Mãe Narcisista: Manipulação Disfarçada de Cuidado - PODPEOPLE INVERSO COM DRA. ANA BEATRIZ | Ep. 041
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O episódio aborda o impacto devastador de uma mãe narcisista sobre seus filhos. A mãe narcisista impõe um amor condicionado à obediência e à exaltação constante de sua figura, fazendo com que os filhos se sintam permanentemente insuficientes e culpados. Eles crescem em um ambiente de críticas, humilhações e manipulação, onde suas conquistas nunca são valorizadas. O pai, muitas vezes submisso, reforça esse ciclo, deixando a criança sem refúgio. Quando o pai tenta proteger o filho, enfrenta dificuldades legais, pois a mãe mantém uma fachada pública impecável. Os filhos desenvolvem baixa autoestima e tendem a buscar relacionamentos tóxicos na vida adulta, repetindo o padrão de abuso. A psicóloga explica que o narcisista tem plena consciência de seus atos e raramente busca mudança, pois o comportamento lhe é funcional. O tratamento para os filhos envolve o difícil processo de aceitar que a mãe idealizada não existe e aprender a estabelecer limites. É crucial compreender a origem do transtorno sem justificar as ações abusivas, pois a consciência do problema impõe responsabilidade. A mensagem final é de esperança: é possível superar esse ciclo e construir uma vida saudável, mesmo diante de uma mãe narcisista.
Você vai se sentir culpado por cada coisa que você conquiste e ela não está usufruindo. Ela vai fazer você sentir culpado por isso. Você não sabe quando vai ser amado, você tem uma migalha de amor, de repente você tem uma avalanche de desamor, de crítica, filho de mãe Narcésista, ele vai se desintegrando. Ele busca uma aprovação amor onde nunca dá livre a dar faixada pra fora, é tudo maravilhoso, então não é difícil. Quando você está seduzido e dominado, aí ele começa a se mostrar que ele é. Mas aí você já está dominado e ele sabe da sua fragilidade. Você a criança burra, você faz isso pra me esporra. Só eu que tenho a desgrasa de dar um filho burro, é assim. Tudo que você faça nunca será suficiente, nunca estará perfeito, nunca será do tamanho que ela merece. A mãe Narcésista, ela quer que você digo, aquela maravilhosa, e que você ajue ele pra pedir perdão quando você não achou a maravilhosa. Nossa, exista 99% das vezes e nunca é mudar. Existe vida do outro lado de uma mãe Narcésista. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do PodPipo inverso. Aqui você já sabe, a Bia Vila entrevistada e o Gabriel entrevistador. Tudo bom, meu querido? Tudo joia, Bia. Então vamos lá, o que vemos? O assunto está daqueles cabulosos. Cabulososos. Que o pessoal tem pedido muito, muito, muito. Só que é muito difícil às vezes responder uma pergunta ou outra. Então acaba que a gente junta tudo, porque fica até mais fácil pra você pegar e contextualizar pra pessoa. Aí já faz também as perguntas que se vieram, sem problema. Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre a mãe Narcésista. E o culto Narcésista que ela proporciona a toda a sua família. Nitroglicelina pura. Já pegou muito paciente. Já filhos, né? Filhos de. O Narcésista não pai não? O Narcésista não. É de. Não. Ele sabe que ele é. Ele sabe, mas ele não se vê como algo ser tratado, porque ele realmente acredita nessa grande ausidade nessa questão de que todos têm que se movimentar o redor dele. Caramba, então geralmente era filhos. Geralmente filhos, maridos, esposas, mas quem sofre mais são os filhos. Qualquer primeira queixa que chega assim que você começa a falar "Opa pode ser que tem uma coisa lá que está no "tá legal". Dependa idade, né? Mas geralmente, quando são menores, os filhos se sentem extremamente culpados por nunca agradar essa mãe. Se a gente vai pegar a mãe na cisista, então vamos dar nome ao personagem, né? E é muito difícil, porque eu tinha um amigo que dizia o seguinte, nem todo pai, essa um José, nem toda a mãe, é a Vimaria. O que se espera de uma mãe é carinho, acolhimento, compreensão e um amor que não seja condicionado. Por exemplo, você é meu filho, eu te amo porque te amo, entendeu? Posso discordar de você de várias coisas, posso estar chateada com você por uma outra coisa, mas isso não é o invalido do amor. Entendi. De jeito nenhum. Eu posso, tipo, assim, "Oh, tô chateada por isso, isso, isso, isso, isso". Mas isso não é um cancelamento do contrato de amor. Entendi. Por uma mãe, né? Só lá te o seu carro, o "centipi" de emprego. Ok, pode acontecer. Pode acontecer. Vou ficar talvez chateada. Não sei se foi uma coisa inevitável. Mas, pelo mentiro de Tp, do que o acontecimento, né? Mas, pelo mentiro, Tp, eu não te edito. Mas o que pode acontecer? Mas isso não condiciona, seu amo, seu amo. Totalmente independente. O amor é um circuito aqui rodando e problemas, o conflito existe, é um outro que são circuitos paralelos. No caso de uma mãe nesta exista, o filho tem que passar por uma série, é um protocolo de adoração a ela de fazer tudo que ela quer, para que você possa ter oportunidade de ser amado. Que tudo que você faça nunca será suficiente, nunca estará perfeito, nunca será na régua que ela, entre aspas, merece. Mas aí ela sabe disso. A mãe, ela faz se o pensando não pere aí. Não posso falar que eu amo demais, não posso mostrar de mais um amor antes de pegar ou pedir algo, porque se não, ele vai costumar. Como é que tem consciência? Ela tem consciência que aquele filho tem que ter utilidade, e a maior utilidade de um filho de uma mãe nesta exista é exaltá-la, é fazer dela a rainha do lar, é de ser absolutamente submisso e essa submissão. Ela tem que ser cega e mesmo sendo cega, você entregando tudo. Nunca será do tamanho que ela merece. Nunca é bastante. Nunca. Geralmente tem um marido, um companheiro que. Mais o misso. Mais o misso que acaba deixando o filho e os filhos numa situação ainda mais difícil, porque onde eles vão buscar abrigo dessa mãe não encontram. É mais um ferramenta da mãe de controlar ele. É mais uma ferramenta que diz, você tem que ter consciência, você tem que ter carinho, você tem que aceitar a sua mãe. Caramba. Geralmente. E para uma criança que chega com isso para o pai, ela deve ser de o pior criança do mundo depois que ela faz de pute. Eu joguei mal a minha mãe, eu só filho a minha. E ela tenta cada vez mais fazer para agradar, e isso ela vai se decompondo, ela vai deixando ser, um filho de mãe na resista, ele vai se desintegrando. Caramba. Porque ele busca uma aprovação a amor onde nunca dá a liberar. E quando pega um pai que reforça essa, que também é mais um súdito dessa mãe, dessa rainha dysfunctional, o que acontece é que essa criança é orfan de pai e mãe em vida. Meu Deus. E quando o pai, ele não é o miço, ele bate de frente, vamos dizer assim, ele era o miço, mas teve um filho, começou a ver como é que a mãe fazia, com o filho e fala assim, eu posso deixar isso acontecer. Isso é raro. Nós quando existe esse pai, que eu digo que é um pai com um P, um p, um p, um p, um p, que consegue separar o marido do pai e consegue ver essa mulher por uma lente de razão. Esse pai em geral não suporta isso, separa dessa mãe e batalha muito pra ficar com esse filho. E o ex-compaisão, né? É. Porque muitos quando o filho é pequeno, isso também aconteceu, os