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Mindfulness & Channeling a Book

38m 3s

Mindfulness & Channeling a Book

O texto é uma reflexão ácida e improvisada sobre o vazio existencial e as contradições da vida moderna. O autor começa descrevendo cenas cotidianas em filas de supermercados e cafés, onde o atendimento robotizado e os sorrisos ensaiados escondem a falta de autenticidade. Ele critica a obsessão por detalhes fúteis, como a forma de cortar um pastel de nata, e a dificuldade de encontrar um café "normal" em meio a personalizações excessivas. O discurso evolui para uma crítica ao capitalismo, que transforma relações humanas em transações frias, e à cultura do empreendedorismo, que impõe termos como "resiliência" até no contexto sexual. O palestrante se identifica como um "trocadilhista falhado" e um estranho a si mesmo, perdido em um mundo que valoriza a superficialidade. Ele recorre a figuras históricas como Diógenes, Luciano e Demócrito, que representam a resistência ao poder e ao riso reprimido, contrastando com a falta de profundidade atual. Apesar do tom pessimista, há lampejos de humor e ironia, como a metáfora de uma "fila infinita de pênis" para criticar a repetição vazia de ideias. No fim, ele admite sua própria fragilidade e a dificuldade de encontrar sentido em meio ao caos, concluindo que a vida é um confronto constante consigo mesmo, onde o jogo nunca foi feito para ele ganhar.

