Na política e na Copa, Trump peita juízes e muda regras
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Teksti on uutiskeskustelu, jossa analysoidaan kahta ajankohtaista aihetta: Yhdysvaltojen ja Brasilian välisiä kauppaneuvotteluja sekä Donald Trumpin sekaantumista jalkapallon MM-kisoihin. Ensimmäisessä osassa käsitellään Brasilian hallituksen ponnisteluja välttääkseen Yhdysvaltojen asettamat korkeat tullit. Neuvotteluissa on ilmennyt vaikeuksia, sillä Brasilian hallitus on haluton tekemään merkittäviä myönnytyksiä, kuten alentamaan autojen tuontitariffeja, koska se pelkää Kiinan tuotteiden tulvimista markkinoille. Asiantuntijat kritisoivat Brasilian strategiaa ja toteavat, että maan tulisi hakea laajempaa kauppasopimusta Yhdysvaltojen kanssa sen sijaan, että se käyttäisi asiaa poliittisena pelinappulana. Toisessa osassa tarkastellaan Trumpin poikkeuksellista väliintuloa MM-kisojen tapahtumiin, jossa hän yritti kumota yhdysvaltalaispelaajan saaman punaisen kortin. Tämä herätti laajaa kritiikkiä ja syytöksiä urheilun politisoitumisesta. Lisäksi tekstissä nostetaan esiin Trumpin hallinnon korruptioepäilyt, kuten hänen perheensä kryptovaluuttatulot ja FIFA:n kyseenalainen maine. Kokonaisuudessaan teksti kuvaa Trumpin hallinnon aggressiivista ja usein epäsovinnaista toimintatapaa sekä kotimaassa että kansainvälisissä suhteissa.
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que estaria e fosse estar lá para impedir a realização do comércio em a maioria dos produtos e que eles exportariam muito mais para o Brasil se não fossem as altas barreiras protocionistas. Tem um ponto interessante de gente que o Orival está dizendo, que a gente passou o dia conversando com quem está lá, negociador, representantes dos setores e tal. E, diferentemente das outras discussões que aconteceram até aqui, ficou muito óbvio, até é uma curva de aprendizado dos americanos, porque desde que o tarifáso começou, como a ideologia e o discurso político dominavam muito, parecia uma loucura, a gente assistia aos americanos a aceitar uma tarifa que prejudicava a sua cadeia produtiva. E uma das diferenças apontadas no debate de hoje era a preocupação do departamento, mas também das empresas americanas que estão lá, no agro negócio, por exemplo, tinha mais representantes do agro negócio americano do que do agro negócio brasileiro e muitos, muitos setores dizendo, olha, isso vai me prejudicar por causa da minha cadeia produtiva, porque eles compram muita própria carne, por exemplo, tem lá uma discussão, o setor de carne nos Estados Unidos tenta impor de alguma forma que a tarifa está nova a mesma coisa, mas café, por exemplo, há outros produtores que estão preocupados, porque o produto brasileiro faz parte da cadeia, a mesma coisa no setor de máquinas e equipamentos, que foi uma preocupação que não tinha parecido ainda, não da forma como surgiu hoje. E o questionamento do departamento de começo também veio nessa linha, de querer entender em que parte o Brasil está e quanto é que nos custa tirar o Brasil dessa equação da cadeia produtiva dos Estados Unidos. Isso pode alguma forma ser um bom argumento não para evitar, mas para mitigar as tarifas. Daniel. William, a última reunião negociadora, pra além do que se está discutindo em Washington ali das sessões finais, discutas do U.S.T.R. Conselto-Aprilvado, pra além disso, existe uma negociação bilateral em curso. A última reunião aconteceu em caráter virtual na quinta-feira da semana passada, participou o que o ministro do Desenvolvimento Marcielias Rosa e o James Sungrier, chefe do U.S.T.R. e Equips. A expectativa até o dia 15 de julho é que aindaja pelo menos uma reunião mais de caráter técnico e uma reunião entre Green, Marcielias Rosa e Mauro Vieira. Hoje, o sentimento no governo brasileiro é de que é difícil escapar, de uma recomendação do U.S.T.R. pra tarifas. Aí o Trump decide, mas que é difícil. O esforço tem sido de não permitir que as negociações se encerrem, mas há uma queixa no governo brasileiro de que os americanos são ou amigos ou confusos ou não vão ao ponto da negociação mesmo. Qual que é a demanda americana apresentar uma demanda por tarifas menores pra carros? Aí o Brasil comentou, olha, seu baixa tarifa pra carro, quem vai entrar aqui é o carro chinês e a GM quebra no Brasil. Então, o que os americanos querem efetivamente? Isso até agora não tem sido fácil para os brasileiros de entender e se atribuir isso a política. Agora, me chama atenção só pra completar a tentativa do setor privado de se excluir do tarifas. A tauros, por exemplo, fabricante de revolveres, tem uma operação dos estados vezes e está investindo 300 milhões de dólares na fabricação de cartuchos, de balas pros revolveres em Oklahoma. E está dizendo que a mistclua da lista, tira a pólvora da lista ou tira máquina com as quais eu vou fabricar os cartuchos e as balas aqui, que você não não tem investimento de 300 milhões de dólares. Esse é um argumento técnico do lado empresarial e que tem de acensibilizar o EUSTI. Lucas, no fundo a gente veio como vocês descreveram. Algumas discussões de caráteral, totalmente técnico. Outras realmente levadas adiante por especialistas em comerci. Parte