Lula na ONU, a turma do KN e o Peixe de Flávio Bolsonaro
75m 53s
O programa analisa a crise política e eleitoral no Brasil, destacando a ameaça de interferência externa, especialmente por parte dos Estados Unidos, com o discurso de Lula reforçando a defesa da democracia e do multilateralismo. O Brasil foi excluído de reuniões de governos de direita, como o Escudo das Américas, que busca unificar o combate à influência militar americana, mostrando uma política de isolamento e pressão. A investigação revela um esquema de corrupção envolvendo o grupo do KN, com contratos de até 427 milhões de reais e favores diretos entre desembargadores e advogados, além de envolvimento de Flávio Bolsonaro com milícias do Rio de Janeiro. Ainda, o caso do Alexandre de Morais é alvo de investigação por supostos conflitos de interesses e desinformação. O público está saturado por denúncias, gerando um clima de desconfiança que pode influenciar o voto. As pesquisas mostram que Lula está empatado com Bolsonaro, com pequenas melhorias, mas a eleição é extremamente apertada. O programa conclui que a corrupção, a desinformação e a falta de clareza sobre os candidatos criam um ambiente de incerteza, onde o voto pode ser moldado por sentimentos de repulsa e medo de um governo autoritário, especialmente se Bolsonaro for eleito. A análise destaca a importância de uma governança transparente e a necessidade de proteger a democracia contra ações autoritárias e de desinformação.
[Música]
Olá, seja muito bem-vindos ao Foro de Teresina,
o podcast e política da revista Piauí.
Percorremos um longo caminho para retirar a vontade popular.
A democracia está novamente em cheques.
Votamos a presenciar a ingerência externa em protatos eleitorais.
Eu Fernando de Barros e Silva da minha casa, em São Paulo,
tem a alegria de conversar com os meus amigos.
Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros,
no estúdio rastro, no Rio de Janeiro.
Olá, Ana Bemvinda.
Oi Fernando, Oi pessoal.
Andre Mendença, pedindo que morais seja investigado,
agora por outros crimes, como denunciação caluniosa,
traduzindo por ter levantado suspeitos de crimes contra ele,
Andre Mendença.
Digala, Celso casca de bala.
Fala, Fernando, estamos aí, mais uma sexta-feira.
Porque é o lugar onde você tem vida.
A única relação que eu tenho por cá é sobre o filme do meu pai.
Você não vê, é um "féxido" por cá,
o "féxido" é o "féxido" e o "féxido" por cá.
Você não tem que ficar com o talô,
você sabe que você vai falar isso para o filme do meu pai,
porque eu tenho a ideia de onde o meu pai é.
Mais uma sexta-feira, antes dos assustos da semana,
eu quero fazer um convite para vocês.
A gente vai ter foro ao vivo no domingo,
4 de outubro, para acompanhar a apuração dos votos no primeiro turno das eleições.
A partir da 5 da tarde, 17 horas,
a gente vai estar ao vivo no YouTube da Pauí.
O estúdio rasso no Rio de Janeiro.
Eu voto pela manhã e viagem seguida para matar a saudade
do baunhaio mais bonito do planeta, não é, Celso?
Isso aí.
Estaremos nós três, toda equipe com apoio de repórteras da Pauí,
trazendo informações ao vivo
e mais alguns convidados muito especiais para comentar os resultados.
Vai ter muito assunto, fiquem com a gente.
Vocês vão encontrar os links de acesso
nos sites das redes da Pauí, o próprio domingo de a eleição.
Comit feito agora assim, sem mais delongas,
vamos usar os assuntos da semana.
Abrimos o programa com o discurso de Lula
na abertura da octagésima primeira assemblé
a geral das Nações Unidas, em Nova York,
há 12 dias do primeiro turno das eleições.
Sem mencionar, nominalmente,
Donald Trump, o líder brasileiro criticou a interferência
dos Estados Unidos na América Latina
e o recredecimento das tentações hegemónicas
por parte do governo americano.
O Brasil não cabe no Quintal de Ninguém
e de Celula, resumindo sua reação,
as investidas sobre o processo político eleitoral brasileiro.
No discurso que foi sob vários aspectos históricos,
o petista voltou a dizer que os pilares do multilateralismo
estão sendo corroídos,
atacou a era da desinformação,
que da força e visibilidade
ao piscurantistas que resistem as evidências da ciência
e fazem campanha contra as vacinas.
Lula disse ainda que, até pouco tempo,
a resposta às mudanças do clima
estavam consolidadas no centro da agenda internacional,
mas sumiram.
Entre outras coisas, o discurso foi um antídoto
ao eventual não reconhecimento dos Estados Unidos
de antes de uma vitória do petista.
Na sua vez de falar,
Trump revisou que os Estados Unidos poderão usar seu
poderiam militar incomparável, palavras dele,
para proteger seus interesses no hemisfério ocidental.
Na mesma aterça-feira em que Lula discursou
o presente dos Estados Unidos
estive com líderes de países do continente,
todos de direita e extrema direita.
A primeira reunião do Escudo das Américas,
uma coalizão que foi criada em março deste ano,
para unificar o combate ao crime organizado sobre a tutela,
da doutrina e do poderiam militar americano.
O Brasil não faz parte do grupo,
mas entrará para o clube
e se flave bom sonar o vencer em outubro.
Ana Clara vai nos explicar tudo a respeito.
No segundo bloco, voltamos ao Supremo Tribunal Federal.
A bola da vez é a turma do KN.
É assim que Daniel Vorcaro e seus acéclass tratavam pessoas
sobre a influência do ministro Cácio Nunes Marx.
Incluindo aí, o desembargador Newton Ramos
do Tribunal Regional Federal da Primeira Região
e a Diogada Camila Ramos,
que é casada com o desembargador.
A PF descobriu um contrato de honorários de até 427 milhões de reais
com o escritório da Diogada,
contrato relacionado a decisões judiciais
que liberariam 8,5 bilhões em precatórios de interesse do banco.
A PF também encontrou mensagens
em que o desembargador solicita favores a Vorcaro.
As conversas incluem pedidos atribuídos a Cácio
para hospedagem no Faizano e São Paulo
e para o Miguel de uma manção de 1,400 mil reais
durante o carnaval no rio do ano passado.
Isso para não falar dos honorários recebidos por Kevin Marx
por serviços de consultoria contratados por uma empresa ligada a Vorcaro.
Kevin, o advogado prodígio, filho de Cácio, tudo com caro.
No terceiro bloco, assunto é flávio Bolsonaro.
O repórter Breno Pires da Piauí revelou que o senador e sua família
viajaram da Flórida para Brasília no jato de Daniel Vorcaro
em janeiro de 2025.
Entre os passageiros estava indo o amigo de Flávio, o híler Thomas,
advogado e empresário,
já foi preso no escândalo da JBS,
depois ele acabou absolvido
e é investigado no esquema de desvios do INSS.
Thomas era dono de uma das três cotas do avião,
o mesmo avião, no qual Alexandre de Morais e sua mulher,
advogada a Vizviana e Barce, voaram 7 meses depois.
Além disso, a gente soube também pela Piauí
que o miliciano Robson, Calisto Fonseca, Vugo Peixe,
pediu em 2023 uma emenda ao gabinete de Flávio Bolsonaro
para financiar um projeto em uma área dominada por milícias no Rio.
Peixe é acusado por Ronilessa,
o assassino confesso de Maria Lifranco,
de terlo apresentado aos irmãos Brasão,
os mandantes do crime, além de ter providenciado a arma usada no atentado.
Mensagens recuperadas pela PF mostram que Peixe
chamava Flávio de "Nosso Senador".
Depois de cinco meses de conversas com uma assessora do nosso senador,
ele obteve a emenda de quase 200 mil reais para uma ONG.
Os recursos, segundo as investigações, foram desviados.
A gente vai falar disso e das últimas pesquisas
em que Lula e Flávio estão empatados.
É isso. Vem com a gente.
Em céu, vamos começar com você,
como disse na abertura.
Tivemos o discurso do Lula,
foi uma das coisas importantes dessa semana
e tem uma central dessa eleição.
Passa agora para você.
Eu achei o discurso do Lula o melhor que ele fez,
como presidente até hoje,
é grande parte porque a situação piorou muito,
tem esse cruzamento de política interna com política externa.
Não deu para fazer só aqueles discursos que o presidente sempre faz.
As coisas boas são boas, as coisas ruins são ruins, se puder ter paz é bom.
Todo mundo pudesse ficar rico também, era bom.
E esses discursos não foi assim.
Esse discurso foi claramente mais objetivo, mais incisivo.
E tinha um alvo claro que é blindar o Brasil caso o Trump
não reconheça uma vitória do Lula na próxima eleição presidencial.
João Paulo charlou disso no podcast café da manhã uma coisa que é interessante.
Que isso não é só uma preocupação que existe no Brasil
e aliás existem vários países da América Latina.
Inclusive, até acrescento, tem um governo de direita na América Latina
que não são 100% confortáveis com essa coisa do Trump não.
Eles ganharam eleição sem ajuda do Trump para o castio no Chile.
Ele não quer o podcast do Trump.
Então ele não quer também ficar parecendo a devenda alguma coisa.
E o que o charlou chamou a atenção é que essa preocupação com a interferência eleitoral
existe na Europa como medo de interferência russa.
Também há vários denúncios que eles usam, enfim,
ataques cibernéticos e manipulação de algoritmos, etc.
Para promover os candidatos, para o rússia nas eleições europeis.
Então essa preocupação do Lula foi bem enquadrada assim de uma maneira
que tem apelo para outros países que também estão preocupados com isso.
Então tudo que ele fez ali foi para dizer assim, olha só.
Nós somos uma democracia, aí ele falou várias coisas boas que o Brasil já fez, etc.
E nós estamos chocados com a dissolução da ordem multilateral.
Isso já falou várias vezes aqui, a diplomacia brasileira
defende multilateralismo pelo menos desde o começo do período democrático.
