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Michael

69m 41s

Michael

O resumo aborda a conturbada produção do filme biográfico de Michael Jackson, anunciado em 2019 e finalmente lançado após diversos atrasos. O projeto, estrelado por Jaafar Jackson (sobrinho do cantor), enfrentou desde o início a oposição de Paris Jackson, que critica os executores do espólio por má gestão financeira e por distorcerem a relação com seu pai. As acusações de abuso sexual contra Michael seriam inicialmente abordadas, mas uma cláusula contratual impediu a citação comercial do caso, forçando reescritas e regravações que elevaram o orçamento para mais de 200 milhões de dólares. A produção também foi afetada pela greve de atores em 2023 e pelo incêndio que destruiu a casa do roteirista. Apesar das críticas negativas (38% de aprovação), o filme teve estreia recorde, arrecadando 97 milhões nos EUA e 217 milhões no exterior. A família Jackson mostrou-se dividida: Janet Jackson recusou participar, e apenas os irmãos do Jackson 5 são retratados. O filme é criticado por ser superficial, evitando controvérsias e polêmicas, focando apenas nas performances e na imagem de Michael como um artista genial e inocente, sem aprofundar em sua vida pessoal ou nos escândalos.

Transcription

10148 Words, 53812 Characters

Portuguese
[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Entendeu? Entre várias outras, entre várias outras trabalhas. Lentes pensantes absurdas. Galera, agora vamos. A gente sabe que esse filme existe, que ele ia existir desde 2019, quando foi anunciado que arrola e que seria com o roteiro do John Lowe. Antes da pandemia e tudo mais. Em 2023, eles confirmaram o Antoine Combo Diretor e aí eles começaram a falar de elem, o apresentando inclusive o Djafar Jackson, que é o subrinho do Michael, ele é filho do Germain Jackson. Como protagonista e a briga começa aqui. Porque o Michael, como vocês devem lembrar, tem três filhos, que é o Prince, a Paris e o Biggie, ou B.D., não sei se é Biggie, que é o Blanquet, que foi chocolate lado-lada sacada, que a gente lembra bem. Quando Michael morreu em 2009. Eu não esperava ser que foi você. Mas você não lenta. Agora é o que é isso. É algo incente. O que é conhecido como você puxar com a sacada. Mas ele foi. Mas ele foi extremamente conhecido como menino da sacada, a tadinho. É forda. A culpa não foi dele que o pai dele era centro, enfim. Falava. Quando vai como rio em 2009, todos eles ainda eram crianças, o controle do espolho. Usaremos muita essa palavra hoje. Espolho pra você que não sabe, é quem controla toda a obra, todo o patrimônio e direitos intelectuais. Todo que tem a ver com a pessoa. O espolho foi parar na mão de duas pessoas. O advogado, John Branca, que não conhecemos do filme, e o executivo John McClain, que não é o John McClain. O Prince, que é um dos filhos, ele é um dos produtores do filme. Mas a Paris não está envolvida na produção, e ela é crítica a esse filme desde o começo. Porque ela tem uma briga federal com o John Branca e com o John McClain há muitos anos por mágestão da fortuna. A acusação de desvio de dinheiro. A acusação de pagar pouco pra ela e para outros membros da família em nome de pegar mais dinheiro. Para eles e ela fala isso há muito tempo. E aí, me aparece, me tem a paixô, de colocar no filme o Miles Taylor, um ator que é a questão de "Eilest". "Materista" não fez o familiar do "Materista", esquecionou de "Plesh". "Plesh"? Não é a verdade, é ele. Mano, pronto, enfim. Colocou o Miles Taylor na lista do "Ele Enco", como John Branca. E aí a Paris ficou puta da vida dela, porque a falou que isso foi feito para representar um papel que ele nunca teve na vida do Michael. Tipo, cara, esse cara se coloca como grande amigo do meu pai, grande defensor do meu pai, desde sempre, mas não era essa relação que eles tinham. E aí ela acusa o John Branca de usar o posto de produtor executivo, que ele tem para se fazer maior na vida do Michael e cavar mais importância, inclusive, para depois, em decisões futuras, isso pode ser levado em consideração até algum tipo de peso. Bom, o tempo passou e o papo que rolava era "Ah", e eu sofri calado, isso que você quer falar, fala. "Data o show". Não tem como, vai. "Data o show". Desculpa. "Eu papo que rolava", era de que sim, as acusações de abuso sexual seriam abordadas no filme. A Variette chegou a confirmar isso em 2024, com um diretor, roteirista e uns produtores. E ainda de acordo com a Variette, o filme era para começar inclusive em 1993, a cena era o Michael no reflexo do espelho, com olhar triste, enquanto os carros da polícia se aproximavam por conta dessas primeiras acusações. E o terceiro ato do filme seria inteiro sobre essa história. Na época, o diretor do documentário Livin Neverland, que foi um documentário que saiu em 2018. 2019. 2019 de duas partes que é quatro horas no total. É que eu assisti tudo, porque na época eu cubri isso. Inclusive, falamos sobre isso que o Merygo falou dos fãs que são meio. Não, ele nunca fez nada. É, foi bom que isso aconteça. Que havia campanha contra o documentário, que na época, era HBO, né? E HBO comprou o documentário. É HBO. E ele tem vários seus problemas também, né? Não, ele tem lá suas questões. Mas, enfim, o diretor desse documentário contou que ele leu uma primeira versão desse roteiro que vazou. E ele falou que tudo era tratado de maneira muito leviana, que parecia uma coisa que o John Branca mandou os roteiristas escrever. Mas foda-se, que desse jeito mesmo, eles iam começar a gravar. Mas aí, daí a greve dos atores imoteristas de 2023. Então, pausou. Também, bradela. Lembra dela? Você se sentiu bem. Ela que aconteceu tudo na. Calma que piora. Relácio que vai piorar bastante. Desde a ministrei. Aí, beleza. Aí, passou a greve e eles começaram a rodar em 2024. Mas enquanto eles rodavam. De acordo com uma das fontes internas da Varayet, descobriram uma cálula em um dos acordos, que os advogados do Michael fizeram com um dos autores das denúncias de apuso, que impedia a citação do caso de forma pública. É inacreditável quando você não testeja. Não estou definindo este teste também. Não estou definindo ninguém aqui hoje. Mas porra. E aí, meus apresos? É uma panela de ser. É um negócio que eu tinha ali, que eles não podiam explorar essa história comercialmente. Não. Mas eu não sabia que era uma questão que tinha vindo dos advogados do Michael. É, porque você está lá olhando assim tudo e fala, "Pera, ba, ba, ba, ba". Pera aí, pessoal, que eu achava um parágrafo que é interessante. Isso é um siso, tá? E aí, fudeu. E aí, fudeu. E aí, fudeu. E aí, fudeu. Porque eles precisaram reescrever muita coisa. Mas esse processo também foi atrasado, processo de reescrito. Porque, de On Logan, o roteirista teve sua casa destruída nos incêndios de 2025 de nos anos. Que isso? Vai se fuder. Vai tomar noco. Vai se filmar. Tá ligado. Tá ligado. É um filme do filme. Um filme, é exatamente. Tem. Tem. Eu assisti. Fazendo por aí, por aí. Fazendo por aí. E aí, demorou, toma atraso de lançamento do filme. E aí, começa uma salada escrota de notícias. Porque, hora a gente fica sabendo que o filme vai ser dividido em duas partes. Porque tinha muita coisa. Aí, depois, saiu a notícia de que não. Pera aí, não vai dividir em duas partes. Mas o filme vai ter três horas e meio. E aí, nesse meio tempo, toma a regravação. Toma mais dinheiro sendo gasto num filme que já era para ter saído há muito tempo. Já tá com o orçamento enxado. E o pessoal, regravando coisa. E chamam a ator de não que já tinha voltado para caraguá. A volta aqui, que você tem que voltar para regravar a cena no seu quê. E aí, o bedo. É tipo chato, o rei do Brasil, porque não é versão exato. É tipo chato. Exatamente, tipo chato. Ou Chinese Demócrus, depende aí do cê. É um falatialismo demócrus. É. É, enfim, gente, entre todos esses trancos e barancos e toda a opinião pública e todas as brigas. E a Paris, falando, que achavam absurdos atores compactoarem com isso. E o comando, Mingo dando entrevistas falando assim, "Ah, mesmo assim, eu espero