Marketing e Vendas: Estratégias Atualizadas Para Vender Mais em 2027 | EXTREMOS
from G4 Podcasts
1h 13m 14s
O foco central do diálogo é o papel da marca como ferramenta de vendas, não como um objetivo isolado. O entrevistado reforça que o objetivo primário de qualquer empresa é vender mais, e a marca deve servir como um aliado para isso, otimizando o custo de aquisição e aumentando a retenção. Ele argumenta que o valor da marca depende do contexto do negócio: em indústrias de consumo, o preço é um fator chave; em nichos de alta exclusividade, a identidade da marca é fundamental. Além disso, o investimento em branding deve ser direcionado ao gargalo interno da empresa — como capacidade de atendimento ou estrutura de vendas — e não apenas à propaganda. A construção de ativos, como conteúdo orgânico ou eventos, é vista como um capital duradouro, pois gera valor mesmo após a paralisação de produção. A estratégia deve priorizar a retenção e o valor do cliente, com foco em otimizar a jornada de decisão. A performance — o resultado real — é mais importante do que a produtividade em termos de trabalho. Por fim, cada empresa deve identificar seu "potencial de potência", como um time focado em produtos ou em conteúdo, para alinhar suas ações com seu modelo de negócio e maximizar o retorno. O exemplo da V4 mostra que, mesmo sem produção de conteúdo, a empresa mantém forte presença de marca por meio de estratégias de retenção e experiência do cliente.
O objetivo é vender, a marca vem depois, a minha preocupação é o gargalo de dinheiro das empresas que investem muito em propaganda, como se fosse a Coca-Cola.
Cara, só tem um ponto aqui, porra, o brand não dá raya fica até irritar com o tio guia. Cara, toda a empresa faz brand, que é que erou não.
Então, o concordo discorda aqui, o objetivo é sempre vender mais.
Hoje, aqui nos extremos, recebemos o cara que abriu uma empresa de Microsoft 18 anos, como micro empreendedora individual na cozinha da casa da mãe, na periferia em canões.
Três anos depois, faturando 20 mil reais por mês, ele gravou um vídeo sozinho escritório, prometendo construir uma empresa de 100 milhões reais.
E, obviamente, ninguém acredita.
Hoje, a V4 tem mais de 250 escritórios, milhares de empresas atendidas, e uma rede que fatura 100 milhões de reais por ano.
E, justamente, o dono da maior rede de marco do Brasil, que vai te dizer que brand não dá raya, e que marca é feito colateral de vender bem.
Ele parou de produzir conteúdo no ano passado, e quase não senta mais, e um podcast. Então, aproveite sem moderação, seja muito bem-vindo, Dener Lippert, que seou e fundador da V4.
Tá bom de coqueir, cara.
Sim, hein.
Como os clientes da V4 vão vender mais em 2027?
Cara, o dia diferente, de tudo que eu já falei publicamente, agora, todo ano, custo de anunchamento, com que a gente lhe dá com isso.
O Arnistex é a última coisa, né? Então, começando pela retenção.
Tu nunca vai reter 500 clientes em português, o que tu faz, se é uma empresa ainda, metade vai quebrar em poucos anos.
Se você aumentar 1% do seu preço, chega a ter 10% mais lucro.
[risos]
Cara, o nosso opcional vai ser igual, por isso que eu tenho tanta historiacilidade.
Ah, é. A gente está ao mundo, que não sabe?
Vamos fazer você aí, então.
Inteligente.
Artificial.
Isso aí, galera.
Cara, só tem um ponto aqui, mano.
O primeiro que eu tenho que estudar, é que não bren de no. [risos]
Bren de não dar rar, eu fiquei até enretado com ele.
Não ter correto, eu tô enretado com ele, já não concorda.
[risos]
Ah, então, vamos fazer um bom embate, né?
É um bom embate, nessa um bom embate.
A gente não dar rar, é que dá mais esse tema de eleições?
[risos]
O maior sala de aula de gestão do Brasil.
Das oito às vinte e uma horas em São Paulo, Expo, durante os três dias.
Quem que vão estar lá?
Prezários.
Prezários do mundo todo.
15 mil empresários presencialmente.
Você vai falar?
Eu vou falar também.
Sabe quem vai falar?
Steve Woznek.
Steve Woznek.
Fundador da Apple.
Cara, eu fiz um curso de sotaque para poder falar o nome dele.
Cara, é o irmão do celular.
Ó, que tá quebrado.
-Vem se tá se na trás. -Levar aquela. -Cara, esse daí é muito boa, moleque.
Vou levar meu mec, tá doido.
Cara, essa. Não, velho.
-Vou levar meu mec. -Vou levar.
Aqui, ó, vai assinar aqui, ó, Steve Woznek.
Imagina, eu vou até usar o seu carinho.
Cara, tá muito inteligente.
Começá-os a assinar Steve Woznek.
-Ai, que que é essa? -Estava aí, eu vou mandar agora.
Eu vou mandar agora para o moleque da Prime.
Vamos comprar um Mac em Toche antigo, pra ele assinar.
-Tá doido. -Tá doido.
-Tá doido. -Tá doido.
Cara, assim, não há vários dias.
Deixa aí, pra que eu usa pra outra coisa.
-Tá doido. -Tá doido.
-O Height, my friend, o Height, se der muito boa que você teve.
Nem tu sabe a qualidade da ideia que tu tem.
-Potone, deixa eu te falar, cara.
A gente contratou Steve Woznek pra palestrar no G4 Valley.
Tu não consegue arrumar uns Mac em Toche daquele antigo?
Não precisa ser o mar barato que te existia.
Não precisa ser famoso.
Não precisa ter história, não.
Ache os Mac Toche daquele antigo, pra gente pedir pra assinar.
-Ata, porque ele não tava lá quando o Mac Toche foi feio.
Então, não faz diferença nenhum.
-Não, tava simple. -Não, tava.
-Tá doido. -É o Apple One e o Apple Two.
-Então, cara, o Apple One e o Apple Two.
-Tem que achar. -Tem que achar o Apple Two.
-Tem que achar o Apple One e o Apple One e o Apple One e o Apple Two.
"Brande virou uma palavra obrigatória em toda a rameu de marketing", quase ninguém consegue dizer quanto que vendeu de fato ou não, Brande.
Vocês começaram aí nessa história, Brande da Roy, Brande não dá rameu. Eu quero começar.
"Cidade vermelho, ele tá de branco e aí. " Eu quero começar.
"Tá sempre de preto, a marca é feito colateral de vender bem e tratar bem o cliente ou deveria ser investido de ele e marca".
Ele só falou até agora, que eu vou ficar nos altos aí.
Eu vou até cronometrar.
Valeu, valeu.
Para começar, precisa se definir o que é Roy para cada negócio.
Essa é a primeira coisa. Roy é retorno sobre investimento.
Dentro de retorno, você tem retorno de curto prazo, você tem retorno de longo prazo, você tem retorno de mais de tempo.
Ele vai mexer em Brande. Brande é alcance, audiência, reputação, associação de marca e tal.
Quando você tem uma marca mais forte, você bota anúncio de distribuição na internet, o senhor sabe disso?
O senhor sabe disso? O teu CPL baixa ou não baixa?
Não, não, não, não.
Quando você contrato meu roxo lá no anúncio, porque o teu CPL baixa ou não baixa?
Isso é Brande, mas isso é Brande, meu amigo.
Entendeu? Isso é um tipo de retorno, baixar o teu cuje aquisição, baixar o teu cujo visualização, diminuir a tua jornada de decisão de compra, aumentar o indicação.
Se a tua marca tem mais Brande, a chance do teu cliente falar de você indicar muito maior.
Então, a questão é Brande é uma ferramenta do marketing para transformar o seu investimento no melhor investimento,
ou seja, melhorar o custo-benefício do investimento de marca. Isso é Brande.
Oh, adeão e quise, que vamos lá.
Eu ia começar exatamente pelo que é Brande, porque é a maior parte das empresas ou dos empresários, eles associam Brande,
com o cara fazer a campanha de um CPG, de um produto de bem de consumo que a gente for acostumada a ver, tipo a Coca-Cola na TV, que era que é negócio.
Coca-Cola, Coca-Cola, Coca-Cola, Coca-Cola, porque quando você chegar a acilar no supermercado, no carrefour,
eu precisava lembrar entre as duas, três opções, entre a quate, a dole e a Coca-Cola,
pois vou lembrar, e tem memórias com a Coca-Cola, e vou tende a comprar cladado que a Coca-Cola não controla o canal de consumo.
Então, era, basicamente, a única opção dela para conseguir garantir a venda no final.
Só que o mundo mudou, outros, a maior parte dos nossos clientes aqui, não necessariamente ouvintes, na verdade, não são maior parte dos nossos alunos aqui no G4,
como a própria V4 ou a própria G4, eles não são desse perfil de caso, que é um outro tipo de negócio.
São caras que controla o canal de consumo. Então, eu consigo ir lá, gerar um lide para V4, para o G4, para o iPhone de benefício, para a Stone, para o Dension,
diretamente no meu canal digital, ou usar o vendedor para o Dension para prospectar, um exemplo perfeito que a gente está envolvido juntos,
que tem pouca investimento em propaganda, o cara aí entra lá, fala com as pessoas, vem de pacaramba, marque mais, vem de segura de vida no Brasil,
um quase investimento de branding, do tipo propaganda. O problema é, então esse tipo de branding que eu sou mais contra,
porque eu coca meu cuidado no alerta para o empresário que está nos ouvindo, eu acho que você vai acabar concordando aqui,
porque eu acho que a gente fala da mesma coisa, no fim.
-Achalera, só isso que eu tenho. -Que é o seguinte, cara, tudo vira, desculpa para investir,
se tu acha que branding é forever, sabe? Cara, não é que isso aqui não deu rói.
-Ah, quanto que eu vou gastar no meu estândio no vale? -Use de muleta. -É, eu gostei quanto meu estândio do vale, 100 mil ou 10 milhões ou 1 milhão.
Ah, baranho, é que não deu rói, é que é branding, é que é para a marketing, é que você é maneiro, tem que ser épico.
Tu entranessa, cara, viram gargalo, né, de um ralo de dinheiro.
Então, eu acho que marca é importante, a gente tem que construir marca, mas o objetivo é vender.
Agora, se eu vou fazer um estândio no vale, cara, ele tem que ser coestro, ele tem que ter o vermelho, ele tem que ter o branco, ele tem que ter as cores,
porque todos os pontos de contato do consumidor, com a minha empresa, tem que ser consistente gerar uma boa experiência,
para que a percepção de marca seja relevante. Essa é um pouco da regra geral.
Ah, não sei em cada CPG, que eu não controlo o canal de consumidor, vou desfato ter que disputar o consumidor no lugar onde eu não controla.
Então, a minha preocupação é o gargalo de dinheiro das empresas, que investem muito em propaganda, como se fosse a Coca-Cola.
Muito bem.
