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METAS PARA 2026: OBJETIVOS, FOCO E RESULTADO (Com Renato Cariani e Marcelo Toledo) | Os Sócios 279

97m 15s

METAS PARA 2026: OBJETIVOS, FOCO E RESULTADO (Com Renato Cariani e Marcelo Toledo) | Os Sócios 279

O episódio do podcast "Caixos Socios" discute a importância de estabelecer metas, enfatizando que isso pode ser feito em qualquer momento do ano, desmistificando a pressão do dia primeiro de janeiro. Os convidados, Renato Cariani e Marcelo Toledo, destacam que metas de comportamento ou esforço—como a quantidade de treinos mensais ou dias de dieta—são mais eficazes do que metas focadas apenas em resultados finais, pois estão sob controle direto do indivíduo. Eles também abordam a estratégia de compartilhar metas publicamente para aumentar a responsabilidade. A conversa se expande para inovações farmacêuticas no tratamento da obesidade, como o Monjaro, e como isso pode impactar setores como o de alimentos e bebidas, forçando uma adaptação para produtos mais saudáveis. Por fim, reforça-se a ideia de que alcançar objetivos exige uma transformação pessoal, substituindo hábitos antigos por novos comportamentos alinhados com as metas desejadas.

Transcription

17735 Words, 95098 Characters

Portuguese
E aí, pessoal, vamos começar mais episódios depois de Caixos Socios, quem fala que é Bruno Perini, Rocho do Podcast, estou novamente, não posso falar mais como sempre, que você faltou alguns, né, Bolô, né? O sacanagem foi o outro. Uma loperia aqui do meu lado. Esse ano que a gente fez ao vivo, você não estava. Sou? Mas teve outros também, já teve uns três, eu acho. Tá bom, mas esse ano só foi um, hein? Bom, sejam bem-vindos a Podcast, os Socios. E vamos falar sobre o que hoje, qual que eu tenho? Hoje vamos falar sobre metas. É um Podcast que a gente sempre faz no início do ano, dessa vez é o terceiro, mas ainda da tempo, aliás, as pessoas têm essa ideia de, "Ah, meu Deus, preciso fazer as metas no dia primeiro, e se eu não fizer, eu não vou conseguir colocar elas em prática, não é verdade?" Você pode fazer as metas quando você quiser. Você pode fazer um dia, eu não vou colocar em prática. E não colocar em prática do mesmo dia, hein? Então, acho que hoje é um momento oportuno para vocês pensarem aí no ano, a gente vai tentar abordar temas e formas de você fazer isso de forma efetiva para você chegar no final do ano, tendo cumprido as metas de fato. Eu sou bem constante nas metas que eu vou colocar para mim, geralmente. É verdade. Boa parte de elas. Principalmente, isso que dependem apenas de mina. Tem coisas que dependem de mercado, que é a equipe aqui do grupo, mas isso que dependem de mim, o costume ocorre atrás e bate com folga. Mas antes de falar do assunto, apresentar nossos dois convidados, acabando com suspense que não existe, porque vocês viram a tâmbia, já sabem quem são. Eu tenho um recado aqui do pessoal do Supercófio, vocês estão vendo aqui na minha mesa. De gosto de sempre de lembrar que nós temos um cupom lá, você pode comprar com desconto utilizando cupom ossocios e o pessoal da cafeinar, minha empresa por trás do Supercófio, tem um evento, uma jornada gratuita, chamada Summer. E neste ano, em 206, eles têm uma edição focada em corrida, Runners Edition. E você pode falar, "Pô, mas eu não corre, eu sou iniciante, tem pra iniciante intermediário avançado, é gratuito, então vale a pena você dar uma olhada no link que está aqui na descrição do podcast, ou quer ricorda na tela, e pra quem quiser começar o dia com energia também. Eu tomo sempre de manhã, é ótimo como pretreino ali pro jujitsu, e também pra renovar as energias depois que a TT não me deixa dormir." É verdade. Eles verem que o pessoal aqui do podcast e do grupo também tomam, porque era pra ter várias latas, mas acabaram de mudar. E isso aqui, geralmente, era pra tá lacrado, já tá no final, entendeu? Já tá no final. É realmente algo. É consumindo. Bom, recado os dados, vamos apresentar nosso convidado, recebemos aqui novamente Renato Cariânio, ele atleta, empresário, um dos maiores criadores de conteúdo fitness do Brasil. Cariânio estou no referência disciplina, saúde, motivação, com uma linguagem acessive direta, inspira milhões de pessoas a transformar em seus hábitos, e alcançarem resultados reais, seja dentro ou fora da academia. Ele também gosta dos ovos deles, cremosinhos, tem mais de falar isso aqui. É que já um like. É que já um like. Muito curioso. Cariânio bem-vindo novamente, cara. Muito bem-vindo. E recebemos também Marcelo Toledo. Ele tem mais de 25 anos de experiência em startups de tecnologia, foi diretor do Benque, fundador da Rupto, já foi atleta de natação, e hoje ele leva disciplina do esporte para a construção de negócios que transformam mercados. E entrar na banheira de gelos todos os dias. E entrar na banheira de gelos. Quanto dias? Quentos dias? Quentos dias. Quentos dias, cara. Quentos dias. Não, não é consegutivo, porque tem que tirar férias também, né, carinho? Quentos dias. E aí, se bem que essas férias a gente levou uma banheira. Fizem flávia. Prear. Inflávia. Banheirinha. E consegui um cara que levava 120 quilos de gelo pra gente todos os dias. Nossa. Delício, cara, foi um maravilhoso. Aí a galera todo entrava. Todo mundo entra na casa inteira, todo mundo influenciado pelo gelo. Mas você usa quanto de gelo geralmente, né, método isso? Não. No dia a dia, eu uso em torno de 4 sacos. 4 sacos. Isso dá 20 quilos. Só que tem que fazer todos os dias. Porque hoje, quando eu abro o meu cooler, ele ainda tem gelo. Então aí eu só vou manter no temperatura. Você tá muito quente, você atampa a abre, etc., e outro jogo. Isso selava também é pior, porque a água que sai da torneira é quente. E aí ele derrete o gelo mais rápido. Eu cheguei a comprar uma beira de gelo tem um motor, tipo de geladeira. Eu vi, po, ela é maravilhosa essa. É, é interessante. Só que eu parei de usar, cara. Porque você não queria apasteir. Eu risar. É, até as filhos. A gente queria engravidar, né, conseguimos atetetar agora com praticamente 9 meses. E isso foi, com a beira de gelo, mais ou menos na época que a gente estava tentando engravidar. Porque eu queria melhorar a recuperação muscular, depois de jujito isso, né. E eu comecei a usar, mas eu falo, "Será realmente que é uma boa ideia?" "Você pause teurizar o seu esperma, né?" Isso entra na beira de gelo. Fica gelado, depois você sai, fica quente. E o testículo, ele é feito pra ficar, mas não é tão quente, né. Tanto que ele dilata, né, quando tá onde é quente. É, tá. Fica do lado de fora do corpo. Não acho que pra ficar a 4 graus durante 5 minutos. Eu não sei se ter algum efeito. Aí eu até perguntei para um amigo nosso igoreque. É que é um cara que está sempre podendo os estudos científicos. E ele falou, "Cara, não sei, entendeu." Mas eu acho que não é o melhor momento pra isso. Não falei pra quê? Vamos, né? A gente espera depois que ele engravidar sem entrar o quanto você quiser. Acabou com você, deixa eu. É, porque depois. Tá lá, parar. Se eu ter a piuta amigo nosso, falou, "Cara, a água quente, ela vai ter um efeito tão bom pra recuperação muscular quanto a água gelada." Só que a água quente é gostazinha, né, cara. A água gelada dói, né, cara. Durante muito tempo, eu tomava banho frio. No chuveiro. Chuveiro, banho frio. Durante muito tempo. Justamente pra isso, pra despertar, pra aumentar a Nora Drenalina, pra você ficar mais estado de alerta, é muito bom. Só que aquele negócio. Inclusive nós vamos falar aqui. O desconforto é uma batalha, porque nós tendemos a agir dentro do conforto. E uma coisa que eu pergunto pra você. Mas os dias frios são piores do que os dias quentes. Nossa, irmão, é muito pior. Eu já passei por dois invernos, estou indo pro terceiro. Cara, você sabe o que que é, aquele que é cinca. Mas agora você tá em perão, calva. É, eu tô curtindo momento, mas eu sei que ele vai chegar. Mas eu tô ficando mais forte. Mas você chega naquele dia, dez graus, tudo cincas. Às vezes, respingando uma chuvinha, cara. Não. Você, com você mesmo, ninguém pra te dar uma forcinha pra falar, "Vai!" "Vai!" Cara, você tem que. Eu visto o meu capuz aqui, ó. Reso que bom. E vou. Aquela falta de ar inicial, né, primeiro faltar. Já fez, já. Muitas vezes. Muitas vezes. Tem vídeo no canal, não, de nós entramos numa câmera de crioterapia. No. E aquela que. É, mas eu vou te falar. Ele é muito mais confortável do que o Gil. É verdade. Porque não tem o contato. A câmera é ar, né? É ar, né? E aí se você tem contato, aquela queima pega. Mas aproveitando já que a gente tá falando sobre isso, entra no nosso tema, é aí que o compromisso com a parte exterior. No caso, você meio que tem o compromisso na internet de abraços. Isso faz muita diferença. Você entra porque você se comprometeu. Eu acho que a meta pública. É, ela é muito mais forte, né? É. O que eu falo pra galera? Você quer começar a emagrecer? Conta pra todos os seus amigos e familiares que você vai perder 10 quilos. Porque você já tem pessoas pra te julgar em quando você procrastinar. Tipo Gabriel que você mandou ele ganhar um. Tipo Gabriel que eu falei pra ele. Só que era o vivo, era o vivo. É ainda admissível você pesar menos que uma mulher, cara. Gabriel é o nosso. Que você é o Gabriel? Eu falo. Gabriel é tudo, cara. Ele tá. Ele que. O meu mesmo, sério. Eu tava gravando com o Tiago. 10 quilos já. Conta se foi. Conta se que ele jogou. É também, ele veio de. É sério. Eu falei pra ele. Eu falei pra ele. Você pra ganhar 5 quilos pra ser uma pessoa amagre. (Risos) 5 quilos, cara. Flique meu irmão. Você pesa aí. Deia aquela apertada nele. Já ganhou 9 quilos de massa muscular. É insionante, cara. Impressioneiro, porque tá amagrejo, tá na frente. Não, ele é amagrelo, né? E agora você tá amagrelo. E agora ele tá. Sim, cara. Tem curiosidade desnutrido. A anima. Vai, mais 10 quilos. Não, mas vai devolver. Ele está tentando. Ele tem 78. Vai tá ainda leve. Não vai devolver. É, vai devolver. Exato. Então, compromete isso. Isso é uma boa alternativa pra as metas aí. Se você. Se propondo alguma coisa, talvez contar pra um grupo de amigos, né? Talvez falar pra alguém. Faça diferença. Tem gente que nem cara bem pressão, né? Pra quem cara? Eu, por exemplo, fiz isso quando. Eu defini que até os 30 eu queria ser milionário. Eu tava no exército ainda e eu falava pra todo mundo. Não, até os 30 eu tô fora daqui, você é milionário. Aí começou a chegar perto dos 30, né? 26, 27. Deve ser caceta, cara. Eu falei, "Nossa, se não der, vai todo mundo falar." E aí, não era pra você estar fora? Aqui que houve. E aí, com 29, a gente não tinha um milhão ainda. Estava chegando próximo dia, 68.000. Eu falei, "Ah, mas tá encanhado. Tem um canal da Malua. Eu quero ver o que a gente saiu naquele momento." Não, dá pra esperar um pouquinho. A gente saiu pros motivos. O canal da Malua tava bombando, muita gente tava em boa vista, né? Porque a internet era horrível. Um vídeo que demorava cinco minutos pra subir no Rio de Janeiro, vai demorava quatro horas. A única vez que eu subi o mais rápido, foi quando o cara da oi foi lá em casa. Eu quase convidei ele pra morar junto com a gente, não é? Fica no quartinho ali. O pago aluguel, tá tranquilo. Mas isso de não lidar bem com metas públicas, eu achava que eu era assim. Eu sempre falava, "Ah, eu não vou falar, eu não vou fazer metas, porque eu fico mal, eu não consigo, eu não alcanço." Até um dia que eu fiz. E aí deu certo. E deu certo. Mas você sabe uma coisa muito interessante que talvez, tanto nós que somos atletas, como outros atletas, podemos trazer pra as pessoas uma discussão, é que o atleta, ele não tem meta de resultado. Ele também tem meta de padrão de comportamento. Porque na maioria das pessoas elas têm metas. "Ah, eu quero ter uma casa assim, eu quero fazer isso, eu quero ser aquilo, eu quero fazer aquilo, eu quero me formar naquilo." A maioria delas possuem metas. O problema é que não tem um alinhamento de meta de padrão de comportamento. Por exemplo, eu quero perder 10 quilos. Legal. Eu quero fazer 20 treinos por mês. Eu tenho a meta de fazer 20 treinos por mês. De segunda a sexta, eu não como nada fora do meu alinhamento dietético. Eu vou fazer 30 cardios por mês. O padrão de comportamento, como meta, vai trazer você pro resultado. Então, é muito melhor uma meta de comportamento do que uma meta de resultado. Se você chegar pra mim, fala só por aqui. Nossa, semana passada, segunda-feira se deve ter visto. Eu lancei uma marca de academia agora. E, cara, está super legal. Nós tivemos 50 pedidos de coffee na mesma semana, ou seja, 50 franquias para serem abertos. Se você perguntar para mim quantas franquias, eu quero abrir esse ano, eu não sei. Mas o padrão de comportamento que nós temos que ter já está tudo alinhado com meta. Quantos lugares nós vamos visitar, quantos conteúdos em cima disso, qual o racional, quantas pessoas nós iremos treinar, o padrão de comportamento já tem meta para tudo. O resultado vai ser consequência da minha capacidade em cumprir as metas de padrão de comportamento. E, então, talvez esse ano, em vez de a pessoa ter uma meta de resultado, seria melhor ela começar a colocar meta de padrão de comportamento. Cara, eu não vou mais dizer quantos quilos eu vou perder. Eu vou dizer quantos treinos eu vou fazer no ano. Quantas cardios eu vou fazer no ano? Quantos dias no mês eu vou fazer dieta? Eu vou botar padrão. O mês tem 30 dias, então 25 dias serão de dieta. A gente esquece que não dá para você conquistar resultados novos, fazendo exatamente a mesma coisa. Então, você vai ter que se tornar outra pessoa. Você vai ter que eliminar elementos da sua vida que não te servem mais e incluir elementos que te coloquem na rota desse objetivo. Que, no fim das contas, quando a gente for avaliar, isso é somente uma consequência. O resultado é consequência de quem você se tornou. Então, você estabelecer um vínculo com a moeda mais valiosa do ser humano, que é o tempo. Onde você está colocando seu tempo? Se a sua agenda está lotada com coisas erradas que não vão te levar para o objetivo que você quer, você está gastando o tempo com as coisas erradas e o resultado vai vir. Então, tem que lembrar que você vai precisar matar a pessoa que te impede de chegar onde você quer chegar. Porque você precisa se tornar uma pessoa digna para conquistar aquela meta. A pessoa digna para conquistar aquela meta é uma pessoa que tenha os comportamentos necessários para chegar. Com certeza. É isso que vocês citaram desse padrão de comportamento. A gente fala que são metas de esforço. Métas de esforço. Até todo ano, eu comecei no ano e coloco as metas lá. E, se eu coloquei uma frase, eu estava no meio do texto. Mas, pessoal, eu gostou bastante que eu falei que as metas estão muito mais voltadas por esforço que eu vou fazer do que para resultado, porque eu esforço o seu contrário, o resultado não. Um depende só de mim muitas vezes. Isso de treino eu sempre coloco a metas. E resultar de ambição. É, por exemplo, resultar de ambição. Certo? Resultar de ambição. E o comportamento é a disciplina. Então, ambição todo mundo tem, cara. Se você chegar para 100 pessoas em 100 e falar assim, te dou hoje um abdoamento indefinido. Ah, cara, quem não vai querer? Eu quero, você me dá. Uma vez que você não pôde que esse. Nem franquei disso aí também. Não. Nossa. Cara, mas está chegando. Se viu que a Eli Lili criou. Não vi. Olha, ela. É a colução? É, cara. A Eli Lili, pra quem não sabe, é quem criou um monjaro, que é a Tio Zepatida. E agora, quem está terminando de aprovar a reta atrutida, né? Que é uma versão atualizada da Tio Zepatida. Cara, monjaro tem tanto na faria alíma, que se alguém me morder lá o perco umquilo, cara. É, está na vez todo mundo. Impressionante como. Desipone. 