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Metástase óssea - TU de mama

25m 13s

Metástase óssea - TU de mama

O caso clínico apresentado descreve uma paciente de 48 anos, previamente hígida, que iniciou quadro de lombalgia progressiva há seis meses, com irradiação para membro inferior direito. Inicialmente, exames de imagem (tomografia de crânio e coluna) não mostraram alterações, e o tratamento com anti-inflamatórios foi ineficaz. Com a piora da dor (intensidade 9/10), a paciente ficou acamada e dependente. Uma ressonância magnética revelou lesões metastáticas em fígado, pulmão e coluna vertebral, levando à descoberta de um nódulo mamário, cuja biópsia confirmou carcinoma. O tratamento instituído foi quimioterapia paliativa e analgesia com metadona e morfina. A paciente foi internada para laminectomia descompressiva devido à compressão do canal medular e fratura patológica de L5, com infiltração óssea extensa. A discussão do artigo destacou que metástases ósseas são comuns em câncer de mama e próstata, com predileção pelo esqueleto axial, e que a dor crônica e fraturas patológicas são manifestações frequentes. O caso ilustra a evolução agressiva do tumor em seis meses, levando a um quadro paliativo, e a importância de investigar metástases em pacientes com lombalgia persistente, mesmo com exames iniciais normais.

