O texto apresenta dois segmentos principais. Primeiro, uma propaganda da microfranquia Santa Carga, que oferece totens carregadores de celular com telas para exibir anúncios e Wi-Fi gratuito. O modelo de negócio consiste em o franqueado instalar os totens em locais de alto fluxo, como shoppings e padarias, e vender espaços publicitários para comerciantes locais. A franquia promete retorno mensal de até R$ 8.000 com investimento inicial de R$ 19.900.
Em seguida, o podcast "LíderCast" entrevista Dennis Pena, fundador da Paulo Palestrantes. Dennis conta sua história: cresceu em uma indústria familiar de temperos, onde trabalhou desde os 14 anos. Após conflitos com o pai, que preferia manter o controle do negócio a expandi-lo, os quatro filhos deixaram a empresa. Dennis tentou carreiras em direito e publicidade, mas sempre retornou ao empreendedorismo, criando negócios de cosméticos e distribuição. A virada ocorreu quando se tornou sócio de uma agência de publicidade e, influenciado pelo irmão palestrante, entrou no mercado de treinamentos. Ele reflete sobre a importância de alinhar sonhos e realidades, evitando a armadilha de achar que o sucesso exige crescimento infinito. A entrevista enfatiza lições sobre liderança, resiliência e a busca por propósito profissional.
[Música] E você, em, tem o desejo de se tornar um empreendedor de abrir o seu próprio negócio? Estava elecer uma nova fote de renda, cara, mas é difícil, né? Tudo muito caro. Falentou o botão uma dica aqui ó? Conheça a Santa Carga, que é uma microfranquia que oferece tótenes carregadores de celular, com tela grande para exibir anúncios em vídeo e notícias em tempo real. Também, além disso, o Neo Stotten esfornece acesso a internet por Wi-Fi. Você se associa a Santa Carga, ficador de um tóten, instala no local de acesso de muita gente, como um shopping oficino, uma padaria, uma loja, o dorno do local, vai adorar, porque ele vai ganhar um serviço de carregamento de celulares gratuitos para oferecer os seus clientes. E além disso, também um Wi-Fi gratuito que o próprio tóten transmite. E aí o que é que você faz? Você vende para os comerciantes da região a veiculação de uma mensagem em vídeo ali no tóten. Quem produz o vídeo é a própria Santa Carga, que dá para você todo suporte. Você só tem que se preocupar em trazer anunciantes para o tóten. Olha a TG te ganha numa boa grana por aí viu que já tem três, quatro, seis, dez tótenes. Reconhecida como uma melhor microfranquia do segmento, a Santa Carga tem investimento inicial de 19.900 reais, levando um tóten, qual a possibilidade de ganho de até 8.000 reais por mês. Acesse Santa Carga.vp para mais informações. Messione lá que você é o vídeo do Café Brasil ou do líder queeste e ganha um bonos de mil reais. Santa Carga, a abroção negócio com uma das fanquias que mais crescem no Brasil. E o líder que é a TG nesta temporada chega a você com apoio da casa Portini. Localizada num bairro, um bota fogo no Rio de Janeiro. A casa Portini possui uma estrutura de alta qualidade. Aliás, Portini e o seu que falam, eles falam assim é Portini, casa Portini. É com uma estrutura de alta qualidade para receber eventos privados ou corporativos num ambiente exclusivo e acolhador. Treinamentos, reuniões, workshops, jantares e degustações podem acontecer no espaço multi-uso. A casa dispõe também de um lindo estúdio de yoga e uma cozinha profissional. Perfeita para aulas práticas e produção de vídeos. Visite o Instagram, @casaportini. Se inscreve, casa por cine e com ser. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bem-vindo, bem-vinda, mais um líder cast, pode que esse que trata de liderança em empreendedorismo com gente que faz acontecer. Hoje, o convidado é Dennis Pena, fundador da Paulo Palestrantes, uma das principais agências de palestrantes do Brasil. Dennis também fundou o Talks Aprendizado Continuo, um inovador modelo de clube de treinamentos que proporciona para as pequenas empresas, treinamento de qualidade continuado com os melhores palestrantes do Brasil. É também fundador da minha palestra online, plataforma para a transmissão online de palestras ao vivo, de forma segura, controlada e profissional. E sócio fundador do Speakercast, startup e que conecta palestrantes e contratantes de forma simples, eficiente e sem intermediários. E sua página do LinkedIn há uma frase de Chris Anderson, que define perfeitamente o negócio. Uma palestra bem sucedida é um pequeno milagre. As pessoas veem o mundo de maneira diferente depois dela. Olha, uma conversa repleta de dicas para quem contrata, quem vende, quem faz, quem assiste e quem quer trabalhar com palestras. Muito bem mais um líder cast, sempre começando contando como é o meu convidado. Chegou aqui hoje, essa é uma história comprida, ele já me propostou no grandes contratos, também baixa agora, mas faz parte. Mas a gente já conversou muitas vezes, já falei que ele pô, "Mora, dessa não troca uma ideia, então nós vamos agir. Batei um papo aqui, as agendas bateram, você veio da progressista tal bater. Progressista tal. Exatamente. Vamos tocar uma ideia aqui, e começa com três perguntas que são as fundamentais, depois se chuta a vontade, essas três têm que responder direitinho. Seu nome, sua idade e o que você faz? Vamos lá, "Demis Pena". Eu tenho 45 anos, sou sociofundador da Paula Palestrantes, trabalha com no segmento de palestras, treinamentos, a combina de 14 anos agora. A 14 anos, como passar rápido, então muito feliz estar aqui, te valeu, sou um fã muito tempo, dei lá do começo, e poder te conhecer foi um grande prazer lá atrás, trabalhar junto, e põe estar aqui então, é uma honra. Vamos lá, vamos lá, vamos. Vamos for um gá aqui, história pra contar, vamos ter, se não é seu olho, não é isso? Eu moro em tal até, quer dizer, a Paula fica em tal até, mas eu sou de "Pinda Moemagaba", que é a cidade vizinha ali, tá do lado, mora em "Pinda" até hoje, e é engraçado que é a minha esposa, era de Barbacena. A gente fala que são duas cidades, somos unidos pelo bullying, porque "Pinda Moemagaba" tinha o bullying, acho que o Raú Gil, você não manca que brincava com o nome de "Pinda Moemagaba", e Barbacena tinha um personagem de escolhendo pra sua remundo, que era. Que também, que falava, não era pequeno lá em Barbacena, fica a ficar duas cidades unidas pelo bullying, que "Pinda Moemagaba" não é o "Cirogobus" que é de lá, o "Cirogobus" dá seu lá, mas assim, foi bom, e saiu muito cedo, que é de lá, o geral do alco, é de lá, o que me "Cirogobus" é de "Pinda Moemagaba", exatamente, que legal. Termos, somos em 4, são mais novo, tem o Eric, o meu irmão também, também é para estranho, trabalha com isso, os viores da pola, já te trabalharam nesse segmento, e duas irmãs, a carina, já querendo. O que seu pai e seu mãe faziam? Minas pais eram industriais, tinha uma indústria, eles foram pioneros no Brasil, na fabricação de tempero pronto, que era tempero, verdinho, alessal, eles começaram a produzir isso há 50 anos ou mais atrás, não existia. Eles começaram a fabricar, que era história básica, não foi medicada, batendo o crificador e vendendo nos mercadinhos, e ninguém sabia o que era aquilo, porque não existia, foram abrir no mercado, e foi crescendo, crescendo veria numa indústria grande, tivesse mais de 100 funcionários, e na verdade virava fornecer dois todos os outras marcas, nas grandes marcas, com produzir os praires produzíveis, nestleia, de não ou, outras grandes marcas, eram terceirizados, e eu vivia dentro da indústria, se cresceu no mundo da indústria, e de produto pra varejo, pra minha mudança, pra ser visso, foi muito engraçado, porque eu tive vários negócios antes da polo, sempre na área de produtos pra vender pra varejo. Vamos somar isso, como é que eu estou apelido quando era pequeno e meio? Mas a minha irmã tinha um apelido, que era beleza, que eu não sei por que, não sei muito bonito, mas era só em casa, até quando tinha móvergones apelidos, a minha irmã podia me ouvir, e aí o brinque quando me for meio direito, agora chega, ela falou "chega, é doutor beleza", além do beleza tinha algum outro, lá fora, não, dá uma olhada, acho que não, não é o mesmo, acho que era o Dennis, era pimentinha, porque era história do nome, isso tinha da sua reflexão, a atenção, geração, zéxano, aqui, Dennis, o pimentinha, eram personagens de história em quadrinho, um, tantigo, lá, e bom, mais uma gente. O que o Dennis queria, o Dennis pimentinha, queria ser quando crescesse? Que é uma boa pergunta, as coisas, lá, quando era muito mais novo, basic, quando era jogador futebol, jogava bem mais ou menos, então, vi que não ia ser por aí, e depois, acho que eu tinha o som em primeiro som, mais concreto, era de ter uma indústria de ter seguido suspasta da vida, - da família, acho que muito marcado por eles, né? - De uma lança de sucessão ali, armado por vocês, - Sim, a gente chegou todos os filhos chegaram a trabalhar na empresa, mas aquela coisa, foi uma empresa familiar, o meu pai, principalmente era uma pessoa super controladora, e tudo mais, então aquela coisa seria de briga de espaço, que é a briga de espaço, que deveria ser uma briga saudável, com essa era virar a briga de família, e, sabe, os filhos acharam que podiam mais, e hoje, olhando para trás, a gente consegue perceber que, talvez, a gente que exerce um espaço antes da hora, do que deveria, e também, acho que ele não dano tanto espaço por ser filho, então, ficava aquela briga, e é cada um, cada um, que acabou seguindo, vou realizar meu sonho em algum outro lugar, vou bater a asa de fora, - 4, 4, os 4, os 4 acabaram saindo, e o que aconteceu com ele? - O que aconteceu com ele, do seu pai? Então, porque aconteceu com um cobezorra muito controladores, eles tinham aquela jornada de trabalhar 14, 15 horas por dia, e a saúde, e no espaço, e acabou, sem, como os filhos acabaram ficando mais estântese, até algum momento a gente já voltou, Ou se tinha algo, sempre com filho ali apoiado, mas. mais próximo, mas a gente acabou incentivando eles a pensar em vender, porque eles eram morrer ali dentro, e aí durante o passo muito tempo eles não aceitaram essa ideia e