Moraes, Lula e Alcolumbre se juntam na hora do aperto
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O programa WW aborda a reconciliação entre Lula e Davi Alcolumbre, mediada por Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, em um jantar que durou três horas. O encontro, visto como "jogo zerado", ocorre em meio a investigações da Polícia Federal que atingem os três líderes, incluindo o escândalo do INSS e o filho de Lula. A análise destaca que eles controlam apenas parcialmente esses fatos, com um choque crescente entre Legislativo e Judiciário que as eleições podem agravar. Em paralelo, Flávio Bolsonaro anunciou Alfredo Gaspar como vice, escolha improvisada e criticada por não atrair eleitorado feminino ou nacional, mas focada em atacar Lula em corrupção e segurança pública, áreas onde o petista é frágil. Gaspar, relator da CPMI do INSS, enfrenta acusações de estupro de vulnerável, o que enfraquece a chapa. A saída de Marcola da campanha de Lula, após receber dinheiro de suspeita, busca preservar o presidente. Especialistas apontam que a eleição será apertada e imprevisível, com fatores como economia, percepção de rumo do país e investigações definindo o resultado, enquanto a falta de mulheres nas principais candidaturas é um ponto crítico. A reconciliação entre Lula e Alcolumbre, articulada por ministros do STF, é vista como essencial para a governabilidade, mas os desafios permanecem complexos.
[Música] Boa noite, Esqués Canine Brasil, e este é o WW. Foi na casa de Alexandre de Morais, o Jantar de Reincontro, entre o presidente Lula e o presidente do Congresso da Vía, ao columbo, e ocorreu na noite de terça-feira, durou três horas. Em público, se lembrou-se ao casião como o jogo zerado, e foram tratadas, também é o que se diz em público, pautas de relevância na agenda do Senado, várias sem dúvida, tem enorme peso, sobretudo na questão fiscal. Mas a principal dessas pautas é política, e não se fala muito disso em público. Lula, Morais e ao columbo têm um problema em comum a resolver. São as investigações da Polícia Federal sobre o Banco Master, sobre o Escândalo do IAS e sobre o filho do presidente. Numa das hipóteses e hipóteses, o que a Polícia trouxe a pública, seja porque vazou, seja porque prosseguiu pelos canais formais, o que ela trouxe a prejudica campanha de Lula, as chances de alcluíber-se e reeliger o presidente do Senado, e a própria situação de Morais dentro do Supremo. Mas a hipótesse é diretamente ligada ao que acontecer nas eleições. Com o de um melhor resultado nessa circunstância, para todos os envolvidos, seria a continuidade de Lula na presidência. O problema para os convívores desse jantar está nos fatos que eles controlam só em parte ou muito pouco. O mais abrangente desses fatos é o formidável choque entre legislativas e judiciário, que atores políticos individuais não conseguem mais dirigir, e é um choque que está piorando. Conflito que as eleições tendem por sua vez a gravar, devido a esperar a eleição de uma maioria de cento direita. Mais urgente a questão das investigações da Polícia Federal. É outro ponto no qual ao colombro, em Morais e Lula lutam, mas não conseguiram até aqui ter controle total. Ultimamente, os três andaram mesmo estranhados entre si, mas a necessidade, às vezes também, é a mãe da reconciliação. Nessa edição, falaremos ainda da escolha do vice para compor a chapa de Flávio Bolsonaro e dos problemas do Partido Democrata e suas alas de esquerda nos Estados Unidos. Antes aos participantes da roda conosco agora, muito obrigado à Luca Jara Gão, cientista político, o Sòcio da Consultoria Arco, a Divais, que é a nossa parceira de conteúdo no site do WW, Lucas, obrigado por estar conosco. -Bonoite William, bonoite Taís, bonoite Caio, prazer estar aqui com vocês. -Egualmente, bonoite Taís, bonoite Caio. E, poeite muita negociação, Flávio Bolsonaro se contentou com uma chapa puro sangue na campanha presidencial. O PL anunciou Alfredo Gaspar como vice de Flávio pra sua superesa de muita gente dentro do próprio partido, reportagem de Luciana Baral. -Então, tem muita honra de anunciar aqui Alfredo Gaspar do Partido Liberal, o nosso presidente. -Foura um mês de negociações com central e outros partidos aliados. Nem uma rendeu os frutos esperados. As siglas escolheram a neutralidade na disputa presidencial, mesmo com o integrante de peso externando apoia Flávio. -É óbvio que eu batalhei muito pra que tivéssemos o tempo de televisão, as inserções com outros partidos aderindo formalmente a nossa chapa nacional, mas isso não foi possível. No final das contas, Flávio precisou voltar as atensões pra dentro do próprio PL. A escolha por Alfredo Gaspar pegou até corri-lijonários de surpresa. Na noite, anterior, a oficialização como vice na chapa de Flávio, o PL lançou o Gaspar como candidato ao Senado por alagoas. Flávio, inclusive, chegou a parabénizar o agora-companheiro de chapa pela candidatura ou com o gresso. Gaspar é natural de maisseio, capital de alagoas. Antes de se tornar deputado federal, foi para o motor de justiça, procurador geral de justiça e secretário de segurança pública do Estado no governo de Rena Filho. Alguns aliados avaliam que o parlamentar não agrega votos junto ao eleitorado feminino e não agrado mercado. O grupo também questiona a força do nome de Gaspar em nível nacional. Além disso, o vice de Flávio responde no Supremo Tribunal Federal a um inquérito envolvendo um estupro de vulnerável. A audios indicariam que o deputado teria mantido relações com uma dolecente de 13 anos. Ele nega. No evento desta quarta-feira, o escolhido de Flávio buscou demonstrar força. "Eu sou um seu soldado. Estarei como para a choque na reta guarda. Sempre lê algo e pronto para se vir. Muito obrigado por essa honra." A campanha de Flávio, que era aproveitar a relatoria de Gaspar na Sepenia do INSS para focar em um discurso anticorupção. O objetivo é desgastar o presidente Lula especialmente diante de investigações que atingem seu filho Lulinha e seu echefe de gabinete conhecido como Marcola. Depois de deixar o planalto, Marcorello Santana-Ribero foi para a campanha do presidente Lula. Nesta quarta, no entanto, ele anunciou que saía do posto. Depois da revelação que recebeu o dinheiro da empresária Roberta Luchinger, suspeita de envolvimento no escândalo do