delas, sobretudo aquelas que têm um envolvimento de seguimentos privados da economia brasileira, dizendo que os americanos recarçam isso aqui ruim para todo mundo. Agora, se há uma decisão política, tudo isso daí é gastar saliva. Olha, William, eu entendo que a discussão é parcialmente política. Eu acho que já foi mencionado até pelo Lourival, existe ali a percepção do governo americano já de muito tempo, que o governo brasileiro, aliás, o Brasil, como um país, como um parceiro comercial, é um país muito fechado. Com altas barreiras, não só tarifárias, como também barreiras, não tarifárias. Então, eu acho que essa questão vai muito mais pela tentativa do Trump de uma renduncialização via substituição de importações, do que muito mais uma questão política, muito embora a decisão final será política. A gente sabe que a decisão final é do próprio Trump. Mas como ele tem agido com outros países, se nós tirarmos o exemplo do que a gente tem tido de outras negociações, o Trump tem sido muito duro e muito incisivo nessa questão de abertura, de concessões significativas dos seus parceiros comerciais e muitas vezes no posição maximalista do seu lado, de não mexer nas suas tarifas, não mexer no acesso ao seu mercado, inclusive está exigindo contra partidos de investimentos. O governo brasileiro, ele adotou a política distinta dos outros países, até mesmo da audião europeia, do Japão, da própria Índia, que decidiram abrir negociações com o governo americano. O Daniel mencionava essa questão da Atari FMFN, quer dizer, nós não podemos reduzir o Atari Fadi automóvel, porque se o Brasil reduz a Atari Fadi automóvel, ele terá que fazer uma redução em FN e outros países também se beneficiarão dessas tarifas. Fato é que o Estados Unidos hoje, ele já não negocia mais sobre a lógica das regras multilaterais de comércio, de sistema multilateral de comércio, que ele próprio ajudou a construir desde Vinocesse 47. E essas regras multilaterais em dos hoje já não valem mais. Então na minha visão, o que o governo deveria ter feito era buscar um engajamento mais forte de uma negociação mais ampla com os Estados Unidos. E aí sim o governo poderia fazer concessões núnias laterais, que na minha visão é isso que o governo espera, o governo americano espera do governo brasileiro, e o que o governo brasileiro ainda não fez infelizmente, para, digamos, a massorte aí de setor privado. Não fez porque em ver nisso uma vantagem eleitoral? É claro, porque pensa como aliás, o Brasil vem pensando há muitos anos com algumas pausas, mas as pressões, sobretudo bem-dústria e de setor do etanol, são muito fortes, pressões políticas. Então aliás foi exatamente esse governo que lá atrás torpediu a área de livre começa nas américas. Nós estamos um 20 anos, um mesmo aniversário. Exato, e propositalmente assim, conscientemente. Então poderia-se em tempo-scaradon caminhe de um acordo bilheteral, que fosse aceitável pelas regras da MC, mas vai encorcer argumento maximalista de que, "Ah não, então, se eu cede, eu vou ter que cede para todo mundo", e tal. Não foi assim da negociação da União Europeia, com Estados Unidos, do Japão, da Coreia do Sul, da Índia, enfim, de todos os países que negociaram. Na verdade, o Brasil não negociou com os Estados Unidos. Quis dar uma aparência de negociação, mas no fundo não eu vou em conta as demandas americanas, porque é primeiro porque não acredita na redução de tarifas. Acredita nessa política existe desde os anos 1930 de substituição de importações no Brasil. E segundo, porque talvez veja algum benefício político eleitoral em manter esse conflito. Com que a gente cai na presença do senador Flávio Bolsonaro, eu acho que estão para falar cinco minutos amanhã nessa audiência pública, a audiência dedicada a sociedade civil, diga-se de passarem. Não é para que as pessoas não se confundam uma negociação entre governos. É um ritual, uma liturgia, um procedimento, no qual todas as partes da sociedade envolvidas um lá e apresentam o que acho que devem apresentar. O que ele consegue? É uma audiência pública, qualquer um pode participar. Você sabe que eu ia introduzir aqui o Ilhan, os riscos, porque a gente nessa primeira rodada a gente tratou aqui das novidades mais ou menos boas, do discurso de ser mais técnico das perguntas, de haver a possibilidade de mitigação, para um setor, para o outro, ao mente de lisa de recepção, mas em risco, o Flávio Bolsonaro é um deles. Não necessariamente um risco que vai fazer o estazônismo da ideia. A gente já viu que eles não vão mudar de ideia em função de um ou outro. Mas o risco é de atrapalhar essa conversa mais técnica ou de provocar a volta de uma discussão ideológica. E assim, tem um risco político aqui, pro Flávio Bolsonaro, de novo produzir material de campanha para o Lula. Mas tem um outro risco aqui, que um dos grandes negociadores que está lá me chamou atenção. Flotar hoje o que me chamou atenção é que tudo bem, eles estavam preocupados com essa negociação que não atrapalhar essa cadeia produtiva. Mas ao mesmo tempo estavam muito interessados em saber e foram perguntando as empresas americanas se tirar o Brasil quem pode substituir o Brasil. Essa pergunta foi feita alguma coisa.
