09. Maanaim é Filadélfia fidelidade sem força (Ap 3.7-13) (Série Apocalipse)
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A carta à igreja de Filadélfia, em Apocalipse 3:7-13, destaca uma comunidade modelo por sua fidelidade em meio à fraqueza. Jesus, apresentado como o Santo e Verdadeiro com a chave de Davi, possui autoridade exclusiva sobre o Reino de Deus, abrindo uma porta que ninguém pode fechar. Essa igreja, composta por pobres e escravos, era perseguida por judeus que a consideravam impura, mas Jesus a elogia por guardar sua palavra e não negar seu nome, apesar de ter pouca força. A mensagem central é que a salvação não depende de poder humano, influência ou mérito, mas da graça de Cristo, que acolhe os fracos e os que reconhecem sua incapacidade. O Reino de Deus é invertido: é dado aos que são desprezados pelo mundo, como prostitutas e publicanos, e não aos poderosos. A fraqueza humana não é um impedimento, mas uma porta de entrada para a graça, pois Cristo abre o caminho para os que se entregam a Ele pela fé. A igreja de Filadélfia ensina que a verdadeira força está em reconhecer a própria fraqueza e confiar na obra de Jesus, que garante a salvação e a vida eterna aos fiéis.
Boa noite a todos.
Mais uma vez.
Nós vamos agora para apocalipse, capítulo 3, do verso 7 ao verso 13.
É nosso penúltimo encontro nessa segunda parte do livro do apocalipse, onde nós vamos olhar para a carta para a igreja de Filadélfia?
Você vai encontrar por aí muitas igrejas que têm o nome de Filadélfia.
Igreja Batista Filadélfia, igreja Presbiteriana Filadélfia.
Você não encontra muitas igrejas presbiterianas la Odisseia.
Ou igreja Batista de sardes.
Normalmente a igreja de Filadélfia é a igreja com a qual as comunidades querem se identificar.
Aparece aqui no livro do apocalipse como uma igreja modelo, e é engraçado que as 2 únicas igrejas que não recebem críticas no livro do apocalipse é uma igreja pobre e uma igreja fraca.
A igreja pobre é elogiada, não recebe críticas, a igreja fraca é elogiada.
E não recebe críticas.
Às vezes nós temos medo, como igreja, de sermos uma comunidade irrelevante, pobre, sem influência, sem fama, sem reputação, sem impacto na nossa comunidade ainda.
Mas que na verdade, é que a única igreja que é apresentada como modelo no livro do apocalipse era a igreja, que não tinha nada disso.
É uma igreja que não estava sobre o 7 Montes de atuação da sociedade.
É uma igreja que não tinha poder de domínio.
Era a igreja que não possuía capital financeiro.
Era a igreja que não tinha nada além da sua fidelidade.
Eu acho que a gente tem uma lição muito séria acerca de como ser igreja a partir de Filadélfia.
É o que a gente lê a partir do versículo 7 de apocalipse, capítulo 3, ao anjo da igreja em Filadélfia, escreva essas coisas, diz o Santo, o verdadeiro.
Aquele que tem a chave de Davi, que abre e ninguém fechará, e que fecha e ninguém abrirá.
Conheço as obras que você realiza.
Eis que tem o posto diante de você, uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar.
Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome.
Eis que eu farei.
Com alguns dos que estão na sinagoga de Satanás, desses que se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que farei com que venham até você prostrencia aos seus pés e reconheçam que eu amo você.
Você guardou a palavra da minha perseverança.
Por isso também eu o guardarei da hora da aprovação que há de vir sobre o mundo inteiro para pôr a prova os que habitam sobre a Terra.
Venham sem demora.
Conserve o que você tem para que ninguém tome a sua coroa ao vencedor.
Farei com que seja uma coluna no santuário do meu Deus e dali jamais sairá.
Gravarei sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus e o meu novo nome.
Quem tem ouvidos, ouça o que o espírito diz.
As igrejas Filadélfia era uma cidade forte.
Era uma cidade situada em um lugar estratégico, uma rota muito importante para o correio imperial de Roma para o Oriente, conhecida como pequena Atenas, Filadélfia deveria ser uma porta-voz da cultura romana para o mundo.
Sua igreja, no entanto, era uma igreja fragilizada, perseguida, sofrida.
Tratada como um tipo de estorvo à cultura do momento, composta de pessoas fracas de escravos, de gente que não era da auto chip romana.
Mesmo assim, era uma igreja fiel.
Não era uma igreja capaz de circular nas grandes cortes do Império Romano, mas era uma igreja que tinha diante de si uma porta que era aberta para o Reino de Deus.
É assim que Jesus se apresenta no preâmbulo dessa carta ao anjo da igreja em Filadélfia.
Escreva estas coisas, diz o Santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre e ninguém fechará, que fecha e que ninguém abrirá.