Eu fiz tempo dele, eu fiz um minuto a mais, mas está tudo bem, vai na época.
Agora, eu estou grande.
A gente cai atrás de um quadro, mais um quadro da galeta.
A gente se deveria virar isso, não é?
É muito bom.
É muito bom.
Melhor é o pessoal de duas anos de tempo, um debate.
Eu vou fazer a campanha dessa boa com tudo de negócio.
Cara, eu acho assim.
Brem de, para mim, ele tem o objetivo de fazer você vender mais rápido, mais fácil e mais barato através de posicionamento,
diferenciação e relacionamento.
Então, o Brem de, ele é literalmente um projeto na empresa que você decide o quanto você vai gastar.
O problema é o que você falou.
O Brem de vira desculpa para tudo que não tem como objetivo o primário vender.
Mas eu não acredito que uma ação de Brem de não tem uma meta de venda.
Ela só não deve ser decidida se vender para se pagar.
Essa para mim é a grande mudança.
Não é que uma iniciativa de Brem de ela não vende, ela não tem meta.
Ela tem.
A meta pode ser de venda como não pode ser de venda.
Mas ela tem que melhorar a venda.
da sua empresa. E aí você olha assim, como é que eu uso brand para construir um novo público?
Como é que eu uso brand para lançar um novo produto? Então você vai usando brand várias
formas diferentes, aonde o output perfeito é na minha opinião dominar a memória do cliente.
Então cara, brand para mim é essa clareza de posicionamento, essa qualidade na diferenciação e
obviamente a proximidade do relacionamento. E aí cara, um evento é o necessário de ver.
Aonde eu vejo o problema? Acho pessoa, hein?
Eu não tinha de dizer, é um evento?
[risos]
Você falou não rápido, então que. Que você entendeu que você falou?
Não, não, não. Eu falei que. Eu falei. Eu falei do. A pessoa faz um evento, a prudência no São Paulo Open.
Bom, é uma ação de brand desde que ela utiliza isso para se posicionar, aí como é que ela usa isso
para se relacionar com cliente, para prospectar o cliente, para se relacionar com o Life Planner,
para prospectar o Life Planner. Aí quando você pega isso tudo aqui, não é que esse
investimento, ele não vai ter uma jornada e uma arquitetura de uso para virar negócio.
E aí eu acho que a galera bota brand numa casinha como você falou aí, eu te dou a razão de,
"Ah não, brand essa é investir para não vender." Não, não, não.
Você tem que investir em brand para vender mais rápido, mais barato e mais fácil.
Essa é a minha provocação. Vamos lá, treplica.
O que eu falei, a afirmação que tá escrito no papel de vocês é que o objetivo é vender e o branding é feito colateral. Não diz que não fazemos branding.
Então. Então, mas se ele mitou. A brand safe, não. Não, não. Não, não.
Mas tu concorda, tu concorda o descorra que o objetivo é sempre vender mais.
Ele concorda. Ele concorda o descorra de vender mais, mas ela tem de maneira mais fácil.
E tu concorda o descorra que marca ajuda a vender mais.
Todo concorda, ele falou desde começo. Então, mas a minha frase é "O objetivo é vender."
A marca vem depois. É isso? Não, aí eu não concordo.
Tá cavo, tá cavo. Mas tu acabou de falar isso.
Mas o que você não concorda que a marca vem de coisa?
Para aí, o objetivo é vender depois pelo concorda.
Para aí, mas o objetivo é vender.
E o objetivo só tem um ponto, só pra ter dois objetivos.
[Risos]
O objetivo é fazer marca. A marca poia vender.
O poia, se fosse uma pirâmide de objetivo no número 1, a pirâmide é vender.
Vem uma série de coisas, portar. A gente pode escutar no final.
Você está mais próximo do roi.
Olha, eu posso intervir aqui.
Pode pôr de vista.
[Risos]
Vou dar meu pôr de vista aqui.
Eu acredito que depende do seu posicionamento como marca.
Falei um exemplo CPG, né? Que é outra história.
E eu vou dar um exemplo aqui fácil de canui versus J4.
Tá? Canui, nosso posicionamento, era público BCID.
Então, qual era o nosso velho propósito de valor pro cliente?
Seu mais barato possível com maior portfólio
que você tiver naquele início que a gente atuava.
Portanto, qual era o nosso trabalho pra entregar essa propósito de valor?
Seuficiente?
Pra o suficiente, o que eu precisava ter?
Comprar produto bem, pra vender ele barato.
Precisa você eficiente dentro de casa.
Pra conseguir repassar todo o grande eficiência em surpreso pro meu cliente final.
Ponto.
Dito isso, a construção de marca no fim do dia foi isso, ela não estava na prioridade.
Eu entregando o melhor produto no valor mais barato.
Pra aquele meu nicho, que era mal atendido naquele produto,
a marca vinha no final.
Porém, ao longo do tempo, uma das maneiras que a gente encontrou de entregar,
trazia mais audiência, foi patrocinar todos os youtubers do Brasil durante 2013-2014-2015.
Inclusive, o irmão do resenso, o orbitar resenso.
Que ele mandou o contrato, o primeiro contrato que a gente fez com ele.
Bizarre uma, que tinha 12 anos de idade.
Ela é loucura, cara, muito loucura.
Pronto, agora o ministério trabalha e volta de 4 contato.
Não, mas era a empresa de óleo.
Era uma empresa dele.
Era a empresa dele.
Daí é a prova dele, se ele tinha a empresa dele ou não, com a mãe dele, não era meu.
Eu estava contratando a empresa dele.
Então, a construção de marca, no fim do dia, era a última coisa.
O objetivo era sempre vender.
Quando a gente passa para o G4, que a gente atende o público, "Ah, caro topo da pirâmide,
que são os donos de empresa, você tem, sim, o objetivo de vender."
Porém, a gente já perdeu.
A gente já concordou com ele.
Eu concordei com ele.
Tem o objetivo de vender.
Porém, se eu não criar uma marca muito forte de exclusividade, de qualidade e de tudo,
de nada adianta eu só querer vender porque, em algum momento posterior a isso, se eu não
tiver marca, é um voo de galinha.
Eu vou começar a vender vender, vender, se me entregar ruim, se tudo que vem junto é ruim,
que tem a ver com criação de marca, eu caio.
Então, é um voo de galinha.
É só vender e depois cair. Então, de fato, o objetivo é vender, só que para o continuar
vendendo e continuar sendo relevante, a minha marca precisa ser amada, precisa ser admirada,
as pessoas precisam querer fazer parte dela, pertencer.
Para isso, eu preciso, sim, fazer um trabalho de marca que me posicione nesse lugar.
De novo, na canui, tanto faz tanto face, aqui, a construção de marca é algo importante
para que eu possa vender mais, melhor e mais rápido, só que eu concordo com você.
Eu acho que tem um consenso aqui que a gente discorda menos do que parece.
O objetivo é vender, isso a gente concorda, aí eu ofriu, falou, mas o objetivo também
é construir marca, aí eu acho que coloca eles mais próximos, assim, o objetivo é vender.
Aí o que eu ofriu, está dizendo que, aí eu concordo também, eu acho, não sei o que você
está dizendo, você vai dizer, mas é, o objetivo é se vender.
A ação prioritária para vender é marca, eu concordo.
Eu concordo, está por quê? Porque eu penso assim, quando eu falo que eu falei,
você deixou terminar o que faz a época, quando eu falo que eu falei e falei o seguinte,
sou apredeixo, uma empresa de planta saúde, cara, dá para me invender e me eterno o cara na rua.
Óbvio, são mais próximas de fazer vender.
Mas já que esse cara vai estar na rua, antes dele para a rua, ou seja, antes a ação prioritária,
é bom eu ter uma marca, bom ter um logo, bom ter uma comunicação, porque toda vez que esse
cara for bater num cliente, que ele bata de forma consistência, a gente vai construir na marca.
Então, antes de vender, é a prioridade que eu pense no posicionamento da minha marca, porque,
senão, toda a minha ação de venda, eu até vendo, mas eu não construo marca.
Aí o meu carque só vai aumentar e ele vai reduzir, eu acho que é isso que eu ofreita
dizendo.
Todo mundo que é vender, mas não venda antes de pensar a tua marca, isso eu concordo,
eu fiz isso antes, cara, a gente sempre aparece vermelho e branco, a gente sempre aparece
com a mesma tipo de identidade, no divós, o consistência de marca, consistência de comunicação,
eu concordo.
Eu não fizé isso antes de fazer o GTM, tu vai, tu não vai construir a marca, a gente vai
só vender.
Mas daí, para mim, que eu tentei deixar bem claro, entre exemplo da cano e exemplo do G4,
eu acho que vem nos critérios que o teu público alvo entende que ver valor no teu
negócio.
Então, na cano e o que meu público alvo via valor preço em primeiro lugar, antes de tudo,
depois, produto que eu tinha, depois, tempo de entrega, depois, tivesse algum problema
o consigo devolver ou não, que é atendimento, e lá por último, marca, faz isso, ele comprasse
na cano e na senta, ou na da Fite, na NetView, tanto faz.
E eu acho que até mais fácil de fazer esse exemplo, quando penso em supermercado, você
pensa no supermercado de punção, marchê, que é mais premium, versus um dia que é menos
premium.
O cara que vai no dia, ele pensa no quê?
Preso, primeira coisa.
O cara que vai no seu marchê, ele pensa em portfólio, qualidade, atendimento, depois,
ele vai pensar em preço.
Então, dependendo do seu posicionamento que você tem, no niche que você vai trabalhar,
marca pode ser mais ou menos importante para você conseguir entregar aquilo que o cliente
de fato valoriza, e eu vejo para coisas que são mais exclusivas, quando você atende
o público mais seleto, marca é mais importante no que preço, do que outros atributos.
Então, eu concordo com você de ter essa clareza do Goldmark, de como você vai entrar
no mercado, de você ter uma consistência de marca, de comunicação, de playbook, do que
você vai fazer como você vai se comunicar, mas isso é o básico que toda a empresa deveria
ter.
É investir mais em marca, no caso do G4, faz mais sentido, do que investir mais em marca,
no caso da Canui.
Vamos lá.
Tem um ponto em que tem alguns pontos aqui.
Ah.
Já até a parede economitar.
Então, tem alguns pontos interessantes aqui, importante a empresa.
Primeiro, na minha cabeça, a brand não é marca.
Marca faz parte de branding.
Ótimo.
Então, voltamos na definição do que é branding.
É isso.
Então, marca é uma das coisas dentro de branding.
O que que mais você tem de atributo no seu ponto de desempenho?
O que é brand, parece que não, a empresa tem que fazer branding.
Cara, toda a empresa faz branding.
Então, a empresa faz branding que é queiro ou não?
Que é queiro ou não.
Ela pode ter estratégias ser intencional, ou ela pode simplesmente fazer por fazer.
É que nem fazer marca, de toda a empresa fácil.
Existe no mercado, está fazendo marca.