Mas, às vezes, claro que eles vão tomar a decisão daquilo que for menos caro para os Estados Unidos, mas eles estão tentando olhar. Esse é um dos pontos, por exemplo, da Ancha da Câmara Brasil, Estados Unidos de Comércio, de dizer para eles, se vocês terem farem o Brasil, vocês vão ser inundados por por adultos chineses. Daniel, qual é o risco de flávio Bolsonaro para ele mesmo? O risco é de, na prática, de se transformar ainda mais num imenso cabo eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição. Os últimos gestos de flávio Bolsonaro minaram os esforços de uma campanha que vinha sendo tocada por gente da política, bastante profissional e os resultados estavam aparecendo nas pesquisas, a partir do momento, em que, entre a fundo, a família Bolsonaro, a franquia Bolsonaro, o efeito se faz sentir. É só importante, é óbvio que a gente vai estar absolutamente atento amanhã, a fala de flávio Bolsonaro, mas é importante ter presente de que, embora ele esteja falando em Washington, o discurso está sendo feito para cá. Lá na audiência pública da sessão 3.1 é o terceiro, é o quinto escalão do EUS-TAR, quem vai estar escutando. Flávio Bolsonaro, CNI, CNI, A, Amechan, ali quem tem o poder desse zóio não vai estar na audiência pública, ele vai estar falando fisicamente em Washington, mas entregando uma mensagem pro eleitor aqui no Brasil, e risco imenso do tiro sair pela colátrio. Isso aí, Lucas, para encerrar tem um minuto ainda, chama-se a contaminação da política inevitável. Sem dúvida, o Ilha, infelizmente, essa politização, na verdade, ela não começa agora, eu diria que a politização, especificamente na questão do tarifácio, ela começa em 2 de abril. Quando o Brasil teve uma tarife de 10%, ficou ali entre as tarifas menores, de todos os países que foram tarifados, e não buscou a negociação em nenhum momento. Então, não é agora que o Brasil vai querer mudar a sua posição. O Nula, ele claramente tem a ideia de que a polarização com os Estados Unidos, o beneficia politicamente é assim ele tem agido e assim ele continuará agindo. Então, a expectativa é que, de fato, o Brasil seja tarifado nos 37,5% somado, as duas investigações, e com isso, sairá perdendo ser toprivado. Esperamos que com essas gestões que estão sendo feitos em nível técnico, a gente consiga ampliar essa lista de exceção e diminuir esse impacto negativo para as empresas exportadoras brasileiras. Queria começar por você, Lucas Ferraz, esse secretário de Comestrinho do Brasil, meu agradecimento pela participação no programa em Boa Noite. Boa Noite, Ilha, muito obrigado pelo convite. Especeldos meus colegas, Daniel Rita e Boa Noite, Thaís, que é de Boa Noite. Eu continuamos juntos aqui, vamos para o intervalo, depois disso vamos falar de Trump na Copa do Mundo. Até já. A gente está voltando no intervalo dado conosco agora no programa. Nós estamos com o pódio, lá dos Estados Unidos, está falando direto, está interrompendo a assistir o jogo. Caros Gustavo, pódio, Bíri, a Coleg, professor de Ciência Política. Só para deixar aqui pela transparência, muitas pessoas nos ouvem como podcast, muitos horas depois do programa, momento em que estamos conversando, a Bélgica já está infiano 3 a 1 nos Estados Unidos. Pode, obrigado por estar conosco Boa Noite. Boa Noite, Willha, o rival, para dentro daqui de volta com vocês, aqui nos assiste pela CNA. Poucas coisas, como melhor vamos dizer diferente, o Trump se interessa por qualquer coisa que faça as pessoas a falar dele. E essa foi realmente uma das escalas imprevisíveis. Nem a Copa do Mundo, ele deixou de fora dessa lista, como é que eu posso fazer para aparecer? Ele pediu a retirar de um cartão vermelho, na verdade ele pediu que a suspensão causada pela aplicação de um cartão vermelho há um crack americano, que é crack americano, se a supermercorte mantiver a decisão, que se não lhe não podia ser crack americano e assim americano. Pediu para a FIFA suspender a suspensão, a FIFA topou, confira. Trump ia admitir o que ligou para o presidente da FIFA, Johnny Fantino, para contestar a expulsão do atacante Fularin Balagun. O jogador fez uma falta dura na partida contra a voz, de pelos 16 a.v.s de final da Copa do Mundo. E estaria fora das oitavas contra a Belgica. Segundo o The Atlantic, sessão de esportes do New York Times, o governo Trump recrutou advogados para formar um doce e contra o árbitro da partida, o brasileiro Rafael Klaus. A defesa argumentou que a expulsão foi injusta e acusou Klaus de estar envolvido num esquema de manipulação de resultados no Brasil. A FIFA não viu indícios dessas irregularidades. A CBF rebateu as acusações. Dice que o brasileiro é um dos melhores em atuação com uma trajetória marcada pela excelência técnica, ética e absoluto respeito ao futebol. Klaus apita as principais divisões do campeonato brasileiro e competições americanas. Essa é a segunda Copa dele, tendo trabalhado em jogos de Espanha, Inglaterra e Marrocos. Pedrações criticaram a interferência do republicano. A UEFA instancia máxima do futebol europeu, disse que a revisão cruza uma linha vermelha e classificou a medida como incompreensível injustificável. O ministro das relações exteriores da Béurgica e a Isarbietro Maxim prevou, pontuou que se autorização para balagum jogar veio por meio de Donald Trump, as regras do futebol do esporte estariam minadas. Mas essa não é a primeira polêmica. Washington permitiu que a deligação iraniana entrar se no território americano somente um dia antes do jogo e barrou a entrada do árbitro da Somalia, o