Veja, parte dos conflitos que envolvia essa igreja era o reconhecimento por parte da comunidade judaica de que eles eram.
Cristãos ou não, Santos ou não, servos de Deus ou não, você deve lembrar, como eu já falei sobre outras igrejas, que havia uma perseguição judaica contra as igrejas da Ásia menor.
Os judeus olhavam para os cristãos e os interpretavam não como parte do povo de Deus ou a continuidade do que deveria ter virado o judaísmo.
O cristianismo ou aceitar Jesus como senhor e Salvador.
Então eles perseguiam os cristãos como um tipo de seita.
Eles não reconheciam os cristãos como amados por Deus, não reconheciam os cristãos como gente fiel.
Se reconhecessem, deveriam virar cristãos também, porque rejeitam Jesus, rejeitam os cristãos.
Acontece que a eles se diziam os verdadeiramente Santos, enquanto os cristãos eram falsos e impuros.
Jesus, aquele dotado.
De santidade e verdade aquele que possui a verdadeira santidade, aquele que verdadeiramente agradou ao pai, é aquele que se apresenta a esses cristãos de forma encorajadora.
Os judeus diziam, vocês são falsos, vocês são impuros, vocês não seguem o verdadeiro Deus.
E Jesus se apresenta como aquele que tem a verdade da santidade sobre si.
Esse Jesus que é o puro e o Santo.
Era aquele que possuía, é aquele que possui as chaves de Davi.
O que são essa chave?
O que é essa chave de Davi?
Essa linguagem vem de Isaías 22, quando é liaquim, um dos mandatários escolhidos para negociar o Reino de judá com a sírio.
Habsaki é dotado de uma chave.
O texto diz, porém, sobre o ombro dele, a chave da casa de Davi.
Ele abrirá e ninguém fechará.
Fechará e ninguém abrirá.
Vou fincá lo como está, que em lugar firme, e ele será como um trono de honra para a casa de seu pai.
Isso isso fala de uma autoridade sobre o Reino.
Jesus é aquele então que possui a chave de Davi.
O Reino de Davi estava nas mãos de Jesus.
Isso é uma coisa muito séria, porque se aqueles judeus olhavam para aqueles cristãos.
Com descaso, com desprezo.
Denunciavam aqueles cristãos como se eles estivessem abandonando o verdadeiro Deus.
A verdade é que Jesus era aquele que tinha o poder e a autoridade sobre o Reino de Davi esses judeus perderam o ponto.
Esses judeus abandonaram o verdadeiro Reino.
Não entraram pela porta que estava aberta a porta para o Reino, o Reino de Davi prometido aos judeus.
O Reino eterno, inabalável que vem por meio de Jesus era o Reino que estava aberto, o Reino que só poderia ser acessado por meio do filho de Deus ao rejeitarem o filho de Deus rejeitavam a única forma de entrar no Reino.
Acaba que, no fim das contas, Jesus tem essa chave, a chave que torna o Reino aberto.
Aberto a nós como igreja, que devemos entrar por essa porta do Reino.
A metáfora da porta é usada várias vezes na escritura para falar tanto de entrar nesse Reino como trazer pessoas para esse Reino.
Jesus fala sobre entrarmos em uma porta estreita.
Paulo fala sobre oportunidades de pregação, como portas abertas para pregar o evangelho.
Essa metáfora da porta aparece muitas vezes em contextos diferentes, muitas vezes falando de algo muito parecido.
Existe um Reino que está aberto.
Há um caminho posto diante de nós e a única forma de entrarmos por essa porta do Reino de Deus é por meio do corpo aberto de Cristo Jesus.
Ele tem a autoridade.
Essa autoridade não estava na mão dos poderosos do judaísmo.
Essa autoridade estava nas mãos de Cristo Jesus, enquanto estes judeus queriam dizer que os cristãos não eram o verdadeiro povo de Deus.
Quem define quem é o povo de Deus é Jesus em sua morte e ressurreição.
Ele abre a porta para o Reino, ele fecha a porta para o Reino, é ele quem diz quem entra e é ele quem diz quem fica de fora, é ele quem separa os Bodes das ovelhas, é ele que põe um para a esquerda e outro para a direita.
É ele que virá para julgar o seu grande trono branco e separará o joio do trigo.
Ele é quem fecha a porta, ele é quem abre a porta.
Eu lembro muitas vezes quando.
Os meus pastores me diziam, Jesus, não manda ninguém para o inferno.
É você que se manda para o inferno.
Isso me lembrava muito os professores, dizendo, eu não reprovo ninguém.
É você que se reprova sozinho.
Mas a mais fina verdade é que há um Jesus com autoridade, com a chave na mão.
É ele que, de acordo claro com as nossas obras e com a nossa submissão ao seu nome, é quem fecha a porta diante daqueles que não querem entrar Por Ela.
Diante daqueles que adorariam encontrar formas de pular o muro da salvação para encontrar uma vida de Descanso, mas não por meio de Jesus.