Mas ela, por si só, ela não tem que branding, não é algo prínio.
É igual marca, marca, às vezes a tua marca é ser comum.
Então, tudo bem.
Mas você concorda como é que sua marca, você não precisa investir tanto na sua própria
marca.
Se o valor que o cliente vê é preço, depende dos critérios que o cliente vê, é porque
o teu niche. É porque a estratégia de preço acaba se tornando brand, assim, como distribuição é
o brand da Coca-Cola.
- Mas você não concorda. - Tem todo lugar?
- Mas você não concorda que isso muda de da teoria que ele tá falando. - Pra toda a teoria que ele tá falando.
- Por exemplo. - O peso isso tem, essa construção de marca muda não.
Mas é óbvio, né? Mas aí é aquele lance do que a gente ensinando gestões de estratégia, quer falar pra cara.
Cara, eu sou uma empresa de advogado.
Meu irmão, tu tem que investir em autoridade, você tem que investir em ambientes, você tem que investir em relacionamento.
O que vai fazer o teu negócio funcionar é isso aqui.
Isso aqui vai te dar acesso, acesso vem de não, que vem de a convivência.
Como é que você convive? Puta, hoje é através de comunidades, é tanto profissionais, setoriais, regionais, quanto de robes.
Porra, aí isso aqui, com seus queis documentados, porra, com autoridades, vai fazer você criar janela de um poder.
Porra, isso aqui é. - Market de advogado, né? - É que a minha provocação, eu não sei nem porquê. Esse ponto ficou em destaque de tudo que a gente poderia falar, mas. - Vamos falar de outra coisa? - Não, é porque na minha visão assim, eu estou numa visão
que até o motivo de eu ter parado de prosia e conteúdo, de foco.
Porra, cara, é tanta coisa que a gente tem que cuidar na nossa vida aí, na empresa, que. O que eu acho que, quando eu faço a edicção de CPG, esse caso é o Carlos Carlos versus V4, eu lembro muito de um cliente,
que é a TCN Group, fábrica de elevadores. Cara, eu não sei nem se eu posso falar, mas acho que faz muitos anos, se eu nem dinheiro por isso,
mas eu orçamento de marketing deles de mídia, que não é marketing, é uma parte de equação, a empresa de bilhões de dólares,
somente de mídia deles na América Latina era coisa de 300 mil reais por ano, porque o branding ou marketing,
ou seja, lá, qual o branding ou marketing, deles é a engenharia, o caso é fazer elevador e não cair o elevador, é isso.
Talvez seja a melhor coisa na Boeing, né, ou na Narbus.
Então, às vezes eu vejo que o cara tá no business desse tipo, que o produto do cara engenharia, que o branding é engenharia,
que o marketing é engenharia, e o cara fica ver esse ruído do Carlos, você vai fazer um conteúdo na internet, você vai fazer um seu quê, você vai ser o quê?
E ele dá mais peso para isso, do que para a engenharia, ou o cara tá numa indústria de bens de consumo, e ele dá menos peso para conteúdo,
quanto ele deveria, que poderia destravar muito valor para o negócio dele. Então, no fim, todo esse papo, essa provocação é uma questão,
na minha cabeça de priorizar a partir do teu contexto, nada do que a gente vai falar aqui vai ser exatamente a mesma coisa para todo mundo.
E eu concordo que é basicamente que eu trouxe aqui, no meu exemplo, tem um contexto que o critério de investir em marca,
tem muito menos valor do que no outro.
E tem um lance do time também.
Tem um lance do time, às vezes o cara tá no momento, que, por exemplo, é a prudência lá que a gente tem a relação em comum.
Boa, são esses anos SPOP e no Rock & Rio, não precisa ser um gênero para imaginar que costou muito dinheiro.
Aquilo ali faz sentido, naquele momento da empresa, aí tem as estratégias por que tá as empresas que ela entende que sim.
Talvez naquela mesma empresa, no mesmo contexto.
Mas não só isso, né?
A ideia do tipo ponto que a galera aqui não observa.
Que é, na minha cabeça hoje em dia muito, o marketing, ele constrói alguns ativos, o marketing ele é a luga,
ou qualquer cara, essa vai ficar fora.
Eu vou fazer um quarto aqui.
O marketing, hoje em dia para mim, ele ou a luga ativo ou ele constrói ativo.
O que tá fazendo muitas empresas se tornarem mais sustentáveis e não ficarem dependendo dessa quema de dinheiro,
é porque elas estão construindo ativos de marketing.
Conteudo orgânico e o YouTube são coisas que as empresas estão construindo, que se tornam ativo, que ela vai explorando.
Então, se eu gastar hoje 10 milhões com meu YouTube, dependendo do ativo que eu construa, daqui a 20 anos eu tô extraindo valorando.
Dependeendo de várias coisas.
Eu tô extraindo valor dele, há 20 anos, como você eu tenho certeza que hoje, dos dois vídeos de lá, de trás,
e de todo o conteúdo que tinha produzido na internet, tu continua extraindo valor mesmo quando tu parou de produzir conteúdo.
Eu posso te dar uma evidência à favor do teu ponto. Esse mês eu vende 150 mil reais de públi no meu Instagram,
onde eu não produzo conteúdo faz um ano.
Então, eu fiquei pensando, "Cara, quem é que aprovou esse orçamento dessas empresas?"
Então, a gente tá falando de pôr de patrimônio aqui.
- Patrimônio, só eu. - Então, eu realmente. - Ai, vamos falar o que eu estou falando hoje. - Vamos ficar lá dentro.
Vamos ficar lá dentro do exemplo da prudente, eu não roquei rio.
Cara, o investimento num roque rio, ele é além de alugar aqueles seis dias, é seis dias, festival?
- Acho que é, né? - 3, 3, 3, 3 dias.
Ele aluga aquele espaço, só que ele é um ativo usado.
Cara, um ano antes, e agora ele continua sendo usado.
Porque o que foi produzido de imagem, o que foi produzido de relacionamento, o que foi produzir pôr?
Eu levei o Netão lá, e a gente laja negociou um jogo de futebol, que vai ser os influenciadores
versus live-planer.
Que aí eu já desei da gente fechar o Maracanã pra fazer esse jogo no Maracanã.
Já. Tipo assim, não iria existir esse ativo, esse ativo nasceu do roque da oportunidade
do roque a ir.
Então, eu acho que tem o efeito de desdobramento, que aí é onde eu acho que as empresas
e os time de marketing são muito fracos, porque eles estão muito mais preocupados em
alocar a verba, e eles estão muito mais preocupados em usar o que eles compraram.
Eles não tão preocupados em gastar tempo, trabalhando, desenvolver e construindo com o ativo
que eles têm.
A gente, vou dar um exemplo aqui, não vai estar de prova comigo.
Volto Sante do Mão, usamos bem, não usamos bem, não usamos mal, usamos mal, fizemos
o investimento de associação, experiência e, pô, não usamos bem.
Era um negócio que agora, podemos usar, fizemos algo grandioso.
A pergunta agora, como é que a gente usa aquele conteúdo, como é que a gente usa aquela
história, como é que a gente faz corte?
Então, eu acho que o branding, ele é a construção de ativos que as marcas são investidos
em tempos.
Eu mesmo já construí na minha cabeça o modelo, nas empresas que eu ajudo, que é, cara,
vou patrocinar um evento, vou patrocinar uma atleta, se eu não tiver o dobro do valor
que eu pago para distribuir aquela ativo, não vale a pena fazer.
Mas o ponto, para mim, ali no caso da própria prudência no Rokken Hill, que eu tava falando,
às vezes aquela mesma ação que faz muito sentido na estratégia do momento da prudência,
poderia não fazer sentido para a própria prudência em outro momento, depender do que
é a restrição da empresa naquele momento.
E aí, outro detalhe, uma vez que é, vamos dizer que a gente identificou que é, eu discuti
esse café até ali no Rokken Hill, que uma das ideias que tinha na mesa lá para prudência
era investir em impulsionamento dos conteúdos produzidos na Durante Rokken Hill.
E aí, fiz a conta do dio-despectivo bug de te destino que ela tinha preprogramado para
isso, dado o CPM que custa hoje comprar impressões e dar um número X de alcance.
Pense aí, costa 40 reais, 30 reais, 50 reais de perder do mês, o mil impressões no Facebook.
Pô, é para a Bloene, vai alcançar mais gente, só que eu falei para ela assim, esse alcance,
ele não tem valor de marca pro objetivo, porque não valor que ele é comprado, ele não
tem certeza de que ela está dando engajamento, mas a métrica, teoricamente, tá ali, to
alcançou.
Falei, é melhor tu pegar sempre sem ser desse teu banho de ótimo e gastar com mais
influenciador.
O que é influenciador, o valor era significativo, dá para fazer vários influenciadores.
Só que não tem um influenciador desse, não acertar, um conteúdo que vai alcançar mais
gente do que tu impulsionar tudo.
Foi o que você fez, né?
-Quando os milhões de viões de viões em quator do mês?
-Se tu for comprar 12 milhões de viões de viões de viúca, está quanto hoje?
12 milhões?
Vai custar quanto, faz a conta aí, não?
Tu quer mais engenheiro?
12 milhões dividido por mil vezes 50 reais da quanto?
-12 milhões de viúca, dá 1,120 mil. -12 milhões. -12 mil. -12 mil. -Você é 60 mil?
Vai, faz a conta aí, é com a hora do 12 milhões de viúca por mil vezes 50 reais.
-Você é 50 reais. -12 mil. -6 mil. -Foi que tu economizou, se ela fosse impulsionar, entendeu?
Então ela deve ter gastado muito menos para fazer toda essa ativação com todos vocês fora que é muito mais legal.
-Vou. -O jeito que esse negócio chega na audiência.
-Não, não. 12 milhões foi engaixa. -É 12 milhões foi na manhã, né?
-E se pegar esse conteúdo de cortar hoje? -E o que reverberou de porra?
Essa é a minha preocupação quando eu acho que tudo vai para a marca, dá para te fazer de várias maneiras, né?
É isso, estou falando 12 milhões foi o meu, não estou contando netão, não estou contando guto, não estou contando corte, não estou contando nada.
Bom, tá bom então, deu Jade Branding, chegamos aqui numa conclusão, agora vamos falar de venda.
Não, um livro é marca, outra venda, né?
Vamos falar de novo que o segundo bloque, quem gosta de marca tem de marca, quem gosta de verda tem de verda.
-E se eu fiz vermelho, o menado vai cortar. -Tem para todos os gostos de verda, o nosso é de verda, o de marca fica com os outros.
-Caro, o dia diferente, de tudo que eu já falei publicamente e aqui mesmo na outra episódio, vou 2, já, né?
-O foi um, eu e tu. -Cê não. -Vamos gravar outro e você?
-Ade você, cara, vamos gravar. -O meu foco nos últimos 12, 18 meses, que até o papo do conteúdo conecta o pouco primeiro bloco, é o. -Tento errou. -Tento errou. -Adimite, vai?