100%, cara. Por que? Porque é um medicamento mais seguro do mundo. Porque o que tem menos efeitos colaterais. É o que menos denifica o seu sistema no nível central. É o que te traz mais facilidade à geradência de etapa. É inegável que a indústia farmacêutica está avançando pra acabar com a obesidade. E eu falo pra vocês. Vocês lembram que na década de 30 existia a lobotomia, ver? As pessoas pegavam uma ferramenta entrava por baixo do olho e desligava o lobo frontal de pessoas que tinham problemas psiquiátricos. Ou que eles achavam que tinham. Achavam que tinham. Uma pessoa de um jovem de comportamento rebelde vem cá, precisa de uma lobotomia aqui. E as pessoas achavam que aquilo é medicina. Hoje, nós ficamos horrorizados. Vou te falar. É uma daquí dez anos, quinze anos, ou talvez vinte anos. As pessoas vão assim. O lembre que faziam bariátrica, que abriam cara e costuravam o cara inteiro pra ele parar de comer. Lembre que as pessoas colocavam um balão na barriga da pessoa. Vai ser assim. Porque aí lá, ilíde da criança no medicamento agora. Por exemplo, que é vioral. Ou seja, aquela questão da auto-applicação que pra algumas pessoas ainda é difícil, não vai ter mais. E junto com isso, é um comprimido em jejum que promete. Durante vinte e quatro horas fazer todo o efeito que você precisa pra te agresser. Vinte e quatro horas. Então, ó, nesse sábado eu não quero. Eu quero me permitir, eu quero ir no churrasco, eu quero comer, eu quero beber. Ah, esse é uma pila da felicidade onde você toma e faz o que você quiser. Mas você vai continuar. Não, não, não, não. É um medicamento que tem os mesmos efeitos dos analis gel e p1. Ah, tá. E perdamento braço. Que correção do apetite, melhor da sensibilidade. Porém, de curtíssima ação. Entendi. É que hoje, por exemplo, um desafio do cara da tiros repatida. O cara tome ele fica com uma semana interijoada. Sim. Agora, imagina você tomar lá. De segunda a sexta, chega no sábado e falou assim, não vou tomar. Eu quero fazer meu churrasco, quero tomar meu grinho, quero ser um cara normal. E dura só um dia, então, uma doze diárias. É do caramba. Já imaginou. Aí vai continuar gordo, pessoal. Mas aí, um segundo. Porque as pessoas. De padrão do comportamento, você tá falando. É. É. É. É. Mas agora, vamos fazer um contrascenso de negócios. Não é. Cara, eu acho maravilhoso. É bom ver. Maravilhoso. Maravilhoso. Porque a obesidade, ela traz um monte de doença. Por mais que o cara não coma. O cara perca massa nas corbeleza. Não é isso. Mas a sensibilidade em sulino, diabetes, a hipertensão. Isso é maravilhoso, é. Tá bom. Mas o obesidade é. O obesidade é tudo da mentalidade. Isso é a gente tá falando muito aqui. Mas aí, isso que eu te falar. Você não falou do pior? Vou parar de ver o próprio pau. Isso é o mesmo cara. Na vida assim. É. Só não espelho, né? O que nem o Tijota lá que nós cuidamos? Ele comemorou porque ele pode fazer uma viagem internacional, porque ele nunca havia no banheiro. É. Onde você faz uma viagem de 8, 9 horas em al banheiro? Mas vamos lá. Pensando em negócios. A inducer farmacêutica funciona assim. O que é a inducer alimentícia? Olha, ele fala assim, tô ferrado. Então, a inducer alimentícia também vai ter que se adaptar. E ela vai ter que começar a investir forte em que em alimentos com palatividade e que sejam saudáveis. Porque se não, o cara não vai comer. Mercado, cara. Sabe que apareceu pra mim outro dia no Instagram? Era um anúncio de um rodiz de japonesa. Eu não lembro o nome do rodizio. Eu lembro, só até eu falaria aqui, porque achei bem criativo. Eles tiveram um rodiz e monjaro. Não. É a maior e mais barata, entendeu? É porque é o cotidário que tomam monjaro. Ele não consegue comer um pouco. Ele não consegue comer um pouco, cara. Essa aqui é genial, isso daí. Isso que você falou da indústria. Quando começou essa onda de ozenpique e monjaro, eu lembro que eu vi um estudo de um analista americano. Ele falando sobre impacto em algumas indústrias. Ele colocou, por exemplo, indústria da viação. Ele falou, cara, vão gastar menos combustível. Você pensa, não, né, possível. É. Se viu a pesquisa da American Airlines, a American Airlines teve uma redução drástica do consumo de alimentos. E eles achavam que a qualidade da alimentação estava ruim. Não era, cara. Amálogo de LP1. Está todo mundo. Esses pessoas não querem mais comer a mim do izinho, cara. É o que você diz aí. Você vai prender essa alimentícia. É, tem que ser adaptada. Não é assim. A receita deles não é todo mundo comprando um pouquinho. Você tem alguns clientes que compram muito. E esses caras são geralmente as pessoas com sobrepeso, com obesidade, que são publico alvo do monjaro. Sim. Embora a gente tem a minha mão de blogueira que é perder um quilo e fica tomando também, né? Mas eles são publico alvo. Vocês, pessoal, para de compra 2, a receita cai para caramba. É mesmo. Então eles não têm que ser adaptada. Na realidade. Eles não têm que ser adaptada. Já cheiram o impacto na indústria de bebida. Mas a geração G, as geração Z é a diferença. Aquela galera é mais. Oh, tem balada de café. Você viu isso? -Balada de café. -Balada de café. Você vai para a balada no lugar de bebida o qual tem café. Vários tipos de café para você curtir e atarde. Casa no turno, fechando. Esse ambiente. O que você tem? -Quatro, quatro. Quatro, quatro, quatro. Tem um quarenta e nove. Nós somos da época que balada era fechada. -Sim. Que a galera fumava dentro da balada. -Som torando, aquelas saindo todo mundo bebado. -Era camisa fedendo. -Fedendo, assim. Você não tinha como no entregar que você não estava na balada. Hoje, casa no turno dessas que nós íamos esquece quebrando. Tem uma na Inglaterra que era uma das mais tradicionais do mundo fechou. -Mas deixa eu só voltar ao assunto do GLP1. Porque você falou, é a nova realidade. Eu também acredito nisso. Eu acho realmente que é algo que a gente tem que pensar que veio para ficar e que é muito bom. No entanto, a gente, e hoje em dia, o pessoal está falando bastante sobre isso. Não adianta você só tomar era isso que eu estava falando. Porque no final das contas, ou você vai ficar acabei sul do esqueletico e feio. Não vai ficar bonito. Até. -Cabeça nos empique. -Cabeça nos empique. Ou você também vai ficar fraco. Vai ficar sempre enjoado. Então é necessário ainda assim você ter hábitos saudáveis. Você comer melhor. Você exercitar. Você falou aí da história do novo remédio que provavelmente vai dar o tanquinho. Mas você vai ter que para a academia, porque provavelmente. -O shape. Uma coisa você deixar de ser obeso. O shape, meu amigo. -Ainda não criaram. -Não. -Que é criar uma máquina que de preferência seja enquanto você estiver dormindo. Mas ainda não criaram nada que substitui a tua atitude. E uma coisa é fato. Inclusive sobre o nosso tema aqui, que é disciplina. Sobre metas. Uma coisa é fato. Cada vez mais está mais fácil jogar o jogo. -Sim. -Tigamente você tinha que passar fome agora. Você precisa mais se você tem consciência. E cada vez mais fácil. -Basta ter. -Basta ter. Você entender que você tem que jogar o jogo. O problema é que o cara toma a típica e não está jogando o jogo. -Sim. -Ele só está tomando a típica e é patida. E qual é o jogo? -O jogo é mudança de ambiente, melhor da alimentação. Bateteto de proteína. Seis vira a inversão da pirâmide americana. -Sim. -Deu uma bife de discussão. Então, tudo isso é fruto de uma movimentação da sociedade dizendo o seguinte. Bora acabar com a obesidade. Seis vira a movimentação do Trump com os analgias LP1. A pressão. Ele fez uma pressão absurda nas Big Farmas para reduzir o preço dos analgias LP1. E elas reduziram para mais de 50%. Então, isso é um movimento que não tem volta. -Sim. -Movimento que não tem volta. -E aí você tem que fazer o seu movimento. Que é colocar as outras coisas em prática. Que é mudar a mentalidade. Até tem uma discussão também na internet sobre isso, sobre o consumo do LP1 e tudo mais dos analgos de LP1. Ah, mas a pessoa não tem a mentalidade, não vale a pena. Não é como se ela não fosse merecedora, só porque ela tomou um remédio. E a gente sabe que tomar só o remédio ainda sim, tem gente que continua com sobrepeso. Tem gente que, sem fazer as coisas, continua sem o shape. Então, se eu pudesse, eu tomaria. Eu falei isso aqui, eu estou amamentando, não estou bem. Vou emagrecer, infelizmente, no pelo. -Mas. -Estou emagrecendo no pelo. Ainda falta alguns quilinhos. Mas estou no pelo, porque não tem outra opção. Mas se eu pudesse, eu tomaria para me ajudar. Por que? Só porque eu não. Estou tomando remédio significa que eu não tenho. Como é que fala, o benefício, não tenho. Eu não mereço, não tenho mérito, porque. Não, a minhas pernas. Ela só vai ficar bonita se eu treinar. Eu só vou ter a qualidade de pele, a consistência de pele. E tudo mais se eu treinar, se eu comer bem. Então, tudo isso ainda depende de hábitos. E é disso que a gente tem que falar aqui, que dá para fazer. E mesmo as pessoas já que todo mundo está tomando, saiba que você tem que mudar seus hábitos. O meu internet é um ambiente onde você vai ser criticado de todos lados. E você precisa estar muito confiante de que você está no seu caminho certo, porque outro dia, a minha sólgra falou assim para mim. Você acha legal quando as pessoas te reconhecem e falam do seu trabalho? Eu falo, eu acho, mas eu não ligo muito para isso. E qual que é o racional por detrás disso? Porque do mesmo jeito que vai ter gente falando que eu sou bonito, que eu sou legal que o meu conteúdo é bacana, vai ter gente falando que eu não gosto do meu conteúdo. E eu posso me envolver com isso. Eu escuto, eu vejo. Tem alguma coisa que eu posso melhorar aqui? Tem, eu uso. Agora, me envolver, me acabar, deixar que os meus objetivos, o meu comportamento, mood, por conta do que aquela pessoa falou, eu acho que a gente tem que tomar muito cuidado com isso. Porque no processo de alcançar metas, a gente precisa levar em consideração isso. Qual é o custo? Qual custo de você estabelecer uma meta e falar assim? Eu quero chegar lá. Eu quero perder 10 quilos. Eu quero ganhar 10 quilos de massa. Tem um custo. E esse custo, às vezes, é pesado demais para muita gente. Você vai ser criticado dentro da sua própria casa. Às vezes você vai ser criticado pela pessoa que se divide a cama. Você vai fazer chacota de você. Você vai errar um dia e vão falar o sabia que você não ia conseguir. E aí, Nora, que você vai começando a olhar? O preço de você começar a se distanciar aos outras pessoas, você fala, "Cara, se eu não me emblindar disso daqui, dificilmente eu vou conseguir chegar onde eu quero chegar." E isso, para mim, volta de novo. A mentalidade aqui é peça chave para a gente poder chegar lá. É verdade. Sim. Eu acho que eu tenho uma frase muito boa para a gente que trabalha com internet, para a gente, enfim, no geral. Porque se você se afeta demais com os elogios, provavelmente você vai se afeta demais com as críticas, provavelmente você está se afetando demais com os elogios, ou seja, você está levando a sério demais, tanto as críticas com os elogios. E no final, as pessoas nem sabem realmente quem a gente é. Elas só vem lápis da realidade, né? É a recorte da realidade. Eu já botei uma meta para resolver isso. Não é esse ano, não precisa mais, mas eu não passado, eu coloquei, que era não discutir o que dióteses na internet. Por que você perdeu? Eu não bati. É bom. É isso, né? Eu não bati. Eu já bati muito. Eu já bati muito. Eu já bati muito. É que são muitos insistentes, né, Carlos? Não tem que dar uma patada de vez em quando. Eu acho que no dia 2 ele já tava lá. É. Porque acho que eles viram, né? Eu vou fazer você falhar seu filho da puta. Não deu certo. Eu imagino o cariânico, cara, porque você faz. Quando os vídeos por semana