Então assim, isso aí é certamente uma reclamação do Ita Marati, inclusive.
Foi basicamente um discurso de defesa de uma volta a um sistema multilateral
que inclusive não abra espaço para interferências autoritárias na eleição de outros países.
A fala dele, diz respeito não só ao possível não reconhecimento,
mas antes de eleição também.
É, ele está já avisando isso, está falando, olha só.
A gente lá no Brasil está com medo de ter interferência do Trump aqui.
Não estou o Trump nominalmente, mas era óbvio, né?
Era óbvio, claro.
A gente está sob a ameaça do Trump na nossa eleição.
E então o mundo fique de olho aí, porque pode haver uma sacanagem americana qualquer no Brasil.
Deve-se dizer, ele foi a plau de díssimo quando ele vinha com esse discurso dele.
Não é só porque as pessoas gostam dele, porque tem muita gente ao redor do mundo
preocupada com isso.
Então, enfim, tem muitos outros países no seu global
que gostariam de uma volta ao multilateralismo, porque eles sabem que, se não for multilateralismo,
vai ser o que o Trump disse no discurso dele, que é alvencedor o espolho.
Foi a coisa mais bizarca já virou um discurso da ONU.
O Trump se orgulhou de ter roubado o petróleo do Venezuela.
E depois de dizer, conseguimos um acorde de petróleo com a Venezuela maravilhoso,
que é excelente, por estados unidos, ele completa alvencedores os espolhos.
Então, deixando claro que ele ganhou uma guerra da Venezuela
e roubou o petróleo do Venezuela.
Todos os países do seu global têm medo disso.
Então, os aplausos ao Lula foi, em grande parte, uma sinalização de que tem muita gente
mundo a fora, preocupado com essas mesmas coisas.
Na sucessão de absurdos, de barbaridade, a gente acaba não esquecendo, mas talvez. ele ativizando o fato de que eles entraram na Venezuela,
se constraram o presidente, que não era um democrata tudo bem.
Não, era um ditador.
A gente sabe, mas se constraram o cara prenderam o cara para roubar o petróleo.
Não, e aí roubar o petróleo e mantiveram a ditadura do cara.
Mantiveram, exacto.
Se você for pegar agora aquele pessoal todo que ganhou a eleição lá com a Maria Corina,
eles estão putos da vida.
A direita, a Venezuela, está chingando o Trump de tudo.
Porque os cara falam, "Pô, você disseram que vinho aqui derrubar ditadura
e fazer um acordo justo com a gente sobre o petróleo".
Sez mantiveram a ditadura, roubar o petróleo, cara.
São menos de dois anos de governo Trump, e ele já tirou um presidente do cargo
e já matou outro, que foi o Ali Camenei, né?
O Lídera.
Exatamente.
Em menos de dois anos de governo.
É, e o que tem esses dois países tem, como um petróleo, certo?
O Steve Levis, que a gente escreveu o livro, que até a Sautona Jevaró até meio clássico,
como as democracias morrem, junto com Daniel Ziblat.
Grande clássico.
É, ele deu uma entrevista ao ICL, em que ele diz, "Ama boa probabilidade do Trump não reconhecer
uma vitória do Lula".
Até porque a gente sabe, "Bom, é só você olhar as pesquisas, a gente vai falar isso depois,
quem ganha essa eleição vai ganhar de pouco, né?"
Então, se a diferença foi pequena, ele pode perfeitamente inventar um argumento ser
imido.
Qualquer, já vamos falar dele.
Pra dizer, "Não, tem uma irregularidade aqui qualquer, você que ela inventar, que não
vai reconhecer".
Então, já é bom o Lula ter feito essa blindagem junto com os pais da europeia, junto
com o Canadá, junto com os outros pais do Sul Global, pra deixar claro, ó, se ele vier
de sacanagem, vocês sabem que é sacanagem.
Saiu uma excelente matéria da Ana Luisa Boquerca na ilustríssima desse último domingo.
Sim.
Sobre o risco de intervenção americana na eleição brasileira.
Muito boa.
Que sumariza todos esses ataques recentes, desde o Eduardo agora, tá prometendo
novas sanções depois da sessão lá do Supremo, e aí eu queria ver como é que eles vão
formular isso.
Vamos fazer o quê?
"Sanções contra evolvidos no caso máster, Flávio Bolsonaro vai mesmo propon um negócio
desse, isso ia ser divertido".
Gente, a gente vai falar isso aqui, o Flávio pegou o mesmo avião que o Chandão, né,
cara?
O meu amigo Igor Tantke foi que ele fez aquele meu powerpoint pro Instagram, tá falando,
podia ter um achar de do Flávio entrando o avião encontrando o Chandão e falando,
"Mundo pequeno aí, cara".
Então, enfim, "Sanções por causa disso vão ser um negócio meio bizarro".
A Monica Bergman revelou que tem um relatório da bin, que disse que ele levou possibilidade
de ter vencer uma americana deção nível de criticidade, e a gente agora, cada vez mais,
está conhecendo a rede de desinformação dos Estados Unidos na América Latina, o Fernando
Silimedo, aquele argentino picareta que tentou matar a mulher recentemente, e que na época
da tentativa de golpe no Brasil, ele tinha uns vídeos dele que só serviam para impressionar
a gente de humanas, que não tem ideia de número, então veio com o cara abriu o Excel,
então já acha que ele merece um prêmio Nobel?
Eu acho que em todo o mundo de exatos, ele leva aquilo, vê que aquilo era uma faça, quando
ele foi preso, descobriam que ele junta uma fazenda de bots, aquelas redes de aparelho
celular conectados, que ficam disparando continuamente milhares de milhares de mensagem para manipular
os algoritmos.
E a gente sabe que ele já atuou pelo menos das eleições da Bolívia, nas eleições
de Honduras.
A eleição de Honduras foi uma eleição que os Estados Unidos mais interferiu, até agora,
quer dizer, tirando o fato que ele se sequestrar uma duro, mas, em termos de eleição,
foi aquele de mais interferir, e agora, semana passada, eu tive nos Estados Unidos para um
evento sobre isso, sobre essa interferência americana nas eleições brasileiras, e
eu ouvi de um americano que, em Washington, tem uns caras que, basicamente, estão passeando
pelo governo Trump dizendo, gente, vocês sabem que o Brasil é maior com Honduras, né?
Vocês já olharam o mapa e viram que o Brasil é maior com Honduras, não é tão fácil,
você manipular uma eleição lá como foi um Honduras.
De qualquer forma, estamos felizes e aliviados que você tenha voltado, né, na clara.
Exatamente.
Exatamente.
Eu acho que o cara, o ICE me mandar lá para a prisão de alçavador, já tinha avisado
que o pessoal do Fôr, inclusive, mesmo se eu fosse para a prisão, eu ia te colar um celular
pirata daqueles para gravar o Fôr.
É verdade.
É verdade mesmo.
É verdade mesmo.
Exatamente.
Exatamente.
E, para concluir, o estadão descobriu o documento que os Estados Unidos apresentam
ano passado, como parte das discussões lá sobre o tarifácio, de exigências por governo
brasileiro, né?
E é nível roubar petróleo venezolano, entendeu?
Se você for para resumir o documento é, o Brasil tem que vender para os Estados Unidos.
Mesmo se a China paga mais e o Brasil tem que comprar os Estados Unidos, mesmo se a China
cobrar menos.
As exigências de Estados Unidos e o Brasil, vocês não podem fazer um cálculo econômico
pensando no interesse de vocês, nas contas de vocês, na riqueza de vocês, vocês têm
que conduzir o seu governo pensando nas minhas contas.
É, não.
E comprar venda bom em vez da Embraer.
Exato.
Pois é.
É.
É.
É negócio completamente grotesco.
Pics.
Exato.
De terras rairas para a gente fazer um acordo com qualquer de mineração, a gente teria que
pedir a autorização para o Estados Unidos.
Ter a primeira e formar o Estados Unidos e perguntar, não tem uma empresa americana aí que
que era fazer isso com a gente, não, em vez dessa outra empresa.
É chocante, essa lista, né?
É, são 21 concessões.
Exato.
E é a concessão de, cara, livre de ensino médios explicando o que era a relação do Brasil
com Portugal, só, cara.
Este é o verdadeiro programa de governo do Flávio Bolsonaro.
Exato.
Exato.
Exato.
Exato.
Não teria por que não ser de tudo isso.
Exatamente, entendeu?
Então. Algo que o setor produtivo, que vai votar no Flávio, imagino que seja contemplando, né?
A gente já deu pra ver que dali não sai nada, né?
Dali não. Esses caras aí da elítica, por favor, Bolsonaro, não tem nenhum projeto país, enfim, eles, basicamente,
encaram o Brasil como um acampamento onde eles, por acaso, cairam e o objetivo desatirar
dinheiro desses coitados acampados aqui um dia fugir pra fora.
Exato.
Se o Trump oferecer pra eles um green card, ele deixa o cara vim aqui robar tudo o Brasil.
Beleza.
Ele já tava robando antes, mesmo.
Eles até fazem uma sociedade.
Agora, o que a gente vai vendo claramente é que meio ironicamente, nessa eleição, se o
Flávio ganhar, o Brasil vai virar a Venezuela.
Basicamente, quem vai colocar a gente na mesma situação que a Venezuela tá com autoritarismo,
isso, bimissão, os Estados Unidos, é a direita.
Perfeito.
É isso mesmo.
Que coisa.
Que merda, hein?
Mas fora isso, tudo bem.
Acho que a gente vai ter que fazer o foro do alentejo ou o foro de Montevidéu.
Foro de Montevidéu é legal, hein?
Pera clara, deixa eu te ouvir sobre o evento da ONU, sobre as repercussões, você andou
apurando.
Bom, essa participação do Lula Na ONU foi um pouco diferente das anteriores por algumas
razões.