Transcription

5735 Words, 30914 Characters

Portuguese
[Música] Fala de velhos nas filas de preço, de vida, de. De menos tão pequenos que custam esquecer. É, filos de fien, sordina, dita, num tom bem quente Um bocardo único de um corto gay, espaciente E enquanto um doco, atrás do tio e do bonito Ele vem da fora, abusula e ridou e finito No túnel avento, sobro todo, pensamento lento Já é de quem vive atento ao abodecimento Improviso de si plinado, caos, combatimento Sendo rigoroso, é inésima vez que o inseto este episódio Nem mais uma, nem menos outra, é inésima vez E pai, ao minuto, um desisto, falta ligenas Aproximo, surrateramente, do registro típico do podcast E aí voo a espelho, é nisto de turnaste, Tinha me levantado de encertar este túnel de vento com ganas Um ai um discurso maravilhoso, categorico, capaz de nos arar a vida Até aos muribumes, mas nem sequer um indinho de laser O indinho oculto de laser, ele que tem seis dedos Pois foi criado pela inteligência artificial O discurso não é vivificante, vocês olvem as minhas palavras Estão entre a vida e a morte, semis omnis Os omnis cansemistas, sequerem ser amigos das redundâncias E ai, em caminho a um suposto mitério, a passe de fugir Pois a vida não está para cantigas Ó, nós somos filhos do nosso tempo Se somos, eu, muita gêso, dole pocalendário Faixou a te lembrar de mim no Natal Hoje é de improviso, comem o panágio E sem cortes, pois não há tempos e edições Hoje vou mostrar vulnerável, eu basicamente sou uma psicolga pop neste momento E estou tronco no que, se eu tivesse outro grupo panzil, Facultar minha dnia ir ins, que, espeto que me grava A grava de meldura de pagar as frutas E eu, no obstrato, não vejo, qualquer rendimento, pode me ero No entanto, quando chega a caixa e passo os frutas, os relatatos Coisas e os preservas E porque eu vou ter com a Vanessa, tudo muito bonito sobre recebido com o sorriso Treinado de vespre é pessoal que teve a passar peluquião da empresa Treinado para sorrir com o seu antemanual de normas do IPA Mercado A sorrisalido, a sorrisa continente e por iVai E nós queremos o IPA Mercado que lança o suenso reiz do funcionário Balelas, balelas nas balais, não é nada disso Nós vemos pelos preços, só que não gostamos de ser. Perdigueiros da pechinha Nós, dizemos para nós próprios e para os outros Nós não arranjamos de forma nenhuma de juntar as pessoas em torno de um tema Mas eu não fui educado, um suficiente, deixei de ir aqui ao Sinec Bar Porque eu pedi um pastel nata, passeis e empragava passotes Primevia, vejo um bem em minimal, lar de balconista, de funcionário de Sinec Bar Preempregava E se eu vou cláu mais uma vez, eu pôdo a descrava pela saber que este sistema Capitalista é inscapável "Roi, o pastel nata politico" Eu centra nessa conversa, mas o que interessa é que a Rapariga Ao ter de cortar o pastel nato, não diga em seis, mais em dois Feze cara feia E agora, nós, que somos exigetas de merda nenhuma na vida Agora, vimos o outro que consegue analisar as feições E, com o soante, os trajeitos concepremes, me enviografia de limpar frente Ah, eu franzio, sem fazer a marcha cinco anos Fraziu, sem, ah, consigo ver a sua cor partidária E agora, qualquer barda merda, as consegue, acho que está em condições de fazer Por dar cá aquela paia, pêva-me galão, pêva-me copo d'água, pêva-me café E depois é sempre a exigese do que feja E muita gente falou, e sempre mal, que é o café personalizável E depois, mesmo que fê, supondo, que conseguimos achar o que fê, em certas categorias com o que fê normal Depois há logo um filósofo, mas que é o normal, o normal é coisa mais normal Possível, ah, pronto, já fecha-me o cenário, é impossível servir o que fê, é que era uma bica Eu já me enquadro, erradamente neste mundo Eu só quero me ver, e eu sou confrontado, ficou, ou a praia do Sinek Barco me diz Mas o que é o normal? Digam, quer custo, quer três quartos, quer escala? Eu quero me ver, amiga, diga-me, me ver, eu acordei a chatimeia Com o propósito de levar-me bicoos lábios, me de bico mal tirado Eu não quero a melhor bica, eu não quero que fê com o ambiano, como devia há dias Em algo de, sim, para eles me esquentar, já vamos para isso calhar o mistério do algo de, eh, como negócios Insuspeitos fazem pandã no mesmo edifício, sei lá, um Sinek Barfinanças, uma funerária florista Mas isso, calhar faz sentido, é para um consultório médico barra-mosel de um médico já felicidade Não sei se faz sentido, ou seja, a compactação de negócios que de outra forma não estavam ligados Mas se calhar, deixamos esta suntinha aberto, esta taba, raiou-se o tão molero, para regressar com violência aos temas que nos trouxeram cá Que é o Sinek Bar que não está à altura do gosto requintado do consumidor, como eu ouvi haviajo consumidor ativo Vocês, no limpo e zino limparosa, não se dão com as pessoas, vocês fazem brinço de torno com outros, papalvos igual a exa, vocês, de mesmo estir, pelo que, libra que não dá para matar cá, segraça E de semana assim, semana após semana assim, já troquei, já troquei isto vocês deixem aqui sozinho e fabular termos Claro, em braço, eu tenho vergonha de mim pra preparar, não consigo expressar uma sem ideia com o lugar, com a violência do podcast de contemporâneo que tropece em moletas linguísticas Eu, se fosse esperto, revestia