alguma vez eles falaram, acho que entendeu, e aí surgiu uma proposta, eles vendeiram e aposentaram, ficaram financeiramente resolvidos e aposentaram. - O teu pai não ficou chateado com o meu filho, seguiu o sonho deles, cara, porque tem um lá que é você, quando é pelo esse cara com a indústria? - Nossa, mais de 30, os 30, estamos vendo. - O cara pega com o estroio aqui, e acho que a ideia dele é que aquilo sobreviva ele na mão dos herdeiros dele, ele não ficou. - Com certeza, não foi chateado, cara, em algum momento ele chama a você. - E o aquisto que sim, e o que a gente também, acho os filhos também de cara assim, gente, porque todo mundo viveu ali dentro, né? - Sim. - Eu comecei a trabalhar na indústria com isso, com 14 anos, aquela história, bem também a história de trabalhar na história, contar com a caixa e até chegar a ser gerente da toda administrativa, passei por um monte de a área, uma monte de coisa, e ficaram a frustração, assim, queria levar. Mas eu acho que tinha um conflito muito grande de tamanho, de sonho, que também demorei pra perceber isso, porque. Não sei se é algum momento da vida, ou seja, uma coisa de idade ou não, a gente acha que a gente tem que crescer sempre. - Sim. - Então, sei, só tem um, cara, tem ideia, tem que ser sem, sem, tem que ser mil. - Isso, é natural. Não pensar isso, eu estou me acomodando. E eu me tente pensar que nós aí não é isso, né? É uma questão de sonho. E eu acho que o tamanho que o meu pai chegou da empresa era um tamanho muito grande, mas podia crescer muito mais. E a gente era o que era dar o próximo passo, eu quero ir do mil por 10 mil. E sempre foi meio seguro, isso não queria isso. E pra gente parecia uma questão de, "Ah, ele tá acomodado, onde ele já chegou." E depois, no contém, pra fui percebendo, que era uma questão de que o próximo passo, ele não queria ocupar aquela posição, porque ele tinha uma posição do dono. O dono, que meio que descer de tudo, as coisas passam, erram sendo cheques, aquela coisa do dono da empresa mesmo. O próximo passo, ele precisaria ter uma outra estrutura que onde ele teria que estar muito mais, como, sei lá, um presendo conselho, gestor do que o dono. E ele não queria essa coisa, eu concente, meu pai era uma pessoa extremamente inteligente, extremamente novador, mas assim, ele não queria achar que ele. Ele não queria trocar a encheção de saco que ele tinha ali, pra ser um outro tipo, vai ter um outro encheção de saco, ele vai ter que. - É, um outro futuro, um outro. - Um outro tipo de gente dando pitaco, ele não tinha que ir um conheço negócio, ele estava com essa coisa. - Estava com essa coisa. - Eu só relançoi um poto sumário, um tempo atrás, chamado "grande o suficiente". - Um livro. - Um livro que eu peguei e sumarizei, muito legal. E a expectativa do cara, a galera, a discuteza, está me tivesse falando, "Ate. qual é o ponto que é suficiente, cara?" Se chegou naquele ponto ali, você tem que decidir, se você quer crescer, você vai perder o controle, você vai ter que trazer gente de fora, vai ter que ouvir muita, muito pitaco de outros pessoas, vai ter que engolissar, porque não acaba mais, vai ter que aprovar, contrariado uma porrada de coisas, porque senão a coisa não cresce. - Exatamente. - E eu não sei se você está disposto a fazer isso, exatamente o seu que for muita coisa. - É, eu acho que é exatamente isso. Eu estava falando esses dias com o Felipe Siqueira, um parecer nosso, parecitão incrível, inclusive, que é um dos fundadores da oficina reserva. - Sim. - É, manda as marcas a reserva. E quando eles fizeram a fusão, mas que sente agora com a carezo, ele optou por vender a parte dele, e não fazer parte da gravidade da companhia maior. E aí o rone, que a falando da reserva, ele contando que você chegou para ele for cara, você está maluco, tipo, a gente roiu todo o oso até aqui, tal, agora que o negócio vai ganhar outro patamar, tal, ele falou, "Rone, eu entendo isso, cara, lindo, isso aqui não é a posição que eu quero ocupar. Eu gosto da posição do dono, eu quero abrir a loja decida, eu vou lá, eu não vou passar por uma empresa, quem vai decidir, é o gestão, é a área de expansão, não, não, eu que faço as coisas que vou decidir. Agora, eu você, uma peça dentro de uma grande corporação, eu não quero essa posição, eu não gosto dessa posição. Eu acho que eu sou meio, ele contando isso, e eu acho que é muito isso, acho que não é praticamente ir. - Imagina uma coisa dessa ou se senta nos idade, cara. - É isso, gente, eu falava bem o bom. - Eu estou na vida que você construiu até agora, como esse empreendedor, o cara, "ah, preparem-se que é o 60 anos de idade, você vai mudar, você não pode mais tomar as redes, não dá, né?" - Não quero, né? - Então, tem, tem umas. - E pros filhos, era meio que me inconcebido, como assim? - A gente porquê cresceu, eu estou no meio, eu quero jogar no 10 mil isso, e a gente não entendi aí isso. - Então, pai sai, sai fora a pai, que agora nós vamos. - É, seria um caminho. - Eu vou ir sair, a gente vai tocar, mas isso também acho que pra ele seria meio que quase a mãe ele saiu. - Então, então vamos tocar o outro caminho e melhor, a gente tipo, abriu-me, né? - Seguiu, né? - E você estava. - Você. porque. a devocacia, cara. - Cara, uma boa pergunta, né? Acho que lá atrás é um pouco daquela decisão de adolescente, de. talvez o que dá, o que dá dinheiro, ou por uma carreira mais sólida. - Eu teve algo de uma decisão. - Nunca teve, não é? Não é uma carreira. - Esse tio sujo me deu pra ir no final. - Isso com certeza, isso é chave lindo. Isso com certeza, assim. E é engraçado, né? Que eu conto, posa a missão, que eu assisti esses filmes achava lindo. Aí depois eu fui descobrir que se eu quisesse isso, eu tinha que se ator, não advogada. Porque aquilo ali não tenho direito, né? Eu tinha que fazer outra carreira. - É, só uma cinema que existia, assim. - Vou, vou. - E aí eu percebi que não era. - E aí. e aí. - Me for meio direito. - Se escolher um râmoro direito, quando se eu for? Eu comecei a divulgar na área tributária. - Se chegou de voo, se eu tiver. - Você tinha que te ouvir, eu to ver. - A divulguei seis meses, menos de um ano, e falei que. Não é pra mim, não gosto disso. Me for meio, eu mudei pra São Paulo, inclusive, vinha trabalhar aqui, até pra trabalhar na área tributária, estava num discritório maior. - E mais menos de um ano, eu falei que. - Esse também é pra mim, a LARG-EI. - Você estava numa grande empresa. - Ficou de publicidade. - Daquelas que viram a sorte no meio do caminho. - E isso, no escritório grande, tal. É isso aí. É aí, falei, "Cara, não vai dar, não é isso não". E aí, abandonei, fui fazer publicidade. E aí, me grito pra uma outra carreira, e falei, "Não, minha vocação é sempre. - Eu dormi, montava uma negócio". - Aí voltei, voltei pra. - Pra empreintelior, e comecei a bater a cabeça. - Porque eu comecei sempre. - Mas você não sabia indo o que. - O que que era que você queria fazer? - Não, não sabia. - Você sabia que se queria ter o próprio negócio? - Queria ter o negócio? Sempre a minha cabeça, a única opção que tinha era indústria, produto, venda pra varejo. Então, a primeira empresa que eu tive foi a empresa de cosméticos, uma linha de cosméticos que criou e trabalhava vendendo pra mercado, pra perfumaria, e tal. E. Esse eu tinha um sócio. Aí, depois, em algum momento, a gente acabou separando a sociedade, e ele comprou a minha parte. Eu saí. Aí, depois, se fui montar um segundo negócio, que era uma distribuidora. Que também trabalhava com varejo, e eu não quero mais produzir. Agora, eu quero só representar. Eu fechei algumas marcas pra representar lá na nossa região, na Inovália do Paraíba. A gente tinha na época dos meus pais, um dos grandes diferenciais. O poder de distribuição que a gente tinha na região. A gente chegou a ter na região do Valho do Paraíba, mais de 6 mil pontos de vendas com venda direta pra esses pontos. O equipe nossa trabalhada. 6 mil clísonos. Na época, a gente brincava, quem deve ter mais que isso aqui, também da Coca-Cola e alguém ou outra marca. Porque a gente tinha. Venda direta, não por distribuidor. Então, foi após a gente usar isso nessa força. Então, eu tive o distribuidor que também é um segmento que funcionou. Mas muito jovem, eu não tinha muito. Eu estou falando, eu estava com um, tinha 20. 22. 23 anos. 22. 22. 25 anos foi o período. E a gente comete muito a muito erro. Com a gente acha que sabe tudo. E aí. -Como é que eu sou um problema, que é de blensa. -O 25, eu sou o exército. -Exatamente. -O carro não vai bater. Eu posso beber a vontade, eu posso tomar a deção que ninguém pode comigo. Mas, é o ser humano, ele evolui assim. Você não tem jeito. Mas, como é que você chega lá no Moran que. -Estou interessado dessa transição surda. -Presentado. Para servir, eu quero que. Tudo bem, tudo é água. Mas tem água salgada e tem água doce, né, gano? Não ia tão diferente a água salgada doce que na minha cabeça nunca passou na minha cabeça isso. A primeira vez que isso aconteceu foi assim. Tem lá no interior, né? Tem uma gente de publicidade que fazia as ações para a gente, as coisas para a gente. Essa gente era do meu conheado na época. E ele que fazia tudo para a gente. E ele que fez todo o material da primeira empresa. Todo o material da segunda. Quando eu fui montar a terceira, eu sempre falei que era conversar, que era montar a outra empresa. Eu falei, não sei ainda, estou pensando que queria fazer o que se age, me dá mais ideia. Estava reunião para conversar disso. Acho que era de fazer uma proposta. Você não quer ser meu sócio na agência de publicidade? Eu parei e falou, "Policar, nunca pensei, tipo. A minha entrada no mundo de serviços foi para a gente de publicidade." -E se eu to por? -Ai, eu to peio e fiz a sua socio. Eu fui sócio durante. Eu acho que é um ano um ano e pouquim, um ano e meio e dois. -A administra. -A administra na agência era uma área que eu gostava. Sempre gostei de publicidade, já tinha feito, após nessa área, e marketing. E eu acho que ali, talvez a minha vida fosse ali. Se eu não tivesse passado para essa coisa da. E aí, qual foi a sua?