Transcription

3050 Words, 17989 Characters

Portuguese
A reunião clínica de hoje é sobre tomou de mama com metasias em coluna no vertebral. Então a gente chamou o Arthur para passar o caso clínico. Bom dia pessoal, meu nome é Tornaval Gabbard, o só acadêmico do quarto lino de medicina no ONU-S. Hoje eu vou passar um relato de caso de tomor de mama com metastas em coluna vertebral. Identificação introdução do paciente, então o paciente é minha só, é a M48 anos sexo feminino, procedente natural do Santo Antônio do Aeste, do sudoeste casada, dona de casa e mora com o marido com a filha. A paciente estava previamente ídida e ela é queixou-se de lombaulgy, é um turno de seis meses que acabou evolvindo com irradiação e formigação para um membro feriore direito e no momento de vista ela estava acompanhado do marido e dependia dele para fazer a demulação em relação a história da doença atual. Cerca de seis meses ela iniciou um quadro de lombaulgy a súbito, que ela não sentia enquanto estava deitada na cama, mas ela sentia principalmente a absolutamente a levantar de manhã. E essa lombaulgy ia piorando ao longo do dia, sendo mais intensa principalmente no final da tarde e durante a noite. A dorea local, a princípio, e era uma dour do tipo pulsante. Ela falava que sentia pressões indo e voltando na coluna. A intensidade dessa dour então era cerca de sete em dez. Então mais ou menos o mês depois, a cerca de cinco meses, ela procurou ajudar médica. E então foi pedido uma matouma de crânio e uma tomo de coluna. A ambas vieram sem alterações e ela começou a fazer o tratamento com a antinflamatórios. Ela não soube especificar o antinflamatório, mas ela desqui tomava de 8 horas um antinflamatório. E ela não sentiu um melhor significativa nem nos quadros de crise mais intensa. E então, uma cerca de quatro meses, então ela acabou evoluindo com uma piora. Desse quadro álgebra, o álgebra ficou pior do que era antes de nove em dez. Ela ficou acamada e completamente dependente do marido, tanto para dembolar quanto para ir num banheiro, quanto para comer, quanto para tomar banho. Ela não conseguia permanecer em posição ortostática por causa da lombaulgy. E agora até mesmo em decúbito ela ainda sentiu uma doura residual. Isso fez com que ela ficasse um mês assim, ela acabou procurando outro profissional médico e acabou realizando uma ressonância magnética que eu não tive acesso. Mas essa ressonância acusou então leisões em fígado, em pulmão e na coluna vertebral. A partir desse então foi realizado um exame físico da mama, no qual foi constatado o nódulo, esse nódulo segundo a companhia antia, paciente era um erafixo. E a partir daí, a inicio era na ofensia com morfina de uma, duas vezes ao dia. Com isso, então ela foi encaminhada o cion que de cascavel e onde ela realizou a biópica, desse nódulo da mama, que acusou um tumor. Então foi indicado ela um tratamento a princípio apenas que me alterápico em seis sessões e ela iniciou a anogesia com metadônia em vez da morfina, que tem um tempo de duração maior do que a morfina. É em torno de duas a três vezes ao dia. A cerca de dois meses, então ela iniciou essa quimioterapia e existe uma mudança bem importante desse quadro álgico. A lombogia que antes era localizada e era daquele tipo pulsante, agora ela também evoluiu com uma erradiação, a membro e feria o direito, que percorri a lateral da perna dela e passando pelo calcânio ainda até a região medial da planta do pé. Só que essa dura era de menor intensidade, também era um mador que ela falou de seis em dez, mas ela também estava sob os de metadônia, que então é importante gente entender que ela estava sem uma anogesia importante no início do quadro. E agora ela está com uma morfina e metadônia e para acusar uma dura de metadônia de intensidade de relação ao início. A anogesia dela foi trocada, então, seiram da metadônia e voltaram para morfina, que também torne de uma três vezes ao dírio. No momento de entrevista, então, a paciente estava internada, guardando uma laminectomia descompressiva para tentar aliviar esse quadro de dor dela e diminuir o quantidade de morfina que ela estava usando diariamente. Ela ainda permanecia a camada, não conseguindo ficar em posição ortostática, acompanhada do marido durante a entrevista. E só que agora ela teve uma evolução que ela consegue permanecer sentada sozinha por uma hora, mas ou menos até ela começar a sentir dor de novo. Em relação à história patológica pregresso, a história obstétrica dela são registações com dois partes naturais em uma cesariana. Ela negou com morbidades, ela negou cetabajista e etilista. Ela negou alternações anteriores e cirurgias além da cesariana e também negou fazer o uso continuo de medicamentos. Em relação à história familiar, ela não tem nenhum histórico importante de câncer em familiar de primeiro grau, como Pazermons. O único que ela comentou é que ela teve uma teia materna com câncer de boca 20 anos atrás. Em relação à exame físico, a pressão arterial dela é de 130% por 70, frequência carguídea, caídea de 78, e frequência respiratoria em 17 incursões respiratórias. A ectoscopia ela se apresentava em média está de geral, por conta do quadro áudio, que ela também estava um pouco confusa. O lucidor orientado nos tempos passos é o peneica, corada e tratada senótica febrilla e aniquitérica. Ela era colaborativa, ela conversava sobre o quadro dela, mas ela era muito confusa, principalmente no período que antecedeu aqui em miterapia, quando ela ficou acamada aquele mês inteiro. Ela afirmou-se sentir despersonificada por vezes, esquecia quem era os filhos, esquecia o marido. A oscuta carguídea cadela, então, eram buleas ítimas com as norma fanéticas em dois tempos em supros audíveis. E a oscuta pulmonar dela tinha muridos vesiculares presentes bilateralmente e sem particularidade. A oscuta pulmonar dela tinha muridos vesiculares presentes bilateralmente e sem particularidade. A oscuta pulmonar dela tinha muridos vesiculares presentes bilateralmente e dador ela não conseguia fazer tanta força quanto no esquerdo. E as sensibilidades menos inferiores foi preservada bilateralmente. Não existiu alteração. A relação dos exames complementares ela realizou um electrocardiomase sem alterações