Primeiro, pelo contexto eleitoral, tinha tempo hábio de fazer muita coisa ali, tinha que
voltar rápido para o Brasil para compromissos, então ele não pode participar de muitas
bilaterais, teve um evento que a comunidade europeia organizou em defesa dos mecanismos
multilaterais que estão sendo desimados pelo Trump, e que o Lula poderia até participar
em outro momento, mas não pode participar ano passado ouvi um encontro que o Brasil ajudou
a organizar de países em defesa de democracia, esse ano nem aconteceu esse encontro, infeliz,
nem cogitaram.
Então, foi, digamos, uma assembleia geral mais tímida por parte do Brasil, e com uma intenção
clara do governo que era usar a plataforma da ONU como plataforma para as eleições,
né?
Sempre é assim em certa medida, mas em geral é um equilíbrio, né, entre você falar
com o Brasil e falar com os atores internacionais, nesse caso específico, foi, sobretudo, falar
com o Brasil.
Havia uma expectativa sobre a possibilidade de um encontro do Lula com Trump nos bastidores
como ocorreu no ano passado, né?
E que teve, depois a gente descobriu uma grande articulação por trás e tal, esse ano
esse encontro não aconteceu, em parte, porque não houve uma articulação por trás, em
parte, porque a situação está tão tensionada, que não havia espaço, né, para uma tentativa.
Se você se lembrar em bem no ano passado, houve joéslei, houve empresários brasileiros,
houve escritórios de lobby, tinha toda a sorte de gente tentando viabilizar esse encontro
deles nos bastidores, né?
Chefe de gabinete do Trump, se useu aios, enfim, tinha campo para isso, hoje isso não aconteceu.
O que acontecia na verdade nos bastidores era uma expectativa, sem estratégia planejada,
sobretudo do Itamarati, que eles talvez se encontrassem por um aperto de mãos assim,
pudessem se cruzar e descem um aperto de mãos e uma foto pudesse ser feita desse momento,
mas não aconteceu.
Lula saiu em um momento, o Trump chegou em outro, foi direto para a salinha em que ele
ficaria, não ficou em nenhum momento disponível, então esse encontro acabou não acontecendo.
O que é incepto a medida também, não sei se foi tão ruim, entendeu, porque ele ficaria
uma coisa estranha, a Lula apertando a mão do Trump e o Trump interferindo na eleição
do Brasil, né?
Que imagem que se passa, né?
Agora, um outro ponto bem grave dessa Assembleia General da ONU foi esse encontro do escudo
das Américas, que é um grupo de 15 países que o Trump reuniu em março desse ano na
Florida, 15 países de governos de direito, extrema direita.
O Brasil não foi convidado, o México não foi convidado, preso encontro, a Colômena
não foi convidada, porque ainda era Governo Petro, e naquela ocasião formou-se ali uma certa
aliança em relação ao tema da segurança pública, que é o tema que o Trump está usando
como curtina de fumaça para justificar a interferência que ele está fazendo nos países
da América Latina, vocês vão se lembrar, isso já aconteceu com México, que aconteceu
com a Colômbia, que aconteceu com a Venezuela, antes da invasão da Venezuela para retirada
do Maduro, o Tram.
atacou várias embarcações venezuelanas dizendo se tratá de embarcações do tráfico.
Eles explodia os barcos, explodia as pessoas e nos sabia quem morreu, etc.
Era uma coisa. Não sabia nem se os caras eram tráficantes mesmo.
Exato.
Não, não se sabia nada.
E em outro aspecto, ele enquadrou o Gustavo Petro e a família dele em uma lista do tesouro
americano de pessoas que colaboravam com organizações criminosas.
Não era a lista da magnítica, mas era um equivalente, né, que fazia com que a pessoa
que tivesse nela pudesse sofrer sanções.
Então esse tema tem sido tema que ele tem usado para justificar todo tipo de ingerência
que está acontecendo.
O Brasil não tinha sido convidado para essa reunião e o Marco Rubé, o grande articulador,
é claro desse grupo, embora todos esses países ou são irrelevantes no sentido da política
externa da gel política ou são totalmente alinhados aos Estados Unidos para eles a ONU tanto
faz como tanto fez, não é importante, mas eles acharam que seria importante fazer uma
reunião do escudo das Américas durante a ONU, que é um paradoxo, porque já que eles
não consideram a ONU, mas porque teria mais visibilidade.
E aí o curioso aqui nesse encontro do escudo das Américas, esses outros países deciden
assinar um tratado em que eles reconhecem também o PCC e comando vermelho como organizações
terroristas.
E de novo, para essa reunião de agora que aconteceu na ONU, o Brasil também não foi
convidado.
O Brasil jamais foi convidado a fazer parte desse grupo.
Nessa reunião dos escudo das Américas, não só o PCC e comando vermelho entraram
na lista de organizações.
Na verdade o que aconteceu foi que todos os países que fazem parte desse grupo, que
são 14 mais os Estados Unidos, aderiram a concepção que os Estados Unidos têm de narcoterrorismo,
que é um conceito que o Brasil não aceita, o Brasil diplomáticamente não aceita essa
denominação.
Então, ainda que o Brasil fosse convidado para isso, dificilmente ele assinaria esse tratado
por não concordar, nem mesmo com a concepção do que seria narcoterrorismo.
Então, é uma estratégia do Trump de isolamento do Brasil, do México, de Cuba, Cuba também
claro, não foi convidado para nenhum desses eventos, e de pressão indireta ali sobre
o país, claramente, essa estratégia tem um viés mais militar do que diplomático.
Sim.
É uma coisa anterior a estratégia da dissoação, por exemplo, você vai pressionando psicologicamente
o país, antes de fazer qualquer tentativa, de fato, de deslocar um porta-aviões, como
ele fez na Venezuela, né?
Então, assim, você vai criando um clima de tensão para aquele governo que não faz parte
do seu grupo, né?
E nos Estados Unidos, os cientistas políticos que estavam observando essa formação do
escudo das Américas, que eu confesso, pra mim, tinha passado totalmente batido, nem
me lembrava que essa reunião tinha acontecido em março, assim, nem demos importância isso
no Brasil.
Passou fora do radar mesmo, foi.
Totalmente.
Creio que o próprio governo brasileiro também não deu muita importância para isso, mas
nos Estados Unidos, os cientistas políticos observaram esse movimento lá atrás de você
querer trazer pra junto, de você aquele grupo de países, que foi o que aconteceu ali
nos anos 60 numa estratégia da guerra fria, né, contra a União Soviética.
Então, que isso seria uma espécie de espelho daquela estratégia dos anos 60, mas dessa
vez contra a China.
E curiosamente, o Xíginpinho está nos Estados Unidos enquanto gravamos, porque ele foi
fazer uma visita de Estado, a primeira visita de Estado dele pro Trump, e a primeira visita
de Estado do Xíginpinho aos Estados Unidos em mais de dez anos.
E o Trump fugiu do protocolo e foi recebeu Xíginpinho na decida do avião na base aérea
com tapete vermelho.
Isso não acontece totalmente fora do protocolo, presidente americano não faz isso.
E ele teve essa demonstração de diferença ao Xíginpinho, que vai um pouco na linha de
algo que a gente já falou aqui outras vezes, que é essa admiração que ele tem pelos
autocratas, né, ele diz que a China é o grande rival dos Estados Unidos, na gel política,
e tal.
Mas presta a China uma diferença que ele não presta nenhum outro país.
Quase que se sentindo importante por estar no mesmo patamar que o Xí, né, por achar
que está, né, não sei.
É, o Xíginpinho Governo é mais ou menos um bilhão de pessoas a mais do que o Trump,
não é isso?
A China é o seu 7 brazísimas ou menos, é isso?
E o resultado dessa investida, a gente já vê algumas consequências para a gente agora,
que foi uma ação que o PT protocolou no Supremo pedindo que o Flávio Dino que relata
as inclusive denunciando a chapa do Flávio Bolsonaro, por estimular a interferência americana
no pleito no Brasil e pede inclusive a caçação da chapa e a ineligibilidade do Flávio,
né.
A questionamento sobre esse assunto, seu assunto do Supremo ou do TSE, né, talvez vocês
se lembrem, quando teve a Magnitsky, o Dino usou uma ação que estava correndo sobre
mineração no Supremo para falar do princípio de extraterritorialidade, ou seja, que decisões
do governo americano sobre brasileiros no território brasileiro não valiam, né.
O que quer que o governo americano determinasse sobre um cidadão brasileiro fora do território
que compete ao governo americano não teria valor legal no Brasil, que foi um entendimento
que ele teve na época da Magnitsky sobre o Alexandre de Morais.
E aí, por esse histórico do Dino, o PT pediu que ele relatasse essa ação.
Até acho que a gente vai falar mais disso no terceiro bloco, mas já antecipando um
pouco aqui, é claro que a intenção do PT não é a caçação da chapa ou a ineligibilidade
do Flávio.
Ah, não sei que eles façam uma loucura total, né.
Mas é trazer a discussão ali para o campo do Supremo, né, onde hoje há uma maioria
antes, digamos, em termensão americana, né, a gente pode dizer que talvez o Fux, o André
Mendonso. Eu não menos isso, né.
Pelo menos o Supremo não tem ainda uma maioria a favor.
Exato.
Exato, porque é duro jogo ali, né, então dá para a gente dizer que Fux, André Mendonso,
talvez o caça, a depender da situação talvez entrassem ali numa votação pro Estados
Unidos, né.
Mas a princípio a maioria do Supremo é contra, então trazer essa discussão numa plataforma
majoritariamente crítica, né, ao que está acontecendo.
E os bolsonaristas estão olhando para isso falando que é golpe, mas aí depois a gente
discute esse assunto no terceiro bloco.
De isso eles entendem, essa. De isso eles entendem.
A gente encerra, então, o primeiro bloco do programa, fazemos um rápido intervalo
na volta, nós vamos falar justamente de Supremo, já voltamos.