foi a minha entrada específico no mundo de treinamentos. Eu já tinha a referência do meu irmão, em casa, que já era palestrante, o meu irmão era gerente depois de uma turma comercial da nossa empresa, saiu, foi ser gerente de outras empresas, trabalham em empresas grandes, como a Vinicula Aurora, lá do Sul, outras empresas maiores, que sempre na área comercial, como gerente o diretor, e sempre treinando as equipes dele. E aí, algum momento ele percebeu que gostava mais de treinar as equipes do que todo resta. E aí, ele decidiu sair e montar uma empresa de treinamento virou um palestrante específico dessa área comercial. E já tinha um baita sucesso, eu brinco em casa nessa época, ele já era o irmão mais bem sucedido, assim, aquele que ganha mais dinheiro, que está mais tranquilo na vida. Então, eu já tinha essa referência que isso podia dar dinheiro, mas nunca tinha brilhado o meu olho, assim, estava na publicidade, estava feliz com aquilo, que era não era. Ah, isso 2008, isso, um 2008 foi a momento, isso tive a gente 2006, 2008, 2008 foi um momento virada na minha vida, assim, que foi um momento triste, que foi um amorte do meu pai, meu pai, o pai faleceu, tinha o problema do coração, acabou uma das serurgias que ele teve que fazer, acabou não resistindo, e aquele irmão de luta em casa, né, tudo muito triste, tal. Eu peguei um dia e ia ter uma palestra lá na região, a gente mora ele no vale do pareiba, a gente se abateta em caixera paulista, que tem a canção nova, que é um braço da gaguecatorica, e ele lançou um livro do Padre Fabi de Melo, que até então era, já era, já era uma pessoa conhecida, mas não era uma cerebridade ainda nessa época. E o livro chamava quando o sofrimento batera na sua porta, que era sobre como lidar com o luto, eu falei, porra, tem tudo a ver com nós momentos, vou levar minha mãe lá, porque minha mãe tá precisando, era ela, ninguém tá aí, eu não tava atrever, a gente abastecou outra, aí eu fui com ela até lá, e aquele dia foi transformador pra mim, assim, foi incrível, a palestra dele, a palestra, que foi palestra, não era cudental nem de baritina, foi uma palestra lançamento do livro, e foi incrível, tinha umas duas mil pessoas, e eu saí muito melhor do que eu tinha que entrar, assim, me transformou aquele dia pra minha mãe também, mas pra muita gente que tava ali, então de que naquele dia eu percebi o poder transformador que a gente tem que a palavra tem, que a gente pode fazer com isso, e aí eu percebi que uma palestra não é só bencinar, você sobrecar os anespirar, isso é um impacto na pessoa, e que isso pode ter um efeito muito grande, porque eu acredito muito nessa transformação, e eu falo muito isso, que a transformação não é uma mudança 180 graus, você vale um livro, ou faz se tinha uma coisa, vai mudar da água por vinho, quase nunca assim, normalmente é um pouquinho, né, é, é, esse é um grau, construção, esse é isso, esse pouquinho que se muda, quando você projeta na sua vida, ele te leva pra lugares diferentes, a imagem que eu faço é aquela, ele você tá caminhando numa linha, e não é que você vai virar 90 graus a direita, ele vai mudar de lado ou 90 graus esquerda, aqui, você tá andando, de repente você tem que fazer um desvio, né, porque é um desvio, tem um desvio, tem um desvio, e algumas coisas provoca o desvio, às vezes você não tem que controlar essas coisas, você fala, porque aconteceu pão a morte, né, ou alguém querido, uma separação, crise, ganha um prêmio, crise que é brão negócio, cada impacto desse provoca a você um desvio no teu caminho, né, e às vezes esse impacto pode ser provocado, né, então por exemplo, uma palestra é capaz de provocar um delapancado e você faz um pequeno desvio, e esse pequeno desvio pode ser bastante pra provocar um encontro que vida a tua vida de pota cabeça, né, então quando o pessoal pega o da menina, porque a palestra eu falo, a palestra é exatamente aqui no momento em que você pegou um palestante bom, ele consegue reunir os atributos pra passar uma mensagem de uma forma que você já é capaz de impactar as pessoas, né, e aí essa mensagem pode ser da venda de um produto, do lançamento do imóvel, até uma mudança de acumular com a quadrôr e tudo mais, né, então ela tem esse poder e a gente depois que começa a fazer palestra que, quando você sente esse impacto, que as pessoas vêm falar com você, se fala, cara, eu peraí, eu sou vim ensinar um traki, pra ele não vir como muda, pra ele não vir, né, e às vezes já ouviu quando você já deve ter ouvido a gente recebe lá, não é um ou dois, né, são milhares de casa, então a gente realmente vê isso acontecendo, então aquele dia foi o dia que eu percebi isso, aí eu também brinco, né, eu falei, cara, quero trabalhar com isso aqui, eu falei, tipo, padre não vai dar, padre não tem jeito, mas você é alguma outra coisa parecida, aí eu falei, pô, acho que eu vou olhar esse segmento de palestras 2008, tá, só 2008, final 2008, isso, e aí eu comecei, estudar isso, comecei a fazer um trabalho com o meu irmão, de agenciamento e carreira dele, então ver como ele tava, eu tinha agência ainda, não é ser a fazer essa ponte, fora que eu saí, da momento que eu saí da agência, e comecei a trabalhar com ele, funcionava, funcionou bem, mas eu percebi uma coisa, que já tinha descoberto o lindendo desse segmento, desde lá atrás, na verdade já tinha desde atrás, tinha coisa mais importante era o cliente, né, a gente tinha que ter força no cliente, e trabalhando com um palestrante era muito difícil de manter isso, porque por mais que, seja incrível a palestra, ele não vai voltar, ele não vai contratar mais que vende novo, né, então, se acaba as esperdendo, não, preciso ter um outro modelo, eu fui de uma ideia de montar uma agência, aí na seu ali, a gente nasce noventa 2009, 2009, caro, no momento de virar, eu lembro que 2008, o mercado de palestras mudou em 2008, teve a crise lá do subprime, as datas de time que uma grande virada na minha vida aconteceu em 2008, na época quando eu saí da indústria, que eu estava, eu saí em abril, da indústria, entrei de cabeça no café Brasil para virar, até então eu já fazia palestra, mas como eu era um executivo de uma empresa, eu não podia anunciar para o mercado, eu até ensara um contrato e iluciano, não dava, né, então o que eu fazia era puxente, boca boca, o pessoal me chamava, alguma coisa assim, eu tinha uma própria acordo com a empresa lá, né, em abril eu saio e falo muito bem, agora eu não tenho mais nada me segurando, agora a low mercado, aqui está o Luciano Pires, e isso foi em abril de 2008, mas eu não fazia palestra desde os finaldos anos 90, né, inclusive, era, até engraçado, porque eu circulava no meio dos palestras, mas eu nunca podia estar lá, eu não era o cara, eu não podia ir, eu não podia aparecer, eu não podia dar, eu não podia estar lá, eu não podia estar no agência de palestras antes, não podia ser, né, na empresa lá, não dava, aí saiam e abriu em setembro da crise do subprime e o mundo acaba, cara, isso vai lembrar, o mundo acabou, e aquele foro momento interessante, porque a continua mudança brutal no mercado de palestras, elas foram várias mudanças, né, era o mercado que vinha crescendo, tinha uma meia dúzia de palestras antes mais antigos que tinha um puta nome que estava lá, que era pessoal de primeira linha, e tinha uma parte, uma mensada chegando, que estava reventando, cara, me lembra os valores, era muito bons, e algumas pessoas começando do zero ali embaixo, né, quando acontece em 2008, aquela pancada, o mundo vira de ponta-cabeça, um pô-butamote de executivo, perde emprego e todo mundo vira palestrante, então, do dia pra noite começou a aparecer palestrante para o mundo lá, começou a aparecer curso de formação de palestrante no fim de semana, fica comigo três dias, o hotel, e você vai sair palestrante lá na ponta, não importa se você é gago, não interessa, vem que eu te transformo no palestrante, né, e o mercado de palestra deu uma tremenda de uma parada, porque o mundo tomou um susto, você sabe como é que é marketing, acaba acaba verba, para o tudo, podemos dar uma puta barrigada, e quando voltou lá na frente, ele voltou, o mais voltou, o que era, ele voltou tudo menor, o cachê que era de 100, virou de 70, a quantidade de palestra que era 100, virou 50, e ele nunca mais retomou, não foi que ele voltou, ele não retomou, ele sempre ficou, e foi exatamente como você começou a ter negócio, você começou ele no momento, no olho do furacão, vale que interessante, né, você falando isso agora, é óbvio que a gente estava vivendo todo o Istal, mas eu acho que eu não tinha muita noção disso na época, eu talvez um pouco do meu perfil de semi-equipe, você não tinha nada ou se não tinha esse histórico, você não tinha o histórico, você começou a conversar com ele, para mim era tudo zero, talvez até essa embaralhada que deu no jogo pode ser ter sido positivo, né, então porque até porque já tinha outras agências muito mais estruturadas, definidas, tudo mais, e para um entrante sempre é mais difícil, né, então talvez uma embaralhada no jogo pode ser positivo na época, mas assim eu sou daqueles que defende muito a história do olhar por o externo, então importa se está tendo crise, não está, por isso, está falando só, está aqui, né, quantas crises passaram na nossa vida, ou sei lá, milhares, mas só nesses últimos 14 anos, enquanto falando da bola, quantas crises, eu nunca tive uma mudança de planejamento baseado nisso, para não para não para não para não fazer mentira da pandemia foi a única, da pandemia eu tive que ir a mudança de rota, porque realmente era uma mudança grande ali, mas as outras, eu sempre falei de não, é ter uma frase, eu acho que é do do que o fã do Eleuau Marte, né, que é a crise, está decidimos não participar, ele fala isso, tem falar, a crise que está acontecendo no mundo, nós decidimos não participar, não se tiver, como se tinha a sopção, mas eu sempre tive um pouco desse pensamento assim, entendeu, então eu meio, tipo, não olhava, muitas pessoas coisas.