maridos me procurarem e aí o filho tinha cinco, seis anos. E ele já havia o que é que a mãe fazia com o filho, assim, de usar o filho totalmente pra atingir o pai pra fazer esse pai ser subserviente a ela, sempre descolificando a criança. E aí ele, quando a minha salva saia, ela dizia, "Não vou te dar a guarda, ninguém vai acreditar em você, porque ela da porta pra fora era maravilhosa". É a mãe do ano, é perfeita. A mãe do ano, a esposa do lá. E essa máscara não cai nunca? É difícil, porque a mãe, na exista em geral, ela usa, tem uma rede de amigas, de cunhadas, de pessoas que ela faz, que ela manipula pra contar uma outra história, pra fazer com que a história que o filho ou a maria do contem não seja um aprovado. Caem descreio, turana, são justos. Exatamente, ela é uma super amiga, pra uma amiga e conta uma outra história. Então quando a amiga, o filho liga pra amiga, "Poxa, tia, não, uma força, a mãe, você é um ingrato, você tem que ser agradecido, porque é só a mãe te ama, faz o contrário". Tá dindo esse criança, porque até os tios, né, ou que em tarde. Às vezes até o marido, às vezes o marido vai se desabafar com a mãe, quer dizer, com a cobra da narcisista e chegar lá, falar se você tá sendo injusto, porque é só uma mulher me diz que você tá chegando tarde, você deve estar com a mante, entendeu? Então assim, quando existe um marido, um pai que tem essa visão, ele realmente fica um tempo, até a criança ter uma idade que ela possa perante um juiz escolher ficar com pai. Que tem isso? Tem uma idade mínima. Acho que era 16 anos, olha coisa assim, 14. Acho que 14. Tem uma idade mínima que a criança pode escolher, perante o juiz. Então ele faz. mas ele é de ministra isso, é a única vez que o pai, que é casado com uma mulher na cesta, fala assim, eu esperei tantos anos por você, porque é a primeira. Se fosse antes não daria. Mas ele já separa o quarto e quando ele, por exemplo, vai dormir em quarto separado, esse pai, essa mãe castiga mais esse filho, principalmente o filho manho. É difícil, uma situação muito difícil, e assim, o mais difícil é você convencer esta criança que um dia vai ser um adulto que nada foi culpa dele. Ou seja, não é convencer a mãe, a mãe não é convencer, né? Não, é convencer a criança. Porque assim, a coisa mais difícil que tem para um filho é admitir que ele nunca teve ou nunca terá uma mãe amorosa, uma mãe afetuosa, uma mãe que ama ele independente de condições. Então quando esse é esse adolescente, vai criança não, que a gente não tem como fazer isso com criança. Mas quando o adolescente ou quando o adulto jovem procura tratamento, a coisa mais difícil é você ter que dizer a ele que está na hora dele matar a mãe idealizada, aquela mãe que ele esperou ser uma mãe de da cola, de torcer por ele, não sei se perfeita, mas saber que tem alguém por você, porque eu estou sozinho, né? Com defeitos e virtude, aí aquela hora que a gente tem que dizer, ele falou, você está me dizendo que eu vou ter que fazer um luto, sim, da mãe que você é só em ou, mas você está na hora de entender que a mãe que você tem será uma mãe com a qual você vai ter que lidar de uma forma muito específica, porque a convivência com ela é necessariamente uma desconstrução de você. E geralmente quando você fala isso, como que é recebido, né, por essa criança, por na verdade, por esse adulto jovem? É muito difícil, porque assim é como você perder uma fantasia, é como a criança que acreditava na fada azul e aí ela descobre que a fada azul não existe, não virar a pegar. É a cuca que está lá, né? É a cuca. É a cuca. É a cabelo de olhexão, 12 anos, a criança já pode escolher. 12 anos, sim. Obiando. É uma pergunta aqui dos bastidores hoje aqui, eu quero fazer. Vamos colocar o exemplo, a criança é ela nasce num lá, nascisa, a mãe é nascisa, só que a criança não é, não é da personalidade dela, correto? Provavelmente, puxou o pai. É, puxou o pai. Genética, não é. Só que ela vai crescer influenciada a vida ali, a tela pode sair de casa por uma mãe nascisa. A pergunta que fica para você técnica, eu não nasci nascisa, mas eu posso me tornar por influência de uma mãe extremamente nascisa. Em geral, não, porque ela é só. Você tem uma personalidade, e o nascisa é um transitoro de personalidade, a personalidade da pessoa que, em última instância, na nossa identidade, ela tem um percentual genético, uma faixa de 40%, e ela tem um potencial psicológico daquilo que eu vivo. Se ela já não tem esses 40%, como você falou, não, nasceu, não tinha características, nenhuma, ela não vira o nascisa. Muito pelo contrário, eu acho que se ela virasse, já tivesse um tanto de genética facilitando, isso ia fazer com que a floraça o nascisa. O que aconteceria se ela floraça esse no es existo, dentro de casa, com a mãe dela, nascisa, um biga com o outro? Com certeza, e a cembriga feroz. Com certeza? É a faixa dos dois egos disputando feio. Com certeza, esse seria o filho, o velho negra. Entendi. Porque esse seria o filho que poderia peitar esse filho, que não ia ser um súdito. Agora, o que acontece com o que não é é que ele sofre muito, mas muito, porque ele vai acreditando, vai crescendo com a sua mãe, acreditando que ele é insuficiente, que ele é uma pessoa desumana, porque a mãe fala isso, você vai sair, vai deixar sua mãe, você é um desumano, você não sabe o quanto eu sofri para te ter. Então, é sempre essa coisa dramática que faz com que essa criança, além de não virar, um nascisa, ela vira uma pessoa extremamente frágil, quanto o esquema muito baixa, sem entender por que aquela mãe não ama. E aí é um prato feito, se não houver um tratamento, um reconhecimento, para que esta pessoa se torne, assim, um adulto que vai cair em vários relacionamentos tóxicos. Vai ter esse padrão de entrar numa relação com uma mulher, com uma homem, seja lá como for, de alguém que humilha, de alguém que sempre coloca para baixo, que nunca é suficiente. Ela vai dizer igual a mãe dela fazia, né? É como se você terminou um ciclo com a mãe. Aí vai pegar outra pessoa, porque foi o que interpretou de afeto. É o que ela entendeu, que ela. É o que ela entendeu, não chegou para o valor, olha, a mãe que você queria não existe, está na hora da gente fazer um rato chorar, lamentar, mas daqui para frente, você vai ter que ser a mãe que você idealizou para você, até para você um dia ser uma mãe bacana. Entendi, porque se não se não quer o ciclo, você vai pegar seu filho e vai repetir o que aconteceu com você. Ou então vai pegar um marido na cesta, se for uma menina, por exemplo, marido na cesta, que é absolutamente tóxico. Entendi. Quando a gente segue aqui, eu não quis interromper, mas muito do que a gente já tinha aqui, é o que você acabou de falar, que é só que só está organizando aqui aqui. O regime autoritário, de se afastar de lá, que tem um culto lá dentro, né, é como se nascer de uma família nascesista, é como nascer em culto o regime autoritário. A leodade incondicional é exigida. As regras mudam conforme a conveniência do líder e a decidência é punida com a bondona emocional. Olha que interessante. Dentro de casa é o inferno, tá? É uma mãe nascesista, é absolutamente autoritária, nós estabelecemos as regras e nessas regras. Ela tem que ser privilegiada, ela é a primeira