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Muito bem, estamos de volta.
Ana Clara, vamos começar com você, podemos começar pelo noticiário envolvendo a turma
do caíne.
A turma do casco com cá.
Esse contrato aí de 427 milhões, você não me engana, inflacionou o mercado da corrupção.
A gente achava que 139 era. Mas você já não pode falar assim como assim, para ele, você pagou estudo.
Qualquer questão central aqui.
Quando Master começa a tratar com precatórios, é quando ele já estava sem nada, entendeu?
Ele já não conseguia capital formal, ele já não estava conseguindo mais emitir o CDBs
no ritmo que ele emitia antes, o Banco Central estava enchendo a paciência do Vorcaro,
ele não estava conseguindo dinheiro de nenhuma outra forma.
Quando ele recorre os precatórios, então ele já está em rota de fuga.
Ele não precisava do dinheiro do precatório, ele queria, na verdade, dar o precatório
Como é?
garantia de capital do banco. Para ele poder emitir CDB, ele precisava de capital.
Ele não podia emitir o CDB sem lastro. E ele passou a usar os precatórios como lastro
para continuar emitindo CDB. E o banco central, rapidamente, ainda na época do Roberto Campos
Neto, viu isso e mudou a regra interna para que eles não conseguissem mais colocar os
precatórios como garantia. Só que o mercado de precatório é um mercado muito consolidado que
já era muito dominado pelo BTG Pactual. Então, o que o vorncar começa a fazer? Ele começa a trabalhar
com pré-precatório. O que é pré-precatório, né, começa por aí? É uma dívida que governos
estaduais, municipais ou governo federal têm com pessoas, empresas, etc. E que chegam ao ponto
de transitar em julgado. E aí, o precatório é o pagamento que a União, no caso ou o Estado
ou o município, tem que fazer para esse indivíduo. São dívidas das quais não se pode mais
recorrer, né? Exato, dívidas nas idades em julgado e dívidas, assim, tributárias,
gelatrais, né? Enfim, são dívidas mil, assim, pode ser por qualquer razão. Quando você
tem uma dívida da União, o precatório da União é um precatório que é bem valioso porque
a União tem dinheiro para pagar. No caso de estados e municípios, São Paulo, por exemplo,
é um precatório valioso. Talvez, o precatório do Rio de Janeiro, de Minas, o precatório
de Guarulhos, de, enfim, né? Macaieta, talvez não seja tão valioso assim. Então, depende
muito do lugar mais o precatório da União, um precatório que vale bastante. Só que é
um mercado consolidado. E aí, muita gente picareta começa a tentar negociar a vender
no mercado, o precatório, que são títulos que ainda não tiveram decisão de trânsito
em julgado, ou então, que tiveram decisão de trânsito em julgado, mas ainda existe um debate
sobre qual é o percentual de juros de multa e tal. Então, ainda tem espaço para contestação
e para a briga judicial, exato, mesmo transitado em julgado. E aí, é nessa minúcia que o
Daniel Vorcaro trabalhava, nesses pré-precatórios ou precatórios ainda com debate sobre a líquota,
era ali que ele estava jogando. Então, para ele, era muito importante, no caso de um precatório
que estava correndo no Supremo, que o ministro do Supremo votasse, de forma favorável, a empresa
para que a União pagasse, de fato, o que ele queria para os precatórios. E onde que ele
sacaneava com isso? Ele colocava no balanço do banco, que um precatório X valia três bilhões e,
na verdade, valia 300 milhões, entendeu? Então, quando o ministro casso é procurado para conversar
sobre um determinado voto relacionado a um precatório, ainda mais quando os honorários são tão
voltosos assim, é porque você quer que um precatório tenha uma solução jurídica favorável a você,
né? E nesse momento, era tudo que ele precisava. Então, o casso teve toda essa história da turma do
KN e teve também o Tófule, na reportagem que o Breno Pírez publicou na Piauí, que também tinha
uma questão em relação ao voto dele, de um precatório de uma distilaria, e que o Vorcaro
estava com medo que ele mudasse o voto dele e prejudicasse a votação, né? E isso ele discute
o mensagem com Fábio Faria, com diretor jurídico. Então, esse era um assunto muito importante para ele e
há precatórios que tramitam no Supremo. Então, o casso, no Inismarques Ministro do Supremo, foram
reveladas mensagens que aluden apagamentos feitos ao filho dele, queven nesse caso, lembrando que é
um recém formado, um advogado recém formado e muito bem sucedido. Outras ramificações dessa
influência nos judiciários acabaram aparecendo, desembargadores envolvidos, né? A filha de um
desembargador que trabalhou nesse caso, fez uma festa de aniversários de 15 anos com o show do
Wesley Safadão, né? Esse cantor muito popular, que tem um cachê de milhões. Então, assim, era um nível de
rentabilidade ali para quem trabalhava nesse campo, que era impressionante. É curioso e eu quero
tomar um assunto da semana passada para falar disso, que essas coisas estejam aparecendo agora,
né? Porque essas mensagens estão no celular dele desde que ele foi aprendido no ano passado,
são vários celulares que foram aprendidos. E só agora, a partir do momento que o André
Mendoza expôs o Alexandre de Morais, isso desencadeou uma controfensiva. Exato. Se antes a situação
era "vamos nos proteger, todos nós", agora é cada um por si e caos total, né? Tanto que há
especulações sobre o Rodrigo Fux, filho do Fux, e o próprio André Mendoza com o seu instituto,
que nasceu graças à investimento de empresas com interesses inclusive emprecatórios, né? E aí,
falando do André Mendoza, um dos empresários que viabilizou a fundação do instituto dele do
Iter, foi o Lucas Callas, segundo uma reportagem do Ool, feita pelo César Feitosa, o Fabi
Serapião e a Marcela Matso. Lucas Callas, hoje, é rompido com o Daniel Vercaro, mas em abril
de 2024, quando ele fechou um contrato com o Instituto do André Mendoza, ele era talvez o principal
aliado do Daniel Vercaro. Então, você tem uma gama de empresários que orbitavam em torno do
Daniel Vercaro como laranjas dele. Você tem gestoras de investimento, esse empresário
mineiro, por exemplo, fazia muito esse papel de laranja do Daniel Vercaro pra mandar dinheiro
pra fora, e o Lucas Callas era um desses empresários. É um empresário de fato de minas gerais que
têm empresas, que atua sobretudo na mineração, mas que também era visto no mercado como alguém
que operava em nome do Daniel Vercaro. E justamente foi o Lucas Callas que fez esse aporte que o
Wall revelou de 5,2 milhões no Instituto do André Mendoza. E depois também se sobe que o André
Mendoza voou em jatinho do Lucas Callas e tal. Então, é muito difícil a gente imaginar que um
ministro do Supremo possa ter um negócio em que ele precise de investimento milionário de pessoas
com interesses em ações no Supremo, que foi o que aconteceu aqui. Ele pode ter se inspirado
pra criar esse Instituto em outros ministros do Supremo que fazem a mesma coisa, é possível.
Exato. Mas o fato é que você está se colocando numa situação de conflito máximo de interesses,
né? Com um dos principais aliados naquela época do Daniel Vercaro, que é o centro das investigações
hoje. Falando em André Mendoza, também como efeito do que aconteceu na semana passada, o caso
do Master e o caso do NSS estão sem relator. Então, qualquer advogado que é pedicionar qualquer
coisa sobre seus clientes, nesses casos, não sabe pra quem pedicionar, porque não tem relator,
faquim também, não definiu que ele é o próprio relator. A situação assim é meio de
caos total, né? Continuamos sem saber se o Alexandre de Morais vai ser investigado, porque o
pediulvista na semana passada sobre a questão de ordem que trataria do rito, né? Se eles seriam
investigados todos juntos ou cada caso separado e como a questão de ordem ser jois pedido de vista,
o mérito não foi julgado, né? Não sabemos quando será. Setores da esquerda estão divergindo
quanto a isso, porque particularmente o núcleo próximo do Lula, o governo Lula, gostaria que a
questão tivesse sido resolvida na semana passada, pra ser uma questão ultrapassada já, né?
Pra morrer. E morrer a questão, não estou falando pra ser engavetada, não é isso? Mas que
eles tivessem. Qual é ele atualmente, né? Dá um encaminhamento, né? Exato, porque eles tivessem
definido o rito, definido se haveria assim de câncer, definido quando seria a sessão para
avaliar o mérito, pra não ficar essa coisa com sentimento na população de que isso vai ser
sentido, né? E que é esse sentimento na população que eles julgam que pode ser prejudicial pra eles.
É, de que eles estão enrolando pra proteger o Alexandre de Moraes, né? É isso, pra cobertar a
bandidagem, essa sensação. Exato. E pra se defender disso, o governo destacou o marcórelho
de Carvalho do Prerogativas, que falou publicamente em entrevistas nesses últimos dias, que o Alexandre
de Moraes nunca foi de esquerda, sempre inclusive foi antipetista, foi indicado pelo Temer,
quando votou em relação às ações do Lula, sempre votou contra o Lula, e que ele não entende
porque que a esquerda do nada resolveu defender o Alexandre de Moraes e conectá-lo a um viés
etológico que ele nunca teve. Isso palavras do marcórelho, que é aliado de primeira ordem
do Lula. E aí ele fala uma frase, ele fala, o Alexandre de Moraes fez o que ele tinha
que fazer no inquérito do golpe, ele teve coragem, ele teve uma postura que era condizente
com papel dele de ministro, mas isso não dá a esquerda, a liberdade de achar que ele
pode fazer qualquer coisa. Então você tem uma divergência acontecendo ali no próprio
O campo progressista em relação ao. ao papel do Alexandre de Morais.
E essa divergência foi explícita
nesse último dia, segundo o al,
uma reportagem da Marciala Matos,
por uma briga entre Messias e o André Rodrigues,
André Rodrigues representando essa aula,
Alexandre de Morais,
e o Jorge Messias reclamando
que estava sendo monitorado pela PF,
só porque, em dado momento,
ele teve uma conexão com André Mendons.