e um laboratorial o mês também de um hemograma com um tptpágio todos eletrólicos sem alterações. Esses exames de imagem é a primeira tomo que ela fez de coluna quando ela foi procurar uma cittência médica a primeira vez e sem alterações importantes que a gente pode ver. Aqui. Agora essa é a segunda tomo que ela realizou no primeiro dia da internação e a gente pode ver um colapso bem importante de L5 e rarifação óssea na coluna vertebra inteira. Bem importante. Essa mancha aqui na verdade é só o contraste da tomo que acaba ficando ali na região um piálocalinial dos rins e a cuza no exame. Mas é importante a gente conhecer o colapso da vertebra e a qualidade de óssea que a coluna apresentava que é o anterior também, que a gente consegue ver o contraste novamente mas aqui o colapso vertebra e também o estado da coluna vertebra. Essa é uma ressonância que ela fez no primeiro dia de internação de novo, rarifação óssea, mas o comprometimento da vertebra é importante a gente se aliançar também os nódulos que estão infiltrando nos óssea vertebra. Como já está tomado em relação à primeira tomografia que ela realizou. Então essa também é a tomo do primeiro dia de internação. A gente consegue ver por ficar hipodenso, a gente vê que está obliterando o canal medular e também existindo uma compressão à direita, o que vai justificar então essa alumbre satalgia que ela relata. Aqui também foi visto, a paciente não tinha sintoma nenhum em relação a esse colapso de C5, que também está com o anteriorizado em relação às outras. E a paciente era a sintomática, não criinada, e ela foi colocada em mobilização cervical depois que constatar. Esse aqui então é um tomo de histórico que ela realizou no primeiro dia de internação. Aqui a gente consegue constar o nódulo mamário dela direita, nódulos pulmonares de fuzos, bilaterais e nódulosmente-astinais também bem importantes. A gente consegue identificar aqui. Além da infiltração óssea que são pontinhos, a gente consegue ver um comprometimento vertebral também em nível diferente da coluna vertebral. Essa é uma tom de abdôme que ela realizou no primeiro dia de internação. A gente consegue ver esse nodulo hepático bem importante. E além de outros nodulos de fuz, em relação aos hipóteses diagnósticas, então, o carcinoma do que está invasivo, que é o tipo mais comum de cancer de mambo, é também um carcinoma lobulair invasivo e em relação a um ador dela, o quadridor, provavelmente uma lomba sataljia pela compressão da rei de nervosa em L5. [MÚSICA] Alguém que o conquestão foi a contar sobre os carcinomas? O importante, vocês entenderam que, essas alterações, essa é a primeira tomografia que ela fez em agosto. Então, ela na verdade, ela procurou serviço, o próprio hospital na origem, por conta de uma dor lomba. Então, ela nem sabia que tinha um temor de mamã, o sonho em agosto. Em agosto, ela realizou o exame e o exame dela. Ela tinha dor, mas não tinha nenhuma alteração. O segundo exame, na tomografia, é a Rx, ela tem a imagem da tombo, não colocou, ela tem uma resonância. Ela tem esse colapso aqui da vértera, tem um deslocamento do material ósseo para que essa toda essa infiltração, isso aqui foi feito, ela já começou com esse quadro, foi em setembro. Essa é o segundo exame que a gente fez só para fazer para a reunião clínica. Mas em setembro, ela já tinha uma destruição óssea, foi quando ela foi encaminhada por nosso serviço em outubro, que a gente então fez os exames para a indicação de cirurgia para fazer uma descompressão, que a cirurgia dela está marcada para a segunda-feira. Então, é importante a gente entender a evolução do quadro, extremamente invasivo, ela tem infiltração de material até o sacro, toda a coluna dela vertebral está envolvida. Então, a gente tem essa imboca imagem aqui até a coluna cervical, é uma fractura patológica da coluna cervical, e essa imagem aqui que a gente vê da resonância, a gente vê que você quer ter dois, então a gente observa que o lico está branco, esses pontinhos é a calda equina, você vê que esse aqui seria o corte, imediatamente abaixo, e esse abaixo desse daqui. Então, a gente vê que a nós existe uma progressão de lico, você vê que está mais branquinho aqui, que está menos hiperintenso, e com isso a gente tem aqui um sinal de uma compressão, a nível da raiz elicínico, pelo material tanto óscio, quanto material do disco, que ficou projetado para dentro do canal, obligando a raiz elicínico, e causando todo esse quadro de dor, que ela hoje ela não consegue ficar em pé, nem assumir a postura supina, sem ter apoio, deitada, la livia da dor, e impedão. Então, a gente vê então que foi uma evolução, especialmente catastrófica, do Lorde Mama, em seis meses, não chega a seis meses, ela está literalmente toda tomada pelo tomô, é a opção da oncologia, foi fazer inicialmente aqui em uterapia, eles não fizeram a cirurgia nela, porque já na investigação inicial ela já tinha metástase para a pulmão e para a fígado, normalmente a pessoa da ONC, eles fazem aqui meu terapia para diminuir o tomô e facilitar a cirurgia, mas em um caso dela não tem indicação, é o paciente jovem, já está indo para um quadro paliativo, a cirurgia dela é paliativa, ela tem indicação também de operar aquela coluna, cervical para poder estabilização. Então, eu evolução, como eu voltei falar, seis meses, altamente infiltrativo, dando-o em coluna, com o em órgãos no abro também. Foi feita tomografia do crânio, por conta desse quadro, dessa episódio de desorientação, pensando até que ela tinha metástase e o meu recorso central, mas isso isso é isso, e também dela veio negativo. Alguém tem uma questão? Então, a gente chama então o Walter para dar contínuo e dar de a ONC. [música] Bom dia, pessoal. Vou falar sobre o artigo Tomores, que produzem metástases osossis. O artigo, ele tem nível de evidência 4, foi publicado na Aqta, o Ortopéia de Camichicana, e esses são os seguintes autores. O artigo traz que a definição de que a metástase é a capacidade da célula tumoral de emigrar do tumor primário, simplitar em tecidos, ou órgãos à distância através de diversos mecanismos. Entre os mecanismos está via ematogênica, limfática e a por contiguidade. Geralmente, o primeiro sinal, a metástase acaba sendo o primeiro