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“Não há líderes sem ética, pois isso é impossível”

64m 53s

“Não há líderes sem ética, pois isso é impossível”

Paulo Barradas Rebello, CEO da Vlofarma, compartilha seu percurso de transformação de uma fábrica da Bayer em Coimbra em uma empresa farmacêutica de sucesso com forte vocação internacional. A decisão foi impulsionada por um forte senso de missão social, ética e nacional, com a crença de que a indústria farmacêutica é essencial para a saúde pública e para o desenvolvimento econômico do país. Ele destaca um processo de tomada de decisões consensual, baseado na partilha de opiniões, dúvidas e reflexões profundas, que fortalece a confiança e a responsabilidade coletiva dentro da organização. Embora tenha enfrentado dificuldades na internacionalização, como a perda de talentos e a ausência de fábricas fora de Portugal, o grupo continuou crescendo com exportações que atingiram 5 mil milhões de euros. A empresa investe fortemente em inovação, especialmente com a inteligência artificial, para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, especialmente para doenças raras. Além do projeto empresarial, Paulo integra a vida familiar com o desenvolvimento de um hotel e vinhos no Alentejo, evidenciando uma visão holística de liderança. Ele valoriza a formação de liderança, a ética e a reflexão, e inspira-se em valores como a solidão, a responsabilidade e a fé. O sonho final é transformar Coimbra em um polo industrial e de inovação, integrando universidades, hospitais e indústrias, para impulsionar o desenvolvimento nacional e criar um ecossistema sustentável e humano.

