiseção da Turquia mudaria o balanço de poder da região. Entrevista a Sennian e Netaniarro criticou as suspensão das sanções e fez alertas para posturas de Ordogan que considera negativas. Eu acho que todos entendem que não foi linda a frente do Brasil que o Presidente Trump com o Ordogan não faz Turquia a gente ou a gente, a gente, com o país, com o país. É um regime que é infectado com o Brasil que ama que hate a gente. É uma boa, como a gente chamava na imprensa de escrito, é uma tera coordenada. A gente tratava desse triângulo entre Israel e Turquia e Estados Unidos. Mas eu vou por foco um pouquinho mais na questão abrangente da relação dentro da Altã e da postura do Trump, frente aos desafios que a Altã enfrenta. Um dos maiores está exatamente em saber qual é o grau de coesão interna nos acontecimentos e o que se pode antecipar que seria, digamos, se a gente pode falar nesses termos, directrizes do Trump para o TAN. O Trump desmantelou a coesão da Altã. A coesão da Altã, a sua tá existindo pela própria insistência e a própria necessidade europeia. Porque parte de alguns países europeus entendem que o Trump é passageiro e é preciso insistir nessa alternativa secretária que ainda é Altã. Embora outros países entendem que é necessário investir num ar-cabouço europeu numa fenda secretária independente dos Estados Unidos. O próprio Trump, na verdade, quando decidiu atacar o Iran, ele não consultou os países membros da Altã. Mas quando a sua estratégia palhou para o Iran e ele fracasou, ele quis obrigar os países da Altã a correr em sucurro da estratégia americana. que é uma estratégia falida. Tanto o próprio problema da OTAN ela nasce da falta da estratégia americana e da falta da estratégia dos Estados Unidos sobre a administração Trump para própria OTAN, para o próprio futuro da OTAN e para que a OTAN serve aos interesses dos Estados Unidos globalmente. Então o Trump na verdade ele quer usar a OTAN de forma conveniente, no momento conveniente, quando os Estados Unidos para a caçam e seus objetivos estratégicos. Nós estamos aqui vendo agora um dez vezes de lembrazo Trump. Ele está escalando a situação lá no golfo, além dos ataques mutos Israel, Israel, Perdoim, Guirain e os americanos revidando ele voltou a impor sanções ao Irã para a exportação de petróleo. Isso no meio da reunião com a OTAN, como que ele vai usar a OTAN nessa situação? Hoje o Irã atacou quatro navios, inclusive um deles que era do catapé Gofogo, porque eles estavam trafegando ali pela para uma área que o Irã considera que não pode ser trafegada, ele irá exige que eles façam ou ali a costa do Irã, a costa do Oman para que eles controlem esse tráfego. Aí os Estados Unidos suspenderam levantamento das sanções, ou seja, recolocar as sanções contra o petróleo, iraniano, realizaram ataques contra alvos militares que não estavam bem definidos, mas agora surgem venhos detalhes, ouve explosões nas ilhas de Hashem e agora noides na ilha de Raj, pela qual o escô é 90% do petróleo bruto. É, iraniano, então dá a entender que os Estados Unidos estão procurando o pressionário irá nesse aspecto do escoramento do petróleo dele para que iran ceda na questão do tráfego pelo estreito de Ormos. O Irã, o Trump chegou a essa coupla muito mais com a questão do fato de os aliados ou não o terem apoiado nessa campanha contra o Irã, do que os próprios aspectos relacionados com o gasto militar, que é uma questão recorrente de ele dos Estados Unidos há muitos anos já, tanto que ele despresou aquele quadro que o macro-route, secretário-geral levou para ele lá na Casa Branca, semanas atrás e está almoçando e falando o trilhão de Trump, que os países europeus e o Canadá levaram mais de um trilhão dos seus gastos com defesa desde 2017, ele não está mais muito interessado nesse tema, ele ainda está com esse recentimento de que a OTAN não o defenderam em relação ao tempo. O Senho, indo agora para aquele que é os trechos que nós vimos do Benjamin Netanyal, tratando de dar uma lição em inglês por Trump e a respeito do Oriente Mérgio. O Trump foi a Turquia que na Guerra Fria foi talvez uma das posições mais importantes do ponto de vista da Aliaa Sociedantal pela posição geográfica da Turquia, Turquia integra a OTAN, portanto ela tem essa prerogativa de comprar esse tipo de equipamento militar de última geração que vem a ser os caças F35, que só Israel tem ali em volta. Trump se dá conta do tamanho da sacudida que ele está dando ali no centro do Oriente Mérgio fazendo isso? William, ele se dá conta assim, isso é uma mudança muito importante e importante o sublinhado de forma. Israel não mais orienta a estratégia secretária americana para o Oriente Mérgio, isso é uma ruptura muito importante. Israel sempre orientou, digamos, o prisma secretário da Casa Branca para o Oriente Mérgio. A Turquia é um país fundamental para os Estados Unidos na região. Agora a Turquia cada vez se inclinava para a Rússia e a forma dos Estados Unidos recuperarem, impedirem uma aliança cada vez mais consolidada da Turquia com a Rússia no Oriente Mérgio e a tentativa de neutralizar a Turquia é trazer a Turquia de volta e a forma de trazer a Turquia de volta era o Trump levantar a sessões. Agora muito importante entender o seguinte, levantar a sessões não significa que os Estados Unidos irão vender o Casa F-35. É somente levantar a sessões que foram estabelecidas em 2019 em função da compra pelos turcos do sistema S-400, o S-DF, em Tiário, o S. Então isso é um sinal, é um gesto geopurístico americano para obrigar a Turquia a se reposicionar, dentro do arco de aliança da OTAN e fazer a Turquia repensar novamente o seu posicionamento estratégico no Oriente Mérgio. A outro ponto é importante nesse encontro lá de Ankara do qual nós estamos falando nesse último segmento do programa do Orival, que é a relação do Trump com Zelensky. Há uma alteração importante na percepção do que está acontecendo na guerra da Ucrânia, segundo a qual os Ucrânianos teriam conseguido, por aí que eu gostaria de ouvir, fazer com que