que eu possa fazer um bom retrato, que seja um filme que agrade você e sua família." "Você, tu é. que eu sei todo mundo que for da sua família." E aí, olha. "O pandemônio mais saiu como o jago falou, milagre, e acompanhados mais uma leva de acusações de abuso, de quatro irmãos que não só falam sobre o abuso praticado pelo Michael Insi, mas também sobre o tratamento que tiveram desses advogados durante todo esse tempo." Então, a gente tem uma nova onda para coroaça a história. Por fim, gente, quero falar da Janet. Foram Janet. Tem aquele Twitter, né? "Jet Janet, quer?" "J Janet, a primeira artista se chama da Janet e te acompanha o país." É, Janet declara Janet, né? "Alatoia." "Alatoia contou pro Entertainment Weekly que a sua irmã, dele cada mente, negou a participação nesse filme." E aí, para lembrar todo mundo, o casal Jackson teve 10 filhos. Rebe, Jack, Tito, Germaine, Latoya, Marlon, Brandon, Michael, Randy e Jen. "Marlon, Brandon." "O Brandon." "Eu gostoso ver isso da mocadella, né?" "É, eu acho que é. "Lista linda da C&E." O Brandon, ele era Gébio do Marlon e faleceu ainda bebê, logo depois de na C. O Tito faleceu em 2024 agora e o Michael, morreu em 2009, como a gente lemme. O Rebe e Randy também não apareceram no filme, mas ninguém comentou nada sobre os motivos. A Janet também não se pronunciou, se pronunciasse, diria, "J Janet." É. Mas o que importa é o Antoine falou que respeitava a decisão dela, que ela estava apoiando muito o subrinho dela, que o Antoine falou, "Ai, meninas é sobre isso, sabe?" "E a Sabra e a Paiara é família." E meio que. "A colimento, né?" É sobre a colimento atravessamento. Então ficou meio que por essa e ninguém foi encher muito mais o saco da Janet, porque o medo do que ela pode falar é maior do que o medo de música saber. "Onde é bem? Sinopsy?" "Tenopsy!" "Eu tô roco." Pois é, eu vi. Sinopsy, Adapta. da apetada do cinema, do shopping, plaza campos gerais de ponta grossa. Não, não tem mais por que. Michael já foi pra ponta grossa ou sei lá? Não foi, não foi. Poderia ser um fôio, mas eu gostei, eu gostei. Essa semana tem shopings, diferentes. É diferentes para nós, né? Normal para pessoas de ponta grossa. A história da vida de Michael Jackson, uma lenda música, traçando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário. Como líder dos Jackson Five, até o artista visionário, cuja ambição criativa impulsionou uma busca implacável para se tornar um maior artista do mundo. Caramba, tudo isso com soma virgulim. Para bem. E, sem. Vai, vai. Oh, repercussão. Rotentomate ou está a guerra lá, né? 38% de aprovação da crítica apenas versus 97 do público. Essa é uma bairre ta guerra. A polarização que prejudica o debate, né? Lairbox 3.6 de 5 metacritica 39 de 100 e no mdb7.7 de 10. Onde o público manda, notinha maior, onde a crítica, galera, popular, espina frô. Serto? Espina frô. E fim, mas assim, é o grande estreia do ano, né? É, até agora é a grande estreia, né? O Hollywood Reporter deu 200 milhões de dólares de orçamento e a Varite estima que foram mais de 10 a 15 milhões adicionados a esse orçamento por conta de todas as regrapações e reescritas que eles tiveram que fazer. E também a Varite conta que foi o final de semana de estreia com 97 milhões de dólares e recadados nos Estados Unidos e mais 217 milhões no resto do mundo, o que é um recorde para uma biografia musical e foi a maior abertura de bilheteria no Brasil desse ano. Nos Estados Unidos o Mario foi maior ainda. Então, mas também não. Vamos ver esses spinolas. Vocês. As piadas estão acontecendo na cabeça que vocês não estão falando. Elas são muito altas e eu queria pedir para baixar o volume, por favor. O papo das fontes internas do USAID é de que sim estão pensando em fazer uma continuação desse filme. "Oi, mas tem que ter na já num prometerão lá?" "Para aí ter que ter, eu quero ver o holodúmo, se não é bom." Então as fontes do derróleo de Porter falaram que a cartela final que a gente vê no filme, gente, isso não é spoiler. A cartela final de a história de Michael continua foi adicionada um mês antes da estreia por conta da ideia de que talvez fosse um sucesso, grande o suficiente para implacar outro filme. Então, eles fizeram do jeito que deu. "Promessa que você fala a história continua, ela continua continua!" "Vamos falar do filme, tem spoilers aqui, história do Michael Jackson?" "A gente nem morre!" "Mas não, nesse filme!" "Amiga, eu acho que não tem spoiler." "Eu também volto que não." "Vamos sim, spoiler?" "Essa é spoiler, gente, porque. " "Vamos liberar." "Está liberado do enjojado." "Vamos ver o filme antes." "E que é difícil pegar alguém que não tenha assistido ao filme com esses números?" "Ele volta em duos, deem o jovem." "Ele fala." "É como você aí, por favor." "De sua opinião." "Ah, assim, eu acho que o resumo que havia feito de que apareceu só cinco irmãos, dos dez, acho que é um bom resumo do filme, assim, aparecem só montagens." "Metade não parece um pós-acariado, né, porque é outra metade?" "Não, aparece em seis que é o Jackson 5 e ela toia, seis." "Ai, verdade, então assim, é um bom resumo." "O resto do filme, talvez a gente veja uns outros irmãos no próximo filme." "Avei." "O filme sabe." "Então, eu estava falando pra vocês nos ape, que quando na metade do filme, quando eu percebi que era aquilo mesmo?" "Ah, eu falei, "Ah, beleza, então a gente está falando aqui do filme Minecraft, só que para a sua música." "E aí eu entendi que era isso mesmo." "E aí, pra mim, eu diria que o maior defeito do filme é se colocar no lugar de ser uma biografia, uma bailo-pique, quando a na verdade deveria ser um conto, né, se chamar assim, Michael Jackson, um tributo, Michael Jackson, um filme Jackson, alguma coisa assim, Michael Jackson. "Ei, entendeu, uma coisa igual quando eu fazia Star Wars, o filme do Han Solo, um conto Star Wars." "Ai, entendeu, aí você é conto que você quiser, que aí você. depois você discute esse cano nesse. "Ei, entendeu." "E aí, então eu senti que o filme foi nessa vibe do tipo, eu vou fazer um negócio para os fanos, já que tá tudo enrolado isso aqui, já que, não posso falar nada do que quero falar, tem negócio no contrato, tem advogado, tem briga de família, eu que não vou me enfiar nesse meio aí, tá? Então eu vou colocar as partes da música aqui, que é a parte que a galera quer ver, e tá tudo certo. E eu acho que dentro dessa proposta ele fez o que dá, que era como casamus cas lá. Mas é isso assim, o filme é um grande, é uma grande fábula, porque ele não conta nada. Ele só fala como ele irá um artista legal, e ele passa o filme todo falando "Caramba, Michael era muito legal, "olhe era muito pequeno, nossa. " Ele era pomude, tipo, uma pessoa super humana, né? Não era muito, cara presença, né? A única pessoa que era o único ponto de tensão do filme é o pai dele, porque esse nem o segurança, que era o segurança do maior artista da terra, tinha trabalho nenhum lá. Cara, dá pra ser pra ser pra ser pra ser de energia, passeando. Ah, vamos dar um rolê, ajuntas duas gangue aí, vamos dar um rolê, esse. Ah, e o segurança lá, isso aí mesmo, vamos, Michael, ah, você quer passear, vamos passear. Vamos lá no meu cadinho, faz uns gangue. Ah, com o pro macaco sim, boba, não me ganhava. Mestre de grafa aí na casa. Aquelas das unidas, um dei bané, eu tinha milhê aqui, e eu tinha limó e dentro, tudo certo. Então assim, chegou uma hora que você, se abraça a bagunça e falar "E tudo tá bom, então é macaco de suspensório, é a segurança que não precisa fazer nada, ah, bota ele sob de cima do carro, o Mike Myers tem a estimpar, que ele vai botar lá o cara ligando pro dono da gravadora, aí vira bagunça, aí você é a aceita que é bagunça mesmo e ouve as músicas. Boa. E você, é água ministros? Cara, é isso assim. Eu fiz um comentário no comenta da gravação, aí o medigo quis me silenciar, quis me calar, e aí ele caiu a gravação dele, eu vou fazer, eu não sei o que é ouvido. E eu vou fazer o comentário de novo, que eu estou muito feliz que o cinemático tá dando oportunidade pra tcc da escola de cinema da eca, porque