você faz? Eu faço live todo dia, né? É. Live todo dia. Na Twitch, Tik Tok, YouTube, Instagram e Kick. Todo dia. E é 30, 40 mil pessoas ao vivo todo dia. E aí, live longos, não é? Bí, cinco mil. Sim, cinco mil. Sim, cinco mil. Bí por mês, todo mês. Nossa, mais cinco bilhões. Irmão, imagina quantos milhares. Sim, cinco bilhões de vídeos. É brutal, cara. É muita coisa, não tinha zé de cara, tudo isso. A gente tá em que os 10 maiores creators do YouTube e cinco bilhões por mês, cara. Entre vídeos longos, curtos, Instagram. Quantas horas do seu dia cedida de capra, a produção de vídeos? Você tem uma meta pra isso? Quatro horas. Quatro horas. Quatro horas só pra produção. Cara, se você cria-se com o teu de inglês, então. Que você cria em português. Então você tá falando bom. Em português, só que puriar, eles conseguem já a inglês, espanhol, todo lugar. Tanto que, por exemplo. Já tá fazendo. Eu fui pro paraguai. Já tá fazendo. O público paraguai consome só o Brasil de fitness. Chegue lá, era igual o Brasil. Os paraguai, os conversantes tirando fotos. Foi fazer evento lá. É que agora. Eles assistem nada de puriar. E em espanhol. E antes disso, eles assistiam do legendado. Então, porque nesse ramo fitness não muda, né? O super-fície, né? O super-fície, né? O super-fície, né? O super-fície, né? O super-fície, né? Ah, 4 horas por dia de produção de conteúdo. Multiplataforma com streaming, conclipador. Cara, não é do dia pra noite. E tem o lance de como é que sustenta isso? Que é isso que eu acho que é uma das coisas mais desafiadoras pra quem tá falando de buscar meta, né? Como é que se sustenta um ritmo que todos os anos é crescente? E não é que você posto, tô precisando. Um tô precisando disso. É que você colocou alguma coisa na sua cabeça que te faz continuar. Porque tem gente grande do mercado que já tá dizendo. Mas você falou, "Não, irmão, você tá no caminho certo, produção de conteúdo." É o caminho como é que você vai pausar agora que você tá no topo, né? Você não tá friando quando chegou no topo, né? É verdade. É primeiro que eu sou muito competitivo. Então, quando eu comecei no YouTube eu olhei. Eu falei, "Cara, eu acho que eu consigo fazer isso aqui, cara. Vida pra fazer isso aqui bem legal." Que eles estavam fazendo, que era visual. Você comecei meu canal com visual. Só que eles faziam duas vezes por semana, os líderes de canal. Eu comecei a fazer 3. Aí, os caras olhados foram embora a fazer 3. Aí, eu comecei a fazer todo dia. Aí, os caras começaram a fazer todo dia. Eu falei, "Então, eu vou fazer 2 vezes por dia." Só que o problema é que eu não fiz 2 vezes por dia durante 6 meses. Eu fiz 2 vezes por dia durante, sei lá, deve estar 1, 6 anos já que eu ia fazer 2 vezes por dia. - Tá louco. - Entendeu? Então, uma consistência vence a concorrência. - Sim. - Geralmente quem ganha a concorrência é mais consistente. - Isso em tudo, né? - Não, em tudo, tudo. Eu costumo dizer o seguinte, irmão. Que uma pessoa disciplinada, ela tem um padrão de comportamento. Ela só escolheu aonde ela quer ser disciplinada. - Transforma. - O fumante volta, ele sai de casa, se ele chegar em casa à noite. E não tiver cigarro, ele volta agora, vou comprar. - Sim. - Disciplinado. Então, uma pessoa disciplinada, ela só escolhe uma atleta. Você, nadador. - Você recorda. - Sim. - A sua disciplina foi transferida por os negócios. Por isso que você é um cara de alta performance dos negócios. Você só mudou o foco. O padrão de comportamento é o mesmo. Bom, agora não é mais não-nado. Agora é na minha carreira. Vai ser o mesmo padrão, velho. - E eu acho também, ou atleta, isso eu percebi na minha vida, né? De todo o meu círculo de pessoas que ao longo da vida acompanhei, os mais bem-sucedidos. Ou são atletas? Ou são militares. Essa, galera, você vê, você estabelece a meta de você chegar em um milhão de reais quando você era militar. Você já tinha uma mentalidade brutal de disciplina, né? - Já tinha, já. Você acha que ele forja muito isso, né? Eu não acho que ele desenvolve do zero. Acho que era um grande filtro no começo. Bota muita gente lá, quem tem disciplina fica, quem não tem, vai embora. E aí, melhor, o cara quer disciplinado, né? - Uma aumentada confiança dele da ferramenta. - Mas eu acho que falta um lance que você teve, que você comentou, que é o lance da ambição, né? Você precisa querer transcender aquilo ali. Se eu flocar, eu quero. Mas quem, no seu contexto, acreditaria que seria possível acumular um milhão de reais estando nas forças especiais, não lembro qual você estava? - É, era exército mesmo. - Exército? - Exército, algo dentro do exército, lá. Mas pouca gente, eu lembro quando eu falei a primeira vez, eu estava no segundo ano da academia meditar. Era uma dinâmica de grupo. E era para todo mundo falar de visão de futuro. O que você pretende, né? Na sua vida. E todo mundo, pouca, eu quero ser comandos. As especiais, quero ser para a que dista. E eu queria ser para a que dista também. Fui no final. Aí eu disse, "Ah, eu quero ser milhana, até os 30." Aí todo mundo riu assim. O maior falou pra mim. O maior querabén gente boa. Mas ele falou, "Ah, perigo, não é desanimando. Não é militar não ficar rico." Aí eu falei, "Major, seu nome desafio." Tem jogo composto. Aí eu falei um pouco disso. E no final, deu certo, né? Mas foi isso. Eu tive essa visão. Acho que para ter metas boas, aí tem que ter visão do que é possível também, né? Mas só que há entre comum. O que há em comum é entre um militar e um atleta. A capacidade de gerar conforto no desconforto. Eu ia falar isso. Os melhores. Eu tenho amigos que são atletas. Por exemplo, o Tenente Breno, que foi militar. E eu tenho Ruff Diesel, que foi militar. Ele era fusileiro nos Estados Unidos. E eu conversei com o treinador desses caras. Conversei com o yorra treinador do Breno. Conversei com o treinador do Ruff Diesel. E eles disseram uma coisa em comum. Renato, eu tenho que colocar o freio. Eles não têm limite. E vai morrer aqui no treino. Ele vai desmaiar. Ele vai apagar. Mas se eu perguntar para ele, vamos mais, ele vai falar. Vamos. Então, a capacidade que um atleta e um militar ou alguém, que foi treinado sobre um ambiente de profundo desconforto, faz com que ele esteja mais adaptado a ter desconforto na vida dele. Por isso aquela premissa de tempos fáceis, formam homens fracos. É por conta do desconforto. Então, eu acho que o desafio para uma meta a ser batida, é você aprender a ter um pouquinho de desconforto na vida. Porra. É você criar um pouquinho de desconforto. É falar assim, cara, acho que eu vou cuidar um pouco mais cedo. Cara, eu vou cuidar um pouco mais cedo. Por isso eu sou banho gelado também. Eu tenho banho gelado. São pequenos. Eu quero chegar para a ser açúcar. Eu acho que eu não preciso de maratonar todas as séries do Netflix toda semana. Eu acho que vou dar uma cortada em sua pica. Está complicado isso aqui. Só ter filhos. Sabe? Muito bom. Beijo mais nada. Tedeu? Só que as pessoas vão sempre preferir o conforto, porque é fisiológico, corpo, ser humano que é isso aqui. O ser humano que é, você tá guardinho. Ele te quer guardinho. Você tá no shape, ele te quer no shape. Quem tá no shape vai lá e como uma feijoada. Vai ter caganeira, vai passar mal, vai ficar com asia. Vai ter dor de cabeça, porque o corpo tá adaptado você assim. Qual a alimentação saudável, com hidratação. É um cara que, num com a bebê, dá um gole de álcool para ele. Tem como alcólico. Agora. Quem conhece aí o camarada que toma dois ingradados de cerveja nem bebo do fica, cara. Como é que me explica isso? Falei. O cara que come duas pizza e fica tranquilo. O outro dia tá pronto para comer. O ser humano é adaptável da forma com que ele está. Agora, para mudar esse formato tem que gerar o desconforto. Eu tive um professor, grande professor, um filósofo e ele falava assim. Deixa eu dar uma lição de vida para vocês. Todos vocês são meus alunos. Não busquem suas vidas a segurança. Não busquem. Porque isso é o que todo mundo tá buscando. Só que a segurança, um ambiente seguro, não é um ambiente que vai te permitir alcançar as coisas que vocês querem alcançar. E ele oferecia uma solução. Ele fala, "Vocês tem que buscar a força". Porque quando você se torna forte, você aprende a atravessar a vida, não importa o contexto, não importa o momento da sua vida. Você tá forte para passar por aquilo ali. E o lance que a gente, eu falo muito assim, por onde a gente começa a mudar? A gente fala muito de mentalidade, porque ela que comanda, ela que diz, se a gente vai, se a gente não vai, o processo de mudança, ele é uma decisão. Mas ele não é uma única decisão. Ele é uma decisão todos os dias. Porque quando você se compromete a fazer alguma coisa e você acorda, você tem que decidir, eu tenho que acordar. Eu tenho que ir até a academia, eu tenho que gravar um conteúdo, eu tenho que me alimentar bem, eu tenho que não pegar a batata frita. São escolhas. E quando você escolhe não fazer, você perdeu. Porque você não está forte o suficiente para sustentar a vida que você quer ter. Então, quando você cria essa fortaleza, esses pequenos obstáculos, eles não deixam de existir. A dor sempre vai existir, o medo sempre vai existir, mas eles perdem o comando sobre a sua vida. Eles param de ditar o que é que você tem que fazer. E isso, muitas vezes, não é racional. É um processo irracional. É aquele momento que você se dá uma desculpa com fortável para a dificuldade que você estava vivendo, para não fazer, não rara a sua palavra. Então, eu gosto muito disso, eu sempre fico na cabeça em desenvolvimento da força. E é interessante, né? Eu queria em vocês perguntar com o Renato. Como é que você consegue ter profunda disciplina à geração de conteúdo, fazer tanto conteúdo assim? Cara, eu fui muito divertido quando eu entrei. Porque assim, eu gravei em 2006. Lembrando que o YouTube é de 2005. Tem vídeo meu, que é a galera das expostas de 2006. Sabe, quando o YouTube veio para o Brasil, ele não veio como uma ferramenta de stream. Ele veio como uma forma de você não precisar mais de ficar mandando um vídeo por e-mail para os caras. Então, o que você fazia? Se gravava um vídeo, mandava o link para o cara. Via e-mail e o cara abriu o vídeo lá. Eu comecei gravando, ensinando as pessoas a tomar em suplemento. E quem me contratou para fazer isso, queria treinar os balconistas de loja, como explicar a função de cada suplemento? Eu gravava, ele mandava o link para os caras e pronto. Foi assim. Em 2007 para 2008, eu parei para me dedicar a sua indústria, 100% da indústria. E eu voltei em 2016. Era o teu primeiro vídeo, foi 20 anos. Ah, 20 anos, saiu, hein? É muito olhar, doctor. É. 20 anos. E eu voltei em 2016. Só que, cara, eu estava na fábrica, trabalhando 12, 14 horas por dia, tendo que viajar o Brasil inteiro para desenvolver representante. Quando eu cheguei aqui e desculpe, nossa vida é muito fácil. Isso aqui é brincadeira de criança perto de cara, que pega um ônibus, passa duas horas um ônibus para chegar no trabalho, passa 10, 11 horas trabalhando, pergunta por gerente do teu banco, a faca que ele tem no pescoço todo mês para cumprimeta, gerente de banco, meu irmão. E abriu uma clínica psiquiátrica por os pobres dos gerentes de banco, a pressão, cara. Pressão. E eu tinha muita pressão na fábrica. Muita pressão na fábrica. Quando eu cheguei, eu vi isso aqui. Escarra reclama de gravar três vídeos por semana, pelo amor de Deus. Escarra reclama de fazer vídeo pro YouTube. Isso aqui para a minha diversão, cara. Isso aqui para a minha brincadeira. Então, cara, pô, Renato, você gravava 4 horas por dia, 6 horas por dia, eu me muvo com a 14 e eu ordendo uma fábrica. 14 e eu ordendo uma fábrica, Renato de faturamento de resultado. Então, é aquilo que nós falamos. Depente do tamanho do seu desconforto. Se o seu desconforte é grande, quando vem um desafio para você, como você mesmo acabou de ir, você está forte, cara. Deixa eu perguntar uma coisa, cara. É forte. Você é um cara, porque tem gente que olha para esse mundo e fala assim, cara, eu vou na perfeição. Eu vou fazer o vídeo cinematográfico, eu vou pegar o melhor estúdio. Eu vejo que você faz um excelente conteúdo com narrativas maravilhosas, mas você traz volume. Até porque no YouTube não funciona a superprodução. Já testei tudo. Vai ter vídeo meu ali, cinematográfico, irmã. YouTube é vida real, é liso, pouco corte. É isso aí. Você já é superprodução? Floppa. Muito paralelo com esse lance das nossas metas de você sempre buscar um ambiente perfeito. Não estava aquele lance de você. Não é isso. Se pessoas que travam, de avançar, fala assim, cara, eu quero fazer isso. Ah, eu quero começar a correr. Meu tênis tem que ser perfeito. Ah, o eita, você perfeitou a creatina. Você tem que estar com a roupa antes de você começar a fazer. Você não tiver o look do dia, você não faz. Pensando que o beba do ganho, uma corrida, esse dia, descalce, viu? Não vai. Você se ele ganhou, mano. Se ele ganhou, mas ele completou. Ele correu. Você viu isso? Meu tênis. Olha o velho. Esse cara é tudo mundo lá, melhor tênis, o cara é um bacoato, viu? Vem no YouTube, cara. Melhor tênis, bota o trecho aí, depois vocês quiserem. Não é. Cara, tudo mundo preparado, né? Isso é muito coisa. Puf. Dero o start inicial, daqui a pouco do nada, cê é um bebo do. De chinelo, corre na sua. Não afrei todo mundo. E ele não final dava entrevista, cara. Mais louca um pônei. Meu Deus. Melhor, se for rendendo. Nem is a parte. O que você falou é genial. Às vezes você não precisa esperar o cenário ideal para começar, né, cara. E como que vocês dividem as metas de vocês, já falando aqui do assunto principal? Por exemplo, pra você gravar vídeo orgânico. Cê bota uma meta disso, não vão ser 728 vídeos por ano. Que eu fiz a conta de dois por dia, cada