Go back

MentorCast #34 - Como Se Libertar Dos Complexos Que Você Carrega

from Cleiton Pinheiro

45m 7s

MentorCast #34 - Como Se Libertar Dos Complexos Que Você Carrega

O programa "Mentor Keshe", com Clayton Pinheiro, explora como lidar com complexos de inferioridade e feridas emocionais que afetam o autoconhecimento e o crescimento pessoal. O conteúdo enfatiza que evitamos críticas e confrontos porque isso nos mantém presos a padrões internos de insegurança. A reação emocional a críticas, especialmente quando geradas por complexos, é analisada para identificar se é uma resposta baseada em verdade ou em medo. O primeiro passo é reconhecer as próprias habilidades por meio da escuta ativa e do autoexame, com base em elogios de pessoas próximas. Ainda, os três pontos centrais são: lidar com a insegurança, reavaliar verdades mentirosas que foram internalizadas, e respeitar as críticas com clareza, evitando reações excessivas. A frustração decorrente de expectativas excessivas é destacada como um fator que potencializa os complexos, exigindo que os participantes alinhem suas expectativas com a realidade. O programa encoraja a compartilhamento do conhecimento, com a criação de "embaixadores do conhecimento" para multiplicar o impacto positivo. A jornada para o autoconhecimento é apresentada como um processo contínuo, onde a consciência emocional e a reflexão constante são fundamentais para transformar o comportamento e as relações.