Transcription

8655 Words, 50675 Characters

Portuguese
O que está em ouvido e aprendido da internacionalização, temos que perder o nosso melhor o braço direito, e é o braço direito que vai afriante, não é? Evente não aconteceu assim, e, peranto, várias varadíssimas razões não avançamos com esse projeto, e foi, de facto, um dos pontos de ilusão grande. Eu estou querido líder o podcast da Radio Observador, dedicado a liderança. Eu sou Ricardo Concessão, e, como sempre, comigo estão os especialistas na liderança, o Milton Sosa e os Orges Modares. O nosso convidado de hoje é Paulo Barradas Rebello, agora, Aís CEO da Vlofarma, é o atual de Sherman, farmacéutico de base com o reiz em Coimbra, construiu a carreira na indústria farmacéutica, e em 2001, liderou um grupo de profissionais que comprou a Bayern, a unidade de produção em Coimbra, dando origem à Vlofarma. Ao longo de mais de duas décadas, ajudou a transformar uma antiga fábrica, numa farmacéutica portuguesa, com desenas de empresas, centenas de colaboradores, altamente qualificados, e com uma forte vocação exportadora, com presença em desenas de mercados internacionais. Para além da questão do grupo, reparte a vida, agora, entre projetos empresariais e familiares, como o Torre da Palma, Oín, Hotel, no Alentejo, onde Zunta Vinho, Territorio, Cavalus, e ainda, tem tempo para participar em iniciativas cívicas e iniciativas ligadas à ética nestão. Hoje vamos mergulhar neste percurso entre Coimbra, Indonesia farmacéutica, o Vinho do Alentejo, bem vindo, Paulo Barra das Rebell, aqui é o Curio Líder. Muito obrigado. Quando o Bayern decide vender a fábrica, o Paulo Líder, este grupo, que vai fazer a aquisição, dormiu bem nessa noite. Como é que estome uma decisão dessas? Estas coisas são só para quem dorme bem. Será contrário, não é? É só para quem dorme bem. Foi, de facto, um salto na minha vida muito grande. Eu trabalhava em farmácia de oficina, Líderava uma cooperativa de distribuição de medicamentos, e tinha o sentido de que os medicamentos genéricos e a indústria farmacéutica eram pilares do sistema de saúde e do país muito importantes. E, portanto, não havia país sem haver um indústria farmacéutica de base nacional, não havia a sensibilidade de medicamentos, sem haver medicamentos genéricos. O Estado poderia aliviar muito a sua despesa se tivesse acesso a este tipo de medicamento, e, portanto, todos estas virtuos idades me levaram a acreditar e, inebalavemente, que era um projeto de sucesso. Se tivesse essa correça bem, portanto, poderia colaborar com exportações portuguesas, e que liberando a balança comercial portuguesa, poderia criar postos de trabalho, exportando, poderia colaborar com o sistema científico nacional. Isso era para mim muito importante, porque achava também que sem indústria nós não conseguimos ir a lado nenhum. Estávamos em 2000, as pessoas não acreditavam nem indústria, não acreditavam nos medicamentos genéricos, não acreditavam. Não acreditavam. Não, a GF, mais tranquilo. Eu fiz muitas sessões, eu perdi muita pedra, eu convenci e tentei convencer muitos profissionais e utilizadores também, deste tipo de medicamentos dizendo que tinham essa qualidade, eram muito escrutinados à altura, e empresas que trabalham nesta área, trabalham com muitas outras empresas, portanto, fabricam medicamentos para outras empresas, e a qualidade são os nossos requisites enquanto profissionais, são os requisites que as autoridades nacionais impõem e internacionais, e, principalmente, os requisites dos clientes. Então, o chamado "doceia", e este "oceia" tem que estar em compliance com o que fazemos diariamente. E somos auditados, temos centenas de auditorias por ano, e, portanto, esse é o resultado. É, está muito bom. Mas na altura, essa decisão foi muito amadurcida, conversou muito com amigos e familiares, como é que se decidem? É, nós que estamos aqui de perseguiremos, estamos tendo esta nota do Ricardo, muito relacionado com isto, que é porque, tendo a forma como expliquei o momento em que decidiu, vejam-me em foco na missão social, por causa, na sua ambição pessoal, como é que este junto a todos? É verdade. Eu acho que tenho um propósito por trás muito forte e um sentido de responsabilidade muito grande, sempre tive, sou de uma família numerosa, era o filho mais velho, era o neto, mais velho de 19, e, portanto, sempre digo como é isso com grande responsabilidade. E a ética, para mim, sempre foi um aspecto importante, e sempre considerei que não há líderes sem ética. É isso é impossível, caem a primeira curva, não é? Porque são muito influenciadores de um conjunto de pessoas, as empresas são as pessoas e, portanto, se não houver valores, rapidamente, tudo caem em cadê do pé. Eu tive sempre esse sentido de responsabilidade e de missão. Achei sempre que Coimbra tinha que marcar pontos a nível nacional e, por exemplo, me pautei por mostrar que Coimbra fazíamos tão bem, ao melhor que o que se fazia no país e que o país fazia tão bem ao melhor do que se fazia no mundo. E, portanto, tive sempre este monumentamento e, desde o início, que acredita muito com uma esperança enorme naquele projeto, eu pensava que tenhamos excelentes profissionais no país, tenhamos acesso a uma fábrica que era da Bayer, uma multinacional com uma Bayer, europeia, com princípios, com valores que o saber fazer. E, portanto, ajustar o nosso conhecimento àquela unidade industrial e às pessoas que lá trabalhavam, só podia ser um projeto. As conversas em casa foram pacíficas sobre isto. Foram, conversámos muito. Eu tenho este bom, acho que é um bom hábito, de partilhar muito com os outros, de falar às vezes, dizem que falo demais, mas eu acho que nunca falamos demais e que é bom partilhar com os outros. Encontremos sempre aqui pontos de acordo muito obstante. Eu vou fazer aqui uma pergunta ligeiramente provocadora. Ah, de facto, o mercado genérico é um protocolo. Quando há tantos e o conceito de genérico de uma determinada marca não é o óximoro. De facto, o nome é o rival de genérico. Parece que dá para tudo. Há, de facto, um mercado de genéricos em Portugal. Nós este é um setor que evoluiu muito e sim bem. Nós há 25 anos, em 2001, quando começamos exportávamos 200 milhões de euros de medicamentos. Hoje exportamos 5 mil milhões. Portanto, no ano passado, as portações portuguesas só cresceram por que o mercado farmacéutico cresceu muitoíssimo. Quase 40% as portações de medicamentos portugueses. Por outro lado, os medicamentos genéricos que têm aqui um contributo fortíssimo nesta área passaram de uma conta de mercado de 0,3 em 2001 para 51% em 2025. Portanto, hoje, podemos dizer que estamos na média mundial. Mas não é essa minha pergunta, a minha pergunta é se, de facto, houvesse o mercado genérico, não deveria haver, por exemplo, um concurso a um bidding e depois de ganhar o concurso. Agora, se vamos a farmácia pedir uma terminada molécula, mas temos várias dezenas de marcas de genérico, não é a genuinamento um mercado de genérico. E isso é uma pergunta de um economista optimizador da economia e que muitas vezes mata a economia. E do bem que eu não sou economista e que a gente não toca. E, por facto, nos hospitais é por concurso público e, portanto, concorra aquilo que tem a qualidade certa ao mais baixo preço. No ambulatório, ainda vivemos no mercado que é livre e que o preço faz a diferença e faz a diferença porque os medicamentos genéricos e os medicamentos de uma forma geral existe o preço de referência e o Estado só paga até aquele preço de referência, enquanto a pessoa é livre de levar um medicamento que quer que entende que ele faz bem. mas o Estado só participa até aquele valor de referência. Porque tem uma forma também de limitar esse número exagerado de marcas e, portanto, que são amarecados. Mas portanto, há uma diferente concorrência, o que é importante. Mas agora. O mercado funciona. É o Ricardo. Isso é só para qualificar ainda mais. Há farmacêuticas de referência, como dicamente originais, portanto, investigadores, que também têm o seu próprio genérico. Exato, exato, exato. É quase que devinha a resposta, mas os néricos com umas gaslinas, elas são mesmo todas iguais, só a diferente nos preços. São. O genérico é hoje um produto de qualivável. Continuamos com essa. Continuamos sempre com essa dúvida. As comunidades, eu e o equivalência. Quando se perguntam se quer o genérico? Nós temos que perceber que os doentes mais críticos estão hospitalizados. E nos hospitais, os genéricos têm 80% de costa de mercado. Então os doentes mais críticos são tratados, praticamente como dicamente genéricos. Por outro lado, também nos países mais ricos desenvolvidos e industrializados, foi onde começaram os medicamentos genéricos. E eles são mais