A verdade é que não existe plano b não existe uma salvação que é alcançada por meio da pregação da natureza.
Não há uma salvação que é encontrada por meio de uma graça comum, uma salvação que é encontrada por meio de outras religiões.
E se eu fui fiel bastante ao meu falso Deus, eu adorei como quem adora Jesus no fim das contas.
A verdade é que só existe uma porta aberta para o Reino.
E essa porta aberta está em Cristo e em Cristo, exclusivamente.
A imagem católica de São Pedro nos céus, com as chaves para ver quem entra e quem sai, é um erro muito comum do catolicismo popular e dos imaginários infantis.
A verdade é que as portas do Reino estão abertas por Cristo e estão abertas para nós.
É uma porta aberta diante de você.
Essa porta não foi aberta pela sua força, essa porta foi aberta pela obra de Jesus.
Como nós alcançamos o Reino, nós já alcançamos o Reino por meio de uma fidelidade que é fraca.
Onde está a nossa força para entrar nesse Reino?
Quem de nós pode lutar e com a força de seu braço, abrir os portões do Reino de Deus?
Quem de nós pode trilhar esse caminho e através do da própria força, fazer com que Deus abra os céus para si?
A verdade é que a única forma de encontrarmos a entrada do Reino é se Cristo abri lo para nós, porque somos fracos demais para entrarmos neste caminho.
Este caminho é alcançado por algo que não requer força, não requer força humana, requer entrega.
Somos permanecidos nesse caminho por meio de fidelidade, uma fidelidade que é vivida em fraqueza.
Ele diz isso a partir do verso 8.
Conheço as obras que você realiza, esse tem um posto diante de você.
É uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar.
Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome.
Quando a gente fala sobre guardar a palavra, normalmente nós pensamos em força.
Você tem que ser forte na luta contra o pecado, você tem que ter força para permanecer fiel.
Mas a verdade é que.
A nossa fidelidade é uma expressão de fraqueza e não de força.
Por mais que por um lado a gente possa usar linguagem de força espiritual ou o que quer que seja.
Entender que nós somos salvos porque nos lançamos desesperadamente em obediência a esse Cristo representa muito mais a nossa incapacidade de comprar e abrir a salvação por nós mesmos.
Quem de nós pode dizer mereço?
Quem de nós pode dizer consigo?
Quem de nós pode dizer sou digno da vida eterna?
Mas a verdade é que, amando Jesus e reconhecendo a nossa fraqueza, a gente simplesmente guarda, guarda a palavra, não nega o nome.
Assume que é simplesmente por meio do nome dele e da palavra dele que podemos ser recebidos e aceitos, porque essa porta que está aberta é dada a pessoas de pouca força.
É na sua fraqueza que Deus te coloca dentro desse Reino.
É reconhecendo que não conseguimos nada.
Por nós mesmos que nós encontramos o caminho de vida eterna.
Não é pela nossa capacidade moral, não é pela nossa expertise teológica, pela nossa fidelidade financeira.
Não é pela qualidade do nosso matrimônio, ou da nossa criação de filhos, ou da nossa capacidade de ganhar dinheiro, ou quer que seja.
No fim das contas, a nossa salvação está posta unicamente no fato de que Jesus tem a porta, ele abre para a gente e ele nos recebe nela.
Ninguém pode fechar essa porta porque Ela Foi aberta por Jesus.
Você teme que a sua salvação será perdida a qualquer momento porque você é fraco demais?
Você teme que a vida eterna é uma coisa tão distante e tão inalcançável porque você parece não ser digno o suficiente dessa vida?
Quem?
Você é fraco.
Você não tem dinheiro?
Bastante.
Você não é inteligente ou bastante, não é bem relacionado bastante você não criou os seus filhos bem o bastante você não trata o seu marido bem o bastante, você não trata a sua esposa bem o bastante, você não sustenta a sua casa bem o bastante, você mal é um crente bom, bastante e você olha para si e diz, meu senhor, sabe o que é que eu estou fazendo aqui?
Eu venho aqui todo domingo, será que estou só enganando os outros?
Senhor, será que estou só esperando o dia da minha assembleia, da minha disciplina?
Porque eu não estou fazendo o quê?
O que é que eu estou fazendo?
Eu não tenho o bastante.
E a mais fina verdade é que, quando nós olhamos para a salvação como apresentada a igreja de Filadélfia, tudo o que Deus espera de nós é que a gente guarde, guarde a nossa coroa, guarde a palavra, que a gente entre numa porta, que a gente entre num caminho que foi aberto por ele, que ninguém pode fechar, que os judeus não fechariam, que a perseguição não fecharia, que o Império de Roma não fecharia, que a fraqueza não fecharia.
Que os terremotos não abalariam, porque no fim das contas, é uma porta que foi aberta pelo Deus vivo.