Marartã, do país por supostas ligações terroristas e o deportou. O mar negou as acusações e disse ter sido vítima de preconceito. Antes da Copa, infantindo, entregou um prêmio da PASTA Trump. Essa foi a primeira edição do prêmio e marcou a aproximação entre os dois. Pode ter um tempo de vista. É interessante. Porém, a gente não sei se as pessoas confiou com a gente com férias como eu disse com teudos no WWM, a polêmica, a polêmica, mas esses três a ontem, que infiaram na conta do Trump. Assim como se houvesse uma vitória certamente do Donald Trump, queria que ele faturar em cima da vitória. Imagina você que os Estados Unidos ganhassem esta artida e o jogador que fez o gol dos Estados Unidos fosse esse jogador que envolvido toda essa polêmica. O Donald Trump certamente traria para si os créditos. E é esse o problema. Veja a questão. Não é nem a decisão técnica, essa FIFA, pode não fazer isso aquilo. A FIFA vamos lembrar que não é uma instituição com já credibilidade institucional, também seja intercável. Não é que a gente tem diversos problemas de corrupção, já largamente documentados, mas a questão é o envolvimento do presidente americano nessas questões. O presidente americano falaram sobre isso, isso cria uma impressão clara de interferência, isso cria uma maior vontade com relação ao time inortamericano, como tudo que o Donald Trump faz. Desta forma que ele está acostumado a girar, a gente viu aí um padrão Trump de a Koação que é como ele vem atuando desde da época de negócios de imobiliários, de Nova Orte, que é a CD de aproveitar todas as brechas possíveis. Essa é a brecha, ele aproveita, se não a brecha, ele cria a brecha para poder explorar aquilo que é para o seu próprio benefício. E que a gente podia esperar no fundo do Norivó? Se a gente pega o noticiário a respeito do enriquecimento do Trump e da família dele desde que ele voltou o cargo, pode se referir a carreira dele, como um taicum, como um grande empresário, usando os métodos quaisquer ao alcance para ficar rícolas atrás no setor imobiliário. Mas nós estamos falando agora de criptomoeda, nós estamos falando da facilitação de negócios com países estrangeiros dependendo das negociações de el políticas e por aí vai. 2 bilhões de dólares em um ano e pouco, isso está sendo chamado claramente pela imprensa ou parte da imprensa americana de corrupção. A gente pega a FIFA, Zep Bratter, eu cobri esporte muitos anos, inclusive Copa do mundo como repórter de televisão. Tem poucas figuras mais execradas do que esse ex-presidente da FIFA. E o atual presidente da FIFA, que veio para limpar o cheio.
continuo a chequeiro continuo a cheirando mal a FIFA em termos de como é que se manipolou um verba, antes por esperar o que conjunta Trump que tem um ar de corrupção com a FIFA que continua nadando na corrupção. Essas duas bilhões de dólares são uma declaração oficial do presidente para o escritório que cuida das finanças do presidente de acordo com a lei, então não é uma especulação, é o fato em um ano, primeiro ano de governo, ele só com criptomoedas, ele ganhou um bilhão com 500 milhões de dólares promovendo as próprias criptomoedas e da família dele e com desregulação do setor, assim por diante. Mas essa interação realmente entra a FIFA e o presidente americano, algo que vem causando muito atrito, muita indignação na verdade, desde dezembro quando o presidente da FIFA criou um prêmio para o presidente dos Estados Unidos, então assim é um movimento de bajulação, de aceitar e de atender aos pedidos que resultou nisso, uma situação incrível realmente conflitante para o futebol, porque o esporte ele vive das regras, assim se você burla as regras visivelmente dessa forma faz um trânsito de influência assim, a escancarada, é algo que realmente como disse o chanceller belga que foi hábitro, olha que coincidência, o chanceller foi hábitro ele disse, isso o solapa, mina, o esporte, não só futebol, mas todo o esporte, então você tira a coisa mais importante, mais belo do esporte que é o mérito, o mérito e o respeito à regras, é impossível imaginar a convivência no campo do esporte, sem que a regrar vale a pra todos, é impossível imaginar o governo Trump sem a gente levar em consideração o empenho dele em quebrar regras, agora a próxima que ele quer quebrar é do terceiro mandato, Patel, o que já vem sendo o palado ao contém com alguma preocupação, ele vem repetindo isso, ele repete, tipo, ozinho que ele já está no seu terceiro mandato, dizendo que o segundo mandato ele é sido a vitória dele nas eleições de 2020, né, que é a legatirência do FALDAT, isso é inclusive o nível discurso do 20, 50 anos, da independência dos Estados Unidos, o discurso, altamente partida, como você disse bem, o Donald Trump ele é, isso está cada vez mais para o segundo mandato, isso ficou escancarado, alguém que é, não, ele só opedece as regras que funcionam para ele, não tem o menor pudor em desobedecer qualquer regr, numa entrevista que ele deu no começo desse ano pro New York Times, perguntado sobre o direito internacional, quais são os limites da sua atuação, ele falou que ele não liga, por direto internacional, não liga, para essas regras, e os limites seriam apropiamente dele a própria consciência dele, isso revela muito, como o Donald Trump ou pego, como ele disse, como ele o peu, para os enviantes de ser presidente da república, né, é aquilo que é para os meus limites, lei é para os meus limites, para mim é aquilo que eu determinam como melhor as vantagens que eu consigo, a melhor forma possível, que