assim, eu sei dizer exatamente qual prontido o chat de gpt pra fazer esse roteiro. Chat de gpt, por favor, pega os clips no Michael Jackson e faz uma bio-pica a partir das melhores performances dele. Ele vai dar isso. Eu. eu. eu. eu não sei se você possa me declarar um fan, um fan de apoio crítico, como eu posso dizer assim, um fan. Ai. O f*ck tem vezes com críticas, né? Exato. O cara é um cara profundamente impactado pela obra de Michael Jackson. E é isso assim. Eu fiquei nessa sensação de que é a história que é tudo que eu já sabia, não tem nada de novo, o filme não dá nada, tem uma coisa quando o filme não bate da nada. Oso me subtrativo. É isso me subtrativo. Exato, é isso que eu falava. Tipo. você me que a desde informado, eu sabia várias coisas, eu sei menos. Exatamente. Mas. é. tem uma. uma. uma coisa quando o filme não tá te desenado, nada. É que você fica me na expectativa, tipo, mano, que hora que vai vir alguma coisa. Eu tô leindo um livro no meio ruim e eu tô achando que no final vai acontecer uma parada, porque é possível. Nesse caso, eu tinha muita certeza de que não viria nada da lir, nada assim. Deu de onde não esperava nada ali que não seria nada mesmo. E ele cumpri o que ele prometeu. Posso só fazer um. um. adicional ponto nisso que você tá falando. Porque eu fiquei com essa impressão também do tipo assinal. E agora que eu achei que alguma coisa ia acontecer, foi lá quando eu comece do filme. Quando o pai tirou a cinta pra bater no mic, eu falei "Ah, caraca, agora vai mostrar. " Agora vai se procurar, vai mostrar tudo o que aconteceu, tá? E aí voltou! Não é mal. Leia e chucha nele, né? É, é. bem, é. Leia e felca, leia e felca. Leia e felca. Da nada aí, vamos que vamos. Aí que eu entendi também que eu flayar, beleza. Não vai acontecer nada aqui. Não vai acontecer nada aqui, isso. É isso, é duas horas. Dizem que quando. uma. uma. uma digressão rápida. Quando fizer o filme do Gran Serran Veredas, perguntaram por João Guimarães Rosa que. que. que ele achou. E ele falou "Ah, os cavalos eram bonitos, é meio isso esse filme, porra." Ah, ah, ah. Esquece o mais com a caminha. É isso. É. então, cara, não tem nada. Quando eu comece a gostar do Michael Jackson, quando ele morre, dia que ele morre. que me atinha a falar "Mai com Jackson morreu", aí eu quebre um copo que eu tava lavar no louço e eu percebi que eu me importava com essa figura que eu não conheci, aí eu fui conhecer. E eu fiquei meio bicicada, então eu sei que ela. E aí tinha uma série "Eu acho" que me acompanhou no DVD pirata, inclusive, que era série "Os Jacksons", - "Um sonho americano", em 1992. - Sim. Que é isso? O pai bate, pega a fogo na Pepsi, tá, não sei o quê. Primeiro que, na forma da história do Mai, é a história de Jackson 5, - como ficou "Jackson's Form", né? - É isso. - "The Jacksons Form". - É. E tá tudo lá, assim. Eu senti que a Globo tinha uma época. 20 anos atrás, 2005, assim. E tinha a série por toda a minha vida, que todo o episódio era um filme de uma hora, que era a vida de uma artista. É meio isso, tipo. Conta aí mais ou menos umas paradas, traz umas bagulhas aí, o pessoal lá de casa vai gostar, porque o pessoal tem saudade, tem uma nostalgia. Eu realmente, tipo. Eu tava odiando o filme, achando que eu tava. Eu tinha ofendido pelo filme. E aí o Mai com o que estava cantando, tava "Ah, ele é tão. - Eu tava cantinho, né? - Ele é muito intimente. Então, eu tenho isso. É. Só que aí tem duas coisas, falando um pouquinho sério. E vai ser super rápido, porque aqui não é a passéria da adiós. É. A primeira é. Quando você faz uma baia, o pique, sem ninguém me deve nada, ninguém precisa nada, ninguém tem que nada. O mundo é grande e tal. Mas eu acho que quando você vai pegar uma história que é muito conhecida, ou você vai mostrar algo que a gente sabe, mas a gente não viu na tela, ou a gente vai trazer uma camada nova, ou vai ter uma perspectiva nova. Quando fizeram o cinema e o grafé delício, também tinham 400 horas de filme e muita filmagem, tá nos aqui lá, vai pegar e falar "A gente vai ter que cortar isso aqui". E aí, isso era uma escolha, que é. Todo mundo sabe que ele era chata, que ela era barraqueira, que ela era politizada, que ela era contra a ditadura. Ninguém sabia que ela era uma mulher que amava a transicada. Vamos fazer uma eles romântica. E foi isso, nesse caso, que era uma coisa diferente. Super legal. Nesse caso. Assim. Eles não tinham escolha, né? Assim, era só, tipo, vamos evitar ao máximo qualquer questão, qualquer polêmica, qualquer problema, qualquer atenção. Vamos trazer o pai dele com vilão, que é uma coisa que já é muito estabelecida, porque primeiro, é o loco padrão da literatura mundial. O rano matou os titãs, como meus titãs, lá, para eles não superarem o pai. E esse pai dele tem uma ajuda que ele realmente é horroroso. E ficam numa coisa que o Michael é muito inocente, muito bobinho, como todo mundo fala que ele era. E do nada, baixava, sabe, o Logan Lang, ele faz uma negociação foda. E aí do nada, ele tem um insight foda no clipe. E é uma coisa muito do mundo dos Estados Unidos, que eles se lembram muito o planejamento e você ter uma estrutura enorme e você ter dinheiro para não ser que, lá. Mas eles valorizam muito a pessoa que tem um insight que muda tudo, né? O GEM, né? O GEM, né? O GEM, né? Exato. Na hora do thriller ali, o thriller tá no mural. Eu quero saber como é que thriller foi para ali. Eu nunca não sabe como é que virou o single. Tipo, isso não me interessa, entendeu? Inclusive, é minha parte favorita. Foi quando tava filmando o thriller, ele falou assim, "Não, eu quero que filme e os peces." Eu quero que filme de corpinteira e tava falando "Caraca!" Esse é um insight do Michael. Esse filme. Finalmente, o negócio diferente que ele "Caraca" tá por Michael foi foda aqui para a caletada do Michael. Porque de raci-se de seu Michael não, como você pode me tornar o melhor de testa do mundo, né? É, exatamente, exatamente. E aí eu lembrei, tem uma coisa que eu achei, eu quero que vocês me digam. Porque eu achei que eu fui paranoico, mas me deixou muito incomodado. Eu quero que vocês me digam que eu fui paranoico. Que é, eu senti que o filme, tipo, claramente as pessoas que fizeram esse filme, de fato, pelo menos o diretor, o roteirista não sei, porque assim. A gostada do Michael Jackson, que você fazer aquilo era melhor não gostar. Mas o diretor, claramente, gosta muito, tem muita demoração muito carinho, por aquela história. Tipo, tem um olhar muito cuidadoso ali. Mas eu senti que em algum momento, algum executivo alguém, ver o que eu falei, "Ah, bom, mas dá uma quebra dinha." Primeiro, o pai tem uma coisa de que ele é escroto, ele é terrível, mas ele quer proteger a família, só quer que o filme se da faça muito. Opa aqui vontade de rasgar meu com a unha até em cima, sabe? Tira meu cérebro pelo cul. E depois vem, que é a indústria, a pessoa indústria no filme inteiro. É um bando de bobalhão, tipo, ele tem vários planos maldosos. Aí chega o Michael e fala "Não, mas eu acredito na música." Aí vai falar "Porra, pode cria, né? Como não pensamos em sonhos?" E aí a música vem, você toda vez. Tipo, a poser da amizade, tá? A poser da amizade vai reenunciar. E assim, o palco que deu pro Michael sair da mutar, sabe? Tipo, os meus fãs gente, que estão vendendo. E eu senti, aí vem minha paranoia. Eu senti, e o tempo inteiro ficou muito suggestivo de que ele. Era uma. de que tinha alguma coisa estranha ali. Semana passada, a gente tava gravando por emqueste. Aí nos bastidores da notícia, tá consendo com a Bia desse filme. E aí a Bia falou uma frase que é cara. "Tem muita coisa esquisita pra não ter alguma coisa." Ah. Tipo, eu te expor, desculpa a te expor aqui. Não, é, porque a gente tava falando do "Living Neverland". E aí o "Será que tá certo, será que tá errado?" E aí eu assisti, eu tô comentário e eu falei isso pro iago. Tem. é no mínimo alguma coisa esquisita aconteceu, no mínimo. Isso. E aí assim, trabalhando com o disputo de programa pública, né, uma frase que eu falo toda hora aqui nesse podcast. É. Poucas