ricos, porque já era melhor os seus recursos, não é? E, portanto, quando nós começamos em 2001, eu olhava postado de unidades, como um exemplo, já as cotas de mercado nos Estados Unidos, mesmo em ambulatório, são 80%, 80% a 90%, e países como Almanho, Reino Unidos, Nordicos, tinham cotas de mercado muito grandes. Quem tentava dizer mal de esta área, e aí se após países pobres e sobre desenvolvidos, e eu pensava, meu Deus, são esses países pobres nem pagionéricos, nem dinheiro, e não é nada disso, e não têm medicamentos genéricos. Portanto, hoje temos de facto numa ascendência positiva e que permite conviver e permite picar também as empresas inovadoras, é continuar a investir, e continuar a inovar e atraser medicamentos novos inovadores para doenças e para necessidades ainda não satisfeitas ao mercado. O Palvara da São Rebello é Sherman, agora da Porfarmes, a não é CEO, como é que se dá esse passo? Este é como deixar um filho para a faculdade, é mais ou menos isso. O que é recente, foi este ano, e os 25 anos, de muito goso, tive um gosto enorme em ser Sherman, e se é eu, e por exemplo, era um bocadinho de tudo, no grupo do Palvara, mas cheguei a um ponto que pensei que temos que saber sair e saber sair quando as coisas estão bem, o que é difícil. E portanto, achei que era um, eu tenho nesses últimos anos, aperfeiçoado um bocadinho, que é um nés catolicismo, e portanto adri há uns anos a acesso, e uma das máximas da acesso é o amor como critério de gestão, e fazer os aos outros, este é muito simples, trazer o amor para as empresas parece um bocadinho de balofo, mas é muito simples, é fazer aos outros o que gostaria de fazer assim a ti. Regra de hoje, né? Regra de hoje. É tão simples que não se percebe como é que não se aplica mais vezes, e eu tinha sócios fundadores, co-fundadores comigo, que sabiam tanto do negócio como eu ou mais, e que, da menidade, e portanto, achei que era altura de lhes dar essa posição e de um dia se poderem libertar também como ciaíous da empresa. E portanto, tinha dois amigos, tive co-fundadores, um ficou ciaíous de ablufar a indústria, e outro ciaíous de ablufar mais genéricos, portanto, as duas empresas mais emblemáticas do grupo, e portanto, fiquei muito confortável, porque isso é desfeito por poder dar essa posição a essas duas pessoas. Mas no dia seguinte, no dia seguinte, a decisão e essa decisão ser destunar efetiva, não sentiu assim um bocadinho, um vazio. E agora? Não, agora? E agora? E agora? Não estava bem. E agora também é, sendo só se eu também me apreguntei, e isso facilitou a ajudou esta transição ou não, Paulo? Ajudou muito muitas vezes, e ia ter um problema se tivesse que ir ao mercado, pensar em quem é que vem, quem é que não vem, podou não correr mal, e isto era um valor seguro. Porém, são pessoas que são desde o início, temos 25 anos de relação na ablufar, já temos uma relação se calhado muito e sim mais, um deles, que se me dizem, que andei aos 14 anos, a cair de mota pelas ruas de Coimbra, porque eu me tenho acompanhado desde essas alturas, e portanto, foi muito fácil, e sinto muito bem com a decisão tomada. Imagine que eles também. E eles também, surpresa, não ouf, surpresa, foi muito bom, e portanto, eu sempre disse também, desde os tempos da farmacia, que eu só conseguiria crescer se. soubesse de ligar, e de ligar é confiar, e a confiança é um valor muito grande na nossa empresa, e digam muitas vezes que se eu não confiasse, e não soubesse de ligar, quem da hoje estaria ao balcão da minha farmacia, é pensar que controlava, e não controlava nada do seu desejo, mas trate também, algumas ilusões, certo, porque a confiança não implica viver com a vulnerabilidade. Sim, claro, sim. O ser humano é isso, não é? Como é que lidou com essas situações, assim mais difíceis, em que a confiança foi? Ali, ali daí, acho que sempre bem, porque as preocupações na minha cabeça e as atividades eram tantas, que rapidamente sublimáveis que assim, nessas ilusões que fui tendo, e portanto, e sublimáveis, sublimáveis. E agora, também está mais apostado na área de investigação ou. Sim, agora preocupa-me com a condução do grupo de empresas, parte mais corporativa, preocupa-me com as pessoas em conduzir a estratégia, muitas vezes, quando estamos envolvidos no coração da organização, não temos a visão de conjunto, e portanto, estando agora a mais menos na área executiva, permite-me ter uma visão de conjunto e, portanto, continuar a dar o meu contributo, espero que melhor a organização. Sim, por favor, e esse é um ponto fundamental, ou seja, a conceita era alguma distância da operação e consegue ver coisas que se calhar não via, a minha pergunta é como é que você consegue garantir que isso é em trinjo com a organização, independentemente ter o cheirman ou não, ou seja, do ponto de vista mais de governança, como é que conseguimos garantir que isto fica ao caldo lado e não perdemos a visão das árvores por causa da floresta, estou a inverter aqui em metáfora, mas é deliberado. De facto, nós essa é a doa ainda para dizer, para marcar essas diferenças, não é, porque estou nesta posição há três ou quatro meses, por tanto ainda estou a separar um bocadinho dessa realidade mais dentro da empresa, mas de leco com muita facilidade, gosto, sou uma pessoa que gosto de de ligar, e acho que não perdemos essa visão da floresta e da árvore, porque tem dois CIA-Os muito e sim bem preparados, de grande confiança, e portanto esta dupla do cheirman, como o CIA-O, portanto acho que vai dar bons resultados. Paulo e o perguntário, tem aqui dois CIA-Os, portanto foi uma coisa bastante parece, se corriga por favor se não for o caso, bastante equitativa, foi uma transição suave, com uns milhantes e ou diferentes são entre eles. Nós somos um grupo de cinco administradores, e muitas clientes e parceiros nos dizem que somos tão diferentes e tão iguais, e de facto, as decisões são sempre maturadas, nada é fácil, nós discutimos exaus tão os assuntos, mas quando tomamos decisões, estamos perfeitamente almenhados, tu até hoje é 25 anos, foi sempre por unanimidade, mas um unanimidade sofrida, porque não é de repente que tomamos as decisões, são sempre há muita disputa e muito. Este é um ponto fundamental, Paulo, eu acho que vale a pena lembrar, já temos trazido aqui este ponto, mas é o processo pelo qual a decisão é tomada, o ajudores iniciais, o acautular as perspectivas ou as pessoas ouvirem se todas demora mais tempo, pode trazer mais dor psicológica no curto prazo, mas o alinhamento, quando existir é muito mais orgânico e muito mais partilhado, é portanto a probabilidade de a execução correr bem é para ficar mais garantida. Sem dúvida que sim, nós discutimos a isaos de qualquer decisão que tu quer. que tomamos, mesmo às vezes até as mais pequenas, discutimos muito, falamos muito e portanto isso tem sido uma búsula importante do nosso trajeto, essa conduta de nos ouviremos uns aos outros, respeitarmos as opiniões e quando decidimos, decidimos, forma consciente. E talvez alguma situação em que tivesse sentido que esse processo, que é mais moroso, que é mais profundo, que tem essas. Eu gostei muito a expressão, um consenso-frido né? Uma vez sentiu que, por essa abordagem, tinha sido uma malgama como uma ambição, um consenso-frido né? Mas é sempre essa língua, a língua é um tema, é um ter muito farmaciotismo. Do pilão e do álcool-farismo né? Mas sentiu alguma vez a necessidade de ser um bocadinho mais assertivo e tomar uma decisão que possa ter ido um pouco contra algumas opiniões dentro da administração, até dentro da própria estrutura, não só da administração, mas a gente da organização? Não tenho dúvida que as decisões mais difíceis, que até quando há algum de nós a escria levar para a frente e os outros sofem, da algum tempo aceitavam que todos nós até o líder dessa opinião, tinha dúvidas, nós temos sempre dúvidas, não é? Mas quando íamos em frente, todos alunhavam e sempre foi. E, e de sua experiência, essas dúvidas devem ser partidas ou guardadas, porque podem criar no outro, ainda é, para lá, este senhor também não tem as tantas certeza, né? Não, não. Eu acho que já falava só para perceber, Ricardo, o pergunta são os escalhos diferentes, ou seja, a escala do CEO Edan Durant, mais próxima, pode haver este dúvida, mas depois quando isso é comunicar, nós podemos, podemos, podemos dois planos, alguns dois planos, é isso mesmo, são dois planos aqui, dentro do núcleo duro, nós partilhamos as nossas dúvidas, não é? Mas quando sai para fora, sai de uma forma muito consensual, mas importante e o que espelhamos junto das outras pessoas é que temos a certeza que isto vai funcionar assim, porque se perdiar essas dúvidas, acho que pode dar alguma forma a contaminar toda a equilíbrio. Sem