isso reflete inclusive na atuação dele como o presidente homem de negócio ao mesmo tempo, o teu como o presidente pode beneficiar minha família e o meu grupo econômico que eu vou fazer, então acho que é um padrão aí muito claro que a gente tem observado de como o Donald Trump se comporta e não o nosso priende que a gente tem esse debate sobre ter o seu mandato e que em qualquer outra situação seria algo completamente fora na realidade, da mais tratando-se de um presidente de 80 anos de edades. O outro padrão talvez, se eu puder fazer o uso da mesma figura de linguagem que o pode, acabou de fazer, no caso do Trump, que é se a gente vê da FIFA, ele obriga a FIFA a respeitar o que ela mesma faz, o estipula, ao fazê-lo ele vai além da toda a selema, o escanque, o seledora, falam dele, faz essa confusão toda, foi uma chete de jornais, o mundo em jornais é um veito antigo de falar, mas eu sou danchiga, foram as manchetes sem toda, toda possível participação de mídia ao redor do alumundo, as manchetes foram hoje essa do cartão vermelho, essa. E agora ele desmoraliza uma instituição, que a FIFA é uma instituição, ele desmoraliza as regras um jogo que é realmente o grande espectáculo do planeta, entrou com o que? E prejudica a inserção do país deles, no mundo do futebol, porque que maneira que forma de atuar numa Copa do Mundo, com total casuísmo, aproveitando o poder dos Estados Unidos, vai ficar todo mundo com prevenção contra os Estados Unidos, com jogar com os Estados Unidos, será que depois os Estados Unidos vão depois obrigar a FIFA a anular destesões do juiz, que não foram favoráveis, e hoje eu risco de dizer que a ganhima essa maioria dos Estados Unidos futebol no mundo está atorcendo para a Belzca, então acaba atraindo o problema para o país dele, aí você perguntou a troca de quê? A troca de uma coisa pessoal, de uma coisa narcísica, ele demonstrou o poder dele, que, de fato, é algo extraordinário, já houve situações envolvendo a FIFA, por exemplo, Sarkozi, que depois de uma reunião com o Emir do Qatar, fez com que a sede da FIFA da Copa de 22, isso aconteceu em 2010, fosse para o Qatar contra os Estados Unidos, o futebol era contra os Estados Unidos, naquele caso até prejudicou os Estados Unidos, em troca, catar a comprou aviões da Airbus, uma série de benefícios para a França, então não é a primeira vez que há uma influência de um governante, de um presidente sobre a FIFA, mas nesse caso sobre marbitragens, é algo muito específico e muito chocante mesmo. O ódio por último, a gente tem um pouquinho, um pouquinho mais de um minuto para acabar esse segmento nosso, e lá no jogo, a gente tem ainda mais ou menos uns 15 minutos de jogo, ainda, portanto, quando a gente vem encerrando o programa, a gente não sabe, nesse e o Trump vai concordar com o resultado, possivelmente ele pode pedir a anulação dos gols da Belgrade, que tem três gols, aí um deles causados pelo goleiro americano, uma bobira de goleiro, que por vezes ouvi na vida, ainda mais em Copa do Mune, capaz que ele não sei se ele vai conseguir reverter isso, se não reverter os Estados Unidos tão fora. Agora, do ponto de vista da reação política nos Estados Unidos, a suspensão da suspensão do cartão vermelho, como foi? Eu acho que novamente não há surpresa aqui por parte nenhum dos lados, né, o que a gente vê é que os apoiadores do presidente do Trump se acham isso muito bom, e que tem que ser assim mesmo, e que, portanto, não foi merecida a expulsão do jogador americano, o Donald Trump faz muito bem de reverter. Aqueles que são críticos o Donald Trump, de alguma forma, colocam isso que a gente discutiu na nossa conversa de hoje, como o Donald Trump subverte as regras, como isso acaba sendo ruim no país do Estados Unidos, como o POR, que era apenas um questão expvertível, numa questão política, e, portanto, traz ainda uma torcida contra a torcida dos Estados Unidos, que é um pouco que o Trump tem feito mundo agora, né? A gente viu que aconteceu quando ele apoia um candidato, um candidato mundo afora, e, imediatamente, consegue aumentar a popularidade do seu opositor, aconteceu no Brasil, com a questão das tarifas, por exemplo. Então, acho que a gente já tem ali um padrão, já muito previsível nessa questão, a única novidade aqui é que agora esse padrão no Donald Trump, de hoje chega ao futebol, que é algo que já está ouvindo até a pouco tempo atrás, não dá muito a volta. Isso é um emprenso, a gente adora também um bom meme, você paramos o que consideramos aqui na nossas conversas, antes de ir pro ar, o melhor meme, sobre o que aconteceu hoje no futebol, como filho, vai afitar o final da próxima copa, possivelmente se depender de ele mesmo, né? E aí, ele vai ter, dependendo nesta depender, ele não tem impedimento, enfim, vai mudar tudo. Isso é muito bom também. Isso também é ótimo. Fira, agradecer a você Carlos Gustavo Pódio, professor de ciência política do Brie, colegido nos Estados Unidos, quem está aqui, pela participação, boa noite, confilo o fim do jogo ainda aí. - E obrigado, Carlos. - Buenidola, obrigado. - Olá, obrigado, obrigado, boa noite. - O rival, antes, continua junto, vamos para o nosso intervalo, na volta, portanto, expectativa, suma a cúpula e importantíssima, até já. A gente estava voltando do intervalo conosco agora participando ao uso de cheira, professor de relações internacionais da Universidade Federal da Paraíba e também coordenador do grupo de pesquisa em estudos estratégicos de segurança internacional. A gusto obrigado pela participação, boa noite.