o Trump de certa forma virasse de cabeça para baixo o que ele dizia logo depois que ele assumiu naquela serebe frase dele dos Zelensky, que não salam o voo da casalhão. E o Donald Trump de Cardi, se você não tem a mão para o jogo e parece que os Ucrânianos o comemceiro de ter a mão no jogo, a mão para o jogo. Vou responder só a trazer uma informação que a nossa equipe está nos transmitindo aqui, é uma informação do comandos central dos Estados Unidos, de que as forças americanas completaram uma nova rodada de ataques contra o irã atingindo mais de 80 alvos do irã. Você chamou de escalada, você tinha uma escalada. Vamos lá então. Como é que você vê a relação agora entre o Crania, Estados Unidos, em função dos Ucrânianos teriam ou não conseguido dizer por Trump de escuta, a gente tem sim uma boa lugar. Eu acho que aí a gente entra na dinâmica do que essa cupola da OTAN porque os aliados da Ucrânianos, naturalmente os integrantes da OTAN, europeus e canadenses, eles procuraram fazer um jogo ambivalente para trazer o Trump de volta para essa pauta da OTAN, a defesa da Europa que nesse momento se trata da defesa da Ucrânia, frente a Rússia. E qual foi a ambivalência à estratégia? De um lado, anunciar dezenas de bilhões de dólares em negócios de armas e eu citaria o exemplo do memorando de entendimento para fabricar pela primeira vez os mísseis atacamos na Alemanha, entre uma empresa americana e a locker-heard Martin e a Rar Nmetá. Então isso demonstra o Trump que existem negócios interessantes para serem feitos aí. De outro lado, outros tipos de negócios que não envolvem os Estados Unidos, como é o que aliás prejudicam os Estados Unidos, como é o caso do acordo entre a sabe, suéque e a bombardir canadenses para fabricar, para fabricar o global I que é o substituto do alax, então é um navio, desculpe, é uma avião radar, como a gente diz, super potente, extremamente sofisticado, a Europa tem catorza ao Iax e o global I procura concorrer com o Iax. Então a mensagem é dupla no sentido sim. Existe aqui, existem aqui negócios para a gente fazer para você levar bilhões de dólares para os Estados Unidos, mas a gente não depende de você, a gente consegue desenvolver a nossa indústria armamento, o que o Macorute chamou de uma revolução da indústria armamentista, que está em andamento e aí a Ukraine entra nessa lógica, ela própria querendo fabricar os patrotes americanos dentro do Ukraine e sempre com essa ideia de que, olha, Trump, se você embarcar com a gente, tem negócios para você anunciar, sem falar que você vai estar defendendo os próprios interesses americanos da auxilidade russa. Se você não embarcar, a gente vai continuar a sua zinza, não vai poder anunciar uma oufim da guerra entre russa e o Ukraine graça ao seu desengagement, pelo contrário, a guerra vai continuar. Sim, eu tenho infelizmente apenas mais um minuto e meio dois para encerar esse segmento, queria o vílculo sobre a capacidade barra, não capacidade de europeus manteerem uma conduta coordenada em relação ao crânio. O William, os europeus têm sido efetivos em ajudar o Crânia. A Ocrânia é reverter parte significativa de recuperação do seu terreno. E a Ocrânia conseguiu até o momento recuperar cerca de 130 mil quilômetros quadrados da região do Dombas. A Ocrânia, recentemente, conseguiu também através de drones e da construção, da produção do Mício Flamingo, que é o Mício Intercontinental, ao vejar refinerias fússas estratégicas no território e no pengino dano significativos à russa. E essa toda essa ajuda foi uma ajuda produzida pela própria Ocrânia, mas também com a morte com a ajuda europeia. Porém essa ajuda é uma ajuda, digamos muito mais, estática, uma ajuda de curto médio prazo. Para uma guerra de mais longo prazo, eu acho que a Europa não consegue sustentar essa ajuda, a Rússia, tem muito mais póligo. Então é preciso retençar isso de uma forma mais estratégica. Se a gente pensar que essa guerra pode durar mais cinco anos, oito anos. Entendeu? O Crânia consegue manter isso por do espaço de tempo, por do para mega espaço de tempo de dois a cinco anos. Não consegue manter isso por um tempo muito maior. Por hora ela tem sido muito efetiva, digamos, em debilitar posições estratégicas da Rússia. E a ajuda europeia é tecido concreta nesse sentido. O CEM Caluto queria começar por você, agradecer. Meus agradecimentos pela sua participação aqui, o CEM é professor de relações internacionais na USP, pesquisa Dúrin Harvard. Obrigado, O CEM Boa Noite. Obrigado, William Boa Noite, a você, Boa Noite, a Urbal. Muito obrigado, sempre um enorme orgulho para nós ter o abordo. É especial, meu recado, para o final desta edição do WWO, quando eu peço a vocês que visitem a página do WWN, no site da CNN. Por exemplo, esse levantamento da Árquia de Vais, que é a nossa parte da reprodução de conteúdo sobre risco Brasil. Nós vamos atualizar esse índice do risco Brasil, mais ou menos de mês e mês. O estudo completo está lá se vocês quiserem conferir. Agora assim a edição chega ao fim. Obrigado e boa noite. Perustin Pio Rely va a teita valmistavan Ornodin vuana 23. Mielestani para a Shopify saa se, que a gente pode fazer uma teita na nossa teita. A gente pode fazer uma teita na sua frente da renda, que vai para a gente. Se a Shopify é uma teita, é uma teita na sua espalhosa. É assim que a gente pode fazer uma teita na sua espalhosa. A gente pode fazer uma teita na sua espalhosa.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Tekstissä käsitellään Brasilian poliittista ja institutionaalista kriisiä, johon liittyy hallituksen, kongressin ja oikeuslaitoksen välinen konflikti.
  2. Taloudellinen epävarmuus, verotuksen kohtuuttomuus ja oikeusturvan puute heikentävät Brasilian houkuttelevuutta sijoituskohteena.
  3. Yhdysvaltojen mahdolliset 25 %
  4. Poliittinen polarisaatio ja populismi estävät tärkeitä uudistuksia, kuten infrastruktuurin kehittämistä ja verouudistusta.
  5. Brasilian ulkopolitiikka on politisoitunut, mikä heikentää maan mainetta ja sijoittajien luottamusta.