sinal de um tumor, de um câncer primário assintomático, e também a maioria das lesões ósias com características tumorais acabam sendo de origem metastática. É reconhecido a metástase, e também é reconhecido como a última fase de progressão do tumor. Portanto, a geralmente é achado mais em eventos terminais. Sobre as manifestações clínicas, adoro ósias, sintoma mais comum, seguido de fraturas, tem isso que é aproximadamente 50%, dos pacientes vão acarbatendo doidosias pela lesão ósias. Essa dora incidiosa, progressiva, constante e não sede com o reposo. Ela ainda é exacerbada pelo reposo no turno, e apresenta a resposta pobre ou nula com a nargisia comum. Sobre o envolvimento neurológico, apenas 5% a 10% dos casos, tem um comprometimento neurológico. As fraturas geralmente acontecem tardiamente, e como tinha comentado, acabam sendo mais a nível terminal e que tem um prognóstico ruim com uma alta mortalidade. Aqui tem exemplos da metastas e óscio que ocorreu em duas mulheres com o cancer de mão. Sobre o tratamento. Ele visa basicamente controlador. A radioterapia frequentemente é usada com uma nargisia, visto que tem uma redução adequada da dor em 50% e 80% dos casos. E, até um terço dos casos, o dora cabe desaparecendo. Outras intervenções que podem ser usadas são outro tipo de nargisia, a terapia hormonal, que é o terapia, a cirurgia para estabilidade mecânica, a radioterapia, como eu vi comentado ali, além do tratamento psicológico, com ortes e fisioterapia. Sobre os materiais metos utilizados pelo estudo, ele foi desenhado como um estudo observacional, transversal, descritivo, e ele teve como objetivo analisar os casos de diagnóstico de metastas e óscias, tratadas no serviço do orthopedia do hospital. Foram revisados prontuales de pacientes internados no período de janeir de 2015 a janeir de 2019. Foram excluídos prontuales incompletos e pacientes cujo diagnóstico era incerto ou que tiveram reedemissões no serviço e o estudo não recebeu nenhum tipo de apoio financeiro. Sobre os resultados, foram avaliados ao todo o 190 de 3 pacientes. 121 eram mulheres, representavam 62%, 72 eram homens, com idades que variam de 42 a 84 anos. 80% dos pacientes foram hospital procuraram atendimento médico de vida a fraturas, algo que contraeriam a média nacional mexicano, que gerava em torno de 30% dos casos de metastas e óscias, Ok. que evoluíam para a fatura. E 19%, 37%, foram atendidos com uma dor crônica de difícil manejo. A idade média das mulheres nos estudo foi de 54 anos e dos homens foi de 62. A quinta década foi a que mais foi afetada. Além disso, também foi encontrado uma predileção das metastas por osso-esqueléticos aqueais, principalmente na região Lombar. Nos mulheres, a principal causa de metastas e osso foi o cancerdemama, que representou 50,4%. Seguido pelo cancerdem-pumão, o cancerdem-se cervical de Tireoide, Renau, de Colum, e em uma porcentagem menor ou de pele. Nos homens, o cancerdem-próximo apresentou a porcentagem mais alta, com 44,4%. Seguido pelo cancerdem-pumão, tumor renal, de fígado e outros menos frequentes como o cancerdem-pumão e de pele. O estudo concluiu que o cancerdem-pumão, o cancerdem-pumão, o cancerdem-se cervical, e menor grau, no renal, de Colum, de Tireoide e fígado e pele. Como havia comentado, as metastas geralmente ocorrem no esqueleto axial, na região, principalmente na região Lombar, depois na Thorásica. No esqueleto, apendiculares, existem predileção pelo femur e pelo umero na sua aportção, no seu terço o próximo. As causas mais comuns, também, as causas mais comuns, delisões por compreensão da men do Lispinha, foram o cancerdem-pumão e o de Próstita. Todos os pacientes do estudo apresentavam a história do orcronica, com pelo menos de um ano de evolução. E do refrautura foram as formas mais encontradas da apresentação, quando o paciente procurou atendimento mesmo. Foi isso. Comente uma questão do seu vídeo? O importante é que a gente comentar desse aqui, até fazer uma correlação com o paciente do caso. A nossa paciente, como o estudo, muito vezes o paciente busca pela complicação pela metastas. Ela foi procurar o serviço pela dor Lombar. No primeiro exame foi negativo. Ela procurou outros médicos no município, porque a dor de Lombar persistia. Então o médico resolveu fazer uma investigação com uma reacionância de abdômen, foi que achou a lesão no fígado. E aí suspeito a lesão no pumão, fez também tinha no pumão. E aí foi o que achou na ela, ela tinha uma lesão na mama e não ela não percebia. Lembrar que a gente teve a conversação do rosto brúrroza, o orcizame, ela não sabia que tinha um nó do lado na mama. Foi a partida metástica que foi atrás do opto-modo de mama, então foi o caminho inverso. Às vezes como o volto e comentou o paciente proprodisifício por uma fratura e você vai ver essa fratura patológica. Então levar a importância dessas lesões osteoplasticas, lesões líticas e que causam uma fragilidade no oso que se palmeta na parte. Medular do oso e com isso ocorre a fratura. Aqui você vê infiltração da pelve, do femur, todo o sistema envolvido aqui. Na nossa paciente também ela tem já infiltração de sacro, de pelve e já em femur também. Então é um tumor extremamente agressivo, é um tumor que compromete a qualidade de vida, do indivíduo. Não sei se descoberto précoassemente, pediu para o do panaiote vinha que conversar com a gente pra fazer o numpote. Se existeria uma outra evolução em seis meses a paciente vai para cuidar os paliativos. Então lembra isso aí para vocês? Alguma questão? Então a gente termina aqui reunião clínea.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Paciente feminina, 48 anos, apresentou lombalgia progressiva por seis meses, evoluindo com irradiação e formigamento para membro inferior direito.
  2. Exames iniciais (tomografia) sem alterações; após piora, ressonância magnética revelou lesões metastáticas em fígado, pulmão e coluna vertebral.
  3. Diagnóstico de carcinoma mamário com metástases ósseas extensas, incluindo colapso de L5 e compressão do canal medular.
  4. Tratamento incluiu quimioterapia paliativa, analgesia com morfina/metadona e indicação de laminectomia descompressiva para alívio da dor.
  5. Discussão do artigo sobre metástases ósseas