dia, nas cinquenta e duas semanas, né? É coisa pra cacinho. Eu bota a meta pra mim de 104. Me senti um merda, agora. Agrama 728, cara. Cê faz isso ainda, não. É algumas áreas por dia orgânico, não preciso fazer, tipo treinar pra você, entrar no gelo. Ou não, vocês colocam metas até pra balizar um parado, perder o hábito. Cara, muitos anos da minha vida eu estabelecia a meta de lá, colocar e tal. E não é que eu não tenho, mas é que eu deixei de dar tanto peso pra isso. E eu preferi olhar pra minha agenda. Eu olho pra minha agenda e falo assim, o que eu quero mudar aqui? Porque hoje eu tô gastando tempo pra escrever, pra produzir vídeo, pra entrar no gelo, pra treinar, pra fazer fisioterapia. O que eu quero tirar? O que que cabe aqui dentro? Porque eu sei que isso, esse espaço de tempo que eu estarei ali, vai trazer o resultado que eu quero. Então hoje eu me concentro muito mais em organizar a minha agenda. Porque eu sei que eu vou conseguir fazer aquilo ali. Muito bom, ao longo do tempo. Então, eu já não dou tão óbvio, você tem meta de faturamento. Cara, eu tenho que dobrar o ano que vem, tem que alcançar isso, etc. Mas tem muitas coisas que eu não coloco mais meta de onde eu quero chegar. Eu quem eu quero ser. Eu sei que isso daqui vai me levar próximo de onde eu quero. E aí eu tenho compromissos absolutos, né, cara? Todas vezes que eu estou em São Paulo, eu gravo o gelo, eu gravo conteúdo. Eu tenho uma disciplina em relação a isso, sabe? Parecido com o Calhane, minha manhã inteira é reservado pra isso. Eu começo a ter reuniões de trabalhar na maior parte das vezes, gestando os negócios e tal, a partir da tarde. Até a hora do almoço, o que é também é um privilégio, né? É a vida fácil, né? É mais fácil quando a gente pode fazer isso, né? Então a nota aí, ter uma agenda, começa aí, porque. Basa do nada. Não, mas isso é sério. Porque a gente sempre fala isso aqui, em todo podcast de início de ano a gente fala. Está beleza na sua agenda, todos os hábitos que você acha que vai fazer com que você alcance o objetivo final. Então, pra começar, você precisa estabelecer ali. Se no seu dia você não está fazendo as coisas que vão te levar ao objetivo final, já está errado. E pra você saber isso, você precisa anotar, você precisa ter uma organização. Esse pessoal não tem nem pra começar uma agenda. Então o cara botou aqui a fazer isso lá sem treinos no ano e não separou espaço pra isso pra ele treinar no dia. Quando sobrar tempo, entendeu? É nunca sobra. E em relação a isso de estabelecer, por exemplo, treinos. Pra mim, o Bruno sempre estabelece lá quantos treinos ele vai fazer por ano. E faz anos que eu não estabeleço quantos treinos eu ia fazer por ano, porque eu sempre fiz muitos treinos. Muito mais do que o Bruno, inclusive. Até no passado, a treina mais que eu, esse ano eu ganho. Você está do Bruno, né? Conta aí, esse ano você vai estabelecer o trezentos. Mas é porque você está fazendo o jujito, e ele faz. -Ele se empolga. -Uas aulas, três aulas. E a minha das aulas acabou, mas ele tá comando. E aí, esse ano, como agora eu sou mãe, e tem outras coisas que estão na minha agenda, que são mais importantes. E que também tem outras metas. Eu falei, não, preciso estabelecer aqui quanto que eu quero treinar. E eu vou treinar 250, inclusive minhas seguidoras mães. Fala, vocês está sendo muito usada. Eu vou mover tão final do ano, vocês vão chegar lá, mas eu acho que sim. E aí, eu tive toda uma ciência para estabelecer essa meta. E é legal dizer como que eu pensei para falar 250. Então, vamos lá, a gente tem 365 dias no ano. Aí eu pensei, vou treinar aproximadamente 4, 5 vezes na semana. Então, 5 vezes 52, que são o número de semanas, dá 260. Eu pensei, um dia eu vou falhar outro dia, vou treinar mais. Então, vou botar ali 250. Mas porque eu treino mais do que isso. A minha ideia é treinar mais, a minha ideia é passar. Vamos ver se eu vou conseguir, esse é o meu objetivo. Mas aí, a criança vai ficar doente, vai gravido de novo. Alguma coisa acontece, realmente. Pode ser que eu não alcance. Mas esse foi o racional por trás. Então, sempre que a gente vai estabelecer um número, você vai pensar dessa forma. Porque as pessoas, como me perguntando, como é que, por que você desce? 250 tirou da onde? Assim, fazendo um número de semanas. E tem muita gente que é anisso, né? De que se estabelece uma meta grande demais. É, eu quero fazer 365, foi caraca, tu vai treinar. A meta tá de acordo dos dias. Todos os dias do ano, aí você vai treinar 5 vezes depois de um dia só. Tem lista de meta do cara, treinar 500 vezes no ano. Eu vou começar a corrida, vou começar a jogir. Vou começar a musculação, vou competindo embora e bido. Vou lançar um produto, meu vão lançar, eu vou lançar minha vizinha. Ô cara, eu tô no mundo, vim te metas. O que você é um meio rotamente. É um meio rotamente. Porque é fácil lançar a meta. É fácil ambitioso. Com certeza. É o que você falou, né, mano? Isso é ambitioso, é curajo. Isso é ambitioso, é fácil, cara. Isso é ambitioso, é fácil, difícil. É você conseguir construir um padrão de comportamento. Por isso que eu falo. Talvez a grande aprendizado desse podcast para o pessoal que tá assistindo é. Ao invés de metas de resultado, eu terei metas de padrão de comportamento. Metas do que fazer, não do que ter. Mas vocês dividem áreas específicas. Por exemplo, eu publiquei no meu Instagram, eu tô com meu bloco de notas aqui. Eu tenho meta intelectual, meta física, que são os 300 treinos no ano. E tem meta de trabalho para o investimento. O me envolvendo o grupo, que é mais difícil, que não depende só de mim. E outra é que depende de como eu vou investir, não tem? Percentuais em cada classe de ativos e não resultado. Aqui menos depende minha do grupo. O resto tudo tá sob meu controle. E eu bota essas três áreas. Porque no resto eu falo assim, "Pô, nas outras, tá tranquilo". Tem coisa que eu já faço no basal, né? Tipo, coisa de família. A gente a viagem, junto sempre. A gente agora. Eu botei na nossa meta sem criança. Mas eu falo pra malu, não, nossas viagens todos até ter que estar junto. Ela vai junto com a gente. Então, já tem coisas que estão lá. Tipo, passar tempo com ela. Tudo dia acontece. Então, nessas áreas eu vejo poxa aqui, pelo menos nesse momento, eu não preciso. Vocês dividem assim também, ou não? Tipo, principalmente é de acordo com alguma ambição específica. Agora, eu abriu uma rede acadêmia. Então, eu tenho que fazer tantas viagens pra divulgar. A minha leitura de vida é muito parecida com a sobra. A parte familiar tá bem administrado. Então, eu não tenho meta de quantas viagens eu faria. Porque eu sei que elas aconteceram. É, coisa. Carbo. Malu meu briga viaja. Eu tenho metas. Por isso que ele não precisa ter. Eu acho que é a mesma coisa. Ele tem mulher. Eu tenho uma malula em casa também que faz essas metas. É, a tarde manda bala. manda bala. Com os filhos também. Eu acho que com 49 anos de idade, tanto que eu já trabalhei, eu me duo ao direito de meter o louco de vez em quando e falar pra vocês. Fiquem vocês. A manhã é um dia. Tá o cico que tá pegando fogo. A gente acabou de lançar. Já visei a manhã cedo e vou pra praia. E aí, o pessoal fica doido pra falar alguma coisa. Não vou falar nada não. Mas sim, puma. Tem uma reunião. Pô, gente, pô. Pô, gente, pô, gente, pô, gente, pô. Isso daí tá bem administrado. Eu falo comigo só essas vezes, cara. Quando o Bitcoin é só a principalmente, fala grus comigo não, hein. Ah! Ah! O que a gente tem aqui, ó. Outro tem, ó. É, caro. Mas a gente não tá renovando já. Olha lá, grus comigo. Ah! Exatamente. Exatamente. O que eu fiz a gente tem aquele. Que ela colabe com vocês dos meus investimentos, né. E aí, pô. Fizero. Fizero resultado. E o quanto que deu, né. Aí o Thiago virou pra esse ósseis. Vocês tamo cuidar com o cariño de aposentão. Pais tempo, hein. Vai devagar assim com ele. Porque olha isso aqui, ó. Então, tem esse. Tem esse jogo. Mas o restante dentro da empresa, dentro dos negócios, aí tem núcleo, né. Então, por exemplo, na parte de infoprodutos, e tem um cara que é sócio. Pra ele dormir e acordar na parte educacional. E dorme e acorda com isso. Na parte de academia, eu trouxe um diretor de expansão, que era de uma rede, pra ele dormir e acordar, preocupado com isso. Então, pra cada núcleo, tem um cara que dorme e acorda, preocupado, porque o meu foco é a geração de conteúdo. Percioso. Porque pra mim, a geração de conteúdo é a sustentabilidade do ecossistema. E eu falo pessoal, começa a marcar muita reunião comigo por Renato, mas esse cara, ele só aceita falar com você. Renato, olha, esse cara, ele fecha, mas ele precisa. Eu falei, ó, vocês começam a marcar muita reunião comigo. Eu sou um só. Eu saio do conteúdo. Saio do conteúdo é uma perna que se quebra. Porque tudo isso daqui é conteúdo. Porque dentro do nosso ecossistema, uma coisa muito legal. E eu acho que fica até legal pra galera. Tudo que nós construímos de audiência, nós vamos metrificando. Dentro da empresa, eu tenho um cara que tem mistrado em dados. Tudo está captado. Então, nós sabemos o que o público quer assistir. O que o público quer consumir. Faixa etária, faixa salarial. Região. Tudo isso. Então, de vez em quando, se você ver meus histórias, eu vou falar assim, "Pô, você quer treinar um CTRC?" "Tem um link aqui, eu vou te dar uma consequi". Realmente, vai ter uma condição especial pra quando nós chegarmos à sua cidade. Eu já estou recebendo esse público, entendendo a região que ele tá. Entendendo que a academia ele tá treinando. Exato. Dentro do dataleque que ele tá hospedado. E ele tem ali o quiz aonde ele fala. Qual é a região que ele tá? Qual a academia que ele tá treinando agora? Se ele ainda não está treinando. Qual é a percepção dele sobre treino? Então, ele tem um pequeno quiz ali pra responder. E isso cai dentro do meu dataleque, que já ali. Então, nós vivemos de dados. Eu falo pessoal, dentro do nosso ecosistema de vidados, em todo, por isso que, de vez em quando, eu te mudo um pouco. "Oh, pessoal, que é isso". Então, a geração de conteúdo é a boca de funio pra esses dados. Começa a marcar muita reunião comigo? Fraquece. Então, eu abro mão muitas vezes de muitas coisas profissionais de trabalho de dinheiro pra poder jogar o jogo da audiência. Declareza do foco, né, cara. Isso é muito importante. Porque eu portou no começo disso. Você produz conteúdo lá há vinte anos. Mas as pessoas entenderem que esse. E na fala dele. Esse é o trabalho. Esse é o trabalho. Esse é o pilar mais importante. E, como a geoportidade é altíssimo, né. Deixar de fazer outra coisa. Não é a melhor locação do tempo do carianho. Imagina, cara. Mas sim, é isso. E você estabelece metas? Você divide elas em. Eu tenho alguns pilares que, pra mim, é muito importante. Assim, eu acho que tem a minha. A minha doutrina de vida que é o que eu acredito, que eu quero ser. Então, eu estabeleço. Eu já parei escrevido assim. Quem que eu quero ser? Porque a gente precisa lembrar que a gente chega. Quer ver o esse? Escrevi, cara. Eu peguei todos os pilares da minha vida e eu falei, quem que eu quero ser como marido? Quem que eu quero ser como filho? Quem que eu quero ser como profissional? Eu escrevi isso. Porque eu entendi, cara, que eu tinha muitas arestas que eu precisava parar. E isso se torna o meu estilo de vida que eu chamo a busca pela excelência. Sabendo que a busca pela excelência é um lugar inalcançável. E que a gente precisa simplesmente traduzir isso como um estilo de vida. Significa que você vai ter alto e baixo, significa que. Somos seres humanos. Não tem dificuldades. Mas um elemento que. Eu imagino que vocês todos vivam, isso é assim. A gente precisa entender que para transformar a vida você precisa estar no estado de espírito bom. Traduza isso como você quiser. Estado de espírito bom é você estar bem energéticamente. É você acordar motivado, é você querer fazer as coisas, é você ter sonhos. É você ter vontade de viver a vida que você está prestes a encarar. Agora pego o paralelo a uma pessoa que não tem uma energia muito boa. Ela acorda já de ressaca, cansada porque não dormiu direito. Só coloca de angfú de para dentro do organismo dela. Não se trata direito, faz tudo errado. E aí não entende porque ela não consegue avançar com as metas dela. Porque ela está no estado de espírito muito ruim energéticamente e ela está mal. Então, pilar central da minha vida é o corpo e a mente. Se eu não tiver com meu corpo oção, minha mente eção, nada da liva é acontecer. Ali eu vou desabar. Para mim eu pilar central que sustenta tudo. Então quando alguém fala assim para mim, Marcelo, como é que eu mudo de vida? Eu falo como é esse pelo corpo. Começa a treinar, porque você precisa ficar forte, irmão. Você está fraco, você está frágil, você coloca uma meta de fazer dieta. Aparece um docinho aqui, você come cinco segundos do docinho, nem questiona. Isso é fragilidade. Então eu falo assim, a banheira não é sobre o gelo, não é sobre os benefícios do gelo. Ali é um ambiente de treinamento mental que eu trouxe para a minha vida. Aquilo ali é um sistema de treinamento, treinário, pra academia, me fortalecer, me desafiar. No prato que eu estou prestes a comer, tudo isso, sistema de treinamento. Para mim, esse é um dos pilares centrais. Obviamente, minha esposa, pilar fundamental da minha vida, uma das pessoas mais importantes na vida. De qualquer ser humano, é o seu parceiro. Cara, se tem que ter metas, a gente faz terapia ser manual. Eu desenvolvi um método junto com a Nágil e a gente faz uma terapia entre nós. Onde a gente reflete sobre os nossos objetivos, o que que eu estou fazendo de errado, o que que ela está fazendo que não está agradando e viceversa, pra quê? Pra ter melhoria, continua no pilar casal. Está fazendo de errado, e ela