Nós não temos força para entrar no Reino, nós não temos força para permanecer no Reino, mas há um Cristo que abre a porta e que nos coloca neste Reino pela fé.
Ninguém pode nos tirar desse caminho, irmãos, uma vez que entramos por meio de Jesus, porque ele é o caminho, ele é a porta por quem entramos.
Nós encontramos força, queridos.
Essa eram igreja formada por pobres e por escravos.
Uma igreja formada por pessoas que talvez tivessem perdido tudo por causa dos terremotos que abalavam tanto a região de Filadélfia.
Mesmo assim, sem força financeira, sem poder de influência social, sem capacidade de mudar a realidade.
Sistêmicas apenas crentes tentando sobreviver com fidelidade, eles puderam entrar em um Reino.
Muitos dos judeus acreditavam que entrar no Reino significaria uma Batalha militar.
Eu não sei se você conhece os livros que foram escritos depois que o antigo testamento acabou.
Antes do novo testamento a gente chama de literatura do segundo tempo.
Existe alguns livros, alguns deles são a bíblia católica, chamado livro dos macabeus.
Você tem primeiro e segundo macabeus na literatura católica.
Você tem terceiro e quarto macabeus e outras a Correntes do cristianismo.
Nós não consideramos livros canónicos, mas são uma Fontes históricas razoavelmente confiáveis que registram o as revoltas, as rebeliões dos macabeus, a via na cultura judaica daquele tempo, a ideia de que o Reino viria por meio de revolução até armada.
Teremos que tomar o poder para instaurar o Reino de Deus.
Este Reino virá pela espada, este Reino virá pela força, este Reino virá pela violência.
Iremos instaurar este Reino.
Quando Jesus vem, havia uma expectativa militar, discípulos portavam espadas.
Pedro ataca uma pessoa de forma armada para tentar proteger Jesus mesmo quando Jesus morre e ressuscita em atos capítulo um, os apóstolos perguntam, é agora?
É agora que o pau vai quebrar?
É agora que o Reino vem, é agora que a gente vai desembainhar as espadas?
É agora.
Havia uma expectativa muito Clara de que AO Reino viria pela força, pelo poder, pela capacidade de guerra e de controle.
Mas o Jesus, que tem as chaves do Reino nas mãos, diz que o Reino é dos fracos, o Reino é dos que não conseguem, o Reino dos que não sabem atirar.
O Reino é dos que não sabem banhar uma espada.
O Reino é de quem não consegue levantar muito peso.
O Reino é de quem compra fiado, que tem que parcelar em 12.
O Reino é o do que tem que pedir ajuda.
O Reino é o do que liga, chorando e dizendo que não consegue.
O Reino é de gente simples e comum de escravos.
O Reino é de pobres, o Reino.
É dos esquecidos e dos desamparados.
É o Reino onde as prostitutas entram antes dos religiosos.
É o Reino onde o publicano é justificado enquanto o fariseu é rejeitado.
O Reino é de cabeça para baixo e ele não se coloca de acordo com os poderes desse mundo, onde, pela lógica do mundo, os mais poderosos sentam nas melhores cadeiras.
Os que não tem muito o que oferecer ficam em qualquer lugar, sentam no estrado dos pés.
O Reino é um Reino onde todas as as nossas, as nossos ideais e vontade são jogados de lado e onde nós nos jogamos pela fé em um Deus que foi crucificado.
Você entende que você adora um Deus que morreu e que vindicou a sua divindade por meio de ser assassinado pelos romanos?
Nós adoramos um Deus que tem cicatrizes.
Adoramos a um Cristo com buracos em suas mãos, nos prostramos a um Deus que foi rejeitado pelo mundo.
A maravilha do cristianismo é saber que ele não é sobre os poderes do mundo e a nossa capacidade de sermos grandes e poderosos sobre os outros.
O Reino é daqueles que são zombados.
O Reino é daqueles que não conseguem dar resposta na cara.
O Reino é do que engole, sapo é do que dá a outra face é do que perde a túnica é do que anda a outra milha.
O Reino é para mim, o Reino é para você.
O Reino é para pessoas que não precisam ficar fingindo em um grande teatro de santidade, tentando parecer forte, tentando parecer que é inabalável.
O Reino é inabalável, mas nós não.
Nesse mundo de verdade, há terremotos.
Terremotos que acontecem na cidade, terremotos que acontecem em nossa vida.
Assim como essa cidade teve que ser reconstruída várias vezes por causa dos abalos sísmicos.
Quantos abalos não tiram a nossa integridade e a nossa força?
Quando as coisas em volta começam ir mal?
Quando as coisas dentro começam a ruir e parece que não tem mais nada que nos dê estrutura.
É aí que a gente encontra a porta do Reino.
Poucos são chamados em força, poucos dos poderosos são chamados, poucos dos ricos são chamados, disse Paulo em primeiro Coríntios 12 e 3.
Poucos.
Deus gosta dos maluco, Deus gosta de doido.