isto a ver nisso, poste isso, como se hava esto de noino, e pós no inidade empatia e imaginei coisa E a coisa passa, agora articular uma ideia, e sepama-ne, agora vamos ver o exjeto do café, não está contendo que o café, o 3/4 do baixo vento, o bicho vento, o príncipe do baixo vento, isso pensa era preciso ser um caralho, esqueçam isto Ora, é um tipo que está mentalizado, que deve ver aquilo que a café, isso não foi aquilo que a café não pode ser, é uma espécie de princesa, é o rei possível, nós não temos condições, é o maior parte de nós, as pessoas com umas quais eu convido, não tem dinheiro pra comprar um rai, não, nem tão pouco pagar, é um carrasco só que fosse isso, o que é que fazia isto, isso eram milhões contratava carrasco e instalava patílios pelas gílais e belas irados. Volta e meia um gás que. Ah, eu for cá, o bicho! Mas pessoas especificas, pessoas preparadas para serem forcadas que levaram uma biografia que novos tempos. "Ah, não é! Há vazé a forca político!" "Pois voa!" "Pois voa mas não é! Não é uma coisa inconsciente!" Então, eu fiz esse nesta história toda do homem, aquela mayúscula que é palestabe ninos e um gás que pensa "Uuuh, essa história é a mayúscula é patocurar e é chato!" Eu gosto de história em minúscula ou uma história semiga. Porque o agar não se ler, não se ler porque. "Hehe, o que é coagá tem diferentes outras letras?" "Pregunto a Nalceabeto?" E não lê nada, para mim todas as letras são mudas de João Nalceabeto. E, amigo, tais mebas otais de labrio. Isso não interessa, pois não, então, abraça-me, vamos fazer um poema, quatro mãos, quatro mãos, tu é sambilestro, só só canhoto. Então, as duas mãos, mas eu não escrevo, então escrevo só, e, em ficar, "Vé, que é um poeto, meu?" "Vai, joque é um poeto!" "Ah, eu gosto muito do Manel Allegro, não estou com escala, cala, deixe ver o que é que é um bardo!" "Ah, e graças que Portugal até tremo, seus juntos, o Jocáboles, de maneira certa, assisto!" "Criá que um sonho!" "Ah, graças, é uma língua camicása, e olha, ver a mim, é só cria saber as pergonas, eu só folhar, eu só vejo os bonecos, as pessoas que passaram do Pata Marinfante e o pai da adulta e passaram de bonecada, ilustro!" estrada para unecar em fotografia e folhão, em um correio da manhã só vendo os necos neles perangonas, porque um gás que lhe espangonas atualmente é o irudito. Se eu me põe pessoas, mesmo pessoas de carne e ou só do secar dependendo do neco vem, aler as perangonas, né, a tu estragas os olhos, como já me disseram, mas eu prontei, eu sou um tipo que não é conciliável, eu leio as chamadas linhas letras e vou por aí para onde não sei que eu continuo perdido, só que já me convoco a Roberto, o limento que isso faz mal, eu conheci um gás, como me disse uma cubana, eu conheci um gás que só lia, só lia, começou a acumular as perma e um diamatócio. E eu, este dava um gonto, isto é só uma piada interna para quem percebe, para quem convive comigo eu volto em meio de isto, e não dava, um cubano que leu demais e por isso não ter tempo para lavas ou os colhões, e também não se deixou imba e sárpilestirias dos gurus de testosterona, tu não te venhas amigo, investantes na bitcoin, e agora em qualquer vídeo de YouTube, somos parados, borrados, amei por um tipo, tem peio os 18-20 e poucos e já de idade vê no seco antes da cova, tendo enquanto o cérebro, é espeta claro que um gás hoje consegue fazer sin cérebro, e o aplauso se tivesse tempo e não tivesse as mãos atadas a este contrato, por causa do trabalho, de qualquer gás como bigode ou um projeto bigode em cima dos meios, eu sei o instiga, tenho uma empresa a bitooie, ó, para tudo não falos que consigo, tu interrompos o meu vídeo de música e o rap, falar as gáshas de maneira mais chárdida, bafelado investimentos, e o investimento pode não ser certo, por si, porque pode eventualmente perder dinheiro, "Oi, está, o óbio lente, eu quero abraçar a pessoa que pensou nisto", "Ora, vêmmos dizer que pode eventualmente ganhar dinheiro mas pode certamente perder dinheiro, e isto é um bom projeto para se estiver dinheiro para gastar ou perder, é mais isto, eu quero que falem nestes moldes, vocês, corresponde de uma vez por todas esses eufemismos que com os porquões voças ideias, "Ah, eu conheci um gás, tu não conhecesse, ninguém, tu não conheça ti próprio, tu saís de casolhas aos padi, diz quem é esse rapaz, que está do outro lado do espanhíso, e são voces, com essa poupas frangalhada, voces que se adapta um mal, a estética do momento de entreis gás compintiável, "Ah, vou seguir caso, contrário sou uma avella de treis e melhada no que me exá pelos idade, no que diz respeito à pelos idade faltoís, no tocanto, no concernante! e vocês sonham, tem presa deus que o riem que sai à rua, e são um gás compintinho, um pintinho, um cria dizer "tem, tem, tem, tem, tem, tem, é pra vocês, eu sou uma máquina falhada de trocadilhos, é isto que vai estar na minha lápidou e pitáfio, aqui já é um trocadilhista falhada, se calhada vem daí, vem daí o meu horror ao fãs do trocadilhos, muitas vezes e quando eu não rei a fazer enquanto, enquanto eu vei energia pra desperdiçar, não se aproxima em mim, sem intenção a fazer um trocadilh. Pense em primeiro, isto é aplicável em várias zonas de vida, mas no que diz respeito a trocadilh pense em primeiro, se o