do Eduardo do Rio de Janeiro. Obrigado pelo convite. Começa nessa terça-feira a cupola de líderes da OTAN e ANCARA na Turquia. O que está na pauta no fundo, fora as questões específicas, é a grande abrangência das relações entre os Estados Unidos e Europa, a guerra na Ucrania. E a capacidade de países europeus de conseguir se defender ou de permanecer sozinhos com menos participação americana tem alta relevância essa cupola. Vamos a reportagem. Líderes europeus e Donald Trump dividirão as mesmas salas de reuniões após meses de atritos relacionados a guerra dos Estados Unidos contra o Ira. Trump iniciou o conflito sem coordenação com aliados europeus, mas queria que países da OTAN liberassem bases aéreas para as ações ofensivas e adicem junto com a Marinha Americana para derrotar bloqueios marítimos iranianos. A Copa-Lenha Ankara também deve servir para os líderes europeus buscar instreitar laços de defesa menos dependentes dos Estados Unidos. Reino Unido, Holanda, Finlandia e Polônia reiteraram em comunicado nesta segunda-feira que estão fazendo progresso significativos para criar um mecanismo visando a quisição conjunta de equipamentos até 2027. O Canadá também pretende anunciar a meio a cupola uma lista de 10 países que serão os membros fundadores de um banco que visará o financiamento à renovação das capacidades defensivas de países aliados. Nesta segunda os caradenses anunciaram a compra de 12 submarinos alemãs para reforçar a segurança do país no artico. Líderes da OTAN também receberão o presidente da Ucrânia. O Lorde Merselens que deve ter uma reunião bilateral com Trump para tratar da guerra com a Rússia, que já se arrasta quatro anos. Nesta segunda, que é ve foi alvo de ataques que mataram mais de 20 pessoas. Enquanto a Ucrânia atingiu com o Trônis a maior refinaria da Rússia, a Sibéria. A mais de 2,5 mil quilômetros de distância do território controlado por forças ucrânianas. Zelens que quer mais recursos do sistema Patriot de origem americana para defender o país de ataques rusos. E diz que que a eviteria condições de produzir os por conta própria se recebesse uma licença de Washington. Carno Zogos de novo, carinho que tem pela nossa audiência. O pessoal está assistindo o jogo Estados Unidos e Belga que nós estamos no ar. Muita gente vai nos ouvir depois, por enquanto o jogo continua a treizar. Um faltando fora no tempo regulamentar em torno de 5,6 minutos. A Belga está levando os Estados Unidos por 3,1. As orélias o Trump vão tá quentes nesse encontro da OTAN. Começa que a sede da OTAN é bruxelas. Tem nada a ver com o governo Belga, mas fica na Belga. O Trump fez toda essa palhaçada num ter outro nome. E vai agora para uma reunião, essa sim de fato. Com enormes implicações. Eu acho que futebol tem muita implicação na humanidade, mas eu não quero ter de viver versar quem torna essas licenças poéticas. O que está em jogo lá em Ancara, onde o Orélio do Trump vai ouvir muito sobre futebol, é uma questão realmente vital para nós, inclusive no Brasil e o Augusto. Que é, qual é a sobrevivência desse pacto militar que até aqui foi por principal pacto militar o planeta? William, eu acredito que essa cúpula terá como efeito uma participação muito melhor da Turquia na Copa. A ideia ao meu ver é uma tentativa de criar um ambiente muito favorável, para que a indústria de defesa turca possa ser um importante apoio dentro do processo de hermamento europeu. É sabido como quem acompanha a WW sabe muito bem que o processo de cooperação iria a rindo dos Estados Unidos enquanto a linhaça militar defensiva é algo que se encontra profundamente fraturado, seja na perspectiva simbólica da confiança da terremça americana para a Europa, mas também na perspectiva material, especialmente com o que compete ao auxílio financeiro, ao auxílio de meios de homens americanos. A cincenda essa cúpula que é muito mais algo como voltado ao accountability relacionado a como os países da OTAN entregam, estão entregando o que foi prometido em aia no passado, se coloca mais importante o dinheiro que se encontra na mesa, agora tem que se conveter em capacidades de poder militar, nesse sentido a Turquia, isso é um industrial defesa, a cena como importante a torna esse processo William. Boa parte