INSS. A saída de Marcola visa preservar Lula e a campanha do petista. Lucas, é claro que isso daí foi uma escolha improvisada de última hora. Que está longe do que se apregou o durante muito tempo, o que poderia ser uma escolha ideal para acompanhar Flávio Bolsonaro na candidatura dele e a presidência da República. Mas o que interessa a seguinte? Qual é o resultado político? William, eu acho que o resultado político é baixo. O Flávio tentou, ao longo de toda a pré-campanha, criar uma condição para trazer uma candidata que fosse, por exemplo, a Namely, aquele que teve conversas pela Teresa Cristina, até sua assessora econômica, Daniela Marx. O problema é que hoje está cada vez mais difícil formar a coligação com partidos médios, partidos grandes do Centrão. Não há interesse dos partidos grandes ou médios do Centrão em forma a uma aliança nacional. Por várias razões pelas divisões regionais, pela polarização, pela verticalização, pelas prioridades, o partido hoje político de Centro tem como principal objetivo, um interesse em quem vai ser presidente da República. Elegei bancadas. Então acabou que ficou muito difícil achar um candidato fora do P.L. Agora, mostra algumas tendências ali da campanha. Eu acho que a escolha do Alfredo Gaspar mostra que a campanha do Flávio vai pro ataque nessa questão relacionada à corrupção. As pesquisas já mostraram que é um ponto fraco do presidente Lula. A gente apresentou exclusivamente aqui na CNN, uma pesquisa arco de Vice Atlas Intel, que mostra chamada raizas da rejeição, que mostra que quem não vota no presidente Lula não vota majoritariamente por conta da corrupção. A gente tem esse episódio do Marcoa, a gente tem esse episódio do Lula, que já vem de bastante tempo, pesquisas anteriores mostram que esse caso do Lula e do NSS abalou o presidente Lula nas pesquisas. Então, o Alfredo Gaspar vai ser o porta a voz desse assunto do NSS sendo que ele foi um relator da CPMI do NSS. Se isso vai trazer muito voto, eu não sei acredito que não vai ser que não é uma bala de prata longe de ser uma bala de prata e questão de voto. A gente vai ver ainda esses aspectos, mas eu não queria atrair sobre a questão do voto feminino. A gente viu a cena, foi exibida na reportar da Luciana Amaral, e estava acercado de seis mulheres. A anunciando o homem. William, ele precisou que. É que na parte do programa que a gente fica ouvindo você. Não, ele precisou criar um cenário para justificar o fato de ter passado tanto tempo criando uma expectativa por uma mulher e aparecer com o Alfredo Gaspar. Então, ele cria esse exército de madrinhas, alguém oujou esse termo, hoje eu acho é interessante. Ele cria uma espécie de exército de madrinhas. -Ega, é madrasta. -As mulheres exápto, que ele espera que vira uma madrinha, que são as mulheres que falaria pela campanha. Uma mulher que estava ali, que chamou atenção, foi a Teresa Cristina, porque ela foi chondada para a CVS, a gente tratou disso aqui, e eu conversei com gente ali que participou desse evento e viram no gesto da Teresa Cristina, mais do que uma demonstração de apoio, um geste nobreza dela, final de conta como se ela tivesse respeitando o processo de decisão, já que ela negou, através do partido dela, que não aceitou. E vai demonstrando também que, de um jeito de outro, ela passa a ser uma aliança, mesmo que seja em direto, em não partidário, o pessoal e não partidário. Agora, o que ela aumenta, é que nenhum das principais candidaturas tem mulheres. Não tem mulheres por escolha, não tem mulheres porque, estratégicamente, em algum momento, resolveram que não teria. As mulheres estão sempre secundárias no debate, nós chamamos uma atenção aqui do discurso do Lula, da Convenção que lançou o Lula no Partido de Trabalhadores, e ele colocando a questão feminina na sua campanha, não tinha uma mulher.
é para descursar no evento inteiro, né, do parte dos trabalhadores. As mulheres perderam o espaço nessa eleição e nessa temporada político. Não, o que tivemos com mulheres candidatas à presidência inclusiva? Cair, vamos agora aquele outro aspecto, que é do ponto de vista político eleitoral, o que que Alberto Gaspar traz? Acho que traz um reforço em pontos frages e sensíveis da campanha do presidente Lula e da história do PT. Combate a criminalidade e corrupção. O Gaspar, ele tem o acivo da CPMI, foi o relato da CPMI, pedi o indiciamento do LULI. - O INSS, né? - Do INSS, ele tem esse acivo, ele tem informação, não é o que ele tem, um pendrive com ele. - Você me perguntou hoje para ele, se ele tinha, mas ele tem a memória. Então reforça muito isso. Agora, se você me perguntar, isso já não era bem caminhado esse debate, sobre essa pública. - É, eu acho que é todo mundo que faz. - Eu tenho uma leitura de que eu apostaria muito mais que uma mulher talvez trouxesse mais elementos para falar sua avisação um pouco, essa coisa do Bolsonaroismo, apagasse um pouco as declarações missogem nas lá do Paulo Figueiredo, mas você tem que fazer uma primeira campanha tinha que fazer uma escolha. Ela fez as escolhas nesse sentido do eleiturado feminino e não conseguiu. Ela tentou ter risa a Cristina, tentou. Visumbrou-se a possibilidade da Michel, mas a Michel poderia trazer mais problema do que resolver, porque os filhos não se dão, com a Michel. Isso tem um problema familiar que impacta nessa concepção toda. Isso prendeu o Alberto Gaspard. Eu pertei para ele hoje, ele falou que o Pochão não sabia. Eu fui chamado ontem a noite para o Brasil. - É, eu disse que era improvisado, perguntou. - Completamente improvisado. Então, acho que é a posta num discurso que o Bolsonaroismo venceu principalmente em 2018. Tentar resgatar isso com a informação e já nem simbá-lo, porque está pegando um imbalo bom agora de uma semana para cá, campanha. - Então, só fazer uma dendo aqui da história do Alberto Gaspard, porque não só o Flávio não escolheu uma mulher e tentou desse bastidor que revela o improviso, como existe uma fragilidade do Alberto Gaspard, que tem a ver também com esse debate sobre a participação das mulheres e tal, ele tem uma investigação por estuprodivo, um herável, ele nega a campanha toda a nega, acha que é uma articulação política, ali um ataque político contra ele, mas esse é o tipo de investigação de acusação que pesa e frangilides. - Eu me desculpe, eu falei várias vezes, o