coisas são mais efetivas na coguinição do que mostrar. E algo tá bagunçado. Você pega lá um presidente da República hipotético. Você fica toda semana falando que ele é corrupto, que tem um ensinando da discussão, mas você bota lá no jornal do país, lá hipotético. Uma lata de lixo vazando o goto. E aí, as pessoas vão anonar. Alguma coisa ele fez. Tipo, algum roubinho ele tem que ter feito. É. E com Michael Rola, isso, né? Tipo, tem várias evidências, vários estudos, mas tem essa questão que fica na nossa cabeça, cara. Algo aconteceu ali. E eu senti que o filme dá uma sugerida. Tipo, em alguns momentos, fica uma relação dele com os executivos das gravadoras. Um um aerotismo muito estranho, são antino começo. Eu fiquei muito incomodado com a cena dele beijando o cavalo. Porque tem um close que você não tem de onde ele tá beijando. E aí, quando ele fala, o que é o melhor artista do mundo, é quando tem as crianças ao redor dele. Tipo, fica muito uma coisa criando um loco de mano. Esse caro é até que você não tem. Do Michael com segurança no desert, topo da colina, que você fica, cara, ter tudo o que o exquisita nessa cena. E a Memo tem, pelo menos, não compra uma posição. Tipo, ele não fala, velho, realmente estou falando que esse cara exquisita. Não, ele é jogando tuíster com o Macaco. E aí, o Macaco rola, enfim. E aí, o Macaco rola e fala, "Ai, relaxa, tá tudo bem." -Beleza, então. -É, tipo. Não, que o Macaco tenha pedido desculpa nem nada, mas. Eu senti que fica na cabeça um retrogosto de mano. Esse cara, realmente. Assim, o substrato do filme pra mim é. Você não faz a melhor homenelete do mundo com óvos transezes e gema da África, sem você quebrar o galinha inteiro. Você vai matar galinha, não é que você vai quebrar o óvos. -Pra mim é isso. -Caramba. Mas. Mas o filme não fala isso. O filme só fala "velho". O cara era fórmula, ele era fudido e ele não comamorre. Ele é imortal, ele é Jesus Cristo. Então, assim. Ah, Jesus. Ele não deixa. Acho que fiquei um pouco com a sempreção de que tipo. Ele não deixa nem as pistas para que a gente ligue os pontos. -E isso. -Ele também se chama de atenção. Ele te pra mim, você falou, "Opa, ai, fumo." Não foi deixar as pessoas ligarem um mais um. -E isso. -E deixa só. -E deixa só o dois. -E você, B. -Ou. -Eu achei que ia ser bem pior, tá? Eu achei que ia ser bem pior. Quando começou a rodar, eu até falei "Ah, tá bom". O Diafar. Eu não conheço o trabalho dele com o motor pra além do. Acho que é a estreia dele, inclusive. Isso que se tipo isso, mas acho que é. Existe um trumfo curioso que é incerta. incerta. incerta o momento, incerta a altura. Ele fica muito parecido por México. -Sim, tem alguns ângulos que você olha e fala "Ah, tá parecido". -É bem parecido. -Ti pra foi CGI, a sua cara dele mesmo. -É, aí tem o prostético de nariz, né? Também que vai mudando. Enfim, achei bem parecido. Mas a gente que conhece, o Iacontor, né? Eu tenho uma história que eu comecei a pesquisar sobre Michael Jackson quando o Triller fez 25 anos. E aí começou uma promoção de comemoração. E passava muito na EmitV. E aí eu sabia do Michael Jackson tipo "Ah, tem esse cara aí que é das acusações". E aí eu comecei a ouvir e aí eu descobri Michael Jackson. Porque gente, é um impacto cultural e mundial muito inegável. Que ele mudou a indústria fonográfico. Ele mudou o que a gente compreende como clipe musical. Ele mudou o jeito que o pop é feito e como um pop star é encarado. É muita, muita, muita coisa. E como ele inflouiceu a briga dele com o príncipe, ele com a Madonna, tudo isso que a gente não viu, sabe? Pois é. Então, quando ele morreu, eu senti muito. Porque eu estava no meio do turbilhão de gostar dele e dar as músicas dele. E aí, caralho. Mas a gente vai assistir esse filme que nós sabemos de forma considerável os pontos da história do Michael, como vocês falaram, não tem nada de novo. Sabendo que é um filme que gostaria de explorar, mas não explorou as questões das acusações. E eu entendo, além dos sobres bastidores, que existia um limite de tempo para eles fazerem da certo, o que não deu certo e. Eu entendo que algumas coisas tinham ficado de fora. Mas eu acho inacimissível que Triller seja dois minutos e meses. E lá de. A viçourda. E lá de insílio. porque essa essa é o maior ponto, essa música, esse clipe que muda, o jeito que a gente faz clipe, que antes o clipe era de paga la cantando e depois de thriller o clipe é uma história que você encontra e ele puxa toda a indústria para assim. Nem no filme de repente tinta né amigo? Isso, exatamente, sentinado embora é a mesma coisa. São dois minutos de cena sendo que um minuto é só de reprodução né do. Meu de caraca do papelzinho de pochite. Pois é. Cara. Irão coisa de truco, é uma coisa, é uma coisa assim de de partil coração, porque se a gente vai falar do Michael que porque que ele ainda é vivo na cultura, que é por conta de todas essas coisas, é uma cinti que seja tratada dessa forma. Ele, ele vê um filme B, aí ele imagina, parece um filme efeito para a televisão, né? Ele imagina, e aí ele é feito. Eu imagino que tem acido muito, muito doido para o Jafar ter refeito esses clips, porque deve ser uma piração assim, você refazer com tanta qualidade, coisas que são muito icônicas que não é só o Tríler, o Dom Stoptoy, o Guelenav, toda a promoção do After Wall refazer as capas, muito doido. Mas eu não vejo nada nenhuma, nenhuma das coisas que fazem com que a gente goste assim. Tríler é foda, eu sou que falou, mas então foda porque. A gente sabe quem assistiu a This Is It, que saiu, poco tempo depois que ele faleceu, que era sobre a. Tornei que ele tava preparando. Quem assistiu a This Is It, sabe que o Michael Jackson era um psicopata de detalhe. Ele sabia o tom que ele queria, porque ele queria que ficasse igual ao álbum para não frustrar no seu canso aquela. Não existe, existe um momento ou outro, essa história do pé tem uma outra hora que ele tá na gravidade, que ele faz de um seu quê. Mas é pouco, fica parecendo que é uma vez ou outra ele tinha esses umpejos, e não que ele era de fato um homem. Quase transtornado pelo próprio profeficcionismo. Essa história do pai dele também me pegou muito essa história de "ah sim, ele está bem mais e os outros". Ah, nossa, então o erro do Jackson era mais, a gente estava se foder, legal. Nossa, é. Sim, droga do pai prevenza. Isso, né? Nossa, vocês aí reclamando que não tem pai. Mas tem uma coisa que é inegável, que é quando começa a música, o filme automaticamente fica mais legal. Porque é. É uma música muito boa. É porque tipo assim, é a música do Macau Jackson. É música do Ero Jackson, vai tocar "human nature", e aí eu adoro "human nature", e aí vem tocar e aí você vai ficar anando, né? Existem que você se segura para não cantar no cinema, que você não vira o ique de "ah isso sai porrada". -Pra eu não cantar aqui, né? -É, e aí. -É, sai porrada, que é uma facada. -Sai porrada, né? -O meu amigo vai bater tudo. Então, gente, é um filme que é uma linha do tempo sem qualquer tipo de explicação sobre nada. Eu fiquei imaginando que assim, tá bom, a gente já sabe, porque a gente conhece, gosta, tal. Será que você levar a minha subrinha para se. Ela entenderia sobre o Michael? A resposta é, sim, não. Tipo, ela aí entender a linha do tempo. Jackson 5, aí no seu que. Aí no seu que lá, aí no seu que lá, até 88. Mas os porquês, e mesmo a relevância cultural, a importância do que aconteceu, o impacto em todo. em todo o jeito de se fazer música. Gente, quando tem um grande artista, sempre vem a galera atrás tentando fazer igual, quase igual. Assim, como os imães está atrás de isso, queita tentando fazer igual, e aparecendo isso tem mágica. Mas, galera, eu não sei se ter uma parte de dois vai ajudar. Eu acho que vai piorar. Mas quem está fazendo muito dinheiro não sou eu, né, Caros? -Eu concordo, Bia. Eu gosto do filme, assim, pelo que ele é. Porque. -Você aceita ele, como ele é. -Ele está claro que não é um filme sobre o Michael Jackson, mas é um filme. O que o espóleo quer que a gente lembre do Michael Jackson, né? Acho