dúvida que sim, sem dúvida que sim, portanto, nasce. Estem bem que, qual é o tendo de cidadro, como falamos? É, mas eu e aquilo lançar outro tema, que é, se este vosso processo de decisão, é assim, imagino que, parcialmente, também, porque já se conhece há muitos anos, e porque decidiram envarar por este empreendimento juntos, até que ponto é que esse processo de decisão de louroso em que as pessoas são aos cultadas, também acontece aos níveis inferiores de organização, né? Portanto, com um sistema em que isso? É, é, é, é sistêmico de facto e é feito com muita verdade e transparência. Nós partilemos e eu, pessoalmente, partilho de sempre e a polida é muito falado mais às vezes porque partilho com todos e, portanto, e põe questões e eu falo verdade e, portanto, eu também tenho dúvidas todos nós temos mas o caminho parece que é acertado que é este e, portanto, as pessoas percebem também que não há certezas absolutas e, portanto, com o processo de decisão, é sempre um processo difícil que necessitado muito de ser animento e, portanto, tenho muitas vezes alguma vantagem sobre os outros porque já pensei mais no assunto, já amadurci com este núcleo duro e com a família também. A minha mulher tem sido umquilar sempre muito importante, partilhamos a vida permanentemente e, portanto, ajuda-me numa primeira instância e a farmacêutica também e, portanto, há muito envolvida neste nesta as coisas, falamos a mesma linguagem e, portanto, comece a partilhar em casa e, depois, partilham nem a empresa e, portanto, e as decisões tenham sido tomadas de forma muito equilibrada. Eu, aqui na questão como vem também é, o pau parece uma pessoa muito pondrada, muito racional também, que gosta de envolver e o mundo está numa agitação permanente. Como é que vê essa forma de pensar e decidir, como é que isso conjuga com a necessidade maior a agilidade, maior velocidade na decisão, aí uma certa contradição ou, acho que, na verdade, isso pode ajudar também. Sim, pode parecer que sim, que há contradição, mas não há, nós somos muito hajes, tomá decisões, percebemos que hoje o mundo que corre muito mais à nossa frente do que nós somos capazes de correr, e que temos que ser hajes e, portanto, temos conseguido alinhar esse pensamento à agilidade. E isso é uma das vantagens das pequenas empresas em que a decisão, portanto, é muito mais rápida do que naquelas corporações muito. Mas a confiança entre os decisões é fundamental, certo, para rapidamente poderem ter discosões abertas em que falam das dúvidas rapidamente, que podem. Eu digo que gerir ter uma empresa com amigos, aquele ditado português, amigos, amigos, negócios a parte, nós aqui é exatamente o contrário, amigos, amigos, negócios presentes. Mas eu facilito imenso, porque hoje liderar é muito difícil, as pessoas contestam muito e às vezes, por razões fora do que se discutirem, e nós quando entremos na sala de manhã, percebemos logo como é que os outros estão pelos olhos, conhecemos tão bem que poupamos imenças palavras, imenças palavras, e acho que vamos só, mesmo, ou que é absolutamente imprescindível e importante. Duas perguntas, a primeira pergunta é se dá o braço a torcer? -Muitas vezes. -Muitas vezes. -E a segunda pergunta é se se conhecem assim, então, uma das coisas que está bem documentada na literatura é este viagem do grupo, não é o Wing Group versus Outgroup, e portanto, a minha pergunta é como e quando é que vocês sabem que estão a correr o risco, porque se conhecem, então, já deba ter um tudo, portanto, parecem serenos, mas há pontos de vista que não acautam lá, onde é que vão buscar a perspectiva de fora? -Esse é de facto um perigo, mas que nós tentamos, até hoje, ultrapassar o discutindo os assuntos, e, portanto, o facto de discutirmos muito e cada um trazer os seus pontos de vista para a mesa e decidirmos depois de forma consensual, vem eliminar um bocadinho esse risco. Todas as decisões são extremamente pensadas, mas, ao mesmo tempo, são mais este também, porque essa relação proporciona este tema da decisão. -Consociação à voce. -A gente que tive, ao mesmo tempo, é como se consegue evitar um viés fora das pessoas que estão à mesa, e de outra forma relacionado, vocês conhecem, em sátanto tempo, do ponto de vista de liderança, onde é que vocês, quanto tempo é que vocês dedicam ler outras coisas, explorar outras coisas, outros modelos de negócio, outras indústrias, completamente diferentes, outras formas de pensar qual institui. bom institucionalizado, nós vamos substituir, qual integrar-se a isso no voce contando? -Está na nossa análise de risco, temos isso bem presente, e, portanto, o facto de sermos cinco pessoas de diferentes a pensar e muito preocupadas com o bem comum e com o sentido de responsabilidade muito forte, nós empregamos hoje há 700 pessoas, porque isto já é uma família muito largada. E, portanto, temos todos nós e esse sentido de responsabilidade nas antítulos que tomamos, e, portanto, vamos salvaguardar um bocadinho-lice, mas pode acontecer a isso, é uma. -É porque muda de tudo tão rapidamente, não, é? -Exatamente, e, portanto, não estes blindados dessas coisas, nunca estamos. -Nunque às vezes, vamos ao consultor que nos trazem de fora, mas às vezes esquecemos que os consultor também já trabalharam com os nossos concorrentes. -Entra-se, os interesses e tradem os sucessos e as pessoas. -Palha, vamo-se, temos cada vez mais consultor não voce. -Exatamente. -Eu li a uma artigo sobre os valores da sociedade, que já não é o território, não é o capital, não é tecnologia, mas é a atenção. E hoje, os tármos atentos, é um desafio muito imigrante. E temos a atenção do nosso tempo, não é temos o nosso tempo para pensarmos, para meditarmos, temos o tempo para estudar e para nos prepararmos. E temos aquela atenção que hoje é mais utilizada dos mídias e das títulos, não é? E, portanto, isto, agora com inteligencia artificial, cada vez mais estimulado, e, de facto, cada vez, temos que estar mais atentos e pensar pela nossa cabeça. E pensar neste fórum de discussão, ter a oportunidade e ter a possibilidade de ter este fórum. E nós, em quimbre a cidade pequena, no clio de amigos, alergado, discutimos tudo. -É, esta é a perfeita para ir aqui, outro tema que estava de huáverso sobre isto. com inteligencia artificial, com o avanço de acumológico que temos hoje, a nível de investigação e de produção de medicamentos podemos chegar a uma fase em que vai ser a máquina a tratar de tudo. A máquina não tratará de tudo, e não sabemos o que é que é especial ainda, estamos muito no início para perceber o que é que o impacto o valor do óleo de fizesis. Mas também falávamos da escrita, quando inventámos a escrita, pensou sequer ao fim do mundo, porque deixávamos ter moria, o conhecimento estava toda na memória, e para te escrever, e vamos deixar de ter moria e, por tanto, isso não aconteceu. Exatamente ao longo dos tempos, estas tecnologias têm uma componente boa e a forma como utilizamos é que vai fazer a diferença, e eu estou emcreir com ser humano que vai ter a capacidade de tirar o melhor partido dessa inteligencia artificial. Mas na sua indústria é muito importante. Mas não perver que um computador e um robô conseguem, por si só, descobrir como é cura para atrar. Então o Demis Açavis foi um dos correcipientes do prêmio Nobel, precisamente porque através da inteligencia artificial conseguiu codificar uma série de proteínas que diou a outra forma. Isso foi há dois ou três anos, como o Prêmio Nobel, ou seja, pelo menos do que me toca, estou se estarei a serem viazados com certeza, mas acho que este é profundamente inspirador do ponto de vista de investigação. Sem dúvida, não tem dúvidas que os próximos anos vão ser anos fantásticos. Nós hoje temos 7.000 doenças raras, muitas delas homens ao par de centretamento, e, portanto, temos os chamados um dicamedes órfãos para doenças raras, que os dados do mundo inteiro privilegiam, no sentido de facilitar muito a partir de subsidiar e de os ensais clínicos de serem mais ligeros. No sentido, não há nada, portanto, qualquer coisa que venha é bom, estimulo a muito a inovação por aí, e, por outro lado, tivemos durante muitos anos uns ensais clínicos que chegaram ao limite, e, portanto, acho que só a inteligencia artificial agora é que consegue lidar com isto. Por que a informação é tinta que torna os processos tão morosos e tão caros que têm condicionado a libertação para o mercado de medicamentos que poderiam ter utilizações muito e simboas? Temos o conhecimento hoje que quase não há medicamentos mal, as pessoas é criagem de forma diferente aos medicamentos, hoje com os mídias e com a exposição que têm as empresas não podem correr o mesmo risco de, por um medicamento que há fora, que possa matar