comida, ela tem que pensar nela primeiro. Toda demanda que uma criança de uma mãe nascesista pede, me ajuda a fazer o dever, você acrença a burra. Você é burro, por isso que você não aprende, tá, tá, vezes, de outras mães. Você é aquela só, eu que tem a desgrasa de tão filho burro, é assim, nesse nível. Se a professora chama e diz "olha, seu filho é muito inteligente", ela vai dizer "ah, maravilhoso, pra fora". Chegue em casa, tipo assim, como é que só professora me chama, pra dizer que eu não te ajudo? Você faz isso pra me espor, você tem ódio de mim, é nesse nível. -Cara, ou? -É nesse nível. E aí, pra dentro da casa, é o inferno, pra fora da casa, essa mãe é chamada para professora e falar "mãe, eu tenho". -Famosa faxada. -A faxada. -A metáfora da vação vermelha, por fora, uma imagem pública em pecado. -Inca, de sacrifício e perfeição, né? E por dentro, um sistema projetado exclusivamente para alimentar o ego, de uma única pessoa, que é o que você acabou de falar da mãe, né? -O nascesista, a nascesista aí no caso, a mãe. E nas suas consultas, você matava quando a mãe era na ascesista, assim, igual a você. -Pela descrição do filho, era muito fácil. -Mas quando ela fosse ir no lado com. -Não, a mãe, na ascesista, que ia. Ela ia já apreparada pra me dizer "Ah, esse filho, meu, nem sei o que eu disse, inventa tanta mentira, tanta mentira, uma vez ele disse que eu deixava ele passando fome e falou pra vizinha, aí não sei o que criou um problema, mas esse menino é muito fantasiaoso. Mas isso se sacava. -Não, de atendo visto a criança, da gente, de se confiá-la. -E que você falava com ela? -Não, você não confronta o nascesista, 99% das vezes, ele não quer mudar. Ele não mudará, porque é confortável ser assim. -E ele gosta? -E como dizia nosso, como diz, né? O nosso amigo Marcinho, enquanto o ver cavalo, som Jorge não anda perto. O que significa isso? Enquanto tiver o marido que dó la atra, que aceita, enquanto tiver família que dessupporte pra que mudar? -Entendia. -Troca o personagem. -Personagens. -Ele precisam perder isso tudo. Ele mudaria, ele buscaria, e ajudou-lhe encontrar em um longfueu do pra ele. -Procura outro felo. -Porque dá faixada pra fora, é tudo maravilhoso, então não é difícil. -Ela fora. -Todo mundo quer participar dessa família do longfueu da fora? -Entendia. -E no início não se ludo, não se existe na entra na vida de qualquer pessoa, te lojeando, te ler muito bem. Tem uma coguinição que é capaz de sacar você. Então li entra-te, se você é um duro, quase uma inteligência artificial, fala tudo que você quer ouvir. Mas quando você tá seduzido e dominado, aí ele começa a se mostrar que ele é. Mas aí você já tá dominado e ele sabe da sua fragilidade. Ele saca a narcisista, que ela pega um homem, saca. teve problema com a mãe, ali está uma fragilidade, ela começa a dar o carinho, aí você é nossa, essa mulher, tá tá diferente, depois que ela sacou que dominou, aí ela vai mostrar aquela é, mas você já tá dominado. Aí tudo vai se falar assim, mas ela não é legal, agora eu não sei o que. Aí você vai, não, isso aí foi depois que teve o filho, o médico me explicou, porque ela vai dizer que o médico falou que foi o hormônio, que mudou aquilo tudo. É o que a gente tira, ó, e tem, vai, vai ter uma opção de coisa de coisa de que ela posta no cara, que é bomzinho. Ela saca. Eu falo no beta, que você fala em internet hoje, né? É bom coração, o cara que não quer briga, é de paz. Não tem dia. Eles queam muito difícil, né, um pai acorda depois que esse pai é selecionado. Exatamente. Como tipo assim, aquele li vai ser um pai que não vai mexer meu saco, né? O beta, vai ser o beta. E o ultima parte lá, o terceiro é o afeto condicional, o que é o que você falou mais cedo, né? Que a conexão autêntica não existe. O amor é substituído por utilidade, uma alifulação encontrou ele. Você não é amado por quem é, mas pelo que você pode provir. Exatamente. E geralmente, provê é você exaltar essa figura tão grande. É o IPM, o que é que é uma criança, não é uma adolescente? Pode provir assim, pro amã e que. Imagina, se uma narca exista, tem um filho que é lindin, que é fofin, comunicativo inteligente. Esse é o trofel que ela apresenta pra todo mundo. Olha a minha educação, produzir essa criança. Mas isso é uma. De cada essa criança é baça-crada. Mas se ela tratasse melhor essa criança, essa criança não seria melhor e seria melhor pra ela mostrar uma criança melhor? Mas você tá falando por uma lógica não, narca exista. A lógica do narca exista é. Ele tem que me servir. Eu não tenho que servir. Ah, eu entendi. Eu já dei o meu útero, que é um. Tá demais. O útero de ouro. [risos] Quase. Já fiz demais, agora ele precisa fazer. Caraca, que diferente. Fentamente, eu já carreguei no ventre. Já tá me devendo. Já dedicei nove meses. O filho de uma narca existia, a narca é um débito. Não é a raca. Agora a gente vai pro centro de gravidade. O famoso selfie patológico que tem a origem, a clivagem, que é o narca existido, não é o narca do excesso de amor próprio. Mas de uma defesa psicológica, a rígida contra uma insegurança profunda e traumas não resolvidos da própria infância. Tá passando o pano? Eu tô sentindo que tão passando o pano no pano. Eu acho que é uma teoria. Tá? Eu acho que existem. Mães, narcesistas ou narcesistas, mas estamos focando mais na mãe. É. Que sofreu traumas. Não tem dúvida. Tá? Que teve uma mãe que também não foi legal. Não tem dúvida. É. Que teve uma. que começou a fazer uma defesa psicológica e construiu essa coisa. essa coisa. Aí, né? Rígida. Mas eu vejo tanta gente que teve uma. Uma mãe legal? Uma mãe legal, um pai legal. E foi um filho narcesista que acabou com um pai e mãe. Não tem dúvida de que existem histórias assim. Meu perigo é usar isso pra pegar e falar assim "Ah, tá adindo a minha mãe, ela passou por isso tudo". Mas isso não dá liberdade e autorização pra essa pessoa fazer maldade. Então, a coisa é entender. Outra coisa que a pessoa começou a ter. Chegando sei lá, e se ela fosse fazer. Chegando sei lá pra ela fazer o que quiser. Caramba, isso é porra. Então é muito importante que a gente entenda isso. Isso vale pra qualquer transformamento. Eu posso entender, eu posso compreender, mas eu não estou dando autorização pra aquela pessoa fazer qualquer coisa, né? É em nome do que ela tem, de jeito nenhum. E da mais que aquilo, ela agora tem consciência que ela tem aquilo. Então ela tem que segurar um pouco mais. Se ela não tiver essa consciência, não soubesse. E o narcesista tem toda consciência. Tem que ter muito cuidado dizer que certas pessoas têm isso e você vai ver algumas que sim, tá? Pode acontecer. Contrar umas muito profundas, pode acontecer. É com a banda do ano mesmo, tá? Mas isso não é. não justifica todos. Tem. Daria pra ela reverter esse contemplo, daria pra ela ser diferente com a filha dela, né? Hmm. Depende. Depende. Se é uma coisa muito intrínseca, é difícil. Eu falo que a filha dela agora acabou de passar. Pela mesma coisa que ela passou na infância. E a filha dela tá conseguindo buscar ajuda, tá conseguindo não ser narcesista, ela também poderia ser. Mas aí a gente tem que ver aquela parte genética da personalidade. Aqueles 40%inho. Entendeu? Se tivesse o jeito, é uma coisa da