-Não, cara. -Eu acertei para caramba, né?
-Não, acertou. -Acertei, cara.
Eu tu sabe que existe produzir e capturar e você. -Mas, alucão. -Vamos lá.
-Caro, que virou um grande. -Caro, calma.
-Está se ausando. -Eu sei para que ele parou, é outro motivo, mas vamos lá, continua.
-Caro, e calma aí, cara. -Cara, dê, dê, eu sei.
-Que eu não sei. Aí a relação vai ficar. vai ficar cortada aqui, mano.
Não, mas, ó, o lance é assim, a pro cara vender mais, a minha grande ideia, a minha grande novidade, é o lance das estrelas.
Focou encontrar aquilo que é uma otimização global na otimização local.
- É marketing. - O que eu falo desde 100.
- Desde 100. - Uma, um.
- O otimização, cara, mas aí no marketing, ele tem muita otimização local, né?
Então, capturando para a nossa audiência aí que não fez o GF eventualmente, a gente tem
1.000 coisas que é legal.
Pô, é legal produzir conteúdo, é legal fazer um podcast, é legal melhorar o teu produto,
é melhor melhor, melhorar a tua caixa, melhor, é legal melhorar a tua distribuição, é melhor.
Tudo é tudo legal, mas uma dessas coisas tende a ser algo que vai destravar mais valor.
Um exemplo que acontece muitos nossos clientes, pensando que eu posso falar publicamente,
mas um exemplo que acontece muito com os clientes, o cara investe em mídia, já era demando,
ele tem 1 ou 2 vendedores, rapidamente tu já não tem mais capacidade de se chamar.
- Então, serve de algo ter mais tráfego, seja em mídia, seja orgânico, ele vai jogar tudo no lixo,
porque ele não vai dar vazio a um potendimento, quantos casas acontecem, um dos últimos vídeos
que eu gravei em meu Instagram, fui eu tentando comprar lenha pra minha choqueira, e aí o cara
me atendia mal pra caramba no WhatsApp, eu gravei de indigirado, ele foi conteúdo,
foi caralho aqui bizarro, que tudo comprado o cara, o cara não dá a mínima atenção pra que ele me vendei a leia.
WhatsApp, então ele já fez todo o trâmpico, cliquei no ED dele, lá no Google Search,
aí ele vai lá e reclamar pra agência dele, que ele não consegue ter resultado,
mas a restrição do cara não era tráfego, era no time de vendos, então ele deveria fazer o que parar de fazer tráfego.
Não necessariamente, ele precisa alinhar as áreas, a restrição.
Se ele não consegue suportar mais do que dois, ele deveria atuar essa restrição e fazer mídia, tráfego e o vejamento orgânico,
o suficiente pra dar conta enquanto ele trabalha pra ele levar a capacidade dessa restrição,
o que vai acontecer? Ele vai aumentar este impadés em indedores, que não é nada, custa nada para meu aparias empresas.
Aí ele vai ter mais indedor do que demanda, aí beleza, aí a restrição muda de lugar,
que é a cardiologia da corrente, sempre tem um ela mais fraco da corrente,
tem que encontrar o ela mais fraco, otimizar ele não os outros,
o que é uma opada das empresas faz, ela não sabe qual que ela é mais fraco, ela fica otimizando um ela que não é mais fraco,
a corrente segue rompendo, o que ela mais fraco continua fraco.
Então, isso é o que a gente fez para a mosa, ao longo desses anos,
desse último ano, que eu fiquei sem fazer conteúdo,
porque o ela mais fraco da corrente não era exposição,
não era coisa relacionada a conteúdo, eu posso detalhar isso quando vocês quiserem,
e é o que a gente tem percebido na maior parte dos nossos clientes também,
que o foco numa única coisa, que não necessariamente é essa,
vai gerar mais ouai para ele, por exemplo.
Finalmente, ele entendeu o grupo.
Então, mas tem uns detalhes interessante, o detalhe interessante é. Mas se eu não muito marei, isso me irrita.
Ó, calma, tu tá nervoso, calma.
Não é nervoso, porque eu to dando outra ponta, então eu sei o quanto você. Calma, tu tá nervoso, calma.
Ó, atualmente tá aqui, ó.
Calma, tá lá.
Ó, todo mundo tá familiarizado com o Funil,
a gente já sabe que um Funil ele é uma bosta,
porque ele acaba quando o Dio acontece e é isso, só começou a relação,
tem o LTV do outro lado.
Aí a galera fala lá do Funil e o Polieta, né, do Boltide,
da gravata do Polieta, né.
O horizontal tem a quisição monetização de um lado.
Então aí já é bem melhor do que os modelos mais anteriores a esse.
Aí tem um plus a esse que eu tenho olhado, que é a inversão.
Ao invés de eu focar na quisição primeiro e depois na monetização,
eu inverto, foco na retenção, depois na decisão,
depois na qualificação.
Até a exposição, cê a última coisa.
Então a prioridade é, é mais fácil, ai, concordo de escordo de mim,
é mais fácil, gera mais lucro pra uma empresa tá nos ouvindo,
começando na base de clientes dela.
Caso ela já tem, obviamente, né, que é uma parte do nosso alunco.
Ou eu tenho que estar a fazer um perfil no Instagram e conseguir mais clientes.
Mais lucro.
Fato.
Então dado que o objetivo que todo mundo aqui tem igual que é mais lucro,
não mais receita, é sempre mais fácil fazer isso através
das coisas mais próximas do lucro, né.
Se eu melhorar, tá essa conversão?
Não se olhar pro negócio do cara.
Tá falando exatamente, meu alô.
É melhor o cara ler qual dos seus livros primeiro,
bora vender ou marca, pra dar mais lucro pra ele amanhã.
Bora vender.
Boa, porque é, cê melhorar um pouco.
É o que é mais lucro.
É o que é mais fácil vender.
Você vai dar 3, 4, 3.
Então eu. Então eu vou contar a minha história.
Vou, vou, vou, vou, vou nem pedir.
Eu vou contar meu depoimento de. Aluminado dia 4.
Quando eu cheguei aqui em 2019,
eu tinha 20, 30 mil reais de vechimento de marketing por mês,
de mídia, né, num marketing.
Então eu vim aqui no G4,
comecei a me relacionar com vocês
e conseguir clientes.
Era um big deal.
Você faturava, né?
Estou 300 mil por mês.
Eu fechava 10 clientes por mês,
9, 7 clientes por mês.
Passou-se aí.
Claro, 47 anos?
9, 6 anos, 6 anos.
6 anos.
Quanto você faturou?
7, 2019 pra cá.
Né, 7.
Quanto você faturou hoje?
Hoje a gente faz, na rede 50, 60 milhões por mês,
na matriz, 20 milhões por mês.
E a gente fecha mil contratos por mês,
15 mil pessoas se cadastro em presas
pra contratar a V4.
Então, o concordo discorda comigo
que já não é mais um problema
conseguir clientes na V4.
Então, concordo.
Então, tu é que é só tu ver o que. A mudança que tu fez no modelo de embaixador.
Se eu botou os cara muito mais pra apoiar
a retenção de dentro de casa
e agregar a valor pro teu contrato,
tu que fica. Falando de vocês. Então, que é o nosso. Então, o nosso. Então, o nosso. Então, significa que. Significa que eu faço zero conteúdo?
Não, eu tô aqui fazendo com vocês,
mas, po, eu diminui. Quando a gente tem uma ultimização global,
não quer dizer que a gente bota fogo nas locais, né?
Não vou botar fogo nas locais,
tá em presa, mas elas despreurizam.
Então, pra mim, vim gravar um podcast,
pra eu produzir um conteúdo, cara.
É a última prioridade na agenda.
Raras e sessões, o cara continua fazendo.
Tá lá, mais ou menos vivo.
Os meus perfis é minha imagem.
Eu vou retomar esse algum dado momento
quando eu resolvi a outra restrição.
Quando isso volta a governar o sistema.
Então, o gente fazia os clientes de imagem
que era a pergunta original.
É. E é um erro nosso.
Putsa aí o nosso.
Qual o que for?
É o erro da minha história.
É que eu acho, assim, sobretanto. Eu concluo nessa, e eu já apreti, ó.
Mora erro da V4.
E de todas as agências de mátito conhece bem essa turma.
Queria fazer tudo pelo cliente ao mesmo tempo.
É o full service.
A gente. Eu nasci no auge do full service.
Cara, eu vou fazer full service.
A falasta do 360.
A falasta da 360.
E aí é possível tu satisfazer esse cliente.
Porque não importa.
Tu nunca vai fazer full.
Possível tu vai ter que dar o que o objetivo
é a otimização global. O peito da delità desaninhada.
O certo seria fazer uma coisa.
Mas tu vendeu fazer todas
e ele comprou a otimização local.
É que tudo. É que no final tu não precisa deixar o teu cliente feliz
nem satisfazer ele.
Se você tem que fazer ele vender.
Mas mesmo quando ele vende,
ele também fica insatisfeito.
Porque a promessa foi fazer tudo.
Não foi só vender.
É isso, mas a gente tá te falando.
É.
Agora dá o contra aí.
O que você tava aí batendo a cabeça que é um microfone.
E em relação ao conteúdo dele,
é que eu acho que ele foi responsável.
Minha visão é que ele foi para um radicalismo
que não tinha necessidade.
Eu concordo do movimento dele, cara.
Eu fazia vídeo pro YouTube falando pro franqueado,
falando pro dono de agência,
falando pro pequeno empresa.
E ele viu. A real é que ele descobriu
que a genialidade que ele tem
e o repertório que ele construiu
dentro de uma empresa grande
dá muito mais resultado
e muito menos tempo do que era uma empresa pequena.
Então ele viu, cara.
O tempo que eu gaste tendendo 20 clientes
para faturar 1 milhão
se eu pegar esse mesmo tempo
e por entrar dentro da estônio,
dá para o Dench,
ou olhar para o que eles hoje fazem de marketing,
eu consigo gerar três.
Então porra, mudou literalmente o meu foco.
Eu vi que o meu esforço
em determinado cliente
para dentro gera mais resultado
com menos esforço.
E isso é performance.
Performance é diferente de produtividade.
Tem muita gente que é muito produtivo,
mas tem. Exato performance.
Exato performance, que o resultado é baixo.
É. Então quando você quer aumentar
a sua performance,
o meu teste no meu Instagram?
Cara, se eu gastar menos energia a minha estratégia de produção,
o quanto seguro o resultado?
Por quê? Porque não é só crescer o resultado.
É sobre 1 milhão e meus forços também,
para eu encontrar performance.
Então para mim ele errou nesse ponto de cara.
Por quê?
E eu falo isso,
e ele vai ter que dar uma opa matória.
Porque esse, uma opíxia que ele recebeu na conta da V4,
da história dele,
foi o pai que vem meu.
Então assim, a verdade é. Essa estrega aí, né?
Essa estrega aí, né?
Então não, não.
Então eu falei da generalidade.