nome dele é "ado", fica aqui. Eu me desculpa sincera, as profissionais é imperluável, mas eu eu falo ao nome dele, obrigado pela correção agora. Lucas, nem vai por definição, vamos dizer. Nem tudo o que é improvisado é ruim. Vamos dizer, certo? Alguém por improvisação pode tomar a decisão política, e antes ninguém achava que seria adequada, e ela acaba se revelando uma excelente edição política. Vamos ver a tática escolhida, através dessa figura política, pelo Flávio, para compor esse, digamos, a gente imagina que se compõe um todo ali de chapa de candidato. Foi uma boa tática? Eu acho que foi médio, William. Não vejo isso como uma. Primeiro que vamos olhar as decisões de escolha de vices na nossa história recente. Escolha de vice nem sempre é para atrair voto. A gente lembra, por exemplo, em 2002, o Lula, quando traz a edia, "Alencara, é pra suave usar a imagem e juntou o setor produtivo, juntou o mercado". Quando adiou o "Miscóleo e Michel Temer" em 2010, não tinha nada a ver com voto. Era pra conversar melhor com o centrão, com a governabilidade. Quando Bolsonaro, por exemplo, escolha Milton Morão e Braganhet, era muito mais uma questão de lheaudade, de proximidade, com o mundo militar. O Lula, quando escolhe o álcool, me é pra dar uma suavezada ali também junto a classe média, pós-lavas-dato. A escolha do Alfredo Gaspar, nesse momento, é claramente pra atacar o Lula onde o Lula vai mal, que é no debate em relação à segurança pública. Isso vai ser suficiente. Eu, de novo, não vejo a escolha do Gaspar com uma bala de prata. No aixo que, no novembro, a gente vai ter aqui um WWSpecial e vai discutir qual foi o motivo de um evento alvitora do Flávio, caso ele venha a vencer, a gente vai atribuir ao Gaspar. Agora, é claro que o PT, a esquerda, o Lula não sabe direito como lidar com esse tema sensível de segurança pública e de corrupção. De novo, com a própria pesquisar quatro atlas apresentadas aqui de três meses, mostrou. E mostra que a campanha vai pro ataque nesse estémas. Como devem ser uma eleição muito apertada, William como foi, em 2022, definida ali por poucos pontos percentuais e muito, na minha opinião, ligada à última semana, aos últimos dez dias da campanha, os fatos, as mensagens, à última debate, as últimas propagandas, aos últimos vídeos virais, a campanha do Flávio faz uma posta e tenta atrair esse eleitor que rejeita ambos independente do meio muito do sudeste, urbano, com auto acesso à comunicação para relembrar por que eles rejeitam o PT. E nisso, atentar atrair esses poucos pontos percentuais que podem fazer a diferença no final. Não vejo com uma bala de prata, mas pode ser útil, principalmente nesse tipo de eleitor. Isso é um pouco interessante, que o Lucas levanta, Kai. Acho que vale a pena te dar uma espiada de uma forma um pouco mais sabrangente. Há vários elementos que influenciam uma eleição e nem sempre a gente consegue separar os direitinhos, a gavetinha disso, a gavetinha daquilo. Vamos lá, em fração de alimentos, a interferência externa, traduzida na relação do Brasil com os Estados Unidos, agora também com a Argentina. A gente pode considerar isso que você mencionou a imagem do candidato, associado a imagem uma mulher. Você usou até a palavra "só avisar", a imagem, as questões ligadas, como estamos tratando agora aqui, de segurança pública, criminalidade, a maneira como as pessoas se sentem nas grandidades, sobretudo em relação a esse aspecto, está feito uma escolha clara. -Sim. -Parece a partir do fato, hoje, da escolha desse nome, o que é que o PL considera que é o elemento central definidor da eleição. -Sim. -Vom, Féri? -Essa resposta a gente vai ter na segunda quenzena de YouTube. -Não, tudo bem, mas eu estou querendo considerar risco, já dizer assim. -Não, eu estou. -Eu te dou essa resposta, William, porque essa eleição é uma eleição do imponderável, do imprevisível, uma eleição que as investigações que estão em custo contra os dois lados, tem o daque rossa e do flávio, e tem lulinha, barra marcola, barra incessa do lado do lula. Então, e tem a briga da PF interna, vazando coisa de um lado e de outro, contra um e contra outro candidato. Por isso que essa possa vai ser seteira, se ela virar informação ruidosa, contra o lulinha, contra o lula, contra o marcola, contra o lulbista, amiga do lulinha. É nesse sentido que eu te falo, vai depender ali. Agora, alguma dessas cachinhas, você falou, a cachinha inflação. -Gaveitinha, vamos ver. -Sim, gente clássica, gente, convencionalmente a gente separa. -Sim. -Fatores de economia, fatores de valores, fatores de custo, como você quiser, dono minalos? -Sim. -Está feito uma boa escolha? -É uma escolha que já deu certo. Em 2018, essa escolha deu certo. Agora, 2018 era esteira da Lava Jato, esse assunto está bem alta. Eu tenho a acreditar que tanto quanto essa opção, o curso de vida, a aprovação do governo lula, as pessoas quererem decidir se querem mais quatro anos de lula ou não, ela tende a se equipar ao até mesmo a prevela ser, o bolso. Mas é uma escolha que já foi bem sucedida pelo bolso-narismo, que o petismo tem dificuldade a já visto expanto, porque eles estão, eles estão, tentando se reorganizar menos com a azululinha, mas mais com a azululinha, uma colha pegou ali, em cheio, coração do palácio do planalto, e ainda estão tentando se movimentar para sair dessa. Eles têm medo desse assunto. -Ela hora por último está aí. Essa escolha significa desprezar o que muitas pesquisas têm trazido, que é o peso do eleitorado feminino, e como que as dificuldades do Flávio em relação a esse eleitorado, podem resultar mais na frente em prejuízo político eleitoral. Foi uma opção? -O ilhão acabou assumindo esse risco, ele vai carregar durante a campanha toda, todos os efeitos de errado que eles fizeram com eleitorado feminino. Começando dessa escolha de deixar para trás o plano de ter uma vice-mulher, até a fala do blogueiro, que fica nos Estados Unidos, falando que mulher não sabe votar, entre outras coisas absolutamente absurdas e que não precisar repetir as nunca. Ele vai ter que lidar com isso, aquele legado de campanha que vai contra ele. Tem um ponto aqui, que o Cairo Trance, que é essa história da economia, a pesquisa da Génea Alqueste que veio hoje, mostrou um aumento da sensibilidade, da fragilidade, que eles são do leitou, que isto é.