personalidade. Por exemplo, filho de narcesista aqui, que a genética é fraca para o narcesismo. Em geral, ele tem uma genética que puxou o pai, ou uma voo, ou uma voo, e ele tem toda a condição de simcommoda com aquilo. Quando você já tem a natureza parecida, você começa a reagir muito rápido. Aí passa para frente. Aí você não enfrenta a mãe, a criança, mas ele começa a fazer o que a mãe fazia com ele com algum adulto vulnerável. Então, um avô muito bacana. Ele começa a seduzir o avô e começa a ter plantagens. Entendi. A rono ferramentas. A rono ferramentas. Existem algumas origens, tá? E tem ali alguns critérios, um falso-sefe da SM-5, que é a clasicação americana. Grande ausidade. Isso é muito interessante, que é o sentimento de merecimento explícito. O narcesista em convicção que ele merece, tudo que ele perde é absurdo para você. Ele tem a convicção de que ele é superior. Totalmente superior. Então, assim, você nasceu. Tem um direito, eu quero. Exatamente. Entendi em se externa, autoestima regulada inteiramente pela aprovação e subimissão dos outros. Então, o narcesista não quer sua aprovação. A aprovação. A aprovação. Ele quer subimissão. Porque você pode querer aprovação de alguém que você gosta, tipo assim, "Pô, me diz aí, eu tô legal, tá? É legal, tá. Não é uma mãe normal faz isso. A mãe narcesista, ela quer que você diga, que ela é maravilhosa e que você ajue ele pra pedir perdão quando você não achou a amarela melhor." Caramba. E o que acontece se você não se subimente a isso, que, igual por exemplo, você não tem essa aprovação externa. Ninguém aprova ela, ninguém se subimente. O que é que lá? Primeiro que é difícil, porque ela vai buscar as vítimas certas, mas ela vai pro confronto. Aquilo vai ser o velha negra, que ela vai tentar descolificar de qualquer maneira. E um déficit empático, em capacidade severa de reconhecer as necessidades de sentimentos aleios. Então essa mãe não valida necessidade dos seus filhos. Entendi. Então tipo assim, "Ah, aquela criança tá conforme. Nada, besteira, tá gorda. Tem que paz aqui emagrecer. Deixaber rar um pouco, é bom, abre o pulmão, é nesse nível." Porque eu já ouvi se tem que eu não abrir o pulmão, que te louco. "Sabe, nunca você vai ver uma mãe nascesista colheba, tá num colo?" Nem como ferramenta, só se for impressionar. Só se for na rua. Mas para a própria pessoa, eu vou ter fingir acolher ela para ela se acostumar. Não, só se tiver um interesse mediato. Entendi. Agora a gente vai aqui para o diagnóstico do sistema, a exigência versus o nascesismo. Eu disse que é uma família exigente, desfunctional, mas exigente. Mas não nascesista, tá? E a outra que é só a mãe, assim, bem nascesista em tudo. Que ela o amor, né? Exige-se disciplina, mas não o amor não depende do desempenho. Tá, então que tá dizendo que é uma família, desfunctional, de uma mãe muito exigente, vamos dizer assim, perfeccionista, ela exige a disciplina, mas ela não associa isso a um amor. Eu sei, eu não preciso tirar despre o tema, eu tinha um set, mas eu quero que você te atire, deixa. Então vamos pro 10. Então vamos pro 10. Não, eu acho que a exigente, ela vai dizer assim, burro é a nascesista. Ela já vai pra descorrer o cara de. Eu acho que a exigente vai dizer assim, você tirou set, mas você tem condições de tirar nove. Então vamos estudar mais, eu vou botar uma reagra aqui. Você não vai me haver televisão, você vai sair da internet porque a gente vai transformar duas horas de estudo na sua rotina, nesses dois pontos que eu quero que você tira um tempo que você tem condições de tirar nove. Quando tirar nove, ela vai querer que te dê isso. Mas ela vai estimular e vai estar ali presente. A mãe nascesista é tipo assim, como é que ela não tirou dez? Não pode ser o filho troféu? Ou se tirou dez, mas ele tiraria onze. É, eu tiraria onze porque você é incompetente. E ele deixa de ser amado porque não cumpriu essa expectativa. Você de meu troféu não é o troféu de melhor lugar no troféu feio, não quer meu troféu, não vou mostrar isso. Você foi o que eu desce, quando você tira a sua sala 20, então não tem coisa nenhuma. "Burro, membro, como é que eu vou falar pra uma amiga que você foi 10 de 20?" Ou você foi 19 de 20. Mas mãe, a escola tem 4.000, eu fui 19 de 4.000, você é burro. É burro. Exatamente. As regras numa casa exigente, então são normas rígidas por enclara e coerente. É, você pode, uma mãe pode exigir, tem que arrumar a cama, mas ela deixa muito claro. Você vai fazer isso porque um dia você vai morar fora, você tem que arrumar sua cama, não vai ter quem faça e você não vai parar por isso. Isso vai te tornar forte. É isso que a mãe exigente fala. A mãe na cesta regras muda conforme o muro.
e a conveniência da mãe. Então tipo assim, a mãe quer que você arrume o quarto porque vem uma amiga, ela tem que mostrar que você é um filho maravilhoso. Se a amiga não vem, aí a funcionária dona fulando e ele não deixa ele que durma nessa sujeira, esse garoto é porco. -Tendeu. -Inestiqueiro. -É que durma mesmo. Não quero que você arrume o quarto dele. Deixa lá. Ele agora vai aprender. Aí quando a amiga vai visitar, você vai arrumar agora meu filho, pega aquela sua roupinha linda. -Morse que você prenda. -Exatamente. -Vorça que a mãe tem um filho bacana. Aí o filho, quanta a gente tá sempre acostumado. -Aleianada. -Só aleianada. Fala, nossa, minha mãe tá gostando de mim. -Ele não consegue associar, quer porque ela tá se mostrando. -Cuals da amiga? Agora a gente vai pra parte das conquistas, né? Na família mais exigente ou sucesso do filho imotivo de orgulho genuíno? -Sim. -E na casa da mãe na sezista, como é que é isso? Na exigente, quando ele tirou nove, que a mãe falou "Você é capaz de tirar nove". E ela vai lá, fala "Não te disse que você tem capacidade, você consegue". -Cê consegue. É o que eu brinco, não te mexa. -Não te mexa. Vai lá, vai melhor. Na família na sezista, o filho de sucesso é a sua importe se for pra refletir a grandeza da mãe do tipo. Olha como é do que essa criança. -Pere só é o que é por minha causa. Entendeu? Aqui não é um. -E será que ele não é o que é só por causa dela? Essa exigência não for joelho desse jeito? -Porque a mãe na sezista não é exigente. Exigência você faz com regras claras. -Ah, ela está nem aí, então ela deixa a ver. -É exigência. É pra botar o ego dela lá em cima. E é para se constar se há, não tem ninguém em casa. Deixa essa pôr. -Pase o que? Vai p'selular no meencher o saco. -Pase o que quiser. -Agora se precisar, volta aqui agora. Larga aquilo que você está fazendo. Bota a sua roupa que você vai ter que me levar e comigo não sei onde. Mas mãe, não quero ir, vai sim, porque os filhos da pulana vão você ter que ir. -Cara, e você vai usar até comparar. -E vai falar em inglês quando chegar lá. Mas mãe, não interessa, porque o filho da pulana fala você vai ter que falar. -Se falar ver bo errado, acho que ela vai cantar quando você voltar. -Cara. -É diferente da conquista de uma família exigente que fala assim. -Eu sempre acreditei você. -Para bem. -Para bem. -Mas dá próxima, vamos doizinho, né? -Mais um pouquinho. -E tem autonomia, né, na família exigente. -Em cima, se autonomia e permite independência. -Permite, independência. -Então, é aquilo que eu