Transcription

8104 Words, 44667 Characters

Portuguese
- Esses pessoas não querem ser contrariadas, as pessoas não querem ser criticadas. - Comfrontadas? - Não querem ser confrontadas. Por isso, que elas não crescem como gostariam. Ou, principalmente, como deveria. Bem-vindos ao mentor Keshe, sou Clayton Pinheiro, aqui você vai aprender tudo sobre autoconhecimento. Existão das suas emoções e gestão de pessoas. É só você pegar o que você aprende aqui, e você vai perceber que o autoconhecimento vai ser algo que vai crescer e avançar muito rápido na sua vida. Você realmente vai ser uma outra pessoa. Assim como nos relacionamentos, se você aplicar, você vai perceber que seus relacionamentos vão melhorar também. Eu estou aqui do meu lado esquerdo com o Ramon. Obrigada, Clayton, com mais uma oportunidade. Vamos aprender muito hoje. - Ramon, eu estou comendo esse comportando bem, então eu deixo a minha parte se faz. - Pessoas estão gostando, comportamento. - Estou melhorando, estou melhorando. - Fala não necessário. - Fala não, só fala necessário. Aí, quando você chega a câmera, ele começa a fazer muito pergunta, mas é isso aí. No meu lado esquerdo, aqui na minha frente, Lucas Aguiar, também conhecido como um tê cheirinho pelo amor de Deus. - Vai falar o que você falou no útil. - Fala pessoal, tudo bem? - É isso aí, melhorou. - E nosso inenarravel, o menino Wesley. - Gente, vamos fazer inenarravel, estar aqui. - Você abandonou o mensurável? Não, aqui não pode ir, não é sempre, né? Vamos lá, gente, vamos ter foco, olha só. No episódio anterior, você aprendeu um pouco sobre complexos de inferioridade. Então, a gente trouxe vários exemplos do quanto complexo de inferioridade afeta diretamente a sua vida, interfere no seu comportamento. São feridas que muitas vezes você carrega com você e nunca percebeu. Inclusive, falando sobre feridas nos bastidores aqui, o David fez uma pergunta, e a gente estava explicando para ele. Porque ele falou sempre a mim, né? Não, mas quando você olha para uma cicatriz, você lembra do que aconteceu. Sim. Porque a cicatriz nada mais é do que a ferida já curada, fechada. Depois que ela fecha, ela se torna uma cicatriz. E eu falei para ele assim, "Fly, olha, está vendo essa cicatriz no seu braço?" Aperta, ele apertou, falei, "Due eu?" Ele falou assim, "Não, por quê?" Porque ela cicatrizou. Então, se ela cicatrizou você olha para ela, você lembra o que aconteceu, mas não dói. Uma ferida quando ela está aberta, se você tocar nela, ela dói. Por isso que, quando a gente fala das feridas emocionais, isso quer dizer que você ainda não se libertou. Pessoas que, inclusive, você acha que você perdoou, que é uma ferida ainda aberta dentro de você, por isso que ainda dói, quando você fala o nome da pessoa. Porque uma ferida, uma vez que ela está cicatrizada, você lembra daquilo, claro, porque você não vai apagar a sua memória, mas não vai doer. Se ainda está doendo, se ainda está gerando um incómodo, não precisa nem doer muito. Gerou um incómodo, ela ainda está aberta. É algo que precisa ser trabalhado. Ok? Então, vamos lá, agora. Eu quero falar para você o que você precisa fazer para se libertar dos complexos que você carrega. Eu vou trazer aqui cinco pontos que vão te ajudar a trabalhar os complexos que você carrega na sua vida. Clayton, eu gostaria de fazer uma pergunta imensorável. Cadê? Vou roubar-se, perdão, não. O techerinho está desesperado por um bordão. Eu tô, cara. Então, gente, olha só, julho o techerinho. Escreva, agora eu vou pedir no YouTube. Escreva aqui no YouTube, um bordão por techerinho. Bordão que você acredita que seria legal para ele, porque ele está incomodado que o ézer tem um dele. Ele não gosta que as pessoas ficam falando do ézer aí, nem na rável, e esquecem ele. Nada de ver, nada de ver, não dá ver, não dá ver. Mas Clayton, então, vai lá no YouTube, escreve. Qual a diferença entre crença e complexos? Os dois são linhas muito parecidas, mas imagine que a crença é tipo a evolução do complexo. Mas o menos isso. Porque o complexo de inferioridade é, quando vem algo na sua mente, então, exemplo, você tem uma ideia de fazer algo. Então, ele já chega e fala assim, "Você não é capaz? Esquece aí, quem é você? Pronto, você acabou." A crença não, a crença você está diante de situações, mas ela te paralisa, a crença ela te faz mal, você amou com essas suavas, te dá um frio na barriga, você começa a passar mal. Entendeu? É algo muito mais forte, inclusive, tanto que o que chamas crença paralisante? As crenças limitantes, entendeu? Porque ela te paralisa, Clayton, mas o complexo também não faz isso. Sim, mas ele faz de uma maneira mais leve. É algo muito interno, entendeu? A crença não. É algo tão forte que você muda. É como se fosse uma forbia? Exatamente. Entendeu? Então, você não consegue fazer aquilo, você briga por aquilo. O complexo, olha só, a crença ela te leva para um comportamento mais agressivo, vamos falar assim. Se a pessoa insistir muito, você reage mal. O complexo é uma coisa mais leve. É um complexo, você só acha que você não é capaz, mas você não chega a ponto de passar mal por isso. Simplesmente, aquilo não existe para você. É tipo assim, olha, você vai chegar no nível tal. Não, nunca, imagina. Esquece, você é utopia, nunca você é essa pessoa. Internamente, só tudo bem. Não te afeta tanto como uma crença, porque a crença geralmente ela vendia de um impacto emocional que você teve muito grande. Porque um dia alguém numa discussão brigando com você, gritando com você, falou que você nunca ia ser ninguém, que você nunca ia conseguir exemplo operar um celular aquilo que você tornou uma crença, porque no momento em que ela foi criada, houve um impacto emocional muito grande. Já o complexo não, basta você, você não precisa de um impacto emocional muito grande, apenas. Basta você fazer a leitura que você ao menor desenvolveu ele, ele tá ligatinho sem fazer muito barulho, te acompanhando no dia a dia e de maneira como se falasse baixinho assim, você não é capaz. Você é a verdade, deixe só aqui pra lá, você vai lá e abre mal. Então, se eu identifiquei a crença, estou trabalhando isso, ela tipo diminui esse torno complexo? Não, não, porque não é um nível, mas ou menos assim, é uma evolução. Mas se você tem crença automaticamente, você tem complexo, eles andam muito próximos ali, muito parecidos. Clay, você tinha crença complexo, eu tinha os dois, entendeu? Crença de não merecimento. Só que quando é uma crença, você luta por aquilo, você quer provar para as pessoas. Quando é mais ou menos assim, a crença é externo, complexo é interno, pra poder facilitar. A crença é aquilo que as pessoas percebem, complexo nem sempre. A crença ela fica mais visível no ambiente com pessoas. Ramon quase derrubou o microfone, ele achou que eu não tinha visto. Você não a pediu desculpar, Ramon? Não, não, tudo bem. Trapar o leu para o mentor castoso. Então, a crença é algo mais externo, a ponto das pessoas perceberem que você tem uma crença, por isso você não quer fazer. O complexo é linda junto com você internamente e quase ninguém percebe. Entendi. Cara, ficou muito mais fácil quando você falou isso. Pois é, parabéns. Obrigado, parabéns pela pergunta. Vamos lá. Gente, olha só, como que eu trato o meu complexo, primeiro dele. Identifique e reconheça suas habilidades. Pronto, só esse primeiro ponto para algumas pessoas já é um grande desafio. Por isso que você tem um complexo. Se você não tem facilidade