a situação econômica. Olhando o país indo para o lugar errado, uma piora na percepção de pra onde está indo o país, uma piora da percepção sobre a economia nos últimos 12 meses e outra coisa. Uma sinalização, início de uma sinalização, que até esse papo de soberania, tarifaço, defesa, pesada em popularidade de Tsoa, está vendo um cansaço sobre o tratamento desse assunto, do tipo "olha, tudo bem, o flaco pode ter ajudado a provocar o tarifaço, mas quem tinha que resolver o lula". Então, o ilheitorado feminino é muito impactado pela questão econômica. Então, ele pode perder por um lado, o flaco Bolsonaro perde por um lado, mas ele pode acabar colhendo sem querer, inclusive sem apresentar proposta econômica, essa desconforto e a preocupação das mulheres com o ruim da economia. Eu vou se expandir aqui um pouquinho nossa conversa para chamar o intervalo comercial. Na volta, vamos tratar do jantar de reconciliação entre Lula e da Vial Columbre na Casa de Alexandre de Morais. Até já. Então, nos voltando do intervalo da Vial Columbre, um Lula e o presidente do Senado da Vial Columbre, tiveram encontro na noite de terça-feira ontem, após meses de desentendimento, um grande parte desse desentenimento foi trazido a público. Essa tentativa de encontro reconciliação foi articulada por dois ministros do STF, Alexandre de Morais e Cristiano Zanim. Confira. Lula e a Columbre se reuniram na noite da última terça-feira na Casa de Alexandre de Morais em Brasília. Morais e Cristiano Zanim, também do Supremo, costuraram um encontro entre os dois líderes políticos que a meses não se falavam. Relatos feitos à CNN dão conta de que tanto Lula, quanto a Columbre, expuseram magas, mas saíram da reunião com a impressão de jogo gerado. O jantar durou cerca de três horas. O sucesso dos ministros do STF em colocar o Lula e a Columbre na mesma mesa para conversar mostra a influência e o poder de articulação dos magistrados. Sem sucesso, o deputado Hugo Mota, presidente da Câmara e os ministros José Guimarães das relações institucionais e José Múcio da Defesa já haviam tentado diminuir as tensões. Agora, a avaliação é de que o caminho está aberto para a re-approximação entre Lula e o senador. Ainda assim, nenhum dos dois quis tocar em um assunto delicado, como é eventual nova indicação de Jorge Messias pelo petista para a Suprema Corte. Messias foi rejeitado pelo Senado Federal para ocupar a vaga de Lui soberto Barroso no Supremo numa derrota histórica para o governo. A época a CNN Brasil revelou que ao Columbre, que apoiava o nome do senador Rodrigo Pacheco, ficou insatisfeito por não ter sido ouvido por Lula na escolha do indicado e articulou contra a aprovação de Messias. Aliados avaliam no entanto que ao Columbre não deverá impor resistência, é uma eventual nova indicação de Messias. Para eles, não há interesse do senador em prolongar o desgaste com o governo, as vésperas da campanha eleitoral e antes da campanha a reeleição ao senado, que acontece em fevereiro do ano que vem. Vamos lá com um pouco de ironia na pergunta. Aliás, bastante ironia na pergunta olhugas, porque que o STF triunfa onde a política tradicional não consegue, que é por executivo, presidendo executivo, presidendo o exotivo, conversando sobre coisas da política? Bom, primeiro que eles não precisam de voto, segundo porque não tem ninguém para julgados, então isso gera uma proteção maior ali nessa movimentação, que obviamente não deveria existir, não deveria ter esse tipo de articulação, isso não é visto, em outras democracias. Agora, voltando ao tema em encontro e jogo zerado, já me antecipando a pergunta, o que é mais difícil esse jogo tá zerado, e se ficar zerado, acho que é por pouco tempo, acho que é a relação entre congresso, principalmente senado e governo, vai ser marcada por muita atenção e muitos episódios de atenção no curto, médio e longo prazo. Gá, fica sobrevivência política do Alexandre de Morá, está atrelada a vitória do Lula na eleição. Se Lula pede eleição, o Flávio Bolsonaro indica quatro ministros pro Supremo, que diz que desde que libra o jogo de forças internos no Supremo Tribunal Federal, que significa que uma eventual investigação sendo levada a curso Conto Ministro do Supremo, que precisa ser aprovada pelo plenário do Supremo, teria mais chances de ser implacada quando esse jogo estiver desequilibrado, que a gente tem de informação que hoje é mais ou menos 5 a 5, o placar no Supremo. Hoje, o Alexandre de Morá, acho que o Tófoli Menos, 5 a 5, no eventual, na eventualidade de se pedir a abertura de uma investigação contra o dos exagante do Supremo, coisa que o pleno teria que decidir. Isso, o destino do Alexandre de Morá está atrelado a vitória do presidente Lula na eleição, basicamente isso, e ajuda a entender essas movimentações todas que a gente está vendo, não só essa do jantar, mas dos últimos dias também, você tem decisões, você tem vários fatores ali impactando direto indiretamente o processo eleitoral. Uma derrota do Lula é uma derrota do Alexandre de Morá e isso também no futuro, principalmente. Seja pela vim investigativa, essa polis federal avançar, concluir a investigação do caso master e atrelar o que se supõe que seja uma relação muito próximo do Daniel Vercaro Colichand, ou seja, pela via política, o que o Senado tem de aprovar a elege uma maioria significativa de apoiadores de um impeachment de ministros do Supremo, especialmente do Alexandre. Talvez não com número suficiente por impeachment, onde o Jumar mudou poucos as regas, mas o número suficiente para elegeu o presidente. Sim, exatamente. E aí você tem esse é o fator ao colombro ali nessa reunião também, né? Muito embora o colombro, ele dá sinais sempre por os dois lados, né? Ele dá sinais para o presidente Lula, ele já deu sinais para a oposição, bom, rejeitou o Jajumensias. Enfim, agora teve um vídeo, acho que na semana passada, que mostra o Alexandre de Morá, chamando o presidente Lula para um café, né? Isso no maior neonião ali, e depois desse vídeo, alguns dias depois saiu aí, esse jantar. Então, muito provavelmente esse assunto, eleitoral, todas essas questões e investigação, problema que a polícia federal caso o marça, certamente, eu apostaria que foi tema desse jantar. Em três horas, é