falei. Você prepara um filho. -Pra vida. -Quando você fala se vai armar sua cama. Vai no seu que lá, vai no seu que. Porque é um dia. Você não vai ter isso e você vai saber fazer. Aí a criança fala assim, "Mamã, eu vou trabalhar, vou pagar um funcionário." Então tudo bem. Mas o dia que eu funcionar foi embora, você não vai se desesperar. Porque não tem um funcionário. -Eu sei saber que você precisa de um funcionário para isso. -Então, você vai se contrata e deixa uma vez jogar de igual lição. -Mas você nunca vai dizer para as pessoas que você precisa. -Você também. -Eu escolhi que a gente se contrata alguém que eu sou do topado. -Exatamente. -Exatamente. -Nunca porque você precisa. A posta da autonomia e você permite que você seja independente. -E na mãe na cisa, você não é que funciona isso? -A autonomia é uma ameaça, né? Porque se você tem um filho que, apesar de tudo, evoluí-lo, foi bem no colégio, começa sem independente, começa a trabalhar, começa. É horrível. Porque a mãe vai dizer o seguinte, agora que você está bem, você deixa sua mãe dentro de casa. -Entendi. -A mãe vai ver a autonomia e a independência do filho como uma traição a ela. -E geralmente, o tipo que ela fala. -E vai viajar, você agora está grande, e ele vai viajar. -Porque que não me paga primeiro a viagem? Porque você é mais novo e eu sou só mãe. -Olha isso. -É nesse nível. -Nada se você não ama o seu amor, você não ama ninguém. -Não, mas você vai se sentir culpado por cada coisa que você conquiste e ela não está usufruindo. -Entendi. -E ela vai fazer você sentir culpado por isso. Por exemplo, se aparece com um carro novo, uma família exigente, você compra um carro de seus sonhos. A família exigente vai falar assim, "Puxa, filho, você merece. Se merece, fruto do seu trabalho. A mãe na dia vai fazer assim. Está sobrando dinheiro, né? Por isso que você não quis me dar o meu carrinho que eu pedia um carrinho, você não me deu. -Mas eu te vi. -É pra fazer a tecésia. -Sosinhos se exibir com esse. -Caramba. Você não sabe que eu estou precisando armário, você não sabe que eu estou precisando sofrar novo. Para que isso? Porque você é um egoista. -É nesse linho. -O que bom que eu já pensei aqui, quando eu cheio com o carro novo lá, o meu carrinho vai falar "Postocar!" -Porque é fã, dá um licor com consciência. -Mas ele está feliz. -Está feliz. -Ele vai o que tocar o carro e vai falar pra você, filho, é bom mesmo, hein. Nossa, gostei. Ele vai fazer criar criança. -É, igual a criança. -É um que eu não é tipo. -Ah, eu quero ir o outro do seu que. -Não, deixa eu ver o teu brinquedo. -Que legal. Agora vai ter sim, a gente vai ter um episódio de fofoca, vai ter os vizinhos fofoqueiros, que vão chegar e vão dizer assim "Porque esse filho como pro aquele carro tão bonito? O que que ele fez com o outro? Não te deu, não?" -É. -É, tem o fofoqueiro da discórdia. -Então tem uma diferença muito grande na família exigente, da família exigente. -Ambra quando a gente pega as leis invisíveis do regime, como que essa mãe vai regia? -O meu tamanho vai regia, essa. -E esse feio do quase, né, que ela regra número um, supressão emocional, a regra número dois, a imagem acima de tudo e a regra número três dividir pra conquistar. -Exatamente aquilo que você falou. -É, é que a gente foi falando, né. Então, o que que ela coloca? É a gra número um, no supressão, não há permissão para a individualidade. O filho não tem, quanto mais ele tem que ver, ele vai sendo destruído. A regra 2, a imagem acima da realidade, então, é o abuso da mãe da reputação, aquela criança sofre o calma, mas ela tem que, na hora do retrato, que foi na casa dos o, todo tempo, que o retrato é ótimo, as aparências têm que ser perfeitas. E ela acaba, essa mãe, na sezista, ela põe rivalidades entre os irmãos, porque como é que a gente é. Máquia, é o dividir para conquistar. Inimigam, dividir para conquistar. Se a gente crúe inimigo em comum dentro de casa. É muito interessante, porque quando tem mais de um filho, esses irmãos sempre são inimigos. Depois, quando um descobre o que aconteceu e tenta conversar, se torna o amigo. Eu já tive uma família que era um quatro irmãos, um era na sezista, os outros três não. -Ais, isso não é? -Nem um se dava. Não, nem um se dava, ela conseguiu. Ela só se dava mais ou menos com um que tinha sucesso. Agora, um pergunta, por que que nós se existam a usar essa inteligência para ganhar dinheiro para fazer coisa boa? Por que isso. Ele usa para roubar dos outros. Ele não precisa conquistar nada, ele já é uma pessoa maravilhosa. Ele não consome energia para conquistar nada, ele já se deu direito. -Não, ele não consome energia. -Ele não consome energia para conquistar nada, ele já se deu direito. -Não, ele não consome energia para conquistar nada, ele já se deu direito. -Não é delírio da cabeça dele, simplesmente um dia ele acordou você aí, eu sou grande. -Não é delírio, é uma convicção viver assim, eu achar que o mundo me deve. -Mas mas não falta uma coerência, tipo assim, o que deve partir do que que que que que que que que que é. -Mas que disse que é coerente? Por isso que é um transtorno. É como eu entender a lógica psicopata querendo resucionar. -Quais regas são juros? -Quais regas normais? -Eu tenho que entender como funciona para poder entender. -E se eu não, para poder entender, mesmo que eu não cinta daquele jeito, mas pela lógica eu tenho que entender. -Mas por exemplo, se você vai por nós, se diz, fala assim, mas cara, por que que você foda, só pra saber mesmo, assim, eu acho legal querer saber mais de você, ele vai, ele vai, como é que vai falar que ele é foda? -E o primeiro ele vai rir de você, vai ou ela, vai rir, vai dizer assim, mediu, crie, não entendeu, porque eu sou foda. -E aí tem jito, depois, se você continuar persistindo nesse questionamento, começa a tesoular e começa a falar mal de você. -Pra outro. -Pra outras pessoas, porque aí o dia que você vai abrir o olho de alguém, fala, cara, você não nota que só grandeza não existe, só pensa que que ela construiu, que que ela fez, que educação que ela deu para esse filho, ela nunca educou. -Ei, o garoto é bom, porque é bom, as pessoas vão dizer assim, você é engrato, bem que sua mãe falou que você gosta de jogar um contra o outro, ela só te elogiu. -E como é que os quatro voltaram a conversar? -Um era nascista, esse ganhou a vida, não estava nem aí, se a mãe estava bem, se o pai estava bem, mas um se tratou, um dos três que não era nascista. -E aí, ele começou a entender que o irmão de repente saiu, voltava do quarto da mãe e falou que ela boca a mulher, porque a mãe jogava. -Um dia ele chamou esse irmão para almoçar, flam, que ele te perguntar, "que que aconteceu?" -Não, a mãe contava que você fazia, que você falava mal de mim, que você. Falei "não, mas ela falava isso de você". -E a gente fala "cê tá brincando, não, se lembra o dia tal que a gente brigou para onde ele falou "cara", ele falou "eu tenho que te dizer nossa mãe nascista". -E nascista funciona assim assim assim assim assim assim, aí ele. Peraí, mas na situação tal, aí ele já estava. -Ela queria aparecer, ela queria que você ficasse contra mim, porque ela podia chegar para o pai e dizer "oh, fulando-ta mal, porque eu comecei a ver". E aí quando?