não tem essa parte. E pior que se tem cara. Se alguém não for isso, né? Ai dentro, ela tá fazendo de errado. Mas de errado, é isso, na parte dela acabou. É, por isso você aprendeu uma opção importante do relacionamento. Tá 15 anos, né? Aí você aprendeu, você falou assim, o que eu estou fazendo de errado? O que eu estou fazendo de errado? O que ela está fazendo que não está dando certo? [Risos] Você está prejudicando, né? Que você está aprendendo. E o terceiro, o trabalho, no cara. O trabalho dificulta o homem. Quando a gente aprende que nós conseguimos conquistar o que a gente quer através do trabalho, cara, ater, é desenvolvido no trabalho, o disciplino é desenvolvido no trabalho. Desde que você coloca aquilo como algo positivo. Porque tem gente que vai trabalhar e fala assim, "Oh, Deus, você trabalha não aguenta, mas esse trabalho não vejo orita saindo trabalho." Não vejo hora de chegar a sexta-feira, porque droga que chegou a segunda-feira. Você vai desenvolvendo um padrão mental que não vai te fortalecer. Pelo contrário, vai fazer você continuar fugindo do que poderia te dar um patamar de crescimento na sua vida. Então esses três pilares para mim são base assim. E os valores que eu carrego para minha vida, né? Então, é muito de comportamento. Eu gosto de olhar para comportamento. O número, a consequência, eu sei que vai chegar. Eu sei que vai melhorar, sabe? E é genial, e assim, né? Nós somos o zero vírgula um por cento da estatística. Eu falei, cara, para mim, de verdade, a dificuldade de meu trabalho é zero. Porque eu carregava um piano dentro de uma fábrica trancado 14 horas por dia. E talvez, o que nós estamos conversando aqui e falando, a maioria das pessoas ficam, uma hora no ônibus, 40 minutos no metrô, pega a fila, entra no trabalho, sai, começa às oito, vai até às 18 horas. E aí você olha e fala, "Ah, muito bom que vocês estão falando." Mas isso aqui não cabe, né, mesmo? Não é minha realidade. Não. Se eu sair desse emprego, eu não sustento minha família. E esse chefe, o pressor me quer fazendo isso à vida inteira? Pergunto o seguinte, hoje, o que você tem na mão para começar a jogar esse jogo diferente? Sim. O que existe de afinidade que não tem nada que se universar? Tudo bem, você vai continuar e trabalhando nesse escritório. Esse chefe, o pressor, vai continuar passando isso. Mas vamos começar a pensar no plano de fuga disso aqui. Cara, eu gosto, por exemplo, de marketing digital. Eu gosto do que vocês fazem, tudo mais. Então vai pro YouTube, começa a estudar sobre isso, começa a ler e entender. Siga dentro da rede social pessoas que contribuam para a teu fortalecimento da tua mentalidade. Sim. Escapa daqueles amigos que carrega você para baixo, se fecha dentro de um plano, porque você já está na merda. Entendeu? Então bora sair dessa merda sozinho. Começa. Sim. Eu vou pelo gratuito, eu vou pela mudança de comportamento, a partir de hoje, como Marcelo disse, eu vou ser a mencê um pouco mais, vamos dizer assim, eu vou ser um pouco mais carrasco com minha vida, o parádio com meu besteira, vou melhorar minha saúde, vou melhorar meus hábitos de leitura, vou começar a mudar a minha percepção de eu tô ali, cara. Então naquela mesma sinuca de bico, naquele mesmo lugar, eu juro para você, que é uma questão de tempo de você sair dessa, não tem como. Por que o que acontece? A mudança de comportamento, a leitura, o estudo, a melhora da sua saúde, como ele deixou de forma genial, a melhora da função mental de antes de uma alimentação melhor, acordar pela manhã e para a rua correr na rua, para voltar, tomar um banho e pro trabalho, não se permitir desviar de um foco, eu quero sair dessa merda, mas isso aconteceu comigo e provavelmente aconteceu contigo, Marcelo não sei sua história, mas eu comecei com 11 anos de idade entregando o panfleto no farol, eu com 12 anos de idade, minha mãe arrumou um trabalho para mim para ser office boy, porque minha mãe trabalha de empregado doméstica, meu pai, com a vc de cama, aposentado no pleno plano, planei o sarney, oé, tudo o que eu construir veio absolutamente da minha forma de trabalho, se você tem 30, 40 anos, importa, cara, tá uma merda dessa vida, se fecha num plano sozinho, vai para cima, é isso, então aqui a gente não tá cagando a regra, uma coisa fato, mas quem tá num ciclo vicioso ali, de profunda dificuldade de sair daquilo, precisa construir um plano de fuga, e continuar realmente naquilo que tem que pagar conta, tem ter filho, eu tinha um chefe extremamente opressor, mas eu tinha um bebê de 10 meses em casa, meu filho hoje que tem 27, 10 meses, até o dia que eu falei assim, agora eu rodo esse negócio aqui, mas você precisa ir conspirando, tá conspirando contra o teu chefe contra aquele empresa, eu tô conspirando, deixa, cara, você acha que eu tô de otário aqui, vai, vai, eu tô construindo a minha casa, e quando essa minha casa ficar sólida, eu meto pé nessa empresa, que meto pé nesse chefe e viro meu jogo, deixa aí eles achar que eu tô aqui de turma, agora, se nada acontece, você não faz nada, meu irmão, esse lupi é terra, meu irmão, se lupi é terra, passa vida, você tá falando é muito importante, né, porque hoje em dia ainda tem metas financeiras, mas não são tão importantes agora quanto era no passado, que agora a gente tem bastante dinheiro, e dinheiro ele tem uma curva de utilidade marginal, né, quanto menos você tem mais útil, ele é depois de um tempo cada real a mais, ele tem a quantidade a mais sim, mas é sempre marginal e decrescente, né, fica no menos útil com o passar do tempo, e muita gente submete as situações que não gosta como cara que sofre, o que vai ter que trabalhar na segunda-feira, porque o cara não tem dinheiro acumulado, ele não pôta uma meta de poupança, né, nem de investimento de rentabilidade, cara, vou poupar tanto por mês, né, se você poupalar mil reais por meio final do ano, você poupou 12 mil, investido, você não sabe quanto vai dar, mas esse ano com juros de 15% teria, caro, mil reais de ganho, né, então com o tempo você vai formando um patrimônio pra poder chegar no seu chefe, ou para o seu e falar cara, eu tô indo embora, vou fazer outra coisa em minha vida, o quê, talvez você nem sabe, tem tempo a pensar ainda, só abrir um negócio vai trabalhar para os outros, então se você tá em casa, não colocou uma meta voltada pra parte financeira, pra poupar, pra acumular patrimônio, coloque porque isso é mega, mega importante, inclusive você falou que a gente tá aqui no 0.1%, o Michel Coforado veio aqui há pouco tempo, o Michel Coforado não é passado, ele escreveu aquele livro coisa de rico, e no livro tem uma estatística que eu achei bem interessante, ele bota o patrimônio do 0.1% mais rico do Brasil, é um patrimônio de 26 mil mil reais, eu pensei, caramba, cara, no digital, tá, pula o lando de gente, né, que tem esse patrimônio hoje em dia, ou que poderia ter, né, é que tem cara que ganha muito e vai gastando tudo no final, pra ter o patrimônio botando sapato, bolsa da esposa, é relógio, então cada um tem as suas escolhas, mas vendo esse tipo de coisa, lá atrás eu sempre me senti desafiado, falei, cara, será que eu consigo ser da classe média, média, que era onde eu estava, pra esse 0.1%, pra 1%, eu acho interessante essas metas que provoca um a gente, quando você coloca um tipo de objetivo, isso não vai acontecer em um ano, lógicamente, né, é uma meta de longo prazo, tipo 10, 20 anos a isso pra acontecer, né, eu gostei muito do que o Marcelo falou, que parece meio filosófico, né, quando fala, quem você quer ser lá na frente, é muito bom, né, mas quando você consegue enxergar, uma pessoa materializada, quem eu vou ser no futuro, porque se você observar seus hábitos de hoje, e você jogar eles pra frente, 10 anos, 20 anos fazendo isso, você vai ver quem você vai se tornar lá na frente, e se não é a mesma pessoa que você gostaria de ser, já mostra que você precisa mudar alguma coisa ali, né, então quando a gente observa, e eu já fiz esse exercício de me observar e pensar o que eu quero ser, eu já falei esse pro Bruno, acho que a gente falou até no podcast, que eu quero ser uma mãe exemplar, que eu quero que os meus filhos tenham orgulho de mim, que eu quero ter uma carreira sólida querendo não, enfim, tem várias coisas, e pra eu conseguir chegar lá daqui a 30 anos, e ser essa pessoa, eu preciso todos os dias fazer coisas que me levem a esse objetivo final, então eu acho que é um ótimo exercício pra a gente fazer nesse início de ano, que não precisa ser daqui a 20, 30 anos, pode ser no final do ano. Eu tenho uma agenda 2030, meu bloco de notas, ele fica bloqueado, são objetivos pra 2030. O Bruno fala uma coisa que a gente supervaloriza, o que a gente poderia fazer em um ano, e menos preso que a gente poderia fazer em 10 ou 20. E na verdade, 20 são a soma de pequenos anos, né? Então a gente precisa colocar uma meta talvez, eu malu, eu gosto de metas muito realistas, eu não gosto de metas aquelas que não sei, tem gente que gosta. Eu gosto de realizar uma meta de um ano pra 10, eu gosto de chutar a longa. Não, certeza. E você pode trazer total, né? Mas a gente tem juros compostos. Aí você consegue, né? Negócios, dinheiro, dá pra fazer. Exato, vocês gostam de metas como, mas pode falar antes. Eu acho que tem um elemento aqui, que a gente esquece, que quando você estabelece uma meta pra você, ela não é chegar naquele momento, né? Ela é, como é que eu traduzo isso pra hoje? Então isso eu faço muito mais dos negócios, mas não tem como você não fazer pra vida também, né? Cara, fecham o ano, faturamos quanto? Porra, faturamos 100 milhões. A gente chega 200, o ano que vem, meta estabelecida. Mas qual que é a meta de janeiro? Qual que é a meta de fevereiro? Traduzem isso em 12 metas. Não esquece que as 12 metas também são 4 semanas. E que essas 4 semanas tem 5 dias em cada uma delas. Pronto, aqui sem quebrou. Até, pô, você é formado em educação física. Como é que planeja um treino do atleta? Macrociclo? Mesrociclo? Microciclo. É assim que você treino um atleta. Não dá pra você fazer tudo. Não, tem um plano. Pra gente, também tem um plano da gente chegar lá. Só que aí onde a maior parte das pessoas se perdem na conquista da meta. Eu não estou vendo, irmão. Então, o que eu implanto de modelo de gestão no trabalho é modelo de gestão à vista. Naja, ela acabou de lançar minha esposa, acabou de lançar uma meta de 21 dias sem errar. Cara, ela foi lá e criou um modelo de gestão à vista. Ela pegou 21 postits. Ela colou na parede do nosso quarto e ela escreveu do dia 1 ao dia 21. Todos os dias que ela chega à noite, ela fala assim, eu cumpri meu dia, cumpri. Ela vai lá e filma e coloca um check mark. E eu falei assim pra ela, falei ó, errar faz parte do processo. Todo mundo vai cair. Quando alguém cair que é um grupo de mulheres que estão fazendo isso, vai lá e enfrentar o obstáculo. Boto, xizinho, assume a responsabilidade e não ter feito. Faz parte do caminho e ninguém anda e linha reta. A gente anda em altos e baixos, errou, não tem problema, só não deixa persistir. Porque ninguém ganha 10 quilos do dia pra noite. Você vai criando um acúmulo de erros. Uma sequência de erros, você vai falar, "Ah, já que quinta e sexta eu errei a dieta". "Vou me amendar no sábado e domingo". E aí, segundo a feira já acontece. Aí, daqui a pouco firma, duas semanas, um mês. Então, não. Assume o erro. Pra você voltar pro eixo o mais rápido possível. Ver a sua meta. Todos os dias se deparar com ela e falar, "Olha quanto eu já fiz". E o ato físico, de você ir lá e falar, "Ojo venci". Isso dá uma satisfação. Pode fazer assim. Isso é muito bom. No materialista, gente, eu tenho várias ferramentas que a gente usa exatamente. Que é o meu programa de hábitos. Exatamente para a pessoa ir lá e ticar. E faz muita diferença. Tem muita gente que sempre sugere. Faz um app, faz um sequer, "Não, você tem que pegar o papel". Pegar sua caneta e ir lá e marcar o X, marcar o que você fez. Porque isso é um é físico. Não é o que você faz esse exercício, você enxerga. E você assume que você rouca o que você tentou. E o cara que fala, faz um app, depois não baixa também. Porque a gente não quer baixar um app novo, entendeu? Não, amor, isso é só não sair daqui. Tem uma barreira de uso. E não tem internet. É só nossa geração. Eu descobri isso. Eu vou não pôr de gasolina, o cara fala. O gasolina é 7 reais, ou você pode pagar 6 se baixou. Eu falo "meu, vende por 7". Eu não quero bacalar. O Bruno Perini falando isso. Mas isso eu descobri recentemente que é a nossa geração. Os mais novos, todos baixam quantos apps eles mandarem. Falem aqui nos comentários por mim, a gente tá ficando velho mesmo. A gente não sei. É tipo uma memória de que o meu celular tá cheio. Vai gastar a memória, alguma coisa do tipo. É, quando o celular não cabia todos os apps que a gente queria. E hoje em dia parece que cabe, não sei. Eu nunca testei porque eu não baixo. Eu acho que tem um lance importante aí, que é assim o seu sistema. Ele precisa ser a prova de desculpas. Porque, cara, vai ter o app, vai ter a planilha, vai ter os indicadores, vai ter o dashboard, cara, é lindo na teoria. Mas funciona na prática. Porque se você começa a colocar esse monte de obstáculo, esse monte de problema, será que não é uma fuga que você tá trazendo aqui pra não fazer o que precisa ser feito. Então eu sempre gosto, comece com simples, postite simples, folha de papel, é simples, caneta simples, vai nos simples. Depois você criou o hábito, você deixa de negociar com o ter que fazer. Você pensa pra treinar, você pensa pra guardar com o teu outro esplandejo. Tá marcado na sua gente. Você vai todo dia no memorário e faz o que você vai fazer. Cada um tem o seu calcanhar de aqui. E nós somos bons em desculpa. E quem é bom em desculpa não é bom em