Não é isso que Paulo diz?
Deus escolheu os loucos desse mundo.
Então se você é crente e parabéns, você provavelmente é meio Pinel.
Jesus escolheu os que não são, os que não tem, para quem para envergonhar os que são para envergonhar os que tem para dizer.
Eu escolhi os pior, os mais miseráveis, os mais rejeitados, os últimos que alguém escolheria.
Eu lembro quando eu orava, às vezes nos nas vigílias e às vezes as orações que a gente fazia.
É, senhor, o que é que o senhor viu em mim para mim escolher, se você lê a primeira Corinthians. 12 e 3 está a resposta, ele viu o pior.
Tinha gente melhor que você e ele preferiu escolher você.
Havia gente mais moral que você e ele escolheu você.
Havia gente mais estruturada financeiramente que você, e ele escolheu você.
Havia gente mais psicologicamente saudável do que você.
Ele escolheu você havia marido, os melhores, havia esposas melhores, filhos melhores, pais melhores, profissionais melhores, e ainda assim ele escolheu você.
Para poder dizer para o mundo que és, que esse Reino não é alcançado por nenhuma força humana, que este Reino não é uma porta aberta para os que correm mais rápido, para os que conhecem os caminhos, para os que conseguem pagar a propina.
Este Reino é dado para aqueles que menos merecem.
A graça que é dada a nós é a graça de adorar um Deus dos fracos, dos menores, dos que não são.
É uma porta que é dada a nós, queridos, saber que a salvação é pela graça, que a justificação é pela fé, que a vida nos é dada por meio de uma porta que foi aberta por Jesus nos dá a Liberdade de encarar a nossa fraqueza nos olhos, de reconhecer toda a turbulência do nosso coração.
E ao invés de fecharmos os olhos e tentarmos fingir que somos Fortes porque precisamos nos convencer de nossa força para tentar acreditar que Deus nos quer.
Mas sendo sincero sobre as nossas próprias fraquezas, podemos tratá las diante de Deus.
Assumi las diante dos outros, porque é que nós permanecemos com pecados ocultos por tanto tempo na igreja?
Porque é que a gente não confessa as nossas batalhas?
Porque é que a gente não abre o coração?
Porque a gente precisa?
Continuar fingindo força, porque se assumirmos nossas fraquezas, o que é que a gente está assumindo?
No fim das contas?
Que eu não sou digno do Reino, que eu não mereço a salvação que eu não fiz por onde Deus me amar.
E quanto antes abrirmos mãos dessas mentiras, de que podemos fazer por onde, de que podemos conquistar, de que temos força para entrar, queridos, quanto antes abrirmos mão disso, mais cedo conseguimos tratar as nossas fraquezas e misérias.
Mais cedo, mais cedo, fazemos as pazes com o verdadeiro caminho da salvação e paramos de fingir para nós e para os outros de que existe realmente algum mérito na nossa vida com Deus.
O problema, irmãos, é que essa porta está aberta para os fracos, mas está fechada para os Fortes.
Foi Jesus quem quem disse que veio.
Não para os são os, mas para os doentes.
Aqueles que acham que estão bem, aqueles que acham que estão Fortes, acham que tem saúde.
Jesus não veio para esses, veio para aqueles que estão constantemente constrangidos pela própria doença.
Alguns, diz o verso 9, achavam que eram judeus, achavam que eram do povo de Deus.
Mas a verdade é que eles não eram.
O verso 9 diz, eis que eu farei, eis o que eu farei.
Com alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que se declaram judeus e não são, mas mentem.
Como eu já falei anteriormente, esses eram falsos judeus.
Eles se diziam judeus, seguiam os rituais do judaísmo, mas rejeitavam Jesus se eles fossem verdadeiramente filhos de Abraão, permaneceriam na fé de Abraão e aceitariam Jesus.
Mas eles eram falsos judeus porque não eram povo de Deus mais.
Por mais que Deus ainda vá tratar com o povo judeu, no futuro o seu plano escatológico, Deus vai tratar com esses judeus.
Os trazendo a Jesus não é um outro caminho de salvação.
Não é uma salvação por meio de Jesus e uma salvação por meio do judaísmo.
A salvação é exclusivamente por meio de Cristo.
Há ainda quem pense que porque nós acreditamos que Deus ainda tratará escatologicamente com o povo de Israel.
Isso significa que judeus são nossos irmãos.
Que judeus são algum tipo 2 de crente e que o judaísmo é um segundo caminho de ir para o céu.
Qualquer judeu que rejeite Jesus é um impio que está no caminho do inferno como qualquer outro impio.
É apenas por meio de Jesus como Salvador que há o verdadeiro povo de Deus esses homens que se diziam judeus eram fiéis ao judaísmo, mas rejeitavam Jesus eram sinagoga do diabo se diziam judeus, mas não eram judeus de verdade.
Jesus diz, olha, o que é que eu vou fazer com eles?