e a contar para você, ela fazia uma briga entre a gente, e o papá chegava e falava, esses dois estão aqui brigando e vai ser confusão. - Porque é o macacuzulador, né? - É, lá em Moncus. - Que é os recursos que ela vai pegando, então ela usava. - Ela vai manipulando familiares, amigos. - Então, no caso dos quatro, além de eles serem vítimas, eles ainda eram ferramentas delas para vitmizar os outros. - É, para difamar, para espionar, o que que ter mantei feito. Me conta, fazer um, dedar o outro. - Entendeu? - Então, assim, o que são os macacuzuladores? Familiários, amigos recrutados e manipulados pela mãe para difamar, espionar o punir o filho que tenta estabelecer limites? Que tenta ver a verdade. É o braço armado, os macacuzuladores são. É o braço armado. - E nem sempre, eles são conscientes disso, - Não, não eram casos desses quatro, não eram conscientes. - Não, não eram, não eram, não eram. - Amiga, ou acuinhada, quando vai na casa, a casa tão brinco. As crianças estão com melhor roupa. Aí, o marido vai tentar reclamar a porta, uma situação difícil. Qual é irmã, com acuinhada dela? Ele fala isso. Você vê sua casa, um brinco. Só mulher ou seus filhos. - São riga. - Aí ele não é assim, foi só aquele dia. - O que é isso? A gente sabe reconhecer uma mulher caprichosa, só uma mulher, uma mulher caprichosa, vai tudo para você. - Aí o cara chega a uma hora que ele já não pode zabafar. Com a irmã, com a mãe, com o amigo, porque ela conseguiu manipular tudo para deixar ele, tipo assim. Quando ele for lá falar, ele vai falar. O que deu o seu errado? - Proveitando que a gente pegou dos flymonks, né? Então ela é o elenco de suporte. - Esse é o de suporte. - Os complices e esquecidos. O filho invisível. O facilitador e os macacuzuladores. O filho invisível, ele é ignorado e desatentido emocionalmente. - Aprende. - Disatendido. Disatendido. Aprende que a única forma de sobreviver é não ocupar espaço e não ter necessidades. Crescer com o profundo vazio e dificuldade de gente que aqui en mind. - É, o filho invisível, porque assim, tem o filho escolhido. - Que é bom, digamos assim, e o talentou. - Não, é o que dá status para ela. - É o que ela vai dizer. Esse meu filho é rico, esse meu filho. - O que é? - O funcionário, sei lá, da IBM, em uma época da IBM. Ou esse meu filho é se ouve de uma grande empresa. Ela vai utilizar aquele filho pra dizer, o quanto ela foi boa, ela como eu duquei bem. Olha onde ela está hoje. Então ela é o trofel. Vai ter o outro filho que é o bode espetório, que é aquele que começa a sacar essa mãe. E aí. Pega ele, pula. - Descreve de beleza. Volta um pouquinho aqui. Ah, aqui, ó. O filho do orado, que é o trofel, é o Golden. Projeção do falso-self da mês e bido como trofel. - Ou seja, ela acha que ela é daquele jeito e que ele é daquele jeito porque ela. - Então a pressão, em cima desse filho é esmagatoura. Perfeccionismo extremo, o filho aprende perigosamente a sentir-se seguro, perto de pessoas abusivas. Pois foi protegido em troca de submissão. Quando ele busca um próximo relacionamento, ele vai pegar um perfil que encaixa a boca que a mãe ela dele. - Viu, eu vou mostrar, esse é o típico filho daquele que não é e fez tudo, né? Pra agradar aquela mãe, fez tudo. - Lindo, eu pretende. - E. - E. - Exatamente. E se tornou geralmente um alvo fácil pra relações tóxicas. O bode espetório é o scapegoote que esse a mãe vai de raiva absoluta porque é o velha negra, ela bota ele como o velha negra. - Bota ele um alvo. - Se garoto que a me destruir. Eu estou assim por causa dele. Então ela faz a destruição da autoestima dessa criança, bota culpa cronicamente e rejeita totalmente, tá? Mas ironicamente, talvez seja o que tem mais chance de sobre a viver e de escapar disso tudo. - E um próximo relacionamento dificilmente, ele vai procurar um perfil parecido. - É porque esse, como ele já está rejeitado, já está escolhendo bado, ele tem mais chance de romper com isso e ver de fora. - Do que ele pegar e achar que. - O doirado é difícil, porque se ele teve sucesso, um pouco de sucesso com essa mãe e foi bem tratado com essa mãe por merda, vai dar de dela, ele realmente acha que ele é amado, mas que para ser amado ele tem que fazer tudo que essa mãe quer. - Entendi. - Então esses são os dois filhos. Quando tem mais de um filho, né? Então aí tem uns outros, isso geralmente, quando você tem mais de dois, três filhos, aí você tem um filho invisível, né? Que é o pessoal brinca do meio. - Eu estou brinca. - Não é rápido, tá? - Eu não sei. - Eu não sei. É um invisível que esse aqui, "Mãe nem odeia nem exalta como troféu". Então esse fica quieto, esse é aquele assim que também tem chance. Porque assim, um determinado momento, ele falar que as coisas aqui não são nada mesmo. - Você não é outro lugar. - Não são nada, eu não estou no lugar. - O facilitador geralmente é o marido, companheiro, companheira, que é silencioso, que vê tudo o que essa mãe faz, tenta minimizar, tenta justificar porque a mãe faz isso, não, porque sua mãe sofreu e faz tudo para a mãe não ter uma furia, não ter um escândalo. E ele acaba desassistindo, fica totalmente desassistido, tem medo das reações dessa mulher, tá? E ele troca a proteção dos filhos, ele não protege os filhos, para tentar ter paz. - Que não tem? - Não tem. - Mas ele acha que sim. - Acaba que no caos dela ele encontra a paz ali, de não, de não ser um desfimo. - De não estar com a betralhadora adirada para ele diretamente, mas aí ele abdicou da função de paz. - Como você vai pegar seus filhos e colocar as na frente para ele não. - Exatamente. - Não é só o José, como eu disse. - Não, eu vou ser pesado. Agora vamos falar um pouquinho sobre o custo psicológico de ter uma mãe na se exista, né? É o custo. O que acontece com essa criança, essa adolescente, essa duto jovem? - É tudo, né? - O que é que ele carrega, né? Olha, a gente já falou muito, mas aí está estruturadinho, né? Inclusive, se quiser, a gente pode deixar para o pessoal baixar, deixe que indique para um amigo antes. - Exatamente. - Indique o vídeo, e compá pega o link do vídeo, compartilhe com alguém, depois você volta aqui, que a gente vai deixar um link para você baixar, porque pode funcionar quase que um. - Essa, essa. - Uma apresentação. - Gravura. - Porque funciona como um manualzinho, para você ver se sua mãe está hipertos. Sim, sim, para refletir, né? - E tirar dúvida, depois manda. - E. - Que a gente pode fazer umas caixinhas da dúvida daquele tema. - E isso? - Porque quando a gente abre carxa geral, é mais difícil, mas a gente vai começar a abrir caixinhas. - De temas específicos, mais fácil. - Pra gente atender a demanda. - E é que se organizado - por eles pegaram a na na na na na na. - Fica. - Então, por exemplo, que a gente pega a identidade fraturada, a co-dependência, ansiedade, o perfeccionismo, - a dispersorização. - É, olha que interessante. A identidade fraturada é porque não constrói a identidade. Porque você tem que ser algo submiço, e sem qualquer vontade, sem qualquer. afeto, sem qualquer necessidade atendida. A dispersorização é um sentimento crônico, de não ser, né? Aquela coisa assim, bem relacionada a trauma. Então, uma sensação de não ser no mundo, que vem com a identidade fraturada. - E