Então essa divergência do campo progressista
se projetou nessas duas figuras,
que acabaram brigando na frente do Lula,
nos últimos dias, segundo a reportagem do al.
Muito bem.
Se also, eu quero te ouvir sobre a turma do Cain, também.
Então, Fernando, agora o Cáso Nústia
está no centro do caso Máster.
Ele não, antes, estava naquela. Fala um terra ali do Powerpoint, sabe, assim.
Filho dele recebeu dinheiro,
uma ninguém sabe bem, esse reino reta.
Se menina ele está lentoso mesmo, gênio do edifico assim.
Exato, vai que ele era bom, assim.
Trabalha enquanto a gente dorme, exatamente.
Exato.
O que é possível, porque eu tenho insônia, entendeu?
Então você vai ser isso.
Agora, não.
Agora ele está, mas a mesma situação do Tofli,
que tinha uma suspeita de dinheiro,
que era o negócio de estar iaar,
aquelas coisas novas que a materna do bren do João, mostrar.
E o Tofli tinha também a atuação concreta,
a favor do Máster, que foi aquela tentativa de melar
o trabalho do Banco Central,
porque ele e o Jornal do Jesus do TCU fizeram no começo do ano.
Agora, o caso não está na mesma,
porque a gente tem esse contrato aí
que, pelo amor de Deus, a gente,
400 e tantos milhões, é bastante milhão.
Nem sei quantos cifras.
-É foficifras tem. -É foficifras tem.
-Parece muito. -Canto dígitos.
Daqui a gente só consegue falar, parece muito, né.
Você preme de luteria, né, uma coisa pesada, né?
Daqui a luteria de final de ano, assim.
-De final de ano. -De final de ano.
-Exato, do Reveão. -De verada.
-Cascião da virada, vamos lá. -É.
Essa ameacação era da virada, o Cássula não diz é ganhar.
Por desse dia, a favor do Vorcaro nesse caso dos Precatorios.
E ele decidiu.
Então, ele está na mesma escala que o Tóffil no momento.
Tem uma grana suspeita e uma decisão suspeita.
Obviamente, tudo isso tem que ser investigado, provada,
sem todo mundo aí, nocente, até que se prove contrário, etc.
Mas, enfim, ficou bem ruim pro Cássula Norte.
O Cássula Norte pulou vários degraus
no organograma do Cássula Masta.
E o que são os Precatorios?
Isso aí é uma sacanagem de típico de mercado financeiro.
Você tem umas buedas podre circulando pelo mercado,
que são vendidas por sei lá, 2% do valor de fácil.
Que é um negócio, assim, por exemplo, dívida de banco que faliu.
Cara, a chance você ganhar isso um dia é remota.
Então, você tem, lá, um título dizendo,
"Dos esse banco que faliu, te deve, um bilhão, se for vender isso,
aí você vai vender por 50 centavos, entendeu?"
E vai pagar esse negócio.
Então, uma operação possível é você comprar um negócio desses
que não vale nada.
E depois comprar um juiz, que diga que vale.
Por exemplo, o juiz chegue falando, esse banco é realmente faliu,
mas o FGC deveria pagar você, sei lá.
Ou a União deveria pagar você, ou sei lá, o patrimônio da família
do dono do banco, deveria pagar você.
É, sensualmente público, né?
É público, né?
O patrimônio de ninguém.
É estratégia chico raiz, tem um corselho de 75 para você,
eu vou fazer por 75 mil, né?
É verdade.
Mas, é, então, se você pega um troço que não vale nada
e paga um juiz, pode dizer que vale.
E aí, vale a pena ser pagar caro por juiz,
porque esses 400 milhões, por caso o Nunde,
caso tem acido o dinheiro para ele tomar essa decisão,
a decisão gerou incomparavilmente mais dinheiro.
Provocar, porque aí ele tem uns papéis que ele comprou por zero
e que agora passará valer uma fortuna.
Então, é o procedimento a esse.
Você pega um negócio qualquer daquele processo
que foi esse processo de 180, cara, entendeu?
É da época que tinha controle de preços sobre álcool,
aqueles coisas todos do Brasil, tentando investir em autonomia,
energética, aquela coisa de pro álcool.
E aí, você pega um negócio desse que é essa altura do campeonato,
você é chegado no mercado para vender, ninguém vai comprar.
Mas você paga um juiz para dizer, olha,
cheguei com a conclusão que esse negócio aqui vale o que tá escrito nele.
E pronto, você bom jogar isso no seu balanço?
Você tava no vermelho, passou para o azul.
É, ou então você coloca dentro de um fundo?
É, o invêndio desse fundo?
É, ele é no meio do negócio lá e para saber o que é aquilo
e o que é dinheiro de verdade, vai ficando cada vez mais difícil.
E aí, enfim, você influceu o balanço.
Por isso que eu não disse que ele ia começar a correr para isso
quando já tava o mal das pernas.
Isso é uma operação, tipo, quando o cara é mal das pernas.
O cara vai e tenta inflar o balanço,
ou comprar, sei lá, um terreno, uma coisa assim.
E aí você diz que aquele troço ali.
Não, porque os temformações que vai ter uma estrada aqui,
vai ter um negócio, então ele, na verdade,
não vale esse 50 mil que eu paguei aqui, ele vale 50 milhões.
E a você bota no seu balão 50 milhões, pronto.
Foi pronto, você bosta seus contas lá para os acionistas.
Pântano dos precatórios.
Exato, então assim, a mutreta é clássica.
Para quem acompanha a mutreta de mercado financeiro,
isso aqui é assim de todos os alertas, né?
E é muito ruim o Caso Nunes está metido nesse negócio.
Então, assim, mais uma vez a gente vai vendo
que essa briga aí no supremo não é entre bozinhos e malzinhos, né, cara.
Em tesou, o Caso Nunes estava no esperar
o que votasse a favor do Mendons, né?
Se ele votasse.
E o Caso Nunes está nessa.
Então, assim, vai vendo que é um negócio bem mais complicado
e bem mais feio, né?
Do que a gente tava esperando.
O coagravante de que o Caso Nunes é o presidente do TSE.
É o presidente do TSE, o cara que tá cuidando da eleição esse ano.
Agora, queria chamar a atenção com uma coisa.
Tem gente zero seguinte, olha só.
Obviamente, esse negócio do Caso Nunes é horrível,
mas os caras do chandão estão usando isso
para desviar a atenção do desvio do chandão.
É perfeitamente possível, como aliás, a pessoa do Flávio
usa o escândalo do chandão para adiviar a atenção do escândalo do Flávio.
O jogo é esse.
A questão relevante aqui é se a acusação é verdadeira,
tanto no caso do chandão quanto no caso do caso.
Então, assim, se os dois tiver esse metido de mutreta mesmo,
os dois têm que ser afastados de preso.
O fato dessa acusação ter sido gerada
para desviar a atenção da do chandão
não quer dizer absolutamente que ele é falsa.
Então, ela tem que ser tratada com a mesma atenção,
o mesmo espaço de mídia,
a mesma indignação que o caso do chandão.
Teria, né?
É, deveria, né? Não vai, né?
Mas enfim.
É que o problema pro Bolsonaro não é o Alexandre Moraes
ter fechado o contrato com o vorncaro, é ter. É, ter fechado o chandão.
É ter fechado o Bolsonaro, exatamente.
Então, assim, aparentemente, para eles,
aqui estão da corrupção, não justiçaram, não importa o tanto, entendeu?
Ainda mais quando o ministro é o deles, né?
Exato.
À essa altura, eu fico pensando
que é feito, isso tem sobre o comportamento do eleitor, né?
Talvez ter uma sensação de saturação,
de que está tudo dominado com corrupção,
as histórias se confundem,
porque até para a gente é difícil acompanhar.
Exatamente, é.
A gente fica de inteiro tentando entender
todas as coisas, desculpe coisas, etc.
É um enmarenhado de denúncias. Como na Lava Jato, um pouco, né?
O que resulta disso é um ruído pro eleitor.
Exato.
Nada disso presta, tal.
E daí ele tende a confirmar a intenção
que ele já tinha de voto,
e esse voto está, digamos assim, influenciado ou motivado
por um sentimento de repulsa, pelos do poder.
E vai acontecer, se acontecer atragédia,
que a gente espera que não aconteça,
é o que o céus falou.
Os bandidos serão beneficiados, premiados,
pela bandidade.
Eles vão ganhar a eleição para ter enquebrado um banco.
Por ter enquebrado um banco e enxido as. As cofinhas.
Exato.
Exato.
Exato, os cofinhas com dinheiro de aposentado,
com dinheiro dos contribuentes de Brasil. As burras de dinheiro.
De uma hora de ir.
É isso.
Bom.
A gente encerra então o segundo bloco do programa.
Na volta, a gente fala sobre as pesquisas eleitorais
e sobre as denúncias mais recentes envolvendo.
Flávio Bolsonaro.
Esse episódio é feito por TXU Energy.
Para o primeiro tempo, textos têm uma energia plana que combinece
freinites todos os anos com os dias de semana.
É o nome de freinites em cool summer.
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TXU Energy.
Energy para tudo.
É o TXU Energy.
Para mais informações, repito #100004.
B.J.'s Home of the Save.
Flávio Bolsonaro.
Photografado ao lado do finado cicário.
Condecorou o finado Adriana Danobre,
que morreu em circunstâncias até hoje não esclarecidas.
O Amigão do Vorkaro.
Amigo de Fabrício Keros.
Empregava a mãe e a irmã da Adriana Danobre,
ganha um cabineite dele.
Vamos falar sobre esse personagem
que o Peixe chama de o nosso senador.