alguém. Não é, nunca se fala que tratou um milhão, fala-se que matou uma pessoa e, portanto, este risco, ninguém quer correr, e isto é um desperdício porque colocou de parte milhares de moléculas que tinham efeito terapêutico, positivo e indo antes. E porque não funcionou num, se pôs de parte, portanto, este inteligencia artificial, hoje, vai permitir escrutinar melhor todo isto e vai trazer novamente alguns medicamentos que estão encostados pro mercado e vai permitir de forma muito e sim mais rápida, porque não seja porque pode haver aqui um risco grande, não é, a partir do momento em que vamos levar isto a um extremo só para efeitos de racicínio. Se se facilita-se aí a, enfim, a ferir moléculas, para que possamos testar, correríamos o risco de ter uma série de problemas, né, portanto, o crevo da qualidade e da segurança poderia ficar comprometido, portanto a minha pergunta é, será que são sentimentos exclusivas, em vez de mudarmos radicalmente o paradigma da exigência do rigor e do critério para a aprovação de um medicamento, pelo menos a partir inicial de investigação da molécula, todos os estados, todas as fases da investigação do medicamento, essas poderão ser comprimidas, eventualmente, talvez como foi, com as vacinas da Covid ou não, Paulo. Sem dúvida que sim, hoje há uma transparência dos ensais clínicos que as empresas fazem com as autoridades que os aprovam muito maior. Covid trouxe nos isto, ter visto o benefício, não é? Covid teve, quanto a mim, duas lições muito importantes. Primeiro, que as empresas pequenas têm um espaço hoje no mercado muito grande. Nós tenhamos uma ideia que a investigação científica, que era feita nas grandes corporações farmacéuticas, mas eu, em 2006, percebi que não era assim. Todas elas andavam nas feiras nos eventos farmacéuticos, eu lembro na bio, em fila delfim, em 2006, de encontrar 1700 empresas. E o Rio de Coimbre pensei, mas o que é isto? Tanto a empresa farmacéutica. E então percebi que todas elas eram financiadas por os diversos países, porque todos os países percebem que apostar nem a inovação é apostar na qualidade de vida das pessoas, são países mais ricos e, portanto, que melhor podem distribuir a riqueza por a sua população. E que todas essas empresas eram lideradas, quase por professores universitários. E, portanto, que andavam todos ao mesmo. Andavam-se a vender as multinacionais e as multinacionais a ver quem estava mais avançado nesta determinada área previamente identificada como mercado. E, portanto, compravam esta investigação, compravam a empresa. E, portanto, nós aqui, como pequena empresa que somos, com 25 anos, ambicionamos também um dia poder dar um contributo à sociedade nesse sentido. Eu queria aproveitar esta ideia para perguntar-se alguma vez a vossa ambição, quando criaram a Blue Farm, mas seria um dia eventualmente venderam uma dessas grandes corporações ou a vossa ambição. Sim, porque essas grandes corporações têm uma vantagem que nós nunca vamos conseguir, que têm anemão a cadeia global de fornecimento. Eles fornecem para 100 países ou para 150 países. E, portanto, conseguir ter uma cadeia global de fornecimento é muito caro. Mas a inovação está neste pequenos grupos universitários que todos os dias trazem, e a pandemia disse a trossês ensinamento a moderna, ou a Bayon Tech, nunca ninguém tinha ouvido falar nessas empresas. E foram essas pequeníssimas empresas muito ligadas aos universidades que trosseram. Capra fora, mas não fizeram só os íngos, fizeram em rede. E, portanto, fizeram em rede com as multinacionais, aproveitando essa cadeia global. Eu sou um bocadinho tradicionalista. Atenyo, já estamos atratado a suceção na empresa. Nós somos cinco sócios, mas somos 15,0000. E, portanto, já estamos a fazer um negócio do protocolo de sócios e, portanto, a dar continuidade. E ainda temos aqui uma forma de pensar muito a antiga, de pensar em dar continuidade ao projeto. E onde é que é coirante? Desculpa, Ricardo. Mas é absolutamente coirante com a sua visão inicial de ter um contributo, e portanto, não é vender. Por vender, mas é criar um símbolo e desenvolver um negócio. Sem dúvida, a coirância é muito importante para nós. E ainda aqui entre aqui, torre de palma e o hotel. É um malocuro que eu tenho feito. Eu costumo dizer com os empregadores que tentam estragar sempre a sua vida. O que tem acontecido assim estava confortável na minha farmácia. A minha mulher também é a sua farmácia. Eu era presidente de uma cobertiva de distribuição de medicamentos, portanto, a vida corria aparentemente tranquila. E leio no jornal, que a Baird tinha decidido vender a fábrica em quimbra. E, portanto, lá fui eu, bater a porta, mostrar-me, fazer a proposta, e transformar a minha vida. O balco onde a farmácia para a indústria farmaciotica. Aqui com a torre de palma, foi um bocadinho assim. Eu cheguei aos 40 anos, achava que só sabia atermelhar. Preocupava um dia mais tarde, não sabia fazer outras coisas. E precisava de algum tempo de. Não era de paz, porque eu vivia, por retamente, tranquila em paz, cobo-lo farmá, dura a avó que fazia e adoro o projeto, mas ter uma coisa diferente. O meu Sogro tinha, era na área financeira, mas pintava. E, portanto, os últimos anos de a vida dele fazia muitas posições de pintura. Eu não tinha jeito nenhum parte, não era óleo. Então, eu gostava também muito, e toda a vida festeja a vida, acho que é uma graça. Podermos viver nos dias de hoje ainda por cima deste fantástico, não é? E, portanto, festejava muita vida com a família e com os amigos do Sempen festa. E queria ter uma segunda casa. Essa segunda casa, na praia, no campo, não, será no campo. E no campo será na terra da minha mãe, minha mãe tinha falecido nessa altura, foi uma tragédia muito grande que nos acondiciona a nossa família. E pensei a Lera de Curadora de Interior, viviu a vida toda pra casa, e eu pensei "vou retornar as origens, vou levar a casa pro alentejo". No alentejo, vejo esta propriedade, estravazava a dimensão familiar, portanto, quando vejo a propriedade, pensei "estou é muito grande". Não tem marias, não tem marias, não tem marias, não tem marias gerações, está segurado o futuro de marias gerações. E então pensei "eu se calhar não mereço uma casa de família, não mereço um projeto de fim de semana, mereço é mais um projeto empresarial". E passou imediatamente a ser uma empresa e hoje empregamos correnti duas pessoas, a tempo inteiro, naquele projeto no alentejo, produzimos vinho, temos um hotel rural de cinco estrelas, portanto, que foi agora medalhado, pelo guia, boca-me boa mesa, tem-nos que ter sido, tem sido, temos tida a nossa volta sem pessoas extremamente simpáticas, que é linkão nestas nossas loucuras. E que tem clacicado o hotel como diferente, é, de facto, foi fazer dois farmacioticos, fazerem um hotel cinco estrelas no meio do nada, é uma coisa que faz a diferença. É tudo muito diferente, depois estão a visão. É, eu estou me dizer que aplica a receita, que aplica na minha vida e na boufarma, que aplique também em torre de palma, fazer as coisas com pensamento, com planeamento, de forma profissional, a inovação está permanente em todas as minhas áreas. E estímulo, aos meus colaboradores, estão sempre a incentivar, a inovar e dizer que inovar é uma coisa simples, e inovar é surpreender o cliente, temos que ter iniciativas que permitam surpreender o cliente, porque se não tivermos a capacidade de surpreender o cliente, ele vai se deixar surpreender pelo vzinho do lado. No mundo competitivo em que vivemos é assim, e perdemos o org que temos na mão, portanto estímulo sempre muita inovar e este projeto no alente é ajudar um gosto enorme, porque é muito estimulante a fazer essa diferença. E temos um conjunto de propostas e de experiências permanentes, e, portanto, isso vai fazer a diferença, acho que o guia bocami o mês anos premio, e premia a seta anos. Isso foi uma posta completamente diferente, porque faz sentido se já dominava, enfim, o canal de distribuição de dicamentos faz sentido, é lógico comprar uma fábrica para ter alguma integração vertical, portanto do ponto de vista de negócio. Um passo arriscadíssimo, né, mas há que uma lógica, né, agora que é completamente diferente. Depois, mas também na altura, houve uma diferença muito grande. Uma coisa é estar na distribuição, outra coisa está no fabrico, nem distiga a sua intenção, só áreas, mas há um complemento vertical, né? Sim, sim, sim, há uma lógica de vida, farmacêutico, começou na farmacia, aliás, toda a indústria farmacêutica é uma coisa também muito interessante, nasceu na farmacia. E quando eu digo isto, é interamente verdade. E quando visitava fábricas num mundo inteiro, começavam a produzir, estava a ver aquela farmacia na esquina, fui