mundo está melhor, após a vossa feitura, considerem isto contexto, o mundo sobreviva a vossa trocadilh e se sim vale a pena e se conseguir responder assertivamente estas duas, vocês, é sempre assertivamente, façam valer as vossas formações e os vossos cursos de empreendurismo, se frequentam, a custo, mas há aplaudir, é por isso que vocês pagam as vossas dentusas, é para sorrir, encertamos de empreendurismo, é para ser fora da caixa e é para utilizar termos como ser de vida e resulhência, se vocês não utilizam estes termos no voce de alias, mesmo em contexto sexual, é para, agora vou toco, não gosto de dói, é para se ter resulência, isto tem de ser isto, temos de normalizar a ponto de utilizar estes termos no arte sexual, revertuzes, não, porque eu sou um celulagem, eu animalismo no sexo, eu, de tanto rever, não é se estivesse vivo, põe na arca, mas sem par, porque eu sou um bicho impar, porque a sua amiga da identidade, não, eu sou amigo, é da minha fome, eu sou amiga da minha fome, e estávamos no café, estávamos no café, os lilinários da vinte e do café são persiosistas, do café, e mais nenhum aspecto são persiosistas, a política não sabe bem, os direitos do trabalhador não sabem como é aquilo que é eócol, se é oito horas cê, deve ser um trabalho, não só que é, eles têm que ser a riscial, faz o caralho, faz o caralho, só servidores na América que roubam água, dos indígenas, pa, acumular, pixas, artificias, isto é bonito, a pessoa usa a TV, está falando, "Ah, mas o que vai? Não tem que ver, é que é para, vocês também só trazem a notícias, só trazem mais notícias, vou verbalizar com o gajo de Getro de Troposona língua, é, um gajo é para, quer dizer que agora não podemos acumular teras e teras de pixas, não, não, ah, isso, calhar, e depois em torno artificial, faz isso, mas me arraço não é, faz isto que é uma pixa barroca, uma pixa fratálua, uma pixa, se que isso nos nessa pixa é uma pixa de duro, é uma pixa e uma pixa, e não é uma matriórica de pixas, em que pixa interior é mais pequena que é anterior, não, é sempre a mesma pixa dentro da qual a outra pixa, é um labyrinth pixas e no centro do qual não está o labyrinth, mas está outra pixa e dentro dessa outra pixa e nunca acaba, é uma fila infinita de pixas, uma fila perilal de pixas, eh, pronto, vamos até aqui e fomos convontado, voltando no outro cadilho, se essas duas categorias tiverem certificadas por pessoas em senhores, por entidades pagas pelo estado e o estado das coisas, né, por isso é, preciso é custado das coisas financiam minha precariedade e ouvir um monte negra de zapaseiras, eu, quando a corte feliz, coisa que nunca acontece, mas um supônimo, a suposição em que eu está tudo bem, vida sexual, vida ativa, vida contemplativa, li as minhas páginas de cênica, os clássicos, como diz o drumom, e os gregos não estão em atraso, consigo por estuda em dia ler paryngonas e "ah, tu e muito imprenhável as paryngonas do público do espresso", e agora aproveitamos fazer um aparte, eu estou num ponto de lucidez, vamos lá ser potenciados uma vez na vida, em que prefiro correr da manhã, os espressos, não sei se vocês têm dado conta, aquilo é um, é um viveiro de pessoal aliado que "u, e então não é só os de influência, esta malta, é aliado, mas de fato, digra-vata, conseguem falar do mundo com costas gerados, eu agora vou repetir, fui um bazbaco, queria, queria espersar aqui qualquer coisa, mas não consegui, conseguem falar do mundo com as costas viradas para ele, e isto, aterar alguma beleza num certo sítio do mundo, mas eu vivo onde, vivo onde, não sei, minha vida, nem sido um confronto comigo mesmo, e eu perco, eu estou apostado no cavalo irrado, e sei é triste, porque quem ganha ou quem perde, sou eu, e eu consigo, enquanto desdubramento, uma terceira pessoa que aposta, o Roberto Bucovsky que aposta em cavalos, eu traço-meado em cavalo, eu vestirei em cavalo, eu senta-o, perco sempre, porque o jogo não foi feito para eu ganhar, eu dão-me conta, desdobro mais uma vez, e o interp de estudo, os dois colutam, o gás que aposta, e depois há um quarto que observa isto, que já está frágil, felizmente, não há ideia nenhuma nesses três, está tudo naquê, mas que continuá a ser pouco, porque eu nunca fui focundo em ideias burbolutientes, não sei se esta palavra exista, vamos melhorar, bruxuliente, isso é normalmente aplicado ao fogo, o fogo está bruxuliente, não sei se estou a dizer bem, estou completamente desgustoso comigo, que estou no estar triste com o mundo, mas hoje, mudou foco e a tristeza nasce em virtude de eu ser esta pessoa que sou como, não faço ideia, pois nós somos estranhos a nós próprios, e isso não sei, o que é que um gás vai fazer ao psicolcânico isto, não é, é só meu maior estranho, porque eu tenho valer, pois eu e eu, é um outro, então ele que pagas está. há pouco que estava a valer mais merda, vamos lá pensar no que é que é impossível, no símbolo no arquético do impossível, é muito não é curioso, porque essa palavra já uso volta em meia, é um esperado que o impossível de uma época seja limitável, é um impossível de uma vez, e a gente não tem a limitar, tem de enquanto olhar, por exemplo, tem de enquanto o Luciano, um tipo muito lá para trás, se mostra-te, se amarei num falho, este polide é difícil dizer, com o qual ele de fazer alguma coisa, porque