E, Flai, vamos fazer. E você dá forma que acho que ajudou, né? E você começa uma empresa de 2008-2009, não tinha redes sociais como tem hoje, não estava tudo no comecinho delas lá, né? E você começa o negócio completamente deslocado do grande centro. Sim, então tem que tomar baté, cara. Como é que era isso? Sim, sem conhecimento nenhum. Eu não tinha ideia do que era segmento. É que era minha irmão? É um palestrante, também não estava também no grande centro, mas praticamente do zero com eu, Gência Total. E eu não tinha mais ninguém. Eu lembro com meu pai dizia que quando você começa, até o lixo que você vai jogar fora, você tem que comprar primeiro. Você compra alguma coisa, a máss para o agafora. Então assim, não tinha nada primeiro ano, nosso 2009. Talvez tenha feito lá 6 para estas 8 para um ano inteiro. Era muito, muito, muito ruim, muito pequeno. E obviamente não pagava as contas, teve que se virar de outro jeito, tirar, fazer outras coisas, mas acho que as poquinhas foi rolando, né? Foi aprendendo e raonhando o oço e as coisas foram crescendo. Por que você não dizia o que? Você espalheça no ano? O que você viu? Deixa eu te melhorar um pouco essa pergunta aqui. Você tem uma, o tipo de empresa, aquela tem uma cara que é interessante. Você tem dois clientes. Você tem eu, sou o palestrante e você tem o cara que vai me contratar. Então você está no meio do caminho, né? Você quer entender a minha Luciano que sou seu cliente e tem que atender o cara para que você vai levar Luciano. Perfeito. Ou seja, você tem que trabalhar em duas frontes. Você tem que trabalhar montando o elenco de palestrantes e trabalhar pesquisando o cliente para poder contratar os dois ali. São dois desafios. E imagino que você, em tal baté, falando porta por. Por telefone. Muito difícil de fazer os dois lados. Exou extremamente difícil. Mas eu acho que pode parecer meio clichézano assim, mas eu acho que é história do propósito. Eu acho que como a empresa nasceu muito claro dessa questão da transformação que queria causar, eu falo para todo mundo, eu faço todas as integrações até hoje. A toda a funcional que começa, onde eu começou a voltar a novo, eu vou fazer integração com ele. E eu falo para todo mundo isso. A coisa mais incrível que a gente tem na pola é nossa matéria prima. Então as pessoas que a gente convive, seja os clientes, como os palestrantes, são incríveis, são as pessoas, mas incríveis que a gente pode estar todo dia convivendo com elas e aprendendo com elas. Então a nossa matéria prima é incrível. E acho que eu sou tão apaixonado por isso, que eu olhava e falava "não, cara, isso aqui tem que funcionar, cara". E também não colhendo muito para o resultado, para a grana, a hora que é interessante. Nunca tinha pensado nisso, estava falando, eu estava pensando aqui. Quando ele começou, eu precisava pagar nas contas, cara. E obviamente não seria com o palestro, porque eu não saia de nem um daí, pelo contrário, eu tinha que poder ir ali dentro. E eu não tinha, também. Eu não tenho em paralelo uma empresa, que eu falei "quê que eu posso fazer com o tempo vago? Não posso fazer no tempo comercial, porque eu comecei a lá, não dá dinheiro, mas eu tenho que focar aqui. No tempo da noite, o que eu posso fazer? Tem que ser alguma coisa ligada à área de publicidade, que eu sei fazer, mas também não posso bater com a agência, que eu tinha antes, que eu não quero competir, e também nem poderia eu sozinho, e tal. Eu falei "não é aquela época, tinha um gap, pelos nossos clientes, inclusive, de agência, para a construção de site". Sites era muito difícil, ser construídos, demorados, muito caros, e eu falei "gente, estava surgindo ferramentas para a construção, de maneira mais prática, essas façam você mesmo". E na época, já era aquele "wix", que tinha essa plataforma. E os clientes, eu falei "já tem um bom âmpe pra fazer de graça, é o site, só que o pessoal não sabe fazer". Eu falei "tá bom, eu sei, tenho que começar a vender site". Então eu vendi um site, fazer a noite em casa, eu adorava o publicidade também, então estudava, por exemplo, o pessoal construiu em casa, entregava uma semana o site para ela, me dava um valor que dois, três saídos me espagavam minhas contas, ajudava a investir na empresa, e por um bom tempo, sei lá, mais de um ano essa empresa dava bem mais dinheiro do que a Paula. Porque a Paula não dava nada, dava negativo, essa empresa dava um pouquinho, mas era bem mais. Se eu fosse olhar só o resultado, se eu fucar, vou falar "falei a Paula", vou focar isso aqui, nunca passou para a minha cabeça isso, nunca, eu tinha muita clareza que aquilo era totalmente temporário, que funcionava de uma, dois anos, funcionava um ano e meio, ele depois eu fechei, e fechei porque não tinha mais clareza, não tinha cliente, funcionava, mas eu falei agora, agora que está todo ano dinheiro do lado de cá, eu posso abrir mão desse para focar 100% aqui. Mas era isso, era certeza que esse ia funcionar, somado a. a paixão para aquilo ali, cara, isso aqui é o que eu quero fazer na minha vida. Acho que é por isso que eu não existia, acho que foi por isso, porque motivo tinha que ter oportunidades dele, com certeza. -2009, sem você gostar. -19, você estava com um. -39, 178, estava com 31. -31, ainda dá, ainda tem gás ainda para entrar em briga aí, e fazer a condicência. Mas vamos lá, aí você entra no mercado que é uma coisa interessante, é uma prestação de serviços que como toda a prestação do serviço não gosto muito em grato, porque se só sabe se é bom, ele por que recebe, eu não consigo experimentar, só estou molhada, peguei essa gás, -te peguei a garrafa, deixou abrir a tampa, deixou olhar, tomar um golinho, polegal, entendi o que é. Você viu isso ou não, cara? -Eu pedreiro, né? -Pinto. -É fazer, que vai fazer para ver. -De pôr de pronta, aqui eu vou ver, está manchado ali, não, quando você acaba aí, vai ficar igual a hora do outro, aquela coisa toda, você visse assim, e você tem um puta, não problema, porque o tipo de serviço que você presta, é crítico, né? Uma palestra pode levantar ou destruir um evento. -Então, certo. -E aí eu tenho nome que talava, você que indicou, você que botou lá, então, tem todo o nosso é uma questão de encontrar um profissional certo, para fazer um saválio, cara, não, esse cara vai estar na um palco, representando a empresa, na frente de um puta motor e cliente, tem uma expectativa gigantesca que vota, eu nem gosto nem o complicado, -Complicado. -Complicado. -E uma trena linda linda, que é muito grande, que para sujar o teu nome, como o cara aqui apresentou, se mostro para a empresa, é muito fácil, né? Que cuidados você tomou, cara, para aqui, para se proteger, contestivo de coisa, assim, na tua seleção de lêncos, a ver como vai que era. Muito boa, também, pergunta assim, eu acho que sempre tive esse cuidado de entender, que eu não acho que até hoje é um pouco diferencial nosso, de entender qual é o papel da agência, porque assim, eu sinto que tem uma parcela do mercado, que das empresas que enxergam agências como um intermediário, e muito pelo postamento da própria agência, até a agência que se posicionam assim, então ela meio que, emcentivou o mercado, enxergado desse jeito, e eu acho que desde o começo, desde o dia zero, acho que eu já falei, eu tinha, eu tenho que saber, com certeza que não podia ser isso, com a ficção que não podia ser isso, o papel da agência tem que ser exatamente, esse decorador, o meu papel é garantir que isso não aconteça. Então, eu tenho que conhecer muito o produto, conhecer muito os palestrantes, conhecer muito o que a empresa precisa, para colocar a pessoa certa na empresa certa, porque tem uma questão assim de produto ruim, tem, que isso é um negágio, um produto no lugar errado, o produto é bom, só que não já está ali naquele local, e isso foi desde o dia zero, uma preocupação minha, também lembrando agora, não é meio ligado disso, mas se conversando, lá nos primeiros anos, eu nem lembro quando, mas talvez, no terceiro, o quarto ano de empresa, a gente criou um negócio, que era assim, celo de qualidade, que era assim, se a palestra não for o que você precisa, você não paga, 100% risco do meu lado, porque você precisa não paga, o palestante vai ter que saber, eu vou ter que pagar do meu bolso, entendeu? E obviamente, ia ser para mim na época, ia ser muito complicado isso, empresa começando, caixa, lital, nunca aconteceu, o inserante ficou que esse modelo de celo, de qualidade polling, uns dois anos usamos isso, ajudou a gente a chegar a mercada, acho que o cliente confiar mais na gente, e nunca tiramos esse problema, de ter, "Ah, não era o que eu queria, tipo, devolvo dinheiro, mas era um risco, foi dois anos, mas era meio preocupado para dormir." E como é que você fazia isso com o palestante em você? Como você pega o telefone, ele liga para o Luciano, ele falou Luciano, aqui é o famoso "Qui", "Eu sou o Dennis", duma empresa, chamada "Polo", "Que Chica Quinta Albaté", e eu queria representar você, você não quer? Eu posso botar você no seu nome, eu vou te falar que isso não comece era mais difícil do que eu do cliente, porque, exatamente isso, é uma empresa completamente conhecida, lá de tal baté, do "Porta Perteira", e tipo, sem nenhuma credibilidade. Então, assim, era muito difícil de conseguir isso. Então, era um trabalho, muito de uma, assim. Eu lembro, por exemplo, hoje, eu tenho uma relação muito boa, mas não acho que com muita gente, mas com a Marta Gabriel. E a Marta, ela foi fazer um evento em São Jettos Campos. Não tinha trabalhado com ela até então. Eu falei, eu preciso ir lá, conversar com ela. É lembro que eu fui nesse evento, você tem na primeira fila, se tinha palestra dela, só que eu queria, lógica, se tinha palestra, que era incrível, mas só para conversar com ela no final. E aí, no final, a gente conversou, foi super bacana, ainda teve uma oportunidade de ganho,