A questão é que essas pessoas chegaram
e foi fácil para mim falar sobre ele.
E algumas chegaram perguntando sobre ele
por conta do conteúdo dele.
Então ele fala, não, o conteúdo não faz o cliente grande.
Com certeza.
O cliente grande
é uma mistura muito maior de canais.
É uma orquestra.
É uma maestria de você.
Cara, faz relacionamento.
Invesse ambiente.
Tem a opadrinho certa, a associação.
Então é uma mistura que ele veio construindo
isso ao longo do tempo.
Um várias pessoas do mercado que ele testou.
Do silevel de companhia,
ao empreendedor,
ao influenciador criator que fala de marque.
Ele testa tudo.
É uma esponja do Brasil.
Hoje de marque é ele.
Ouvio testa, ouvio testa.
Meniné bom, meniné bom.
A radicalidade de porra.
Eu não vou mais produzir conteúdo.
É que eu vou fazer porra.
Tá cagando.
Porque com o orçamento,
com o tamanho de preso que ele tinha,
ele poderia falar.
Eu não vou margar isso até um produzindo.
Mas isso não impede de cara.
Eu criar uma estratégia
que eu possa continuar fazendo uma notensão.
Por quê?
Porque o tempo corra e tudo, irmão.
Se não faz uma notensão na tua relação que teu sócio,
a sociedade tem minas.
Se não faz um teu casamento,
se não faz o teu barro, o barro que foi o rujo.
Exato, então sim.
Tudo tem que ter uma mínima notensão.
Então, porra.
Pra mim, ele é o rujo.
De falar, porra.
Eu não vou mais dizer que eu não vou dar.
Aí falei, pronto.
Agora que eu fazer ver a brandia, essa porra.
Fazer ver a marque.
Eu não vou, dele é sumir.
Todo mundo dele é paroto.
Eu terei paroto.
Eu estou querendo deixar o conteúdo para o outro acabar.
Talvez esse seja o meu barco.
Então, é isso.
Eu estou querendo fazer essa porra.
Sempre que ele parou de verdade.
Quando o que acontece ali,
em 2024 teve as enchentes em grande sul.
Começa aí na minha vida pessoal.
E quanto isso influenciou na decisão.
E aí a gente. A gente estava grave, é bem na enchente. Eu soube o sexo do DNA, né?
No dia da enchente, foi o meu aniversário de 30 anos. Foi bem, no dia 4 de maio de 2024,
que fez 30 anos, e soube que ele seria menino no caso ali, no dia que ela me mostrou.
E foi no dia da enchente, peça, atingia 3, ou dia 6, foi o auge.
E aí começou uma treta, né? O que ela estava grave, tá com os 3 meses ali, 2 meses, né?
Como se coloca o sexo por aí, na 2 meses, ósse.
E aí a gente começa a fazer um movimento de mocar. Meu lento, você trouxe todo mundo pra cá.
Não, pra ir. Pra vali. Pra ver isso, né?
O que que eu faço? Aí meus sugos perderam tudo, lá era Matias.
Aí eu tive que mudar, eles lá pros óculos, lá no indolitoral do Irgurã do Sul.
Aí eu tive que ir a Vim pra São Paulo, a lugar uma casa aqui, levar a GES, que eu não dá pra ter o filho lá em Porto Alegre.
Aí a gente beleza, tô aqui, abandonando aí tudo pra trás, causou pra que eu tinha que ir em São Paulo,
as malas que ela fez. Aí começa a ideia de mudar a empresa de Irgurã do Sul pra cá, a gente decide. O projeto já ajuda lá. O projeto ajuda lá, e também já tá fazendo de lá de captores quase seis milhões de aires no todo.
Eu era o FPNegro, ele compras, e a turma fazia logística, já tá fora do estado, e tocando a empresa.
Aí nesse meio tempo tem as procomplicações ali do agravidez, as GES que foi internadas, com os coletadeis notei.
Até que veio o último agradável, né? Porque ele acabou nascendo no Star, meu apelo no Brooklyn, e a V4 aqui na Beirini.
Então eu ficava nessa triangulação, foi muito top.
Eu não fiz essas contas, né? Porque minha agenda é muito São Paulo, já. Mas ele nasceu muito antes.
Nasceu com 6 meses, mas muito antes.
E aí a gente ficou nesse. Mas antes, até em 2023, eu tinha voado 150 voos.
Então eu já fiquei com isso na cabeça. Como é que eu vou ter um filho e vou ficar voando 150 voos, né? Porque minha agenda é muito São Paulo.
Aí a gente faz o deudo escritório, começa a montar o escritório, a puta rolê, mudar toda a galera pra cá, a gente atrezendo as pessoas no sul.
Aí eu, aí eu fico o meu nomad, né, onde eu vou morar, e eu faço de o colinho da casa, mas com isso eu construí a casa, mudo pra campinas.
E mil coisas acontecendo em preço, tão mil áreas ao mesmo tempo.
Então não dá pra negar que há um. Dependente das costas no fim, é tudo certo.
Os males o menor, né? O final do esse ano passado, ele já estava com mais de um ano e já estava tudo certo.
- Já tinha passado. - Já passou os perem.
Os perem de grande. Mas cara, é muita coisa na cabeça.
Sempre, eu lembro que uma vez eu gravei um podcast com um caio carneiro, marco muito assim.
Bem antes, se expapa todo, né? Anos atrás.
E ele perguntou um dos melhores beóides de ser empresário, a ser o quê?
Eu falei, "Cara, tem que lidar com muita coisa, grande ao mesmo tempo".
Porque é muito pipino gigantesco, ao todo momento, né?
E aí tu vei os negócios pessoal ainda mais esses pipinos gigantescos?
Então tu fica super carregado, não importa a circunstância, né?
Por exemplo, é um filho, só pelo menos entre aspas, no tipo de dificuldade pessoal, a gente tem mais filha.
Mas trampa ainda, eu fico imaginando, né?
Eu já fico pra mim vir pra São Paulo de um beô, morando em Valhios.
Imagina como é que é pra. Tic que tem três, quatro costos.
Eu estava hoje aí em 104.
- Falei de cia e tirei. - Falei. - Falei de chamando de amô, olha lá.
[Risos]
- Ainda não capei, então. - A chance do quinta aí, ó.
- Permita. - Na batera porta.
- Então, cara, o fato é, é muito. - Isso é um puri marco.
- É muito beô. - Então tu tem que escolher o foco.
Porque eu não trabalho menos, mas trabalho.
- Você tem que encontrar todas as perguntas. - Nas coisas certas.
- Então, é isso. - Mas eu acho que é isso.
Eu acho que também não tinha tanto em sumo de estratégia que nem tem hoje.
- Agora. - Eu concordo.
Mas que eu fui um cara que nos últimos 12 meses, 18 meses,
desbravei uma estratégia muito diferente de conteúdos. - 18 anos. - Que por hoje.
- Então, às últimas. - 10 anos.
- Os 10 anos foi o episódio. - Mas é isso.
- Forma é diferente de. - E teve um outro fato, tá?
- Eu não tinha antigamente. Era muito explodido o conteúdo.
- Mas teve um outro fato, porque ajudou que foi.
Fernando teve no Pave IV, né?
- Porque nesse meio tempo, também são dois anos. - Eu já subi.
- E ele fez essa rampagem.
Fernando entrou na V4, final de 2024.
E ele tinha 10,000 seguidores no Instagram, sei lá.
- Um coisa assim. - Fernando foi melhor.
- Então, melhor. - Nesse meio tempo, eu falei que, cara,
é melhor Fernando ser o meu Bruno Perini.
E eu ser Fernando Vasconselho, entendeu?
Que eu me sinto melhor.
Não curto mais da aula, já tô cansado.
Eu tô de saco cheio, também, de falar da mesma coisa.
E ele ama da aula, então foi porra.
Bota o cara na zona de inelidade.
- Ah, só muda, só muda o lugar, né?
- A gente foi jantar lá e a aula é igual.
- Em que sentido?
- Ah, falar pro cliente grande do sábio, a forma que tu pensas.
Porque assim, a questão não é que o cliente grande
não sabe o que a gente sabe.
É que ele não organiza o que ele sabe como a gente organiza.
- Ou ele tá dependendo de pessoas pra fazer isso por ele, né?
- Ele sempre depende. Mas ainda assim, ele tem a ciência,
mas não tem a forma, não tem a prática.
- Mas aí, no meu caso, tá?
Também outro detalhe.
Eu vejo que uma das atividades que mais dá roi,
além de produzir conteúdo e fazer a de que que a cliente é muito óbvio,
e até aprendi-se um pouco com vocês, assim, ao longo desses anos.
Construir produto, velho.
E eu gosto de construir produto em muito contexto.
Então eu sentar com o cliente, não é só o payout daquele cliente.
- Eu tô construindo pra ele.
- Tá usando ele pra criar um produto.
- Exatamente.
- Que sabe que uma pessoa que também manda muito bem nisso
pra menos caras que. - O juco, o juco, velho.
Muito bom nisso, ele é um cara que. - Ele fala.
- Ele fala. - Parada dele é fazer reunir um cliente.
- E ele for que as caras que motivam a parar de fazer conteúdo.
Eu falei, "Cara, esse cara tem uma empresa do nível que eu me comparo."
E ele não produz nada de conteúdo.
Eu falei isso pra ele.
Eu até publicei isso, né, quando eu falei que é parar.
Porque ele é muito melhor do produto, velho.
Ele foca muito mais energia no produto.
- Tá, mano, não tem um ou outro, né?
- Ah, então, mas calma, calma, predoa.
- Não, vamos lá, Alfredo.
Eu vou tendo a concordar com ele aqui, porque aqui no G4,
a gente montou uma estrutura,
onde cada um consegue jogar no seu lugar de potência.
O teu lugar de potência, querendo ou não, é criando conteúdo.
- É tipo o Perini no grupo do Tális.
E, carinho, não só isso.
Dano muito em site pica, bom pra caramba.
Aqui pro G4.
Esquece, tipo, a gente sabe disso.
O cara, o tanto de coisas que você contribui.
E a visão que você tem de coisa que você fala,
a gente vai conseguir executar dois anos depois,
montar o papel, você é muito bom nisso.
O Tális, ele tem a genialidade
dele de conteúdo, de posicionamento,
do lance de cultura e gente e estratégia,
que é onde é o lugar de potência dele.
Algum meu lugar de potência é mais da porta pra dentro,
e pode conversar com o cliente.
O garante que a estrutura tá funcionando,
pensar na estratégia de médio longo prazo,
pensar como uma coisa vai casar com a outra,
quem tem que ser aos pessoas certos,
o lugar certos que a gente precisa ter.
O cara pra não dar merda e entender esses gargados.
Então, no fim do dia, esse trabalho que o Denner
está fazendo hoje, que é menos que era conteúdo
e mais colocar pra dentro de casa,
que a Nenonon a gente tá coberta aqui dentro muito por mim,
mas também por um time que garante que essas coisas
estão acontecendo aqui dentro de Misa, João Vitor.