alguém que me interessa, que era a polideado pela malta da igreja, e é filoriável, era congiente, era congiente, e é feitor de um tipo de comédia sobre todo neste último exemplo, é uma que me encerava, era diferente, caralho, por abupar todos os lados, sou um bicho, e o pessoal da igreja não gostava de lá, pão, gás, risco, tudo, pão. eu faz parte de um grupo muito seleto, tendo em conta a história do riso e do escarbo, né? A pai 13 a 4 de gás na história, podemos por neste bolo muito requintado. É o Luciano, é o Dioje-nos e o Eudemócrito. Também tem uma parte comédia, só que demócrito não nos chegou quase nada a não ser ideia que ele pensou num átimo. É um átimo, é um dos chete sábios da Grécia. Eu não sei o livro em que lhe é uma lista de coisas que ele escreveu e é completamente a linha. Já fiz um pote que é se lá patrar os grandes gênios da história Leonardo 20, mas demócrito, provavelmente, foi o Leonardo 20 antes do Leonardo 20. Tiremos de por talvez um arquimedos. O Leonardo 20 é sempre a figura do gênio supremo, mas há outros e se calhar com maior obra. Também já abrenquei com a figura do Leonardo 20 enquanto o gênio talvez subestimado, porque se lermos a obra dele, relativar a cozinha, porque ele queria ser tabernairo. E percebemos algumas obras de ingenieria dele, ele falhou completamente, mas falhou, por exemplo, havia um quebra-nosos. Jogagem inventa um esquema para que cabra-nosos, é para completamente absurdo, três cavalos, um gajo de cuidado, o cavalo. Mas para quê? É para o lado para o ponto vista do "el", provavelmente, o Leonardo 20, foi o precursor de uma espécie de comédia o voo de vila. O espalhé fato, mas concretamente, a nível efetivo. Se traduzisse-me isso em Excel, é para estar pouco resultado, mas não é para falar a filar, não é para filhar de gênios que nós chegamos aqui. Eu estava a falar do Luciano, e de Diojnos e demócrito. Estas figuras, depois pedimos para o que outros gás na mesma linha, rablé, suif, de hidromenos, voldèremenos. Aqui já entra no tecítio, Diojnos, e Luciano e demócrito, pretende ser uma linhagem que são despertávamos as furias dos aslastas. Procure o que quer dizer este termo, mas é um tipo que é uma espécie de ativista antirriso. Durante algum tempo encontrou-se na igreja, depois se aí da igreja, e foi encontrar freiras, foi converter a meias de vida em freiras. Estou completamente fabular, deixo um linha linguá solta, e há bastante azo, e vão já no minuto. Esqueçam isso. Este tipo agrava, de Diojnos, é, normalmente, essa figura, figura do gás selvagem, o parteiro, e pai e mãe da escola do sinismo, enquanto o escola filosófica. Agradeu-me estas figuras que, diante de um poder forte, de um incómodo que é verbalizado, eu se não se detenha nada, continuo a avançar. E o Luciano é um dos poucos que é maior. Demócrito também raramente aivisto, até porque mesmo por terceiros podemos pegar nessa ideia. E agora vamos ver obras concretas, e mesmo biógrafo de demócrito, pelo menos não tem acesso a isso. Não sei se é igual uma coisa aos nossos dias. Luciano, o Luciano já é um bocadimais fácil, e é um tipo que é pouco falado. É mesmo muito pouco falado e o gás é um escritor abrilhante. Diojnos, sabemos vários exemplos, os vários que é mil vezes repetido, em que o Alexandre o grande de Litapo, só ele devia, se ele gostava de ser como tu vivendo de uma pipa. E eu, no outro dia, calho a ser ontem, estava num festival de vinho vivo a ver várias pipas. Não dava para morar lá dentro, mas pece, e aqui estava uma espécie de barro para futuros dióxnos. E uma das ideias, em torno de dióxnos, é que ele procurava o homem bom. E acou a sua espécie de lanterna. Agora aqui em cima do joelho, mas uma espécie de lanterna a antiga e ele procurava pela escoridão e encontrou ao que parece. E seria expectável pela galei dos grandes numes. Somos muito mais, 8 mil milhões de pessoas e todas elas, vergadas a 1% essa minoria perlegiada. É por isso que é preciso de cuidar. Eu defendo as minorias, sim, de壯em quais. Estás a defender essa 1%, porque há muita gente que defenda, não são ativistas em nada. Cheto, este 1%, vocês são centramados. Não quer dizer mais nada. A respeito disso, Luciana, interessa, não vai me adparcer aqui a algum formato. Nem que seja, por exemplo, num ácte, provavelmente, talvez no complex de idro. Eu quero trazer isto à tona, porque o humor, arte, também, mas o humor em específico, é mesmo uma terra de barbaros e embusteiros e esquecimentos frustruçados e propositados e Luciano parece-me, em desses casos. Como é que nós estamos a falar, que comédia isto e aquilo, quando. esquecemos desta figura, esquecemos do diógenos, esquecemos até. Fíguis mais próximas de nós, sei lá, o Jovecento, o Camões, o Camões também escreveu comédias. Apesar de o Péu Mendes, de que o Lino mais percebe, ou seja, a livre de rutilismo língua, disse-se, "Predeu-se, sei lá, um beca, um. " Não, já as processos de ideia, não vou trazer lá a tona novamente, que a comédia, pensando na comédia, menos stream, né? Aquela. Quando se fala de comédia, estamos sempre pensando desta comédia. Péu Mendes, eu souvi-mos pode-quear, sei-se, é sempre isto. É um erro, é um equivo tremendo. E se, realmente, isto é comédia, estamos a fazer comédia, como se. Péu. Não houve essa comédia, há patras. E depois