É isso que eu farei com que venham até você, prostrenciar os seus pés e reconheçam que eu amo você.
Aqueles que perseguem a igreja terão que vir até a igreja, rastejando diante da igreja, se pondo diante da igreja e reconhecendo verdadeiramente, Deus ama vocês.
Por um lado há uma Vitória da igreja, há uma Vitória.
Dos cristãos contra os seus perseguidores.
É uma promessa magnífica, porque é uma igreja de fracos, de incapazes, de pessoas que não conseguem às vezes saber por qual ponta se seguram em espada, que eram incapazes de implementar um Reino que nunca andariam nas cortes romanas, que não tinham recursos o bastante, eram homens que teriam o mundo diante deles, reconhecendo esses são os verdadeiramente amados por Deus, o mundo.
Há de reconhecer a nossa fidelidade, o mundo.
Há de reconhecer a nossa Vitória.
Se hoje podemos ser os fracos e os últimos, se hoje podemos ser tido tidos como retrógrados, como preconceituosos, como homofóbicos ou qualquer xingamento que o mundo traga sobre nós por causa de nossas doutrinas, de nossas crenças sobre a vida, o mundo há de reconhecer, um dia, eles estavam num caminho da verdade.
Eles eram verdadeiramente amados por Deus.
É uma Vitória contra os inimigos que é dada à igreja, porque nós participaremos da Vitória do Cristo que morreu.
Adoramos um Cristo que morreu, mas adoramos um Cristo que ressurge e ressurgindo ressurgimos com ele.
Nós morremos com ele, mas também venceremos com ele, porque habitaremos no Reino dele, sentaremos com ele.
E com ele reinaremos e julgaremos o mundo.
Se você ler o livro do apocalipse, você sabe que nós, uma vez levados até os céus, nós voltaremos com Jesus para reinar sobre o mundo, para julgar sobre o mundo, para trazer os inimigos debaixo dos nossos pés também.
A promessa que é dada a nós não é só promessa de virarmos anjinhos dos céus.
Um dia embanharemos a espada, um dia seguraremos.
As armas um dia lutaremos na guerra, e esta guerra é a guerra do Messias.
Quando ele retorna em força e poder, voltaremos com ele e o mundo se prostrará diante do Messias e de seu exército, reinaremos com ele, venceremos com ele para sempre.
O que é que Jesus quer gerar na sua igreja ao dizer isso?
Paciência e perseverança vale a pena ser fiel mesmo em fraqueza vale a pena ser fiel morando numa casinha pequena sem reboco?
Vale a pena ser fiel sem ter um salário fixo que dê para muita coisa?
Vale a pena ser fiel com a saúde intermitente vale a pena ser fiel e um casamento que não floresce vale a pena ser fiel porque mesmo que desse lado da vida, que por enquanto nada seja como deveria ser, em breve nós seremos.
Os que reinam com ele para sempre, venceremos.
Até aqueles que se levantam contra a igreja reconhecerão o amor que Deus tem por nós.
E do verso 10 você guardou a palavra da minha perseverança.
Por isso eu também o guardarei da hora da aprovação que advir sobre o mundo inteiro para por a prova os que habitam sobre a Terra.
Esse é um trecho razoavelmente polêmico.
No livro do apocalipse, há várias provações que vêm sobre toda a Terra.
Nós não podemos dizer, baseado só nessa passagem, exatamente a quê que Jesus refere aqui.
A ideia parece aqui uma dessas grandes provações que virá sobre toda a Terra.
Nós seremos livres disso.
E aqui a gente começa a construir devagarzinho nossa visão sobre a ordem dos eventos escatológicos.
Haverá uma provação que virá sobre toda a Terra e essa provação que recairá para provar todo o mundo.
Uma provação da qual aqueles que são fiéis serão livres.
Nós não passaremos por alguma dessas provações do livro do apocalipse que verá sobre o mundo inteiro.
Por mais que até agora, no livro não dê para dizer que provação é essa e como escaparemos dela, a certeza que temos é que Jesus nos guardará daquilo que possa vir para nos tirar da fidelidade deste Reino.
Este rei, esses crentes, por sua fidelidade, serão guardados das provações terríveis que vêm sobre o mundo porque ele nos guarda, porque ele continua no controle, porque ele continua deixando que só caia sobre nós.
As provações menores, as grandes provações que virão.
Descatologicamente, nem todas encontrarão o povo de Deus, mas é uma promessa, irmãos, se existe consolo aos que entram pelo Reino.
Se há uma mensagem de dureza contra aqueles que abandonam o Reino, virar uma aprovação sobre eles e a aprovação que eles tentam colocar sobre nós, cairá sobre eles apenas existe uma promessa maravilhosa de que nós seremos parte do fundamento deste Reino que não pode nunca ser abalado.
O verso 11 diz, venho sem demora.
Ele está vendo irmãos.