possível que tenha um tratário também de bombas dos carros? É capaz, William, porque essa é uma preocupação grande, e o STF está no meio dessa história, né? Porque mais uma vez o governo vai precisar achionar o STF para rever, por exemplo, a última aprovada, pelo óculos umbre, que foi a previdência aposentadoria especial para os agentes de saúde, né? E ali foi identificado, assim, como sendo o último episódio, ou pelo menos o episódio mais recente, desse distanciamento não come nenhuma articulação política do governo para tentar evitar essa peque dos agentes de saúde. A grande questão é, o seguinte, não será que ele confia no David O Columbre, o que eles falam em três horas, é confiável? Em um outro ponto que me chama atenção aqui, e a gente vem falando disso, como o pudor político desapareceu de Brasília, né? Não há nenhum constrangimento, assim, do ministro do Supremo Tribunal Federal, como o Alexandre de Morais, que é tão emblemático, e está tão envolvido, em tantas outras coisas que a gente trata aqui, assume esse papel de liderar uma reunião, um reencontro, como você disse, dentro de Presidente da República e o presidente do Congresso Nacional. Então, tem uma questão aí de confiança, tem uma questão de muitas questões que não foram resolvidas ainda, e tem essa confusão institucional criando ainda mais em baracho, né? Como é que você desembarassa? Como é que você separa agora a atuação de cada um desses personagens, essas personagens, sem fazer essa mistura política envolvendo a Supremo Acorte? A gente pode, com um, de novo, com um pouco de ironia, Lucas diz que, se há um fator que unhe os três personagens, além das investigações e das preocupações que eles têm com investigações sobre escândalos, é que cada um dos três quer ficar onde está. De chances ao colombio que tem de conseguir isso. Sem dúvida, é um objetivo dos três. William, Brasil, virou um país trica-meral em relação à política e legislação, por isso que a gente tem visto por conta do ativismo judicial, por conta da judicialização da política. Os ministros do STF cada vez mais sendo atores políticos, atores que participam do dia a dia da política, da legislação, do que aprovado no Congresso. E, relação ao senador da Velcolumbre, existe uma preocupação do senador da Velcolúbico Eleição e Fevereiro, porque ele sabe que existem boas chances do senado dar um passo para a direita. E a mãe chete ali que a gente vai estar discutindo aqui na segunda feira de assim como. de outubro vai ser que o Senado dá um passo a direita, qual vai ser a intensidade desse passo, isso ainda é um pouco incerto, mas quem vai eleger ou não eleger o Davi ao Columbre, presidente do Senado, eleger no caso, vai ser um Senado mais a direita. Então, por isso que eu vejo ainda o Davi dando mais sinalizações a direita ao posição do que ao presidente Lula nesse momento. Com o ódio inteiramente com o Caio, ele dá sinalizações para ambos os lados. Acho que ele pode fazer alguns agrados ao governo nesse final de ano, pode não fazer nenhum tipo de movimentação negativa para um reinvio do nome do Jorge Messias a Suprema Corte, mas continua achando que o Davi, por conta, desse objetivo dele de reeleição, num Senado que vai estar mais a direita, eu vejo ele hoje, um presidente de senado dando mais sinalizações a direita e com isso gerando mais atritos com o presidente Lula e com o governo. Aí eu vou pedir para você seguir nessa linha dois nomes fortes da direita. São considerados nomes possivelmente presidentes senado, Teresa Cristina e Roger Marinho. William, eu apostaria, acho que o Davi é o que menos depende das eleições nesse cenário. Da Vissulula ganhar ou suflavo ganhar, ele vai fazer algum tipo de composição. Ele tem muito senado na mão, por decorrência de uma série, da forma como ele trata de senadores, da forma como ele atende de senadores, interesse de senadores e por aí vai. O destino político dele, dos três, é o menos atrelado essa eleição. Eu penso que, se o Flávio ganha, qualquer acorde de sob senado vai passar pelo Davi ao columbo. Isso pode ser numa composição de quateresa, da Vissulula, no próximo bienio, ou da Vissulula Rogério, ou Rogério e Teresa Primeiro, e depois vem o Davi de alguma maneira. Por isso, a equação, claro, a soma dos eleitos do PLE e da direita é relevante, mas dos três ali, o Lula primotivo os óbvios, mas o Lula, eu vou me der ele já, e foi presidente três vezes, e se perder vai para casa. A удalechandra, eu acho muito significativo, o grau de dependência que ele tem na habitória do Lula, mas muito mais para mim, do que o Davi ao columbo. Davi ao columbo tem mais quatro anos de mandato, ele consegue governar entre aspas do senado e, dependentemente do Lula do Flávio Bolsonaro ganhar. Essa história entre Teresa Cristina e Rogério Marinho, a Teresa Cristina virando presidente do senado, o Rogério Marinho está assumindo uma posição de ser o grande articulador dessa campanha do Flávio Bolsonaro. Então, ele pode ser um casas civil, ele pode ser um cara com muito poder dentro do próprio governo, o grande coordenador no sentido da gestão mesmo do governo de Flávio Bolsonaro. E toda a serenalização que Teresa Cristina está dando até aqui, a gente acabou de falar isso, se ela for, se ela se mantiver com uma liada conciliadora numa vitória até uma vitória de Flávio Bolsonaro, ela pode ser presidente do senado, não precisa ter o Rogério Marinho com uma presidência do senado para garantir uma condução das partes de interesse do governo. Lucas, por último, eu tenho dois minutinhos aí no pouquinho menos até. O que a gente assistiu nos últimos dias com alguma intensidade, foi uma ofensiva muito forte do ministro Flávio Dino em relação às imendas parlamentares, inclusive com a possibilidade de declarar-las, que é um cenário que muita gente em Brasil é considera presente, em constitucionais. Essa reconciliação entre os três alterar algo nisso? Eu não tenho dúvida, William, que isso foi pauta desse jantar. A gente tem visto, quando o senado ainda estava funcionando assim antes de entrar em recesso, eu lembro que eu passei algumas. Uma semana foi seguidamente ao senado, ali comversei com algum senador, numa terça-quarta-quinta seguida, e existia muito essa preocupação sobre esse rumor de que