das reuniões da OTAN, as últimas duas reuniões anuais pelo menos, lorival, elas estão sob o contexto da guerra da Oclangue, isso estão muito condicionadas pelo que acontece no campo de batalha, independentemente das questões mais amplas do enfrentamento entre OTAN e a Rússia. O que está acontecendo no campo de batalha atualmente era um ano atrás, impensável, exatamente, verdade, qualificação, impensável, que me lhe disse condiciona esta reunião. Oclangue recuperou 400 quilômetros quadrados em abril e maio, segundo o Instituto de A Guerra, que é referência mundial, nestes dados. A Uclangue está, a gente acabou de ver, é espantoso, o Clangue atacou uma refinaria na Siberia. -2007 c. - Pois é, isso é muito longe, isso significa que os projetos, os Uncranianos atravessaram todo, dá para dizer isso, todo o sistema de defesa anti-air rúso. A Rússia não é um tígido de papel, não dá para dizer isso, é uma potência nuclear com grandes ativos, grandes vantagens militares. Mas isso demonstra uma fragilidade em um dos aspectos, que é um dos aspectos importantes estratégicos de um país, que é brutal, que é um país pequeno, que consegue atravessar os passairos dessa forma do termota retório. É interessante, a Uclangue, a gente pode fabricar os petros aqui, porque a Uclangue tem uma enorme capacidade, historicamente, na União Soviética, que ela tinha essa função de fabricação, lançamento de foguetes, inclusive, especiais também, e essa tecnologia contigo, que é a tecnologia de uso militar. E a Uclangue reescrive a história das guerras com uso dos drones aéreos e marítimos. E essas ataques as refinarias, instalações petrolifras, estão causando um grande trastor na economia russa, os russos com um escassez de combustível, e não só os civis, mas dos militares também. E o Putin já ensinou, já sugeriu, o que gostaria de negociar. E o Trump já reconheceu, diz que os combatentes, o Craniano, são muito bons, são muito fortes, que é o Craniano, aquela discursal de que você não tem as cartas para o Craniano, em fevereiro do ano passado, isso acabou, o Trump já está reconhecendo, então o Craniano vive um momento interessante. Só para ajudar as pessoas a ter uma ideia, assim, espaço, como se os Cranianos, quando eles bombardearam agora com drones a Ciberia, já como se disparasse daqui de São Paulo, para acertar um alvo em Recife. As pessoas sementem do percurso, que essa plataforma deixou para trás. Algo estou, vamos pegar o caso dos europeus agora. Um ano atrás, previa-se que os europeus não seriam capazes eles de proporcionar o Craniano e o Craniano precisaria para conseguir se quer sobreviver a guerra, em que mudou isso. O William, primeiro, vários países da OTAN foram mais resolutos no torcante, a obtenção de recursos para o processo de rarmamento. Segundo, apesar da fratura em relação a expectativa americano de apoiar ao Craniano, vários países da OTAN, particular no pléi, na Europa, continuaram financiando a quiseção de menos dos Estados Unidos para inviír direto ao Craniano. O terceiro, não menos importante, é obviamente a tentativa de avanço de integração, de lucro de defesa Craniana, inclusive de seu modelo de nova família, com a reenergia de lucro de defesa europeia, que obviamente, apesar de conseguir avançar na obtenção de recursos, em particular como prensos os aumentários importantes, como você dencompanha no caso da Alemanha, com uma maior flexibilidade fiscal de sentido, tem-se, obviamente, dificuldade entre sair pelo assamento de um processo de reorganização de seteiro industrial, especialmente para a produção de involuntos, sistemos de armas, com muitas vezes, são complexos, em curto espaço de tempo. Entretanto, vários países têm avançado na sequera, mas a dependência em relação aos Estados Unidos ainda é profundamente robusta nesse sentido, entre tanto, a avanço. Um pouco que não podemos tirar da nossa conversa, o Lleval, o que nós queríamos entender, inclusive, os razões para a existência do Tanki A Rousse, que a Moscou, o que é o tanto preparado a C em relação à Rousse agora? Ela passou por dois renascimentos nesse processo, primeiro, com a União do Tanki, adquiriu uma razão de ser com a invasão em grande escala da Rousse, em 22, a Tanki estava buscando uma razão de ser.