Eu sei que é uma mensagem que é dita há 2000 anos, ele está vindo, ele vem, ele está chegando.
E a mais fina, na verdade, é que o modo como nós nos relacionamos com essa existência é entendendo que ela é uma existência breve.
Esse mundo é pequeno, é abalável, é uma realidade fina que se esvai a qualquer momento porque em qualquer segundo ele vem.
E por isso nós conservamos o que temos para que ninguém roube de nós a coroa.
Querem arrancar sua coroa, irmão, querem tirar de você esse caminho para a Vitória.
Não deixe porque ele está chegando.
Quando o pecado te convidar, lembre, ele está voltando.
Vale a pena permanecer sem esse prazer mais 1 dia quando a desonestidade, quando o desespero, quando a angústia quiser te tirar do caminho do Reino, lembre, ele vem sem demora.
Daqui a pouco eu o encontro diante da verdade desse Reino inabalável.
Toda essa vida não é nada, é pequeno demais.
Vale a pena continuar conservando a minha coroa, Viver A Vida que eu precisava viver, porque em breve eu reinarei com ele.
É uma Batalha, irmãos, e precisamos vencê la é uma Batalha cuja Vitória dos fracos ao vencedor peço 12, farei com que seja uma coluna do santuário do meu Deus e dali jamais sairá.
Você deve ter me ouvido falar algumas vezes nesse irmão que Filadélfia foi uma cidade que passou por muitos abalos sísmicos.
A cidade já tinha sido completamente destruída algumas vezes.
Havia até mesmo a atuação vulcânica ali perto.
Era uma cidade que se abalava muito e nós, fiéis, nele seremos colunas em um santuário que nunca sairá do lugar.
O mundo pode tremer, mas nenhuma perseguição.
Nos alcançará mais nenhum abalo da nossa alma.
Nenhum dos desesperos que entram no nosso coração será suficiente para nos tirar desse caminho, porque seremos feitos por ele, sólidos, rígidos, inabaláveis, como o Reino que entramos.
Às vezes a gente parece intermitente, às vezes a gente parece que não tem estrutura nenhuma.
Parece que a nossa coluna é feita de papel.
A gente parece não aguentar muito peso nas costas.
Qualquer coisinha que aconteça não cheira do eixo.
Qualquer coisa faz a gente imaginar que a fé acabou e que a vida não faz mais sentido, porque a vida tem os seus abalos, os seus terremotos.
Nós parece que não temos muita força e estrutura, não temos mesmo.
Mas a promessa é que ele virá para nos enrijecer.
Ele virá para que agora nenhuma tempestade mais mova o caminho do nosso barco.
Ele virá para que sejamos uma coluna de seu santuário.
Uma força de estrutura espiritual com ele em fé para sempre.
Você não vai ter mais que lidar com as tentações, você não vai ter mais que lidar com os convites do pecado, você não vai ter mais que lidar com os abalos emocionais, você não vai ter mais que lidar com as dores das coisas saindo do caminho.
Agora você vai ter ele de forma plena, completa e estável para sempre gravarei sobre ele é do verso 12.
O nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desceu do céu, vinda da parte do meu Deus e meu novo nome.
As cidades recebiam o nome de seus imperadores, a própria.
A própria cidade de Filadélfia recebeu esse nome como uma homenagem do imperador.
Mais à frente, o nome da cidade vai sendo mudado, muda para Neo cezaréia com ajuda imperial.
Depois Vespasiano muda a cidade para o nome de Flávia.
Porque ele era chamado de Flávio e a igreja e a cidade vai tendo o seu nome mudado várias vezes em homenagem quem quer que seja.
A verdade é que a igreja nunca pode ser marcada pelo nome dos poderes deste mundo.
A igreja será marcada para sempre com o nome de seu Deus, enquanto os homens do mundo só possuem as Placas e os nomes de poderes humanos para lhe marcar, nós temos o nome do próprio Deus marcado em nós para sempre.
Essa é uma Esperança que cesaréia que Filadélfia como cidade que sardes que qualquer ambiente da Ásia menor, nunca poderá ter, nunca terá sua igreja, sua igreja pode encontrar um nome, o nome do Deus vivo, marcando a para sempre, dizendo para sempre somos dele.
Eu sou do meu amado, meu amado é meu.
Eu sou de Cristo e Cristo é meu.
O nome de Deus será marcado para sempre em nós.
Nada nos abalará mais, porque este nome manifestará de forma plena aquilo que seremos para sempre.
Você está ouvindo isso?
Você está ouvindo isso?
Assim que o texto encerra quem tem ouvidos, ouça o que o espírito diz as igrejas você está ouvindo o Espírito Santo?
Deixando claro para você, no dia do seu sofrimento e da sua dor, no dia dos abalos à nossa volta, que mesmo em sua fraqueza há uma fidelidade que te coloca no caminho do Reino.
Você está ouvindo o espírito, te convidando.