Se ainda é surpresa para você,
que Flávio Bolsonaro tem ligação
[MÚSICA DE FUNDO]
milícia do Rio de Janeiro, você precisou ouvir uns episódios anteriores aqui do Forço Teresino,
ou aliás, ler qualquer jornal, né, cara, você precisou com isso, e só o segredo mais mal guardado
da política brasileiro. Quando você vê essas coisas assim, o Fláudio não? Agora pediu para o Trump
e classificar como terrorista, os caras, aquelas milícias me atraram, como terrorista, né?
A Casa Branca que é capaz de reconhecer como força de paz da ONU, as milícias do Rio de Janeiro.
Mas, enfim, nessa última rodada de provas de amor do Fláudio para as milícias cariocas,
ele mandou uma emenda parlamentar e 200 mil reais com um projeto em área de milícia,
a pedido de um dos homens presos por envolvimento na assinada da Marielha.
Então, o glorioso Robson Calisfonseca, o Peixe, era um car ligado ao brazão, que é o cara
condenado pela assinada da Marielha. O mandante, é o mandante da assinada da Marielha,
e ele pediu para o senador dele, né, ele disse, "Nossa, o senador, esse dinheiro para
ser gasto em uma obra social." E aí, o Fláudio mandou o dinheiro, e agora, quando pegaram,
olha só o Fláudio, você mandou o dinheiro aqui para o milício senador, ele disse, "Não,
cara, mandei para uma ONG lá, entendeu, que era negócio de futebol, infantil." Então,
assim, mandei lá, crer a ver as crianças jogabolas, entendeu? Sou um car legal, agora de criança
jogando bola e tal. E se os caras fizeram alguma picaretagem, aí a questão deles lá,
você que perguntar para eles, pois é, não. Primeiro lugar, porque assim, se eu sei que o
Peixe era do brazão, e o brazão era ligado aos milícias, não é possível que o Fláudio
não sobesse, até porque ele não só tem muito mais informação, sou político, como tem
muito mais informação, souve milício do que eu. Em segundo lugar, o Tribunal de Contas,
o TCU, já foi atrás da SAONG, de como que esses recursos foram gastos, e viu que era
tudo picaretagem, entendeu? Então, por exemplo, o contrato de coordenação do projeto,
de esportivo lá, que era para as crianças jogarem futebol, era afirmado com os criatórios,
já de vocacia, dos José Romulo Oliveira Alves, que era o presidente da ONG. Então,
assim, a ONG contratou o seu presidente para cuidar do negócio, o cara operava dos dois
lados, né, como o presidente da ONG e como o advogado que foi contratado pela ONG,
ou seja, esse dia eu, basicamente, foi desviado para esse cara, entendeu, algo que tudo indica
aqui pela conclusão do TCU. A outra coisa assim, não teve concorrência, os preços
são suspeitos, e é bastante claro que isso aqui é dinheiro desviado.
Nenhum criança que ganhou uma bola que seja para jogar ali na Zona Oeste do Rio de
Janeiro, isso foi um dinheiro que saiu do orçamento da ONG, que poderia ter sido do gás, por
exemplo, um equipamento para os suís, sabe você que tá na fila do suje esperando um
exame, e o exame demora para ser marcado, porque não tem uma máquina lá para fazer o
exame, então talvez ela pudesse ser comprada com esses 200 mil que o Flávio Bolsonaro deu
para uns miliceanos e embossarem, então basicamente uma transferência de renda da ONG para
uns miliceanos por intermédio o Flávio Bolsonaro. Então vai ficando cada vez mais claro,
que assim, se você ainda não percebeu que Flávio Bolsonaro é um picareta, eu não vejo
um Nobel no seu futuro, filho, entendeu assim, então a sua situação tá difícil. E a gente
vai percebendo que o Flávio Bolsonaro no fundo não é exatamente candidata presidente,
ele é laranja de uma chapa cujo candidata presidente é o Marco Rubio, e que a vice-presidência
tá em disputa entre o Daniel Vorcairo do Banco Márcio e as milícias do Rio de Janeiro.
E se ele ganhassem essas pessoas que vão de mistar o Brasil, isso é essa aliança entre
o Marco Rubio, milícia do Rio de Janeiro e a bancada Márcio. Exatamente. Enquanto isso,
o data folha mostrou que a maioria das pessoas acha que a esquerda tem mais gente envolvida
com o Márcio do que a direita. E olha só, você pode ser de esquerda, pode ser direita,
assim, todo direito são as duas metade de uma democracia moderna, entendeu? Nada contra.
Agora, objetivamente falando, se você fizer a contabilidade dos envolvidos, é muito
mais gente de direita, como eu já enxio o saco de todo mundo falando, ao longo desse ano
inteiro. Então, se você é dono de um jornal, do canal de televisão, alguma coisa,
e você vê que as pessoas tão com opinião sobre um grande candor de corrupção, que é o
exato inverso dos fatos, qual deve ser nosso julgamento sobre seu trabalho de informar?
Quanto você foi competente entregar o produto que você diz que vem? Eu acho que é um troço que
existe uma reflexão aqui, entendeu? E é claro que enquanto isso, a gente tem todos os profissionais
de desinformação, levado a água para esse muninho de jogar culpa na esquerda, de associar o Alexandre
Morais, a esquerda, de fazer estrósseis. Por exemplo, entre os profissionais de desinformação que se
destacam nesse trabalho, está o ex jornalista Glenn Greenwood, que já foi um jornalista de muito prestígio,
que fez reportagens muito boas, ganhou prêmio, púlice, tudo, mas hoje ele é só a vingança americana
pelo George Santos. Você sabe aquele picareta que de inditeróia que a gente mandou para os Estados Unidos,
ele virou deputado lá em garoto do mundo? Um bem green onde é a vingança dos americanos,
eles mandaram um picareta desde para cá, para enganar todo mundo.
-Felizmente, ele ainda não tem cara. -Exatamente, mas dá um tempo, quem sabe ele não ganha um porta-avós,
aí se o Flávio ganha a presidência. Mas o Glenn Greenwood é um cara que está dizendo não só aqui,
como lá fora, que estescando ele basicamente sobre o principal aliado de lula de chão de Morais.
Greenwood, você mora no Brasil, você sabe o que está mentindo, entendeu? Você está sendo sem vergonha,
você precisa criar vergonha na cara, Greenwood, porque você lê jornal aqui, entendeu? Você sabe português,
você sabe que isso é tudo mentir. Por outro lado, essas últimas pesquisas não variaram nada fora da
mais de eu, praticamente. O lula teve uma pequena melhora, mas se você olhar os quesitos mais desagregados,
eu acho que tem algumas boas notícias para o lula. Assim, você já tem alguns lugares maqueda do quanto as
pessoas dizem que a situação do STF vai ser decisiva para o seu voto, já tem gente dizendo que quando a
pergunta não é esquerda ou direita, quando a pergunta é Flávio ou o lula, já tem mais gente dizendo Flávio,
é mais enrolado que o lula, alguns grupos demográficos em que o lula tinha perdido espaço, ele já
começou a avançar de novo, de modo que assim, parece ter começado um movimento de recuperação do lula,
mas a eleição é tão apertada que os movimentos todos acontecem dentro da margem, né, assim,
e a rescadíssimo comentar eles, inclusive, porque você não tem base estatística para dizer isso. Como você
disse no final do último bloco, com a população vai ficando com a impressão de que, bom, o Supremo é um
bante sem vergonha dos dois lados lá brigando entre eles. Uma coisa que pode acontecer é o que
você disse, eles podem interpretar esse mundo, se ouvir a exprível e votar como já é um votar de
qualquer jeito, mas outra coisa, as pessoas podem usar outro clitério para decidir seu voto. Então,
esse esforço hoje que o lula tá fazendo para apresentar-me de hoje de governo agora, como ao
homem da bolsa família, aprovável por a edição de Betts, né, que devevinha aí, a gente não sabe em que
a extensão vai ser proibido, mas parece que tá vindo aí esse pacote, e vários outros medidas
de sentido, parece ser um pouco focada nisso também, assim, para pegar esse eleitor que tava acompanhando
isso, chegou a conclusão que, cara, isso aí é uma zona, eu posso ser indignado com isso, mas não tem um
veículo óbvio para a minha indignação entre os candidatos. O lula tá usando as armas de emergência,
né? Que Betts são ruins, eles sabem faz muito tempo. Sem dúvida nenhum. O Adade na época queria muito
a tributação das Betts, o que queria esse dinheiro para o superávit. Então, assim, não é que o lula
descobriu os Betts hoje, né? Mas, assim, eles claramente estão apertando o botão do. Da emergência, é isso mesmo, botão da emergência. Então, jogando com tudo que eles têm ali, mas eu acho que
também é uma estratégia de tentar assim, olha só, esse debate sobre esteve que eu cupou a gente
durante tanto tempo, não tá com o cara que vai ter uma conclusão até a eleição, a população não tá
percebendo claramente um veículo óbvio para combater isso, entendeu, assim, que eles associam a Alexandre Morais
ao lula e o Flávio é enrolado no mesmo escando. Então, talvez a gente descida o voto por outro motivo, né?
Para abrir um parêntese aqui a respeito das Betts, me parece uma medida muito positiva, porque esse negócio é uma tragédia social
e dá emprego para quem, pro galvão Boeno, pro Ronaldo fenômeno, dá emprego para mim, a dúzia de gente fica pra vir de gine.
Exato! As pessoas que eu dinheiro com isso vão passar, né? Com certeza. Não dá emprego para ninguém.
Concentra tanta renda que o acessor do Winderson se transformou do dia pra noite nos maiores empresários do Brasil,
o abordo de um Gulf Stream, pelo mundo, cinco anos, o cara, então assim, é altamente concentrador de renda.
As emissoras que se viram, né? E o galvão Boeno que vai fazer propaganda de uma coisa menos indecente.
Acho socialmente muito importante, concordo com você. Está recorrendo a isso por desespero mesmo, mas ainda bem.
E é claro que se o Flávio ganha a eleição, as Betts não vão acabar. É óbvio.