de identificar as suas habilidades, e isso não tem a ver para que você se acha, porque você é o último biscoito do pacote, porque você é soberbo, não tem nada a ver. Isso tem a ver com que você realmente tem um autoconhecimento e sabe que tem coisas que você faz bem. Então, por isso que é tão importante você reconhecer as habilidades. Você identificá-las. Você inclusive escreve. O que eu faço que eu faço muito bem. Você é especialista em que? Isso vai te ajudar. Vocês têm facilidade de reconhecer as habilidades? Não, só sempre porque sempre falam o dia de dia. Ah, é minha vez. Sim. Não, você está trabalhando o meu celular, então o leu está escondido. Não, ele é com Deus. Não tenho. Também não, eu estava fazendo um exercício hoje, justamente naquela descoberta de propósito, dos quatro pontos. E realmente, quando a gente vai colocar no papel difícil, a gente percebe. Em cima disso eu queria perguntar o seguinte. Eu tenho uma facilidade maior de identificar. Quando alguém próximo a mim, que eu respeito, que tem autoridade, ou a minha esposa, ou por exemplo você, chegue e falo a Ramon. Você tem a habilidade tal. Começo parar e pensar, realmente, o tempo. Então, seja, para mim, eu tenho pessoas próximas que eu confi. É um caminho mais fácil. Quem não tem essa disposição para ouvir, quem tem essa mesma dificuldade que eu. Como é que a pessoa vai conseguir identificar e sair desse estágio, porque para ela vencer complexa, a primeira coisa está falando que é identificar. E muita gente não consegue ouvir. Eu não tenho que fazer o que você fez. Não vei se ele consegue identificar o que ele fez. O que você fez? Eu passei ouvir as pessoas próximas. O que mais? Escrever também. O que mais? Ouvi escrever? Não. O que você fez? Primeiro, passou ouvir, claro. Começou a colocar em prática, mesmo não fazendo sentido. Mas o principal, você pagou um preço para estar próximo a essas pessoas e você paga até hoje. Então, muita gente fala assim, "Ah, nossa, esses meninos têm sorte de ficar aí com você." "Vem que ficar um dia aqui?" Despaga um preço para o crescimento, para o desenvolvimento deles. Assim como eu paga um preço para estar próximo ao teago e não é barato. Muitos não pagam esse preço. Eles até querem! Mas quando eles entendem o que tem que pagar, exemplo, o Davi pagou um preço para estar aqui hoje, dos bastidores. Só que quem olha, fazendo a avisa, tem sorte. Viu a hora que ele sai de casa? Viu a hora que ele vai chegar? Viu o que ele fez durante o dia? Essa é a diferença. As pessoas não querem pagar um preço. Elas querem simplesmente, claro que, quando você assiste no YouTube, quando você escuta, no Spotify, isso vai te ajudar muito. Mas vai te ajudar a te levar a ter um certo ponto para você mudar de fase, aí você vai precisar fazer algo a mais. Você vai precisar talvez pagar um treinamento online, uma sessão individual, uma sessão de mentora em grupo, um treinamento presencial, porque são fases, são níveis, entendeu? E você paga esse preço, por isso que você vem crescendo e desenvolvendo. Mas as pessoas não querem pagar esse preço. As pessoas não querem ser contrariadas, as pessoas não querem ser criticadas. - Confrontadas? Por isso, que elas não crescem como gostariam, ou principalmente como deveriam. É por isso. A gente pode resumir, então, quanto mais complexa a pessoa tem e alimenta, menos atitude ela tem, exatamente. Mas ela vive num mundo que ela criou. Mais histórias ela conta para ela, para ela ter certeza de que aquilo que ela está fazendo é o correto. Mas a realidade é a história que ela conta para ela. Ok? Vamos lá, gente. Cinco pontos para você. O primeiro deles é identificar as suas habilidades. Clate, dá uma dica de identificar as suas habilidades. Gente, eu já falei aqui. As pessoas falam para você o que você faz bem. As pessoas te elogiam. Vai, Tesserinho. Mas, ó. Você falou que já tinha falado antes, não me assisti para de cash. Mentor cash, desculpa. Que é algo muito natural, então é a coisa que você não percebe. Se a pessoa falar para você, ó, você faz bem isso. Vamos lá, dentro de um processo de mudança. Qual é o segundo ponto que eu sempre cedo? Já entendi. Dentro de um processo de mudança. O primeiro é identificar qual é o segundo? Aseitar. É a mesma coisa. Não é só as coisas negativas, as coisas positivas também. Já que você não identificou as suas habilidades, perfeito, eu vou perguntar, ramão. O que eu faço bem? Exemplo, dá um exemplo de algo que você acha que eu faço bem. Você? Geli. Então, Clate, você tem uma boa gestão. Aí eu posso arranquear isso, mas não é mais aí, não. É algo muito natural. É algo que Deus me deu e eu tenho uma facilidade com isso. Mas eu aceito. Então, se perguntassei a especialista e quê? A especialista ingestão de pessoas, auto conhecimento. Eu aceitei. Por isso que eu aceitar é importante. Até mesmo para as coisas positivas. Porque se você não aceita os elogios que você recebe, não tem como te ajudar. Não adianta eu falar para você que os cinco pontos, se no primeiro você já ficou parado. Ok, eu entendo que identificar é difícil você fazer sozinho. Mas perguntar para as pessoas. Quais são as habilidades que você tem que você faz bem? É o primeiro exercício. Aí o segundo é o aceitar, que aí você pode demorar um pouco mais. Mas você consegue. Falei comigo. Na habilidade de mim. Na habilidade, sua. Com mídias, com os stories. Faz muito bem. Creativeidade, já te falei isso. É, porque eu queria ver se ele falou uma coisa diferente de pessoas, entendeu? Obrigado. Se eu montar por o Wesley agora. Não, o Wesley não vai faltar nada. Vamos voltar aqui. Isso é internamente você se conversa depois, faz em uma reunião. Vamos lá, Clay. É, obrigado, Wesley. Até que, enfim, você acertou uma. Gente, vai repensar nesses dois aqui. [Risos] Na parte está já. Você já acorda, já vem. Tá vendo? Aqui está o nosso lado aqui. Não só foi elogiado. Não adianta. Pode. Eu comenta o esse. Ele estava indo bem. Deixa eu sabotar a dor. Aí veio o sabotador. O processo já sabotado. E fez ele colocar toda a pedra. É mais forte do filho. Gente, olha só. Por isso que eu falo. É de. O poder ele não muda as pessoas. Ele só potenciou. [Risos] Você já imaginou o Wesley com o poder, irmão? Mas, hein? Presidente. Segundo o ponto, aprenda a lidar com a insegurança. Aprender a lidar com a insegurança é fundamental dentro de um processo de complexos. Porque a insegurança faz parte da vida dessas pessoas. A pessoa que tem um complexo, ela é insegura. Ela não consegue realmente tomar a decisão. Ela não consegue avançar. Outra coisa, pessoas que têm complexos, ela precisa muitas vezes de alguém do lado dela para poder realizar aquilo. Ela precisa sempre ter alguém junto com ela. Ela dificilmente toma uma iniciativa sozinha. Ela sempre chama alguém para participar do projeto. Ela sempre quer alguém para fazer aquilo com ela. Ela não consegue sozinha iniciar algo. Isso também faz parte do complexo. Como que você faz? Aprender a lidar. Porque a insegurança você não vai eliminar. Fazer na leitura certa tem pontos que você vai estar inseguro. Não quer dizer que você é inseguro. Toda vez você está mudando de ambiente, mudando de nível, fazendo algo novo, a insegurança é bem. É comum, não quer dizer que você é. Então faz a leitura correta e trabalha e aprende a lidar com a insegurança. Terceiro ponto. Se liberte das verdades que você carrega. Isso aqui é muito sério, gente. Quais são as verdades que você carrega na sua