Abre mão da vida dupla, abre mão dos pecados ocultos, abre mão dos planos errados que você continua acumulando.
Abre mão do medo.
O medo do fracasso, o medo do abandono que muitas vezes te atormenta e começar a abraçar agora o nosso crucificado, na certeza de que a sombra dele nós nunca mais seremos abalados.
Você ouve o espírito de chamar para uma força e uma estrutura que só pode ser alcançado quando fracos entramos pelas portas do Reino.
Uma porta que ele abriu para nós e uma porta que só podemos entrar quando ele nos põe para dentro, você ouve.
Porque o espírito lhe convida hoje para assumir suas incapacidades, para desistir do teu teatro de força e assumir apenas nele o caminho para a eternidade.
Há muitos reinos à nossa volta, há muitas perseguições nos rodeando, há muitos medos que nos assolam.
Mas quando entendemos que é só nele que a vida eterna, então encontramos a única forma de fato de vivermos para sempre.
E vemos com aquele que morreu, para que nós nunca mais precisemos ter medo de novo.
Senhor Deus, eu oro e peço e a tua Grace misericórdia nos ajude, para que possamos vencer os temores do mundo, vencer os medos que levantam sobre nós, para nos dê força e estrutura, para que jamais sejamos abalados, para que mesmo com as perseguições e as dores que estão à nossa volta, nós possamos encontrar em ti tudo o que é necessário.
Para honrar o teu nome, nos ajuda a permanecer, nos ajuda a continuar, nos ajuda a entrar.
Por essa porta do rei, se nós pedirmos o Santo nome de Jesus, amém.
Podcast Summary
Key Points:
A igreja de Filadélfia é apresentada como modelo no Apocalipse, sendo uma comunidade pobre e fraca, mas fiel, sem poder ou influência social.
Jesus se apresenta como o Santo, o Verdadeiro, que tem a chave de Davi, abrindo e fechando a porta do Reino, com autoridade exclusiva sobre a salvação.
A igreja enfrentava perseguição de judeus que não a reconheciam como povo de Deus, mas Jesus afirma que o Reino é aberto aos fracos e fiéis.
A salvação não vem por força humana, mas pela graça de Cristo, que abre a porta para os que guardam sua palavra e não negam seu nome.
O Reino de Deus é invertido
A fraqueza humana não é obstáculo, mas condição para entrar no Reino, pois Cristo acolhe os que reconhecem sua incapacidade.
Summary:
A carta à igreja de Filadélfia, em Apocalipse 3:7-13, destaca uma comunidade modelo por sua fidelidade em meio à fraqueza. Jesus, apresentado como o Santo e Verdadeiro com a chave de Davi, possui autoridade exclusiva sobre o Reino de Deus, abrindo uma porta que ninguém pode fechar. Essa igreja, composta por pobres e escravos, era perseguida por judeus que a consideravam impura, mas Jesus a elogia por guardar sua palavra e não negar seu nome, apesar de ter pouca força.
A mensagem central é que a salvação não depende de poder humano, influência ou mérito, mas da graça de Cristo, que acolhe os fracos e os que reconhecem sua incapacidade. O Reino de Deus é invertido: é dado aos que são desprezados pelo mundo, como prostitutas e publicanos, e não aos poderosos. A fraqueza humana não é um impedimento, mas uma porta de entrada para a graça, pois Cristo abre o caminho para os que se entregam a Ele pela fé.
A igreja de Filadélfia ensina que a verdadeira força está em reconhecer a própria fraqueza e confiar na obra de Jesus, que garante a salvação e a vida eterna aos fiéis.
FAQs
A 'chave de Davi' é uma referência a Isaías 22, simbolizando a autoridade exclusiva de Jesus sobre o Reino de Deus. Ele tem o poder de abrir e fechar a porta do Reino, algo que ninguém mais pode fazer.
Ela é modelo porque, apesar de sua falta de recursos e influência, permaneceu fiel a Cristo, guardando sua palavra e não negando seu nome. Isso mostra que o Reino de Deus valoriza a dependência e a entrega, não a força humana.
Os judeus locais rejeitavam os cristãos como impuros e não os consideravam parte do verdadeiro povo de Deus. Jesus responde a isso afirmando que ele, e não os líderes religiosos, detém a autoridade sobre o Reino.
Guardar a palavra não exige força humana, mas sim uma entrega confiante a Cristo. É uma expressão de dependência, mostrando que a fidelidade é possível mesmo quando nos sentimos incapazes.
Os judeus esperavam que o Reino viesse por meio de revolução e força armada, como nas revoltas dos Macabeus. Jesus, porém, ensina que o Reino é para os fracos e rejeitados, e é alcançado pela fé, não pela violência.
A porta aberta representa o acesso ao Reino de Deus, que só é possível por meio de Jesus. Ele é o único caminho, e ninguém pode fechar essa porta para aqueles que entram pela fé.
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