entramos em hiperbols inventos. E isto é melhor, isto nunca teve melhor. E agora é comédia e poliu, é para a deixe-se disso, pá. É mesmo provoca-me vergonha, esse tipo de. de frases, de argumentos, de raciocínios, é provoca-me mesmo. E não estou aqui, é. Fazer uma cama humorística, para dar uma volta e dizer outra coisa. É provoca-me mesmo. É para engolhos, é fico. Caraca, essas como é que tu é capaz de dizer isto sem ter meravós. Como é que tu consegue dizer. Há vendo um servante, no nosso caso, sei lá. Um. Um ser amargo, um. Há tantos gás pouco conhecidos no suário e riqueleiria o Conso de Gintónico. Se quando não há esta cingando de espingada, há um gás também, isto é o rilista que chamava o Caraca. Eu tenho assim os contos de rilistas, também muito bons. O homem de bar. Não vou lá buscar o nome. Mesmo se as arini. É para mesmo o pessoa tem coisas engraçadas, pode ser lido de forma humorística. E nós estamos a fazer de conta. Acomérida e também de stream. Está a fazer o seu ofício, cosco estas viradas a tudo que estilme, a tudo. Fazer. Não ouve vanguardas, não ouve novas formas de fazer, não ouve surrealismo, futurismo, ouve. É para. É mesmo uma coisa que. Eu acho. Eu de cada vez consigo ir para a tata constripiadas como. O que eu acho mais engraçado em estudo, quando se diz, comédia está melhor, nunca se fez. Nunca se carvelho, é um. É raro, ouve lido porque o pessoal também não vai tão longe. Não sei o que. A discussão seja os gás das crito, os gás das téticas, e aí vão para ter reeneminados em que se fosse analisado friamente, percebemos que é um engode, é um embusta, aquela discussão, da forma que a bordada está condenado ao fracaso. Mas não pôr, na conversa, figuras, realmente fortes. Não sei, pai. A forma como se está a escrever, não me dista muito, e em uma pior versão. de celos, primeiros caritos, o filo gelos, o primeiro coleção de piadas, não há assim grande diferença. A forma. A construção, os visados, provavelmente mudam. Em vez do Leonuco, é uma figura que nos diga mais, talvez um influencer. Tem um pralismo engraçado. São os dois castrati, a nível de cabeça. Ora. Mas, entretanto, aconteceu muita coisa. Conceceu o mesmo, muita coisa. Conceou o serfante, aconteceu. Pátanto, tanta, tanta coisa de. Tanta forma de ver isto. E depois um gás sóba palco, e é mesmo engraçado. É mesmo engraçado ver as próprias dignações, o que é que se dizem no humor político, o humor político. Quando é que a gássava não seja, pode ser humor político. E o que pode. Quando pensamos, nos jogos de caldo, como o máximo do humor político, assim solharam só o palma em destream. Mas agora, abrimos. É porque a literatura tem uma coisa que é defente, e que também é fragiliza, que tem muito, muito, muito século nas costas. Ou seja, e depois de montar as ideias de novo, mais uma coisa que o vergonha quando eu. "Ah, isto nunca foi feito isto é novo", é para deixar te dizer. Normalmente são coisas que já foram feitas há mil anos. E melhor é isso, é muito raro ver uma coisa. A maioria do pessoal deixa-se engordar pela pirotecnia da coisa. É muita pirotecnia. Parece um espetáculo que o viu anda em Danube Calhau. Muita pirotecnia, mas o fado é para falar-me de coisas. Não há ali um zé-cafon, se não há ali um puxar ali qualquer coisa, para não se em Portugalidade, nem esse que era. É para qualquer coisa. Não se assumou a alma naquelas casas. e depois a performance é tudo, desperata a polada para perceber que está a faltar qualquer coisa. Eu não me sinto mais viva, sai de ali no meio dos casos igual como entrei e no pior dos casos, pior, né? Morri ali, parte me morri ali, porque eu estava a esperar porque se a música com Marta cima todas as artes, se a música é incapaz nos vivificar, feche em estudo, não é feche, é papônio mais um óstelo, um provisório, um óstelo rotativo que vai mudar de cítio para cítio, é preferível. E em jeito de remato a minha namorada está sempre com o Záco-Mico porque eu tenho uma cabeça muito grande e essa é a razão pela qual eu sou muitas vezes e percebe-lo no que diz respeito ao pássaro, enquanto bisque caga do alto e uma coisa é certa, eu nunca fui alvo de que cada ela este passa ou daquilo que eu me recordo e muito recentemente aqui numa janela de meses já fui alvo de bombardeio de fases, bombardeio de fases e tanto que o jéter normal que continuamos a conversa como se nada fosse, aconteceu, havia estávamos no postarante, numa esponada, eu sinto, e foi, não foi, limpei e continuamos a conversa, estou neste ponto e o que começa da razão é ela, tinha que a cabeça demasiável grande, eu acho que a minha cabeça já está a ser falada entre as aves, sabe um bom sítio para que é porque é gra, eu percebo e ela já vai o ponto de cima, ponto de lugar das aves viste de cima, viste de cima para baixo, a resta pucos passos para ela de ficar, né, eles animais, onde é que eu vou de ficar se não de ficar na cabeça dele? E há tipo de relação com nós temos, né, é só apocado, o que é preciso, ai eu sou o que é preciso, há tantas suas inspirações dos que é preciso de o carnaval, ai eu confo o grande, que era uma que abraça como a tua, e país não alegra ninguém, então eu não sei se a cabeça quer escuidade, ou seja, o secundariz quer escuidade, as olhas quer as encuidade, a pila depende, o escuroto, ou seja, ou seja, o escuroto