É, nossa camara de liderança é muito maior que a tua.
Exato, então.
É tipo aqui, eu pego a exemplo do G4.
Pegar o João Vitor e o foco dele ser produzido
conteúdo versus AI Tech é um desperdício,
porque não é a melhor potência dele.
Então, a minha comparação é a mesma,
a melhor potência pra V4, eu sento a cliente
e desenvolvei produtos pra todos os clientes a partir daquele,
e o Fernando para os conteúdos de aqui, existe a suação.
Ah, agora uma coisa que eu tenho que concordar com o offredo
é que também não é zero um.
Não, não é zero um do aqui, o AI.
É isso, é isso.
É capturar, portogia unións, já essas unións.
E estarei no vale também, olha que raridade.
Não, é qualquer vez que editar.
Mas eu acredito que você deveria fazer a estrutura
que o offredo fez e que eu tô fazendo agora pra mim,
que é como você consegue criar conteúdo
gastando muito pouco tempo.
E a energia mental, que era mais forte.
Mas tá tudo bem, mas é isso.
No fim do dia, é você ser produtivo tendo performance.
Como você consegue colocar, equalizar essa equação
pra isso, cadê, no teu dia de dia?
Esse mês eu fiz um teste, esse mês.
Eu não produzi.
Só deixei o time usar o que tinha.
Mas eu produzii uns conteúdos, por exemplo,
um outro teste que eu fiz de conteúdo foi fazer conteúdos mais produzidos.
Então, onde soltou a série aumentor no canal do primo lá?
Que a gente ficou astoa, as pessoas te podem falar.
As pessoas têm 500 mil reais pra fazer a série,
um reality que eu te gravou.
Eu atendendo quatro clientes durante três meses escada.
E aí, eu te gravou e editou uma hora de episódio,
executando pro cliente.
Deu bastante viu, denso, porque eu fiquei assim, cara.
Eu vou estar fazendo o que eu tenho que fazer,
que tá junto com o cliente, construindo coisa aí.
E aí, eu tô produzindo conteúdo pra ele.
E é mais denso, então, assim, eu lembro que a gente esperou
no deprófito, lá, o sócio do Marc Cilemones.
Bom, pra caramba.
Eu lembro assim, quem viu poucos episódios do Marc Cilemones
nunca esquece.
Quem viu muitos rios do Fernando esquece.
Porque a densidade daquela cabeça do meu ano é melhor.
No Adfizer do Alfredo, no YouTube aconteceu exatamente isso.
Eu tenho debilizei a meu trabalho.
Então, a galera parou o teste.
De admirar o falado.
A galera começou a admirar o como faz.
E aí é muito mais profundo, cara, falar porra,
a forma que o resolve é muito bizarro.
E eu acho que a gente também tá caindo no universo,
que de competição pelo conteúdo também, né?
Porque qualquer um faz conteúdo, né?
Então, tu tem que fazer algo que só você possa mostrar.
Então, me interessa. Não acho. Não, eu acho que. Não acho que tem isso.
Eu acho que mesmo ainda dentro do comote,
existe uma questão de identidade muito grande,
de naturalidade muito grande.
E quando não é natural, que pega.
A parada percebe.
Entendeu?
Então, tipo assim, o Adfizer não é exemplo desse.
Cara, é muito difícil.
Porque não é sobre a capacidade que tem de ajudar o negócio.
É o com o maneiro, é a tua ajudando o negócio.
E o cara não quer o crível.
O cara quer a parada muito que vai caralho.
Como é que ele pensou isso, meio mal?
Então, tipo, não adianta.
Qualquer um pode lá ajudar o empreendedor.
Mas você virar a frase, "Cara, você precisa demitir
10% da tua folha, 100% isso.
Isso não vai falar "Uau, cara, pute esse, não é o. "Uau, e aí não adiando, né?
Então eu acho que tem uma questão, e aí eu acho que você tem isso, que é essa naturalidade.
E pra mim, hoje o segredo é encontrar essa naturalidade e como é que você encontra o formato
e a cadência pra se leve, e não contrário."
Sim, não for ter o lugar de potência, porque no caso do Fernando está fazendo oposto,
a gente está tirando tudo dele, que não seja conteúdo, porque lá é o lugar de potência
dele.
Agora, todo ano, custo de anunça aumenta.
Como que a gente lhe dá com isso?
Cara, acho que o primeiro que a gente precisa ter menos dependência do anúncio, e o anúncio
que seja a última coisa, né, então começando pela retenção.
A gente precisa ter produtos e ofertas que elas intrinsicamente garantam a maior captura
de valor em cima do mesmo cliente, uma captura de lucro.
E aí, tem uns temas que eu falo "Value", "Value" aqui, não pediu, mas o tema que eu quero
falar no "Value" é "Presso", "Presso" é um nazi que eu acho que a gente fala muito
pouco.
Então, por exemplo, se você aumentar 1% do seu preço, a depender da sua estrutura de custo
chega a ter 10% mais lucro, 1% de preço.
Se o dobra é teu preço, pode perder 10 vezes em "Win Rating" com o versão.
Então, eu comecei a experimentar esse tipo de coisa lá na empresa, e, cara, fiquei
em choca com as possibilidades que se tem, a gente não espreve, porque a gente sempre
quer maximizar volume, a gente tem que pegar uma natureza de maximizar volume das coisas
que a gente faz.
Até acho que vocês não, né?
A gente, quando eu falo a sociedade capitalista, né?
Vocês, eu acho que até um dos acetos de vocês foi trabalhar bem preço, porque eu lembro
que no começo foi uma das grandes surpresas do mercado, caralho, 30.000 reais, 20.000 reais
por um fim de semana.
Esse imediatinho, eu vou falar, cara, isso é detalhes, sempre que ele aumentava o preço
e falou assim, "Mano, por real, aumenta a preço, aumenta os fós-de-venda".
Mas existe uma relação matemática, olha que legal, tu pode se dobrar o preço, cara, tu
pode perder 10 vezes em "Win Rating" ficar com mesmo lucro, porque pensa que tem 100 reais
de receita líquida.
E 10% de lucro tem 10 reais de lucro para cada 100 que tu vem.
Estou a aumentar 1 real de preço e a tua estrutura de custo a acompanhar, tu vai botar
1 real a maior.
Ficou 10% de mais lucro, 1 real a mais 1% mais preço.
Então, a gente não para pensar nisso, e no nosso business, que é, se você é da piscina
da audiência, pegar a economia do Brasil, que é serviço, nunca é igual.
Cara, comprar um produto, um serviço do G4, e de qualquer par, comparável, é como
é totalmente diferente.
Ele comprar uma constoria a mim, fazer um site comigo, eu fazer o tráfego dele, a
mídia dele, e qualquer outro vai ser completamente diferente, porque o serviço é intrinsicamente
diferente, não é um produto que é mais próximo, né?
Então, a manobra que tu tem no preço é gigantesca.
O G4 faz site hoje?
Cara, tem site que eu vendo por 40 mil reais, eu acredito que tem gente para 40 mil reais
no site até hoje, simples, nada muito louco.
Pô, é caro o barato, eu acho que é barato, porque é um capecção ativo, ele vai ficar
com o tempo com o mesmo site.
Cinco anos, quatro anos, de lua e secusto no tempo, é nada.
Paraceladinha, 12 vezes no cartão ainda, fica super easy.
Então tem cliente pequeno de 1,1 milhão e meio, 2 milhão e anos, compra 7, 40 mil
reais.
Só que não era assim antes, antes eu fazia o site graça, estava no fee, estava no full service.
Hoje tem cliente que eu só faça o site, pelo que era o meu LTV inteiro do cara, tomando
ele pau pra caralho, que eu tava fazendo tudo ao mesmo tempo.
Mas tem o lance impacto gigantesco na margem, no biono, na carga em itiva.
Essa é de modelo de negócio na veia, né?
Não, no modelo à tele, que é meio que o mesmo, eu costumo fazendo o marketing de tal,
o Professional Service, mas isso tem de oferta.
Não, a estrutura de oferta pra cada tipo de cliente, pra alinhar mais a expectativa,
mas eu falei dessa parada, e falei, eu falei dessa parada pra responder a pergunta da mídia.
Então, no fim das contas, pra gente tirar mais da mídia, que ela vai nos. Você tem que aumentar o seu LTV?
Que pode.
Que não, todo mundo fala assim, "balbe, beleza, saquei, mas o meu cliente não fica,
mas o cliente não precisa ficar, pra te ter mais de LTV."
Tem que ter menos cliente, cobrando mais cara pra ter mais de LTV, olha que loucura.
LTV é uma função do número de vendas, da margem por venda, e do tanto da vida que o
cliente fica, o número de vendas por ano.
Por ter a pônia.
Não, vamos falar por ano, e dos tantos de anos que esse cliente fica.
Então, o número de vendas, você pode até aumentar ou não, mas se ficar igual, você tem que
mexer na tua marge, pra mexer na tua marge, você pode mexer no preço ou no teu custo.
Então, você é aumentar o LTV, você pode aumentar o teu preço, que você falou, aumentou
um real, manter no mesmo custo, se você virou cento e um reais, seu custo fica igual
antes que ganhava 10, agora se ganhava 11, você aumentou 10%, se era 10%, se fosse 30%,
você precisa aumentar 3 reais pra continuar tudo igual, ou mexer no teu custo, diminuir
o custo, que muitas vezes as pessoas também não querem olhar da porta pra dentro e falar
cara, dá pra entregar mais, vender o custo tanto menos.
E a gente fica complicado, quando o motor está funcionando, avião está voando, tu
querê mexer nessas coisas, porque ela vai impactar o teu negócio atual, tudo conseguindo
encontrar o ponto ótimo de perder conversão em troca de mais preço e mais margem, é
sensível, é complexo de fazer, mas é muito poderoso.
E aí, uma pegadinha que eu vejo em o lance do LTV é a pessoa só olhar pra recorrência.
Então, uma pessoa que é, cara, como é que eu tô falando pra um produto recorrente?
Com as agências, por exemplo, da fica a dica de graça por os meus pares, elas são
viciadas no FI, elas não saem trabalho modelo de booking, porque é muito, parece muito
óbvio, po, beleza, eu vendo um serviço por 10 mil por mês, é só botar mais clientes
e perder menos, só que acontece, tu nunca vai reter 100% clientes, não importa o que
tu faça, se é uma empresa ainda, metade vai quebrar em poucos anos, 70% vai quebrar
a dica do tier, do tamanho do cliente, o segredo está em maximizar o valor, não
necessariamente o tempo, inclusive é melhor capturar mais valor no menor tempo do que mais
valor em muito tempo, porque o tempo é um ofensor de risco e de custo de erno tempo.
Então, é um pouco do movimento que a gente tem levado pra as empresas, entendeu?
Bom.