ali que tudo começou. Barracão para trás, barracão para os lados, escritório para cima, e hoje emprega 50.000 pessoas, descobre-me dicamentos para necessidades ainda não satisfeitas, e eu vinha fascinado com estas histórias, e pensava que eu sou farmacêutico, tenho uma botica, como é que eu, desta botica, um dia conseguirei fazer uma indústria, e dar um contributo mais maior à sociedade. E as coisas aconteceram de facto, que é que somos uns meninos, vivemos numa sociedade muito confortável, que em temposidos foi muito mais difícil de construir, e pensava se os outros construíram com persistência e com muita paciência, também vamos chegar lá. Vamos, vamos, vamos, foi assim. Vamos às nossas perguntas fixes que fazemos a todos os convidados do Crid Leader, e começamos pelo piormente a carreira, qual foi o momento mais difícil. Eu hoje vinha no carro, e vinha fazer aqui um exam, e encontrei em cada uma das empresas mais emblemáticas do grupo, dois momentos difíceis. O primeiro foi na genérico, sobre o farmas genéricos, é o braço comercial da indústria, porque tem um cliente da indústria, que compra a indústria, mas compra também noutras indústrias, tem um portefólio de mais de 100 medicamentos, diferente, já um portefólio muito grande, e branteste empresa entrou numa altura em que entravam todos os dias, empresas multinacionais no mercado, e portanto nós éramos mais uma empresa, e portanto fomos perdendo dinheiro alegremente. E ao fim de cinco anos estávamos a pôr em causa todo o projeto, e portanto, aí tive mesmo tomar uma decisão muito e sim difícil, foi emagrecer, fazer o download sizing dessa empresa, nós temos 30 delegados de informação médica, que nos esquema tradicional, e tive que te pedir parte dessa equipa. E isso, para um católico, como eu, foi uma decisão que tomei numa regrinação a Fatima, o discernimento foi feito nessa regrinação, e no final da pregrinação tinha prevez coisas perfeitamente decididas, e chamei pessoa a pessoa, expliquei o porquê, e todos eles, claro que, indemnisei toda a gente, e hoje todos me comprimento, todos sorriem, quando passam por mim, fechou-se essa porta, abriram-se outras dicas da vida, é mesmo assim, não tenho medo não é, e vão sempre surgindo situações melhores, e foi melhor para todos, foi uma decisão muito difícil que tomei. A outra na indústria, foi no processo de internacionalização, e eu digo que nós somos um grupo muito fortemente, a exportadora, exportamos 90% do que fazemos, portanto somos levezinhos, poeirário público, mostremos o estado português, que nós temos do lado da despesa, mas temos do lado do contributo positivo, e isso dá-me uma alegria muito grande, e portanto, mas somos fracamente internacionalizados, ainda, em 25 anos, não nos conseguimos internacionalizar. Há vários patamarres da internacionalização, temos agentes no mundo inteiro, temos distribuidores em alguns países, temos equipas nossas de BD, a visitar os clientes e a ir aos eventos internacionais, temos um grupo. - Business development. - De desenvolvimento do negócio. - Mas este tom vai treinar, este tom vai treinar. - E portanto, exportamos muitoíssimo, mas ainda não temos de uma fábrica lá fora, tentámos fazer ela, tentámos fazer esta fábrica, é uma história muito interessante. - Uma melhor aluna de farmácia foi nossa estagiária, aliás, nós nos amestajos a muitos alunos, acerca de correnta alunos por ano de farmácia. Nós temos um grande emprego de farmacêuticos, não é, o core do nosso negócio, e esta estagiária, ainda estamos em um tema de trabalho, interessante, foi construir uma fábrica de medicamentos de alta potência, muito potentes e muito tóxicos, é importante muito direcionar de Spock Encro e fora do espaço europeu, ante ela, durante um ano, fez um estudo completíssimo, que se fosse encumendado a uma grande consultora, costaria muito dinheiro, e que depois apresentou a administração, a administração costou imenso, ficou surpreendido com os países que ela encontrou, e ela disse-nos que os milhares países na altura para fazermos esta fábrica, que era na colombia e no chile. E como acontece muitas vezes nas nossas vidas, nós dividimos o tempo entre o que é importante e o que é urgente, normalmente, podemos exorgências. a frente das importâncias, não é? E foi mais um belíssimo estudo que iria ficar na Gaveta, porque as urgências do dia a dia absorvem-nos completamente. Mas, como precisamos também na vida de ter sempre um bocadinho de sorte, a sua convidade pelo Pursuo Cavaxilva, presidente da República Altura, uma missão empresarial, ó Chile e a Colombia. E eu vou dizer que nem um doctor de pasta na mão, informadíssimo sobre a Colombia e sobre o estilo, de um almoço no palácio. E o ICEP diz, "Molho, é o Paul Vargadas e eu sou. Olha que tem uma reunião agora às três horas, era um do azimaia. Estava em Bogotá, uma cidade com oito milhões de habitantes. Tenho uma reunião e onde é que é a reunião? Olha que a reunião é no clube no agaldo?" E onde é que o clube no agaldo? Oito milhões de habitantes podiam demorar 24 horas para chegar lá e de meio hora pode fazer. Não é aqui na rua e dá para ir a pevar. Lá voeu, cheiro de transpiradíssimo, um calor e imenso. E sou recebido por uma pessoa, ainda é indústria farmacêutica, que tinha duas fábricas que já em estado muito avançado de gradação, que precisava de uma fábrica nova. E olha, demos-nos muito e sim bem, criou-se um namoro grande. Passava um mês, estava lá com os meus sócios, a apresentar essa pessoa. Passava outro mês, estávamos em Madrid a reunir. Passava o outro em Franco, portanto criou-se aqui uma relação muito importante. Entretanto, envolvimos quase um tipo de capital de risco, que vinha de uma fundação social de Colombiana, que punhou dinheiro e ele punhou a portefólico de medicamentos colombianos. Nós colocávamos o portefólico de medicamentos, que estávamos a desenvolver Poc Encro e a nossa rede internacional de clientes, onde queríamos fazer uma coisa a semelhança do que tenhamos em Coimbra, eventou a qualidade dos equipamentos, das instalações, como tendo Coimbra como escola. E depois não conseguimos alvar pra frente. Defizemos, andamos quatro ou cinco anos, fizemos o projeto e compramos o terreno e não lançamos o projeto, porque percebemos que as nossas, o sentido de qualidade que nós tínhamos que ir a diverso do Adessocio, a diretora geral que mandámos pra lá foi esta estagiária, portanto, era muito nova e, portanto, nestas coisas temos no que tenho ouvido e aprendido, da internacionalização, temos que perder o nosso melhor o braço direito. E é o braço direito que vai à frente, não é? E pra gente não aconteceu assim e, por tanto, várias varadíssimas razões não avançámos com esse projeto e foi, de facto, um dos pontos de ilusão grande. Mas que é, também, uma lição importante. Uma lição, não é, é quando saber parar e não ser vítima da falácia do custofundado, que a gente tínhamos tanto tempo e tanto tempo e tanto tempo. E agora temos, não temos, não é? Exatamente. Mas não é fácil. E eu disse, e às últimas vezes, o nosso advogado é meu advogado, eu digo, desde os 14 anos, porque também conhecemos-nos, não. Não, não, não, não. Também aqui mesmo. Conclusão, não, não. Eu apresento, olha, eu sou numa casalbosta, não é? É, eu dou-te o primeiro, não tenho. E é meu advogado, desde os 14 anos. E então, no final do último ano, ia muito à colômia, com ele. E quando nós começamos a viajada devogado, normalmente é mal sinais. Mas dizia-lo, ô, ô, ô, Miguel. Isto tem, e isto está a correr mal, não está. Mas mesmo assim, tem velhida pena. Por ter sido uma aprendizagem e uma experiência única na vida, não é? Mas foi um, um projeto inacabado. Vamos ao melhor momento. O melhor momento, acho que estou a viver-lo agora, porque isto passou de tudo tão depressa, é que, quando penso que o contributo de indústria farmacéutica, neste últimos anos, tem sido tão grande, e nós temos sido parte desse contributo, só posso ficar feliz. Nas proteções, nós aumentamos muito e sim, hoje somos, e é isso que o 7ª setor, mais portador do país, e produtos de alta tecnologia, farmacéuticos. É um setor que emprega a mão de obra muito qualificava, e, portanto, aqui em Béraga, já há muita gente, e a trabalhar na área industrial. Eu tinha, como exemplo, a Irlanda. Na Irlanda, tem a sua economia baseada, nas tecnologias de informação, e também na indústria farmacéutica, 30% das proteções irlandezas são produtos farmacéuticos, é impressionante. E um pequeno país, e periférico, não é? Portanto, nós também podemos dar um contributo muito e sim maior ao nosso país com esta área. Eu tive a felicidade de ter quase nascido farmacéutico, e, portanto, eu sinto muito realizado com ter feito parte deste movimento, que trouxe a