mais nada. Felizmente. Então, tudo que vocês citaram, nós chamamos de mecanismo de controle. Criar mecanismo de controle é muito bom. Porque no final do dia, o que você tá tentando criar é um novo estilo de vida. São novos hábitos. E eu não estou falando só de corpo, estamos falando pra meta. Então, enquanto aquilo não vira hábito, ele é um ato. E o ato ele vai sendo forçosamente colocado na sua vida até virar o ato. Então tu que hip tica. Eu tenho certeza que hoje é muito mais fácil você entrar na banheira de ver gelo do que os sete primeiros dias. Muito mais. E a gente tá falando de algo que agride o corpo. O gelo ele agride o corpo. Ou seja, ele vai continuar agredindo o teu corpo por resto da vida. Não vai criar agora, eu sou imúnia ao gelo, eu entro, eu não sinto na nãoso. Só que existem coisas que geram o contrário. Hoje, se eu não fizer o meu cardio pela manhã, o meu dia não funciona tão bem. Eu fico mais letágico, eu fico mais lento. Eu percebo que eu tendo a ter mais fome do que eu deveria ter. Efeito colateral de algo que já faz parte do meu hábito. Então é muito bom quando você consegue colocar um ato durante um período que geralmente é um 60, 60 e poucos dias seguidos. E esse ato se transforma num hábito e ele é positivo. Ou para a tua vida, ou para a tua saúde ou para a tua carreira. O Bruno já viajei várias vezes com o Bruno. O Bruno não cara muito culto, ele gosta de ler, ele gosta de literatura, isso é um hábito na vida dele. E aí, cara, às vezes ele está no meio de uma roda de amigos, ele solta algo muito legal, muito especial, que define o padrão cultural que ele tem. Mas isso veio de um livro que ele leu, não, cara, veio de um hábito que antes era um ato e que hoje faz parte da vida dele. Se você tirar isso, já não é mais o Bruno. Então o hábito, ele define uma pessoa. Se você é um cachacer, os seus amigos falam, e o João, aquele cachacer, lembra? O hábito define quem você é. Eu acabei de mencionar um ponto extremamente positivo da característica, da minha, de como eu vejo o Bruno e que vem de um hábito. Agora, que me deu um sensato. E a humildade também. Então o que acontece? Foi um hábito que ele colocou dentro da vida dele, que acaba externando isso para outras pessoas. E quem não quer isso, cara? Ser humano quer ficar para trás? Não. Por exemplo, uma tristeza. Eu treino lá todo dia e vai lá, bota uma roupa, ninguém vê que eu treinei. Essa canagem. Mas a gente segue e firme no propósito. Você falou, cara, que o hábito define quem você é, verdade, né? E geralmente, quando você pensa em alguém, vem uma coisa por cariânia, o cara do fitness. O poltoledo vem aqui na empresa, porque é o poltoledo, o cara da beira de gelo. Então tem coisas que puxam realmente, né? Em casa, né? Pense, como é que você é conhecido pelos outros? Será que é o cachacero? Essa é uma boa pergunta. Esse ser lente pergunta essa. Como é que as pessoas te reconhecem, lembram de você, né? E como você gostaria de ser reconhecido? Exato. Porque no final das contas é isso, é só você mudar seus hábitos. Se é o reclamão, se é o chorão, se é o mimisento? Muito bom isso. E esse lance de olhar para dentro, né? Quando entranças que estou em filosóficas, não é filosófica, né? Cara, é que a gente precisa pensar sobre esse tipo de coisa. Porque se você é uma pessoa que é o cachacero e você quer mudar de vida, como é que os cachaceros, ao seu redor, vão achar de você parar de beber? Desertor. [Risos] Como assim, irmão? A gente vinha aqui toda semana, bebia aqui, não sei quanta, agora a gente não vai beber mais. E por isso que volta para aquele lance maluco da gente conectar com assim, cara, não ligue muito para as pessoas, porque você é responsável pela sua própria vida. Se você não tiver coragem de sustentar o caminho que você quer traçar na sua vida, você vai ficar preso às pessoas que não estão progredindo a vida. Eu quando decidi mudar de vida, eu tive muito resistência. O meu melhor amigo, showfender e brigou comigo. E falou, eu não quero mais, cara, você é o egoísta, eu te chamo para sair, você não quer mais, você é isso, você é aquilo, e eu concordo com ele. Eu estava na fase de mudança. Só que, óbvio, é duro, pensei muito sobre isso, mas eu falei assim, cara. Muitas dessas pessoas que eu acabei deixando e aceitaram, simplesmente deixaram, não reclamaram, não brigaram, não falaram nada, são pessoas que não mudaram muito de vida. São pessoas que continuam exatamente no mesmo patamar, fazendo as mesmas coisas, ganhando as mesmas quantidades de dinheiro, com os mesmos problemas e dilemas nas suas vidas. Eu, quando decidi mudar de vida, automaticamente, eu estou saindo daquele círculo. Eu estou indo para um outro ambiente, um ambiente, que eu estou radiado de pessoas que querem mais para suas vidas, querem mais para sua família, querem ter mais ética, querem ter mais deus, mais espiritualidade, mais saúde. É isso que eu estou buscando na minha vida. E eu olho para minha vida e falo assim, porque eu estou enfiado nesse buraco, eu estou enfiando. Eu estou fadado a morrer aqui, não, você escolheu, tá aí. Não é porque você cresceu com um amigo. Pô, é meu amigo de infância, cara, problema dele. E se ele decidir fazer só coisa errada na vida dele, você vai ter que fazer junto, você vai ter que conviver com isso, você acha que isso não vai contaminar a sua vida? Então, ter essa coragem de você deixar essas pessoas que vão te criticar porque elas estão com medo de você progredir e sair. Cara, tem que ser, tem que ser brabo, né? Cara, pegando seu bom. Eu já dizia uns atletas, né? Falei, caramba. O sucesso é solitário. É um aluguel diário pesado e solitário. Aluguel diário, isso é muito bom. Isso é sucesso alugado. Haga tudo, o shape. Você vai treinar todo dia, faz dieta, a risca, treina, o caramba 4, chega no seu físico ideal. Ufa, cheguei no físico ideal. Bora agora começar a viver, agora. Parei um ano, cara. Já foi. 10 anos de trabalho, sofre perdidos em um ano. 3 anos. 3 anos, um hambúrguer. Eu tenho que botar realidade da pergunta. Aí é perguntar, vamos lá. Se a pessoa fizer dieta e treino pelo shape, ela vai fazer. Não vai, cara. Porque tem que pagar tudo dia. É. Então, ou você constrói um padrão de comportamento, aonde aquilo que até então é difícil para você. Tortuoso, cara. Enlato, é que você não tem um taligado atara que eu tenho por doce. É que você não sabe o quanto eu sou preguiçoso, enquanto você não criar um padrão de comportamento. De modo que a tua atara por doce se reduz, é porque dá para reduzir com o tempo. Você está. Tem gente que coloca açúcar no morango. Porque acha que o morango é sem graça. Pala atividade contaminada com sabores extremos. A açúcar é salgordura. Eu garanto, haverá um momento depois de 15, 20, 30 dias, depende de cada um que você vai sentir o sabor do morango. Que nem café. No exército, o pessoal já serviu o café adoçado. Então eu tinha um hábito de beber café adoçado, até que a maluco começou a tomar café sem açúcar. No primeiro dia eu achei ruim. No final da primeira semana eu fui nossa. Não é tão ruim assim. Isso é o café. O adoçado passou a ficar horrível. Eu botava na boca assim com a nossa. O que é ruim, cara? Tem uma foto minha, uma vez eu fui fazer um ensaio de fotos na minha antiga marca de roupa. E aí me trouxeram o café e o cara tava tirando foto. Eu fui tomar o café e na hora o cara tava tirando foto. Aí eu tomei jura, eu fiz. Eu tava ele adorçou pra ela. Eu tava muito adorçado. Porque compraram na padaria e da esquina e já vendia adorçado. Mas. No começo era ruim. É, do começo era ruim. Qual é o ex-gordo que fala? Nossa, eu era muito mais feliz, cara. Putsa, como era a top quando eu bebia, comia tudo, churrasco e um com os amigos. Agora tomei uma boa, certo, emagra. Existe isso. Não existe, cara. Não existe. Não existe um cara que era obeso, emagreceu e disse, eu era mais feliz. Não existe um cara que ralou pra caramba. Cada um tem seu ameta. Ralou pra caramba, passou num concurso. O público fala, "Nossa, eu era muito mais feliz antes disso". Não existe. Agora, o que existe é entender que há um período que você vai penar a vez em adianta. Pagar o preço. É a turbulência. Em 2016 seja o preço de você pagar o preço. Amém. Sejuano de você pagar o preço. Sim. Que dois mil e vinte e seis seja o ano, cara. Ó, dois mil e vinte e cinco. Dois mil e vinte e cinco, cara, eu vou confessar pra vocês aqui. Ó, meti o penajaca. Dois mil e vinte e quatro eu não queria saber. É um que dois mil e vinte e cinco seja o ano de pagar o preço. Não sei. Dois mil e vinte e seis, dois mil e vinte e seis seja o ano pagar o preço, cara. É isso que vocês falaram. Já várias vezes aqui no podcast acabaram permeando assunto. E o Toledo de Trossaguara do Ambiente. É mega importante, né, cara. Tem inclusive no livro do Morgan Hauser, Psikologia Finanseira. Ele cite um economista chamado Bascar Mazunder, que tinha um estudo mostrando que a mais correlação entra renda de irmãos do que entre características físicas. Ou seja, se você é a loro de olhe azul, a mais chance, e a pobre, a mais chance, seu irmão, se pobre do que ter olhe azul e seu loro. E aí eu pensei, cara, a minha irmã é exatamente isso. A minha irmã é lora, tem o livro verde, né. Então, não tem as características físicas e guays as minhas. Mas depois que eu fiquei rica, ela ficou também. Eu fiquei pensando, por que isso acontece? Por que essa correlação a mais? Aí você pega a mesma ambiente, antes do nas mesmas escolas. Depois que eu mudei, né, e fui pro digital falei pra ela, vem também. Aqui é muito bom. Você tem uma habilidade que pode ser monetizada. Ela veio. Então, quando você está na ambiente, certas pessoas te empurram pra frente, na ambiente errado, não. A gente vê isso com o cigarro. A gente falou de balada lá atrás que todo mundo fumava. Se você anda junto com cinco fumantes, você pode não botar um cigarro na boca. Você é o cês fumante, já. Você tá fumando passivamente. Só que a outras coisas que você tá na absorva de maneira passiva, você nem percebe, né. É muito mais que isso fazer dieta e treinar. Se você tem um círculo de amigos onde ninguém faz dieta e treina. Ou falar de negócio, querer empreender, se ninguém é sua volta, falar de negócio e empreender. Ou começar a investir, se ninguém no seu círculo investe. Eu só fala com esse cê perda de tempo. "Você vai querer existir?" Então tem que ter um ambiente certo em volta. Cara, você categórico. Não tem como mudar de vida sem mudar de ambiente. Não tem como caro. A força que o ambiente exerce sobre a sua vida é gigantesca. Se você é uma pessoa que trabalhou muito alto conhecimento e você consegue entender o seu processo decisório e a gente entende que a grande maioria das nossas decisões são decisões mais emocionais. Ou seja, não são racionais. Então, quando você trabalha isso, você começa a detectar e falar, "Cara, por que eu estou tomando essa decisão aqui?" Estou tomando essa decisão porque o fulano de tal está me pressionando. Ou por causa disso, ou seja, não é seu, é externo a você. E você consegue se blindar dessas questões que são externas. É muito importante, porque o ambiente vai influenciar. E demais. Olha para o mundo digital, cara. Para onde a gente foi, a gente começa com o infoproduço. Começa lá o mercado de infoproduço. Pô, você estrelharou isso desde o começo. Onde a gente está hoje? Cara, presença. Está todo mundo falando sobre presenciar junto, todo mundo junto, trabalhando junto. E por que as pessoas têm resultado? Porque é um excelente ambiente para você prosperar dentro daquele ambiente. Cara, não é que você cai no ecossistema desse cara. Não tem a menor chance de você não ser contaminado pelo estilo de vida saudável, por treinar, por se alimentar, por consumir bons produtos, ambiente. Não tem como. E assim, eu falo isso para as pessoas falarem assim, desapegar, mano. Porque se você não desapegar do ambiente que você vive, você não está pronto para mudar, sem ainda estar marrado. E você vê que a gente sempre volta na história do corpo, de saúde, tudo mais. A gente fala muito disso aqui no podcast, a gente fala de negócios, fala desempenho, de performance e fala de saúde. Porque você falou várias vezes ali e é uma frase que eu repito sempre. Dominar o corpo é o primeiro passo para dominar a mente. E se você consegue colocar os hábitos de saúde em prática, depois isso vai te ajudando a performar melhor, né? Em outras áreas. Em outras áreas. Então você consegue performar melhor no trabalho. Você consegue de alguma forma trabalhar melhor. E é o destino. E é o destino. E é outro estima que faz coragem. E a coragem você fica muito mais corajoso. Exatamente. E a tua voz, tu altiveis. Você ganha a voz, cara. É a minha cabeça, né? O seu treino é quase como se fosse a sua primeira vitória do dia. Quando você se propõe a fazer e você faz, ali você já ganha uma auto-confiança, uma auto-estima. E no resto do dia você consegue pensar "putz, eu já fiz alguma coisa por mim, já estou ali, já estou energizado, e aí você vai provavelmente trabalhar melhor, vai conseguir outros objetivos para além disso. Perfeito. Bom, para chegar ao final aqui. Ah, vai botar a foto. Vai botar a foto. Eu tomando café. Acha, vamos saber para vocês. Essa foto é boa. Essa foto é boa. Eu tomando café, você botou o jagabrio. Aí eu. Eu tomando café. Com a sulca. Isso era com a sulca. Não sem a sulca. Pegou bem na hora. Vamos para chegar ao final do podcast. Cariano tem horário, né? O que é só que vocês dessem uma dica para o pessoal que está assistindo, que pretende realmente fazer do 2016 um ano especial e dar um hábito para isso. Como, por exemplo, deixar de comer besteira, deixar de fumar, deixar de beber, deixar de procrastinar. Vocês podem falar para audiência? Pode ter que transformar sua vida. Vamos começar