Pra resolver o problema da mídia, porque o problema da mídia é que o único solução da mídia
é, pra não dizer a única, mas assim, 80 à 20 é criativo, né, é de refreshing, tem que
fazer criativos melhores, jornadas melhores, na parte de mídia ali é isso, o resto depende
de outros fatores da jornada, né?
Como, por exemplo, ele tem que ver que eu acho que é um dia menos explorado, mais
longue fruits assim, mais fácil resolver.
Perfeito, que no fim do dia, o que você tá falando da mídia é o seguinte, né?
O jeito que a plataforma ganha dinheira no ECPM, né, no custo por mil impressões estimado
que ela vai ganhar, na verdade no ECPM é RPM, né?
O receito estimado que ele vai ganhar cada mil impressões, isso é uma função do CTR,
que é o click to rate, tanto de vez que ele clica a cada mil impressões, vez o custo
por clique, vez o índice de qualidade, que vai ter, que deve a dependente cada um dos
negócios, que não é só criativo, né?
Tem criativo conversão, não é jogado, que é o que ele vante pro cliente, né?
Isso falando basicamente de display, programática, meta, mas que é meio que tudo, né?
A gente do teu negócio, né?
O click nosso quer 90% do Google search, mas um Google search também é isso, o que tem
menos do Google search é o teto de CPM, né?
Você não pode imprimir mais, aqui você pode imprimir mais, por mesmo a gente, se você
tem 100%, não, se você tem 100% daquela palavra coberta daí não tem, tá tudo, mas
deu CTR e isso que você falou, né?
Você vai acertar o CTR, a merda no criativo, e melhorar criativo tem um monte de coisa,
o tipo de lá atrás era criativo estático, daí o que chamava muita atenção era tanto
portanto, marca, com desconto, etc., comparação, etc., e hoje o que você tem é vídeo, e o
que chama atenção no vídeo é uma coisa que você distribui no orgânico, então como
que você faz por um vídeo no orgânico e bem, tem um rookbomb, né?
Tem um gancho bom, que é zero, três segundos, uma quebra de padrão, uma chamada boa,
é o que eu chamo de tudo, que chama legal e caro um CTR, um call to action, não é
chamada pração, que faça o cara a tomação de clicar no negócio.
Em cintas e no criativo eu costumo falar pro cara evitar o Ed Panflito, sabe o Ed Panflito,
que é preço, oferta, não, melha coisa, é ficar, você tá fazendo o Ed mais conteúdo,
que é aí. Então vai depensar do canal, né?
É, idealmente.
No Facebook, tal, tem que parecer conteúdo.
Isso.
Que tem que ser nativa, né?
Tem que ser nativa.
É.
O Google Ed, lá, depenado.
É, o que a gente só falou para a parecia.
Mas é isso, o Facebook que eu tenho aqui pra criativo é quantidade, pra mim é o mais
importante.
Ah, cara, vá na quantidade, mano.
Ah, porque você tá testando, você tá maximizando a quantidade.
Mas na quantidade.
Aí depois da quantidade, rook, cara, faz muita diferença, porque literalmente você tem
mais, você tem chance com mais pessoas, aí depois do CTR, as empresas são muito ruim
do CTR.
Se o Miolo for ruim, mas o rook prender, e o CTR for bom, cara, você tá falando de meta,
em geral?
De meta.
E é arqueia de criativo, que é mais importante.
Mas mais importante.
O overall, com todos os canos.
É, falando muito mais de de meta.
Porque tem um nazi que faz muita diferença na meta, que é pra um insto direciono, cara,
você pra uma ninpejo, pode saber.
Ah, não, não, não.
Ah, pega muito, isso aí.
Que todo o galera joga pra ninpejo, só de conecte o rato de apeste 30% do tráfalo.
Aqui é o tempo que deu hora pra cagar a página e conectar no usuário.
Então, se tu jogar pro WhatsApp, vou a muito mais nesse vídeo.
É bem mais barato, mas pode ter um lugar galo de atendimento.
Ah, seria jornada, né?
Aí, formato, dá pra fazer muito formato diferente, sentado em pé andando, isso muda muito,
é bizarro.
dentro do formato, acho que tem a parte de autoridade, que aí. E isso, cara, dependendo de quem você traga pra falar muda também o resultado do mesmo anuncio.
E aí eu acho que por último o cenário, que a galera não dá muita importância pra isso,
mas é uma coisa que também faz muita diferença, tipo, a cor da camisa, o tipo da camisa,
o tipo da roupa, tudo isso ali no final do dia.
Mas eu acho que a galera com o anuncio do Vale está mais dando bom?
Não.
É um dia que você falou pra mim, cara, o Valeiro já liberou os ingressos pra virando, faz
um anuncio bem empolgado, não falo.
Bem, vindo ao J4 o Vale, eu falo, tá bom?
Aí ele não, mais de pogação ali.
Bem, vindo ao J4 o Vale, ele não, não, não, menos, não.
E aí, meio que a gente tava na recém, mas a gente tava filmando, eu falei, cara, salta
esse que eu tenho certeza que, porra, vai ficar bom, que vai ficar natural, e aí, porra,
o que tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, vando.
Mas aí, outra coisa que eu vejo sobre cria. Vamos já diz, né?
Criativo.
É, é, é, exato.
Mas eu acho que a galera é super estima, o valor do tráfego e subestima todo o resto da
jornada.
Então, media, no fim das contas, é comprar, cara.
O meu carne de vaca, assim, não é tão competitivo e difícil quando parece, só é muito difícil
e competitivo quando tu tem todo o resto do suado.
Aí, tu precisa experimentar tanto caque pra cabina tua margem, que fica impossível.
Então, se a gente consegue, tipo assim, é muito fácil dos nossos clientes, é muito fácil
na. dos clientes que eu tive na história, tá?
É muito fácil, eu anunciei no Spotify, o cara tem um produto.
Pica, é muito fácil anunciar a gente, o time de mid, é que nem. Porque eles anunciam aquelas notícias, o cloud tem uma pessoa no marketing, primeiro que
é mentira, não é?
Mas o cloud é muito fácil de ver desse negócio, né, cara, trouxa-se um gênio.
Agora, tu vendê, sei lá, água, já precisa ser muito bom, sabe?
Eu sempre falo, se tu quer ver isso que eu vou ouvir de um baita-marketeria, tem que
fundar a marca de água.
Pô, é muito difícil vender água, né?
Versos vender uma tecnologia única no mundo.
Mas se botar curca, eu já tô. Eu já tenho esse queijo, eu já tenho esse queijo, eu já vou fazer 100 milha.
Aí, o último pergunta para a gente chegar ao podcast, é muito bom ser esse caso, é muito
bom ser esse queijo demais.
Ah, mas não é, né, mas é bom, o podcast que a gente já conhece tem receitas.
É difícil fazer com aqueles cara, né, que a gente sabe, aqueles mais difícil, que. Não, porque às vezes o tema, né?
O tema é bom, que o tema é o tema que ele gosta, né?
Às vezes o cara não quer causar desconforte, né?
É, mas é que foi aquele esquema 30 contra 1, né?
Isso traz o tema, isso é legal.
É legal.
Traga o tema, e pô, defende o teu ponto de vista do tema.
Cara, o extremo pode ser isso, é um negócio legal.
Pode ser mais execução, assim.
Traga o tema e torre, pessoal, eu e eu, eu vou ser mais um discute.
O legal do extremo é sempre você saber em qual ponto de vista você se empachar um convidado,
que seja contra ponto mesmo.
Aí, graça, eu discuti o tema, né?
Ah, mas sempre vai ter um ponto que é contra ponto.
É, pode ser sempre. Ah, mas a maioria é muito parecido.
O cara não vem brifado.
O cara não vem brifado para que o tema é discutir mesmo.
Mas não é, pô, você é pessoa inteligente, vai chegar na mesma conclusão, pô.
Ó, para fechar, qual é a grande aposta da vida, esquece teu cliente, qual é a grande
aposta para o. Para o que vem?
Aposta no ano que vem?
De canal, de marocista.
Para mim, como um negócio?
Para o meu negócio?
Para ser para quem ta vendo a gente ser visa.
Além de aumentar o LTV.
Eu acho que no trabalho, enquanto tu pensa aí, vou te dar essa moral.
Eu acho que o cara de serviço, cara.
Eu sempre tive essa criança.
Tu me conhece, a gente troca para caramba ali.
Troca a troca.
Não.
A extensão, pô, não perdeu um raso assim.
Se você começa a ficar a boleta muito grande dentro do teu cliente, o nível de exigência,
o nível de comparação, ele começa a ficar muito grande e aí muita gente começa a olhar
para ter o contrato.
Então, dependendo do negócio, menos é mais.
Menos impressão?
Menos em quantidade de serviço ali, em boleta dentro do cliente.
O que você ta falando é para ser ter alguma relevância para um ser mais relevante e talvez
você cortar escopo para conseguir entregar esse, aquela boletinha recorrente que o cara
vai meu.
Trega valor, faz o que prometeu e pô, não ta pesando no bolso, ta ótimo, tô feliz,
vou continuar com ele.
Porque eu acho que são contratos contratos, entendeu?
Entendi, o teu ponto concordo com você.
Em serviço?
Em serviço.
Em serviço.
Você vai pegando tudo, tudo, quando você vê, você faz, pô, mano, vou dar um exemplo,
advogado, pô.
Quanto às vezes aqui mesmo o cara sendo nossa amigo, na hora que a gente vê coisa cotidiana
assim, é para ficar, não dá pô, ta mandando a boleta aqui, ta.
Mas não dá, porque assim, nesse caso, né, o posicionamento dele, mas eu acho que
eu já tive esse papo com ele.
O posicionamento dele fez com que a hora dele encarece esse mundo.
Mas ele não tem que nem fazer, com a hora de chegar ao cotidiano, ele tem que falar
assim, cara.
Não vale a pena fazer comigo.
É isso.
Porque, senão, a boleta fica cá, o que?
Não, não, não é isso.
É.
Descascado, não?
Ah, senão passou o cotidiano.
É.
Foi?
Não, não.
É o.
É.
Se não começar a subir o valor e entrar num radar, eu lembro disso, eu lembro
falando isso.
Mano, cara, o segredo do boleto é ele, sem baixo do radar, que o financeiro das grandes
contas daquela empresa.
E aí, óbito, vai atender uma xp por a boleta de 300 500, e o da xp deve ter, meu irmão,
200.
Entendeu?
Uma hora que você começa a isso, aí você só pode jogar esse jogo, só pode entrar nesse
lugar do radar, se o que você faz gera resultado direto e ter atribuição.
Você.
Só, se não, tu vai ser equivocado, vai acontecer aquele velho ditado, pô, tu pagando
demais, pô, que é que desse contrário para a gente, e aí começa aquele, aquela confusão.
É que essa pergunta, ela é para mim, eu já falei a resposta, que são as minhas apostas
até para mim, para os meus clientes de serviço, que para mim é menos clientes, com tíquets,
não necessariamente maiores, mas em gerais maiores, para menos entregas.