poderia ter uma decisão do STF travando de forma direta, de construção inconstitional, as imendas impositivas. As imendas impositivas, e todas as decorrenças dela que vêm de imendas de relator, que já foram prohibidas e vendas de bancada, elas mudaram completamente a relação entre os poderes. Por isso que a gente não vê hoje os partidos fazendo tanta questão de pular num barco de uma campanha presidencial, porque mudou o jogo antes. O Congresso tinha que ver de uma mão do presidente, hoje é o presidente que beija a mão do Congresso, como o Cair disse, o senador e presidente Senado da Véu Colômbita, a tranquilo em relação ao próximo presidente da República, ele vai continuar sendo poderoso, forte, influente, autônomo, independente de quem vença as eleições. Esse assunto das imendas é de sobrevivência para o Senado e pode ser um assunto que caso entre numa linha de declarar inconstitucional, para ter uma crise institucional que poucas vezes a gente viu. E ainda vejo como improvável essa situação de tratar como inconstitucional as imendas. Eu vejo que no tema das imendas a gente vai sempre chegar num acordo. É muito provavelmente mediado ali pelo presidente da República. Seria isso? É difícil, é difícil. E depende da resução também. Como diz o Romero Jucar, já disse aqui nessa mesa, inclusive numa entrevista, o Congresso comia carnista e passou como um filéminhão. Qualquer bicho que passa como um filéminhão e que como é carnista não é voltar. Esse gênio não volta para a lâmpada. É muito difícil. A percepção é de que o ministro Flavio Dino, muito mais para questões ideológicas, ele compra uma missão do governo Lula, do Côio Feminista da Justiça, de tentar viabilizar mais instrumentos e imendas parlamentares em um eventual Lula 4 para o presidente Lula, num eventual governo Lula 4, ter mais instrumentos para formar maior ilha. O que é que atopar a briga aí no discurso no qual aceitou oficialmente, enfim, a candidatura dele? Essa é a leitura. Eu tenho dúvidas reais que, se o Flavio ganha, o Flavio Dino vai continuar nessa saga das imendas parlamentares. Porque aí você, ele no caso, empoderaria mais, estaria no interesse do Supremo, empoderar mais o palácio do Planalto no eventual governo Flavio Bolsonaro. Eu tenho dúvidas, interesse empoderar, se for o Lula 4, se for um Flavio, melhor ficar as imendas como estar no Congresso. As imendas, o ilha rapidamente, o Lula conseguiu alguma coisa, o Flavio Dino conseguiu alguma coisa. Qualquer redução nas imendas ajuda também na condição fiscal, né? Porque o governo podendo colocar mão nisso, ele controla melhor as contas. Pessoal, eu estou encerrando esse segmento, queria agradecer a você, Lucas Geragão, cientista político, só se ajudar a consultoria Arco Adivais, que é a nossa parceira de conteúdo no site do David W, pela participação aqui no programa Boa Noite Lucas. Boa noite William, Boa Noite Taís, Boa Noite Caio. Me despeço também nos meus colegas tais, o Panheu de Caio igualmente, nós vamos frente a o Vale, depois, nossas funtuções, as primárias democratas trouxeram fortes, reveres para a cúpula do partido lá nos Estados Unidos até já. Estamos voltando do Interválio, o W conosco agora na roda, participando o remotamento lá de Washington, Clifford Young, presidente do Instituto Ipsos, Clifford também é professor da Bush School, da Texas A&M e University. Cliff, obrigado por estar com o nosso Boa Noite já nos Estados Unidos. Boa noite. E nosso Lolival Santana hoje tá remoto, participando também Boa Noite Lolival. Nos lá nos Estados Unidos, o que nós estamos falando agora, é um fenômeno político de grande relevância, do ponto de vista do que tá acontecendo ideologicamente no país, mas especificamente, para o que vai acontecer agora na seleção de meio-termo. Há uma forte divisão entre uma aula mais progressista e setores que diríamos mais convencionais dentro do Partido Democrata. As primárias desse referido partido democrata em uma seleção profissionada em Michigan, Michigan é um estado fundamental para a gente entender política, americano e resultados eleições lá. Ali Detroit é um dos swing states importantíssimos para a gente entender o comportamento do Elezora Americano. Essas primárias se transformaram numa tremenda batalha com consequências severas, com fira reportagem. Por apenas um ponto percentual, o médico abidula essa é, que a gente não se ativa nas primárias democratas e vai concorrer ao Senado pelo Estado do Michigan. Ligado a ela mais progressista do Partido, ela saia de defende uma revisão do apoio americano Israel, a criação de um sistema público nacional de saúde e a abolição do AIS. A agência responsável por conter a emigração irregular em solo americano. Já estivem estidas como moderada,
reservação da aliança com Israel e que o AIS e o sistema de seguros privados de saúde dos Estados Unidos fossem apenas reformados. Superado de desafio de receber o apoio majoritário dos democratas no Michigan, essa edu precisa conquistar agora os eleitores indecisos para conseguir derrotar o republicano Mike Rogers nas eleições em novembro. Tradicional Centro da Indústria Automobilística Americana, o Michigan, um estado pêndulo. Deu vitória Donald Trump, tanto em 2016, como em 2024, mas também deu mais votos a Joe Biden na eleição de 2020. Agregadores de pesquisas eleitorais apontam que o nome republicano aparece hoje a frente de alçaíade nas intenções de voto. Já se é indicada a democrata fosse resistíveis, a congressista ficaria a frente de Rogers. Atualmente a vaga em disputa no Michigan é ocupada por um político democrata, ou seja, uma derrota no estado prédio de carios planos do partido de derrubar a maioria republicana e retomar o controle da casa. Cleforth, dá uma série de fatores específicos locais ali, onde se deu essa eleição primária do partido democrata, mas há um que é mais abrangente quando a gente considera, por exemplo, que aconteceu recentemente em Nova Iorque, na eleição do Prefeito. E o que aconteceu nas discussões internas do partido democrata depois da derrota de Kamala e a gente se despreia para o Trump agora, dois anos atrás, que é o predominio de tese, grupos e organizações dentro do partido democrata, que a gente vai, vamos a esse rótulo, ele é meio ruim, mas vamos