não quer ir vazio. - Não vazio. Você olhar para o espelho e não saber quem está ali, né? A co-dependência é uma atração inconsciente por dinâmicas de poder autoritário. O que eu falei, que o Guperontô, que o que vai acontecer é que esse filho. Se ainda mais ele foi o filho dourado, ele vai acabar buscando parcerias, tal que se casem autoritário. Sejam até parecidos com a própria mãe, você já teve algum paciente, sim, algum experiência que sejam evo no simil amigo, você passou com sua mãe, vai passar isso agora de novo. Sim, mas até eles entenderam dinâmica, a mãe e a mãe, não é questionado. Entendi. Então é. Você tem que desfazer. É porque o que. É muito marcante nos nossos estes, é que o filho, toda vez que vai reclamar, pedir alguma coisa, eles estão sempre colocando, mas eu fiz isso tudo por você. Ou seja, você sempre está em dívida comigo? Sempre. Ancê a idade perfeccionismo geralmente é o filho que virou troféu, porque para virar troféu ele foi tentando satisfazer o tempo inteiro, as necessidades daquela mãe, tentando, para ser visto, para ser reconhecido, para receber alguma coisa, né? Para ter alguma coisa, né? E não tem. Tá? A gente seguindo aqui, né, o custo fisiológico, né, como que o corpo registra tudo isso, esse trauma, essa convivência com a mãe, né? Todo trauma, né? Que é o stress tóxico que o gabor mater, que é um cara muito especialista em trauma, fala, o que que acontece? Esse corpo está em interna hiper, ativação e vigilância, como se tivesse o tempo todo uma guerra, né? Você não sabe quando vai ser amado, você tem uma migória de amor, ter, repente, você. tem uma avalanche de desamor, de crítica, então isso acaba botando o sistema hipotáluo e pofis adrenal, que é o sistema da sobrevivência, e hiperatividade que aciona altos líveis de cortisol. O que isso pode se manifestar? Na mais de forma crônica, os três crônicos que podem acompanhar essa pessoa por resto da vida. E alterar totalmente a belogia. Então são pessoas que na vida adulta vão ter muito mais probabilidade de fadega crônica, fibro, mialgia, doenças altimunes, transtones alimentares, depressões. Um tem jeito, o corpo dela está em aquilo que você falou hiperfigilância. O corpo dela vai levar muito tempo para desarmar isso. Agora a gente olhando para essa afirmação, B.E., o que está para entender que você não pode curar um sistema que depende da sua quebra para funcionar? Maravilhosa frase, que é a tal ilusão da cura. Porque assim, para que você curte uma pessoa, ela tem que não depender da sua subimissão, da sua inexistência, da sua subjugação. Então, toda vez que, em geral, nós existem tão procura nenhum tipo de ajuda. Quem procura são os filhos, mas os filhos quando chegam, eles sempre chegam contando a história de uma mãe frágica, que teve uma infância difícil, e que tem certeza que se ela se tratá, ela vai poder melhorar e vai poder melhorar a vida deles também, ou dele. Só que tem que isso não é verdade, porque a subimissão, nasce, existe a se alimenta, se alimenta esse suprimento de gente que faça tudo que ele quer, que valorize ele. Então, a primeira dificuldade é você chegar para um filho de dizer nada que você faça em relação a ela se tratar vindo de você, vai funcionar. Então, você tem que fazer a grande revelação, que o transtorno de personalidade nas exista, rejeita a premissa de ter qualquer defeito. Por isso que você falou um luto em vida, você perde aquela mãe que se idealizou. Logo, a mãe nunca buscará a própria mudança ou assumir a responsabilidade do que fez. Não vai a ver isso, tá? A arma do enverescimento, com a perda do poder social, a deterodização física, torna-se a maior arma. Então, essa mãe que nunca admitiu nada, um dia vai ver isso. Aí, o que acontece é ela pega a deterodização física, a fragilidade, o adoecimento, como uma arma do tipo você, agora tem cuidado de mim, porque eu te dei a vida. Antes era o autoritarismo. Agora, funciona mais, o filho pode ir embora, agora tem que ser a culpa. Exato, agora tem que ser a culpa. São muito interessantes. Então, simula ou usa a fragilidade para aprisionar os filhos na culpa e exigir subserviência absoluta. Cara, então onde que vem essa cura? A cura é quando você deixa de achar que você tem que curar a sua mãe, você tem que curar assim. Então você tem que refazer isso, o que é o ponto da virada. A cura não vem de mudar a mãe. A cura vem de mudar a sua proximidade com ela. Então, por exemplo, é igual a falar no avião, primeiro coloca a máscara em você, depois de quinta do seu lado. Ou seja, às vezes na procura da cura de curar sua mãe, você fica incurável. Então a esperança de um pedido de desculpa é a âncora que te mantém no abuso. Então você pode o tempo todo achar que essa mãe um dia vai olhar para você e me perdoe, meu filho. Me perdoe por isso, por isso. Não, a verá. Hanca a sangora, mais embora, leve esse barco para o homem. Mas o momento sem entende que o problema não é seu, é do outro. Eu não estou dizendo que você é um bandônio ao leo, mas se tiver a condição. Como é que pode fazer, né? Ajuda, mas ajuda a distância. E como é que a pessoa que tem uma mãe dessa, que tem uma relação dessa? Vamos falar assim, ela acabou de ver o vídeo, eu vou se encarando, é a minha mãe. Como é que ela pode partir de a mãe? Primeiro tema, de pagar uma mãe. Primeiro refaça, eu sugiro que pega um caderninho, refaça sua história. Olha lá, tudo o que aconteceu. Veja onde você achou que era culpa sua e que agora você sabe que não é mais culpa sua. Então você, a partir daquilo, você vai começar a reduzir a influência que essa mãe tem na sua vida. O que ela falar, você vai. Entrou no vídeo, saiu no outro. Exatamente. Às vezes você não vai deixar de dar uma assistência material, porque a assistência material vai te deixar culpado se você não der. Mas isso não quer dizer que você tem que ser a pessoa fazer tudo aqui. Entendi. Então. É, você não vai deixar ela desamparada, mas você também não vai parar sua vida, né? Dá seu só. Seu só. Lágrimas. Mas lágrimas que eu sou. Mais lágrimas. Ai, ai, de ruim. Então é reduzir essa influência e saber que a mãe que você desejaria, ela não existe. E quem não pode fazer isso agora? Não pode nem sair de casa, geralmente, né, o filho, assim? Comece a trabalhar muito para você ter uma independência financeira, porque aí você pode, pelo menos, dar uma assistência sem necessariamente ter que estar presente. Entendi. Mas eu falo assim no caso. Ah, você está fazendo o método da pedra assim. É, igual o adolescente que está assistindo esse dinheiro, que metam sem sair de casa. Pedra cinza, né? O Grey Rock. Que você tem que suprir. Você tem que ser sal suprimento emocional. Você tem que ser absolutamente desinteressante. Monosilab que neutro. Porque o narcisista, a mãe necessita alimenta quando você vai pro debate. Não, mas não é assim, assim. Ela cresce. Então o que você tem que fazer? Simplesmente, tudo que ela falar, você não justifica sua escolha. Não, eu vou sair por isso, por isso. Você vai sair. Isso aí. Se ela ficar falando, deixa ela falando. Não tem de corrigir as distorções ou mentiras dela. Quem você fala, você está mentindo. É isso. Você abrir um debate, que ela vai ganhar. Que ela tem anos fazendo isso. Caraco, que é isso. Não te