que o filme deixa claro que a música continua muito. Não lembra nada, não pensarei. -Que a música continua muito poderosa, né? É tanto que, cara, isso que você falou, quando entra a música, "Meu, estou batendo perto, querendo cantar e tal, porque é isso." A figura continua fascinante, só que foge de tudo que torna essa história realmente relevante para você contar, que é você não ser simplesmente uma ajografia descarada, que é o que o filme é, que vai tratar o Michael Jackson como santo, como vítima, não tem nenhuma contradição, não tem conflito, não tem ambiguidade, ele é quase uma versão angelical e, obviamente, real de uma pessoa. Então, eu acho que parece mesmo essa operação de limpar reputação, e como você falou, eu não sei se adianta uma parte dois, porque não é o que eles querem fazer. Então, eu até deixaria de lado um pouco, é toda essa discussão de que o filme removeu todas as denúncias de abúz, e isso. Porque está claro que escolhi eu ignorar o filme termina, não é a quadrilançamento do Bad, que é exatamente o ponto que eles foram máximos, que eles conseguiam ir sem adicionar nenhum tipo de escândalo, ou nenhum tipo de acusação à figura dele. Então, eles pararam nesse ponto, e ter um filme 2 vai resolver isso, como eles vão realmente tratar isso de maneira aberta, me parece difícil. Então, talvez seja pior mesmo como você falou. Então, se você encarar o filme como uma coletânia dos grandes rites, disfarçada de narrativa, talvez você consiga curtir mais. Eu acho que o comentário que o suco falou no nosso grupo lá, que é o supermário do Michael Jackson, me fez entrar no filme Putz, caro, não vou querer cobrar nada além de ver uma Duke Box, filmada. Então, são grandes destaques da vida dele, e Billie de Entriller, Torne do Bed, começando, e o suco falou a maior treta, maior drama em relação ao pai, de como ele vai tentar se desbensilhar das garras do pai ali, de tentar ser uma pessoa como ele é. Agora, o que mais me deixa, eu fico muito feliz com as músicas, lá é que legal, vamos ver, concluir muito com você, o que eu mais gostaria de ver que o filme poderia aprofundar, já que a gente não vai tratar de polêmica, vamos fazer uma investigação artística do processo criativo dele. - Nossa, e a Seb estudo tem muito. - É, não tem, você falou, "O postite", "Como ele, eu estava pensando, ele está fazendo disco, Triller ainda não existe, então ele vai tentar, "que que vai ser?", aí vai mostrar toda a criação do Triller. Não, é só um postite que ele joga para cima, "Ah, escolhe essa música". Não, mas como você criou essa música? Então, essa é parte que eu acho que o filme deveria entregar mais. Mas assim, para além disso tudo, eu acho que é profundamente. Eu já tinha percebido, quando eu vi o documentário, o Livin Neverland e outros documentários do tipo, que abordaram isso, e eu acho que o filme deixar isso claro, de maneira talvez. Não sei se isso tiu, não, mas para mim não, acho que é triste, cara, ele é uma estara super triste, ele foi como artista ele é genial, mas como ser humano, ele é uma tragédia, porque ele foi sofrer na infância, passou uma vida vivendo de maneira tratada como essa divindade, como ninguém nunca falou "não para ele", então por isso que talvez tenha dado muito espaço para acontecer o que aconteceu, de que de novo, de temos relatos, talvez a gente nunca tenha. Temos muito relatos. Mas é isso, é uma figura trágica, e sozinha, essas cenas do Twister, do Macaco, do Noceu K, dele beijando o animal, para mim só mostra como ele era sozinho, não tinha ninguém, não tinha amigo, não tinha nada, ele não conseguiu se conectar, tem a cena da mãe falando, você não deveria arrumar amigos da sua idade, e ele fala "cara, não tem, porque ninguém me trata como uma pessoa, não me trata como Michael Jackson, já desde criança, olha, a existia, o jafar é muito bom, cara, eu achei impressionante, ele como nessa recriação física e vocal do Michael Jackson, mas a criança também lá, o que faz ele como. É, o Michaelzinho foi feirado, é muito bom esse moleque, assim de. Ele mandando beijinha para a menina, e conseguiu trazer a carga emocional de sofrimento que ele tinha, a cena que ele apanha do pai, e cara, eu achei chocante, é bem triste, a cena como ela é feita, então cara, é uma vida trágica, ele está sozinho, tempo todo, e de novo, acho que o filme não, talvez é um dos erros, eu quero separar aqui, não vamos tratar das acusações, beleza, mas cara, tem tanta coisa para profundar, que é isso, como que ele se tornou essa figura, e eles só pincelam isso, de que, quando ninguém falava não para ele, de que ele era sozinho, não tinha amigo, tinha que recorrer até um monte de bicho em casa, porque ele nunca teve companhia, e os outros lados, a genialidade na criação das músicas, o que o Souquita falou, "Ah, ele era esse cara super infantil, angelical, mas na hora de renegociar com o dono lá da MTV, ele virava o Logan Roy, né, como que era isso? que era isso. Talvez desce para aprofundar um pouco mais isso. E quando eu vi a duração do filme que é duas horas, né? É. Eu achei pouco, assim, pouco. Como se vai contar a história do Michael Jackson, -manto em que seja só. -É, é que é que. -Premer a meta. -Seja sabe que vai ser. -É. -Vai ser qualquer coisa, né? Então é isso. Como filme, como playlist das grandes. dos grandes hits? Cara, eu. Vindigo, que eu me empolguei ali. Na hora que vai. -Que começa as músicas, começa o show, eu. -Cara, eu tô. E não vou atendo o pé, fim de bater palma. Então, talvez isso que havia falou, esperava menos. [risos] Então. -Eu até gosto. -Tenho uma coisa, Merygo, que você fala, que é na época do Livinho Everland, é. se conversou e eu acho que é. pessoas que viveram coisas muito ruins podem fazer coisas muito ruins também. É. Pessoas que, com certeza, viveram um trauma horroroso, como a gente sabe, não. o filme mostrou. um muito pouco do que a gente sabe que o pai dele fazia com ele e que os irmãos também faziam com ele. A gente sabe que o pessoal lá também não tava santo, né? E que a vida fez com. "Oba outra grande coisa que é. uma pincelada, é toda a relação do Michael Jackson, com a mídia e com a imprensa, que quiser arrancar até a última gota de sangue dele." Mas eu acho que se ia começar depois, não ia, não ia na época mais dos paparás e tal vez. Mas sempre foi. Sempre foi ruim. Sempre ele não podia ir em lugar nenhum, foi piorando e vai piorando mais ainda depois da coisa que ele viram alvo. Mas como que o filme ia tratar isso dos irmãos? Se os são os irmãos que estão. são produtores do filme, né? Se é um. Entendeu? Aí a gente chega. Não vai ter. A gente chega no problema de cena e no problema do foi, você queira inquérenno. E aí a gente fica sem dimensão nenhuma. Uma coisa que é interessante é. O que você falou que parece que é uma operação de limpar imagem. Eu acho que vocês brincaram que é de subtrair. Mas eu acho que é de subtrair mesmo a mérigo que linha pesa de imagem. Ela demanda um esforço para mostrar o valor dessa pessoa. O cara, olha que compositor. Mas dá para fazer isso, não dá, de uma maneira. Ele. O filme não tem. Não, dá para fazer. Deve ver isso. Sabe uma coisa que o filme poderia abordar. Mas o filme não tem. Então acho que nem limpa a imagem, é só imagem. O que é ser. É uma imagem da família. Imagina. Michael. Eu falei que eu não tinha gostado do Boa Mérra episódio. E o Boa Mérra episódio pelo menos fazia. Pelo menos. Pelo menos. Pelo menos, eu digo. O rapido cresceu muito. Você fica tipo. Pelo menos eu vi lá o Fred Mercury por mostrando como que ele fazia tal lance das músicas e esse. Aqui eu acho que assim. A gente fez essa comparação também. Tá por conversando aqui em casa. É que é. o que é o quentinha de polêmica? Ah, uso de drogas? Tá bom, gente, uso de drogas. Isso aí é coisa mais banal. Todo artista, grande artista passou por isso, inclusive. Alguns incentivavam as drogas abem as portas da percepção. Sem drogas, não tinha arte. Mas aqui é um negócio muito mais pesado. E que a gente está dividido entre pessoas que não querem acreditar. Ou vão me ignorar e o