depois, o segundo mandato do Trump, que desloca a necessidade de liderança desse processo de reunião, de coesão dos Estados Unidos para a Europa. E agora existe uma dificuldade que é orçamentária. Os seus países enfrentam eleições, como oposições muito fortes e tal, que resistem muito os alcamentos dos recursos sanmentários do Elf-Ferst-Tetos, está de bem-staste social europeu para a defesa. George and Melonis está enfrentando isso e todos enfrentam. Então é uma demanda muito forte por liderança neste momento, os presidentes, primeiros milhocios, serem capazes de convencer a sua população de que existe uma mesa existencial de que a Europa está sozinho, não pode contar com os Estados Unidos e que a defesa é essencial e que isso pode ser um motor de crescimento econômico, inclusive, como acontece em algumas situações. Então esse é o desafio político que esses países integrantes doutar têm pela frente, talvez não caralhadasse de mais fácil porque ele foi ameaçado de anexação pelos Estados Unidos. E o que que fez o Acabou de fazer o Canadá agora? O que acabou de fazer? Comprasso. Foi o que é o Comprasso de Marinos na Alemanha. O que está tomando o emprestado, está se individando em 800 bilhões de euros, 800 bilhões. Isso dá mais de 1 trilhão de dólares para que? Para se rearmar? Algo este seu caminho? Sem dúvida William, eu creio que como o Louridval bem coloca, a panorama gel político não tende a melhorar. A Rússia seja uma meiaça, factual ou imaginária, ela se impõe de forma muita vacaladora com movimentos muito claros. Primeiro, a nova expansão do Altham para a filão de Suécia, segundo uma clareza muito grande da possibilidade do teste de Narva de Infato ou Correr, em terceiro, não menos relevante. A sensação de solidão europeia em relação dos Estados Unidos. Esfatores como bem coloca o Louridval podem funcionar, inclusive no contexto europeu, em que a Insenismo militar, fundamental para o tentativo de integração dos sistema industrial voltado a armas e, obviamente, estruturação orgística ao Altham, mas também ao reposicionamento da Altham, em particular da sua parcela europeia, seja um contexto de uma decadência americana dentro da região, dada sua retração estratégica possível, mas essencialmente pelo destino geográfico de terapúrcer a suas portas. Assinsendo esse movimento muito bem cabeçado, por exemplo, pela polônia, pode se expandir especialmente para os membros de Altham, da parcela ocidental. O Gostro, nós estamos acabando no nosso segmento, o jogo está acabando nos Estados Unidos, o Estados Unidos está levando de quatro. Quatro a um é, com o dinheiro meus velhos e saldosos, companheiros e coberturas portivas, difícil uma despedida mais melancólica do que essa. Eu não vou dizer, por último, dos Estados Unidos, que a gente até aprendeu a respeitar e gostar mais pro Trump, que bom que ele mexeu e tomou de quatro. Algo muito obrigado pela participação aqui no Brasil. Muito obrigado pela participação, boa noite, por favor. Pessoal, para mais conteúdos sobre os temas que nós tratamos aqui, até futebora nossa página prometo. Pague na ajuda da abdada de um site da CNN, confira. Essa edição agora fica por aqui. Obrigado, boa noite. Peroostin Püereiluva é teita valmistavan ornotin vuana 23/13. Mielestani parasta Shopify saa se, que é que pode me harioitar liqueito em irman tecnista
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Podcast Summary
Key Points:
- Tekstissä käsitellään kahta pääaihetta
Summary:
Teksti on uutiskeskustelu, jossa analysoidaan kahta ajankohtaista aihetta: Yhdysvaltojen ja Brasilian välisiä kauppaneuvotteluja sekä Donald Trumpin sekaantumista jalkapallon MM-kisoihin. Ensimmäisessä osassa käsitellään Brasilian hallituksen ponnisteluja välttääkseen Yhdysvaltojen asettamat korkeat tullit. Neuvotteluissa on ilmennyt vaikeuksia, sillä Brasilian hallitus on haluton tekemään merkittäviä myönnytyksiä, kuten alentamaan autojen tuontitariffeja, koska se pelkää Kiinan tuotteiden tulvimista markkinoille.
Asiantuntijat kritisoivat Brasilian strategiaa ja toteavat, että maan tulisi hakea laajempaa kauppasopimusta Yhdysvaltojen kanssa sen sijaan, että se käyttäisi asiaa poliittisena pelinappulana. Toisessa osassa tarkastellaan Trumpin poikkeuksellista väliintuloa MM-kisojen tapahtumiin, jossa hän yritti kumota yhdysvaltalaispelaajan saaman punaisen kortin. Tämä herätti laajaa kritiikkiä ja syytöksiä urheilun politisoitumisesta.
Lisäksi tekstissä nostetaan esiin Trumpin hallinnon korruptioepäilyt, kuten hänen perheensä kryptovaluuttatulot ja FIFA:n kyseenalainen maine. Kokonaisuudessaan teksti kuvaa Trumpin hallinnon aggressiivista ja usein epäsovinnaista toimintatapaa sekä kotimaassa että kansainvälisissä suhteissa.
FAQs
Herkku Premium -tuotteet ovat valikoituja korkealaatuisia elintarvikkeita, jotka ovat saatavilla ruokatorilta.
Savin asunto esittely on siirretty huomiseksi.
Trump yritti peruuttaa amerikkalaispelaajan ulosajon, mikä herätti kritiikkiä ja syytöksiä poliittisesta sekaantumisesta urheiluun.
Brasilia saattaa joutua korkeiden tullien kohteeksi, mikä haittaa vientiä, vaikka teknisiä neuvotteluja käydään poikkeuksien saamiseksi.
Flávio Bolsonaro osallistuu julkiseen kuulemiseen, mutta hänen puheensa on suunnattu enemmän Brasilian sisäpolitiikkaan kuin varsinaisiin neuvotteluihin.
Brasilia saattaa menettää markkinaosuuksia USA:ssa, ja Kiina voi täyttää tyhjiön, mikä heikentää Brasilian taloutta.
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