vida? Você, nem brawais, é uma verdade que você carrega na sua vida? Não, agora senti cabecinal. Dejeirinha? Eu não entendi, sim. A verdade. Mas verdades. Algo que você. É o princípio? Não. Não. Algo que você quer uma crença e você acha que é uma verdade. Eu vou te dar um exemplo de algumas pessoas. Dinheira reis de todo mal. Isso é uma verdade que a pessoa carrega. Por que é uma crença? Ou pai falou se a dinheiro não dá em árvore. Então a pessoa. A verdade que ela carrega que pra você ter dinheiro você precisa trabalhar muito. Mas muito mesmo, porque é algo muito difícil de conseguir. Você nunca vai ser ninguém na vida. Nunca vai ser ninguém relevante. Falta. Acho que é uma coisa que é bem popular. Que é a questão de. Você só vai ser alguém, por exemplo, se você fizer uma faculdade. Exatamente, uma verdade. Então, olha só o que interessante você falou. Você só vai ser alguém se você fizer uma faculdade. Quer dizer que mesmo você estourando uma pessoa relevante, você nunca vai se ver como alguém relevante. Por que? Porque eu não tenho faculdade. Porque é uma das verdades que eu carrega aqui na vida. Pra você ser alguém relevante, você tem que ter uma faculdade. Então, por isso precisa rever as verdades que você vem carregando. Que na realidade, gente, não são verdades. São mentiras que contaram pra você e você acreditou. Falaram que você nunca chegaria no topo. Falaram que você nasceu pra sofrer. E você carrega isso com você. Então isso é importante. Então essas verdades são mentiras. São negativos. Só servem pra te prejudicar, pra te paralisar. Entendi. Resenplema da voz que você está ouvindo. A voz que fala do seu futuro. A voz que te acusa no seu passado. São as verdades. A ponto de você discutir não. Mas eu já errei muito na vida. Quem não errou. Não, mas eu não sou digno. Quem é? Você entendeu? Pela misericórdia de Deus. Estamos onde nós estamos. Então esse é um ponto. Essas frases que a gente falou aqui, são frases populares. Como que a gente consegue identificar uma frase que não é popular e que é uma mentira? Quando você está adianta de uma decisão que você precisa tomar e você não consegue. Ou até mesmo coisas que são compartilhadas no mentor castigo pra você não faz sentido. Por que não faz sentido? Será que eu estou carregando outra verdade? Não, então você quer dizer que você fala a verdade? Não, você vai fazer análise. Porque eu compartilho aqui são coisas que eu aprendi, que eu vim se na vida. Porque o carregava, você tinha complexo? Tinha. E foi me libertando dele ao longo dos anos. Mas não quer dizer que é uma verdade. É uma verdade que deu certo pra mim. Mas aí eu descobri que o carregava verdades que me prejudicavam. A ponto de eu achar que eu não era capaz, que eu não podia falar em público. Que eu não podia ajudar as pessoas. Era um verdade que eu carregava. Entendeu? O quarto ponto é avali novamente as críticas que você recebeu. Isso aqui é importante, tá? As críticas que você recebeu, como você reagiu? Será que não existia um fundo de razão naquela crítica? Será que realmente você não é uma pessoa disciplinada, desorganizada? Será que você realmente está no nível que você imaginou? Se você estivesse, você seria criticado por algo que você fez? Então é importante gente avaliar as críticas que você vem recebendo. Por que? Porque nessas críticas muitas vezes existe os caminhos pra você corrigir na sua vida. Será que por causa do complexo da ferida que você carrega quando você foi criticado, você reagiu mal? Ou simplesmente você deixou entrar pra um ouvido e saiu pelo outro? Tudo tem uma ligação complexo. Por isso você precisa avaliar pra você trabalhar ele. Não, então realmente que o Wesley falou pra mim e fazia sentido. Porém, por causa do meu complexo, eu achei que ele estava apenas querendo denegir a minha imagem. Não, era um erro que eu cometi. Mas como eu fiz o treiça? Como você reagiu? É assim. Ó, semana passada, o Clayton me criticou com algo. O que eu fiz com essa crítica? Eu aceitei, fui lá, trabalhei, corrigi. Eu achei que era exagero porque ele estava me perseguindo porque ele não gosta de mim. Será que você não estava fazendo de vítima? Por causa do complexo, mas ou menos isso? Mas, por exemplo, no episódio passado, a gente até comentou que uma pessoa chega em você falar a você desorganizado. Mas se você sabe sua identidade, como que você. Só quando você sabe sua identidade e a crítica chega, ela não te afeta. Você consegue olhar a pessoa e fala assim, tudo bem, eu vou me atentar. Talvez em um momento eu te passei essa desorganização. Então, quando eu não reajo bem, é que pode ter um fundo de verdade. Porque você tem dificuldade, olha só. Ninguém, quando recebe uma crítica, vai se abraçar na pessoa e agradecer. se você tem que ter um nível de inteligência mostrar muito alto, entendeu? Mas assim, como você reage? Porque se você não consegue nem ouvir, se você já começa a discutir com a pessoa, se já quer agredir verbalmente a pessoa, tenha algo aí que você precisa rever. É nesse sentido que eu estou falando. Reveja as críticas que você recebeu. Para aí, o que vocês terem falado ao meu respeito? Será que ele não tinha razão? Será que algum momento não comete esse erro? Isso é importante. E quando alguém fala isso para mim, mas eu me controlo no momento, mas, pô, não expressei nenhum coisa, mas aqui dentro eu estou. Então, é isso que eu estou te falando emocionalmente. É muito difícil você agradecer e ficar feliz. Não, vai te incomodar porque ninguém gosta de ser criticado. Mas o que você faz com essa crítica? Em cima disso, eu quero que você reflita. Primeiro, se você já reagiu num deixou a pessoa falar, tenha algo de errado. Se você não conseguir o ser criticado, aquilo de fez mal, também precisa ser trabalhado. Você precisa identificar isso. Porque olha só, alguém, exemplo, alguém vai chegar e vai te fazer uma crítica em cima do nada. Ele acordou hoje e falou assim, hoje eu vou criticar o ex. Eu vou ver assim. O ex, você grita muito. Existe o possibilidade de alguém chegar para você falar, o ex, você grita muito. Não. Quando que a pessoa pode chegar e falar que você grita muito? Quando eu gritei. E em algum momento que estava em um ambiente e ela entendeu que o ton de voz que você falou era muito mais alto do que o que realmente era. Mas isso tem a ver com o complexo dela. Vamos lá. Só para facilitar, pera aí. Você quer me criticar o que que você faz. Ah, eu vou procurar. Ó, é isso. Você vai ficar observando. Deixa eu observar o cleto, deixa eu ver, deixa eu ver. Ah, ele não pitou o cabelo hoje. Ah, cleto, seu problema é que você não pintiu o cabelo. Você não vai criar do nada uma coisa que não existe. Você vai ficar observando a pessoa, diante daquilo, você vai criticar. Então, eu que estou dizendo seguinte, as críticas que você recebem na vida surgiram de algo que você fez. Mas. Calma, esse é o primeiro ponto. Então, olha só, se você fez algo que comunicou aquilo, por isso que a pessoa te criticou. Por isso que as críticas precisam ser sim reavaliadas. E você precisa refletir em cima delas, esse é um ponto. Agora faz a pergunta. A gente está conversando. Aí você chega e fala. Pra mim, nossa voz, ele se está falando alto. Mas isso, na verdade, está ligado a um complexo, seu que você fala baixo, porque você teve aquela questão de ambientes. Mas eu falo normal. Perfeito. Aí você vai valer o seguinte. Na hora você é pra cima. Tá bom. Quantas vezes falaram que eu falo alto? Nunca. O cleto