Ana, deixa eu ver sobre isso.
Olha, pegando um pouco do que o Celso falou agora pouco, a relação do Flávio com a Milícia é aquela coisa,
a gente tem que voltar a falar desse assunto depois de quatro anos, né? Fala de Milícia ainda nessa autor do campeonato, mas só lembrando
o ouvinte do que já era um fato consumado no passado, eles não acham um demérito, uma ofensa, dizer que eles são ligados com a Milícia.
Eles não acham que são problemas, porque a Milícia não se acha errada. Eles se acham corretos, entendeu?
Então o Flávio, você chamar de Miliciano, de ligado a polícia militar, de lhes das pedras, ele considera isso, é quase como um ativo, não como um problema.
Por isso, ele nunca fez nenhuma questão de omitir qualquer relação com a Milícia, né?
Com a Milícia e nem com policiais que cometem crimes, né?
Tanto que, como revelou o SL em março desse ano, uma reportagem da Alice Maciel, o Flávio foi advogado de defesa do policial militar Bruno Delaroli,
que matou uma menina de cinco anos, minha charana, claro.
E em Niterói, em 2021, durante um patrulhamento de rotina.
O crime aconteceu em 2021.
Em 2024, ele entrou na defesa do policial militar
apresentando um recurso no STJ
para tentar reverter uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio
que queria submeter o caso a juri popular.
O recurso foi negado, ou seja, ele entrou nesse caso a toa.
Agora, nesse momento, não cabe mais recurso.
Então, tudo indica que o policial Bruno Delaroli
vai a juri popular.
Então, é esse nível de envolvimento.
É o nível de envolvimento que não tem qualquer vergonha, né?
Pelo contrário.
E ele também precisamos lembrar que ele foi um dos defensores
do policial que matou a juíza Patricia Seoli.
Defensores não na corte, mas defensores públicos, né?
Praticamente colocando a culpa nela, pelo próprio assassinato.
Então, quando você fala que ele a ele direcionou emenda
para a miliciano, para a ONG, ligado a mim. Para ele, isso é quase um elogio.
Para a turma que está no entorno dele, isso não é um problema, né?
Veja o tipo de tratativa que eles estão tendo com Trump
em relação à segurança pública.
O cara, ele pediu um navio do Trump, um porta-aviões,
na Bahia de Guanabara.
Eu falei essa cena surreal, distópica, qual o risco de si,
materializar.
Mas é importante você falar essas coisas,
porque por mais que o sujeito se gabe disso,
a gente tem que lembrar que o pântano que a gente está,
o grau de barbarem que a gente já está
e está ameaçado de entrar de maneira
em vários aspectos irreversível.
Acredito eu.
Eu achei que eu nunca fosse pensar isso,
que existisse alguém pior do que o Bolsonaro,
mas eu acho que o filho é pior que o pai.
Pelas circunstâncias e talvez pelas disposições subjetivas,
pelas ligações que ele tem.
Não só pelas circunstâncias, porque historicamente
você tem um governo Trump avançando
sobre a América inteira.
É muito regressivo mesmo.
E o quadro de deterioração institucional
no mundo é tamanho que a possibilidade
de o Flávio-Seleje no Brasil
não desperta muito a atenção internacional,
porque o Trump deslocou a discussão
para um extremo tão grave que o fato
de a família Bolsonaro voltar
para o poder no Brasil que era,
uma questão internacional em 2022,
deixou de ser agora,
você tem um problema tão maior,
que isso importa muito pouco.
O que nos prejudica também,
porque a discussão internacional
naquele momento,
é importante tanto que a gente não pode se esquecer
que o Bolsonaro foi declarado inelegível
porque ele tentou passar
para a comunidade internacional para os embaixadores,
o discurso de que ele era fraudada,
de que as urnas não funcionavam,
de que as urnas eram fraudadas,
então, mais um tijolinho.
Existe, de fato, essa indiferença
ou anestesia, mas existe, ao mesmo tempo,
já que a gente estava falando de jornalista,
né, Celsius dos vendidos,
a gente pode falar do lado
dos jornalistas sérios e preocupados
e atentos o que fazem, o que tem que fazer,
estou pensando no Carlos Dada,
do Alfaro, o site de Al Salvador,
Carlos Dada que vive no exílio,
e que no festival da Pauí,
ele falou isso na mesa dele,
mas conversando na vez,
para ele falou essa eleição de vocês,
vocês sabem que não é uma eleição sobre o Brasil,
é uma eleição sobre o continente.
Exatamente.
Se o Brasil perder democracia,
a gente está frito.
Ele tem uma consciência muito clara
do significado histórico dessa eleição,
e a gente precisaria ter um pouco mais,
isso que o Celsius falou, né,
se as pessoas acham que o escândalo
do caso o Master é o escândalo,
mas a gente acha que a esquerda está
mais envolvida do que a direita,
há um problema sério aí.
E daí, os jornalistas não podem se desmedizar,
não tem nada a ver com isso.
Há um problema sério para a gente lidar.
Se as pessoas entenderem sem quem é mais
o pessoal de direita,
e mesmo assim quiser ir votar na direita,
aí é autonomia delas.
Aí não é a questão da mídia, né?
Nada disso.
Por exemplo, muita gente votou no PT,
a eleição logo depois do petrolando,
muito menos gente do que antes,
mas tem um pessoal falando,
não, eu sei que é isso,
mas ainda assim,
eu acho melhor que a alternativa.
Se o cara de direita vê essa agora
e falar assim isso,
todo direito dele, entendeu?
Mas opiniões são de cada um,
mas os fatos não.
E eu sugiro,
não sei as mesas do festival da Piauí,
estão abertas,
várias mesas muito boas,
mas eu sugiro, especialmente,
essa é do Carlos Dada.
Foi a melhor.
Porque ele documenta o arbitro
das forças policiais em relação à população,
o terror, a arbitrariedade,
você pode prender,
sem dar justificativa,
você praticamente implode o sistema de justiça,
de garantias constitucionais e ilegais,
e cria um estado de terror,
em nome de uma segurança, etc.
Bom, uma coisa curiosa que tem acontecido
entre apoiadores do Flávio
e dentro do núcleo da campanha dele,
tem dois movimentos acontecendo.
Um deles é,
eles acham que o Lula
está convicto da derrota
e que todos os movimentos
que o Lula está fazendo agora,
inclusive o discurso na ONU,
é para culpar os Estados Unidos
pela própria derrota.
Então, que ele está, na verdade,
construindo a narrativa de que caso ele perca,
não será culpa dele sem dos Estados Unidos.
E uma outra linha dessa turma,
é que essa ação,
que eu mencionei no primeiro bloco,
que o PT protocolou no Supremo,
pedindo a caçação da chapa
e a ineligibilidade do Flávio,
nos bastidores conversando com algumas fontes,
o que eles falaram é que, óbvio,
que isso não vai ser julgado dessa forma
e não vai resultar na caçação de ninguém.
Mas eles precisam protocolar
para pautar a discussão na Supremo a Corte,
e fora que não é o STF,
o Foro, para se discutir,
a ineligibilidade de ninguém.
Mas eles queriam pautar
e queriam pautar para o ministro
que tivesse familiaridade com esse assunto,
que é no caso a ordino.
Mas os bolsonaristas,
o núcleo da campanha do Flávio ali,
eles estão achando que,
como o espelho, na verdade,
espelha no outro que a gente é, né, de certa forma.
Então eles estão achando que isso
é a tese do golpe.
Eles acham que o Supremo vai declarar o Flávio
ineligível se ele ganhar,
e que eles vão anular a eleição.
Então você tem um núcleo da campanha do Flávio
que está tão orissado.
Enfim, eles já estão achando que isso
é o primeiro fiapo de um golpe
que o PT estaria prestes a dar.
Então, ninguém lá está falando
de plano de governo.
É uma dinâmica meio policialesca ali
que eles vivem.
Plano de governo é o que você falou do. É o plano Trump.
De fato, é o plano Trump,
o plano Bouqueli, né.
Aí, voltando agora para a campanha do Lula,
tem um movimento acontecendo também,
que é um movimento diferente dos anteriores.
Eles estão organizando um jantar com empresários
que vai acontecer na noite de sexta-feira em São Paulo
para tentar estreitar laços
e, sobretudo, falar dessa questão do tarifazo
dos Estados Unidos
e de tudo que os Estados Unidos estão pedindo,
tanto que quem vai ser um dos anfitriões
do jantar é o Marcelias,
que é o ministro do desenvolvimento
que está tratando da questão
do tarifazo com os Estados Unidos.
O que o governo está notando?
Já tem um tempo e está querendo usar
esse jantar como uma forma de tentar mitigar isso.
Eles estão notando que, embora o empresariado
seja um grupo muito pequeno
que não faça diferença nenhuma no voto, né.
Eles acabam influenciando
uma população de classe média,
a classe média baixa,
que acaba evocando o discurso deles
de não pode tributar rico,
não pode tributar milionário,
inclusive, viralizou um vídeo
esses dias na internet
que a campanha do Lula acabou pegando esse vídeo
de uma mãe, do Piauí,
explicando para o filho dela de 16 anos
que defendiu, fim da tributação dos ricos,
que ele não era rico
e que ela só conseguiu deixar de comer farinha com açúcar
por causa do bolsa família.
Esse vídeo viralizou
e é um pouco isso que eles estão percebendo
que muita gente, mais humilde,
está evocando o discurso delite
como justificativa para votar na direita.
Imaginando que a vida dessas pessoas vai melhorar,
porque a elite diz que a vida dela vai melhorar
com um governo que não queira tributar os mais ricos e tal.
Então a intenção, na verdade,
da campanha do Lula com esse aceno,
é empresariado nesse momento,
tem mais uma intenção de buscar
um efeito multiplicador
para classe média, classe média baixa,
nesse aspecto do discurso,
do que, de fato, convencer esses caras a apetarem 13.
Não é isso.