é uma fase em que o escuroto interioriza a ideia de que é que é que é ex-derretido, e por isso é que eu não sou muito amigo daquela ideia, a segunda qual o escuroto é parte mais feia do ser humano, homem e mulher, passei que é ex-derretido não pode ser feio, vocês que é ex-derretido na pisa, ai muito bom, agora um escuroto, ai não é neve gente, ai este do proclitério que nos faz a fastar enquanto pessoas lucidas, como diz o nitos, falta consciência intelectual, ai, há uma maior nisse de juiz, vocês diante uma coisa que é semelhante, só porque são partidários do queis de retido, e não partidários do escuroto de retido, ai não gosto de nas, ai, a vida, e a gravidade apuxaram pelos colhões, aos poucos para que nós não sintamos parazer, mas que isso é gravidade das "pecragues", não é? A gravidade tem disto, a gravidade tem uma tara por colhões, olha, isto não sei se dá um título podcast, a gravidade tem uma tara por colhões, mas volta na cabeça, o nosso nariz cresça, as arelhas crescem, a nível nariz tem indiano, órelhas, já tem uma bela orelha, e se eu viver até os 150, transforma num duma, é triste, a nível de beleza, talvez, mas posso voar casorellhas, né? Eu sempre, eu nunca voei, nunca, na edavião, mas, se valmente, sou capturado para um círculo, né? Para não se bater tudo, há uma círculo já não pode ter animais, sim, homens, ai, e isso, ah, ele é visto como uma de mal, uma paciocidad, mas para o círculo é um humano, ah, ó, se você humanizar no círculo, é um machucutado, acho que o círculo faz os dos anos para este trabalho, e foi mais um tornel de vento, o que é que se o entretanto sim, o ácate é papel ácate, na acho que foi o melhor até agora, gostei mesmo de fazer aquilo, foi, podia ter dividido em dois, mas, fazia sentido largar o todo, aquela hora e tal, acho que é um bele episódio, se acabar essa liga já estava poragando da projeto, eu acho que é um projeto do qual eu morgo o olho muito, o próximo, onde os próximos será a volta do José Mario Branca enquanto figura do humor político pensando na canção FM, e eu não sei se, não, isso que é lá da espalháctia, a nossa percepção do José Mario Branca e dessa canção específico, há aqui uns exemplos recentes que mostram isto de uma forma como nós e genizamos isto, mas uma vez nos parece ser uma entrevista a pouco contigo português do FM, e aquilo o gas parece que é um, deu-se conta que é um don Sebastião, e na cabeça dele ele salvou o país, e é este nível da lucinação que nós temos a comandar a nossas vidas, mas sim um ácate é pagando episódio, eu partilhei, partilhei, eu acho que eu normalmente não faço isto de forma tão vivais, mas aquele episódio merece ser partilhável, merece ter um grande episódio, o que é que se o mais, se o segundo episódio do Seinfeld, onde eu comenta série, se o Cancais, os Aquílhos, do Chão, cabreira, mas é essa coisa toda que já falei em parte, nunca fiz um episódio, agora eu vou se falar do Cancai, eu vou se falar do que é isto, não sei, talvez em cada um desse episódio, essa é uma possibilidade de fazer uma espécie de post-fácil, ver de fora um projeto que terminou, o Cancai não sei, entre tanto, eu não sei se falei, se um episódio especial do Cancai, o episódio terazentos, o maior etal de Cancai, por que, enfim, é um, foi um projeto mais todótico, fazer aquilo, do Chão, cabreira, cabreira, rouleta-me, mas não vou falar se não esta esta estou me repetindo, se eu não sou robô, também é um projeto novo, gravei que gravei um peixe fresco no seconeco que vou lançar, também o anedutário, complexo de droga, que eu vos disse que sei o outra vez, e tem também que uma ideia pensava em um torno da série Severance, só que como tem tanta coisa, eu já estou com mais projetos que tempo, e isso tem de matar aqui mais um a outro para conseguir entablar conversa com mais uma novidade. E este é o meu nome? Qual? Não faz ideia? Eu não vou fazer ideia, não faz ideia, o menino não faz. Se chama-me Roberto Gamito, este foi o Tonello de Vento, Bégina Boca, como não podia deixar de ser palmada para lógica nas naldes e até a próxima. Fala de velhos nas filas de preço, de vida ardendo, de menos tão pequenos que custam esquecer. É filo de fien, surdina, dita, num tome bem quente, um doce-ardónico de um corto gay-spaciente. Enquanto um doco, atrás do tio e do bonito, ele veio da fora a bussula e ridou e finito. No túnel avento, sobro todo, pensamento lento, já éz de quem vive atento ao avovacimento, improviso de xiplinado, caos combatimento.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O palestrante critica o consumismo e a artificialidade de serviços, como cafés e supermercados, que priorizam sorrisos treinados e normas empresariais em vez de autenticidade.
  2. Ele reflete sobre a dificuldade de expressar ideias genuínas em um mundo dominado por eufemismos, capitalismo e conformismo social.
  3. Aborda figuras históricas (Luciano, Diógenes, Demócrito) como exemplos de resistência ao poder e ao riso reprimido, contrastando com a falta de profundidade contemporânea.
  4. Ironiza a obsessão por detalhes triviais (como cortar um pastel de nata) e a superficialidade das interações humanas, marcadas por exigências vazias.
  5. Critica a cultura do empreendedorismo e da positividade tóxica, que mascara a precariedade e a exploração no trabalho.