sensibilidade ao medicamento, e que trouxe economia para cima da mesa, para cima do país. E é uma importante balança para o mercado também, não é? E é uma importante balança, hoje a balança é positiva. Nós já exportamos mais. É, na verdade, estava a pensar no ponto de vista de ser até um contra poder há os medicamentos, com muitas vezes são ossifamente caros, e portanto, é a fundamentalidade. E eu ia fazer uma outra pergunta que tem emprega muita gente, portanto, já são 700 pessoas, de preende e pelo que disse que uma fatia substancial destas pessoas são farmacéuticos também, a minha pergunta é esta. Como capacita estas pessoas do ponto de vista de liderança, que vem de uma área típicamente muito técnica, que não tem consagrado no currículo, este tipo de formação, com também tal, como o garante que estas pessoas têm dida, que vão ser muito mais responsabilidade de outras pessoas, equipas, etc. Como é feito isto na balofarma? É a formação. Formação nós temos muitos bons técnicos, gente muito e sim bem preparada, mas com algumas dificuldades às vezes de liderança, e portanto, isto tem branco naturais, e vamos temperar do isto com formação avançada, e portanto, é um dos valores da balofarma e a formação, e da indústria farmacéutica, no geral, é proporcionar as pessoas pôs formações, e vamos fazendo dentro do que é possível fazer-se. Vamos avançar para a outra das nossas perguntas fixas, onde é que percebeu, o incremento é que eu não é que sou o líder. Olha, eu tenho uma forma de liderar, como já perceberam, muito colgial, em todas as organizações onde tive, tentei sempre fazê-lo com os outros, na farmacia, na distribuição farmacéutica, na indústria, sim por alguns outros, mas senti que era líder, se se pode dizer que é sempre um bocadinho afirmar uns líderes, nunca é fácil de dizer, não fica bem, mas não fica bem, mas senti nos momentos de solidão, eu acho que o líder, muitas vezes, senta-se solidão, embora ainda agora, fui contocurado, no sábado, passado, como o prêmio carreira pela secção regional do centro da ordem de farmacéuticos. Muito para o bem. Muito obrigado, e foram muito simpáticos, estou muito agradecido, mas ao mesmo tempo também me sobra um bocadinho agri, de sagridou-se, dou-se porque estou muito agradecido de estar com eles e de não terem distingido, muito grato, mas ao mesmo tempo parece que já é o final, quando eu acho que está tudo para fazer, ainda tenho muito para fazer a minha frente, e de maneira que agora perdinho um bocadinho. Estávamos a falar do momento em que você percebe que era um bocadinho. Ah, que era o dinera. E, portanto, esse momento é nos momentos de solidão e também existem. Nós sentimos essa responsabilidade em cima e as decisões que às vezes temos que tomar a área, mesmo com o grupo coligial, muitas vezes são decisões muito individuais. Mas, para a agrenação, com a verdade, convide essa solidão, na verdade, convive-me com ela e acho que é fundamental e hoje que nos falta há todos o tempo para rezarmos, para pensarmos, para meditarmos esses tempos, são cada vez mais importantes, sempre foram, ao longo da vida, mas cada vez mais esses valores estão. E temos que esportar agora, temos que esportar o nosso tempo para os ter. E fez isso, conseguiu fazer isso ao longo de tantos projetos, conseguiu ter sempre momento e momentos para assim, para essa meditação, para essa refazão. Sempre tentei, sempre tentei e conventá-lo estrangei. a obsessão pelos projetos, de há muito tempo, de um pouco tempo que temos, guarda muito tempo para posse projetos. E que líder ou líder se inspiram? Isso é difícil essa pergunta, olha, é mesmo difícil, eu porque eu não. Olha Jesus Cristo, é uma figura que me inspira muito e que concai em dia logo muito e faça os meus discernimentos pensando, se Jesus aqui estivesse como é que decidiria? Com certeza. E isso ajuda a mim mesmo a tomar a decisões e, portanto, acho que me ficaria se calhar por aqui. E os senhores exemplos, né? E os senhores já vai muito e sim mais servidos. E os senhores para concretizar? Olha, os senhores para concretizar. Essa foi vinha já nas aveiras e ainda não tinha. E ainda não tem a resposta. De mais depois surgiu naturalmente, porque tenho um projeto em Coimbra muito grande, difícil, mas quem que eu acredito imenso. Temos um espaço que compramos em 2019 já, que começamos por perceber que já vinha um bocadinho depois, se tivéssemos adquirido no início do processo, hoje teríamos a fábrica, as fábricas e a central de distribuição toda nesse espaço, uma coisa muito bonita, mas o nosso crescimento orgânico e ansiedade, no número de tempo e de fazer, nós hoje operamos entre as frexias de Coimbra. Isto é bom facilidade, porque de centraliza não é, os carros, os 700 carros, não vão todos para mesmo a frexia, não privilegiamos uma frexia. Mas este terreno que compramos era uma seremica antiga, e desde o início que identificamos até Copa de Mia, que os políticos europeus que estavam muito determinados em atreir investimento direto estrangeiro para a Europa, e que nesse investimento que a indústria farmacêutica fazia cada vez mais sentido. Isso se pretende atreir para a Europa que se adraia para Portugal, e nós achamos que Portugal é o melhor país de investimento. Coimbra que é o melhor sítio para se investir, porque está no centro, porque tem universidade, porque é uma cidade pequena, porque não se fala o melhor português? O melhor português? O melhor português. E então, chamamos no início, "Bolou farmaparque", "Bolou farmaparque", pretendíamos, neste mundo de descacias, em que vivemos também, partilhar com as outras indústrias aquelas áreas que podem ser partilhadas, que não sou o corda de cada uma delas. Uma distribuição, podemos ter uma plataforma logística que faça a distribuição dos vários laboratórios. Um controle de qualidade, que possa controlar a qualidade de vários plantáculos, uma série de diárias de negácia, podem ser partilhadas, serviços partilhados. E pensamos, vamos criar aqui um grande polo industrial, e fechar o cluster de Coimbra. Temos excelente universidade, temos belícimos hospitais, faltamos o polo industrial, para completar e fazer a diferença em Coimbra, portanto, o sonho no fundo é ajudar a transformar a cidade e ajudar a transformar o país. Nós hoje vivemos com estas tragédias todas, que nos entram, todo o momento pela televisão e pela os mídias, e pelo hotel é móvel, não é, temos na nossa mão hoje a informação do que se passa do outro lado do mundo e das tragédias todas, não nos devemos iludir, nem perder tempo, com o que não podemos fazer, não temos que perder tempo, com o que podemos fazer, e o que podemos fazer é melhorar a vida do próximo e do que está a nossa volta, olhar também cada vez menos para o espelho, porque senão, desaparecemos e não fazemos nada, e projetar no próximo, e plantar o que está a nossa volta, que podemos transformar, e se todos fizermos o nosso papel, conseguimos fazer um mundo muito melhor. Vamos ver o que está acontecendo com o Tabregat. Vamos ver o que está acontecendo com o Cristina Arbregaz. Vamos ver o que está acontecendo com o Cristina Arbregaz.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Paulo Barradas Rebello transformou uma fábrica da Bayer em Coimbra em uma indústria farmacêutica portuguesa de grande dimensão, com centenas de colaboradores e presença internacional.
  2. A decisão de adquirir a fábrica foi motivada por um forte senso de missão social, ética e nacional, com a crença de que a indústria farmacêutica é essencial para a saúde pública e para a balança comercial.
  3. O grupo desenvolveu um processo de tomada de decisões consensual, baseado na partilha de dúvidas, respeito mútuo e discussão profunda, garantindo alinhamento e responsabilidade coletiva.
  4. Apesar de grandes avanços, a internacionalização do grupo enfrentou obstáculos, como a perda de talentos e a dificuldade em estabelecer fábricas fora de Portugal, levando a reflexões sobre o risco da "falácia do custo fundado".
  5. A empresa reforça a inovação, a formação de liderança e a ética, com uma cultura de partilha e responsabilidade que se estende à vida pessoal e familiar, como o projeto de hotel e vinhos no Alentejo.
  6. A inteligência artificial está sendo explorada para acelerar a descoberta de medicamentos, especialmente para doenças raras, com potencial para reduzir custos e tempo de desenvolvimento.
  7. A liderança de Paulo é baseada em confiança, empatia e solidão, com um forte senso de propósito e responsabilidade social, inspirado em valores éticos e na figura de Jesus Cristo.
  8. O projeto de Coimbra como polo industrial visa integrar universidades, hospitais e indústrias, criando um ecossistema de inovação que transforme a cidade e o país.