que eu nem lembrava, ela lembrou agora, não tinha vendo o passado junto em Portugal, ela me lembrou disso, que no dia ela passava um vídeo na palestra dela e era um vídeo em inglês que não estava com legenda. Eu falava que esse vídeo tinha sido legenda, mas vocês vão conseguir entender e passava o vídeo. Aí eu peguei e fui para casa, naquele dia, a noite eu fui legender o vídeo e mandei para ela. Aí ela pegou o froncinal, vou passar em todas para essa partir de agora, e me dar sua marca, eu vou colocar no final. Ela começou a usar nas palestras dela, um vídeo para agradecer, preso pelo adenas da Paula que legenda o tal. E eu nem queria por isso, eu queria aproximar mais dela, fazendo com esse tipo. Mas era um, era na unha desse jeito, porque não tinha, que eu fomos a se falar, a opção era ligar e apresentar a cara. Não funcionava, cara, não funcionava. E eu também nunca fui daquele assim, tipo, "ah, mas esse palestrante está me esnobando." Não, completamente compreensível, se fosse o contrário, eu também estava entendo a total posição, tipo, cara. Meu primeiro a gente foi a Denise do Bucre palestrante, se lembra do bústria? Sim, lembra. E foi exatamente assim, cara, eu terminei um evento, ela não falou que me. Eu não vou falar comigo, vamos mostrar, vamos mostrar lá, e não contou outra forma. Eu estou fazendo assim, eu não sei, eu estou aqui começando, eu não sei como é que funciona ainda, mas foi exatamente assim, foi uma aula, olhou e chegou e falou "Pô, tem potencial aí, né?" Eu comecei a me aproximar de outras agências, então eu vou dar Sandra, Sandra, pude, sei o cara. Demo que a gente se aproximou desde muito cedo, assim, ela abriu a porta do tipo assim "Ah, eu quero vender os seus palestrantes." Sim. Ela está bom, pode ver, pode trabalhar. Era um concorrente ter o entre aspos, que é a Sandra passuosa. Exatamente, e assim, assim, sempre ela abriu as portas, tudo bem, então é uma posição inteligente da pai dela, né? Um vendedor a mais, trabalhando para você e tal. E pra mim, era a beleza, agora, a partir de agora eu tenho, sei lá, 10, palestrantes pra vender, e agora eu tenho 20, que eu tenho meus 10 ou 10 ela, algo desse tipo, então, e assim foi, foi, foi crescendo. E aí, lá, já há algum momento, o jogo achava realmente inverte, né? Como você começa a ganhar mais mercado, você começa a ficar mais fácil isso, até o ponto de inverter, ter de os palestrantes com uma série a procurar, porque faz sentido, tal e dentro. Então, basicamente funciona assim, mas realmente foi muito mais difícil isso do que conseguiu os clientes. Você notou, claro que tem, né? Eu conheço toda essa, como é a tomada dos palestrantes, inclusive dos palestros da. A tomada e traz os que começaram, os cara que desbrava isso, tudo, me lembro de ver o professor Gretz fazendo palestra com transparecia, cara. Transparecia, bichinho, jogar transparecia no chão e, cara, de alocura toda, que era um cara, era a prehistória da palestra, né? Que era uma coisa meio muito nova, né? A primeira palestra que eu assisti foi o Marins, nos 80, né? Eu vou ficar encantado aquele cara andando no meio do povo, porque coisa esquisita, coisa diferente, né? E ela tinha, ali, um. tinha um lance todo lá, da palestra funcionar como uma atração que era capaz de transformar um evento, que aquela coisa. Tem isso, é com babaca, aquela com chato, com pacacê, e aí botavam-la uma apresentador com voz impostada e aquela sequência de pessoas chato, com muita. com muita. com muita. com muita. com muita, né? Um vinha uma pegada bem morada, com aquilo. dava uma luz e ilustrava muito o evento, né? Perfeito. Mas foi mudando no meio do tempo, foi mudando, até porque as gerações foram mudando, né? O que foi o que foi alternando e o objetivo da palestra também foi meio que mudando no meio do caminho, né? Como é que você vê isso hoje, cara? Se eu tivesse perguntado hoje para você, falou o seguinte, por que que leva um contratador profissional, não é qualquer contratador? A gente sabe que um contratador profissional busca uma palestra, por que? O que que ele quer, um negócio dele? Cara, acho que assim, existe vários motivos, mas a gente tem que dividir primeira, assim, tem dois grandes grupos que isso é bem importante fazer essa divisão. Vou dizer que é meio, mas é quase. Existe uma parcela muito grande que quer resolver um problema. Ele tem algum problema na empresa, ele quer trabalhar isso, assim, beleza. E tem uma outra que basicamente, ele quer gerar a público, gerar retorno de mídia. É quase que estou contratando uma celebridade para estar no evento. E que tudo bem, faz parte do contexto. Às vezes eu preciso, eu estou fazendo um lançamento imobiliário, quero levar a público para o evento, mas a gente vai levar a pessoa lá. E aí ele leva um nome que vai atrair o nome das pessoas. Isso acontece, isso é muito claro hoje assim. Tem uma palestra muito grande do mercado que o objetivo dele não está no conteúdo em si. Ele está no que vai gerar, no que vai agregar. Eu falo muito que é a questão de valor. Eu sou muito dizer assim, "Ah, pessoas falam que é um jogador profitebol, Messi, ganha, ou quer ir ganha para jogar profitebol." Fala, gente, o Messi não ganha o que ele ganha para jogar profitebol. Ninguém ganha milhões de reais para jogar profitebol. Ele ganha para vender camisa. O preço do ingresso para onde foi lá, quanta camisa que vendeu, como ficou a negociação. É isso, é isso que ele faz. Então, do salário dele, tem lá 100 mil para jogar profitebol e 5 milhões para vender ingresso. Então separar um pouco isso dentro da palestra, existe também isso. Tem o lado que é o conteúdo, que é "x", e tem o lado que as vezes é "10x", que é o uso de magia. É o direito de hoje de magia, basicamente é isso. Você está ouvindo o líder cast, que faz parte do ecossistema Café Brasil, que você conhece acessando mundocafebrasil.com. São conteúdos originais distribuídos sob forma de podcasts, vídeos, palestras, e books, e com direito a grupos de discussão no Telegram. Tora nesse um assinante do Café Brasil Premium. Através do site, pelos aplicativos para iOS e Android, você praticam uma espécie de MLA, Master Life e Demonstration. Percebendo o conteúdo pertinente de aplicação prática e imediata, que agrega a valor ao seu tempo de vida, repetindo mundocafebrasil.com. Aquela coisa que o pessoal comenta, eu falei assim, que era o cara contrata, o filipão, para o narpalé, só no evento dele. Chegou lá o filipão, faz uma palestra que é uma merda. Não estou dizendo que é, mas eu tenho que ter o que acontecer. É uma palestra que seja uma merda. Terminou o evento, o que fica, que ela fala, "palestra não é isso, é o que ele falou". Mas eu vi o filipão, cara. Eu botei uma foto com ele, ele me recebeu, abraceu o filipão, ele me deu um negócio, me deu autógrafo, e vai lá lá. Aquilo agrega o evento. Isso é uma pessoa usar bem, pode ser incrível. Se ela coloca alguém que vai entregar o conteúdo, ela precisa, um pouquinho mais um pouquinho depois do filipão. Porque a pessoa vai lá para ver o filipão, ela vai no evento por causa disso, aquilo era o que vai agregar, mas ela recebeu o que ela precisava. Então, entre o que ela quer, o que ela precisa, você tem que saber dozar. Então, acho que tem muito isso. E aí, dentro do que eles precisam, isso vai mudando o tempo. Então, durante a pandemia foi realmente claro uma mudança disso. Até então, o stop 10, os temas mais vendidos mudam há na ano, mas sempre tem uns três, quatro que estão todoando ali. Na pandemia, também baralhada nisso. Você procurou muito mais coisas ligados a. -Saltar o mental, exatamente. E aí, coisas técnicos de empresas desesperadas para entrar numa transformação digital, não fala porra, mas agora, parece que é um tema de dez anos atrás, não é um pouco atrasado, mas. É hora que bater uma porta, as empresas desesperadas, tendo que aprender como trabalhar com redes sociais, como trabalhar isso, crescer para caramba dentro desse período. E, sal de mental, acho que o principal, né, porque todo mundo é balado para caramba, exatamente. Então, isso muda muito. Mas, acho que essa crenção dessas duas pontes é muito claro para mim, assim. -Se eu sentir uma mudança na qualidade do contratador, aqui eu tenho que ser muito delicado, porque quero que você fale torcida, mas a qualificação vou te explicar o meu lado. Eu, quinze anos atrás, se alguém me chamar fazendo a palestra, o cara me bota sentado na frente do CEO da empresa, e o CEO me dá uma aula de estratégia da empresa, porque ele queria que eu passasse uma mensagem "papapapá". Hoje, cara, se piscar, é assistente da coordenadora, subi no choque do RH. Que liga para mim e falo, eu tenho uma hora entre o Jantar e a Premiação, eu queria botar a palestra lá. O que você quer? Eu tenho que motivar o povo e danis, né? Eu até falo que eu fio. É assim, do quebe. O grau de importância que ela dá para mim, como o palestrante, é o mesmo do quebe. Se o quebe vai estar quente ou não, é uma puta preocupação que está no nível do palestrante. Se o efeitinho que vai estar na mesa, é o mesmo nível. Então, não tem mais aquela coisa, se perdeu muitos no meio do caminho, né? Mas é uma impressão que eu tenho, e eu não sou a agência que trabalha que vem de 2 mil palestra por ano, eu faço meu pedacinho aqui, né? Você se enche alguma coisa assim? Eu acho que sim, e eu posso trazer por acente. Lá, a gente é muito neurótico, com isso, né? No tipo assim, uma palestra vendida, que é. eu falo para o pessoal, né? Você tem que vender o que é para sua precisa, não o que ela quer.
Quando eu te vendo o que ela quer, para mim é quase que não contou o que ela venda. Então, não é para vender o que ela precisa. E a gente vai lá e tem que descobrir isso. Só que eu percebo que vai ficando mais difícil, tipo é difícil descobrir. Porque muitas vezes a pessoa que eu estava falando também não sabe. E aí, quer dizer, não saber, de manhã geral elas não vão saber mesmo, mas ela não tem as respostas. O que vocês estão passando? Ah, eu não cheio a ficar pedindo para fazer essa palestra entre o jantário e a entrega. Então, eu preciso entender, cara. Eu preciso entender para poder te ajudar. Se você falar, "Querá não aparecer de liderança, nem segmento?" "L liderança não tem mais vagos que existem, né, cara?" Não precisa entender, sabe tudo. Tudo ele dentro, você fala mesmo. O que está acontecendo? Por que você quer uma palestra de essa? O que está pegando aí? O que você quer mudar? Que transformação você quer fazer? Então, se a gente briga muito isso, trabalha muito isso, cliente. Para poder levantar. Mas eu percebo que, realmente, às vezes muitos casos tem ficado mais difícil. O que, talvez há alguns anos atrás, que as pessoas tinham mais a resposta. Isso. Ela sabia o mais pelo que ela sabia. O termo que eu use é uma juniorização. E isso? Botaram uma garota, tá, da lá. Isso, acho que isso. E não é nem culpa do garoto que tá lá. Que alguém botou o garoto lá e não deu pra ele. Não terei o histórico. Você que eu estava com medo de um montón. Eu fazia uma sequência de palestras maravilhosas, uma puta empresa, seis meses de poio, mandar todo mundo embora. E a memória foi junto. E se eu bater na empresa, não tinha lembra de mim, não lembra do evento? E eu falava "pera um pouquinho, cara, cadê a lá?" Cadê a cultura que eles aprenderam lá atrás? Porque alguém que bloca era no evento. Alguém sabe. Como é que tem que botar? Até lá, alguém sabe. Como é que tem que. Alguém sabe, é isso. Quando você manda do mundo embora e perde as conhecidas, você começa no zero. Você vai fazer a cagada que alguém já resolveu lá atrás, porque aquele cara que resolveu foi mandar de embora e o conhecimento foi junto. E o contato foi junto. Então, eu não consigo palestrar mais lá, porque o meu contato desapareceu. E o meu histórico desapareceu. Tem que ser um puta problema de continuidade. Com certeza. Processo de aprendizado ali. É interessante, cara. E me fala agora, Deus, palestras, que tem aparecido pra você. Que tem alguma coisa? Eu fiz um texto até acho que você chegou ali, do palestrante Uber. Sim, eu vi. Você tem Uber, X e tem Uber, Black. O X é o seguinte, cara, eu to com o meu carro aqui. Já que eu estou andando na rua, eu vou aproveitar e vou fazer uns corridos e eu vou ganhar um dinheirinho. O Black é o seguinte, não. Esse é o meu negócio, cara. Aqui vou investir minha vida aqui. Então os dois levam você de um lugar pra outro. O que eu to aqui? O outro faz disso seu negócio. Tem uma diferença de um pra outro. Como é que você está vendo esse mercado de palestrante, cara? É muito fácil subir um palco ali. Barra o moririnho. É aqui em Zipal. Porra, você é como uma moleza do mundo. Eu vou fazer. Como é que é? Eu acho que é um baita risco isso. Eu tenho falado recentemente que essa aumento discriminado de dono de palestrantes é um perigo pro segmento, inclusive. Mas o que eu vejo assim? Sujou muito desses modelos de formação, com essa promessa de ganho de R$1.15 mil e R$1.15 mil. Uma hora. Como é que essa fácil, fácil, vai ser fácil, rápido e gostoso. Só glamoura. Fala, você tem alguma coisa que quem trabalha com isso sabe que não é rápido, não é fácil e muito menos glamourar, só a complicação. E começou a crescer suje de todo lado. O que acontece de um lado? Eu acho que é um caminho natural e que vai acontecer. Por exemplo, quando a gente faz a divisão de palestrantes que eu uso de imagem, palestrantes que eram conteúdo, começa a surgir muitos palestrantes que o conteúdo não é o principal de falar um. O conteúdo não é o principal dela. O cara sendo big, bralho, Brasil, está aí todo mundo fazendo o cara. Vou aproveitar esse momento para fazer o que eu vou fazer. O que funciona? O que entra do contexto funciona? O que as pessoas querem mesmo. Ok. Do outro lado tem aqueles que vão trabalhar dores específicas. E a pessoa tem que. Esse daqui não tem um outro caminho. Ou você vai trabalhar e criar muito, vai ser o Black e vai ser. Ou não vai funcionar. Eu não acredito nisso. Inclusive, tem algumas frases que eu brinco, né? Que eu entendo que as pessoas falam, mas assim. Quando a pessoa tá numa palestra, ela foi contratada. 