Mas é uma novidade,
porque, até então, eles não estavam percebendo
que esse discurso da elite estava atingindo,
quem não é elite.
Por incrível que pareça,
a gente tem no Brasil o fenômeno do pobre
e defendendo o rico pagar menos imposto hoje.
A propósito disso, da questão da segurança,
eu lembro que daqui há um mês,
se eu não me engano de 28 de outubro,
vai fazer um ano do massacre,
do modo alemão, onde morreram 122 pessoas.
Até hoje isso não está esclarecido,
não vai ser esclarecido,
e está claro que foi um movimento do cláudio castro
para esconder a bandidade em dele e cláudio castro
e fazer um gesto populista fascinoroso
para esconder que ele era um ladrão,
para tentar recuperar a popularidade.
Duvido que a situação do crime
tem melhorado um milímetro,
subjetivo, o comportamento da imprensa em relação a esse episódio também é muito
muito insuficiente. No Governo Flávio, esse tipo de ação vai virar um modelo.
Não tem dúvida nenhuma de que esse tipo de ação vai ser incentivado.
Eu não sei quantas trajetas a gente vai ter que dimensar o alas terão.
Mas esse é o horizonte que a gente tem em relação a uma questão muito concreta
que diz respeito a vida das pessoas.
Bom, assim a gente encerra o terceiro bloco do programa.
Vamos respirar, fazer um rápido intervalo e na volta.
Quem der ovo já voltamos?
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Para mostrar um apoio a mim.
Não caem em mentiras.
Aqui é direito a raiz.
Caraca.
Ah, eu merecia.
Eu lembro que ela que descobriu a Cristina Grêmio na outra leição, lembro.
É, eu merecia, essa eu merecia.
Que é na minha seara, né?
Mas. É na seu seara.
Você não ouviu a Jovem Pousficente, seu?
Não, galera.
Na época em que era raiz.
Bom, para os anais candidata ao Senado, Cristina Grêmio pesdeu do Paraná,
em trecho de um vídeo de campanha.
Bom, encerramos assim o que enderuvo, vamos para o momento das cartinhas, o momento de vocês.
Corre elegante, melhor o momento do programa.
Vamos anuviar um pouco aqui.
Eu começo com uma mensagem do André Balaio.
Diz ele.
Estava eu na última sexta-feira na fila de autógrafo de um lançamento, na livraria janela do Jardim Botânico,
quando percebimos a pessoa com rosto familiar atrás de mim.
Qual minha surpresa ao ser marcado no Instagram, da autora do livro, ao lado da Talmoça,
e descobrir que era ninguém menos do que a grande Ana Clara Costa?
Aí!
Se tivesse certeza na hora, teria o menos dito.
Estava ouvindo sua voz agora pouco.
Não falei, mas pelo menos saí numa foto com a diva.
Ah, diva.
Olha só.
Caramba, o livro é espaço aéreo da Claudia Cavalcante, minha amiga.
A aquisa Santana escreveu uma mensagem fofa.
Eu sempre fui a favor de ver algo repetidas vezes.
E há um ano encontrei a pessoa com quem eu quero passar o resto da vida,
ouvindo pela segunda vez um episódio do foro.
Vida longa ao foro.
Vida longa ao nosso amor, João.
Aquisa, o al.
Lindão, hein.
João, se deu bem, João.
Aquisa, João.
Boa sorte pra vocês.
É, João, se deu bem.
A Paloma apareceu preocupada com a gente nos comentários.
Cara, o trio do foro, não sei se foi meu humor.
Em pleno domingo, a gente é duas horas lavando roupa que influenciou,
mas sentiu uma vibe muito pra baixo em vocês.
Sintam-se abraçados.
Precisamos do abraço, Paloma, valeu mesmo.
É, não tem muitas razões pra não estar pra baixo.
São já foi melhor.
Domingo à noite, sempre é o horário péssimo da semana, né?
O horário melancólico, mas a culpa não é sua, não.
Nem do horário, era nossa mesmo.
Exato.
E o Arroba, Eucaires, postou.
Por favor, faça um compilado com todas as vezes que o Fernando Rida
está te piados do seu supo, legal.
Valeu, Eucaires.
Fazer uma playlist, Fernando, das suas risadas.
Cada um entra com seu talento no programa, o meu RZ.
Bom, o que é bom acaba logo, que não é tão bom também acaba,
e assim a gente vai encerrando o programa de hoje por aqui.
Se você gostou, não deixe de seguir dar 5 stars pra gente nos Spotify.
Você houve o foro toda semana no Spotify e nas demais plataformas.
E a Sony Spotify, que o assinante Pauí e o assinante do Clube Novelo
podem ouvir as reportagens da Pauí narradas por seus autores.
O Foro de Teresina é uma produção do estúdio novelo para a revista Pauí.
A coderação geral é do Paulo Vitor Ribeiro, a direção é da Marifaria,
com produção distribuição da Maria Julia Vieira.
A checagem é da Ethel Rudnitz, que a edição é da Mariana Leão e do Paulo Vitor Ribeiro.
A identidade visual é da Amanda Lopes, a finalização e missagem
do João Jabácia e do News Rodrigues da Pipoca Sound.
Jabácia Rodrigues também são os "interpretes" na nossa melodia tema.
A coderação digital é da Pia Ribeiro, da Emilha Umeida e do Fabio Prizola.
Por grande, hoje foi gravado aqui na minha chupana em São Paulo
e no estúdio Rastu do Dani Di.
Eu me despeço então dos meus amigos.
Tchau Ana.
Tchau Fernando, tchau pessoal.
Tchau Celso.
Tchau Fernando, até semana que vem.
É isso gente.
Uma ótima semana a todos e até semana que vem.
[Música]
Podcast Summary
Key Points:
Lula destacou a ameaça de interferência eleitoral por parte dos Estados Unidos, especialmente por Trump, reforçando a defesa do multilateralismo e a necessidade de proteger a democracia brasileira.
O Brasil foi excluído do Encontro do Escudo das Américas, uma coalizão de governos de direita que busca unificar ações contra o poder militar americano, evidenciando uma estratégia de isolamento e pressão diplomática.
A investigação revelou um amplo esquema de corrupção envolvendo o grupo do KN, com contratos de até 427 milhões de reais para influenciar decisões judiciais e favores diretos entre desembargadores e advogados.
Flávio Bolsonaro foi acusado de ter viajado com amigos de milícias do Rio, incluindo o preso Peixe, que pediu emenda para financiar um projeto em área de milícias, com recursos desviados e mensagens indicando vínculos diretos.
O discurso de Lula e as denúncias de desinformação e interferência eleitoral reforçam a preocupação global com a deterioração da democracia e o risco de governos autoritários emergirem.
A investigação mostra que ações de corrupção no Supremo Tribunal Federal, como o caso do Master e do Alexandre de Morais, estão vinculadas a interesses financeiros e políticos que desrespeitam a neutralidade judicial.
O público está cada vez mais saturado por denúncias, gerando um clima de desconfiança e repulsa, que pode influenciar o voto em favor de candidatos que prometem combater a corrupção, mesmo que com base em acusações sem provas.
A eleição está empatada e as pesquisas indicam um movimento de recuperação de Lula, mas a tensão política e a desinformação criam um ambiente onde o voto pode ser moldado por sentimentos de indignação e medo de um governo autoritário.
Summary:
O programa analisa a crise política e eleitoral no Brasil, destacando a ameaça de interferência externa, especialmente por parte dos Estados Unidos, com o discurso de Lula reforçando a defesa da democracia e do multilateralismo. O Brasil foi excluído de reuniões de governos de direita, como o Escudo das Américas, que busca unificar o combate à influência militar americana, mostrando uma política de isolamento e pressão. A investigação revela um esquema de corrupção envolvendo o grupo do KN, com contratos de até 427 milhões de reais e favores diretos entre desembargadores e advogados, além de envolvimento de Flávio Bolsonaro com milícias do Rio de Janeiro.
Ainda, o caso do Alexandre de Morais é alvo de investigação por supostos conflitos de interesses e desinformação. O público está saturado por denúncias, gerando um clima de desconfiança que pode influenciar o voto. As pesquisas mostram que Lula está empatado com Bolsonaro, com pequenas melhorias, mas a eleição é extremamente apertada.
O programa conclui que a corrupção, a desinformação e a falta de clareza sobre os candidatos criam um ambiente de incerteza, onde o voto pode ser moldado por sentimentos de repulsa e medo de um governo autoritário, especialmente se Bolsonaro for eleito. A análise destaca a importância de uma governança transparente e a necessidade de proteger a democracia contra ações autoritárias e de desinformação.
FAQs
O discurso de Lula na ONU reforça a defesa do multilateralismo e alerta sobre a possibilidade de interferência externa, especialmente do Trump, na eleição brasileira. Ele enfatiza a importância de proteger a democracia e a independência do processo eleitoral.
O Brasil não foi convidado porque o grupo é composto por países de direita e extrema direita, alinhados aos Estados Unidos, e a reunião tem como objetivo fortalecer a influência militar e política dos EUA na América Latina, isolando o Brasil.
O contrato mostra uma possível operação de influência no judiciário, onde o escritório de Diogada, ligado a desembargadores do Supremo, buscava favores para favorecer decisões que liberariam precatórios e gerariam benefícios financeiros.
A PF encontrou mensagens em que desembargadores solicitavam favores a Vorcaro, como hospedagem e ajuda financeira durante eventos, indicando uma possível influência de interesse pessoal e financeiro no processo judicial.
O Flávio Bolsonaro foi ligado a um projeto de emenda parlamentar solicitado por Robson Calisto Fonseca (Peixe), acusado de envolvimento no assassinato da Maria Lifranco, para financiar uma ONG em área dominada por milícias.
O TCU descobriu que o projeto foi mal executado, com ausência de concorrência, preços suspeitos e uso de um presidente da ONG como advogado, indicando que os recursos foram desviados para fins não transparentes.
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