Michael Jackson é um santo. Quem falar o contrário merece morrer. E talvez quem queira que ele seja no jogar debaixo do buraco, nunca mais pode ouvir Michael Jackson na vida, eu acho que o negócio está no meio. E talvez o que o filme poderia discutir como uma grande obra de arte com três filmes que fossem é como que a gente pode separar a artista da obra. Talvez, né? Olha gente, teve tudo isso aqui. Poder ir até se dar um recorrer. Ele fez muita coisa errada. Sim, sim. Ou não. Ele não deixou o seu hermito, mas poderia ser genial. Entende? Talvez muitos artistas são fudidos, gente. Essa é a realidade, né? A gente vai descobrir mais mais isso. Só que a obra dele continua existindo. Ele tem uma vida cagada. Muitas vezes foi o que fez com que ele tivesse fosse uma pessoa genial na sua criação artística. Que tem esse papo, né? Se o John Jackson tivesse sido um demônio, ele teria sido tão bom. Gente, eu preferiria não ter tido Michael Jackson do que a criança tessida abusada, tá ligado? E outra, o iCino, o iCina já foi esse treino. Já foi, né? E o John, o iCina. E o John, o iCina. E o John, o iCina. E até ficam pensando, tipo, até do lado do diretor e do roteirista, que eu fico muito até quando eu ouço contexto da B, eu fico pensando muito que em algum momento isso existiu essa intenção. Existia essa intenção, né? Tanto que eu, quando o brinquedo lance do segurança, eu fico muito pensando que em algum momento aquele segurança era uma jogada da narrativa de trazer uma visão de alguém que estava ali de fora, aí tipo assim, "putsovia, acontecendo aquilo, via acontecendo tudo." Não, ele era um anjo da quarta. E aí, até um destaque para o segurança que eu imaginei que em algum momento tipo assim, "porra", né? Ele vai trazer alguma visão. Isso nada, dentro de estar, que eu achei que ele ia fazer merda, esse segurança vai. Eu tinha que um momento e fazer essa coisa. E não, então eu até imaginei que algum momento poderia ser uma questão do plot de trazer alguma coisa do "agro falou", tipo, "não, em algum momento vai acontecer alguma coisa e não trouxe nada." Sabe uma coisa que eu fiquei pensando, jamais por final do filme, que é assim, cara, tal o que eu pensei, é que eu sou bem, é o grande valor do filme, seja recriar os clips e os shows do Michael Jackson em 4K. É isso, cara, a gente tá muito um e a versão no YouTube, vamos refirma tudo com alguém que parece ser muito com ele, só pra gente. Porém, 20 segundos de clipe, 20 segundos de clipe. É, então coitado, ainda tem isso, né? Porque se fosse o clipe inteiro, aí seria foda. Aí o filme ia se pagar, aí um dia exato. É isso que eu quero. Isso, entendeu, nem isso. É, tá tudo na sala de lema do. O merigo falou de "agografia", né? Ah, tal, uma "agografia", tal. E sobre o limpeza de imagem, falando, assim, eu fiquei na impressão de que, isso é "Folca a vida dele é muito triste" e "continua sendo triste", né? Porque no fim das contas, é de novo a família usando Michael pra se rover. Não, sé por que. É uma "agografia", da família. É sobre como a família fez o que pode com que tinha. Esse é o mensagem da coisa. Tipo, é pra limpar a imagem deles, na real. É a imagem do Michael, mais com a sól, o aércio de papelão deles ali. É assim. E sempre foi. E até ouvindo vocês, realmente assim, é possível, mas é muito difícil fazer o segundo filme. É possível. É bem possível, tá? É, eu não sei. É brutal. Eu diria, era pra caralho, mas é muito difícil. Só se eles seguirem a mesma base, não vamos falar nada, vai ser só playlist de música, mas tem menos história ainda, né? Gente, e é hora que ele fala. É um curta, é um curta. A hora que ele fala, minhas músicas são para "White and Black". Aí você não, eu contrário porra. Não falou, né? Eu acho que. Eu não falei nada direito. Porra. Tem nada. Tem uma. Assim, eles ainda não vão poder falar do caso. Esse aclaus ainda existe. Mas, Bia, segundo filme. Eu não sei se pode falar. Por isso que eu não comecei a falar que achei de escupinha. Eles não precisam abordar um caso específico, né? Porque dá pra você citar isso sem falar no nome de ninguém, sem um caso específico. Olha. Genéfico, falar de manejo, né? É. Por isso que eu achei, quando você contou a história, eu falei, "Cara, às vezes me parece um pouco o que os advogados falarem, vamos usar isso aqui como desculpa pra não ter que abordar. Parece, você sabe, tipo. Pode ser. Mas, sabe de quê? Mas, sabe de quê? Eles não filmaram porque a galera que eles fizeram acordo chegaram e botaram na mesa e falar "Não, não, vamos fazer não, porque a gente não quer." Não, não. Não, eu acho que você tem razão da gente ficar desconfiado com isso. A única coisa que me faz mais ou menos pensar que, talvez não seja, é a quantidade de dinheiro gasta em regravação. É. E já não grafa o negócio desse jeito, é. Não entendeu. Pode ser que tenha sido desse jeito, mas tarde demais. E aí, teve que fazer de qualquer forma, enfim. Eu também concordo que dá pra fazer de um outro jeito e abordar. Seja como. A gente já sabe que vai ser uma coisa que vai ser uma sombra do que poderia acontecer de conversa sobre isso. Uma coisa que eu fico só chateada, o yaga.com.n negócio que eu achei perfeito. Quando, falando sobre essa história do. Ai, é o meu jetinho, de ser perfeito. Quando a. Essa coisa. Ele ainda é o Michael de papelão da família. Quando ele morreu e eles fizeram aquele funeral, show, foi muito constrangedor. O jeito que os irmãos falaram, gente, eles perderam irmão, beleza, eles se amavam em ser admitida, tudo isso. Mas existia um momento de uma performance daqueles irmãos e acho que a Latóia também tem uma coisa que ela puxa a Paris, a Sim, quando a Paris está falando, tal. Ele dá palco sempre pra eles, né? Eles sempre podem usar como palco. É tipo a Victor Victor. É de novo, mas. O brigando ele fazer mais uma turda depois de morrer, né? Não, e a história de aquilo, comercial da Pepsi. Exatamente. Só deu bosta porque o pai dele inventou essa história. Ele vendeu por Dom King. Dom King, eu falei "Wow, vazio, quem agora é?" "Wow, cabelos, né?" "Debou, roo!" E a deaza essa cena também é uma das outras cenas que achei chocada, além da cena dele apanhando. que eu achei bem chocante também, que é assim como o suco que eu achei que vinha aí, mas não veio. A cena do acidente é muito tensa, né? Porque ele grita de dor, um grito de dor. -Bem, pesado. -Bendo. -Bendo isso. Mas também, de novo, é de uma simplificação darada, porque a gente sabe. Hoje, que é a partir dessa acidente, que é a cirurgias e o vitilhago dele, passam a ficar mais acelerados. -A gente vai saber disso por conta do filme. -Não. -Não. Se você sabe, se não sabe, espero que tenha curiosidade suficiente para dar isso. -E o negócio do nariz, não é? -Aprende-me no cinema. -O negócio. -O lance do nariz, que eu tenho assinando o pai dele, chamando de narigudo. E que o filme deixa implisto ali, de que. -Explicito, não, né? -Explicito. -De que ele passa a ter bastante dessa questão física, de ter essa. -Essa distorção de país. -Exatamente. Essa distorção de imagem, a partir do país, né? E aí, ele vai querer começar a mexer no nariz, e nunca estar satisfeito, vai mexer no mais e mais. Até cadaquele jeito que a gente. -Ei isso, a gente. E aí, de novo. Nada de novo. A gente já sabia dessa história. Inclusive, especificamente, sobre o problema do pai dele com o nariz dele. É uma coisa assim. É uma requintação que me rita justamente por isso. Eu já sei, mas a gente fala assim, tá bom. Você assistia aí, me tive, você sabia. Mas e as pessoas mais novas que vão descobrir o Michael Jackson? Cara, é assim. Aí a introdução da introdução da introdução da introdução. -É, são bullet points. -Esso. -É o filme bullet point. Vamos colocar aqui. -É isso. -Pota o telefone. -É isso. -JPT, resumo pra mim, e aí, que falou? -Espo de fãs, cara. -Espo de novo, esses fãs que não podem ouvir nada contra o ídolo. Para eles, acho que eles estão no meu fãs no bem satisfeito. O cara está ainda vestida no cinema, cantando junto. É isso aí, nosso Deus, nosso Herói, nosso anjo. E continue assim, tá? Porque se