nesse momento. Cara, é assim. Eu vou ser redundante naquilo que eu falei. Eu acho que talvez, pela primeira vez, em vez de você pensar em meta de resultado, você pensar em meta de padrão de comportamento. Cara, eu não vou prometer mais nada. Eu já prometi muito. Então, eu não vou prometer mais quantos quilos eu vou perder. Mas eu vou prometer publicamente quantos treinos eu vou fazer, quantos quilos eu vou perder. Quantas vezes eu vou deixar de farriar e guardar esse dinheiro. Quantas vezes eu vou honrar dentro do meu trabalho que gere save, financeiro para mim? Ou qual vai quantas leituras eu farei? Quantos estudos eu farei para conseguir criar um mecanismo para eu fugir desse ciclo ruim que eu estou convivendo hoje que, infelizmente, ainda dependo dele, criar meta de padrão de comportamento, para que você consiga dentro desse padrão de comportamento começar a colher resultados que, até então, ainda não são satisfatores para você. Tenho bons resultados com o meu corpo, não tenho bons resultados com a operação financeira que eu tenho. Minha carreira está rodando em círculo, então, fazer isso. Na onde? Naquilo que você tem afinidade. Nato, não gosto de empurrar peso, puxar peso. Cara, é um amigo meu que adora jogar tênis. É um amigo meu, por exemplo, que adora correr. Tem cara que pera a capira de correr. Procura algo que você tem afinidade. Com o teu trabalho, com a tua carreira, alguma coisa que você olha e fala, "Cara, eu queria ser isso aqui, isso eu queria ser." Não tenho condição hoje de bancar uma faculdade nessa área, mas eu vou começar a estudar e entender uma coisa importante também. Que nós falamos aqui, se veja lá. Falando novamente sobre concursos públicos, por exemplo, eu tinha um amigo meu personal trainer. O sonho dele era ser policial. Desde uma hora que ele estava dando aula ou intervalo de aula que estava estudando sozinho. Eu não tinha grana, não tinha, não fez cursinho, não fez nada. Resultado. Passou, passou, cara. Ele se via lá, ele já assistiu os conteúdos, ele já falava. Ele brincava com a gente. Ele não entendeu, cara, eu já passei, cara. Isso é uma questão de tempo. Se ver lá, que é um ponto muito positivo que a atreta tem, né? Um atleta sempre acha que ele um dia vai ser o campeão mundial, que um dia ele vai vencer. Se ele é um atleto olimpo, que um dia ele vai ter a medalha olímpica. E porque ele bota, ele é o cara que mais bota a fé nele. Porque como é que ele vai acordar cinco e meia da manhã? Fazer oito horas de treino. Se for um atleta que depende de etapa, como um atleto de MMA, que tem 15, 20 quilos, fica 30 dias comendo frango e salada para perder 15 quilos. Como é que ele vai suportar, tamanho desconforto, se ele já não se vê lá? Pra ele é o campeão e acabou, não tem plano B. Então, sem plano B em 2016, é o seu ano, não tem plano B. Meu plano é ser esse ano, ano da minha vida. E construir uma meta de padrão de comportamento pra que 2016 seja seu ano. E esteja preparado por desconforto. Então, vamos começar a tirar um pouquinho da vida. Tudo aquilo que traz prazer momentânea, essa doupamina rápida, entendendo que o rolê é um pouquinho mais tarde. Se de um pouquinho mais de prazo pra colher os frutos das atitudes imediatas que eu vou tomar. Eu acho que é isso, cara. Tem um pouco de fé, né? A gente precisa ter um pouco de fé. Eu sou atleta, eu quero chegar lá, eu tenho fé de que eu vou chegar. Porque se você não acredita, cara, você não vai chegar. Um detalhe que eu colocaria como muito importante. Tô uma cuidado com as desculpas. Tô uma muito cuidado em você. Não criar muita desculpa porque a vida é difícil pra muita gente. É como o cariano falou, cara, tem gente que não tem a mesma condição de vida que a gente. Aliás, acho que a grande maioria não faz parte dessa bolha. Quando a gente olha a estatística Brasil, você sabe melhor que ninguém, né, perigo. Então, cara, a realidade das pessoas é uma realidade difícil. Mas se você se apegar a isso, se você achar que pelo fato de você não ter dinheiro, não ter um carro, não ter uma casa, você não tem condição de sair dali, você não vai sair. Isso é uma desculpa. Aqui a gente tem que ser duro. Eu não conheço sua realidade, eu nunca vivi o que você viveu, mas eu sei que se você se der desculpa, você não vai sair de onde você tá. Ele imíneas desculpas da sua vida. Lembra que pra você se mover, você tem que estar positivo, você tem que estar energéticamente legal. Então você vai ter que incorporar alguma coisa pra te treinar pra você ficar mais forte. Esse caminho da transformação, ele passa pelo corpo. O corpo, ele vai transformar sua mente. E uma mente forte, você vai enfrentar as dificuldades, você vai pegar o ônibus, você vai passar calor, você às vezes vai ter dificuldade pra pagar uma conta outra, mas você não vai desistir, porque você tem fé. E nesse momento eu falo assim "Ah, ruim sua vida". Então pega toda essa raiva e canaliza pra algo bom. Não aceite mais viver essa vida que você estava vivendo, pra você ter força pra sair dali. Porque enquanto tá tudo bem, sabe, eu não gosto de gente que fala que tá tudo bem. Não, tá tudo bem, tô tudo bem, tô feliz. Porque quando tá tudo bem, cara, não tem nada pra mudar. A vida tem que estar desconfortável alguns momentos pra você falar assim "Chega, eu não aguento mais isso daqui, eu quero mudar". Não aguento mais o meu peso, não aguento mais o meu condição física, não aguento mais ser do jeito que eu sou. "Vou mudar", é a raiva que te move, então usa a raiva pra te mover. Só não deixa te afundar. Porque quando você canaliza isso pro lugar errado, ela te coloca num lugar negativo, onde você não vai ter energia pra sair. Então não se contamina dessas coisas, cuidado com as desculpas. Disciplina e construção de força vai te ajudar cada vez mais a passar pela turbulência da vida. Que é perine, sempre existe. Setando no top financeiramente ou setando pobre, vai ter problema. A gente olha a vitrine e a gente acha que é tudo mundo bonito, feliz e que não tem problema. Todo mundo tem problema, não importa onde você esteja, também de constante da vida. Por isso a gente não busca segurança, a gente busca ficar forte, porque os problemas vão ficar menores diante de um olho mais treinado. Muito bom. Pra isso eu gosto de uma ferramenta que eu esqueci, a gente sempre fala nessa estratégia do primeiro podcast do ano, que é estabelecer uma palavra pra que você consiga, essa palavra vai guiar todas as suas pequenas e grandes decisões do ano. Então você pensa em uma palavra que pode te ajudar a tomar essas decisões. E aí sempre que vier alguma coisa você pensa nessa palavra. Então por muito tempo eu tinha uma palavra, talvez 7 anos atrás, que foi uma palavra que mudou muita coisa na nossa vida. Que foi net orking. Eu lembro que a gente já estava na internet, a gente já estava ganhando dinheiro, já estava rodando bastante coisa, mas a gente não tinha muito envolvimento com as pessoas, porque a gente ia preguiça. A gente não aceitava nem o café, a gente não tinha amizade, a gente não falava. E naquele ano eu coloquei a palavra net orking como a minha palavra do ano. Então toda vez que alguém me convidava pra alguma coisa. Foi a minha também. Foi a dubruta também. Sei que alguém me convidava pra alguma coisa, eu aceitava, eu ia nas festas, eu ia nos eventos. E isso realmente mudou. Foi depois disso que o Bruno se torna o sócio do grupo primo. Foi depois disso que eu tive várias parcerias de que mudaram a minha carreira como influenciadora. Foi depois disso que eu consegui lançar materializa, porque eu conheci pessoas que me ajudaram a alcançar. E essa palavra foi por uns 3 anos a nossa palavra, digamos. Aí depois teve organização, ou era algo como organização ou estratégia que eu queria foco. E aí também foi uma palavra que me ajudou muito. Esse ano eu acabei, eu decidi hoje, estava lá em casa pensando "cara não consegui, decidi a minha palavra". E vai ser constância. Porque eu já tenho algumas coisas que eu quero fazer, são poucas coisas. Que eles coloquem bem também, eles ficavam sendo aminhos. Pô, também vai ser, você decidi agora. É, eu decidi agora. Eu acho muito pô, o que eu quero fazer. O perino está dando certo, cara, continua, tem funcionado, pô. Então eu sempre escolho uma palavra, e aí por exemplo, se alguém me mandar uma mensagem agora, uma luz, você quer abrir uma marca de óculos comigo hoje? Eu vou pensar, isso vai fazer com que eu tenho constância dos meus objetivos? Não, porque no meus objetivos não tem abrir uma nova marca de óculos esse ano. Não tem, então, provavelmente a minha resposta vai ser, não. Isso vai fazer com que você consiga tomar suas decisões de forma mais rápida e de forma mais eficiente. Então, se você quiser escolho uma palavra, mas pensa direitinho. Converse com o chat EPT, pensa nos seus objetivos, coloca lá pra ele. Passa alguns dias matutando sobre isso, porque geralmente ajuda bastante. Por isso que a minha palavra eu fiquei, desde onde que eu dava pensando, porque eu falei, tem que falar isso no podcast. Então, fica aí de tarefa de casa pra vocês, além das metas que vocês querem estabelecer. Pra que vocês consigam alcançar a pessoa que vocês querem ser no final do ano. Então, pensa aí nesse período de 52 semanas, estabeleça também uma palavra pra guiar esses objetivos. Muito bom, é muito bom. Comfotança, uma bela palavra. É uma bela palavra. Obrigado. E eu gostei do negócio que o Toledo falou sobre ele ter escrito que ele quer ser, que ele se imagina lá na frente como o Toledo Ideal, digamos assim. E aí, quando você falou isso eu lembrei que eu tive a grata ou oportunidade de ler o livro "Conde Monte Cristo" quando eu era garoto, adolescente. E no "Conde Monte Cristo", você tem um jovem marinheiro que ele é preso injustamente. Ele passa 14 anos preso. Então, todos livros preferidos do Bruno. Nesse 14 anos ele ficou 6 querendo fim da própria vida. E nos 8 seguintes, ele encontrou um mentor, a bad faria, que ensinou pra ele e tudo que o homem deveria saber. Até uma frase sobre isso, ele fala assim com 150 obras bem escolhidas. O homem pode aprender tudo que ele tem que saber na vida. E ele começou a ler, né, os livros começou a treinar, saiu de laf e corrigo. E o personagem vai passar de romântica, ele é perfeito, ele é rico, ele inteligente, ele é bonito. Eu pensei, "Cara, eu quero seu "Conde Monte Cristo". E ele é perfeito, né, não daria, mas eu consegui. Eu estou falando dele, pelo seguinte. É porque não foi do dia pra noite, cara, foram 8 anos. Se você pega 150 livros que a bad faria falou e divide por 8 anos, a gente está falando de 18,19 livros por ano. E você pensa, "Pô, não é um número tão grande assim, não dá 2 por mês, né". Se você pega cortes de vídeos antigos, está na internet, aquela entrevista com as pessoas. Você ler quantos livros por ano, eu leio pouco, eu leio uns 40, porque não tinha celular, né, cara. Cara, eu não via muita TV, eu quero ler 40 livros. Você pode passar, "Pô, 18" tem muita coisa, então botam por mês, botam 12, cara. Porque 12 no ano, 12 no outro, em 10 anos são 120 livros, você mudou de vida. E o pessoal tem a ilusão de que eu lembro tudo que eu leio. Eu sempre falo que não, eu falo do que eu lembro, que é um fragmento do livro. Mas eu lembro, porque foi importante para mim de alguma forma. E em algum momento vai ser útil na minha vida, e tantas vezes foi útil na minha vida. Então, o que eu direi para vocês, é como Cariânio falou, "Pô, 2022 vai ser o ano". Pensa que é o ano, desce início da virada da sua vida. Pensando que você vai fazer esse ano, posto você vai durante oito, como a maludice. A gente superestiu um ano, mas subestima muito que pode fazer em 10 anos. Em 10 anos, parece muito tempo, mas quando passa, você vê nossa. Parece que voa, mas você pode ser outra pessoa. Se eu olho para trás, por 20 anos, por o Bruno quando tinha 10 anos atrás, 27 anos. É outra pessoa, cara, totalmente, eu mudei demais. E que bom, né? E que bom. E mudei para melhor. Então, espero que você possa olhar para trás e ver, cara. Eu mudei para muito melhor, porque eu comecei a seguir as dicas que vocês deram nesse podcast. Bom, da nossa parte é isso, pessoal. A gente agradece pela audiência, agradece aos convidados. Muito obrigada. E aí, deixa também as redes para quem quiser acompanhar vocês a aprender mais, por favor, porque é vontade. A minha é Marcelo Toledo no Instagram, todos os dias, 6.45 da manhã, um vídeo do gelo, você entrando comigo e refletindo sobre a vida e como é que você muda desse lugar que você tá para um lugar melhor. Muito legal. Vídeo muito bom. E nem dá para ver que é ia. Tu já parou de entrar no fio, não tentou. Ah, mas terinho sobre ela. Renato Carienho no YouTube, Renato Carienho no Instagram, que toque. Na Twitch é o balestream e que também Renato Carienho em balestream. Nossa, nem conheça essas coisas. O que é? O que também é? É uma concorrente da Twitch. Cara, é que na verdade, seguinte, cara, é muito interessante. Cada plataforma tem a sua tripe. É, tem. Cara, é muito interessante até o padrão de comportamento. Eu sei quando. Se você me me ler uma mensagem agora, eu vou te dizer. Se essa mensagem, sem você me contar, você saber se veio do Instagram, e dar a Twitch do TikTok daqui. E legal. Até a forma deles falarem diferentes. E vocês encontram a gente aqui, semanalmente, no canal do Socio, sempre conheci o episódio novo para de alguma forma, acrescentar na sua vida e também me encontram no @maluperine lá no Instagram. Vocês me encontram no Instagram Bruno, anelane Perínio, no canal do YouTube, você é mais rico aqui, no Socio semanalmente. Para quem assistiu nosso muito obrigado pela audiência ou os convidados do obrigado pela presença, espero que votem mais vezes. E é isso, gente, grande abraço e até a próxima. Valeu.