Summary:

O caso clínico apresentado descreve uma paciente de 48 anos, previamente hígida, que iniciou quadro de lombalgia progressiva há seis meses, com irradiação para membro inferior direito. Inicialmente, exames de imagem (tomografia de crânio e coluna) não mostraram alterações, e o tratamento com anti-inflamatórios foi ineficaz. Com a piora da dor (intensidade 9/10), a paciente ficou acamada e dependente.

Uma ressonância magnética revelou lesões metastáticas em fígado, pulmão e coluna vertebral, levando à descoberta de um nódulo mamário, cuja biópsia confirmou carcinoma. O tratamento instituído foi quimioterapia paliativa e analgesia com metadona e morfina. A paciente foi internada para laminectomia descompressiva devido à compressão do canal medular e fratura patológica de L5, com infiltração óssea extensa.

A discussão do artigo destacou que metástases ósseas são comuns em câncer de mama e próstata, com predileção pelo esqueleto axial, e que a dor crônica e fraturas patológicas são manifestações frequentes. O caso ilustra a evolução agressiva do tumor em seis meses, levando a um quadro paliativo, e a importância de investigar metástases em pacientes com lombalgia persistente, mesmo com exames iniciais normais.

FAQs

A paciente apresentou lombalgia súbita há seis meses, que piorava ao longo do dia e era do tipo pulsante, com intensidade 7/10.

Inicialmente, uma tomografia de crânio e coluna não mostraram alterações. Posteriormente, uma ressonância magnética revelou lesões no fígado, pulmão e coluna vertebral, com colapso de L5 e infiltração óssea.

Após a ressonância magnética, um exame físico da mama detectou um nódulo fixo. A biópsia desse nódulo confirmou o tumor, que era um carcinoma invasivo.

Inicialmente, foi prescrita quimioterapia em seis sessões e analgesia com metadona. Devido à dor persistente, a medicação foi trocada para morfina. A paciente também estava internada para uma laminectomia descompressiva paliativa.

A cirurgia foi indicada para aliviar a dor e estabilizar a coluna, mas não para curar o câncer, já que a paciente já apresentava metástases em múltiplos órgãos, indicando um quadro avançado e paliativo.

A metástase óssea é comum em câncer de mama e pode ser o primeiro sinal da doença. Ela causa dor crônica, fraturas patológicas e compromete a qualidade de vida, como no caso da paciente.

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