500 pessoas, ele termina a palestra pra gente. Se uma pessoa daqui, eu te convertia, mudei essa pessoa pra mim, eu estou feliz. Falei, você está o contratante, não? O cara te contratou pra estar ali, cara. Pagou uma grana pra você estar ali, pra você mudar uma pessoa. O cara tem que ser muito 500 ou uma boa parte, entendeu? Então não vê que essa história não. Você tem que ir lá pra fazer. O compromisso, eu falo que o verbo da palestra não é ensinar. O verbo da palestra é transformar. A sua obrigação é causar que é nem impacto. Se você não consegue, que é o impacto, você passa a ser meio que um ser na natária. E eu não consigo fazer isso. Ah, mas eu vou lá, se a pessoa vai mudar, não dependa da plateia. Então repense a palestra, não. Se você tem essa percepção, talvez você não possa trabalhar nisso. Porque você tem que ter o compromisso. Porque senão o que você recebe é muito caro, cara. O que é um palestante recebe pra lá, pra ensinar alguma coisa, ele poderia fazer isso num áudio, poderia fazer num vídeo, poderia fazer num livro. Uma forma muito mais simples, entendeu? Não precisava ganhar o que ele ganha pra ir lá, é pra causar um impacto. Se eu não acredito nisso, eu não podia estar ali. E tem um monte hoje em dia, tem um legal era que não faz isso. Que eu falei, esse é o perigo do segmento. Isso é um pouco, eu vejo o que aconteceu com segmento de colte. Porque aconteceu lá atrás, eu fiz o processo de colte na minha vida. Cara, foi incrível. Foi uma coisa mais legal, isso foi o que eu já fiz na minha vida. As pessoas que fazem direito, processos, incríveis. Que aconteceu com o processo de colte. Entrou um monte de gente no cursinho de final de semana e destruiu um segmento. Só que, acho que era tão novo, acho que o segmento não estava consolidado ainda. E tinha tanta gente ruim no mercado que meio que não sobrou muito espaço para os bons. E o bom tem que não adi no nome hoje. A pessoa tem que usar um outro nome hoje. Se ele falar que a colte não tá vezes não funciona mais. Queimou o segmento. Mesmo sendo bom um produto de quem sabe fazer. Na palestra, eu acho que isso ainda não aconteceu ou não vai acontecer. Porque ele estava muito mais consolidado. Ou seja, já tinha muita gente boa e o mercado sabe disso. E o que eu soumo dizer. Com a minha melhor prova de que treinamento palestra funciona. É que eu tenho orgulho de falar que a pola entravelhe para todos os grandes bancos. Isso tem uma coisa que bancos a fazer conta. Se não se funcionasse, ele não ia gastar a grana que eles gastam com isso para fazer treinamento. Então se eles fazem, é porque dá certo. Então, assim, o mercado já sabe o que funciona. Então, eu acho que vai queimar o mercado, mas vai criar um problema. Olha, agora tem um mar de pessoas aqui. Quem é? Quem funciona? E nessa hora, de uma forma torta, acaba mais importante de trabalhar da agência. Que é o fazer separar o joio do triplo. Isso é legal. Isso não é não. Vai nessa aqui. Então acaba até fortalecendo um pouco o que a gente acaba fazendo no dia a dia. Se eu acho que tem. O mercado palestra aumentou. Ele cresce, ele diminui. O que acontece com ele, cara? Eu peguei um clete o outro dia, quem não fazia palestra há cinco anos. Cara, falou, "Abi chú, há cinco anos eu parei de fazer palestra, porque eu me cansei demais do mesmo, só vi a mesma coisa, a mesma conversinha, eu me. Falei não vou me agarçar dinheiro com isso e parei de fazer palestra. Retomei agora, porque o pessoal me pediu tudo, e dei a sorte dele me contratar. Gostou, foi legal, foi muito bem, né? Mas me chamou atenção, ele fala, "Poma, será que como esse cara aí tem mais gente que meio que decepcionou, troubou com um colte, meia boca, e lá é goma?" Ele agua, pode ser, mas cresceu. A gente não tenha cidad oficial, não existe um dado da sociação brasileira de desferir na mensal. Tem, na verdade, o mercado da Bioloc, dos eventos corporativos, mas não é um específico de palestras. Mas tem uma estimativa. E a percepção que a gente que eu tenho é que cresce, ele continua crescendo. A pola vem crescendo muito a ano, mas isso não significa o mercado já crescendo também. Mas a percepção que a gente tem é que continua crescendo, e só tem migrada, tem mudado esse estilo, entendeu? Mas a percepção é que ele tem crescido. O número de comparativo de 2021, 2019 foi o pré-pandemia. A pandemia era de 200 mil palestras anos. Caramba, era um número bem, em signo, de bem grande. E eu não tenho esse número de 10 anos atrás, mas a percepção era menor. Então eu acho que ele ia ter uma migrada, você não acha que tem tendo diminuído, não? Eu acho que ele está crescendo. Mas que isso é uma loucura, 200 mil palestras. A hora tem gente reunida em um canto. É, muito. Eu vi a gente ouvir alguém falar. De vídeo eu falo quase mil, que não é de 500 por dia. É uma doideira, cara. Vamos voltar ainda nesse histórico, você vê, o Brasil é uma gangurra, ele sobe e anda embaixo e faz tempo. Ele dá uma gangurrada. Ele vai e que hora está tudo bem, hora está tudo mal. Quando é que se vem de palestra, quando o mercado está bem, está legal, ou quando o mercado está lá embaixo arrebentada, é na crise que se chamamos, porque eu já ouvi essa história tudo.
- A gente está lindcriso, o pouco legal, vai fazer muito repalento. - Eu acho que ele faz uns dois, cara. Eu acho que é por isso que esse mercado ele funciona bem, porque ele funciona muito bem, não existe realmente isso, na crise, aí é o. preciso motivar, preciso levantar, mas no crescimento surge demais, assim, muito, um segmento começa a desenvolver mais, é nítido assim, o quanto ele passa a contratar mais, fazer mais eventos, é muito claro isso. E é fácil de a gente perceber, né, separar para pensar assim no varejo, por exemplo. Varejo, de forma geral, ele, a grande maioria dos segmentos, eles tiram o Natal para eles é. - 400% do ano. - É um ano ali. E, obviamente, ele não consegue ter uma equipe treinado o ano inteiro. A equipe que vai trabalhar no Natal é formada em outubro novembro de temporários, tal. Ela precisa treinar. Ela não tem como trabalhar. Porque se ela não faz isso, o que passa a seguinte, o melhor momento do ano. 40% da sua venda. Você vai entrar nesse momento como equipe mais ou menos? Você não pode, você precisa aproveitar, você precisa tirar nesse momento máximo que você puder. Então, quando acontece, não sei nem de crescer, a pessoa começa a expandir ela precisa treinar, precisa que ela passear. Isso, realmente, a gente percebe isso. Então, acho que nos dois, cara, na crise funciona, né? Tanto que foi o exato de pensamento que a gente teve durante a pandemia. Que quando uma sua pandemia encerrou, né? Um mercado. Acabou. - Evendo-te o prazer, você já pode, acabou. - E do um dia poto, né? Foi assim, um pânico. E aí, a migração natural para o mercado online, só que o mercado online não existia, não existia. - Isso é um paleço online. - É isso que. - Ensinar o mercado a fazer isso. E a gente conseguiu fazer relativamente rápido na pola entre o primeiro dia da pandemia. Que a gente falou, beleza, pandemia é sido tipo, percebemos que uma coisa seria, vão ter que fechar as portas. Até a gente lançar o meu paleço online, que foi a pata farm que a gente lançou, foi num 40 dias. Duma coisa que eu não tinha a menor ideia, nunca tinha ouvido falar em paleço online, em stream, em javidas pra palavra. Então, em 40 dias eu fui aprender a estudar, criar soluções, criar a pata farm, colocar o site no ar e pôtar pra rodar. - Logo que o que. Nada como desespero para ajudar, para acelerar as coisas. - É sempre assim, né? - O desespero acelerar, né? E. Mas o que eu quero dizer é o seguinte, o mercado também aceito rápido. Porque eu poderia ter movimentado rápido e o mercado é uma na seis meses. Eu ia ficar patinando ali. Não, o mercado falou "Não, eu preciso, eu continuo precisando. Eu tenho uma coisa que eu falo, né? Se eu saber se uma coisa vai funcionar ou não, se o mercado funciona ou não, que você tem que saber se existe um mador. - Sim. - Ou seja, naquilhement, existia. Continua a vista. Pelo contrário, a mador estava até a maior, as pessoas estavam desesperados, usavam de ajuda naquele momento. - Segundo, a solução que você tem resolve essa dor, que você tem uma dor, mas você não consegue resolver na diante. Tem a dor e eu consigo resolver. Foi o que a gente fez rápido para conseguir resolver. - Eu tenho outro ponto, né? A dor da solução é maior do que a dor que o cara tá sentindo. - É, é, é, é. - Que as vezes elas não valem a pena, não é? - É. - E o terceiro ponto é que vocês tenham. Porque às vezes tem a dor, tem a solução, mas não tem dinheiro. O mercado entra em crise, como foi a crise lá de 2019, no dia de dinheiro no mercado. Não adianta, e tudo para, mas não era o caso, né? No caso a pandemia não foi esse o caso. - Sim. - Então, falei não, cara, tá aqui, os três pontos estão aqui, então vamos remarque, vai, vai acontecer. - O que é interessante isso aí? - Tem uma outra cara que tem esse interessante que eu vejo aí, que é, às vezes, tem palestrante que entra na moda, né? Agora é o momento do Fulano. - Sim, o ar. - Sim. - Faz palestra que nenhuma louco todo mundo quer o cara, o que quer ser desse rastilho, cara? O que é isso? Eu sou muito amigo do dado, dado, dado foi palestra três por dia, dado a malocura. Eu sentei com ele, falei, "Qual é o segredo, bíquio que você fez?" Foi a perseguir com a gente, e falou, "Cara, eu não sei, eu não sei, é o tema que eu falo, as pessoas que venham, eu não sei, eu não sei, não tem fórmula para te dizer, faça assim que vai dar certo, eu não sei, uma vez eu conversi com Max Gerenga, Max também. Aí, nessa cadeirinha, ele me contando, ele falou, "Cara, eu comecei a fazer palestra e era um suforimento, porque eu fazia palestra, as pessoas amavam a palestra, todo mundo falava bem e não via mais palestra, e não pintar mais palestra, então era tudo difícil, era tudo complicado, até que um dia a Roda começou a girar, falei, sim, mas o que aconteceu? Ele falou, "Não sei, cara, acho que se criou uma massa crítica tal que a Roda começou a girar, e aí não parou nunca mais." Então o que é essa Roda começou a girar? Eu acho que tem um ponto que é realmente a qualidade entrega, então, por exemplo, Max incrível, dado também, né? Então assim, e não é o bom, né? Aquele santo não é bom, o bom, sim, não é só, é o maravilhoso, é aquela coisa que impacta a faz a pessoa, porque eu falo a minha terza, o que você conta para os outros? Você não conta o que é legal, você conta o