Podcast Summary

Key Points:

  1. As metas podem ser estabelecidas em qualquer época do ano, não apenas no início.
  2. Metas de comportamento (ações e hábitos) são mais eficazes do que metas de resultado.
  3. Compartilhar metas publicamente pode aumentar o comprometimento e a responsabilidade.
  4. A indústria farmacêutica está desenvolvendo medicamentos inovadores para obesidade, o que pode impactar outros setores.
  5. Para alcançar novos resultados, é necessário mudar hábitos e "se tornar a pessoa" capaz de conquistar a meta.

Summary:

O episódio do podcast "Caixos Socios" discute a importância de estabelecer metas, enfatizando que isso pode ser feito em qualquer momento do ano, desmistificando a pressão do dia primeiro de janeiro. Os convidados, Renato Cariani e Marcelo Toledo, destacam que metas de comportamento ou esforço—como a quantidade de treinos mensais ou dias de dieta—são mais eficazes do que metas focadas apenas em resultados finais, pois estão sob controle direto do indivíduo. Eles também abordam a estratégia de compartilhar metas publicamente para aumentar a responsabilidade.

A conversa se expande para inovações farmacêuticas no tratamento da obesidade, como o Monjaro, e como isso pode impactar setores como o de alimentos e bebidas, forçando uma adaptação para produtos mais saudáveis. Por fim, reforça-se a ideia de que alcançar objetivos exige uma transformação pessoal, substituindo hábitos antigos por novos comportamentos alinhados com as metas desejadas.

FAQs

Não, você pode estabelecer metas em qualquer momento do ano. O importante é começar e manter a consistência para colocá-las em prática.

Foque em metas de comportamento ou esforço, como quantidade de treinos ou dias de dieta, em vez de apenas resultados. Isso cria hábitos sustentáveis que levam aos objetivos.

Sim, comprometer-se publicamente aumenta a responsabilidade, pois outras pessoas podem cobrar e apoiar, reduzindo a procrastinação.

Metas de resultado focam no objetivo final (ex: perder peso), enquanto as de comportamento definem ações consistentes (ex: treinar 20 vezes no mês), que são mais controláveis e eficazes.

Medicamentos como Ozempic e Mounjaro estão revolucionando o tratamento, oferecendo opções mais seguras e eficazes, o que pode reduzir a necessidade de procedimentos invasivos no futuro.

Para alcançar resultados novos, é preciso eliminar hábitos antigos e adotar comportamentos alinhados aos objetivos, transformando-se na pessoa capaz de conquistá-los.

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