desorganizar. De desorganizar, de deixar culpado. Então ela está mentindo. Deixa ela mentir, vai. Tudo que ela quer uma brecha para começar a discussão. Tudo, porque ela ganha. Ela tem friasa para isso. E responda sem emoção. Privha a sua mãe do drama, do caos, que alimenta o sistema dela. Quanto mais oportunidade, discussão você da é, ela vai alimentar o caos, dentro de casa. Que triste, né? É triste. É uma maneira de quem não tem como sair de casa, pelo menos, diminuir esse imbate. Agora passando para a parte de depois que você fez isso tudo, conseguiu a sua carta, a sua cardelhabilidade. Eu sei se ele é verdade, mas está conseguindo pelo menos saber quem você é. Como é que você se reconstrói, assim? Como que você descobre quem você é? Refasendo essa história, né? Porque você passou o tempo, todo achando que a culpa era sua. Que você não era suficiente, que você não era inteligente. Então, primeira coisa, abrir isso e buscar sua emancipação financeira. Para que você possa ter essa distância, e não conte que você vai sair contando para todo mundo, porque os macacos voadores da família vão tentar te demover. Muitas vezes você vai ter que se afastar, outro estado, outro país, mas não deles. É uma distância física, porque eu acho que essa distância física é tudo que ela quer para dizer. Estou passando fome, estou no seu e. Estou certo, sobre tudo que eu falei sobre ele. Tudo que eu falei todos esses anos, eu estava se tornando a sua. Não tem a distância física. De dignidade, né? De dignidade, porque você daria qualquer pessoa. Então, nesse sentido, mas enfrentar o luto da mãe idealizada. A mãe que você gostaria, que tinha Maria, né? Que nunca existiu, né? Que nunca existiu, exatamente. E de preferência, dependendo da gravidade disso, desse narcisismo das traumas que foram causados, reduziu o contato ao máximo e vantemãs que você vai ter que ter contato zero. Entendi. Infelizmente, né? Do mesmo dia que você fala, seja criança que você gostaria de ser quando você era pequenininho, que já não tinha infância então. Tem a mãe para você mesmo que você gostaria de ser acolha, né? É aquela sua mãe também. Você se tratar como se lembra? Se não, se trataria, só melhor amiga, melhor amigo. Você já começou a ser uma mãe para você. Para fechar agora, né? Como é que a gente faz da pessoa quando ela foi vítima sobreviver o isso tudo? Qual o próximo passo assim que você falaria para ela hoje? Como é muita gente que assiste, pode ter pessoas que teve essa virada de chave há pouco tempo ou algumas que estão virando. O dia não tenha essa virada de chá.
Eu acho que é a primeira coisa. Fica tão enraizado, né? Muito, então assim, muitas vezes, muita gente vai ver esse episódio e ainda assim não vai cair a ficha. Mas vai ficar ali um belo dia, ver de novo. Não puguem atrás da origem, né? Ou então vê um corte. E aí lá no nosso corte a gente bota, né? Qual é o exército? O episódio completo e ela vai voltar. Em uma hora ela vai acordar. Nessa hora, a primeira coisa que ela tem que fazer é que ela estava num coma. Aí, ela abriu olho. Ela tem que abrir o olho e falar "A culpa não foi minha". E eu tenho direito de fazer uma vida diferente do que a minha mãe me tentou em pó. É sóter, solta a sancura, né? Soltar esse peso, vivia a vida. É difícil, não é fácil. Mas existe vida do outro lado de uma mãe, não é? É, eu acho que qualquer mensagem depois dessa é insuficiente. Não se esqueça de deixar nos comentários o que vocês acham. Se já tiveram, né? Ou tem suspeitas de uma mãe na assista, porque as vezes também pode ser coisa sua cabeça, coisa de adolescente ou realmente aconteceu. Por isso que é importante fazer aquele caderninho voltar à sua história. Por isso que a gente vai deixar aqui para vocês a apresentação, para vocês poderem consultar, porque é importante isso. E não se esqueça, bebo a água, clique no botão curtindo. Se curdem, clique no botão curtindo, marco o sininho para chegar na notificação. Manda para um amigo. Manda para um amigo. Às vezes, um amigo, você viu que a mãe dele tem esse straço com ele, tem essa desinvoltura, manda para ele, sim, como quem não quer nada, fala, se você olha o que que eu acho que a minha mãe é, porque ele vai te chegar e falar "Só vai dar o seu meu boa", mas às vezes a dele, ele tem um virade de gente chave. E não se esqueçam, bebo vocês no próximo PodPipo? Inverse.
Podcast Summary
Key Points:
Mães narcisistas impõem um amor condicional, exigindo submissão e adoração dos filhos, que nunca se sentem suficientes.
Os filhos sofrem culpa, baixa autoestima e desintegração emocional, buscando aprovação que nunca chega.
O pai muitas vezes é submisso ou cúmplice, agravando o sofrimento; quando protetor, enfrenta dificuldades legais.
Filhos de mães narcisistas tendem a repetir padrões tóxicos em relacionamentos adultos.
O narcisista tem consciência de seus atos e raramente muda, pois o comportamento lhe traz benefícios.
É essencial que o filho faça o luto da mãe idealizada e aprenda a se proteger emocionalmente.
Summary:
O episódio aborda o impacto devastador de uma mãe narcisista sobre seus filhos. A mãe narcisista impõe um amor condicionado à obediência e à exaltação constante de sua figura, fazendo com que os filhos se sintam permanentemente insuficientes e culpados. Eles crescem em um ambiente de críticas, humilhações e manipulação, onde suas conquistas nunca são valorizadas.
O pai, muitas vezes submisso, reforça esse ciclo, deixando a criança sem refúgio. Quando o pai tenta proteger o filho, enfrenta dificuldades legais, pois a mãe mantém uma fachada pública impecável. Os filhos desenvolvem baixa autoestima e tendem a buscar relacionamentos tóxicos na vida adulta, repetindo o padrão de abuso.
A psicóloga explica que o narcisista tem plena consciência de seus atos e raramente busca mudança, pois o comportamento lhe é funcional. O tratamento para os filhos envolve o difícil processo de aceitar que a mãe idealizada não existe e aprender a estabelecer limites. É crucial compreender a origem do transtorno sem justificar as ações abusivas, pois a consciência do problema impõe responsabilidade.
A mensagem final é de esperança: é possível superar esse ciclo e construir uma vida saudável, mesmo diante de uma mãe narcisista.
FAQs
É uma mãe que exige adoração e submissão total do filho, tratando-o como um objeto para exaltá-la. Ela oferece amor condicionado ao desempenho do filho em agradá-la.
Ele se sente culpado por suas conquistas, nunca se sente suficiente e busca aprovação sem nunca receber amor genuíno. Isso o leva a se desintegrar emocionalmente.
Ela tem consciência de seus atos e vê o filho como útil apenas para exaltá-la. Sua lógica é que o filho deve servi-la, pois ela já deu o útero.
Geralmente não, pois o narcisismo é um transtorno de personalidade com base genética. O filho sem essa predisposição sofre, mas não se torna narcisista.
Em público, ela é vista como mãe perfeita e amorosa. Em casa, é autoritária, crítica e manipuladora, criando um ambiente infernal para o filho.
É preciso fazer o luto da mãe idealizada e entender que a mãe real não mudará. O foco deve ser em se proteger e buscar tratamento para evitar relacionamentos tóxicos.
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