que é incrível, você fala ninguém falar, eu fui ontem no restaurante, foi ok, você não conta boa amigo isso. Você conta e foi muito bom, muito bem, foi ontem faabosta, esse é conta, você conta, foi lá, foi incrível, é um dos dois. Então assim, ser muito acima da curva ajuda, mas acho que tem outra coisa, quando você começa a entrar nessa espiral, tem uma coisa que eu falo, hoje, hoje eu acho que sempre isso, né? Mas talvez mais até, muitas empresas contratam por segurança. Pensa, volta a nossa falando de uma jornada deização, a pessoa que está lá sentada na cadeira lá para contratar o palestrante. É para contratar o palestrante para a convenção da empresa, que vai estar o chefe dela, vai estar o diretor, vai estar o CEO da empresa lá lá. Se ela contratam o palestrante que é uma porcaria, é o dela que está na reta, ela vai ser mandar embora. E aí ela ficou olhando, tem o Z, tem o P, tem o Bernadinho, puta vai no Bernadinho. Vou pagar 50 no Bernadinho, mas não paga o 15, não Zé. É, porque não é o que ela tem. É a risca, é a segurança, por isso que você pega, tipo, a pessoa entra nessa espiral de estar bombada, pronto, meio que o mercado, vale do, então tá, então eu posso trazer porque, sei lá, eu vou contratar um cortela, incrível, um abeito entrega, mas, por, ele, ele é meio que a jogada segura, entendeu? Eu vou na segurança e vai funcionar. Então, a gente tem muito disso também, isso ajuda, né? Quanto mais você faz, mas o mercado fica segura para você, mas falta o começo, né? Como que tem o começo? Esse é esse começo. Onde é que está, onde é que está esse começo? Eu fui pesquisar, né? Falei, pô, eu tema que o cara está usando, não, porque tem 100 caras com mesmo tema, e que não tem o, o snap que esse cara teve, tá todo mundo com o termo igual, então não é necessariamente o tema. É a entrega, pô, uma boa parte é entrega, boa parte é entrega, ou é o relacionamento que esse cara tem, pô, tem uma parte importante, eu tenho amigos do meu sonho palestante, que não pague de fazer palestra, e o foco do cara é relacionamento, cara, ele se relaciona muito com o segmento dele. Eu acho que é a soma das coisas, né? Eu estava lembrando de, como alguns palestrantes começam a bombar, e aí um dia me perguntaram isso, né? Dames, sabe que se você fizer um curso, falamos assim, como bombar como palestante? Como sair do zero e bombar? Você vai ganhar muito a grana, eu quero fazer todos os carros, de quando ganhar, vender num iso tal, eu falei, cara, só tem um problema, isso aí, concordo, vai dar pra ganhar muita grana. Eu não sei, não tenho informamento, eu não sei ensinar isso, e olha como um demalucam dentro de Táforo, não, não importa, eu falei, não, para mim importa, eu quero, de pra não ter como vender uma coisa, que eu não tenho como entregar, cara, eu não sei se eu subesse isso, tipo, pra jogar até mais dinheiro, quantas coisas? É que na prática não é tão simples, né? Tem vários fatores. Aí montou lá na pola, talvez seja o mais próximo que eu consigo chegar dessa resposta, é um modelo que chama Map, que é uma triste avaliação de palestrantes, porque a gente acaba tendo até desse mundo hoje mais ou menos umas cinco a dez consultas por dia, assim, lá pra gente, palestante, foi se cadastrar com a gente. Ah, palestante, o que eu entro? Quero entrar. Quero estar com a gente. E aqui a gente fez, a gente criou esse Map, que é uma coisa que a nos ajuda a identificar esse potencial, basicamente a gente analisa seis pontos. Dois que formam o produto em si, dois que formam reconhecimento, dois que formam estratégia comercial. Esses seis pontos, eu acho que a soma de toda ajuda nessa instrumenta, basicamente. De só entender uma coisa aqui, esse teu instrumento é de uso interno. É de uso interno. Sempre foi de uso interno, agora a gente abriu pra as pessoas pra ele navegar. A gente abriu, conforme a gente dá no site, ela consegue fazer essa alta avaliação dela lá. Que a gente olha, como é que tal, o conteúdo dela e a forma, a apresentação, a soma de conteúdo e forma da o produto. Isso aqui tem que estar acima de sete. Eu falo pela começar, tem que ser sete, porque se for menos, falar "mas eu vou começar a testar". Eu falei "Cara, não faz degustação de produto ruim". Se o produto é ruim, você não vai colocar no mercado pra degustar uma geleia minha que é ruim. Porque eu vou queimar a pessoa, entendeu? Então primeiro, tem que ser o mínimo sete. Mas esperar que não sai isso que a gente tá falando, já não estará na espiral, ele tem que ser no meio. O no meio é que é o "al", entendeu? O sete, eu passou de ano. Sete tudo bem, você pode começar no mercado, mas se não for no meio, você não vai fazer esse espiral. Segunda parte, que é a parte de reconhecimento. Reconhecimento é um pouco a soma entre visibilidade e autoridade. É o quanto a pessoa, quando eu falo "sá, quando eu falo seu nome, por contratante, quantos te conhecem?" Já ouviro falar de você, isso é a desibilidade. A autoridade é o quanto se associam a você com aquele tema, porque às vezes é um ator, é um cantor, a pessoa conhece, mas não tá ligado com o tema autoridade, liderança, por exemplo. Então, eu preciso ter os dois. Isso ajuda.
porque a pessoa que eu contato, de novo, quando eu contato para estrangeiro, tem que ter segurança. Se ela não conhece, num ligo nome dele é o tema, a chance dela comprar isso é de caimuito. Então eu preciso ter um produto nota 9, 10. Eu preciso ser, pelo menos reconhecido nota 7, 8, em autoridade, visibilidade pelo mercado. Isso é depende de qual mercado eu quero atuar. Então, para as pessoas que são o meu nicho, elas têm que me conhecer e respeitar. E aí isso vai ser feito de outra forma, né, para a palestra isso, né, isso vai ser feito. - Por um grande ativio. - Exatamente. Um vários outras coisas. E por último, eu tenho lado dos partitários comerciais, que é de posicionamento. E eu sumo dizer que o seguinte, o produto é innegociável. Se ele não for nota 7 para cima, o resto não vai compensar, não adianta. Agora, o reconhecimento e a estratégia comercial pode ser compensado. Porque às vezes eu tenho um reconhecimento da nota 5, mas eu queria uma estratégia começar a nota 10. Com materiais de apresentação, nota 10. Eu consigo compensar. E eu falo assim, o que é o material, nota 10? É aquele que quando eu falo por um cliente, "Ah, se você conhece o palestra de Chista, a pessoa fala, "Não conheço". É um mano um vídeo para ela. Quando ela termina de ver o vídeo, a sensação tem que ser de culpa. Ela se sente culpada de não conhecer. Fala, cara, como é que eu não conheci esse cara? Eu tinha conhecido, cara incrível. Agora, eu consigo fazer ela sentir isso num vídeo, esse é o vídeo que eu preciso ter. E aí, construindo isso, as estratégias, eu falo muito assim, uma palestra voltando com isso. Quando a palestra era 9.30, uma palestra vendida ela tende a gerar mais 2.3. Beleza, mas se eu não tenho nenhuma vendida, como eu vou gerar as outras aqui? Então eu tenho que ter uma estratégia comercial que vai me colocar em 10 palcos, mesmo que gratuitamente que esses 10 palcos vão me gerar 20 negócios. Aí, beleza, eu vou ter uma roda de balda, aí 20 negócios vão gerar 40 que vão gerar 100. Então vai multiplicando. Eu acho que é um pouco disso, isso ajuda. Agora, se eu tiver tudo isso feito, eu vou virar a bola de vez, não é 100% né? Tem alguns outros fatores que não estão ainda contemplados aí. Mas a gente está trabalhando, a gente está em busca de tentar identificar isso a cada dia. Você vai conseguir formular a sorte, né? O funcionamento, a sorte, a relacionamento, mas eu acho que a surfa bem os momentos. Tem uma história boa da Tina Turner, que é Tina. Com essa história dela, Tina era uma banda dela com a arido dela, ela é o Ike, o Ike que é chila de porrada, aquela vida complicada, ela pega um dia separa do Ike, acaba. Então o Tina Turner, que era chegar em fazer um sucesso brutal, termina a banda, vai embora e vai cada um do seu caminho. E a Tina vira cantora, um daqueles cassinos de Las Vegas. E fica fazendo shows em dela, não fica assim, não na bola, tranquila. E uma noite, uma noite, que ela é a vez dela fazer o show, está sentado na primeira fila lá, um empresário. Cara, viu o show da Tina, afolcar essa mulher tão potencial. Aí vai falar com ela lá, lá no camarina, o Tina, você não quer vir? Ela não gravar música aí, não sei. Ela não é uma música boa aqui para você, deixa você pra evit dancer. Ela ouve a música, e isso não é meio ter mestil, não, não vou gravar, a gente grave e viu que dá bom. O que aconteceu depois de pra evit dancer é a Tina que a gente conheceu. E o lance aqui é o seguinte, como é que você determina aquele momento de sorte, de naquela quinta feira em que ela foi da o show, é exatamente o dia que o cara, o cara não foi para Las Vegas pra ver a Tina. E está lá, está todo no cassino aqui, deixa o sentar aqui, vê o que vai rolar o show da Tina. Como é que você, bota numa formula isso? Não é um lugar, tem que ter, mas eu acho que tem uma coisa, eu acho que tem uma questão de manter em movimento, não é? E só aconteceu porque ela tava lá no recendo. Ela tinha que falar, "Não, não quero, se cascendo pra mim não serve, eu vou ficar prefiro ficar em casa, não vou me expor, não vou me expor." Porque eu acho que se você se ideia em movimento tempo suficiente, uma tema estatística, a chance de você dar sorte aumenta muito. Se eu te dar na minha casa, achando de uma sorte diminuída, só te ver fazendo isso, achando de algum dia cruzar com uma pessoa, agora tem que estar preparada, tem que estar pronto. Isso é proponho que você propõe muita paulça gratuita pra todo mundo, muito, muito. Muito? Lógico, obviamente, tem que ser muito bem direcionado. Não é fazer, é fazer em que momento de que forma pra quem, mas eu acho que vale muito, muito a pena, desde que o produto teja nota 9, porque se ele tá na abagem de 7, bem faz, se tiver de 7,7 e meio, às vezes não vai adiantar. Se vai fazer, vai ser mais 1, entendeu? Então, é sempre um contexto, mas eu acho que pode ser uma bai ta ferramenta. Um exemplo que estava contando, que eu não lembrei, sempre eu lembrei dele falando de Tina Tann, mas que tá muito na bola da vez agora, é do João Branco, que foi agora ser môdo do McDonald's, saiu agora, mas que sente, e ta estourado, ta reventando. E é isso que pode falar seguinte, não, mas isso tá acontecendo porque ele tinha a marca McDonald's na costa, cara, de um torre de marketing, de todo o que vou tocar o mãe em preso esta manhã, e só ajudou, com certeza ajudou, e ele sabe que ajudou. Quantas pessoas fizeram esse momento e não surfar essa onda, ou não aproveitaram isso? Por que? Porque ele é muito bom, né? Aí a soma dele ter essa posição, com ser muito bom, com um entregue incrível, com um imegulho de cabeça. Lembro que a gente fez a primeira reunião pra falar com ele sobre isso, né? Que ele tava fazendo esse momento, eu falei, cara, eu acho que você tem agora tipo saber que você tem que focar sempre e ainda energia aqui. E a resposta que ele deu foi assim, tipo, eu sei totalmente disso, tô fazendo, mas que eu tava pensando já. E realmente ele tá focando ele, então já escreveu o primeiro livro, tava laxando o segundo, e tá focado sempre, e ele é muito, muito, muito bom. É o 9/2, então o cara é que é 9/10, ele aproveita a sorte entre aspas disso. E aí ele tá na bralha da vez, cara. Porque é produção, cara. Eu acho que isso não é só pro. É o jogador de tibó, é que um olheiro do Barcelona vê ele, mas só viu, porque ele tava jogando