Summary:

Paulo Barradas Rebello, CEO da Vlofarma, compartilha seu percurso de transformação de uma fábrica da Bayer em Coimbra em uma empresa farmacêutica de sucesso com forte vocação internacional. A decisão foi impulsionada por um forte senso de missão social, ética e nacional, com a crença de que a indústria farmacêutica é essencial para a saúde pública e para o desenvolvimento econômico do país. Ele destaca um processo de tomada de decisões consensual, baseado na partilha de opiniões, dúvidas e reflexões profundas, que fortalece a confiança e a responsabilidade coletiva dentro da organização.

Embora tenha enfrentado dificuldades na internacionalização, como a perda de talentos e a ausência de fábricas fora de Portugal, o grupo continuou crescendo com exportações que atingiram 5 mil milhões de euros. A empresa investe fortemente em inovação, especialmente com a inteligência artificial, para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, especialmente para doenças raras. Além do projeto empresarial, Paulo integra a vida familiar com o desenvolvimento de um hotel e vinhos no Alentejo, evidenciando uma visão holística de liderança.

Ele valoriza a formação de liderança, a ética e a reflexão, e inspira-se em valores como a solidão, a responsabilidade e a fé. O sonho final é transformar Coimbra em um polo industrial e de inovação, integrando universidades, hospitais e indústrias, para impulsionar o desenvolvimento nacional e criar um ecossistema sustentável e humano.

FAQs

O momento mais difícil foi quando a empresa de genéricos começou a perder dinheiro diante da entrada de empresas multinacionais no mercado, levando à decisão de fechar o negócio após cinco anos. Outro momento difícil foi na internacionalização, onde, após anos de esforço, o projeto de criar uma fábrica no Chile e na Colômbia foi abandonado por perceber que a qualidade não se alinhava com os padrões do mercado.

Ele decidiu após perceber que medicamentos genéricos eram essenciais para o sistema de saúde nacional e que poderiam reduzir a despesa do Estado. Isso foi reforçado por sua convicção de que a indústria farmacêutica nacional era fundamental para o desenvolvimento do país e para a inovação.

A Vlofarma transformou uma antiga fábrica da Bayer em uma empresa farmacêutica de sucesso com centenas de colaboradores, forte vocação exportadora e presença em mais de dez países. Hoje, exporta 5 mil milhões de euros de medicamentos, com o setor de genéricos representando 51% do mercado nacional.

Ele decidiu sair com base em um processo de consenso entre os sócios, pensando que era hora de dar espaço para os outros para assumirem lideranças. A decisão foi feita com confiança, apoio familiar e um forte senso de responsabilidade ética.

A empresa investe em formação avançada para garantir que profissionais técnicos desenvolvam competências de liderança. Isso permite que eles assumam responsabilidades maiores e contribuam de forma eficaz para a inovação e o crescimento da empresa.

A ética é fundamental para ele, pois acredita que líderes sem valores não conseguem sustentar uma organização. Ele respeita as opiniões alheias, promove a transparência e considera que a confiança entre os membros da equipe é essencial para o sucesso da empresa.

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