não tem mania de falar baixo. Então, por isso que eu falei, reavali as críticas. É que você não pressou atenção, tá vendo? Por isso que a gente está aqui duas horas. Eu falei, reavali as críticas. Cadê? Aqui, ó, avali novamente as críticas que recebeu. Foi isso que eu escrevi. Quando eu falo pra você avaliar novamente é justamente por isso. Não, o que o Clayton falou é um complexo dele, é uma crença dele e ele quis trazer pra minha vida. Não procede, eu vou descartar. Eu não falo alto. É um problema dele. Ele tem mania de falar baixo, ele quer que todo mundo fale baixo. Ok, é só pra reavaliar. Não, o que ele falou faz sentido. Talvez em algum momento eu gritei e não percebi. Essa reavaliação é pra você, justamente olhar. Se você reagiu mal por causa de um complexo que você carrega, ou simplesmente porque você não entendeu o que a pessoa falou. Mas como eu não deixar essa reavalização se tornar uma verdade na minha vida, porque aí o ramão vai falar algo, vai falar. Não, isso aqui é o problema do ramão, porque tem isso e se isso. O que eu falei pra você quando você falou de falar alto? Alguém o dia já falou que você falou alto? Não, uma pessoa, pela primeira vez, falou que eu falo alto e eu entendi que essa pessoa ela fala baixo, então eu não vou trazer, não vai virar uma verdade para minha vida. Agora é só, Clayton é a quinta pessoa que me critica da mesma maneira. Tem algo aí? Você entendeu? Outra coisa, cuidado pra as verdades que você vai trazer. Nem tudo você precisa trazer como verdade, você precisa, pode ter apenas trazer como um ponto de vista diferente. Outra coisa, hoje eu tenho uma mentalidade, quando eu mudar a minha mentalidade, pode ser que aquilo que eu acreditei no passado não faz sentido pra mim hoje. Só que quando se torna uma verdade, mesmo você mudando de mentalidade, você carrega, porque era uma verdade em algum momento que você acredito e trouxe pra sua vida. Fei sentido. Ah, beleza? Beleza, gente, 30 minutos depois. Quinto ponto, aprenda a lidar com as frustrações, que as frustrações na realidade se recebem para potencializar o seu complexo. É como se você tivesse certeza que realmente você nunca vai ser ninguém. E quando que acontece as frustrações? Quem sabe falar? Você não atende a expectativa. Expectativa gerada em excesso. Toda vez que você gera uma expectativa algo alta na sua vida e cima de algo que não é daquela maneira, você fez a leitura errada, você está no caminho de se frustrar. Tem um exemplo. Um exemplo. Você falar o seguinte, 2021 eu vou chegar a 1 milhão de seguidores, pode acontecer? Esse, não. Então vamos lá, 2022, vou chegar a 1 milhão de seguidores. Só seu trabalhar muito, muito, muito, muito, muito. Pode acontecer, pode, mas existe uma série de fatores que vamos precisar colaborar para que isso aconteça. Olha só, a expectativa alta, você chegou a 700 mil seguidores, você vai estar frustrado, porque a expectativa foi alta. Então esse equilíbrio é importante. Deixa eu olhar quanto estou crescendo, estou crescendo x por cento. Então, seu trabalhar muito, quantos por cento eu posso crescer. Aí você vai vir para uma, vai ter uma expectativa alinhada. Então, toda vez que você coloca uma expectativa muito alta para algo, isso te leva para a frustração. Isso vai te prejudicar. Mas não é bom ter uma expectativa alta, porque aí você. Por que que é bom se ela vai te levar para a frustração? Você vai realizar algo levar? É só atingir, a comemoração vai ser melhor. Das expectativas altas que você estabelece na sua vida. Quantas você realmente conseguiu atingir? É, acho que a chave está aí. É isso, é só você olhar o histórico. 10 pontos eu usei a expectativa lá em cima. O problema é o seguinte, qual é o impacto de uma frustração? É disso que eu estou falando. Quando você se frustra vai só potencializar aquele seu complexo. Está vendo como eu não sou ninguém? Eu achei que eu chegar a um milhão, cheguei a 700. Eu não nasci para isso. Você não consegue reconhecer o valor daquilo que você fez. Enquanto para muito 700 é o número, que a pessoa acha que nunca vai chegar para você é uma frustração. Por que expectativa que você gerou em excesso? Então cuidado com as frustrações, aprenda a lidar com elas. Elas fazem parte, porque o primeiro erro foi quando você gerou a expectativa alta, mas você não reconhece isso. Você vai ficar quietinho, vai pegar essa frustração, potencializar o seu complexo, vai falar. Está vendo? Eu não nasci para isso, na vida nunca você ninguém. Eu acho que a área que a gente mais se frustra na questão de relacionamento com pessoas. Exatamente. Porque você coloca a pessoa em um patamar que ela não pediu, muitas vezes que ela não está. Isso é importante. Você pega as pessoas, coloca no pedestal. Eu não pediu para ficar no pedestal. Você pega a pessoa e confia nela. Ela não pediu para você confiar nela. Você, você que vai contando da sua vida para ela. Depois você se frustra. E de quem quer culpa? Você não fala que é sua. Você fala que é da pessoa. Ela nunca pediu nada para você. Ela não pediu para você colocar ela naquele nível, nem para confiar, nem para emprestar dinheiro que ela era uma pessoa de confiança. Ela se fez uma pergunta, você me pressa sem reais e falou "tim presto". Ah, mas eu achei que ela ia pagar, mas ela falou que ia pagar. Falou, mas ela era de confiança. Ah, eu achei que era, então pronto. Então, são coisas diferentes. O clique em cima disso é o Thiago, ele sempre fala que às vezes a pessoa acertou dez vezes com você e eu rouma, você descansidei as dez e falque em uma. Exatamente. Se eu to. Quando isso acontece, sabe? Quando que isso acontece? É justamente o que eu quero perguntar. Isso não seria esperar perfeição na pessoa porque por causa de um erro, você acaba desconsiderando um restante de tudo. Isso aí, ó, cleta, a pessoa acertou dez vezes com eu e eu rouma, acabou. É isso que está falando, né? Isso, me decepcionei que a pessoa não quer. Isso não seria o esperar uma perfeição, né? Não, isso acontece quando você julga a pessoa e não atitude. Tá. Quando você julga a pessoa e não atitude, é isso. Ela acertou dez vezes, só porque ela é rouma, ela não faz mais parte da minha vida. Isso quer dizer que é no leiturco que ela fez. Se eu tivesse julgado a atitude, ela é só. Vamos jogar a atitude, ela é rua, ela vai ser punida, eu vou cobrar, está tudo certo. Mas quando eu olho a linha do tempo, ela acertou dez, eu não posso desprezar. A não ser que o erro foi muito grave, entendeu? Toda vez que você julga a pessoa e não atitude, você faz isso, você dispensa a pessoa, a sua vida, simplesmente porque você não olhou quantas coisas boas ela fez pra você. Mas esse atitude dela fere meus princípios. Ok, é uma opção sua, entendeu? Mas espera aí, esse tempo todo você não percebeu? Porque olha só, essas coisas não acontecem, gente. Ela afiriu meus princípios, não, ela só tinha comportamentos que não eram legais, você não percebeu porque você colocou ela no patamar acima, não é culpa dela, você vai perceber que ela roubou um exemplo, um roubo, vamos falar um roubo de uma série de princípios, ela roubou a empresa, se você olhar, ela já vinha chegando atrasada, chegar atrasada no trabalho, é roubo ou não? Você está roubando o tempo da empresa que você deveria estar trabalhando? Sim ou não? Você nunca vai olhar isso como um roubo. Você é exemplo, está passando no lugar, ela passava no lugar, ela está comia algo que não era dela, isso é roubo ou não? Então você achou