não, a gente vai bombar. E vai ter essa fátria pra sempre também. E acho que, inclusive, por conta disso, eu fico pensando que talvez seja inevitável ter dois. -Caralho, aí, né? -Vai vendendo era. -Eu sei que uma vez fazer como nesse tom, cara. -Cê lá. -Vai vendendo os atletons. -A questão dos abusos vai ser mais bullet points. -Vamos botar um bullet point do. -Vai falar "alô", isso. -Sabe como, já sei, ó. -É aquela cena de cortes de jornal assim, sabe? -Vários jornalas como. -Ah, vou. -Ele assistiu do TV. -Estava assistindo o filme. -Olou isso, gente. -Ele vai saber falar "alô", né? -Bora que vai ambulançar o discolaco. -Tenho o Black White, né? -É o da máscara lá. -Que eu tenho, até hoje, se. -O que você disse? -Nossa, como é que eu nome. -Mum, que? -Não. -Dangerous. -É o Dangerous. Isso vai, que é o Dangerous que eu tenho até hoje esse disco. E aí, bata por próximo. Clip estreno no fantástico. Olha só, estrenou. -Escuta. -E eu quero falar uma coisa importante, que é Jackson Five's teve no Brasil na TVTOP. E ninguém falou nada. -Vou dir um tesurfado ao mundo do Brasil. -E isso, né? -Pô, cadê ele? -Tem amigos, tem isso no YouTube. -Ema a gente agora, essa faz até ele ensalvar do outro. -Ema a gente não é culpa deles. Vai ter, vai ter o Lordu no cinema. Vai ter o Lordu no cinema. -É o seu mínimo. -Ade Murphy, vai ter o Lordu. Vai ter o estigo. Vai ter o Lordu. Vai ter a filha do Abel Fein. -E isso é caindo. -Como é que eu nome, meu Deus? -Pikely. -Pikely. -Vamos botar essa história. E até porque ele foi inocentado, né? -Ele nunca foi julgado, culpado. -É isso. -Ele tem acordos com as famílias das vítimas. -E isso. -E fechou. -Então está fácil, essa saída do filme. A gente rolou isso, Michael ficou muito triste, mas tudo mentira, nunca foi provado bola para o filme. Michael ficou super triste com vocês. -E vocês devem se arruar. -Vai acabar o filme e vai ter uma outra cartela, igual teve uma cartela no final desse filme, falando, Michael ficou muito triste, mas foi exatamente. -Foura muitas a coisas. -Mas preenches do decisente, ele. -E isso? -E ele teve uma ótima. Já fizemos o filme. De uma logã, não precisa nem de trabalho. Manda panois aqui, que. O filme é tão interessante, que a gente diz que o que fazer é a crítica dele, e tá fazendo a crítica do outro. -Cara, é isso. -É isso. -Tem nada, Bavala. E ele não final, e ele morreu tranquilo. -E isso. -É isso. -Supa essa coisa. -É isso. -Ele morreu. -Eu que aconteceu. -Tem isso também. O acidente também é a introdução dele a propósão. -Ai, verdade. -Ai, é isso. -Demeron, desculpa. -Essa senhora. -E ele não quer. -E isso. E não quero usar remédios, Dr. -Eu não gosto de remédios. -É como eu. -Não, nunca gostei de remédios. -Eu. -Eu. -Eu. -Atei isso, Fred. -É isso. É uma coisa que o filme faz, né? Até isso, porque você precisa deixar ele. "Ah, eu não tenho culpa de nada." -Cê não pode colocar ele como ser humano, cara. -Ah, não é. "Tamo rando de dormir, dar o remédio sim, quer o mais?" -Porra. -Não. -Não, nunca se for frial. -Falci em tada do pai, depois voltava, já ensaiava lá. -É isso. -E uma cacola em casa. E a girava em casa. -Faz jogando tuister, sózinho. -Pete agora, ó. É muito boa. A reação desse. É muito engraçado, né? O cinema desse seu cotava veio abaixou. Na hora que saiu o bacar de dentro da van. -É. -Mã, nossa, seu cotava não me é. -É tipo quando apareceu ele flam de decorão, né? -É tipo. -É isso. -Tamo tem cheio de novo, é uma macaco. -Vou, vou, vou, vou macar. -Cara, é. Mas eu tenho dó de macaco, sabia. -Muito bem, porra. -Vamos dar notinhas. Eu estou vendo que vocês estão começando a ficar manipulados pela grande mídia, vendo com o glomerado. -Não. -Eu vou dar uma um caminha pra balizar pra baixo. -É. -Eu. Você tem razão, eu vou aproveitar. Vou vestir a cara puça. Cara, é foda, velho, é foda. Você está no cinema, começa a tocar thriller, bad, como é a tocar turma. -Vou já ver. -Vou, você pode gostar de um filme e colota a barra. -Vou entregue, foi entregue, deixe. -Porque é um filme e traseira, esse ponto que é. -Vou pode gostar de um filme. -Totamente, 100, 500, 500, porra. -Dei. -Quanto menos estrelinhas? -Mas que a metade da nota. -Mas que a metade da nota. -Ele esperava essa. -Como é. -Porque? -É. -Ele refilmagem do. das. -Não, merigo. -Ele esperava aí. -Não, não vai questionar a minha nota agora. É isso, aqui que é isso, sem cemcilha. -Não, é isso. -Eu dou quanto quiser. -Eu tenho que dizer "da cinco estraso e vou dar". -Ninguém me segura. -Chamo advogado. -E a despografia dele é nossa cinco, né? -Vamos falar, verdade. -Descografia não é nossa cinco. -Trei estrelas. -E pronto. -E que que chebeu saco? -Eu vou dar quatro. -Eu vou ficar me justificando aqui não. -Vai. -Alguien assumi aí. -É assim, assim. -E se o filme não tivesse se vendido como uma baio pique, eu teria se andado uma nota absurda. Mas eu vou dar dois e meio. -Porque a trilha solar é outra gente, não é? -É, elite. -Eu tenho gente, entendeu? -Sosca de melhor a sua cenória. -Ela tem uma fotografia dele, já só. -É, por exemplo. -Apia falou assim, será que eu quero que uma criança sofre pra existir a descografia do Michael Jackson? -Eu as vê o PENSO COCO. -Mais. -Mais por isso. -Não, você não tá falando isso. -Eu vou um desco. -Verego, pensa no meu discografia. -Não, não. -Por exemplo. -Não, isso não é real. -Bataria um bebê. -Não. -Não. -Não. -Ela tem gente de todo o seu primeiro. -Beebejito, sei, gente. -Ela tem. -Mais ele pra vir uma descografia boa, isso. -É um dilema, filozou, ficou real. -Entendeu? -É um dilema, filozou. -Bia, pelo amor de Deus, vou a gente, vai ser raiz. -Eu merigo, tá furando com o gênero. -Não, dá-me só aqui como quer. -Alei, céu. -Alei, céu. -Alei, se não é hipotético, gente. -A gente se sabe hipotético. -Ois muito criminal, tá? -Se fosse no fosso céu, canal teria muito feliz. É muito feliz. Vai, Mia. Focou assim. É completamente inacreditável. É o imenio, caralho. Que é um imenio! Estou com uma vontade. É um filme ruim! É um filme. Você é um filme! Mas eu to dando nota para o Jackson told. Fala que to dando nota para o filme, cassete. Olha, e tal, meu amor. Gente, é um imenio. O de CZ9055 é um imenio para ser generoso. Esse filme não é bom, gente. Ele a gente falou de um monte de coisas aqui. Porque é o Michael e a música do Michael. Mas esse filme não é bom. Não é bom. Isso, posto. A média ficou 2,125. Que é 2 e é muito. É provado, filme do Michael Jackson. Cara, mas passei balko, merigo, falando. Eu não tenho que ver justificar. Eu te amo, certo? [Risos] É por isso, não chega. Antes que vocês matem crianças pelo amor. Mas quando o olo tivesse lá no cinema? É. Eu, aí o pai não tem um monte. Aí é Jira Regional. Então, esse gente. Até a próxima episódio. Beijo. Tchau. Beijo. Tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O filme biográfico sobre Michael Jackson foi anunciado em 2019, com roteiro de John Logan e direção de Antoine Fuqua, tendo Jaafar Jackson (sobrinho do cantor) como protagonista.
  2. Paris Jackson critica a produção desde o início, devido a uma briga judicial com os executores do espólio (John Branca e John McClain), acusando-os de má gestão financeira e de distorcerem a relação com seu pai.
  3. As acusações de abuso sexual contra Michael Jackson seriam abordadas no filme, mas uma cláusula contratual com um dos denunciantes impediu que o caso fosse citado comercialmente, forçando reescritas e regravações.
  4. A produção enfrentou atrasos devido à greve de atores em 2023 e ao incêndio que destruiu a casa do roteirista em 2025, elevando o orçamento para mais de 200 milhões de dólares.
  5. O filme teve estreia recorde para uma biografia musical (97 milhões nos EUA e 217 milhões no exterior), mas recebeu críticas negativas (38% de aprovação) contra a aprovação do público (97%).
  6. A família Jackson está dividida
  7. O filme é criticado por ser superficial, evitando controvérsias e polêmicas, focando apenas nas performances e na imagem de Michael como um artista genial e inocente, sem aprofundar em sua vida pessoal ou nos escândalos.