Summary:

O texto é uma reflexão ácida e improvisada sobre o vazio existencial e as contradições da vida moderna. O autor começa descrevendo cenas cotidianas em filas de supermercados e cafés, onde o atendimento robotizado e os sorrisos ensaiados escondem a falta de autenticidade. Ele critica a obsessão por detalhes fúteis, como a forma de cortar um pastel de nata, e a dificuldade de encontrar um café "normal" em meio a personalizações excessivas.

O discurso evolui para uma crítica ao capitalismo, que transforma relações humanas em transações frias, e à cultura do empreendedorismo, que impõe termos como "resiliência" até no contexto sexual. O palestrante se identifica como um "trocadilhista falhado" e um estranho a si mesmo, perdido em um mundo que valoriza a superficialidade. Ele recorre a figuras históricas como Diógenes, Luciano e Demócrito, que representam a resistência ao poder e ao riso reprimido, contrastando com a falta de profundidade atual.

Apesar do tom pessimista, há lampejos de humor e ironia, como a metáfora de uma "fila infinita de pênis" para criticar a repetição vazia de ideias. No fim, ele admite sua própria fragilidade e a dificuldade de encontrar sentido em meio ao caos, concluindo que a vida é um confronto constante consigo mesmo, onde o jogo nunca foi feito para ele ganhar.

FAQs

O Sinek Bar é um estabelecimento onde o locutor critica o atendimento mecanizado, como o sorriso treinado de funcionários e a falta de personalização no serviço de café.

Ele critica a rigidez e a falta de sensibilidade no serviço, quando uma funcionária faz cara feia ao cortar o pastel de nata em seis partes em vez de duas, refletindo um sistema capitalista inflexível.

Ele acha que o café personalizável é uma exigência exagerada e confusa, pois questiona o que é 'normal' no preparo, levando a debates filosóficos desnecessários.

Significa que as pessoas são moldadas pelo contexto histórico e social, e o locutor usa isso para refletir sobre as frustrações e contradições da vida moderna.

São figuras históricas associadas à comédia e à filosofia: Luciano é um escritor satírico, Diógenes é o filósofo cínico que procurava o homem bom com uma lanterna, e Demócrito é um pré-socrático conhecido por sua teoria atômica.

Ele critica o uso de termos como 'pode eventualmente ganhar dinheiro' para mascarar riscos, defendendo que se deve falar claramente sobre a possibilidade de perder dinheiro.

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