que é normal porque ela estava com fome. Pegar uma coisa e aí você já está roubando. emprestada e não devolver. Robo você ou não? Sim. É um roubo mais educado que você fingiu, mas você não devolver. Então você vai observar que ela já tinha características de que algum momento poderia fazer isso, mas você não quis enxergar porque você colocou ela no nível 1 de confiança, de pessoas de alto-vadrão, disse daquilo, mas ela já se comportava, ela já dava sinais e você não percebeu. Isso quer dizer que você vai errar assim? Eu a gente comete erros. Quantas vezes a gente não confia nas pessoas ou quantas vezes a gente confia nas pessoas e elas nos excepcionam? Só que tem uma coisa que é importante, essa questão da decepção de você confiar e de repente essa pessoa te trair lá na frente ou ela faz algo que você não esperava, você precisa entender o seguinte, não tem a ver com você. Então exemplo, vamos imaginar que uma pessoa errou comigo nesse nível, confei na pessoa. Eu deixei essa pessoa caminhada do meu lado, essa pessoa ela teve acesso a as minhas conexões, aos ambientes que eu frequentava e aí ela me decepcionou, ela me traiu, ela fez algo que quebrou meu princípio. O que eu vou fazer? Eu vou tirar ela do meu cico. Isso é independente se ela acertou 10 porque o que ela fez foi muito grave, entendeu? Eu vou tirar ela do meu cico, esse é o ponto número 1. Mas isso não quer dizer que daqui para frente eu não confia mais em ninguém. Só que eu vou aumentar a minha regua antes de eu realmente confiar em alguém, porque alguém já me traiu. E as pessoas confundem, então porque você foi traído uma vez, se acho que todo mundo vai te trair, não, mas isso. Porque eu fui traído uma vez hoje para eu confiar nas pessoas a minha regua subiu. O crevo vai ser muito maior do que antes, porque um dia alguém me decepcionou, um dia alguém me traiu. Porque é tão difícil a gente não gerar a expectativa nas pessoas, porque isso está com a gente. Quando você conhece uma pessoa que você gosta, automaticamente você vai gerar uma expectativa lá em cima, isso é comum. Mas o erro não está em vocês, que isso tem que ser frisado. Olha só, gerar a expectativa e a pessoa te frustrar decepcionar não sei que a sua expectativa foi muito alta. Mas é algo normal, quando você conhece alguém que você se conecta com ela. Mas porque ela te frustrou, não quer dizer que todo mundo é assim. Então você aprende a gerar menos expectativa, confiar menos nas pessoas, mas mesmo assim, você precisa confiar. Ok? Não, vamos lá, fala de novo. Mas porque não tem como a gente zerar a expectativa nas pessoas então. Não, não tem qual, senão você se torna uma pessoa fria. Não, mas eu não vou ter, por exemplo. Imagina você como confiar. Eu chego para você falar assim, cheirinho, no final do ano, eu vou te dar um panetone. Aí você fala assim, eu zerrei a expectativa, você vai olhar para mim e falar, tá bom? Aí eu vou olhar para a nossa, não vou te dar, não, só pelo seu comportamento. Está nem aí. Você me for jeito da pessoa. Você pode ver quando você falar algo para alguém, eu vou pagar uma moço para você. E ele? Você vai pagar uma moço para ele? Não, não vou, mano. Olha o cara, tipo assim, eu pensando no momento bom para ele agradar, vale a só. Você gerou a expectativa. E o cara me trata desse jeito? Não, é porque ele já se frustrou. Por isso que não tem como você não gerar a expectativa. Se você fizer isso, você vai se torna uma pessoa fria, indiferente. E a indiferência é uma das piores coisas que ser humano pode fazer com outro. É você ouvir aquilo e tipo, para mim tanto faz se você pagar uma moço ou não. Não vou gerar a expectativa. Já falaram muito isso para mim. E tipo, a pessoa, vamos ali. Aí eu falava, pode ser. Ah, você nem quer. Mas eu tipo, "Ah, pode ser?" Aí pode ser, tem mais a ver com a decisão, quer? Aí, vamos lá, esse exemplo você trouxe a pessoa de um espectativo em você. Então, ele imagina o seguinte, eu vou chamar o Wesley pra ir ali. E na hora ele vai ficar feliz, vamos na nossa equilégal, sua ideia. E quando você falou, pode ser? Nossa, que insensato. A expectativa gera a primeira. É inevitável, gente. A expectativa você vai gerar, o que eu estou batendo na tecla, aqui é o seguinte. É a expectativa gerada em excesso. A expectativa faz parte. Porque quando você não já é expectativa, você se torna uma pessoa indiferente. E a indiferência faz muito mal para ser humano. É horrível você estar com pessoas indiferentes, entendeu? E como agir depois de uma frustração que foi uma expectativa gerada em excesso? Gerei a expectativa em excesso, me frustrei, aprendi. Hoje em dia, para gerar uma expectativa no nível que eu fiz em pessoas, meu crio vai ser diferente. Porque a frustração vai ser menor caso essa pessoa me traia. Então você muda o seu crio, você muda a sua avaliação. Mas isso eu soube essa regua tanto que ninguém consegue atingir. Você se prejudica, você se torna uma pessoa afria, e você, gente, é isso. Você está achando que lidar com pessoas é algo simples. Por que você acha que Jesus veio falando sobre pessoas? Está caindo a ficha agora? Não é tão difícil, depende do ano que você quer olhar. Se você trouxer um equilíbrio, o problema é o seguinte, vocês falam muito dos extremos. Gerei a expectativa lá em cima, me frustrei. Então agora não gera mais expectativa. Esse é o problema. Outro desafio do seu humano é equilíbrio, que é justamente o desafio de vocês. Vocês não conseguem equilibrar. É o 880. Eu gosto muito, eu não gosto nada. Na vida não é assim. Eu tenho que ter equilíbrio para gostar, depois de realmente conhecer a pessoa, de conviver com essa pessoa, de entender que ela é confiável. Entendeu? Então esse equilíbrio é importante parar com os extremos, ou é ou não é? Não, equilíbrio, ele é fundamental para algumas coisas. E qual é o sinal que eu estou dando, quando eu dou, quando eu estou dando expectativa muito alto? Você não espera nem a pessoa te falar, você mesmo vai falando. Oh, Wesley falou que me chamou Paul Musal, ele vai me levar lá no NB, um exemplo. Ele vai me levar lá no Pobre Ruan, ele vai me levar numa churrascaria top. E nem falou, ele falou que você ia levar você para a Musal, você já começou a falar ao lugar. Você começa a falar, quando a expectativa está alto, você fala, você não espera nem a pessoa te comentar. Então, como se fosse basicamente, ele fala tal coisa, e eu já falo isso, como se imaginar muita coisa. Ele te fala um, você vai para três, e fala que vai te dar uma coisa, você já falou que ele vai te dar três. Mas. E no namoro, por exemplo, comecei a namorar com uma menina. Aí eu comecei a girar? Não, o exemplo. Fala, isso está namorando, não é? Não, está namorando? Não, tem menudo de novo. Porque você fechou a mão de nervoso. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, eu estou solteiro. Porque você se enrola muito para falar isso, gagajou tudo. Vamos curtir lá, que vai ser o terro. Tá aí rolando. Ah, lembre-me. Tipo, comecei a namorar com uma pessoa, tá? Beleza, os sinais que eu dou que eu estou gerando muito expectativa. Então, exemplo, você está começando a namorar com a pessoa. Você fala assim, então, quando a gente vê a nossa casa. Ah! Você não é o primeiro já? Não, você não é o primeiro já, você está falando para ela, você quer casar com ela. Você já aí pronto. Você gerou expectativa, mas assim, você perguntou quando ela quer casar. Olha só, expectativa alinhada. Você pensa em casar quando? Quando tempo de namoro você acha que é necessário para você poder casar. Olha, expectativa alinhada. Agora, quando a expectativa encesse? Ah, então, bem, quando a gente vê a nossa casa, a pessoa já suscica em casa. Não, a gente vai casar, não vai. Imagina as crianças, crianças? É, os cinco filhos. Não, eu só quero ter um. Mas ele está passando mal aqui. Então é isso, a expectativa não sou cabeça. Lá em cima, quando você gera expectativa em excesso, você compartilha. Você começa a falar, você não consegue ficar para você. Você conseguiu entender? Agora sim, obrigado. Agora é isso. Quando é em relação a nós mesmo, porque a expectativa é a mãe de todas as realizações, certo? Levando para o sonho, por exemplo, se eu tenho uma expectativa muito grande em relação a mim mesmo, aos sonhos que eu tenho. O que é positivo nisso e o que é negativo nisso? A clareza. Não tem problema da expectativa ser em excesso desde que tenha uma clareza, desde que você realmente sempre expectativa alinhada. É igual pra ele ter cheirinha, você quer casar quando, quantos filhos você quer ter, estamos alinhando expectativa. Vai te trazer clareza. Aí você pode estar namorando, mas já falando de casamento. Que é algo grande, entendeu? Porque a clareza ela veio. Agora, toda vez que não tem clareza, ou toda vez que você só está falando por você achando que a pessoa também está no seu mundo, vai gerar uma frustração, vai gerar um, mas eu falo assim, mais em relação por exemplo o meu sonho, eu tenho uma expectativa muito grande em relação a mim mesmo, mas de onde vem essa expectativa, com base no que você está se pegando aí, se você fazer uma com base na Bíblia, quando Deus fala que os meus sonhos são maiores do que os sonhos que ele tem para mim são maiores do que os meus, ok? então isso quer dizer que aquilo que Deus colocar no seu coração por mais que você acha que é grande ele vai fazer ainda muito mais, não vai ter um dia que você vai estar sonhando igual a Deus, eu não sei se ele te revelar, entendeu? então assim, com base no que você está gerando essa expectativa, porque olha só, cleto, mas é com base na Bíblia, minha vida é baseada na Bíblia, perfeito? tanto isso te fala outra coisa, você está fazendo a sua parte, sem entender, olha só, eu pego um peraz da Bíblia e trago aquilo para minha vida, mas esqueço que é todo um contexto, um é só um versículo muitas vezes Então, para determinar as situações, eu pego um uso em um versículo. A parte que, olha só, é o que eu vejo muita gente fazendo. O que diz respeito a Deus, ela usa o versículo, o que diz respeito a ela, ela descansada. Mas, quando a Biblia manda você descansar no Senhor, aqueles que descansam no Senhor, que a Biblia fala, correm e não se cansa. Não, ela é soso e seguinte, não, olha, a Biblia manda eu descansar, eu estou descansado, mas ele está fazendo o que eu não estou parado, não, manda descansar, mas vai falar que você corre e não se cansa, que a Biblia não se faz diga. São três fases ali, três processos, só que essa aça parte 2 ela não leu, ela só leu o que é a parte 2, descansar. O ezem mesmo acho que essa aça parte é deitar na rítmica esperando. Tá, quantas vezes está do Minho, mas todos descansando o Senhor, não é? Se colisperar. Mas, existe a gente tirar a parte espiritual disso? Exatamente, mas você tem que tirar para você poder fazer sua parte, porque até mesmo para fazer nossa parte, as pessoas espiritualizam. Não, quando Deus fizer, quando chegar o tempo de Deus, espera aí o tempo de Deus já pode ter chegado na sua vida, você não percebeu. Então, você precisa tirar. Você serve um Deus do possível, um Deus do impossível. O impossível. O Deus do impossível. Você nunca para pensar que, se eu sirvo Deus do impossível, o impossível vai acontecer depois que o possível foi feito. Então, isso quer dizer que o possível, talvez seja a minha responsabilidade, o que o impossível é com ele, só que ele só vai agir no impossível depois que você fez a sua parte. Clayton, sobre a expectativa, acontece muito comigo, por exemplo, você fala, "O Wesley, vamos sei lá, lá em casa jogar um videogame, aí eu fico imaginando como vai ser." "Não, chega lá, já vai ter pipoca, agora não." "Não, tipo de. Eu vou ganhar, eu vou dar uma sorra nele, tem um tofelo esperando." "A gente vai dar risada essas coisas assim, é que eu tô girando muita expectativa." Não, pode ser que sim se o Clayton não é uma pessoa que vai dar muita risada, se você nunca viu Clayton convidando ninguém para ir lá. Se você nunca viu, fala nada. Então, onde você está tirando isso? Pode ser que você vai. Aí sim, quando você chegar lá, tem uma TV para ele ter branco, tem um Atari, vamos jogar videogame. Porque eu te chamei para jogar videogame, você entendeu? Então, aí você se frustra. Mas olha só, por isso que eu falo, reavali, cuidado com essas frustrações, é verdade, ele só me chamou para jogar videogame. E ele não falou que era play sim, ele não falou que a TV era de 80 polegados, ele não falou que tinha pipoca, agora não. E eu que criei, então ele não tem culpa. Entendi. Mas, existe, é uma intuação que eu. Agora, uma pessoa tem complexo, uma pessoa que tem complexo, ela vai pegar essa planta, vê? Eu não tenho sorte. Ele chamou semana, passava o armão para jogar e deu tudo por armão, quando chegou a minha vez, não tinha nada. Você vai criar uma história na sua cabeça, por causa do complexo. Por isso que, dentro do dar para você se tratar do complexo, tem a questão de você aprender a lidar com as frustrações. Para de trazer todas as frustrações que você teve na sua vida, potencializamos seu complexo. Ok, isso que você faz. Entendeu? Entendi. Gente, olha só, hoje a gente falou aqui sobre como você tratar esses complexos de inferioridade que você carrega. Então, a gente atentou para outras linhas, né? Aqui, exploramos outros temas. Mas, eu acredito que foi válido e vai ajudar com certeza muita gente. Pega esse link, compartilhe nos grupos de WhatsApp, reún as pessoas, eu, no seu time, reún os seus amigos, a família. Compartilha aquilo que você aprendeu. Essa é a verdadeira proposta, que você compartilha o que você aprendeu. Se você quiser, você sobra no Stories, marca Clayton, ser pinhoiro e marca também Mentor Cash Oficial. E isso, e a gente vai repostar todo esse trabalho que você vem fazendo, ajudando as pessoas. Outra coisa, é, não vou falar nos. não vou falar aqui. É forte. Ó, nós vamos criar, numa maneira, talvez nos próximos episódios a gente atraga. Uma maneira de exemplo, começar a identificar as pessoas que compartilham Mentor Cash. Tem muita gente fazendo isso, eu estou recebendo muito testemunho, muito testemunho. Isso aí, eu conheci vocês através de Fulano de Tal. Tem gente que tem prazer em compartilhar. Então, a gente precisa criar um nome para essas pessoas, pode ser aos embaixadores do conhecimento, alguma coisa assim. Que essas pessoas elas multiplicam aquilo que elas aprendem aqui com outros pessoas. Então, vamos pensar em algo aqui pra gente poder estar. Esmentorado. Não, mas metorado, mas uma chão nome legal pra gente identificar, pra gente repostar. Até na página oficial lá que a gente criou do Mentor Cash, pra essas pessoas ficarem pra aparecer como embaixadores do conhecimento. Não sei, vamos pensar no nome, já é uma tarefa aqui pra vocês. Vamos planejar pra depois a gente apresentar tudo. Gente, até o próximo episódio. Deus continue de abençoante, dano sabedoria, discernimento e tendimento. Deus abençoe, até o próximo.