Summary:

O resumo aborda a conturbada produção do filme biográfico de Michael Jackson, anunciado em 2019 e finalmente lançado após diversos atrasos. O projeto, estrelado por Jaafar Jackson (sobrinho do cantor), enfrentou desde o início a oposição de Paris Jackson, que critica os executores do espólio por má gestão financeira e por distorcerem a relação com seu pai. As acusações de abuso sexual contra Michael seriam inicialmente abordadas, mas uma cláusula contratual impediu a citação comercial do caso, forçando reescritas e regravações que elevaram o orçamento para mais de 200 milhões de dólares.

A produção também foi afetada pela greve de atores em 2023 e pelo incêndio que destruiu a casa do roteirista. Apesar das críticas negativas (38% de aprovação), o filme teve estreia recorde, arrecadando 97 milhões nos EUA e 217 milhões no exterior. A família Jackson mostrou-se dividida: Janet Jackson recusou participar, e apenas os irmãos do Jackson 5 são retratados.

O filme é criticado por ser superficial, evitando controvérsias e polêmicas, focando apenas nas performances e na imagem de Michael como um artista genial e inocente, sem aprofundar em sua vida pessoal ou nos escândalos.

FAQs

O Hollywood Reporter estima um orçamento de 200 milhões de dólares, mas a Variety acredita que foram adicionados mais 10 a 15 milhões devido a regravações e reescritas.

O roteirista John Logan teve sua casa destruída nos incêndios de 2025, e uma cláusula em acordos com denunciantes de abuso impedia a citação pública do caso, forçando mudanças no roteiro.

Os produtores executivos são John Branca e John McClain, que controlam o espólio de Michael Jackson. Paris Jackson os acusa de má gestão financeira e de distorcer a relação deles com seu pai no filme.

Inicialmente, o filme trataria do tema, mas uma cláusula contratual com um dos denunciantes impediu a exploração comercial da história, resultando em reescritas para evitar polêmicas.

No Rotten Tomatoes, a aprovação da crítica é de 38%, enquanto o público deu 97%. No IMDb, a nota é 7,7 de 10, e no Metacritic, 39 de 100.

Sim, arrecadou 97 milhões de dólares nos EUA e 217 milhões no resto do mundo no fim de semana de estreia, sendo a maior abertura para uma biografia musical e a maior do ano no Brasil.

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