bem, né? Sim. Não tem um inverso, né? Me leva pra lá que depois eu fico bom. Não. Tem até uma piada que eu lembrei disso, que enquanto o cara chegou pra uma entrevista, e era uma vaga de emprego, que ia ganhar 50 mil reais, mas tinha que falar alemão fluente e ter 10 anos de experiência numa área, aí o cara entra pra entrevista, começa a entrevistar e falou, "Pessoas, você é sincero, senhor." "Eu não fala alemão fluente, falou, "Tal, mas ó, eu já me metro com ele no curso, eu vou estudar, e eu vou ficar fluente." E outra coisa, eu também não tenho 10 anos na área de experiência, mas eu vou me dedicar e eu vou ter essa experiência. A entrevistador vira pra ele e fala assim, "Cara, gostei da sua honestidade, vou te dar a vaga, e vou falar do seguinte, "Eu não vou te pagar 50 mil, vou te pagar 100 mil!" É o cara caramba! "Cê tá brincando!" Ele falou, "Tô, mas você começou!" "Pô, só de pagar a sada, né?" Isso não vai acontecer nunca na sua vida, cara. "Prepar antes, né? Prepar antes, depois, a sorte te acha, né?" "Vamos um partipo nosso reir tinha final, o que que senta deu, um evento aí?" "Ehh, como é que se aprende a fazer palestra, cara?" "E se é um dom?" "Eu sou um nasce palestrante ou você consegue naquele curso de final de semana?" "Ah, cara, o que eu acho? Eu acho seguinte, "Tudo pode ser muito praticado e se você se dedicar, eu acredito muito naquela lógica do esforço, "Vem se o talento, quando o talento não se esforça oficiente, né?" "Que é um pouco do Cristiano Ronaldo do Messi, povo compara." "Tô acredito muito nisso, mas é lógico que tem uma fatia tão muito grande, "Eu acho que a pessoa tem um talento nato para aquilo, "Mas eu acho que a pessoa pode melhorar muito, ela consegue melhorar muito, "Básicamente, quando ela entende o que ela está fazendo ali dentro, "Então, muda o compromisso, comente o medo dela com a mensagem, "Eu para mim um dos eus mares erros de palestra é quando a pessoa "Ela constora a palestra pensando que ela tem que ensinar um monte de coisa." "Então, a, construia a palestra assim, né?" "Ah, eu quero falar sobre a gestão de pessoas, "Eu começo pensando o que eu sei sobre a gestão de pessoas, o que eu gostaria de ensinar?" "Ah, eu vou colocando tópicos, aí eu liço 10 tópicos sobre isso, "Ainá se a palestra 10 dicas, como gerenciar 10 dicas de ouro sobre pessoas, "Que é uma palestra que não vale a vanada, que não vai gerenci, "Não vai ajudar nada a pessoa do outro lado." "Palestra, ela é sobre uma coisa, eu tenho uma mensagem ali, "Eu preciso transformar a plateia, para transformar a plateia em uma coisa, "É difícil para caramba, se eu quer dizer transformar em 10, "Não vai funcionar." "Então, assim, eu tenho que clareza do que ela quer fazer, "Tuvia aqui para causar essa mudança, eu quero falar sobre liderança "E eu preciso falar sobre os líderes, precisão ser mais corajosos." "Tá, a minha mensagem é essa, cara, a minha palestra de uma hora "É para convencer o líder que ele precisa mais coragem." "A mensagem é uma, tá no título, cara, "Seja mais corajoso, é essa a mensagem, "A agora tenho uma hora para te convencer disso." "Se não for isso, eu acho que ela não vai funcionar." Então, assim, a pessoa entender isso, ela consegue melhorar muito a entrega dela, quando a pessoa entende que ela tem que trabalhar emoção, ela consegue melhorar muito. Então, assim, dá para melhorar bastante, mas o fator Dom é. -A ajuda bastante. -A ajuda bastante. Se você está ouvindo a gente aqui, está interessado, entra nesse mundo das paléças, vou dar uma dica de ouro. Tem um livro chamado "O palestrante de ouro", de um sujeito chamado Alan Vaize, E-I-S-S. Alan Vaize, que é um tremendo palestrante norte-americano, ele escreve esse livro muito tempo atrás. É um livro grosso, tem a venda aqui, se encontra no Brasil, e ele dá as dicas de como é que se gerenci uma carreira. Se consegue aproveitar ali 60% do livro, porque é um livro escrito para um mercado norte-americano, que é outro mundo, o Brasil, eu achei que essa altura do Brasil teria alcançado que os Estados Unidos eram 30 anos atrás e não alcançou, e não sei se vou alcançar, é outro mundo, é outra história, eu tive lá em 2018 no evento da National Speakers Association, e você vê que o que é um mercado organizado é um negócio impressionante dos caras, mas Alan escreve esse livro e ele dá o passo a passo, o que você precisa fazer para a sua carreira andar? É muito legal, é bem legal, vale a pena ler, então é um bom caminho, e além disso eu não encontrei outra outra material que pudesse ser tão útil, mas de novo, isso é tudo teoria, você vai ter a teoria, vai mostrar como é que funciona, mas o meu agulhar é fazer, é falar em que tem que ter comímpito, se tiver um restaurante, alguém perguntar, deixa alguém que falou alguma coisa para como morar os 60 anos do teu cunhado, você tem que ir lá, sou eu, você tá na missa, quem é que vai ler aqui, eu me li, sou eu, então é toda chance que você tiver de se expõe público, é o que tem que ser feito, porque a palestra a gente aprende no palco, fazendo e testando ali, vendo a reação da plateia, então isso é um processo dinâmico, de entregue de receber, é o conselho que eu dou se tiver alguém ouvindo, que queira seguir nessa linha, sem primeiro, define muito por bem por que você tá pensando nisso, porque cara, é uma carreira como qualquer outra, é um negócio como qualquer outra, é como alguém perguntasse a Dennis, montar uma padaria, é um bom negócio, talvez provavelmente, se gostar de pão, se gostar de trabalhar com isso, como você lá tem uma fazenda para criar gado, é um bom negócio, você gostar de fazer, não gostar de criar gado, então assim, não tenho ganhar dinheiro fácil, entendeu, se você tá pensando nisso, para ganhar dinheiro fácil, rápido, esquece, isso não existe, isso com certeza, você tá, e no pouco a minha errado, não é fácil, não é rápido, vai ter que trabalhar muito, eu estava no evento no dia-dez, me perguntaram, eu já sou palestrante há um tempo, mas eu queria ser mais me profissionalizar, que o mercado me enxergar de forma mais profissional, o que eu tenho que fazer? Fale simples, sem chegar de forma profissional, gênero, trabalhar, só carreira, só que eu ia ser profissional, você tem uma agência, se você vai montar uma padaria, você nem vai contar uma agência para criar só logo o mar, você tem uma agência? Ah não, você precisa ter, ah eu preciso, e a gente se falou na energia de palestrante, eu vou falar na agência de publicidade, para construir sua marca, ah você tem uma agência que cuida da divulgação, você tem uma verba de marca, te indicionado a isso, se ela montar uma padaria, você vai ter que montar, criar, investir, gastar uma grana na padaria, e vai dar dinheiro no dia 2, no dia 3, vai começar a dar dinheiro de verdade, lá no mês 10, é a mesma coisa, sem que investimos muito naquilo, não é um puxadinho que eu posso fazer nas horas vagas e vai explodir, isso não vai acontecer, isso carraríssima vezes isso acontece, então é isso, é enxergar de forma profissional, saber que vai ter que dedicar muito ali tempo, energia, dinheiro, para aquilo funcionar, mas é uma carreira incrível, né, então afonando antes aqui, a gente pode ouvir mensagens, ajudou alguém, mudouvido alguém, caro, tem nada que eu posso pensar que seja mais gratificante do que isso, mas não é fácil, tem que batalhar para caramba, e treinar a treinar, treinar estudais da estudar, e dá para chegar lá com certeza, isso aí, quem quiser conhecer a polo, quem quiser entrar em contato, quem quiser ser palestrante, quem quiser contratar palestrante, vai onde, onde é a questão, vocês vão lá? O nosso principal rede é nosso site, né, www.polopalestrante.com.br, polopalestrante.com.br, polo no meu irmã, PLL, palestrantez, no plural, o ponto que eu amo do bem, nas redes sociais, Instagram, YouTube, LinkedIn, @polopalestrante, ou no meu pessoal @dnspenas, com dois ns e pena com dois ns, que meu mãe caprichou, e depois 4 n ali, grande, segura, bem vindo, grande abraço, vamos ver, vamos arrebentar aí cara, acho que o mercado ta ita, você tá ano ano crescendo né, se você era um 2 mil palestras no passado, ano passado 2 mil e se era a neta 2 mil e centas, caceta, depaleste, pra caramba, tá legal, parabéns eu quero, obrigado, obrigado, prazer ta aqui, muito bem, termina aqui mais um líder cast, a transcrição deste programa você encontra no lidercast.com.br, você ouviu o líder cast com Luciano Pires, mais uma isca intelectual do café Brasil, acompanhos programas pelo portal café Brasil.com.br [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
A Santa Carga é uma microfranquia que oferece totens carregadores de celular com tela para anúncios em vídeo e Wi-Fi gratuito.
O investimento inicial é de R$ 19.900, com potencial de ganho de até R$ 8.000 por mês.
O convidado Dennis Pena, fundador da Paulo Palestrantes, compartilha sua trajetória empreendedora, desde a indústria familiar de temperos até o mercado de palestras e treinamentos.
Dennis destaca a importância de entender o próprio sonho e o tamanho ideal do negócio, evitando conflitos familiares e buscando realização pessoal.
A conversa aborda transições de carreira, erros na juventude e a evolução para o setor de serviços, incluindo uma sociedade em uma agência de publicidade.
Summary:
O texto apresenta dois segmentos principais. Primeiro, uma propaganda da microfranquia Santa Carga, que oferece totens carregadores de celular com telas para exibir anúncios e Wi-Fi gratuito. O modelo de negócio consiste em o franqueado instalar os totens em locais de alto fluxo, como shoppings e padarias, e vender espaços publicitários para comerciantes locais. A franquia promete retorno mensal de até R$ 8.000 com investimento inicial de R$ 19.900.
Em seguida, o podcast "LíderCast" entrevista Dennis Pena, fundador da Paulo Palestrantes. Dennis conta sua história: cresceu em uma indústria familiar de temperos, onde trabalhou desde os 14 anos. Após conflitos com o pai, que preferia manter o controle do negócio a expandi-lo, os quatro filhos deixaram a empresa. Dennis tentou carreiras em direito e publicidade, mas sempre retornou ao empreendedorismo, criando negócios de cosméticos e distribuição. A virada ocorreu quando se tornou sócio de uma agência de publicidade e, influenciado pelo irmão palestrante, entrou no mercado de treinamentos. Ele reflete sobre a importância de alinhar sonhos e realidades, evitando a armadilha de achar que o sucesso exige crescimento infinito. A entrevista enfatiza lições sobre liderança, resiliência e a busca por propósito profissional.
FAQs
A Santa Carga é uma microfranquia que oferece tótenes carregadores de celular com tela para anúncios em vídeo, notícias em tempo real e Wi-Fi gratuito.
Você se associa, instala um tóten em locais de alto fluxo, como shoppings e padarias, e vende espaços publicitários em vídeo para comerciantes da região. A Santa Carga produz os vídeos e dá suporte.
O investimento inicial é de R$ 19.900,00, que inclui um tóten, com possibilidade de ganho de até R$ 8.000,00 por mês.
Dennis Pena é fundador da Paulo Palestrantes, do Talks Aprendizado Contínuo, da Minha Palestra Online e sócio do Speakercast, atuando no segmento de palestras e treinamentos.
É um clube de treinamentos que oferece para pequenas empresas treinamento contínuo de qualidade com os melhores palestrantes do Brasil.
É uma startup que conecta palestrantes e contratantes de forma simples, eficiente e sem intermediários.
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