Summary:

Teksti kuvaa Brasilian syvää poliittista ja institutionaalista kriisiä, joka vaikeuttaa maan taloudellista kehitystä ja sijoittajien luottamusta. Keskeisiä ongelmia ovat hallituksen, kongressin ja oikeuslaitoksen välinen konflikti, verotuksen epävarmuus ja oikeusturvan puute. Yhdysvaltojen mahdolliset 25 %:n tuontitullit brasilialaisille tuotteille ovat ajankohtainen aihe; Flávio Bolsonaro pyrkii lykkäämään tulleja vuoden 2027 vaaleihin saakka, mikä on herättänyt kritiikkiä.

Poliittinen polarisaatio ja populismi estävät tärkeitä uudistuksia, kuten infrastruktuurin kehittämistä ja verouudistusta. Brasilian ulkopolitiikka on politisoitunut, mikä heikentää maan mainetta ja sijoittajien luottamusta. Tekstissä korostetaan, että tilanne voi pahentua ennen kuin se paranee, ja että institutionaalinen kriisi yhdistettynä taloudellisiin ongelmiin voi johtaa vakaviin seurauksiin.

Sijoittajat ja yritykset ovat huolissaan oikeusturvasta, verotuksesta ja poliittisesta epävarmuudesta, mikä heikentää Brasilian kilpailukykyä.

FAQs

Nordea Private Banking tarjoaa selkeyttä päätöksiin ja auttaa asiakkaita pysymään askeleen edellä.

Brasiliassa on institutionaalinen kriisi, jossa vallanpitäjät eivät ymmärrä toisiaan ja poliittinen päätöksenteko on hidasta.

Liiallinen verotus ja oikeudellinen epävarmuus heikentävät sijoitusympäristöä, mikä johtaa yritysten pakenemiseen maasta.

Mahdolliset 25 %:n lisätullit brasilialaisille tuotteille voivat vaikuttaa kauppasuhteisiin ja poliittiseen dynamiikkaan.

Hänen puheensa keskittyi korruptioon ja sisäpolitiikkaan, mikä pettymys yrityssektorille, joka odotti rakentavampaa lähestymistapaa.

Polarisaatio estää vuoropuhelun ja vaikeuttaa johtajien kykyä yhdistää eri osapuolia, mikä hidastaa uudistuksia.

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