a esse rótulo. Então bem a esquerda. Ok, é o que está acontecendo no partido democrato e essa foi uma importante derrota para a cúpula do partido que ela não se considera bem a esquerda. Mas o que isso significa do ponto do eleitorado em geral? Eu acho que no culto prazo não significa grande coisa, ou seja, o eleitor está querendo que está preocupado sobre custivida, está preocupado em, sabe, pagar as coisas que que, aí você precisa para a família, para o domicílio assim, é as procoestistas do partido democrático, tem uma mensagem, discurso, muito pororoso, muito efetivo assim, e assim, a respeito dessa questão. Claro. Mas de longo prazo, só para colocar contexto, a gente vem vendo uma tendência de mais do que duas décadas, onde o partido democrático vem ficando cada vez mais progressista, mais liberar a respeito dos valores, mas eu não falaria uma coisa, em paz, empatizar essa ponto. Enquanto essas novas progressistas têm uma ampla leque de pontos de foco ou estes assim, o ponto principal, nesse momento, como eu já falei, é custivida, é desucridade, é ajudando a família, sabe, média americana. Agora é um ponto, Clif, eu volto isso contigo também, mas eu primeiro passava a palavra por L'Orival, que foi muito relevante tanto agora em Nova Iorque recentemente, como foi agora no Michigan, no todo sabemos, acompanhamos todas as eleições americanas, ser uma das maiores concentrações de árabe, isso, portanto, uma sensibilidade imensa sobre o que acontece em Sorrente Médio, agora, no país todo, particularmente agora em função da guerra do Irão do Irobal. A relação com Israel passou a ser um fator político eleitoral importante, pro eleitorado em geral, mas especificamente no democrato está causando um raixa inédito. Acho que histórico, porque históricamente o partido democrata é bem mais próximo do lobe judaico, no que o partido republicano tem aquela frase do James Baker, que era secretário de Estado, quando os judeus, o lobe judaico protestou contra a conferência de Madrid, que o George Bush obrigou o Itzak-Chamira participar junto com Yasera Fatt, saiu no New York Post que o James Baker é editori d'Anice, ele usou a palavra mais forte que essa, d'Anice, nem sequer votaram em nós, era republicano. E agora o APEC, o comiteio americano de assuntos públicos de Israel, esse lobe judaico, que despejou 32 milhões de dólares na campanha da Ray List Evans, a diversária do Abdullah Saed, e perdeu. Agora diz que vai gastar dezenas de milhões de dólares na campanha do candidato republicano a essa vaga do Senado do Michigan, então realmente uma mudança histórica causada por essa campanha do Netanyarro na faixa de Gaza, que matou dezenas dezenas de milhares de palestinos, destruiu a faixa de Gaza, e também o caráter desse governo atual Israelense, que é um governo que tem elementos dentro dele, o ministro da Segurança Nacional e o ministro das Finanças, que defende abertamente a colonização, a expansão das colonias nas senhordânia e a colonização da faixa de Gaza, e não aceita um estado palestino. Então tudo isso está em criado um movimento dentro dos Estados Unidos contra o apoio, financeiro, militar e político que os Estados Unidos dão a Israel. O Michigan, claro, isso é mais forte, porque proporcionalmente é o estado americano que tem a maior população árabe e um dos maiores que tem a maior população muçulmana, de árabe são 200 mil que apresentam 2% do estado. E tem também a questão da emigração, o Abdallah de Sa'eq, que é lheais é filho de Egipso, filho de um imã egipso, ou seja, um líder religioso, ele também é a favor do fim do AISC, dessa urgência anti-immigratória. Aqueles três candidatos há deputados de esquerda que ganham no estado de Nova Iorque, oito por efeito Zora Mandani, os três são filhos de imigrante, um filho de aitiano, filho de, bom, porto riqueino exatamente, não é imigrante, mas é latino e tem também uma outra que é filha que é descendente também de latinos. Então, há também esse forte movimento em direção a ter candidatos de origem de imigrante, de filhos de imigrante. Na sua resposta até aqui, a sua única resposta, você duas vezes fez questão de ressalter a Noance. O peso ainda muito superior a qualquer outro fator que você atribui a questões econômicas, custo de vida, a forabilidade, o que as famílias conseguem, não conseguem, dentro desse ambiente que elas consideram ruim para elas. No na imprensa americana, a gente vê enorme atenção dada a essa, digamos, guinada a esquerda do partido democrado. Entendo pela sua resposta, que você não considera este um grande problema em geral, o poeireitor. Mas a gente está vendo as primárias, as primárias perdoe. A gente está vendo agora os militermos se aproximando, no qual Trump imediatamente usa esse argumento como forma de, possivelmente, compensar o que se entende como possível derrota dele? Sim, ou seja, sabe, é um ponto que é um fragilidade dos damacratos no seu momento. Ou seja, se você olhar para as eleições, nas campanhas, os Estados, os que o Pebucanos estão usando a criação de sotelismo, comunismo, está tentando pintar o outro lado com essas traços assim, para funcionar na imagem talvez. Mas no cultista, talvez no longo prazo, é uma preocupação mais do longo prazo, sabe, numa campanha presidencial, você tem que ir aproximar o centro, será que o democraco vão conseguir? Mas no culto prazo, nessa eleição agora, é o forobelil, a forobelil, a forobelil, a custo de vida, é de sogridade social, eu preciso de acelino, o preço de ovo, é os democratos, especialmente os progressistas, tem um discurso, tem que adivirado de muito mais forte do que os republicanos. Seria essa, então, o que a gente considera para as formas tradicionais, os partidos queira, mas aí, mais na versão europeia, no orival de algum tipo de esquema, de estado, de bem-estar social, não dá para falar nos Estados Unidos, mas de alguma forma do estado proteger os mais vulneráveis, há, então, compensação dos democratas, ao argumento que Trump vai usar contra eles? Exato, nesse tirar é um retorno do Partido Democrato, as suas origens, né? E com, no caso do ADEL, a Céiédia, esse o candidato que venceu agora, as primárias no Michigan, ele, a ADEL, ele sai, ele é médico, de formação e ele defende o Medicare for all, né?