Podcast Summary

Key Points:

  1. As pessoas evitam ser criticadas ou confrontadas porque isso alimenta seus complexos de inferioridade, impedindo o crescimento pessoal.
  2. Complexos de inferioridade são feridas emocionais internas que, mesmo curadas, continuam gerando dor se não forem reconhecidas e trabalhadas.
  3. A diferença entre crenças e complexos é que crenças são externas e causam paralisação, enquanto complexos são internos e leves, mas ainda afetam o comportamento diário.
  4. O primeiro passo para lidar com complexos é reconhecer suas próprias habilidades, ouvindo e escrevendo sobre o que faz bem, com base em elogios de pessoas próximas.
  5. É fundamental aprender a lidar com a insegurança e as frustrações, pois elas potencializam os complexos e impedem decisões autênticas.
  6. As verdades que se acreditam (como "não se é alguém sem faculdade") são, na verdade, mentiras impostas por críticas passadas e precisam ser reavaliadas.
  7. As críticas recebidas devem ser revisadas com atenção
  8. A frustração decorrente de expectativas excessivas gera dor e reforça o complexo, então é necessário alinhar expectativas com a realidade para evitar o desgaste emocional.

Summary:

O programa "Mentor Keshe", com Clayton Pinheiro, explora como lidar com complexos de inferioridade e feridas emocionais que afetam o autoconhecimento e o crescimento pessoal. O conteúdo enfatiza que evitamos críticas e confrontos porque isso nos mantém presos a padrões internos de insegurança. A reação emocional a críticas, especialmente quando geradas por complexos, é analisada para identificar se é uma resposta baseada em verdade ou em medo.

O primeiro passo é reconhecer as próprias habilidades por meio da escuta ativa e do autoexame, com base em elogios de pessoas próximas. Ainda, os três pontos centrais são: lidar com a insegurança, reavaliar verdades mentirosas que foram internalizadas, e respeitar as críticas com clareza, evitando reações excessivas. A frustração decorrente de expectativas excessivas é destacada como um fator que potencializa os complexos, exigindo que os participantes alinhem suas expectativas com a realidade.

O programa encoraja a compartilhamento do conhecimento, com a criação de "embaixadores do conhecimento" para multiplicar o impacto positivo. A jornada para o autoconhecimento é apresentada como um processo contínuo, onde a consciência emocional e a reflexão constante são fundamentais para transformar o comportamento e as relações.

FAQs

Complexos de inferioridade são crenças internas que fazem você achar que não é capaz, mesmo sem evidência. Eles afetam o comportamento ao gerar insegurança, dificultando decisões e impedindo que você avance sozinho.

A crença é algo que afeta seu comportamento externo e gera medo ou paralisia, enquanto o complexo é mais interno e leve, apenas afetando sua autoavaliação sem causar grandes emoções.

Pergunte para pessoas próximas o que você faz bem. Escreva suas habilidades e observe o que elas dizem, pois reconhecer suas forças é fundamental para se libertar dos complexos.

Aprenda a lidar com a insegurança, pois ela é comum em quem tem complexos. Ao mudar de ambiente ou iniciar algo novo, a insegurança é normal, mas você pode trabalhar com ela e progredir.

Pense em decisões que você não consegue tomar e em críticas que não fazem sentido. Se uma frase ou crítica te afeta, pode ser uma mentira que você acreditou, mesmo que não seja verdadeira.

Pergunte-se se a crítica tinha fundamento real ou se foi influenciada por um complexo. Se você reagiu mal ou se fez de vítima, é importante refletir para entender a origem da sua reação.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.