Enfim, as contas é fugido, full-service e do volume de clientes, porque é uma ilusão
ter muitos clientes pagando um pouquinho todo mês, só gera dor de cabeça, todo mundo
que tentou, o que mais tentei, mas eu vou melhorar este topit.
Não, mas é o que ele falou.
É você segmentar sua entrega para aquilo que, de fato, o cliente vai valor, gerando
resultado, mais uma boleta que passe, desapercebido, no Nardon, no mão de tesouro.
Cuidar sujusto e cuidar com esse desapercebido para não ser barato e pouco dinheiro, né?
Não, mas é mais dinheiro, mas o preço justo para aquilo que gera resultado.
Mas, cara, tem cliente meu, vou te dar um exemplo, um cliente típico, compra 15 mil reais
da gente, que é um cliente tine, a gente separa umas clientes 5, 6 dias, lá do tines,
mall, media, online, enterprise e ex, são os múltiples bilhões de receitos.
Um cliente tine, que é o cara muito simples, fatura, tem 3, 4 funcionários, esse cliente
compra na média da gente 15 mil reais, de buquinha, força de buquinha, força de buquinha,
de força best offer, depois tem uma parte que monetiza a outra coisa.
Esse cara, a gente tem que conseguir fazer books de 5, 8, 8, 100 mil reais, esse cara,
quase 10 vezes, o buquinha anterior, com menos entrega, só trabalhando mais o item oferta.
Por o cliente, não é muita grana, porque ele vai parcelar, não é oferta.
Ah, não é oferta, porque você está parando de prometer o que não é estratégico e exendido.
Mas isso é oferta, né?
Não, sim, mas o que estou te falando não é por mudar oferta, não, você mudou, você
mudou o cara, isso é tudo o que eu prometo que tem custo, porra, eu vou tirar, agora
eu vou te jogar aquilo que realmente dá resultado, que realmente dá resultado.
E aí eu posso te cobrar melhor.
Mas sabe o que acontece?
Talvez você vai concorrer com meus pelos teus vendedores aqui do que você mostre publicamente.
Quando a gente tem uma marca que gera muita demanda e tem um timide 6, que é uma puta
benefício, é uma puta mérito que tem construído o timide 6 que a gente tem, os caras ficam
ultra-viciados em porrar o produto, então a galera tem muita dificuldade em conseguir fazer
ofertas melhores em as gerais, vender valores maiores, pôr entregas menores entre várias
aspas, porque no fim não trompe se entregar mais, né?
Tipo se entregar o que gera valor em sua opúsca.
Eu vou dar um exemplo aqui, matador, e que é verdade, mas de um cara que é conselheiro,
aí o cara porra tem uma palestra, e você pega porra, ao invés de focar em clientes.
Aí vai focar em clientes, que é o que é intangível, porra, tu foca no cara que
tem um evento no ano, tá ligado?
Acabou!
Para a pressão de entrega, e ter o piso, tá decidido?
O que ele tá falando basicamente o seguinte, em vez de você vender o conselho, você
está vendendo a palestra para ser lá do 12 vezes, e você vai entrar em casa.
Isso é o feto.
Você vai entregar 3 vezes encontros ao longo do ano, e o quarto encontro vai ser uma palestra
para o estado de clientes.
E aí, tu não tá preocupado se o cara vai, tipo, deixa eu ver se a reunião deu resultado,
não deu.
O cara precisa de. Então, acho que haver 4 por ser muita coisa, e acho que você fez isso muito bem com
a éte, mas esse cara é pequeno, é caro.
Aí vai eu te prometer resolver tua vida, eu te garanto que é, ele vai dar dinheiro.
Eu te garanto que essa conta vai fechar, aí pô, quando fiz a sentido, né?
Aí essa conta fechou, aí pô, agora que tu confima em que eu fiz, agora dá para
explorar por aqui, por aqui, por aqui, por aqui.
É que hoje é diferente, né?
E exatamente isso, será um ponto que a gente bateia muito a 2, 3 anos atrás.
Cara, será que não tá, né, melhor coisa que você prometer é que o Ed vai dar resultado?
Será que ele não é anterior o problema dele, o cara não tem nem o site hoje.
Tá, ele vai ter o site, Zap, o experimental, o WhatsApp do carro.
Não, isso é. - É isso, mas é preciso que ele não tá vendendo a nuça.
- Ele tá vendendo o que ele sabe que já. - Até porque quando eu vendo a nuça, eu já perco o CT,
tá precisando o ilestubei, porque aí vai para a meta.
- É isso, é isso, é isso, é isso.
- Você já entendeu que porra, não adianta sem investir em a nuça,
a máquina do cara não tá aficionando, então tu tem que mexer na máquina
pra poder o anúncio, mas até. - Dado isso, qual a atividade vai gerar mais valor
que eu sentado lá desse cliente que ele amoferta um produto bacana para ele?
- Nada. - E ele é a fonte da. [Risos]
- E assim terminamos mais um extremos.
- Prate seguir?
- Não, porra, só.
- Você não precisa, você não quiser pontear.
- Você não precisa pontear.
- Arromba!
- E o cara de vermelho, o cara de vermelho, o que é isso?
- O que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é a sem terlo.
- Não é pra seguir.
- Cara, os caras de sem seguir.
- Se o cara quiser ver todos os conteúdos que eu já gravei na vida, estão aí.
- Não é pra seguir.
- Não siga dele.
- Dá um follow, não vale a pena.
- Vai lá, abre o Instagram dele e dá um follow.
- Vamos ver quantos. - Você vai perder.
- E inclusive, depois manda lá na DMD.
- Para quem te siga?
- Eu estou se reais ainda no J4 em crédito.
[Risos]
- Vai lá e manda-se pra ele.
- Deia um follow em você depois do extremos.
- E manda-se ainda um.
- Cusão.
[Risos]
- Caliar, acho que os grandes insais aqui do episódio é cara.
Eu sei que você está ir buscando novos canais, alcançar novos clientes,
mas entende que existe uma lavanca de crescimento, uma vida de crescimento muito poderosa
com menos esforço dentro da sua própria carteira de clientes.
- Então sua própria empresa.
- É, invista dentro da sua própria empresa.
Preparem essas engenharias pra que quando você invista no novo ativo,
você consiga processar a qualidade de potencial desse ativo no teu negócio.
Se não, fica espalhando o seu investimento de marketing em vários ativos diferentes,
pegando pedacinhos de cada um deles e tendo muito custo, muito trabalho e muita complexidade.
- Fechou?
- Posso fazer o último convite?
- Ó, eu vou estar na Lovalei.
A gente vai ter instante no Valei sendo pra primeira vez, ó.
- Não.
- Eu tive uma instante.
- O Brandio venda?
- Não sei, eu não sei.
[Risos]
- Eu sou pensando que eu tô repensando.
[Risos]
- Galera, essa é a sala pra ver.
- Passa, ó, a protiscopreu.
- Você vai ter uma instante.
- Que eu tenho.
- Não filme o meu instante, porque a gente não quer prodeu tudo, tá?
Galera, então é isso aí, Dana Elite, esse mentor de 4 de nosso grande parceiro, amigo.
- Que resenha.
- Valar o nosso YouTube também, tem o YouTube do Bruno Nardão, tem lá o meu YouTube
afrodissóriis, tem um link na descrição, se você quer, aprender, gestão.
- Estega gente, ó, se inscreve no canal.
- Estão estratégias com a gente, tem um preço especial, um bônus especial pra quem
é ouvinte do extremo, vai lá na descrição desse vídeo e clicar no link, que estamos
juntos e bora vender.
- Que resenha, irmão.
[Risos]
- Claro, nosso episódio vai ser igual, por isso que eu pato na sua agressividade.
- Ah, é.
- Gestual.
- Isso é penão.
- Faz você aí, então.
- Inteligente.
- Artificial.
- É isso aí, galera.
Podcast Summary
Key Points:
O objetivo principal de qualquer empresa é vender, e a marca é uma ferramenta para isso, não um fim em si.
A marca forte melhora o custo-benefício de aquisição, reduz o CPL e aumenta a retenção de clientes.
O investimento em branding deve ser alinhado ao contexto do negócio
O sucesso depende de identificar o gargalo interno (como capacidade de vendas ou equipe de atendimento), não apenas de investir em propagandas.
A construção de ativos (como conteúdo, eventos ou relacionamentos) gera valor duradouro, mesmo após a paralisação de produção.
A otimização global deve focar na retenção e no valor do cliente, não apenas na exposição inicial.
A performance é superior à produtividade
A estratégia de marketing deve ser alinhada ao potencial de cada time, com foco em áreas de maior impacto e menor desempenho.
Summary:
O foco central do diálogo é o papel da marca como ferramenta de vendas, não como um objetivo isolado. O entrevistado reforça que o objetivo primário de qualquer empresa é vender mais, e a marca deve servir como um aliado para isso, otimizando o custo de aquisição e aumentando a retenção. Ele argumenta que o valor da marca depende do contexto do negócio: em indústrias de consumo, o preço é um fator chave; em nichos de alta exclusividade, a identidade da marca é fundamental.
Além disso, o investimento em branding deve ser direcionado ao gargalo interno da empresa — como capacidade de atendimento ou estrutura de vendas — e não apenas à propaganda. A construção de ativos, como conteúdo orgânico ou eventos, é vista como um capital duradouro, pois gera valor mesmo após a paralisação de produção. A estratégia deve priorizar a retenção e o valor do cliente, com foco em otimizar a jornada de decisão.
A performance — o resultado real — é mais importante do que a produtividade em termos de trabalho. Por fim, cada empresa deve identificar seu "potencial de potência", como um time focado em produtos ou em conteúdo, para alinhar suas ações com seu modelo de negócio e maximizar o retorno. O exemplo da V4 mostra que, mesmo sem produção de conteúdo, a empresa mantém forte presença de marca por meio de estratégias de retenção e experiência do cliente.
FAQs
A marca não é um objetivo em si, mas uma ferramenta que ajuda a vender mais rápido, mais barato e com maior eficiência, melhorando o custo-benefício do investimento.
Não, o objetivo principal é vender, mas a marca é essencial para tornar essa venda mais eficaz, com maior retenção de clientes e maior confiança do público.
Muitas empresas não têm retorno direto em conteúdo, e o investimento em mídia ou conteúdo pode ser superado por ações que aumentam a retenção e o valor do cliente, como a melhoria do produto ou do serviço.
Aumentar 1% no preço pode gerar até 10% de lucro extra, dependendo da estrutura de custos, mostrando que o preço é uma variável poderosa para aumentar a margem.
Clientes retenidos geram mais lucro com menor custo de aquisição, pois eles são mais fidelizados e indicam outros clientes, tornando a retenção uma estratégia mais eficaz do que apenas buscar novos públicos.
A marca é um ativo que pode ser construído ao longo do tempo, como conteúdo orgânico ou eventos, e que, mesmo após a parada de produção, continua gerando valor e receita para a empresa.
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