que é uma espécie de suspe, um sistema público de saúde como que existe no Canadá, existe na Europa e até que foi bastante rejeitada essa ideia nos Estados Unidos, a ideia defendida pelo Bernie Sanders, e que a Kamala Harris abraçou no início da candidatura dela, mas depois abandonou o FIIs um movimento em direção ao Centro, com uma candidata bem mais moderada, mas é um debate que volta e meia aparece nos Estados Unidos, porque é o alto custo da saúde, esse é um grande problema nos Estados Unidos, obviamente que principalmente para os mais pobres, e nesse contexto de um grande problema de custo de vida, que envolve moradia, alimentos, combustíveis e envolve também cronicamente a questão da saúde, dos medicamentos e do atendimento médico, hospitalar, então é uma pauta que volta com bastante força, a gente está vendo um partido democrado, um pouco voltando a suas origens e conhecimentos, a gente vê uma radicalização da polarização entre esquerda e direita nos Estados Unidos. Eu tenho que encerrar o programa, queria agradecer a você, Cliford Young, o presidente de Sido-Tuípsis, dos Estados Unidos, onde ele participou remoltamente, pela presença de um programa, boa noite, obrigado, Cliford. Muito obrigada. Gualmente, Lordeval, obrigado, boa noite para você. Nós estamos terminando o programa antes, meu recado, vários dos assuntos que a gente trata aqui, tem mais material para vocês na nossa página, a página da WW, no site da Selenio de Brasil. Agora sim, eu procure aqui essa edição, obrigado, boa noite. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
Jantar de reconciliação entre Lula e Davi Alcolumbre na casa de Alexandre de Moraes, mediado por ministros do STF, durou três horas e foi visto como "jogo zerado".
Os três líderes têm um problema comum
Flávio Bolsonaro anunciou Alfredo Gaspar como vice em sua chapa, escolha improvisada e criticada por não agregar votos femininos ou nacionais.
Gaspar tem histórico como relator da CPMI do INSS e enfrenta acusações de estupro de vulnerável, que ele nega.
A campanha de Flávio focará em corrupção e segurança pública, pontos fracos de Lula, mas a escolha não é vista como "bala de prata".
A saída de Marcos "Marcola" Santana Ribeiro da campanha de Lula, após receber dinheiro de empresária suspeita, visa proteger o presidente.
A eleição é marcada por imponderáveis, com investigações e conflitos entre Legislativo e Judiciário, além da preocupação com o eleitorado feminino e a economia.
Summary:
O programa WW aborda a reconciliação entre Lula e Davi Alcolumbre, mediada por Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, em um jantar que durou três horas. O encontro, visto como "jogo zerado", ocorre em meio a investigações da Polícia Federal que atingem os três líderes, incluindo o escândalo do INSS e o filho de Lula. A análise destaca que eles controlam apenas parcialmente esses fatos, com um choque crescente entre Legislativo e Judiciário que as eleições podem agravar.
Em paralelo, Flávio Bolsonaro anunciou Alfredo Gaspar como vice, escolha improvisada e criticada por não atrair eleitorado feminino ou nacional, mas focada em atacar Lula em corrupção e segurança pública, áreas onde o petista é frágil. Gaspar, relator da CPMI do INSS, enfrenta acusações de estupro de vulnerável, o que enfraquece a chapa. A saída de Marcola da campanha de Lula, após receber dinheiro de suspeita, busca preservar o presidente.
Especialistas apontam que a eleição será apertada e imprevisível, com fatores como economia, percepção de rumo do país e investigações definindo o resultado, enquanto a falta de mulheres nas principais candidaturas é um ponto crítico. A reconciliação entre Lula e Alcolumbre, articulada por ministros do STF, é vista como essencial para a governabilidade, mas os desafios permanecem complexos.
FAQs
Foi um jantar na casa de Alexandre de Moraes, em Brasília, na terça-feira à noite, que durou cerca de três horas, para reconciliar o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após meses de desentendimentos.
Os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, articularam o encontro, que ocorreu na residência de Moraes.
Ambos expuseram mágoas, mas saíram com a impressão de 'jogo zerado', abrindo caminho para a reaproximação entre eles.
O PL anunciou Alfredo Gaspar como vice de Flávio Bolsonaro, uma escolha que surpreendeu muitos dentro do próprio partido.
A escolha visa atacar o presidente Lula em temas sensíveis como corrupção e segurança pública, aproveitando o histórico de Gaspar como relator da CPMI do INSS.
Gaspar responde a um inquérito no STF por estupro de vulnerável, acusação que ele nega, e aliados questionam sua capacidade de atrair votos, especialmente do eleitorado feminino.
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